Faculdade de Medicina - UNISUL NEOPLASIAS DO OVÁRIO. Aula disponível no site: Rodrigo Dias Nunes

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Faculdade de Medicina - UNISUL NEOPLASIAS DO OVÁRIO. Aula disponível no site: Rodrigo Dias Nunes"

Transcrição

1 NEOPLASIAS DO OVÁRIO Aula disponível no site: Rodrigo Dias Nunes

2 Epidemiologia > 50 anos Obesidade Nuligestas Não usaram anticoncepcionais orais Ingesta carne e gordura animal Medicamentos indutores de ovulação História familiar (BRCA 1-2/LYNCH II) Exposição a elementos químicos (asbesto/silicato)

3 Diagnóstico diferencial Gravidez Gravidez ectópica Pseudociese Obesidade Distensão abdominal Rim pélvico Cisto mesentérico Abcesso tubo-ovariano Hidrossalpinge Miomas

4 Diagnóstico diferencial Epitélio celômico (epiteliais): 65% Células germinativas (embrionários) 25% Estroma gonadal: 5% Mesênquima não-específico Metastáticos Tumores funcionais

5 Classificação Epitélio celômico: benigno / maligno / borderline Tumor seroso: 50% Tumor endometrióide Tumor mucinoso: 15% Tumor mesonefróide (células claras): 5% Tumor de Brenner: 1% Carcinoma indiferenciado Carcinossarcoma e tumor mesodérmico misto

6 Classificação Epitélio celômico

7 Classificação Epitélio celômico: Seroso

8 Classificação Epitélio celômico: Seroso

9 Classificação Epitélio celômico: Endometrióide

10 Classificação Epitélio celômico: Mucinoso

11 Classificação Epitélio celômico: Mesodérmico (células claras)

12 Classificação Epitélio celômico: Tumor de Brenner

13 Classificação Célula germinativas Teratoma: imaturo ou maduro Adulto sólido Cisto dermóide Struma ovarii Malígno secundário Disgerminoma Carcinoma embrionário Tumor do seio endodérmico Coriocarcinoma Gonadoblastomassarcoma e tumor mesodérmico misto

14 Classificação Célula germinativas: Teratoma

15 Classificação Célula germinativas: Disgerminoma

16 Classificação Estroma gonadal Tumor da granulosa-teca Tumor da granulosa Tecoma Tumor de Sertoli-Leydig Andro / arrenoblastoma Tumor de Sertoli Ginandroblastoma Tumor de células lipídicas

17 Classificação Estroma gonadal: Tumor da granulosa

18 Classificação Mesênquima não-específico Fibroma Hemangioma Leiomioma Lipoma Linfoma Sarcoma

19 Classificação Metastáticos Gastrointestinal (Krukemberg) Mama Endométrio Linfoma

20 Classificação Metastáticos

21 Classificação Tumores funcionais Cistos foliculares Cistos de corpo lúteo Ovários policísticos Cistos hemorrágicos Cistos tecaluteínicos

22 Metástase Peritoneal Continuidade Linfática Hematogênica

23 Sinais e sintomas Tumores hormônio-produtores: Assintomático Aumento abdominal Dor pélvica Constipação Sintomas urinários Emagrecimento Ascite Derrame pleural Metástase (pulmão e fígado) Puderdade precoce Hiperplasia endometrial Carcinoma endometrial Virilização

24 Diagnóstico Exame ginecológico USG com doppler Marcadores tumorais TC / RM Laparotomia Videolaparoscopia ANATOMOPATOLÓGICO

25 Indicações cirúrgicas Tumores sólidos em qualquer idade Tumores císticos > 8 cm Tumores císticos < 8 cm sem regressão após 2 ciclos Tumores císcticos com septações ou vegetações Tumores císticos em pré-puberes Tumores císticos em pós-menopausadas Vascularização central ao Doppler Baixo índice de resistência

26 Ultrassonografia Septações

27 Ultrassonografia Vegetações

28 Ultrassonografia Vascularização central ao doppler

29 Marcadores tumorais CA 125: Epiteliais não-mucinosos (serosos) normal até 35 U/ml CA 19-9: Mucinosos normal até 37 U/ml Alfa-FP: Células germinativas normal até 10 ng/ml hcg: Coriocarcinoma normal até 5 UI/l CEA: Carcinoma embrionário e mucinosos normal 4 ng/ml ou 13 ng/ml (fumantes)

30 Videolaparoscopia Faculdade de Medicina - UNISUL

31 Videolaparoscopia Faculdade de Medicina - UNISUL

32 Videolaparoscopia Faculdade de Medicina - UNISUL

33 Videolaparoscopia Faculdade de Medicina - UNISUL

34 Videolaparoscopia Faculdade de Medicina - UNISUL

35 Videolaparoscopia Faculdade de Medicina - UNISUL

36 Videolaparoscopia Faculdade de Medicina - UNISUL

37 Laparotomia Laboratório/Rx tórax/ecg/imagem abdominal Preparo intestinal/antibioticoprofilaxia/heparinização Incisão mediana longitudinal Citologia do líquido peritoneal Inventário da cavidade Anexectomia com congelação Biópsias peritoneais Linfadenectomia pélvica e para-aórtica Omentectomia infra-cólica Biópsia hepática Panhisterectomia Citorredução

38 Laparotomia Faculdade de Medicina - UNISUL

39 Laparotomia Faculdade de Medicina - UNISUL

40 Estadiamento I - Restrito aos ovários Ia - 1 Ovário / Ascite (-) / Superfície (-) / Cápsula ok Ib - 2 Ovários / Ascite (-) / Superfície (-) / Cápsula ok Ic - Ascite (+) / Lavado (+) / Superfície (+) / Cápsula rota II - Extensão pélvica IIa - Útero / Trompas IIb - Outros tecidos pélvicos IIc - IIa / IIb + Ic

41 Estadiamento III - Extensão abdominal IIIa - LN (-)/peritôneo microscópico (+) IIIb - LN (-)/peritôneo 2 cm IIIc - LN (+)/peritôneo > 2 cm IV - Metástase a distância (pulmão e fígado) OBS: Diferenciação histológica - G1 / G2 / G3

42 Cirurgia conservadora Jovens Sem filhos Desejo de gestar Estadio IaG1 Borderline/Disgerminoma/Granulosa/Sertoli-Leydig Biópsia ovário contralateral (-) Investigação endometrial (-) Omento (-) LN (-) Seguimento pós-operatório confiável e regular Compromisso de cirurgia radical após a gestação

43 Quimioterapia Adjuvante Sempre (exceto Ia-Ib/G1-G2) Residual 1mm: 6 QT Residual > 1mm: 3 QT + Cirurgia + 3 QT Recidivas Carcinoma de Células Claras Neoadjuvante Ascite Massa tumoral volumosa Inoperável Estadio IV Primária: Contraindicação cirúrgica

44 Seguimento Exame físico geral, exame ginecológico 1º ano: 3/3 meses 2º ano: 3/3 meses Após: 6/6 meses Laboratório, Rx de tórax e USG de abdome total 1º ano: 6/6 meses 2º ano: 6/6 meses Após: anual TC / RM: Recidiva tumoral Second look:????

