DELIBERAÇÃO. Relatório

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DELIBERAÇÃO. Relatório"

Transcrição

1 P.º R. P. 266/2008 SJC-CT: Registabilidade da acção em que a autora, alegadamente proprietária de um prédio urbano, constituído por dois blocos/edifícios, implantado num terreno para construção, descrito na conservatória com aquisição registada a seu favor - peticiona, além da declaração de ser dona e legítima proprietária do citado edifício, o reconhecimento do seu direito de propriedade sobre o mesmo (parcialmente ocupado pela Ré), bem como a condenação desta última à correspondente restituição. DELIBERAÇÃO Relatório 1 A presente impugnação vem deduzida do despacho de recusa de que foi alvo o pedido de registo de uma acção judicial interposta pela Santa Casa da Misericórdia de contra o Instituto, apresentado no dia 1 de Outubro de 2008 (Ap. 4) na Conservatória do Registo Predial de. Decorre do respectivo articulado, além da expressa qualificação da mesma como acção declarativa de condenação, a afirmação de que a autora é proprietária do prédio urbano sito na Avenida n.ºs a, o qual torneja para a Rua n.ºs, freguesia do em L, descrito sob o n.º 13, a fls. 182v do livro B-, o qual adveio ao domínio da A. por escritura outorgada, em 15/06/1983, no.º Cartório Notarial de, em que figurou como vendedor o seu anterior proprietário, o Instituto, bem como o esclarecimento de que o id. prédio urbano é constituído por dois blocos/edifícios, um com frente e entrada para a Rua e outro com frente e entrada para a Av., sendo que Este edifício com frente e entrada para a Av. é composto por uma sobreloja no rés-do-chão, 9 pisos e 3 caves ao nível do subsolo, pisos esses ocupados pelo Réu, bem como 73 dos 81 lugares de garagem das referidas caves do bloco/edifício com frente e entrada para a dita Avenida. Tal ocupação, iniciada em Março de 1991, mantém-se, posto que sem qualquer título, por parte do Réu, a legitimá-la, e não obstante as várias diligências empreendidas pela A. no sentido de obter a restituição da área assim indevidamente utilizada, bem como o ressarcimento dos prejuízos correspondentes ao valor do uso de tais pisos e lugares de garagem, ao longo de todos estes anos. Situação relativamente à qual constitui excepção a sobreloja do rés-do-chão do referido bloco/edifício, pela qual o Réu paga uma renda mensal, a cuja actualização anual, segundo os sucessivos coeficientes legais de actualização de rendas, a A. não procedeu. Daí que, face à não restituição pelo 1

2 Réu dos aludidos pisos/andares, a A. tenha levado a efeito a contabilização do dano global por si sofrido, pedindo, a final, que o Réu seja condenado a pagar-lhe tal quantia, a título de indemnização. Inscrevem-se ainda como pedidos da acção registanda, formulados com prioridade sobre aquele, os relativos a: - Declaração da A. como dona e legítima proprietária do id. prédio urbano, sito nas identificadas avenida e rua, constituído por dois blocos/edifícios, um com frente e entrada para a referenciada Rua e outro com frente e entrada para a dita Avenida; - Condenação do Réu ao reconhecimento à Autora do direito de propriedade sobre o imóvel em causa, por aquele parcialmente ocupado; e - Condenação do Réu a restituir à Autora a parte do imóvel que ocupa ilicitamente e que corresponde aos mencionados 9 pisos e 73 lugares de garagem do bloco/edifício com frente e entrada pela Av., n.ºs. 2 O despacho de qualificação recusa de que ora se recorre encontrou suporte legal nos artigos 3.º e 69.º, n.º 1, alínea c), ambos do Código do Registo Predial. Às razões que lhe serviram de fundamento foi dada literal expressão nos termos seguintes: O que está em causa é a ocupação/restituição do prédio e possível indemnização, e não a reivindicação do direito de propriedade do prédio (terreno para construção onde parece ter sido implantado o edifício em causa). E mesmo que assim fosse, sempre haveria desnecessidade desse registo, uma vez que a Autora é a titular inscrita do prédio e a Ré não consta propor-se elidir a respectiva presunção.. 3 Em sede de impugnação, a recorrente acentua que na acção em causa pediu, entre outras coisas, que fosse reconhecido não só o seu direito de propriedade, mas também o seu direito à restituição do prédio urbano e um dos dois edifícios implantados nesse prédio, sito nas referenciadas Rua e Avenida e descrito sob o referido n.º 13. Contestando o despacho de qualificação, mormente quando refere ser desnecessário o registo solicitado, face à circunstância da Autora ser a titular inscrita do prédio, a impugnante chama a atenção para a falta de precisão do mesmo, designadamente, no que respeita aos conceitos de prédio/edifício e prédio/terreno para construção, reiterando que possui, efectivamente, a seu favor, o registo de propriedade do prédio urbano - terreno, sendo que, no que se refere ao edifício construído nesse prédio urbano terreno, o qual tem entrada e frente para a Av., o mesmo não se encontra descrito, nem sobre ele existe qualquer registo de propriedade ou inscrição de aquisição a favor da A., ora recorrente. 2

3 Invocando, então, o disposto no artigo 1344.º do Código Civil, a recorrente conclui que é proprietária legítima do terreno, bem como do edifício com frente e entrada para a dita Avenida, implementado e construído nesse prédio urbano terreno, descrito sob o acima mencionado número. Assim, pretendendo a autora (recorrente) o reconhecimento de que, sendo proprietária do terreno, é também proprietária do edifício /prédio, que se acha edificado no seu terreno deste modo se explicando o pedido formulado na acção registanda no sentido do reconhecimento desse direito de propriedade o que se está a fazer na dita acção é reivindicar a propriedade em causa, tanto mais que, simultaneamente, se pede a restituição desse mesmo edifício, detido pelo Réu. Donde, a ilação necessária de que a acção em causa está sujeita a registo, o qual deve ser efectuado, a fim de que seja registralmente reconhecido o seu direito de propriedade do edifício em causa. Questiona ainda a impugnante a aparente confusão que, em seu entender, se fez no despacho de recusa em apreço entre acção de restituição e acção de reivindicação, considerando a referência dele constante ao facto de estar em causa a restituição do prédio (edifício?) e não a reivindicação do direito de propriedade do prédio (terreno?). Para, de seguida, asseverar que a questão não se prende com a reivindicação do prédio urbano imóvel/terreno, o qual já se encontra registado a favor da S, mas com a reivindicação da propriedade sobre a id. construção edificada nesse terreno da S, frisando que o que ela recorrente pretende é o reconhecimento do seu direito de propriedade sobre o aludido edifício, com entrada e frente para a Avenida, reclamando, ademais, a restituição do mesmo, indevidamente ocupado pelo Réu. Deste modo e, em conclusão, demanda a recorrente a revogação do despacho impugnado e a sua substituição por outro que conduza à efectivação do registo da acção de reivindicação, na qual é pedido não só o reconhecimento do direito de propriedade, mas também a restituição do id. edifício, a favor da S, o qual tem frente e entrada pela Av. e está implantado no prédio urbano descrito sob o n.º 13, a fls. 182v do livro B O despacho proferido, em termos de sustentação, limitou-se a remeter para o emitido no âmbito da qualificação, dando-o por integralmente reproduzido. 5 O processo é o próprio e válido, as partes são legítimas e capazes, o recurso foi interposto no tempo devido, e não se verificam nulidades, excepções ou questões prévias que obstem ao conhecimento do mérito, pelo que a posição do Conselho vai expressa na seguinte 3

