PERÍODO TRANS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA GERAL: O CUIDADO COM ÊNFASE NOS ASPECTOS EMOCIONAIS 1

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1 PERÍODO TRANS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA GERAL: O CUIDADO COM ÊNFASE NOS ASPECTOS EMOCIONAIS 1 Marister PICCOLI 2 Jacó Fernando SCHNEIDER 3 Ariana Rodrigues Silva CARVALHO 4 INTRODUÇÃO: Os pacientes que se submeterão a procedimento cirúrgico, e que necessitam de internação, são vitimas de trauma, agudamente doentes, submetidos a grandes cirurgias, que necessitam de cirurgia de emergência, alem daqueles com distúrbios clínicos colaborativos (SMELTZER; BARE, 2002). Nesse sentido, a presente investigação enfoca a assistência de enfermagem no período trans-operatório. A assistência de enfermagem ao ser humano, como um ser não divisível, é um dos pontos abordados pela enfermagem, sendo a atenção integral ao paciente, sua família e aqueles que são importantes a ele enfatizada e ensinada nas escolas (PICCOLI; GALVÃO, 2004). Desta forma, a dor, o sofrimento, a angústia e a morte, passam a fazer parte do processo viver e existir, sendo que o homem considera sua saúde como fonte de vida. No entanto, existe incongruência, quando falamos em ser humano com saúde. A desestabilização sócio-econômica evolutiva, a dificuldade na sobrevivência da saúde pública e o crescimento demográfico levam-nos a pensar que é muito difícil viver com saúde. Não somente na área da saúde, mas sempre que valores como vida, morte, sofrimento, tristeza e perda estão em discussão, os problemas culturais tornam-se 1 Projeto de Pesquisa concluído que teve o seu desenvolvido no período de abril de 2000 a outubro de 2002 na Universidade Estadual do Oeste do Paraná, cadastrado na Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação. 2 Enfermeira, Doutoranda em enfermagem Fundamental pela EERP/USP. Professora da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Rua Paraná, 2447, ap.18. Cascavel, Paraná, 33 Enfermeiro, Doutor em Enfermagem EERP/USP - Professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Cascavel. 4 Enfermeira, Mestranda em Enfermagem pela UEM. Professora da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Cascavel.

2 2 intensos quando estão próximos ao que nos é vulnerável. A combinação de diversas disciplinas criou situações proveitosas no relacionamento profissional com o paciente e sua família. A comunicação sugere diversas formas de romper barreiras entre o paciente e o profissional e essas formas devem ser comuns a ambos. O ambiente hospitalar é propício ao desenvolvimento da imaginação, muitas histórias são contadas e os veículos de comunicação, diariamente, contam fatos que as alimentam. Peniche (1998) relata que quanto mais dados da realidade o indivíduo tiver, mais as avaliações cognitivas serão efetivas; que as possibilidades de obtenção de informação poderão ser as mais variadas, desde experiências passadas até a formulação de questionamentos relativos à anestesia e à cirurgia, contribuindo para a diminuição da tensão emocional. Para a autora, as buscas das informações e das emoções vividas com a experiência do momento têm sido objeto de estudo sobre o medo da morte, da anestesia, da deformação, da dor, assim como as dúvidas relacionadas à família, emprego e outros. Levando em consideração que a sistematização não é uma atividade exclusiva para a enfermagem, mas sim, para o paciente, equipe e família, reforçamos a importância e a responsabilidade de uma sistematização embasada cientificamente e acessível a todos que dela possam se utilizar em benefício do paciente, garantido uma assistência integral, consciente de que todos os componentes da equipe necessitam desenvolver um trabalho de colaboração, objetivando a segurança da sistematização da assistência de enfermagem perioperatória. OBJETIVO: identificar os diagnósticos de enfermagem emocionais e sociais encontrados com maior freqüência no período trans-operatório de pacientes adultos submetidos à cirurgia geral. METODOLOGIA: Esta pesquisa foi realizada em um hospital com atendimento privado de médio porte, localizado na região oeste do Estado do Paraná. A coleta de dados foi realizada por meio de um instrumento norteado na literatura específica da área e foi realizada por um dos pesquisadores, nos meses de junho a agosto de 2001, em acompanhamento ao paciente cirúrgico adulto, no período trans-operatório, que estava sendo submetido a procedimento cirúrgico geral de pequeno ou médio porte. Dando seqüência a coleta de dados, procedemos a identificação dos diagnósticos de enfermagem de cada paciente acompanhado, utilizando o processo de raciocínio 2

