ARQUITETURA SISGRAD. Manual de Utilização. Versão: 2.0. Criação: 05 de julho de 2007 Autor: André Penteado

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ARQUITETURA SISGRAD. Manual de Utilização. Versão: 2.0. Criação: 05 de julho de 2007 Autor: André Penteado"

Transcrição

1 ARQUITETURA SISGRAD Manual de Utilização Versão: 2.0 Criação: 05 de julho de 2007 Autor: André Penteado Última Revisão: 09 de outubro de 2009 Autor: Alessandro Moraes Controle Acadêmico - Arquitetura SISGRAD 1

2 Sumário 1.ESTRUTURA DE APLICAÇÕES WEB ARQUITETURA a)bibliotecas e Ferramentas...4 b)outros Recurso...5 c)principais Fluxos BEANS AÇÕES a)configuração do Fluxo...7 b)validações de Dados...7 c)tratamento de Erros SERVIÇOS a)instanciação de Objetos de Serviço...8 b)auditoria e Validações de Negócio...9 c)tratamento de Erros AUTORIZAÇÃO CONFIGURAÇÕES DE SISTEMA PADRONIZAÇÃO DE CÓDIGO a)sufixos nos nomes de classes...11 b)nomes de métodos de busca...11 c)nomes de métodos de alteração no banco de dados IMPLANTAÇÃO Controle Acadêmico - Arquitetura SISGRAD 2

3 ESTRUTURA DE APLICAÇÕES WEB Embora existam diversos servidores web para rodar aplicações Java, suas estruturas são semelhantes. A estrutura de diretórios apresentada a seguir refere-se ao Apache Tomcat versão 6, disponível em - apache-tomcat bin - conf - lib - logs - temp + webapps + work Os nomes dos diretórios são auto-explicativos, cabendo apenas lembrar que as bibliotecas Java adicionadas ao diretório lib poderão ser acessadas por todas as aplicações instaladas neste servidor. um pouco mais: No diretório webapps estarão as aplicações Java, cuja estrutura nos convém detalhar Diretório /minhaaplicacao /minhaaplicacao/web-inf /minhaaplicacao/web-inf/web.xml /minhaaplicacao/web-inf/classes /minhaaplicacao/web- INF/classes/br/unesp/actions /minhaaplicacao/web-inf/lib /minhaaplicacao/meta-inf/context.xml O que é Diretório principal da aplicação Web. Todos os arquivos JSP* e XHTML estão aqui. Diretório que contém todos recursos relacionados a aplicação, organizados em pastas e arquivos que serão detalhadas a seguir. Este diretório não é público, ou seja, todo arquivo e diretório contido nele não pode ser acessado diretamente pelo cliente. Arquivo XML com diversas definições a respeito da aplicação, tais como Servlets e Filters. Diretório onde estão localizados as classes Java, organizadas em subdiretórios conforme seus pacotes. Exemplo de um diretório que contém as classes do pacote br.unesp.actions. Diretório onde devem ser adicionados os arquivos de bibliotecas e taglibs a serem utilizados pela aplicação. Ex.: JDBCs, bibliotecas de frameworks diversos. Esse arquivo, que também está em um diretório não público, define algumas propriedades da aplicação/contexto, sendo que na arquitetura CORE, utilizamos para ligar a aplicação ao banco de dados que iremos utilizar. *Na arquitetura CORE apenas os arquivos referentes a leiaute (CSS, Javascript, imagens, etc) ficam no diretório principal da aplicação. As páginas JSP ficam dentro de WEB-INF/jsp, que é um diretório não-público, possibilitando seu acesso apenas através de Actions, forçando assim que se siga corretamente o modelo MVC. Controle Acadêmico - Arquitetura SISGRAD 3

4 2. ARQUITETURA VISUALIZAÇÃO AÇÕES SERVIÇOS Exibe e captura dados do usuário. Páginas JSP. Validação e organização dos dados para chamada dos serviços Regras de Negócio. Única camada que tem acesso ao banco de dados BEANS Arquitetura baseada na divisão de responsabilidades em camadas, facilitando assim, a especialização do trabalho da equipe. Representa o banco de dados no modelo orientado a objetos. É o único objeto que transita entre as camadas a) Bibliotecas e Ferramentas Acesso ao Banco de Dados: JPA; Hibernate; Core; Controlador de Ações Mentawai; Disponibilização dos Serviços Core; Autenticação e Autorização: Mentawai; Core; Single Sign-On (Autenticação única e centralizada): Core; Auditoria: Log4J; Core; Gerenciador de Configurações: Apache commons-configurator; Controle Acadêmico - Arquitetura SISGRAD 4

5 Core; Gerenciador de Leiautes: Sitemesh; Relatórios: JasperReports; ireport; Paginação WEB: DisplayTable; Controle de Versões: CVS; IDE: Eclipse; Scripts: Apache-Ant; Bash; b) Outros Recurso Envio e armazenamento de mensagens eletrônicas; Captcha (Evita que programas robôs preencham formulários); Protocolo de Leitura de ; c) Principais Fluxos Diagrama 1: Fluxo padrão para realizar pesquisas no banco de dados Controle Acadêmico - Arquitetura SISGRAD 5

6 Diagrama 2: Fluxo padrão para gravar informações no banco de dados 3. BEANS Classes no formato de JAVABEANS, ou seja, objetos sem lógica de negócio, que apenas armazenam dados, são utilizados para representar as tabelas do banco de dados. As classes, obrigatoriamente, precisam estar no pacote br.unesp.beans, onde cada classe é uma tabela, cada atributo um campo e cada objeto uma linha no banco de dados. Exemplo = "curso") public class Curso implements Serializable { private static final long serialversionuid = "SEQ", sequencename = "seq_curso", allocationsize = = GenerationType.SEQUENCE, generator = = "id", nullable = false) private Integer = "nome", nullable = false) private String = "sigla", nullable = false) private String = "id_departamento", referencedcolumnname = private Departamento departamento; ( ) gets e sets omitidos ( ) Controle Acadêmico - Arquitetura SISGRAD 6

