I. PROGRAMA GLOBAL DE COMPLIANCE

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1 POLÍTICA DE COMPLIANCE Revisado em Março de 2013

2 I. PROGRAMA GLOBAL DE COMPLIANCE A The Warranty Group, Inc. (corporação) e suas empresas subsidiárias têm o compromisso de realizar seus negócios de modo consistente com os mais altos padrões profissionais e éticos. Para isso, a corporação mantém um programa eficaz de conformidade, conhecido como Programa Global de Compliance, o qual tem os seguintes componentes-chave: Responsabilidade e Supervisão Políticas e Procedimentos Educação e Treinamento Auditoria e Monitoramento Comunicação Interna e Levantamento de Preocupações Avaliação e Disciplina Procedimentos de Ações Corretivas O Programa Global de Compliance tem como finalidade ajudar a corporação a construir uma cultura de conformidade, bem como evitar ou detectar violações das leis, das normas regulatórias e/ou das políticas internas vigentes. Para a consolidação desse programa, a corporação conta com um Diretor Global de Compliance (Global Compliance Officer) e com um Comitê de Compliance Global (Global Compliance Committee). Espera-se que todos os colaboradores, de todos os níveis hierárquicos, incluindo diretores e executivos, cumpram e façam cumprir o Código de Ética e Conduta, as Políticas e Procedimentos Contra Suborno, bem como todas as demais políticas, procedimentos, orientações e treinamento consagrados em toda a corporação. Suspeitas de violações serão investigadas e, quando aplicável, ações disciplinares e medidas corretivas poderão ser adotadas. II. OBJETIVO E APLICABILIDADE DESTA POLÍTICA Alinhada ao Programa Global de Compliance, a EMPRESA (denominação apresentada nesta política referente às empresas do The Warranty Group Brasil: Virginia Surety Companhia de Seguros do Brasil e TWG Warranty Serviços do Brasil), adota a presente Política de Compliance, a qual reflete o comprometimento com a melhoria contínua da qualidade com base na análise, avaliação e desenvolvimento de modo regular do programa de conformidade e do ambiente normativo e de negócios, em constante transformação. Nesse sentido, a presente política busca dar diretrizes para que a EMPRESA, através da área de Compliance e de todos os seus Gestores, desenvolva mecanismos para atender as necessidades do seu negócio e as

3 exigências das normas que regulam o mercado segurador, sempre alinhando os planos de ações aos objetivos estratégicos da EMPRESA, tendo como base os princípios e as boas práticas de Governança Corporativa. Esta Política aplica-se a todos os colaboradores da EMPRESA (internos, externos, estagiários ou terceiros), bem como aos parceiros de negócios, fornecedores e todas as demais partes relacionadas. Em caso de dúvidas ou necessidade de aconselhamento, é importante que se busque auxílio imediato junto à área de Compliance local (Brasil). Cabe-nos ainda ressaltar que atitudes não condizentes com esta Política estarão expostas às sanções transcritas ao longo deste documento ou a critério da Diretoria. A alegação de desconhecimento das regras não será aceita como justificativa no caso de quaisquer desconformidades com a presente Política. III. CONCEITOS COMPLIANCE O termo Compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa cumprir, executar, realizar o que foi imposto, de acordo com alguma diretriz, ou seja, estar em conformidade com leis, regulamentações, políticas e normas internas, e com os princípios corporativos que garantem as melhores práticas de mercado e de Governança Corporativa. Principais aspectos de Compliance: Disseminação da cultura de riscos, controles internos e conformidade; Conduta Ética na condução dos negócios; Definição das funções e alçadas, com a adequada segregação para evitar conflitos de interesses; Treinamento periódico, informação e comunicação (leis, regulamentos e normas); Monitoramento (acompanhamento, testes e planos de ações). Pré-requisito para um funcionamento adequado: apoio da alta-administração da EMPRESA e atuação o mais independente possível dentro da estrutura organizacional.