45 Seguimento Sobrevida em 5 anos I: 70% II: 25% III: 12% IV: 00%

46 Laparotomia Faculdade de Medicina - UNISUL

47 Laparotomia Faculdade de Medicina - UNISUL

48 Obrigado!!!! Faculdade de Medicina - UNISUL

TESTE DE AVALIAÇÃO. 02 novembro 2013 Duração: 30 minutos. Organização NOME: Escolha, por favor, a resposta que considera correta.

TESTE DE AVALIAÇÃO. 02 novembro 2013 Duração: 30 minutos. Organização NOME: Escolha, por favor, a resposta que considera correta. TESTE DE AVALIAÇÃO 02 novembro 2013 Duração: 30 minutos NOME: Escolha, por favor, a resposta que considera correta. 1. São indicação para a realização de RM todas as situações, excepto: ( 1 ) Mulher com

Leia mais

Manejo Ambulatorial de Massas Anexiais

Manejo Ambulatorial de Massas Anexiais Instituto Fernandes Figueira FIOCRUZ Departamento de Ginecologia Residência Médica Manejo Ambulatorial de Massas Anexiais Alberto Tavares Freitas Tania da Rocha Santos Abril de 2010 Introdução Representam

Leia mais

TABELA DE PROCEDIMENTOS SUS

TABELA DE PROCEDIMENTOS SUS TABELA DE PROCEDIMENTOS SUS QUIMIOTERAPIA PALIATIVA: 03.04.02.015-0 - Quimioterapia Paliativa do Carcinoma de Nasofaringe avançado (estádio IV C ou doença recidivada) C11.0, C11.1, C11.2, C11.3, C11.8,

Leia mais

Tumores anexiais: O que valorizar?

Tumores anexiais: O que valorizar? Mariana Olival da Cunha marianaolival@ig.com.br Tumores anexiais: O que valorizar? Mariana Olival da Cunha (R2) Orientadora: Dra. Rebecca Sotelo Epidemiologia 6 a neoplasia maligna mais freqüente Baixa

Leia mais

CECS Centro de Ciências da Saúde. Patologias ovarianas Benignas e Malignas

CECS Centro de Ciências da Saúde. Patologias ovarianas Benignas e Malignas UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL CECS Centro de Ciências da Saúde Unidade de Ensino Médico Toco-Ginecológica Patologias ovarianas Benignas e Malignas Renato Luís Rombaldi OVÁRIOS NORMAIS HISTOLOGIA Epitélio

Leia mais

TUMORES BENIGNOS DOS OVARIOS. Pedro Cordeiro de Sá Filho

TUMORES BENIGNOS DOS OVARIOS. Pedro Cordeiro de Sá Filho TUMORES BENIGNOS DOS OVARIOS Pedro Cordeiro de Sá Filho Videoendoscopia Ginecológica Retorno as atividades Tempo cirúrgico Complicações Custos Cirurgia convencional X Videolaparoscopia Estética Pós-operatório

Leia mais

Tumores Ginecológicos. Enfª Sabrina Rosa de Lima Departamento de Radioterapia Hospital Israelita Albert Einstein

Tumores Ginecológicos. Enfª Sabrina Rosa de Lima Departamento de Radioterapia Hospital Israelita Albert Einstein Tumores Ginecológicos Enfª Sabrina Rosa de Lima Departamento de Radioterapia Hospital Israelita Albert Einstein Tumores Ginecológicos Colo de útero Endométrio Ovário Sarcomas do corpo uterino Câncer de

Leia mais

CAPÍTULO 4. CÂnCER DE OVáRIOS. 1. INTRODUçãO

CAPÍTULO 4. CÂnCER DE OVáRIOS. 1. INTRODUçãO CAPÍTULO 4 CÂnCER DE OVáRIOS 1. INTRODUçãO A neoplasia maligna ovariana, apesar de rara, apresenta um comportamento agressivo, atingindo uma letalidade de 55,4%, sendo a primeira causa de morte entre as

Leia mais

Importância dos. em Ginecologia Ramon Andrade R2 Prof. Dr. Maurício Magalhães - Orientador

Importância dos. em Ginecologia Ramon Andrade R2 Prof. Dr. Maurício Magalhães - Orientador Importância dos marcadores tumorais em Ginecologia Ramon Andrade R2 Prof. Dr. Maurício Magalhães - Orientador Definição Macromoléculas (principalmente proteínas) Origem Gênese tumoral Resposta do organismo

Leia mais

É estimado que 5% a 10% das mulheres nos EUA são. submetidas a cirurgia por tumor ovariano durante sua vida, e. 13% a 21% desses são malignos.

É estimado que 5% a 10% das mulheres nos EUA são. submetidas a cirurgia por tumor ovariano durante sua vida, e. 13% a 21% desses são malignos. É estimado que 5% a 10% das mulheres nos EUA são submetidas a cirurgia por tumor ovariano durante sua vida, e 13% a 21% desses são malignos. NIH Consensus Conference, JAMA; 273(6): 491-97, 1995. TUMORES

Leia mais

Biologia molecular dos carcinomas epiteliais e tumores de baixo grau (borderline) do ovário e implicações para a prática clínica

Biologia molecular dos carcinomas epiteliais e tumores de baixo grau (borderline) do ovário e implicações para a prática clínica Biologia molecular dos carcinomas epiteliais e tumores de baixo grau (borderline) do ovário e implicações para a prática clínica Filomena M Carvalho filomena.carvalho@fm.usp.br 2 Epiteliais 80-90% Cél.

