REABILITAÇÃO SUSTENTÁVEL Fundo de Desenvolvimento Urbano JESSICA/CGD

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1 REABILITAÇÃO SUSTENTÁVEL Fundo de Desenvolvimento Urbano JESSICA/CGD SEMANA DA REABILITAÇÃO URBANA Porto, 03 de Abril 2013 Caixa Geral de Depósitos de Abril 1

2 A reabilitação urbana e a regeneração urbana estão, definitivamente, na ordem do dia, assumindo-se como instrumentos fundamentais na política de habitação e na política de cidades. A pressão sobre o espaço urbano está na génese de muitos dos problemas que hoje, igualmente, caracterizam o viver citadino, nomeadamente em termos sociais, económicos, demográficos, tecnológicos, entre outros. Importa ter presente que as cidades são os grandes pilares do desenvolvimento económico, gerando entre 75% a 85% do PIB Europeu, onde cerca de 80% da população reside ou trabalha em espaço urbano (em Portugal, esse número ronda os 60% da população). É por este conjunto de razões que se torna necessária um ação de intervenção integrada no espaço urbano. Caixa Geral de Depósitos de Abril 2

3 As intervenções no espaço público e no edificado estão hoje sujeitas a realidades só recentemente valorizadas e que passam por questões como a sustentabilidade social e económica, a eficiência energética, a correta utilização dos materiais e recursos, inclusive financeiros, o correto tratamento dos resíduos, etc. Estes fatores determinam que os atores que intervêm em processos de regeneração urbana e reabilitação urbana observem aquelas realidades, hoje indissociáveis de projetos qualificados como sustentáveis. A Iniciativa Comunitária JESSICA surge, neste contexto, como um instrumento fundamental para a prossecução de projetos financeira, social e ambientalmente sustentáveis, porquanto, quer na utilização dos recursos que disponibiliza, quer nos princípios que estão subjacentes à tipologia de projetos elegíveis, quer, por fim, na estruturação da sua política de investimento, observa rigorosos princípios de sustentabilidade e coesão social e económica. Entende-se como integrada por agregar quer a vertente do património edificado, quer a vertente social e humana traduzida em intervenções no espaço público. Caixa Geral de Depósitos de Abril 3

4 Reabilitação Urbana vs Regeneração Urbana Reabilitação Urbana A reabilitação urbana assume-se hoje como uma componente indispensável da política das cidades e da política de habitação, na medida em que nela convergem os objectivos e requalificação e revitalização das cidades ( ), e de qualificação do parque habitacional, procurando-se um funcionamento globalmente mais harmonioso e sustentável das cidades e a garantia, para todos, de uma habitação condigna Preâmbulo do Decreto-Lei nº 307/2009, de 23 de Outubro forma de intervenção integrada sobre o tecido urbano existente, em que o património urbanístico e imobiliário é mantido, no todo ou em parte substancial, e modernizado através da realização de obras de remodelação ou beneficiação dos sistemas de infraestruturas urbanas, dos equipamentos e dos espaços urbanos ou verdes de utilização colectiva e de obras de construção, reconstrução, ampliação, alteração, conservação ou demolição dos edifícios Alínea j), do artigo 2º, do Decreto-Lei nº 307/2009, de 23 de Outubro Reabilitação urbana intervenção na vertente física do espaço urbano Caixa Geral de Depósitos de Abril 4

5 Reabilitação Urbana vs Regeneração Urbana Regeneração Urbana A regeneração urbana, embora frequentemente confundida com outras formas de intervenção de cariz urbanístico, visa, numa escala superior às intervenções de reabilitação urbana, levar a cabo um conjunto de intervenções no denominado espaço público, relacionadas com: Acessibilidade e mobilidade intra-urbana expressa através das condições oferecidas para acirculação de pessoas e bens e paraoacesso aos equipamentos e serviços urbanos, O funcionamento, o ambiente e quadro de vidas urbanos; as relações espaço edificado/espaço livre, espaço privado/espaço público ; A imagem urbana, a identidade local, a presença e a memória histórico-cultural, ou seja, a paisagem urbana, a arquitetura da cidade e a arquitetura dos edifícios e espaços ; A noção de pertença e cidadania ; A coesão social, entendida como uma dimensão central no processo de harmonização do quadro de vida local Reabilitação Urbana Oportunidades Económicas, emprego e competências, estudo coordenado por Jorge Gonçalves, 2005 Regeneração urbana intervenção nas vertentes social e ambiental do espaço urbano Caixa Geral de Depósitos de Abril 5

