Dinheiro Educação à distância para necessidades especiais

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1 TERÇA-FEIRA, 28 DE ABRIL DE 2015 N.º 162 Dinheiro Educação à distância para necessidades especiais móvel em África MERCADO A África sub-sahariana está a adoptar os serviços financeiros móveis de forma acelerada. A utilização deste tipo de serviços nesta região do globo poderá vir a representar comissões de 1,5 mil milhõres de dólares americanos para os fornecedores de tais serviços em 2019, segundo um estudo publicado pelo The Boston Consulting Group (BCG) no passado mês de Fevereiro. Ainda de acordo com o relatório, os utilizadores africanos a sul do Sahara procuram formas mais seguras de trasaccionar e poupar dinheiro e estão abertos a produtos financeiros disponibilizados através de telefones móveis. Apesar dos serviços financeiros móveis estarem ainda numa fase emergente em todo o mundo, as circunstâncias específicas da África sub-sahariana (com uma grande percentagem da população que não tem conta bancária tradicional, mas que dispõe de telefone móvel) tornaram esta parte do mundo pioneira dos serviços de banca móvel e uma região de teste para o potencial desta tecnologia. Para se ter uma ideia de como a banca móvel está a progredir em África, oito dos dez países que mais utilizam serviços financeiros a nível mundial são africanos. A África subsahariana tem a proporção mais elevada de contas activas (43 por cento), de acordo com o relatório do BCG. Se acrescentarmos ao contexto anterior o facto da população africana a sul do Sahara estar a crescer de forma significativa e a ganhar poder de compra, o potencial de crescimento dos serviços financeiros móveis é enorme. O número de pessoas com idade acima dos 15 anos com um rendimento anual individual de 500 dólares americanos ou mais deverá totalizar mais de 460 mipag. 24 lhões em UNIVERSIDADE DIGITAL A escola que temos actualmente apresenta muitas lacunas no que toca a responder às necessidades práticas dos dias de hoje. Existe algum anacronismo entre os modelos educativos que vigoram e as carências sentidas sobretudo pelo tecido empresarial no momento de procurar mão-de-obra. O problema adensa-se quando a força de trabalho tem de ser mais especializada do que a média e, desta forma, os problemas ficam mais expostos aos olhos de todos. Tendo em conta esta falha, muitos países começaram já a corrigir e a alterar em alguns pontos os seus modelos educativos para que essa lacuna seja a menor possível, tendo encetado esforços para que daqui a meia dúzia de anos possam obter resultados. Uma característica inevitável a inserir nos currículos consiste em dotar os agentes educativos de algumas competências relacionadas com as tecnologias de informação e com a área digital de uma forma geral. Antes de mais é necessário integrar estes aspectos na formação de professores, visto que também o papel que desempenham na educação se tem alterado bastante, em virtude da influência das tecnologias da informação e comunicação (TIC). Estes agentes deverão ser os primeiros a utilizar as TIC para as poderem integrar no percurso educativo. Não podemos ignorar que a evolução tecnológica tem um enorme impacto no ensino e este facto irá seguramente perdurar ao longo dos próximos anos. Em breve teremos a aprendizagem baseada em jogos de computador. Ou seja, menos ardósia e mais ecrã. Serviços como o Google, o Skype, ou o Dropbox podem e devem ser utilizados em contexto educativo, pois a combinação de métodos entre o ensino tradicional e o virtual apresenta muitas A Língua Gestual Portuguesa é um sistema de signos, arbitrário e convencional, sendo o grande veículo de expressão utilizado pela comunidade surda. Fonte: vantagens. Um exemplo muito prático é o uso de laboratórios virtuais na realização de experiências, que além do mais pode proporcionar preciosos intercâmbios remotos entre escolas, ou mesmo com especialistas da área. De qualquer modo, será necessário promover a inovação em contexto de sala de aula, de forma a incentivar uma maior utilização das redes sociais e de outros recursos educativos abertos, tirando partido do leque de ofertas tecnológicas que temos ao nosso dispor. PAG. 22 COMUNIDADE E VALOR A procura do bem-estar Este é o segundo texto de um conjunto de três que constitui uma reflexão sobre como criar valor, evitar a sua futura destruição e incentivar a participação dos indivíduos na comunidade. No primeiro artigo, publicado na semana passada, apresentámos a fundamentação desta reflexão. Hoje exploramos o conceito de bem-estar, a sua evolução e consequências num mundo cada vez mais próspero e com cada vez mais pessoas. Se por um lado o aumento da oferta está a crescer a um ritmo vertiginoso (com a produção científica e a inovação a acontecerem a uma cadência sem paralelo na história da humanidade), por outro a produtividade mundial não cresce de uma forma tão incomum e rápida que permita às so- ciedades ocidentais manter o bem-estar dos seus cidadãos ou melhorar em termos proporcionais o bemestar das demais sociedades. A principal fundamentação desta constatação assenta no facto de que o bem-estar não é um valor absoluto e concreto, mas antes uma percepção parcialmente condicionada no contexto civilizacional actual pelos bens materiais e condições de qualidade de vida, nomeadamente nas vertentes de educação, saúde e lazer disponíveis no mercado, globalmente concebido.ocorre ainda que o aumento da oferta a nível mundial se traduz também num aumento da rivalidade entre os promotores dessa oferta, sendo esta rivalidade por si só um factor acrespag. 23 cido de risco. A propaganda, a publicidade e a generalidade dos meios que conduzem à construção da percepção do que necessitamos para nos sentirmos mais felizes e realizados condiciona a nossa percepção de bem-estar.

