Níveis de desfolha tolerados na cultura da soja sem a ocorrência de prejuízos à produtividade

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1 ISSN Níveis de desfolh tolerdos n cultur d soj sem ocorrênci de prejuízos à produtividde Nível de ção e o MIP-Soj No mnejo dequdo d cultur d soj, Glycine mx (Merrill), é crucil doção de estrtégis de controle de insetos-prg dentro do contexto de Mnejo Integrdo de Prgs (MIP). A filosofi do MIP bsei-se n premiss que não são tods s espécies de insetos que necessitm de controle e que lguns níveis de infestção e injúri são toleráveis pels plnts, sem redução econômic d produção finl. N verdde, respost d plnt à desfolh deve ser considerd de form diferencid, um vez que s plnts pssm por diferentes estágios, entre os quis, o d tolerânci deve ser observdo com tenção (Figur 1). No cso d soj, s plnts presentm cpcidde de recuperção à desfolh sofrid. A áre folir restnte, pós o tque dos desfolhdores (lgrts, vquinhs, gfnhotos, etc.) é, se desfolh não for drástic, cpz de relizr fotossíntese suficiente pr grntir produção de energi, que será revertid em bo nutrição pr plnt, fzendo que produção finl por áre sej mesm. Londrin, PR Julho, 21 Autores Adeney de Freits Bueno Engenheiro grônomo, Dr. Embrp Soj CX Postl , Londrin, PR Mrcelo J. Btistel Engenheiro grônomo, mestrndo Universidde de Rio Verde, FESURV/Monsnto do Brsil Rio Verde, GO Nesse contexto, Stern et l. (1959) definirm que menor populção de prgs que pode cusr dnos às plnts é denomind como Nível de Dno Econômico (NDE). Entretnto, pr evitr que esse NDE sej tingido e, consequentemente, que o produtor tenh diminuição n produção d cultur, devem ser considerds diferentes situções de qundo relizr um ção de controle, como, por exemplo, o tempo necessário pr que medids de controle tornem-se eficientes controlndo os insetos, precisão d mostrgem, ftores climáticos que podem trsr relizção d medid de controle, como dificuldde de mquinário de entrr n áre plntd em períodos chuvosos, entre outros ftores que devem ser nlisdos em cd cso especificmente. Sendo ssim, decisão de controlr ou não populção de prgs deve ser relizd, n prátic, sempre com um mrgem de segurnç em relção o NDE. Esse nível de segurnç, que deve ser ligeirmente mis bixo que NDE foto: Jovenil José d Silv Flávio Moscrdi Engenheiro grônomo, Dr. Universidde Estdul de Londrin , Londrin, PR

2 2 Níveis de desfolh tolerdos n cultur d soj sem ocorrênci de prejuízos à produtividde Regine Cristin Oliveir de Freits Bueno Engenheir grônom, Pósdoutornd CAPES/PNPD Universidde de Rio Verde, FESURV/Embrp Soj Rio Verde, GO Mrcelo Nishikw Engenheiro grônomo, Dr. Monsnto do Brsil Gustvo Hidlgo Engenheiro grônomo Monsnto do Brsil Lendro Silv Engenheiro grônomo Monsnto do Brsil Antônio Grci Engenheiro grônomo, M.Sc. Embrp Soj té gosto de 29 Edson Corbo Engenheiro grônomo Monsnto do Brsil Ruben Brito Silv Engenheiro grônomo Monsnto do Brsil Produção Tolerânci Compensção Lineridde Insensibilizção Injúri (Desfolh) Insensibilidde Tolerânci: Sem ocorrênci de redução d produção; produção d plnt sem injúri é igul à produção com presenç d injúri; Compensção: A redução n produção começ ocorrer em rzão do umento d intensidde d injúri; Lineridde: Relção máxim (constnte) de redução de produção com o umento d intensidde de injúri; Insensibilizção: Redução d perd de produção por unidde de injúri; Insensibilidde: Tmbém sem ocorrênci de redução d produção, porém diferentemente d fse de tolerânci, produção d plnt com injúri é menor que produção sem injúri. Figur 1. Curv de produção em função d intensidde de injúri mostrndo relção existente entre produção e desfolh (Adptdo de HIGLEY; PETERSON, 1996). é conhecido como Nível de Controle (NC) ou Nível de Ação (NA) e represent o momento economicmente correto pr que um medid de controle sej inicid e ssim evitr que populção de insetos cresç demsidmente e ultrpsse o NDE (PEDIGO et l., 1986). Sendo ssim, é de extrem importânci o bom senso ness decisão, visto que s condições podem ser vriáveis em cd loclidde o que pode resultr em um escolh por um NA mis próximo ou mis distnte do NDE. No cso d soj, cultur tulmente cultivd em proximdmente 23 milhões de hectres representndo um dos mis importntes produtos de exportção do Brsil (CONAB, 21), o NA sugerido consider populção de insetos-prg, por meio de vlições de mostrs do número de insetos presentes n áre com o uxílio do pno-de-btid, técnic est, considerd lgums vezes muito trblhos. Pr insetos desfolhdores, de form lterntiv, pode-se tmbém utilizr vlição d intensidde de desfolh como referencil. Com relção o número de insetos, o NA recomenddo pr inicir o controle é de 2 lgrts grndes ( 1,5 cm) por metro de fileir de soj. E com relção à desfolh, o NA recomenddo pr indicr o momento certo pr inicir o controle dos desfolhdores é de 3% de desfolh no período vegettivo ou 15% se cultur estiver no estágio reprodutivo de desenvolvimento (Figur 2) (TECNOLOGIA, 28). Apesr d utilizção do NA representr economi pr o produtor e principlmente proporcionr utilizção rcionl do uso de grotóxicos, Desfolh (%) Aplicção de inseticids V1 V2 V3 V4 V5 V6 V7 V8 V9 R1 R2 R3 R4 R5 R6 R7 Ciclo d soj Aplicção de inseticids Figur 2. Exemplo d evolução d desfolh o longo do ciclo d soj com indicção do momento correto pr relizção do controle. NA