4 Deliberação 1 Nos termos da previsão contida na alínea a) do n.º 1 do artigo 3.º do Código do Registo Predial, estão sujeitas a registo as acções que tenham por fim, principal ou acessório, o reconhecimento, a constituição, a modificação ou a extinção de algum dos direitos referidos no artigo 2.º do mesmo Código. 2 Sendo o reconhecimento do direito de propriedade um dos pedidos que, a par do de restituição do bem a que respeita 1, integra o esquema legal da acção de reivindicação (art.º 1311.º, C. Civil), esta apresenta-se, em abstracto, incluída na categoria das acções registáveis 2 ; verificados como se mostram, na situação concreta, 1 Tem vindo a ser entendido na doutrina como na jurisprudência nacionais que o fundamental na acção de reivindicação é o pedido de entrega da coisa, pedido que deverá até ser o principal da acção, ainda que tenha de fundar-se na propriedade. A pretensão verdadeiramente real é a da entrega da coisa, intervindo a propriedade apenas para justificar as razões absolutas daquela petição. Daí o entendimento de que o direito de propriedade na acção de reivindicação paradigmática não compõe processualmente o pedido, mas sim a causa de pedir. Não se integra na pretensão substantiva que se actua em juízo, é o fundamento do pedido característico da acção: a entrega da coisa..- José de Oliveira Ascensão, Acção de Reivindicação, in R.O.A, Ano 57, Abril O facto de a acção em causa preencher os requisitos da realidade exigidos pelo mencionado artigo 3.º, n.º 1, alínea a) não significa que, por tal razão, a mesma se encontre necessariamente sujeita a registo, já que isso sucederá apenas quando dele dependa o cumprimento da função e a produção dos efeitos nos quais assentou o imperativo legal da respectiva registabilidade, neles se contando, o de promover a publicidade e assegurar a oponibilidade a terceiros dos direitos validamente adquiridos (arts. 1.º e 5.º, C.R.P.). Ora, através do registo das acções antecipa-se esta oponibilidade a terceiros de factos que ainda hão-de ocorrer na ordem jurídica, pelo que a registabilidade das ditas só se justifica quando o registo se puder assumir como condição dessa oponibilidade. Assim, o registo da acção só encontra justificação no quadro da resolução de conflitos de interesses a resolver pela prioridade do registo, pelo que, quando ele não possa cumprir esse papel, também a acção não estará sujeita a registo, ainda que preencha os requisitos da registabilidade contidos no citado normativo. Daí que se venha entendendo não ser registável a acção de reivindicação na qual o reivindicante é o próprio titular inscrito, uma vez que a mesma não antecipa uma situação de conflito de interesses, susceptível de resolução mediante a prioridade do seu registo, pois, não tendo em vista elidir a presunção resultante do anterior registo de aquisição, do qual adveio a oponibilidade a terceiros do direito do autor, será sempre em função da prioridade deste registo de aquisição que hão-de ser dirimidos os conflitos que porventura venham a surgir entre aquele direito e os de terceiros. Silva Pereira, in Do registo das acções, comunicação efectuada em 29/11/2003 no Congresso dos Direitos Reais, realizado pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Esta questão da sujeição ou não a registo da acção de reivindicação quando o prédio dela objecto se mostre inscrito a favor do autor tem sido muito discutida no plano doutrinal e jurisprudencial, tendo o Conselho Técnico 4

5 estes dois requisitos, não sobram dúvidas que a acção ora trazida a registo configura uma acção deste tipo. Ora, como acção real que é, a respectiva causa de pedir reside, consoante o disposto no n.º 4 do artigo 498.º do Código de Processo Civil, no facto jurídico de que deriva o direito de propriedade, facto este que, no caso sub judice não se traduziu na invocação pelo autor de uma forma originária de aquisição da propriedade (usucapião, ocupação ou acessão) cujos factos constitutivos teria o ónus de provar (art.º 342.º, C. Civil) -, mas antes na presunção do registo (art.º 7.º, C. Registo Predial e art.º 1268.º, C. Civil) já efectuado a seu favor (com fundamento numa causa translativa compra e venda - do referido direito) incidente sobre um terreno para construção com 900m2 - destarte beneficiando da inversão do dito ónus da prova (art.º 344.º, C. Civil), que passará a caber ao réu, caso a pretenda elidir. 3 Não decorre dos direitos e factos invocados como causa de pedir, à luz dos quais deve ser feito o enquadramento dos pedidos formulados no contexto da petição inicial, a possibilidade da coexistência de dois direitos de propriedade distintos, um sobre o solo e outro sobre a construção nele incorporada, por forma a que a decisão final se venha a reflectir na titularidade inscrita do prédio, modificando-a. Antes, dos factos alegados, resulta a inexistência de qualquer litígio relativamente à propriedade das aludidas edificações que, nos termos da definição plasmada no n.º 1 do artigo 1344.º do Código Civil, se mostram contidas dentro dos limites materiais ou extensão do prédio já defendido a tese da sua subordinação a registo ressaltando a importância de lhe dar publicidade, levando-a ao conhecimento de terceiros, com vista a alertar para a situação litigiosa do prédio quem eventualmente tenha interesse nalguma transacção sobre ele -, perfilhando hoje, na esteira da posição sustentada por Seabra de Magalhães, a tese contrária que vai no sentido de que, constituindo o registo das acções pressuposto da oponibilidade a terceiros, não está certo encará-lo apenas através da finalidade de tornar conhecida do público a pretensão do autor, pelo que, não obstante o seu carácter real, o seu registo só deve efectuar-se quando puder constituir verdadeira condição dessa oponibilidade o que não sucederá quando sobre o prédio exista registo de aquisição a favor do sujeito que se arroga e pede para ser reconhecido como dono do prédio, pois de tal registo já decorre essa oponibilidade. Entendimento este que, como bem foi sublinhado num dos últimos pareceres em que a questão foi abordada concretamente, a deliberação emitida no P.º R. P. 149/2008 SJC-CT, homologada em 21/11/2008 o Conselho tem vindo, muito cautelosamente, a afastar em particulares situações, nomeadamente, quando seja invocado título aquisitivo diverso do patenteado nas tábuas (cfr. parecer emitido no P.º 105/97 DSJ-CT, in BRN, II, n.º 6/98, e P.º R. P. 309/2007 DSJ-CT, homologado em 30/07/08) ou quando nos pedidos esteja incluído, explícita ou implicitamente, o de rectificação da área do mesmo prédio (cfr. parecer emitido no P.º R. P. 10/2007 DSJ-CT, homologado em 21/12/07). Ressalvas estas nas quais se não inclui, a nosso ver, o caso sub judice. 5

