2.1. Localização e Acesso

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1 CPRM - PRIMAZ 1. INTRODUÇÃO A indústria do turismo é na atualida, a ativida qu aprsnta os mais lvados índics crscimnto no contxto conômico mundial. Movimnta crca U$ 3,5 trilhõs anualmnt (dados 1994), apnas na última década, xpandiu suas atividas m 57%. Dntro ssa indústria, o coturismo é o sgmnto maior crscimnto, rsultando num incrmnto contínuo ofrtas mandas por stinos coturísticos. O coturismo configura-s como uma important altrnativa snvolvimnto conômico sustntávl, utilizando racionalmnt os rcursos culturais naturais sm compromtr a sua capacida rnovação a sua consrvação. A conscintização da socida m rlação à prsrvação do mio ambint xrc uma importância crscnt para a manda cada vz maior atividas coturísticas. Entrtanto, a ofrta rotiros coturísticos pn, naturalmnt, da xistência sítios lvado valor cológico cultural, da forma como ls são administrados, da xistência uma infrastrutura aquada rcursos humanos capacitados. No Brasil, o coturismo ainda é uma ativida sornada, impulsionada quas qu xclusivamnt plas oportunidas mrcado, xistnt m alguns stados, ixando, a rigor, grar os bnfícios sócio- conômicos ambintais sprados, por vzs, compromtndo a imagm brasilira no mrcado xtrno. Pla própria dimnsão continntal do país, l abriga difrnts cossistmas, difrnciados climática gomorfológicamnt, com uma xtraordinária divrsida cológica, citandos como xmplos a Mata Atlântica, o Pantanal, a Caatinga, as Zonas Costiras a Florsta Amazônica, um consirávl potncial coturístico. O Município Pimnta Buno, situado m um stado amazônico, sponta como uma nova altrnativa no 1 snvolvimnto do coturismo pla sua potncialida rcursos naturais cênicos, aliados a atrativos culturais os quais aquadamnt trabalhados porão constituir uma nova frontira turística. 2. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 2.1. Localização Acsso O Município Pimnta Buno, criado pla Li nº outubro 1997, localiza-s na porção sust do stado, intgrando a microrrgião composta plos municípios Espigão d'ost, São Flip, Primavra Rondônia Chupinguaia ( Figura 1 ). Limita-s a nort com os municípios Espigão d'ost Cacoal; a ost com os municípios Cacoal, Rolim Moura, Primavra Rondônia, São Flip Parcis; a sul com os municípios Chupinguaia Vilhna a lst com o município Vilhna. A s municipal, situada na porção norost, tm su cntro com as sguints coornadas gográficas: 11º 40' 27,0" S 61º 11' 25,4"W Gr. Aprsnta ainda uma pquna povoação, situada no xtrmo sul do município, chamada Vila Guaporé. Essa vila, formada às margns da BR-364, matrializa o limit com o município Chupinguaia, tndo apnas part sus habitants morando ntro do município Pimnta Buno. O acsso é stablcido por via rodoviária a partir da rodovia BR-364, qu liga Pimnta Buno a Cacoal, da qual dista 40 km, também a Vilhna, da qual dista 200 km. Possui ainda ligação rodoviária com Rolim Moura, pla rodovia RO-010 Espigão d'ost, pla rodovia RO-387. A distância até a capital do stado, Porto Vlho, é 519 km Ára, População Espaço Municipal A origm do município rlaciona-s ao smmbramnto do Município Porto Vlho, quando s administrativa do ntão Trritório Fral Rondônia, possuindo

2 PRIMAZ - Pimnta Buno atualmnt uma ára trritorial 6.258,0 km2, fac ao surgimnto dos novos municípios São Flip, Primavra Rondônia, Parcis Chupingaia, a partir do smmbramnto Figura 1: Localização do Município Pimnta Buno. parcial Pimnta Buno. Os limits municipais são formados plos cursos d'água principais por linhas rtas arbitrárias, sndo limitado a lst plo Rio Roosvlt; a nort, partindo da confluência st ultimo com o rio Krmit, m dirção sudost plos rios Krmit Flix Flury até a confluência st com o Rio Commoração. A partir st ponto, o limit sgu por uma linha rta imaginária dirção norost ntr a confluência dos rios Commoração Flix Flury a confluência do Igarapé Palmira com o Rio Riozinho, 2 sguindo rumo norost plo rio Riozinho até su ncontro com o rio Machado. Dss ponto, o limit sgu para sul ao longo do igarapé Luís Albuqurqu até uma linha imaginária dirção lst-ost chamada linha LH-13, qu liga st igarapé ao Igarapé Cipó (Arnito). A sguir, o limit sgu para sul plo Igarapé Cipó até o parallo 11º 45' 00" sguindo m sntido lst, por uma linha imaginária sobr st parallo até o ncontro com o rio Pimnta Buno, qu concrtiza o limit municipal m dirção sul até a linha

3 CPRM - PRIMAZ imaginária chamada LH-75. O limit sul do município é formado, ntão, pla linha LH-75 m sntido lst até su ncontro com a rodovia BR-364, acompanhando-a até a linha LH-85, plo qual sgu até o rio Roosvlt. A população do município, sgundo dados do cnso do IBGE 1991, é habitants, stando aí incluída a população distritos hoj mancipados, como Chupinguaia, Parcis, Primavra Rondônia São Flip d'ost. Sgundo o IGBE (1996), a população atual gira m torno habitants, dos quais rsim na zona urbana apnas na zona rural, situação ssa modificada radicalmnt nos últimos anos fac a implantação novos projtos agrícolas. O spaço municipal comprn áras florsta, crrado nativo, pastagm cultivada, cultivo agrícola vgtação scundária. A vgtação nativa prdomina na part lst sul-sust, com áras contínuas florsta, dada a baixa ocupação humana. A norost da cida, os nívis ocupação do solo são maiors, sndo intificada uma tndência xpansão para as porçõs ost, cntral norst do município, m função da instalação projtos assntamnto do INCRA. A criação gado é sguramnt a ativida primária mais important, sndo rsponsávl plas xtnsas áras pastagm xistnts, m rgiõs com baixos índics ocupação, qu ocorrm prfrncialmnt ao longo da r drnagm, fac a facilida acsso. As áras cultivo agrícola stão gralmnt consorciadas com as pastagns, ocupando pqunas xtnsõs suprficiais principalmnt m áras assntamnto, on os lots são mnors on s pratica a divrsificação da produção. 3. ASPECTOS FISIOGRÁFICOS 3.1. Clima 3 O Município Pimnta Buno, localizado na rgião sust do stado, possui uma ambiência climática, caractrizada por duas unidas distintas, sgundo a classificação Köppn (1949): - tipo Am, quatorial úmido, difrnciando-s uma stação sca, compnsada por um total anual chuvas muito lvado com tmpratura média suprior a 20ºC m qualqur mês, sndo obsrvado na part nort do município, caractrizado por uma cobrtura vgtal do tipo florsta quatorial; - tipo Aw, tropical úmido, caractrizada por aprsntar uma tmpratura média infrior a 18ºC no mês mais frio, pondo chgar até 15ºC. Comprn o Planalto do Parcis localizado na part sul do município, com cotas até 600 m altitu, ocorrndo também nas áras disscadas ntr m; é rsponsávl plas tmpraturas mais amnas. A vgtação obsrvada localmnt é do tipo savana, prdominando no ntanto um tipo transicional ntr florsta abrta savana, dado o carátr típico da transição climática. A transição um clima quatorial, chuvas bm distribuídas (Am) para o clima tropical úmido, com uma pquna stação sca (Aw) provoca a prda das folhas das árvors na época da stiagm, prndo ntão o aspcto uniform (árvors mais altas). O índic pluviométrico médio anual nos últimos 17 anos é 1950 mm com índics médios mnsais até 320 mm nos mss chuvosos a quas nulos nos mss scos, rgistrando-s uma média 152 dias anuais com chuvas. São finidas duas staçõs, "vrão", ntr maio outubro, marcado pla stabilida do ar com baixo índic pluviométrico (750 a 800 mm, ou sja 30-40% do total) invrno, ntr novmbro abril, com lvadas taxas prcipitação, rgistrando-s até 90 mm m apnas um dia. As tmpraturas médias diárias mantém-s ntr 24ºC 26ºC o ano intiro, com máxima média 30ºC - 31ºC mais frqünt ntr agosto stmbro mínima média m torno 20ºC - 21ºC,