3 3 diagnóstico descrito por Risner (1990) e após, construímos as afirmativas diagnósticas tendo como referência a taxonomia da NANDA ( ). RESULTADOS E DISCUSSÕES: Foram identificados três diagnósticos de enfermagem emocionais e sociais no período trans-operatório conforme apresentado a seguir: o número e porcentagem foram calculados com base no total de pacientes cirúrgicos entrevistados (n=10) para cada diagnóstico de enfermagem identificado, Interação Social Prejudicada (Família), sete pacientes (70%); Ansiedade, três pacientes (30%) e Medo, um paciente (10%). O enunciado da categoria diagnóstica Interação Social Prejudicada (Família) foi relacionada à necessidade de comunicação da equipe da unidade de centro cirúrgico com a família do paciente. Ressaltamos a necessidade da avaliação de cada caso e também que esta é uma decisão em equipe, beneficiando a família e o paciente. É o momento certo para que haja essa interação, principalmente no caso das visitas pré-operatórias serem realizadas pelo enfermeiro da unidade de centro cirúrgico ao paciente e a família, mantendo assim, o vínculo iniciado no período préoperatório. De acordo com Smeltzer; Bare (2002), é necessário identificar o sistema de apoio social e incentivar o seu uso, tendo em vista que as pessoas solitárias ou isoladas correm risco de falha no processo de recuperação, em que a realidade deve ser encarada e a busca de informações e conselhos com outras pessoas ajuda a analisar a ameaça e desenvolver estratégias para tentar superar sua situação. Os enunciados da categoria diagnóstica Ansiedade, que obteve 30 % de freqüência foram: Ansiedade relacionada ao resultado do procedimento cirúrgico manifestada por comunicação verbal na sala de cirurgia; Ansiedade relacionada ao tempo de espera (1 hora) para o início do procedimento cirúrgico manifestado por comunicação verbal e observação e Ansiedade relacionada à necessidade do procedimento anestésico manifestada por comunicação verbal na sala de cirurgia. Nos enunciados da categoria diagnóstica Ansiedade, 30% dos entrevistados apresentaram este diagnóstico no período trans-operatório. Consideramos que este percentual foi em virtude de todos os pacientes acompanhados receberam visita pré-operatória de enfermagem. Em estudo anterior, Piccoli; Maraschin; Schneider; Viera (2002) identificaram em 66,6 % dos pacientes o diagnóstico de enfermagem ansiedade no período pré-operatório, o que nos mostra claramente a necessidade da visita pré-operatória realizada pelo enfermeiro de centro cirúrgico também com vistas à 3

4 4 assistência emocional. Para Smeltzer; Bare (2002), utilizar técnicas de comunicação poderá diminuir a ansiedade, a atenção ao conforto físico auxilia o paciente a sentir-se confortável e também informar ao paciente quem estará na sala, a duração do procedimento e outros detalhes ajudam o paciente a preparar-se para o procedimento, ter uma sensação de controle sobre si e de estar participando no processo. Quanto ao fator relacionado ao procedimento anestésico, esse sentimento é muitas vezes inespecífico, o paciente sabe que uma mudança ocorrerá, mas como a situação não pode ser modificada, o enfermeiro pode auxiliar o paciente a controlar a ansiedade através de técnicas de apoio, na recepção do paciente na unidade de centro cirúrgico e ainda, na sala de cirurgia nos momentos que antecedem ao procedimento. O enunciado diagnóstico da categoria diagnóstica Medo foi relacionado ao procedimento anestésico manifestado por comunicação verbal na sala de cirurgia. Conforme acima citado, identificamos o diagnóstico Medo em 10 % dos pacientes acompanhados no período trans-operatório. Lembramos novamente que todos os pacientes receberam visita préoperatória de enfermagem, propiciando uma diminuição positiva na identificação dos diagnósticos emocionais. CONCLUSÃO: Sabemos que o ser humano não vive sozinho, ao contrário, vive em um contexto dinâmico, em família. Assim, acreditamos na importância da família, e esperamos que, a cada dia, ela se torne aos olhos da equipe de saúde uma força positiva no tratamento do paciente. Olhando para a unidade de centro cirúrgico, percebemos que atualmente os acompanhantes aguardam o retorno do paciente no quarto. Entendemos a necessidade de a família ser comunicada sobre o término da cirurgia, bem como, que receba o paciente na porta do centro cirúrgico no momento da alta e de seu retorno para a unidade de origem. A assistência de enfermagem ao paciente no perioperatório exige amplo conhecimento do enfermeiro, habilidades interpessoais, levando-se em consideração as condições emocionais do paciente, em que o profissional deve ter claras as ações que identifiquem e minimizem emoções que possam levar à complicações. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 4

5 5 NORTH AMERICAN NURSING DIAGNOSIS ASSOCIATION. Nursing Diagnosis: definitions & classification. Philadelphia: PENICHE, A.C.G. A influência da ansiedade na resposta do paciente no período pósoperatório imediato p. Tese (Doutorado) - Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo, São Paulo, PICCOLI, M.; GALVÃO, C.M. Enfermagem perioperatória: identificação dos diagnósticos de enfermagem na visita pré-operatória fundamentada no modelo conceitual de Levine. Cascavel: Edunioeste, PICCOLI, M.; MARASCHIN, M.; SCHNEIDER, J.F.; VIERA,C.S. Ansiedade e medo do paciente cirúrgico e ansiedade da família: identificação de diagnósticos de enfermagem. In: SEMINÁRIO INTERINSTITUCIONAL DE ENFERMAGEM DE CASCAVEL, 1. Cascavel, 2002.Anais. Cascavel, p RISNER, P.B. Diagnosis: analysis and synthesis of data. In: GRIFFITH-KENNEY, J. W.; CRISTENSEN, P.J. Nursing process: apllication of theories frameworks, and Models. Saint Louis: Mosby, p SMELTZER, S.C.; BARE, B.G. Brunner & Suddarth. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,

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