6 sujeito do direito de propriedade inscrito 3, ficando a falta de coincidência entre a composição material daquele cuja entrega se reivindica e a descrição tabular sobre que incide o registo de aquisição a favor da autora da acção, a dever-se apenas à falta de aproveitamento, por parte desta, da legitimidade de que desfruta, enquanto proprietária inscrita, de averbar à descrição em causa as alterações decorrentes das construções entretanto implantadas no terreno a que aquela respeita 4. 4 Face ao antes exposto e não obstante a inquestionável natureza real da presente acção de reivindicação, porque o prédio a que respeita integra a composição actual por virtude de construção, todavia não averbada - do já registado em nome da autora, dentro de cujos limites materiais se contém, não tendo o registo da acção em vista elidir a presunção deste registo de aquisição (do qual resulta a oponibilidade a terceiros do direito da autora), deve o mesmo ser recusado [art.º 69.º, n.º 1, alínea c), 3 Cfr., a propósito, a petição inicial junta aos autos e, nomeadamente, os artigos 1 a 16 das respectivas alegações, dos quais consta que: A A. é proprietária do prédio urbano sito na Avenida n.ºs, o qual torneja para a Rua n.ºs o qual se encontra descrito sob o n.º 13, a fls. 182v do livro B-4 o identificado prédio veio ao domínio da A. por escritura através da qual o seu anterior proprietário, o Instituto declarou vender à A. e esta decidiu comprar o referido prédio O id. prédio urbano é constituído por dois blocos/edifícios, um com frente e entrada para a R. e outro com frente e entrada para a Av. Este edifício com frente e entrada para a Av. da é composto por sobreloja no rés-do-chão, 9 pisos e ainda 3 caves ao nível do subsolo, correspondentes aos pisos -1, -2 e -4, as quais são afectas ao parqueamento de viaturas, detendo cada uma 27 lugares de garagem sucede que a Ré não só ocupa esses 9 pisos, mas também 73 dos 81 lugares de garagem das referidas caves do bloco/edifício com frente e entrada para a Av. ocupação iniciou-se em Março de 1991 e ainda hoje se mantém sem que a Ré detenha qualquer título que a justifique bem sabendo que não tem qualquer direito a ocupar esses 9 pisos e 73 lugares de garagem ocupação nunca autorizada pela A., de todo abusiva a A. tudo tem feito para que a Ré lhe restitua tal área indevidamente ocupada e lhe pague os prejuízos que correspondem ao valor do uso que a Ré tem vindo a fazer desses 9 pisos e lugares de garagem a Ré, injustificadamente, nem restitui tais pisos e lugares de garagem, nem indemniza a A. essa ocupação tem impedido a A. de poder usar, fruir e dispor dos referidos pisos/andares.. 4 Face ao acima transcrito teor da petição, tais construções mais não serão do que benfeitorias, ou sejam, melhoramentos feitos por quem está ligado à coisa em consequência de uma relação ou vínculo jurídico (no caso, a propriedade), relativamente às quais, do ponto de vista registral, nenhum impedimento existe ao respectivo averbamento à descrição em apreço, atenta a inseparabilidade das mesmas do solo, e a irrecusável legitimidade para tal do proprietário inscrito. Cfr. Pires de Lima e Antunes Varela, in Código Civil Anotado, vol. III, 2.ª ed., pág. 163; e parecer do CT, emitido no P.º C. P. 88/99 DSJ-CT. Tanto mais quando, da respectiva certidão de teor matricial junta aos autos segundo a qual foi atribuído ao edifício em causa o artigo provisório 895 resulta que a respectiva área de implantação é a mesma que consta do terreno para construção a que respeita a mencionada descrição predial 900m2 e que a proprietária é a titular inscrita no registo, ora autora na acção Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. 6

7 C. R. P.] 5, considerando, ademais, que na dita acção não foi invocado modo de aquisição diverso daquele que figura na inscrição do facto aquisitivo. Nestes termos, entende o Conselho que o recurso não merece provimento. Deliberação aprovada em sessão do Conselho Técnico de 26 de Maio de Maria Eugénia Cruz Pires dos Reis Moreira, relatora. Esta deliberação foi homologada pelo Exmo. Senhor Presidente em Tendo em consideração que o fundamento para alteração da posição deste Conselho no sentido de a acção de reivindicação não estar sujeita a registo quando o autor tenha o direito sobre o prédio daquela objecto inscrito em seu nome não teve a ver com a natureza do pedido [já que este se acha, como vimos, incluído na previsão do art.º 3.º, n.º 1, a), C. R. P.], mas com a situação registral donde se extraiu um argumento de desnecessidade, por inutilidade, defendeu-se no já citado parecer emitido no P.º R. P. 10/2007 DSJ-CT, que com tal fundamento, a recusa tem mais a ver com facto já registado do que com facto não sujeito a registo, ou seja, 1.º segmento em vez do 2.º, da alínea c) do art.º 69.º, n.º 1, do C. R. P.. 7

Pº R.P. 241/2008 SJC-CT-

Pº R.P. 241/2008 SJC-CT- Pº R.P. 241/2008 SJC-CT- Acção proposta no âmbito do artº 205º CPEREF- Ordem de separação de determinado prédio da massa falida Cancelamento de hipotecas e penhoras Insuficiência do título. DELIBERAÇÃO

Leia mais

P.º R. P. 191/2008 SJC-CT- Aquisição em processo de execução rejeição da apresentação - gratuitidade do registo. DELIBERAÇÃO Relatório

P.º R. P. 191/2008 SJC-CT- Aquisição em processo de execução rejeição da apresentação - gratuitidade do registo. DELIBERAÇÃO Relatório P.º R. P. 191/2008 SJC-CT- Aquisição em processo de execução rejeição da apresentação - gratuitidade do registo. DELIBERAÇÃO Relatório 1. Em 01/09/2008 foi apresentado, na Conservatória do Registo Predial

Leia mais

P.º n.º R.P. 212/2010 SJC-CT Penhora. Registo de aquisição de imóvel penhorado. Averbamento à descrição. Recusa. DELIBERAÇÃO

P.º n.º R.P. 212/2010 SJC-CT Penhora. Registo de aquisição de imóvel penhorado. Averbamento à descrição. Recusa. DELIBERAÇÃO P.º n.º R.P. 212/2010 SJC-CT Penhora. Registo de aquisição de imóvel penhorado. Averbamento à descrição. Recusa. DELIBERAÇÃO A ficha... descreve um terreno para construção com a área de 2 080m2, inscrito

Leia mais

P.º n.º R. P. 309/2007DSJ-CT- Acção de reivindicação do direito de superfície. Sua registabilidade. DELIBERAÇÃO

P.º n.º R. P. 309/2007DSJ-CT- Acção de reivindicação do direito de superfície. Sua registabilidade. DELIBERAÇÃO P.º n.º R. P. 309/2007DSJ-CT- Acção de reivindicação do direito de superfície. Sua registabilidade. DELIBERAÇÃO Relatório: 1 Em 17 de Outubro de 2007, a coberto da ap.14, deu entrada na Conservatória do

Leia mais

Consulente: Instituto da Segurança Social, I.P. Centro Distrital de.

Consulente: Instituto da Segurança Social, I.P. Centro Distrital de. Pº C.Co.53/2010 SJC-CT Consulente: Instituto da Segurança Social, I.P. Centro Distrital de. Consulta: Qual a data a considerar como sendo a da designação e da cessação de funções de membros dos órgãos

Leia mais

P.º n.º R.P. 242/2010 SJC-CT

P.º n.º R.P. 242/2010 SJC-CT P.º n.º R.P. 242/2010 SJC-CT Prédio inscrito a favor dos autores da herança. Pagamento das dívidas destes. Penhora. Habilitação dos herdeiros. Identificação dos sujeitos. Documento bastante. DELIBERAÇÃO

Leia mais

P.º n.º R.P. 92/2010 SJC-CT Aquisição. Contrato promessa. DELIBERAÇÃO

P.º n.º R.P. 92/2010 SJC-CT Aquisição. Contrato promessa. DELIBERAÇÃO P.º n.º R.P. 92/2010 SJC-CT Aquisição. Contrato promessa. DELIBERAÇÃO 1. Indicando como objecto mediato o prédio descrito sob o nº... da freguesia de..., o recorrente apresentou na Conservatória do Registo

Leia mais

N/Referência: P.º R.P. 117/2016 STJSR-CC Data de homologação:

N/Referência: P.º R.P. 117/2016 STJSR-CC Data de homologação: DIVULGAÇÃO DE PARECER DO CONSELHO CONSULTIVO N.º 66/ CC /2016 N/Referência: P.º R.P. 117/2016 STJSR-CC Data de homologação: 16-12-2016 Recorrente:..-ALUGUER DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO, LDA Recorrido: Conservatória

Leia mais

Pº R. P. 180/2008 SJC-CT

Pº R. P. 180/2008 SJC-CT Pº R. P. 180/2008 SJC-CT - Inscrição de aquisição em comum e sem determinação de parte ou direito Prédio urbano constituído por várias moradias a que correspondem diferentes artigos matriciais Divergência

Leia mais

P.º R.P. 147/2007 DSJ-CT-

P.º R.P. 147/2007 DSJ-CT- P.º R.P. 147/2007 DSJ-CT- Fixação do sentido e alcance da norma contida no n.º 5 do artigo 31.º do D. L. 287/2003, de 12/11 Reconhecimento ao interessado da possibilidade de requerer hoje a liquidação

Leia mais

Deliberação. Casamento entre pessoas do mesmo sexo. Nubente estrangeiro. Declaração de inexistência de impedimentos.