7 4. AÇÕES Ações são responsáveis por receber os dados vindos do cliente (ex: página jsp), organizar esses dados, executar o método de negócio apropriado (objetos de serviço) e devolver a resposta para o cliente. a) Configuração do Fluxo Basicamente as ações executadas são configuradas através do mapeamento da URL de submissão de um formulário html enviado. Toda URL de submissão com o sufixo.action é considerada uma ação. Exemplo: <form method="post" action="/curso.gravar.action"> <%-- Formulário --%> </form> O mapeamento do fluxo, ou seja, de onde veio a requisição e para onde vai a resposta, é realizado na própria classe da ação, através de = "/curso") public class CursoAction extends BaseAction = = SUCCESS, page = = ERROR, page = "/mensagem_erro.jsp") ) public String gravar() { ( ) Código da ação ( ) if (erro) return ERROR; return SUCCESS; Dessa forma, ao enviar o formulário, o sistema irá executar o método gravar() da classe CursoAction e redirecionará após o término da execução com sucesso para a página mensagem_ok.jsp. ou no caso de execução com falha, para a página mensagem_erro.jsp. No caso das duas condições (sucesso e erro) direcionarem para a mesma página podemos declarar apenas uma consequência, como = "/listagem.jsp")) Os requisitos a serem atendidos pelas classes de ações são: O sufixo do nome da classe deve ser, preferivelmente, Action; Estar, preferivelmente, no pacote br.unesp.<nome_da_aplicação>.actions; A classe ActionsManager deve herdar br.unesp.web.abstractactionsmanager. Controle Acadêmico - Arquitetura SISGRAD 7

8 b) Validações de Dados A validação nas ações serão a nível de campo, como, por exemplo, testando se o campo foi preeenchido, seu formato e tamanho, etc. E, em caso de não validado, uma mensagem de erro será exibida ao usuário. Como nos serviços, a validação de dados serão feitas utilizando métodos da classe br.unesp.core.log4jwrapper, conforme exemplo abaixo: public String gravar() { try { Log4jWrapper log = new Log4jWrapper(CursoAction.class, null); Curso curso = (Curso)session.getAttribute("curso"); curso.setnome(input.getstringvalue("txt_nome")); curso.setsigla(input.getstringvalue("txt_sigla")); curso.setdatainicio(input.getdate("txt_data_inicio", "dd/mm/yyyy")); if (curso.getnome() == null) throw new ServiceValidationException("Nome é um campo obrigatório"); academicoservice.gravarcurso(curso); catch (ServiceValidationException unespex) { adderror(unespex.getmessage()); return ERROR; catch (Exception ex) { adderror(confighelper.get().getstring("error.general")); log.error(confighelper.get().getstring("error.general"), ex); return ERROR; return SUCCESS; c) Tratamento de Erros As ações irão capturar, caso necessário, as exceções do tipo br.unesp.exception.servicevalidationexception e exibir a mensagem nela contida para o usuário. Deverão, obrigatoriamente, capturar exceções do tipo java.lang.exception e exibir uma mensagem de erro genérica para o usuário. Quando capturado uma exceção do tipo java.lang.exception pela classe de ação, ela deve, obrigatoriamente, registrar no log a exceção em nível de error. Como visto acima, no exemplo nas validações. Controle Acadêmico - Arquitetura SISGRAD 8

9 5. SERVIÇOS Serviços são objetos que encapsulam toda a regra de negócio do sistema. São os únicos objetos que tem acesso às informações do banco de dados. a) Instanciação de Objetos de Serviço Para que a classe sejam reconhecida como sendo de serviço, ela precisa obedecer a alguns requisitos como: Deve herdar da classe abstrata br.unesp.core.abstractbasicservice; Deve estar no pacote br.unesp.services; Ter o construtor sem modificador de visibilidade (public, protected ou private); Pode ou não receber como parâmetro no construtor um array da classe Object[] para ser usado nos métodos de negócio; O sufixo do nome da classe deve ser, preferivelmente, Service (ex: MatriculaService, DocumentoService, etc); Não devem manter estado, ou seja, não devem ter atributos de visibilidade public, que possam ser usados em outra classe a não ser ela mesma; Como o construtor dessa classe não é público, objetos de serviço não podem ser instanciados com o comando new. Ele deve ser instanciado através de uma fábrica, conforme sintaxe abaixo: MatriculaService objetoservice = (MatriculaService)ServicesFactory. getinstance(matriculaservice.class, new Object[] { userlogin ); No exemplo acima, objetoservice seria o objeto de serviço instanciado. b) Auditoria e Validações de Negócio Sendo a única camada com acesso ao banco de dados, os serviços são onde é possível alterar suas informações. Portanto, todo método de serviço que alterar dados no banco de dados deve registrar a operação. A validação nas classes de serviço serão referentes a regras que exijam algum processamento (Ex: checagem de pré-requisitos de matrícula). A mensagem registrada será exibida para o usuário. Tanto a auditoria quanto a validação de dados serão feitas utilizando métodos da classe br.unesp.core.log4jwrapper, conforme exemplo abaixo: public void gravardisciplina(disciplina disciplina) throws ServiceValidationException { Log4jWrapper log = new Log4jWrapper(ClasseService.class, null); if (disciplina.getnome() == null "".equals(disciplina.getnome())) { 5 log.warn("nome é um campo obrigatório"); 6 throw new ServiceValidationException("Nome é um campo obrigatório"); saveandcommit(disciplina); 10 log.info("gravado disciplina ID: " + disciplina.getnome()); Controle Acadêmico - Arquitetura SISGRAD 9

10 Onde o objeto log é utilizado para registrar tanto a validação, nas linha 5 e 6 quanto a auditoria na linha 10. c) Tratamento de Erros As classes de serviço não irão tratar nenhum tipo de exceção de sistema, como por exemplo, o banco de dados fora do ar. Os serviços sempre irão repassar para o nível acima (classes de ações). No caso dos serviços terem que comunicar algum tipo de erro para o nível superior, ela deve disparar a exceção do tipo br.unesp.exception.servicevalidationexception passando o texto da mensagem de erro formatada como argumento da exceção, em nível de warning. Como visto acima, no exemplo nas validações. 6. AUTORIZAÇÃO A classe a ser mantida na sessão do usuário para autorização nas classes de ações é a classe br.unesp.beans.userloginwrapper. Caso o sistema seja web e use como autenticação o filtro da classe br.unesp.web.ssoauthorizationfilter de Single-Sign-On, automaticamente o objeto do tipo br.unesp.beans.userloginwrapper será incluído na sessão do usuário. Para autorizar o usuário em uma classe de ação, ela deve implementar a interface org.mentawai.authorization.authorizable e seu método public boolean authorize(string inneraction, Object user, List groups). Exemplo: public class CadastroCursoAction extends BaseAction implements Authorizable, Validatable public boolean authorize(string inneraction, Object user, List groups) { if (user == null groups == null) return false; instanciarservicos((userloginwrapper)user); if (groups.indexof(kglobal.categoria_administrador)!= -1) return true; return false; Controle Acadêmico - Arquitetura SISGRAD 10