2 22 TECNOLOGIA & GESTÃO UNIVERSIDADE DIGITAL A faceta da educação à distância no domínio da inclusão A primeira escola virtual gratuita de Língua Gestual Portuguesa tem como principal objectivo aproximar as comunidades surda e ouvinte. Fonte: HUGO LAMEIRAS As tecnologias de informação podem ser ferramentas importantes para melhorar as competências digitais e o acesso a recursos digitais, de modo a fortalecer a qualidade do ensino. A criação deste género de modelos flexíveis em educação facilita por sua vez a aprendizagem ao longo da vida, algo que é desejável nas sociedades modernas. Uma grande mudança na educação deve-se ao uso das redes sociais nas salas de aula. Desta forma, o Facebook ou o Twitter são muitas vezes meios privilegiados para a transmissão de feedback ou sugestões, assumindo o papel de facilitadores no diálogo entre estudantes, pais, professores e instituições de ensino, na medida em que se revestem de um carácter muito menos formal. Como sabemos, são cada vez mais as pessoas que usam as tecnologias digitais com frequência, independentemente da sua idade. Muitas são as crianças que quando vão para a escola se deparam com um sistema que não reflecte uma realidade que lhes é tão habitual, sendo esta anacronia um dos pontos fracturantes entre a escola e os alunos. A educação à distância tem contribuído à sua maneira para estreitar o fosso que separa o projecto educativo e o uso das tecnologias de informação. Na verdade, os cursos online, por exemplo, podem ter uma relevância muito grande em qualquer contexto e são ainda mais importantes em casos específicos, como seja no contributo para encurtar distâncias, ou ainda como forma de chegar a públicos especiais. Dada esta sua particularidade, a faceta da educação à distância no domínio da inclusão é igual- ção de Surdos do Porto lançou a primeira escola virtual gratuita de Língua Gestual Portuguesa (www.lgpescolavirtual.pt) cujo principal objectivo é aproximar as comunidades surda e ouvinte. ção, ficam disponíveis e não são necessários quaisquer requisitos mínimos em termos de qualificação para que qualquer pessoa se possa iniciar na aprendizagem de Língua Gestual Portuguesa. O curso está dividido em vários módulos, entre os quais podemos encontrar dactilologia, numerais, saudações, ou família. Como acontece nos cursos de educação à distância, também este respeita o ritmo de cada utilizador. Ou seja, os vídeos das aulas podem ser vistos tantas vezes quantas as necessárias para que os resultados sejam os melhores. Tendo em conta que não há limites de tempo, cada módulo pode ser visualizado tantas vezes quantas o utilizador pretender. A avaliação também pode ser feita online livremente e a plataforma permite até retomar o trabalho a qualquer altura, uma vez que guarda as respostas dos testes. De início os conteúdos são mínimos, mas gradualmente atingem um patamar de exigência mais acentuado, pois o objectivo do curso é dotar o utilizador de um nível que lhe permita O curso de aprendizagem de Língua Gestual Portuguesa está dividido em vários módulos e como acontece nos cursos de educação à distância respeita o ritmo de cada utilizador. Fonte: mente muito relevante e os exemplos da sua aplicação são inúmeros. Um desses exemplos chega do Porto, em Portugal, onde desde o início do passado mês de Março foi disponibilizada uma escola virtual online de Língua Gestual Portuguesa, sendo totalmente gratuita. A Associa- O acesso à escola virtual está aberto a toda a gente, sendo apenas necessário fazer um registo simples na plataforma para ter acesso aos conteúdos do curso de Língua Gestual Portuguesa gratuitamente. Deste modo, os conteúdos, assim como as diferentes formas de avalia- uma boa fluência linguística. Atendendo a todas as suas características, este projecto procura preencher uma lacuna existente, visto que as experiências neste âmbito são raras, mesmo a nível internacional. Para percebermos a importância deste projecto basta pensarmos que, de acordo com algumas estimativas, as crianças surdas sofrem um atraso de cinco a sete anos no seu desenvolvimento cognitivo, exactamente porque muitos dos que contactam com elas não têm os conhecimentos básicos de língua gestual que lhes permitam interagir de forma sã. A Língua Gestual Portuguesa é um sistema de signos, arbitrário e convencional, sendo o grande veículo de expressão utilizado pela comunidade surda. Actualmente não é considerada uma língua oficial. No entanto é vista como um idioma. Este projecto tem igualmente como propósito a promoção da melhoria quanto à qualidade de vida e à integração social das pessoas com este género de deficiência. Posto isto, esta oferta formativa é sem dúvida um enorme contributo na busca de uma sociedade mais justa e inclusiva, porque afinal as fronteiras da minha linguagem são as fronteiras do meu universo, como