Deliberação. Casamento entre pessoas do mesmo sexo. Nubente estrangeiro. Declaração de inexistência de impedimentos. Proc. C.C. 109/2010 SJC CT Deliberação Casamento entre pessoas do mesmo sexo. Nubente estrangeiro. Declaração de inexistência de impedimentos. O Consulado de Portugal em B., Brasil, atento o despacho n.º

Leia mais

formalizada por escritura pública de compra e venda, de 28 de Novembro de, entre a 1.ª Ré e os 2ºs Réus;

formalizada por escritura pública de compra e venda, de 28 de Novembro de, entre a 1.ª Ré e os 2ºs Réus; 1 Pº R. P. 170/2008 SJC-CT: Registo de acção de preferência pedido de cancelamento do registo de aquisição a favor do comprador e do registo de aquisição a favor de terceiro adquirente. DELIBERAÇÃO 1.

Leia mais

PROVA DE AFERIÇÃO. (Repetição) (RNE) MANHÃ

PROVA DE AFERIÇÃO. (Repetição) (RNE) MANHÃ ORDEM DOS ADVOGADOS CNEF / CNA PROVA DE AFERIÇÃO (Repetição) (RNE) MANHÃ Prática Processual Civil (12,5 Valores) 6 de Janeiro de 2014 - Ler atentamente todo o enunciado da prova antes de começar a responder.

Leia mais

PARECER. Relatório. Instituto dos Registos e do Notariado. mod. 4

PARECER. Relatório. Instituto dos Registos e do Notariado. mod. 4 P.º R. P. 169/2008 SJC-CT- Justificação do direito de propriedade e compra e venda de fracção autónoma de prédio, objecto de fraccionamento e emparcelamento, divisão de coisa comum e constituição de propriedade

Leia mais

P.º R. P. 99/2010 SJC-CT

P.º R. P. 99/2010 SJC-CT P.º R. P. 99/2010 SJC-CT Conversão da inscrição de penhora, provisória por natureza (alínea a) do n.º 2 do artigo 92.º do Código do Registo Predial), com fundamento em decisão judicial transitada em julgado

Leia mais

P.º n.º R.P. 81/2010 SJC-CT Sociedade irregular. Trato sucessivo. PARECER

P.º n.º R.P. 81/2010 SJC-CT Sociedade irregular. Trato sucessivo. PARECER 1 P.º n.º R.P. 81/2010 SJC-CT Sociedade irregular. Trato sucessivo. PARECER 1.... vem interpor recurso hierárquico da decisão de recusa de conversão da inscrição de aquisição apresentada sob o n.º...,

Leia mais

DIREITO PROCESSUAL CIVIL IV 2015/2016 Mestrado Forense / Turma B (Rui Pinto) EXAME FINAL ( ) - Duração 2 h 30 m

DIREITO PROCESSUAL CIVIL IV 2015/2016 Mestrado Forense / Turma B (Rui Pinto) EXAME FINAL ( ) - Duração 2 h 30 m DIREITO PROCESSUAL CIVIL IV 2015/2016 Mestrado Forense / Turma B (Rui Pinto) EXAME FINAL (12.1.2016) - Duração 2 h 30 m I. LEIA o seguinte ac. RL 16-1-2014/Proc. 4817/07.7TBALM.L2-6 (ANTÓNIO MARTINS):

Leia mais

PARECER. Para a fundamentação de direito são invocados os artigos 68.º e 70.º do Código do Registo Predial.

PARECER. Para a fundamentação de direito são invocados os artigos 68.º e 70.º do Código do Registo Predial. P.º n.º R.P. 17/2013 STJ-CC Registo de incidente deduzido em processo de execução fiscal. Princípio do trato sucessivo. Despacho de provisoriedade por dúvidas. PARECER 1 O presente recurso hierárquico

Leia mais

P.º n.º R.P. 192/2011 SJC-CT Declaração de nulidade da venda por sentença. Cancelamento do registo de aquisição. DELIBERAÇÃO

P.º n.º R.P. 192/2011 SJC-CT Declaração de nulidade da venda por sentença. Cancelamento do registo de aquisição. DELIBERAÇÃO P.º n.º R.P. 192/2011 SJC-CT Declaração de nulidade da venda por sentença. Cancelamento do registo de aquisição. DELIBERAÇÃO A. A ficha informática da freguesia de, do concelho da que descreve o 1º andar

Leia mais

P.º n.º R.P. 123/2009 SJC-CT

P.º n.º R.P. 123/2009 SJC-CT P.º n.º R.P. 123/2009 SJC-CT - Aquisição. Usucapião. Justificação notarial para reatamento do trato sucessivo. Imposto de selo. Decreto-Lei n.º 116/2008, de 4 de Julho. Doação. Caducidade do ónus de eventual

Leia mais

S. R. TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE GUIMARÃES

S. R. TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE GUIMARÃES PROCº 43/12.1TBMLG I - RELATÓRIO Vem o presente incidente na sequência de dois despachos judiciais proferidos pelos Sr.s Juízes do Círculo de Viana do Castelo, em que um se declara impedido e ordena a

Leia mais

Pº R.P. 132/2008 SJC-CT

Pº R.P. 132/2008 SJC-CT Pº R.P. 132/2008 SJC-CT - Impugnação de decisão de recusa, consoante respeite a acto de registo nos termos requeridos ou rectificação de registos ( nºs 1 e 2, respectivamente, do art. 140º do C.R.P.) Interpretação

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA, LISBOA 27 DE NOVEMBRO DE 2015 Ana Celeste Carvalho

UNIVERSIDADE CATÓLICA, LISBOA 27 DE NOVEMBRO DE 2015 Ana Celeste Carvalho UNIVERSIDADE CATÓLICA, LISBOA 27 DE NOVEMBRO DE 2015 Ana Celeste Carvalho O Artigo 45.º sofre alterações (exercício de clarificação): - pressuposto material da norma: que a pretensão do autor seja fundada

Leia mais

P.º n.º R.P. 169/2011 SJC-CT Conversão do arresto em penhora. DELIBERAÇÃO

P.º n.º R.P. 169/2011 SJC-CT Conversão do arresto em penhora. DELIBERAÇÃO P.º n.º R.P. 169/2011 SJC-CT Conversão do arresto em penhora. DELIBERAÇÃO Sobre o prédio da ficha nº, da freguesia de..., da Conservatória do Registo Predial de prédio urbano situado na Rua...,, inscrito

Leia mais

P.º R. P. 267/2008 SJC-CT-

P.º R. P. 267/2008 SJC-CT- P.º R. P. 267/2008 SJC-CT-Anexação de parcela de terreno para construção urbana (inicialmente integrada no domínio privado do município por cedência em alvará de loteamento) a prédio rústico do mesmo proprietário

Leia mais

senhoria operou-se no fim do prazo estabelecido (caducidade do contrato); do estabelecimento comercial em causa outro se extinguiu;

senhoria operou-se no fim do prazo estabelecido (caducidade do contrato); do estabelecimento comercial em causa outro se extinguiu; PN. 1277.00; Ap.: TC Santarém, 1º J; Ap.e: Maria José Couto Pereira dos Santos, Rª António Vicente Júnior, 17º 2º Esq., Vale de Estacas; Ap.a: DIM Portugal, Importação e Comercialização Lda, Rª da Matinha,

Leia mais

MINUTA DE CONTRATO - PROMESSA DE COMPRA E VENDA

MINUTA DE CONTRATO - PROMESSA DE COMPRA E VENDA MINUTA DE CONTRATO - PROMESSA DE COMPRA E VENDA Entre: INSTITUTO DA HABITAÇÃO E DA REABILITAÇÃO URBANA, I.P., pessoa coletiva nº 501 460 888, com sede na Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, 5, 1099-019

Leia mais

Proc. R.C. 3/2008 SJC CT. Parecer

Proc. R.C. 3/2008 SJC CT. Parecer Proc. R.C. 3/2008 SJC CT Parecer Recurso hierárquico. Aquisição da nacionalidade portuguesa por efeito de adopção por decisão transitada em julgado antes da entrada em vigor da Lei n.º 37/81, de 3 de Outubro.

