China O potencial do Acordo CEPA para as empresas lusófonas em Macau - China. Dezembro 2016

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "China O potencial do Acordo CEPA para as empresas lusófonas em Macau - China. Dezembro 2016"

Transcrição

1 China O potencial do Acordo CEPA para as empresas lusófonas em Macau - China Dezembro 2016

2 Protocolo Acordo do qual beneficiam todas as empresas legalmente estabelecidas em Macau aduaneira autónoma. Assinado sob um mecanismo semelhante ao uma parceria comércio livre, um país com uma região aduaneira autónoma. Tem como objetivo promover a prosperida e senvolvimento comuns do interior da China e da Região Administrativa Macau. Este acordo abrange 3 âmbitos: Comércio serviços Facilitação no Investimento Acordo para alargamento da cooperação na facilitação do comércio e serviço em 10 áreas. Para os prestadores serviço Macau que invistam no interior da China nos setores e serviços liberalizados para Macau previstos neste Acordo, para além dos terminados setores, os contratos e estatutos constituição e alteração sociedas, em vez estarem sujeitos a autorização, passam apenas a necessitar registo. Acordo para facilitar as condições acesso ao mercado setores serviços Macau. A esta data existem 153 serviços Macau que estão liberalizados no interior da China, representando 95,6% dos 160 serviços classificados segundo os critérios da Organização Mundial do Comércio. Comércio Mercadorias O interior da China comprometeu-se concer isenção direitos aduaneiros às mercadorias Macau. Todas as mercadorias com origem em Macau, cujos critérios origem tenham sido estabelecidos entre as duas partes e obtido o respetivo Certificado Origem stinado ao CEPA, para efeitos comprovativo fabrico em Macau, pom ser exportados para o interior da China com isenção direitos aduaneiros, com exceção dos produtos proibidos pela China.

3 Facilitação do Comércio e Investimento Principais áreas e medidas Conceito e Conteúdo É um mecanismo indispensável para a liberalização do comércio mercadorias e serviços entre o interior da China e Macau que permite o alargamento contínuo do âmbito e espaço cooperação entre ambas as partes. O interior da China e Macau promovem a facilitação do comércio e investimento através do reforço da transparência, da adoção padrões comuns e troca informação As áreas cooperação são 10: Áreas cooperação Alteração nos contratos e constituição sociedas 1. Promoção do comércio e do investimento. 2. Facilitação das formalidas alfangárias. 3. Inspeção mercadorias, quarentena animais e plantas, segurança alimentar, controlo sanitário, certificação e acreditação e gestão padronizada. 4. Comércio eletrónico 5. Transparência da legislação 6. Cooperação entre PME 7. Cooperação industrial 8. Proteção da proprieda intelectual 9. Cooperação em matéria marcas 10. Cooperação em matéria educação Nos setores do comércio e serviços liberalizados para Macau, os contratos e estatutos constituição e alteração sociedas, em vez estarem sujeitos a autorização, passam apenas a necessitar registo.

4 Comércio Mercadorias Principais requisitos e regras A empresa requerente Macau ve ter licença industrial válida, e as respetivas mercadorias vem cumprir os critérios origem estipulados no Acordo. Entida emitente e Prazo Requisitos Regras Origem A entida governamental emitente com a responsabilida emissão do Certificado Origem é a Direção dos Serviços Economia (DSE). O formulário autorizado tem a valida 1 ano. 1. Origem em Macau são consiradas quando as mercadorias são integralmente provenientes Macau: 2. Transformação substancial - Quando não são integralmente provenientes Macau, só se consiram com origem se tiverem sido submetidas a uma transformação substancial que engloba: o Processos fabricação ou transformação estes serem realizados em Macau o Mudança código tarifário a operação fabrico ou transformação produtos matérias-primas importadas efetuada em Macau que resulte num outro produto a que corresponda, na Nomenclatura do Sistema Harmonizado, um código tarifário quatro dígitos diferentes o Percentagem Ad Valorem o valor total matérias-primas, componentes, custos mão obra e custos senvolvimento do produto suportados exclusivamente em Macau tem ser igual ou superior a 30% do FOB das mercadorias a exportar e que as operações finais fabrico ou tratamento foram realizadas em Macau. Se as matérias primas são originárias da China po, também, ser calculado como percentagem Ad-Valorem quando a percentagem é igual ou superior a 15% do calculo subtraído do valor das matérias primas ou componentes originários do interior da China o Outros critérios que venham a ser adotados por acordo do interior da China e Macau e Critérios Mistos, isto é, quando dois ou mais critérios acima intificados são utilizados para terminação da origem.