4 PRIMAZ - Pimnta Buno caractrizando um clima qunt. As chuvas provocam o clínio da tmpratura, mas a fort insolação rcupra rapidamnt as altas tmpraturas. Normalmnt, vrifica-s uma quda da tmpratura durant a noit, pondo sr infrior a 15ºC no Planalto dos Parcis. No vrão, são comuns oscilaçõs térmicas mais amplas, pondo atingir até 9ºC por ocasião das friagns, oriundas da ntrada ar polar pla calha dos rios Paraná Paraguai (sistmas circulação xtra-tropicais). A umida rlativa média anual é 78%, sndo alta na stação das chuvas (8085%), diminuindo snsívlmnt no príodo vrão (até 55-60%) Vgtação A cobrtura vgtal obsrvada no Município Pimnta Buno abrang tipos distintos vgtação, agrupados m cinco unidas, a sabr: florsta tropical nsa ou abrta, savana arbóra nsa ou abrta, transição savana/ florsta tropical, formaçõs pioniras áras antropizadas. A Florsta Tropical Dnsa é difrnciada no xtrmo NE do município, ntr os rios Krmit Roosvlt (ára granítica ondulada), m planícis trraços tércio-quatrnários; caractriza-s pla htrognida florstal smpr vr, constituída por três stratos: arbóro, arbustivo hrbácas baixas sub-arbustos; a vgtação mnor port ncontra-s imrsa na sombra pois não xist um príodo quda das folhas. As spécis vgtais mais comuns são palmiras, canla, abiorana, anglim, louro, castanhira, cdro, sringuira, mogno, crjira, ntr outras. A Florsta Tropical Abrta caractriza-s plo maior spaçamnto ntr as suas árvors uma xprssiva quantida palmiras (babaçu, patoá, inajá), cipós bambu; distribui-s por difrnts suprfícis fisiográficas cobr a maior part dos rlvos disscados ondulados das unidas protrozóicas do 4 mbasamnto; ocorr nos quadrants SW NE na rgião cntral do município sndo comum o bru-manga, mata-mata, jutaí, taxiprto também a castanhira, tauari amarlão. As Áras Savana ou Crrado são tipificadas por árvors pquno port, tortuosas, isoladas ou, agrupadas sobr um rvstimnto gramínas, possuindo gralmnt casca grossa tubrosa, adaptadas a solos ficints aluminizados; snvolvm-s prfrncialmnt sobr rochas do tipo folhlhos. Pom s aprsntar como savana arbóra nsa (crradão), com um maior numro indivíduos (árvors até 10m), ansados ramificados (sgalhados), arbustos anõs palmiras acauls, como por xmplo na rgião ntr os rios Pimnta Buno, Cipó (Rodovia RO-010) /ou savana arbóra abrta (campo crrado), com árvors pqunas (até 5m), sparsamnt distribuídas, plantas anãs palmiras acauls, sndo comum ao longo do ixo da Rodovia BR-364 ntr Pimnta Buno Marco Rondon. Mata galria (ciliar) também é uma fição obsrvávl localmnt. As Áras Transição ou Tnsão Ecológica rprsntam suprfícis contato ntr difrnts classs vgtação (mistura spécis), intrpntrando-s comptindo ntr si, visando a ocupação um msmo spaço, constituindo-s na vgtação prdominant na ára m studo, principalmnt na Chapada dos Parcis, ntr a Rodovia BR-364 o rio Roosvlt. Essa transição po sr da savana com a florsta tropical abrta ou com a florsta smicídual, incint na divisa com o município Vilhna. Essas áras stablcm-s prfrncialmnt com aqulas submtidas a uma transição climática. As Áras Formaçõs Pioniras rprsntam as primiras fass na volução da vgtação, obsrvadas comumnt m áras acumulação, inundávis (prssõs arnosas); mostram-s

5 CPRM - PRIMAZ sucssivamnt nos stágios gramínas, arbustivo arbóro, condicionados plo grau umida do solo. No município m tla, ocupam áras rstritas como m um trcho mandrant do alto rio Commoração m trchos spcíficos do rio Roosvlt. A Ação Antrópica, intificada m áras submtidas a intrvnção humana, caractriza-s pla rtirada da vgtação nativa a ocupação por atividas agropcuárias, quando abandonadas, plo snvolvimnto uma vgtação scundária (capoira), localizando-s prfrncialmnt junto a aglomrados humanos ao longo do ixo da Rodovia BR364. Açõs rflorstamnto são inxprssivas no município m studo. À mdida qu s dirig para o sul m dirção a Cuiabá, a vgtação vai prndo a fição florsta tropical xubrant assum gradualmnt um carátr florsta smi-cídual, ou sja, aparnta sr uma "mata sca" pla prsnça uma stação sca (stiagm com a prda das folhas das árvors mais altas) Rlvo A caractrização morfológica adotada atualmnt prmit stablcr três unidas distintas rlvo: agradacionais, gradacionais rsiduais. O rlvo cárstico não stá vinciado no município, mbora stjam prsnts unidas carbonáticas. Os rlvos agradacionais distribums ao longo da r drnagm atual, nas planícis aluviais trraços tércioquatrnários, constituídos por suprfícis acumulação arnosa a argilo-arnosa, com matéria orgânica dissminada. Os rlvos gradacionais, dominants no município, variam amplamnt m suas formas, ocupando s áras arrasadas a suavmnt ondulada (Dprssão Intrplanáltica), planaltos disscados, os chapadõs arníticos ralçados na topografia (Planalto dos Parcis). A Dprssão Intrplanáltica, distribuída na part nort do município, limitas a sul plo Planalto dos Parcis; quando 5 stá scavada m rochas sdimntars (formaçõs Cacoal Pimnta Buno) aprsnta um rlvo arrasado on s stacam colinas smi-tabulars, intrflúvios planos vals amplos quando scavado m rochas cristalinas, torna-s suavmnt ondulado, com vals m "V". O Planalto Disscado, obsrvado sobr rochas graníticas (Srra da Providência) vulcânicas Roosvlt, xib um rlvo pronunciado, constituído por um agrupamnto inslbrgs maciços ou pqunos montanhosos, como por xmplo no intrflúvio Krmit / Roosvlt, on xib ncostas íngrms vals aprtados. Por fim, o Planalto dos Parcis constitui o rlvo mais xprssivo da rgião, ocupando a faixa sul do município Pimnta Buno, rprsntado por uma suprfíci strutural disscada m patamars alojada m arnitos plitos das formaçõs Faznda Casa Branca Parcis, limitado a nort por uma scarpa contínua rosiva. Nssa subunida são comuns "canyons" como o Val do Aprtado, no rio Commoração. Os rlvos rsiduais, ocorrência rstrita a alguns morrots topo plano platôs, stão distribuídos m todo o município, sndo constituídos por rochas latríticas trciárias, on s stacam os horizonts concrcionário o colunar, sustntando localmnt o rlvo Hidrografia A ára m studo notabiliza-s por uma situação privilgiada m trmos r hidrográfica, sndo sustntada por rios importants volumosos, qu sccionam totalmnt o trato municipal, mrcndo staqu os rios Roosvlt, Pimnta Buno, Commoração Machado, qu s dispõm m um traçado sul - nort, alimntados por um gran númro aflunts, configurando uma malha nsa xprssiva. O rio Machado ou Ji-Paraná, constituído na s municipal pla junção dos rios Pimnta Buno Commoração, rprsnta a drnagm mais important, sndo um dos principais aflunts do rio Maira pla sua margm dirita. O traçado é