Leia mais

Sumário: Está - ou não -, sujeita a registo predial a acção administrativa especial para declaração de nulidade ou anulação de actos administrativos

Sumário: Está - ou não -, sujeita a registo predial a acção administrativa especial para declaração de nulidade ou anulação de actos administrativos 1 Pº R.P. 90/2006 DSJ.CT- Acção administrativa especial cujo pedido consiste na declaração de nulidade ou anulação de actos administrativos que aprovaram os projectos e licenciaram as construções erigidas

Leia mais

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores ERBETTA FILHO (Presidente) e RAUL DE FELICE. São Paulo, 4 de maio de 2017.

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores ERBETTA FILHO (Presidente) e RAUL DE FELICE. São Paulo, 4 de maio de 2017. Registro: 2017.0000327714 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 1023287-36.2014.8.26.0114, da Comarca de Campinas, em que é apelante ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA IGREJA DE JESUS CRISTO

Leia mais

Acórdão n.º 10 / ª Secção-PL. P. n.º 5 ROM-SRM/2013. P. de Multa n.º 6/2012-SRM

Acórdão n.º 10 / ª Secção-PL. P. n.º 5 ROM-SRM/2013. P. de Multa n.º 6/2012-SRM Não transitado em julgado Recurso para o Tribunal Constitucional Acórdão n.º 10 /2013-3.ª Secção-PL. P. n.º 5 ROM-SRM/2013 P. de Multa n.º 6/2012-SRM 1. RELATÓRIO. 1.1. O Ministério Público junto da Secção

Leia mais

EXMO. SENHOR DR. JUIZ DE DIREITO DO

EXMO. SENHOR DR. JUIZ DE DIREITO DO EXMO. SENHOR DR. JUIZ DE DIREITO DO TRIBUNAL ADMINISTRATIVO E FISCAL DE [ ] Processo n.º [ ] reversão e apensos [ ], residente na [ ], contribuinte n.º [ ], executado por reversão, tendo sido citado para

Leia mais

CONTRATO PROMESSA DE COMPRA E VENDA. PRIMEIRA OUTORGANTE: Caixa Geral de Depósitos, S.A., pessoa colectiva n.º ,

CONTRATO PROMESSA DE COMPRA E VENDA. PRIMEIRA OUTORGANTE: Caixa Geral de Depósitos, S.A., pessoa colectiva n.º , CONTRATO PROMESSA DE COMPRA E VENDA (Lote - UL ) ENTRE: PRIMEIRA OUTORGANTE: Caixa Geral de Depósitos, S.A., pessoa colectiva n.º 500960046, com sede na Av. João XXI, n.º 63, em Lisboa, com o capital social

Leia mais

DELIBERAÇÃO. Relatório:

DELIBERAÇÃO. Relatório: Pº R.P. 217/2006 DSJ-CT- Cancelamento de registo de hipoteca Título para registo Requerimento dirigido ao conservador, invocativo da prescrição Recusa. Relatório: DELIBERAÇÃO Do prédio urbano descrito

Leia mais

S. R. TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE GUIMARÃES

S. R. TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE GUIMARÃES PROCº 241/12.8TBMNC.G1 I RELATÓRIO Nos autos supra identificados a Srª Juiz do Tribunal Judicial de Monção proferiu despacho do seguinte teor: «Tendo tido intervenção no processo donde consta o acto cujo

Leia mais

Tribunal de Contas. Acórdão 4/2008 (vd. Acórdão 2/06 3ª S de 30 de Janeiro) Sumário

Tribunal de Contas. Acórdão 4/2008 (vd. Acórdão 2/06 3ª S de 30 de Janeiro) Sumário Acórdão 4/2008 (vd. Acórdão 2/06 3ª S de 30 de Janeiro) Sumário 1. São duas as questões suscitadas pelo Demandado: - uma que respeita a competência do relator para a decisão tomada e a eventual nulidade

Leia mais

P.º n.º R.P. 92/2011 SJC-CT Procedimento especial de transmissão, oneração e registo imediato de imóveis (Casa Pronta) DELIBERAÇÃO

P.º n.º R.P. 92/2011 SJC-CT Procedimento especial de transmissão, oneração e registo imediato de imóveis (Casa Pronta) DELIBERAÇÃO P.º n.º R.P. 92/2011 SJC-CT Procedimento especial de transmissão, oneração e registo imediato de imóveis (Casa Pronta) DELIBERAÇÃO 1. No âmbito de procedimento casa pronta 1, a Senhora Notária Afecta à

Leia mais

DELIBERAÇÃO N.º 923/2016

DELIBERAÇÃO N.º 923/2016 1 DELIBERAÇÃO N.º 923/2016 1. A pretensão de acesso aos dados pessoais constantes de recibo de vencimento de trabalhadores objeto de processo de execução A Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD)

Leia mais

Deliberação. 1 Em especial, no âmbito dos P.ºs CP 83/2008 SJC-CT e R.P. 227/2009 SJC-CT.

Deliberação. 1 Em especial, no âmbito dos P.ºs CP 83/2008 SJC-CT e R.P. 227/2009 SJC-CT. P.º n.º R.P. 60/2010 SJC-CT Penhora. Cancelamento não oficioso. Eventual conexão com o registo de aquisição, conjuntamente requerido. Tributação emolumentar DELIBERAÇÃO 1 Os presentes autos respeitam à

Leia mais

Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica

Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica Concordo. Remeta-se a presente Informação ao Sr. Director do DMPA, Eng.º António Rebelo. Cristina Guimarães Chefe da Divisão de Estudos e Assessoria Jurídica 2010.03.15 N/Ref.ª: (...) S/Ref.ª: ( ) Porto,

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DOS CANDIDATOS A SOLICITADOR 2010/2011

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DOS CANDIDATOS A SOLICITADOR 2010/2011 REGULAMENTO DE ESTÁGIO DOS CANDIDATOS A SOLICITADOR 2010/2011 O estágio dos candidatos a solicitadores rege-se pelas disposições do Estatuto da Câmara dos Solicitadores e pelo presente regulamento, aprovado

Leia mais

ACORDAM OS JUÍZES NO TRIBUNAL DE SEGUNDA INSTÂNCIA DA R.A.E.M.:

ACORDAM OS JUÍZES NO TRIBUNAL DE SEGUNDA INSTÂNCIA DA R.A.E.M.: Processo nº (Autos de Recurso Civil e Laboral) Data: 29 de Novembro de 2012 Recorrente: A (embargante) Recorridos: B (embargado) Banco Luso Internacional, S.A. (exequente) ACORDAM OS JUÍZES NO TRIBUNAL

Leia mais

Acórdãos STA Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo Processo: 0734/05. Data do Acórdão: Tribunal: 2 SECÇÃO. Relator: JORGE LINO

Acórdãos STA Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo Processo: 0734/05. Data do Acórdão: Tribunal: 2 SECÇÃO. Relator: JORGE LINO Acórdãos STA Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo Processo: 0734/05 Data do Acórdão: 28-09-2006 Tribunal: 2 SECÇÃO Relator: JORGE LINO Descritores: IMPUGNAÇÃO JUDICIAL. EMOLUMENTOS REGISTRAIS. Sumário:

Leia mais

CÓDIGO DO REGISTO PREDIAL

CÓDIGO DO REGISTO PREDIAL CÓDIGO DO REGISTO PREDIAL (14.ª Edição) Errata Código do Registo Predial 2 TÍTULO: AUTORES: CÓDIGO DO REGISTO PREDIAL Errata BDJUR EDITOR: EDIÇÕES ALMEDINA, SA Rua Fernandes Tomás, n.ºs 76, 78, 80 3000-167