5 Comércio Serviços Principais medidas liberalização Princípio tratamento nacional Acordo Guangdong Maior liberalização e alargamento em nome individual No âmbito do alargamento do CEPA foi assinado em novembro 2015 a liberalização do comércio serviços a toda a região do Interior da China e Macau. Este acordo é o primeiro a ser assinado acordo com os princípios e regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), sob um princípio que estipula um Tratamento Nacional a alguns setores serviços Macau previamente ao estabelecimento ao estabelecimento das suas empresas, usando uma lista negativa para a liberalização plena do comércio serviços. A lista negativa permite às partes contratantes elaborar uma lista anexa ao Acordo reservando medidas ou setores que são compatíveis com as das condições Tratamento Nacional. No âmbito ste alargamento u-se um elevado grau liberalização: 153 setores do comércio e serviços foram liberalizados; 58 serviços gozam Tratamento Nacional, incluindo serviço publicida, fotográfico, reunião, hotelaria e restauração, guia turístico, transporte rodoviário mercadorias, entre outro; Os prestadores serviços Macau, pom entrar no mercado do interior da China através da forma presença comercial na província Guangdong; Os resintes Macau pom registra-se na província Guangdong como operadores dos estabelecimentos comerciais e industriais em nome individual, nos termos da respetiva legislação do Interior da China; 5 novas atividas: comércio por grosso bebidas e comidas, pensões normais, outra indústria hospedagem, serviços mediação imobiliária e operações sobre imóveis próprios.

Ponto de Situação da Execução da Carta de Qualidade da DSE 2012

Ponto de Situação da Execução da Carta de Qualidade da DSE 2012 Ponto de Situação da Execução da Carta de Qualidade da DSE 2012 Serviços Prestados Indicadores de Qualidade dos Serviços Previsibilidade de Cumprimento Taxa de Cumprimento 2012 1 Extensão de Patente de

Leia mais

CONGRESSO DE DIREITO ADUANEIRO

CONGRESSO DE DIREITO ADUANEIRO CONGRESSO DE DIREITO ADUANEIRO CLASSIFICAÇÃO, ORIGEM E VALOR ADUANEIRO JOSÉ RIJO Lisboa, 29 de Janeiro de 2014 Janeiro 2014 JOSÉ RIJO 1 Classificação Pautal, Origem e Valor Aduaneiro TRÊS PILARES ESTRURANTES

Leia mais

Suplemento II ao «Acordo de Estreitamento das Relações Económicas e Comerciais entre o Continente Chinês e Macau»

Suplemento II ao «Acordo de Estreitamento das Relações Económicas e Comerciais entre o Continente Chinês e Macau» Suplemento II ao «Acordo de Estreitamento das Relações Económicas e Comerciais entre o Continente Chinês e Macau» Com o objectivo de reforçar o intercâmbio e a cooperação económica e comercial entre o

Leia mais

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO MINISTÉRIO DO COMÉRCIO Agência para a Promoção de Investimento e Exportações MANUAL DO EXPORTADOR Procedimentos Administrativos Luanda, 10 de Julho de 2015 INDICE I. INTRODUÇÃO 2 II. PREAMBULO...2 III.

