Distribuição DISTRIBUIÇÃO E LOGISTICA. Tarefa indispensável a qualquer actividade produtora.

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1 Distribuição Distribuição 1 Distribuição Introdução Tarefa indispensável a qualquer actividade produtora. Necessidade de mover objectos produzidos até ao cliente. É objectivo do produtor minimizar os custos desta tarefa. Custos associados representam uma parte importante do valor de venda do produto. Exemplo : Nissan 196 A nova fábrica da Nissan no Reino Unido consegue uma redução de cerca de 150 contos por viatura apenas pela definição de uma melhor estratégia de distribuição. 2 1

2 Distribuição Luis Simões Organigrama do grupo Luis Simões : 3 Distribuição Luis Simões Objectivos : Desenvolver um sistema de qualidade que permita um serviço de alta qualidade no momento certo a menor custo. Melhorar continuamente o serviço prestado, potenciando o negócio dos clientes. Prosperar no negócio de forma a obter o rendimento necessário ao desenvolvimento da empresa e dos seus colaboradores. Eliminar disfuncionamentos (cliente, fornecedor) a fim de eliminar reclamações. 4 2

3 Distribuição Luis Simões Serviços disponibilizados : Planificação e controle de cargas completas em serviços permanentes. Gestão de frotas dedicadas a clientes específicos. Planeamento e gestão de rotas fechadas. 5 Distribuição Luis Simões Veículos disponibilizados : Diversos tipos de tonelagem e dimensões. Veículos duplo-deck rebatível. Equipados com comunicações embarcadas (GSM ou Trunking). City-trailers, unidades multi-temperaturas, veículos equipados com meios acessórios para cargas e descargas. 6 3

4 Distribuição - Estratégias Estratégias de distribuição: Definição dos canais de distribuição. Planeamento das necessidades de distribuição. Definição da estratégia de transporte. 7 Canais De Distribuição Acordo comercial estabelecido para criar um fluxo de produtos entre o ponto de produção e o ponto de venda. São compostos por cadeias de instituições ou organizações que estão envolvidas em várias actividades : Compra. Transporte. Armazenamento. Classificação e / ou ordenação. 4

5 Canais De Distribuição Anteriormente: Considerados como apenas um fluxo de bens económicos e serviços. Preocupação na redução de custos e maximização da eficiência. Actualmente: Tentativa de estabelecer planos estratégicos integrados e de longo prazo. 9 Canais De Distribuição Exemplos de canais de distribuição para bens de consumo : Produtor Produtor Produtor Produtor Produtor Grossista Encomenda Directa Loja Própria Retalhista Retalhista Consumidor Consumidor Consumidor Consumidor Consumidor 10 5

6 Canais De Distribuição Exemplos de canais de distribuição para bens industriais : Produtor Produtor Produtor Produtor Intermediário Intermediário Distribuidor Industrial Distribuidor Industrial Consumidor Consumidor Consumidor Consumidor 11 Canais De Distribuição Menores custos em: Mão de obra. Edifícios e armazéns. Equipamento. Vantagens da utilização de intermediários: Redução de stocks. Maior eficiência e reabilidade. Menor tempo de entrega. Maior dispersão de produtos. Redução do risco. 12 6

7 Canais De Distribuição Menor controlo. Pior retorno de informação sobre produtos. Afastamento dos clientes. Desvantagens da utilização de intermediários: 13 DRP - Distribuition Resource Planning O DRP é mais uma filosofia do que uma técnica: Por reunião das necessidades de recursos em cada instalação, permite determinar as necessidades na fonte abastecedora, por forma a não se verificarem nem excessos nem roturas de stock. Gera planos e cenários de curto prazo através do pipeline logístico. É um sistemas de planeamento e programação (tal como o PDP). Está desenhado para comunicar mudanças no mercado. 14 7

8 DRP - Distribuition Resource Planning Posicionamento do DRP na cadeia de abastecimento: Matéria Prima Fabricante / Produtor Grossista / Distribuidor Retalhista / Distribuidor Consumidor / Cliente final MRP II DRP II DRP II DRP II Logística 15 DRP - Distribuition Resource Planning Exemplo: Distribuidor de whisky de malte com seis pontos de venda e com uma fonte abastecedora. Pontos de venda: Porto Aveiro Coimbra Leiria Lisboa Évora Fonte abastecedora: Lisboa 16