referiu Ludwig Wittgenstein. Neste sentido, a educação à distância cumpre o objectivo de estreitar, ou mesmo eliminar, a barreira que existe em termos de comunicação entre ambos os mundos: o daqueles que são surdos e o dos que ouvem. A referida plataforma assume-se deste modo como a ponte entre surdos e ouvintes, que se encontram tantas vezes no mesmo espaço físico a trabalhar, por exemplo, mas que com muita frequência estão tão distantes no que diz respeito à comunicação. Pretende-se assim eliminar algumas barreiras de comunicação entre as comunidades surda e ouvinte, facilitando processos de comunicação entre os diferentes cidadãos. As escolas, num primeiro momento, e as universidades, mais adiante no percurso académico, devem estar preparadas para proporcionar uma educação capaz de responder às competências digitais que a esmagadora maioria dos postos de trabalho irão exigir num futuro muito próximo. Para tal poderão recorrer à educação à distância, visto que esta possui valências inigualáveis na difusão e desenvolvimento da oferta educativa, mesmo quando estamos a falar de pessoas ou contextos com necessidades educativas especiais, como mostrámos neste texto.

3 TECNOLOGIA & GESTÃO 23 COMUNIDADE E VALOR A percepção do bem-estar depende de vários factores Considerando que a percepção do bem-estar é cada vez mais determinada por escalas de intervenção e influência globais, estarão algumas sociedades condenadas a perder qualidade de vida? FERNANDO FEMENIM SANTOS A procura do bem-estar é alimentada por um grau de conhecimento global cada vez mais disseminado e facilmente disponível. O bem-estar assim determinado é encarado pelas populações como um direito político. No entanto, estes objectivos de bem-estar estão a crescer, co- mo já vimos, a um ritmo que a produtividade não consegue responder, o que por sua vez cria um desequilíbrio complexo sob o ponto de vista político, implicando a necessidade de alocação de maiores recursos para garantir a esperança (ou uma perspectiva de esperança), que permita alcançar o objectivo do momento em termos do bem-es- tar expectável. Um bom exemplo são os custos proibitivos de acesso a novas curas miraculosas para doenças antigas. Actualmente podemos considerar como caso perfeito do que acabámos de dizer a cura para a Hepatite C, consubstanciada no medicamento Sofosbuvir, comercializado pela Gilead Sciences. Vivemos pois num mun- do em que a concepção de bem-estar se confunde no mesmo espaço mental com realidades objectivas (como é o caso do já referido acesso a um medicamento novo para a cura de uma determinada doença) e com a subjectividade dominada por uma percepção bem mais fluída e indefinível, como seja, por exemplo, a importância relativa atribuída a uma camisola CR7 do Real Madrid. O raro habitante de um qualquer lugar recôndito do mundo, sem televisão e rádio, terá uma percepção do bem-estar diferente da de um cidadão que disponha desses meios de comunicação. A percepção do bem-estar depende naturalmente dos factores que incluem valores e princípios locais e específicos, da informação que recebemos e da racionalidade e emotividade pessoais. A propaganda, a publicidade e a generalidade dos meios que conduzem à construção da percepção do que necessitamos para nos sentirmos mais felizes e realizados condiciona a nossa percepção de bem-estar. Os direitos de transmissão dos jogos da primeira liga inglesa para as próximas épocas foram comprados por sete mil milhões de euros, um valor Tecnologias de edifícios inteligentes estão na moda O valor acrescentado dos edifícios inteligentes traduz-se em gestão energética, eficiências operacionais, contenção de custos e sustentabilidade. Estão a surgir cada vez mais casos práticos a demonstrar as vantagens associadas aos edifícios inteligentes. De acordo com um novo relatório da IDC, grandes organizações um pouco por todo o mundo estão a ser encorajadas a avaliarem as possibilidades dos edifícios inteligentes e as vantagens que obterão a curto e médio prazos. Neste contexto, a IDC prevê que o investimento em tecno- logias de edifícios inteligentes cresça dos 6,3 mil milhões de dólares americanos registados em 2014 para 17,4 mil milhões de dólares americanos em 2019, traduzindo-se assim num crescimento anual composto de 22,6 por cento. A maior adopção destas tecnologias deverá acontecer na Ásia/Pacífico, América do Norte e Europa Ocidental. Após vários anos com um crescimento mais baixo do que o esperado, o mercado das tecnologias de edifícios inteligentes deverá registar um crescimento rápido nos próximos anos, graças a um aumento da consciência geral para o seu valor em termos de negócio. Os edifícios inteligentes permitem a optimização das instalações através da convergência entre as tecnolgias de informação e a automação de edifícios. Segundo a IDC, 90 por cento das empresas irão