Leia mais

Cobertura de, aproximadamente, 7% do PIB mundial

Cobertura de, aproximadamente, 7% do PIB mundial São Paulo Brasil I Outubro 2015 Comércio e Investimento Comércio e Investimento Acordos comerciais em vigor Acordos comerciais assinados, que ainda não entraram em vigor Acordos de Cooperação em Investimento

Leia mais

PASSAPORTE PARA ANGOLA

PASSAPORTE PARA ANGOLA PASSAPORTE PARA ANGOLA Ana Pinelas Pinto 17 e 18 de Fevereiro 2011 17 e 18 de Fevereiro 2011 Imposto Predial Urbano Sisa Imposto de Consumo Imposto do Selo Imposto Predial Urbano Incidência objectiva Rendimentos

Leia mais

ACORDO DE COMPLEMENTAÇÃO ECONÔMICA Nº18 ACE18 NOVAS REGRAS DE ORIGEM. VIGÊNCIA : 27 de junho de 2015

ACORDO DE COMPLEMENTAÇÃO ECONÔMICA Nº18 ACE18 NOVAS REGRAS DE ORIGEM. VIGÊNCIA : 27 de junho de 2015 1- Artigo 3.- Serão considerados originários: a) Os produtos totalmente obtidos: ACORDO DE COMPLEMENTAÇÃO ECONÔMICA Nº18 ACE18 NOVAS REGRAS DE ORIGEM VIGÊNCIA : 27 de junho de 2015 i) produtos do reino

Leia mais

ANEXO Quinto Aditamento e Revisão dos Compromissos Específicos do Interior da China no Domínio da Liberalização do Comércio de Serviços 1

ANEXO Quinto Aditamento e Revisão dos Compromissos Específicos do Interior da China no Domínio da Liberalização do Comércio de Serviços 1 ANEXO Quinto Aditamento e Revisão dos Específicos do Interior da China no Domínio da Liberalização do Comércio de Serviços 1 1. Serviços Comerciais A. Serviços Profissionais b. Serviços de Contabilidade,

Leia mais

Agenda Internacional da Indústria. 22 de setembro de 2016

Agenda Internacional da Indústria. 22 de setembro de 2016 Agenda Internacional da Indústria 22 de setembro de 2016 Apresentação 1. Panorama do Comércio Exterior Brasileiro 2. CNI 3. Área Internacional da CNI 4. Agenda Internacional da Indústria 5. Pesquisa Desafios

Leia mais

Lei n.º 20/2012, de 14 de maio. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea g) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

Lei n.º 20/2012, de 14 de maio. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea g) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Lei n.º 20/2012, de 14 de maio A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea g) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.º Objeto 1. A presente lei altera a Lei n.º 64-B/2011, de

Leia mais

Critérios Para Acreditação e Sanções de OAC. Marcos Aurélio Lima de Oliveira Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia

Critérios Para Acreditação e Sanções de OAC. Marcos Aurélio Lima de Oliveira Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia Critérios Para Acreditação e Sanções de OAC Marcos Aurélio Lima de Oliveira Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia Marcos Aurélio Lima de Oliveira Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade

Leia mais

NORMAS DE PROCEDIMENTO PARA EMISSÃO DO CERTIFICADO DE ORIGEM DO ALADI

NORMAS DE PROCEDIMENTO PARA EMISSÃO DO CERTIFICADO DE ORIGEM DO ALADI NORMAS DE PROCEDIMENTO PARA EMISSÃO DO CERTIFICADO DE ORIGEM DO ALADI APTR 04 BRASIL ARGENTINA BOLIVIA-CHILE-CUBA- COLÔMBIA- EQUADOR MÉXICO- PERU VENEZUELA APROVADO PELA RESOLUÇÃO Nº 252 DE 30/12/1.999

Leia mais

IV WORKSHOP DO INFOSUCRO / IE-UFRJ MESA 3: COMÉRCIO INTERNACIONAL, BARREIRAS E POLÍTICAS MARTA LEMME (IE-UFRJ) NOVEMBRO/2011

IV WORKSHOP DO INFOSUCRO / IE-UFRJ MESA 3: COMÉRCIO INTERNACIONAL, BARREIRAS E POLÍTICAS MARTA LEMME (IE-UFRJ) NOVEMBRO/2011 IV WORKSHOP DO INFOSUCRO / IE-UFRJ MESA 3: COMÉRCIO INTERNACIONAL, BARREIRAS E POLÍTICAS MARTA LEMME (IE-UFRJ) NOVEMBRO/2011 1 Imposto de Importação Barreiras Não Tarifárias Alíquotas Ad Valorem Alíquotas

