PODER JUDICIÁRIO ESTADUAL

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1 1 João Pessoa-PB Disponibilização: quarta-feira, 22 de abril de 2015 Publicação: quinta-feira, 23 de abril de 2015 (Lei nº , de 19 de dezembro de 2006, art. 4) Nº ATOs NORMATIVO CONJUNTO ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 71/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Pedra Lavrada, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Pedra Lavrada; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOLVE: Art. 1º Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de Pedra Lavrada, os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de Pedra Lavrada, a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 73,71% para o TJPB e 26,29% para o TRT da 13ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Dispensa-se a assinatura do Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região neste instrumento, considerando a inexistência de dívidas da mencionada pessoa jurídica de direito público perante aquele Tribunal. Art. 6º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publique-se. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador UBIRATAN MOREIRA DELGADO - Presidente do TRT 13ª Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 72/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Pilar, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Pilar; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. ANO XLVI 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOLVE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de Pilar os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal Regional Federal da 5ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de Pilar a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 94,82% para o TJPB e 5,18% para o TRF da 5ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Dispensa-se a assinatura do Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região neste instrumento, considerando a inexistência de dívidas da mencionada pessoa jurídica de direito público perante aquele Tribunal. Art. 6º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publique-se. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador FRANCISCO WILDO LACERDA DANTAS - Presidente do TRF - 5º Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 73/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Pilões, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Pilões; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOLVE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de Pilões, os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, de PODER JUDICIÁRIO ESTADUAL MESA DIRETORA Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque (Presidente) Des. José Ricardo Porto (Vice-Presidente) Des. Arnóbio Alves Teodósio (Corregedor-Geral de Justiça) Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho (Ouvidor) Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira (Ouvidor Substituto) Bel. Robson de Lima Cananéa (Diretor Especial) CONSELHO DA MAGISTRATURA SESSÕES: 1ª e 3ª Sextas-feiras, às 09:00h Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque (Presidente) Des. José Ricardo Porto Des. Arnóbio Alves Teodósio MEMBROS EFETIVOS Des. João Alves da Silva Des. Leandro dos Santos Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira SUPLENTES Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho (1º suplente) José Aurélio da Cruz (2º suplente) Oswaldo Trigueiro do Valle Filho (3º suplente) Órgãos Julgadores PRIMEIRA SEÇÃO ESPECIALIZADA CÍVEL SEGUNDA SEÇÃO ESPECIALIZADA CÍVEL SESSÕES QUINZENAIS: Quarta-feira, às 08:30h SESSÕES QUINZENAIS: Quarta-feira, às 09:00h Desª. Maria das Neves do Egito de Araújo Duda Ferreira Des. José Ricardo Porto Des. Leandro dos Santos (Presidente) Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho Desª Maria de Fátima Morais Bezerra Cavalcanti Des. Saulo Henrique de Sá e Benevides Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira Des. João Alves da Silva (Presidente) Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho Desª Maria das Graças Morais Guedes Des. José Aurélio da Cruz PRIMEIRA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL TERCEIRA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL CÂMARA ESPECIALIZADA CRIMINAL SESSÕES: Terça-feira e Quinta-feira, às 08:30h SESSÕES: Terça-feira e Quinta-feira, às 08:30h SESSÕES: Terça-feira e Quinta-Feira, a partir das 09:00h Des. José Ricardo Porto (Presidente) Des. Leandro dos Santos Desª. Maria de Fátima M. Bezerra Cavalcanti Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides (Presidente) Des. José Aurélio da Cruz Desª Maria das Graças Morais Guedes SEGUNDA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL SESSÕES: Segunda-feira e Terça-feira, às 08:30h QUARTA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL SESSÕES: Segunda-feira e Terça-feira, às 09:00h Desª Maria das Neves do Egito de Araújo Duda Ferreira (Presidente) Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira Des. João Alves da Silva Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho (Presidente) Des. Joás de Brito Pereira Filho Des. João Benedito da Silva (Presidente) Des. Luiz Silvio Ramalho Júnior Des. Carlos Martins Beltrão Filho Des. Márcio Murilo da Cunha Ramos TRIBUNAL PLENO SESSÕES QUINZENAIS: Quartas-feiras das 08:30h às 12:00h e das 14:00h às 18:00h TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA Praça João Pessoa, s/n - CEP João Pessoa-PB - Fone: (83) Internet:

2 2 forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de Pilões, a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 91,31% para o TJPB e 8,69% para o TRT da 13ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Dispensa-se a assinatura do Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região neste instrumento, considerando a inexistência de dívidas da mencionada pessoa jurídica de direito público perante aquele Tribunal. Art. 6º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publique-se. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador UBIRATAN MOREIRA DELGADO - Presidente do TRT 13ª Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 74/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Pilõezinhos, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Pilõezinhos; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOLVE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de Pilõezinhos, os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de Pilõezinhos, a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 69,96% para o TJPB e 30,04% para o TRT da 13ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Dispensa-se a assinatura do Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região neste instrumento, considerando a inexistência de dívidas da mencionada pessoa jurídica de direito público perante aquele Tribunal. Art. 6º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publique-se. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador UBIRATAN MOREIRA DELGADO - Presidente do TRT 13ª Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 75/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Pirpirituba, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Pirpirituba; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOLVE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de Pirpirituba, os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de Pirpirituba, a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL COMUNICADO - O Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, tendo em vista o inciso IV do Ato da Presidência nº 24, de 03 de fevereiro de 2015, editado por força do contido no art. 12, II, da Lei 9.316, de 29 de dezembro de 2010, comunica aos Senhores Advogados, Partes e Pessoas interessadas à escala do Plantão Judiciário do Primeiro Grau, nos dias e nos Grupos abaixo: GRUPO 1 - BAYEUX, CABEDELO, JOÃO PESSOA, LUCENA e SANTA RITA ABRIL/2015 Dias Comarca/Vara 27/04/15 2ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA DA CAPITAL GRUPO 2 - ALHANDRA, CAAPORÃ, CRUZ DO ESPÍRITO SANTO, GURINHÉM, ITABAIANA, JACARAÚ, MAMANGUAPE, PEDRAS DE FOGO, PILAR, RIO TINTO e SAPÉ. ABRIL/2015 Dias Comarca/Vara 27/04/15 3ª VARA MISTA DE SAPÉ GRUPO 3 - AROEIRAS, BOQUEIRÃO, CABACEIRAS, CAMPINA GRANDE, INGÁ, QUEIMADAS e UMBUZEIRO ABRIL/2015 Dias Comarca/Vara 27/04/15 AROEIRAS GRUPO 4 - JUAZEIRINHO, MONTEIRO, POCINHOS, PRATA, SÃO JOÃO DO CARIRI, SERRA BRANCA, SOLEDADE e SUMÉ. ABRIL/2015 Dias Comarca/Vara 27/04/15 SÃO JOÃO DO CARIRI GRUPO 5 - ALAGOA GRANDE, ALAGOA NOVA, AREIA, BARRA DE SANTA ROSA, CUITÉ, ESPERANÇA, PICUÍ e REMÍGIO ABRIL/2015 Dias Comarca/Vara 27/04/15 1ª VARA MISTA DE ESPERANÇA GRUPO 6 - ÁGUA BRANCA, COREMAS, ITAPORANGA, MALTA, PATOS, PIANCÓ, PRINCESA ISABEL, SANTA LUZIA, SANTANA DOS GARROTES, SÃO MAMEDE, TAPEROÁ e TEIXEIRA ABRIL/2015 Dias Comarca/Vara 27/04/15 TEIXEIRA GRUPO 7 - BONITO DE SANTA FÉ, BREJO DO CRUZ, CAJAZEIRAS, CATOLÉ DO ROCHA, CONCEIÇÃO, PAULISTA, POMBAL, SÃO BENTO, SÃO JOSÉ DE PIRANHAS, SÃO JOÃO DO RIO DO PEIXE, SOUSA E UIRAÚNA. ABRIL/2015 Dias Comarca/Vara 27/04/15 2º JUIZADO ESPECIAL MISTO DE SOUSA GRUPO 8 - ALAGOINHA, ARARA, ARARUNA, ARAÇAGI, BANANEIRAS, BELÉM, CAIÇARA, CACIMBA DE DENTRO, GUARABIRA, MARI, PILÕES, PIRPIRITUBA, SERRARIA e SOLÂNEA. ABRIL/2015 Dias Comarca/Vara 27/04/15 SOLÂNEA Gabinete do Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 22 de abril de ROBSON DE LIMA CANANÉA - DIRETOR ESPECIAL. ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL COMUNICADO - O Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, tendo em vista o disposto no art. 12, II, da Lei 9.316, de 29 de dezembro de 2010 e no art. 4º, 6º e art. 8º da Resolução nº 24, de 29 de junho de 2011, com a redação dada pela Resolução nº 73 do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de 10 de setembro de 2012, comunica aos Senhores Advogados, Partes e Pessoas interessadas, que o Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do dia 24 de abril de 2015, será exercido pelo Excelentíssimo Senhor Desembargador e servidores abaixo nominados: DIA DESEMBARGADOR JOÁS DE BRITO PERERIA FILHO SERVIDORES GERÊNCIA DE PROTOCOLO GERÊNCIA DE DIRETORIA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DIRETORIA ADMINISTRATIVA 24/04 E DISTRIBUIÇÃO PROCESSAMENTO JURÍDICA DA INFORMAÇÃO (MOTORISTA) / /1659/ /1416/ /1404/ /1473 Regina Coelly Feitosa de Vanessa de Melo Lima Rocha Ronaldo Rafael Gomes Filho Gilson de Geraldo Fonseca Vasconcelos Cardoso Cristiane de A. Correia Oficial de Justiça GetúlioBusttof F. Quintão Filho Souza Melo de Sousa Gabinete do Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, 22 de abril de ROBSON DE LIMA CANANÉA - Diretor Especial. ENDEREÇO DE PLANTÃO Praça João Pessoa s/n, CEP João Pessoa (PB) TELEFONES TJ ; Portaria do TJ ; Diretoria Judiciária ; Gerência de Protocolo e Distribuição ; Diretoria Jurídica ; Diretoria de Tecnologia da Informação DIRETORIA DE INFORMAÇÃO INSTITUCIONAL Gerência de Comunicação PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA DIÁRIO DA JUSTIÇA Supervisor: Martinho José Pereira Sampaio Endereço: ANEXO ADMINISTRATIVO DESEMBARGADOR ARCHIMEDES SOUTO MAIOR Praça Venâncio Neiva, s/n, 7º andar Centro - CEP João Pessoa / PB Contato: (83) (Supervisão) e (Apoio) site:

3 3 automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 93,81% para o TJPB e 6,19% para o TRT da 13ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Dispensa-se a assinatura do Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região neste instrumento, considerando a inexistência de dívidas da mencionada pessoa jurídica de direito público perante aquele Tribunal. Art. 6º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publique-se. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador UBIRA- TAN MOREIRA DELGADO - Presidente do TRT 13ª Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 76/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Pocinhos, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Pocinhos; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOLVE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de Pocinhos, os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de Pocinhos, a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 37,87% para o TJPB; 31,20% para o TRT da 13ª Região e 30,93% para o TRF da 5ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publique-se. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador FRANCISCO WILDO LACERDA DANTAS - Presidente do TRF - 5º Região. Desembargador UBIRATAN MOREI- RA DELGADO - Presidente do TRT 13ª Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 77/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Queimadas, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Queimadas; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOLVE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de Queimadas, os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de Queimadas, a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 80,75% para o TJPB; 18,21% para o TRT da 13ª Região e 0,34% para o TRF da 5ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publique-se. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador FRANCISCO WILDO LACERDA DANTAS - Presidente do TRF - 5º Região. Desembargador UBIRATAN MOREIRA DELGADO - Presidente do TRT 13ª Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 78/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Remígio, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Remígio; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOLVE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de Remígio, os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de Remígio, a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 97,00% para o TJPB e 3,00% para o TRT da 13ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Dispensa-se a assinatura do Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região neste instrumento, considerando a inexistência de dívidas da mencionada pessoa jurídica de direito público perante aquele Tribunal. Art. 6º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publique-se. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador UBIRA- TAN MOREIRA DELGADO - Presidente do TRT 13ª Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 79/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Riacho dos Cavalos, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Riacho dos Cavalos; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL O Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, escudado no art. 1º, I, do Ato da Presidência nº 24, de 03 de fevereiro de 2015, faz publicar abaixo, em estrito cumprimento ao disposto no art. 3º, III, da Resolução nº 34, do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de 18 de novembro de 2009, c/c o art. 3º, III, da Resolução 73, do Conselho Nacional de Justiça, de 28 de abril de 2009, a relação das diárias concedidas a servidores e magistrados integrantes do Tribunal: Diárias concedidas NOME/INTERESSADO PROCESSO Nº CARGO/FUNÇÃO DESTINO PERÍODO DE AFASTAMENTO ATIVIDADE Márcio Pontes da Silva Motorista Mamanguape 09/02/2015 Conduzir Juiz Auxiliar da Presidência Fábio José de Oliveira Araújo Juiz de Direito João Pessoa 05 a 06, 09 a 10, 12 a 13, 23 a 24 Realizar atividades referentes a Meta 04 e 27 a 28/03/2015 do CNJ José Humberto de Morais Pereira Motorista Brejo do Cruz, São Bento, 13/03/2015 Conduzir servidor para assessorar ativida- Pombal e Catolé do Rocha des referentes a Meta 04 do CNJ Rafaela Pereira Toni Coutinho Juíza de Direito Catolé do Rocha 26/03/2015 Em substituição Luzivando Pessoa Pinto Juiz de Direito Malta 04, 06, 11, 13, 18, 20, 25 e 27/03/2015 Em substituição Josué Gomes da Silva Motorista Malta 28/03/2015 Conduzir servidor para realizar diligências em regime de Plantão Judiciário Clara de Faria Queiroz Juíza de Direito Cacimba de Dentro 25/03 e 08/04/2015 Em substituição Falkandre de Sousa Queiroz Juiz de Direito Soledade 23 e 25/03; 01, 07 e 08/04/2015 Em substituição André Ricardo de Carvalho Costa Juiz de Direito Caiçara 07 e 08/04/2015 Em substituição José Alexandre Albuquerque Lustoza Motorista Campina Grande 16/04/2015 Conduzir servidora da Gerência de Qualidade de Vida Luidson Soares de Andrade Motorista João Pessoa 06 a 07/04/2015 Conduzir veículo para manutenção Ramonilson Alves Gomes Juiz de Direito João Pessoa 16 a 17/04/2015 Participar de reunião administrativa Ramonilson Alves Gomes Juiz de Direito João Pessoa 09 a 10/04/2015 Participar de reunião administrativa José Jackson Guimarães Juiz de Direito Monteiro e Cuité 02, 03, 04, 05, 07, 08 e 09/04/2015 Em substituição Alexandre José Gonçalves Trineto Juiz de Direito Juazeirinho 07, 09 e 10/04/2015 Em substituição Rafaela Pereira Toni Coutinho Juíza de Direito Catolé do Rocha 06 a 09/04/2015 Em substituição Edivan Rodrigues Alexandre Juiz de Direito João Pessoa 07/04/2015 Participar de reunião administrativa Francinaldo Vieira Batista Motorista Conceição 01/04/2015 Conduzir servidor da DITEC Jucely Siqueira Sales Oficial de Justiça Araruna, Sapé e Pilões 03, 04 e 05/04/2015 Realizar diligências em regime de Plantão Judiciário Otávio Luiz de Araújo Motorista Queimadas e Monteiro 01 e 09/04/2015 Conduzir servidor para realizar diligências em regime de Plantão Judiciário e servidor da DITEC Mércia Lima Souza Oficial de Justiça Sousa 05/04/2015 Realizar diligências em regime de Plantão Judiciário Francinaldo Vieira Batista Motorista Sousa 06/04/2015 Resolver assuntos administrativos de interesse do Fórum Gabinete do Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, 22 de abril de ROBSON DE LIMA CANANÉA - Diretor Especial.

4 4 da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOLVE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de Riacho dos Cavalos, os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de Riacho dos Cavalos, a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 64,61% para o TJPB e 35,39% para o TRT da 13ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Dispensa-se a assinatura do Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região neste instrumento, considerando a inexistência de dívidas da mencionada pessoa jurídica de direito público perante aquele Tribunal. Art. 6º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publique-se. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador UBIRATAN MOREIRA DELGADO - Presidente do TRT 13ª Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 80/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Rio Tinto, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Rio Tinto; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOLVE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de Rio Tinto, os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de Rio Tinto, a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 54,99% para o TJPB e 45,01% para o TRT da 13ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Dispensa-se a assinatura do Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região neste instrumento, considerando a inexistência de dívidas da mencionada pessoa jurídica de direito público perante aquele Tribunal. Art. 6º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publique-se. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador UBIRA- TAN MOREIRA DELGADO - Presidente do TRT 13ª Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 81/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Salgadinho, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Salgadinho; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOLVE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de Salgadinho, os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de Salgadinho, a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 11,46% para o TJPB e 88,54% para o TRT da 13ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Dispensa-se a assinatura do Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região neste instrumento, considerando a inexistência de dívidas da mencionada pessoa jurídica de direito público perante aquele Tribunal. Art. 6º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publique-se. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador UBIRA- TAN MOREIRA DELGADO - Presidente do TRT 13ª Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 82/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Santa Cruz, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Santa Cruz; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOLVE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de Santa Cruz os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal Regional Federal da 5ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de Santa Cruz a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 99,55% para o TJPB e 0,45% para o TRF da 5ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Dispensa-se a assinatura do Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região neste instrumento, considerando a inexistência de dívidas da mencionada pessoa jurídica de direito público perante aquele Tribunal. Art. 6º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publique-se. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador FRAN- CISCO WILDO LACERDA DANTAS - Presidente do TRF - 5º Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 83/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Santa Luzia, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Santa Luzia; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOLVE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de Santa Luzia, os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de Santa Luzia, a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 84,56% para o TJPB e 15,44% para o TRT da 13ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Dispensa-se a assinatura do Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região neste instrumento, considerando a inexistência de dívidas da mencionada pessoa jurídica de direito público perante aquele Tribunal. Art. 6º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publique-se. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador UBIRATAN MOREIRA DELGADO - Presidente do TRT 13ª Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 84/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Santa Rita, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de Santa Rita; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOLVE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de Santa Rita, os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de Santa Rita, a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 54,31% para o TJPB e 45,69% para o TRT da 13ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Dispensa-se a assinatura do Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região neste instrumento, considerando a inexistência de dívidas da mencionada pessoa jurídica de direito público perante aquele Tribunal. Art. 6º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publique-se. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador UBIRA- TAN MOREIRA DELGADO - Presidente do TRT 13ª Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 85/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de São João do Rio do Peixe, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de São João do Rio do Peixe; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOLVE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de São João do Rio do Peixe, os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de São João do Rio do Peixe, a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 81,18% para o TJPB; 17,37% para o TRT da 13ª Região e 1,45% para o TRF da 5ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publique-se. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador FRANCISCO WILDO LACERDA DANTAS - Presidente do TRF - 5º Região. Desembargador UBIRATAN MOREIRA DELGADO - Presidente do TRT 13ª Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 86/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de São José de Piranhas, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de São José de Piranhas; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do

5 5 Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOL- VE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de São José de Piranhas, os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de São José de Piranhas, a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 71,59% para o TJPB e 28,41% para o TRT da 13ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Dispensa-se a assinatura do Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região neste instrumento, considerando a inexistência de dívidas da mencionada pessoa jurídica de direito público perante aquele Tribunal. Art. 6º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publiquese. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador UBIRATAN MOREIRA DELGADO - Presidente do TRT 13ª Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 87/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de São José do Sabugi, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de São José do Sabugi; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOLVE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de São José do Sabugi, os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de São José do Sabugi, a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 83,00% para o TJPB e 17,00% para o TRT da 13ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Dispensa-se a assinatura do Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região neste instrumento, considerando a inexistência de dívidas da mencionada pessoa jurídica de direito público perante aquele Tribunal. Art. 6º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publique-se. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador UBIRATAN MOREIRA DELGADO - Presidente do TRT 13ª Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 88/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de São José da Lagoa Tapada, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de São José da Lagoa Tapada; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOL- VE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de São José da Lagoa Tapada, os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de São José da Lagoa Tapada, a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 84,85% para o TJPB e 15,15% para o TRT da 13ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Dispensa-se a assinatura do Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região neste instrumento, considerando a inexistência de dívidas da mencionada pessoa jurídica de direito público perante aquele Tribunal. Art. 6º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publiquese. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador UBIRATAN MOREIRA DELGADO - Presidente do TRT 13ª Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 89/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de São José de Caiana, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de São José de Caiana; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOLVE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de São José de Caiana, os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de São José de Caiana, a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 97,09% para o TJPB e 2,91% para o TRT da 13ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Dispensa-se a assinatura do Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região neste instrumento, considerando a inexistência de dívidas da mencionada pessoa jurídica de direito público perante aquele Tribunal. Art. 6º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publique-se. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador UBIRATAN MOREIRA DELGADO - Presidente do TRT 13ª Região. ATO NORMATIVO CONJUNTO Nº 90/ Estabelece regras para o rateio entre o Tribunal de Justiça da Paraíba, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de São Miguel de Taipu, na forma da Emenda Constitucional de 62, de 9 de dezembro de 2009, da Resolução 115, com as alterações feitas pela Resolução 123, ambas do Conselho Nacional de Justiça, e que dispõem sobre a gestão de precatórios no âmbito do Poder Judiciário. A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, em razão dos valores depositados em conta destinada ao pagamento de precatórios de responsabilidade do Município de São Miguel de Taipu; Considerando a Emenda Constitucional nº 62, de 9 de dezembro de 2009, que alterou o art. 100 da Constituição Federal, e acrescentou o art. 97 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, instituindo Regime Especial de Pagamento e Precatórios pelos Estados, Distrito Federal e Municípios; Considerando a Resolução 123 do CNJ que permitiu que o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de comum acordo com o Tribunal Regional Federal da 5ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região optassem pela manutenção das listagens de precatórios em cada Tribunal, ao invés de rol único, de modo que o valor depositado seja distribuído de maneira proporcional aos Tribunais; Considerando o comum acordo havido entre os mencionados Tribunais, deliberando pela manutenção das listas de precatórios de cada Tribunal de origem, cabendo ao Comitê Gestor de Contas Especiais definir e assegurar o repasse proporcional das verbas depositadas na Conta Especial aos Tribunais que tenham precatórios a pagar; RESOLVE: Art. 1º - Para efeito do pagamento dos precatórios de débitos do Município de São Miguel de Taipu, os valores por ele depositados em conta especial deverão ser rateados entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, de forma proporcional aos respectivos montantes das dívidas consolidadas. Art. 2º - Os valores depositados pelo Município de São Miguel de Taipu, a partir da definição dos percentuais tratados no art. 1º deste Ato serão automaticamente rateados e repassados a cada Tribunal, visando o pagamento de seus precatórios, obedecendo rigorosamente às preferências e à ordem de antiguidade. Parágrafo Único. Os percentuais do rateio previsto neste artigo serão revistos a cada ano, mediante prévia apresentação ao Comitê Gestor, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, da lista dos precatórios pendentes devidamente quantificada e atualizada. Art. 3º - Para o rateio inicial, e em relação aos depósitos a serem efetuados até 31 de dezembro de 2015, serão observados os seguintes percentuais: 55,08% para o TJPB e 44,92% para o TRT da 13ª Região. Art. 4º - Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do Tribunal de Justiça, a quem incumbe a gestão das Contas Especiais, ouvido o Comitê Gestor. Art. 5º - Dispensa-se a assinatura do Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região neste instrumento, considerando a inexistência de dívidas da mencionada pessoa jurídica de direito público perante aquele Tribunal. Art. 6º - Este Ato entrará em vigor na data de sua publicação. Publique-se. João Pessoa, 18 de março de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente do TJ/PB. Desembargador UBIRATAN MOREIRA DELGADO - Presidente do TRT 13ª Região. ATOS DO GABINETE DA PRESIDÊNCIA ATO DA PRESIDÊNCIA Nº 055/ O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, e considerando que, no exercício de 2015, ocorrerá o Sesquicentenário de nascimento do ex-presidente da República Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa ( ); e considerando, também, que esta data tem grande significado para o Poder Judiciário da Paraíba, sobretudo por assinalar efeméride de superior importância para a magistratura, a mais alta Corte de Justiça estadual prestará homenagens ao estadista, durante todo o Ano Judiciário de 2015, merecendo ser comemorada à altura de sua relevância histórica e cultural, resolve: I designar os membros da Comissão de Cultura e Memória do Poder Judiciário Paraibano: Excelentíssimos Senhores Desembargadores Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti (Presidente), José Ricardo Porto e Maria das Graças Morais Guedes, como titulares; Abraham Lincoln da Cunha Ramos, Saulo Henriques de Sá e Benevides, João Benedito da Silva, como suplentes. II constituir, igualmente, uma Comissão de Notáveis, composta pelas seguintes pessoas: Bacharel Márcio Roberto Soares Ferreira (ex- Secretário Geral deste Tribunal de Justiça); Escritor Evandro Dantas da Nóbrega (membro do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano); Historiador Humberto Cavalcanti de Mello (Juiz de Direito aposentado e membro do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano); Professor Damião Ramos Cavalcanti (Presidente da Academia Paraibana de Letras); Historiador Joaquim Osterne Carneiro (Presidente do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano); e o Professor Dr. Marcílio Toscano Franca Filho (Representante do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Estado da Paraíba), para colaborar com seus ilustrados conhecimentos na organização dos eventos comemorativos de nascimento do ex-presidente da República Epitácio Pessoa, o único paraibano, até o momento, a chegar à Suprema Magistratura da Nação ( ), e a ter assento nos três poderes; III determinar que os órgãos administrativos da Estrutura do Poder Judiciário disponibilizem, no âmbito de sua atuação, os recursos materiais e humanos necessários à implementação de toda a programação comemorativa, que terá caráter prioritariamente histórico e cultural. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça, em João Pessoa, 22 de abril de Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque Presidente. PORTARIA GAPRE N.º 850, DE 15 DE ABRIL DE O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, e tendo em vista o que consta do Processo Administrativo nº ,RESOLVE: Designar, a servidora, JOSEFA NILZA DE OLIVEIRA CÂMARA, Técnico Judiciário, Matrícula: nº , lotada no Banco de Recursos Humanos da comarca da Capital, para prestar serviço junto ao Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos da mesma Comarca. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 15 de abril de Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque-Presidente. PORTARIA GAPRE Nº 881/ O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, resolve: designar o Excelentíssimo Senhor Doutor JEREMIAS DE CÁSSIO CARNEI- RO DE MELO, Juiz de Direito, para, atuar cumulativamente, no regime de jurisdição conjunta nos feitos incluídos na Meta 6/2015 do Conselho Nacional de Justiça, dispensando o Excelentíssimo Senhor Doutor Perilo Rodrigues de Lucena, Juiz de Direito, anteriormente designado. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 22 de abril de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente PORTARIA GAPRE Nº 882/ O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, resolve: designar o Excelentíssimo Senhor Doutor HUGO GOMES ZAHER, Juiz de Direito, para, nos dias 28 e , responder, cumulativamente, pelo expediente da 6ª Vara Mista da Comarca de Patos, em virtude do afastamento justificado da titular. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 22 de abril de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente PORTARIA GAPRE Nº 883/ O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, resolve: designar a Excelentíssima Senhora Doutora DANIELA FALCÃO AZEVEDO, Juíza de Direito Auxiliar, para, no período de a , responder, cumulativamente, pelo expediente da 8ª Vara Cível da Comarca da Capital, dispensando a Excelentíssima Senhora Doutora Vanessa Andrade Dantas Liberalino da Nóbrega, Juíza de Direito Auxiliar, anteriormente designada. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 22 de abril de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente PORTARIA GAPRE Nº 884/ O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, resolve: designar a Excelentíssima Senhora Doutora SILVANA CARVALHO SOARES, Juíza de Direito Auxiliar, para, nos dias 23 e , responder, cumulativamente, pelo expediente do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca da Capital, em virtude do afastamento justificado da titular. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 22 de abril de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente PORTARIA GAPRE Nº 885/ O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições e tendo em vista o que consta do Processo Administrativo nº , resolve: designar o Excelentíssimo Senhor Doutor FRANCISCO ANTUNES BATISTA, Juiz de Direito, para, no período de 04 a , responder, cumulativamente, pelo expediente da 3ª Vara Mista da Comarca de Bayeux, em virtude do afastamento justificado do titular. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 22 de abril de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente PORTARIA GAPRE Nº 886/ O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, resolve: designar a Excelentíssima Senhora Doutora ADRIANA MARANHÃO SILVA, Juíza de Direito Auxiliar, para, nos dias e , responder, cumulativamente, pelo expediente do Juizado Especial Criminal da Comarca de Campina Grande, em virtude do afastamanto justificado do titular. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 22 de abril de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente PORTARIA GAPRE Nº 887/ O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, resolve: designar a Excelentíssima Senhora Doutora KALINA DE OLIVEIRA LIMA MARQUES, Juíza Auxiliar, para, no período de a , responder, cumulativamente, pelo expediente

6 6 do Juizado Especial Misto da Comarca de Guarabira, em virtude do afastamento justificado da titular. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, terça-feira, 22 de abril de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente PORTARIA GAPRE Nº 888/ O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que consta o art. 27 da Resolução nº 56, de 11 de dezembro de 2013, resolve: designar a Excelentíssima Senhora Doutora SILSE MARIA DA NÓBREGA TORRES, Juíza de Direito, para, nos dias 27, 28, 29 e , responder, cumulativamente, pelo expediente do Juizado Especial Misto de Cajazeiras. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quartafeira, 22 de abril de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente PORTARIA GAPRE Nº 889/ O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições, resolve: designar a Excelentíssima Senhora Doutora ANDREIA MATOS TEIXEIRA, Juíza de Direito, para, no período de a , responder, cumulativamente, pelos expedientes da Diretoria, 1ª e 2ª Varas Mistas da Comarca de Princesa Isabel. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quinta-feira, 22 de abril de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBU- QUERQUE - Presidente PORTARIA GAPRE Nº 890/ O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições, resolve: designar o Excelentíssimo Senhor Doutor HUGO GOMES ZAHER, Juiz de Direito, para, no período de a , atuar, cumulativamente, como juiz auxiliar junto a 1ª, 2ª e 3ª Varas Mistas da Comarca de Princesa Isabel. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quintafeira, 22 de abril de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente PORTARIA GAPRE Nº 891/ O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições, resolve: designar o Excelentíssimo Senhor Doutor ANTÔNIO CARNEIRO DE PAVA JÚNI- OR, Juiz de Direito, para, no período de a , responder, cumulativamente, pelo expediente 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital, em virtude do afastamento justificado da titular. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quinta-feira, 22 de abril de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente PORTARIA GAPRE Nº 892/ O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, resolve: designar a Excelentíssima Senhora Doutora GIULIANA MADRUGA BATISTA DE SOUZA FURTADO, Juíza de Direito Auxiliar, para, no período de 22 a , responder, cumulativamente, pelo expediente da 10ª Vara Cível da Comarca da Capital, em virtude do afastamento justificado do titular. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, terça-feira, 22 de abril de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente PORTARIA GAPRE Nº 893/ O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, resolve: designar a Excelentíssimo Senhora Doutora FLÁVIA DE SOUZA BAPTISTA, Juíza de Direito Auxiliar, para, no período de 22 a , responder, cumulativamente, pelo expediente da 5ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande, em virtude do afastamento justificado do titular. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 22 de abril de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente PORTARIA GAPRE Nº 894/ O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, resolve: designar a Excelentíssima Senhora Doutora AYLZIA FABIANA BORGES CARRILHO, Juíza de Direito Auxiliar, para, no dias 16, 22 e , atuar, cumulativamente, como juíza auxiliar junto a 3ª Vara Criminal da Comarca da Capital. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 22 de abril de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente PORTARIA GAPRE Nº 895/ O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, resolve: suspender, as férias do magistrado abaixo relacionado, para gozo oportuno: MAGISTRADO / PERÍODO / PERÍODO AQUISITIVO - AILTON NUNES MELO - 01 a /1. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 22 de abril de Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL O Excelentíssimo Senhor Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba NÃO TOMOU CONHECI- MENTO do seguinte processo de DIÁRIA: Processo/Interessado: Mércia Lima de Souza DESPACHOS DA PRESIDÊNCIA O Excelentíssimo Senhor Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, Presidente do Tribunal Justiça do Estado da Paraíba DETERMINOU ARQUIVAMENTO dos seguintes processos: PROCESSO/ASSUNTO/ INTERESSADO: Solicitação Ana Maria dos Santos/Outra; Solicitação Procuradoria-Geral do Estado; Indicação de Substituto Polyana Gonçalves Lucena, apensado ao Diversos Silvio José da Silva; Solicitação Serventuários dos Juizados Cíveis e Criminais; Solicitação Marcelo Lins dos Santos; Solicitação Elpídio Ribeiro do Nascimento; Solicitação Comissão Especial de Cultura e Memória do Judiciário; Solicitação Rita de Cássia Martins Andrade(Republicado por incorreção publicado no Diário da Justiça em 22 de abril de 2015). O Excelentíssimo Senhor Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, Presidente do Tribunal Justiça do Estado da Paraíba HOMILOGOU o pedido, a fim de designar SIMONNY DE LIMA FIGUEIREDO, para responder interinamente pelo Serviço de Distribuição Extrajudicial da Comarca de Araçagi, de forma precária. PROCESSO/ ASSUNTO/INTERESSADO: Solicitação Simonny de Lima Figueiredo. O Excelentíssimo Senhor Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, Presidente do Tribunal Justiça do Estado da Paraíba INDEFERIU os seguintes processos: PROCESSO/ASSUNTO/INTERESSADO: Solicitação Medeiros e Guimarães Advogados; Solicitação Lima e Falcão Advogados Associados; Solicitação Caminho do Sol Empreendimentos S/A; Diversos CESEC Central de Serviços dos Empresários do Ceará; Diversos Banco Itaú Leasing S/A; Diversos Itaú Seguros S/A; Serur e Neuenschwander Advogados e Assdociados; Diversos Banco do Nordeste do Brasil S/A; Solicitação HSB Bank Brasil S/A; Solicitação Francisco Adailson Cassimiro de Sousa; Abono Permanência Inácio Borges de Brito; Diversos Cia de Crédito, Financiamento e Investimento RCI Brasil; Solicitação Cícero Lira dos Santos; Liberação de Pagamento Banco BMG S/A; Diversos Fábio Leandro de Alencar Cunha. O Excelentíssimo Senhor Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, Presidente do Tribunal Justiça do Estado da Paraíba DEFERIU os seguintes processos: PROCESSO/ASSUNTO/INTERESSADO: Remoção Ellis Cleriston de A. Silva/Outros; Solicitação Edson Roque Brandão; Solicitação Jadiel Carlos Rocha Mota; Solicitação Silvana Pires Moura Brasil; Solicitação Taua Domiciano Dutra Moura; Solicitação Edivania Ferreira da Silva Pamplona; Solicitação Yeti Jerônimo Rodrigues da Costa; Solicitação Arabela Pereira de Andrade Ribeiro; Licença para Tratamento de Saúde Almir Carneiro da Fonseca Filho; Solicitação Marcelo B de M Nóbrega; Solicitação Maria dos Remédios P. Pedrosa/Outros. DESPACHOS DO PLANTÃO JUDICIÁRIO O EXMO. SR. DESEMBARGADOR LUIZ SÍLVIO RAMALHO JÚNIOR, NO EXERCÍCIO DA JURISDIÇÃO PLAN- TONISTA, PROFERIU O SEGUINTE DESPACHO NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:... DEFIRO A MEDIDA LIMINAR PLEITEADA, DETERMINANDO A EXPEDIÇÃO DE ALVARÁ DE SOLTURA, EM FAVOR DO PACIENTE FRANCISCO EDNEY MENDES RAMALHO, REFERENTE TÃO SOMENTE AO PROCESSO N (2.ª VARA DA COMARCA DE QUEIMADAS), DEVENDO, PORTANTO, O PACIENTE SER LIBERADO, A NÃO SER QUE POR OUTRO MOTIVO NÃO DEVA PERMANECER PRESO. HABEAS CORPUS Nº IMPETRANTE: JACK GARCIA MEDEIROS NETO. IMPETRA- DO: JUÍZO DE DIREITO DA 2.ª VARA COMARCA DE QUEIMADAS. PACIENTE: FRANCISCO EDNEY MEN- DES RAMALHO. O EXMO. SR. DESEMBARGADOR LUIZ SÍLVIO RAMALHO JÚNIOR, NO EXERCÍCIO DA JURISDIÇÃO PLAN- TONISTA, PROFERIU O SEGUINTE DESPACHO NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:... COM ESTEIO NO ART. 557, CAPUT, DO ESTATUTO PROCESSUAL CIVIL, NÃO CONHEÇO O PRESENTE AGRAVO DE INSTRUMENTO POR OFENSA À REGULARIDADE FORMAL. AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGRAVANTES: MARIA DO SOCORRO DA SILVA LUNA E OUTROS ADV.: GILSON DE BRITO LIRA. AGRAVADA: ASSPOM ASSOCIAÇÃO DOS SUBTENENTES E SARGENTOS DA POLICIA MILITAR DA PARAÍBA-PB ADV.: DIANA ALEXANDRE BELÉM. O EXMO. SR. DR. RICARDO VITAL DE ALMEIDA, NO EXERCÍCIO DA JURISDIÇÃO PLANTONISTA, PRO- FERIU O SEGUINTE DESPACHO NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:... INDEFIRO A LIMINAR REQUERIDA. PROCESSO Nº IMPETRANTE: ADAILTON RAULINO VICENTE DA SILVA. IMPE- TRADO: JUÍZO DA VARA ÚNICA DA COMARCA DE CAAPORÃ. PACIENTE: FÁBIO DOS SANTOS VICENTE. O EXMO. SR. DESEMBARGADOR JOÃO BENEDITO DA SILVA, NO EXERCÍCIO DA JURISDIÇÃO PLANTO- NISTA, PROFERIU O SEGUINTE DESPACHO NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:... INDEFIRO A LIMINAR PLEITEADA. HABEAS CORPUS Nº IMPETRANTE: EDSON LUIZ DA SILVA BARBOSA. IMPE- TRADO: JUÍZO DE DIREITO DA VARA DE EXECUÇÕES PENAIS. PACIENTE: AMAURY PESSOA DA SILVA. DESPACHOS DOS(AS) DESEMBARGADORES(AS) Des. Luiz Silvio Ramalho Júnior HABEAS CORPUS N RELATOR: Des. Luiz Silvio R. Junior. IMPETRANTE: Antonio Vinicius Santos Oliveira. PACIENTE: Marcelo da Silva dos Santos. Ante o exposto, não conheço da impetração. HABEAS CORPUS N RELATOR: Des. Luiz Silvio R. Junior. IMPETRANTE: Nelson de Oliveira Soares E Outros. PACIENTE: Luiz Alberto Mousinho de Brito. Ante o exposto, julgo prejudicado o habeas corpus. HABEAS CORPUS N RELATOR: Des. Luiz Silvio R. Junior. IMPETRANTE: Candido Artur Matos de Souza. PACIENTE: Anderson Conceicao da Silva. IMPETRADO: Juizo da 3ª V.criminal de Joao Pessoa. Ante o exposto, com fulcro no art. 659 do CPP c/c arts. 127, XXX, e 257 do RITJPB, julgo prejudicado o presente habeas corpus. REPRESENTAÇÃO CRIMINAL N RELATOR: Des. Luiz Silvio R. Junior. REPRE- SENTANTE: Justica Publica. REPRESENTADO: Jose Vieira da Silva. ADVOGADO: Johnson Goncalves de Abrantes E Outros. Ante o exposto, indefiro o pedido de habilitação de fls Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos APELAÇÃO N ORIGEM: CAMPINA GRANDE - 2A. VARA CIVEL. RELATOR: Des. Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Gleibson Dionizio Cardoso. ADVOGADO: Yuri Gomes de Amorim. APELADO: Banco Itaucard S/a. ADVOGADO: Nelson Paschoalotto. Vistos etc. Nos autos do Recurso Especial nº DF (2007/ ), em 27 de novembro de 2014, o Superior Tribunal de Justiça determinou a paralisação de tramitação de todos os recursos dos Tribunais de Justiça e dos Tribunais Regionais Federais que versem sobre a legalidade ou a ilegalidade da utilização da Tabela Price como método de amortização, até julgamento daquele processo pela Corte Especial, como representativo da controvérsia, pelo rito do art. 543-C do CPC. Pelo exposto, considerando que a presente demanda trata da supracitada matéria, determino a suspensão do presente recurso, até ulterior deliberação da Superior Corte de Justiça, devendo os autos permanecer na Gerência de Processamento. APELAÇÃO N ORIGEM: CAPITAL - 4A. VARA DA FAZENDA PUB.. RELATOR: Des. Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Anderson das Neves Rodrigues. ADVOGADO: Marcilio Ferreira de Morais E Libni Diego Pereira de Sousa. APELADO: Banco Santander - Brasil S/a. ADVOGADO: Henrique Jose Parada Simao E Elisia Helena de Melo Martini. Vistos etc. Nos autos do Recurso Especial nº DF (2007/ ), em 27 de novembro de 2014, o Superior Tribunal de Justiça determinou a paralisação de tramitação de todos os recursos dos Tribunais de Justiça e dos Tribunais Regionais Federais que versem sobre a legalidade ou a ilegalidade da utilização da Tabela Price como método de amortização, até julgamento daquele processo pela Corte Especial, como representativo da controvérsia, pelo rito do art. 543-C do CPC. Pelo exposto, considerando que a presente demanda trata da supracitada matéria, determino a suspensão do presente recurso, até ulterior deliberação da Superior Corte de Justiça, devendo os autos permanecer na Gerência de Processamento. APELAÇÃO N ORIGEM: CAPITAL - 4A. VARA DA FAZENDA PUB.. RELATOR: Des. Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Jailton Ferreira da Nobrega. ADVOGADO: Marcilio Ferreira de Morais. APELADO: Banco Santander Brasil S/a. ADVOGADO: Elisia Helena de Melo Martini E Henrique Jose Parada Simao. Vistos etc. Nos autos do Recurso Especial nº DF (2007/ ), em 27 de novembro de 2014, o Superior Tribunal de Justiça determinou a paralisação de tramitação de todos os recursos dos Tribunais de Justiça e dos Tribunais Regionais Federais que versem sobre a legalidade ou a ilegalidade da utilização da Tabela Price como método de amortização, até julgamento daquele processo pela Corte Especial, como representativo da controvérsia, pelo rito do art. 543-C do CPC. Pelo exposto, considerando que a presente demanda trata da supracitada matéria, determino a suspensão do presente recurso, até ulterior deliberação da Superior Corte de Justiça, devendo os autos permanecer na Gerência de Processamento. APELAÇÃO N ORIGEM: CAPITAL - 7A. VARA CIVEL. RELATOR: Des. Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Maria Leticia da Silva Felix. ADVOGADO: Ezildo Jose Cesar Gadelha Filho. APELADO: Banco Itaucard S/a. ADVOGADO: Luis Felipe Nunes Araujo. Vistos etc. Nos autos do Recurso Especial nº DF (2007/ ), em 27 de novembro de 2014, o Superior Tribunal de Justiça determinou a paralisação de tramitação de todos os recursos dos Tribunais de Justiça e dos Tribunais Regionais Federais que versem sobre a legalidade ou a ilegalidade da utilização da Tabela Price como método de amortização, até julgamento daquele processo pela Corte Especial, como representativo da controvérsia, pelo rito do art. 543-C do CPC. Pelo exposto, considerando que a presente demanda trata da supracitada matéria, determino a suspensão do presente recurso, até ulterior deliberação da Superior Corte de Justiça, devendo os autos permanecer na Gerência de Processamento. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: CAMPINA GRANDE - 8A. VARA CIVEL. RELATOR: Des. Abraham Lincoln da C Ramos. AGRAVANTE: Telemar Norte Leste S/a. SUSCITANTE: Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos. ADVOGADO: Caio Cesar Vieira Rocha. AGRAVADO: Joaquim Pereira Mina. SUSCITADO: Desa. Maria das Neves do Egito de Araujo Duda Pereira. ADVOGADO: Cristiano de Queiroz Costa. PROCESSUAL CIVIL Agravo de Instrumento Cumprimento de sentença Impugnação ao cumprimento de sentença Rejeição Irresignação Petição de impugnação que alegou ausência de intimação para pagamento espôntaneo e penhora ocorrida em excesso em relação ao valor da execução Omissão quanto à apreciação da matéria Decisão citra petita Nulidade do decisum Decretação ex officio Necessidade de prolação de nova decisão Recurso voluntário prejudicado. - O decisum que se omite na apreciação de determinado pedido incorre em vício citra petita, cuja consequência é a declaração de nulidade do decisório e dos atos processuais dele dependentes, bem como determinação de prolatação de novo veredicto. Havendo julgamento aquém do pedido, correta é a decretação de nulidade da decisão ex officio, e determinação ao juiz de origem para que outra seja proferida. O relator deve obstar monocraticamente e com fulcro no art. 557, caput, do Código de Processo Civil, seguimento a recurso manifestamente improcedente e em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. Vistos etc. Pelo exposto, anula-se de ofício o decisum dardejado, determinando ao Juízo a quo a prolatação de novo veredicto, enfrentando a integralidade dos pedidos deduzidos pelo demandante na petição de impugnação ao cumprimento de sentença. Recurso prejudicado. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: GUARABIRA - 4A. VARA. RELATOR: Des. Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Municipio de Guarabira E Isabel Cristina da Costa Silva. ADVOGADO: Ronaira Costa Ribeiro E Marcelo Henrique Oliveira e ADVOGADO: Marcos Antonio Inacio da Silva. APELADO: Os Mesmos. CONSTITUCIONAL e ADMINISTRATIVO Remessa oficial e 1ª Apelação cível Reclamação trabalhista Agente comunitário de saúde Regime jurídico estatutário Pretensão ao adicional de insalubridade Ausência de previsão constitucional Princípio da legalidade Art. 37, caput, CF/88 Lei local Necessidade Existência Lei Complementar nº 777/2007 Pagamento Cabimento Prequestionamento Via eleita Inadequação - Manutenção da sentença Sucumbência recíproca Compensação das custas e dos honorários Art. 21, caput, do CPC Precedentes dos Tribunais Superiores e desta Corte de Justiça Artigo 557, caput, do CPC Seguimento negado da remessa oficial e da 1ª apelação. - Para o Supremo Tribunal Federal, como não há na Constituição da República preceito que determine expressamente o pagamento de adicional de insalubridade a servidores públicos civis, este só poderá ser concedido se houver previsão em lei. - Somente a partir da edição da Lei Municipal nº 777/07, que cria os cargos públicos de agente comunitário de saúde e agente de combate a endemias, devido é o adicional pelo desempenho de atividade insalubre. - O prequestionamento de temáticas não encontra respaldo neste momento processual, porquanto, só pode ser admitida se detectada na decisão alguma das eivas enumeradas no artigo 535, do Código de Processo Civil. Se cada litigante for em parte vencedor e vencido, serão recíproca e proporcionalmente distribuídos e compensados entre eles os honorários e as despesas. (art. 21, caput, CPC) O art. 557, caput, do CPC permite ao relator negar seguimento monocrático ao recurso quando a decisão recorrida estiver em manifesto confronto com jurisprudência dominante de Tribunal Superior. CONSTITUCIONAL e ADMINISTRATIVO 2ª Apelação cível Reclamação trabalhista Agente comunitário de saúde Regime jurídico estatutário Adicional de insalubridade