Leia mais

CANCRO GINECOLÓGICO PROTOCOLOS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA

CANCRO GINECOLÓGICO PROTOCOLOS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA CANCRO GINECOLÓGICO PROTOCOLOS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA Comissão de Redacção de Protocolos COORDENADORA Dr.ª Isabel Cabral Ginecologia Radioterapia Oncologia Médica Imagiologia Anatomia Patológica

Leia mais

II ENCONTRO DE RESIDENTES EM RADIOTERAPIA TATIANA S. YAMAMOTO HSPE SÃO PAULO, SP

II ENCONTRO DE RESIDENTES EM RADIOTERAPIA TATIANA S. YAMAMOTO HSPE SÃO PAULO, SP II ENCONTRO DE RESIDENTES EM RADIOTERAPIA TATIANA S. YAMAMOTO HSPE SÃO PAULO, SP 1 Epidemiologia Ca de endométrio é o tumor ginecológico de maior incidência nos países desenvolvidos do ocidente Corresponde

Leia mais

Tumores do ovário e do testículo

Tumores do ovário e do testículo Tumores do ovário e do testículo Onde é que está o Aparelho Genital Masculino na mulher? Vocês lembram-se que havia dois canais de Muller que iam dar origem ao útero. Junto aos dois canais de Muller o

Leia mais

Pólipos da vesícula biliar. Orlando Jorge Martins Torres

Pólipos da vesícula biliar. Orlando Jorge Martins Torres Pólipos da vesícula biliar Orlando Jorge Martins Torres Aumento do uso da US percutânea Maior detecção de lesões polipóides ides da vesícula Sensibilidade e especificidade Significado pouco compreendido

Leia mais

Radioterapia baseada em evidência no tratamento adjuvante do Câncer de Endométrio: RT externa e/ou braquiterapia de fundo vaginal

Radioterapia baseada em evidência no tratamento adjuvante do Câncer de Endométrio: RT externa e/ou braquiterapia de fundo vaginal Radioterapia baseada em evidência no tratamento adjuvante do Câncer de Endométrio: RT externa e/ou braquiterapia de fundo vaginal Paulo Eduardo Novaes, MD, PhD Departamento de Radioterapia Hospital AC

Leia mais

RM padrão de 1,5T no câncer endometrial: moderada concordância entre radiologistas

RM padrão de 1,5T no câncer endometrial: moderada concordância entre radiologistas Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina Departamento de Diagnóstico por Imagem RM padrão de 1,5T no câncer endometrial: moderada concordância entre radiologistas Especializanda: Renata

Leia mais

IMAGIOLOGIA NOS TUMORES DE CÉLULAS RENAIS

IMAGIOLOGIA NOS TUMORES DE CÉLULAS RENAIS IMAGIOLOGIA NOS TUMORES DE CÉLULAS RENAIS Tiago Saldanha José Durães Serviço de Radiologia HEM - CHLO Curso de carcinoma de células renais Lisboa 2015 PAPEL DOS MÉTODOS DE IMAGEM Diagnóstico Estadiamento

Leia mais

Câncer de Pulmão. Tratamento Cirúrgico DR. RAFAEL PANOSSO CADORE

Câncer de Pulmão. Tratamento Cirúrgico DR. RAFAEL PANOSSO CADORE Câncer de Pulmão Tratamento Cirúrgico DR. RAFAEL PANOSSO CADORE Epidemiologia! O câncer de pulmão é a neoplasia que mais mata no mundo desde 1953 ( mulheres 1985). No Brasil, para 2014, foram 16.400 casos

Leia mais

Rodrigo de Morais Hanriot Radioterapeuta Sênior Hospital Israelita Albert Einstein e Hospital Alemão Oswaldo Cruz

Rodrigo de Morais Hanriot Radioterapeuta Sênior Hospital Israelita Albert Einstein e Hospital Alemão Oswaldo Cruz Os Trabalhos/Abstracts mais Relevantes em Câncer Ginecológico Rodrigo de Morais Hanriot Radioterapeuta Sênior Hospital Israelita Albert Einstein e Hospital Alemão Oswaldo Cruz Índice Neoplasia endometrial

Leia mais

Imuno-histoquímica - aplicações

Imuno-histoquímica - aplicações Imuno-histoquímica - aplicações diagnóstico diferencial entre neoplasias indiferenciadas pela histopatologia - casos nos quais a morfologia não permite conclusão da diferenciação do tumor Ex.: carcinoma

Leia mais

NÓDULO PULMONAR SOLITÁRIO

NÓDULO PULMONAR SOLITÁRIO Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Medicina Hospital São Lucas SERVIÇO DE CIRURGIA TORÁCICA José Antônio de Figueiredo Pinto DEFINIÇÃO Lesão arredondada, menor que 3.0 cm

Leia mais

PAPEL DA IMAGEM NA AVALIAÇÃO DA PELVE FEMININA

PAPEL DA IMAGEM NA AVALIAÇÃO DA PELVE FEMININA PAPEL DA IMAGEM NA AVALIAÇÃO DA PELVE FEMININA Métodos de Diagnóstico por Imagem 1. Detecção de Lesões 2. Benigno vs. Maligno 3. Conduta (Cx, Seguimento...) Iyer VR et al. AJR 2010;194:311-321 Métodos

Leia mais

EPIDEMIOLOGIA, ESTADIAMENTO E PREVENÇÃO DO CÂNCER

EPIDEMIOLOGIA, ESTADIAMENTO E PREVENÇÃO DO CÂNCER EPIDEMIOLOGIA, ESTADIAMENTO E PREVENÇÃO DO CÂNCER Felipe Trevisan Radioterapia HCFMRP USP Fevereiro / 2012 Epidemiologia Descritiva Incidência Mortalidade Analítica Estudo das causas das doenças Epidemiologia

Leia mais

TUMOR BORDERLINE DE OVÁRIO BILATERAL: RELATO DE CASO EM PACIENTE DE 29 ANOS DE IDADE

TUMOR BORDERLINE DE OVÁRIO BILATERAL: RELATO DE CASO EM PACIENTE DE 29 ANOS DE IDADE Hospital do Servidor Público Municipal TUMOR BORDERLINE DE OVÁRIO BILATERAL: RELATO DE CASO EM PACIENTE DE 29 ANOS DE IDADE ANDREA CASTRO CORRALLO SÃO PAULO 2012 Hospital do Servidor Público Municipal

Leia mais

Prostatic Stromal Neoplasms: Differential Diagnosis of Cystic and Solid Prostatic and Periprostatic Masses

Prostatic Stromal Neoplasms: Differential Diagnosis of Cystic and Solid Prostatic and Periprostatic Masses Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina Departamento de Diagnóstico por Imagem Setor Abdome Prostatic Stromal Neoplasms: Differential Diagnosis of Cystic and Solid Prostatic and Periprostatic