6 Novo modelo de intervenção na Reabilitação e Regeneração Urbana JESSICA (Joint European Support for Sustainable Investment in City Areas) é um instrumento de engenharia financeira promovido pela Comissão Europeia e desenvolvido pelo Banco Europeu de Investimento com o apoio do Banco Europeu para o Desenvolvimento CE Caracteriza-se por introduzir uma nova racionalidade e uma nova forma de utilização dos fundos estruturais comunitários, até há bem pouco tempo caracterizados pelo facto de se assumirem como comparticipações a fundo perdido. BEI JESSICA CEB Os fundos JESSICA são fundos reembolsáveis, logo, poderão ser reafectos a outros projetos, que, igualmente, se mostrem coerentes com a política de investimento do FDU e do respetivo Programa Operacional Regional. É, também, mais uma forma de afirmar o comprometimento da CGD com a Reabilitação Urbana e com a Regeneração Urbana. Caixa Geral de Depósitos de Abril 6

7 Áreas de investimento Reabilitação e regeneração urbanas em cidades de média/grande dimensão Investimentos em integração social, desenvolvimento cultural e infraestruturas de desporto e lazer, infraestruturas e equipamentos de apoio empresarial, modernização de infraestruturas urbanas, gestão de resíduos, etc. Eficiência energética e energia renovável em áreas urbanas Revitalização económica de áreas urbanas (PME s e empresas inovadoras) Disseminação de tecnologias de informação e comunicação em áreas urbanas (inclui banda-larga e infraestruturas sem fios) Projetos coerentes com as estratégias de desenvolvimento regional e com as prioridades identificadas em cada Programa Operacional específico, respeitando os critérios de elegibilidade dos Fundos FEDER e das parcerias ao nível do FDU Investimento que cria valor e melhora a qualidade de vida nas cidades, tornando-as, simultaneamente mais competitivas. Caixa Geral de Depósitos de Abril 7

8 Plano Integrado de Dinamização da Reabilitação Urbana em Portugal Financiamento R e a b i l i t a ç ã o Arrendamento Apoio ao Empreendedorismo U r b a n a Captação de Investimento Institucional Visão agregadora dos investimentos/intervenções. Caixa Geral de Depósitos de Abril 8

9 Instrumentos de financiamento visando a dinamização da atividade económica e o repovoamento dos centros urbanos Montante global - 178,4M Nível 1 50,9M 45,9M FDU (Património autónomo de 95,9M) Vertente Equity Vertente Loan 81,6M Nível 2 I Fundo de equityque participa em projectos de regeneração e reabilitação urbanas promovidos por Fundos de Investimento ou por empresas II Linha de crédito para financiar projectos que respeitem critérios de elegibilidades dos fundos comunitários/jessica III Linha de crédito complementar para financiamento de projectos de reabilitação e regeneração urbanas em componentes não elegíveis Nível 3 Projecto 1 FIIAH que potencia a promoção de arrendamento habitacional dentro de áreas a reabilitar, promovendo, desta forma, a coesão social e territorial. Projecto 2 Projecto 3 Projecto 4 Projecto 5 Projecto 6 Projecto n Caixa Geral de Depósitos de Abril 9

