COMENTÁRIO DA PROVA DE GEOGRAFIA. o verificado nos anos anteriores. Cobrou assuntos importantes e aguardados. Mesmo diante do desequilíbrio entre

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1 COMENTÁRIO DA PROVA DE GEOGRAFIA A prova de geografia da 2ª fase do vestibular UFPR/2016 manteve o caráter de uma prova difícil e abrangente, como o verificado nos anos anteriores. Cobrou assuntos importantes e aguardados. Mesmo diante do desequilíbrio entre assuntos de geografia física e humana, e da ausência de temas como migrações internacionais e atualidade geopolíticas (por exemplo crise na Europa, Venezuela, aproximação entre Cuba e EUA, Síria...), a prova foi muito boa. O conceito de metrópoles é atribuído aos espaços urbanos conurbados, onde uma cidade (a metrópole) assume o papel de liderança sobre as demais (da região metropolitana). As metrópoles possuem diferenciados graus de polarização, sendo comumente identificadas escalas globais, nacionais e regionais. A importância do Estatuto da Metrópole reside promoção do desenvolvimento integrado entre as cidades conurbadas e suas áreas de influência, alocando verbas, serviços públicos e infraestruturas. O Chile é um dos países com alta incidência de terremotos em função da sua localização numa zona de choque entre as placas tectônicas Sul-Americana e de Nazca, na orla do oceano Pacífico, área conhecida como Anel de Fogo do Pacífico, que concentra a mais parte dos terremotos, tsunamis e vulcões do globo. No caso chileno, o choque entre placas tectônicas ainda é acrescido da subducção (mergulho) da placa de Nazca sob a placa Sul-Americana, condição que potencializa os terremotos locais. 1 GEOGRAFIA

2 Essa questão trata da descontração industrial brasileira. Foram políticas regionais usadas para desconcentrar a indústria brasileira: investimentos em infraestrutura de transportes e comunicação; investimentos em qualificação profissional (educação); incentivos fiscais (redução e isenção de impostos); doação de terrenos e outras obras para a implantação de indústrias. Com a desconcentração industrial ocorreu a diminuição do poder econômico, e também político, do Sudeste, e o consequente aumento da influência/participação na esfera federal, e até global, de outras áreas do Brasil antes marginalizadas. Foram efeitos da descontração industrial: criação de novos polos industriais; interiorização da urbanização; aceleração das migrações cidade-cidade; maior beneficiamento de produtos para exportação; aumento da renda nas regiões interioranas e no Nordeste; aumento do consumo; atração de novas empresas multinacionais. 2 GEOGRAFIA

3 A partir da década de 1970, a indústria admite a terceira revolução industrial, sendo possível destacar as seguintes relações com a globalização: 1) a competitividade aumentou, exigindo novos processos para garantir a produtividade com redução de custos (e otimização dos lucros). Nesse cenário destaca-se o Toyotismo, com qualificação e polivalência da mão de obra; complexos sistemas de comunicação e de transporte; e grande automação das fábricas. Também para evitar a formação de estoques que deixam recursos financeiros imobilizados, as administrações devem prestar atenção as turbulências econômicas e aos anseios do mercado, modificando e inovando os produtos; 2) a transferência de fábricas (plantas industriais) dos países desenvolvidos para os subdesenvolvidos ocorreu (e ainda ocorre) na busca de redução dos custos com mão de obra; conquista de mercados; proximidade com matérias-primas, e menores exigências ambientais. A relação entre clima e doenças tem estreitas ligações com as condições de temperatura e umidade. Quando frio e seco, as doenças respiratórias são favorecidas, pela concentração de pessoas em locais fechados, baixa umidade e, com menores chuvas, aumento dos índices de poluição. A gripe H1N1 é um exemplo de doença que aumenta nos meses de frio. Quando quente e úmido, os insetos proliferam com facilidade, agravando, principalmente nas zonas tropicais, doenças como a dengue. 3 GEOGRAFIA

4 As cidades atingidas por rodovias de destaque, como a BR 277 e a 376, tendem a apresentar maior concentração populacional em função do aumento do fluxo econômico (concentração de indústrias, serviços...); e facilidades de mobilidade das áreas rurais e de cidades menores para os núcleos maiores. A contração empresarial no setor de alimentar trouxe para a agropecuária brasileira maior desenvolvimento tecnológico, criação de indústrias no interior do país e geração de empregos diretos e indiretos no setor (nas plantações/criações, fábricas e comércios). Por outro lado, limitou a concorrência, dificultou o estabelecimento de pequenas e médias indústrias alimentícias, levou em muitos casos a submissão de produtores às exigências de qualidade e de preços determinados pelas grandes corporações alimentícias. 4 GEOGRAFIA

5 Problemas ambientais transfronteiriços são aqueles que extrapolam os limites territoriais que um país. É o caso do aquecimento global e dos recursos hídricos. No aquecimento global, a poluição de um país causa o incremento das temperaturas numa escala planetária, levando prejuízos muito além das suas fronteiras. Quanto ao uso compartilhado de alguns rios, a retirada de água e a poluição de um país na parte superior de um rio (a montante) pode prejudicar o país localizado a parte inferior do rio (a jusante) sendo o caso dos conflitos entre os países da bacia do rio Nilo. Mapas são representações planas e reduzidas da superfície da Terra. O dilema do texto reside na impossibilidade da confecção de mapas perfeitos. A forma esférica da Terra não é planificável, e a redução em escala contribui para as deformações no desenho. Também os mapas estão sujeitos a influências políticas e limitações tecnológicas na sua confecção. São medidas adotadas pelo Estado e pela sociedade para a preservação e concentração dos espaços territoriais (naturais) no Brasil: criação de parque e reservas; medidas educativas; criações de legislações específicas; monitoramentos e punições; recuperação de áreas degradadas. 5 GEOGRAFIA

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