3 Níveis de desfolh tolerdos n cultur d soj sem ocorrênci de prejuízos à produtividde 3 evitndo contminção do homem e do mbiente, tem hvido um grnde receio dos sojicultores em esperr que s infestções tinjm o NA pr inicir o controle. Isso tem resultdo no umento do uso de inseticids n soj, muits vezes de form busiv e errône. Os inseticids n cultur d soj não têm sido utilizdos com bse ns infestções ds populções de prgs, o que desrespeit o NA pr cultur, e estão sendo utilizdos bsedos em critérios subjetivos de percepção do gricultor que, gerlmente, utiliz plicções pré-progrmds bseds em clendário visndo, muits vezes, proveitr outrs operções grícols como plicção de herbicids e/ou fungicids (BUENO et l., 21). Grnde prte desse descrédito nos níveis de ção preconizdos pelo MIP-soj está no fto de que os estudos que determinrm estes níveis tulmente recomenddos pr o controle ds principis prgs desfolhdors form relizdos, n miori, n décd de 7 e 8, pesr de lguns trblhos publicdos recentemente mostrrem que estes NAs ind continum confiáveis (COSTA et l., 23, REICHERT; COSTA, 23, PARCIANELLO et l., 24). Entretnto, no século XXI, o cultivo d soj mudou bstnte. Atulmente, encontrm-se disponíveis cultivres mis produtivos, com ciclos e tipos de crescimento diversificdos, lém de outros inúmeros vnços n áre. Sendo ssim, lguns questionmentos como: se os níveis de controle ind estrim válidos pr sojicultur modern, surgirm entre os produtores e podem estr contribuindo pr que tod tecnologi desenvolvid pr o mnejo de prgs n cultur não sej dotd. Isso pode crretr problems ind mis grves e levr um insucesso d cultur e de todos os esforços pr utilizção do MIP-soj. Atques de prgs no início do desenvolvimento d lvour como vquinhs, piolhos de cobr, lesms, lgums lgrts umentm ind mis ess desconfinç dos produtores de soj com relção o uso do NA principlmente qundo s plnts estão com pens s folhs cotiledonres ou s primeirs folhs definitivs. Segundo percepção dos gricultores, est fse poderi ser considerd o momento mis sensível d cultur, qundo os NAs tulmente recomenddos pr desfolh tlvez não pudessem ser tolerdos. N tenttiv de coletr mis ddos visndo responder esss dúvids dos sojicultores, Embrp Soj em prceri com diferentes instituições vêm estudndo o ssunto e prte dos resultdos obtidos té o momento está disponibilizd nest circulr técnic. EXPERIMENTOS DE PESQUISA Ensios com Injúri n fse inicil d lvour: Londrin, PR - Sfrs 21/22 e 22/23 Os experimentos form conduzidos, em condições de cmpo, ns sfrs 21/22 e 22/23, n estção experimentl d Embrp Soj, Londrin, PR, em delinemento em blocos o cso com 11 trtmentos n primeir sfr e 1 trtmentos n segund sfr. Utilizou-se qutro repetições em mbos os ensios, que constrm de seis linhs com espçmento de plntio de,45 m entre linhs e seis metros de comprimento com 18 sementes por metro de soj. A cultivr foi BRS- 133 de crescimento determindo e ciclo médio. Em todos os trtmentos foi utilizd desfolh rtificil relizd mnulmente em cd prcel. Objetivndo grntir mnutenção d desfolh homogêne, em cd trtmento, form relizds plicções semnis de inseticids, sempre que necessário, pr impedir qulquer influênci de prgs que pudesse lterr os níveis de desfolh impostos. Os herbicids e fungicids form utilizdos igulmente em todos os trtmentos, sempre que necessário conforme s prátics usuis utilizds pelos sojicultores. Os trtmentos vlidos form: 1) testemunh (sem qulquer injúri); 2) remoção de 1 cotilédone; 3) remoção de 2 cotilédones; 4) remoção de 2 cotilédones e 1 folh unifoliold; 5) remoção de 2 cotilédones e 2 folhs unifoliolds; 6) remoção de 1 folh unifoliold; 7) remoção de 2 folhs unifoliolds; 8) corte bixo ds folhs unifolids; 9) corte do broto ds folhs trifoliolds; 1) desfolh totl (inclusive folhs trifolids) e, 11) desfolh totl mis remoção d gem picl. No finl do ciclo d cultur foi vlid produção de cd prcel corrigid umidde pr 13%, o estnde finl ntes d colheit, ltur finl ds plnts e ltur d inserção d primeir vgem.