10 Modelo de intervenção do FDU -CGD Gestor de instrumentos de engenharia financeira que irá catalisar a regeneração urbana em Portugal Os projetos terão que se afirmar como projetos urbanos no âmbito de planos integrados de desenvolvimento urbano sustentável 1, o que obriga ao planeamento e coordenação por parte das Autarquias ou outros órgãos do Estado Central. (1) Art.º 7º do Regulamento (CE) n.º 1080/2006. Fundo de Desenvolvimento Urbano CGD Intervenientes Autarquias e Estado SRUs e EMs IPSS Empresas Outros FIIAH Projectos Residências assistidas Residências universitárias Equipamentos sociais, culturais e desportivos Outros Caixa Geral de Depósitos de Abril 10

11 Instrumentos de financiamento visando a dinamização da atividade económica e o repovoamento dos centros urbanos I Linha de crédito para financiar projetos que respeitem critérios de elegibilidades dos fundos comunitários/jessica II Linha de crédito complementar para financiamento de projetos de reabilitação e regeneração urbanas em componentes não elegíveis III Fundo de equityque participa em projetos de regeneração e reabilitação urbanas promovidos por Fundos de Investimento ou por empresas Estabelecimento de linhas de crédito para reabilitação urbana, destinando-se a I ao fomento de projetos de investimento elegíveis, sendo a II complementar para financiar despesas necessárias ao projeto, embora não elegíveis na linha I. As condições do financiamento, em termos de preço, transferirão para o cliente os benefícios provenientes da Iniciativa JESSICA(QREN). Instrumento de participação em Capital de projetos Participação em projetos elegíveis, sendo de destacar a participação no Fundo de Investimento Imobiliário de Arrendamento Habitacional para Reabilitação Urbana - CIDADES DE PORTUGAL, FIIAH. Caixa Geral de Depósitos de Abril 11

12 Linhas de Crédito I Linha de crédito para financiar projetos que respeitem os critérios de elegibilidades dos fundos comunitários/jessica Instrumento de longo prazo com condições muito favoráveis: Montante Mínimo: ,00; Montante Máximo: até 80% do valor do investimento, desde que fundamentado no custo da reabilitação e na elegibilidade das despesas, definidas no âmbito do QREN e das Garantias prestadas. Prazo até 20 anos(podendo incluir período de carência, período utilização e diferimento); Pricing: bonificação de 1,5% sobre o spread calculado em função do risco da operação/projeto. II Linha de crédito complementar para financiamento de projetos de reabilitação e regeneração urbanas em componentes não elegíveis Instrumento de longo prazo em condições normais de mercado: Montante Mínimo: ,00; Prazo até 20 anos (podendo incluir período de carência, período utilização e diferimento); Pricing justado ao risco do operação/projeto. Caixa Geral de Depósitos de Abril 12

13 Modelo de intervenção do FDU -CGD Norte 77,8M Centro 60,6M Neste âmbito, os projetos mais representativos, e emblemáticos, que se encontram em fase de conclusão, enquadrados na estratégia global do FDU Caixa Geral de Depósitos para a gestão urbana são: Porto Hotel e Residência Sénior Aveiro Alojamento Local e Centro de Apoio à Terceira Idade Coimbra Reabilitação sistemática de imóveis e equipamentos Barcelos Criação de Galeria Comercial no centro da cidade Intervenção transversal a todo o território Cidades de Portugal FIIAH Vila Viçosa Projeto estratégico de dinamização turístico e cultural Alentejo 6M Abrantes Reabilitação de Hotel Évora Instalação de Central Fotovoltaica para regeneração de espaço ocupado por aterro sanitário Caixa Geral de Depósitos de Abril 13

14 Projetos mais representativos PORTO Projetos Integrados Hotel da Música Parque Temático - Descobrimentos Residência Universitária Hotel do Ouro 4 ** Caixa Geral de Depósitos de Abril 14

15 Projetos mais representativos PORTO Projetos Integrados Hotel da Música INVESTIMENTO: 7,4M. FINANCIAMENTO: 1,4M. Criação de 27 Postos de Trabalho Parque Temático - Descobrimentos INVESTIMENTO: 5M. FINANCIAMENTO: 4,5 M. Criação de 20 Postos de Trabalho INVESTIMENTO: 3,8M. FINANCIAMENTO: 2 M. Criação de 15 Postos de Trabalho Residência Universitária Hotel do Ouro 4 ** Caixa Geral de Depósitos de Abril 15