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Hong Kong Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Hong Kong Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Hong Kong Condições Legais de Acesso ao Mercado Abril 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 5 2 1. Regime

Leia mais

Ministério da Saúde AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

Ministério da Saúde AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Ministério da Saúde AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 99 DE 30 DE DEZEMBRO DE 2008(*) Dispõe sobre controle de importações e exportações de substâncias

Leia mais

Principais alterações:

Principais alterações: 1 eidas o novo Regulamento Europeu sobre certificação digital que substitui a legislação Portuguesa O que é o eidas? No próximo dia 1 de Julho entra em vigor o Regulamento nº910/2014 do Parlamento e do

Leia mais

Funda. Fundo ppara o Desenvolvimento das Atividades Portuárias. Receita de ICMS

Funda. Fundo ppara o Desenvolvimento das Atividades Portuárias. Receita de ICMS Funda Fundo ppara o Desenvolvimento das Atividades Portuárias Receita de ICMS CONCEITO Incentivo Financeiro LEGISLAÇÃO Lei nº 2.508, de 22/05/1970 e suas alterações. REGULAMENTAÇÃO Inicialmente pelo Decreto

Leia mais

Santana Lopes, Castro, Vieira, Teles, Silva Lopes, Calado, Cardoso & Associados R. L. Rua Castilho, n.º 67-2º andar * Lisboa Tel:

Santana Lopes, Castro, Vieira, Teles, Silva Lopes, Calado, Cardoso & Associados R. L. Rua Castilho, n.º 67-2º andar * Lisboa Tel: A Global Lawyers, Santana Lopes, Castro, Vieira, Teles, Silva Lopes, Calado, Cardoso & Associados Sociedade de Advogados, R. L. resulta da fusão de vontades de vários profissionais com vasto curriculum

Leia mais

Direção de Serviços de Segurança Alimentar / DGAV

Direção de Serviços de Segurança Alimentar / DGAV Direção de Serviços de Segurança Alimentar / DGAV Assunto: COMERCIALIZAÇÃO DE REBENTOS Esclarecimento 11/2013 A presente nota de esclarecimento pretende elucidar os operadores de empresas do setor alimentar

Leia mais

Boletim Informativo do CEPA Edição de Março de 2009 Número 28 Publicação da Direcção dos Serviços de Economia de Macau

Boletim Informativo do CEPA Edição de Março de 2009 Número 28 Publicação da Direcção dos Serviços de Economia de Macau Boletim Informativo do CEPA Edição de Março de 2009 Número 28 Publicação da Direcção dos Serviços de Economia de Macau Índice: 1. Iniciaram-se as negociações entre o Interior da China e Macau sobre o Suplemento

Leia mais

órgão emissor: ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária alcance do ato: federal - Brasil relacionamento(s):

órgão emissor: ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária alcance do ato: federal - Brasil relacionamento(s): título: Resolução RDC nº 81, de 14 de abril de 2003 ementa: Dispõe sobre a obrigatoriedade de identificação do fabricante do produto palmito em conserva, litografada na parte lateral da tampa metálica

Leia mais

Alfândegas. O termo Alfândega designa um departamento público, geralmente. localizado junto a portos marítimos, fronteiras terrestres e aeroportos,

Alfândegas. O termo Alfândega designa um departamento público, geralmente. localizado junto a portos marítimos, fronteiras terrestres e aeroportos, Alfândegas Trabalho realizado por: Tânia Leão n.º19 Alfândegas O termo Alfândega designa um departamento público, geralmente localizado junto a portos marítimos, fronteiras terrestres e aeroportos, com

Leia mais

O Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Cooperativista da Guiana (doravante denominados Partes ),

O Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Cooperativista da Guiana (doravante denominados Partes ), ACORDO DE ALCANCE PARCIAL DE COMPLEMENTAÇÃO ECONÔMICA N 38, SUBCRITO AO AMPARO DO ARTIGO 25 DO TRATADO DE MONTEVIDÉU 1980, ENTRE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A REPÚBLICA COOPERATIVISTA DA GUIANA

Leia mais

OPERAÇÕES DE COMÉRCIO EXTERIOR COTAS E INFORMAÇÕES GERAIS

OPERAÇÕES DE COMÉRCIO EXTERIOR COTAS E INFORMAÇÕES GERAIS OPERAÇÕES DE COMÉRCIO EXTERIOR LICENÇAS DE IMPORTAÇÃO LICENÇAS DE IMPORTAÇÃO COTAS E INFORMAÇÕES GERAIS LEGISLAÇÃO Portaria SECEX Nº 23/11 - Tratamento Administrativo Portaria DECEX nº 08/91 - Material

Leia mais

PME INVESTE CRESCIMENTO GERAL

PME INVESTE CRESCIMENTO GERAL PME INVESTE CRESCIMENTO GERAL INFORMAÇÃO SINTETIZADA OBJETO Facilitar o acesso ao crédito por parte das PME, nomeadamente através da bonificação de taxas de juro e da minimização do risco das operações

Leia mais

Regulamento de Certificação de Técnicos

Regulamento de Certificação de Técnicos Regulamento de Certificação de Técnicos O presente documento estabelece o Regulamento de certificação dos técnicos responsáveis pela instalação, deteção de fugas, recuperação e manutenção ou assistência

Leia mais

Guia para a passagem alfandegária de medicamentos veterinários a importar Licença de importação de bens e tecnologias de duplo uso

Guia para a passagem alfandegária de medicamentos veterinários a importar Licença de importação de bens e tecnologias de duplo uso Resumo dos procedimentos relativos ao pedido de documentação necessária para obter, junto da administração nacional, a declaração para as mercadorias do CEPA Para que os exportadores / importadores de

Leia mais

OPERAÇÕES DE COMÉRCIO EXTERIOR LICENÇAS DE IMPORTAÇÃO COTAS E INFORMAÇÕES GERAIS

OPERAÇÕES DE COMÉRCIO EXTERIOR LICENÇAS DE IMPORTAÇÃO COTAS E INFORMAÇÕES GERAIS OPERAÇÕES DE COMÉRCIO EXTERIOR LICENÇAS DE IMPORTAÇÃO COTAS E INFORMAÇÕES GERAIS LEGISLAÇÃO Portaria SECEX Nº 23/11 - Tratamento Administrativo Portaria DECEX nº 08/91 - Material Usado Decreto nº 6.759/09

Leia mais

Bélgica-Bruxelas: Programa de informação e empresarial da UE em Hong Kong e Macau 2014/S 032-050737. Anúncio de concurso. Serviços

Bélgica-Bruxelas: Programa de informação e empresarial da UE em Hong Kong e Macau 2014/S 032-050737. Anúncio de concurso. Serviços 1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:50737-2014:text:pt:html Bélgica-Bruxelas: Programa de informação e empresarial da UE em Hong Kong e Macau 2014/S 032-050737

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 25, DE 15 DE ABRIL DE 2003

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 25, DE 15 DE ABRIL DE 2003 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 25, DE 15 DE ABRIL DE 2003 As importações de vegetais, seus produtos, derivados e partes, subprodutos,

Leia mais

NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/ Rev 1

NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/ Rev 1 NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/2015 1 Rev 1 [Operações públicas FEDER] 1 Não aplicável a operações enquadradas no Sistema de Incentivos às Empresas e a operações cofinanciadas pelo FSE. CONTROLO DO DOCUMENTO

Leia mais

O presente questionário foi concebido de forma a apoiar uma organização de produção (fabril) a avaliar a sua posição competitiva.