4 4 Níveis de desfolh tolerdos n cultur d soj sem ocorrênci de prejuízos à produtividde Ensios com diferentes níveis de desfolh em diferentes fses do desenvolvimento: Não-Me-Toque-RS e Sorriso-MT - Sfr 28/29 Form conduzidos dois ensios n sfr 28/29, sendo um ensio conduzido em Não-Me-Toque- RS, utilizndo cultivr BMX APOLORR, e um segundo ensio em Sorriso-MT, utilizndo cultivr M8867RR, mbos em delinemento em blocos o cso com 14 trtmentos e qutro repetições que constrm de seis linhs de soj com seis metros de comprimento. O espçmento utilizdo foi de,45 m entre linhs e 18 sementes por metro. Os níveis de desfolh estuddos form estbelecidos com remoção rtificil de 1, 2 e 3 folíolos referentes 33,3%; 66,6% e 1% de desfolh, respectivmente. Objetivndo grntir mnutenção d desfolh homogêne em cd trtmento form relizds plicções semnis de inseticids ou sempre que necessário pr impedir qulquer influênci de prgs, que pudesse lterr os níveis de desfolh impostos. Os herbicids e fungicids form utilizdos igulmente em todos os trtmentos, sempre que necessário conforme s prátics usuis utilizds pelos sojicultores. Os trtmentos vlidos form: Testemunh (sem desfolh); 33,3% de desfolh no estádio V 5 ; 66,6% de desfolh no estádio V 5 ; 1% de desfolh no estádio V 5 ; 33,3% de desfolh no estádio V 8 ; 66,6% de desfolh no estádio V 8 ; 1% de desfolh no estádio V 8 ; 33,3% de desfolh no estádio R 2 ; 66,6% de desfolh no estádio R 2 ; 1% de desfolh no estádio R 2 ; 33,3% de desfolh no estádio V 5 -R 2 ; 66,6% de desfolh no estádio V 5 - R 2 ; 1% de desfolh no estádio V 5 -R 2 ; 1% de desfolh no estádio V 5 -Colheit. No finl do ciclo d cultur foi vlid produção de cd prcel corrigid umidde pr 13%. Ensios com diferentes níveis de desfolh contínu durnte diferentes fses do desenvolvimento: Morrinhos, GO - Sfr 29/21 Form conduzidos três ensios n sfr 29/21 em Morrinhos, GO, sendo dois conduzidos com cultivr M798RR, de crescimento determindo, e um ensio com cultivr M7639RR, de crescimento indetermindo. O delinemento experimentl foi em blocos o cso com sete trtmentos e qutro repetições que constrm de seis linhs de soj com seis metros de comprimento. O espçmento utilizdo foi de,45 m entre linhs e 18 sementes por metro. Os níveis de desfolh estuddos form estbelecidos desde o estádio V 1 com remoção rtificil semnl de ½ e 1 folíolo referente 16,7% e 33,3% de desfolh, respectivmente. Objetivndo grntir mnutenção d desfolh homogêne em cd trtmento form relizds plicções semnis de inseticids ou sempre que necessário pr impedir qulquer influênci de prgs que pudesse lterr os níveis de desfolh impostos. Os herbicids e fungicids form utilizdos igulmente em todos os trtmentos, sempre que necessário conforme s usuis prátics utilizds pelos sojicultores. Os trtmentos vlidos form: Testemunh (sem desfolh); 16,7% e 33,3% de desfolh em todo o período vegettivo; 16,7% e 33,3% de desfolh em todo o período reprodutivo e 16,7% e 33,3% de desfolh em todo o período de desenvolvimento d cultur (vegettivo e reprodutivo). No finl do ciclo d cultur foi vlid produção de cd prcel corrigid umidde pr 13%, o número de plnts por hectre e ltur ds plnts no momento d colheit. Análise dos resultdos Os resultdos obtidos form nlisdos e s médis de cd trtmento form comprds pelo teste de Tukey, 5% de probbilidde (SAS INSTITUTE, 21). RESULTADOS OBTIDOS QUE COMPROVAM A SEGURANÇA DOS NÍVEIS DE AÇÃO RECOMENDADOS Ensios com injúri n fse inicil d lvour: Londrin, PR - Sfrs 21/22 e 22/23 Em gerl, os resultdos obtidos form similres ns sfrs 21/22 e 22/23 (Tbels 1 e 2). No ensio conduzido n primeir sfr, s plnts de soj ds quis form removids os dois cotilédones e mis s dus folhs unifoliolds