7 7 Pretensão ao recebimento da diferença do adicional de insalubridade no período anterior a publicação da Lei Municipal nº 777/2007- Ausência de previsão legal Princípio da legalidade Art. 37, caput, CF/88 Impossibilidade do pagamento retroativo a publicação da lei de regência Precedentes dos Tribunais Superiores e desta Corte de Justiça Indenização pelo não recolhimento do PIS/PASEP Obrigação do Ente Municipal em depositar Ausência de comprovação Pleito devido Provimento parcial. Como não havia, no período pleiteado, legislação específica local assegurando aos agentes comunitários de saúde a percepção do adicional de insalubridade, não há como albergar a pretensão manejada pela autora, uma vez que, ao contrário do particular que pode realizar tudo aquilo que não é proibido pelo ordenamento jurídico, deve o administrador cumprir e realizar tudo aquilo que a lei determina que seja feito. - O Ente Municipal possui a obrigação de depositar os valores referentes ao PIS/PASEP em benefício do servidor público que presta serviços a seu favor, a teor do que determina a Medida Provisória nº 665/2014, que regula a concessão e o pagamento do abono previsto no art. 239, 3º, da Constituição Federal. Vistos, etc. Diante desse delineamento jurídico, e das razões fáticas do caso vertente, em consonância ao entendimento categoricamente firmado neste Sinédrio e nos Tribunais Superiores, e numa forma de privilegiar a efetividade da prestação jurisdicional, não há outro caminho a ser trilhado, senão negar seguimento à primeira apelação e ao recurso oficial, o que faço com espeque no art. 557, caput do CPC. E, nos moldes do art.557, 1º-A do CPC, dar provimento parcial a segunda apelação cível, para alterar a sentença unicamente para condenar a Edilidade Municipal ao pagamento de indenização referente ao PIS/ PASEP, de forma proporcional ao período trabalhado, apenas das prestações vencidas antes do quinquênio anterior à propositura da ação. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: CAPITAL - 3A. VARA DA FAZENDA PUB.. RELATOR: Des. Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Germano Ramos Rodrigues E Outros E Estado da Paraiba Rep. P/seu Proc. Deraldino Alves de Araujo Filho. ADVOGADO: Ana Cristina de Oliveira. APELADO: Os Mesmos. PROCESSUAL CIVIL e ADMINISTRATIVO - Reexame Necessário e Apelação Cível - Ação ordinária de revisão de vencimentos de milita da ativa e c/c obrigação de fazer - Militar - Adicional por tempo de serviço - Anuênios - Prejudicial de Mérito - Prescrição Rejeição - Pagamento pelo valor nominal - Incidência da Lei Complementar nº 50/ Impossibilidade - Interpretação desfavorável - Ausência de extensão expressa aos militares - Congelamento indevido - Possibilidade tão somente a partir da Medida Provisória nº 185/2012, convertida na Lei nº 9.703/ Pagamento das diferenças pretéritas devido - Entendimento do TJPB em julgamento de incidente de uniformização de jurisprudência - Inteligência do art. 557, 1º, do CPC - Inteligência do art. 557, caput, do CPC - Negado seguimento aos recursos. - Em se tratando de dívida da Fazenda Pública, relativa a diferenças remuneratórias, inserida no rol daquelas de trato sucessivo, a prescrição só atinge as prestações anteriores ao quinquênio que antecede o ajuizamento da ação. O regramento dos servidores públicos civis, federal ou estadual, apenas se aplica aos militares naquilo em que a extensão for expressa. ( ) Recurso Ordinário provido. (RMS /AM, Rel. Ministro MOURA RIBEIRO, QUINTA TURMA, julgado em 12/11/2013, DJe 20/11/2013). - O Tribunal de Justiça da Paraíba, em julgamento de Incidente de Uniformização de Jurisprudência, pronunciou-se no sentido de que o adicional por tempo de serviço devido aos militares do Estado da paraíba só poderia sofrer os efeitos do congelamento, após a publicação da medida Provisória nº 185/2012, posteriormente convertida na Lei nº 9.703/2012 (TJPB, Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº , Rel. Desembargador José Aurélio da Cruz). - Considerando a natureza da causa, o trabalho realizado pelo patrono do autor e o tempo demandado, entendo que a verba arbitrada pelo juízo a quo, à título de honorários, com arrimo nos 3º e 4º, do art. 20 do CPC, atende ao princípio da proporcionalidade e razoabilidade. O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior (art. 557 do CPC). Vistos etc. Ante o exposto, estando a apelação em manifesto confronto com a jurisprudência desta Corte, valho me do disposto no art. 557, caput do Código de Processo Civil, para negar, monocraticamente, seguimento aos recursos, mantendo intacta a decisão vergastada. APELAÇÃO N ORIGEM: COMARCA DE AREIA. RELATOR: Des. Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Jose Roberto Carvalho dos Santos. ADVOGADO: Jose Cordeiro Andrade da Silveira. APELADO: Municipio de Areia. ADVOGADO: Humberto de Brito Lima. CONSTITUCIONAL e ADMINIS- TRATIVO Reexame necessário e apelação cível ação de reintegração ao cargo público Servidor público municipal Agente comunitário de saúde - Demissão Processo administrativo disciplinar Alegação de violação ao devido processo legal Inocorrência Observância das garantias constitucionais do devido processo legal, contraditório e ampla defesa Manutenção da sentença Recursos em patente confronto com jurisprudência dominante dos Tribunais Superiores e desta Corte de Justiça Artigo 557, caput, do CPC Seguimento negado. - Nos termos do art. 5º, LV da Constituição Federal aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e a ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes. No caso de demissão de servidor, é fora de dúvidas que devem ser observados os requisitos formais e de conteúdo por parte da Administração, como a instauração de prévio processo administrativo em que seja assegurado o exercício de pleno direito de defesa. Não há como sustentar a ilegalidade do ato que determinou a demissão do recorrente, haja vista que não houve qualquer ofensa aos princípios inerentes à Administração Pública, mormente no que se refere ao contraditório e ampla defesa, sendo certo que todos os trâmites legais previstos para a espécie foram seguidos, conforme determinam os artigos art. 5º, LV, e 37 da Carta Magna. Não cabe ao Poder Judiciário adentrar no mérito administrativo reapreciando o juízo de oportunidade e conveniência do ato que culminou na demissão do apelante, sob pena de ofender o princípio da separação dos poderes. Consoante artigo 557, caput, do CPC, ao Relator é dado negar seguimento ao recurso monocraticamente, em razão de a insurgência estar em confronto com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Colendo STF, ou de Tribunal Superior Súmula 253, STJ: O art. 557, do CPC, que autoriza o relator a decidir o recurso, alcança o reexame necessário.. Vistos, etc. Por tais razões, em consonância com o parecer ministerial e com fulcro no art. 557, caput, do Código de Processo Civil, nego seguimento à remessa necessária e à apelação cível. APELAÇÃO N ORIGEM: CABEDELO - 3A. VARA. RELATOR: Des. Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Paula Maia Gurgel. ADVOGADO: Jose Marcelo Dias. APELADO: Unicred Joao Pessoa - Cooperativa de Credito de Livre Admissao de Associados de Joao Pessoa Ltda. ADVOGADO: Thyago Cesar Ribeiro Portela. PROCESSUAL CIVIL Apelação Cível Ação de revisão contratual c/c pedido de antecipação de tutela Procedência parcial do pedido Irresignação do réu Razões da apelação com argumentação genérica e dissociada da condenação Impossibilidade de conhecimento Ofensa ao princípio da dialeticidade Manutenção da decisão Precedentes jurisprudenciais do STJ CPC, 500, II Não conhecimento. - O Princípio da Dialeticidade traduz a necessidade de que o recorrente descontente com o provimento judicial interponha a sua irresignação de maneira crítica, ou seja, discursiva, sempre construindo um raciocínio lógico e conexo aos motivos elencados no decisório combatido, apresentando a fundamentação de suas razões de modo a possibilitar o conhecimento pleno das fronteiras da insatisfação. - A ausência de ataque direto aos fundamentos da decisão recorrida, impossibilita a delimitação da atividade jurisdicional, e impõe o não conhecimento do recurso por não observância ao princípio da dialeticidade previsto no artigo 514, inciso II, do Código de Processo Civil. Vistos,etc. Ante o exposto, NÃO CONHEÇO DO RECURSO de apelação, NEGANDO-LHE SEGUIMEN- TO, mantendo em todos os seus termos a decisão vergastada. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: CAPITAL - 6A. VARA DA FAZENDA PUB.. RELATOR: Des. Abraham Lincoln da C Ramos. AGRAVANTE: Felipe Nogueira Cadengue de Lucena. ADVOGADO: Renata de Albuquerque Lacerda. AGRAVADO: Estado da Paraiba. DECISÃO: Por essas razões, com fulcro nos art. 527, III, do CPC, indefiro o pedido de tutela antecipada recursal, in totum, os termos da decisão recorrida. Dr. Marcos William de Oliveira CONFLITO DE JURISDIÇÃO N ORIGEM: 3ª vara regional de mangabeira. RELA- TOR: Dr(a). Marcos William de Oliveira, em substituição a(o) Des. Marcio Murilo da Cunha Ramos. RÉU: Wagner Jose Galdino da Silva, RÉU: Rhemistoclys Rayuan Porciuncula. SUSCITANTE: Juizo da 3a.vara Regional de Mangabeira. ADVOGADO: Joao Franco da Costa Neto. SUSCITADO: 2º Juizado Especial Misto de Mangabeira. CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA CRIMINAL. RESISTÊNCIA, DESOBEDIÊNCIA E DE- SACATO (ARTS. 329, 330 E 331 DO CÓDIGO PENAL). INFRAÇÕES PRATICADAS EM CONCURSO. INCOM- PETÊNCIA DO JUIZADO ESPECIAL. COMPETÊNCIA DO JUÍZ DA VARA CRIMINAL COMUM. 1. Embora seja possível aplicar-se o princípio da consunção aos crimes de resistência, desobediência e desacato cometidos no mesmo contexto de fato, essa matéria pertence ao mérito da demanda, de modo que a competência para processar e julgar as infrações cabe ao juízo da vara criminal comum e não ao do juizado especial criminal. 2. Conflito conhecido para declarar a competência do juízo suscitante (3ª vara regional de Mangabeira), nos termos do art. 120, parágrafo único do Código de Processo Civil. ANTE O EXPOSTO, CONHEÇO O CONFLITO E DECLARO A COMPETÊNCIA DO JUÍZO SUSCITANTE (3ª VARA REGIONAL DE MANGABEIRA) PARA PRO- CESSAR A DEMANDA, NA FORMA DO ART. 120, PARÁGRAFO ÚNICO DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, APLICÁVEL POR ANALOGIA. HABEAS CORPUS N RELATOR: Dr(a). Marcos William de Oliveira, em substituição a(o) Des. Marcio Murilo da Cunha Ramos. IMPETRANTE: Flavio Aureliano da Silva Neto. PACIENTE: Andre da Silva Lima E Andrezio Oliveira Lima. IMPETRADO: Juizo da Vara Unica de Soledade. HABEAS CORPUS HOMICÍDIO E TRÁFICO DE DROGAS PRISÃO PREVENTIVA REVOGAÇÃO PELO JUÍZO A QUO PERDA DO OBJETO ORDEM PREJUDICADA. Com a revogação da prisão preventiva do paciente, resta prejudicada a ordem de habeas corpus que pleiteava a sua liberação, pois encerrado o suposto constrangimento ilegal a que estaria submetido, nos termos do art. 659 do CPP e art. 257 do RITJ/PB. Ante o exposto, JULGO PREJUDICADA A ORDEM, em harmonia com o parecer ministerial. HABEAS CORPUS N RELATOR: Dr(a). Marcos William de Oliveira, em substituição a(o) Des. Marcio Murilo da Cunha Ramos. IMPETRANTE: Jose Guedes Dias. PACIENTE: Josemar Nascimento da Silva. IMPETRADO: Juizo da 1ª Vara Criminal da Capital. HABEAS CORPUS. ROUBO. CONCESSÃO DE LIBERDADE PROVISÓRIA. ALVARÁ DE SOLTURA EXPEDIDO PELO JUÍZO DA 1ª VARA CRIMINAL DA CAPITAL. PERDA DO OBJETO. WRIT PREJUDICADO E NÃO CONHECIDO (ART. 557, CAPUT DO CPC). A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça admite a aplicação do art. 557, caput do CPC, a processos criminais, permitindo ao relator negar seguimento a pedido manifestamente prejudicado. Havendo, pois, deferimento, em primeiro grau, da pretensão formulada em habeas corpus, não se conhece do remédio heroico, por perda superveniente do objeto. RECONHECENDO, PORTANTO, A PERDA DO OBJETO PROCESSUAL, NÃO CONHEÇO O HABEAS CORPUS, NA FORMA DO ART. 557, CAPUT DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. HABEAS CORPUS N RELATOR: Dr(a). Marcos William de Oliveira, em substituição a(o) Des. Marcio Murilo da Cunha Ramos. IMPETRANTE: Thehunnas Mariano de Peixoto Santos (oab/pe Nº ). PACIENTE: Fabiano Gomes de Carvalho. IMPETRADO: Juizo da Vara de Entorpecentes de Campina Grande. Diante do exposto, indefiro a liminar requerida. HABEAS CORPUS N RELATOR: Dr(a). Marcos William de Oliveira, em substituição a(o) Des. Marcio Murilo da Cunha Ramos. IMPETRANTE: Cayo Cesar Pereira Lima E Marinaldo Pereira dos Santos. Com esses argumentos, INDEFIRO o pleito emergencial postulado. Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Banco do Brasil S/a. ADVOGADO: Patricia de Carvalho Cavalcanti. APELADO: Joaquim Rolim de Moura. ADVOGADO: Humberto Dantas Cartaxo Junior. - DECISÃO: Em decorrência da decisão do Supremo Tribunal Federal, quando do julgamento dos Agravos de Instrumento nºs RG/ SP (Substituído pelo Recurso Extraordinário nº RG/SP) e RG/SP, e do Recurso Extraordinário nº RG/SP, que reconheceram a Repercussão Geral nas ações que tratam da cobrança de expurgos inflacionários e determinou a suspensão de todos os processos judiciais em tramitação no país, em grau de recurso, determino o retorno dos autos à Gerência de Processamento, para que fiquem sobrestados até que haja novo pronunciamento do STF no sentido de dar prosseguimento às referidas ações. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Banco Bradesco S/a. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. APELADO: Maria Evaneide de Oliveira Paz. ADVOGADO: Patricia Danielle de M Apolinario. - DECISÃO: Em decorrência da decisão do Supremo Tribunal Federal, quando do julgamento dos Agravos de Instrumento nºs RG/SP (Substituído pelo Recurso Extraordinário nº RG/SP) e RG/SP, e do Recurso Extraordinário nº RG/SP, que reconheceram a Repercussão Geral nas ações que tratam da cobrança de expurgos inflacionários e determinou a suspensão de todos os processos judiciais em tramitação no país, em grau de recurso, determino o retorno dos autos à Gerência de Processamento, para que fiquem sobrestados até que haja novo pronunciamento do STF no sentido de dar prosseguimento às referidas ações. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Itau Unibanco S/a. ADVOGADO: Wilson Belchior. APELADO: Petronio Cavalcanti de Araujo. ADVOGADO: Isabela Coutinho Cavalcanti de Lima. - DECISÃO: Em decorrência da decisão do Supremo Tribunal Federal, quando do julgamento dos Agravos de Instrumento nºs RG/SP (Substituído pelo Recurso Extraordinário nº RG/SP) e RG/SP, e do Recurso Extraordinário nº RG/SP, que reconheceram a Repercussão Geral nas ações que tratam da cobrança de expurgos inflacionários e determinou a suspensão de todos os processos judiciais em tramitação no país, em grau de recurso, determino o retorno dos autos à Gerência de Processamento, para que fiquem sobrestados até que haja novo pronunciamento do STF no sentido de dar prosseguimento às referidas ações. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Comarca de Taperoá. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Terezinha Queiroz Rodrigues E Outros. ADVOGADO: Marcos Souto Maior Filho. AGRAVADO: Sul América Companhia Nacional de Seguros S/a. ADVOGADO: Nelson Luiz Nouvel Alessio.. - AGRAVO DE INSTRUMENTO AÇÃO ORDINÁRIA DE INDENIZAÇÃO SECURITÁRIA PARTES INTERESSADAS CAIXA ECONÔMICA FEDERAL E DA UNIÃO DESNECESSIDADE COMPE- TÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL PRECEDENTES ART. 557, 1ª, CPC PROVIMENTO MONOCRÁTICO DO RECURSO. Consoante jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, compete à Justiça Estadual julgar os processos em que a discussão é limitada a vícios de construção cobertos por contrato de seguro cuja relação jurídica restringe-se ao mutuário e à seguradora e não haja comprometimento dos recursos dos Sistema Financeiro de Habitação. Vistos, etc., - DECISÃO: Assim, à vista das considerações acima ilustradas, mormente em razão da jurisprudência firmada no âmbito desta Corte e do Superior Tribunal de Justiça, DOU PROVIMEN- TO AO RECURSO, nos termos do art. 557, 1º-A, do CPC, para determinar o regular processamento e julgamento dos autos da Ação de Responsabilidade Obrigacional Securitária na comarca de origem. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 4ª Vara da Comarca de Cajazeiras.. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Ministerio Publico do Estado da Paraiba. AGRAVADO: Municipio de Cajazeiras E Estado da Paraiba. - AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO CIVIL PÚBLI- CA. FORNECIMENTO DE MEDICAMENTO IMPRESCINDÍVEL À SAÚDE E À VIDA. INDEFERIMENTO. SUB- SISTÊNCIA E PREPONDERÂNCIA DO PERICULUM IN MORA E DO FUMUS BONI JURIS A FAVOR DO JURISDICIONADO JURISPRUDÊNCIA PACÍFICA. DECISÃO MONOCRÁTICA. PROVIMENTO DO RECUR- SO. O direito à saúde além de qualificar-se como direito fundamental que assiste a todas as pessoas representa conseqüência constitucional indissociável do direito à vida. O Poder Público, qualquer que seja a esfera institucional de sua atuação no plano da organização federativa brasileira, não pode mostrar-se indiferente ao problema da saúde da população, sob pena de incidir, ainda que por censurável omissão, em grave comportamento inconstitucional. A interpretação da norma programática não pode transformá-la em promessa constitucional inconseqüente.(stf - RE AgR Rel. Min. Celso de Melo). Vistos, etc. - DECISÃO: Ex positis, e por tudo o mais que dos autos consta, nos termos do art. 557, 1º-A, do CPC, DOU PROVIMENTO AO RECURSO, para que os agravados, solidariamente, forneçam o medicamento requerido na inicial. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Emerson Andrade de Carvalho. ADVOGADO: Francisco de Andrade Carneiro Neto. AGRAVADO: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador Alexandre Magnus F. Freire. - AGRAVO DE INSTRUMENTO EMBARGOS A EXECUÇÃO AUSÊNCIA DE PEÇAS, EMBORA FACULTATIVAS, ESSENCIAIS À COMPREENSÃO DA CONTROVÉRSIA REMESSA A CONTADORIA DES- PACHO DE MERO EXPEDIENTE SEGUIMENTO NEGADO. Não se conhece de agravo de instrumento, quando ausente peça facultativa, mas essencial à análise do pedido, pois é dever do agravante instruir o recurso adequadamente, sendo incabível diligência para o suprimento da falha.. Ao contrário das decisões interlocutórias, os despachos ordinatórios que determinam a remessa dos autos à Contadoria não possuem qualquer conteúdo decisório, destinando-se unicamente a promover o andamento processual. Vistos, etc. - DECISÃO: Feitas estas considerações, nego seguimento ao recurso, nos termos do art. 557, caput do CPC. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 2ª Vara de Cabedelo.. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Normatel Engenharia Ltda. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. AGRAVADO: Engetel Telecomunicacoes Ltda. ADVOGADO: Flavio Couto E Silva Lopes. - AGRAVO DE INSTRUMENTO DECISÃO AGRAVADA NÃO ACOLHIMENTO DOS EMBARGOS DECLARATÓRIOS INCABÍVEL RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO MATÉRIA RECORRÍVEL POR APELAÇÃO NÃO APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA FUNGIBILIDADE ERRO GROSSEIRO NÃO CONHECIMENTO DO RE- CURSO APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CPC SEGUIMENTO NEGADO. O princípio da fungibilidade tem aplicação apenas quando subsistir dúvida objetiva a respeito do recurso a ser interposto e não existir erro grosseiro. A decisão que decide os embargos de declaração ostenta a mesma natureza daquela que foi alvo dos aclaratórios. Assim, opostos os embargos de declaração contra sentença, a decisão que os julga será uma nova sentença, que será impugnável por recurso de apelação. Vistos, etc. - DECISÃO: Pelo exposto, NEGO SEGUIMENTO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO, com fulcro no art. 557, caput, do CPC, mantendo a decisão que determinou o prosseguimento da execução. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 2ª Vara de Executivos Fiscais da Capital. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Municipio de Joao Pessoa Representado Por Sua Procuradora Camila Frota Furlan. AGRAVADO: Open Eletro Engenharia Ltda. - PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO FISCAL. DEVEDOR CITADO. NÃO PAGAMENTO E AUSÊNCIA DE BENS PENHORÁVEIS. PEDIDO DE PENHORA ON LINE DEFERIDO. INEXISTÊNCIA DE CONTAS BANCÁRI- AS. PEDIDO DE CONSULTA AO RENAJUD. INDEFERIMENTO. IRRESIGNAÇÃO. POSSIBILIDADE. PRECE- DENTES DESTA CORTE. REFORMA. PROVIMENTO MONOCRÁTICO DO AGRAVO. AGRAVO DE INSTRU- MENTO. NEGÓCIOS JURÍDICOS BANCÁRIOS. EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL. SISTEMA RENA- JUD. RESTRIÇÃO SOBRE VEÍCULO. CELERIDADE E EFETIVIDADE DA PRESTAÇÃO JURISDICIONAL. Por se tratar de ferramenta que visa exatamente à efetivação das decisões judiciais pelo ente público, inexiste óbice à utilização do renajud para consulta de bens em nome dos executados e realização de averbação de registro de penhora de veículos. No caso dos autos, já foram realizadas diligências, tais como consulta pelo sistema BACEN-jud, sem resultado, sendo cabível a utilização do sistema renajud para fins de restrição de bens de propriedade da parte executada, cuja penhora já fora determinada. Agravo de instrumento provido. (TJRS; AI ; Erechim; Décima Quinta Câmara Cível; Relª Desª Ana Beatriz Iser; Julg. 11/12/

8 8 2014; DJERS 17/12/2014). Vistos e etc, - DECISÃO: Isto posto, dou provimento monocrático ao agravo, nos termos do art. 557, 1º-A do CPC, para determinar ao juízo a quo, que expeça ofício ao Detran ou se utilize do sistema RENAJUD, no sentido de tentar localizar bens penhoráveis em nome da agravada. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Comarca de Pedras de Fogo. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: M. A. A. R. C E Outro, Representados Pela Sua Genitora Juliene Rodrigues. ADVOGADO: Flawber Rafhael da Silva Ferreira. AGRAVADO: Alexandre Cardoso da Silva. ADVOGADO: Bismark Martins de Oliveira. - AGRAVO DE INSTRUMENTO PERDA DO OBJETO RECURSO PREJUDICADO APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CPC SEGUIMENTO NEGADO. Recurso Prejudicado. É aquele que perdeu seu objeto. Ocorrendo a perda do objeto há falta superveniente de interesse recursal, impondo-se o não conhecimento do recurso. Assim, ao relator cabe julgar inadmissível o recurso por falta de interesse, ou seja, julgá-lo prejudicado. (Código de Processo Civil Comentado, 6ª ed., RT, p. 930). Vistos, - DECISÃO; Ante o exposto, nos termos do art. 557, caput, do CPC, JULGO PREJUDICADO O RECURSO, NEGANDO-LHE SEGUIMENTO. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 2ª Vara de Executivos Fiscais da Capital. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Municipio de Joao Pessoa, Por Seu Proc Adelmar Azevedo Regis. AGRAVADO: Ccl Consultoria E Construcoes Ltda. - PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO FISCAL. DEVEDOR CITADO. NÃO PAGAMENTO E AUSÊNCIA DE BENS PE- NHORÁVEIS. PEDIDO DE PENHORA ON LINE DEFERIDO. INEXISTÊNCIA DE CONTAS BANCÁRIAS. PEDI- DO DE CONSULTA AO RENAJUD. INDEFERIMENTO. IRRESIGNAÇÃO. POSSIBILIDADE. PRECEDENTES DESTA CORTE. REFORMA. PROVIMENTO MONOCRÁTICO DO AGRAVO. AGRAVO DE INSTRUMENTO. NEGÓCIOS JURÍDICOS BANCÁRIOS. EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL. SISTEMA RENAJUD. RES- TRIÇÃO SOBRE VEÍCULO. CELERIDADE E EFETIVIDADE DA PRESTAÇÃO JURISDICIONAL. Por se tratar de ferramenta que visa exatamente à efetivação das decisões judiciais pelo ente público, inexiste óbice à utilização do renajud para consulta de bens em nome dos executados e realização de averbação de registro de penhora de veículos. No caso dos autos, já foram realizadas diligências, tais como consulta pelo sistema BACEN-jud, sem resultado, sendo cabível a utilização do sistema renajud para fins de restrição de bens de propriedade da parte executada, cuja penhora já fora determinada. Agravo de instrumento provido. (TJRS; AI ; Erechim; Décima Quinta Câmara Cível; Relª Desª Ana Beatriz Iser; Julg. 11/12/2014; DJERS 17/12/2014). Vistos e etc, - DECISÃO: Isto posto, dou provimento monocrático ao agravo, nos termos do art. 557, 1º-A do CPC, para determinar ao juízo a quo, que expeça ofício ao Detran ou se utilize do sistema RENAJUD, no sentido de tentar localizar bens penhoráveis em nome da agravada. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: 4ª Vara da Fazenda Pública da Capital.. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Pbprev Paraíba Previdência, Representada Por Sua Procuradora Renata Franco Feitosa Mayer. E Juizo da 4a Vara da Faz.pub.da Capital. APELADO: Joselito Rodrigues da Silva.. ADVOGADO: Enio Silva Nascimento.. - PREJUDICIAL DE PRESCRI- ÇÃO. PRESCRIÇÃO BIENAL. PRESTAÇÕES ALIMENTARES. IMPOSSIBILIDADE. FAZENDA PÚBLICA. PRES- CRIÇÃO QUINQUENAL. REJEIÇÃO. ( ) é pacífico na jurisprudência que os créditos contra a Administração Pública prescrevem em cinco anos, contados da data da ocorrência do ato ilegal. REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE REPETIÇÃO DE INDÉBITO C/C OBRIGAÇÃO DE NÃO FAZER. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. GRATIFICAÇÃO DE ATIVIDADES ESPECIAIS. TERÇO DE FÉRIAS. PLANTÃO EXTRA. FUNÇÃO GRATIFICADA. VERBAS INDENIZATÓRIAS PROCEDÊNCIA. DESCONTOS INDEVIDOS. RESTI- TUIÇÃO DOS VALORES. PRECEDENTES DO TJPB. JUROS DE MORA DE 1% APÓS O TRÂNSITO EM JULGADO. SÚMULA 188/STJ. PROVIMENTO PARCIAL À REMESSA. SEGUIMENTO NEGADO À APELAÇÃO. ( ) somente as parcelas que podem ser incorporadas à remuneração do servidor, para fins de aposentadoria, podem sofrer a incidência da contribuição previdenciária. A justificativa reside no fato de que existe certo encadeamento proporcional entre os descontos e os benefícios, do que se infere não haver possibilidade de abatimento sobre verbas que não integrariam, posteriormente, os aludidos proventos. ( ) Tratando-se de desconto previdenciário indevido, deve ser aplicado o percentual de 1% (um por cento) ao mês, a partir do trânsito em julgado, conforme disciplina o art.2º da Lei Estadual 9.242/2010. Vistos etc. - DECISÃO: Face ao exposto, nos termos do art. 557, caput, do CPC, NEGO SEGUIMENTO À APELAÇÃO E DOU PROVIMENTO PARCIAL À REMESSA, apenas para modificar a incidência de juros moratórios para 1% (um por cento) ao mês, após o trânsito em julgado da decisão (súmula 188/STJ1), conforme o art. 2º da Lei Estadual nº 9.242/2010 e art.161, 1º do CTN, mantendo-se os demais termos da sentença. APELAÇÃO N ORIGEM: 5ª VARA DA COMARCA DE SOUSA. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Municipio de Nazarezinho. ADVOGADO: Adelia Marques Formiga. APELADO: Francisca Maciel Gomes. ADVOGADO: Sebastiao Fernandes Botelho. - APELAÇÃO CÍVEL ORDINÁRIA DE COBRANÇA SERVIDOR MUNICIPAL VERBA REMUNERATÓRIA NÃO ADIM- PLIDA INEXISTÊNCIA DE PROVA DA EDILIDADE CAPAZ DE IMPEDIR, ALTERAR OU EXTINGUIR O DIREITO PLEITEADO ÔNUS PROBATÓRIO DA MUNICIPALIDADE MANUTENÇÃO DA SENTENÇA DE PRIMEIRO GRAU SEGUIMENTO NEGADO. Tratando-se de ação de cobrança de remuneração intentada por empregado ou funcionário público, opera a inversão do ônus probandi, cabendo à Administração Pública demonstrar o adimplemento dos salários dos seus servidores ou que estes não trabalharam no período reclamado, pois os autores, normalmente, não têm meios materiais para demonstrar a inadimplência do empregador, que, por sua vez, dispõe de todos os recursos para fazer prova do contrário. Precedentes.1 Vistos, etc., - DECISÃO: Assim, à vista das considerações acima ilustradas, e nos termos do art. 557, caput, do CPC, NEGO SEGUIMENTO AO RECURSO. APELAÇÃO N ORIGEM: 4ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Estado da Paraiba, Repres. Por Sua Proc. Maria Clara Carvalho Lujan. APELADO: Jose Valter Miranda do Nascimento. ADVOGADO: Enio Silva Nascimento E Outro. - REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL AÇÃO REVISÃO DE REMUNERAÇÃO PROCEDÊNCIA DO PEDIDO IRRESIGNAÇÃO PRESCRIÇÃO INOCORRÊNCIA CONGELAMENTO DE ANUÊNIOS DE MILITARES ATRAVÉS DA LC Nº 50/2003 IMPOSSIBILIDADE CATEGORIA ESPECIAL REGIDA POR ESTATUTO PRÓPRIO MP Nº 185/12 ABRANGÊNCIA DOS MILITARES À MESMA FORMA DE PAGAMENTO DO ADICIONAL DOS SERVIDORES CIVIS MATÉRIA DECIDIDA ATRAVÉS DE INCIDENTE DE UNIFORMI- ZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA NO TJPB PROVIMENTO PARCIAL DA REMESSA E SEGUIMENTO NEGADO AO RECURSO APELATÓRIO. Os policiais militares, servidores de regime especial com estatuto próprio, não são abrangidos pelas normas direcionadas aos servidores públicos civis. A matéria foi alvo de incidente de uniformização de jurisprudência (processo nº , de relatoria do Des. José Aurélio da Cruz, julgado em 10/09/14), no qual julgou-se procedente o incidente, pela uniformização dos julgamentos, no sentido de que o congelamento do adicional por tempo de serviço dos militares do Estado da Paraíba somente passou a ser aplicável a partir da data da publicação da Medida Provisória, nº 185/2012, que ocorreu em 25/01/ 2012, posteriormente convertida na lei nº 9.703/ Vistos, etc. - DECISÃO: Pelo exposto, NEGO SEGUI- MENTO AO RECURSO APELATÓRIO E DOU PROVIMENTO PARCIAL À REMESSA OFICIAL, apenas para determinar o marco do congelamento com a MP nº 185/2012, mantendo a sentença em seus demais termos. MANDADO DE SEGURANÇA N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. IMPETRANTE: Ernani Viana de Freitas. ADVOGADO: Denyson Fabiao de Araujo Braga. IMPETRADO: Presidente da Paraiba Previdencia. - MANDADO DE SEGURANÇA PROGRESSÃO FUNCIONAL IMPOSSIBILIDADE DE CONCESSÃO EM SEDE DE LIMINAR INTELIGÊNCIA DO ART.7º, 2º DA LEI Nº /2009 SATISFATIVIDADE INDEFERIMENTO. Art. 7o Ao despachar a inicial, o juiz ordenará: 2o Não será concedida medida liminar que tenha por objeto a compensação de créditos tributários, a entrega de mercadorias e bens provenientes do exterior, a reclassificação ou equiparação de servidores públicos e a concessão de aumento ou a extensão de vantagens ou pagamento de qualquer natureza. Vistos, etc. - DECISÃO: Isto posto, INDEFIRO A LIMINAR REQUERIDA. - Defiro a assistência judiciária. REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. JUÍZO: Interessado: Estado da Paraíba, Representado Por Seu Procurador Paulo Márcio Soares Madruga E Juízo Recorrente: Juízo da 5ª Vara da Fazenda Pública da Capital. POLO PASSIVO: Recorrido: Otaviano Cunha Oliveira.. ADVOGADO: Francisco de Andrade Carneiro Neto. - REMESSA NECESSÁRIA AÇÃO ORDINÁRIA SERVIDOR PÚBLICO DESVIO DE FUNÇÃO C/C DIFERENÇA SALARIAL PROCEDÊNCIA IRRESIGNAÇÃO DIFERENÇA REMUNERATÓRIA CABIMENTO SÚMULA 378 DO STJ PRECEDENTES DO STJ E DO STF RESTITUIÇÃO APENAS DA DIFERENÇA PRETÉRITA IMPOSSIBILIDADE DE IMPLANTAÇÃO NO CONTRACHEQUE Modo indireto de reenquadramento Incorporação inadmissível Pagamento das diferenças dos últimos cinco anos ENTENDIMENTO FIRMADO NOS TRIBUNAIS SUPERIORES JUROS DE MORA ART. 1º- F DA LEI 9.494/97 CADERNETA DE POUPANÇA CORREÇÃO MONETÁRIA PELO IPCA ENTENDIMENTO DO STJ SOBRE A INCONSTITUCIONALIDADE PARCIAL DO ART.5º DA LEI /09 DECLARADA PELO STF PROVIMENTO PARCIAL À REMESSA. Cuidando-se de obrigações de trato sucessivo e não havendo manifestação expressa da Administração Pública negando o direito pleiteado, não ocorre a prescrição do fundo de direito, mas tão-somente das parcelas anteriores ao quinquênio que precedeu a propositura da ação (enunciado nº 85 da Súmula do STJ). (STJ, AgRg noagrg no REsp /RS, Rel. Ministro Arnaldo Esteves Lima, Quinta Turma, julgado em , DJ p. 347). A jurisprudência dos Tribunais Superiores já está sedimentada no sentido de ser admissível o pagamento das diferenças salariais ao servidor público desviado da função para a qual foi originariamente designado. O exercício de cargo em desvio de função não gera direito além daqueles inerentes ao cargo para qual foi nomeado, não podendo tais diferenças serem implantadas no contracheque do servidor, constituindo forma indireta de reenquadramento. No caso, cabe ao servidor tão-somente o pagamento das diferenças salariais correspondentes aos últimos 5 (cinco) anos, a título de indenização. A partir de 30/6/2009 os juros de mora corresponderão aos índices oficiais de remuneração básica e juros aplicáveis à caderneta de poupança, nos termos do art. 1º- F da Lei n /94, com redação dada pela Lei /09. 4 No que se refere à correção monetária sobre verba devida a servidor público, impõe-se o afastamento da redação dada pela Lei n /09, conforme declaração de inconstitucionalidade parcial, proferida da ADI 4.357/DF e da ADI 4.425/DF, incidindo o IPCA, índice que melhor reflete a inflação no período.(stj AgRg no Resp /SP Rel.Min. Og Fernandes Segunda Turma Dje 21/11/2014) - DECISÃO; Pelo exposto, dou provimento parcial aos recursos, para excluir a implantação no contracheque do autor da diferença salarial referente ao desvio de função; fixar os honorários advocatícios em R$ 1.500,00 e para reformar a sentença no tocante aos juros de mora e correção monetária, de modo que, devem incidir juros de mora correspondentes aos índices oficiais de remuneração básica e juros aplicáveis à caderneta de poupança e correção monetária com base no IPCA. Des. Joás de Brito Pereira Filho HABEAS CORPUS N ORIGEM: Comarca de Alagoinha. RELATOR: Des. Joas de Brito Pereira Filho. IMPETRANTE: Vitor Amadeu de Morais Beltrao E Gilvan Paulo da Silva Filho. IMPETRADO: Juizo da Vara Unica de Alagoinha. Liminar indeferida. Dr. João Batista Barbosa AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 13ª VARA CÍVEL DA CAPITAL. RELA- TOR: Dr(a). Joao Batista Barbosa, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. AGRAVANTE: Investimentos S/a E Aymore Credito,financiamento E. ADVOGADO: Carlo Andre de Mello Queiroz. AGRAVADO: Olga Lucia Maximo da Silva. ADVOGADO: Jose Vanilson Batista de Moura Junior. AGRAVO DE INSTRUMENTO. BUSCA E APREENSÃO. AUSÊNCIA DE CÓPIA DA PROCURAÇÃO OUTORGADA PELO AGRAVADO AOS SEUS CAUSÍDICOS. DESCUMPRIMENTO DO ART. 525, INCISO I, DO CÓDIGO DE PRO- CESSO CIVIL. NÃO CONHECIMENTO DO RECURSO. SEGUIMENTO NEGADO. 1. A ausência das peças obrigatórias de que trata o art. 525, inciso I do CPC tem como consequência o não-conhecimento do agravo de instrumento. Precedente do STJ: AgRg no Ag /DF, Relator: Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES, SEGUNDA TURMA, julgado em 24/08/2010, publicação: DJe 30/09/ Recurso não conhecido. Vistos etc.... Diante do exposto, não conheço do agravo de instrumento e nego-lhe seguimento, o que faço com base no art. 557 do CPC, negando-lhe seguimento. Intimações necessárias. Cumpra-se. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 5ª VARA DA FAZ. PUB. DA CAPITAL. RELATOR: Dr(a). Joao Batista Barbosa, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. AGRAVANTE: Municipio de Joao Pessoa. ADVOGADO: Thyago Luis Barreto Mendes Braga. AGRAVADO: M. H. O. P., Rep. Por Sua Genitora, Marta de Oliveira. ADVOGADO: Marizete Batista Martins. AGRAVO DE INSTRU- MENTO. 1. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER. REALIZAÇÃO DE CIRURGIA. DIREITO CONSTITUCIONAL À SAÚDE. OBRIGAÇÃO DO PODER PÚBLICO. 2. SAÚDE PUBLICA. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DOS ENTES DA FEDERAÇÃO. 3. PRECEDENTES DO STJ E DESTA CORTE. APLICAÇÃO DO ARTIGO 557, CAPUT, DO CPC. SEGUIMENTO NEGADO. 1. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação (Art. 196, CF) 2. O funcionamento do Sistema Único de Saúde é de responsabilidade solidária da União, dos Estados e dos Municípios, de modo que qualquer um desses entes tem legitimidade ad causam para figurar no polo passivo de demanda que objetiva a garantia do acesso a medicamentos para tratamento de problema de saúde. Precedentes. (AgRg no REsp /PI, Rel. Ministro CASTRO MEIRA, SEGUNDA TURMA, julgado em 20/ 06/2013, DJe 01/07/2013) 3. Recurso a que se nega seguimento, com arrimo no art. 557, caput, do CPC, por estar em confronto com jurisprudência dominante do STJ e desta Corte de Justiça. Vistos etc.... Diante do exposto e nos termos do art. 557, caput, do CPC, nego seguimento ao agravo de instrumento. Intimações necessárias. Cumpra-se. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 5ª VARA MISTA DE PATOS. RELATOR: Dr(a). Joao Batista Barbosa, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. AGRAVANTE: Municipio de Patos. ADVOGADO: Antonio Marcos Honorio de Oliveira. AGRAVADO: Ministerio Publico do Estado da Paraiba. AGRAVO DE INSTRUMENTO EM MANDADO DE SEGURANÇA. DIREITO À SAÚDE. SUPERVENI- ÊNCIA DE SENTENÇA NOS AUTOS DO PROCESSO PRINCIPAL EM DATA POSTERIOR À INTERPOSIÇÃO DO AGRAVO. PERDA DO OBJETO. JURISPRUDÊNCIA PACÍFICA DO STJ. INCIDÊNCIA DO ART. 557 DO CPC. PREJUDICIALIDADE. - Proferida sentença no processo de origem após a interposição do recurso, perde o objeto o agravo de instrumento contra decisão concessiva ou denegatória de liminar. Vistos etc.... Destarte, julgo prejudicado o presente agravo de instrumento, face à perda do objeto, o que faço arrimada no art. 557 do Código de Processo Civil. Formalize-se a juntada aos autos da anexa cópia da sentença proferida no Mandado de Segurança nº , do qual se originou o presente agravo. Intimações necessárias. Após, decorrido o prazo legal, arquivem-se os autos. Cumpra-se. AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: VARA ÚNICA DA COMARCA DE COREMAS. RELATOR: Dr(a). Joao Batista Barbosa, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. AGRAVANTE: Maria Fabiana Maciel de Sousa. ADVOGADO: Marcos Antonio Inacio da Silva. AGRAVADO: Municipio de Coremas. ADVOGADO: Weliton Cardoso Oliveira. Vistos etc.... Destarte, convenço-me de que deve ser reconsiderada aquela decisão, lançando a minha retratação nos precisos termos do art. 557, 1º do CPC. Em consequência, declaro prejudicado e extinto o AGRAVO INTERNO para seguimento do RECURSO APELATÓRIO. Intimações necessárias. Cumpra-se. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: VARA ÚNICA DA COMARCA DE AREIA. RELATOR: Dr(a). Joao Batista Barbosa, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. APELANTE: Juizo da Comarca de Areia, Estado da Paraiba,rep.p/sua Procuradora E Maria Clara Carvalho Lujan. APELADO: H. C. F. S., Rep. Por Sua Genitora, Maria do Socorro F. Pereira. ADVOGADO: Laura N. C. Bonfim. PRELIMINAR. ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM. TRATAMENTO ESPECIALIZADO. RES- PONSABILIDADE SOLIDÁRIA DOS ENTES FEDERADOS. REJEIÇÃO. - Atendendo ao disposto na Constituição Federal, tem-se que a responsabilidade do Estado da Paraíba é solidária, não havendo motivo para que se invoque sua ilegitimidade passiva, pois o termo Estado, inserido no art. 196 da Carta Magna, ao falar em saúde, integra todos os entes públicos (União, Estado e Município). Assim, todas as esferas estatais estão legitimados, solidariamente, a fornecer medicamentos aos carentes de recursos financeiros. PRELIMINAR. DO CHAMAMENTO AO PROCESSO DA UNIÃO E DO MUNICÍPIO. ART. 77, III, DO CPC. INVIABILIDADE. PRECEDENTES DO STJ. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA. REJEIÇÃO. - A prestação de saúde pública é responsabilidade que recai solidariamente sobre os entes federativos, independentemente da hierarquização vigente no Sistema Único de Saúde. Representa faculdade da parte que carece de fármacos, exames, tratamentos ou serviços de saúde, uma vez comprovada a necessidade e a impossibilidade de custear, por si, o tratamento, escolher contra qual órgão irá demandar, de modo a ver atendida a sua necessidade. PRELIMINAR. INCOMPETÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL ANALISAR O CHAMAMENTO DA UNIÃO AO POLO PASSIVO DA LIDE. SÚMULA 150 DO STJ. PREJUDICADO. - Rejeitada a preliminar de chamamento da União ao polo passivo da demanda, resta prejudicada a preliminar de incompetência da Justiça Estadual julgar o presente feito. PRELIMINAR. DO IMPEDIMENTO DA MEDIDA DE URGÊNCIA CONTRA FAZENDA PÚBLICA. VIOLAÇÃO ÀS LEIS NºS 9.494/97 E 8.437/92, AS QUAIS VEDAM A CONCESSÃO DE LIMINAR CONTRA O PODER PÚBLICO QUE ESGOTE, NO TODO OU EM PARTE, O OBJETO DA DEMANDA. INOCORRÊNCIA. REJEIÇÃO. - É possível a concessão de antecipação de tutela ou liminar contra o Poder Público como forma de instá-lo a fornecer medicamentos aos cidadãos necessitados, sem que isso importe em qualquer violação às Leis nºs 8.437/92 e 9.494/97. (TJPB - Embargos de Declaração nº /001 Relatora: Desª Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira - 2ª Câmara Cível - jul. 18 de novembro de 2008). PRELIMINAR. INÉPCIA DA INICIAL. FALTA DE INTERESSE DE AGIR. AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DE PROTOCOLO ADMINISTRA- TIVO. ESGOTAMENTO DA VIA ADMINISTRATIVA EM DIREITO. DESNECESSIDADE. REJEIÇÃO. - Pedido Administrativo e interesse de agir. A inafastabilidade do controle jurisdicional, afirmada no inciso XXXV, do artigo 5º da Constituição da República, notadamente no direito à saúde, assegura o acesso à Justiça, independentemente de esgotamento ou provocação da via administrativa, salvo exceção do 1º do artigo 217, da mesma Constituição. RECURSO OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL. OBRIGAÇÃO DE FAZER C/C ANTECIPAÇÃO DE TUTELA. DIREITO À SAÚDE. PORTADOR DE EPILEPSIA REFRATÁRIA - TFD. TRATAMENTO URGENTE, CONTÍNUO E ESPECIALIZADO EM OUTRA UNIDADE DA FEDERAÇÃO. LAUDO MÉDICO. COMPROVAÇÃO. DIREITO FUNDAMENTAL À SAÚDE. TRATAMENTO IMPRESCINDÍVEL À SOBREVIVÊNCIA DE PESSOA SEM CONDIÇÕES FINANCEIRAS DE ARCAR COM TAL DESPESA. NECESSIDADE. OBRIGAÇÃO DO ESTADO. INTELIGÊNCIA DO ARTIGO 196 DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA. SEQUESTRO DE VERBAS PÚBLICAS, EM CASO DE INADIMPLÊNCIA. POSSIBILIDADE. SEGUIMENTO NEGADO. - A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. (artigo 196 da Constituição Federal de 1988). - O fato de não estar a despesa prevista no orçamento público consubstancia mero trâmite burocrático, que não tem o condão de eximir o ente público da sua responsabilidade. Ademais, a previsão orçamentária, em que pese ser norma constitucional, é hierarquicamente inferior ao direito à vida e à saúde, cláusulas pétreas constitucionais. - Recursos aos quais se nega seguimento com arrimo no art. 557 do CPC e Súmula 253 do STJ. Vistos etc.... Isso posto, nos termos do art. 557 do CPC e da Súmula 253 do STJ, rejeito as preliminares, e, no mérito, nego seguimento à apelação e ao recurso oficial, para manter a decisão de primeiro grau, por todos os seus fundamentos. Intimações necessárias. Cumpra-se. APELAÇÃO N ORIGEM: VARA ÚNICA DA COMARCA DE PEDRAS DE FOGO. RELATOR: Dr(a). Joao Batista Barbosa, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. APELANTE: Banco do Brasil S/a. ADVOGADO: Nei Calderon E Patrícia Cavalcanti. APELADO: Espolio de Adahy Bezerra de Matos. ADVOGADO: Manoel Mattos Neto. APELAÇÃO CÍVEL. PROCESSO EXTINTO, SEM RESOLU-