aumentar o seu investimento em tecnologias de edifícios inteligentes quando as metodologias para avaliarem esse investimento se tornarem mais aceites e standardizadas. O relatório da IDC conclui, no entanto, que apesar do crescimento do mercado dos edifícios inteligentes, a adopção destas tecnologias ainda representa uma parte bastante pequena do potencial real. 70 por cento maior do que o que vigorava no período anterior equivalente. Esta evolução de valor é elucidativa sobre a importância da construção da percepção por parte da humanidade. A construção da percepção das necessidades é por enquanto um dos mecanismos do jogo económico em que o Ocidente mantém alguma hegemonia, mas certamente não por muito mais tempo, já que a informação e o conhecimento são disseminados a um ritmo cada vez mais rápido e o nível de educação em várias geografias é suficientemente significativo para assegurar condições de desenvolvimento e competitividade superiores. Veja-se o exemplo da Samsung, uma empresa líder mundial de origem coreana.o que podem fazer então as sociedades com capacidade limitada ou inexistente para o jogo da percepção a fim de alcançarem a capacidade de criar uma oferta desejada à escala global? Considerando que a percepção do bem-estar é cada vez mais determinada por escalas de intervenção e influência globais, estarão estas sociedades condenadas a perder qualidade de vida? Exploraremos estes temas no texto da próxima semana. Nas regiões do mundo referidas atrás, a adopção das tecnologias de edifícios inteligentes está a ser incentivada por uma consciência crescente sobre os benefícios da eficiência energética. Além disso, um número crescente de grandes empresas têm vindo a estabelecer compromissos relacionados com a sustentabilidade e a gestão energética. Numa perspectiva regional, a IDC considera que a América do Norte continuará a implementar tecnologias de edifícios inteligentes sobretudo com base em objectivos empresariais de controlar e reduzir os custos de energia. Na Europa Ocidental, o investimento em edifícios inteligentes irá ser motivado em grande medida pela crescente legislação (europeia e local). Na Ásia/Pacífico, nomeadamente na China, o grande dinamismo da construção fará com que as tecnologias de edifícios inteligentes sejam planeadas conjuntamente com os próprios novos edifícios que vão sendo construídos. De facto, o valor acrescentado destes edifícios temse mostrado apelativo, dado que se traduz em gestão energética, eficiências operacionais, contenção dos custos e sustentabilidade.

4 24 TECNOLOGIA & GESTÃO MERCADO Dinheiro móvel na África a sul do Sahara em crescimento A tendência para o aumento do rendimento dos africanos deverá acentuar-se à medida que os governos dos países desta parte do mundo forem apostando crescentemente na educação, saúde e sistemas de segurança, aumentando o potencial de crescimento económico a longo prazo. Segundo o BCG, em 2019 deverão existir cerca de 400 milhões de subscritores individuais de telefone móvel e aproximadamente 150 milhões de pessoas com conta bancária tradicional na África sub-sahariana. Se fizermos as contas, facilmente concluímos que ficam 250 milhões de pessoas com mais de 15 anos que têm rendimetos anuais de 500 dólares americanos ou mais e telefone móvel, mas que não têm conta bancária tradicional. Ficamos assim com uma ideia do potencial de mercado para os serviços financeiros móveis. Hans Kuipers, do BCG e co-autor do relatório, sublinha que os serviços financeiros móveis não são algo propriamente novo. A novidade está no facto de se encontrarem num ponto de inflexão e a sua adopção estar a acelerar. Os bancos e outras instituições financeiras africanas não poderão ignorar esta tendência, sob pena de se tornarem cada vez menos relevantes. Outro co-autor do relatório, Michael Seeberg, acrescentou que os serviços financeiros móveis são uma forma dos bancos africanos promoverem e capitalizarem esta tendência tendo em vista a inclusão financeira da população. As instituições financeiras que não conseguirem implementar com sucesso uma estratégia baseada nos serviços financeiros móveis poderão ver a sua base existente de clientes degradar-se, uma vez que mesmo as pessoas com contas bancárias tradicionais tenderão a adoptar as formas de banca móvel mais simples e baratas. Para terem sucesso nos serviços financeiros móveis, as instituições desta área de negócio precisarão de investir em infra-estrutura, capacidades de negócio e governação. Um elemento crítico da infra-estrutura será uma rede de agentes. Ou seja, locais físicos onde as pessoas possam subscrever serviços financeiros móveis e efectuar depósitos e levantamentos. Relativamente às capacidades de negócio, será importante ter um bom conhecimento dos clientes. Ou seja, as instituições financeiras precisam de ser capazes de identificar