11 7. CONFIGURAÇÕES DE SISTEMA As configurações de sistema podem estar no formato de arquivos de propriedades (.properties) ou em arquivos xml. Obrigatoriamente, devem estar dentro do diretório config do diretório raiz das classes do sistema (em aplicações web, o diretório é /WEB-INF/classes/config). Dentro do diretório config podemos ter outros subdiretórios com o nome da maquina e nome de domínio para conter arquivos de configuração. Nome de domínio é um subconjunto qualquer, passado como parâmetro pela aplicação. Os arquivos de configurações seguirão uma ordem de prioridades conforme seus diretórios, onde prevalecerá sobre os demais da seguinte forma: 1) /config/<nome_da_máquina>/<nome_do_domínio>/* 2) /config/<nome_do_domínio>/* 3) /config/<nome_da_máquina>/* 4) /config/* Para exemplificar, digamos que temos uma entrada em um arquivo de propriedades chamado .properties com a seguinte linha: # Arquivo .properties host.smtp = localhost Para acesso ao valor da chave, utilizamos no código fonte java: // Código JAVA ConfigHelper.get().getString("host.smtp"); Podemos passar parâmetros para substituição nas configurações, podendo assim gerar, por exemplo, mensagens em tempo de execução. Exemplo: # Arquivo error.properties error.required = O campo {0 é obrigatório para o cadastro {1. Para passar os parâmetros de substituição: // Código JAVA String[] valoresasubstituir = { "nome", "aluno de graduação" ; adderror(confighelper.getproperty("error.required", valoresasubstituir)); graduação". O valor retornado acima seria: "O campo nome é requerido para o cadastro de aluno de Controle Acadêmico - Arquitetura SISGRAD 11

12 8. PADRONIZAÇÃO DE CÓDIGO Grupo Técnico de Estudos, Desenvolvimento e Gerenciamento do Projeto de Controle Acadêmico a) Sufixos nos nomes de classes Para classes de serviço: Sufixo "Service". Ex: CommonService Para classes de ações: Sufixo "Action". Ex: PublicAction Para classes de exceções: Sufixo "Exception": Ex: ServiceException b) Nomes de métodos de busca Métodos que buscam um objeto específico: Iniciar com "buscar". Ex: buscarentidadeporid(int id) Métodos que filtram e trazem uma lista de objetos: Iniciar com "filtrar". Ex: filtrarentidadepornome(string nome) Métodos que listam todos objetos sem restrição: Iniciar com "listar". Ex: listarpaises() c) Nomes de métodos de alteração no banco de dados Métodos que incluem e alteram dados: Iniciar com "gravar". Ex: gravarfuncionario(funcionario funcionario) Métodos excluem dados. Iniciar com excluir. Ex: excluirfuncionario(int id). 9. IMPLANTAÇÃO A implantação de um sistema será feito através do script bash cvs_download.sh na linha de comando de um sistema Linux, pré-configurado com o servidor de aplicações. Ele utiliza o repositório CVS para buscar o código do sistema. Para a compilação e checagem das configurações é utilizado o script bash build_java.sh junto com a biblioteca java apache-ant. Controle Acadêmico - Arquitetura SISGRAD 12

Associação Carioca de Ensino Superior Centro Universitário Carioca

Associação Carioca de Ensino Superior Centro Universitário Carioca Desenvolvimento de Aplicações Web Lista de Exercícios Métodos HTTP 1. No tocante ao protocolo de transferência de hipertexto (HTTP), esse protocolo da categoria "solicitação e resposta" possui três métodos

Leia mais

WebWork 2. João Carlos Pinheiro. jcpinheiro@cefet-ma.br

WebWork 2. João Carlos Pinheiro. jcpinheiro@cefet-ma.br WebWork 2 João Carlos Pinheiro jcpinheiro@cefet-ma.br Versão: 0.5 Última Atualização: Agosto/2005 1 Agenda Introdução WebWork 2 & XWork Actions Views Interceptadores Validação Inversão de Controle (IoC)

Leia mais

Prática Sobre Servlets e JSP

Prática Sobre Servlets e JSP Prática Sobre Servlets e JSP 1. Localize a pasta do Tomcat (TOMCAT_HOME); 2. Acesse a pasta bin e execute tomcat5w.exe; 3. Abra o Navegador e acesse http://localhost:8080 (A apresentação de uma página

Leia mais

Arquitetura de Aplicações JSP/Web. Padrão Arquitetural MVC

Arquitetura de Aplicações JSP/Web. Padrão Arquitetural MVC Arquitetura de Aplicações JSP/Web Padrão Arquitetural MVC Arquitetura de Aplicações JSP/Web Ao projetar uma aplicação Web, é importante considerála como sendo formada por três componentes lógicos: camada

Leia mais

PadrãoIX. Módulo II JAVA. Marcio de Carvalho Victorino. Servlets A,L,F,M

PadrãoIX. Módulo II JAVA. Marcio de Carvalho Victorino. Servlets A,L,F,M JAVA Marcio de Carvalho Victorino 1 Servlets 2 1 Plataforma WEB Baseada em HTTP (RFC 2068): Protocolo simples de transferência de arquivos Sem estado (não mantém sessão aberta) Funcionamento (simplificado):

Leia mais

Mapeamento Lógico/Relacional com JPA

Mapeamento Lógico/Relacional com JPA Mapeamento Lógico/Relacional com JPA Elaine Quintino da Silva Doutora em Ciência da Computação pelo ICMC-USP/São Carlos Analista de Sistemas UOL PagSeguro Instrutora Globalcode Agenda! Persistência de

Leia mais

Use a Cabeça! FREEMAN, Eric e Elisabeth. HTML com CSS e XHTML BASHMAN, Brian / SIERRA Kathy / BATES, Bert. Servlets & JSP

Use a Cabeça! FREEMAN, Eric e Elisabeth. HTML com CSS e XHTML BASHMAN, Brian / SIERRA Kathy / BATES, Bert. Servlets & JSP Use a Cabeça! FREEMAN, Eric e Elisabeth. HTML com CSS e XHTML BASHMAN, Brian / SIERRA Kathy / BATES, Bert. Servlets & JSP Software cliente: browser e outros Protocolo HTTP Infraestrutura de transporte

Leia mais

JPA: Persistência padronizada em Java

JPA: Persistência padronizada em Java JPA: Persistência padronizada em Java FLÁVIO HENRIQUE CURTE Bacharel em Engenharia de Computação flaviocurte.java@gmail.com Programação Orientada a Objetos X Banco de Dados Relacionais = Paradigmas diferentes

Leia mais

!" # # # $ %!" " & ' ( 2

! # # # $ %!  & ' ( 2 !"# # #$ %!" "& ' ( 2 ) *+, - 3 . / 4 !" 0( # "!#. %! $""! # " #.- $ 111.&( ( 5 # # 0. " % * $(, 2 % $.& " 6 # #$ %% Modelo (Encapsula o estado da aplicação) Implementado como JavaBeans Responde a consulta

Leia mais

PHP Profissional. Alexandre Altair de Melo Mauricio G. F. Nascimento

PHP Profissional. Alexandre Altair de Melo Mauricio G. F. Nascimento PHP Profissional APRENDA A DESENVOLVER SISTEMAS PROFISSIONAIS ORIENTADOS A OBJETOS COM PADRÕES DE PROJETO Alexandre Altair de Melo Mauricio G. F. Nascimento Novatec Sumário Agradecimentos...13 Sobre os

Leia mais

Aula 2. Objetivos. Encapsulamento na linguagem Java; Utilizando a referência this.