9 DRP - Distribuition Resource Planning DRP para o ponto de venda do Porto : Balanço: em stock 400 Stock de segurança 200 Lead time - 2 semanas Quantidade a encomendar DRP - Distribuition Resource Planning DRP para o ponto de venda do Porto : Passado Sem. 1 Sem. 2 Sem. 3 Sem. 4 Sem. 5 Sem. 6 Sem. 7 Sem. Previsão de vendas Em trânsito Balanço projectado (em stock) Data recepção da encomenda Data expedição da encomenda

10 DRP - Distribuition Resource Planning Expedições para a fonte abastecedora de Lisboa : Passado Sem. 1 Sem. 2 Sem. 3 Sem. 4 Sem. 5 Sem. 6 Sem. 7 Sem. Porto Aveiro 150 Coimbra Évora 140 Leiria 160 Lisboa Total uma obrigação na distribuição

11 Modos de Transporte : Modo Rodoviário. Modo Ferroviário Modo Aéreo. Modo Marítimo ou fluvial. Modo oleoduto ( pipeline ). Combinações: Piggyback. TOFC. RORO. Contentores Standard. 21 Modo Rodoviário Vantagens: Flexibilidade do serviço. Elevada cobertura geográfica. Manuseamento de pequenos lotes. Muito competitivo em distâncias curtas / médias. Fraco investimento para o operador. Rápido serviço ponto a ponto. Menores custos de embalagem

12 Desvantagens: Modo Rodoviário Unidades de carga limitadas. Dependente do trânsito. Dependente das infra-estruturas. Dependente da regulamentação. Dependente das condições climatéricas. Mais caro em grandes distâncias. 23 Modo Rodoviário Possiveis melhorias : Sistemas de comunicação rádio. Localização por GPS. Adaptação dos contentores a outros transportes. Sistemas automáticos de carga / descarga. Uso de contentores standard

13 Vantagens: Modo Ferroviário Baixo custo para grandes distâncias. Adequado para produto de baixo valor e alta densidade. Adequado para elevadas quantidades. Transporte de vários tipos de produtos. Pouca influência das condições climatéricas. Superior ao rodoviário em termos energéticos. 25 Desvantagens: Modo Ferroviário Pouco competitivo para pequenos carregamentos. Pouco competitivo para pequenas distâncias. Pouco flexível terminal a terminal. Elevados custos. Horários pouco flexíveis. Elevados custos de manuseamento. Dependência de outros transportes

14 Modo Ferroviário Possiveis melhorias :! Comboios mais frequentes e mais pequenos.! Melhoria do equipamento dos terminais.! Incremento da velocidade de trajecto e terminal.! Adaptação dos contentores a outros transportes.! Uso de sistemas de informação para monitorização e controlo das frotas. 27 Modo Aéreo Vantagens :! Velocidade de transporte.! Bom situações de emergência.! Bom para grandes distâncias e produtos de elevado valor.! Boa fiabilidade e frequência entre as principais cidades. 2 14

15 " " Modo Aéreo $ Desvantagens : # Menos rápido para pequenas distância (<500 km). # Elevado custo para a maioria dos produtos. # Pouco flexível terminal a terminal. 29 Modo Aéreo $ Possiveis melhorias : # Melhoria de cargas / descargas em terminais. # Melhor adequação ao multimodal. # Sistemas de informação mais sofisticados para gestão das capacidades de transporte

16 % % ' Vantagens : Modo Marítimo & Competitivo para produtos com baixo custo de tonelada por quilómetro transportado. & Ex : químicos industriais, ferro, cimento, petróleo, minerais... ' Desvantagens : & Baixa velocidade. & Limitado a mercados com orla marítima ou com rios navegáveis. & Muito pouco flexível. 31 Modo Marítimo ' Possiveis melhorias : & Sistemas de movimentação de terminais. & Melhor funcionamento quando associado com plataformas multimodais. & Associação a sistemas de armazenamento

17 ( 6 Escolha do modo de transporte : ) Metodologia de Slater. * +, + -. / Recolha de informação : Transporte Nacional E/Ou Internacional? Características Do Cliente Características Da Empresa Características Do(s) Produto(s) Características Ambientais Rodoviário Marítimo Fluvial Pipeline Aéreo Características De Diferentes Modos De Transporte Opções Multimodais Ferroviário Escolha Do Modo De Transporte Nível De Serviço e Tempo De Resposta Custo e Financiamento 34 17