6 PRIMAZ - Pimnta Buno SE-NW, rcbndo como aflunts os rios Riozinho (margm dirita) São Pdro (margm squrda). Ess rio é monitorado prmanntmnt pla ANEEL através uma stação hidrológica, colhndo dados sobr o nívl das águas (fluviomtria), vazão prcipitação (pluviomtria). O rio Pimnta Buno ou Apidiá, possui suas nascnts na Srra dos Parcis srv como divisor municipal com os municípios Primavra Rondônia São Flip. Em sua margm dirita, ntro do trritório municipal, rcb como aflunts cursos d'água pquno port, stacandos apnas o Igarapé Araçá. Essa drnagm é objto garimpagm para diamant m carátr scontínuo constitui boa altrnativa para gração nrgia létrica. A bacia do rio Commoração ou Barão Mlgaço scciona o trato municipal m sua porção cntral, rcbndo como aflunts principais os rios Félix Flury, Franco Frrira, Mlgaçinho, Francisco Buno Corgão. Essa bacia mostra-s notavlmnt aftada por notctonismo, com cursos claramnt ncaixados m linamntos struturais, sndo comuns os canyons, como no Val do Aprtado no rio Francisco Buno, indicados para implantação usinas hidrlétricas. O rio Roosvlt, no xtrmo lst do município, stablc o limit com Vilhna através um traçado sul-nort, on s obsrvam inúmras cachoiras corriras stacando-s o Salto Navaité. No spaço municipal, ocorrm aflunts mnors pla sua margm squrda, mncionando-s apnas o rio Krmit por sr o divisor natural com o município Espigão d'ost. Embarcaçõs pquno port são utilizadas para navgação m trchos sss rios, navgação ssa prjudicada no ntanto, pla xistência numrosas cachoiras, corriras canyons. 4. ECOTURISMO NA AMAZÔNIA 6 A Bacia Amazônica distribuída ao longo sis paíss (Brasil, Pru, Colômbia, Equador, Bolívia Vnzula), ocupa uma ára aproximada 7 milhõs km2, constituindo o maior complxo hídrico-fluvial da Trra, dimnsõs continntais. A florsta tropical brasilira, cuja xtnsão ating crca 3,3 milhõs km2, sobrpõ-s, m gran part, à ára ssa bacia, caractrizando-s por abrigar uma gran riquza biológica, com norm divrsida flora fauna. É consirada uma das últimas rsrvas florstais do planta torna-s ncssário ncontrar altrnativas snvolvimnto sustntávl para a rgião, sm colocar m risco sua prsrvação. Em Rondônia, iniciativas associadas ao coturismo prospram m alguns municípios, ofrcndo ao turista novas opçõs lazr conjugadas ao aprovitamnto sustntávl do mio ambint, forma a prsrvar os cossistmas naturais para graçõs futuras. Nss cnário, são dignas mnção, pla infra-strutura xistnt plo númro visitants, as sguints atraçõs: Pousadas do Guaporé no município Crjiras; Pousada Ecológica Rancho Gran, m Cacaulândia; Hotl Flutuant Maici, m Calama; a Ára Camping Fortalza do Abunã, na localida homônima a Ára Livr Comércio Guajará-Mirim. Entrtanto, a altrnância climática das staçõs sca chuvosa, condiciona a incidência um maior fluxo visitants ao príodo baixo índic pluviométrico, comprndido ntr os mss abril a outubro na maioria dos pontos turísticos. Ess príodo favorávl coinci com as staçõs frias das rgiõs sul sust do país, com consqünt rdução dos fluxos turísticos, qu ntão poriam sr dircionados à rgião amazônica, mantndos assim um fluxo mais rgular turismo no Brasil ao longo do ano. A rgião sust do stado Rondônia, particularmnt o Município Pimnta Buno, aprsnta uma cnário natural xubrant, comprovado m trabalhos

7 CPRM - PRIMAZ campo do PRIMAZ, tais como cachoiras, canyons, grutas, rios, chapadas outras atrativos, gran aplo paisagístico, ofrcndo uma oportunida xprssiva para a implantação do coturismo. Para o propósito st trabalho, coturismo é concituado como sndo "um sgmnto da ativida turística qu utiliza, forma sustntávl, o patrimônio natural cultural, incntiva sua consrvação busca a formação uma consciência ambintalista através da intrprtação do ambint, promovndo o bm-star das populaçõs nvolvidas" (conform finição contida na rfrência bibliográfica 1). 5. HISTÓRICO DO MUNICÍPIO Os primiros rgistros históricos do Município Pimnta Buno rmontam ao ano 1912, quando foi inaugurada, plo ntão Major Cândido Mariano da Silva Rondon, chf da comissão das linhas tlgráficas stratégicas Mato GrossoAmazonas, uma stação tlgráfica localizada na confluência dos rios Apidiá Commoração do hoj Floriano, nominados Pimnta Buno Barão Mlgaço, rspctivamnt. A stação, batizada Pimnta Buno, tv como primiro rsponsávl o guarda-fios Durval Lbr, qu juntamnt com sus familiars outros funcionários do posto, como o guardafios Hrmínio Viira Souza, nomado m 1913, foram os primiros imigrants fixos da rgião, até ntão ocupada por índios da nação Nhambiquara por alguns sringuiros. É intrssant salintar qu a comitiva do Mal. Rondon, composta inicialmnt por 600 homns, stava rduzida a 100 homns quando chgou ao local ssa stação, como consqüência dificuldas ncontradas no trajto. Há rgistros qu m 1924 a ntão chamada Vila Pimnta Buno contava com uma população 24 pssoas, constituída por familiars Durval Lbr, Hrmínio Viira Souza, Cristóvão Olivira, Norbrto José Francisco, Anísio Srrão Carvalho Bnício Tal, sndo 7 sts consirados os mais antigos moradors, ainda cujos scnnts rsim m Pimnta Buno. A nominação dada a ssa vila surgiu como homnagm do próprio Mal. Rondon a José Antônio Pimnta Buno, figura ilustr, portador dos títulos Viscon Marquês São Vicnt, um gran jurista do século XIX. Outra vrsão xplica ss nom ao fato qu o rsponsávl plo posto tlgráfico chamava-s cabo João Pimnta Buno. Até a década 40, o pquno povoado localizado no "pontal" ra formado por crca z casas, m gral pars barro cobrtas folhas palmira, aglomradas ao rdor da stação tlgráfica. Apnas a stação tlgráfica, até ntão o único motivo da xistência da vila, ra constituída m maira lavrada, assoalhada cobrta por tlhas barro. Além do trabalho opração manutnção da stação da linha tlgráfica, os moradors mantinham como atividas, por orintação do Major Rondon, a criação gado a agricultura subsistência, produzindo milho, mandioca, fijão, arroz cana--açúcar, além frutas variadas. Nsta época comçaram a chgar os primiros garimpiros, inicialmnt sózinhos (soltiros, sm família), m busca gmas, formando pqunos núclos ao longo do rio Machado, bm como sringuiros pqunos comrciants, m sua maioria norstinos. Em 1951, os garimpiros Grson Moura Barros, Raimundo Goms da Silva, Enjolras Araújo Vloso, Antônio Bispo Souza, Manol Cassimiro Lima Flávio Dalton, acompanhados suas famílias, construíram suas primiras casas m Pimnta Buno, como apoio a garimpagm diamant, aumntando o númro famílias rsints para algo m torno 40. Nst ano, foi nomada plo govrno a primira profssora, Expdita Ramos Souza, sposa, do guarda-fios Antônio Ramos, qu mantinha uma scola com 22 alunos. Na msma época o garimpiro Enjolras A. Vloso construiu um bar, situado próximo a stação tlgráfica, qu foi postriormnt vndido ao govrno para a instalação da scola "Major Enio".