5 Níveis de desfolh tolerdos n cultur d soj sem ocorrênci de prejuízos à produtividde 5 (trtmento 5) teve ltur esttisticmente inferior os demis trtmentos, ssim como, qundo houve desfolh totl (trtmento 1) e desfolh totl mis destruição d gem picl (trtmento 11) (Tbel 1). Esses resultdos form semelhntes os d segund sfr, pr o trtmento com remoção dos dois cotilédones e dus folhs unifoliolds (trtmento 5) que foi o trtmento de plnts com menor porte. No entnto, esse resultdo foi esttisticmente igul o trtmento 1 (desfolh totl), trtmento 4 (remoção de 2 cotilédones + 1 folh unifoliold), 6 (remoção de 1 folh unifoliold) e 7 (remoção de 2 folhs unifoliolds) (Tbel 1). A redução d ltur d plnt linermente relciond o desfolhmento foi reltd nteriormente pr cultur d soj por Ostlie e Pedigo (1985). A desfolh no período vegettivo d soj, usulmente, tem pouco efeito n produção, principlmente devido à grnde cpcidde de recuperção d plnt neste período, que emite muits folhs novs (BOARD et l., 1994). Além d cpcidde de recuperção d soj, precismos considerr tmbém que plnt tem crcterístic de produzir áre folir em excesso. Há váris referêncis n litertur de espécies de plnts que produzem mis áre folir do que relmente necessitm sendo que mesmo com um pouco de desfolh ind mostrm máxim interceptção d rdição solr pels folhs remnescentes (BROUGHAM, 1956, 1958; DAVIDSON; DONALD, 1958; WATSON, 1958; MURATA, 1961; STERN; DONALD, 1962). Aind, é importnte slientr que esses trtmentos de injúri extrem vlidos nesses experimentos representm um desfolh que pens eventulmente ocorre n cultur d soj, qundo Tbel 1. Altur médi ds plnts e d inserção d primeir vgem (±EP) pós injúri rtificil em diferentes intensiddes relizds ns plnts de soj (BRS133). Londrin, PR - Sfrs 21/22 e 22/23. Intensidde de injúri 1-Testemunh (sem injúri) Altur ds plnts (cm) n colheit Altur (cm) d inserção d 1ª vgem Sfr 21/22 1 Sfr 22/23 1 Sfr 21/22 1 Sfr 22/ ,38 ± 1,4 66,5 ± 4,28 14,8 ±,56 14,98 ±,78 2-Remoção de 1 cotilédone 57,4 ± 3,18 b 62,38 ± 2,99 b 12,13 ± 1,28 b 15,73 ±,64 3-Remoção de 2 cotilédones 53,58 ± 1,42 b 66,18 ± 2,58 1,18 ±,63 bcd 14,78 ±,46 4-Remoção de 2 cotilédones + 1 folh unifoliold 51, ± 1,69 b 51,3 ± 4,17 bc 1,28 ±,2 bc 13,53 ±,34 5-Remoção de 2 cotilédones + 2 folhs unifoliolds 6-Remoção de 1 folh unifoliold 7-Remoção de 2 folhs unifoliolds 8-Corte bixo ds folhs unifoliolds 22,55 ± 2,24 c 38,35 ± 7,8 c 6,55 ±,43 de 8,53 ± 1,5 b 55,8 ± 2,87 b 57,38 ± 3,55 bc 12,7 ± 1,16 b 13,7 ±,42 52,4 ± 4,45 b 54,53 ± 2,24 bc 11,63 ±,82 b 13,98 ±,41 55,63 ± 2,13 b 58,53 ± 3,1 b 12,6 ± 1,27 b 14,18 ±,14 9-Corte do broto ds folhs trifoliolds 59,85 ± 1,84 b 58,15 ± 4,99 b 13,23 ±,38 b 14,13 ± 1,25 1-Desfolh totl (inclusive folhs trifoliolds) 19, ± 2,8 c 44,15 ± 6,2 bc 6,88 ±,33 cde 13,27 ±,38 11-Desfolh totl + gem picl 2,5 ±,49 c - 2 5,43 ±,75 e - 2 CV (%) 8,43 14,31 14,5 8,99 1 Médis seguids pel mesm letr em cd colun não diferem esttisticmente entre si pelo teste de Tukey; 2 Trtmento não relizdo.