9 9 ÇÃO DE MÉRITO, POR ABANDONO. ART. 267, INCISO III, DO CPC. INTIMAÇÃO PESSOAL DOS CAUSÍDI- COS REGULARMENTE HABILITADOS. PRESCINDIBILIDADE. RECURSO AO QUAL SE NEGA SEGUIMEN- TO. 1. Verificando que o autor abandonou a causa por mais de 30 (trinta) dias, permanecendo inerte após ter sido devidamente intimado, o juiz ordenará o arquivamento dos autos, declarando a extinção do processo, nos termos do art. 267, III, 1, do CPC. 2. O Superior Tribunal de Justiça já decidiu que a intimação pessoal a que faz referência o art. 267, 1º, do Código de Processo Civil, é dirigida à parte; não ao seu causídico. 3. Recurso ao qual se nega seguimento. Vistos etc.... Sem maiores considerações, tendo em vista que a matéria já está pacificada na jurisprudência pretoriana, nego seguimento ao recurso, nos termos do art. 557 do CPC. Por fim, cabe advertir que, estando a presente decisão fundamentada em entendimento jurisprudencial pacífico, a eventual oposição de embargos de declaração ou agravo interno poderá ensejar aplicação de multa processual. Intimações necessárias. Cumpra-se. APELAÇÃO N ORIGEM: 2ª VARA DA FAZ. PUB. DA CAPITAL. RELATOR: Dr(a). Joao Batista Barbosa, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. APELANTE: Flavio Jose Costa de Lacerda E Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador. APELADO: Carlos Antonio Araujo de Oliveira. ADVOGADO: Paulo Sabino de Santana. APELAÇÃO CÍVEL. EXECUÇÃO FORÇADA DE MULTA APLICADA PELO TRIBUNAL DE CONTAS ESTADUAL A AGENTE POLÍTICO MUNICIPAL. LEGITIMIDADE ATIVA DO ESTADO DA PARAÍBA PARA PROPOR A DEMANDA. RECURSO PROVIDO. 1. Com a expressa ressalva do meu entendimento, que se alinha à jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, o Estado da Paraíba tem legitimidade ativa para ajuizar ação de execução visando à cobrança de multa imposta pelo Tribunal de Contas a agente político municipal, conforme decidido pelo Pleno deste Tribunal, nos autos do Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº STJ: A Primeira Seção desta Corte, no julgamento do EAg /RS, pacificou o entendimento de que a legitimidade para cobrar os créditos referentes a multas aplicadas por Tribunal de Contas é do ente público que mantém a referida Corte. (AgRg no REsp /RJ, Rel. Ministro SÉRGIO KUKINA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 17/12/2013, publicação: DJe 04/02/2014). 3. Recurso provido. Vistos etc.... Ante o exposto, dou provimento à apelação cível, o que faço arrimado no art. 557, 1º-A, do Código de Processo Civil, para, reformando a sentença recorrida, assentar a legitimidade ativa ad causam do Estado da Paraíba e determinar o retorno dos autos à origem, para que o feito siga seu itinerário natural. Intimações necessárias. Cumpra-se. MANDADO DE SEGURANÇA N ORIGEM: COMPETÊNCIA ORIGINÁRIA DO TJPB. RELATOR: Dr(a). Joao Batista Barbosa, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. IMPETRANTE: Ademar Moreira de Farias. ADVOGADO: Enio Silva Nascimento. IMPETRADO: Presidente da Paraiba Previdencia. ADVOGADO: Renata F. F. Mayer. MANDADO DE SEGURANÇA. POLICIAL MILITAR. CONGELAMENTO DE ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO (ANUÊNIO) E DE INATIVIDADE. AUSÊNCIA DE PROVA PRÉ-CONSTITUÍDA. CONDIÇÃO DA AÇÃO NÃO OBSERVADA. IMPOSSIBILIDADE DE DILAÇÃO PROBATÓRIA. PRECEDENTES DO STJ. PROCESSO EXTINTO, SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO. No mandado de segurança é exigida a prova, de plano, da pretensão deduzida em juízo, ou seja, dentre os seus pressupostos específicos e essenciais está a prova pré-constituída da liquidez e certeza do direito a ser tutelado. Em se tratando de matéria controvertida, conclui-se pela inadequação da ação mandamental. Vistos etc.... Assim, diante das considerações expendidas, com arrimo no art. 10 da Lei nº /2009 c/c o art. 267, inciso IV, do CPC, julgo extinto o processo, sem resolução de mérito, denegando, por esse motivo, a ordem pretendida. Sem custas, nem honorários. Intimações necessárias. Cumpra-se. Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira MANDADO DE SEGURANÇA N ORIGEM: TJ/PB. RELATOR: Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira. IMPETRANTE: Erasmo de Sousa Filho. ADVOGADO: Marcos Maurício Ferreira Lacet. IMPETRADO: Comandante-geral da Policia Militar da Paraíba. EMENTA: MANDADO DE SEGURANÇA. POLICI- AL MILITAR. CONCESSÃO DE LICENÇA ESPECIAL. DEFERIMENTO ADMINISTRATIVO ESPONTÂNEO NO CURSO DO PROCEDIMENTO JUDICIAL. INTIMAÇÃO DO IMPETRANTE PARA JUSTIFICAR INTERESSE NO PROSSEGUIMENTO DO FEITO. INÉRCIA. PROCESSO EXTINTO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO. 1. O mandado de segurança perde o objeto quando o pedido é satisfeito voluntariamente na seara administrativa durante o curso do procedimento. 2. Nos termos do art. 127, X, do Regimento Interno, o relator dispõe de poderes para, monocraticamente, extinguir o processo sem resolução de mérito nas hipóteses do art. 267 do Código de Processo Civil. Posto isso, com esteio no art. 6, 5, da Lei Federal n /09, art. 267, VI, do CPC, e art. 127, X, do RITJPB, denego a segurança, extinguindo o processo sem resolução de mérito pela perda superveniente do objeto processual. Publique-se. Intimem-se. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 5.ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital. RELATOR: Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira. AGRAVANTE: Estado da Paraíba, Representado Por Seu Procurador Sergio Roberto Felix Lima. AGRAVADO: Petrox Distribuidora Ltda. ADVOGADO: Arnaldo Rodrigues Neto E Patricia Freire C. H. do Rêgo. A Decisão deve ser mantida por seus próprios fundamentos, notadamente porque fundada em entendimento pacífico da Quarta Câmara Cível deste Tribunal1. Por outro lado, é descabido o recebimento deste requerimento como Agravo Interno, posto que, nos termos do parágrafo único, do art. 527, do Código de Processo Civil2, a decisão liminar que aprecia o requerimento de atribuição de efeito suspensivo ao recurso somente é passível de reforma no momento do julgamento do agravo, salvo se o próprio relator a reconsiderar. Posto isso, mantenho a Decisão. Publique-se. Intimem-se. Cumpra-se. AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: 2.ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital. RELATOR: Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira. AGRAVANTE: Marcello Figueiredo Filho. ADVOGADO: Em Causa Própria. AGRAVADO: Município de João Pessoa. ADVOGADO: Amanda Luna Torres. Presentes os pressupostos recursais, conheço dos Embargos de Declaração como Agravo Interno e nos termos do art. 557, 1º do CPC, procedo ao juízo de retratação da Decisão recorrida, para dar prosseguimento a análise da Apelação interposta. Isso porque, agora comprovado que inexistiu expediente no Tribunal de Justiça nos dias 07 e 08 de junho de 2012, e sendo a Apelação interposta no dia 11/06/2012 (segunda-feira), primeiro dia útil seguinte, o Apelo é tempestivo. Sem recurso, conclusos os autos. Publique-se. Intimem-se. Cumpra-se. MANDADO DE SEGURANÇA N ORIGEM: TJ/PB. RELATOR: Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira. IMPETRANTE: Joao Gomes Fernandes. ADVOGADO: Ivandro Pacelli de Sousa Costa E Silva. IMPETRADO: Secretário de Saúde do Estado da Paraíba E Secretário de Saúde do Município de João Pessoa. Posto isso, intime-se o Impetrante, por seu advogado, para que, no prazo de dez dias, emende a Inicial e indique uma única Autoridade que tenha lhe negado, administrativamente, o medicamento desejado, bem como para que comprove, documentalmente, tal negativa, sob pena de ser liminarmente indeferida. MANDADO DE SEGURANÇA N ORIGEM: TJ/PB. RELATOR: Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira. IMPETRANTE: Jose Anizio Filho. ADVOGADO: Antonio Anizio Neto. IMPETRADO: Presidente da Pbprev - Paraiba Previdencia. Posto isso, indefiro, desde logo, o requerimento de gratuidade judiciária. Intime-se o Impetrante, por seu advogado, para emendar a Inicial e corrigir o valor da causa, bem como para comprovar a satisfação das custas processuais, sob pena de ser liminarmente indeferida. Des. João Benedito da Silva HABEAS CORPUS N RELATOR: Des. Joao Benedito da Silva. IMPETRANTE: Moises Mota Vieira Bezerra de Medeiros. PACIENTE: Adriano dos Santos. IMPETRADO: Juizo da 10ª Vara Civel da Capital. Vistos, etc. Destarte, não se fazendo presente fumus boni juris, não há necessidade de se discorrer a respeito do periculum in mora, uma vez que a concessão do pleito, ora em análise, encontra-se condicionado à presença de ambos os requisitos. Ante o exposto, INDEFIRO o pedido de liminar. À douta Procuradoria de Justiça. Publique-se. Des. José Ricardo Porto AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Municipio de Sape. ADVOGADO: Clarissa Pereira Leite. AGRAVADO: Ministerio Publico Estadual. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO CIVIL PÚBLICA. UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DA FAMÍLIA. INSPEÇÃO DO CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA. CONDIÇÕES DE FUNCIONA- MENTO INADEQUADAS. IRREGULARIDDES CONSTATADAS. DESCASO DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL. OMISSÃO DO PODER PÚBLICO. MANUTENÇÃO DO DECISUM. PRECEDENTE DESTA CORTE E DO STF. INTELIGÊNCIA DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. DESPROVIMENTO DA IRRESIGNAÇÃO INSTRUMENTAL - Não sanadas as irregularidades apontadas no relatório realizado pelo conselho regional de medicina da Paraíba, restando evidente o risco à saúde da população, ante a má condição de funcionamento, deve ser confirmada a decisão liminar que determinou a adequação da unidade básica de saúde são Lourenço. Conforme já decidiu o Supremo Tribunal Federal, é permitido ao poder judiciário intervir no sentido de determinar que o executivo adote providências administrativas para fins de melhoria da prestação do serviço de saúde. (stf; re-agr ; AP; primeira turma; Rel. Min. Luiz fux; julg. 05/02/2013). - Eventual reforma da decisão detém o condão de causar danos irreparáveis aos cidadãos sapeenses, dada a imprescindibilidade de um adequado serviço de saúde à população daquele município, fundamento este que deve se sobressair perante a argumentação do possível esgotamento do mérito trazida pela parte recorrente. Ante o exposto, com fulcro no permissivo insculpido no art. 557 do CPC, NEGO SEGUIMENTO AO RECURSO. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Municipio de Santa Rita. ADVOGADO: Vigolvino Calixto Terceiro. AGRAVADO: Ministerio Publico Estadual. AGRAVO DE INSTRUMENTO. OBRIGAÇÃO DE FAZER. REQUERI- MENTO DE REALIZAÇÃO DE PROCEDIMENTO CIRÚRGICO. DIREITO À SAÚDE. GARANTIA CONSTITUCI- ONAL DE TODOS. COMPROVAÇÃO DA IMPORTÂNCIA DA INTERVENÇÃO RECOMENDADA PARA O TRATA- MENTO DA PATOLOGIA APRESENTADA. DEVER DO PODER PÚBLICO NA DISPONIBILIZAÇÃO DA CIRUR- GIA. PRESENÇA DOS REQUISITOS ENSEJADORES PARA A CONCESSÃO DA TUTELA ANTECIPADA. NEGATIVA DE SEGUIMENTO POR DECISÃO MONOCRÁTICA. A disponibilização de procedimento cirúrgico, essencial ao tratamento da patologia apresentada, às pessoas hipossuficientes, é dever da Fazenda Pública, pois a assistência à saúde e a proteção à vida são garantias constitucionais. Art. 5 - Na aplicação da lei, o juiz atenderá aos fins sociais a que ela se dirige e às exigências do bem comum. (Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro). Ante o exposto, outro caminho não há a este Relator, senão NEGAR SEGUIMENTO AO PRESENTE RECURSO, monocraticamente, nos termos do caput do art. 557 do CPC, eis que em confronto com a jurisprudência majoritária de Tribunal Superior e desta Corte, prestigiando, assim, os princípios da celeridade e economia processuais. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Estado da Paraiba, Repres. Por Seu Procurador Gustavo Nunes Mesquita. AGRAVADO: Michael Douglas Ferreira das Neves Melo. ADVOGADO: Alinson Ribeiro Rodrigues. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER. DEFERIMENTO DE TUTELA ANTECIPADA. IRREGIGNAÇÃO DO ESTADO. CONCURSO PÚBLICO. EXAME DE SAÚDE. TERCEIRA ETAPA DO CERTAME DISPOSTA NO EDITAL. CANDIDATO TEMPORARIAMENTE INCAPACITADO. NOVA DATA PARA O TESTE. IMPOSSIBILIDADE. VEDAÇÃO EXPRESSA NA NORMA EDITALÍCIA. PRECEDENTES DAS CORTES SUPERI- ORES. CASSAÇÃO DA MEDIDA ANTECIPATÓRIA DEFERIDA NO PRIMEIRO GRAU. UTILIZAÇÃO DO ARTI- GO 557, 1º-A DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PROVIMENTO MONOCRÁTICO DO RECURSO. - Recurso extraordinário. 2. Remarcação de teste de aptidão física em concurso público em razão de problema temporário de saúde. 3. Vedação expressa em edital. Constitucionalidade. 4. Violação ao princípio da isonomia. Não ocorrência. Postulado do qual não decorre, de plano, a possibilidade de realização de segunda chamada em etapa de concurso público em virtude de situações pessoais do candidato. Cláusula editalícia que confere eficácia ao princípio da isonomia à luz dos postulados da impessoalidade e da supremacia do interesse público. 5. Inexistência de direito constitucional à remarcação de provas em razão de circunstâncias pessoais dos candidatos. 6. Segurança jurídica. Validade das provas de segunda chamada realizadas até a data da conclusão do julgamento. 7. Recurso extraordinário a que se nega provimento. (STF- RE , Relator(a): Min. GILMAR MENDES, Tribunal Pleno, julgado em 15/05/2013, ACÓRDÃO ELETRÔNICO REPERCUSSÃO GERAL - MÉRITO DJe-228 DIVULG PUBLIC ) (grifei) - ADMINISTRATIVO. CONCURSO PÚBLICO. POLÍ- CIA TÉCNICO-ADMINISTRATIVA DO ESTADO DE GOIÁS. LESÃO NO JOELHO ESQUERDO. DISPENSA DO TESTE DE APTIDÃO FÍSICA E DO EXAME DE SAÚDE. TRATAMENTO DIFERENCIADO ENTRE CANDIDATOS. VEDAÇÃO NO EDITAL. HOMOLOGAÇÃO DO RESULTADO FINAL DO CERTAME. PERDA DO OBJETO. OCOR- RÊNCIA. 1. Pretende a impetrante ser dispensada do teste de aptidão física e da avaliação médica, fases do concurso público para ingresso na carreira de Perito Criminal, da Superintendência da Polícia Técnico-Científica do Estado de Goiás, em virtude de lesão meniscal sofrida no joelho esquerdo. 2. A ação mandamental fora extinta na origem sem resolução do mérito, com fundamento no art. 267, VI, do Código de Processo Civil, ante a superveniente carência do direito de ação, por falta de interesse processual, visto que o resultado final do concurso já foi homologado. 3. A jurisprudência desta Corte Superior é firme no sentido de que a homologação do resultado final do concurso não conduz à perda do objeto do mandamus quando o remédio constitucional busca aferir suposta ilegalidade praticada em alguma das etapas do concurso. 4. É inadmissível o tratamento diferenciado entre os candidatos, mormente quanto o edital expressamente veda a realização do teste de aptidão física em condições diversas das inicialmente estabelecidas, até mesmo nos casos de incapacidade física temporária, em homenagem aos princípios da moralidade, da isonomia e da vinculação ao instrumento convocatório. 5. A controvérsia não diz respeito à possível ilegalidade do teste de aptidão física, e sim à pretensão da impetrante em se abster de tal exigência, em vista de incapacidade física temporária. Perda do objeto do mandado de segurança reconhecida. 6. Agravo regimental não provido. (STJ -AgRg no RMS /GO, Rel. Ministro CASTRO MEIRA, SEGUNDA TURMA, julgado em 12/04/2012, DJe 23/04/2012) (grifei) Por todo o exposto, com base no art. 557, 1º-A, do Código de Processo Civil, PROVEJO O PRESENTE AGRAVO DE INSTRUMENTO, para cassar a decisão ora vergastada. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Giuseppe Silva Borges Stuckert. ADVOGADO: Wilson Furtado Roberto. AGRAVADO: Snow Adventure Turismo E Viagens Ltda. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE OBRIGA- ÇÃO DE FAZER C/C INDENIZAÇÃO. REQUERIMENTO DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA. INDEFE- RIMENTO PELO JUIZ DE PRIMEIRO GRAU. DECLARAÇÃO DE HIPOSSUFICIÊNCIA APRESENTADA. PRE- SUNÇÃO RELATIVA. REDUZIDO VALOR ATRIBUÍDO À CAUSA. RECORRENTE QUE ATUA PROFISSIONAL- MENTE EM VÁRIOS ESTADOS. ACERVO PROBATÓRIO QUE DENOTA A VIABILIDADE DO SUPLICANTE EM ARCAR COM AS DESPESAS PROCESSUAIS. MANUTENÇÃO DA INTERLOCUTÓRIA AGRAVADA. PRECE- DENTES DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. APLICAÇÃO DO ARTIGO 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. NEGATIVA DE SEGUIMENTO À IRRESIGNAÇÃO. - Consoante entendimento da Eg. Corte Especial a justiça gratuita pode ser deferida à pessoa física mediante sua simples declaração de hipossuficiência, cabendo à parte contrária impugnar tal pedido. Não obstante, o Juiz da causa, em face das provas existentes nos autos, ou mesmo das que, por sua iniciativa, forem coletadas, pode indeferir o benefício, situação em que não há como rever sua decisão em recurso especial, a teor da Súmula n.º 07 desta Corte.(...). (STJ. Corte Especial. AgRg nos EREsp / RO. Rel. Min. Gilson Dipp. J. em 29/08/2012) A declaração de hipossuficiência, para fins de obtenção de assistência judiciária gratuita, possui presunção juris tantum, podendo ser elidida pelo magistrado. Precedentes do STJ. (...). (STJ. AgRg no REsp /AL, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, julgado em 23/08/2011, DJe 08/09/2011). - O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. (art. 557, caput, do código de processo civil). Posto isso, NEGO SEGUIMENTO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Carlos Lustosa Cabral. ADVOGADO: Damiao Guimaraes Leite. AGRAVADO: Estado da Paraiba, Repres. Por Seu Procurador Geral. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE COBRANÇA C/C OBRIGAÇÃO DE FAZER. PEDIDO DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA INDEFERIDO. PESSOA FÍSICA. INEXISTÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO CABAL DE INCAPACIDADE FINANCEIRA. RECUR- SO EM CONFRONTO COM JURISPRUDÊNCIA CONSOLIDADA NO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA E NESTA CORTE. JULGAMENTO MONOCRÁTICO. AUTORIZAÇÃO EMANADA DO ART. 557, CAPUT, DO CÓDI- GO DE PROCESSO CIVIL. NEGATIVA DE SEGUIMENTO AO RECURSO. - É incontroverso que o autor, ora recorrente, é servidor público, todavia, o mesmo sequer juntou à irresignação seus contracheques e/ou o valor das custas, fato imprescindível ao deslinde da causa. - O Juiz da causa, em face das provas existentes nos autos, ou mesmo das que, por sua iniciativa, forem coletadas, pode indeferir o benefício. (STJ. Corte Especial. AgRg nos EREsp / RO. Rel. Min. Gilson Dipp. J. em 29/08/2012). Com essas considerações, NEGO SEGUIMENTO AO RECURSO. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Daniel Pereira da Costa. ADVOGADO: Franciclaudio de F Rodrigues. AGRAVADO: Estado da Paraiba, Repres. Por Seu Procurador Geral. AGRAVO DE INSTRUMENTO. CONCURSO PARA CARGO DE OFICIAIS DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO. EXAME PSICOLÓGICO. POSSIBILIDADE DE EXIGÊNCIA COMO ETAPA DO CERTAME. REPROVAÇÃO. TESTE PREVISTO NA LEI ESTADUAL N /04. CRITÉRIOS OBJETIVOS ESTABELECIDOS NO EDITAL. DISCRICIONARIEDADE DA ADMINISTRAÇÃO. RE- CORRIBILIDADE. POSSIBILIDADE E LICITUDE DA AVALIAÇÃO. MANUTENÇÃO DO DECISUM. INTELIGÊN- CIA DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. DESPROVIMENTO DA IRRESIGNAÇÃO INSTRUMENTAL - A jurisprudência pacificou-se no sentido de que, a exigência de avaliação psicológica revela-se plausível quando estiver revestida de caráter objetivo, for recorrível e seja prevista em lei formal específica STJ: RMS /ms, Rel. Ministro Jorge Mussi, quinta turma, julgado em 19/08/2009, DJE 13/10/ Percebe-se que há disciplinamento legal específico tratando da etapa em debate, qual seja, a Lei Estadual nº 7.605/04, que leciona ser pressuposto para investidura no cargo de Policial Militar da Paraíba a aprovação em exame psicológico. Com essas considerações, NEGO SEGUIMENTO AO RECURSO. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Estado da Paraiba, Rep. P/ Seu Procurador Roberto Mizuki. AGRAVA- DO: Geniffe Gabrielly Januario de Almeida Luna. ADVOGADO: Rodrigo Clemente de B Pereira. PRELIMINAR. ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM. SERVIÇO DE SAÚDE. DIREITO FUNDAMENTAL. DEVER DO ESTADO. OBRIGAÇÃO SOLIDÁRIA. IMPOSIÇÃO CONSTITUCIONAL A TODOS OS ENTES FEDERATIVOS. REJEIÇÃO DA QUESTÃO PRÉVIA. - As ações e serviços públicos de saúde competem, de forma solidária, à União, Estados, Distrito Federal e Municípios. Logo, não há que se falar em legitimidade passiva da Unidade da Federação que, por força do art. 196 da Constituição Federal, tem o dever de zelar pela saúde pública mediante ações de proteção e recuperação. - Tratando-se de responsabilidade solidária, a parte necessitada não é obrigada a dirigir seu pleito a todos os entes da federação, podendo direcioná-lo aquele que lhe convier. AGRAVO DE INSTRUMENTO. FORNECIMENTO DE MEDICAMENTO. DIREITO FUNDAMENTAL À SAÚDE. GARANTIA CONSTITUCIONAL. NECESSIDADE COMPROVADA. HIPOSSUFICIÊNCIA. PESSOA ACOMETIDA DE DOEN- ÇA GRAVE. RISCO IMINENTE. DEVER DO ESTADO. RECURSO EM CONFRONTO COM JURISPRUDÊNCIA DA PRÓPRIA CORTE. APLICAÇÃO DO ARTIGO 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. NEGATIVA DE SEGUIMENTO DA INSTRUMENTAL. - É dever do Estado prover as despesas com os medicamentos de pessoa que não possui condições de arcar com os valores, sem se privar dos recursos indispensáveis ao sustento próprio e da família. - Art. 5 - Na aplicação da lei, o juiz atenderá aos fins sociais a que ela se dirige e às exigências do bem comum. (Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro). - Se a enfermidade e a prescrição médica são fatos incontroversos nos autos, entendo precipitada, no momento processual presente,

10 10 realizar a alteração do tratamento, haja vista a ausência de maiores subsídios a sustentarem a modificação. Ante o exposto, em harmonia com o parecer do Ministério Público, rejeito a preliminar e, no mérito, nego seguimento ao presente Agravo de Instrumento, para manter inalterada a decisão de 1º grau. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Carmem Lucia Araujo de Lima E Outros. ADVOGADO: Mario Marcondes Nascimento. AGRAVADO: Federal Seguros S/a. ADVOGADO: Hermano Gadelha de Sá. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO DE SEGURO HABITACIONAL. DECLARAÇÃO DE INCOMPETÊN- CIA DO JUÍZO. DISCUSSÃO SOBRE EVENTUAL INTERESSE DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL NA LIDE. OBRIGATORIEDADE DE INTIMAÇÃO DA EMPRESA PÚBLICA. DETERMINAÇÃO EXPRESSA PREVISTA NA LEI /2014. AUSÊNCIA DA NOTIFICAÇÃO. NULIDADE DA INTERLOCUTÓRIA RECONHECIDA DE OFÍCIO. APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. RECURSO PREJUDICADO. - A CEF deverá ser intimada nos processos que tramitam na Justiça Comum Estadual que tenham por objeto a extinta apólice pública do Seguro Habitacional do Sistema Financeiro de Habitação - SH/SFH, para que manifeste o seu interesse em intervir no feito. ( 6º do art. 1-A da Lei /2014) - AGRAVO DE INSTRU- MENTO. DECLARAÇÃO DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO AGRAVADO. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO SECURITÁ- RIA. SEGURO HABITACIONAL. DISCUSSÃO SOBRE O INTERESSE DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL NA LIDE. FALTA DE INTIMAÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. NECESSIDADE DE OITIVA DA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. NULIDADE RECONHECIDA EX OFFICIO. APLICAÇÃO DO ARTIGO 557, CAPUT, DO CPC. RECURSO PREJUDICADO. Consoante Lei n /2014, atinente, entre outros pontos, às demandas de seguro habitacional de interesse da Caixa Econômica federal, vê-se que a declaração de incompetência da Justiça Estadual em razão do interesse da Caixa Econômica federal na lide deverá ser precedida de sua intimação, somente após o que o magistrado poderá avaliar, efetivamente, se tal interesse subsiste ou não. É que o interesse, a priori, é apenas potencial, já que haverão casos em que a instituição poderá não possuir interesse de agir. Tendo em consideração a ausência de intimação da empresa pública em referência (cef), para fins de oportunização de prazo para manifestar seu interesse na lide, justificando ou não a remessa dos autos à justiça federal, deve-se entender pela nulidade do decisum a quo, a qual pode ser reconhecida ex officio, tendo em vista a imperatividade de tal formalidade legal, em razão do que deve ser julgado prejudicado o recurso. Em razão das considerações tecidas acima, com fulcro no artigo 557, caput, do CPC, reconheço a nulidade ex officio da decisão agravada, porquanto em desrespeito a formalidade legal aplicável à espécie, devendo o magistrado analisar a questão da competência suscitada apenas após a oitiva da CEF, e, consequentemente, julgo prejudicado o agravo de instrumento interposto. (TJPB; AI ; Rel. Des. João Alves da Silva; DJPB 02/02/ 2015; Pág. 11) Por todo o exposto, de ofício, ANULO A DECISÃO INTERLOCUTÓRIA questionada, e determino que o juízo de 1º grau proceda a intimação da Caixa Econômica Federal de forma prévia a análise de eventual deslocamento de competência, podendo, alternativamente, se utilizar das informações prestadas pela empresa pública às fls. 188/191. Ato contínuo, DECLARO PREJUDICADO o presente agravo de instrumento. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Risonia Ouriques de Vasconcelos E Outro. ADVOGADO: Marcos Souto Maior Filho. AGRAVADO: Federal de Seguros S/a. ADVOGADO: Rosangela Dias Guerreiro. AGRAVO DE INS- TRUMENTO. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO DE SEGURO HABITACIONAL. DECLARAÇÃO DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO. DISCUSSÃO SOBRE EVENTUAL INTERESSE DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL NA LIDE. OBRIGATORIEDADE DE INTIMAÇÃO DA EMPRESA PÚBLICA. DETERMINAÇÃO EXPRESSA PREVISTA NA LEI /2014. AUSÊNCIA DA NOTIFICAÇÃO. NULIDADE DA INTERLOCUTÓRIA RECONHECIDA DE OFÍCIO. APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. RECURSO PREJUDICADO. - A CEF deverá ser intimada nos processos que tramitam na Justiça Comum Estadual que tenham por objeto a extinta apólice pública do Seguro Habitacional do Sistema Financeiro de Habitação - SH/SFH, para que manifeste o seu interesse em intervir no feito. ( 6º do art. 1-A da Lei /2014) - AGRAVO DE INSTRU- MENTO. DECLARAÇÃO DE INCOMPETÊNCIA DO JUÍZO AGRAVADO. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO SECURITÁ- RIA. SEGURO HABITACIONAL. DISCUSSÃO SOBRE O INTERESSE DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL NA LIDE. FALTA DE INTIMAÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. NECESSIDADE DE OITIVA DA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. NULIDADE RECONHECIDA EX OFFICIO. APLICAÇÃO DO ARTIGO 557, CAPUT, DO CPC. RECURSO PREJUDICADO. Consoante Lei n /2014, atinente, entre outros pontos, às demandas de seguro habitacional de interesse da Caixa Econômica federal, vê-se que a declaração de incompetência da Justiça Estadual em razão do interesse da Caixa Econômica federal na lide deverá ser precedida de sua intimação, somente após o que o magistrado poderá avaliar, efetivamente, se tal interesse subsiste ou não. É que o interesse, a priori, é apenas potencial, já que haverão casos em que a instituição poderá não possuir interesse de agir. Tendo em consideração a ausência de intimação da empresa pública em referência (cef), para fins de oportunização de prazo para manifestar seu interesse na lide, justificando ou não a remessa dos autos à justiça federal, deve-se entender pela nulidade do decisum a quo, a qual pode ser reconhecida ex officio, tendo em vista a imperatividade de tal formalidade legal, em razão do que deve ser julgado prejudicado o recurso. Em razão das considerações tecidas acima, com fulcro no artigo 557, caput, do CPC, reconheço a nulidade ex officio da decisão agravada, porquanto em desrespeito a formalidade legal aplicável à espécie, devendo o magistrado analisar a questão da competência suscitada apenas após a oitiva da CEF, e, consequentemente, julgo prejudicado o agravo de instrumento interposto. (TJPB; AI ; Rel. Des. João Alves da Silva; DJPB 02/02/ 2015; Pág. 11) Por todo o exposto, de ofício, ANULO A DECISÃO INTERLOCUTÓRIA questionada, e determino que o juízo de 1º grau proceda a intimação da Caixa Econômica Federal de forma prévia a análise de eventual deslocamento de competência, podendo, alternativamente, se utilizar das informações prestadas pela Empresa Pública às fls. 824/827. Ato contínuo, DECLARO PREJUDICADO o presente agravo de instrumento. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Maria Betania de Oliveira. ADVOGADO: Marcos Souto Maior Filho. AGRAVADO: Federal de Seguros S.a.. ADVOGADO: Rosangela Dias Guerreiro. AGRAVO DE INSTRUMENTO. INCOMPETÊNCIA DA JUSTIÇA COMUM ESTADUAL. INOVAÇÃO DA ORDEM JURÍDICA. CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 633/2013 NA LEI Nº /2014, QUE ALTEROU A LEI Nº /2011, DENTRE OUTRAS PROVIDÊNCIAS. MODIFICAÇÃO DA SITUAÇÃO JURÍDICA DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL FRENTE ÀS AÇÕES DE SEGURO HABITACIONAL GARANTIDOS PELO FUNDO DE COMPENSAÇÃO DE VARIAÇÕES SALARIAIS (FCVS). MANIFESTAÇÃO DA EMPRESA ESTATAL PELO INTERESSE NA LIDE EM RELAÇÃO A ALGUMAS PARTES. PROCESSO CINDIDO (ART. 1º-A, 8º, DA LEI Nº /2014). REMESSA DOS AUTOS À JUSTIÇA FEDERAL APENAS QUANTO AOS INTERESSADOS APONTADOS PELA CEF. APLICAÇÃO DA SÚMULA 150 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. MANUTENÇÃO DA INTERLOCUTÓ- RIA. NEGATIVA DE SEGUIMENTO DO RECURSO. - De acordo com a Lei /2014, compete à Caixa Econômica Federal CEF -, representar judicial e extrajudicialmente os interesses do FCVS, bem como à União, por intermédio da Advocacia-Geral da União, intervir nas ações de que trata o art. 1o-A da Lei no , de 25 de maio de 2011, na forma do art. 5o da Lei no 9.469, de 10 de julho de 1997, ou avocá-las, na forma do art. 8o-C da Lei no 9.028, de 12 de abril de o Caso o processo trate de apólices públicas e privadas, deverá ocorrer o desmembramento do processo, com a remessa à Justiça Federal apenas dos pleitos fundados em apólices do ramo público, mantendo-se na Justiça Comum Estadual as demandas referentes às demais apólices. ( 8º do art. 1º-A da Lei /2014) - COMPETE A JUSTIÇA FEDERAL DECIDIR SOBRE A EXISTÊNCIA DE INTERESSE JURÍDICO QUE JUSTIFIQUE A PRESENÇA, NO PRO- CESSO, DA UNIÃO, SUAS AUTARQUIAS OU EMPRESAS PUBLICAS. (Súmula 150, CORTE ESPECIAL, julgado em 07/02/1996, DJ 13/02/1996 p. 2608) - Diante das modificações legislativas introduzidas após a prolação do acórdão objeto do recurso especial e também depois da própria decisão desta Presidência na presente cautelar, faz-se cogente - por se tratar de competência absoluta, arguível ex-officio - a remessa dos autos ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região, ficando prejudicada a análise do agravo interno. (AGRAVO INTERNO Nº Rel: Desembargador Romero Marcelo da Fonseca Oliveira.. TJ-PB. Tribunal Pleno. julgado em 13 de agosto de 2014) Por todo o exposto, NEGO SEGUIMENTO ao presente agravo de instrumento, para manter a decisão a quo inalterada. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Estado da Paraíba, Representado Por Seu Procurador Tadeu Almeida Guedes. APELADO: M. R. M. V, Representada Por Seu Genitor Fábio Rodrigues de Aquino Varandas. ADVOGADO: Cyro Visalli Terceiro. REMESSA NECESSÁRIA E APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER. EXPEDIÇÃO DE CERTIFICADO DO ENEM. NEGATIVA EFETUADA PELA GERENTE EXECUTIVA DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS. IDADE MÍNIMA (DEZOITO ANOS) NÃO PREENCHIDA. APROVAÇÃO EM CURSO SUPERIOR. CAPACIDADE INTELECTUAL E COGNITIVA COMPROVADAS. DIREITO CONSTITU- CIONAL À EDUCAÇÃO. INTELIGÊNCIA DOS ARTS. 205 E 208, V, DA NOSSA CARTA MAGNA. MANUTENÇÃO DO DECISUM. PRECEDENTES DESTA CORTE DE JUSTIÇA. NEGATIVA DE SEGUIMENTO AOS RECURSOS. - O art. 208, V, da Constituição Federal concede ao educando o direito de acesso aos níveis mais elevados do ensino, não especificando vinculação de idade para a ascensão a tais patamares de escolaridade. - O candidato chamado para efetuar matrícula na Universidade em razão do desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio tem o direito de obter o certificado de conclusão do ensino médio, ainda que não tenha completado 18 anos de idade, sendo ilegal o ato administrativo que nega tal pretensão em razão de não atendimento à faixa etária estabelecida. - Os princípios constitucionais da proporcionalidade, razoabilidade, legalidade e do direito à educação devem ser buscados no intuito de relativizar os requisitos para o ingresso em instituição de ensino superior. O sentido teleológico da norma constitucional deve prevalecer sobre a letra impessoal da portaria. Diante do exposto, utilizo-me do caput, do art. 557, da Lei Adjetiva Civil, com base nas decisões desta Corte de Justiça, para negar seguimento ao apelo e a remessa necessária. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Município de João Pessoa, Representado Por Seu Procurador Geral Aderaldo Cavalcanti da Silva Junior. APELADO: Nilson Sabino dos Santos. ADVOGADO: Edízio Cruz da Silva. APELAÇÃO CÍVEL E REEXAME NECESSÁRIO. AÇÃO DE ANULAÇÃO DE PROCESSO ADMI- NISTRATIVO DISCIPLINAR. CONSELHEIRO TUTELAR. AUSÊNCIA DE CITAÇÃO PESSOAL. NOTIFICAÇÃO DE TERCEIRO ESTRANHO AO PROCEDIMENTO. INVALIDADE DO ATO. PRECEDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. NEGATIVA DE SEGUIMENTO AO RECURSO. -Não comprovada a citação pessoal do denunciado, é de se reconhecer a nulidade processo administrativo contra ele instaurado. - Constatado que não houve intimação pessoal da demandante para se manifestar no âmbito do processo administrativo, restaram violados os princípios do contraditório e da ampla defesa (STF ARE: RS, Rel. Min. Luiz Fux, data de julg.: 25/05/2012). Diante do exposto, com fundamento no caput do art. 557 do CPC, nego seguimento à apelação cível e ao Reexame Necessário, mantendo-se a sentença em todos os seus termos. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Apolinario dos Anjos Neto. ADVOGADO: Fabiola Marques Monteiro. APELADO: Municipio Salgado de Sao Felix. ADVOGADO: Fabio Brito Ferreira. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO CIVIL PÚBLICA. IMPROBI- DADE ADMINISTRATIVA. PROCEDÊNCIA. SENTENÇA. AUSÊNCIA DE ANÁLISE DE TODAS AS CONDUTAS APONTADAS NA EXORDIAL. DECISÃO CITRA PETITA. TRANSGRESSÃO AOS ARTS. 128 E 460 DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. exame da matéria diretamente em SEGUNDA Instância. IMPOSSIBILIDADE. OFENSA AO Princípio do duplo grau de jurisdição. NULIDADE DE OFÍCIO. decisório desconstituído. recurso PREJUDI- CADo. - Na hipótese em que o pedido de condenação do réu ao ressarcimento ao erário tem como fundamento causas e valores diversos, a análise de apenas um dos pleitos ocasiona nulidade da sentença por julgamento citra petita. (TJMG; APCV ; Lajinha; Quinta Câmara Cível; Rel. Des. Manuel Bravo Saramago; Julg. 01/12/2011; DJEMG 19/01/2012) - Constatado o julgamento citra petita, deve ser declarada pelo Tribunal a nulidade da decisão, a fim de que nova sentença seja prolatada pelo Magistrado a quo. Assim, sem maiores delongas, pelas considerações explanadas, ANULO, de ofício, a sentença, reconhecendo o julgamento citra petita, a fim de que o julgador singular profira outra no lugar, desta feita analisando todos os pleitos formulados na peça vestibular, restando prejudicado o apelo. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Carlos Alexandre Silva Diniz. ADVOGADO: Thiago Jose Menezes Cardoso. APELADO: Seguradora Lider dos Consorcios Dpvat. AÇÃO DE COBRANÇA. SEGURO DE ACIDENTE DE TRÂNSITO. DPVAT. AUSÊNCIA DE PRÉVIO REQUERIMENTO ADMINISTRATIVO. CARÊNCIA DE AÇÃO. EXTINÇÃO DO PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO. IRRESIGNAÇÃO. APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA INAFASTABI- LIDADE DA JURISDIÇÃO. ENTENDIMENTO CONSOLIDADO DESTE TRIBUNAL. ANULAÇÃO DA SENTENÇA. BAIXA DOS AUTOS. INCIDÊNCIA DO ART. 557, 1º-A, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PROVIMENTO DA SÚPLICA APELATÓRIA. - Não se pode exigir o prévio requerimento administrativo do pagamento do DPVAT para que a vítima de acidente ou o beneficiário do seguro postule-o judicialmente, sob pena de afronta ao princípio da inafastabilidade da jurisdição. Além disso, resta comprovada a existência de uma pretensão resistida se a promovida não efetua o pagamento do seguro após a citação. Com essas considerações, encontrando-se a decisão recorrida em confronto com jurisprudência desta Corte e de Tribunal Superior, nos termos do art. 557, 1º-A, da Legislação Adjetiva Civil, PROVEJO O APELO, para anular a sentença, determinando a baixa dos autos para o seu regular processamento. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Municipio de Juru. ADVOGADO: Joao Vanildo da Silva. APELADO: Marcelo Paulino de Sousa. ADVOGADO: Damiao Guimaraes Leite. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL. PROFESSOR. PISO NACIONAL DO MAGISTÉRIO. IRRESIGNAÇÃO. AUSÊNCIA DE IMPUGNA- ÇÃO ESPECÍFICA AOS FUNDAMENTOS DA SENTENÇA. OFENSA AO PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE. SEGUIMENTO NEGADO. - A teor do disposto no art. 514, incisos I e II do Código de Processo Civil, a parte recorrente deve verberar seu inconformismo, expondo os fundamentos de fato e direito que lastreiam seu pedido de nova decisão. Assim, na hipótese de ausência de razões recursais ou sendo estas totalmente dissociadas da sentença recorrida, não se conhece do recurso, ante a ofensa ao princípio da dialeticidade. -Art. 557 do CPC: O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. REMESSA NECESSÁRIA. PISO NACIONAL DO MAGISTÉRIO. LEI FEDERAL Nº /08. CONSTI- TUCIONALIDADE DECLARADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. VIGÊNCIA A PARTIR DE INEXIGIBILIDADE DE APLICAÇÃO DA REFERIDA LEGISLAÇÃO EM PERÍODO ANTERIOR. PRECEDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. IMPLEMENTAÇÃO DO LIMITE MÍNIMO. INCIDÊNCIA PROPORCIONAL À JORNADA DE TRABALHO. APLICAÇÃO DO ART. 557, 1º-A, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PROVI- MENTO PARCIAL DO REEXAME NECESSÁRIO. - A Lei nº /2008 só passou a ser aplicável a partir de , portanto, não se pode exigir direitos dela decorrentes em período anterior a sua vigência. - A Lei /2008 passou a ser aplicável a partir de , data do julgamento de mérito desta ação direta de inconstitucionalidade e em que declarada a constitucionalidade do piso dos professores da educação básica. Aplicação do art. 27 da Lei 9.868/2001. ( ). (STF -ADI 4167 ED, Relator(a): Min. JOAQUIM BARBOSA, Tribunal Pleno, julgado em 27/02/2013, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-199 DIVULG PUBLIC ). - A Lei federal nº /08 prescreve que 2/3 da jornada de trabalho deve ser destinada à atividade em sala de aula e 1/3 (um terço) para tarefas extraclasse. o piso salarial estabelecido pela Lei nº /08 refere-se à jornada de trabalho de 40 (quarenta) horas semanais (art. 2º, 1º), de forma que o valor do piso no município em que a jornada de trabalho dos professores é inferior deve ser encontrado com base na proporcionalidade da carga horária fixada na legislação local. (reexame necessário nº Relator: des. José ricardo porto. Primeira câmara especializada cível. Tj-pb. Julgado em 25 de fevereiro de 2014). (TJPB; AgRg ; Terceira Câmara Especializada Cível; Rel. Des. Ricardo Vital de Almeida; DJPB 05/ 09/2014; Pág. 12). (Grifo nosso) Assim, diante das assertivas apontadas, NEGO SEGUIMENTO ao recurso apelatório do Município de Juru, ante sua manifesta inadmissibilidade, nos termos do art. 557 do Código de Processo Civil, e DOU PROVIMENTO PARCIAL ao reexame necessário, com base no art. 557, 1º-A, da Lei Adjetiva Civil, apenas para determinar a aplicação do piso nacional do magistério a partir de 27/04/2011. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Telemar Norte Leste S/a. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. APELADO: Frederico Pecanha de Vasconcelos. ADVOGADO: Caio Cesar Torres Cavalcanti. PROCESSUAL CIVIL. APELAÇÃO CÍVEL. AU- SÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO AOS PONTOS ESPECÍFICOS DA SENTENÇA. MERA CÓPIA DOS ARGUMENTOS DA CONTESTAÇÃO. DESRESPEITO AO PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE. EXIGÊNCIA DO ART. 514, II, DA LEI ADJETIVA CIVIL. FALTA DE PRESSUPOSTO DE ADMISSIBILIDADE RECURSAL. APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. NEGATIVA DE SEGUIMENTO À IRRESIGNAÇÃO. - Pelo princípio da dialeticidade, é necessário que os recursos ataquem os fundamentos das decisões contra as quais foram interpostos. - Caso as razões recursais abranjam matérias dissociadas do decisum objurgado, por faltar-lhe pressuposto de admissibilidade recursal, qual seja, regularidade formal, indispensável ao seu efetivo conhecimento, deverá ser negado seguimento ao apelo interposto, de acordo com o art. 557, caput, do CPC. Destarte, na forma do caput do art. 557, do CPC, nego seguimento à irresignação apelatória, em harmonia com a manifestação ministerial de fls. 393/396. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Creuza Maria da Conceicao dos Santos. ADVOGADO: Cirilo Cordeiro dos Anjos Flho. APELADO: Banco do Nordeste do Brasil S/a. ADVOGADO: Tamara F. de Holanda Cavalcanti. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO REVISIONAL. CÉDULA RURAL PIGNORATÍCIA E HIPOTECÁRIA. IMPROCEDÊNCIA. PLEITO DE ANULAÇÃO DE TODAS AS CLÁUSULAS EXORBITANTES E ABUSIVAS. INEXISTÊNCIA DE DISCRIMINA- ÇÃO DOS ITENS ABUSIVOS E DA MOTIVAÇÃO PARA JUSTIFICAR A ANULAÇÃO DO PEDIDO. IMPOSSIBILI- DADE DE REVISÃO DE OFÍCIO. SÚMULA 381 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. NEGATIVA DE SEGUIMENTO À SÚPLICA. Para se reconhecer a nulidade de cláusulas contratuais é necessário que se discrimine quais são as consideradas ilegais e se proceda a fundamentação acerca da ilegalidade de cada tarifa, o que não ocorreu no caso concreto. Nos contratos bancários, é vedado ao julgador conhecer, de ofício, da abusividade das cláusulas. (Súmula 381 do STJ) APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO REVISIONAL. ALEGAÇÃO DE EXCESSO NO VALOR DAS PARCELAS MENSAIS. AUSÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO ESPECÍFICA EM RELAÇÃO AOS ENCARGOS CONTRATUAIS. IMPOSSIBILIDADE DE REVISÃO. SÚMULA Nº 381 DO STJ. IMPROCEDÊN- CIA DO PEDIDO. REITERAÇÃO DOS ARGUMENTOS. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. DESPROVIMENTO DO RECURSO. Para que se compreenda acerca da nulidade da cláusula que prevê as mencionadas taxas no contrato, é imprescindível a formulação de pedido específico, acompanhado da pertinente fundamentação capaz de demonstrar a ilegalidade de cada uma das tarifas, o que, no caso em exame, não ocorreu. A propósito, a Súmula nº 381 do STJ é clara ao dispor: é vedado ao julgador conhecer, de ofício, da abusividade das cláusulas nos contratos bancários. De acordo com a Súmula nº 380 do STJ, a simples propositura da ação de revisão de contrato não inibe a caracterização da mora do autor. O valor incontroverso das parcelas contratuais em ação revisional só elidirá a mora, caso haja demonstração efetiva de cobrança indevida, o que, no caso em exame, não houve. (TJPB; APL ; Terceira Câmara Especializada Cível; Rel. Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides; DJPB 19/12/2014; Pág. 28) Com essas considerações, e nos termos do caput do art. 557, caput, do Código de Processo Civil, NEGO SEGUIMENTO AO APELO. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Ministerio Publico do Estado da Paraiba. APELADO: Wilson Alves de Sousa. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO EXECUTIVA. DÉBITO IMPOSTO PELO TRIBUNAL DE CONTAS A EX-AGENTE POLÍTICO MUNI- CIPAL. ILEGITIMIDADE ATIVA DO MINISTÉRIO PÚBLICO. PRECEDENTES DO SUPREMO TRIBUNAL FEDE- RAL E DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. EXTINÇÃO DO PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. NEGATIVA DE SEGUIMENTO AO RECURSO. O Ministério Público Estadual carece de legitimidade para promover execução de débito imposto pela Corte Estadual de Contas a ex-agente político, já que a competência é do ente público beneficiário, segundo recente entendimento do Supremo Tribunal Federal, inclusive reconhecendo a repercussão geral da matéria. Recurso extraordinário com agravo. Repercus-