Leia mais

Radioterapia para câncer de testículo (seminoma) Quando indicar? ANDREIA CARVALHO R3 Radioterapia Hospital do Servidor Público Estadual São Paulo

Radioterapia para câncer de testículo (seminoma) Quando indicar? ANDREIA CARVALHO R3 Radioterapia Hospital do Servidor Público Estadual São Paulo Radioterapia para câncer de testículo (seminoma) Quando indicar? ANDREIA CARVALHO R3 Radioterapia Hospital do Servidor Público Estadual São Paulo Seminoma Seminoma Mais comum na 3º década de vida Fatores

Leia mais

Métodos de imagem. Radiologia do fígado. Radiologia do fígado 12/03/2012

Métodos de imagem. Radiologia do fígado. Radiologia do fígado 12/03/2012 Radiologia do fígado Prof. Jorge Elias Jr Radiologia do fígado Revisão anatômica Métodos de imagem na avaliação do fígado Anatomia seccional hepática pelos métodos de imagem Exemplo da utilização dos métodos:

Leia mais

PET-CT NO NÓDULO PULMONAR SOLITÁRIO. Dr. Mauro Esteves -

PET-CT NO NÓDULO PULMONAR SOLITÁRIO. Dr. Mauro Esteves - PET-CT NO NÓDULO PULMONAR SOLITÁRIO Dr. Mauro Esteves - mauro.rad@hotmail.com PET-CT no nódulo pulmonar solitário nódulo pulmonar - definição opacidade nodular 3 cm de diâmetro circundada por tecido pulmonar

Leia mais

RADIOTERAPIA ADJUVANTE NO CÂNCER DO ENDOMÉTRIO

RADIOTERAPIA ADJUVANTE NO CÂNCER DO ENDOMÉTRIO XI Congresso Brasileiro de Radioterapia RADIOTERAPIA ADJUVANTE NO CÂNCER DO ENDOMÉTRIO FELIPE QUINTINO KUHNEN Hospital de Caridade Florianópolis, SC CEPON Florianópolis, SC Hospital São José Criciúma,

Leia mais

Radioterapia no tumor de Wilms: indicações e resultados

Radioterapia no tumor de Wilms: indicações e resultados Radioterapia no tumor de Wilms: indicações e resultados Drª Paula Monteiro Amorim Residente do 3 ano de radio-oncologia Hospital Araújo Jorge Goiânia- GO Introdução 5-7% das neoplasias infantis 6-9 casos/milhão

Leia mais

Imagem da Semana: Ressonância nuclear magnética

Imagem da Semana: Ressonância nuclear magnética Imagem da Semana: Ressonância nuclear magnética Imagem 01. Ressonância Margnética do Abdomen Imagem 02. Angiorressonância Abdominal Paciente masculino, 54 anos, obeso, assintomático, em acompanhamento

Leia mais

Glândulas suprarrenais

Glândulas suprarrenais Estudo Imagiológico gico do Abdómen 16 -Glândulas suprarrenais Meios de estudo Principais aplicações clínicas 17-Aparelho genital Meios de estudo Principais aplicações clínicas Próstata, vesículas seminais

Leia mais

Câncer de Pelve Renal e Ureter

Câncer de Pelve Renal e Ureter Câncer de Pelve Renal e Ureter Epidemiologia : - Pouco frequentes, representando 4,5-9,0% de todos os Tu renais e 6,0% de todos os Tu uroteliais - CCT : 90% dos Tu uroteliais altos - 1,0-2,0% dos CCT :

Leia mais

Câncer de Endométrio Hereditário

Câncer de Endométrio Hereditário Disciplina de Cirurgia Geral e do Aparelho Digestivo Coordenador do Serviço de Cirurgia Oncológica I Disciplina Eletiva de Fundamentos da Cirurgia Oncológica Professor Afiliado Abner Jorge Jácome Barrozo

Leia mais

CHECK UP. Dr. Alisson Chianca Ginecologia Avançada. ATIVIDADE FÍSICA Previne o Câncer pg. 08. Sinônimo de Prevenção Contra o Câncer. pg.

CHECK UP. Dr. Alisson Chianca Ginecologia Avançada. ATIVIDADE FÍSICA Previne o Câncer pg. 08. Sinônimo de Prevenção Contra o Câncer. pg. CHECK UP Sinônimo de Prevenção Contra o Câncer pg. 05 Edição 02/2017 Eletronic Book ATIVIDADE FÍSICA Previne o Câncer pg. 08 Dr. Alisson Chianca Ginecologia Avançada 04 Infertilidade: Avaliação do Casal

Leia mais

Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Jônatas Catunda de Freitas

Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Jônatas Catunda de Freitas Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Jônatas Catunda de Freitas Fortaleza 2010 Lesões raras, acometendo principalmente mandíbula e maxila Quadro clínico

Leia mais

O sistema reprodutor feminino. Os ovários e os órgãos acessórios. Aula N50

O sistema reprodutor feminino. Os ovários e os órgãos acessórios. Aula N50 O sistema reprodutor feminino. Os ovários e os órgãos acessórios. Aula N50 Sistema reprodutor feminino Ovários = produz óvulos Tubas uterinas = transportam e protegem os óvulos Útero = prove meio adequado

Leia mais

Imagem da Semana: Ultrassonografia e Tomografia Computadorizada (TC)

Imagem da Semana: Ultrassonografia e Tomografia Computadorizada (TC) Imagem da Semana: Ultrassonografia e Tomografia Computadorizada (TC) Imagem 01. Ultrassonografia de rins e vias biliares, evidenciando a bexiga. Imagem 02. Tomografia Computadorizada (TC) de abdome e pelve,

Leia mais

Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço Dr. Bruno Pinto Ribeiro Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço Hospital Universitário Walter Cantídio Introdução Mais de 99% câncer de tireóide tópico Locais ectópicos struma ovarii, pescoço Objetivo

Leia mais

Braquiterapia Ginecológica

Braquiterapia Ginecológica Braquiterapia Ginecológica Indicações e recomendações clínicas American Brachytherapy Society (ABS) European Society for Radiotherapy & Oncology (GEC-ESTRO) Rejane Carolina Franco Hospital Erasto Gaertner-