e desenvolver as ofertas que sejam mais adequadas e interessantes para Computação que se veste regista grande crescimento Vendas mundiais de equipamentos da computação que se veste e quota de mercado para os anos de 2014, 2015 e Valores em milhões de unidades. Fonte: IDC, Março de A combinação de vários factores, como o surgimento de novos fornecedores, novos equipamentos e uma maior consciência por parte dos utilizadores para este tipo de tecnologias, deverá fazer com que o mercado mundial da computação que se veste cresça significativamente em 2015, com vendas de 45,7 milhões de unidades. Este valor inclui todos os equipamentos considerados como fazendo parte da categoria da computação que se veste (incluindo os inteligentes e os não inteligentes). A verificar-se este volume de vendas, representará um enorme crescimento de 133,4 por cento face às 19,6 milhões de unidades vendidas em Em 2019 as vendas mundiais deverão ser de 126,1 milhões de unidades, resultando num crescimento anual composto de 45,1 por cento neste período de cinco anos (2015 a 2019). Os dados e as previsões apresentados neste texto são da International Data Corporation (IDC), que atribui o crescimento significativo deste mercado em 2015 a um enfoque crescente nos equipamentos inteligentes e em equipamentos capazes de correr aplicações de terceiros. Estão incluídos nestes equipamentos os relógios Apple Watch, Moto 360 da Motorola, ou o Gear da Samsung. Desta forma, se considerarmos apenas os equipamentos inteligentes da computação que se veste, as vendas deverão totalizar 25,7 milhões de unidades em 2015, registando um crescimento de 510,9 por cento face às 4,2 milhões de unidades vendidas em Os equipamentos básicos da computação que se veste (ou não inteligentes), que não correm aplicações de terceiros, deverão registar este ano um crescimento de 30 por cento face a 2014, passando de um volume de vendas de 15,4 milhões de unidades no ano passado para 20 milhões de unidades em Ramon Llamas, da IDC, é de opinião que os equipamentos inteligentes da computação que se veste deverão dar um grande passo em frente com o lançamento do Apple Watch este ano. O relógio inteligente da Apple eleva a fasquia dos equipamentos da computação que se veste em geral e existem muitos fornecedores e outros equipamentos que querem aproveitar a boleia dessa notoriedade. No entanto, os equipamentos básicos da computação que se veste não irão desaparecer. A IDC prevê mesmo um crescimento destes equipamentos básicos, uma vez que continuam a existir segmentos de mercado que procuram equipamentos da computação que se veste simples e com utilizações específicas. Os equipamentos da computação que se veste para utilizar no pulso, incluindo pulseiras e relógios, deverão representar mais de 80 por cento de todas as vendas de equipamentos da computação que se veste durante o período de tempo em análise (até 2019). Uma grande parte dos fornecedores concentraram os seus esforços neste tipo de equipamentos para usar no pulso e a IDC espera que essa tendência se mantenha. Os equipamentos modulares, que podem ser utilizados em qualquer parte do corpo, recorrendo a uma mola de fixação ou a uma fita, representam outra categoria dos equipamentos da computação que se veste. Normalmente são equipamentos mais simples de produzir e adequados para utilizações específicas. Uma terceira forma de computação que se veste é a roupa inteligente, que deverá registar o crescimento mais rápido nos próximos anos entre as várias categorias da A tecnologia já existe. A taxa de utilizadores de telefone móvel é elevada e está a crescer, assim como a percentagem da população africana com potencial para o mercado financeiro. os consumidores. Também precisam de identificar o momento mais apropriado para a introdução de serviços diferentes. Quanto à governação, trata-se de um aspecto crítico, dado que será necessário estabelecer parcerias para a criação de ecossistemas de ofertas de serviços financeiros. Os serviços financeiros móveis não poderão basearse numa estratégia de entrar sozinho no mercado. Nenhuma instituição financeira dispõe de tudo aquilo que é necessário para ser bem sucedido neste mercado. Várias instituições deverão estabelecer alianças para se poderem complementar, de modo a contribuírem em conjunto para ofertas bem sucedidas e atraentes para os consumidores. Para o BCG, não demorará muito tempo para que os serviços financeiros móveis desempenhem um papel significativo na África sub-sahariana. A tecnologia já existe. A taxa de utilizadores de telefone móvel é elevada e está a crescer, assim como a percentagem da população africana com potencial para o mercado financeiro. computação que se veste. De facto, iremos ver muitas empresas a incluírem capacidade de computação em roupa como camisolas, meias, calçado, chapéus/bonés, entre