ERGONOMIA e Saúde do Trabalhador nos Ambientes de Atenção à Saúde

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1 Curso: Gestão Hospitalar Disciplina: Arquitetura Hospitalar ERGONOMIA e Saúde do Trabalhador nos Ambientes de Atenção à Saúde Professora Ma. Tainá Menezes Belém/PA 2016

2 ERGONOMIA: Estudo entre homem e o seu trabalho, equipamentos e meio ambiente. ERGOS que significa trabalho / NOMOS que significa regras. O princípio fundamental da ergonomia é adaptar a atividade do trabalho à capacidade humana de realizá-lo. ANTROPOMETRIA: compreende a aplicação de métodos e técnicas científicas de medidas físicas do corpo humano e suas partes. ANTRO (homem) e METRO (medida). ANTROPOMETRIA ESTÁTICA: informa as dimensões físicas do corpo parado. ANTROPOMETRIA DINÂMICA: inclui alcances, ângulos e forças de movimentos na tomada de medidas dinâmicas.

3 CUIDADO COM O USUÁRIO PADRÃO...

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9 A ERGONOMIA (ou Fatores Humanos) é uma disciplina científica relacionada ao entendimento das interações entre os seres humanos e outros elementos ou sistemas, e a aplicação de teorias, princípios, dados e métodos a projetos a fim de otimizar o bem estar humano e o desempenho global do sistema. Associação Internacional de Ergonomia IEA e Associação Brasileira de Ergonomia - ABERGO

10 Os Ergonomistas contribuem para o planejamento, projeto e a avaliação de tarefas, postos de trabalho, produtos, ambientes e sistemas de modo a torná-los compatíveis com as NECESSIDADES, HABILIDADES e LIMITAÇÕES das pessoas. Associação Internacional de Ergonomia IEA e Associação Brasileira de Ergonomia ABERGO Significa... Atender às necessidades do usuário referenciadas no grau de Funcionalidade Humana. São destacados 3 DIMENSÕES do campo de atuação dos profissionais da Ergonomia: Ergonomia Física Ergonomia Cognitiva Ergonomia Organizacional

11 Ergonomia FÍSICA Está relacionada com as características da anatomia humana, antropometria, fisiologia e biomecânica em sua relação a atividade física. Os tópicos relevantes incluem o estudo da postura no trabalho, manuseio de materiais, movimentos repetitivos, distúrbios músculo-esqueletais relacionados ao trabalho, projeto de posto de trabalho, segurança e saúde.

12 Ergonomia COGNITIVA Refere-se aos processos mentais, tais como percepção, memória, raciocínio e resposta motora conforme afetem as interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema. Ergonomia ORGANIZACIONAL Concerne a otimização dos sistemas sociotécnicos, incluindo suas estruturas organizacionais, políticas e de processos. Os tópicos relevantes incluem o estudo da carga mental de trabalho, tomada de decisão, desempenho especializado, interação homem computador, stress e treinamento conforme esses se relacionem a projetos envolvendo seres humanos e sistemas.

13 CONFORTO ERGONÔMICO Saúde; Bem-estar e Qualidade de vida; Segurança: Diminui riscos, erros e acidentes; Eficiência (consequência); Individualidade / Necessidades Específicas Desenho Universal

14 A fisiologia humana exige EQUILÍBRIO ENTRE A ATIVIDADE E O DESCANSO como parte do processo de recuperação das funções musculoesqueléticas, e esta é uma recomendação ergonômica fundamental para a SAÚDE do indivíduo. A probabilidade de ocorrência de acidentes pode ser reduzida quando se consideram adequadamente no projeto do trabalho a capacidade e a limitação humanas bem como a compatibilidade da solução projetual ao ambiente; Entende-se por RISCO ERGONÔMICO qualquer fator que possa interferir nas características psicofisiológicas do trabalhador, causando desconforto ou afetando sua saúde. São exemplos de risco ergonômico: o levantamento de peso, ritmo excessivo de trabalho monotonia, repetitividade e postura inadequada de trabalho. Ambientes hospitalares apresentam diversas situações com distintos riscos (BRASIL, 2012, p. 103);

15 A GINÁSTICA LABORAL é uma série de exercícios físicos realizado no ambiente de trabalho, no horário de trabalho, com o objetivo de melhorar a saúde e evitar lesões dos funcionários por esforço repetitivo e algumas doenças ocupacionais.