Leia mais

ENDOMETRIOSE. marcoams - inomed

ENDOMETRIOSE. marcoams - inomed ENDOMETRIOSE CONCEITO Ectopia do tecido endometrial funcionante (glandular e/ou estroma) Souza,mam Incidência 10 a 15 % idade reprodutiva Mulheres inférteis 25 a 30% Mulheres assintomáticas 1 e 2 % Infertil

Leia mais

Caracterização de lesões Nódulos Hepá8cos. Aula Prá8ca Abdome 2

Caracterização de lesões Nódulos Hepá8cos. Aula Prá8ca Abdome 2 Caracterização de lesões Nódulos Hepá8cos Aula Prá8ca Abdome 2 Obje8vos Qual a importância da caracterização de lesões através de exames de imagem? Como podemos caracterizar nódulos hepá8cos? Revisar os

Leia mais

LIPOMA UTERINO PURO - UMA CONDIÇÃO BENIGNA RARA

LIPOMA UTERINO PURO - UMA CONDIÇÃO BENIGNA RARA LIPOMA UTERINO PURO - UMA CONDIÇÃO BENIGNA RARA Yasmmim Machado Magalhães 1 ; Matheus Ribeiro Nasser Silva 2 ; Bianca Rodrigues Lopes Ramos Reinaldo³; Imirá Machado Magalhães 4 Universidade Federal de

Leia mais

Caso clínico. Homem, 50 anos, desempregado, casado, sem filhos, Gondomar. parestesias diminuição da força muscular. astenia anorexia emagrecimento

Caso clínico. Homem, 50 anos, desempregado, casado, sem filhos, Gondomar. parestesias diminuição da força muscular. astenia anorexia emagrecimento Caso clínico Homem, 50 anos, desempregado, casado, sem filhos, Gondomar Setembro 2002 dor dorso-lombar esquerda parestesias diminuição da força muscular astenia anorexia emagrecimento tumefacção braço

Leia mais

Cintilografia Óssea com 99mTc-MDP na suspeição do câncer de próstata.

Cintilografia Óssea com 99mTc-MDP na suspeição do câncer de próstata. Cintilografia Óssea com 99mTc-MDP na suspeição do câncer de próstata. Serviço de Medicina Nuclear e Imagem Molecular Hospital Universitário Antônio Pedro Universidade Federal Fluminense Autor Elisa Carla

Leia mais

TIPOS DE CISTOS DE OVÁRIOS E A INTERVENÇÃO DA ENFERMAGEM

TIPOS DE CISTOS DE OVÁRIOS E A INTERVENÇÃO DA ENFERMAGEM TIPOS DE CISTOS DE OVÁRIOS E A INTERVENÇÃO DA ENFERMAGEM Maria Aparecida Colleta Gois¹ Orientadora: Me Márcia Féldreman Nunes Gonzaga² RESUMO Os cistos de ovários dependem das influências hormonais, podem

Leia mais

Apudoma TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO. PROCED. DESCRIÇÃO QT CID At. Prof. Vr. TOTAL

Apudoma TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO. PROCED. DESCRIÇÃO QT CID At. Prof. Vr. TOTAL TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO Apudoma 0304020117 Quimioterapia paliativa de apudoma (doença loco-regional avançada, inoperável, metastática ou recidivada; alteração da função hepática;

Leia mais

Imagem da Semana: Ultrassonografia transvaginal

Imagem da Semana: Ultrassonografia transvaginal Imagem da Semana: Ultrassonografia transvaginal Imagem 01. Ultrassonografia transvaginal em topografia de ovário esquerdo. Paciente sexo feminino, 34 anos, G0P0A0, procura serviço de ginecologia relatando

Leia mais

TUMORES DE PÂNCREAS: DIAGNÓSTICO E INDICAÇÃO DE BIÓPSIA UFRJ

TUMORES DE PÂNCREAS: DIAGNÓSTICO E INDICAÇÃO DE BIÓPSIA UFRJ TUMORES DE PÂNCREAS: DIAGNÓSTICO E INDICAÇÃO DE BIÓPSIA antonioeiras@gmail.com UFRJ TUMORES DE PÂNCREAS: CÍSTICOS SÓLIDOS 90% SÃO: - IPMN - TUMOR CÍSTICO SEROSO - TUMOR CÍSTICO MUCINOSO - TUMOR SÓLIDO

Leia mais

XXIII Jornadas ROR-SUL. 15, 16 e 17 Fevereiro 2016 Lisboa

XXIII Jornadas ROR-SUL. 15, 16 e 17 Fevereiro 2016 Lisboa XXIII Jornadas ROR-SUL 15, 16 e 17 Fevereiro 2016 Lisboa Estudo de Alta Resolução Tumores Malignos do Pulmão Maria Teresa Almodovar Objetivos 1. Detectar as diferenças na sobrevivência do cancro do pulmão

Leia mais

manejo do nódulo pulmonar subsólido Dr. Mauro Esteves -

manejo do nódulo pulmonar subsólido Dr. Mauro Esteves - manejo do nódulo pulmonar subsólido Dr. Mauro Esteves - mauro.rad@hotmail.com NPS no RX de Tórax história - exame físico - RX de Tórax antigos definitivamente benigno definitivamente maligno interromper

Leia mais

É um nódulo pulmonar?

É um nódulo pulmonar? Avaliação dos Pequenos Nódulos Pulmonares Alexandre Dias Mançano Radiologia Anchieta Hospital Regional de Taguatinga DF É um nódulo pulmonar? Até 20% são imagens que mimetizam nódulos ao RX Fratura de

Leia mais

Caso Clínico. Paciente do sexo masculino, 41 anos. Clínica: Dor em FID e região lombar direita. HPP: Nefrolitíase. Solicitado TC de abdome.

Caso Clínico. Paciente do sexo masculino, 41 anos. Clínica: Dor em FID e região lombar direita. HPP: Nefrolitíase. Solicitado TC de abdome. Caso Clínico Paciente do sexo masculino, 41 anos. Clínica: Dor em FID e região lombar direita. HPP: Nefrolitíase. Solicitado TC de abdome. Apendicite.