8 PRIMAZ - Pimnta Buno No ano sguint foi construído um campo pouso, por iniciativa um grupo garimpiros lirados por Donato Frrira Quiroz, Flávio Dalton, Brtoldo Lira Luiz Cipriano, vulgo "Sm Tabla", cujo objtivo ra atrair compradors diamants. Em função sta facilida acsso a localida crscu, tornando-s a s dos garimpos dos rios Apidiá Ji-Paraná o cntro da zona diamantífra, atraindo mais mil pssoas, ntr homns, mulhrs crianças, as quais fixaram-s m Pimnta Buno. No início dos anos 60 o vilarjo comçou a s xpandir fato, com a construção da BR-364 por part do 5o BEC (Batalhão Engnharia Construçõs), quando ntão ocorru uma mudança gradual do povoado, do "pontal" para o local atual, ao longo da rodovia, junto ao barracão da mprsa construtora da BR, até ntão única construção xistnt na ára. Em 1969, com a implantação do PIC Projto Intgrado Colonização por part do INCRA, migrants do sul do país comçaram a chgar m busca trras, fixando-s inicialmnt m áras urbanas. Em Pimnta Buno, ss procsso iniciou-s plo PIC-JYPARANÁ, qu ra formado plos projtos assntamntos Abaitará, Tatu Corumbiara. Ao longo da década 70, milhars famílias vindas principalmnt do Espírito Santo Paraná fixaram-s na rgião, com o apoio dos administradors nomados plo govrno do ntão Trritório Fral Rondônia, sndo ls Raimundo Camlo, Albrto Lit Vicnt Homm Sobrinho. 6. ÁREA DE UNIDADE DE CONSERVAÇÃO O avanço da ocupação humana na Amazônia, trazndo consigo o smatamnto indiscriminado crscnt, a introdução culturas xóticas a criação xtnsiva gado, coloca m risco a sua xcpcional divrsida biológica, os nmismos, a fauna nativa, as struturas gológicas a 8 xprssiva blza paisagística. Para minimizar tal situação, foi criado o Sistma Áras Protgidas, distribuídas m difrnts catgorias, tais como Parqus /ou Florstas Nacionais, Rsrvas Biológicas /ou Extrativistas, Áras Protção Ambintal, Rsrvas Particulars Patrimônio Natural outras. O conjunto das Unidas Consrvação, qu pom sr jurisdição fral, stadual, municipal ou particular, ofrcm, juntamnt com a divrsida cultural as zonas livr comércio, condiçõs favorávis para o snvolvimnto do coturismo na Amazônia. O Município Pimnta Buno, apsar sua ára sr xprssiva (6.058 km2) é praticamnt stituído Unidas Consrvação, xcção fita a uma pquna ára hctars, localizada no xtrmo norst, criada plo Dcrto Estadual nº 4.569/ 90, constituindo part da chamada Florsta Estadual Rndimnto Sustntado do rio Roosvlt. Esta unida, comprndida ntr os rios Krmit Roosvlt a linha 05, não stá ftivamnt implantada, stando atualmnt ocupada pla comunida indígna dos Cinta-Largas, cuja rsrva stá lgalmnt localizada na margm dirita do rio Roosvlt. Então, manira distinta daqula planjada, xist uma crta prsrvação da unida, apsar qu no momnto atual, obsrva-s a rtirada maira nobr ntro da própria Rsrva Indígna, ou sja, a partir da margm dirita do rio Roosvlt m sntido lst. O município dispõ ainda áras com uma blza cênica xcpcional, rduzido impacto ambintal, favorcndo portanto a implantação novas unidas consrvação, sjam staduais ou municipais. A quip do PRIMAZ-PB consira prioritária a ára cobrta pla bacia do rio Chico Buno, aflunt pla margm dirita do médio rio Commoração, on são obsrvadas cachoiras, canyons, sumidouros rios águas cristalinas. Uma altrnativa distinta sria a criação uma Rsrva Particular, a qual poria rcbr, como incntivo, a

9 CPRM - PRIMAZ isnção taxas públicas, ntr as quais o Imposto Trritorial Rural - ITR. praticamnt toda a rgião urbana priurbana; a zona rural é abastcida parcialmnt, inclusiv com a participação usinas létricas particulars. 7. INFRA-ESTRUTURA - Água: o abastcimnto água tratada, ating praticamnt 100% da população urbana; a captação original é no rio Pimnta Buno, bombada para uma Estação Tratamnto Água. Esta água é submtida priodicamnt a tst qualida visando ofrcr um produto boa qualida. - Abastcimnto Combustívis: no prímtro urbano, foram cadastrados 8 (oito) postos combustívis 02 (duas) distribuidoras gás liqüfito, propiciando o plno atndimnto da comunida. Ao longo da rodovia BR-364, xistm igualmnt pqunos postos, aptos a forncr combustívis. - Locadora vículos: inxist localmnt, com os usuários procurando srviços taxi. Trata-s uma oportunida comrcial aos abrta intrssados. - Agência Turismo: apnas uma agência opra com vnda passagm outras atividas afins (Floratur). - Saú: o município dispõ 05 stablcimntos hospitalars, com um total 95 litos, stacando-s a Unida Mista Pimnta Buno (stadual); 05 laboratórios análiss clínicas, 11 drogarias, 25 médicos. Na zona rural xistm alguns postos saú m áras mais habitadas. A stimativa média vida é 59 anos, com uma taxa natalida 5,69/ 100 habitants. - Educação: a r scolar disponibiliza vagas para o nsino básico fundamntal (1o grau) nas zonas urbanas rural 2o grau supltivo apnas na s municipal (scolas staduais). O nsino suprior é ncontrado m cidas vizinhas como Ji- A s municipal é port médio com uma população stimada habitants, com um traçado rgular bm finido. Dispõ dos quipamntos urbanos ssnciais, conform vrifica-s a sguir: R Hotlira: conta com 07 stablcimntos dos quais 02 (Nacional Pirituba Palac) ofrcm mlhors condiçõs hospdagm, com 54 apartamntos confortávis, dispondo ar rfrigrado, TV colorida frigobar. Os mais possum instalaçõs mostas, aquadas a visitants mnos xignts. R Viária: m boa part da cida, na qual s inclui a ára cntral, as ruas são cobrtas por pavimntação asfáltica boa qualida. Na ára rural, além rodovias pavimntadas, xistm stradas vicinais, qu possum condiçõs tráfgo no príodo sco, algumas das quais conduzindo a pontos turísticos. Sistma Bancário: dispõ agências bancárias dos Bancos do Brasil Bamrindus, abrtas aos clints diariamnt, sgunda a sxta-fira, no horário das 10:00 as 15:00 horas. A agência do Banco do Brasil possui comunicação on-lin, facilitando as transaçõs financiras com as mais praças do Brasil. - Aroporto: disponívl para opraçõs diurnas, rstringindo-s a aronavs pquno port. - Comunicação: possui todos os sistmas comunicação, tndo sido implantada rcntmnt a tlfonia clular. - Enrgia: disponívl durant 24 horas/ dia com voltagm 110 volts, cobrindo 9