18 7 7 Características do cliente: Localização geográfica. Acesso aos pontos de entrega. Restrições de tempo. Tamanho da ecomenda. Conhecimento do produto. Equipamento mecânico para manuseamento do produto. Nível de serviço e tempo de resposta requerido. Tipo de venda. Serviço pós-venda. 35 Características ambientais : Outros utilizadores rodoviários. Infra-estruturas. Tecnologia ( veículo e equipamento ). Clima. Considerações legais. Tendências rodoviárias - pois são mais gravosas para o ambiente. Tendências ambientais. 36 1

19 9 9 Características do produto : : Peso. : Forma e volume. : Natureza frágil. : Obsolescência e deterioção. : Perigo e / ou toxidade. : Valor. 37 Características da empresa : : Política de nível de serviço. : Política de lead -time. : Vendas territoriais. : Localização de depósitos / C.D. : Localização de instalações fabris. : Políticas financeiras. : Performance da concorrência. 3 19

20 ; ; Análise articulada < Identificar factores que afectam a escolha do modo de transporte. < Categorizar os factores mais importantes que afectam o modo de transporte. = Identificar riscos de mudança potencial. < Determinar rede de distribuição incluindo número e tamanho de depósitos ou centros de distribuição. < Usar aproximação matricial. < Medir o sucesso da escolha. = Avaliar (feeback). 39 < 1º- Selecção das decisões iniciais : = Selecção do modo de transporte. Aproximação Matricial utilizada : = Selecção das especificações do equipamento. = Escolha das opções financeiras. = Escolha das necessidades de operações. < 2º- Selecção de dois importantes factores que afectam cada decisão requerida, para que possa ser feita uma matriz decisional de dupla entrada. < 3º- Selecção das alternativas básicas que cobrem as condições impostas pela matriz

21 > > Aproximação Matricial? 4º- Determinação das necessidades da empresa, analisando os factores mais importantes e posicionando.? 5º- Selecção dos recursos requeridos tomando em consideração os resultados iniciais? 6º- Combinação das soluções das matrizes para providenciar um transporte eficiente, que identifique tarefas de transporte e recursos apropriados para as tarefas. 41 Principais decisões sobre transportes : Escolha Do Modo De Transporte (Quando) Número E Tamanho Dos Depósitos/Centros De Distribuição Especificação Do Equipamento (O Quê?) Opções Financeiras (Porquê?) Operações ( Onde?) 42 21

22 Escolha do modo de transporte : Nacional Modo Rodoviário veículo de 26 ou 40 T Modo Rodoviário veículo de 26 ou 19 T Modo Rodoviário veículo de 15 T ou menores Modo Rodoviário veículo comerciais até 3,5 T - Modo Rodoviário veículo de 40 T, tipo TIR Modo Rodoviário em alguns casos fluvial, noutros ferroviário. Modo Rodoviário veículo de 15 ou 19 T Modo Rodoviário veículo de baixa tonelagem Internacional Modo Rodoviário Grandes Capacidades Modo Bimodal sistemas RORO sistemas TOFC Modo Ferroviário Modo Aéreo Distância + Escolha Do Modo De Transporte (Quando) Especificação Do Equipamento (O Quê?) + Tamanho da ordem da encomenda - Opções Financeiras (Porquê?) Número E Tamanho Dos Depósitos/centros De Distribuição 43 Operações ( Onde?) Especificação Do Equipamento : Escolha Do Modo De Transporte (Quando) Especificação Do Equipamento (O Quê?) Número E Tamanho Dos Depósitos/centros De Distribuição + Opções Financeiras (Porquê?) Operações ( Onde?) Volume ( m 3 ) - Peso ( Ton)