Leia mais

Sistema Reprodutor Feminino

Sistema Reprodutor Feminino Lâmina 72A: Ovário infantil e trompas uterinas OVÁRIO: (opção lâmina 35 caixa B) Região do Hilo: vasos sanguíneos, inervação e tecido conjuntivo denso Superfície do ovário -epitélio germinativo: tecido

Leia mais

Neoplasias. Margarida Ascensão. Teresa Matias

Neoplasias. Margarida Ascensão. Teresa Matias Neoplasias Margarida Ascensão Teresa Matias 01-04-2012 1 Objetivos Identificar as principais dificuldades da codificação da doença Neoplásica Diagnóstico principal Identificar os principais erros na codificação

Leia mais

Fábio José Haddad. Departamento de Cirurgia Torácica Hospital do Câncer A. C. Camargo. Hospital Sírio-Libanês Cirurgião Torácico

Fábio José Haddad. Departamento de Cirurgia Torácica Hospital do Câncer A. C. Camargo. Hospital Sírio-Libanês Cirurgião Torácico Tratamento t Cirúrgico i das Metástases Pulmonares Fábio José Haddad Departamento de Cirurgia Torácica Hospital do Câncer A. C. Camargo Núcleo Avançado de Tórax Hospital Sírio-Libanês Cirurgião Torácico

Leia mais

Ex-Presidente da Sociedade Goiana de Ginecologia e Obstetrícia. Mestre em Doenças Infecciosas e Parasitárias pelo IPTESP UFG

Ex-Presidente da Sociedade Goiana de Ginecologia e Obstetrícia. Mestre em Doenças Infecciosas e Parasitárias pelo IPTESP UFG Ex-Presidente da Sociedade Goiana de Ginecologia e Obstetrícia Mestre em Doenças Infecciosas e Parasitárias pelo IPTESP UFG Professor da Faculdade de Medicina da UFG. Sociedade Goiana de Ginecologia e

Leia mais

Carcinomas primários de mama e ovário na mesma paciente: relato de cinco casos

Carcinomas primários de mama e ovário na mesma paciente: relato de cinco casos 53 Carcinomas primários de mama e ovário na mesma paciente: relato de cinco casos Breast and ovary primary carcinoma in the same patient: report of five cases Eliza Del Fiol Manna 1 Marcelo Benedito Mansur

Leia mais

Tumores do Mediastino

Tumores do Mediastino Anatomia do Mediastino Anatomia do Mediastino Anatomia do Mediastino Anatomia do Mediastino Classificação dos tumores mediastinais Tumores Neurogênicos Timomas Linfomas Tumor de Cels. Germinativas Carcinomas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ALCIDES CARNEIRO DIA - 20/12/2009 CARGO: MASTOLOGISTA C O N C U R S O P Ú B L I C O - H U A C / 2 0 0 9 Comissão de Processos

Leia mais

Módulo: Câncer de Colo de Útero

Módulo: Câncer de Colo de Útero Módulo: Câncer de Colo de Útero Caso 1 TR, 32 anos, médica, sem comorbidades Paciente casada sem filhos Abril/13 Citologia Útero- Negativo para células neoplásicas Abril/14 - Citologia uterina- Lesão alto

Leia mais

ENDOMETRIOMA LOCALIZADO NO MÚSCULO RETO ABDOMINAL: RELATO DE CASO E REVISÃO DE LITERATURA

ENDOMETRIOMA LOCALIZADO NO MÚSCULO RETO ABDOMINAL: RELATO DE CASO E REVISÃO DE LITERATURA ENDOMETRIOMA LOCALIZADO NO MÚSCULO RETO ABDOMINAL: RELATO DE CASO E REVISÃO DE LITERATURA Tatiany Daniele Pereira Souto¹; Karla Helloyse Gomes Rocha²; Gisele Nascimento Silva²; Thiago Souto Batista³; Fernanda

Leia mais

ABDOME AGUDO INFLAMATÓRIO. Dario A. Tiferes

ABDOME AGUDO INFLAMATÓRIO. Dario A. Tiferes ABDOME AGUDO INFLAMATÓRIO Dario A. Tiferes dario.tiferes@fleury.com.br ABDOME AGUDO Apendicite Colecistite Diverticulite Colites pancreatite Ileítes (DII) Apendagite Doença péptica Isquemia intestinal

Leia mais

O que é e para que serve a Próstata

O que é e para que serve a Próstata O que é e para que serve a Próstata A próstata é uma glândula que faz parte do aparelho genital masculino. Está localizada abaixo da bexiga, atravessada pela uretra. Seu tamanho e forma correspondem a

Leia mais

Carcinoma de Pequenas Células Hipercalcêmico do Ovário

Carcinoma de Pequenas Células Hipercalcêmico do Ovário RBGO 23 (7): 451-455, 2001 Carcinoma de Pequenas Células Hipercalcêmico do Ovário Trabalhos Originais Small Cell Carcinoma of the Ovary with Hypercalcemia Gustavo Cardoso Guimarães, Pablo Roberto Novik,

Leia mais

Câncer do colo uterino HPV FRR

Câncer do colo uterino HPV FRR Câncer do colo uterino HPV FRR Introdução 2ª neoplasia mais comum nas mulheres no mundo É a mais comum nos países pobres No Brasil: é o mais frequente do aparelho genital Em 2010 (no mundo): 500.000 casos

Leia mais

ROTINAS DE MASTOLOGIA

ROTINAS DE MASTOLOGIA ROTINAS DE MASTOLOGIA I. ATENDIMENTO AMBULATORIAL: 1) Anamnese 2) Exame físico das mamas: Descrição obrigatória dos tópicos constantes da ficha padronizada: - inspeção estática e dinâmica, palpação das

Leia mais

Hemangiomas: Quando operar e quando observar Orlando Jorge M.Torres Nucleo de Estudos do Fígado F - UFMA

Hemangiomas: Quando operar e quando observar Orlando Jorge M.Torres Nucleo de Estudos do Fígado F - UFMA Hemangiomas: Quando operar e quando observar Orlando Jorge M.Torres Nucleo de Estudos do Fígado F - UFMA Lesões Benignas do FígadoF Tumores Epiteliais Hepatocelular Hiperplasia nodular focal Hiperplasia

Leia mais

Tomografia Computadorizada ou Ressonância Magnética qual a melhor opção para cada caso?