16 Legislações...

17 Portaria nº 3214 de 1978 MTE - aprova as Normas Regulamentadoras - NR - do Capítulo V, Título II, da Consolidação das Leis do Trabalho, relativas a Segurança e Medicina do Trabalho; Portaria nº 3751 de 1990 MTE - modifica a anterior; Portaria nº 485 de 2005 MTE estabelece as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde, bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral; Portaria nº 729 de 2013 MS - institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). NR nº 17 de 1994 MTE - Ergonomia; NR nº 32 de 2005 MTE - Segurança e Saúde no Trabalho em EAS; NBR 9050/2015 ABNT - Acessibilidade;

18 Manual de Conforto Ambiental em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde da ANVISA, 2014 Manual de segurança no ambiente hospitalar da ANVISA, 1997 Riscos; Manual do paciente em serviços de saúde, limpeza e desinfecção de superfícies da ANVISA, trata da importância do cuidado com o ambiente como facilitador na prevenção e no controle de acidentes, bem como para a distinção da natureza e característica do risco ergonômico; Nota Técnica nº 060 de 2001 MTE - apresenta abordagem ergonômica relevante na questão do mobiliário, pois ressalta a indicação de postura a ser adotada na concepção de postos de trabalho;

19 ERGONOMIA NO AMBIENTE HOSPITALAR Disponível ao PACIENTE e ao FUNCIONÁRIO. Só é possível cuidar do outro, a partir do momento que o profissional está bem mentalmente e fisicamente. VIABILIZAÇÃO Distribuição dos respectivos serviços no espaço (FUNCIONALIDADE, COMUNICAÇÃO, DESLOCAMENTO). Seleção e implantação de equipamentos; Organização funcional do serviço do local de trabalho; Organização de fluxos e sistema de informação;

20 No Brasil, diversas empresas, hospitais e demais estabelecimentos assistenciais de saúde recorrem aos profissionais de ergonomia com frequência, seja para introdução de novas metodologias de trabalho seja para o estabelecimento de correções operacionais. É necessário... Equipes multiprofissionais no processo de concepção dos espaços, das máquinas e dos produtos; Flexibilidade e adaptabilidade do sistema; Automatizar e normatizar procedimentos e processos; Criar facilidades de acesso e visualização do paciente; Eliminar barreiras arquitetônicas e comunicacionais; Promover acesso, respeitando as capacidades individuais; Atender aos diferentes níveis de compreensão dos indivíduos; Promover legibilidade espacial e informativa; Prevenir riscos, ofertando ao trabalhador e usuário segurança física e psicológica para ocupar e atuar no espaço; Promover o menor desgaste físico, mental e emocional possível;

21 O mobiliário deve conter a consideração antropométrica inerente ao usuário e suas respectivas dimensões. Quando lidamos com coletividades, a principal recomendação para os assentos refere-se à sua regulagem, que deve contemplar variadas alturas de apoio para braços, da altura poplítea e do encosto das costas e da cabeça. Da mesma forma, o mobiliário para atividades em pé não pode submeter o indivíduo a esforços desnecessários, a posições inadequadas ou a longos períodos sem descanso.

22 Para os procedimentos de movimentação e transporte de pacientes, também é recomendado O USO DE DISPOSITIVOS QUE MINIMIZEM O ESFORÇO REALIZADO PELOS TRABALHADORES e, ao mesmo tempo, assegurem o CONFORTO E A SEGURANÇA DOS PACIENTES. O assunto é complementado com a orientação para utilização de meios mecânicos ou eletromecânicos para auxiliar o transporte de materiais que possa comprometer a segurança e a saúde do trabalhador e demais usuários (BRASIL, 2005, p. 13). USO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA!

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43 A abordagem ergonômica pode objetivar a ADEQUAÇÃO e/ou a ADAPTAÇÃO dos espaços arquitetônicos

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