DIFERENCIAL DE INFLAÇÃO E CONVERGÊNCIA REAL DE PORTUGAL*

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1 Arigos DIFERECIAL DE IFLAÇÃO E COVERGÊCIA REAL DE PORUGAL* Paulo Brio** Isabel Hora Correia*** Ese rabalho ena medir de que modo a convergência real observada em Porugal na década de 9 pode er conribuído para explicar o diferencial da axa de inflação observada nesse período. Esa quanificação é desenvolvida aravés da simulação de um modelo de crescimeno neoclássico com dois secores. Ese modelo esima que o diferencial associado ao processo de convergência real se enha siuado enre e 2 ponos percenuais em 99 e enre.4 e.6 ponos percenuais em IRODUÇÃO Desde Ouubro de 99, daa em que o escudo iniciou uma esraégia de pegging, que se iniciou a convergência da axa de inflação poruguesa para o valor da axa de inflação do grupo de países com os quais emos manido uma paridade fixa. o enano, esa convergência nominal não foi complea. Exise ainda acualmene um diferencial significaivo enre a axa de inflação poruguesa eadogrupo ciado. A persisência dese diferencial aumena de ineresse acualmene viso a adesão à União Moneária implicar uma políica moneária esriamene comum. Assim, e eliminando qualquer ipo de rigidez nominal diferenciada que poderia explicar variações de curo prazo dos preços em Porugal face à área do euro, o diferencial de inflação ficar-se-á a dever a forças reais. Esas explicações reais do diferencial de inflação enam explicar o andameno diferenciado do índice geral de preços de um * As opiniões expressas no arigo são da ineira responsabilidade do auor e não coincidem necessariamene com a posição do Banco de Porugal. ** Insiuo Superior de Economia e Gesão (ISEG). *** Deparameno de Esudos Económicos. Os auores agradecem os comenários de Ildebera Abreu, Paulo Eseves, Ana Crisina Leal, José Ferreira Machado, Renaa Mesquia e Pedro Duare eves. dado país em relação a uma zona de referência aravés de variações dos preços relaivos dos diferenes bens. Assim eses fenómenos reais só deveriam explicar inflação se a persisência dos seus efeios no diferencial dos preços fosse grande. Exisem várias enaivas de explicação do diferencial aravés desas alerações de preços relaivos. Uma explicação, que ficou conhecida por efeio Balassa-Samuelson, idenifica diferenes níveis de desenvolvimeno com um diferencial de axas de crescimeno de progresso ecnológico enre secores al que o preço relaivo dos bens não ransaccionáveis aumena em países que esão no processo de desenvolvimeno enquano se manem em economias já desenvolvidas. Ouro facor real relacionado com ese úlimo mas compaível com igual progresso ecnológico enre bens, é o que esá direcamene relacionado com a noção de convergência real. o processo de convergência real a economia enconra-se numa ransição para a rajecória de seady-sae viso o rácio capial-rabalho ser inferior ao valor de seady-sae desa variável. Ao longo desa rajecória de ransição o preço relaivo dos bens não ransaccionáveis aumena, para valores dos parâmeros que descrevam o comporameno da economia. Banco de Porugal / Boleim económico / Junho 2 43