4 GOVERNANÇA CORPORATIVA É um sistema que assegura a gestão estratégica da organização e a efetiva monitoração dos negócios. A boa Governança tem como princípios a Integridade, Equidade, Transparência, responsabilidade pelos resultados e obediência às leis e regulamentações. As boas práticas de Governança Corporativa tem a finalidade de aumentar o valor da Empresa e contribuir para sua perenidade. A EMPRESA conduz seus negócios com base nesses princípios, com a finalidade de atingir os objetivos Estratégicos da Corporação. Cada Colaborador tem um papel fundamental, para que a EMPRESA possa alcançar os resultados esperados. IV. AMBIENTE REGULATÓRIO Compliance, controles internos e análise de riscos tornaram-se obrigatórios no mercado segurador brasileiro após a publicação da Circular SUSEP nº 249, de 20 de fevereiro de 2004, a qual dispõe sobre a implantação de um Sistema de Controles Internos sobre informações financeiras, operacionais e gerenciais, e sobre o cumprimento das normas legais e regulamentares aplicáveis. Tal Circular apresenta também uma preocupação com a segurança e com a lisura das operações e, por isso, tal sistema deve ser efetivo e consistente. Seguindo o disposto na referida Circular, a diretoria da EMPRESA tem como responsabilidade: A implantação e a manutenção de um Sistema de Controles Internos efetivo, alinhado às melhores práticas e aos princípios de Governança Corporativa, mediante a definição de atividades de controle para todos os níveis de negócios, em consonância com os objetivos estratégicos da organização. O estabelecimento dos objetivos dos mecanismos de controles e seus procedimentos, com verificação sistemática da adoção e do cumprimento dos mesmos; A avaliação contínua dos diversos tipos de riscos associados às atividades da EMPRESA; O acompanhamento e implementação da presente Política de Conformidade, com base na legislação aplicável vigente, revendo-a periodicamente; Promoção de elevados padrões éticos e de integridade e de cultura organizacional que demonstre e enfatize, a todos os colaboradores, a importância dos controles internos e o papel de cada um deles no processo.

5 Além da Circular 249/2004 acima mencionada, existente outras normas regulatórias que norteiam as atividades de Compliance dentro das sociedades seguradoras como, por exemplo, as normas referentes à Prevenção a Fraudes e à Prevenção a Lavagem de Dinheiro. As funções de Compliance, Controles Internos, Gerenciamentos de Riscos e Auditoria Interna estão envolvidas no alinhamento das normas internas ao ambiente de controle necessário para prevenir e combater qualquer ato de natureza ilícita, bem como assegurar que os riscos envolvidos nas operações sejam conhecidos e monitorados continuamente. V. COMPLIANCE NA EMPRESA O Departamento de Compliance da EMPRESA tem como objetivo não só o atendimento às exigências regulamentares, mas também às necessidades de melhorias contínuas em seu sistema de controles internos e à mitigação de riscos relacionados aos negócios da EMPRESA, principalmente, os Riscos de Imagem, Legal/Regulatório e Operacional, o qual inclui os Riscos de Fraude e de Lavagem de Dinheiro, bem como o Risco de Desastre (mais conhecido como risco de interrupção/descontinuidade dos negócios). Através das atividades desempenhadas pelo Departamento de Compliance e de sua atuação junto com os gestores das áreas, qualquer desvio em relação às políticas e normas da EMPRESA é evitado (quando se toma conhecimento prévio do risco inerente à determinada atividade) ou observado e minimizado (quando a divergência é identificada). 1 - CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DOS NEGÓCIOS A Diretoria, os Departamentos de Compliance, Jurídico e de Recursos Humanos irão sempre reforçar a importância do Código, bem como, eventualmente, questionar quanto ao seu conteúdo. Baseado nisto, é recomendável que todos se assegurem de sua perfeita compreensão. Como forma de facilitar o direcionamento de dúvidas, esclarecimentos ou aconselhamento, os departamentos supracitados são os únicos autorizados a dar orientações quanto ao conteúdo do Código. 2 - PREVENÇÃO A FRAUDES Uma das funções do Departamento de Compliance é auxiliar a Diretoria responsável por Prevenção a Fraudes na implementação e manutenção de procedimentos e controles específicos, buscando atender às determinações regulatórias discriminadas na Circular SUSEP nº 344/2007 e mitigar os riscos operacionais. Além disso, a EMPRESA também busca disseminar continuamente a cultura de análise de riscos e controles, principalmente, os relacionados a Fraudes.