6 6 Níveis de desfolh tolerdos n cultur d soj sem ocorrênci de prejuízos à produtividde há presenç de lgrts grndes, ou sej, nos últimos instres, muits vezes, provenientes d cultur ou vegetção nterior o plntio d soj, por exemplo. O trtmento 5 (remoção de dois cotilédones e mis s dus folhs unifoliolds) tmbém fez que plnt, lém do porte mis bixo, tivesse um ltur d inserção d primeir vgem esttisticmente menor n primeir e segund sfr (Tbel 1). A inserção mis bix d primeir vgem pode ser um repost fisiológic d plnt à injúri sofrid, num tenttiv de reduzir os dnos provocdos grntindo produção de sementes. Com relção o estnde finl n colheit, os resultdos dos trtmentos com injúri mis intens (trtmentos 5, 1 e 11) form os que tiverm o menor estnde de plnts, esttisticmente inferior os demis trtmentos no primeiro no do ensio (Tbel 2). No segundo no do ensio, os resultdos obtidos form semelhntes pr o trtmento cinco, ms qundo desfolh totl foi impost no trtmento 1, com plnts com folhs trifolids, s mesms conseguirm se recuperr e não morrerm o que grntiu um estnde esttisticmente semelhnte o d testemunh (Tbel 2). A redução de estnde relciondo à desfolh pode prejudicr produção devido à diminuição do número totl de plnts por hectre, o que é prejudicil à cultur conforme reltdo por Prcinello et l. (24) e foi o que provvelmente ocorreu nos trtmentos com 1% de desfolh. A desfolh cusd no primeiro no nos trtmentos 5, 1 e 11 (1%) foi suficiente pr cusr morte de plnts, e consequentemente redução do estnde finl n colheit, o que tmbém reduziu significtivmente produção (Tbel 2). De modo Tbel 2. Estnde n colheit e produção (±EP) pós injúri rtificil em diferentes intensiddes relizds ns plnts de soj (BRS133). Londrin, PR - Sfrs 21/22 e 22/23. Intensidde de injúri Estnde n colheit (6m de linh) Produção (kg/h) 13% de umidde Sfr 21/22 1 Sfr 22/23 1 Sfr 21/22 1 Sfr 22/ Testemunh (sem injúri) 79,5 ± 3,17 89,25 ± 1, ,83 ± 242, ,73 ± 166,6 ns 2-Remoção de 1 cotilédone 76,5 ± 2,22 88,75 ± 5, ,7 ± 351,65 269,53 ± 186,33 3-Remoção de 2 cotilédones 63,25 ± 4,9 85,25 ± 1, ,3 ± 156, ,8 ± 156,6 4-Remoção de 2 cotilédones + 1 folh unifoliold 63,75 ± 4,4 85, ± 9,29 287,8 ± 78,14 267,45 ± 166,64 5-Remoção de 2 cotilédones + 2 folhs unifoliolds 6-Remoção de 1 folh unifoliold 24, ± 7,6 b 37,33 ± 1,33 b, ±, b 1947,13 ± 395,27 76,25 ± 4,31 91, ± 3,56 24,9 ± 265, ,73 ± 287,43 7-Remoção de 2 folhs unifoliolds 8-Corte bixo ds folhs unifoliolds 9-Corte do broto ds folhs trifoliolds 1-Desfolh totl (inclusive folhs trifoliolds) 71,75 ± 2,56 8, ± 4,4 1773,33 ± 264,35 248,95 ±179,82 77,25 ± 3,97 93,25 ± 2, ,98 ± 37, ,48 ± 86,58 81, ±,91 85, ± 2,8 296,58 ± 148,5 2438,63 ± 299,7 22,75 ± 3,84 b 94, ± 2,8, ±, b 2252,35 ± 256,18 11-Desfolh totl + gem picl 36,75 ± 13,89 b - 2, ±, b - 2 CV (%) 16,64 8,8 29,15 18,1 1 Médis seguids pel mesm letr em cd colun não diferem esttisticmente entre si pelo teste de Tukey; 2 Trtmento não relizdo; ns Diferenç não significtiv.