Leia mais

Prática Processual Civil I 30 de Janeiro de 2009

Prática Processual Civil I 30 de Janeiro de 2009 Prática Processual Civil I 30 de Janeiro de 2009 Leia com atenção os textos que seguem e responda de maneira clara e concisa às questões que vão colocadas, fundamentando sempre as respostas que der nos

Leia mais

R. P. 5/2009 SJC-CT- Doação - obrigação de registar: sujeito e prazo. PARECER. Relatório

R. P. 5/2009 SJC-CT- Doação - obrigação de registar: sujeito e prazo. PARECER. Relatório 1 R. P. 5/2009 SJC-CT- Doação - obrigação de registar: sujeito e prazo. PARECER Relatório 1. Maria.vem apresentar recurso hierárquico da decisão de rejeição das aps. 30, 31 e 32 de / /24 relativas aos

Leia mais

P.º R. P. 22/2009 SJC-CT-

P.º R. P. 22/2009 SJC-CT- P.º R. P. 22/2009 SJC-CT- Averbamento de rectificação da descrição quanto à área, fundado em erro de medição. Enquadramento do respectivo pedido na previsão legal do artigo 28.º-C do CRP ou no processo

Leia mais

Pº R.P. 182/2008 SJC-CT

Pº R.P. 182/2008 SJC-CT Pº R.P. 182/2008 SJC-CT- (i)legalidade de recusa de registo de aquisição pedido com base em inventário, com fundamento na sua manifesta nulidade, mediante invocação de que o prédio partilhado é alheio

Leia mais

P.º R. P. 130/2005 DSJ-CT:

P.º R. P. 130/2005 DSJ-CT: P.º R. P. 130/2005 DSJ-CT: Cancelamento do registo de aquisição, por arrematação em execução fiscal. Sentido e alcance da decisão do Tribunal Tributário de 1ª instância que declara suspensa a execução

Leia mais

PARECER Nº 48/PP/2014-P CONCLUSÕES

PARECER Nº 48/PP/2014-P CONCLUSÕES PARECER Nº 48/PP/2014-P CONCLUSÕES 1. Os actos praticados pelo advogado no uso da competência que lhe é atribuída pelo artº 38º do Dec-Lei nº 76-A/2006, bem como os documentos que os formalizam, porque

Leia mais

Acordam no Tribunal da Relação do Porto

Acordam no Tribunal da Relação do Porto PN 1092.01 1 ; Ag: TC Santo Tirso; Age 2 : José Julião João, Rua Senhora da Conceição 25/27 Peniche; Aga 3 : Ivone da Conceição Antunes Romão, Rua Senhora da Conceição 25 Peniche. Acordam no Tribunal da

Leia mais

COMISSÃO NACIONAL DE ESTÁGIO E FORMAÇÃO

COMISSÃO NACIONAL DE ESTÁGIO E FORMAÇÃO COMISSÃO NACIONAL DE ESTÁGIO E FORMAÇÃO Prática Processual Civil Programa I CONSULTA JURÍDICA 1.1 Consulta jurídica 1.2 Tentativa de resolução amigável 1.3 Gestão do cliente e seu processo II PATROCÍNIO

Leia mais

Pº R.Bm.1/2013 SJC-CT

Pº R.Bm.1/2013 SJC-CT Pº R.Bm.1/2013 SJC-CT Recorrente:. Banque Sucursal Portugal. Sumário: Registo de penhora de veículo provisório por natureza (art. 92º/2/a) do Código do Registo Predial) Certificação pelo Tribunal de que

Leia mais

CONTRATO PROMESSA DE COMPRA E VENDA

CONTRATO PROMESSA DE COMPRA E VENDA CONTRATO PROMESSA DE COMPRA E VENDA Entre: --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- [nome completo], portador do cartão de cidadão

Leia mais

Processo n.º 527/2007 Data do acórdão: S U M Á R I O

Processo n.º 527/2007 Data do acórdão: S U M Á R I O Processo n.º 527/2007 Data do acórdão: 2008-01-31 Assuntos: - art.º 1200.º do Código de Processo Civil - divórcio - conservatória do registo civil - revisão formal S U M Á R I O Caso no exame dos autos

Leia mais

Portaria 279/2013 de 26.08

Portaria 279/2013 de 26.08 Portaria 279/2013 de 26.08 Em destaque : Alterações aos procedimentos para inclusão na lista pública de execuções Artºs 2º, 3º e 4º Início do procedimento : Notificação/citação ( consoante o caso ), de

Leia mais

O Gabinete do Secretário Regional coloca várias questões sobre o assunto enunciado em epígrafe, pelo que nos cumpre informar o seguinte:

O Gabinete do Secretário Regional coloca várias questões sobre o assunto enunciado em epígrafe, pelo que nos cumpre informar o seguinte: Parecer: Despacho: Deste parecer resultam entendimentos passíveis de: FAQ s? x Anotação de diploma? Publicação na Web? x Informação nº 217 Proc.7.2.17. Data:10/10/2008 Assunto: Pedido de esclarecimento

Leia mais

PARECER JURÍDICO N.º 22 / CCDR-LVT / Validade Parcialmente Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS

PARECER JURÍDICO N.º 22 / CCDR-LVT / Validade Parcialmente Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS Validade Parcialmente Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA ASSUNTO GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS QUESTÃO A autarquia pretende obter esclarecimento relativamente à interpretação adequada do art. 26.º, da

Leia mais

ACÓRDÃO N.º 20/2016- PL-3.ª SECÇÃO 4ROM-SRA/2016 (P. n.º 1/2014-M-SRATC)

ACÓRDÃO N.º 20/2016- PL-3.ª SECÇÃO 4ROM-SRA/2016 (P. n.º 1/2014-M-SRATC) Revogou a Sentença nº 5/2016 - SRATC ACÓRDÃO N.º 20/2016- PL-3.ª SECÇÃO 4ROM-SRA/2016 (P. n.º 1/2014-M-SRATC) Descritores: Extinção do procedimento por responsabilidades sancionatórias /prescrição/ artigo

Leia mais

Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica

Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica Concordo. Remeta-se à DMGU, ao Sr. Arquitecto Aníbal Caldas. Sofia Lobo Chefe da Divisão de Contencioso e Apoio à Contratação Pela Chefe de Divisão de Estudos e Assessoria Jurídica, nos termos da Ordem

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Diário da República, 1.ª série N.º 163 25 de Agosto de 2008 5889 PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Centro Jurídico Declaração de Rectificação n.º 46/2008 Ao abrigo da alínea h) do n.º 1 e do n.º 2 do

Leia mais

Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica

Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica Despacho: Despacho: Manuela Gomes Directora do Departamento Jurídico e de Contencioso Despacho: Concordo inteiramente com a presente Informação e proponho o seu envio Sr. Director do DMGUF, Arq.º Aníbal

Leia mais

CONTRATO CESSÃO DE EXPLORAÇÃO

CONTRATO CESSÃO DE EXPLORAÇÃO CONTRATO CESSÃO DE EXPLORAÇÃO Primeiro Outorgante,.. com sede em.., N.º.., xxxx-xxx, com o NIF/NIPC xxx xxx xxx. Segundo Outorgante, JRG - Hotelaria, Lda, contribuinte n.º 506560821, com sede no Edifício

Leia mais

APOIO À RECUPERAÇÃO HABITACIONAL DE ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS

APOIO À RECUPERAÇÃO HABITACIONAL DE ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS APOIO À RECUPERAÇÃO HABITACIONAL DE ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS FORMULÁRIO DE CANDIDATURA I. Apoio à recuperação habitacional 1ª Candidatura Recandidatura POR FAVOR LEIA ATENTAMENTE O FORMULÁRIO DE

Leia mais

54/PP/2014-P CONCLUSÕES

54/PP/2014-P CONCLUSÕES Parecer nº 54/PP/2014-P CONCLUSÕES 1. Dado que os factos acima descritos e documentos mencionados, não estão abrangidos pelo segredo profissional, não se profere qualquer decisão no sentido da sua dispensa.

