Caue de Abreu Alvarez (PIBIC/CNPq), Sandremir de Carvalho (Orientador),

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1 OBTENÇÃO DE PLÂNTULAS DO HÍBRIDO DE CATTLEYA LODDIGESII x CATTLEYA FORBESII (ORCHIDACEAE), OBTIDA A PARTIR DE DIFERENTES FONTES E CONCENTRAÇÕES DE CARBONO. Caue de Abreu Alvarez (PIBIC/CNPq), Sandremir de Carvalho (Orientador), Universidade Estadual do Norte do Paraná/Campus Luiz Meneghel. Ciências Biológicas/Genética Vegetal. Palavras-chave: Cultura in vitro, concentrações de nutrientes, orquídeas. Resumo As Orquidáceas são plantas normalmente epífitas, mas ocorrem espécies terrestres e rupestres. A hibridização de plantas é um importante recurso do melhoramento genético que almeja aumentar o vigor da descendência em relação aos progenitores, proporcionando novas combinações gênicas de interesse como rusticidade, produtividade e flores maiores ou com novas características. Este trabalho avaliou o desenvolvimento de plântulas de um híbrido entre as espécies Cattleya loddigesii e Cattleya forbesii em diferentes tipos de fonte de carbono, sacarose, glicose e frutose nas concentrações de 10, 20, 30 e 40 gl -1. O desenvolvimento das plântulas foi superior em todas as fontes de carbono na concentração de 30 gl -1, principalmente para frutose. Introdução Orchidaceae é considerada a maior e mais diversificada família entre as plantas fanerógamas (YEW E HEW, 2000). Muitas espécies apresentam flores grandes e vivamente coloridas, por isso são amplamente comercializadas (PAULA & SILVA, 2004). São plantas epífitas que vivem nas árvores, normalmente próximas de cursos d água de onde retira a umidade e os nutrientes dos materiais orgânicos depositados no tronco. A espécie Cattleya loddigesii é natural nos Estados da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo, em locais situados entre 500 e 900m de altitude. Esta espécie apresenta de três a seis flores, com oito a onze centímetros de envergadura. Seu período de florescimento compreende do outono até a primavera. São plantas epífitas, de matas com elevado grau de umidade (MILLER & WARREN, 1996; ARAUJO, 2004). Cattleya forbesii é de médio porte, com cerca de 20 cm de altura e duas a quatro flores, em geral de coloração marrom a amarela, de labelo rosa a amarelo-ouro e sépalas e pétalas finas

2 (CARDOSO & ISRAEL, 2005). Habitam o bioma Mata Atlântica em uma extensa área que pode ser encontrada do litoral do Rio de Janeiro até Santa Catarina, e seu florescimento ocorre entre as estações de verão e outono (MILLER & WARREN, 1996). O cultivo in vitro de células e tecidos tem sido excelente alternativa empregada para a propagação das orquidáceas, por apresentar vantagens únicas sobre os métodos convencionais de propagação. A reprodução assimbiótica bem como a micro propagação, permitem obter tanto populações homogêneas como a manutenção da variabilidade, fornecendo genótipos para programas de melhoramento genético (CAMPOS, 2004). A partir dos trabalhos de Lewis Knudson, possibilitou a reprodução de orquídeas cultivadas em meio de cultura, muitos autores, têm sugerido diferentes formulações com a adição de sais minerais, reguladores de crescimento, vitaminas, além da introdução de compostos orgânicos visando otimizar desenvolvimento in vitro dessas plantas (CAMPOS, 2004). Dessa forma e devido à importância comercial das espécies Cattleya loddigesii e Cattleya forbesii, é importante desenvolver protocolos para determinar qual a melhor metodologia para obter um maior número de plantas do híbrido entre Cattleya loddigesii x Cattleya forbesii, com estrutura e tamanho para melhor aclimatá-las, para determinar se o híbrido apresenta combinações que produzam genótipos com características de interesse comercial. Material e métodos O trabalho foi realizado no laboratório de Biotecnologia da Universidade Estadual do Norte do Paraná, campus Luiz Meneghel, PR. Foram usadas sementes do hibrido entre Cattleya loddigesii x Cattleya forbesii, obtidas de cápsulas maduras a partir de plantas da coleção da Universidade Estadual Norte do Paraná. As sementes foram inoculadas em meio MS modificado, com metade das concentrações dos macros e micronutrientes, acrescidos de 4 gl -1 de Agar-agar, 1 gl -1 de carvão ativado e o ph ajustado para 5,8. Para os testes de germinação das sementes foram utilizados como fonte de carbono sacarose, glicose e frutose nas concentrações de 10, 20, 30 e 40 gl -1. Para a avaliação do desenvolvimento das plântulas, em cada frasco foram inoculados 15 protocormos obtidos da germinação das sementes em sacarose na concentração 10 gl -1. Os tratamentos utilizados foram: fonte de carbono sacarose, glicose e frutose nas concentrações de 10, 20, 30 e 40 gl -1.A repicagem foi realizada a cada 30 dias após a inoculação. Aos 120 dias da primeira inoculação foram avaliadas cinco plântulas tomadas ao acaso por tratamento. Os parâmetros foram comprimento da parte área e da maior raiz, número de folhas e raiz e massa seca. O experimento foi realizado com cinco repetições e delineamento experimental inteiramente