O presente questionário foi concebido de forma a apoiar uma organização de produção (fabril) a avaliar a sua posição competitiva. O presente questionário foi concebido de forma a apoiar uma organização de produção (fabril) a avaliar a sua posição competitiva. : Ao preencher o questionário é importante ser honesto e objectivo. Respostas

Leia mais

ATO DELEGADO CÓDIGO ADUANEIRO DA UNIÃO ANEXOS VERSÃO

ATO DELEGADO CÓDIGO ADUANEIRO DA UNIÃO ANEXOS VERSÃO 1 ATO DELEGADO CÓDIGO ADUANEIRO DA UNIÃO VERSÃO abril 2016 1 VERSÕES DATA AUTOR VERSÃO COMENTÁRIO Criação do Documento 01-02-2016 Ana Bela Ferreira 1ª (original) 20-04-2016 Ana Bela Ferreira 2ª versão

Leia mais

Índice. Como efetuar uma operação de renovação da certificação? Como efetuar uma operação de confirmação de estimativas?

Índice. Como efetuar uma operação de renovação da certificação? Como efetuar uma operação de confirmação de estimativas? Índice Como efetuar uma operação de renovação da certificação? Como efetuar uma operação de confirmação de estimativas? Como efetuar uma operação de renovação da certificação? A operação de Renovação da

Leia mais

Art. 5º A SDA manifestar-se-á dentro do prazo máximo de 15 (quinze) dias corridos da data de recebimento da solicitação de autorização.

Art. 5º A SDA manifestar-se-á dentro do prazo máximo de 15 (quinze) dias corridos da data de recebimento da solicitação de autorização. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 15 DE MARÇO DE 2013 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

TRIBUTAÇÃO SOBRE O COMÉRCIO EXTERIOR Imposto de Importação Imposto de Exportação. Prof. Marcelo Alvares Vicente

TRIBUTAÇÃO SOBRE O COMÉRCIO EXTERIOR Imposto de Importação Imposto de Exportação. Prof. Marcelo Alvares Vicente TRIBUTAÇÃO SOBRE O COMÉRCIO EXTERIOR Imposto de Importação Imposto de Exportação Prof. Marcelo Alvares Vicente Tributação sobre o Comércio Exterior Necessidade de análise sistemática do Ordenamento jurídico

Leia mais

Folheto Informativo Sobre O Reconhecimento Profissional

Folheto Informativo Sobre O Reconhecimento Profissional Este folheto informativo foi-lhe entregue por: Folheto Informativo Sobre O Reconhecimento Profissional Exmos. Senhores e Senhoras, Para lhes possibilitar um apoio devidamente pormenorizado no reconhecimento

Leia mais

Controle administrativo no comércio exterior

Controle administrativo no comércio exterior Controle administrativo no comércio exterior O que é o controle administrativo Controle exercido com o objetivo de verificar a consonância da operação pretendida em relação às normas comerciais, técnicas,

Leia mais

EQUIDADE NA REPARTIÇÃO DE VALOR

EQUIDADE NA REPARTIÇÃO DE VALOR EQUIDADE NA REPARTIÇÃO DE VALOR REGULAMENTAÇÃO E AUTORREGULAÇÃO 09 outubro 2012 Regulamentação e Autorregulação Tema discutido na reunião extraordinária 11/04 Seguindo-se 3 reuniões técnicas do GT Autorregulação

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TÉCNICOS DE CONTABILIDADE

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TÉCNICOS DE CONTABILIDADE MAPA DAS OBRIGAÇÕES FISCAIS E PARAFISCAIS DE MAIO DE 2016 Dia 10: IVA: Envio da declaração mensal referente ao mês de março 2016 e anexos. IRS/IRC/SEGURANÇA SOCIAL: Declaração de rendimentos pagos e de

Leia mais

Em 27 de fevereiro de DCal/DE/CCAC/DAI/ 9 /821.2(42)(82) Senhor Embaixador,

Em 27 de fevereiro de DCal/DE/CCAC/DAI/ 9 /821.2(42)(82) Senhor Embaixador, DCal/DE/CCAC/DAI/ 9 /821.2(42)(82) Em 27 de fevereiro de 1958. Senhor Embaixador, Tenho a honra de comunicar a Vossa Excelência que o Govêrno brasileiro, tendo em vista a inclusão da Áustria no sistema