Leia mais

UNIVERSIDADE DE MACAU FACULDADE DE DIREITO. Curso de Licenciatura em Direito em Língua Portuguesa. Ano lectivo de 2014/2015

UNIVERSIDADE DE MACAU FACULDADE DE DIREITO. Curso de Licenciatura em Direito em Língua Portuguesa. Ano lectivo de 2014/2015 UNIVERSIDADE DE MACAU FACULDADE DE DIREITO Curso de Licenciatura em Direito em Língua Portuguesa Ano lectivo de 2014/2015 DIREITO PROCESSUAL CIVIL I (Disciplina anual do 3.º ano) Responsável pela regência:

Leia mais

DELIBERAÇÃO. Relatório

DELIBERAÇÃO. Relatório Pº R.P. 19 e 20/2008 DSJ-CT- Cancelamento de inscrição de acção Título para registo Interpretação da decisão judicial que, embora aceitando a existência do caso julgado, decidiu dar por neutralizados os

Leia mais

Aprovado por Deliberação n.º /2010 ANTEPROJECTO DE LEI SOBRE OS ACTOS PRÓPRIOS DOS ADVOGADOS E SOLICITADORES ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n.

Aprovado por Deliberação n.º /2010 ANTEPROJECTO DE LEI SOBRE OS ACTOS PRÓPRIOS DOS ADVOGADOS E SOLICITADORES ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n. Aprovado por Deliberação n.º /2010 ANTEPROJECTO DE LEI SOBRE OS ACTOS PRÓPRIOS DOS ADVOGADOS E SOLICITADORES ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n.º /2010, de de Na sequência da aprovação e entrada em vigor da Lei

Leia mais

PARECER JURÍDICO N.º 39 / CCDR-LVT / Validade Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS

PARECER JURÍDICO N.º 39 / CCDR-LVT / Validade Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS PARECER JURÍDICO N.º 39 / CCDR-LVT / 2011 Validade Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA ASSUNTO GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS QUESTÃO A trabalhadora apresentou um requerimento a solicitar a alteração do

Leia mais

CONTRATO N.º 74 FORNECIMENTO DE CATETER DE ABLAÇÃO RENAL

CONTRATO N.º 74 FORNECIMENTO DE CATETER DE ABLAÇÃO RENAL CONTRATO N.º 74 FORNECIMENTO DE CATETER DE ABLAÇÃO RENAL Entre Hospital Garcia de Orta, E.P.E., com sede na Av. Torrado da Silva, Pragal, 2801-951 Almada, pessoa colectiva n.º 506 361 470, registada na

Leia mais

N/Referência: Pº R.P.5/2015 STJ-CC Data de homologação:

N/Referência: Pº R.P.5/2015 STJ-CC Data de homologação: DIVULGAÇÃO DE PARECER DO CONSELHO CONSULTIVO N.º 52/ CC /2015 N/Referência: Pº R.P.5/2015 STJ-CC Data de homologação: 26-03-2015. Banco, S.A.. Conservatória do Registo Predial de. Assunto: Descrição aberta

Leia mais

ESTORIL SOL SGPS SA CONVOCATÓRIA

ESTORIL SOL SGPS SA CONVOCATÓRIA ESTORIL SOL, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Capital social, integralmente realizado, 59.968.420 Sociedade Anónima, sede na Av. Dr. Stanley Ho, Edifício do Casino Estoril Estoril - Cascais Matriculada na Conservatória

Leia mais

Processo n.º 429/2015 Data do acórdão:

Processo n.º 429/2015 Data do acórdão: Processo n.º 429/2015 Data do acórdão: 2015-5-28 (Autos em recurso penal) Assuntos: prática de novo crime no período de pena suspensa corrupção activa art.º 54.º, n.º 1, alínea b), do Código Penal revogação

Leia mais

[ESCLARECIMENTOS SOBRE A

[ESCLARECIMENTOS SOBRE A [ESCLARECIMENTOS SOBRE A ATRIBUIÇÃO DE BENEFÍCIOS FISCAIS NA ARU DA HORTA] ARU da Horta = Área de Reabilitação Urbana do centro Histórico da Cidade da Horta delimitada em sede de Assembleia Municipal do

Leia mais

P.ºR.P. 106/2009 SJC-CT- Registo de aquisição com base em acordo de partilha em processo de inventário Obrigação de registar: prazo.

P.ºR.P. 106/2009 SJC-CT- Registo de aquisição com base em acordo de partilha em processo de inventário Obrigação de registar: prazo. P.ºR.P. 106/2009 SJC-CT- Registo de aquisição com base em acordo de partilha em processo de inventário Obrigação de registar: prazo. PARECER Relatório 1. Maria vem apresentar reclamação da conta do acto

Leia mais

Assunto: Enfiteuse. Domínio útil. Aforamento pelo Território de Macau. Artigo 7.º da

Assunto: Enfiteuse. Domínio útil. Aforamento pelo Território de Macau. Artigo 7.º da . Recurso jurisdicional em matéria cível. Recorrentes: A e B. Recorrido: Ministério Público. Assunto: Enfiteuse. Domínio útil. Aforamento pelo Território de Macau. Artigo 7.º da Lei Básica. Data do Acórdão:

Leia mais

A inconstitucionalidade do artigo 20.º do regime anexo ao Decreto-Lei n.º 269/98

A inconstitucionalidade do artigo 20.º do regime anexo ao Decreto-Lei n.º 269/98 A inconstitucionalidade do artigo 20.º do regime anexo ao Decreto-Lei n.º 269/98 Por Nuno Montez da Silveira* PALAVRAS-CHAVE: obrigações pecuniárias, taxa de justiça, notificação, AECOP Uma das questões

Leia mais

Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica

Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica Manuela Gomes Directora do Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Concordo inteiramente com a presente Informação e proponho o seu envio ao Sr. Director da DMFP, Dr. José Branco. À consideração

Leia mais

Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica

Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica Despacho: Despacho: Despacho: Concordo. Remeta-se a presente Informação ao Gabinete das Actividades Económicas. Cristina Guimarães Chefe da Divisão de Estudos e Assessoria Jurídica 2010.03.04 N/Ref.ª:

Leia mais

Sistema Fiscal Moçambicano GARANTIAS GERAIS E MEIOS DE DEFESA DO CONTRIBUINTE PAGAMENTO DE DÍVIDAS TRIBUTÁRIAS A PRESTAÇÕES COMPENSAÇÃO DAS DÍVIDAS

Sistema Fiscal Moçambicano GARANTIAS GERAIS E MEIOS DE DEFESA DO CONTRIBUINTE PAGAMENTO DE DÍVIDAS TRIBUTÁRIAS A PRESTAÇÕES COMPENSAÇÃO DAS DÍVIDAS Sistema Fiscal Moçambicano GARANTIAS GERAIS E MEIOS DE DEFESA DO CONTRIBUINTE PAGAMENTO DE DÍVIDAS TRIBUTÁRIAS A PRESTAÇÕES COMPENSAÇÃO DAS DÍVIDAS TRIBUTÁRIAS GARANTIAS GERAIS E MEIOS DE DEFESA DO CONTRIBUINTE

Leia mais

I O regime de incompatibilidades com o exercício da advocacia encontra-se prescrito nos artigos 81º e 82º do EOA.

I O regime de incompatibilidades com o exercício da advocacia encontra-se prescrito nos artigos 81º e 82º do EOA. PARECER Nº 32/PP/2016-P SUMÁRIO: Existência ou não de incompatibilidade entre o exercício da Advocacia e as funções de sócio gerente de sociedade comercial cujo objecto é Promoção Imobiliária, Compra e

Leia mais

PARECER Nº 47/PP/2013-P CONCLUSÕES 1. O

PARECER Nº 47/PP/2013-P CONCLUSÕES 1. O 1 PARECER Nº 47/PP/2013-P CONCLUSÕES 1. O nº1 do artº 74º do E.O.A. dispõe que No exercício da sua profissão, o advogado tem o direito de solicitar em qualquer tribunal ou repartição pública o exame de

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo Registro: 2013.0000585081 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0031938-38.2009.8.26.0506, da Comarca de Ribeirão Preto, em que é apelante PEDRO JOSÉ ONI CASTRO SHIRAI (JUSTIÇA

Leia mais

Pº R. P. 7/2008 SJC-CT- Registo de acção - Impugnação pauliana e declaração de nulidade de negócio jurídico formulação dos pedidos.