11 11 são geral da questão constitucional reconhecida. Reafirmação de jurisprudência. 2. Direito Constitucional e Direito Processual Civil. Execução das decisões de condenação patrimonial proferidas pelos Tribunais de Contas. Legitimidade para propositura da ação executiva pelo ente público beneficiário. 3. Ilegitimidade ativa do Ministério Público, atuante ou não junto às Cortes de Contas, seja federal, seja estadual. Recurso não provido. (ARE RG, Relator(a): Min. GILMAR MENDES, julgado em 02/10/2014, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe- 211 DIVULG PUBLIC ) Com base nessas considerações, nos termos do art. 557, caput, do Código de Processo Civil, nego seguimento ao recurso apelatório, para manter a sentença vergastada em todos os seus termos. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Ministerio Publico do Estado da Paraiba. APELADO: Jose Gomes de Andrade. ADVOGADO: Zeilton Marques de Melo. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO EXECUTIVA. DÉBITO IMPOSTO PELO TRIBUNAL DE CONTAS A EX-AGENTE POLÍTICO MUNICIPAL. ILEGITIMIDADE ATIVA DO MINISTÉRIO PÚBLICO. PRECE- DENTES DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL E DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. EXTINÇÃO DO PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. NEGATIVA DE SEGUIMENTO AO RECURSO. O Ministério Público Estadual carece de legitimidade para promover execução de débito imposto pela Corte Estadual de Contas a ex-agente político, já que a competência é do ente público beneficiário, segundo recente entendimento do Supremo Tribunal Federal, inclusive reconhecendo a repercussão geral da matéria. Recurso extraordinário com agravo. Repercussão geral da questão constitucional reconhecida. Reafirmação de jurisprudência. 2. Direito Constitucional e Direito Processual Civil. Execução das decisões de condenação patrimonial proferidas pelos Tribunais de Contas. Legitimidade para propositura da ação executiva pelo ente público beneficiário. 3. Ilegitimidade ativa do Ministério Público, atuante ou não junto às Cortes de Contas, seja federal, seja estadual. Recurso não provido. (ARE RG, Relator(a): Min. GILMAR MENDES, julgado em 02/10/2014, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-211 DIVULG PUBLIC ) Com base nessas considerações, nos termos do art. 557, caput, do Código de Processo Civil, nego seguimento ao recurso apelatório, para manter a sentença vergastada em todos os seus termos. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Banco do Nordeste do Brasil S/a. ADVOGADO: Lysanka dos Santos Xavier. APELADO: Simone Nascimento de Oliveira. ADVOGADO: Márcia Ribeiro Barbosa. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE EXECU- ÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL. PRESCRIÇÃO INTERCORRENTE DECRETADA DE OFÍCIO. IMPOSSIBI- LIDADE. EXECUÇÃO SUSPENSA POR DECISÃO JUDICIAL NOS MOLDES DO ART. 791 DO CPC. SUSPEN- SÃO DO PRAZO PRESCRICIONAL. AUSÊNCIA DE INTIMAÇÃO DA PARTE PARA PROMOVER OS ATOS DA EXECUÇÃO. ART.557, 1 -A, DO CPC. PROVIMENTO DO RECURSO. - A prescrição intercorrente só poderá ser reconhecida no processo executivo se, após a intimação pessoal da parte exequente para dar andamento ao feito, a mesma permanece inerte. (STJ, AgRg no AREsp /GO, Rel. Ministro SIDNEI BENETI, TERCEIRA TURMA, julgado em 23/10/2012, DJe 06/11/2012) Por essas razões, com base no que preceitua o artigo 557, 1º- A, do Código de Processo Civil, DOU PROVIMENTO AO APELO, no sentido de afastar a ocorrência da prescrição e determinar o retorno dos autos ao Juízo de origem para seu regular processamento. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Jose Estanho de Lima. ADVOGADO: Marcilio Evangelista de Souza. APELADO: Mapfre Vera Cruz Seguradora S/a. ADVOGADO: Samuel Marques Custodio de Albuquerque. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA DE SEGURO DPVAT. PREJUDICIAL DE PRESCRIÇÃO. OCORRÊNCIA. AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DA CONTINUIDADE DO TRATAMENTO. PRECEDENTES DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. APLICAÇÃO DA SÚMULA 405 DA CORTE DA CIDADANIA. DEMANDA INTENTADA APÓS O DECURSO DO PRAZO DE 3 ANOS. UTILIZAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. NEGATIVA DE SEGUIMENTO AO RECURSO. - Após o advento do CC/2002, passou a ser trienal o prazo prescricional para o ajuizamento da ação de cobrança de indenização do seguro obrigatório DPVAT. (Súmula 405 do STJ.) - No caso em exame, importa esclarecer que entre a data do evento danoso e a do laudo colacionado ao presente feito, ocorreu apenas o relato de tratamento reabilitatório há quase uma década. Assim, evidenciada a fragilidade no nexo causal diante do longo tempo desde o procedimento e o exame realizado. Isto posto, com base no caput do art. 557, do Código de Processo Civil, nego seguimento ao apelo, mantendo-se a sentença por outros fundamentos. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Banco Itaucard S/a. ADVOGADO: Luis Felipe Nunes de Araujo. APELADO: Charles Dias do Nascimento. ADVOGADO: Danilo Caze Braga da Costa Silva. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO DE FINANCIAMENTO. PROCEDÊNCIA PARCIAL. RESSARCIMENTO DAS TARIFAS DE SERVI- ÇOS DE TERCEIROS, DE CADASTRO E TAXA DE GRAVAME ELETRÔNICO. NECESSIDADE DE ESPECIFI- CAÇÃO DA ORIGEM E FINALIDADE. INOCORRÊNCIA. ABUSIVIDADE. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. INTELIGENCIA DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. NEGATIVA DE SEGUIMENTO AO RECURSO. - Constata-se que as tarifas em questão não foram acompanhadas das necessárias informações e especificações a respeito de sua exata função, a fim de esclarecer ao consumidor pelo que, efetivamente, está pagando, em patente ofensa ao princípio da informação, norteador da lei consumerista. Por essas razões, e com base no que preceitua o artigo 557, caput, do Código de Processo Civil, NEGO SEGUIMENTO AO APELO, mantendo a sentença recorrida em todos os seus termos. CONFLITO DE COMPETÊNCIA N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. SUSCITANTE: Juizo da Vara de Feitos Especiais da Capital. SUSCITADO: Juizo da 5ª Vara Civel de Joao Pessoa. CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA CONTRA ESPÓLIO. ENCAMINHAMENTO DA DEMANDA À VARA DE FEITOS ESPECIAIS DA CAPITAL. DISCORDÂNCIA DO MAGISTRADO. SUSCITAÇÃO DO CONFLITO. CONHECIMENTO PARA, DE PLANO, DECLARAR COMPETENTE O SUSCITADO. - Não versando a matéria objeto da demanda sobre nenhuma questão afeita à competência do juízo da vara de feitos especiais, impõe-se o encaminhamento do processo ao juiz da vara cível o qual tem competência para julgar ação de cobrança. Diante do exposto, julgo, de plano, o presente conflito para declarar competente o Juízo da 5.ª Vara Cível da Comarca da Capital. MANDADO DE SEGURANÇA N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. IMPETRANTE: Eustakio de Sa Pereira Junior. ADVOGADO: Dionizio Gomes da Silva. IMPETRADO: Secretario de Educacao do Estado da Paraiba E Outro. MANDADO DE SEGURANÇA. EDUCA- ÇÃO. EMISSÃO DE CERTIFICADO DE CONCLUSÃO DO ENSINO MÉDIO. RECUSA. AUSÊNCIA DE COM- PROVAÇÃO DE ATO COMISSIVO OU OMISSIVO. INEXISTÊNCIA DE CÓPIA DO REQUERIMENTO ADMINIS- TRATIVO. CARÊNCIA DE QUAISQUER ELEMENTOS QUE COMPROVEM A SUPOSTA NEGATIVA OU OMIS- SÃO. IMPORTÂNCIA DO DOCUMENTO PARA IDENTIFICAÇÃO DA AUTORIDADE APONTADA COMO COATO- RA. NECESSIDADE DE DEMONSTRAÇÃO DE PLANO DAS ALEGAÇÕES. FALTA DE PROVA PRÉ-CONSTITU- ÍDA. DILAÇÃO PROBATÓRIA NÃO PERMITIDA. PRESSUPOSTO DE ADMISSIBILIDADE NÃO PREENCHIDO. POSSIBILIDADE DE INGRESSAR COM OUTRA AÇÃO MANDAMENTAL OU NA VIA ORDINÁRIA. DENEGA- ÇÃO DA ORDEM SEM APRECIAÇÃO DO MÉRITO. NOVA NORMA DO MANDAMUS. INTELIGÊNCIA DO ARTIGO 267, I, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, C/C O DISPOSTO NO ARTIGO 6º, 5º, DA LEI Nº / Em sede de mandamus, o recebimento da inicial está condicionado à existência de prova pré-constituída do direito invocado. - No presente caso, o impetrante deixou de acostar cópia do ato coator, de modo que sequer sabemos se foi comissivo ou omissivo, tampouco podemos identificar a autoridade coatora, cujo documento é importante para aferir não só a própria conduta apontada como ilegal, como também a competência para o julgamento do writ. - Apesar de apontar a existência de ato omissivo, o impetrante/recorrente não trouxe aos autos prova pré-constituída de que o requerimento administrativo pendente de apreciação tenha sido apresentado à autoridade apontada como coatora, circunstância que demonstra a inviabilidade da ação mandamental (STJ. AgRg-RMS nº Rel. Min. Paulo Benjamin Fragoso Gallotti. J. em 06/11/2008) - Pela natureza do procedimento e do direito discutido em sede de mandado de segurança, não se admite a dilação probatória. - O mandado de segurança deverá ser extinto sem resolução de mérito, denegando-se a ordem, quando inexistente a prova pré-constituída, nos termos dos arts. 6ª, 5º, e 10, caput, ambos da Lei n /2009 c/c art. 267, inciso I, do Código de Processo Civil. - Art. 6º das Lei /09. ( ) 5º Denega-se o mandado de segurança nos casos previstos pelo art. 267 da Lei n , de 11 de janeiro de 1973 Código de Processo Civil. ( 5º, do art. 6º, da Lei nº /2009). Ante o exposto, DENEGO A SEGURANÇA, sem apreciação de mérito, com respaldo nas prescrições do 5º, do art. 6º, da Lei nº /2009, c/c dispositivo 267, I, do CPC. MANDADO DE SEGURANÇA N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. IMPETRANTE: Alcides Francisco da Silva. ADVOGADO: Joao Jose de Almeida Cruz. IMPETRADO: Comandante Geral da Policia Militar do. MANDADO DE SEGURANÇA. ATO DO COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DA PARAÍBA. LICENCIAMENTO A PEDIDO. INÍCIO DO PRAZO DECADENCIAL. CIÊNCIA DA CONDUTA APONTADA COMO COATORA. PUBLICAÇÃO NO BOLETIM INTER- NO DA PMPB. JURISPRUDÊNCIA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. DECURSO DE MAIS DE 120 (CENTO E VINTE) DIAS ENTRE O ATO E A IMPETRAÇÃO DO WRIT. EMENDA À CONSTITUIÇÃO ESTADUAL Nº 37/2014. AUSÊNCIA DE REPERCUSSÃO QUANTO AO LAPSO TEMPORAL DECADENCIAL. PRECEDEN- TE DESTA CORTE EM CASO IDÊNTICO. DECADÊNCIA OPERADA. INOBSERVÂNCIA DO ART. 23 DA LEI Nº /2009. INDEFERIMENTO DA INICIAL. - A decadência é instituto processual aplicável às ações mandamentais, cujo prazo inicia-se com a ciência da conduta inquinada de ilegal, não se interrompendo ou suspendendo. - Tratando-se de ato praticado pelo Comandante Geral da Polícia Militar do Estado da Paraíba, referente a licenciamento a pedido de integrante daquela corporação, o prazo decadencial para impetração de mandado de segurança tem início a partir da ciência inequívoca da conduta apontada como ilegal, no caso, a publicação no Boletim Interno da PMPB. Precedentes do STJ. - A fluência do prazo decadencial no mandando de segurança tem início na data em que o interessado tiver ciência inequívoca da pretensa lesão ao seu direito. Na hipótese, a contagem desse prazo teve início com a publicação do Boletim Geral da Polícia Militar do Estado do Amazonas, que não incluiu o nome do Impetrante no rol dos policiais militares a serem promovidos. (STJ. RMS / AM. Rel. Min. Laurita Vaz. J. em 28/10/2008). - Transcorridos mais de cento e vinte dias entre a data em que o servidor tomou ciência do ato tido por abusivo e ilegal (pela publicação da Portaria no Boletim Interno de Serviço) e a data da impetração, opera-se a decadência do direito de impetrar segurança, conforme previsão do art. 18 da Lei 1.533/51. (STJ. MS 8899 / DF. Rel. Min. Felix Fisher. J. em 14/05/2003). - O 14 do art. 48-A da Constituição Estadual, incluído pela Emenda n. 37/2014, ao preceituar que o militar licenciado por ato inválido deve ser reintegrado à Corporação, não trouxe qualquer inovação no plano normativo, apenas repetindo um preceito lógico da Teoria Geral do Direito Administrativo segundo o qual um ato nulo deve ter seus efeitos fulminados pelo Judiciário, sem trazer qualquer regra de interrupção ou de suspensão de prazo prescricional ou decadencial, razão pela qual a modificação constitucional não repercute no julgamento do caso concreto. (TJPB. Segunda Seção Especializada Cível. Rel. Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira. J. em 04/02/2015). - Decai do direito ao mandado de segurança quem apenas vem manejá-lo já ultrapassados mais de 120 (cento e vinte) dias do ato que alega ter sido praticado com ilegalidade. - Art O direito de requerer mandado de segurança extinguir-se-á decorridos 120 (cento e vinte) dias contados da ciência, pelo interessado, do ato impugnado. (Art. 23, da Lei nº /2009). Diante dessas considerações, e com fulcro no art. 10 da Lei nº /2009, indefiro a inicial do presente mandamus, por inobservância do prazo decadencial definido no art. 23 desse mesmo diploma legal. Sem honorários advocatícios, nos termos da Súmula 512 do STF. Des. José Ricardo Porto AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Grafica E Editora Agenda Ltda. ADVOGADO: Gilson Guedes Rodrigues E Outra. AGRAVADO: Cda Tecnologia Eletronica Ltda. ADVOGADO: Thelio Farias E Outros. Portanto, diante da ausência de um dos requisitos imprescindível para a concessão da tutela recursal, INDEFIRO o pedido de efeito suspensivo neste agravo. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Severino Goncalves da Silva E Severina Lúcia da Silva Gonçalves. AGRAVADO: Antonio Fernandes Bezerra. Portanto, na falta de um dos pressupostos que autorizam a concessão de efeito suspensivo ao recurso, INDEFIRO a tutela recursal. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Municipio de Pitimbu. ADVOGADO: Jose Augusto Meirelles Neto. AGRAVADO: Paulo Nascimento da Cunha E Outros. ADVOGADO: Orlando Sebastiao de Lima. Por essas razões, revejo o posicionamento de fls. 58/60, para entender que o agravo de instrumento é tempestivo, devendo ter seu regular seguimento. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Josicleide da Silva Alves. ADVOGADO: Pollyana Albuquerque. APELADO: Banco Dibens S/ a. ADVOGADO: Nelson Paschoalotto. Com base no exposto, INDEFIRO O PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Cagepa Companhia de Agua E Esgotos da Paraiba. AGRAVADO: Defensoria Publica do Estado da Paraiba. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO. INOCORRÊNCIA. TENTATIVA DE REDISCUSSÃO DO FEITO. IMPOSSIBILIDADE. MANUTENÇÃO DA DECISÃO COMBATIDA, POR SEUS PRÓPRIOS FUNDAMENTOS. REJEIÇÃO DA SÚPLICA ACLARATÓRIA. É de se rejeitar os embargos de declaração que visam rediscutir a matéria julgada ou quando inexiste qualquer eiva de omissão, obscuridade ou contradição porventura apontada. De forma a valorizar os princípios da celeridade e economia processuais, bem como a sistemática trazida pelo Código de Processo Civil, devem os Embargos Declaratórios opostos contra decisão monocrática do Relator serem julgados também de forma isolada, porquanto se mostra despiciendo o conhecimento da questão pelo órgão colegiado. Ante todo o exposto, REJEITO os presentes embargos, mantendo inalterada a decisão combatida. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Gilson Marques Gondim. ADVOGADO: Monica de Souza Rocha Barbosa. APELADO: Federacao Israelita do Estado de Sao Paulo. ADVOGADO: Roseli Meireles Gomes. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS C/C OBTENÇÃO COMPULSÓRIA DO DIREITO DE RESPOSTA. RESPONSABILIDADE CIVIL. MANTENEDOR DE PROVEDOR DE CONTEÚDO DA INTERNET. AUSÊNCIA DE RESPONSABILIDADE. INEXISTÊNCIA DE NEXO CAUSAL. IMPROCEDÊNCIA DO PEDIDO. IRRESIGNAÇÃO. EXISTÊNCIA DE MATÉRIA COM CONTEÚDO OFENSIVO À IMAGEM DO AUTOR. RESPONSABILIDADE DE QUEM AS ESCREVEU. PROVEDOR DE CONTEÚDO. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS FIXADOS COM RAZO- ABILIDADE. MANUTENÇÃO. DECISÃO EM CONFORMIDADE COM JURISPRUDÊNCIA DO SUPERIOR TRI- BUNAL DE JUSTIÇA. NEGATIVA DE SEGUIMENTO AO APELO. O site De Olho na Mídia não tem obrigação de fiscalizar o conteúdo das informações publicadas por seus usuários. Nesse contexto, não se pode imputar responsabilidade civil ao demandado pelo fato de ser mantenedor de referido sítio eletrônico. Não há razão para minorar o valor dos honorários advocatícios, uma vez que foram arbitrados com razoabilidade, na forma do artigo 20 do Código de Processo Civil. - PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. RESPONSABILIDADE CIVIL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO. PROVEDOR DE CONTEÚDO DA INTER- NET. DECISÃO MANTIDA. 1. Consoante a jurisprudência desta Corte, não se constitui atividade intrínseca do serviço prestado pelo provedor de conteúdo da internet a fiscalização prévia das informações postadas no site por seus usuários, portanto, não se aplica à hipótese a responsabilidade objetiva prevista no art. 927 do CC/2002, tampouco o art. 14 do CDC, por não se tratar de produto defeituoso. 2. Não se conhece de questão jurídica ventilada tão somente em sede de agravo interno, que revela inadmissível inovação recursal. 3. Agravo regimental a que se nega provimento. (STJ, AgRg no AREsp /RJ, Rel.: Min. Antônio Carlos Ferreira, D.J.: 03/02/2015) Por todo o exposto, NEGO PROVIMENTO AO RECURSO APELATÓRIO interposto pelo autor, para manter irretocável a decisão de 1º grau. Des. Carlos Martins Beltrão Filho PROCEDIMENTO COMUM N RELATOR: Des. Carlos Martins Beltrao Filho. POLO ATIVO: José Vieira da Silva, Prefeito do Município de Marizópolis, Janemárcio da Silva, João Batista Leonardo E Representante do Ministerio Publico. ADVOGADO: Gilson Marques Evangelista E Marcos Ubiratan Pedrosa Calado, DEFENSOR: Coriolano Dias de Sá Filho e DEFENSOR: Ozael da Costa Fernandes E Manfredo Rosenstock. POLO PASSIVO: José Vieira da Silva, Prefeito do Município de Marizópolis, Janemárcio da Silva E João Batista Leonardo. ADVOGADO: Gilson Marques Evangelista E Marcos Ubiratan Pedrosa Calado, DEFEN- SOR: Coriolano Dias de Sá Filho e DEFENSOR: Ozael da Costa Fernandes E Manfredo Rosenstock. Vistos etc. Defiro o pedido de habilitação de fls. 612, concedendo vistas dos autos por cinco dias. À Coordenadoria Judiciária para os fins devidos. Cumpra-se. Desª. Maria das Graças Morais Guedes AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: ESCRIVANIA DA 3ª CÂMARA CIVEL. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. AGRAVANTE: Francisco Jose da Cunha Cavalcanti. ADVOGADO: Felipe Gomes de Medeiros. AGRAVADO: Municipio de Joao Pessoa. Com estas considerações, considero ausentes o juízo de verossimilhança e o fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação, razão pela qual INDEFIRO a liminar pleiteada. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: ESCRIVANIA DA 3ª CÂMARA CIVEL. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. AGRAVANTE: Amneres Santiago de Brito Pereira E Isabel Cristina Santiago de Brito Pereira. ADVOGADO: Augusto Sérgio de Brito Pereira. AGRAVADO: Municipio de Alagoinha. ADVOGADO: Marinaldo Bezerra Pontes. Com essas considerações, por não estarem presentes os requisitos pertinentes, indefiro o efeito suspensivo requerido. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECI- SÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. AGRAVANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador Julio Tiago Carvalho Rodrigues. AGRAVADO: Luiz Soares de Pontes. ADVOGADO: Benedito de Andrade Santana. AGRAVO DE INSTRUMENTO. REALIZAÇÃO DE EXAME MÉDICO. TUTELA ANTECIPADA DEFERIDA. IRRESIGNAÇÃO. LEGITIMIDADE PASSIVA DO ESTADO. POSSIBILIDADE DE ANTECIPAÇÃO DA TUTELA E DO BLOQUEIO DE VERBAS PÚBLICAS NO CASO DE DESCUMPRIMENTO. PRESENÇA DOS REQUISITOS DO ART. 273 DO CPC. DIREITO À SAÚDE QUE SE SOBREPÕE A QUESTÕES ORÇAMENTÁ- RIAS. MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA. SEGUIMENTO NEGADO. - O funcionamento do Sistema Único de Saúde SUS é de responsabilidade solidária da União, Estados-membros e Municípios, de modo que qualquer destas entidades tem legitimidade ad causam para figurar no polo passivo de demanda que objetiva a garantia do acesso à medicação para pessoas desprovidas de recursos financeiros. - O STF interpretou restritivamente as limitações ao poder geral de cautela do Magistrado condensadas em vários diplomas normativos, apenas não admitindo a antecipação de tutela contra a Fazenda Pública, que esgote, no todo ou em parte, o objeto da ação no tocante à reclassificação funcional ou equiparação de servidores públicos, à concessão de aumento ou extensão de vantagens pecuniárias, à outorga ou acréscimo de vencimentos e ao pagamento de vencimentos e vantagens pecuniárias a servidor público. - Presente nos autos a prova inequívoca, capaz de convencer o magistrado acerca da probabilidade de acerto da pretensão inicial, bem assim, sendo visível a possibilidade de dano irreversível à parte, é de se conceder a antecipação dos efeitos da tutela. - É possível o bloqueio de verba pública para fins de satisfação da obrigação de fazer concernente ao custeio de exames médicos, conforme autoriza o art. 461, 5º, do CPC. Ademais, o direito à saúde se sobrepõe a questões orçamentárias.

12 12 - Nos termos do art. 557 do CPC, o relator negará seguimento a recurso manifestamente improcedente. Diante de tais considerações, NEGO SEGUIMENTO ao presente agravo de instrumento, em razão da sua manifesta improcedência. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECI- SÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. AGRAVANTE: Banco Pan S/a. ADVOGADO: Rosangela da Rosa Correa. AGRAVADO: Aurineide Donato de Sousa. ADVOGADO: Andre Araujo Pires. AGRAVO DE INSTRUMENTO. DESPACHO DETERMINANDO A INTIMAÇÃO DO AUTOR/AGRAVANTE ACERCA DA PETIÇÃO E CIENTIFICANDO DE IMPEDIMENTO DE REMOÇÃO DE VEÍCULO DA COMARCA. MERO EXPEDI- ENTE. AUSÊNCIA DE CUNHO DECISÓRIO. INEXISTÊNCIA DE LESIVIDADE. IRRECORRIBILIDADE. ART SEGUIMENTO NEGADO NOS TERMOS DO ART. 527, I, E ART. 557 DO CPC. Nos termos do art. 504 do CPC, não cabe recurso contra despacho de mero expediente. Com essas considerações, NEGO SEGUIMENTO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO, nos termos do art. 557, caput, do Código de Processo Civil. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECI- SÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. AGRAVANTE: Jose Alves de Franca. ADVOGA- DO: Luara Gabrielle A. dos Santos Fidelis. AGRAVADO: Mapfre Seguros Gerais S/a. AGRAVO DE INSTRU- MENTO. AÇÃO DE COBRANÇA DO SEGURO DPVAT. COMPETÊNCIA RELATIVA. DECLINAÇÃO DE OFÍCIO. IMPOSSIBILIDADE. SÚMULA 33 STJ. PROVIMENTO. Tratando-se de ações de cobrança do seguro DPVAT, o STJ firmou o entendimento de que constitui faculdade do autor escolher entre o foro do seu próprio domicílio, o do local do acidente ou, ainda, o do domicílio do réu. Dispõe a Súmula nº 33, do STJ: A Incompetência relativa não pode ser declarada de ofício. O confronto com jurisprudência dominante do Superior Tribunal de Justiça autoriza ao relator a dar provimento ao recurso. Inteligência do 1º-A do artigo 557 do CPC. Com essas considerações, DOU PROVIMENTO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO, com fulcro no art. 557, 1º-A, do CPC, para reconhecer a competência relativa da 9ª Vara Cível da Comarca de João Pessoa-PB, determinando o prosseguimento da ação na origem. APELAÇÃO N ORIGEM: ESCRIVANIA DA 3ª CÂMARA CIVEL. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Joao Batista das Chagas Costa. ADVOGADO: Valter de Melo. APELADO: Oi Tnl Pcs S/a. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. APELAÇÃO. INOCORRÊNCIA DE IMPUGNA- ÇÃO ESPECÍFICA DO COMANDO JUDICIAL. ARGUMENTOS UTILIZADOS NO RECURSO APELATÓRIO QUE NÃO ATACAM OS FUNDAMENTOS DA DECISÃO RECORRIDA. VIOLAÇÃO DO PRINCÍPIO DA DIALETICIDA- DE. INSURGÊNCIA MANIFESTAMENTE INADMISSÍVEL. SEGUIMENTO NEGADO. É imprescindível que as razões do recurso ataquem os fundamentos da decisão sob pena de inadmissibilidade. Com essas considerações, NEGO SEGUIMENTO ao apelo, por ser manifestamente inadmissível, nos termos do art. 557, caput, do Código de Processo Civil. Des. Leandro dos Santos AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des. Leandro dos Santos. AGRAVANTE: Hermenegildo Alves Pereira. ADVOGADO: Marcelo Ferreira Soares Raposo. AGRAVADO: Banco do Brasil S/a. ADVOGADO: Louise Rainer Pereira Gionedis. AGRAVO DE INSTRU- MENTO. PEDIDO INDIVIDUAL DE CUMPRIMENTO DE SENTENÇA COLETIVA. EXPURGOS INFLACIONÁRI- OS SOBRE CADERNETA DE POUPANÇA. SOBRESTAMENTO DO CURSO DA EXECUÇÃO. PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO. MANUTENÇÃO DA DECISÃO. INTERPOSIÇÃO DE AGRAVO. SUSPENSÃO OU INTER- RUPÇÃO DE PRAZO RECURSAL. IMPOSSIBILIDADE. RECURSO INTEMPESTIVO. PRECEDENTE DO STJ. DECISÃO MONOCRÁTICA. HIPÓTESDE DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. SEGUIMENTO NEGADO. - É intempestivo o Agravo de Instrumento interposto quando já decorrido o prazo legal, previsto no art. 522 do CPC. - O prazo para interpor agravo de instrumento conta-se da decisão inicial que trouxe o apontado gravame à parte. Assim, o pedido de reconsideração não suspende nem interrompe o prazo recursal, sendo intempestivo e, portanto, manifestamente inadmissível o agravo interposto da decisão que apenas ratificou a anterior. Ante o exposto, NEGO SEGUIMENTO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO. P. I. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Juízo da 2ª Vara da Comarca de Sapé. RELATOR: Des. Leandro dos Santos. AGRAVANTE: Municipio de Sobrado. ADVOGADO: Arnaldo Barbosa Escorel Junior. AGRAVADO: Marinezio Monteiro Patricio. ADVOGADO: Adriano Neri da Silva. AGRAVO DE INSTRUMENTO. MANDADO DE SEGURANÇA. DEFERIMENTO PARCIAL DA LIMINAR. IRRESIGNAÇÃO. PERDA DO OBJETO. RECURSO PREJUDICADO. APLICAÇÃO DOS ARTS. 557 DO CPC E 127, XXX, DO RITJPB. SEGUIMENTO NEGADO. - São atribuições do relator: julgar prejudicado pedido ou recurso que haja perdido o objeto, (...). (Art. 127, XXX, do RITJPB). - O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. (Art. 557 do CPC). Por tais razões, com fulcro no art. 557, do Código de Processo Civil, em harmonia com o parecer ministerial, NEGO SEGUIMEN- TO ao presente Agravo de Instrumento, por entendê-lo prejudicado, em face da perda de objeto do recurso. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da 4ª Vara de Cabedelo. RELATOR: Des. Leandro dos Santos. APELANTE: Tonny Everson Gondim Alencar. ADVOGADO: Valter de Melo. APELADO: Tim Celular S/a. ADVOGADO: Christianne Gomes da Rocha. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. FALHA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO. INTERRUPÇÃO DE ATIVIDADE DE TELEFONIA EM DIAS ISOLADOS. DANO MORAL NÃO CONFIGURADO. MEROS DISSABORES. DECISÃO MONOCRÁTICA. HIPÓ- TESE DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. DESPROVIMENTO DO APELO. - só deve ser reputado como dano moral a dor, vexame, sofrimento ou humilhação que, fugindo à normalidade, interfira intensamente no comportamento psicológico do indivíduo, causando-lhe aflições, angústia e desequilíbrio em seu bem-estar. Mero dissabor, aborrecimento, mágoa, irritação ou sensibilidade exacerbada estão fora da órbita do dano moral, porquanto tais situações não são intensas e duradouras, a ponto de romper o equilíbrio psicológico do indivíduo Diante de tais razões, nos termos do art. 557, caput, do CPC, DESPROVEJO o Apelo, para manter inalterada a decisão de primeiro grau. Publique-se. Intimações necessárias. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital. RELATOR: Des. Leandro dos Santos. APELANTE: Jose Luiz da Silva Soares. ADVOGADO: Candido Artur Matos de Sousa. APELADO: Estado da Paraiba,rep.p/sua Procuradora. ADVOGADO: Maria Clara Carvalho Lujan. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER. FATO OCORRIDO EM AJUIZAMENTO DA AÇÃO EM PRAZO SUPERIOR AO QUINQUÊNIO APLICÁVEL ÀS AÇÕES QUE ENVOLVAM A FAZENDA PÚBLICA. TERMO INICIAL. PROMOÇÃO À GRADUAÇÃO DE CABO PELO DECRETO Nº /2002. ENTEN- DIMENTO ESPOSADO NOS TRIBUNAIS SUPERIORES. INTELIGÊNCIA DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. SEGUIMENTO NEGADO. - As dívidas passivas da União, dos Estados e dos Municípios, bem como todo e qualquer direito ou ação contra a Fazenda federal, estadual ou municipal, seja qual for a sua natureza, prescrevem em 5 (cinco) anos, contados da data do ato ou fato do qual se originarem. Por tais considerações, aciono o dispositivo do art. 557, caput, do CPC, para, de ofício, reconhecer a prescrição do fundo de direito do Apelante e NEGAR SEGUIMENTO ao recurso apelatório interposto. Publique-se. Intime-se. Des. José Aurélio da Cruz AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Capital - 11ª Vara Cível. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. AGRAVANTE: Gerson Expedito Ribeiro de Souza. ADVOGADO: Diana Alexandre Belem. AGRAVADO: Banco Panamericano S/a. AGRAVO DE INSTRUMENTO - AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULA CONTRATUAL C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E REPETIÇÃO DE INDÉBITO E PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA - PRETENSÃO DE SUSPENSÃO DE DESCONTOS - ALEGAÇÃO DE SEREM ABUSIVOS - TUTELA ANTECIPADA - AUSÊNCIA DOS PRESSUPOSTOS LEGAIS - INDEFERIMEN- TO DO PEDIDO. - Para que se possa deferir a antecipação da tutela recursal (efeito suspensivo ativo), nos termos do art. 273 do Código de Processo Civil, necessária se faz a coexistência dos requisitos legais que autorizam a concessão do referido provimento de cognição sumária, quais sejam: a) a prova inequívoca conducente à verossimilhança da alegação; b) a ausência de irreversibilidade dos efeitos do provimento; c) o fundado receio da ocorrência de dano irreparável ou de difícil reparação (provimento assecuratório) e, por fim; d) o abuso de direito ou manifesto intuito protelatório do réu (provimento punitivo). Inteligência do art. 273 do Código de Processo Civil. Pelos motivos acima expostos, NEGO o efeito suspensivo pretendido, por ausência do fumus boni iures, nos termos do art. 273, do CPC. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Campina Grande - 5ª Vara de Familia. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. AGRAVANTE: L. T. C. M. G.. ADVOGADO: Andrezza G. Medeiros Costa Lima; Olinda Sammara de Lima Aguiar. AGRAVADO: D. G. A.. ADVOGADO: Anibal Bruno Montenegro Arruda. AGRAVO DE INSTRUMENTO - AÇÃO DE PARTILHA DE BENS. GRATUIDADE JUDICIÁRIA. INDE- FERIMENTO PELO JUÍZO A QUO. DETERMINAÇÃO PARA RECOLHIMENTO DAS CUSTAS PROCESSU- AIS. IRRESIGNAÇÃO. REQUERIMENTO DE GRATUIDADE JUDICIÁRIA OU DEFERIMETNO PARA PAGA- MENTO DE CUSTAS AO FINAL. POSSIBILIDADE. REFORMA DA INTERLOCUTÓRIA. MEDIDA QUE SE IMPÕE. PROVIMENTO MONOCRÁTICO. INTELIGÊNCIA DO 1º - A, DO ART. 557, DO CPC. - Efetivamente o patrimônio amealhado pelo casal e que visa a partilhar não autoriza a concessão do benefício da gratuidade, pois este é destinado aos que demonstrem carência de recursos e estado de pobreza, o que não é o caso do agravante. Entretanto, diante das atuais circunstâncias e alegações, não havendo demonstração de liquidez, a fim de que possa arcar com o pagamento das custas e despesas processuais sem prejuízo de seu sustento, a melhor solução neste momento, é o deferimento do pagamento de custas ao final, quando, após a partilha, serão distribuídos os ônus de sucumbência, aí incluídas todas as custas e despesas do processo. Estando a decisão recorrida em manifesto confronto com a jurisprudência pacificada do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça e desta Egrégia Corte, necessário dar provimento monocrático ao presente recurso, nos termos do Art. 557, 1º-A, do Código de Processo Civil. ANTE O EXPOSTO, nos termos do art. 557, 1º-A, do CPC, DOU PROVIMENTO ao agravo de instrumento, para que as despesas processuais sejam pagas ao final. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Campina Grande - 8ª Vara Cível. RELA- TOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. AGRAVANTE: Lacir Motta E Outros. ADVOGADO: Joao Paulo de Justino E Figueiredo. AGRAVADO: Banco do Brasil S/a. ADVOGADO: Severino do Ramos Chaves de Lima. AGRAVO DE INSTRUMENTO. NÃO CONHECIMENTO. INTEMPESTIVIDADE. PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO. NÃO IN- TERRUPÇÃO DO LAPSO TEMPORAL. INTERPOSIÇÃO DO RECURSO FORA DO PRAZO. JUÍZO DE ADMIS- SIBILIDADE. MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA. DECISÃO MONOCRÁTICA. APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. SEGUIMENTO NEGADO AO RECURSO O indeferimento de pedido de reconsideração é mera reiteração de anterior decisão, fluindo o prazo para recorrer da intimação do primeiro pronunciamento judicial. Conforme o entendimento jurisprudencial pacificado no âmbito do STJ e desta Corte, o pedido de reconsideração não suspende nem interrompe o prazo para agravar, mostrando-se intempestiva a presente inconformidade. Precedentes jurisprudenciais. Ante o exposto, com fulcro no art. 525, inciso I, c/c art. 557, caput, do CPC, NEGA-SE SEGUIMENTO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO diante de sua manifesta por ser o mesmo manifestamente inadmissível. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Guarabira - 5ª Vara Mista. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. AGRAVANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador Paulo Renato Guedes Bezerra. AGRAVADO: Felipe Andre Soares Barbosa Rep. Por Seu Genitor Charles Espinola Barbosa. ADVO- GADO: Leomar da Silva Costa. ADMINISTRATIVO. AÇÃO ORDINÁRIA. PLEITO DE CONCESSÃO DE CERTIFICADO DE ENSINO MÉDIO. APROVEITAMENTO DE NOTA OBTIDA NO SISU. ANTECIPAÇÃIO DE TUTELA DEFERIDA. AGRAVO DE INSTRUMENTO DA FAZENDA PÚBLICA. I. PRELIMINAR. ALEGAÇÃO DE ILEGITIMIDADE PASSIVA. REJEIÇÃO. 1. É de responsabilidade das Secretarias de Educação dos Estados e dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia emitir os certificados de conclusão ou declaração de proficiência, quando solicitado pelo interessado ( 2º do art. 3º da Portaria Normativa n 16/ 2011 do Ministério da Educação). II. MÉRITO. VEROSSIMILHANÇA DAS ALEGAÇÕES. COMPROVAÇÃO. APROVAÇÃO EM PROCESSO SELETIVO PARA CURSO SUPERIOR. URGÊNCIA DEMONSTRADA. RISCO DE PERDA DE PRAZO PARA MATRÍCULA. REQUISITOS DO ART. 273 DO CPC PREENCHIDOS. POSI- ÇÃO DO TJPB. SEGUIMENTO NEGADO MONOCRATICAMENTE. 2. A juntada de documentos, pela Agravada, hábeis a comprovar sua aprovação em seleção para ingresso em instituição de ensino superior, demonstra a verossimilhança das alegações. Noutro ponto, o perigo da demora se mostra incontroverso, na medida em que o curso para o qual foi selecionada possui calendário letivo pré-determinado, o que indica prazo fatal para a realização da matrícula. 3. Como o certificado de conclusão do ensino médio é documento indispensável para a matrícula em instituição de ensino superior, a não antecipação de tutela representaria prejuízo irreparável à parte, que seria impedido de frequentar as aulas. Precedentes do TJPB: Processos nºs ; e Diante do exposto, REJEITO A PRELIMINAR e NEGO SEGUIMENTO MONOCRÁTICO ao Agravo de Instrumento, com fundamento no caput do art. 557 do CPC. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Areia. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. AGRAVANTE: Vilma Delgado de Albuquerque E Outros. AGRAVANTE: Marcelo Ferreira Soares Raposo; Carlos Eduardo Braz de Carvalho. AGRAVADO: Banco do Brasil. ADVOGADO: Louise Rainer Pereira Gionedis. AGRAVO DE INSTRUMENTO. NÃO CONHECIMENTO. INTEMPESTIVIDADE. PEDIDO DE RECONSIDERA- ÇÃO. NÃO INTERRUPÇÃO DO LAPSO TEMPORAL. INTERPOSIÇÃO DO RECURSO FORA DO PRAZO. JUÍZO DE ADMISSIBILIDADE. MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA. DECISÃO MONOCRÁTICA. APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. SEGUIMENTO NEGADO AO RECURSO O indeferimento de pedido de reconsideração é mera reiteração de anterior decisão, fluindo o prazo para recorrer da intimação do primeiro pronunciamento judicial. Conforme o entendimento jurisprudencial pacificado no âmbito do STJ e desta Corte, o pedido de reconsideração não suspende nem interrompe o prazo para agravar, mostrando-se intempestiva a presente inconformidade. Precedentes jurisprudenciais. Ante o exposto, com fulcro no art. 525, inciso I, c/c art. 557, caput, do CPC, NEGA-SE SEGUIMENTO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO diante de sua manifesta por ser o mesmo manifestamente inadmissível. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Campina Grande - 5ª Vara Cível. RELA- TOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. AGRAVANTE: Reinaldo Oliveira dos Santos. ADVOGADO: Thays Kelly Torres Rocha. AGRAVADO: Banco Pan (banco Panamericano S/a). AGRAVO DE INSTRUMENTO PEDIDO DE SUSTAÇÃO DE DESCONTOS EM FOLHA DE PAGAMENTO INDEFERIMENTO PELO JUÍZO A QUO - IRRESIGNAÇÃO CONTRATO LIQUIDADO QUANDO DA INTERPOSIÇÃO DO PRESENTE RECURSO - AUSÊNCIA DE INTERESSE RECURSAL. RECURSO MANIFESTAMENTE INADMISSÍVEL. JULGAMENTO MONOCRÁTICO. NEGATIVA DE SEGUIMENTO POR MANIFESTAMENTE INADMISSÍVEL. Carece o recorrente de interesse recursal, uma vez que, liquidado o contrato que objetiva ver suspensa a cobrança, nenhuma utilidade terá com o deferimento de suspensão dos descontos. Logo, o único interesse que resta à parte autora é de ver ressarcido os valores alegadamente indevidos e eventual danos morais a ser decidido na ação principal, mas não evitar os descontos de empréstimo em seu benefício previdenciário, posto que já efetivado e liquidado o contrato. Apelo a que se nega seguimento, por ser manifestamente improcedente, nos termos do art. 557, caput, do CPC. Isto posto, NEGO SEGUIMENTO AO AGRAVO, por ser o mesmo manifestamente inadmissível, nos termos do art. 557, caput, do CPC. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Sousa - 5ª Vara. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. AGRAVANTE: Fabia Alves de Sousa. ADVOGADO: Fabricio Abrantes de Oliveira. AGRAVADO: Prefeito Municipal de Nazarezinho. CONSTITUCIONAL AGRAVO DE INSTRUMENTO MANDADO DE SEGU- RANÇA COM PEDIDO DE LIMINAR PRESTADORA DE SERVIÇO CONTRATADA TEMPORARIAMENTE PELA ADMINISTRAÇÃO DESLIGAMENTO DECORRENTE DO EXAURIMENTO DO PRAZO CONTRATUAL PLEI- TO DE REINTEGRAÇÃO GRAVIDEZ ANTERIOR AO ENCERRAMENTO DO CONTRATO LIMINAR INDEFE- RIDA EM 1º GRAU IRRESIGNAÇÃO DIREITO À ESTABILIDADE À GESTANTE GARANTIA CONSTITUCI- ONAL À QUALQUER TRABALHADORA POSSIBILIDADE DE CONCESSÃO EM SEDE DE LIMINAR HIPÓTESE QUE NÃO SE ENQUADRA AOS IMPEDIMENTOS PREVISTOS NAS LEIS Nº 9.494/97 E /09 ENTENDIMENTO DOS TRIBUNAIS SUPERIORES PROVIMENTO MONOCRÁTICO DO AGRAVO DE INSTRUMENTO APLICAÇÃO DO ART. 557, 1º-A, DO CPC. A estabilidade à gestante é direito constitucionalmente assegurado a todas as trabalhadoras, previsto no art. 10, II, b, do ADCT, sendo irrelevante o regime ao qual estejam submetidas, conforme entendimento jurisprudencial dominante no STJ e STF. Estando a decisão recorrida em manifesto confronto com a jurisprudência dos Tribunais Superiores, impõe-se o provimento monocrático do presente recurso, nos termos do art. 557, 1º-A, do CPC. Ante o exposto, DOU PROVIMENTO MONOCRÁTICO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO, nos termos do 1º-A, do artigo 557, do Código de Processo Civil, reformando a decisão de 1º grau, no sentido de conceder o pedido de liminar para determinar a reintegração da agravante ao serviço público, com fulcro no direito constitucional de estabilidade à gestante, previsto no art. 10, II, b, do ADCT. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Cabedelo - 3ª Vara. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. AGRAVANTE: Estado da Paraiba Rep.p/sua Proc. Silvana Simoes de Lima E Silva. AGRAVADO: Concremassa Servicos de Engenharia E Com Ltda. ADVOGADO: Jose Carlos Teixeira Torres Junior. TRIBUTÁRIO E PROCESSO CIVIL AGRAVO DE INSTRUMENTO AÇÃO DE EXECUÇÃO FISCAL REDIRECIONAMENTO DA EXECUÇÃO EM FACE DOS SÓCIOS CORRESPONSÁVEIS PRESCRIÇÃO INTERCORRENTE RECONHECIDA PELO JUÍZO A QUO DECURSO DE MAIS DE CINCO ANOS DESDE A CITAÇÃO DA EMPRESA EXECUTADA PRECEDENTES DO STJ NEGATIVA DE SEGUIMENTO APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. In casu, verifica-se a ocorrência da prescrição intercorrente com relação aos sócios da pessoa jurídica, eis que não foram citados dentro dos cinco anos seguintes à citação da empresa executada, sendo este o prazo estabelecido pelo Superior Tribunal de Justiça para fins de redirecionamento da execução fiscal. Estando as razões recursais em confronto com a jurisprudência dominante no STJ, impõe-se a negativa de seguimento ao presente recurso, nos termos do art. 557, caput, do CPC. Ante o exposto, NEGO SEGUIMENTO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO, por observar que a decisão recorrida está em consonância com o entendimento jurisprudencial dominante no Superior Tribunal de Justiça, o que faço de forma monocrática, nos termos do art. 557, caput, do CPC. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Areia. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. AGRAVANTE: Ariosvaldo Pedroza Barreto. ADVOGADO: Marcelo Ferreira Soares Raposo E Outros. AGRAVADO: Banco do Brasil S A. ADVOGADO: Louise Rainer Pereira Gionedis. PROCESSUAL CIVIL AGRAVO DE INSTRUMENTO. PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO FEITO PELO RECORRENTE. MANUTENÇÃO DA DECISÃO DE SUSPENSÃO DO PROCESSO DE EXECUÇÃO. MANUTENÇÃO DA DECISÃO DE INDEFE- RIMENTO. PLEITO QUE NÃO INTERROMPE NEM SUSPENDE PRAZO PARA RECURSOS. AGRAVO INTEM- PESTIVO. RECURSO NÃO CONHECIDO. SEGUIMENTO NEGADO. O pedido de reconsideração não interrompe nem suspende o prazo para a interposição do recurso cabível, não havendo como se dar conhecimento a agravo que ataca rejeição de pedido de reapreciação, porquanto preclusa a matéria, certo que o gravame à parte surge por ocasião da primeira manifestação judicial, e não daquela que rejeita eventual pedido de reconsideração. Sendo o agravo intempestivo, sua negativa de seguimento é medida que se impõe nos termos do art. 557, caput, do Código de Processo Civil. Ante o exposto, sendo a tempestividade um pressuposto de admissibilidade do recurso, o qual não foi cumprido na hipótese, nego seguimento ao presente recurso, nos termos do art. 557, caput, do CPC.