7 Níveis de desfolh tolerdos n cultur d soj sem ocorrênci de prejuízos à produtividde 7 semelhnte no segundo no do experimento, desfolh de 1% impost no trtmento 5 foi suficiente pr mtr plnts, o que não ocorreu com o trtmento 1 provvelmente porque s condições climátics fvoráveis permitirm um recuperção d plnt mesmo com um desfolh drástic (Tbel 2). Esses resultdos permitem concluir que s plnts de soj, mesmo em seus estágios iniciis de desenvolvimento, possuem um grnde cpcidde de recuperção em relção à desfolh, sendo que, reduções de produção são pens cusds qundo desfolh sofrid é suficiente pr cusr morte d plnt, diminuindo significtivmente o estnde de plnts. Ess redução do estnde somente conteceu com ocorrênci de injúris intenss, ou sej, qundo há destruição totl ds plnts (1% de desfolh). Isso comprov que o nível de ção recomenddo de 3% de desfolh no período vegettivo d cultur é relmente seguro mesmo pr plnts novs e que qulquer plicção preventiv de inseticids ntes desse nível ser tingido é desnecessári, umentndo pens o custo de produção pr o sojicultor sem qulquer benefício prente pr produção. Ensios com diferentes níveis de desfolh em diferentes fses do desenvolvimento: Não-Me-Toque-RS e Sorriso-MT - Sfr 28/29 Os resultdos obtidos n sfr 28/29 em dus locliddes form ligeirmente diferentes entre si. Em gerl, é possível slientr que produção do ensio conduzido em Não-Me-Toque-RS foi menos impctd pel desfolh em relção o ensio conduzido em Sorriso, MT, mostrndo que cpcidde d plnt em tolerr desfolh pode vrir em relção diferentes ftores como o cultivr, nutrição do solo e d plnt, índices de pluviosidde, entre outros pontos que interferem n relção inseto-plnt (HAILE, 2, 2b). Entretnto, nenhum resultdo mostrou qulquer indicção que o NA sugerido pel pesquis pudesse não ser seguro. No ensio conduzido em Não-Me-Toque-RS, produção do trtmento com desfolh de 33,3% qundo plnt estv em V 5 foi inclusive numericmente superior o trtmento testemunh (sem desfolh) pesr dess diferenç não ser esttisticmente significnte, o que mostr que provvelmente foi um conseqüênci do cso e pode ser vriável ns diferentes situções de cultivo (Figur 3) como o que ocorreu no ensio de Sorriso-MT, em que produção desse trtmento foi, o contrário, ligeirmente inferior pesr de ind esttisticmente igul à testemunh sem desfolh. Entretnto, é importnte slientr que um pequeno umento n produção ds plnts com bixos níveis de desfolhd já foi nteriormente reltdo n litertur (HIGLEY; PETERSON, 1996). Isso pode eventulmente ocorrer porque perd folir é compensd com um mior penetrção d luz té s folhs inferiores, que ntes estvm sombreds, umentndo deste modo produção de fotossintetizdos totl d plnt e fzendo com que mesm mntenh produção de grãos semelhnte à testemunh sem desfolh ou té mesmo presente produção ligeirmente superior (TURNIPSEED, 1972). No período vegettivo do ensio de Não-Me- Toque-RS nenhum intensidde de desfolh reduziu significtivmente produção de soj em relção à testemunh sem desfolh (Figur 3), o que comprov grnde cpcidde de recuperção Produtividde (kg/h) Não-Me-Toque-RS sfr 28/ b bc bc bc 3 bc bc Testemunh Sorriso, MT sfr 28/29 4 bc bc bc 35 bcd e Testemunh 33,3% (V5) 33,3% (V5) 66,6% (V5) 66,6% (V5) 1% (V5) 1% (V5) 33,3% (V8) 33,3% (V8) 66,6% (V8) 66,6% (V8) 1% (V8) 1% (V8) 33,3% (R2) 33,3% (R2) 66,6% (R2) 1% (R2) 33,3% (V5-R2) 66,6% (V5-R2) 1% (V5-R2) 1% (V5-Colheit) Intensidde de desfolh (%) Figur 3. Produtividde (±EP) 13% de umidde dos grãos pós diferentes intensiddes de desfolhs (%). Médis seguids pel mesm letr não diferem esttisticmente entre si pelo teste de Tukey 5% de probbilidde em cd ensio. f bc 66,6% (R2) b b 1% (R2) cde c 33,3% (V5-R2) g b 66,6% (V5-R2) b bc 1% (V5-R2) 1% (V5-Colheit) de d h i d