23 A A Baixo P r e ç o Opções Financeiras : Todas as operações de transporte por conta própria Parte frota própria e parte subcontratada sem condutor Contrato de veículos sem condutor Aluguer a curto prazo de veículos Preço Frota própria e condutores próprios Parte frota própria e parte subcontratada, contratos adicionais de profissionais liberais para os conduzir Contrato de veículos e de profissionais liberais para os conduzir Acordos para fretes Alto Frota própria e contrato com condutores Escolha Do Modo De Transporte (Quando) Parte frota própria e parte contratada de veículos com condutor Contrato de veículos com condutores Aluguer de veículos com condutor Especificação Do Equipamento (O Quê?) Opções Financeiras (Porquê?) Próprios Número E Tamanho Dos Depósitos/centros De Distribuição Operações ( Onde?) Tendência para posse dos veículos Externos Alto Comprometimento com o emprego do condutor Baixo 45 Operações : Escolha Do Modo De Transporte (Quando) Especificação Do Equipamento (O Quê?) Número E Tamanho Dos Depósitos/centros De Distribuição + Utilização do veículo - Vendas adicionais por telefone e rotas de entrega fixas Encomendas aleatórias c/ entregas variáveis segundo padrão da encomenda Encomendas aleatórias c/ entregas fixas segundo padrão Vendas adicionais por telefone e rotas de entrega variáveis Rota de vendedores precede rotas fixas de entrega Venda geograficamente aleatória com entregas variáveis segundo padrão de venda Nível de serviço ao cliente Encomendas e entregas controladas Vendas com stock em veículo Encomendas aleatórias e entregas diárias + Opções Financeiras (Porquê?) Operações ( Onde?) 46 23

24 B D Modelização Matemática C O problema do caixeiro viajante. C Escalonamento de veículos. C Carregamento de veículos. Algoritmos para problemas relacionados com distribuição : 47 Modelização Matemática O problema do caixeiro viajante : C O caixeiro viajante tem que: E Visitar n cidades / locais / clientes. E Passando apenas uma vez por cada cidade. E usando uma rota que minimize o custo total. C Problemas com uma tarefa computacional muito difícil, se utilizarmos um algoritmo de enumeração completa. E Com n cidades e uma matriz de custos assimétrica temos (n-1)! rotas possíveis. E Exemplo: n=15 => nº rotas = 14! =,7 E

25 F F H Modelização Matemática G Programação dinâmica. G Algoritmos de optimização local. G Enumeração parcial. Alguns algoritmos conhecidos : G Algoritmo de Gilmore Gomory. 3 Exemplo algoritmo optimização local : Ligações Actuais Novas Ligações ITERAÇÃO 1 ITERAÇÃO 2 49 Modelização Matemática Problemas de escalonamento de veículos : I Um conjunto de clientes com uma determinada localização e determinadas necessidades deve ser abastecido por um conjunto de veículos de capacidades conhecidas. I O problema é escolher as rotas desses veículos tendo em conta: J As necessidades dos clientes devem ser satisfeitas. J A capacidade dos veículos deve ser respeitada (peso, volume, etc.). J O prazo de entrega deve ser respeitado. I Com o objectivo de minimizar os custos totais das entregas associado ao tamanho da frota usada e os custos de completar as rotas definidas

26 K K K Modelização Matemática L Programação linear inteira. L Programação dinâmica. Algoritmos usados para resolver o problema : L Algoritmo de Clarke and Wright. L Algoritmo de Tillman and Cochran. L Método de Gaskell. L Método heurístico de pesquisa em árvore. L Algoritmo de Hayes. L Abordagem r-optimal. 51 Modelização Matemática Problemas de carregamento de veículos : L Um conjunto de cargas deve ser acomodado em veículos: M Com tamanho e capacidade conhecidos. M Com o objectivo de minimizar o número de veículos utilizados. L Método de programação 0-1. L Métodos heurísticos. Algoritmos usados para resolver o problema : 52 26

27 N Modelização Matemática Exemplo de um método heurístico : O Atribuir items por ordem decrescente de valor às caixas disponíveis sem violar a sua capacidade. O No fim fazer trocas entre elementos por forma a tentar diminuir o número de caixas utilizadas. O Ex : Items (por ordem descendente de valor): 6, 65, 40, 39, 32, 30 P Capacidade das caixas: C1 = 100 C2 = 100 C3 = 0 P Solução: P Caixa 1: = 100 P Caixa 2: = 95 P Caixa 3: = 79 Não há necessidade de realizar trocas adicionais. 53 Software 54 27

28 Software 55 Software 56 2

29 Distribuição FIM 57 29

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