2 Arigos Figura DIFERECIAL DE IFLAÇÃO Diferencial da axa de crescimeno do IHPC em Porugal e na Europa dos Em ponos percenuais A convergência real é recorrenemene aponada como uma causa para o diferencial de inflação que exisiu para Porugal nos úlimos dez anos. o enano a quesão mais ineressane não é ser esa uma causa razoável do diferencial mas sim a sua relevância em ermos quaniaivos no fenómeno em causa. Assim ese esudo ena quanificar em que medida a convergência real de Porugal, convergência enendida no senido acima descrio de ransição para a rajecória de seady-sae, é responsável pelo diferencial de inflação verificado enre 99 e 999, esimando a pare dese diferencial que pode ser aribuída à convergência real (). O diferencial de inflação observado para Porugal para o período de 99 a 999 é apresenado na Figura. O índice uilizado é o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) e o grupo de referência a Europa dos (2). Com o objecivo de quanificar a relevância da convergência real para explicar o diferencial de inflação vamos ulizar um modelo capaz de descrever simulaneamene a convergência real e o andameno do preço relaivo enre não ransaccionáveis () Uma enaiva alernaiva de esudo do diferencial de inflação é feia em Cosa, S. Diferencial de inflação enre Porugal e a Alemanha, publicado nese boleim. (2) Se o grupo de referência fosse a Europa dos 5 a descrição seria muio semelhane. e ransaccionáveis. Ese modelo será calibrado para a economia poruguesa, endo em visa essencialmene a capacidade de replicar o andameno do produo real verificado na úlima década. Dada esa calibragem, o modelo responde enão à quesão do andameno dos preços relaivos. Esa enaiva de quanificação é paricularmene araene porque impõe disciplina ao modelo, disciplina esa que é represenada pela réplica da convergência real, ou seja da rajecória de ransição em que a Economia Poruguesa se enconrou nesa úlima década. 2. O EXERCÍCIO Como dissémos o objecivo é a quanificação do diferencial de inflação causado pela diferene posição de Porugal na rajecória de crescimeno quando comparada com os resanes países do grupo. Assim, vamos supor que o grupo de referência se enconra numa rajecória de crescimeno equilibrado de modo a isolar o efeio de ransição da Economia Poruguesa. As preferências do consumidor represenaivo podem ser represenadas pela seguine função: ( ) U = βu C,, < β< = onde u é francamene separável em consumo agregado, C, e horas de rabalho,, γ ( ) ( ) C = C C γ onde C represena o consumo de bens ransaccionáveis e C o consumo de bens não ransaccionáveis. Se medirmos a inflação por um índice de preços no consumidor, ese índice, IP, será descrio por: γ ( ) ( ) IP = P P γ em que P represena o preço dos bens ransaccionáveis e P o preço dos bens não ransaccionáveis. A axa de inflação medida por ese índice será π = + ( γ) P P 44 Banco de Porugal / Boleim económico / Junho 2

3 Arigos em que P P = represena o preço relaivo dos não P ransaccionáveis e P descreve a axa de crescimeno de P. Dada a hipóese quano ao crescimeno equilibrado do grupo de referência, a inflação do grupo, π *, é medida pelo crescimeno dos preços dos ransaccionáveis, ou seja, supõe-se que no grupo não exisem efeios persisenes no preço relaivo dos ransaccionáveis em relação aos não-ransaccionáveis. ese caso o diferencial de inflação, DIF, será dado por DIF * τ ( ) P = π π = γ τ O exercício desenvolvido consise em idenificar a rajecória da variável DIF enre 99 e 999, num modelo de equilíbrio geral calibrado de modo a reproduzir o comporameno do produo per capia em Porugal naquele período. 2. O modelo O modelo base descreve o equilíbrio geral ao longo do empo de uma economia em que o nível do produo per capia em cada período é inferior ao nível de seady-sae desa variável, para esse mesmo período. O crescimeno de longo prazo da economia é exógeno, e a economia ende para uma siuação de crescimeno equilibrado. Consideramos ser a pequena economia abera a melhor analogia para descrever a economia poruguesa no período em observação. Exise um único bem ransaccionável, i.e. absraímos de alerações nos ermos de roca, e exise um acivo ransaccionável cujo preço é exógeno para esa economia. Ese preço será al que a economia converge para um crescimeno equilibrado. A economia é composa por agenes cujas preferências são descrias por U = = β µ ( C ϖx ) σ σ, < β <, σ>, µ >, ϖ > Exisem rês facores de produção nesa economia: capial (K), rabalho, (), e erra, (). o modelo dois deses facores são específicos: a ecnologia de produção de ransaccionáveis uiliza capial e rabalho e a ecnologia de não ransaccionáveis uiliza rabalho e erra. O progresso ecnológico é exógeno em ambas as ecnologias e esá relacionado enre secores de al forma que o modelo converge para o seady sae depois de exraída a endência. Assim, não podemos impor progresso ecnológico que diferencie de modo permanene eses dois secores, ou seja esamos a eliminar o efeio Balassa-Samuelson puro. A idenificação da percenagem do diferencial de inflação devida a ese canal é problemáica pois não exisem nem medidas direcas das diferenes axas do progresso ecnológico nem comporamenos agregados dos quais esas axas possam ser inferidas. As ecnologias são descrias pelas funções de produção de ransaccionáveis e de não ransaccionáveis ( ) Y = AK X α α ( ) Y = X η η e pela ecnologia de acumulação de capial. Como é bem conhecido nese ipo de modelos a exisência de um período de ransição implica uma ecnologia de acumulação em que exisam cusos de ajusameno do sock de capial. Assim K = I ( ) K K K + φ δ O invesimeno, I, é um bem ransaccionável. O governo em consumo de ransaccionáveis e de não ransaccionáveis, financiado com imposos não disorcionários. Exisem mercados compeiivos para os bens finais, para rabalho, para o inpu capial e para o acivo exerno. Os passos de resolução dese modelo são os seguines (3) : em que C é o agregado do consumo descrio aneriormene, e X represena o nível do progresso ecnológico. (3) Eses passos serão descrios em dealhe em Working Paper do Banco de Porugal, dos mesmos auores, a ser publicado brevemene. Banco de Porugal / Boleim económico / Junho 2 45