8 8 Níveis de desfolh tolerdos n cultur d soj sem ocorrênci de prejuízos à produtividde ds plnts de soj mesmo com níveis de desfolh bstnte ltos de 67 e 1% (BEGUN; EDEN, 1976; GAZZONI; MINOR, 1979). No período vegettivo do ensio relizdo em Sorriso-MT, somente s desfolhs de 66,6% e 1%, relizds mbs nos estádios V5 e V8, reduzirm esttisticmente produção em relção à testemunh (Figur 3). Assim, é possível slientr que o NA sugerido pr inicir o controle dos desfolhres de 3% de desfolh no período vegettivo d soj é bstnte seguro pr o produtor. No período reprodutivo, considerdo o menos tolernte à desfolh (FEHR et l., 1981; GAZZONI; MOSCARDI, 1998), pens os trtmentos com desfolh contínu de 1% entre os estádios V 5 e R 2 ou entre V 5 e o momento d colheit form suficiente pr reduzir produção no ensio de Não-Me-Toque-RS (Figur 3). No ensio de Sorriso-MT somente os trtmentos com 33,3% de desfolh nos estádios R 2 e desfolh contínu entre V 5 -R 2 não presentrm redução n produção. Entretnto, tods esss intensiddes de desfolh form bem cim do NA recomenddo pr ess fse de desenvolvimento d cultur que é de 15% de desfolh. Assim, de modo semelhnte o NA recomenddo n fse vegettiv, pr fse reprodutiv o NA sugerido de 15% tmbém se mostrou seguro. Ensios com diferentes níveis de desfolh contínu durnte diferentes fses do desenvolvimento: Morrinhos, GO - Sfr 29/21 Os resultdos obtidos n sfr 29/21 form semelhntes. Todos os trtmentos com desfolh, tnto no período vegettivo qunto no reprodutivo d cultur d soj, não mostrrm ser suficientes pr cusr redução do estnde finl de plnts em relção à testemunh sem desfolh (Figur 4). Entretnto, mesmo sem necessidde de utilizr qulquer medid de controle, o produtor de soj tem receio de tolerr esss intensiddes de desfolh sem relizr lgum plicção de inseticids. Normlmente, o principl motivo desse receio é o specto visul que soj desfolhd oferece, podendo precer menos trente e sudável em relção à soj não desfolhd e, portnto, menos produtiv, o que os resultdos comprovm não ser verdde. É correto firmr que s plnts desfolhds podem ficr com um Número de plnts por hectre M7639RR Morrinhos, GO sfr 29/21 Ensio M798RR Morrinhos, GO sfr 29/21 Ensio Testemunh M798RR Morrinhos, GO sfr 29/21 Ensio Testemunh Testemunh 16,7% - vegettivo 16,7% - vegettivo 16,7% - vegettivo Crescimento determindo 33,3% - vegettivo Crescimento determindo 33,3% - vegettivo Crescimento indetermindo 33,3% - vegettivo Intensidde de desfolh (%) Figur 4. Estnde médio (±EP) de plnts no momento d colheit pós diferentes intensiddes de desfolhs (%). Médis seguids pel mesm letr não diferem esttisticmente entre si pelo teste de Tukey 5% de probbilidde em cd ensio. porte menor do que s não desfolhds (FEHR et l., 1981; HIGGINS et l., 1983; OSTLIE; PEDIGO, 1985), como foi observdo nos ensios relizdos n sfr 29/21, ms somente s plnts com mior intensidde e durção d desfolh tiverm o tmnho esttisticmente inferior o d testemunh (Figur 5). Entretnto, mesmo pr s plnts de soj com tmnho menor não foi observdo diferenç n produção de cordo com os resultdos obtidos (Figur 6). À exceção d desfolh contínu de 33,3% durnte todo o ciclo d lvour no ensio 2 d sfr 29/21, não houve outr diferenç esttístic n produção entre s diferentes cultivres com os diferentes trtmentos, independentemente d cultivr ser de hábito de crescimento determindo ou indetermindo (Figur 6). É importnte ressltr que o produtor de soj não será remunerdo pel prênci ds plnts de soj e sim pel produção de grãos, o que comprovdmente não tem sido fetd por desfolhs de té 3% no período vegettivo ou

9 Níveis de desfolh tolerdos n cultur d soj sem ocorrênci de prejuízos à produtividde M798RR Morrinhos, GO sfr 29/21 Ensio 1 M798RR Morrinhos, GO sfr 29/21 Ensio b bc b b b Crescimento determindo c Crescimento determindo Altur de plnts (cm) Testemunh Testemunh 16,7% - vegettivo 16,7% - vegettivo 33,3% - vegettivo 33,3% - vegettivo M798RR Morrinhos, GO sfr 29/21 Ensio 2 b bc b bc bc c Crescimento determindo M7639RR Morrinhos, GO sfr 29/21 Ensio 3 b b b b b Produção (kg/h) Testemunh Testemunh 16,7% - vegettivo 16,7% - vegettivo 33,3% - vegettivo 33,3% - vegettivo M798RR Morrinhos, GO sfr 29/21 Ensio b b b b b b Crescimento determindo M7639RR Morrinhos, GO sfr 29/21 Ensio Crescimento indetermindo Crescimento indetermindo Testemunh 16,7% - vegettivo 33,3% - vegettivo Intensidde de desfolh (%) Testemunh 16,7% - vegettivo 33,3% - vegettivo Intensidde de desfolh (%) Figur 5. Altur médi (±EP) ds plnts (cm) no momento d colheit pós diferentes intensiddes de desfolhs (%). Médis seguids pel mesm letr não diferem esttisticmente entre si pelo teste de Tukey 5% de probbilidde em cd ensio. de té 15% no período reprodutivo, que são os níveis de ção sugeridos pr inicir o controle de desfolhdores n cultur. Pelo contrário esse NA ind tem um grnde mrgem de segurnç, mesmo em nos com condições climátics dverss e pr diferentes cultivres (GAZZONI; MOSCARDI, 1998; REICHERT; COSTA, 23; COSTA et l. 23; PARCIANELLO et l. 24), como pôde ser observdo nos trtmentos com intensiddes