Pº R. P. 7/2008 SJC-CT- Registo de acção - Impugnação pauliana e declaração de nulidade de negócio jurídico formulação dos pedidos. Pº R. P. 7/2008 SJC-CT- Registo de acção - Impugnação pauliana e declaração de nulidade de negócio jurídico formulação dos pedidos. DELIBERAÇÃO Relatório 1. A coberto da ap.44/14112007, foi pedido o registo

Leia mais

Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica

Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica Concordo. Remeta-se a presente Informação ao Sr. Director do DMGUF, Arq.º Aníbal Caldas. Cristina Guimarães Chefe da Divisão de Estudos e Assessoria Jurídica 2010.05.21 N.º Inf: ( ) Ref.ª: ( ) Porto, 18/05/2010

Leia mais

Deliberação. Atentando na referida cópia, o documento tem o seguinte título: Provimento

Deliberação. Atentando na referida cópia, o documento tem o seguinte título: Provimento Deliberação Remetido do Tribunal Judicial da Comarca de Gondomar, datado de 28/04/2010 e subscrito pela Exma. Senhora Juíza de Direito Presidente daquele Tribunal, foi recebido neste Conselho Distrital,

Leia mais

Prática Processual Civil. Programa

Prática Processual Civil. Programa ORDEM DOS ADVOGADOS COMISSÃO NACIONAL DE ESTÁGIO E FORMAÇÃO Prática Processual Civil Programa I - A CONSULTA JURÍDICA 1.1 - A consulta ao cliente 1.2 - Tentativa de resolução amigável 1.3 - A gestão do

Leia mais

TRIBUNAL ARBITRAL DE CONSUMO

TRIBUNAL ARBITRAL DE CONSUMO Processo n.º 1684/2015 Requerente: Rui Requerida: SA 1. Relatório 1.1. O requerente, invocando a caducidade parcial do direito de a requerida exigir o valor objecto da factura n.º 1, de 13/02/2015, no

Leia mais

Processo n.º 178/2008 Data do acórdão: S U M Á R I O

Processo n.º 178/2008 Data do acórdão: S U M Á R I O Processo n.º 178/2008 Data do acórdão: 2008-05-08 Assuntos: - art.º 1200.º do Código de Processo Civil - divórcio - revisão formal S U M Á R I O Caso no exame dos autos não tenha detectado nenhuma desconformidade

Leia mais

4. A senhora conservadora recorrida sustentou a qualificação impugnada em despacho que aqui se dá por integralmente reproduzido.

4. A senhora conservadora recorrida sustentou a qualificação impugnada em despacho que aqui se dá por integralmente reproduzido. P.º n.º R.P.122/2012.SJC-CT Dação em cumprimento acompanhada de declaração de renúncia à hipoteca e de declaração de manifestação de interesse na sua manutenção (artigo 871.º, n.º 4 do Código Civil). DELIBERAÇÃO

Leia mais

Portaria n.º 621/2008, de 18 de julho na redação da Portaria n.º 283/2013, de 30 de agosto*

Portaria n.º 621/2008, de 18 de julho na redação da Portaria n.º 283/2013, de 30 de agosto* Portaria n.º 621/2008, de 18 de julho na redação da Portaria n.º 283/2013, de 30 de agosto* O Decreto-Lei n.º 116/2008, de 4 de julho, aprovou diversas medidas de simplificação, desmaterialização e desformalização

Leia mais

PEDIDO DE EMISSÃO DE ALVARÁ DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE FRACÇÃO AUTÓNOMA

PEDIDO DE EMISSÃO DE ALVARÁ DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE FRACÇÃO AUTÓNOMA Registo de entrada RE SERVADO AOS SERVIÇOS PEDIDO DE EMISSÃO DE ALVARÁ DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE FRACÇÃO AUTÓNOMA (Art.º 63 do D.L. 555/99 de 16 de Dezembro, com a redacção conferida pelo D.L. 177/2001

Leia mais

MARÇO 2004 SUMÁRIO. I. Legislação nacional II. Instruções administrativas I. LEGISLAÇÃO NACIONAL. Ministério das Finanças

MARÇO 2004 SUMÁRIO. I. Legislação nacional II. Instruções administrativas I. LEGISLAÇÃO NACIONAL. Ministério das Finanças MARÇO 2004 SUMÁRIO I. Legislação nacional II. Instruções administrativas I. LEGISLAÇÃO NACIONAL Despacho nº4260/2004, de 3 de Março IRS - Tabelas de retenção Continente Aprova as tabelas de retenção na

Leia mais

Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica

Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica Concordo. Envie-se a presente informação ao Sr. Chefe da Divisão Municipal de Obras Particulares, Arq. Duarte Lema Anabela Moutinho Monteiro Chefe da Divisão de Estudos e Assessoria Jurídica 17.06.2011

Leia mais

Pº R.P. 71/2008 SJC-CT

Pº R.P. 71/2008 SJC-CT Pº R.P. 71/2008 SJC-CT Aditamento a alvará de loteamento Ampliação de área de lote por redução da área do domínio público municipal Título para registo. DELIBERAÇÃO Relatório: O Município de. requisitou

Leia mais

S. R. TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE GUIMARÃES

S. R. TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE GUIMARÃES PROCº 153/11.2YRGMR I - RELATÓRIO Visam os presentes autos a resolução do conflito de competência entre os Senhores Juizes dos 1º e 2º Juízos Cíveis da comarca de Barcelos que, por despachos transitados

Leia mais

Decreto Regulamentar n.º 71/80, de 12 de Novembro

Decreto Regulamentar n.º 71/80, de 12 de Novembro Decreto Regulamentar n.º 71/80, de 12 de Novembro Complementa as condições de acesso ao esquema de prestações de segurança social do Decreto- Lei n.º 160/80 O Decreto-Lei n.º 160/80, de 27 de Maio, embora

Leia mais

FASE DE FORMAÇÃO INICIAL - PROGRAMA DE PRÁTICA PROCESSUAL CIVIL I I - ACESSO AO DIREITO II - ACTOS PROCESSUAIS DAS PARTES

FASE DE FORMAÇÃO INICIAL - PROGRAMA DE PRÁTICA PROCESSUAL CIVIL I I - ACESSO AO DIREITO II - ACTOS PROCESSUAIS DAS PARTES Prática Processual Civil I FASE DE FORMAÇÃO INICIAL - PROGRAMA DE PRÁTICA PROCESSUAL CIVIL I I - ACESSO AO DIREITO Modalidades do acesso ao direito e à justiça. O conceito de insuficiência económica. Revogação

Leia mais

P RP 97/2006-DSJ-CT-Obrigações fiscais (IMT) Limites da qualificação em sede de fiscalização do seu cumprimento. DELIBERAÇÃO.

P RP 97/2006-DSJ-CT-Obrigações fiscais (IMT) Limites da qualificação em sede de fiscalização do seu cumprimento. DELIBERAÇÃO. P RP 97/2006-DSJ-CT-Obrigações fiscais (IMT) Limites da qualificação em sede de fiscalização do seu cumprimento. DELIBERAÇÃO Relatório 1. A coberto da ap. 09 de 01/03/2006 foi requerido o cancelamento

Leia mais

PARECERES Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados

PARECERES Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados CONSULTA N.º 11/2009 Interpretação do art. 189º do EOA O Senhor Advogado, Dr.... vem solicitar que o emita parecer sobre a factualidade que passamos a enunciar: a. O Senhor Advogado consulente foi notificado,

Leia mais