4 Arigos Formalização do problema do planeador equivalene ao equilíbrio geral compeiivo em variáveis esacionárias; Descrição das condições que descrevem o equilíbrio compeiivo; Calibragem do modelo; Resolução numérica do modelo de modo a ober a rajecória de DIF. Com ese objecivo é inicializada a rajecória de crescimeno aravés do desvio do sock de capial per capia que permie replicar a rajecória observada para o produo. A resolução do modelo permie enão calcular as rajecórias das variáveis endógenas do modelo nos anos seguine. Desas, as variáveis relevanes são o produo e o preço relaivo dos não ransaccionáveis em relação aos ransaccionáveis. A axa de crescimeno dese preço relaivo permie responder à quesão em causa, ou seja, permie calcular poseriormene o diferencial de inflação. Figura 2 COVERGÊCIA REAL rajecória de ransição do produo per capia da Economia Poruguesa, medida em desvios percenuais para a endência de crescimeno equilibrado Em percenagem Calibragem Exisem dois níveis diferenes de calibragem. O primeiro, que ena replicar o seady-sae da economia, é o convencional em modelos de real business cycles. ese exercício em que o andameno observado da economia deve ser inerpreado com ransição para esse seady-sae, mais do que enar replicar dados, enámos seguir regularidades inernacionais. a calibragem do seady-sae considerámos uma axa de crescimeno do produo per capia de.75 por ceno. Ou seja, considerámos que a axa de crescimeno de longo prazo da economia poruguesa é idênica à axa de crescimeno daquelas economias que durane ese século foram caracerizadas por se enconrarem em crescimeno equilibrado. Ese é o número descrio por exemplo para os Esados Unidos no período de , em que uma endência linear com esa inclinação permie um bom ajusameno aos dados (4). O segundo nível de calibragem, específico à quesão que enamos responder, ena replicar o (4) Ouros valores uilizados para a calibragem do seady-sae foram os seguines: axa de descono do modelo esacionário:.96, percenagem do empo uilizado no mercado de rabalho.8, andameno do produo per capia da economia poruguesa nos úlimos dez anos. O andameno do produo per capia em Porugal é decomposo enre a rajecória de longo prazo e a rajecória de ransição para esse longo prazo. É esa rajecória de ransição, medida em desvios percenuais para a rajecória em que Porugal se enconraria se já esivesse num crescimeno equilibrado, que é uilizada para ese segundo nível de calibragem. O modelo é calibrado como veremos a seguir, essencialmene aravés do desvio inicial do sock de capial, mas ambém aravés do parâmero de cusos de ajusameno e peso dos não ransaccionáveis, de modo a replicar a rajecória idenificada como de ransição da economia poruguesa. Para idenificar a rajecória de ransição a parir de dados da economia poruguesa foi uilizada uma série do produo per capia real para Porugal, de 975 a 999. Esa série foi obida a parir do valor do produo per capia de 975, a preços de 75, valor ao qual foram aplicadas as axas de crescimeno real do produo de 976 a 999. A esa série foi aplicada o filro Hodrick- Presco, de modo a separar as frequências alas e baixas. A série alisada resulane foi enão decomposa enre a endência e a ransição para a endência. Para o cálculo da endência foi necessário, 46 Banco de Porugal / Boleim económico / Junho 2