16 Projetos mais representativos AVEIRO Projetos Integrados Residência Sénior Alojamento Local Residência Sénior Caixa Geral de Depósitos 2013 Residência Universitária 03 de Abril 16

17 Projetos mais representativos AVEIRO Projetos Integrados Alojamento Local INVESTIMENTO: 0,6M FINANCIAMENTO: 0,3M. Criação de 6 Postos de Trabalho INVESTIMENTO: 10M. FINANCIAMENTO: 8M. Criação de 70 Postos de Trabalho Residência Sénior INVESTIMENTO: 0,4M. FINANCIAMENTO: 0,15M. Criação de 1 posto de trabalho direto Residência Sénior INVESTIMENTO: 1,5M + Terreno. FINANCIAMENTO: 1,15M. Criação de 31 Postos de Trabalho Residência Universitária Caixa Geral de Depósitos de Abril 17

18 Projetos mais representativos COIMBRA Projetos Integrados Museu de Cerâmica Residência Universitária Reabilitação Sistemática da Baixa Residência Universitária Ninho de Empresas Iluminação Pública por Led s Caixa Geral de Depósitos de Abril 18

19 Projetos mais representativos COIMBRA Projetos Integrados Museu de Cerâmica Residência Universitária Reabilitação Sistemática da Baixa INVESTIMENTO: 0,5M. FINANCIAMENTO: 0,4M. Criação de 4 Postos de Trabalho INVESTIMENTO: 5M FINANCIAMENTO: 3M. INVESTIMENTO: 10M. FINANCIAMENTO: 8M. Residência Universitária Ninho de Empresas INVESTIMENTO: 1M. FINANCIAMENTO: 0,5M. Criação de 5 Postos de Trabalho INVESTIMENTO: 2M. FINANCIAMENTO: 0,5M. Iluminação Pública por Led s Caixa Geral de Depósitos de Abril 19

20 Projeto: Cidades de Portugal FIIAH O Fundo de Investimento Imobiliário para Arrendamento Habitacional é um Veículo de Investimento, que apresenta vantagens financeiras. Componente Social Modelo de Atenção Oferta de Produtos e Serviços Vertente Económica Permite dinamizar a atividade economica, através da criação de emprego, empreendedorismo e do apoio às familias através do arrendamento de habitação reabilitada. Modelo Organizativo Famílias Gama Alta Vantagens Financeiras Permite aos proprietários de Imóveis colocá-los indirectamente no mercado de arrendamento. Caixa Geral de Depósitos de Abril 20

21 Projeto: Cidades de Portugal FIIAH Projeto estratégico para Reabilitação de Centros Urbanos que pretende captar investidores institucionais, nomeadamente, Municípios e Sociedades de Reabilitação Urbana, que servirá para dinamizar a vivência nas cidades, com foco na Reabilitação e empreendedorismo. CIDADES DE PORTUGAL Fundo de Investimento Imobiliário de Arrendamento Habitacional DuraçãodoFundo: Até31deDezembrode2020. CapitalSocialInicial: 30M,dosquais 9MprovenientesdoFDU CGD. Objetivo: Investimento em edifícios devolutos, a necessitar de reabilitação, contribuindo para o repovoamento urbano através do arrendamento habitacional e da dinamização da oferta de espaços para o fomento do empreendedorismo. Caixa Geral de Depósitos de Abril 21

22 FDU -CGD Instrumentos financeiros que serão implementados Região NORTE Região CENTRO Região ALENTEJO Rui Soeiro: Cristina Madruga: Teresa Gonçalves: Caixa Geral de Depósitos de Abril 22

23 Obrigado Direção de Financiamento e Negócio Imobiliário I 2013 Caixa Geral de Depósitos de Abril 23

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