6 Testes de controles e trabalhos de auditoria interna também fazem parte do programa de prevenção, bem como a realização de treinamento para os novos colaboradores no momento da integração e reciclagem anual a todos os colaboradores da EMPRESA. 3 - PREVENÇÃO A LAVAGEM DE DINHEIRO No escopo da EMPRESA, é de vital importância à conscientização de todos os colaboradores quanto aos riscos legais e de imagem que estamos expostos no caso de envolvimento, direto ou indireto, em atividades relacionadas aos crimes de Lavagem de Dinheiro (Lei /2012 e Circular SUSEP 445/2012). O Programa (Estudo, Política e Manual) de Prevenção à Lavagem de Dinheiro da EMPRESA está disponível a todos os colaboradores com o intuito de servir como base de consulta sobre a matéria. O Departamento de Compliance estará continuamente aplicando treinamentos aos colaboradores no sentido de disseminar os conceitos e as boas práticas para evitar e controlar todas as atividades que possam, de alguma forma, ferir os princípios contidos no referido Programa. 4 - CANAL DE DENÚNCIA A corporação mantém disponível um canal para denúncias ou relato de preocupações (suspeitas de violações) conhecido como TWG Ethics HotLine, o qual pode ser acessado através do site (link: https://secure.ethicspoint.com/domain/pt/default_reporter.asp) ou pelo telefone Esse canal de comunicação (via internet ou por telefone), assegura a confidencialidade e o anonimato. 5 - PLANO DE CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS O Plano de Continuidade dos Negócios tem como principal objetivo prever algumas situações de emergência que possam vir a interromper os negócios da empresa, bem como traçar as estratégias e planejamento para retomada das atividades em um curto espaço de tempo, minimizando assim, o impacto negativo de um possível desastre ou situação de contingência. Esse Plano é composto pelos diferentes planos desenvolvidos pelas áreas e o Departamento de Compliance é responsável por acompanhar o desenvolvimento dos mesmos e, em conjunto com os gestores, garantir que sejam atualizados e testados periodicamente.

7 VI. DEPARTAMENTO DE COMPLIANCE O Departamento de Compliance da EMPRESA tem como função principal zelar pela conformidade dos processos e operações, bem como pela manutenção de um Sistema de Controles Internos adequado e efetivo. Nesse contexto, o Departamento de Compliance necessita da efetiva participação das demais áreas da EMPRESA para a execução de um trabalho de monitoramento contínuo, com a finalidade de fiscalizar a adequação dos processos e de seus colaboradores às normas legais e regulamentares, evitando e/ou prevenindo eventuais pontos de atrito com as auditorias ou quaisquer Órgãos Reguladores, zelando assim, pela imagem da EMPRESA e pela efetividade/qualidade do seu Sistema de Controles Internos. O Departamento de Compliance também tem como função contribuir, com as diretorias responsáveis e a alta administração da EMPRESA, a implementar e manter Programas de Prevenção a Fraudes e de Prevenção a Lavagem de Dinheiro, bem como o Plano de Continuidade de Negócios, visando a segurança e sustentabilidade da EMPRESA, orientando e auxiliando os gestores na análise dos riscos relacionados aos seus processos e aos controles existentes, acompanhando a implementação de planos de ações, quando necessários. Conforme disposto na Circular 249/2004, já mencionada no início desta Política, a EMPRESA, através do Departamento de Compliance, mantém disponível, para todos os colaboradores (de acordo com suas funções), os Manuais, Políticas e Regulamentos internos vigentes que devem ser sempre compreendidos e respeitados. Quaisquer dúvidas, esclarecimentos ou aconselhamento sobre quais ações podem expor a EMPRESA a algum tipo de risco devem ser, imediatamente, direcionados ao Departamento de Compliance. Através do suporte técnico que o Departamento de Compliance, a EMPRESA busca estar em conformidade com o exigido nas leis e regulamentações vigentes, atendendo a todos os pontos abaixo relacionados: Existência de atribuição de responsabilidades e de delegação de autoridade, observada a estrutura hierárquica da EMPRESA; Segregação de funções atribuídas de forma apropriada aos colaboradores, buscando evitar o acúmulo de responsabilidades conflitantes (ex.: quem solicita, não aprova); Meios de monitoramento, de forma a identificar potenciais áreas de conflito, a fim de minimizá-los; Meios de identificar e avaliar fatores internos e externos que possam afetar ou contribuir adversamente para a realização dos objetivos da EMPRESA;