outros. A computação que se veste sob a forma de óculos ou adaptada à visão deverá ser uma categoria com menor expressividade em termos de mercado, embora possa ter sucesso junto de utilizadores empresariais em determinados mercados verticais. O mesmo deverá acontecer com a computação que se veste para utilizar nos ouvidos/orelhas, normalmente sob a forma de auricolares. Estes equipamentos deverão expandir as suas funcionalidades para além do áudio, passando a incluir também funcionalidades ligadas à saúde e ao fitness. Na opinião de Ryan Reith, o crescimento do mercado dos equipamentos da computação que se veste foi impulsionado claramente pelas pulseiras ou bandas de fitness, que até recentemente tinham preços que proporcionavam margens confortáveis aos seus fornecedores. No entanto, esses tempos estão a mudar. Os preços dessas pulseiras de fitness estão a baixar de forma tão significativa em alguns mercados que alguns fornecedores de smartphones estão a comercializá-las por preços muito baixos em conjunto com smartphones. Entretanto as preferências do mercado estão a mudar rapidamente para equipamentos de preço mais elevado que disponibilizam mais funcionalidades.

5 JORNAL DE ANGOLA Terça-feira, 28 de Abril 2015 TECNOLOGIA & GESTÃO 25

6 26 TECNOLOGIA & GESTÃO INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA Google Earth Pro já está disponível gratuitamente ções não governamentais, entre outros. As novas possibilidades abertas pelo Google Earth Pro têm a ver sobretudo com o planeamento de projectos e com análises baseadas em dados geográficos. Mais concretamente, permite imprimir imagens com uma resolução elevada de 4800x3200 (enquanto o Google Earth não Pro não ia além da resolução de 1000x1000), permite importar automaticamente milhares de endereços de uma só vez para serem assinalados num mapa, permite a realização de vídeos HD sobre o que está a ser feito no ecrã e permite medir distâncias e áreas com base em linhas, caminhos, polígonos, círculos, etc. De facto, as novas possibilidades são algo que nem todas as pessoas precisam, mas como se trata de uma solução gratuita, dê o passo em frente para o Pro mesmo que ache que o não Pro responde às suas necessidades. Vai ver que rapidamente encontra formas de utilizar o Google Earth Pro como um verdadeiro profissional. Se costumava utilizar o Google Earth para fins profissionais, certamente já sabe que a versão profissional (Google Earth Pro) passou a ser também gratuita. Ou se- ja, deixa de ser necessário pagar cerca de 400 dólares americanos anualmente pela sua utilização, bastando fazer o download gratuito, tal como acontecia com o Google Earth não profissional. No entanto, esta notícia destina-se sobretudo aos muitos utilizadores desta solução para fins mais recreativos que provavelmente ainda não sabem que podem agora usufruir de novas funcionalidades se importarem o Google Earth Pro. Para quem não costumava utilizar o Google Earth, o facto de agora poder usufruir do Google Earth Pro de forma gratuita poderá ser um novo aliciante, trazendo para a solução muitos novos utilizadores. O software Google Earth é um globo terrestre interactivo a três dimensões que pode ser utilizado para uma grande variedade de fins ligados à visualização e análise geoespacial. Seja para a criação de passeios virtuais e medições de áreas, para localizar imóveis e visualizar as imediações dos mesmos, efectuar voos virtuais, ou importar dados geográficos para análises e partilha de dados, o Google Earth Pro passa a poder ser utilizado gratuitamente por uma grande variedade de pessoas para fins particulares ou profissionais. No caso dos profissionais destacam-se os engenheiros, arquitectos, pessoas ligadas a fins imobiliários, funcionários de entidades públicas ou de organiza- Passou a estar disponível o ArcGIS Online 3.7, cuja principal novidade é o mapeamento inteligente (Smart Mapping). Trata-se de uma nova abordagem à criação de mapas, tornando-os mais atractivos, aumentando assim a sua utilidade. A complementar o visualizador de mapas, os utilizadores do ArcGIS Online podem dispor igualmente do visualizador de cenários, que permite a criação, visualização e partilha de cenários a três dimensões. Os cenários Web da Esri (empresa que desenvolve o ArcGIS Online) incluem visualizações 3D de todo o mundo, podendo ser importadas e alteradas pelos utilizadores. Existem muitas outras no- vas funcionalidades que passaram a estar disponíveis ou foram melhoradas com a nova versão, algo que os utilizadores deste software já conhecem e/ou já utilizam. Por isso mesmo, vamos orientar este texto mais para o leitor em geral, que poderá identificar formas de utilização do ArcGIS Online no seu quotidiano. De acordo com a Esri, o ArcGIS Online fornece tudo aquilo que precisamos para a criação de mapas Web interactivos e apps que podemos