5 Arigos além do valor da axa de crescimeno de seadysae, de. 75 por ceno como já foi referido, calcular o nível do produo per capia de seady-sae. Escolheu-se er como variável exógena o nível do produo per capia do grupo de países de referência e definir o desvio percenual do produo per capia de Porugal de seady-sae em relação ao produo per capia do grupo de referência. A rajecória de ransição obida para a economia Poruguesa esá descria na Figura 2, que apresena os desvios percenuais do produo per capia para a endência da série alisada do produo. Esa rajecória permie idenificar uma convergência real calculada para Porugal. oe-se que não esamos a medir convergência para o grupo de países de referência mas a convergência para a rajecória de seadysae de Porugal. Vemos assim que na rajecória de ransição descria na Figura 2, Porugal nos dez anos em esudo fechou praicamene meade da disância a que se enconrava em 999 do seu seady-sae: em 99, Porugal esava 22 por ceno abaixo do seu seady-sae enconrando-se em 999 a 2 por ceno da rajecória do seady-sae. O modelo vai ser calibrado de modo a replicar em períodos a convergência real do produo per capia, descria por aquela ransição. A rajecória de convergência do produo dada pelo modelo é calculada por y = y Y Y ( y p) + + Y P Y Os caraceres em minúsculas represenam desvios percenuais das variáveis em relação ao seady-sae, e Y Y e Y P Y represenam os pesos dos ransaccionáveis e dos não ransaccionáveis no seady-sae. 2.3 A quanificação A calibragem da rajecória de convergência só é possível quando os cusos de ajusameno do capial são diferenes de zero, como foi arás referido. A manipulação do parâmero dos cusos de ajusameno, a parir dos valores normalmene uilizados, não afeca significaivamene a convergência do modelo (5). Figura 3 PRODUO RAJECÓRIA DE RASIÇÃO rajecória de ransição do produo per capia gerada pelo modelo calibrado Em percenagem A primeira quanificação foi realizada supondo que o peso dos não ransaccionáveis, -, é de.4. ese caso o modelo replica o andameno do produo quando, em 99, o sock de capial esá 5 por ceno abaixo do nível de seady-sae e quando o nível de seady-sae do produo em Porugal é 8 por ceno do nível de seady-sae do grupo de referência. ese caso a rajecória do produo dada pelo modelo esá represenada na Figura 3. Esa figura descreve os desvios percenuais para a endência do produo real calculado pelo modelo. A Figura 4 descreve o andameno da DIF. Assim, para esa calibragem, o diferencial de inflação explicado pelo modelo seria de.9 ponos percenuais no início do período e de.36 ponos percenuais no final. Foram efecuados vários eses de sensibilidade a eses resulados. A principal caracerísica é a robusez do andameno do preço relaivo, uma vez que se conrole para a rajecória de ransição do produo per capia. O parâmero que alera mais significaivamene a quanificação é o peso dos não ransaccionáveis (5) O parâmero em causa represena a elasicidade de, (em que φ' φ' represena a derivada de φ), ou seja, do chamado q de obin, em relação a I K. Banco de Porugal / Boleim económico / Junho 2 47

6 Arigos Figura 4 DIFERECIAL DE IFLAÇÃO Diferencial da axa de inflação gerada pelo modelo quando o peso dos não-ransaccionáveis no IHPC é de Figura 6 BADAS DO DIFERECIAL DE IFLAÇÃO Em ponos percenuais oa: A linha a cheio descreve o diferencial da axa de inflação observado e a banda limia os valores dese diferencial gerados pelo modelo. Figura 5 DIFERECIAL DE IFLAÇÃO Diferencial da axa de inflação gerada pelo modelo quando o peso dos não-ransaccionáveis no IHPC é de.6 Em ponos percenuais no consumo agregado, e no índice de preços. a calibragem descria foi uilizado um valor para ese peso de, - =.4. Quando aumenamos ese parâmero para.6, verificamos que o diferencial de inflação explicado pela convergência real aumena. Para um desvio inicial inferior do sock de capial, a rajecória do produo é razoavelmene replicada, (Figura 5), e o diferencial de inflação é agora de.5 ponos percenuais no período inicial e de.6 ponos percenuais em COCLUSÃO ese rabalho enou-se medir de que modo a convergência real observada para Porugal, caracerizada por uma ransição para o sock de capial per capia de seady-sae, conribui para o diferencial de inflação enre Porugal e um grupo de países de referência. Uilizando um inervalo razoável para o valor do peso dos não ransaccionáveis, a Figura 6 dá-nos a resposa a esa quesão: nesa figura esá descria a banda do diferencial de inflação que, segundo o modelo uilizado, pode er sido causado pela convergência real de Porugal. os primeiros anos do período em causa a convergência real em muia dificuldade em explicar o diferencial de inflação. o enano, eses primeiros anos serão de cereza foremene influenciados pelo impaco direco da políica de esabilização da axa de câmbio, que não esá a ser considerada nese rabalho. Os efeios riqueza gerados pela esabilização levam a um aumeno do preço dos não ransaccionáveis a junar ao efeio descrio nese modelo. Sendo eses efeios mais relevanes nos períodos iniciais podemos enaivamene afirmar que a parir de 995 a convergência real é em gran- 48 Banco de Porugal / Boleim económico / Junho 2

7 Arigos de pare responsável pelo diferencial de inflação. o úlimo ano do esudo aproximadamene.5 ponos percenuais do diferencial de inflação é explicada pelo fenómeno de convergência real. A menos da exisência de ouros choques persisenes, ese diferencial pela sua própria naureza, será aenuado na próxima década. Banco de Porugal / Boleim económico / Junho 2 49

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