Aula 2. Objetivos. Encapsulamento na linguagem Java; Utilizando a referência this. Aula 2 Objetivos Encapsulamento na linguagem Java; Utilizando a referência this. Encapsulamento, data hiding é um conceito bastante importante em orientação a objetos. É utilizado para restringir o acesso

Leia mais

Como criar um EJB. Criando um projeto EJB com um cliente WEB no Eclipse

Como criar um EJB. Criando um projeto EJB com um cliente WEB no Eclipse Como criar um EJB Criando um projeto EJB com um cliente WEB no Eclipse Gabriel Novais Amorim Abril/2014 Este tutorial apresenta o passo a passo para se criar um projeto EJB no Eclipse com um cliente web

Leia mais

Padrão Arquitetura em Camadas

Padrão Arquitetura em Camadas Padrão Arquitetura em Camadas Universidade Católica de Pernambuco Ciência da Computação Prof. Márcio Bueno poonoite@marciobueno.com Fonte: Material da Profª Karina Oliveira Definição Estimula a organização

Leia mais

Java II. Sérgio Luiz Ruivace Cerqueira sergioruivace@gmail.com

Java II. Sérgio Luiz Ruivace Cerqueira sergioruivace@gmail.com Java II Sérgio Luiz Ruivace Cerqueira sergioruivace@gmail.com Por quê JSP? Com Servlets é fácil Ler dados de um formulário Recuperar dados de uma requisição Gerar informação de resposta Fazer gerenciamento

Leia mais

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA WEB E FLEX Setembro de 2010 à Janeiro de 2011

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA WEB E FLEX Setembro de 2010 à Janeiro de 2011 CURSO DESENVOLVEDOR JAVA WEB E FLEX Setembro de 2010 à Janeiro de 2011 O curso foi especialmente planejado para os profissionais que desejam trabalhar com desenvolvimento de sistemas seguindo o paradigma

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Marcelo Lobosco DCC/UFJF Comunicação em Sistemas Distribuídos Aula 06 Agenda Modelo Cliente-Servidor (cont.) Invocação Remota de Método (Remote Method Invocation RMI) Visão Geral

Leia mais

Linguagem de Programação JAVA. Técnico em Informática Professora Michelle Nery

Linguagem de Programação JAVA. Técnico em Informática Professora Michelle Nery Linguagem de Programação JAVA Técnico em Informática Professora Michelle Nery Agenda Regras paravariáveis Identificadores Válidos Convenção de Nomenclatura Palavras-chaves em Java Tipos de Variáveis em

Leia mais

Módulo 5 JPATransaction Camadas Turma Turma TurmaBC .business @BusinessController TurmaBC TurmaBC TurmaBC

Módulo 5 JPATransaction Camadas Turma Turma TurmaBC .business @BusinessController TurmaBC TurmaBC TurmaBC Módulo 5 No módulo anterior adaptamos nosso projeto para persistir as informações no banco de dados utilizando as facilidades da extensão demoiselle-jpa. Experimentamos o controle transacional do Framework

Leia mais

Java para WEB. Servlets

Java para WEB. Servlets Servlets Servlets são classes Java que são instanciadas e executadas em associação com servidores Web, atendendo requisições realizadas por meio do protocolo HTTP. Servlets é a segunda forma que veremos

Leia mais

Como já foi muito bem detalhado no Capítulo IV, o jcompany Developer Suite pode ser

Como já foi muito bem detalhado no Capítulo IV, o jcompany Developer Suite pode ser A1Criando um módulo de negócio Capítulo 27 Aplicação dividida em módulos - Introdução Como já foi muito bem detalhado no Capítulo IV, o jcompany Developer Suite pode ser compreendido como uma solução de

Leia mais

Guia para Iniciantes do WebWork

Guia para Iniciantes do WebWork Guia para Iniciantes do WebWork Marcelo Martins Este guia descreve os primeiros passos na utilização do WebWork Introdução Desenvolver sistemas para Web requer mais do que simplesmente um amontoado de

Leia mais

Manual de Instalação PIMSConnector em Linux

Manual de Instalação PIMSConnector em Linux Manual de Instalação PIMSConnector em Linux Julho/2015 Sumário 1. Contexto de negócio (Introdução)... 3 2. Pré-requisitos instalação/implantação/utilização... 4 3. JBOSS... 6 3.1. Instalação... 6 3.2.

Leia mais

Programando em PHP. Conceitos Básicos

Programando em PHP. Conceitos Básicos Programando em PHP www.guilhermepontes.eti.br lgapontes@gmail.com Conceitos Básicos Todo o escopo deste estudo estará voltado para a criação de sites com o uso dos diversos recursos de programação web

Leia mais

Autenticação e Autorização

Autenticação e Autorização Autenticação e Autorização Introdução A segurança em aplicações corporativas está relacionada a diversos aspectos, tais como: autenticação, autorização e auditoria. A autenticação identifica quem acessa

Leia mais

WebApps em Java com uso de Frameworks

WebApps em Java com uso de Frameworks WebApps em Java com uso de Frameworks Fred Lopes Índice O que são frameworks? Arquitetura em camadas Arquitetura de sistemas WEB (WebApps) Listagem resumida de frameworks Java Hibernate O que são frameworks?

Leia mais

Tutorial - Programando com o MIOLO

Tutorial - Programando com o MIOLO Tutorial - Programando com o MIOLO Conceitos Básicos Antes de iniciar a programação com o Miolo é fundamental compreender alguns conceitos básicos: - Uma aplicação no Miolo é constituída de um ou mais

Leia mais

Manual de Instalação PIMSConnector em Windows

Manual de Instalação PIMSConnector em Windows Manual de Instalação PIMSConnector em Windows Julho/2015 Sumário 1. Contexto de negócio (Introdução)... 3 2. Pré-requisitos instalação/implantação/utilização... 4 3. JBOSS... 6 3.1. Instalação... 6 3.2.

Leia mais

ruirossi@ruirossi.pro.br

ruirossi@ruirossi.pro.br Persistência Com JPA & Hibernate Rui Rossi dos Santos ruirossi@ruirossi.pro.br Mediador: Rui Rossi dos Santos Slide 1 Mapeamento Objeto-Relacional Contexto: Linguagem de programação orientada a objetos

Leia mais

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição Intensiva de Férias

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição Intensiva de Férias CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição Intensiva de Férias O curso foi especialmente planejado para os profissionais que desejam trabalhar com desenvolvimento de sistemas seguindo o paradigma Orientado a Objetos

Leia mais

Guia de Fatores de Qualidade de OO e Java

Guia de Fatores de Qualidade de OO e Java Qualiti Software Processes Guia de Fatores de Qualidade de OO e Java Versã o 1.0 Este documento só pode ser utilizado para fins educacionais, no Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco.