depois partilhar. Como já vem com conteúdos, apps e templates, os utilizadores podem ser produtivos logo quando começam a utilizar a solução. Podem assim combinar os seus próprios dados com dados disponibilizados pela Esri e outras entidades para a criação de mapas que poderão ser publicados online. Uma das vantagens é a possibilidade de tirar partido de uma extensa base de recursos geográficos online que permitem efectuar as combinações que desejarmos e a sua visualização em mapas. As análises com base na localização são uma das utilizações possíveis, permitindo a análise de relações e de padrões para facilitar a compreensão de fenómenos, problemas e oportunidades. Sem dúvida uma solução que será útil certamente para uma grande variedade de profissionais, mas que também poderá fazer as delícias de muitos curiosos (sem fins profissionais imediatos). O ArcGIS Online fornece tudo aquilo que precisamos para a criação de mapas Web interactivos e apps que podemos depois partilhar. Fonte: Esri. Foi disponibilizado recentemente pela Esri Press um novo manual intitulado Mapping and Modeling Weather and Climate with GIS, destinado essencialmente a especialistas e estudantes de áreas como a meteorologia, geografia física, ou agricultura, entre outras. No fundo trata-se de uma forma de ajudar a tirar partido da relação entre os sistemas de informação geográfica e as áreas de estudo ligadas à atmosfera e clima. Como sublinhou May Yuan, professora na Universidade do Texas, a informação meteorológica ou climática tem naturalmente uma componente geoespacial. O manual fornece assim soluções práticas e teóricas para o mapea- Os softwares Google Earth e Google Earth Pro têm por base um globo terrestre interactivo a três dimensões que pode ser utilizado para uma grande variedade de fins ligados à visualização e análise geoespacial. Imagem do Google Earth. ArcGIS Online e mapas inteligentes Manual para mapeamento e modelação meteorológica mento e modelação meteorológica e climática com a utilização dos SIG. O livro conta com a autoria de vários especialistas que trabalham em instituições reconhecidas a nível mundial, nomeadamente Olga Wilhelmi, geógrafa do Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas; Tiffany Vance, geógrafa no Centro Científico NOAA's Alaska Fisheries; Jack Settelmaier, meteorologista especialista em técnicas digitais no Serviço Nacional de Meteorologia; Kevin Butler, engenheiro de produto da Esri; e Lori Armstrong, gestora para o mercado atmosférico, climático e meteorológico.

7 TECNOLOGIA & GESTÃO 27 Coisas conectadas estão a aumentar exponencialmente CIDADES INTELIGENTES As casas irão para além do simples conceito de interconectadas, passando a ter capacidades de informação e inteligência, dispondo de um ambiente de serviços integrado que além de disponibilizar valor à própria casa, também criará um ambiente orientado para os indivíduos que nela habitam. As casas irão tornar-se espaços individuais que fornecem assistência ou experiências de cuidados pessoais aos seus habitantes. A crescente urbanização que se verifica um pouco por todo o mundo está a aumentar a pressão junto dos responsáveis pelas cidades para conseguirem um equilíbrio constante entre as limitações de recursos e as preocupações com a sustentabilidade ambiental. É neste contexto que a Gartner prevê que estarão em utilização 1,1 mil milhões de coisas conectadas em cidades inteligentes no final deste ano (2015). No entanto, esse número deverá aumentar para 9,7 mil milhões em As casas de habitação inteligentes e os edifícios comerciais inteligentes representarão 45 por cento do total de coisas conectadas em utilização durante 2015, devido à oportunidade de investimento e de serviços. Em 2020, essa percentagem deverá ser de 81 por cento. Na opinião de Bettina TratzRyan, da Gartner, as cidades inteligentes representam uma grande fonte de receita para os fornecedores de tecnologia e de serviços, mas esses fornecedores precisam de começar a planear nesse sentido e a propor ofertas desde já. A Gartner define cidade inteligente como sendo uma área urbanizada onde operam múltiplos sectores para alcançarem resultados sustentáveis, através da análise de informação contextual e em tempo real partilhada entre sistemas tecnológicos de informação e operacionais específicos de cada sector. Retomando as palavras de Bettina Tratz-Ryan, a maior parte do investimento em Internet das Coisas orientado pa- ra as cidades inteligentes será efectuado pelo sector privado. Os cidadãos residenciais irão liderar esta tendência, aumentando o investimento em soluções de casa inteligente. Desta forma, o número de coisas conectadas uti- se tornar também em base de comunicações, incorporando serviços personalizados de segurança, cuidados de saúde e medição da poluição. Segundo Bettina Tratz-Ryan, as casas irão