Tomografia Computadorizada ou Ressonância Magnética qual a melhor opção para cada caso? Abordagem diagnóstica de um nódulo hepático o que o cirurgião deve saber? Tomografia Computadorizada ou Ressonância Magnética qual a melhor opção para cada caso? Maria Fernanda Arruda Almeida Radiologia

Leia mais

QUIMIOTERAPIA ADJUVANTE NO CÂNCER DE ENDOMÉTRIO. QUANDO HÁ EVIDÊNCIAS E QUANDO COMBINÁ-LA COM A RADIOTERAPIA

QUIMIOTERAPIA ADJUVANTE NO CÂNCER DE ENDOMÉTRIO. QUANDO HÁ EVIDÊNCIAS E QUANDO COMBINÁ-LA COM A RADIOTERAPIA QUIMIOTERAPIA ADJUVANTE NO CÂNCER DE ENDOMÉTRIO. QUANDO HÁ EVIDÊNCIAS E QUANDO COMBINÁ-LA COM A RADIOTERAPIA Dr. Markus Gifoni Oncologista Clínico Instituto do Câncer do Ceará Fortaleza 01/06/2013 Informações

Leia mais

AS 7 DOENÇAS QUE CAUSAM A INFERTILIDADE NO HOMEM E NA MULHER

AS 7 DOENÇAS QUE CAUSAM A INFERTILIDADE NO HOMEM E NA MULHER AS 7 DOENÇAS QUE CAUSAM A INFERTILIDADE NO HOMEM E NA MULHER INTRODUÇÃO 3 ENDOMETRIOSE 5 SÍNDROME DOS OVÁRIOS POLICÍSTICOS (SOP) 10 MIOMATOSE 14 VARICOCELE 17 ENDOMETRITE CRÔNICA 20 DOENÇA INFLAMATÓRIA

Leia mais

XVI Reunião Clínico - Radiológica. Dr. RosalinoDalasen.

XVI Reunião Clínico - Radiológica. Dr. RosalinoDalasen. XVI Reunião Clínico - Radiológica Dr. RosalinoDalasen www.digimaxdiagnostico.com.br CASO 1 Paciente: M. G. A., 38 anos, sexo feminino. Queixa: Infecção do trato urinário de repetição. Realizou ultrassonografia

Leia mais

VISÕES GERAIS DO HEPATOBLASTOMA PEDIÁTRICO

VISÕES GERAIS DO HEPATOBLASTOMA PEDIÁTRICO VISÕES GERAIS DO HEPATOBLASTOMA PEDIÁTRICO Layslla Caroline Araujo Almeida¹, Elâine Barbosa Da Silva Gomes¹, Mônica Nayara Batista Barbosa¹, Natália Feitosa Laurentino¹, Cristiane Miranda Furtado² Faculdade

Leia mais

22 - Como se diagnostica um câncer? nódulos Nódulos: Endoscopia digestiva alta e colonoscopia

22 - Como se diagnostica um câncer? nódulos Nódulos: Endoscopia digestiva alta e colonoscopia 22 - Como se diagnostica um câncer? Antes de responder tecnicamente sobre métodos usados para o diagnóstico do câncer, é importante destacar como se suspeita de sua presença. As situações mais comuns que

Leia mais

HÉRNIAS DA PAREDE ABDOMINAL. Brienze 2009

HÉRNIAS DA PAREDE ABDOMINAL. Brienze 2009 HÉRNIAS DA PAREDE ABDOMINAL Brienze 2009 HÉRNIAS DA PAREDE ABDOMINAL 75% são inguinais 07% são incisionais 05% são umbilicais 03% são femurais 03% são ventrais 07% são de outros locais Hérnia Spiegel Hérnia

Leia mais

Hemorragia Genital na Pós-Menopausa

Hemorragia Genital na Pós-Menopausa Curso de Pós-Graduação em Geriatria Hemorragia Genital na Pós-Menopausa Avaliação e orientação diagnóstica Pedro Viana Pinto Introdução 5% motivos de consulta em Ginecologia Maioria dos casos têm etiologias

Leia mais

Diagnóstico e Seguimento em Urologia Oncológica RIM

Diagnóstico e Seguimento em Urologia Oncológica RIM 13 AS JORNADAS DE UROLOGIA DA ZONA CENTRO EM MEDICINA FAMILIAR Diagnóstico e Seguimento em Urologia Oncológica RIM João Carvalho Interno de Formação Específica do 3ºAno Serviço de Urologia e Transplantação

Leia mais

Imagem da Semana: Tomografia Computadorizada (TC)

Imagem da Semana: Tomografia Computadorizada (TC) Imagem da Semana: Tomografia Computadorizada (TC) Imagem 01. Tomografia computadorizada de abdome Criança de 3 anos e 8 meses com dor abdominal há 2 semanas e massa abdominal, sem outros sinais e sintomas.

Leia mais

Módulo: Câncer de Rim Metastático

Módulo: Câncer de Rim Metastático Módulo: Câncer de Rim Metastático Caso 1 RKG, 54 anos, masculino Assintomático Hipertensão arterial e Diabetes controlados Lesão observada em USG de rotina Nov/2009: RM de abdômen a seguir... RKG, 54 anos,

Leia mais

Caracterização Epidemiológica, Histopatológica, Clínica e Genética dos Tumores do Ovário. Um Estudo de Base Populacional do Sul do País

Caracterização Epidemiológica, Histopatológica, Clínica e Genética dos Tumores do Ovário. Um Estudo de Base Populacional do Sul do País Caracterização Epidemiológica, Histopatológica, Clínica e Genética dos Tumores do Ovário Um Estudo de Base Populacional do Sul do País Sumário 1. Introdução 2. Objetivos 3. Metodologia 1. Estudo 2. Sub-estudo

Leia mais

RM da Vagina. 1. Anatomia. 1. Anatomia. 2. Características da Imagem. 3. Técnica de RM 24/01/2016. Organização do Conteúdo

RM da Vagina. 1. Anatomia. 1. Anatomia. 2. Características da Imagem. 3. Técnica de RM 24/01/2016. Organização do Conteúdo RM da Vagina Joana Almeida, Teresa Margarida Cunha Serviço de Radiologia Director: Dr. José Venâncio INSTITUTO PORTUGUÊS DE ONCOLOGIA de Lisboa Francisco Gentil Organização do Conteúdo 1. Anatomia 2. Características

Leia mais

NEOPLASIAS DE ORIGEM MESENQUIMAL

NEOPLASIAS DE ORIGEM MESENQUIMAL NEOPLASIAS DE ORIGEM MESENQUIMAL Curso: Odontologia Disciplina: Patologia Oral http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 FOLHETOS EMBRIONÁROS ECTODERMA - Sistema nervosos

Leia mais

Valéria Mika Massunaga Enfermeira do setor da Radioterapia do Centro de Oncologia e Hematologia do Hospital Israelita Albert Einstein

Valéria Mika Massunaga Enfermeira do setor da Radioterapia do Centro de Oncologia e Hematologia do Hospital Israelita Albert Einstein Câncer de pulmão Valéria Mika Massunaga Enfermeira do setor da Radioterapia do Centro de Oncologia e Hematologia do Hospital Israelita Albert Einstein QUIMIOTERAPIA Introdução O câncer de pulmão é um dos

Leia mais

PROPEDÊUTICA CONTEXTUALIZADA IV CLINICA CIRÚRGICA (MED076)

PROPEDÊUTICA CONTEXTUALIZADA IV CLINICA CIRÚRGICA (MED076) PROPEDÊUTICA CONTEXTUALIZADA IV CLINICA CIRÚRGICA (MED076) Caso Clínico 1 APM/IMA/PRO 1 o Trimestre 2017/1 ID: Paciente T.V.M., sexo feminino, 64 anos, branca, do lar. QP: Dor epigástrica e perda de peso

Leia mais

CARCINOMA DO OVÁRIO EM MULHER JOVEM QUANDO CONSERVAR?