Leia mais

Programação Orientada a Objetos com PHP & MySQL Cookies e Sessões. Prof. MSc. Hugo Souza

Programação Orientada a Objetos com PHP & MySQL Cookies e Sessões. Prof. MSc. Hugo Souza Programação Orientada a Objetos com PHP & MySQL Cookies e Sessões Prof. MSc. Hugo Souza Se você precisar manter informações sobre seus usuários enquanto eles navegam pelo seu site, ou até quando eles saem

Leia mais

Lidando de Forma Eficiente com Validações Locais de Objetos

Lidando de Forma Eficiente com Validações Locais de Objetos Lidando de Forma Eficiente com Validações Locais de Objetos Aprenda a construir um mini-framework para validar objetos locais sem afetar a complexidade do código. Autor Paulo César M. N. A. Coutinho (pcmnac@gmail.com):

Leia mais

Desenvolvimento de aplicações Web. Java Server Pages

Desenvolvimento de aplicações Web. Java Server Pages Desenvolvimento de aplicações Web Java Server Pages Hamilton Lima - athanazio@pobox.com 2003 Como funciona? Servidor web 2 Internet 1 Browser 3 Arquivo jsp 4 JSP Compilado 2 Passo a passo 1 browser envia

Leia mais

MÓDULO Programação para Web 2

MÓDULO Programação para Web 2 MÓDULO Programação para Web 2 USANDO O JSF Continuação Interdependência e Injeção Instâncias de Managed Beans podem conversar entre si para dividir o processamento das requisições dos usuários de acordo

Leia mais

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2010

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2010 CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2010 O curso foi especialmente planejado para os profissionais que desejam trabalhar com desenvolvimento de sistemas seguindo o paradigma Orientado a Objetos e com o uso

Leia mais

J550. Model View Controller

J550. Model View Controller J550 Model View Controller 1 Design de aplicações JSP Design centrado em páginas Aplicação JSP consiste de seqüência de páginas (com ou sem beans de dados) que contém código ou links para chamar outras

Leia mais

4 O Workflow e a Máquina de Regras

4 O Workflow e a Máquina de Regras 4 O Workflow e a Máquina de Regras O objetivo do workflow e da máquina de regras é definir um conjunto de passos e regras configuráveis. Ao longo de sua execução, um usuário consegue simplificar o seu

Leia mais

Aplicações, durante a execução, podem incorrer em muitas espécies de erros de vários graus de severidade Quando métodos são invocados sobre um objeto:

Aplicações, durante a execução, podem incorrer em muitas espécies de erros de vários graus de severidade Quando métodos são invocados sobre um objeto: Tratamento de Exceções Prof. Bruno Gomes bruno.gomes@ifrn.edu.br Programação Orientada a Objetos Exceções Aplicações, durante a execução, podem incorrer em muitas espécies de erros de vários graus de severidade

Leia mais

SCE-557. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br

SCE-557. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br SCE-557 Técnicas de Programação para WEB Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br 1 Cronograma Fundamentos sobre servidores e clientes Linguagens Server e Client side

Leia mais

Uma Introdução à Arquitetura CORBA. O Object Request Broker (ORB)

Uma Introdução à Arquitetura CORBA. O Object Request Broker (ORB) Uma Introdução à Arquitetura Francisco C. R. Reverbel 1 Copyright 1998-2006 Francisco Reverbel O Object Request Broker (ORB) Via de comunicação entre objetos (object bus), na arquitetura do OMG Definido

Leia mais

SISTEMA DE WORKFLOW PARA MODELAGEM E EXECUÇÃO DE PROCESSOS DE SOFTWARE. Aluno: Roberto Reinert Orientador: Everaldo A. Grahl

SISTEMA DE WORKFLOW PARA MODELAGEM E EXECUÇÃO DE PROCESSOS DE SOFTWARE. Aluno: Roberto Reinert Orientador: Everaldo A. Grahl SISTEMA DE WORKFLOW PARA MODELAGEM E EXECUÇÃO DE PROCESSOS DE SOFTWARE Aluno: Roberto Reinert Orientador: Everaldo A. Grahl Roteiro de apresentação Introdução Objetivos Fundamentação Teórica Workflow Processo

Leia mais

Banco de Dados de Músicas. Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho

Banco de Dados de Músicas. Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho Banco de Dados de Músicas Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho Definição Aplicação Web que oferece ao usuário um serviço de busca de músicas e informações relacionadas, como compositor, interprete,

Leia mais

Gerador de código JSP baseado em projeto de banco de dados MySQL

Gerador de código JSP baseado em projeto de banco de dados MySQL Gerador de código JSP baseado em projeto de banco de dados MySQL Juliane Menin Orientanda Prof. Alexander Roberto Valdameri Orientador Roteiro Introdução e Objetivos Fundamentação Teórica Especificação

Leia mais

INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA SERVLETS

INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA SERVLETS PROGRAMAÇÃO SERVIDOR EM SISTEMAS WEB INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA SERVLETS Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Apresentar o conceito aplicações orientada a serviços via web Apresentar o papel dos contentores

Leia mais

Desenvolvimento WEB II. Professora: Kelly de Paula Cunha

Desenvolvimento WEB II. Professora: Kelly de Paula Cunha Desenvolvimento WEB II Professora: Kelly de Paula Cunha O Java EE (Java Enterprise Edition): série de especificações detalhadas, dando uma receita de como deve ser implementado um software que utiliza

Leia mais

Autor: Ricardo Francisco Minzé Júnior - ricardominze@yahoo.com.br Desenvolvendo aplicações em camadas com PHP 5.

Autor: Ricardo Francisco Minzé Júnior - ricardominze@yahoo.com.br Desenvolvendo aplicações em camadas com PHP 5. Desenvolvendo aplicações em camadas com PHP 5. Talvez a primeira vista você ache estranha a palavra Camada em programação, mas o que vem a ser Camada? Segundo o dicionário: Camada 1 - Qualquer matéria

Leia mais

AULA 4 VISÃO BÁSICA DE CLASSES EM PHP

AULA 4 VISÃO BÁSICA DE CLASSES EM PHP AULA 4 VISÃO BÁSICA DE CLASSES EM PHP Antes de mais nada, vamos conhecer alguns conceitos, que serão importantes para o entendimento mais efetivos dos assuntos que trataremos durante a leitura desta apostila.