para além do simples conceito de interconectadas, passan- Assistiremos a uma contribuição significativa em termos de valor por parte das soluções de análise de dados e de informação relacionadas com a Internet das Coisas. lizadas em casas inteligentes deverá ser superior a mil milhões de unidades em As coisas conectadas incluem iluminação LED inteligente, monitorização de parâmetros relacionados com cuidados de saúde, fechaduras inteligentes e vários sensores para coisas triviais como a detecção de movimento, ou a medição do monóxido de carbono. A iluminação LED inteligente deverá registar o maior crescimento entre as aplicações de Internet das Coisas orientadas para os consumidores particulares, passando de seis milhões de unidades em 2015 para 570 milhões de unidades em A iluminação deixará de ser uma mera fonte de luz para do a ter capacidades de informação e inteligência, dispondo de um ambiente de serviços integrado que além de disponibilizar valor à própria casa, também criará um ambiente orientado para os indivíduos que nela habitam. As casas irão tornar-se espaços individuais que fornecem assistência ou experiências de cuidados pessoais aos seus habitantes. Além dos investimentos residenciais na Internet das Coisas, existem outras implementações deste tipo de tecnologia, nomeadamente para orientações de parqueamento e de tráfego automóvel, ou para medir o fluxo de tráfego. Na área dos transportes, uma forma fácil de ser bem sucedido consistirá na apresentação de soluções que reduzam os congestionamentos de tráfego. A Califórnia (Estados Unidos da América) e o Reino Unido já estão a implementar receptores de rádio ou sensores incluídos nas autoestradas para diagnosticarem as condições do tráfego em tempo real. Outra aplicação de sucesso nas cidades é o parqueamento inteligente. Neste aspecto, a cidades de Los Angeles tem estado a implementar soluções de medição de parqueamento, sensores de veículos em espaços de parqueamento, orientação de parqueamento em tempo real e um sistema completo de gestão de parqueamento para influenciar a procura durante as horas mais críticas. De acordo com Bettina Tratz-Ryan, a mobilidade eléctrica, as estações de carregamento e a Internet das Coisas incluída em vários tipos de produtos irão gerar novas oportunidades nas cidades inteligentes para este tipo de tecnologias. Podemos falar, por exemplo, da Internet das Coisas em veículos, de baterias de automóveis com sensores e capacidade de comunicação com os condutores, ou da possibilidade de negociação dos termos de carregamento com a próxima estação de carregamento eléctrico do veículo. Surgirão assim ambientes e ecossistemas de negócio novos e transformadores. Como exemplo, a Gartner cita as empresas de automóveis, que estão a investir em iluminação das ruas com estações de carregamento incluídas nos postes de ilumi- nação, de modo a reduzir o investimento em infra-estruturas. Por sua vez, o recurso a sensores permite identificar espaços vagos para carga eléctrica dos veículos, que podem ser comunicados aos utilizadores via aplicações móveis ou sistemas de informação no próprio painel de informação do veículo. As empresas de automóveis também poderão agir como facilitadoras de pagamentos e de transacções para uma maior facilidade de utilização. Apesar do investimento em hardware relacionado com a Internet das Coisas ser algo fundamental para as cidades inteligentes, as verdadeiras oportunidades para a obtenção de receitas estão na vertente dos serviços e da análise de dados. Bettina Tratz-Ryan espera assim que em 2020 a maior parte dos fornecedores de serviços de Internet das Coisas aumentem as suas receitas provenientes do hardware através de serviços e de software em mais de 50 por cento. A Gartner também estima que a segurança das casas inteligentes venha a representar em 2017 o segundo maior mercado de serviços em termos de receitas geradas. Em 2020, o mercado dos cuidados de saúde e do fitness inteligentes deverão representar aproximadamente 38 mil milhões de dólares americanos. Para os analistas da Gartner, as implementações comerciais de Internet das Coisas serão utilizadas em múltiplos sectores de actividade, incluindo a energia inteligente, serviços ambientais, ou planeamento de deslocações (nomeadamente viagens), abrindo as portas para a criação de novos modelos de negócio e de serviços. Também assistiremos a uma contribuição significativa em termos de valor por parte das soluções de análise de dados e de informação relacionadas com a Internet das Coisas. Iremos assistir assim ao surgimento de uma cadeia de valor multi-dimensional com uma grande variedade de parceiros. Base instalada de coisas conectadas nas cidades inteligente. Previsões para 2015, 2016 e Valores em milhões. Fonte: Gartner, Março de 2015.

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