CARCINOMA DO OVÁRIO EM MULHER JOVEM QUANDO CONSERVAR? CARCINOMA DO OVÁRIO EM MULHER JOVEM QUANDO CONSERVAR? JP Coutinho Borges, A Santos, A Carvalho, J Mesquita, A Almeida, P Pinheiro Serviço de Ginecologia e Obstetrícia ULSAM Viana do Castelo OBJETIVO Apresentação

Leia mais

TUMORES DE PELE E TECIDO SUBCUTÂNEO EM CÃES E GATOS

TUMORES DE PELE E TECIDO SUBCUTÂNEO EM CÃES E GATOS TUMORES DE PELE E TECIDO SUBCUTÂNEO EM CÃES E GATOS Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria INTRODUÇÃO AOS TUMORES DE

Leia mais

TLA - Total Lab Automation

TLA - Total Lab Automation MARCADORES TUMORAIS TLA - Total Lab Automation Agilidade e Confiança TAT (Turn Around Time) de produção de 2 horas; Quatro linhas de produção totalmente automatizadas; Esteiras adjuntas entre sistemas

Leia mais

MODALIDADE ORAL. Ginecologia

MODALIDADE ORAL. Ginecologia Categoria MODALIDADE ORAL Titulo Análise dos eventos adversos pós-vacinais da vacina contra o hpv no município de Anápolis-Go AVALIAÇÃO DO ACESSO DAS GESTANTES AOS SERVIÇOS DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE BUCAL COMPARAÇÃO

Leia mais

Curso Carcinoma Células Renais Coimbra Setembro 2013

Curso Carcinoma Células Renais Coimbra Setembro 2013 Tumores de Células Renais Tiago Saldanha José Durães Serviço de Radiologia HEM - CHLO Curso Carcinoma Células Renais Coimbra Setembro 2013 Tumores de Células Renais Tríade Clássica: Dor Hematúria Massa

Leia mais

Abdome agudo ginecológico. Raphael Garcia Moreno Leão

Abdome agudo ginecológico. Raphael Garcia Moreno Leão Abdome agudo ginecológico Raphael Garcia Moreno Leão Abdome agudo ginecológico 1- Hemorrágico: - G. Ectópica Rota - Cisto Hemorrágico Roto - Endometrioma roto 2- Inflamatório: - Abcesso tubo-ovariano 3-

Leia mais

SISTEMA REPRODUTOR FEMININO. Prof. Dr. José Gomes Pereira

SISTEMA REPRODUTOR FEMININO. Prof. Dr. José Gomes Pereira Prof. Dr. José Gomes Pereira 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS 2. CONSTITUINTES 2.1. Ovários 2.2. Tubas Uterinas 2.3. Útero 2.4. Cérvix 2.5. Vagina 2.6. Vulva 2.7. Clitóris 2.8 Uretra Ovários Glândula Exócrina e

Leia mais

Fígado Professor Alexandre

Fígado Professor Alexandre Fígado Professor Alexandre O que se usa para ver fígado é USG, TC e RM. Relação com estômago, vesícula, diafragma, adrenal direita, rim e duodeno. São pontos de referência anatômica: o Vesícula biliar

Leia mais

RAFAEL HENRIQUE DOS SANTOS. Fortaleza, 02 de maio de 2016.

RAFAEL HENRIQUE DOS SANTOS. Fortaleza, 02 de maio de 2016. RAFAEL HENRIQUE DOS SANTOS Fortaleza, 02 de maio de 2016. HEPATÓCITOS EPITÉLIO DOS DUCTOS DILIARES TECIDO MESENQUIMAL HIPOTRANSPARENTE HIPERTRANSPARENTE HIPODENSA ISODENSA HIPERDENSA HIPOECOICA ISOECOICA

Leia mais

Índice remissivo. Beta-HCG 173, 423, 425, 427, 428, 429, 436, Ablação dos nervos uterinos 172

Índice remissivo. Beta-HCG 173, 423, 425, 427, 428, 429, 436, Ablação dos nervos uterinos 172 Índice remissivo A B Abcesso tubo-ovárico 158, 159, 163, 164, Bacterioides Fragilis 188, 195 189, 191 Beta-HCG 173, 423, 425, 427, 428, 429, 436, Ablação dos nervos uterinos 172 438, 452, 457 Abordagem

Leia mais

Dra. Mariana de A. C. Lautenschläger Dr. Milton Flávio Marques Lautenschläger Dr. Rafael Aron Schmerling

Dra. Mariana de A. C. Lautenschläger Dr. Milton Flávio Marques Lautenschläger Dr. Rafael Aron Schmerling Dra. Mariana de A. C. Lautenschläger Dr. Milton Flávio Marques Lautenschläger Dr. Rafael Aron Schmerling O que é Câncer Como isso acontece Por que é tão perigoso A proliferação do Câncer O Câncer pode

Leia mais

Espessamento endometrial na pós menopausa - aspectos atuais

Espessamento endometrial na pós menopausa - aspectos atuais Espessamento endometrial na pós menopausa - aspectos atuais I Curso Téorico-Prático de Histeroscopia do Hospital Pérola Byington 31 mai e 01 jun de 2012 Alysson Zanatta Núcleo de Endoscopia Ginecológica

Leia mais

Tumores Germinativos do SNC na

Tumores Germinativos do SNC na Radioterapia no Tratamento dos Tumores Germinativos do SNC na Infância Dr. Michael Jenwei Chen Serviço de Radioterapia do IOP/GRAACC UNIFESP Departamento de Radioterapia do A. C. Camargo Cancer Center

Leia mais