Leia mais

ProgramaTchê programatche.net Programação OO com PHP

ProgramaTchê programatche.net Programação OO com PHP Roteiro 2 Objetivos: * Apresentar a sintaxe básica para utilização de Orientação a Objetos em PHP. Ferramentas necessárias Navegador, NetBeans, Servidor Apache. 1 Orientação a Objetos em PHP PHP é uma

Leia mais

Prova Específica Cargo Desenvolvimento

Prova Específica Cargo Desenvolvimento UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ Centro de Educação Aberta e a Distância CEAD/UFPI Rua Olavo Bilac 1148 - Centro CEP 64.280-001 Teresina PI Brasil Fones (86) 3215-4101/ 3221-6227 ; Internet: www.uapi.edu.br

Leia mais

Desenvolvimento Web com Framework Demoiselle versão 1.0

Desenvolvimento Web com Framework Demoiselle versão 1.0 Desenvolvimento Web com Framework Demoiselle versão 1.0 Módulo 07: Outros Componentes Autor: Rodrigo Hjort Serpro / Coordenação Estratégica de Tecnologia / Curitiba www.frameworkdemoiselle.org.br Modificado

Leia mais

Enterprise Java Beans

Enterprise Java Beans Enterprise Java Beans Prof. Pasteur Ottoni de Miranda Junior DCC PUC Minas Disponível em www.pasteurjr.blogspot.com 1-O que é um Enterprise Java Bean? O Entertprise Java Bean (EJB) é um componente server-side

Leia mais

Programação de Computadores - I. Profª Beatriz Profº Israel

Programação de Computadores - I. Profª Beatriz Profº Israel Programação de Computadores - I Profª Beatriz Profº Israel As 52 Palavras Reservadas O que são palavras reservadas São palavras que já existem na linguagem Java, e tem sua função já definida. NÃO podem

Leia mais

Material de apoio a aulas de Desenvolvimento Web. Tutorial Java WEB JSP & HTML & CSS & CLASSE & OBJETOS. AAS - www.aas.pro.

Material de apoio a aulas de Desenvolvimento Web. Tutorial Java WEB JSP & HTML & CSS & CLASSE & OBJETOS. AAS - www.aas.pro. Material de apoio a aulas de Desenvolvimento Web Tutorial Java WEB JSP & HTML & CSS & CLASSE & OBJETOS AAS - www.aas.pro.net Março-2012 Este pequeno tutorial tem como objetivo conduzir o programador passo-a-passo

Leia mais

Desmistificando o Hibernate Envers em 10 passos

Desmistificando o Hibernate Envers em 10 passos _envers Desmistificando o Hibernate Envers em 10 passos Auditoria de dados? Registro de Log? Trilha de auditoria? Descubra como é fácil, através do Hibernate Envers, rastrear o histórico de mudanças e

Leia mais

J550. Apache Struts. Helder da Rocha (helder@acm.org) www.argonavis.com.br

J550. Apache Struts. Helder da Rocha (helder@acm.org) www.argonavis.com.br J550 Apache Struts Helder da Rocha (helder@acm.org) www.argonavis.com.br 1 Sobre este módulo Este é um módulo opcional. Apresenta uma visão geral do framework Struts, usado para desenvolver aplicações

Leia mais

TOTVS Colaboração NF-e/CT-e Logix. Integração TOTVS Colaboração NF-e/CT-e Logix

TOTVS Colaboração NF-e/CT-e Logix. Integração TOTVS Colaboração NF-e/CT-e Logix Integração TOTVS Colaboração NF-e/CT-e Logix Data da revisão Responsável Descrição da revisão 26/09/2012 Roberta Patricio Postai Vieira Versão inicial 2 1 Conteúdo 1 Conteúdo... 3 2 Contexto de negócio

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

Especialização em desenvolvimento para web com interfaces ricas. Tratamento de exceções em Java Prof. Fabrízzio A. A. M. N. Soares

Especialização em desenvolvimento para web com interfaces ricas. Tratamento de exceções em Java Prof. Fabrízzio A. A. M. N. Soares Especialização em desenvolvimento para web com interfaces ricas Tratamento de exceções em Java Prof. Fabrízzio A. A. M. N. Soares Objetivos Conceito de exceções Tratar exceções pelo uso de try, catch e

Leia mais

Criação de um novo projeto no Eclipse utilizando Maven

Criação de um novo projeto no Eclipse utilizando Maven 1. Faça o download da versão mais atual do Eclipse IDE for Java EE Developers em https://www.eclipse.org/downloads/. 2. No Eclipse, crie um novo projeto Maven, em File >> New >> Maven Project 3. Marque

Leia mais

Conhecendo um pouco mais o servidor Apache TomCat

Conhecendo um pouco mais o servidor Apache TomCat Java para WEB JSP Conhecendo um pouco mais o servidor Apache TomCat /bin = pasta responsável por arquivos para iniciar o servidor, parar, monitorar... /logs = pasta onde ficará todos os logs do servidor,

Leia mais

Demoiselle Report Guide. Demoiselle Report. Marlon Carvalho. <marlon.carvalho@gmail.com> Rodrigo Hjort. <rodrigo.hjort@gmail.com> Robson Ximenes

Demoiselle Report Guide. Demoiselle Report. Marlon Carvalho. <marlon.carvalho@gmail.com> Rodrigo Hjort. <rodrigo.hjort@gmail.com> Robson Ximenes Demoiselle Report Guide Demoiselle Report Marlon Carvalho Rodrigo Hjort Robson Ximenes Demoiselle Report... v 1. Configuração

Leia mais

AISE - Administração Integrada de Sistemas Elotech. MANUAL AISE RECURSOS HUMANOS: Módulo Portal RH Web

AISE - Administração Integrada de Sistemas Elotech. MANUAL AISE RECURSOS HUMANOS: Módulo Portal RH Web AISE - Administração Integrada de Sistemas Elotech. MANUAL AISE RECURSOS HUMANOS: Módulo Portal RH Web Maringá - Paraná Outubro / 2014 AISE - Administração Integrada de Sistemas Elotech. MANUAL AISE RECURSOS

Leia mais

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2009

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2009 CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2009 O curso foi especialmente planejado para os profissionais que desejam trabalhar com desenvolvimento de sistemas seguindo o paradigma Orientado a Objetos e com o uso

Leia mais

Struts 2 : Projeto e Programação Editora: Ciência Moderna Autor: Antunes Budi Kurniawan Número de páginas: 600

Struts 2 : Projeto e Programação Editora: Ciência Moderna Autor: Antunes Budi Kurniawan Número de páginas: 600 Objetivo Com enfoque totalmente prático permite que programadores Java possam ampliar seus conhecimentos no mundo Web na criação de sistemas profissionais. Utilizar os modelos de programação com Servlets,

Leia mais

ARQUITETURA DO SISTEMA ERP PEGASUS

ARQUITETURA DO SISTEMA ERP PEGASUS ARQUITETURA DO SISTEMA ERP PEGASUS Elaborado por: Bruno Duarte Nogueira Arquiteto de Software Data: 05/03/2012 1 Sumário 1. Introdução... 3 2. Tecnologias... 3 2.1. Web Tier... 3 2.1.1. Facelets 1.1.14...