8 Existência de canais de comunicação que assegurem aos colaboradores, segundo o correspondente nível de atuação, o acesso a confiáveis, tempestivas e compreensíveis informações consideradas relevantes para o desempenho de suas tarefas e responsabilidades; Contínua avaliação dos diversos riscos associados aos negócios da EMPRESA, buscando alinhar o Sistema de Controles Internos aos objetivos estratégicos corporativos; Acompanhamento sistemático das atividades desenvolvidas, de forma que se possa avaliar se os objetivos da EMPRESA estão sendo alcançados, se os limites estabelecidos e as leis e regulamentos aplicáveis estão sendo cumpridos, bem como assegurar que quaisquer desvios identificados possam ser prontamente corrigidos, de forma a garantir a efetividade do Sistema de Controles Internos; e Existência de testes periódicos de segurança para os sistemas de informações, em especial para os mantidos em meio eletrônico. 1 - RESPONSABILIDADES DE COMPLIANCE 1.1 RESPONSABILIDADES DO DEPARTAMENTO Assegurar a conformidade com a legislação vigente, as normas emitidas pelos órgãos reguladores e de acordo com as diretrizes e políticas estabelecidas pela EMPRESA (locais e globais); Disseminar uma cultura de conformidade, controles internos e gestão de riscos, por todos os níveis da EMPRESA, estabelecendo procedimentos e diretrizes; Reportar necessidades de implantação, bem como oportunidades de melhorias, dúvidas e críticas quanto aos elementos que compõem o Sistema de Controles Internos da EMPRESA. Auxiliar os gestores a avaliar e revisar os procedimentos das suas áreas, Oferecer suporte técnico e de pesquisa para as diversas áreas da EMPRESA (operacionais ou não), dentro de sua área de competência, atuando como consultoria, visando minimizar riscos operacionais com impactos regulatórios, entre outros; Adotar procedimento de controle preventivo e detectivo dos pontos potenciais ou efetivos levantados pelas Auditorias (Interna, Externa e SOX), Órgão Regulador (SUSEP), Receita Federal, Ministério Público e outros Órgãos Governamentais; Aplicar treinamento anual (ou quando necessário) a todos os colaboradores da EMPRESA, referente às normas corporativas (EX.: Código de Ética e Conduta, Políticas de Prevenção à Fraude e à Lavagem de Dinheiro, Políticas de Compliance e Controles Internos);

9 Elaborar relatório periódico (mínimo semestral) abordando os componentes do Sistema de Controles Internos, bem como pontos de atenção e principais riscos envolvidos. O referido relatório deverá ser submetido ao Comitê de Compliance e Controles Internos. 1.2 RESPONSABILIDADES COMPARTILHADAS COM OS GESTORES DAS ÁREAS Todos os colaboradores são responsáveis pelo correto funcionamento do Sistema de Controle Interno da EMPRESA. Para isso, os gestores devem acompanhar continuamente todos os processos e atividades, visando assegurar que as operações sejam desempenhadas de forma efetiva. Avaliar continuamente os processos, analisando os riscos envolvidos e garantindo a efetividade dos controles; Assegurar a conformidade regulatória e adequação aos normativos internos, bem como o alinhamento às estratégias de negócios da EMPRESA. Definir os planos de ação para mitigação de riscos identificados e/ou adequação regulatória, se aplicáveis (inclusive sobre os pontos levantados pelas Auditorias e Fiscalizações); e 2 - FUNÇÃO DO DIRETOR DE COMPLIANCE Ao Diretor responsável pelo Departamento de Compliance é atribuída a responsabilidade, perante os órgãos reguladores, quanto ao Sistema de Controles Internos da EMPRESA, eventuais desconformidades com a legislação, principalmente, no que se refere aos procedimentos preventivos contra o crime de Lavagem de Dinheiro. No escopo do Departamento, este tem a responsabilidade de monitorar e definir as prioridades e estratégias, determinando as atualizações, implementações ou exclusões de mecanismos de controles internos (manuais, políticas, etc.). 3 - FUNÇÃO DA EQUIPE DE COMPLIANCE A equipe de Compliance tem como principais atribuições o suporte técnico a todas as áreas no que concerne a esclarecimentos sobre os controles e regulamentos internos, bem como no acompanhamento de conformidade das operações e atividades da EMPRESA com as normas regulamentares (internas e externas) em vigor. Adicionalmente, cumpre-nos esclarecer que toda a equipe de Compliance se reporta, diretamente, ao Diretor de Compliance e Júridico da EMPRESA, executando atividades de monitoramento dos componentes do Sistema de Controles Internos e avaliando os riscos envolvidos nas operações da EMPRESA.