13 13 AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECI- SÕE. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. AGRAVANTE: Municipio de Joao Pessoa Rep.p/seu Proc.adelmar Azevedo Regis. AGRAVADO: Elaine Christine da Silva Felipe. ADVOGADO: Isabel Carlos Rocha. ADMINISTRA- TIVO E CONSTITUCIONAL AGRAVO DE INSTRUMENTO - AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER C/C ANTECI- PAÇÃO DE TUTELA - FORNECIMENTO DE MEDICAÇÃO RISCO DE PERDA FETAL TROMBOFILIA PACIENTE SEM CONDIÇÕES FINANCEIRAS - DEVER DO PODER PÚBLICO - DIREITO CONSTITUCIONAL À VIDA E À SAÚDE - RECURSO EM MANIFESTO CONFRONTO COM A JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA E DESTA EGRÉGIA CORTE. APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. SEGUIMENTO NEGADO MONOCRA- TICAMENTE. - A saúde é direito de todos e dever do poder público, constituindo-se em condição indispensável para a vida digna do cidadão, nos termos do inc. III, do art. 1º, art. 6º, e art. 196 da Constituição federal de Estando o recurso em manifesto confronto com a jurisprudência pacificada do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça e desta Egrégia Corte, necessário negar-lhe seguimento, monocraticamente. Ante o exposto, com fulcro no art. 557, caput, do CPC, NEGO SEGUIMENTO MONOCRÁTICO, mantendo, por conseqüência, totalmente inalterada a tutela antecipada deferida pelo Juízo a quo, eis que o recurso interposto pelo agravante está em manifesto confronto com a jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça e desta egrégia Corte. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Capital - 4ª Vara Cível. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. AGRAVANTE: Cdr Comercio Atacadista de Refrigeracao Eletrodomestico Ltda. ADVOGA- DO: Jose Ewerthon de A. Alves. AGRAVADO: Climazon Industrial Ltda. ADVOGADO: Carolina Moraes Migliavascca; Ricardo Dornelles Chaves Barcellos. PROCESSO CIVIL AGRAVO DE INSTRUMENTO.DESCUMPRIMENTO DO ART. 526, CAPUT, DO PROCESSO CIVIL. ALEGAÇÃO E COMPROVAÇÃO DA PARTE AGRAVADA. RECUR- SO MANIFESTAMENTE INADMISSÍVEL. NEGATIVA DE SEGUIMENTO. O descumprimento da regra do art. 526, caput, do CPC importa em inadmissibilidade do agravo de instrumento, porquanto constitui requisito de admissibilidade do recurso. Agravo a que se nega seguimento, por ser manifestamente inadmissível. Isto posto, com fulcro no art. 526, parágrafo único, c/c art. 557, caput1, ambos do CPC, NEGO SEGUIMENTO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO por ser o mesmo manifestamente inadmissível. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Capital - 5ª Vara da Fazenda Publica. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. AGRAVANTE: Ednaldo Lopes da Silva. ADVOGADO: Ricardo Nascimento Fernandes; Ana Paula Gouveia Leite Fernandes. AGRAVADO: Estado da Paraiba. PROCESSUAL CIVIL - Agravo interno interposto em face de decisão que INdeferiu o pedido de efeito suspensivo em Agravo de Instrumento Não cabimento Recurso manifestamente inadmissível - Art. 284, 1º A do RITJ/PB Não conhecimento. Não cabe agravo interno em face de decisão liminar proferido pelo juiz relator, que não concede efeito suspensivo a agravo de instrumento, inteligência do art. 284, 1º A do RITJ/PB. Destarte, não conheço do presente agravo interno, negando-lhe seguimento monocraticamente, nos moldes do art. 557, caput1, do CPC, por ser o mesmo manifestamente inadmissível. APELAÇÃO N ORIGEM: Sousa - 7ª Vara Mista. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Ministerio Publico do Estado da Paraiba. APELADO: 01.jose de Sousa Filho, APELADO: 02. Espolio de Francisco Amilton de Sousa. ADVOGADO: Francisco Lopes de Lima. PROCESSO CIVIL. EXECUÇÃO MULTA DE TRIBUNAL DE CONTAS AJUIZAMENTO PELO MINISTÉRIO PÚBLICO - SENTENÇA DE EXTINÇÃO - ILEGITIMIDADE ATIVA - APELAÇÃO CÍVEL - CONTRARIEDADE COM A JURISPRUDÊNCIA DESTA CORTE E DO STJ - APLICAÇÃO DA SÚMULA 43, DO TJPB - INTELIGÊNCIA DO ART. 557, CAPUT, DO CPC SEGUIMENTO NEGADO. - É do Estado da Paraíba, com exclusividade, a legitimidade para cobrança de multa aplicada a gestor público municipal pelo Tribunal de Contas do Estado, com base na Lei Complementar nº 18/93. (Súmula editada por força da decisão prolatada nos autos do Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº , julgado em 31/03/2014, tendo as conclusões do Acórdão sido publicadas no DJ de 09/04/2014). Logo, denota-se que o presente recurso encontra-se em manifesta contrariedade com a jurisprudência sumulada desta Corte de Justiça, bem como do STJ, razão pela qual, nos termos do art. 557, caput, do STJ, NEGO-LHE SEGUIMENTO. APELAÇÃO N ORIGEM: Campina Grande - 6ª Vara Cível. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Jose Wellington Roberto. ADVOGADO: Fabio Brito Ferreira. APELADO: Vebal Veiculos Barreirenses Ltda. ADVOGADO: Lucio Baleeiro de Souza. APELAÇÃO CÍVEL AÇÃO DE OBRIGAÇÃO PARA ENTREGA DE COISA CERTA SENTENÇA DE EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DO MÉRITO IRRESIG- NAÇÃO ALEGAÇÃO DE PETIÇÃO PROTOCOLOADA ANTERIOR À DECISÃO SINGULAR OCORRÊNCIA AUSÊNCIA DE APRECIAÇÃO CERCEAMENTO DE DEFESA CARACTERIZADO MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA acolhimento incidência do art. 557, caput, do cpc - reconhecimento de ofício mérito prejudicado. - Considerando que a parte Autora regularizou sua representação processual três meses antes da sentença de extinção do feito por abandono, não pode ser ela prejudicada pela inércia do cartório judicial em juntar aos autos respectiva petição, sendo imperiosa a cassação da decisão, e o retorno dos autos à origem para normal prosseguimento. (TJ-SC, Relator: Paulo Roberto Camargo Costa, Data de Julgamento: 03/07/2013, Terceira Câmara de Direito Comercial Julgado) Ante o exposto, com fulcro no art. 557, caput, do CPC, de ofício, reconheço o cerceamento de defesa, anulando a sentença de fls. 447/448, ficando prejudicado o mérito da apelação interposta. CONFLITO DE COMPETÊNCIA N ORIGEM: Vara de Sucessões de Campina Grande. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. SUSCITANTE: Autor:alexei Ramos de Amorim. SUSCITANTE: Juizo da Vara das Sucessoes de Campina Grande. ADVOGADO: Alexei Ramos de Amorim. SUSCITADO: Reu:gilma Maria da Silva Medeiros. SUSCITADO: Juizo da 4ª Vara Civel de Camp. Grande. ADVOGADO: Marcos Antonio Inacio da Silva. PROCESSO CIVIL. CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA AÇÃO DE ARBITRA- MENTO DE VERBA HONORÁRIA CONTRATUAL DEMANDA NÃO ELENCADA NO ART. 170, DA LOJE/PB, QUE DELIMITA A COMPETÊNCIA DO JUÍZO DAS SUCESSÕES COMPETÊNCIA DO JUÍZO CÍVEL PRECEDENTES DESTA CORTE APLICAÇÃO DO ART. 120, PARÁGRAFO ÚNICO, DO CPC - COMPETÊNCIA DO JUÍZO SUSCITADO. - Deve a ação de arbitramento de verba honorária contratual ser processada perante o Juízo Cível, porquanto, além de estranha ao feito sucessório (art. 170, da LOJE/PB), é evidente a necessidade de dilação probatória específica ao deslinde da controvérsia, o que não se admite no procedimento do inventário, a teor do disposto no art. 984 do Código de Processo Civil. Ante o exposto, CONHEÇO DO CONFLITO, para declarar como competente para o processamento e julgamento da ação o Juízo da 4ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande, ora suscitado. MANDADO DE SEGURANÇA N ORIGEM: SETOR DE MS, ARESCISóRIA E ADI. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. IMPETRANTE: Joedjo Reis de Menezes. ADVOGADO: Rinaldo Mouzalas de S.e Silva_e Outros. IMPETRADO: Estado da Paraiba Por Seu Procurador Geral. sem ementa Assim, defiro o pedido de dilação de prazo, concedendo 15 (quinze) dias, contados a partir da publicação desta decisão, para o impetrante/exequente requerer o que entender de direito. Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho APELAÇÃO N ORIGEM: Vara Única da Comarca de Soledade.. RELATOR: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. APELANTE: Veronica Maciel Pessoa da Silva. ADVOGADO: Marcos Antonio Inacio da Silva. APELADO: Municipio de Cubati. ADVOGADO: Moises Tavares de Morais. PROCESSUAL CIVIL. DEMANDA DE PAGAMENTO DO PISO NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO PÚBLICO DE EDUCAÇÃO BÁSICA. AUSÊNCIA DE INFORMAÇÃO QUANTO À JORNADA DE TRABALHO A QUE É SUBMETIDA A PARTE AUTORA. MANIFESTO DEFEITO QUE CONCRETAMENTE IMPOSSIBILITA A ANÁLISE DE MÉRITO DA AÇÃO. VÍCIO PASSÍVEL DE CORREÇÃO. INEXISTÊNCIA DE CONDUTA INSTRUTÓRIA APTA A SANEAR A IRREGULARIDADE VERIFICADA. JULGAMENTO ANTECIPADO DE IMPROCEDÊNCIA FUNDA- MENTADO EM AUSÊNCIA DE PROVA DO DIREITO AUTORAL. CERCEAMENTO DE DEFESA CONFIGURA- DO. NULIDADE DA SENTENÇA. DECRETAÇÃO DE OFÍCIO. RECURSO PREJUDICADO. Por tudo o que foi exposto, considerando o cerceamento do direito de defesa da parte autora, bem como o verdadeiro julgamento antecipado da lide sem a observância da devida instrução processual, DECRETO a nulidade da sentença, para determinar que o processo retorne à instância inferior, a fim de que seja sanada a falta de informação precisa e essencial acerca da jornada de trabalho a que é submetida a demandante, oportunizando-se, inclusive, a correlata produção probatória quanto à situação funcional junto à edilidade. P.I. João Pessoa, 17 de abril de APELAÇÃO N ORIGEM: 4ª Vara Regional de Mangabeira.. RELATOR: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. APELANTE: Edvan da Costa Soares Junior. ADVOGADO: Marcello Vaz Albuquerque de Lima. APELADO: Bradesco Seguros S/a. AÇÃO DE SEGURO DPVAT. ACIDENTE AUTOMOBILÍSTICO. DEBILIDADE PERMANENTE. EXTINÇÃO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO. FALTA DE INTERESSE DE AGIR. AUSÊNCIA DE PRÉVIO REQUERIMENTO ADMINISTRATIVO. APELAÇÃO CÍVEL. OFENSA À GARANTIA CONSTITUCIONAL DE ACESSO À JUSTIÇA. DESNECESSIDADE DE ESGOTAMENTO DA VIA ADMINISTRA- TIVA. PRELIMINAR AFASTADA. NULIDADE DA SENTENÇA. RETORNO DOS AUTOS AO JUÍZO DE ORIGEM PARA REGULAR PROCESSAMENTO. PROVIMENTO DO APELO. Diante do exposto, em consonância com o parecer ministerial, conheço do recurso e DOU-LHE PROVIMENTO para cassar a sentença, determinando o retorno dos autos ao juízo de origem para o regular processamento do feito. P. I. João Pessoa, 17 de abril de MANDADO DE SEGURANÇA N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECI- SÕE. RELATOR: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. IMPETRANTE: Jamelle Lopes de Franca. ADVOGA- DO: Lino Jose Nunes Freitas. IMPETRADO: Secretário de Segurança E Defesa Social do Estado da Paraíba.. MANDADO DE SEGURANÇA. CONCURSO PÚBLICO PARA SOLDADO DA POLÍCIA MILITAR. AUSÊNCIA DE ATO ILEGAL OU ABUSIVO DA AUTORIDADE COATORA. NÃO DEMONSTRAÇÃO DO DIREITO LÍQUIDO E CERTO A SER PROTEGIDO. NARRATIVA CONFUSA E AUSÊNCIA DE PEDIDO. INDEFERIMENTO DA INICIAL. INTELIGÊNCIA DO ART. 10 DA LEI /2009. EXTINÇÃO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO. Pelo exposto, ausentes os requisitos do Mandado de Segurança (ato ilegal e abusivo e direito líquido e certo), e, ainda, diante a inépcia da peça inicial, INDEFIRO a petição inicial, com fulcro no artigo 10, caput, da Lei nº /2009 e JULGO EXTINTO o processo, sem resolução de mérito, de acordo com o artigo 267, inc. I e IV do CPC e o art. 127, inc. X do RITJ/PB. João Pessoa, 17 de abril de AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 9ª Vara Cível da Comarca da Capital.. RELATOR: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. AGRAVANTE: Telemar Norte Leste S/a. ADVOGADO: Camila de Souza Capretz. AGRAVADO: Augusto Rodrigues dos Santos. ADVOGADO: Josemilia de Fatima Batista Guerra. Por tais razões, DEFIRO o pedido liminar, para o fim de determinar, até o pronunciamento final de mérito do recurso, a competência da 9ª Vara Cível da Capital para o processamento e o julgamento da ação proposta pelo agravante. INTIMAÇÃO ÀS PARTES PRECATÓRIO Nº (CPJ) Credor: ARLINDA FREIRE DA SILVA. Devedor: MUNI- CÍPIO DE REMÍGIO/PB Intimação a(o) Bel(ª).GEANINE LIMA VITORIO FERREIRA, na qualidade de Procurador do município, para tomar conhecimento petição de fl. 63/65, e, querendo, manifestar-se no prazo de 05 (cinco) dias. PRECATÓRIO Nº (CPJ) Credor: ROMERO PEREIRA BRONZEADO. Devedor: MUNICÍPIO DE REMÍGIO/PB Intimação a(o) Bel(ª).GEANINE LIMA VITORIO FERREIRA, na qualidade de Procurador do município, para tomar conhecimento petição de fl. 44/50, e, querendo, manifestar-se no prazo de 05 (cinco) dias. RECURSO EXTRAORDINÁRIO NOS AUTOS DO MANDADO DE SEGURANÇA Nº Recorrente: Estado da Paraíba. Recorrido: Cristiane Soares dos Santos. Intimação aos Beis. JOSÉ GUE- DES DIAS E OUTROS, a fim de, no prazo legal, na condição de patronos do recorrido, apresentarem as contrarrazões do recurso em referência (Art. 542, do CPC). Diretoria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. RECURSO EXTRAORDINÁRIO NOS AUTOS DO MANDADO DE SEGURANÇA Nº Recorrente: Estado da Paraíba. Recorrido: Quesia dos Santos Souza. Intimação aos Beis. DEYSE ELIZIA LOPES DA SILVA E OUTROS, a fim de, no prazo legal, na condição de patronos do recorrido, apresentarem as contrarrazões do recurso em referência (Art. 542, do CPC). Diretoria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. RECURSO EXTRAORDINÁRIO NOS AUTOS DO MANDADO DE SEGURANÇA Nº Recorrente: Estado da Paraíba. Recorrido: Rodrigo Henrique Araújo da Costa. Intimação ao Bel. VITAL DA COSTA ARAÚJO, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono do recorrido, apresentar as contrarrazões do recurso em referência (Art. 542, do CPC). Diretoria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. RECURSO ESPECIAL NOS AUTOS DOS EMBARGOS À EXECUÇÃO Nº Recorrente: Estado da Paraíba. Recorridos: Ivone Lucena da Costa e Marjese Lucena da Costa Lima. Intimação ao Bel. HENRIQUE LUIZ DE LUCENA MOURA, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono do recorrido, apresentar as contrarrazões do recurso em referência (Art. 542, do CPC). Diretoria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. RECURSO ESPECIAL NOS AUTOS DOS EMBARGOS À EXECUÇÃO Nº Recorrente: Estado da Paraíba. Recorrido: Manoel Soares de Carvalho Neto. Intimação aos Beis. YURI PAULINO DE MIRANDA E CLAUDIO TAVARES NETO, a fim de, no prazo legal, na condição de patronos do recorrido, apresentarem as contrarrazões do recurso em referência (Art. 542, do CPC). Diretoria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. RECURSO ESPECIAL NOS AUTOS DO MANDADO DE SEGURANÇA Nº Recorrente: Estado da Paraíba. Recorridos: José Ferreira de Oliveira, Carlos Alan da Silva Nascimento e Jan Ramon de Medeiros Santos. Intimação ao Bel. DENYSON FABIÃO DE ARAÚJO BRAGA, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono do recorrido, apresentar as contrarrazões do recurso em referência (Art. 542, do CPC). Diretoria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL1 E AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL E EXTRAORDINÁRIO2 (4ªCC) PROCESSO: AGRAVANTE(01): BRASIL VEÍCULOS CIA DE SEGUROS. AGRA- VANTE(02): NORDESTE SEGURANÇA DE VALORES. AGRAVADA: JOSEFA ANA DA CONCEIÇÃO. Intimação ao bel(is). MARCELO TOSTES CASTRO MAIA patrono da agravante(02), CLÁVIO DE MELO VALENÇA FILHO E OUTRO patrono do agravante(01) e AILTON AZEVEDO DE LACERDA patrono da agravada, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 544, 3º do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: HÉLIO FÉLIX DAS FLORES. RECORRIDO: SEVERINO FÉLIX DOS SANTOS E OUTROS. Intimação ao(s) bel(is). MARIA DÉBORA FLORES RIBEIRO patrona do recorrido, a fim de, no prazo de 05 (cinco) dias, vistas dos autos para que extraiam as cópias que entender pertinentes, com amparo no art. 475-O, 3º do CPC. RECURSO ESPECIAL (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: IRISNAIDE MOREIRA DE ALENCAR. RECORRIDO: MUNICÍPIO DE PATOS/PB. Intimação ao(s) bel(is). ABRAÃO PEDRO TEIXEIRA JÚNIOR E OUTROS patronos do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA. RECORRIDA: SETTA COMBUSTÍVEIS LTDA. Intimação ao(s) bel(is). PATRÍCIA FREIRE C. H. DO REGO, ARNALDO RODRIGUES NETO patronos da recorrida a fim de, no prazo legal, querendo-a apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: ED QUEIROGA GOMES. RECORRIDO: ESTADO DA PARAÍBA. Intimação ao(s) bel(is). GILBERTO CARNEIRO DA GAMA patrono do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORREN- TE: SINDICATO DOS CONCESSIONÁRIO E DISTRIBUIDORES DE VEÍCULOS DO ESTADO DA PARAÍBA. RECORRIDO: ESTADO DA PARAIBA. Intimação ao(s) bel(is). GILBERTO CARNEIRO DA GAMA patrono do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: CESAR DE FIGUEIREDO URACH. RECORRIDO: ESTADO DA PARAÍBA. Intimação ao(s) bel(is). GILBERTO CARNEIRO DA GAMA patrono do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECOR- RENTE: ESTADO DA PARAÍBA. RECORRIDO(01): JOÃO ARTUR RODRIGUES PESSOA. RECORRI- DO(02): PBPREV PARAÍBA PREVIDÊNCIA. Intimação ao(s) bel(is). JÚLIO CESAR DA SILVA BATISTA patrono do recorrido(01) e DANIEL GUEDES DE ARAUJO, CAMILLA RIBEIRO DANTAS E OUTROS patronos do recorrido(02) a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA. RECORRIDO(01): OVIDÍO FERNANDES BEZERRA NETO. RECORRIDO(02): PB- PREV PARAÍBA PREVIDÊNCIA. Intimação ao(s) bel(is). BIANCA DINIZ DE CASTILHO SANTOS E OUTRA patronas do recorrido(01) e DANIEL GUEDES DE ARAUJO, CAMILLA RIBEIRO DANTAS E OUTROS patronos do recorrido(02) a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO EXTRAORDINÁRIO (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RE- CORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA. RECORRIDO: CLAUDIO ROQUE DA SILVA. Intimação ao(s) bel(is). ALANA NATASHA MENDES PEREIRA MARTINS patrona do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-a apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA. RECORRIDA: CASA DO RADIADOR FERRAMENTAS E PARAFUSOS LTDA. Intimação ao(s) bel(is). ÁLVARO EDUARDO RIBEIRO COUTINHO E OUTROS patronos da recorrida a fim de, no prazo legal, querendo-a apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC).

14 14 RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECOR- RENTE: ESTADO DA PARAÍBA. RECORRIDO(01): JOSÉ FRANCISCO DE SOUZA. RECORRIDO(02): PBPREV PARAÍBA PREVIDÊNCIA. Intimação ao(s) bel(is). JOSÉ FRANCISCO XAVIER patrono do recorrido(01) e DANIEL GUEDES DE ARAUJO, CAMILLA RIBEIRO DANTAS E OUTROS patronos do recorrido(02) a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA. RECORRIDA: JOSIANE ALVES DO NASCIMENTO E OUTROS. Intimação ao(s) bel(is). DENYSON FABIÃO DE ARÁUJO BRAGA patrono da recorrida a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA. RECORRIDO: EDIGLEY ALVES SOUSA. Intimação ao(s) bel(is). JOSÉ FRANCISCO XAVIER patrono do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA. RECORRIDO: ANTONIO CARLOS LINS ALVES. Intimação ao(s) bel(is). ÊNIO SILVA NASCIMENTO E OUTROS patronos do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA. RECORRIDO: ANTONIO LUIZ DE MEDEIROS E OUTROS. Intimação ao(s) bel(is). ANA CRISTINA DE OLIVEIRA VILARIM E OUTROS patronos do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S/A.. RECORRIDO: CÍCERO JOSÉ OLIVEIRA. Intimação ao(s) bel(is). CARLOS ROGÉRIO MARINHO DIAS patrono do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: BV FINANCEIRA S/A.. RECORRIDA: FABÍOLA OLIVEIRA DE ARAUJO. Intimação ao(s) bel(is). CLODOALDO PEREIRA VICENTE DE SOUZA patrono da recorrida a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: EDNALDO LIMA DE MEDEIROS. RECORRIDO: BANCO BRADESCO S/A.. Intimação ao(s) bel(is). WILSON SALES BELCHIOR patrono do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: BANCO DO BRASIL S/A.. RECORRIDO: JOSÉ JUSTINO RODRIGUES FILHO. Intimação ao(s) bel(is). HUM- BERTO DE SOUSA FELIX patrono do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: BANCO SANTANDER BRASIL S/A.. RECORRIDO: IREMAR BEZERRA DE MORAES. Intimação ao(s) bel(is). SUPLÍCIO MOREIRA PIMENTEL NETO E OUTROS patrono do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: BANCO SANTANDER BRASIL S/A.. RECORRIDA: ECOM CONSTRUÇÕES LTDA. Intimação ao(s) bel(is). RINALDO MOUZALAS DE SOUZA E SILVA patrono da recorrida a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: MARCOS FAUSTINO DE ANDRADE. RECORRIDO: BANCO SANTANDER BRASIL S/A.. Intimação ao(s) bel(is). RAPHAEL PORDEUS COSTA LIMA FILHO E OUTROS patronos do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: AYMORÉ CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S/A.. RECORRIDO: DIOCRECI MELO DA SILVA. Intimação ao(s) bel(is). HILTON HRIL MARTINS MAIA patrono do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: AYMORÉ CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S/A.. RECORRIDO: MARCÍLIO DE CARVALHO ALCÂNTARA. Intimação ao(s) bel(is). VICTOR HUGO DE SOUSA NÓBREGA E ANTONIO EMÍLIO DE S. GUIMARÂES patronos do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: AYMORÉ CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S/A.. RECORRIDO: PEDRO DE ARAÚJO SOUTO. Intimação ao(s) bel(is). SÁVIO SOARES DE SARMENTO VIEIRA patrono do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: MARIA JOSÉ BARROS DOS SANTOS. RECORRIDA: CAGEPA CIA DE ÁGUA E ESGOTOS DA PARAÍBA. Intimação ao(s) bel(is). FERNANDA ALVES RABELO E OUTROS patronos da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: CAGEPA CIA DE ÁGUA E ESGOTOS DA PARAÍBA. RECORRIDO: FÉLIX ONOFRE GUERRA. Intimação ao(s) bel(is). ROBERTA LIMA ONOFRE E OUTROS patronos do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: MARIA APARECIDA FERREIRA DE FREITAS. RECORRIDA: CAGEPA CIA DE ÁGUA E ESGOTOS DA PARAÍBA. Intimação ao(s) bel(is). FERNANDA ALVES RABELO E OUTROS patronos da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL E EXTRAORDINÁRIO (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: FRANCISCO PEREIRA DA SILVA. RECORRIDO: MUNICÍPIO DE PATOS/PB. Intimação ao(s) bel(is). ANTONIO CARLOS DE LIRA CAMPOS patrono do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORREN- TE: MABEL LILIANE PALMEIRA DE LIMA FIGUEIREDO. RECORRIDO: MUNICÍPIO DE PATOS/PB. Intimação ao(s) bel(is). SHARMILLA ELPÍDIO DE SIQUEIRA E DIOGO MAIA DA SILVA MARIZ patronos do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: MARIA JUDITE PEREIRA DE SOUZA CAZÉ. RECORRIDO: MUNICÍPIO DE EMAS/PB. Intimação ao(s) bel(is). ANTONIO REMÍGIO DA SILVA JÚNIOR E OUTROS patronos do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: LIZIANE DA SILVA BARBOSA. RECORRIDO: MUNICÍPIO DE SERRA REDONDA/PB. Intimação ao(s) bel(is). HERCULANO BELARMINO CAVALCANTE E OUTRO patronos do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendoos apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL E EXTRAORDINÁRIO (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: MARIA DO SOCORRO JERÔNIMO DA SILVA. RECORRIDO: MUNICÍPIO DE ALAGOINHA/ PB. Intimação ao(s) bel(is). MARINALDO BEZERRA PONTES patrono do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL E EXTRAORDINÁRIO (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: JOSENILDA FERNANDES DOS SANTOS. RECORRIDO: MUNICÍPIO DE SAPÉ/PB. Intimação ao(s) bel(is). CLARISSA PEREIRA LEITE E OUTRO patronos do recorrido a fim de, no prazo legal, querendoos apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: CBTU CIA BRASILEIRA DE TRENS URBANOS S/A.. RECORRIDO: JOÃO FERREIRA DE LIMA. Intimação ao(s) bel(is). RÔMULO MORAES PEDROSA E OUTROS patronos do recorrido a fim de, no prazo legal, querendoos apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: MARIA DO SOCORRO FARIAS ARAÚJO. RECORRIDA: TELEMAR NORTE LESTE S/A.. Intimação ao(s) bel(is). WILSON SALES BELCHIOR patrono da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL E EXTRAORDINÁRIO (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: UNIMED JOÃO PESSOA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO. RECORRIDA:MARIA NEUZA DA SILVA. Intimação ao(s) bel(is). EDÍZIO CRUZ DA SILVA E WALBIA IMPERIANO GOMES patronos da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: UNIMED JOÃO PESSOA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO. RECORRIDA: FRIEDA BECKER. Intimação ao(s) bel(is). MARCUS TÚLIO MARTINS BARBOSA DE OLIVEIRA E MARIA LÚCIA BARBOSA DE OLIVEIRA patronos da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: JOSEFA BRITO DOS SANTOS. RECORRIDA:UNIMED JOÃO PESSOA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO. Intimação ao(s) bel(is). MARCELO WEICK POGLIESE patrono da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: EDIVALDO TEIXEIRA DE CARVALHO. RECORRIDA:ENERGISA PARAÍBA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S/ A.. Intimação ao(s) bel(is). LUIZ FELIPE LINS DA SILVA E OUTROS patronos da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL E EXTRAORDINÁRIO (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: ANA MARIA MAGALHÃES CUNHA LOPES. RECORRIDO:JOAQUIM LUIS RAMALHO ME- XIA. Intimação ao(s) bel(is). PEDRO DE LEMOS ARAÚJO NETO E VIRGÍNIA MARIA SOARES BEZERRA patronos do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: CAPEMISA SEGURADORA DE VIDA E PREVIDÊNCIA S/A.. RECORRIDA(01): TERESINHA PEREIRA DA SILVA. RECORRIDA(02): LUCIANA BARBOSA DE SALES MONTEIRO. Intimação ao(s) bel(is). JOSÉ GLAUCIO SOUZA DA COSTA patrono da recorrida(01) e RINALDO BARBOSA DE MELO patrono da recorrida(02), a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: MARISA PEIXOTO BONIFÁCIO E OUTROS. RECORRIDA: MARIA DO AMPARO SILVA DE LIMA. Intimação ao(s) bel(is). STEPHENSON ALEXANDRE VIANA MARREIRO E ALLISSON CARLOS VITALINO patronos da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: ABÍLIO MACHADO DE ARAÚJO. RECORRIDO:JOCELYM VELOSO BORGES NETO. Intimação ao(s) bel(is). GENIVAL VELOSO DE FRANÇA FILHO E: VALDOMIRO DE SIQUEIRA FIGUEIRÊDO SOBRINHO patronos do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: DAMIANA TOMAZ DE LIMA. RECORRIDO:ALEX GOMES MENDES. Intimação ao(s) bel(is). ANTONIO RODRI- GUES DOS SANTOS JÚNIOR patrono do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: ANA MARIA LEITE DA SILVA. RECORRIDA: MAPFRE VERA CRUZ VIDA E PREVIDÊNCIA S/A.. Intimação ao(s) bel(is). ODILON DE LIMA FERNANDES patrono da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: VANUSA ALMEIDA DA SILVA. RECORRIDA: YOYOTA LEASING S/A.. Intimação ao(s) bel(is). MARIA LUCÍLIA GOMES E ALISSON MELO SIQUEIRA patronos da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: RÁDIO FM O NORTE LTDA.. RECORRIDO: GENILDO CAETANO DE ARAÚJO. Intimação ao(s) bel(is). JOSÉ PAULO DE OLIVEIRA patronos da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL1 E RECURSO ESPECIAL2 (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE(01): BERNADETE COUTINHO MELO. RECORRENTE(02): BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S/A.. Intimação ao(s) bel(is). DANILO DUARTE QUEIROZ, ANA CAROLINA MAR- TINS DE ARAÚJO E OUTROS patronos do recorrente(02) e VANILDO PEREIRA DA SILVA patrono da recorrente(01), a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recursos em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: BANCO DO BRASIL S/A.. RECORRIDO: RICARDO NEY DE FARIAS XIMENES. Intimação ao(s) bel(is). RENATO BRAZ XIMENES patrono do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: BANCO SANTANDER BRASIL S/A.. RECORRIDA: MARIA DAS DORES SANTOS DE OLIVEIRA. Intimação ao(s) bel(is). ALMIR PEREIRA DORNELO E OUTRA patronos da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendoos apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: AYMORÉ CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S/A.. RECORRIDO: ROMEU MEDEIROS JERÔNI- MO. Intimação ao(s) bel(is). GUSTAVO GUEDES TARGINO patrono do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: RÁDIO E TV CORREIO LTDA. RECORRIDO: ESTADO DA PARAÍBA. Intimação ao(s) bel(is). GILBERTO CARNEIRO DA GAMA patrono do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL E EXTRAORDINÁRIO (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA. RECORRIDO: HEVALDO PALMEIRA DA SILVA. Intimação ao(s) bel(is). TACIANO FONTES DE FREITAS patrono do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: MARIA IMACULADA SANTOS TEIXEIRA E OUTRO. RECORRIDO: GRUPO DE COMUNICAÇÃO TRÊS S/A. (EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL). Intimação ao(s) bel(is). ODILON DE LIMA FERNANDES E OUTROS patronos do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: JORNAL CORREIO DA PARAÍBA LTDA.. RECORRIDA: VALDELÚCIA CORREIA DE OLIVEIRA. Intimação ao(s) bel(is). RAMON DANTAS CAVALCANTE patrono da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: JOSÉ CARLOS DA SILVA. RECORRIDA: JACIRA CARVALHO NETO. Intimação ao(s) bel(is). JOCÉLIO JAIRO VIEIRA patrono da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC).