Leia mais

sobre rogério gonçalves gerente de projetos > digitale agência digital rogerio@digitale.com.br h7p://www.digitale.com.br h7p://leveme.

sobre rogério gonçalves gerente de projetos > digitale agência digital rogerio@digitale.com.br h7p://www.digitale.com.br h7p://leveme. sobre rogério gonçalves gerente de projetos > digitale agência digital rogerio@digitale.com.br h7p://www.digitale.com.br h7p://leveme.la/rogerio definição - é uma forma de programar e organizar um sistema

Leia mais

Programação Web Aula 12 - Java Web Software

Programação Web Aula 12 - Java Web Software Programação Web Aula 12 - Java Web Software Bruno Müller Junior Departamento de Informática UFPR 25 de Maio de 2015 1 Java 2 Java Web Software 3 Servlets Modelo de Trabalho Funcionamento API Java Código

Leia mais

Java Básico. Classes Abstratas, Exceções e Interfaces Prof. Fernando Vanini Ic-Unicamp

Java Básico. Classes Abstratas, Exceções e Interfaces Prof. Fernando Vanini Ic-Unicamp Java Básico Classes Abstratas, Exceções e Interfaces Prof. Fernando Vanini Ic-Unicamp Classes Abstratas construção de uma classe abstrata construção de classes derivadas Classes e Herança Uma classe define

Leia mais

JavaScript 2.0X 1.0 3.0X 1.1 4.0 4.05 1.2 4.06 4.61 1.3 5.0 1.4 6.0 1.5

JavaScript 2.0X 1.0 3.0X 1.1 4.0 4.05 1.2 4.06 4.61 1.3 5.0 1.4 6.0 1.5 JavaScript Diego R. Frank, Leonardo Seibt FIT Faculdades de Informática de Taquara Fundação Educacional Encosta Inferior do Nordeste Av. Oscar Martins Rangel, 4500 Taquara RS Brasil difrank@terra.com.br,

Leia mais

Config. do módulo MSA com dispositivos REP.

Config. do módulo MSA com dispositivos REP. Config. do módulo MSA com dispositivos REP. 23/05/2011 Config. do módulo MSA com disp. REP. Sumário Sumário... 2 1 Configurando os novos serviços para os REP... 3 1.1 Configurando o devices.xml... 3 1.2

Leia mais

Guia do Demoiselle Audit Demoiselle Audit Paulo Gladson Ximenes Pinheiro Clóvis Lemes Ferreira Júnior

Guia do Demoiselle Audit Demoiselle Audit Paulo Gladson Ximenes Pinheiro Clóvis Lemes Ferreira Júnior Guia do Demoiselle Audit Demoiselle Audit Paulo Gladson Ximenes Pinheiro Clóvis Lemes Ferreira Júnior Demoiselle Audit... v 1. Auditor... 1 1.1. Auditor de Persistência... 1 1.2. Auditor de Visão... 1

Leia mais

Java II. Sérgio Luiz Ruivace Cerqueira sergioruivace@gmail.com

Java II. Sérgio Luiz Ruivace Cerqueira sergioruivace@gmail.com Java II Sérgio Luiz Ruivace Cerqueira sergioruivace@gmail.com Servlets Servlet Aplicação Java que é executada no servidor que estende a capacidade do servidor Web Alternativa Java para os scripts CGI Gerenciado

Leia mais

Java para Desenvolvimento Web

Java para Desenvolvimento Web Java para Desenvolvimento Web Servlets A tecnologia Servlet foi introduzida pela Sun Microsystems em 1996, aprimorando e estendendo a funcionalidade e capacidade de servidores Web. Servlets é uma API para

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO DO FRAMEWORK - versão 2.0

DOCUMENTAÇÃO DO FRAMEWORK - versão 2.0 DOCUMENTAÇÃO DO FRAMEWORK - versão 2.0 Índice 1 - Objetivo 2 - Descrição do ambiente 2.1. Tecnologias utilizadas 2.2. Estrutura de pastas 2.3. Bibliotecas já incluídas 3 - Características gerais 4 - Criando

Leia mais

Sistema Gerenciador de Hotel. Adriano Douglas Girardello. Ana Paula Fredrich. Tiago Alexandre Schulz Sippert

Sistema Gerenciador de Hotel. Adriano Douglas Girardello. Ana Paula Fredrich. Tiago Alexandre Schulz Sippert UNIOESTE Universidade Estadual do Oeste do Paraná CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Colegiado de Informática Curso de Bacharelado em Informática Sistema Gerenciador de Hotel Adriano Douglas Girardello

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA)

SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA) SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA) Alessandra Lubbe 1 Alexandre Evangelista 2 Jeandro Perceval 3 José Ramiro Pereira 4 Luiz Gustavo Mahlmann 5 RESUMO

Leia mais

Curso da Ciência da Computação Disciplina Desenvolvimento de Aplicações Web

Curso da Ciência da Computação Disciplina Desenvolvimento de Aplicações Web Curso da Ciência da Computação Disciplina Desenvolvimento de Aplicações Web Semestre 2011.02 Turma 852 Trabalho Final 1. Descrição dos Requisitos da Aplicação Construir uma aplicação Java que implemente

Leia mais

INTRODUÇÃO 12. DOCUMENTAÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO 12. DOCUMENTAÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO 12. DOCUMENTAÇÃO Na plataforma Java SE 7, há cerca de 4000 classes e interfaces disponíveis para utilizarmos em nossas aplicações Podemos visualizar a documentação dessas classes e interfaces

Leia mais

DWR DIRECTED WEB REMOTING

DWR DIRECTED WEB REMOTING DWR DIRECTED WEB REMOTING Vamos ver nesse artigo um pouco sobre o Frameworks Ajax para Java, o DWR. Vamos ver seus conceitos, utilidades, vantagens, algumas práticas e fazer o passo a passo para baixar,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Informatização de farmácias publicas utilizando software livre.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Informatização de farmácias publicas utilizando software livre. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Informatização de farmácias publicas utilizando software livre. MURILO NUNES ELIAS FLORIANÓPOLIS SC 2007/2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Ciência da Computação Sistemas Distribuídos Professor Ciro Barbosa

Universidade Federal de Juiz de Fora Ciência da Computação Sistemas Distribuídos Professor Ciro Barbosa Universidade Federal de Juiz de Fora Ciência da Computação Sistemas Distribuídos Professor Ciro Barbosa Web Service Plínio Antunes Garcia Sam Ould Mohamed el Hacen Sumário Introdução conceitual O Web Service