3 casualizado. Foi aplicado teste de média utilizando Tukey a 5% utilizando o programa SASM-agri (CANTERI, 2001) Resultados e Discussão Germinação As sementes inoculadas em meio MS modificado acrescido de sacarose, glicose e frutose, nas concentrações de 10, 20, 30 e 40 gl -1. Da germinação até a formação dos protocormos, transcorreram sessenta dias. Somente. Nos meios com a maior concentração dos açúcares ocorreu a germinação, mas gradativamente os protocormos ficaram oxidados e morreram após 30 a 45 dias da semeadura. O meio com 10 gl -1 de sacarose foi o que produziu protocormos em quantidade e com vigor que permitiu a continuidade do experimento. Desenvolvimento dos protocormos Para o estudo do desenvolvimento das plântulas, foi utilizado como explante, os protocormos obtidos no meio MS modificado acrescido de sacarose na concentração de 10 gl -1. Esses foram inoculados no mesmo meio utilizado para a germinação das sementes e os tratamentos foram o acréscimo de sacarose, glicose, frutose, nas concentrações de 10, 20 e 30 gl -1. Aos 120 dias da inoculação foram avaliadas as variáveis, comprimento da parte área e da maior raiz, número de folhas e de raízes e massa seca os resultados encontram-se na (Tabela 1). Tabela 1: Médias para as variáveis C.P.A (Comprimento da parte área), C.R (Comprimento da maior raiz), N.R (Número de raízes), N.F (Número de folhas) e MS (Massa seca). C.PA C.R N.R N.F M.S S10 14,14 c 24,43 bcd 4 c 5 bc 50,5 e S20 17,23 c 23,97 bcd 4,62 c 5,12 bc 62,25 d S30 38,61 a 27,73 abc 8 ab 6,25 ab 13,5 g G10 15,96 c 17,00 d 4,37 c 3,75 c 43 f G20 24,89 abc 30,88 ab 6,12 bc 5,12 bc 14 g G30 26,43 abc 24,70 bcd 6,62 abc 4,37 bc 113,5 c F10 20,46 bc 19,09 cd 5,25 bc 5,12 bc 58,25 d F20 34,25 ab 23,54 bcd 6,37 b c 5,12 bc 159,75 b F30 39,44 a 35,13 a 9,12 a 7,37 a 237,25 a C.V 26,22% 25,18% 28,67% 24,76% 4,81% Médias seguidas da mesma letra não diferem estatisticamente pelo teste de Tukey a 5%. Nas diferentes concentrações de carbono, sacarose e frutose 30 g/l -1 se mostraram superiores as concentrações dos mesmos açúcares na concentração de 10 g/l -1 para comprimento de parte aérea. No entanto, Fráguas et al. (2003), obtiveram crescimento satisfatório da parte aérea