10 PRIMAZ - Pimnta Buno Paraná, Cacoal Rolim Moura, ou ntão mais distants como Porto Vlho ou m outros stados. - Horário: a hora local possui uma difrnça 1 hora a mnos do horário oficial brasiliro (Exmplo: 12 horas m Brasília corrspon a 11 horas m Pimnta Buno). Evincia-s ssa manira, possuir Pimnta Buno as condiçõs mínimas atndimnto ao fluxo turístico pquno volum; ntrtanto invstimntos vrão sr ftuados, principalmnt na r hotlira, para propiciar uma mlhor qualida hospdagm stimular a prmanência na rgião. 8. ATRATIVOS TURÍSTICOS São scritos a sguir os inúmros atrativos turísticos do município, naturzas cultural natural, nfatizando-s particularmnt aquls mais propícios ao coturismo, on s inclum os sítios naturais favorcidos pla ação do homm. PONTAL: trata-s um local pitorsco intrssant, on ncontram-s as águas dos rios Pimnta Buno Commoração (ou Barão Mlgaço), dando origm ao rio Machado, um dos mais importants do stado. Além da blza do local, voca um momnto histórico, pois ali s ncontram as ruínas do antigo posto tlgráfico instalado plo Marchal Rondon m 1912, qu daria origm postriormnt à Vila Pimnta Buno ( Foto 1 ). Localiza-s a crca 4 quilômtros da ára cntral da cida, no bairro Jardim das Oliviras, sndo acssado por via rodoviária. VALE DO APERTADO: é um local intnsamnt favorcido pla naturza, com cnários blíssimos variados, formados ao longo trchos do rio Commoração, com 10 uma xtnsão stacando-s: 3 a 4 quilômtros, Canyons: rprsntados por trchos stritados st rio, pondo alcançar até 1 m m alguns lugars, por on drna ss rio ( Foto 2 ). Salinta-s qu as rochas formadoras do canyon originam uma passarla natural qu prmit prcorrr boa part sss trchos, aumntando a imponência do local. São obsrvados canyons com até 60m altura no lito do rio Commoração. Cachoiras: formadas por qudas naturais do rio Commoração ao sccionar pardõs rocha arnítica ida palozóica (crca 250 milhõs anos atrás), mrcndo rfrência a cachoira xistnt a jusant da pont sobr o rfrido rio, com uma quda scalonada suprior a 20 mtros ( Foto 3 ). Cavrnas: constitum cavidas naturais, originando abóbadas até 20m altura, favorcidas pla xistência fraturas sccionando camadas arnito; no intrior das msmas drnam pqunos igarapés ou nascnts, qu flum para o rio Commoração, distant 0,2 km a jusant ( Foto 4 ). Esta rgião dista 70 km da cida Pimnta Buno, dos quais 60 km através da Rodovia BR-364, pavimntada apnas 10 km m strada ncascalhada bm consrvada. GRUTAS DE CALCÁRIO: a scobrta calcários na bacia do Igarapé Flix Flury conduziu à intificação várias grutas próximas à atual Usina Calcário da Cia. Minração Rondônia, possuidoras uma blza ímpar, dado a xistência stalactits, stalagmits, formaçõs pitorscas alguns igarapés prmando ssas cavidas ( Foto 5 ). No local, foi implantada uma pquna ára lazr sob a florsta, qu srv apoio aos visitants. É ncssário, no ntanto, consrvar introduzir mlhorias, capazs proporcionar uma aspcto visual mais agradávl, possívl

11 CPRM - PRIMAZ ocorrr através um convênio ntr a Prfitura Municipal a mprsa arrndatária da concssão lavra. A protção das cavidas naturais subtrrânas xistnts no Trritório Nacional, como as xistnts no município, stão assguradas plo Dcrto Fral no o outubro 1990 qu, m su artigo 1o stablc qu "As cavidas naturais subtrrânas xistnts no Trritório Nacional constitum patrimônio cultural brasiliro, como tal, srão prsrvadas consrvadas modo a prmitir studos psquisas, orm técnico-cintifíca, bm como atividas cunho splológico, étnico-cultural, turístico, rcrativo ducativo. ( Anxo A ). O acsso é stablcido através da Rodovia Estadual RO-387 pavimntada (30 km) pla Estrada do Calcário, com rvstimnto primário m boas condiçõs trafgabilida (60 km). SALTO DE NAVAITÉ: trata-s um blíssima conjunto da cachoiras corriras no rio Roosvlt, implantado sobr arnitos prtncnts à Formação Faznda Casa Branca, constituindo um imponnt cnário natural. Formam cachoiras até 10 m altura, qu tornam impraticávl a navgação ( Foto 6 ). As condiçõs atuais do acsso são bastant prcárias, utilizando vicinais trafgávis apnas na stação sca, distando crca 40 km a partir da Mina Calcário da C.M.R., m sntido lst. A Prfitura Municipal Pimnta Buno vrá stablcr nos próximos mss a ligação ntr a rodovia BR364 a Estrada do Agrst através da rcupração da LH-45, fato qu rduzirá a distância favorcrá o acsso. BACIA DO RIO CHICO BUENO: rprsnta uma ára baixo índic impacto ambintal, rplto drnagns águas cristalinas, rcortadas por acints naturais qu molduram a rgião; a origm stá associada a incidência procssos notctônicos, rjuvnscndo a topografia a própria r hidrográfica. 11 Canyons: são frqunts trchos rtilínos comprimidos do rio Chico Buno plo ntalhamnto da drnagm m fraturas rativadas, rduzindo a largura do rio m até 2-3 m. Cachoiras: obsrvam-s inúmras qudas d'água, altura variávl atingindo até m, assntadas sobr rochas arniticas. Uma das cachoiras visitadas xib um sumidouro natural saparcndo por uma xtnsão 30 mtros, aflorando novamnt sob uma laj vrtical pdra, originando uma splêndida piscina natural ( Fotos 7 8 ). O acsso a ssa bacia é ftuado a partir do Val do Aprtado, qu dista 70 km Pimnta Buno, prcorrndo-s ainda crca 25 km m vicinal trafgávl no príodo da sca até atingir os pontos intrss. CACHOEIRAS E CORREDEIRAS: são travssõs rochosos comuns nos rios mais importants do município, rprsntando obstáculos naturais qu no ntanto não impossibilitam a navgação; tornam-s mais salints à mdida qu o nívl fluviométrico sofr rbaixamnto, ao longo da época stiagm. Rio Pimnta Buno: stacam-s as cachoiras da Pdra Rdonda, Rbojo São Paulo. O acsso é ftuado através mbarcaçõs pquno port a partir da cida Pimnta Buno. Rio Roosvlt: são dignas aprciação as cachoiras nominadas Qubra Canoa do Simplício; a jusant da foz do rio Krmit; ainda no rio Roosvlt, mas já no município Vilhna (2 km) obsrva-s a Cachoira das Inscriçõs Indígnas, fac ao gran númro figuras sculpidas nas rochas. O acsso é ftuado a partir linhas vicinais s a Mina Calcário da CMR daí distando crca 30 km ou ntão pla Alia Indígna dos Cinta-Larga, próximo ao Assntamnto Canãa, distando 40 km da msma mina. Salinta-s qu as corriras stão associadas comumnt aos trchos ncachoirados, acarrtando alguma dificulda na navgação; ntrtanto, a