15 15 RECURSO ESPECIAL E EXTRAORDINÁRIO (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA. RECORRIDA: SETTA COMBUSTÍVEIS LTDA. Intimação ao(s) bel(is). ARNALDO RODRIGUES NETO E PATRÍCIA FREIRE C. H. DO REGO patronos da recorrida a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªCC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA. RECORRIDO: JAIRO ADRIANO DA SILVA. Intimação ao(s) bel(is). HERBERTO SOUSA PALMEIRA JÚNIOR patrono do recorrido a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL - 2ªC PROCESSO Nº Recorrente(s): ESTADO DA PARA- ÍBA. Recorrido(s): ABACANA ABACAXI E CANA DO NORDESTE LTDA, Intimação ao(s) bel(is). AMILTON MANOEL, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono(s) do recorrido, apresentar(em) as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL - 2ªC PROCESSO Nº Recorrente (s): BANCO DO BRASIL S.A. Recorrido (s): BRAGA IND. DE ESQUADRIAS DE METAL S.A. Intimação ao(s) bel(is). JOSÉ MARCELO DIAS, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono(s) do recorrido, apresentar(em) as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL - 2ªC PROCESSO Nº Recorrente(s): MUNICÍPIO DE INGÁ. - Recorrido: SELMA LÚCIA DA SILVA ALMEIDA ARAÚJO. Intimação ao(s) bel(is). MARCOS ANTONIO INÁCIO DA SILVA, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono(s) do recorrido, apresentar(em) as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL - 2ªC PROCESSO Nº Recorrente(s): ESTADO DA PARA- ÍBA. - Recorrido: JULIANA CARLA DA SILVA ALENCAR. Intimação ao(s) bel(is). JAN EDSON RODRIGUES LEITE, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono(s) do recorrido, apresentar(em) as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL 2ªC PROCESSO Nº Recorrente(s): MARIA ALVES DE SOUZA. - Recorrido(s): MUNICÍPIO DE SANTANA DOS GARROTES. Intimação ao(s) bel(is). FRANCISCO DE ASSIS REMÍGIO II, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono(s) do recorrido, apresentar(em) as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL 2ªC PROCESSO Nº Recorrente(s): ESTADO DA PARAÍBA. Recorrido: FRANCISCO WANDERLEY DE ANDRADE. Intimação ao(s) bel(is). GUSTAVO MAIA RESENDE LÚCIO, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono(s) do recorrido, apresentar(em) as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL 2ªC PROCESSO Nº Recorrente(s): ESTADO DA PARAÍBA. Recorrido(s): FELLIPE LIRA DA COSTA PEREIRA. Intimação ao(s) bel(is). DENYSON FABIÃO DE ARAÚJO BRAGA, em causa própria, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono(s) do recorrido, apresentar(em) as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL 2ªC PROCESSO Nº Recorrente (s): ESTADO DA PARAÍBA. Recorrido (s): ANTONIO LUIZ DA SILVA. Intimação ao(s) bel(is). WALLACE ALENCAR GOMES, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono(s) do(s) recorrido(s), apresentar(em) as contrarrazões ao(s) recurso(s) em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL 2ªC PROCESSO Nº Recorrente(s): ESTADO DA PARAÍBA. - Recorrido(s): JAIME ADELINO DA PAZ ROCHA. Intimação ao(s) bel(is). DENYSON FABIÃO DE ARAÚJO BRAGA, patrono do recorrido, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono(s) do recorrido, apresentar(em) as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL - 2ªC PROCESSO Nº Recorrente (s): ESTADO DA PARAÍBA. Recorrido(s): JOSÉ BATISTA SOBRINHO. Intimação ao(s) bel(is). ANA CRISTINA HENRIQUE DE SOUSA E SILVA, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono(s) dos recorridos, apresentar(em) as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECLAMAÇÃO PROCESSO Nº Reclamante: Joilma Freitas da Silva, reclamado: Ernane Luiz da Silva. Intimação dos Beis. JOÃO ALBERTO DA CUNHA FILHO e BRUNNA RACHEL GERMÓ- GLIO GOMES SILVA, do deferimento, em parte, ao requerimento de fl. 127 dos autos, concedendo a requerente, por seus Advogados, apenas, vista dos autos pelo prazo de cinco dias. Diretoria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba RECURSO DE AGRAVO Nº Relator: Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira. Agravante: Marcus Antônio Catão Torquato. Agravado: Banco Santander S/A. Intimação ao Bel. Cristiano Jatobá de Almeida e outro, na qualidade causídico do Agravado, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, apresentar contrarrazões ao agravo em referência. RECURSO DE AGRAVO Nº Relator: Des. João Alves da Silva. Agravante: Estado da Paraíba. Agravado: Daniel Augusto Lira Bezerra. Intimação ao Bel. Tadeu Mendes Villarim, na qualidade causídico do Agravado, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, apresentar contrarrazões ao agravo em referência. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS NA APELAÇÃO CÍVEL Nº Relator(a): Des. Dr. José Aurélio da Cruz, integrante da 3ª Câmara Cível. Embargante: Bruno Leite Beltão. Embargado: Banco BV Financeira sa Crédito, Financiamento e Investimento. Intime-se o embargado, através do seu representante legal, Dr. CELSO DAVID ANTUNES, para, no prazo de 5 (cinco) dias, apresentar contrarrazões aos embargos de declaração de fls. 231/236. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 22 de Abril de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS NA APELAÇÃO CÍVEL Nº Relator(a): Des. Dr. José Aurélio da Cruz, integrante da 3ª Câmara Cível. Embargante: TIM Celular S/A. Embargado: Edivan Antônio de Sousa. Intime-se o embargado, através do seu representante legal, Dr. GABRIEL MARTINS DE OLIVEIRA, para, no prazo de 5 (cinco) dias, apresentar contrarrazões aos embargos de declaração de fls. 102/ 121. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 22 de Abril de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS NA APELAÇÃO CÍVEL Nº Relator(a): Des. Dr. José Aurélio da Cruz, integrante da 3ª Câmara Cível. Embargante: Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT. Embargado: Romualdo Andrade Dias. Intime-se o embargado, através do seu representante legal, Dr. MARCOS ANTONIO INACIO DA SILVA, para, no prazo de 5 (cinco) dias, apresentar contrarrazões aos embargos de declaração de fls. 149/158. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 22 de Abril de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS NA APELAÇÃO CÍVEL Nº Relator(a): Des. Dr. José Aurélio da Cruz, integrante da 3ª Câmara Cível. Embargante: Robenilson Tavares da Silva. Embargado: Estado da Paraíba. Intime-se o embargado, através do seu procurador, Dr. PAULO BARBOSA DE ALMEIDA FILHO, para, no prazo de 5 (cinco) dias, apresentar contrarrazões aos embargos de declaração de fls. 179/186. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 22 de Abril de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS NA APELAÇÃO CÍVEL Nº Relator(a): Des. Dr. José Aurélio da Cruz, integrante da 3ª Câmara Cível. Embargante: Banco GMAC S/A. Embargado: Thales Diniz Nobre. Intime-se o embargado, atuando em causa própria, Dr. Thales Diniz Nobre, para, no prazo de 5 (cinco) dias, apresentar contrarrazões aos embargos de declaração de fls. 138/144. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 22 de Abril de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS NA APELAÇÃO CÍVEL Nº Relator(a): Des. Dr. José Aurélio da Cruz, integrante da 3ª Câmara Cível. Embargante: Francisco Edilson da Silva Ribeiro. Embargado: Editora Jornal da Paraíba Ltda. Intime-se o embargado, através do seu representante legal, Dr. ROBERIO VARELA, para, no prazo de 5 (cinco) dias, apresentar contrarrazões aos embargos de declaração de fls. 260/263. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 22 de Abril de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS NA APELAÇÃO CÍVEL Nº Relator(a): Des. Dr. José Aurélio da Cruz, integrante da 3ª Câmara Cível. Embargante: Orimpex Importação Exportação Distribuição Ltda. Embargado: Clodoaldo Campos Cardoso. Intime-se o embargado, através do seu representante legal, Dr. GUSTAVO GUEDES TARGINO, para, no prazo de 5 (cinco) dias, apresentar contrarrazões aos embargos de declaração de fls. 187/190. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 22 de Abril de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS NA APELAÇÃO CÍVEL Nº Relator(a): Des. Dr. José Aurélio da Cruz, integrante da 3ª Câmara Cível. Embargante: Banco Bonsucesso S/A. Embargado: Francisco Carlos do Nascimento. Intime-se o embargado, através do seu representante legal, Dr. EMMANUEL LACERDA FRANKLIN CHACON, para, no prazo de 5 (cinco) dias, apresentar contrarrazões aos embargos de declaração de fls. 130/149. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 22 de Abril de REEXAME NECESSÁRIO PROCESSO Nº Relator Desembargador LEANDRO DOS SANTOS. Autor: SINSERMAN SINDICATO DOS SERVIDORES PUBLICOS DO MUNICIPIO DE MAMAN- GUAPE. INTERESSADO: MUNICÍPIO DE MAMANGUAPE. Intimação ao Bel. CARLOS ROGÉRIO MARINHO DIAS, patrono do Sindicato, parte autora, acima identificada, para que no prazo de 10 (dez) dias, acostar aos autos cópia do registro do SINSERMAN no Ministério do Trabalho e Emprego, sob pena de extinção do processo sem resolução do mérito. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Relator: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. Agravante: Telemar Norte Leste S/A. Agravado: Augusto Rodrigues dos Santos. Intimação à Bela. Josemília de Fátima Batista Guerra, na condição de Patrono do Agravado, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei nº , de 19 de outubro de 2005, c/c a Resolução nº. 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentar as contrarrazões ao agravo em referência, interposto contra os termos do despacho do Juízo de Direito da 9ª Vara Cível da Comarca da Capital, lançado nos autos da Ação Ordinária nº RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Relator: Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos. Agravante: Maria Eusa Arruda Pinto de Oliveira. Agravado: Espólio de Alfredo José Abrantes Pinto de Oliveira. Intimação aos Béis. Francisco Pinto de Oliveira Neto e Maria Nilva Martins Cardozo de Sousa, na condição de patronos do Agravado, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei nº , de 19 de outubro de 2005, c/c a Resolução nº. 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentar as contrarrazões ao agravo em referência, interposto contra os termos do despacho do Juízo de Direito da Vara de Sucessões da Comarca de Campina Grande, lançado nos autos da Ação de Inventário nº RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Relator: Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos. Agravante: Charles Figueiredo de Lima Holdrado. Agravado: Sul América Cia Nacional de Seguros. Intimação ao Bel. Leidson Flamarion Torres Matos, na condição de patrono do Agravado, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei nº , de 19 de outubro de 2005, c/c a Resolução nº. 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentar as contrarrazões ao agravo em referência, interposto contra os termos do despacho do Juízo de Direito da 4ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande, lançado nos autos da Exceção de Incompetência nº RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Relator: Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos. Agravante: Fabrício Flauber de Lira Marinho. Agravado: Geneton Marinho de Sousa. Intimação ao Bel. Ednaldo Ribeiro da Silva, na condição de Patrono do Agravado, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei nº , de 19 de outubro de 2005, c/c a Resolução nº. 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentar as contrarrazões ao agravo em referência, interposto contra os termos do despacho do Juízo de Direito da 2ª Vara da Comarca de Mamanguape, lançado nos autos da Ação Cautelar nº AÇÃO RESCISÓRIA Nº Relator: Exmo. Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho; Autor: Estado da Paraíba; Réu: Lucia de Fátima Fialho Galvão. Intimação ao Bel. GILBERTO CARNEIRO DA GAMA, na condição de procurador geral do Estado da Paraíba, a fim de, no prazo de 10 (dez) dias, para, querendo, apresentar impugnação à contestação de fls. 238/243. Diretoria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS NOS AUTOS DO MANDADO DE SEGURANÇA Nº Relator: Exmo. Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos; Embargante: PBPREV Paraíba Previdência; Embargada: Maria de Lourdes de Sousa Carvalho. Intimação as Belas. ANA CRISTINA HENRIQUE DE SOUSA E SILVA E OUTRA, a fim de, na condição de patronas da embargada, acima nominada, no prazo de 05 (cinco) dias, para, querendo, apresentar impugnação aos Embargos de Declaração de fls. 87/92. Diretoria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. MANDADO DE SEGURANÇA Nº Relator: Exmo. Des. Leandro dos Santos; Impetrante: Norma de Albuquerque Pires; Impetrado: Secretária de Administração do Estado da Paraíba. Intimação ao Bel. NATALÍCIO EMMANUEL QUINTELA LIMA E OUTRO, na condição de patronos da impetrante, acima nominada, a fim de, no prazo de 10 (dez) dias, pronunciar-se sobre os documentos de fls. 133/148. Diretoria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. AÇÃO RESCISÓRIA Nº Relator: Exmo. Des. Leandro dos Santos; Autor: Francisco Lopes da Silva; Réu: Ministério Público. Intimação ao Bel. EVANDRO ELVIDIO DE SOUSA, na condição de patrono do autor, acima nominado, a fim de, no prazo legal, apresentar impugnação à contestação. Diretoria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. AÇÃO RESCISÓRIA Nº Relator: Exmo. Des. José Aurélio da Cruz; Autor: Marcos Pereira da Silva; Réu: Itaú Seguros S/A. Intimação ao Bel. JOSE VIRGOLINO DE SOUSA, na condição de patrono do autor, acima nominado, a fim de, no prazo legal, para, querendo, apresentar impugnação à contestação. Diretoria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Relator: Dr. João Batista Barbosa, Juiz Convocado para substituir a Desa. Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira. Agravante: Estado da Paraíba. Agravado: Sandro Felipe de Souza Gomes.. Intimação ao Bel. Ricardo Nascimento Fernandes, na condição de Patrono dos Agravado, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei nº , de 19 de outubro de 2005, c/c a Resolução nº. 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentar as contrarrazões ao agravo em referência, interposto contra os termos do despacho do Juízo de Direito da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital, lançado nos autos da Ação Cautelar Preparatória nº RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Relator: Dr. João Batista Barbosa, Juiz Convocado para substituir a Desa. Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira. Agravante: Estado da Paraíba. Agravado: José Vieira Lopes Júnior. Intimação ao Bel. Ricardo Nascimento Fernandes, na condição de Patrono dos Agravado, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei nº , de 19 de outubro de 2005, c/c a Resolução nº. 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentar as contrarrazões ao agravo em referência, interposto contra os termos do despacho do Juízo de Direito da 5ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital, lançado nos autos da Ação de Obrigação de Fazer nº RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Relator: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. Agravante: Estado da Paraíba. Agravado: Cia Brasileira de Distribuição. Intimação ao Bel. Ricardo Malachias Ciconelo, na condição de Patrono dos Agravado, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei nº , de 19 de outubro de 2005, c/c a Resolução nº. 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentar as contrarrazões ao agravo em referência, interposto contra os termos do despacho do Juízo de Direito da 6ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital, lançado nos autos da Ação de Obrigação de Fazer nº JULGADOS DO TRIBUNAL PLENO Des. Joás de Brito Pereira Filho PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR EM FACE DE MAGISTRADO N RELATOR: Des. Joas de Brito Pereira Filho. PROCESSANTE: Juiz de Direito da Comarca de Picui E Mário Lúcio Costa Araújo. ADVOGADO: Eugenio Goncalves da Nobrega. PROCESSO DISCIPLINAR. Juiz de Direito. Aposentadoria compulsória. Determinação em outro processo. Perda do objeto. Feito prejudicado. I Aposentado compulsoriamente o magistrado em processo à parte, com proventos proporcionais ao tempo de serviço, resta prejudicado o exame do presente processo administrativo disciplinar, cuja pena máxima indicada seria justamente a mesma já determinada. II Objeto ultrapassado. Processo prejudicado. ACORDA o Egrégio Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em sessão plenária, julgar prejudicado o processo administrativo, nos termos do relatório e voto que integram o presente julgado.

16 16 JULGADOS DA SEGUNDA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos APELAÇÃO N ORIGEM: CAPITAL - 8A. VARA CIVEL. RELATOR: Des. Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: World Tour Viagens E Turismo Ltda. ADVOGADO: Andre Gomes Bronzeado. APELADO: Embratel Empresa Brasileira de Telecomunicacoes S/a - Embratel. ADVOGADO: Cicero Pereira de Lacerda. PROCESSUAL CIVIL Apelação Cível Telefonia Pedido de rescisão contratual Posterior utilização dos serviços Procedência parcial dos pedidos Irresignação Impossibilidade de locupletamento indevido pelos serviços utilizados Manutenção do entendimento Dano moral Infortúnio para a efetivação da rescisão Caracterização Valor indenizatório Quantia módica Empresa ofensora de porte econômico elevado Majoração Pedido de portabilidade Inovação recursal Impossibilidade Reforma, em parte, da sentença Provimento parcial. - A demora injustificada para efetivação de rescisão contratual, que gera infortúnio ao cliente, acarreta dano moral indenizável. - Afigura-se descabido submeter empresa de telefonia de grande porte, que impingiu infortúnio indevido à contratante, a arcar com uma indenização em patamar bastante reduzido, tornando-se meramente simbólica a sanção. - A indenização por dano moral deve ser fixada com prudência, segundo o princípio da razoabilidade e de acordo com os critérios apontados pela doutrina, a fim de que não se converta em fonte de enriquecimento sem causa ao ofendido. V I S T O S, relatados e discutidos estes autos da apelação cível acima identificados, ACORDAM, em Segunda Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Paraíba, por votação unânime, prover parcialmente o recurso apelatório, nos termos do voto do Relator. Dr. João Batista Barbosa EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: 4ª VARA MISTA DE PATOS. RELA- TOR: Dr(a). Joao Batista Barbosa, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. EMBARGANTE: Municipio de Patos. ADVOGADO: Diogo Maia da Silva Mariz. EMBARGADO: Alcelia de Lima Ferreira Lucena. ADVOGADO: Damiao Guimaraes Leite. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. INTERPOSIÇÃO COM FINS APENAS DE PREQUESTIONAMENTO. INEXISTÊNCIA DE QUALQUER DOS VÍCIOS DO ART. 535 DO CPC. REJEIÇÃO. - Os embargos de declaração, em razão do caráter restrito de sua devolutividade, servem apenas para corrigir eventual obscuridade, omissão, contradição ou sanar erro material existente na decisão judicial, e não para rediscutir a matéria já analisada nos autos. - O prequestionamento de uma matéria não está adstrito à menção explícita dos dispositivos legais que a envolvem. Também é admitido que o julgado traga um prequestionamento implícito. - Os embargos declaratórios, mesmo manejados com o propósito de prequestionamento, são inadmissíveis se a decisão embargada não ostentar qualquer dos vícios que autorizariam a sua interposição. (EDcl no AgRg no CC /DF, Rel. Ministra Nancy Andrighi, Segunda Seção, julgado em 24/ 10/2012, DJe 26/10/2012). VISTOS, relatados e discutidos estes autos. ACORDA a Segunda Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, rejeitar os embargos declaratórios. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: 1ª VARA DE FAMÍLIA DA CAPITAL. RELATOR: Dr(a). Joao Batista Barbosa, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. EMBARGANTE: Aristóteles Pessoa de Carvalho Souto Maior. ADVOGADO: José Hélio de Lucena. EMBARGA- DO: Pbprev - Paraíba Previdência. ADVOGADO: Renata F. F. Mayer. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. VIOLA- ÇÃO DE NORMAS. NÃO OCORRÊNCIA. OMISSÃO E CONTRADIÇÃO. VÍCIOS INEXISTENTES. REDISCUS- SÃO DA MATÉRIA JULGADA. IMPOSSIBILIDADE. REJEIÇÃO. - Como já decidiram os Tribunais Superiores, os embargos se prestam a sanar omissão, contradição ou obscuridade, não a adequar a decisão ao entendimento do embargante. (STJ - EDcl na MC 7332/SP - Rel. Min. Antônio de Pádua Ribeiro - 3ª Turma - jul DJU p. 291). - Os aclaratórios que somente se prestam a tentar rediscutir matéria já discutida, e devidamente resolvida no acórdão, ensejam sua rejeição por se apartarem claramente das hipóteses previstas no art. 535 do CPC. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. ACORDA a Segunda Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, rejeitar os embargos declaratórios. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: 7ª VARA CÍVEL DE CAMPINA GRAN- DE. RELATOR: Dr(a). Joao Batista Barbosa, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. EMBARGANTE: Treze Futebol Clube. ADVOGADO: Eduardo Sergio Sousa Medeiros. EMBARGADO: Luiz Manoel Medeiros Costa. ADVOGADO: Afonso Jose Vilar dos Santos. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO CONVERTIDOS EM AGRAVO INTERNO. DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGOU SEGUIMENTO A AGRAVO DE INSTRUMENTO, POR OFENSA AO PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE, UMA VEZ QUE AS RAZÕES DO RECURSO NÃO GUARDAM RELAÇÃO COM O DECISUM ATACADO. MANUTENÇÃO DESTE. DESPROVIMEN- TO. 1. Quanto à aplicação do princípio da dialeticidade recursal, as razões recursais devem impugnar, com transparência e objetividade, os fundamentos suficientes para manter íntegro o decisum recorrido. (STJ, AgRg no REsp /MS, Rel. Ministro HUMBERTO MARTINS, SEGUNDA TURMA, julgado em 16/12/2010, DJe 14/ 02/2011). 2. Embargos de declaração convertidos em agravo interno, que restou desprovido por esta Corte de Justiça. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. ACORDA a Segunda Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, receber os embargos de declaração como agravo interno e negar-lhe provimento. Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: 2ª Vara Mista da Comarca de Piancó.. RELATOR: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. APELANTE: Municipio de Olho Dagua Representado Por Seu Procurador Bruno da Nobrega Carvalho. APELADO: Edilene Gabriel de Sousa Batista. ADVOGADO: Damiao Guimaraes Leite. REMESSA NECESSÁRIA E APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE OBRIGA- ÇÃO DE FAZER C/C COBRANÇA. PRELIMINARES. INCOMPETÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL. AUSÊNCIA DE INTERESSE DA UNIÃO. RELAÇÃO JURÍDICA ENTRE O PARTICULAR E O MUNICÍPIO. CARÊNCIA DE AÇÃO POR FALTA DE INTERESSE DE AGIR. AUSÊNCIA DE INDICAÇÃO DOS DISPOSITIVOS LEGAIS VIOLADOS. DESNECESSIDADE. PRECEDENTE DO STJ. REJEIÇÃO DAS QUESTÕES PREAMBULARES. MÉRITO. RECURSOS DO FUNDEB. RATEIO. ART. 24 DA LEI FEDERAL Nº /2007. INEXISTÊNCIA DE NORMA MUNICIPAL REGULAMENTADORA. NECESSIDADE. PRINCÍPIO DA LEGALIDADE. IMPOSSIBILI- DADE. PROVIMENTO DOS RECURSOS. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, rejeitar as preliminares, à unanimidade. No mérito, por igual votação, dar provimento à remessa necessária e ao apelo, nos termos do voto do relator, unânime. Sala de Sessões da Segunda Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 14 de abril de APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: 2ª Vara Mista da Comarca de Piancó.. RELATOR: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. APELANTE: Municipio de Olho Dagua Representado Por Seu Procurador Bruno da Nobrega Carvalho. APELADO: Maria das Gracas Caldas Leite Araujo. ADVOGADO: Damiao Guimaraes Leite. REMESSA NECESSÁRIA E APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE OBRIGA- ÇÃO DE FAZER C/C COBRANÇA. PRELIMINARES. INCOMPETÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL. AUSÊNCIA DE INTERESSE DA UNIÃO. RELAÇÃO JURÍDICA ENTRE O PARTICULAR E O MUNICÍPIO. CARÊNCIA DE AÇÃO POR FALTA DE INTERESSE DE AGIR. AUSÊNCIA DE INDICAÇÃO DOS DISPOSITIVOS LEGAIS VIOLADOS. DESNECESSIDADE. PRECEDENTE DO STJ. REJEIÇÃO DAS QUESTÕES PREAMBULARES. MÉRITO. RECURSOS DO FUNDEB. RATEIO. ART. 24 DA LEI FEDERAL Nº /2007. INEXISTÊNCIA DE NORMA MUNICIPAL REGULAMENTADORA. NECESSIDADE. PRINCÍPIO DA LEGALIDADE. IMPOSSIBILI- DADE. PROVIMENTO DOS RECURSOS. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, rejeitar as preliminares, à unanimidade. No mérito, por igual votação, DAR PROVIMENTO À REMESSA NECESSÁRIA E AO APELO, nos termos do voto do relator, unânime. Sala de Sessões da Segunda Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 14 de abril de APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: 2ª Vara Mista da Comarca de Piancó.. RELATOR: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. APELANTE: Lúcia Maria Lopes Brasileiro.. ADVOGADO: Paulo Cesar Conserva. APELADO: Municipio de Igaracy. ADVOGADO: José Marcílio Batista E Outro.. REMESSA NECESSÁRIA E APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. SERVIDORA PÚBLICA. TERÇO CONSTITUCIONAL DE FÉRIAS. PAGAMENTO. ÔNUS DO ENTE MUNICIPAL. ART. 333, INCISO II, DO CPC. COMPROVAÇÃO DO ADIMPLEMENTO DE PARTE DA VERBA REQUERIDA. FOLHAS DE PAGAMENTO ASSI- NADAS. PRESUNÇÃO DE VERACIDADE, LEGITIMIDADE E LEGALIDADE DO ATO DO ADMINISTRADOR PÚBLICO. DEMAIS PERÍODOS. AUSÊNCIA DE PROVAS DO PAGAMENTO. PROIBIÇÃO DO ENRIQUECI- MENTO SEM CAUSA. PRECEDENTES DESTA CORTE DE JUSTIÇA. MANUTENÇÃO DO DECISUM. DESPRO- VIMENTO DOS RECURSOS. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão ordinária, negar provimento aos recursos, nos termos do voto do relator, unânime. Sala de Sessões da Segunda Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 14 de abril de APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: 2ª Vara da Fazenda Pública de Campina Grande.. RELATOR: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/ sua Procuradora Ana Rita Feitosa Torreao Braz Almeida. APELADO: Geraldo Joaquim de Santana. ADVOGADO: Defensora Pública: Carmem Noujaim Habib.. REMESSA DE OFÍCIO E APELAÇÃO CÍVEL. PRELIMINAR. ILEGITIMIDADE PASSIVA. REJEIÇÃO. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DOS ENTES FEDERADOS. MÉRI- TO. FORNECIMENTO DE MEDICAMENTO. OBRIGAÇÃO DE FAZER. ALEGAÇÕES DE OFENSA À SEPARA- ÇÃO DE PODERES E VEDAÇÃO DE REALIZAÇÃO DE DESPESA QUE EXCEDA O CRÉDITO ORÇAMENTÁ- RIO. IRRELE-VÂNCIA. RESTRIÇÃO INDEVIDA A DIREITO FUNDAMENTAL. PRIMAZIA DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA SOBRE PRINCÍPIOS DE DIREITO FINANCEIRO E ADMINISTRATIVO. MANUTENÇÃO DO ÉDITO JUDICIAL. DESPROVIMENTO DO REEXAME E DO APELO. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, rejeitar a preliminar, à unanimidade. No mérito, por igual votação, negou-se provimento à Remessa Oficial e ao Recurso Apelatório, nos termos do voto do relator, unânime. Sala de Sessões da Segunda Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 14 de abril de APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande.. RELATOR: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador Flavio Luiz Avelar Domingues Filho. APELADO: Helena Almeida Lucena. ADVOGADO: Defensora Pública: Carmem Noujaim Habib.. REMESSA DE OFÍCIO E APELAÇÃO CÍVEL. PRELIMINAR. ILEGITIMIDADE PASSIVA. REJEIÇÃO. RESPONSABILIDADE SOLI-DÁRIA DOS ENTES FE- DERADOS. MÉRITO. FORNECIMENTO DE MATERIAS MÉDICOS PARA TRATAMENTO DE MOLÉSTIA POR PESSOA NECESSITADA. OBRIGAÇÃO DE FAZER. ALEGAÇÕES DE AUSÊNCIA DO FÁRMACO NA LISTA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, DE OFENSA À SEPARAÇÃO DE PODERES E DE VEDAÇÃO DE REALIZAÇÃO DE DESPESA QUE EXCEDA O CRÉDITO ORÇAMENTÁRIO. IRRELEVÂNCIA. RESTRIÇÃO INDEVIDA A DIREITO FUNDAMENTAL. PRIMAZIA DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA SOBRE PRINCÍPIOS DE DIREITO FINANCEIRO E ADMINISTRATIVO. MANUTENÇÃO DO ÉDITO JUDICIAL. DESPROVIMENTO. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, rejeitar a preliminar e, no mérito, negar provimento aos recursos, nos termos do voto do relator, unânime. Sala de Sessões da Segunda Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 14 de abril de APELAÇÃO N ORIGEM: Vara Única da Comarca de Remígio.. RELATOR: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. APELANTE: Marivanda Santana da Silva. ADVOGADO: Dilma Jane Tavares de Araujo. APELADO: Municipio de Remigio. ADVOGADO: Vinicius Barboza Meira Junior. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. ACORDO EXTRAJUDICIAL POSTERIOR AO AJUIZAMENTO DA DEMANDA. RECONHECIMENTO DO DÉBITO. EXTINÇÃO DO FEITO SEM JULGAMENTO DO MÉRITO POR PERDA SUPERVENIENTE DO OBJETO. ÔNUS DE SUCUMBÊNCIA. PRINCÍPIO DA CAUSALIDADE. VALOR DEVIDO PELO DEMANDADO. PROVIMENTO DO APELO. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão ordinária, conhecer e dar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, unânime. Sala de Sessões da Segunda Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 14 de abril de APELAÇÃO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador Flavio Luiz Avelar Domingues Filho. APELADO: Luciano Fernandes da Silva. ADVOGADO: Fabio Jose de Souza Arruda. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. ABSOLVI- ÇÃO EM AÇÃO PENAL. RESTITUIÇÃO DE FIANÇA. DEFERIMENTO. IRRESIGNAÇÃO. ALEGAÇÃO DE FALTA DE INTERESSE DE AGIR. AUSÊNCIA DE PRETENSÃO RESISTIDA. SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA. CONFI- GURAÇÃO. SENTENÇA PARCIALMENTE REFORMADA. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão ordinária, dar provimento parcial ao recurso, nos termos do voto do relator. Sala de Sessões da Segunda Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 14 de abril de APELAÇÃO N ORIGEM: 5ª Vara da Comarca de Sousa.. RELATOR: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. APELANTE: Jose Eldo Belo da Silva. ADVOGADO: Jose Lopes Beserra. APELADO: Maria do Socorro Alexandre. ADVOGADO: Geralda Soares da Fonseca Costa. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE REINTEGRAÇÃO DE POSSE. PRELIMINAR DE INCOMPETÊNCIA ABSOLUTA DO JUÍZO. TERRENO DO IMÓVEL PERTENCENTE AO DNOCS (AUTARQUIA FEDERAL). AÇÃO POSSESSÓRIA QUE NÃO DISCUTE PROPRIEDADE DO BEM. REJEIÇÃO. MÉRITO. NEGÓCIO JURÍDICO REALIZADO POR PESSOA ABSOLUTA- MENTE INCAPAZ INTERDITADA JUDICIALMENTE. NULIDADE. ESBULHO CARACTERIZADO. MANUTEN- ÇÃO DO DECISUM. DESPROVIMENTO DO RECURSO. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão ordinária, rejeitar a preliminar, à unanimidade. No mérito, por igual votação, negou-se provimento ao recurso. Sala de Sessões da Segunda Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 14 de abril de 2015 APELAÇÃO N ORIGEM: 3ª Vara da Fazenda Pública de Campina Grande.. RELA- TOR: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. APELANTE: Municipio de Campina Grande Representado Por Sua Procuradora Andrea Nunes Melo. APELADO: Tnl Pcs S/a. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. APELAÇÃO CÍVEL. EXECUÇÃO FISCAL. DILIGÊNCIA DO OFICIAL DE JUSTIÇA. CONVÊNIO FIRMADO ENTRE A EDILI- DADE MUNICIPAL E ESTA CORTE. JUNTADA DE COMPROVANTE DE PAGAMENTO DE TODAS AS DILIGÊN- CIAS DA FAZENDA. CERTIDÃO CARTOTÁRIA CONTRADIZENDO INFORMAÇÃO DO EXEQUENTE. AUSÊN- CIA DE RECOLHIMENTO. HIPÓTESE DE CANCELAMENTO DA DISTRIBUIÇÃO E CONSEQUENTE EXTIN- ÇÃO DO PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO PELO INDEFERIMENTO DA INICIAL. DESACERTO DO JULGADO AO EXTINGUIR POR ABANDONO. NECESSIDADE DE REQUERIMENTO DO RÉU. ARGUMENTO PREJUDICADO. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA EXTINTIVA, PORÉM POR FUNDAMENTO DIVERSO. DES- PROVIMENTO DO APELO. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão ordinária, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, unânime. Sala de Sessões da Segunda Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 14 de abril de APELAÇÃO N ORIGEM: 14ª Vara Cível da Comarca da Capital.. RELATOR: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. APELANTE: Maria Auxiliadora de Carvalho Silva E Unimed Joao Pessoacooperativa de Trabalho Medico. ADVOGADO: Odilon de Lima Fernandes e ADVOGADO: Luiz Augusto Crispim Filho. APELADO: Os Mesmos. DIREITO DO CONSUMIDOR. PLANO DE SAÚDE. ATENDIMENTO HOME CARE. PACIENTE IDOSA EM GRAVE ESTADO DE SAÚDE. NEGATIVA DE COBERTURA. ALEGAÇÃO DE CLÁUSULA RESTRITIVA DE TAL DIREITO. ILEGALIDADE. NULIDADE. FORÇA COGENTE DAS NORMAS CONSUMERISTAS. AMEAÇA AO OBJETO CONTRATUAL. DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA. DESPROVI- MENTO DO RECURSO. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão ordinária, negar provimento aos recursos, nos termos do voto do relator, unânime. Sala de Sessões da Segunda Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 14 de abril de APELAÇÃO N ORIGEM: Vara Única da Comarca de Brejo do Cruz.. RELATOR: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. APELANTE: Sergio Silveira Garcia. ADVOGADO: Guilherme Fernandes de Alencar. APELADO: Banco Bradesco Financiamento S/a. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. APELAÇÃO. AÇÃO DE REVISÃO CONTRATUAL. SENTENÇA DE IMPROCEDÊNCIA. ART. 285-A DO CPC. IRRESIGNA- ÇÃO. INCIDÊNCIA DAS NORMAS CONSUMERISTAS. CAPITALIZAÇÃO DE JUROS. PREVISÃO CONTRATU- AL. INEXISTÊNCIA DE ONEROSIDADE EXCESSIVA. VALORES QUE EXPRIMEM A MÉDIA COBRADA EM MERCADO PARA CONTRATOS DA MESMA ESPÉCIE. COBRANÇA DE SERVIÇOS DE TERCEIROS E PAGA- MENTOS DE SERVIÇOS. ILEGALIDADE. REPETIÇÃO DE INDÉBITO DEVIDA DE FORMA SIMPLES. PROVI- MENTO PARCIAL. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão ordinária, dar provimento parcial ao recurso, nos termos do voto do relator, unânime. Sala de Sessões da Segunda Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 14 de abril de Dr. Gustavo Leite Urquiza APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: 4ª Vara da Fazenda Pública da Capital.. RELATOR: Dr(a). Gustavo Leite Urquiza, em substituição a(o) Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador Gustavo Nunes Mesquita. APELADO: Ivan Oliveira de Araujo Filho. ADVOGADO: Denyson Fabiao de Araujo Braga. REEXAME NECESSÁRIO E APELA- ÇÃO. PREJUDICIAL DE MÉRITO. PRESCRIÇÃO DE FUNDO DO DIREITO. MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA. BOMBEIRO MILITAR. CONGELAMENTO DO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE. LEI COMPLEMENTAR Nº 50/ AUSÊNCIA DE REFERÊNCIA EXPRESSA À CATEGORIA DOS MILITARES. ILEGALIDADE DO CON- GELAMENTO ATÉ O ADVENTO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 185/2012, POSTERIORMENTE CONVERTIDA NA LEI Nº 9.713/2012. REFORMA PARCIAL DA SENTENÇA. PROVIMENTO PARCIAL DOS RECURSOS. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, rejeitar a prejudicial e dar parcial provimento aos recursos, nos termos do voto do relator, unânime. Sala de Sessões da Segunda Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 14 de abril de APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: 4ª Vara da Fazenda Pública da Capital.. RELATOR: Dr(a). Gustavo Leite Urquiza, em substituição a(o) Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador Renan de Vasconcelos Neves. APELADO: Visnei Alexandre de Sousa. ADVOGADO: Bianca Diniz de Castilho Santos. REEXAME NECESSÁRIO E APELAÇÃO. POLICIAL MILITAR. CONGELAMENTO DO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE. LEI COMPLEMENTAR Nº 50/ AUSÊNCIA DE REFERÊNCIA EXPRESSA À CATEGORIA DOS MILITARES. ILEGALIDADE DO CONGE- LAMENTO ATÉ O ADVENTO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 185/2012, POSTERIORMENTE CONVERTIDA NA LEI Nº 9.713/2012. REFORMA DA SENTENÇA NESTE PONTO. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. SUCUMBÊN- CIA MÍNIMA. PAGAMENTO PELA PARTE VENCIDA. MINORAÇÃO. DESCABIMENTO. PROVIMENTO PARCIAL