de desfolhmento superior o NA, e que mesmo ssim não reduzirm esttisticmente produção (Figurs 3 e 6). CONSIDERAÇÕES FINAIS Infelizmente, devido principlmente o receio dos produtores em tolerr os níveis de ção recomenddos pel pesquis, está hvendo um grnde retrocesso do MIP-soj nos últimos nos, fzendo com que os números de plicções de Figur 6. Produção médi (±EP) 13% de umidde dos grãos pós diferentes intensiddes de desfolhs (%). Médis seguids pel mesm letr não diferem esttisticmente entre si pelo teste de Tukey 5% de probbilidde em cd ensio. produtos fitossnitários cresçm busivmente, retrocedendo-se à quntidde de inseticids utilizdos n décd de 7, ntes d implntção do MIP-soj. No início d décd de 7, tínhmos proximdmente seis plicções em médi de inseticids por ciclo d soj, com produtos de lrgo espectro de ção. Com crição d Embrp Soj, em 1975, e em conjunto com Emter, o IAPAR e outrs instituições prceirs form inicidos os trblhos de MIP-soj visndo o uso rcionl de inseticids n cultur e preservção do controle biológico nturl. A prtir dess prceri form determindos os níveis de ção pr s principis prgs (desfolhdors e sugdors) d soj e pssou-se então recomendr o uso de inseticids pens qundo necessário, ou sej, qundo populção de prgs estiver igul ou cim do NA e com preferênci à utilizção de produtos seletivos, que preservem ção do controle biológico nturl. Em lguns nos de trblho e

10 1 Níveis de desfolh tolerdos n cultur d soj sem ocorrênci de prejuízos à produtividde pós o treinmento e divulgção desses níveis, lido com difusão de outrs tátics de MIP, o qudro de plicção de grotóxicos foi revertido pr em médi dus plicções por ciclo d cultur. Entretnto, o desrespeito os NAs ocorrido nos últimos nos tem resultdo no umento do uso busivo e errôneo de grotóxicos. As plicções de inseticids não têm sido mis bseds n populção de prgs, respeitndo-se o nível de ção, e pssrm ser dotds com critérios subjetivos de percepção dos sojicultores, que utilizm plicções pré-progrmds em clendário visndo, muits vezes, proveitr outrs operções grícols como plicção de herbicids e/ou fungicids. Com isso, tulmente, s plicções voltrm tingir médi de qutro seis plicções por ciclo. O umento desordendo do uso de inseticids tem ocorrido em todo o cenário ncionl d cultur d soj, prejudicndo ção dos inimigos nturis ds prgs e permitindo surtos de rtrópodes, nteriormente, considerdos sem importânci econômic, o que por su vez, exige umento do número de plicções de inseticids e ssim cus o chmdo efeito csct. Desse modo, o uso de inseticids cresce ssustdormente n cultur e o MIP-soj vi cd vez mis deixndo de ser utilizdo, o que pode o longo do tempo comprometer tod cdei produtiv d cultur, tornndo o cultivo inviável o produtor, pois o custo de produção é drsticmente umentdo. As prgs secundáris sempre existirm n soj, ms erm mntids em equilíbrio, ou sej, bixo do nível de dno econômico, grçs à ção do controle biológico nturl. Com redução d ção do controle biológico nturl populção de insetos cresce descontroldmente e pss ocupr ptmres cim do nível de dno econômico (Figur 7). Um dos miores exemplos de prgs que ssumiu grnde importânci n cultur d soj foi lgrtfls-medideir, Pseudoplusi includens, que n últim décd tornou-se um ds principis prgs d cultur no Brsil. No entnto, outrs espécies tmbém pssm ter ocorrênci de lts infestções n soj, como o complexo de lgrts do gênero Spodopter (lgrt pret d soj), mosc-brnc, Bemisi tbci, e os ácros, entre outros rtrópodes. Pr piorr ind mis esse cenário, muits vezes os produtores ou té mesmo ssistênci técnic menos preprd, o perceberem bix infestção de prgs decidem usr doses de inseticids bixo do registrdo pr uso n cultur, o que é populrmente conhecido com uso do proveitmento de operção, que segundo percepção do produtor é utilizdo Momento 1 (ntes do grotóxico não seletivo): Presenç do controle biológico nturl Momento 2 (pós o uso do grotóxico não seletivo): Ausênci do controle biológico nturl POPULAÇÃO DE INSETOS Aplicção de grotóxicos não seletivo TEMPO Flutução d populção no momento 2 = Prg-chve Nível de Dno Econômico Flutução d populção no momento 1 = Prg-secundári Figur 7. Alterção do nível de equilíbrio populcionl d prg-secundári pr prg-chve em decorrênci do desequilíbrio cusdo por plicções de grotóxicos não seletivos que eliminm os rtrópodes benéficos (inimigos nturis).

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