4 resultantes do cruzamento entre Cattleya labiata e Laelia itambana, em meio de cultura MS contendo 20 gl -1 de sacarose e frutose. As maiores raízes foram observadas nas concentrações de 30% de sacarose e 30% de frutose. O número de raízes foi maior na concentração de 30 g/l -1 de frutose e glicose. Os dados obtidos são concordantes com as afirmações que preconizam que a presença de carboidratos é essencial para o enraizamento in vitro de muitas espécies (GRATTAPAGLIA & MACHADO 1998, LEITE et al. 2000). A massa seca e número de folhas foram maiores nas concentrações de frutose a 30 g/l -1. De maneira geral para todas as variáveis, a concentração de 30% frutose foi melhor para o desenvolvimento in vitro de plântulas da espécie híbrida Cattleya loddigesii x Cattleya forbesii. Conclusões Na avaliação da taxa de germinação as fontes de carbono não mostraram diferenças entre si, mas as concentrações das fontes de carbono foram determinantes para a sobrevivência dos protocormos, onde concentrações menores são melhores. O desenvolvimento de plântulas do híbrido de Cattleya loddigesii x Cattleya forbesii, foi satisfatório em todos os tipos de açúcares, na concentração de de 30 g/l -1 e frutose foi o açúcar que se destacou para a maioria dos parâmetros avaliados. Agradecimentos Referências ARAUJO, D. de. Cultivo de Orquídeas - Cattleyas, as mais belas orquídeas brasileiras. Revista Brasileira Orquídeas, v.8, p.18-26, CAMPOS, D.M Orquídeas: manual prático de cultura. Expressão e Cultura: Rio de Janeiro. 143p. CANTERI, M.G.; ALTHAUS, R.A.; VIRGENS FILHO, J.S. das; GIGLIOTI, E.A.; GODOY, C.V. SASM-Agri: sistema para análise e separação de médias em experimentos agrícolas pelos métodos Scott-Knott, Tukey e Duncan. Revista Brasileira de Agrocomputação, v.1, p.18-24, 2001.

5 CARDOSO JC & ISRAEL M (2005) Levantamento de espécies da família Orchidaceae em Águas de Santa Bárbara (SP) e seu cultivo. Horticultura Brasileira, 23: FRÁGUAS, C. B.; VILLA, F.; SOUZA, A. V.; PASQUAL, M.; DUTRA, L. F. Crescimento in vitro de plântulas de orquídeas oriundas da hibridação entre Cattleya labiata e Laelia itambana. Ceres, Lavras, v. 50, n. 292, p , GRATTAPAGLIA, D. & MACHADO, M. A Micropropagação. In: TORRES, A. C., CALDAS, L. S. & BUSO, J. A. Cultura de tecidos e transformação genética de plantas. Brasília: Embrapa-CNPH. Pp: KNUDSON, L. Anew nutrient solution for the germination of orchid seeds. Amer. Orchid Soc.Bull. 1946, 15, LEITE, G. B., FINARDI, N. & FORTES, G. R. L Efeitos de concentrações de sacarose no meio de cultura e da intensidade luminosa no enraizamento in vitro do porta-enxerto de pereira OH x F97. Ciência e Agrotecnologia, 24: MILLER, D.; WARREN, R Orquídeas do alto da serra. Rio de Janeiro: Salamandra. v.1, 256p. PABST, G.F.J,; DUNGS, F. Orchidaceae Brasiliensis. Band I. Hildesheim, Brücke - Kurt Schmersow, Germany: p. 408, PAULA, C. C.; SILVA, H. M. P Cultivo prático de orquídeas. 3ª ed. Viçosa, UFV. 106p. RASMUSSEN, H. N Recent developments in the study of orchid mycorrhiza. Plant and Soil 244: RASMUSSEN, H. N.; RASMUSSEN, F. N Trophic relationships in orchid mycorrhiza diversity and implications for conservation. Lankesteriana 7: YEW, C. K. N. G. & HEW, C. S Orchid pseudobulbs false bulbs with a genuine importance in orchid growth and survival. Scientia Horticulturae, 83:

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