17 17 DO APELO. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, dar parcial provimento aos recursos, nos termos do voto do relator, unânime. Sala de Sessões da Segunda Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 14 de abril de APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande.. RELATOR: Dr(a). Gustavo Leite Urquiza, em substituição a(o) Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/sua Procuradora Jaqueline Lopes de Alencar. APELADO: Durval Guedes de Freitas. ADVOGADO: Defensora Pública: Carmem Noujaim Habib.. REMESSA DE OFÍCIO E APELAÇÃO CÍVEL. FORNECIMENTO DE MEDICAMENTOS INDISPENSÁVEIS A TRATAMENTO MÉDICO DO NECESSITADO. OBRIGAÇÃO DE FAZER. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DOS ENTES FE- DERADOS. ALEGAÇÃO DE AUSÊNCIA DO FÁRMACO NA LISTA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE. VEDAÇÃO DE REALIZAÇÃO DE DESPESA QUE EXCEDA O CRÉDITO ORÇAMENTÁRIO. IRRELE-VÂNCIA. RESTRIÇÃO INDEVIDA A DIREITO FUNDAMENTAL. PRIMAZIA DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA SOBRE PRINCÍPI- OS DE DIREITO FINANCEIRO E ADMINISTRATIVO. DESPROVIMENTO DO REEXAME E DO APELO. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, rejeitar a preliminar e, no mérito, negar provimento à Remessa Oficial e ao Recurso Apelatório, nos termos do voto do relator, unânime. Sala de Sessões da Segunda Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 14 de abril de APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: 6ª Vara da Fazenda Pública da Capital.. RELATOR: Dr(a). Gustavo Leite Urquiza, em substituição a(o) Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. APELANTE: Pbprev Paraíba Previdência. Procurador: Renata Franco Feitosa Mayer E Outros. APELADO: Jose Roberto Maciel da Silva. ADVOGADO: Enio Silva Nascimento. REEXAME NECES- SÁRIO E APELAÇÃO. CONGELAMENTO DOS ADICIONAIS DE TEMPO DE SERVIÇO E DE INATIVIDADE. LEI COMPLEMENTAR Nº 50/2003. AUSÊNCIA DE REFERÊNCIA EXPRESSA À CATEGORIA DOS MILITA- RES. ILEGALIDADE DO CONGELAMENTO ATÉ O ADVENTO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 185/2012, POSTERIORMENTE CONVERTIDA NA LEI Nº 9.713/2012. ENTENDIMENTO UNIFORMI-ZADO PELO TRI- BUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA. REFORMA PARCIAL DA SENTENÇA. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, dar parcial provimento ao reexame necessário e negar provimento ao apelo, nos termos do voto do relator, unânime. Sala de Sessões da Segunda Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 14 de abril de APELAÇÃO N ORIGEM: 6ª Vara Cível da Capital.. RELATOR: Dr(a). Gustavo Leite Urquiza, em substituição a(o) Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. APELANTE: Limp Fort Engenharia Ambiental Ltda. ADVOGADO: Rogerio Magnus Varela Goncalves. APELADO: J Carlos Moveis Ltda. ADVOGADO: Alberto Jorge Souto Ferreira. APELAÇÃO CÍVEL. EMBARGOS À EXECUÇÃO. DUPLICA- TAS COM ACEITE ACOMPANHADAS DE NOTA FISCAL E COMPROVANTE DE ENTREGA DE MERCADORI- AS ASSINADO. TÍTULO CERTO, LÍQUIDO E EXIGÍVEL. IMPOSSIBILIDADE DE DISCUSSÃO SOBRE A EXISTÊNCIA A EFETIVA ENTREGA DAS MERCADORIAS. INTELIGÊNCIA DO ART. 15, I, DA LEI N / 68. JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA. INCIDÊNCIA A PARTIR DO VENCIMENTO DO TÍTULO. APELO DESPROVIDO. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão ordinária, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, unânime. Sala de Sessões da Segunda Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 14 de abril de JULGADOS DA TERCEIRA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 1ª Vara Regional de Mangabeira. RELA- TOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Sul America Cia Nacional de Seguros. ADVOGADO: Hermano Gadelha de Sá, Nelson Luiz Nouvel Alessio E Outros. AGRAVADO: Amadeu Dutra Suassuna E Outros. ADVOGADO: Karime Silveira E Mario Marcones do Nascimento. - AGRAVO INTERNO NO AGRAVO DE INSTRUMENTO AÇÃO ORDINÁRIA DE RESPONSABILIDADE SECURITÁRIA ILEGITIMIDA- DE ATIVA PARTE QUE POSTULA, EM NOME PRÓPRIO, DIREITO ALHEIO ART. 6º DO CPC DESPRO- VIMENTO. Nos termos do artigo 6º, do CPC, ninguém poderá pleitear, em nome próprio, direito alheio, salvo quando autorizado por lei. (Apelação Cível /002- Relator(a): Des.(a) Heloisa Combat - Órgão Julgador: 7ª CÂMARA CÍVEL TJ-MG - Data de Julgamento: 21/10/ Data da publicação: 07/11/2008). Não tendo vindo aos autos nenhum elemento novo capaz de alterar o convencimento já manifestado quando da decisão recorrida, é de ser mantida àquela decisão. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima identificados. ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em negar provimento ao agravo interno. - DECISÃO: Sendo assim, e sem mais para análise, NEGO PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 4ª Vara de Santa Rita. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Banco Itaucard S.a.. ADVOGADO: Celso Marcon. AGRA- VADO: Zenobia Maria da Silva. ADVOGADO: Americo Gomes de Almeida. - AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO E CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO. DETERMINAÇÃO PARA JUNTADA DE CÓPIA DO CONTRATO FIRMADO. ALEGAÇÃO DE PRAZO EXÍGUO. MULTA DIÁRIA. VALOR. IRRESIGNA- ÇÃO. PRAZO E ASTREINTES ARBITRADOS DENTRO DOS PARÂMETROS NORMAIS. DESNECESSIDADE DE MINORAÇÃO. EFEITO SUSPENSIVO INDEFERIDO. MÉRITO. MANUTENÇÃO. DESPROVIMENTO. Não há óbice algum quanto ao prazo de 05 (cinco) dias e à fixação da multa coercitiva nos exatos parâmetros, em caso de descumprimento da decisão, arbitrada em R$ 200,00 (duzentos reais) por dia, até o limite de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), tendo em vista que esta tem natureza coercitiva e sua finalidade é obrigar a parte a cumprir a obrigação imposta judicialmente, daí porque não há que se falar em afronta à razoabilidade e/ou proporcionalidade na fixação da mesma. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos antes identificados. - ACOR- DA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, por unanimidade, em negar provimento ao apelo. AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: 1ª Vara Cível da Capital.. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Banco Santander Brasil S.a.. ADVOGADO: Carlos Antonio Harten Filho. AGRAVADO: Proserv Servicos Pecas E Veiculos Ltda. ADVOGADO: Fabricio Montenegro de Moraes. - AGRAVO INTERNO - AGRAVO DE INSTRUMENTO IMPUGNAÇÃO AO CUMPRIMENTO DE SEN- TENÇA ALEGAÇÃO DE AUSÊNCIA DE TRÂNSITO EM JULGADO E IMPOSSIBILIDADE DE LEVANTAMENTO DE VALORES DECISÃO QUE JULGOU PARCIALMENTE PROCEDENTE A IMPUGNAÇÃO E DETERMINOU A EXPEDIÇÃO DE ALVARÁ IRRESIGNAÇÃO ESGOTAMENTO NAS INSTÂNCIAS SUPERIORES DEMONS- TRADA EXECUÇÃO DEFINITIVA SEGUIMENTO NEGADO AO AGRAVO MANUTENÇÃO DA DECISÃO AGRAVADA DESPROVIMENTO DO RECURSO. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO (ARTIGO 544 DO CPC) - AUTOS DE AGRAVO DE INSTRUMENTO MANEJADO EM FACE DA DETERMINAÇÃO JUDICIAL DE EXPEDIÇÃO DE ALVARÁ DE LEVANTAMENTO DO DEPÓSITO JUDICIAL - DECISÃO MONOCRÁTICA NEGAN- DO PROVIMENTO AO RECLAMO, MANTIDA A INADMISSÃO DO RECURSO ESPECIAL - INSURGÊNCIA DA COMPANHIA TELEFÔNICA. 1. Cumprimento de sentença. Expedição de alvará para levantamento dos valores depositados sem a necessidade de prestação de caução pelo credor. Nos termos da jurisprudência desta Corte, é definitiva a execução fundada em decisão judicial transitada em julgado, a qual consubstancia título executivo revestido de certeza, liquidez e exigibilidade, ainda quando pendente o julgamento de recurso, recebido sem efeito suspensivo, manejado em face da decisão que rejeitou a impugnação ao cumprimento da sentença. 2. Agravo regimental desprovido. (AgRg no AREsp /RS, Rel. Ministro MARCO BUZZI, QUARTA TURMA, julgado em 15/10/2013, DJe 30/10/2013 VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos antes identificados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, por unanimidade, em negar provimento ao Agravo Interno, nos termos do voto relator. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: 3ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Estado da Paraíba, Representado Por Sua Procuradora, Maria Clara Carvalho Lujan. APELADO: Arnaldo Gomes da Silva. ADVOGADO: Enio Silva Nascimento. - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OMISSÃO OCORRÊNCIA CONGELAMENTO DE ANUÊNIOS DE MILITARES ATRAVÉS DA LC Nº 50/2003 IMPOSSIBILIDADE CATEGORIA ESPECIAL REGIDA POR ESTATUTO PRÓPRIO MP Nº 185/12 ABRANGÊNCIA DOS MILITARES À MESMA FORMA DE PAGAMENTO DO ADICIONAL DOS SERVIDORES CIVIS MATÉRIA DECIDIDA POR INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA NO TJPB ACOLHIMENTO PARCIAL. Os embargos de declaração não se prestam à rediscussão das questões debatidas no corpo do édito judicial pelejado. Não servem para a substituição do decisório primitivo. Apenas se destinam a suprir eventuais omissões, contradições ou obscuridades. A matéria foi alvo de incidente de uniformização de jurisprudência (processo nº , de relatoria do Des. José Aurélio da Cruz, julgado em 10/09/14), no qual julgou-se procedente o incidente, pela uniformização dos julgamentos, no sentido de que o congelamento do adicional por tempo de serviço dos militares do Estado da Paraíba somente passou a ser aplicável a partir da data da publicação da Medida Provisória, nº 185/2012, que ocorreu em 25/01/2012, posteriormente convertida na lei nº 9.703/ VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS estes autos antes identificados, - DECISÃO: Ante o exposto, ACOLHO PARCIALMENTE OS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO, com efeitos infringentes, para determinar que o descongelamento do anuênio seja efetuado até a entrada em vigor da MP nº 185/12, mantendo a sentença em seus demais termos. APELAÇÃO N ORIGEM: 1ª Vara de Queimadas. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/sua Procuradora Silvana Simões de Lima E Silva. APELADO: Indústria E Comércio Gonçalves Monteiro S/a. - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO AGRAVO INTER- NO. OMISSÃO. INEXISTÊNCIA. PRETENSÃO DE REDISCUSSÃO DA MATÉRIA DETALHADA NO ACÓRDÃO HOSTILIZADO. IMPOSSIBILIDADE. REJEIÇÃO. Os embargos de declaração não se prestam à rediscussão das questões debatidas no corpo do édito judicial pelejado. Não servem para a substituição do decisório primitivo. Apenas se destinam a suprir eventuais omissões, contradições ou obscuridades. Inocorrendo tais hipóteses, os declaratórios devem ser rejeitados. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima relatados. ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, por unanimidade, em rejeitar os embargos de declaração. - DECISÃO: Ante o exposto, rejeito os embargos de declaração. APELAÇÃO N ORIGEM: 4ª Vara de Patos. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Estado da Paraíba Representando Por Seu Procurador Igor Rosalmeida Dantas. APELADO: Francisco Joselias Filgueiras Resende. ADVOGADO: Clodoaldo Pereira Vicente de Souza. - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO ALEGAÇÃO DE OMISSÃO INEXISTÊNCIA PRETENSÃO DE REDIS- CUSSÃO DA MATÉRIA DETALHADA NO ACÓRDÃO HOSTILIZADO IMPOSSIBILIDADE AUSÊNCIA DOS PRESSUPOSTOS DO ART. 535 DO CPC REJEIÇÃO. Os embargos de declaração não se prestam à rediscussão das questões debatidas no corpo do édito judicial pelejado. Não servem para a substituição do decisório primitivo. Apenas se destinam a suprir eventuais omissões, contradições ou obscuridades. Incorrendo tais hipóteses, os declaratórios devem ser rejeitados. A pretensão de simples reexame da matéria não enseja Embargos de Declaração. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima relatados. ACORDA a Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, por unanimidade, em rejeitar os embargos declaratórios. - DECISÃO: Sendo assim, e sem mais para análise, REJEITO os presentes embargos declaratórios. APELAÇÃO N ORIGEM: 4ª Vara Cível da Capital. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Banco Bradesco Financiamentos S/a. ADVOGADO: Celso Marcon. APELADO: Helida Fernandes Visigalli. ADVOGADO: Danilo Caze Braga da Costa Silva. - AGRAVO INTERNO NA APELAÇÃO CÍVEL AÇÃO DE REVISÃO DE CONTRATO CRÉDITO PARA FINANCIAMENTO DE VEÍCULO ALEGAÇÃO DE EXCESSIVIDADE NAS TARIFAS, TAXAS E ENCARGOS PREVISÃO NO CONTRATO PROCEDÊNCIA PARCIAL IRRESIGNAÇÃO CONTRATO FIRMADO EM FEV/2008 VIGÊNCIA DA RESO- LUÇÃO Nº 2.303/96 LEGALIDADE DA TAC E TEC CAPITALIZAÇÃO TAXA DE JUROS ANUAL SUPERIOR AO DUODÉCULO DA MENSAL POSSIBILIDADE COMISSÃO DE PERMANÊNCIA CUMULAÇÃO COM OUTROS ENCARGOS IMPOSSIBILIDADE HONORÁRIOS E CUSTAS SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA DESPROVIMENTO DO AGRAVO INTERNO. À Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça, que enfrentando a questão da legalidade da cobrança da Tarifa de Abertura de Crédito TAC e Tarifa de Emissão de Carnê, TEC, no julgamento do Resp. n.º , pelo procedimento dos recursos repetitivos, pacificou o entendimento de que referidas tarifas são consideradas válidas para os contratos ajustados até 30 de abril de 2008, data em que cessou a vigência da Resolução nº 2.303/96 do CMN, passando a viger a Resolução n.º 3.518, de 30 de abril de 2008, que regulamentou a cobrança de serviços bancários prioritários. A cobrança de tais tarifas (TAC e TEC) é permitida, portanto, se baseada em contratos celebrados até , ressalvado abuso devidamente comprovado caso a caso, por meio da invocação de parâmetros objetivos de mercado e circunstâncias do caso concreto, não bastando a mera remissão a conceitos jurídicos abstratos ou à convicção subjetiva do magistrado. Não tendo vindo aos autos nenhum elemento novo capaz de alterar o convencimento já manifestado quando da decisão recorrida, é de ser mantida àquela decisão. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima identificados. ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em negar provimento ao agravo interno. - DECISÃO: Sendo assim, e sem mais para análise, NEGO PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: 4ª Vara de Patos. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. EMBARGANTE: Sandra Maria Cabral dos Santos Silva E Juizo da 4a Vara da Comarca de Patos. ADVOGADO: Marcos Antonio Inacio da Silva. EMBARGADO: Municipio de Patos. ADVOGADO: Danubya Pereira de Medeiros. - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO AGRAVO INTERNO. OMIS- SÃO. INEXISTÊNCIA. PRETENSÃO DE REDISCUSSÃO DA MATÉRIA DETALHADA NO ACÓRDÃO HOSTILI- ZADO. IMPOSSIBILIDADE. REJEIÇÃO. Os embargos de declaração não se prestam à rediscussão das questões debatidas no corpo do édito judicial pelejado. Não servem para a substituição do decisório primitivo. Apenas se destinam a suprir eventuais omissões, contradições ou obscuridades. Inocorrendo tais hipóteses, os declaratórios devem ser rejeitados. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima relatados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, por unanimidade, em rejeitar os embargos de declaração. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: 4ª VARA DE PATOS. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. EMBARGANTE: Municipio de Patos E Juizo da 4a Vara da Comarca de Patos. ADVOGADO: Abraao Pedro Teixeira Junior. EMBARGADO: Maria da Conceicao de Sousa Guedes. ADVOGADO: Damiao Guimaraes Leite. - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO ALEGAÇÃO DE OMISSÃO NO JULGADO INEXISTÊNCIA PRETENSÃO DE REDISCUSSÃO DE MATÉRIA JÁ ANALISADA IMPOSSIBI- LIDADE AUSÊNCIA DOS PRESSUPOSTOS DO ART. 535 DO CPC REJEIÇÃO. Tendo o Tribunal apreciado amplamente os temas levantados no recurso e considerados pertinentes ao deslinde da causa, descabe a oposição de Embargos Declaratórios por inexistir a alegada omissão na espécie. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima nominados. ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, por unanimidade, em rejeitar os Embargos, nos termos do voto do relator. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELA- TOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. EMBARGANTE: Viver Previdência (antigo Pecúlio Abraham Lincoln - Amal). ADVOGADO: Nelson Wilians Fratoni Rodrigues. EMBARGADO: Ana Emilia Batista de Almeida. ADVOGADO: Saulo Jose Rodrigues de Farias. - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. CONTRADIÇÃO. INEXISTÊN- CIA. PRETENSÃO DE REDISCUSSÃO DA MATÉRIA DETALHADA NO ACÓRDÃO HOSTILIZADO. IMPOSSI- BILIDADE. REJEIÇÃO. Os embargos de declaração não se prestam à rediscussão das questões debatidas no corpo do édito judicial pelejado. Não servem para a substituição do decisório primitivo. Apenas se destinam a suprir eventuais omissões, contradições ou obscuridades. Inocorrendo tais hipóteses, os declaratórios devem ser rejeitados. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima relatados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, por unanimidade, em rejeitar os embargos de declaração. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELA- TOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. EMBARGANTE: Estado da Paraíba, Representado Por Seu Procurador Felipe de Brito Lira Souto. E Juizo da 3a Vara da Faz.pub.da Capital. EMBARGADO: Fabiano Oliveira Tavares. ADVOGADO: Veronica Mod Anne Oliveira dos Santos. - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO ALEGAÇÃO DE OMISSÃO NO JULGADO INEXISTÊNCIA PRETENSÃO DE REDISCUSSÃO DE MATÉRIA JÁ ANALISADA IMPOSSIBILIDADE AUSÊNCIA DOS PRESSUPOSTOS DO ART. 535 DO CPC REJEI- ÇÃO. Tendo o Tribunal apreciado amplamente os temas levantados no recurso e considerados pertinentes ao deslinde da causa, descabe a oposição de Embargos Declaratórios por inexistir a alegada omissão na espécie. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima nominados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, por unanimidade, em rejeitar os Embargos, nos termos do voto do relator. REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: 3ª Vara da Fazenda de Campina Grande. RELATOR: Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. JUÍZO: Estado da Paraíba Representando Por Seu Procurador Flavio Luiz Avelar Domingues Filho. POLO PASSIVO: Edeltrudes Lopes Souto. ADVOGADO: José Alipio Bezerra de Melo. - AGRAVO INTERNO NA REMESSA OFICIAL AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER FORNECIMENTO DE MEDICAMENTO OBRIGAÇÃO DO PODER PÚBLICO PROCEDÊNCIA DIREITO FUNDAMENTAL À SAÚDE ART. 196 DA CARTA MAGNA REMESSA CONHECIDA SEGUIMENTO NEGA- DO DESPROVIMENTO DO AGRAVO INTERNO. ADMINISTRATIVO E CONSTITUCIONAL - - Remessa Oficial - Fornecimento de medicamento - Preliminar de ilegitimidade passiva ad causam - Rejeitada - Portadora de CID Z-35 Gravidez de Alto Risco -Necessidade regular do medicamento CLEXANE 40mg para manter a gravidez -Medicamento de alto custo - Paciente sem condições financeiras - Direito à Vida e à Saúde - Dever do Estado Município -Garantia Constitucional - Manutenção da sentença a quo - Desprovimento da remessa oficial. - É obrigação do Estado UNIÃO, ESTADOS-MEMBROS, DISTRITO FEDERAL E Municípios assegurar às pessoas desprovidas de recursos financeiros o acesso à medicação ou congênere necessário à cura, controle ou abrandamento de suas enfermidades, sobretudo, as mais graves RESP /RS, Relator Ministro Castro Meira, 2 Turma, DJU 07/03/2005, p (TJPB /001 Rel.Des. Genésio Gomes Pereira Filho Terceira Câmara Cível - 24/04/2010) Não tendo vindo aos autos nenhum elemento novo capaz de alterar o convencimento já manifestado quando da decisão recorrida, é de ser mantida àquela decisão. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima identificados. - DECISÃO: Sendo assim, e sem mais para análise, NEGO PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO. Drª. Vanda Elizabeth Marinho AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 10ª Vara Cível da Comarca da Capital. RELATOR: Dr(a). Vanda Elizabeth Marinho, em substituição a(o) Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Roberta Carvalho Cavalcanti de Albuquerque Fabel. ADVOGADO: Francisco Carlos Meira da Silva. AGRAVADO: Bnb-banco do Nordeste do Brasil S/a. ADVOGADO: Dalliana Waleska Fernandes de Pinho. - AGRAVO DE INSTRUMENTO AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE DÍVIDA C/C DANOS MORAIS

18 18 E PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA NOTA DE CRÉDITO COMERCIAL TÍTULO PROTESTADO ALEGAÇÃO DE DÍVIDA PRESCRITA NÃO DEMONSTRAÇÃO DE PROVA INEQUÍVOCA E VEROSSIMILHANÇA NAS ALEGAÇÕES INDEFERIMENTO MANUTENÇÃO DO DECISUM DESPROVI- MENTO DO RECURSO. Ausente prova inequívoca capaz de convencer da verossimilhança das alegações prevista no artigo 273, do CPC, torna-se impossível a concessão da antecipação da tutela pretendida. VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima nominados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, a unanimidade, negar provimento ao recurso. AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Vanda Elizabeth Marinho, em substituição a(o) Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Estado da Paraíba, Representado Por Seu Procurador, Paulo Barbosa de Almeida Filho. AGRAVADO: Ministerio Publico Estadual. - AGRAVO INTERNO FORNECIMENTO DE MEDICAMENTO IMPRESCINDÍVEL À SAÚDE E À VIDA PROCEDÊNCIA IRRESIGNAÇÃO PRELIMINAR ILEGITIMIDADE PASSIVA NÃO CONHE- CIMENTO MÉRITO ART. 196 DA CARTA MAGNA MANUTENÇÃO DA DECISÃO MONOCRÁTICA DESPROVIMENTO. Os Tribunais pátrios já firmaram o entendimento de que o funcionamento do Sistema Único de Saúde - SUS é de responsabilidade solidária da União, Estados-membros e Municípios, de modo que qualquer dessas entidades tem legitimidade ad causam para figurar no polo passivo de demanda que objetiva a garantia do acesso à medicação para pessoas desprovidas de recursos financeiros. O direito à saúde além de qualificar-se como direito fundamental que assiste a todas as pessoas representa consequência constitucional indissociável do direito à vida. O Poder Público, qualquer que seja a esfera institucional de sua atuação no plano da organização federativa brasileira, não pode mostrar-se indiferente ao problema da saúde da população, sob pena de incidir, ainda que por censurável omissão, em grave comportamento inconstitucional. A interpretação da norma programática não pode transformá-la em promessa constitucional inconsequente. (STF - RE AgR Rel. Min. Celso de Melo). VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima identificados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado, à unanimidade, em não conhecer da preliminar e negar provimento ao agravo. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Vanda Elizabeth Marinho, em substituição a(o) Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. EMBAR- GANTE: Centro de Educacao Superior Reinaldo Ramos S/c Ltda. Cesrei Ltda.. ADVOGADO: Alexei Ramos de Amorim, Célio Gonçalves Vieira E Outros. EMBARGADO: Edmara Oliveira de Abrantes. ADVOGADO: Erico de Lima Nobrega. - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO ALEGAÇÃO DE OMISSÃO CONFIGURAÇÃO ACOLHI- MENTO SEM EFEITO MODIFICATIVO. Cabem embargos de declaração quando: I - houver, na sentença ou no acórdão, obscuridade ou contradição; II - for omitido ponto sobre o qual devia pronunciar-se o juiz ou tribunal. (art.535) VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima nominados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado, por unanimidade, em acolher os Embargos Declaratórios, sem efeito modificativo, nos termos do voto do relator. REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: Vara de Feitos Especiais da Capital. RELA- TOR: Dr(a). Vanda Elizabeth Marinho, em substituição a(o) Des. Saulo Henriques de Sá E Benevides. JUÍZO: Joelma Cunha Brito. E Remetente: Juízo da Vara de Feitos Especiais da Capital. ADVOGADO: Rodrigo Paredes Moreira E Aluisio Oaredes Junior.. POLO PASSIVO: Inss Instituto Nacional de Seguridade Social.. - REMESSA NECESSÁRIA. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA ACIDENTÁRIO OU, ALTERNATIVA- MENTE, CONCESSÃO DE APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. PROCEDÊNCIA. RESTABELECIMENTO DO AUXÍLIO-DOENÇA. LAUDO MÉDICO CONFIRMANDO A INCAPACIDADE PARCIAL E PERMANENTE. NECES- SIDADE DE REABILITAÇÃO PROFISSIONAL. JUROS DE MORA. LEI Nº /09. CORREÇÃO MONETÁRIA PELO IPCA. ENTENDIMENTO DO STJ. PROVIMENTO PARCIAL. Considerando que o promovente/apelado se encontra impedido de exercer a sua atividade habitual, faz jus ao restabelecimento do auxílio-doença, desde a interrupção do benefício, como determinado na sentença vergastada, como constatado no laudo pericial, nos termos dos artigos 49 e 62da Lei nº 8.213/91.(TJPB; Ap-RN ; Terceira Câmara Especializada Cível; Relª Desª Maria das Graças Morais Guedes; DJPB 24/10/2014; Pág. 16 ) A partir de 30/ 6/2009 os juros de mora corresponderão aos índices oficiais de remuneração básica e juros aplicáveis à caderneta de poupança, nos termos do art. 1º-F da Lei n /94, com redação dada pela Lei / No que se refere à correção monetária sobre verba devida a servidor público, impõe-se o afastamento da redação dada pela Lei n /09, conforme declaração de inconstitucionalidade parcial, proferida na ADI 4.357/DF e da ADI 4.425/DF, incidindo o IPCA, índice que melhor reflete a inflação no período.(stj AgRg no Resp / SP Rel.Min. Og Fernandes Segunda Turma Dje 21/11/2014) VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos acima identificados. - ACORDA a Egrégia Terceira Câmara Cível do Colendo Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, à unanimidade, em dar provimento parcial à remessa necessária. Desª. Maria das Graças Morais Guedes APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Municipio de Guarabira. ADVOGA- DO: Jose Gouveia Lima Neto. APELADO: Maria Ferreira Cabral Batista. ADVOGADO: Antonio Teotonio de Assuncao. APELAÇÃO CÍVEL E REMESSA OFICIAL. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA C/C OBRIGAÇÃO DE FAZER. SERVIDORA PÚBLICA MUNICIPAL. AUXILIAR DE ENFERMAGEM. QUINQUÊNIOS, TERÇO CONS- TITUCIONAL DE FÉRIAS E INSALUBRIDADE NÃO PAGOS. ÔNUS DA PROVA DA EDILIDADE. ART. 333, II, CPC. NÃO DESINCUMBÊNCIA. OBRIGAÇÃO DE PAGAMENTO. Desprovimento. O exercício de força de trabalho empregado por trabalhador urbano ou rural, celetista ou estatutário, deve ser remunerado de acordo com a lei, sob pena de enriquecimento sem causa da Edilidade. Em processo envolvendo questão de retenção de verbas salariais, cabe ao Município comprovar que fez o pagamento, pois, ao reverso, subtende-se que não o efetuou na forma devida. Com essas considerações, NEGO PROVIMENTO À REMESSA E AO APELO, mantendo incólume a sentença vergastada. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Municipio de Cajazeiras. ADVO- GADO: Paula Lais de Oliveira Santana. APELADO: Isabel da Silva Rodrigues. ADVOGADO: Pedro Bernardo da Silva Neto. APELAÇÃO CÍVEL. MANDADO DE SEGURANÇA. PRELIMINAR. NULIDADE DA SENTENÇA. REJEIÇÃO. MÉRITO. CONCURSO PÚBLICO. PROFESSORA DE EDUCAÇÃO BÁSICA B I. CANDIDATA PORTADORA DE HABILITAÇÃO PARA LECIONAR DA 1ª À 4ª SÉRIES. EDITAL. EXIGÊNCIA DE GRADUAÇÃO SUPERIOR ÀQUELA CONSTANTE DA LEI FEDERAL Nº 9.394/96. IMPOSSIBILIDADE. PREENCHIMENTO, PELA IMPETRANTE, DOS REQUISITOS LEGAIS PERTINENTES. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. DESPROVI- MENTO. É ilegal previsão contida em edital que, para provimento do cargo de Professor de Educação Básica B I, exige que o candidato possua Ensino Superior em Pedagogia, cuja habilitação não consta da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a qual admite como formação mínima para o exercício da educação infantil e nos cinco primeiros anos do ensino fundamental, aquela oferecida em nível médio, na modalidade normal. Com essas considerações, rejeitada a preliminar, NEGO PROVIMENTO AO APELO E À REMESSA, mantendo incólume a sentença vergastada. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Sttp Superintendência de Trânsito E Transportes Públicos. ADVOGADO: Vincy Oliveira Figueiredo. APELADO: Alexsandro Pereira Lourenço. ADVOGADO: Maria Ione de Lima Mahon. APELAÇÃO CÍVEL E REMESSA OFICIAL. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER. DEFICIENTE AUDITIVO. GRATUIDADE NO TRANSPORTE PÚBLICO. LEI N 1.636/87. CONCES- SÃO DO BENEFÍCIO APENAS AOS DEFICIENTES COM DIFICULDADE DE LOCOMOÇÃO. IMPOSSIBILIDA- DE DA RESTRIÇÃO. PRECEDENTES DESTA CORTE DE JUSTIÇA. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. DESPRO- VIMENTO DO APELO E DA REMESSA. Não pode a Lei Municipal n /87 conceder a gratuidade de transportes públicos apenas aos deficientes com dificuldade de locomoção, se a Política Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, por meio da Lei Federal n 7.853/89, regulamentada pelo Decreto 3.298/ 99, é bem mais abrangente. Com essas considerações, NEGO PROVIMENTO AO APELO E À REMESSA, mantendo incólume a sentença vergastada. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: REGISTRO DE ACOR- DÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Estado da Paraíba. ADVOGADO: Alexandre Magnus F. Freire. APELADO: Maria das Dores Pereira da Silva E Outros. ADVOGA- DO: Ricardo de Almeida Fernandes. APELAÇÃO CÍVEL E REMESSA OFICIAL. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA. PREJUDICIAL. PRESCRIÇÃO QUINQUENAL. MATÉRIA RELATIVA À OBRIGAÇÃO DE TRA- TO SUCESSIVO. RENOVAÇÃO PERIÓDICA DO DANO. REJEIÇÃO. MÉRITO. SERVIDOR PÚBLICO ESTA- DUAL. ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO. DESCONGELAMENTO. IMPOSSIBILIDADE. PAGAMENTO REALIZADO EM VALOR NOMINAL. VANTAGEM PESSOAL. INTELIGÊNCIA DO ART. 191, 2º, DA LEI COMPLEMENTAR Nº 58/03. REVOGAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR Nº 39/85. DIREITO ADQUIRIDO A REGIME JURÍDICO DE REMUNERAÇÃO. INEXISTÊNCIA. PRINCÍPIO DA IRREDUTABILIDADE SALARI- AL RESPEITADO. PRECEDENTES DOS TRIBUNAIS SUPERIORES E DESTA CORTE DE JUSTIÇA. PRO- VIMENTO DA REMESSA OFICIAL E DO APELO. Nas relações de trato sucessivo em que a Fazenda Pública configure como devedora, a prescrição atinge apenas as prestações vencidas antes do quinquênio anterior à propositura da ação. Súmula 85 do STJ. A Lei Complementar n 58/03 de 30 de dezembro de 2003 revogou expressamente a Lei Complementar n 39/85 e as disposições em contrário, abrangendo também os dispositivos da Lei Complementar n 50/03. Os acréscimos incorporados aos vencimentos dos servidores antes da vigência da Lei Complementar n 58/03 continuarão sendo pagos pelos seus valores nominais a título de vantagem pessoal, sendo reajustados de acordo com o art. 37, inciso X, da Constituição Federal. Não existe direito adquirido a regime jurídico de remuneração, sendo possível à Lei superveniente promover a redução ou supressão de gratificações ou outras parcelas remuneratórias, conquanto preservado o montante global dos vencimentos, de acordo com a orientação jurisprudencial dos nossos tribunais. Com essas considerações, rejeitada a prejudicial, DOU PROVIMENTO À REMESSA OFICIAL E AO APELO, para reformando a sentença e julgar improcedente o pedido inicial. Custas e honorários que arbitro em 20% do valor da causa, nos moldes do art. 12 da Lei n 1.060/50. APELAÇÃO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Municipio de Pedras de Fogo. ADVOGADO: Bruno Magalhaes Pereira Diniz. APELADO: Antonio Joao da Silva. ADVOGADO: Pedro Jose da Silva. REMESSA NECESSÁRIA. COMANDO JUDICIAL EM DESFAVOR DA FAZENDA. CONHECIMENTO DE OFÍCIO. Está sujeito ao duplo grau de jurisdição obrigatório o comando judicial proferido contra os entes estatais. PREJUDICI- AL DE MÉRITO. PRESCRIÇÃO QUINQUENAL. DEMANDA AJUIZADA ANTES DO TRANSCURSO DOS CIN- CO ANOS. REJEIÇÃO. Como a lesão foi apresentada ao órgão judicial antes do decurso do lapso de cinco anos, não há configuração da prescrição quinquenal. REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRAN- ÇA. CONTRATO TEMPORÁRIO NULO PELAS SUCESSIVAS RENOVAÇÕES. FGTS. VERBA DEVIDA. TERÇO DE FÉRIAS. ÔNUS DA PROVA. EDILIDADE QUE NÃO DEMONSTRA O PAGAMENTO. CONDENAÇÃO. JUROS DE MORA, DA CITAÇÃO, E CORREÇÃO MONETÁRIA NOS TERMOS DO ART. 1 F DA LEI 9.494/97. DESPROVIMENTO DO RECURSO VOLUNTÁRIO. PROVIMENTO EM PARTE DA REMESSA NECESSÁRIA. O FGTS é devido na situação de contrato nulo, estendendo-se ao vínculo em que o contrato temporário foi renovado sucessivamente, enquanto perdurou o liame jurídico. A ausência de provas relativas ao adimplemento da prestação remuneratória desencadeia a constituição da responsabilidade da edilidade municipal pelas verbas inadimplidas, porquanto os servidores não detém aptidão para comprovar fato negativo, consubstanciando a sistemática concernente ao ônus da prova. No que diz respeito à aplicação dos juros de mora, deve-se aplicar os ditames do art. 1.º-F, da Lei n.º 9.494/1997, com a redação dada pela Lei n.º /2009, incluindo-se a atualização monetária, que também se dará nos moldes do já citado dispositivo. Com essas considerações, CONHECIDA DE OFÍCIO A REMESSA NECESSÁRIA, REJEITADA A PREJUDICIAL DE PRESCRIÇÃO, NO MÉRITO, NEGO PROVIMENTO AO APELO, E DOU PROVIMENTO EM PARTE À REMESSA OFICIAL para, tão somente, fixar a data da citação como o termo inicial dos juros de mora (art. 219, CPC), aplicando os juros e correção monetária nos termos do art. 1 F da Lei 9.494/97. APELAÇÃO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Maria Jose da Silva Santos E Outros. ADVOGADO: Maria Nivaldete de Lima O Marinho. APELADO: Banco Citicard S/a E Drogamax Medicamentos E Perfumaria Ltda. ADVOGADO: Jose Edgard da Cunha Bueno Filho e ADVOGADO: Guilherme Melo Ferreira. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS. CARTÃO DE CRÉDITO DA DEPENDENTE DA AUTORA. COMPRA REALIZADA POR TERCEIRO. ILEGALIDADE COMPROVADA. DANO MATERIAL E MO- RAL CONFIGURADO. INDENIZAÇÃO ADEQUADAMENTE FIXADA. QUANTUM MANTIDO. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. MANUTENÇÃO. DESPROVIMENTO. Na fixação do dano moral qualquer critério é válido, desde que informado pelo princípio da razoabilidade, do bom senso, atentando-se, sempre que possível, para a repercussão do dano, a possibilidade econômica do ofensor, a situação de necessidade do ofendido e, por fim, o fato inibitório da condenação. Fixação da indenização por danos morais de acordo com a razoabilidade e características da causa, bem como o caráter punitivo pedagógico da condenação. Considera-se adequado o percentual fixado aos honorários advocatícios, quando remunera coerentemente o trabalho desenvolvido pelo causídico, atendendo ao disposto no art. 20, 3º do CPC. Com essas considerações, NEGO PROVIMENTO AO APELO, mantendo incólume a sentença vergastada. APELAÇÃO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Josenilda da Silva Lima. ADVOGADO: Joelna Figueiredo Suassuna Brilhante. APELADO: Municipio de Monteiro. ADVOGADO: Miguel Rodrigues da Silva. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA C/C PEDIDO DE APLICAÇÃO DO PLANO DE CARREIRA DOS SERVIDORES. SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL. ALEGAÇÃO DE PAGAMENTO DE VENCIMENTO BÁSICO INFERIOR À CATEGORIA DO SERVIDOR. LEI MUNICIPAL N/ 1.640/2011. COMPROVAÇÃO DE PAGAMENTO. NÃO OCOR- RÊNCIA. ÔNUS DA EDILIDADE. ART. 333, II, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PROVIMENTO. É pacífico o entendimento neste Tribunal de Justiça de que, em se tratando de documentos correspondentes ao pagamento de servidor, cabe à Edilidade demonstrar que houve a efetiva quitação das verbas pleiteadas ou de que o funcionário não faz jus ao direito reclamado, porquanto lhe pertence o ônus de trazer aos autos fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito do promovente. Com essas considerações, DOU PROVIMENTO AO APELO, para reformar a sentença, julgar procedente o pedido exordial, determinando que o Município proceda a implantação do vencimento básico da parte autora conforme sua categoria, bem como ao pagamento retroativo das diferenças de vencimentos, gratificações e vantagens existentes no período não atingido pela prescrição quinquenal, a serem apurados em liquidação de sentença, aplicando os juros e correção monetária nos termos do art. 1 F da Lei 9.494/97. Condeno, ainda, o recorrido ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios, consoante dispõe o art. 20, 4º do CPC, estes no valor de R$ 2.000,00. APELAÇÃO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Municipio de Sousa. ADVOGADO: João Marcelino Mariz. APELADO: B2w Cia Global do Varejo Shoptime. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE EXECUÇÃO FISCAL. DESPESAS COM DILIGÊNCIAS DO OFICIAL DE JUSTIÇA. PAGAMENTO NÃO EFETUADO. EXTINÇÃO DO PROCESSO. CANCELAMENTO DA DISTRIBUIÇÃO. NECESSIDADE DE INTIMAÇÃO PESSOAL PRÉVIA DO AUTOR. PRO- VIMENTO. Para a extinção do feito por falta de pagamento de despesas processuais complementares (e não das custas iniciais), como há caracterização de abandono do processo, imprescindível a intimação pessoal da parte, nos termos do artigo 267, 1º, do CPC, o que não restou realizado. Com essas considerações, DOU PROVIMEN- TO AO APELO, para o fim de desconstituir a sentença de extinção e determinar que a parte autora seja intimada pessoalmente para efetuar o pagamento das despesas com diligências do Oficial de Justiça, sob pena, então, do cancelamento da distribuição. APELAÇÃO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Banco Finasa S/a. ADVOGADO: Francisco Sampaio de Menezes Junior. APELADO: Jonecy Ferreira Leite. ADVOGADO: Marcos Antonio Dantas Carreiro. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ORDINÁRIA DE REVISÃO DE CONTRATO C/C COBRANÇA INDEVIDA. CONTRATO DE COBRANÇA DE TARIFA ADMINISTRATIVA. TAC. CONTRATO ANTERIOR À RESOLUÇÃO CMN 3.518/2007. PACTUAÇÃO VÁLIDA. JUROS REMUNERATÓRIOS. NÃO APLICAÇÃO DO LIMITE DE 12% ÀS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS. FIXAÇÃO NO PATAMAR DA MÉDIA PRATICADA NO MERCADO. COMISSÃO DE PERMANÊN- CIA. cumulação com ENCARGOS MORATÓRIOS. DESCABIMENTO. REPETIÇÃO DO INDÉBITO. AUSÊNCIA DE MÁ-FÉ DO CREDOR. DEVOLUÇÃO DE FORMA SIMPLES. SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA CONFIGURA- DA. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS COMPENSADOS. PROVIMENTO PARCIAL. Nos contratos bancários celebrados até 30 de abril de 2008 era válida a pactuação das tarifas de abertura de crédito (TAC), ou outra denominação para o mesmo fato gerador, ressalvado o exame de abusividade em cada caso concreto. Os juros remuneratórios nos contratos bancários não estão limitados a 12% ao ano e, somente devem ser reduzidos judicialmente, se fixados em patamar muito elevado, acima da taxa média praticada no mercado, de modo a colocar o consumidor em desvantagem exagerada. Não é permitida a cumulação da comissão de permanência com correção monetária, juros remuneratórios, juros moratórios, nem com multa contratual. A repetição do indébito de valores cobrados por instituição financeira, quando concernente a taxas e índices objeto de controvérsia mesmo no âmbito do Poder Judiciário, há ser feita na forma simples, salvo inequívoca prova da má-fé, aqui inocorrente. Sendo caso de sucumbência recíproca, aplica-se os preceitos do art. 21, do Código de Processo Civil, devendo os honorários advocatícios serem compensados. Com essas considerações, DOU PROVIMEN- TO PARCIAL AO APELO, para reformando a sentença, declarar a legalidade da cobrança da tarifa TAC, a legalidade dos juros aplicados, determinar que a devolução dos valores cobrados indevidamente seja feita de forma simples, e reconhecer a sucumbência recíproca, determinando a compensação dos honorários advocatícios, atentando-se para os termos do art. 12 da Lei 1.060/50, em benefício do autor, mantendo no mais a sentença vergastada. APELAÇÃO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Maria Salete da Cunha dos Santos. ADVOGADO: Valter de Melo. APELADO: Banco Bmg S/a. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO CAUTELAR DE EXIBIÇÃO DE DOCUMENTOS. INEXISTÊNCIA DE INDÍCIOS MÍNIMOS CAPAZES DE DEMONSTRAR A EXISTÊNCIA DE RELAÇÃO JURÍDI- CA ENTRE AS PARTES. DESPROVIMENTO. A demonstração, ainda que indiciária, acerca da existência da relação jurídica sobre a qual versa o pedido de exibição de documentos, constitui requisito indispensável da ação cautelar de exibição de documentos. Se a parte autora não apresenta nenhuma prova da existência de relação jurídica de direito material entre as partes, descabe a ação cautelar de exibição de documentos, impondo-se a extinção do feito sem resolução do mérito. Com essas considerações, NEGO PROVIMENTO AO APELO, mantendo incólume a sentença vergastada. APELAÇÃO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Metal Gondolas Ind de Gondulas Ltda/ E T&k Empreendimentos Imobiliarios Ltda. ADVOGADO: Saulo Medeiros da Costa Silva. APELADO: Jose Marcelo de Albuquerque Melo. ADVOGADO: Carla Carvalho de Andrade. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS. APRESENTAÇÃO ANTECIPADA DE CHEQUE. DANO MORAL PRESUMIDO. SÚMULA 370 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. QUANTUM INDENIZATÓRIO. VALOR ARBITRADO SEM OBSER- VÂNCIA DOS PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. REDUÇÃO DO VALOR QUE SE IMPÕE. PROVIMENTO PARCIAL. A apresentação de cheque antes da data avençada é passível de indenização, independentemente da comprovação do prejuízo sofrido, uma vez que os abalos de ordem moral são presumidos. O quantum indenizatório deverá conter efeito pedagógico da condenação, pois deve servir para evitar a reincidência, obedecendo os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade. Todavia, a reparação do