12 PRIMAZ - Pimnta Buno paisagm obsrvada compnsa plnamnt ssa atribulaçõs, como s vrifica na corrira próxima à cachoira do QubraCanoa ( Foto 9 ). Por outro lado, o trajto prcorrido ao longo sss rios ofrc um cnário gran aplo visual, graças a sua blza natural moldurada por cachoiras, corriras, bancos aria moradias típicas, bm como por mantr intacta boa part da vgtação primitiva m suas margns, principalmnt no rio Roosvlt. pom sr aprciados a flora a fauna locais, além dos pqunos igarapés qu prmiam o su intrior. São 8 km trilhas abrtas na mata, qu vm sr prcorridos com o auxilio um guia local, pondo s obsrvar difrnts tipos árvors já intificadas sfrutar da sombra do clima amno sob a cobrtura vgtal. A infra-strutura local ainda carc mlhorias, porém gradativamnt vrão sr canalizados rcursos para a conscução sss objtivos, on a iniciativa privada porá contribuir. PRAIAS NOS RIOS PIMENTA BUENO E COMEMORAÇÃO: no príodo stiagm, os rios amazônicos rduzm su volum d'água, rbaixando snsivlmnt su nívl fluviométrico; com isso, provoca o aparcimnto trchos dos rios margados por praias arnosas, propícias a atividas lazr. Nas proximidas do ncontro das águas dos rios Pimnta Buno Commoração, afloram divrsas praias, frqüntadas por moradors locais visitants, dada a facilida acsso, qualida das águas atrativos do local. A montant dos rfridos rios, xistm outras praias igualmnt atrants, ncssitando-s porém uma mbarcação para atingi-las. A distância stas praias é 2 a 3 km da zona cntral da cida, acssívl através dos bairros marginais aos rios. ALDEIA INDÍGENA: no início do século, a rgião ra ocupada por um númro xprssivo índios prtncnts à Nação Nhambiquara, stablcndo-s ntão os primiros contatos com a comitiva do Mal. Rondon. Com a colonização crscnt, aclrada pla abrtura da Rodovia BR-364, foram s afastando m dirção ao rio Roosvlt, constituindo nos dias atuais a Rsrva Indígna dos Cintas Largas, pla margm dirita do rfrido rio. A aglomração mais important sss índios é a alia localizada a montant da confluência dos rios Roosvlt Krmit próximo da Cachoira do Simplício, rprsntando uma comunida aproximadamnt 100 índios, qu a par sus costums ancstrais ainda prsrvados, sfrutam algumas comodidas mornas como assistência médica nrgia létrica. Com a anuência da FUNAI da própria comunida indígna, um programa visita à alia, aprciando sua cultura forma vivr, rprsntaria uma altrnativa splêndida turismo. O acsso é stablcido por stradas vicinais, distando 45 km Mina da CMR m sntido norst. ATIVIDADES DE PESCA: a psca amadora rcb uma gran afluxo pssoas nos principais rios do município, notadamnt na stiagm, tais como os rios Machado, Pimnta Buno, Commoração Roosvlt, com uma gran varida spécis, sfrutando-s além disso da blza da paz da florsta tropical. PARQUE NATURAL: localizado a 33 km Pimnta Buno através da Rodovia RO pavimntada, o Parqu Natural, mantido pla administração municipal, rprsnta uma xclnt oportunida s intgrar a naturza, prsrvada m sua vgtação original, ocupando uma ára 6 km2, on 12 Cachoira das Inscriçõs Indígnas: a jusant da rfrida alia (2 a 3 km) ainda no rio Roosvlt, staca-s uma cachoira significativo valor cultural dado a gran quantida inscriçõs indígnas nas rochas graníticas, rprsntada por figuras spiraladas, m difrnts formatos dimnsõs ( Foto 10 ).

13 CPRM - PRIMAZ Outras vidências da prambulação indígna são ncontradas no município, mrcndo rfrências as sguints: Val do Aprtado: intificados objtos uso cotidiano uma comunida indígna; Igarapé Cipó: no afloramnto rochoso junto a pont sobr o rfrido rio, divisor natural dos municípios Pimnta Buno Cacoal, foram ncontradas cavidas forma cilíndrica, rtrabalhadas possivlmnt por antigos habitants qu poria srvir como objto para mor alimntos ( Foto 11 ). O acsso é stablcido pla strada RO-383 qu un a cida Cacoal a vila Jaboti. FAZENDA SERINGAL DO OURO: o xtrativismo vgtal, particularmnt da borracha, tv a sua fas áura m Rondônia nas décadas 40 50, com a implantação znas sringais a fixação imigrants norstinos como sringuiros mbrnhados na mata m busca uma produção crscnt látx, ncssária aos mrcados consumidors nacional intrnacional. Em Pimnta Buno, ainda stão prsrvados alguns sringais com produção quas artsanal borracha, stacando-s ntr ls a Faznda Sringal do Ouro, localizado nas cabciras do Igarapé Tupã, um dos formadors do Igarapé Mlgaçinho. Dista 5 km da Rodovia BR daí 21 km para sul m dirção à Vila Guaporé. Trata-s um antigo sringal, prsrvado parcialmnt qu mantém intactas a infra-strutura ncssária para a produção borracha, pondo-s aprciar todas as fass, s a colta ftuada m sringuiras localizadas m trilhas conhcidas como stradas, o próprio lit sringa até os procssos bnficiamnto do produto, tanto pla fumação praticamnt abandonada como pla prnsagm, passando ainda plo quipamnto usado para o trabalho diário, as colocaçõs dos sringuiros, a própria s do sringal. Trata-s um a xpriência inovadora m trmos turismo, caractrizando uma ativida insrida profundamnt no contxto cultural Rondônia. Na Rsrva Extrativista Chico Mns, no vizinho Estado do Acr, colocou- 13 s a disposição turistas uma ára xtração látx, on s po obsrvar todo o procsso forma contínua, apoiado por uma strutura física hospdagm aquada ao local. ESTAÇÃO DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA MINERAL: o Estado Rondônia conta com 03 indústrias ngarrafamnto água minral, sndo uma las, a mprsa Água Minral Lind'Água, implantada m Pimnta Buno, produzindo diariamnt garrafas 500 ml. A origm do produto stá associada a várias fonts surgnts, stablcidas no intrfácis um pósito aluvionar arnoso com folhlhos subjacnts imprmávis, com uma vazão stimada m litros/ hora, a uma tmpratura 27º C. As instalaçõs da indústria constitum um marco rfrência para o município pla qualida da água, tanto plas suas caractrísticas intrínscas (químicas físicas) condiçõs sanitárias do ngarrafamnto, como também pla blza do local, com bosqu aquários água minral roados por um ajardinamnto aprazívl ( Foto 12 ). Situa-s na Linha LH - 36, distant 10 km do cntro da cida dos quais 7 km pla Rodovia BR - 364, acssívl durant a o ano intiro. BALNEÁRIO ARUMÃ: trata-s uma ára lazr implantada nas cabciras um pquno igarapé, cujas águas livrs polunts, são rprsadas smanalmnt para constituir um lago utilizado por habitants locais, notadamnt m finais smana. A ára ocupada plo lago é m2 aproximadamnt possui uma infrastrutura básica para o atndimnto sus frqüntadors, com bosqu, boxs individuais com churrasquiras, ára stacionamnto srviços bar rstaurant ( Foto 13 ). Localiza-s a 3 km do cntro da cida, no stor chácaras sítios, a montant do Laticínio Mirlla. BALNEÁRIO LAGO DO SONHO: st balnário, instalado rcntmnt rprsnta outra altrnativa lazr para a população local msmo municípios vizinhos, fac a amplitu do local a sua blza: Localizado