Leia mais

Java Beans e Servlets

Java Beans e Servlets 6 Java Beans e Servlets Prof. Autor: Daniel Morais dos Reis e-tec Brasil Programação Avançada Para Web Página1 Meta Apresentar os recursos de orientação à objetos Java em JSP e integrá-los a tecnologia

Leia mais

Programação Orientada a Objetos em java. Polimorfismo

Programação Orientada a Objetos em java. Polimorfismo Programação Orientada a Objetos em java Polimorfismo Polimorfismo Uma característica muito importante em sistemas orientados a objetos Termo proveniente do grego, e significa muitas formas Em POO, significa

Leia mais

e-stf WebServices Processo Eletrônico Smart Client Manual de Instalação

e-stf WebServices Processo Eletrônico Smart Client Manual de Instalação SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Secretaria de Tecnologia da Informação e-stf WebServices Processo Eletrônico Smart Client 1 Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor 30/07/2008 1.0 Criação do documento

Leia mais

e-stf WebServices Processo Eletrônico Smart Client Documentação

e-stf WebServices Processo Eletrônico Smart Client Documentação SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Secretaria de Tecnologia da Informação e-stf WebServices Processo Eletrônico Smart Client 1 Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor 20/06/2008 1.0 Criação do documento

Leia mais

Fundamentos da Plataforma Java EE. Prof. Fellipe Aleixo (fellipe.aleixo@ifrn.edu.br)

Fundamentos da Plataforma Java EE. Prof. Fellipe Aleixo (fellipe.aleixo@ifrn.edu.br) Fundamentos da Plataforma Java EE Prof. Fellipe Aleixo (fellipe.aleixo@ifrn.edu.br) Como a plataforma Java EE trata o SERVIÇO DE NOMES Serviço de Nomes Num sistema distribuído os componentes necessitam

Leia mais

4 Desenvolvimento da ferramenta

4 Desenvolvimento da ferramenta direcionados por comportamento 38 4 Desenvolvimento da ferramenta Visando facilitar a tarefa de documentar requisitos funcionais e de gerar testes automáticos em uma única ferramenta para proporcionar

Leia mais

Manual de Utilização da Biblioteca VisPublica

Manual de Utilização da Biblioteca VisPublica Manual de Utilização da Biblioteca VisPublica Autores: Melise Paula Fernanda Ribeiro Aldeíde Brasil Tulio Moraes Bárbara Pimenta Guilherme Ferreira Versão: 2.1.4 Manual de Utilização da Biblioteca VisPublica

Leia mais

Java. Marcio de Carvalho Victorino www.dominandoti.eng.br

Java. Marcio de Carvalho Victorino www.dominandoti.eng.br Java Marcio de Carvalho Victorino www.dominandoti.eng.br 3. Considere as instruções Java abaixo: int cont1 = 3; int cont2 = 2; int cont3 = 1; cont1 += cont3++; cont1 -= --cont2; cont3 = cont2++; Após a

Leia mais

Outlook XML Reader Versão 8.0.0. Manual de Instalação e Demonstração UNE Tecnologia

Outlook XML Reader Versão 8.0.0. Manual de Instalação e Demonstração UNE Tecnologia Outlook XML Reader Versão 8.0.0 Manual de Instalação e Demonstração UNE Tecnologia Add-in para o Outlook 2003, 2007 e 2010 responsável pela validação e armazenamento de notas fiscais eletrônicas. Atenção,

Leia mais

ABORDAGEM DE FRAMEWORKS PARA JSF QUE AUXILIAM O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

ABORDAGEM DE FRAMEWORKS PARA JSF QUE AUXILIAM O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE ABORDAGEM DE FRAMEWORKS PARA JSF QUE AUXILIAM O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Amarildo Aparecido Ferreira Junior 1, Ricardo Ribeiro Rufino 1 ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil aapfjr@gmail.com

Leia mais

Tutorial RMI (Remote Method Invocation) por Alabê Duarte

Tutorial RMI (Remote Method Invocation) por Alabê Duarte Tutorial RMI (Remote Method Invocation) por Alabê Duarte Este tutorial explica basicamente como se implementa a API chamada RMI (Remote Method Invocation). O RMI nada mais é que a Invocação de Métodos

Leia mais

RELACIONAMENTOS ENTRE OS OBJETOS NO FRAMEWORK HIBERNATE Elio Lovisi Filho 1 Ronney Moreira de Castro 2 RESUMO

RELACIONAMENTOS ENTRE OS OBJETOS NO FRAMEWORK HIBERNATE Elio Lovisi Filho 1 Ronney Moreira de Castro 2 RESUMO Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery http://re.granbery.edu.br - ISSN 1981 0377 Curso de Sistemas de Informação - N. 10, JAN/JUN 2011 RELACIONAMENTOS ENTRE OS OBJETOS NO FRAMEWORK HIBERNATE

Leia mais

J2EE. Exemplo completo Utilização Servlet. Instrutor HEngholmJr

J2EE. Exemplo completo Utilização Servlet. Instrutor HEngholmJr J2EE Exemplo completo Utilização Servlet Instrutor HEngholmJr Page 1 of 9 AT09 Exemplo complete Utilização Servlet Version 1.1 December 5, 2014 Indice 1. BASEADO NOS EXEMPLOS DE CÓDIGO DESTA APOSTILA,

Leia mais

Desenvolvendo Aplicações Web com NetBeans

Desenvolvendo Aplicações Web com NetBeans Desenvolvendo Aplicações Web com NetBeans Aula 3 Cap. 4 Trabalhando com Banco de Dados Prof.: Marcelo Ferreira Ortega Introdução O trabalho com banco de dados utilizando o NetBeans se desenvolveu ao longo

Leia mais

Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro

Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro Julho / 2.012 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 29/07/2012 1.0 Versão inicial Ricardo Kiyoshi Página 2 de 11 Conteúdo 1. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

Desenvolvimento Web TCC-00.226 Turma A-1

Desenvolvimento Web TCC-00.226 Turma A-1 Desenvolvimento Web TCC-00.226 Turma A-1 Conteúdo JavaServer Pages (JSP) Professor Leandro Augusto Frata Fernandes laffernandes@ic.uff.br Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2013.2/tcc-00.226

Leia mais

Configuração de Cliente de Web Service HTTPS

Configuração de Cliente de Web Service HTTPS Configuração de Cliente de Web Service HTTPS Envio de registros civis ao SIRC através de Central de Registros Civis Configurando_Cliente_de_Web_Service_HTTPS.odt 1 de 20 Histórico de Revisões Data Versão

Leia mais

Java na WEB Servlet. Sumário

Java na WEB Servlet. Sumário 1 Java na WEB Servlet Objetivo: Ao final da aula o aluno será capaz de: Utilizar Servlets para gerar páginas web dinâmicas. Utilizar Servlets para selecionar páginas JSPs. Utilizar Servlets como elemento

Leia mais