10 4 - COMITÊ DE COMPLIANCE E CONTROLES INTERNOS O Comitê de Compliance e Controles internos têm como objetivo auxiliar a Alta Administração no desempenho de suas atribuições, relacionadas à adoção de estratégias, políticas, mitigação dos riscos identificados inerentes ao negócio e na conformidade com as Normas Internas, Regulamentos e Leis aplicáveis vigentes e nas medidas voltadas a disseminação da cultura de Compliance e Controles Internos dentro da EMPRESA. Cumpre-nos esclarecer que os participantes e a periodicidade do Comitê de Compliance e Controles Internos estão discriminados no respectivo Regulamento, o qual pode ser alterado, sempre que necessário, para atender as exigências legais regulatórias ou para melhor adequação às práticas de Governança Corporativa, sendo obrigatória a anuência de todos os membros permanentes de acordo as necessidades da EMPRESA. 5- COMPLIANCE E AUDITORIA INTERNA Ainda que executem funções afins, Auditoria Interna e Compliance exercem papéis diferentes e suas funções não devem ser confundidas. As funções de Auditoria Interna e de Compliance se complementam, ambas agindo de forma independente para orientar a alta Administração quanto aos eventos que possuem maior exposição a riscos, tendo papéis importantes no processo de Governança Corporativa. O que difere as duas funções é a fase em que cada uma atua: Compliance é contínuo, rotineiro e permanente, enquanto a Auditoria Interna é pontual, aleatória e temporal. VII. TREINAMENTOS A EMPRESA adota um programa de treinamento e sensibilização dos colaboradores quanto à importância dos controles internos e o papel de cada um no processo, disseminando seus princípios e valores, incluindo padrões éticos, de integridade e transparência. A realização de treinamento para os novos colaboradores no momento da integração e a reciclagem anual a todos os colaboradores da EMPRESA é uma prática contínua do Departamento de Compliance. Tais treinamentos têm como objetivo disseminar o conhecimento e buscar o comprometimento de todos os colaboradores em relação às políticas e normas corporativas, principalmente, ao Código de Ética e Conduta, à esta Política de Compliance, bem como às políticas de Controles Internos, de Prevenção a Fraudes e de Prevenção a Lavagem de Dinheiro.

11 Após a participação no Treinamento de Compliance, cada colaborador evidencia seu conhecimento e comprometimento em cumprir com os normativos apresentados, através da assinatura do termo CERTIFICAÇÃO DE COMPLIANCE, documento este que fica armazenado no Departamento de Compliance (original) e no Departamento de Recursos Humanos (cópia - prontuário do colaborador). VIII. REFERÊNCIAS E POLÍTICAS RELACIONADAS LEIS E REGULAMENTAÇÕES Acordos de Basiléia II / Solvência II (Modelos Europeus) COSO (Metodologia de Controles Internos) Lei Sarbanes-Oxley/2002 (SOX) Lei Norte-Americana (EUA) Código Civil Brasileiro Manual de Compliance do Mercado Segurador (CNSeg) Circular SUSEP nº: 249/2004, 280/2004, 342/2007, 344/2007, 445/2012 Resoluções CNSP e Circulares SUSEP vigentes NORMAS INTERNAS As normas e diretrizes contidas neste documento foram desenvolvidas em conformidade com: Código de Ética e Conduta Política de Controles Internos Política e Estudo de Prevenção à Fraudes Política e Estudo de Prevenção a Lavagem de Dinheiro Política de Gestão de Riscos Se você tiver quaisquer dúvidas ou quiser obter maiores esclarecimentos sobre esta Política, entrar em contato com o Departamento de Compliance local. Esta Política é de propriedade da EMPRESA e não deve ser copiada ou repassada a pessoas não autorizadas a fazerem uso da mesma para quaisquer fins.

Revisado em Agosto de 2015

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