14 PRIMAZ - Pimnta Buno na Rodovia RO a 20 km Pimnta Buno, xib um lago artificial com mais m2 ára ( Foto 14 ), formado plo rprsamnto prmannt um igarapé; mantém-s trchos vgtação nativa m suas margns, stando dotado uma infrastrutura básica, a qual acrscntam-s srviços bar rstaurant algumas quadras polisportivas cobrtas por aria. Por sr uma strutura m implantação, mlhorias stão sndo introduzidas gradativamnt, o qu proporcionará um maior conforto sgurança aos sus usuários. PISCICULTURA: a rgião amazônica é pródiga m múltiplas spécis pixs habitando sus rios, constituindo-s na bas alimntar sua população. Est cnário favorc a implantação da piscicultura, com a criação m cativiro muitas spécis nativas, como tambaqui, pacu, curimatá, associados com spécis xóticas como carpa tilápia. O mprndimnto mlhor sucdido é a Piscigranja Boa Esprança, localizado a 4 km Pimnta Buno, na Rodovia RO Possui um cntro rprodução pixs com a vnda póslarvas alvinos; inúmros tanqus srvm positário pixs com algum crscimnto, suprindo postriormnt os mrcados local vizinho. Por s constituir uma ára prsrvada parcialmnt m sua vgtação nativa, com tanqus rpltos pixs, amazônicos ou não, a possibilida obsrvar as várias fas su snvolvimnto, constitui-s m uma altrnativa ntrtnimnto aos visitants. ÁREA DE PRESERVAÇÃO: o prímtro urbano dispõ uma rsrva florstal prsrvada parcialmnt, localizada na part sust da cida, cobrindo crca 43,50 ha. Embora sus xtrmos NW SW tnham sido ocupados por stablcimntos scolars rduzindo a ára original, a inxistência parqus no spaço urbano, rcomnda spontanamnt a implantação um projto ambintal visando a sua consrvação, o su uso como uma ára 14 lazr ducação ambintal, sguindo procdimnto smlhant adotado m outros municípios rondoninss. Para isso, mdidas práticas imdiatas poriam sr adotadas tais como: - crto municipal, criando uma ára protção ambintal, m su ntorno; - limitação física da ára o ftivo cumprimnto sua prsrvação; - abrtura trilhas cológicas; - intificação spécis vgtais; - studos qualida das águas xistnts m su intrior; - implantação uma rstrita strutura apoio; Ao nosso vr, sta ára porá rprsntar mais um spaço para a xcução atividas lazr turismo. 9. EVENTOS PERIÓDICOS Durant o transcorrr do ano, são ralizados inúmros vntos no município, promovidos pla administração pública ou por ntidas privadas, visando divulgar a imagm do município proporcionar oportunidas ngócios ou lazr à população local circunvizinha. Entr sts vntos, stacam-s aquls com algum carátr turístico rlatados a sguir: Exposição Agropcuária Industrial Pimnta vnto ralizado Buno: anualmnt no mês stmbro, promovido pla Associação Rural Pimnta Buno, aprsntando xposição animais, produtos agrícolas quipamntos industriais, utilizados m atividas corrlatas, vículos atraçõs parallas como shows artísticos culturais, além comidas típicas. Constitui o vnto maior rprcussão para o município, nvolvndo toda a comunida rprsntants das cidas vizinhas. Arraial Pimnta Pga Fogo: vnto folclórico, promovido pla Prfitura Municipal durant o mês junho, tndo como tma as fstas juninas, tradicionais na rgião nort. A

15 CPRM - PRIMAZ atração principal é a aprsntação quadrilhas bois-bumbá, danças típicas do Nor st, vstindo trajs apropriados, amparados por um gran arraial com barracas iguarias próprias dos fstjos. Fsta da Padroira do Município: m maio, commora-s o dia da padroira da cida, Nossa Snhora Fátima, com missas commoraçõs fstivas. Supr Cross Noturno: tapa do camponato brasiliro Cross m data stablcida pla Fração Brasilira Motociclismo. 10. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES A xcução do PRIMAZ - Pimnta Buno durant os anos , propiciou um conhcimnto amplo profundo do município suas potncialidas para o coturismo, prmitindo a laboração das sguints consiraçõs: - a ativida turística praticamnt inxist m âmbito do spaço municipal, xcto a participação da comunida local m visitas sporádicas a alguns locais, como o Val do Aprtado as Grutas Calcário; - o fluxo "turístico" mais rgular dos moradors locais é dircionado para os balnários mantidos pla iniciativa privada; - os locais qu aprsntam potncialida a visitação pública não dispõm da ncssária infra-strutura, como hotéis, rstaurants, nrgia létrica, tc; locais qu poriam sr potncializados para o turismo ncssitam aquação para torná-los atrants, como por xmplo a Ára Prsrvação no prímtro urbano, o Parqu Natural, o Sringal da Faznda do Ouro, tc; - a maioria da população local, assim como visitants outras rgiõs, praticamnt sconhc os sítios potncialmnt turísticos; Plo lnco atraçõs incluídas nss txto, prn-s o potncial coturístico imnso do município, vndo-s adotar uma política aquada infrastrutura divulgação. Com sua implantação, 15 porá s proporcionar bnfícios a divrsos nívis, stacando-s: - divrsificação da conomia rgional (micro pqunos ngócios); - gração local mprgos; - mlhoramnto das infra-struturas transport, comunicação sanamnto; - criação altrnativas arrcadação para a administração pública as próprias unidas consrvação; - diminuição do impacto sobr o patrimônio natural no plano stético-paisagístico, com a consqünt valorização dos rcursos naturais; - fixação da população no intrior; Para propiciar o snvolvimnto do coturismo no município, rcomnda-s a adoção das sguints mdidas. - com bas nas informaçõs prliminars contidas nst rlatório, procr a um lvantamnto mais talhado dos pontos turísticos, com scrição, filmagm, fotografias dados acsso infrastrutura; - stablcimnto rotiros turísticos basados nos dados coltados, com scrição, acsso infra-strutura hospdagm srviços; - stablcimnto parcrias ntr órgãos públicos, instituiçõs privadas mprsários; - incntivar invstimntos no snvolvimnto do turismo cológico, como hotéis, rstaurants, comunicação, aquação dos sítios slcionados, visando ofrcr maior conforto opçõs aos consumidors m potncial; - stablcr convênios com agências turismo mprsários do stor comércio, qu s bnficiariam dirtamnt com st sgmnto conômico; - promovr o aprovitamnto do coturismo como vínculo ducação ambintal; - stablcr vínculos com órgãos oficiais turismo como a EMBRATUR órgãos ligados ao mio ambint, como IBAMA SEDAM; - laboração vículos publicitários como "folrs, panfltos, films, outros mios, contndo a localização scrição dos

16 PRIMAZ - Pimnta Buno pontos coturistícos para srm distribuídos m hotéis, rstaurants, aroportos, agências turismo, visando divulgar a potncialida turístico do município. Como contribuição, inclui-s m anxo cópia dos itns II.2.1. II do Manual sobr Linhas Crédito, ditado plo Programa Rondonins Tcnologias Apropriadas - PROTA, qu tratam programas projtos associados ao mio ambint coturismo rgional, com linhas financiamnto plo Banco da Amazônia S.A. Consiramos como ára prioritária para as atividas turismo, o Val do Aprtado, qu conta forma imdiata com canyons, cachoiras grutas como atrativos naturais. Com pquno invstimnto, pors-á avaliar a possibilida da prática do "rafting" (canoagm m trchos acintados rios) a obsrvação da flora da fauna 16 (ncssário studos mais prcisos sobr sts itns). Além disso, a implantação uma usina hidrlétrica no local facilitará o forncimnto nrgia létrica. 11. BIBLIOGRAFIA BRASIL - Dirtrizs para uma política nacional coturismo/ Coornação Silvio Magalhãs Barros II Dnis H. M. La Pnha. Grupo trabalho intrministrial MICT/MMA. Brasília: Embratur, VIRGULINO, A. P. - Manual sobr Linhas Crédito. Porto Vlho: SEPLAN/ PROTA/ CNPQ, 1998; il.