19 19 dano moral deve possibilitar uma satisfação compensatória, sem provocar enriquecimento indevido à vítima. Com essas considerações, DOU PROVIMENTO PARCIAL AO APELO, para reformando a sentença, minorar o valor fixado a título de danos morais para R$ 3.000,00, mantendo no mais a sentença. APELAÇÃO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Municipio de Joao Pessoa. ADVOGADO: Rodrigo Nobrega Farias. APELADO: Estacao Rodoviaria de Joao Pessoa. ADVOGADO: Fabio Brito Ferreira. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE RESTAURAÇÃO DE AUTOS. DESAPARECIMENTO DO PROCESSO ORIGINÁRIO. AUSÊN- CIA DE PROTOCOLO NO CARTÓRIO. INSUFICIÊNCIA DE CÓPIAS DAS PEÇAS ORIGINAIS PARA O PROS- SEGUIMENTO DO FEITO. SENTENÇA MANTIDA. DESPROVIMENTO. Ante a ausência de peças essenciais do processo originário não há como ser deferida a restauração de autos. Com essas considerações, NEGO PROVIMENTO AO APELO, mantendo incólume a sentença vergastada. APELAÇÃO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Banco Santander S/a. ADVOGADO: Elisia Helena de Melo Martini. APELADO: Marcos Antonio Cardoso da Silva. ADVOGADO: Libni Diego Pereira de Sousa. APELA- ÇÃO CÍVEL. AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE CLÁUSULA EXPRESSA C/C NULIDADE E REVI- SÃO DE CLÁUSULA CONTRATUAL DE EMPRÉSTIMO CONSIGNADO. CAPITALIZAÇÃO DE JUROS. POSSI- BILIDADE DESDE QUE O CONTRATO TENHA SIDO CELEBRADO APÓS A MP Nº DE 31/03/2000 E HAJA PACTUAÇÃO NESSE SENTIDO. TABELA PRICE. INCIDÊNCIA VEDADA DE JUROS SOBRE JUROS. INEXISTÊNCIA DE PROVA QUANTO À CONTRATAÇÃO DA CAPITALIZAÇÃO E DO SISTEMA DA TABELA PRICE. BANCO QUE NÃO JUNTA CONTRATO, PROVA QUE LHE COMPETIA. REPETIÇÃO DO INDÉBITO. AUSÊNCIA DE PROVA DA MÁ-FÉ. DEVOLUÇÃO NA FORMA SIMPLES. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. DESPROVIMENTO. Nas operações realizadas pelas instituições financeiras permite-se a capitalização dos juros na periodicidade mensal quando pactuada, desde que celebradas a partir da publicação da Medida Provisória n ( ). O sistema da Tabela Price acarreta, necessariamente, a incidência de juros sobre juros, ou seja, a capitalização de juros. A corrente majoritária, inclusive adotada atualmente pelo STJ, quanto à repetição do indébito, é aquela que considera o elemento subjetivo da norma (Parágrafo único do art. 42, da Lei Federal n 8.078/90 - Código de Defesa do Consumidor), entendendo que, em havendo a cobrança indevida por parte do fornecedor, este só deverá devolver o excesso em dobro se ficar demonstrada a má-fé. Com essas considerações, NEGO PROVIMENTO AO APELO, mantendo incólume a sentença vergastada. JULGADOS DA CÂMARA ESPECIALIZADA CRIMINAL Des. Luiz Silvio Ramalho Júnior CONFLITO DE JURISDIÇÃO N RELATOR: Des. Luiz Silvio R. Junior. SUSCI- TANTE: Juizo de Direito da 1ª Vara Mista de Sousa. RÉU: Evangelista Oliveira da Silva E, RÉU: Raimundo Franco Pereira da Silva. SUSCITADO: Juizo de Direito da 6ª Vara Mista de Sousa. PROCESSUAL PENAL. Conflito Negativo de Competência. Homicídio doloso tentado e consumado. Aborto. Crimes dolosos contra a vida. Competência constitucional do Tribunal do Júri. Mandado de busca e apreensão. Crime contra o meio ambiente. Posse ilegal de arma de fogo. Tráfico ilícito de drogas e associação. Situação fática diversa dos crimes dolosos contra a vida. Ausência. Competência da Vara comum para julgar os crimes nãos contra o meio ambiente, posse de arma e os previstos na Lei de Drogas. Procedência parcial. _ Não que se falar em crimes conexos quando há prática de crimes praticados em contextos individualizados, sem que tenham sido cometidos ao mesmo tempo, nem cometidos para facilitar ou ocultar os outros, ou para conseguir impunidade ou vantagem em relação a elas, como também a prova de um não influencia na prova da outra infração ou de qualquer de suas circunstâncias elementares de outro delito, não atendendo a nenhuma das situações dos crimes conexos descritos no art. 76 do Código de Processo Penal _ Procedência parcial. ACORDA a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, à unanimidade, em julgar procedente, em parte, o conflito negativo de competência, para determinar competente a 1ª Vara da Comarca de Sousa para julgar os crimes dolosos contra a vida, e a 6ª Vara da Comarca de Sousa para os demais crimes, nos termos do voto do Relator e em harmonia com o parecer da Procuradoria-Geral de Justiça. CONFLITO DE JURISDIÇÃO N RELATOR: Des. Luiz Silvio R. Junior. SUSCI- TANTE: Juizo da 1a. Vara de Sousa. RÉU: Jose Aloisio de Oliveira. SUSCITADO: 2º Juizado Especial Misto de Sousa. PENAL E PROCESSUAL PENAL. Conflito negativo de competência. Juízo comum e Juizado Especial. Intimação do acusado para comparecer à audiência preliminar. Inocorrência. Remessa dos autos à Justiça comum. Impossibilidade antes de esgotados os meios para a citação pessoal. Conflito julgado procedente. - Os autos somente devem ser remetidos à Justiça comum, sob o fundamento do réu estar em lugar incerto e não sabido, após a tentativa de citação pessoal, não sendo possível que tal procedimento ocorra no momento da intimação do acusado para comparecer à audiência preliminar. ACORDA a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, em julgar procedente o conflito para declarar competente o 2º Juizado Especial Misto de Sousa (suscitado), nos termos do voto do Relator e em harmonia com o parecer da Procuradoria-Geral de Justiça. HABEAS CORPUS N RELATOR: Des. Luiz Silvio R. Junior. IMPETRANTE: Antonio Vinicius Santos Oliveira E Outros. PACIENTE: Elber de Aquino Melo. PROCESSUAL PENAL. Habeas Corpus. Tráfico ilícito de entorpecentes e associação para o tráfico. Complexa organização criminosa. Condutas descritas nos arts. 33 e 35 da Lei n /06. Prisão preventiva decretada com fulcro na garantia da ordem pública e conveniência da instrução criminal. Alegação de ausência de fundamentação. Reiteração de pedido já apreciado em outro writ por esta Corte. Extravio de peças processuais na ação penal. Inocorrência. Pedido que deve ser analisado, primordialmente, em sede de primeiro grau de jurisdição. Aplicação do princípio da isonomia. Impossibilidade. Excesso de prazo para o término da instrução processual criminal. Inocorrênca. Complexidade inerente à ação penal que envolve pluralidade de acusados. Afronta ao princípio da dignidade da pessoa humana. Insustentabilidade. Ausência de constrangimento ilegal. Pleito alternativo de aplicação das medidas cautelares diversas da prisão. Inviabilidade. Ordem não conhecida quanto ao primeiro e segundo fundamentos e denegada no tocante aos demais. - Não se deve conhecer do Habeas Corpus, quando a matéria aventada já foi objeto de impetração anterior, devidamente apreciada por esta Corte de Justiça, em respeito à regra contida no art. 252 do Regimento Interno do Tribunal de Justiça da Paraíba. - Eventual extravio de peças processuais constitui matéria a ser, eminentemente, dirimida no primeiro grau de jurisdição, a quem compete a guarda dos autos da ação penal. - Desarrazoado falar em aplicação do princípio da isonomia, quando a situação paradigma é distinta da hipótese do paciente. - No processo penal, os prazos devem ser considerados de forma globalizada e comportam flexibilização razoável, diante das peculiaridades de cada caso. - O prazo de encerramento da instrução criminal deve ser aferido à luz das circunstâncias do caso concreto, num juízo de razoabilidade, pois somente a demora injustificada está apta a atribuir à prisão o atributo do constrangimento ilegal. - Atendidas as condições para a prisão preventiva, tem-se a impossibilidade de concessão de liberdade provisória, com a imposição de quaisquer das providências cautelares dispostas no art. 319 do Código de Processo Penal. ACORDA a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, à unanimidade, em não conhecer da impetração quanto ao primeiro e segundo fundamentos (ausência de fundamentação do decreto de prisão preventiva e extravio de peças processuais) e denegá-la, no tocante aos demais (princípio da isonomia, excesso de prazo para o término da instrução criminal e aplicação das medidas cautelares da prisão), nos termos do voto do Relator, e em harmonia parcial com o parecer da Procuradoria-Geral de Justiça. HABEAS CORPUS N RELATOR: Des. Luiz Silvio R. Junior. IMPETRANTE: Jayme Carneiro Neto. PACIENTE: Adilson Aparecido Nogueira de Souza. IMPETRADO: Juizo da Vara Unica da Comarca de Jacarau. HABEAS CORPUS. USO DE DOCUMENTO FALSO. ALEGAÇÃO DE CRIME MEIO ABSORVIDO PELO ESTILIONATO. REVOLVIMENTO DE MATÉRIA FÁTICO-PROBATÓRIA. IMPOSSIBILIDADE EM SEDE DE HC. INDICIOS DA MESMA CONDUTA DELITIVA EM OUTROS ESTADOS. REQUISITO FUNDAN- TE DA CUSTÓDIA CAUTELAR PRESENTE. MANUTENÇÃO DA ORDEM PUBLICA. ALEGAÇÃO DE CONDI- ÇÕES SUBJETIVAS FAVORÁVEIS. IRRELEVANTE. DENEGAÇÃO DA ORDEM. - Não se presta o habeas corpus para o exame da veracidade do suporte probatório que embasou o decreto de prisão preventiva. Isso porque, além de demandar o reexame de fatos, é suficiente para o juízo cautelar a verossimilhança das alegações e não o juízo de certeza, próprio da sentença condenatória. (STF, RHC , Rel. Ministro Teori Zavascki, Segunda Turma, julgado em 23/09/2014). - Condições subjetivas favoráveis do paciente, por si sós, não obstam a segregação cautelar, ademais quando não comprovadas nos autos. ACORDA a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, em denegar a ordem de habeas corpus, de acordo com o voto do Relator, e em harmonia com o parecer da Procuradoria-Geral de Justiça. Des. Joás de Brito Pereira Filho APELAÇÃO N ORIGEM: Comarca da Capital - 7ª Vara Criminal. RELATOR: Des. Joas de Brito Pereira Filho. APELANTE: Jonathan da Silva Pereira de Brito, Delano Alencar Lucas de Lacerda E Raynan Martins da Costa. ADVOGADO: Antonio Teodosio da Costa Junior. APELADO: Justica Publica. CRIME CONTRA O PATRIMÔNIO. Roubo majorado pelo concurso de pessoas. Palavra das vítimas e flagrante policial. Agentes abordados com a res furtiva. Provas cabais da materialidade e da autoria. Violência concreta, através de socos e chutes. Condenação mantida. Dosimetria. Atenuante de menoridade relativa reconhecida na sentença. Regime inicial. Semiaberto. Provimento parcial do apelo interposto por Jonathan da Silva Pereira de Brito, com extensão ao corréu Raynan Martins da Costa. 1. Por todo o contexto dos fatos, sobressai segura e suficientemente demonstrada a materialidade e a autoria do roubo, tendo sido os apelantes reconhecidos pelas vítimas sem qualquer hesitação e encontrados com o objeto subtraído próximo a eles, logo após o fato. 2. Carece de interesse recursal o réu em pedir o reconhecimento da atenuante de menoridade relativa quando esta já foi aplicada na sentença e reduziu a pena-base em patamar idôneo e conforme a jurisprudência desta Corte. 3. Não se revestindo as circunstâncias judiciais do crime de gravidade exacerbada e que extrapole a normalidade do tipo, deve ser aplicado o regime inicial de cumprimento de pena privativa de liberdade regularmente previsto no Código Penal. Extensão subjetiva ao corréu, por se tratar de elemento de caráter objetivo (art. 580, CPP). 4. Provimento parcial do segundo apelo. Acorda a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, por votação unânime, em NEGAR PROVIMENTO ao recurso interposto por Raynan Martins da Costa e DAR PARCIAL PROVIMENTO ao apelo criminal interposto por Jonathan da Silva Pereira de Brito, com extensão ao corréu Raynan Martins da Costa, apenas para determinar o início do cumprimento da pena privativa de liberdade no regime semiaberto. CONFLITO DE JURISDIÇÃO N ORIGEM: Comarca de Alagoinha. RELATOR: Des. Joas de Brito Pereira Filho. SUSCITANTE: Roberto Trajano de Oliveira E Juizado Especial Criminal de Guarabira. ADVOGADO: Vitor Amadeu de Morais Beltrao. SUSCITADO: Juizado Especial Criminal de Alagoinha. PROCESSO PENAL. Suspeição. Motivo de foro íntimo. Autos remetidos ao substituto. Discordância quanto ao motivo da suspeição alegada. Inadmissibilidade. Conflito inexistente. Não conhecimento. 1. Sendo a suspeição por motivo de foro íntimo decisão de caráter eminentemente subjetivo do juiz, impassível de ser questionada, impositiva a remessa dos autos ao magistrado substituto, nos termos do art. 97 do CPP, não havendo como se cogitar de suscitação de conflito negativo de competência, já que referida questão vincula tão somente o juiz suspeito e não o juízo que preside. 2. Conflito não conhecido. Acorda a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, por votação unânime, não conhecer do conflito, nos termos do voto do relator. CONFLITO DE JURISDIÇÃO N ORIGEM: Comarca de Alagoinha. RELATOR: Des. Joas de Brito Pereira Filho. SUSCITANTE: Severino Pereira Dias E Juizado Especial Criminal de Guarabira. ADVOGADO: Vitor Amadeu de Morais Beltrao. SUSCITADO: Juizado Especial Criminal de Alagoinha. TENTATIVA DE HOMICÍDIO QUALIFICADO Suspeição por motivo de foro íntimo alegada pela magistrada titular Remessa dos autos à juíza substituta que manifesta discordância acerca da suspeição aduzida Suspeição por motivo de foro íntimo, impassível de questionamento, que vincula tão somente o magistrado que se julga suspeito e não a unidade judiciária que preside Caso de remessa do feito ao juiz substituto Conflito inexistente Não conhecimento. Sendo a suspeição por motivo de foro íntimo decisão de caráter eminentemente subjetivo do juiz, impassível de ser questionada, impositiva a remessa dos autos ao magistrado substituto, nos termos do art. 97 do CPP, não havendo como se cogitar de suscitação de conflito negativo de jurisdição, já que referida questão vincula tão somente o juiz suspeito e não o juízo que preside. Conflito não conhecido. ACORDA a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, à unanimidade, e preliminarmente, em não conhecer do conflito. HABEAS CORPUS N ORIGEM: Comarca de Campina Grande. RELATOR: Des. Joas de Brito Pereira Filho. IMPETRANTE: de Campina Grande, Jose Evanildo Pereira de Lima E Jose Neto Barbosa da Silva. IMPETRADO: Juizo do 1º Tribunal do Juri. HABEAS CORPUS REPRESSIVO. Prisão preventiva. Homicídio qualificado. Evasão do réu do distrito da culpa, desde o ano de 1999, logo após o cometimento da conduta típica. Pretendida revogação, por apontada ausência dos requisitos legais. Predicados pessoais favoráveis. Irrelevância. Constrangimento ilegal não evidenciado. Denegação da ordem. - A evasão do agente do distrito da culpa, logo em seguida à prática delituosa, constitui motivo suficiente a embasar a segregação cautelar, com vistas a assegurar a aplicação da lei penal; - Não há constrangimento ilegal quando o decreto da preventiva, inobstante conciso, encontra fundamentação na conveniência da instrução criminal, garantia da ordem pública, e, sobretudo, para assegurar a aplicação da lei penal, estando presentes os requisitos do artigo 312 do CPP. - Ordem denegada. ACORDA a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, por votação unânime, em denegar a ordem, de conformidade com o voto do relator, que é parte integrante deste, e em harmonia com o parecer da Procuradoria de Justiça. HABEAS CORPUS N ORIGEM: Comarca de Cajazeiras - 4ª Vara. RELATOR: Des. Joas de Brito Pereira Filho. IMPETRANTE: Fabio Junior Goncalves E Rafael de Oliveira Lins. IMPETRADO: Juizo da 4ª Vara de Cajazeiras. HABEAS CORPUS Prisão preventiva Pedido de revogação Constrangimento ilegal alegado Ausência de fundamentação para a manutenção da medida constritiva - Alvará de soltura expedido - Perda superveniente do objeto - Pedido prejudicado. - Posto o paciente em liberdade por ato da própria autoridade impetrada e, assim, não mais subsistindo o decreto de prisão cautelar censurado, resta prejudicada a impetração pela perda superveniente do seu objeto. - Pedido prejudicado. ACORDA a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, em julgar prejudicada a impetração, em consonância com o parecer ministerial. HABEAS CORPUS N ORIGEM: Comarca de Santa Rita - 5ª Vara. RELATOR: Des. Joas de Brito Pereira Filho. IMPETRANTE: Felipe da Silva Melo E Alberdan Coelho de Souza Silva. IMPETRA- DO: Juizo da 5a. Vara de Santa Rita. HABEAS CORPUS REPRESSIVO. Prisão em flagrante convertida em preventiva. Delitos dos arts. 33 e 35, da Lei n.º /2006. Alegação de desnecessidade da manutenção da medida, em vista da ausência dos requisitos do art. 312 do CPP, e de falta de fundamentação idônea da decisão. Apontada violação ao art. 93, IX, da CF/88. Inocorrência. Decreto conciso, mas suficientemente motivado. Predicados pessoais favoráveis. Irrelevância. Entendimento jurisprudencial consolidado. Sustentadas vulneração ao Postulado da Não Culpabilidade e desproporção entre a custódia e a pena a ser eventualmente aplicada. Descabimento. Preventiva como antecipação de pena. Insubsistência. Princípio da Confiança no Juiz da causa. Pedido sucessivo de aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Impossibilidade. Coação ilegal não verificada. Ordem denegada. - Não padece de falta de motivação, tampouco se entremostra inidônea, a decisão que, em vista de indícios de autoria e de comprovada materialidade do delito, aponta, ainda que de forma concisa, com base em dados concretos, as razões que recomendam a custódia preventiva do agente, sobretudo quando necessária ao resguardo da ordem pública; O decisum que mantém a custódia cautelar, diverso do condenatório, repousa em um juízo de risco, e não de certeza; O princípio da confiança no Juiz do processo, vigente em matéria de prisão de natureza cautelar, enuncia que o magistrado de primeiro grau, mais próximo das partes e do local dos fatos, tem melhores condições de aferir a necessidade da segregação provisória do acusado; Consoante entendimento jurisprudencial consolidado, condições pessoais favoráveis do réu, por sis sós, não lhe asseguram direito de responder ao processo em liberdade, se a necessidade da prisão processual é motivada por outros elementos dos autos, à luz do art. 312 do CPP; - Não afronta o Princípio da Presunção de Inocência a decisão que mantém a segregação provisória, de natureza cautelar e com assento constitucional, ante o preenchimento dos requisitos elencados no art. 312 do CPP; Não há falar-se que a prisão preventiva implica antecipação do cumprimento de pena, visto que há compatibilidade entre prisão processual e prisão-pena, em razão da natureza distinta das duas medidas, pois a constrição cautelar tem por objetivo garantir a atividade do Estado na persecução criminal, ao passo que a prisão-pena, visa ao cumprimento da sanção imposta pelo Estado ao final do processo. (TJDFT. HC nº HBC. Acórdão nº Rel. Des. NILSONI DE FREITAS. 3ª Turma Criminal. Data de Julgamento: 15/08/2013. Publicado no DJE, edição do dia 23/08/2013, p. 197); Não merece prosperar a tese de desproporcionalidade da prisão cautelar em relação à pena final que será aplicada ao paciente, até mesmo porque esta só será fixada após o término da instrução criminal. (TJMG. Habeas Corpus nº /000, Rel. Des.(a) Alberto Deodato Neto, 1ª CÂMARA CRIMINAL, julgamento em 19/02/2013, publicação da súmula em 01/03/2013); Inviável a substituição da prisão preventiva pelas medidas cautelares diversas quando, além de haver motivação apta a justificar o sequestro corporal, haja vista a gravidade concreta do delito, a aplicação das referidas medidas não se mostraria suficiente a coibir a reiteração delitiva. (STJ. RHC nº /SP. Rel. Ministro JORGE MUSSI. 5ª T. Julgado em 08/05/2014. DJe 20/ 05/2014); Denegação da ordem. ACORDA a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, por votação unânime, em DENEGAR A ORDEM, em sintonia com o parecer da Procuradoria de Justiça. Des. Arnobio Alves Teodosio APELAÇÃO N ORIGEM: 6ª Vara Mista Comarca de Patos. RELATOR: Des. Arnobio Alves Teodosio. APELANTE: Gilderlan Ramon de Medeiros. DEFENSOR: Claudio de Sousa Barreto. ADVOGA- DO: José Humberto Simplício de Sousa. APELADO: Justica Publica. APELAÇÃO CRIMINAL. TRÁFICO ILÍCITO DE DROGAS. Artigo 33, da Lei /2006. Irresignação defensiva. Pretendida absolvição ou desclassificação para o delito de uso previsto no art. 28 da Lei Antidrogas. Impossibilidade. Conjunto probatório harmônico e suficiente a sustentar a condenação pelo crime de tráfico. Recurso desprovido. - A consumação do crime de tráfico se dá quando o agente comete ao menos uma das dezoito práticas elencadas no art. 33, da Lei de Drogas no caso em comento trazer consigo, não sendo necessário que seja flagrado efetivamente vendendo os entorpecentes, além do que a mera condição de dependente químico não é suficiente para descaracterizar o tipo penal retromencionado. - Ponto outro, restando a materialidade e a autoria amplamente evidenciadas no caderno processual, sobretudo pelos depoimentos dos policiais que efetuaram a prisão em flagrante, que, aliás, encontram total respaldo no conjunto probatório, inviável a desclassificação do crime para o de uso, tipificado no art. 28 da Lei de Tóxicos. Acorda a Câmara Criminal do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, à unanimidade, em conhecer e NEGAR PROVIMENTO AO APELO, em harmonia com o parecer ministerial. APELAÇÃO N ORIGEM: 6ª Vara Criminal da Comarca da Capital. RELATOR: Des. Arnobio Alves Teodosio. APELANTE: Vandilson Goncalves Tavares Filho. ADVOGADO: Genival Veloso de Franca Filho E Outro. APELADO: Justica Publica. APELAÇÃO CRIMINAL. Estelionato. Art. 171, caput, c/c arts. 14, inc. II, e 71, todos do Código Penal. Condenação. Apelo. Extinção da punibilidade do agente em virtude da ocorrência da prescrição retroativa. Período entre o recebimento da denúncia e a publicação da sentença superior ao estabelecido no art. 109, VI (redação anterior a Lei nº /10), do CP. Extinção da punibilidade do agente, pela ocorrência da prescrição retroativa da pretensão punitiva do Estado. Provimento do apelo. - A prescrição retroativa regula-se pela pena aplicada em concreto, desde que, claro, tenha havido o trânsito em julgado para a acusação fato que ocorreu no presente processo. Desse modo, se ao acusado foi imposta pena de 10 (dez) meses e 20 (vinte) dias de reclusão, a prescrição ocorrerá em 02 anos, conforme dispunha a antiga redação do

20 20 art. 109, VI, do CP (redação anterior a Lei nº /10). - No caso presente, a denúncia foi recebida em 12 de fevereiro de 2008, prosseguindo o processo, sem a ocorrência de qualquer causa suspensiva ou interruptiva da prescrição, até a publicação da sentença condenatória, fato ocorrido em 14 de fevereiro de Período, portanto, superior aos 02 anos de prescrição da pretensão punitiva. Acorda a Câmara Criminal do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, à unanimidade, em conhecer do recurso e, DAR PROVIMENTO AO APELO PARA DECLARAR A EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE DO AGENTE, FACE À OCORRÊNCIA DA PRESCRIÇÃO RETROATIVA DA PRETENSÃO PUNITIVA DO ESTADO, em harmonia com o parecer ministerial. Des. João Benedito da Silva APELAÇÃO N RELATOR: Des. Joao Benedito da Silva. APELANTE: Ministério Público Estadual. APELANTE: Patricia Alves de Lacerda, APELANTE: Francisco de Assis Barbosa, APELANTE: Samara Dantas, APELANTE: Fábio Pires de Lacerda, APELANTE: José Roberto Pinto, APELANTE: Charles Francivaldo Amancio. ADVOGADO: Jose Osni Nunes, ADVOGADO: Delano Alencar Lucas de Lacerda, ADVO- GADO: Patrícia da Silva Ferreira E Robson Rodrigues de Oliveira, ADVOGADO: José Humberto Simplício de Sousa e DEFENSOR: Laura Neuma Camara Bonfim Sales. APELADO: Jardel Alves de Sousa E Francisco Aurenildo Juca, Ruy Pereira de Almeida, José Soares, Gernivon Soares de Lacerda E Fábio Pires de Lacerda, Samara Dantas, Charles Francivaldo Amancio E Justica Publica. ADVOGADO: Delano Alencar Lucas de Lacerda, ADVOGADO: José Humberto Simplício de Sousa, DEFENSOR: Laura Neuma Camara Bonfim Sales e DEFENSOR: Fernanda Pedrosa Tavares Coelho. APELAÇÃO CRIMINAL. TRÁFICO DE ENTORPECENTES. ASSOCIAÇÃO PARA O TRÁFICO. VÁRIOS RÉUS. MÚLTIPLOS APELOS. PRELIMINARES. LEGALIDADE DAS ESCUTAS TELEFÔNICAS. INÉPCIA DA DENÚNCIA. CERCEAMENTO DE DEFESA. SENTENÇA QUE NÃO APRECIOU TODAS AS TESES DA DEFESA. NULIDADE DA SENTENÇA: RÉU CHARLES FRANCIVALDO CONDENADO PELO MESMO FATO EM DOIS PROCESSOS DISTINTOS DE COMARCAS DIVERSAS. OS RÉUS JOSÉ ROBERTO PINTO, PATRÍCIA ALVES DE LACERDA, SAMARA DANTAS, FRANCISCO DE ASSIS BARBOSA, FÁBIO PIRES DE LACERDA E CHARLES FRANCIVALDO AMÂNCIO PERSEGUEM A ABSOLVI- ÇÃO. INADMISSIBILIDADE, À EXCEÇÃO DO RÉU CHARLES FRANCIVALDO. AUTORIA E MATERIALIDADE COMPROVADAS QUANTO AOS DEMAIS. TESTEMUNHO DE POLICIAIS. VALIDADE. PROVIMENTO DO RE- CURSO DO RÉU CHARLES FRANCIVALDO. PROVIMENTO PARCIAL DO APELO DO RÉU FÁBIO PIRES E DESPROVIMENTO DAS DEMAIS APELAÇÕES. A situação dos autos enquadra-se, perfeitamente, à hipótese que autoriza o deferimento da medida cautelar de interceptação de comunicação, pois havia indícios razoáveis de autoria dos crimes de tráfico de entorpecentes e associação para o tráfico; a prova a respeito não poderia ser feita por outros meios disponíveis, sendo os delitos a serem apurados punidos com pena de reclusão. Além disso, tudo foi devidamente autorizado judicialmente. A peça exordial descreve, de forma individualizada, a conduta criminosa, em tese, por cada um praticada, inclusive com transcrição de depoimentos e trechos das Escutas Telefônicas. Ademais, não se exige que o Ministério Público, ao narrar a conduta de membros de sociedade criminosa, acusados da prática do crime previsto no artigo 35 da Lei /06, faça exaustiva descrição, bastando a demonstração da participação na societas sceleris. Sabe-se que não é necessária a análise minuciosa de todas as alegações apresentadas pela defesa, pois, de uma maneira geral, vigora na doutrina e na jurisprudência o entendimento de que não se anula sentença por não enfrentamento frontal das teses da defesa quando, reflexamente, essas puderem ser tidas como implicitamente afastadas pelo enfrentamento de outras teses que, em um raciocínio de excludência lógica, seja com elas incompatível. Preliminarmente, o réu Charles Francivaldo alega que haveria uma nulidade no presente processo, consistente no fato de ter sido condenado duas vezes pelo mesmo fato, nas comarcas de Piancó e Coremas. Preliminar não conhecida em face da não juntada aos autos dos documentos necessários à prova da alegação. Restando comprovadas a materialidade e a autoria do delito descrito na denúncia, mostra-se descabida a pretensão absolutória dos réus José Roberto Pinto, Patrícia Alves de Lacerda, Samara Dantas, Francisco de Assis Barbosa e Fábio Pires de Lacerda, pois a evidência dos autos converge para entendimento contrário. A simples condição de policial não torna a testemunha impedida ou suspeita, mormente se os autos não apontam motivos no sentido de incorreção em sua conduta ou de que detivesse algum interesse em incriminar falsamente os réus. A sentença foi bem lançada, tendo a Julgadora de 1º grau obedecido a todos os ditames legais, dando os motivos de seu convencimento em estrita consonância com a prova constante dos autos e observando rigorosamente o sistema trifásico de fixação da reprimenda, ditado pelo artigo 68 do Código Penal. Absolvição do réu Charles Francivaldo Amâncio. Em face da ausência de indícios outros que militem contra tal acusado, de se entender que o depoimento policial deveria ao menos ser acompanhado pela existência de Laudo Toxicológico ou Auto de Apresentação e Apreensão do material supostamente encontrado em poder do réu. Assim, ausente prova da materialidade do crime, a absolvição é de rigor. APELO MINISTERIAL. INSURGIMENTO QUANTO À ABSOLVIÇÃO DOS RÉUS JARDEL ALVES DE SOUSA, FRANCISCO AURENILDO JUCA, RUI PEREIRA DE ALMEIDA, JOSÉ SOARES E GERNI- VON SOARES DE LACERDA. PERSEGUE A CONDENAÇÃO DE FÁBIO PIRES, SAMARA DANTAS E CHAR- LES FRANCIVALDO, NAS PENAS DO ART. 35 DA LEI N /06. PROVIMENTO PARCIAL. Absolvições mantidas, à exceção de Samara Dantas, condenada por associação para o tráfico. No processo criminal vigora o princípio segundo o qual, para alicerçar um decreto condenatório, a prova deve ser clara, positiva e indiscutível, não bastando à alta probabilidade acerca do delito e de sua autoria. Persistindo a dúvida, mínima que seja, impõe-se a absolvição, pois a inocência é presumida até que se demonstre o contrário. Desta forma, é suficiente que a acusação não produza provas capazes de infundir a certeza moral no espírito do julgador, para que se decrete a absolvição do envolvido. ACORDA a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, por unanimidade, em REJEITAR AS PRELIMINARES, E, NO MÉRITO, NEGAR PROVIMENTO AOS RECURSOS DOS RÉUS PATRÍCIA LACERDA, JOSÉ ROBERTO PINTO, FRANCISCO DE ASSIS BARBOSA E SAMARA DANTAS, DAR PROVIMENTO PARCIAL AO APELO DE FÁBIO PIRES, DAR PROVIMENTO AO RECURSO DO RÉU CHARLES FRANCIVALDO AMÂNCIO, PARA ABSOLVÊ-LO E DAR PROVIMENTO PARCIAL AO RECUR- SO DO REPRESENTANTE DO MINISTÉRIO PÚBLICO, APENAS PARA CONDENAR SAMARA DANTAS, NAS PENAS DO ART. 35 DA LEI Nº /06, NEGANDO PROVIMENTO QUANTO AOS DEMAIS PEDIDOS. OFICIE-SE, QUANTO AO RÉU CHARLES FRANCIVALDO AMÂNCIO. HABEAS CORPUS N RELATOR: Des. Joao Benedito da Silva. IMPETRANTE: Jose Alves Cardoso E Outros. PACIENTE: Germano da Silva Rabelo Junior. IMPETRADO: Juizo do 2 Tribunal do Juri da Capital. HABEAS CORPUS. MORTE DO PACIENTE. PREJUDICIALIDADE DO PEDIDO. Em virtude da informação do falecimento do paciente prestada em Tribuna e conforme pedido do próprio impetrante, houve perda do objeto da pretensão requerida, razão pela qual resta prejudicado o julgamento do presente habeas corpus. ACORDA a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, por unanimidade, em JULGAR PREJUDICADA A ORDEM, NOS TERMOS DO VOTO DO RELATOR EM HARMONIA COM O PARECER ORAL DO REPRESENTANTE DO MINISTÉRIO PÚBLICO. HABEAS CORPUS N RELATOR: Des. Joao Benedito da Silva. IMPETRANTE: Pedro Goncalves Dias Neto E Outros. PACIENTE: Irenildo Cassiano Gomes Filho. IMPETRADO: Juizo da Vara Unica da Comarca de Boqueirão. HABEAS CORPUS. CRIMES, EM TESE, ART. 33 DA LEI /2006 E ART. 16 DA LEI 10826/2003. ALEGAÇÃO DE EXCESSO DE PRAZO PARA O TÉRMINO DA INSTRUÇÃO PROCES- SUAL. INOCORRÊNCIA. APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA RAZOABILIDADE. CONDIÇÕES PESSOAIS FAVO- RÁVEIS. IRRELEVÂNCIA. DENEGAÇÃO DA ORDEM. A existência de atrasos durante a instrução, seguindo o feito o seu trâmite regular, deve ser analisada sob a ótica do princípio da razoabilidade, não se podendo falar em constrangimento ilegal havendo justificativa razoável para o elastecimento no prazo de formação da culpa. A existência de condições pessoais favoráveis ao agente não autorizam, por si só, a concessão de liberdade provisória, ou, então, de revogação da prisão preventiva, quando presentes os motivos para a decretação da medida constritiva. PRISÃO PREVENTIVA. ILEGALIDADE E AUSÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO. INSTRUÇÃO DEFICIENTE. AUSÊNCIA DA DECISÃO ADVERSADA. NÃO CONHECIMENTO NESTA PARTE (ART. 252, R.I.T.J.). Não tendo sido o pedido de habeas corpus instruído com documento necessário para o deslinde da causa, dele não se conhece (Intelecção do art. 252, do RITJPB). ACORDA a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, por unanimidade, em NÃO CONHECER A ORDEM PELA DESFUNDAMENTAÇÃO E DENEGAR PELOS DEMAIS FUNDAMENTOS, NOS TERMOS DO VOTO DO RELATOR. HABEAS CORPUS N RELATOR: Des. Joao Benedito da Silva. IMPETRANTE: Júlio Paulo Neto, Yuri Paulino E Outros. PACIENTE: Charleston de Andrade Silva. IMPETRADO: Juizo da Comarca de Pirpirituba. HABEAS CORPUS. CRIME, EM TESE, DE TRÁFICO ILÍCITO DE ENTORPECENTES. PRISÃO EM FLAGRANTE CONVERTIDA EM PREVENTIVA. GARANTIA DA ORDEM PÚBLICA E CONVENI- ÊNCIA DA INSTRUÇÃO CRIMINAL. DESFUNDAMENTAÇÃO. OBSERVÂNCIA. AUSÊNCIA DE ELEMENTOS CONCRETOS. INOBSERVÂNCIA DO PERICULUM LIBERTATIS. REVOGAÇÃO DO DECRETO CONSTRI- TOR. APLICAÇÃO DE MEDIDAS CAUTELARES. DE OFÍCIO. ADEQUAÇÃO À GRAVIDADE DO CRIME E ÀS CONDIÇÕES PESSOAIS DO PACIENTE. ORDEM PARCIALMENTE CONCEDIDA. A segregação cautelar dissociada de qualquer outro elemento concreto e individualizado não pode ser mantida, afinal é imprescindível que a prisão cautelar tenha motivação válida, aliada a um dos fundamentos legalmente previstos no artigo 312 do Código de Processo Penal. Com a superveniência da lei /2011, a prisão preventiva, mais do que nunca, passou a ser a exceção da exceção (extrema ratio da ultima ratio), ou seja, impõe-se ao juiz antes de decretá-la, verificar se o acusado faz jus a uma ou mais medidas cautelares diversas da prisão. ACORDA a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, por unanimidade, em CONCEDER PARCIAL- MENTE A ORDEM, COM APLICAÇÕES DE MEDIDAS CAUTELARES PREVISTAS NO ART. 319,I, IV E V, NOS TERMOS DO VOTO DO RELATOR. OFICÍE-SE. HABEAS CORPUS N RELATOR: Des. Joao Benedito da Silva. IMPETRANTE: Moises Mota Vieira Bezerra de Medeiros. PACIENTE: Alfaro Tertuliano de Andrade. IMPETRADO: Juizo da 5ªv Regional de Mangabeira. HABEAS CORPUS. ROUBO QUALIFICADO. PRISÃO PREVENTIVA. AUSÊNCIA DE EMBASAMENTO CONCRETO. ORDEM PÚBLICA. FUNDAMENTO JÁ APRECIADO POR ESTA CORTE DE JUSTIÇA EM OUTRO HABEAS CORPUS. REITERAÇÃO. QUESTÃO JÁ DECIDIDA. INEXISTÊNCIA DE FATOS NOVOS. IMPOSSIBILIDADE. RESPEITO À COISA JULGADA. NÃO CONHECIMENTO. CONDIÇÕES PESSO- AIS FAVORÁVEIS. IRRELEVÂNCIA. MOTIVO PARA MANUTENÇÃO DA SEGREGAÇÃO CAUTELAR. DENEGA- ÇÃO DA ORDEM. O presente writ, ao sustentar a desfundamentação da prisão cautelar para garantia da ordem pública sem embasamento em fatos novos, redunda por veicular questão já apreciada por este Órgão Colegiado no HC nº Por tais razões, não deverá ser conhecido, sob pena de afronta à coisa julgada. Eventuais condições pessoais favoráveis ao paciente entremostram-se insuficientes para, de per si, darem suporte à concessão da ordem, porquanto configurado motivo para a manutenção da preventiva, este consubstanciado na necessidade de garantia da ordem pública. HABEAS CORPUS. ROUBO QUALIFICADO. PRISÃO PREVENTIVA. RESGUARDO DA APLICAÇÃO DA LEI PENAL. INEXISTÊNCIA DE JUSTICADO RE- CEIO. REQUISITO INSUBSISTENTE. SUFICIÊNCIA DA MANUTENÇÃO DA CUSTÓDIA PREVENTIVA SOB UM ÚNICO FUNDAMENTO. IMPOSSIBILIDADE DE CONCESSÃO DA LIBERDADE PROVISÓRIA. INTELI- GÊNCIA DO ART. 321 DO CPP. DENEGAÇÃO DA ORDEM Somente se justifica a prisão preventiva, para assegurar a aplicação da lei penal, quando o decreto apontar elementos concretos aptos gerar fundado receio de que o paciente poderá evadir-se do distrito da culpa, não se aceitando fundamentação genérica. Contudo, demonstrada a existência de ao menos um requisito autorizador da prisão preventiva, não há de se falar em concessão de liberdade provisória. Inteligência do art. 321 do CPP. ACORDA a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, por unanimidade, em NÃO CONHECER DA IMPETRAÇÃO PELO PRIMEIRO FUNDAMENTO E DENEGAR PELOS DEMAIS, NOS TERMOS DO VOTO DO RELATOR. PAUTA DE JULGAMENTO DO TRIBUNAL PLENO 7ª SESSÃO ADMINISTRATIVA. DIA: 29/ABRIL/2015. A TER INÍCIO ÀS 14H00MIN 1º - PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR nº CPJ nº / 001. RELATOR: EXMO. SR. DES. JOSÉ AURÉLIO DA CRUZ. Indiciada: Exma. Sra. Dra. Maria de Fátima Lúcia Ramalho - Juíza de Direito de 3ª Entrância. (Adv. Jocélio Jairo Vieira). Obs.: Os Exmos. Srs. Desembargadores Maria das Neves do Egito de Araújo Duda Ferreira, Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti e João Alves da Silva, averbaram suspeição às fls. 290, 449 e 618, respectivamente. Impedidos os Exmos. Srs. Desembargadores Abraham Lincoln da Cunha Ramos (fls.290); José Ricardo Porto (fls.290); e Saulo Henriques de Sá e Benevides (fls. 449)(art. 183, 1º, letra d, parte final do R.I.T.J-PB);COTA: NA SESSÃO ADMINISTRATIVA DO DIA : ADIADO, A REQUERIMENTO DO PATRONO DA MAGISTRADA.COTA: NA SESSÃO ADMI- NISTRATIVA DO DIA : REJEITADAS, POR UNANIMIDADE, AS PRELIMINARES DE LITISPENDÊN- CIA; DE NÃO MANIFESTAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO; DE AUSÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO PARA ABERTURA DO PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR; DE NULIDADE DO PROCESSSO, POR CERCEAMENTO DE DEFESA E A DE NULIDADE DA CITAÇÃO REALIZADA POR EDITAL. NO MÉRITO, DEPOIS DO VOTO DO RELATOR PELA APLICAÇÃO DA PENA DISCIPLINAR DE CENSURA, NA FORMA DO QUE DISPÕE O ART. 44, SEGUNDA PARTE, DA LOMAN, E ART. 4º, SEGUNDA PARTE, DA RESOLUÇÃO Nº 134/2011, DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, PEDIU VISTA O DES. LUIZ SILVIO RAMALHO JÚNIOR. OS DEMAIS AGUARDAM. COTA: NA SESSÃO ADMINISTRATIVA DO DIA : O AUTOR DO PEDIDO DE VISTA ESGOTARÁ O PRAZO REGIMENTAL.COTA: NA SESSÃO ADMINISTRATIVA DO DIA : REJEITADAS, POR UNANIMIDADE, AS PRELIMINARES DE LITISPENDÊNCIA; DE NÃO MANIFESTAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO; DE AUSÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO PARA ABERTURA DO PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR; DE NULIDADE DO PROCESSSO, POR CERCEAMENTO DE DEFESA E A DE NULIDADE DA CITAÇÃO REALIZADA POR EDITAL. NO MÉRITO, DEPOIS DO VOTO DO RELATOR, SEGUIDO DO VOTO DO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, PELA APLICAÇÃO DA PENA DISCIPLINAR DE CENSURA, NA FORMA DO QUE DISPÕE O ART. 44, SEGUNDA PARTE, DA LOMAN, E ART. 4º, SEGUNDA PARTE, DA RESOLUÇÃO Nº 134/2011, DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA; E DOS VOTOS DOS DESEMBARGADORES LUIZ SILVIO RAMALHO JÚNIOR E JOÁS DE BRITO PEREIRA FILHO PELA APLICAÇÃO DA PENA DE APOSENTADORIA COMPULSÓRIA, COM VENCIMENTOS PROPORCIONAIS AO TEMPO DE SERVIÇO, NA FORMA DO ART. 42, V, DA LOMAN C/C O ART. 3º, V E 7º, II E III, DA RESOLUÇÃO Nº 135/2012, DO CNJ E ARTS. 1º, 4º, 8º E 37 DO CÓDIGO DE ÉTICA DA MAGISTRATURA NACIONAL, PEDIU VISTA O DES. ARNÓBIO ALVES TEODÓSIO. OS DEMAIS AGUARDAM. COTA: NA SESSÃO ADMINISTRATIVA DO DIA : REJEITADAS, POR UNANIMIDADE, AS PRELIMINARES DE LITISPENDÊNCIA; DE NÃO MANIFESTAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO; DE AUSÊNCIA DE FUNDAMENTA- ÇÃO PARA ABERTURA DO PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR; DE NULIDADE DO PRO- CESSSO, POR CERCEAMENTO DE DEFESA E A DE NULIDADE DA CITAÇÃO REALIZADA POR EDITAL. NO MÉRITO, DEPOIS DO VOTO DO RELATOR, SEGUIDO DO VOTO DO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, PELA APLICAÇÃO DA PENA DISCIPLINAR DE CENSURA, NA FORMA DO QUE DISPÕE O ART. 44, SEGUNDA PARTE, DA LOMAN, E ART. 4º, SEGUNDA PARTE, DA RESOLUÇÃO Nº 134/2011, DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA; DOS VOTOS DOS DESEMBARGADORES LUIZ SILVIO RAMALHO JÚNIOR, JOÁS DE BRITO PEREIRA FILHO E ARNÓBIO ALVES TEODÓSIO, PELA APLICAÇÃO DA PENA DE DISPONIBILIDADE, COM VENCIMENTOS PROPORCIONAIS AO TEMPO DE SERVIÇO, NA FORMA DO ART. 42, IV, DA LOMAN C/C O ART. 3º, IV E 6º, DA RESOLUÇÃO Nº 135/2012, DO CNJ E ARTS. 1º, 4º, 8º E 37 DO CÓDIGO DE ÉTICA DA MAGISTRATURA NACIONAL, O JULGAMENTO FOI CONVERTIDO EM DILIGÊNCIA, A FIM DE QUE SEJA ANEXADA AOS AUTOS, PELA DIRETORIA JUDICIÁRIA DESTE TRIBUNAL, CERTIDÃO DANDO CONTA DO TRÂNSITO EM JULGADO, OU NÃO, DA DECISÃO LANÇADA NO PROCESSO Nº (CPJ /001), QUE APLICOU PENA DE REMOÇÃO À INDICIADA, CONTRA OS VOTOS DOS DESEMBARGADORES MARCIO MURILO DA CUNHA RAMOS, FREDERICO MARTINHO DA NÓBREGA COUTINHO E LEANDRO DOS SANTOS QUE, ALÉM DA JUNTADA DA CERTIDÃO, CONCEDIAM VISTA DOS AUTOS À MAGISTRADA PARA FALAR SOBRE A CERTIDÃO TRAZIDA PARA OS AUTOS E DOS VOTOS DO PRESIDENTE E DO DESEMBARGADOR JOÃO BENEDITO DA SILVA, QUE PROSSEGUIAM NO JULGAMENTO. AVERBOU SUSPEIÇÃO O DES. JOÃO ALVES DA SILVA.COTA: NA SESSÃO ADMINISTRATIVA DO DIA : ADIADO, POR FALTA DE QUÓRUM, DEVENDO A ASSESSORIA PROVIDENCIAR A ELABORAÇÃO DE EXPEDIENTE CONVOCANDO OS DESEMBARGADORES QUE SE ENCONTRAM EM GOZO DE FÉRIAS PARA A PRÓXIMA SESSÃO ADMINISTRATIVA.COTA: NA SESSÃO ADMINISTRATIVA DO DIA : REJEITADAS, POR UNANIMIDADE, AS PRELIMINARES DE LITISPENDÊNCIA; DE NÃO MANI- FESTAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO; DE AUSÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO PARA ABERTURA DO PROCE- DIMENTO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR; DE NULIDADE DO PROCESSSO, POR CERCEAMENTO DE DEFESA E A DE NULIDADE DA CITAÇÃO REALIZADA POR EDITAL. NO MÉRITO, DEPOIS DO VOTO DO RELATOR, SEGUIDO DOS VOTOS DOS DESEMBARGADORES MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE E ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA, PELA APLICAÇÃO DA PENA DISCIPLINAR DE CENSURA, NA FORMA DO QUE DISPÕE O ART. 44, SEGUNDA PARTE, DA LOMAN, E ART. 4º, SEGUNDA PARTE, DA RESOLUÇÃO Nº 134/2011, DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA; EDOS VOTOS DOS DESEMBARGADO- RES LUIZ SILVIO RAMALHO JÚNIOR, JOÁS DE BRITO PEREIRA FILHO, ARNÓBIO ALVES TEODÓSIO, JOÃO BENEDITO DA SILVA E FREDERICO MARTINHO DA NÓBREGA COUTINHO PELA APLICAÇÃO DA PENA DE DISPONIBILIDADE, COM VENCIMENTOS PROPORCIONAIS AO TEMPO DE SERVIÇO, NA FORMA DO ART. 42, IV, DA LOMAN C/C O ART. 3º, IV E 6º, DA RESOLUÇÃO Nº 135/2012, DO CNJ E ARTS. 1º, 4º, 8º E 37 DO CÓDIGO DE ÉTICA DA MAGISTRATURA NACIONAL, PEDIU VISTA A DESA. MARIA DAS GRAÇAS MORAIS GUEDES. OS DEMAIS AGUARDAM. COTA: NA SESSÃO ADMINISTRATIVA DO DIA : ADIADO EM FACE DA AUSÊNCIA JUSTIFICADA DO RELATOR. 2º - PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR nº RELATORA: EXMA. SRA. DESA. MARIA DAS GRAÇAS MORAIS GUEDES. Processante: Corregedoria Geral de Justiça. Processado: Exmo. Sr. Dr. William de Souza Fragoso, Juiz de Direito titular da Comarca de Pedras de Fogo. (Adv. Adailton Raulino Vicente da Silva). Obs.: Impedidos os Exmos. Srs. Desembargadores Abraham Lincoln da Cunha Ramos(fls.434/435) e João Alves da Silva(fls.442) (art. 183, 1º, letra d, parte final do R.I.T.J-PB).COTA: NA SESSÃO ADMINISTRATIVA DO DIA : ADIADO PARA A PRÓXIMA SESSÃO, POR INDICAÇÃO DA RELATORA. COTA: NA SESSÃO ADMINISTRATIVA DO DIA : ADIADO, A REQUERIMENTO DO PATRONO DO MAGISTRADO, PARA A PRÓXIMA SESSÃO ADMINISTRATIVA DESIGNADA PARA O DIA COTA: NA SESSÃO ADMINISTRATIVA DO DIA : ADIADO PARA A PRÓXIMA SESSÃO ORDINÁRIA ADMINISTRATIVA, A PEDIDO DA DEFESA DO MAGISTRADO. COTA: NA SESSÃO ADMINIS- TRATIVA DO DIA : ADIADO, POR INDICAÇÃO DA RELATORA.COTA: NA SESSÃO ADMINIS- TRATIVA DO DIA : ADIADO EM FACE DA AUSÊNCIA JUSTIFICADA DA RELATORA. COTA: NA SESSÃO ADMINISTRATIVA DO DIA : APÓS O VOTO DA RELATORA, SEGUIDO DOS VOTOS DOS SEMBARGADORES JOÃO ALVES DA SILVA, FREDERICO MARTINHO DA NÓBREGA COUTINHO, JOSÉ RICARDO PORTO, CARLOS MARTINS BELTRÃO FILHO, LEANDRO DOS SANTOS, JOSÉ AURÉLIO DA CRUZ E OSWALDO TRIGUEIRO DO VALE FILHO, ACOLHENDO A PREJUDICIAL DE MÉRITO PARA DECLARAR EXTINTA A PUNIBILIDADE, PELA PRESCRIÇÃO, PEDIU VISTA O DES. MÁRCIO MURILO DA CUNHA RAMOS. OS DEMAIS AGUARDAM. COTA: NA SESSÃO ADMINISTRATIVA DO DIA : ADIADO, EM FACE DA AUSÊNCIA JUSTIFICADA DO AUTOR DO PEDIDO DE VISTA. COTA: NA SESSÃO ADMINISTRATIVA DO DIA : ADIADO, EM FACE DA AUSÊNCIA JUSTIFIDADA DA RELATORA. COTA: NA SESSÃO ADMINISTRATIVA DO DIA : ADIADO PARA A SESSÃO DESIGNADA PARA O DIA 01 DE ABRIL DE 2015, EM FACE DA AUSÊNCIA JUSTIFICADA DO AUTOR DO PEDIDO DE VISTA, QUE SE ENCONTRA EM GOZO DE FÉRIAS, COTA: NA SESSÃO ADMINISTRATIVA DO DIA : ADIA- DO, EM FACE DA AUSÊNCIA JUSTIFICADA DO AUTOR DO PEDIDO DE VISTA QUE SE ENCONTRA EM GOZO DE FÉRIAS. 3º - PROCESSO nº RELATORIA DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA. Requerente: Exma Sra. Dra. Elza Bezerra da Silva Pedrosa, Juíza de Direito titular da 1ª Vara Mista da Comarca de Mamanguape.Procedência: Comarca de Mamanguape/PB. Assunto: Concessão de Auxílio Moradia.COTA: NA SESSÃO ADMINISTRATIVA DO DIA : APÓS OS PRONUNCIAMENTOS DOS DESEMBARGADORES LEANDRO DOS SANTOS, PRESIDENTE DA COMISSÃO INSTITUÍDA PELO ATO Nº 101/2014, E OSWALDO TRIGUEIRO DO VALLE FILHO, PRESIDENTE DA COMISSÃO PERMANENTE DE

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