17 CPRM - PRIMAZ ANEXOS ANEXO A Dcrto no 99556, 1o outubro Dispõ sobr a protção das cavidas naturais subtrrânas xistnts no Trritório Nacional, dá outras providências. O Vic-Prsint da Rpública, no xrcício do cargo Prsint da Rpública, no uso da atribuição qu lh confr o artigo 84, inciso IV, da Constituição, tndo m vista o disposto nsta, artigos 20, X, 216, como na Li No 6.938, 31 agosto 1981, no Dcrto no , 6 junho 1990, crta: Art. 1o - As cavidas naturais subtrrânas xistnts no Trritório Nacional constitum patrimônio cultural brasiliro, como tal, srão prsrvadas consrvadas modo a prmitir studos psquisas, orm técnico-cintífica, bm como atividas cunho splológico, étnico-cultural, turístico, rcrativo ducativo. Parágrafo Único - Entn-s como cavida natural subtrrâna todo qualqur spaço subtrrâno pntrávl plo homm, com ou sm abrtura intificada, popularmnt conhcido como cavrna, incluindo su ambint, contúdo minral hídrico, a fauna a flora ali ncontrados o corpo rochoso on os msmos s insrm, s qu a sua formação haja ocorrido por procssos naturais, inpnntmnt suas dimnsõs ou do tipo rocha ncaixant. 17

18 PRIMAZ - Pimnta Buno Nsta signação stão incluídos todos os trmos rgionais, tais como gruta, lapa, toca, abismo, furna buraco. ampliar o conhcimnto sobr as cavidas naturais subtrrânas xistnts no Trritório Nacional. Art. 2o - A utilização das cavidas naturais subtrrânas sua ára influência v fazr-s consoant à lgislação spcífica, somnt ntro condiçõs qu assgurm sua intgrida física a manutnção do rspctivo quilíbrio cológico. Parágrafo Único - No cumprimnto do disposto no "caput" st artigo, o IBAMA po ftivar, na forma da li, acordos, convênios, ajusts contratos com ntidas públicas ou privadas, nacionais, ou strangiras. Art. 5o - Para fito st Dcrto, consiram-s: Parágrafo Único - A ára influência uma cavida natural subtrrâna há sr finida por studos técnicos spcíficos, obcndo às pculiaridas caractrísticas cada caso. I - patrimônio splológico: o conjunto lmntos bióticos abióticos, sócioconômicos histórico-culturais, subtrrânos ou suprficiais, rprsntados plas cavidas naturais subtrrânas ou a stas associados; Art. 3o - É obrigatória a laboração studo impacto ambintal para as açõs ou os mprndimntos qualqur naturza, ativos ou não, tmporários ou prmannts, prvistos m áras ocorrência cavidas naturais subtrrânas ou potncial splológico, os quais, modo dirto ou indirto, possam s lsivos a ssas cavidas, ficando sua ralização, instalação funcionamnto condicionados à aprovação, plo órgão ambintal comptnt, do rspctivo rlatório impacto ambintal. II - ára potncial splológico: as áras qu, vido à sua constituição gológica gomorfológica, sjam susctívis ao snvolvimnto cavidas naturais subtrrânas, como as ocorrência rochas calcárias; III - atividas splológicas: as açõs sportivas, ou aqulas técnico-cintíficas prospcção, mapamnto, documntação psquisa qu subsidim a intificação, o cadastramnto, o conhcimnto, o manjo a protção das cavidas naturais subtrrânas. Parágrafo Único - No qu concrn às açõs mprndimntos já xistnts, s ainda não ftivados os ncssários studos rlatório impacto ambintal, vm sts sr ralizados, m prazo a sr fixado plo Conslho Nacional do Mio Ambint - CONAMA. Art. 6o - As infraçõs ao disposto nst Dcrto stão sujitas às pnalidas prvistas na Li no 6.938, 31 agosto 1981, normas rgulamntars. Art. 4o - Cab ao Por Público, inclusiv à União, sta por intrmédio do Instituto Brasiliro do Mio Ambint dos Rcursos Naturais Rnovávis - IBAMA, prsrvar, consrvar, fiscalizar controlar o uso do patrimônio splológico brasiliro, bm como fomntar lvantamntos, studos psquisas qu possibilitm Art. 7o - Est Dcrto ntra m vigor na data sua publicação, rvogadas as disposiçõs m contrário. ITAMAR FRANCO. Brnardo Cabral. 18

19 CPRM - PRIMAZ ANEXO B MANUAL SOBRE LINHAS DE CRÉDITO (PROTA) Itm II Programa Apoio à Prsrvação Sustntação ao Mio Ambint PROSUMAM. Os Objtivos: Racionalizar o uso dos rcursos naturais rnovávis das áras altradas, modo a minimizar o squilíbrio dos cossistmas, através manjo sustntávl. Apoiar a utilização áras altradas, através sistmas altrnativos uso do solo /ou manjo dos rcursos florstais. Incntivar o uso sistma produção qu utilizm tcnologias baixo impacto ambintal. Incntivar apoiar as iniciativas qu vism a rabilitação áras gradadas, priorizando a incorporação sistmas agroflorstais ou rflorstamnto. Estimular os intrsss dos produtors/ mprsas m consirarm o "mio ambint" como variávl conômica nas cisõs sus ngócios. O qu Financia: A intgralização quotas-parts capital social das cooprativas produção; os invstimntos fixo, smifixo, misto (fixo /ou smifixo 19

20 PRIMAZ - Pimnta Buno mais custio) o custio associado para mprndimntos : - criação racional animais silvstrs: capivara, jacaré, tc...), xcto animais m vias xtinção, assim consirados plo Instituto Brasiliro Mio Ambint Rcursos Naturais Rnovávis (IBAMA); - manjo florstal sustntávl, vidamnt aprovado plos órgãos mio ambint; - rabilitação áras altradas /ou m gradação através sistma agroflorstais (silvipastoris, silviagrícolas agro-silvipastoris) rflorstamnto. isolado máquinas quipamntos; formação mão-obra capacitação grncial, ncssários à implantação, ampliação, rforma mornização mprndimntos coturísticos, abrangndo: - mios hospdagm ambintal cológico, tais como "lodgs" (hotéis slva), comprnndo construção civil, quipamntos, instalaçõs, tc...; - campings cológicos trilhas cológicas; - rstaurants cológicos intgrados ao complxo turístico; - pontos parada intgrados ao complxo turístico (pqunas pousadas qu viabilizm garantam o prcurso do rotiro turístico até o su stino final); - infra-strutura transports (trminais turísticos, mbarcaçõs, tc.) outros tipos spcíficos da ativida coturismo; - gração nrgia altrnativa viávl para mprndimnto coturismo; - quipamntos lazr outros ncssários ao xrcício da ativida, intgrados ao projto, a critério do Banco. Os Bnficiários: Emprsas rurais, produtors rurais (pssoas físicas jurídicas) suas associaçõs/cooprativas produção. Itm II Programa Dsnvolvimnto do Ecoturismo Rgional PRODETUR. Os Objtivos: Promovr o snvolvimnto do coturismo m localidas da Amazônia, com potncial cológico; forma consrvacionista, procurando conciliar a xploração turística com o mio ambint, harmonizado as açõs com a naturza, assim como, ofrcr aos turistas um contato íntimo com os rcursos naturais da rgião, buscando a formação uma consciência cológica. OBS: O programa xclui financiamntos isolados vículos, divrsos, móvis, utnsílios similars. Os Bnficiários: Pssoas jurídicas, dirito privado, capital ftivamnt nacional, vidamnt habilitadas pla EMBRATUR, cujo objtivo social sja, xclusivamnt, a ativida turística. O qu Financia: São financiávis o invstimnto fixo; o capital giro isolado; o invstimnto misto (ativo fixo mais capital giro); financiamnto 20

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