Leia mais

ACORDO DE COMÉRCIO PREFERENCIAL ENTRE O MERCOSUL E A REPÚBLICA DA ÍNDIA

ACORDO DE COMÉRCIO PREFERENCIAL ENTRE O MERCOSUL E A REPÚBLICA DA ÍNDIA ACORDO DE COMÉRCIO PREFERENCIAL ENTRE O MERCOSUL E A REPÚBLICA DA ÍNDIA A República Argentina, a República Federativa do Brasil, a República do Paraguai e a República Oriental do Uruguai, Estados Parte

Leia mais

Assunto: Acordo Económico e Comercial Global entre o Canadá, por um lado, e a União Europeia e os seus Estados-Membros, por outro

Assunto: Acordo Económico e Comercial Global entre o Canadá, por um lado, e a União Europeia e os seus Estados-Membros, por outro Conselho da União Europeia Bruxelas, 14 de setembro de 2016 (OR. en) Dossiê interinstitucional: 2016/0206 (NLE) 10973/16 ADD 13 WTO 195 SERVICES 20 FDI 16 CDN 12 ATOS LEGISLATIVOS E OUTROS INSTRUMENTOS

Leia mais

DIALOGO AFRICANO SOBRE TRIBUTAÇÃO

DIALOGO AFRICANO SOBRE TRIBUTAÇÃO DIALOGO AFRICANO SOBRE TRIBUTAÇÃO Workshop: A eliminação das tarifas aduaneiras na SADC e EAC: Será que as barreiras não tarifárias seguirão o mesmo caminho? Por: Guilherme Mambo, Autoridade Tributaria

Leia mais

Caminhos para melhorar o acesso a mercado das exportações brasileiras

Caminhos para melhorar o acesso a mercado das exportações brasileiras Caminhos para melhorar o acesso a mercado das exportações brasileiras Fórum Estadão de Competitividade Carlos Eduardo Abijaodi Diretor de Desenvolvimento Industrial Confederação Nacional da Indústria 1

Leia mais

Desenvolvimento Industrial em. Moçambique. African Iron&Steel Conference, de 23 de Juhno de 2015, Hotel Avenida, Maputo, Moçambique

Desenvolvimento Industrial em. Moçambique. African Iron&Steel Conference, de 23 de Juhno de 2015, Hotel Avenida, Maputo, Moçambique República de Moçambique African Iron&Steel Conference, de 23 de Juhno de 2015, Hotel Avenida, Maputo, Moçambique Direcção Nacional da Industria Desenvolvimento Industrial em Moçambique Eng. Mateus Matusse

Leia mais

FUNDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

FUNDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA FUNDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Aviso 09 Auditoria Energética a Elevadores em Edifícios de DIREÇÃO EXECUTIVA DO PNAEE FUNDO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA (FEE) Decreto-Lei nº 50/2010, de 20 Maio O Fundo de Eficiência

Leia mais

Declaração de Importação (DI) Desembaraço Aduaneiro. NCM Habilitação SISCOMEX. Tratamento Administrativo. Deferida. Licença de Importação (LI)

Declaração de Importação (DI) Desembaraço Aduaneiro. NCM Habilitação SISCOMEX. Tratamento Administrativo. Deferida. Licença de Importação (LI) 1 Desembaraçada Desembaraço Aduaneiro Deferida Vinculada à DI Declaração de Importação (DI) NCM Habilitação SISCOMEX Tratamento Administrativo Importação Dispensada de Licenciamento Deferida Licença de

Leia mais

SISCOSERV Sistema Integrado do Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio

SISCOSERV Sistema Integrado do Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio SISCOSERV Sistema Integrado do Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio Atos Normativos Os principais atos que regem o registro no Siscoserv estão

Leia mais

SECRETARIA DA FAZENDA COORDENADORIA DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA. Portaria CAT 174, de

SECRETARIA DA FAZENDA COORDENADORIA DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA. Portaria CAT 174, de SECRETARIA DA FAZENDA COORDENADORIA DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA Portaria CAT 174, de 28-12-2012 Dispõe sobre os procedimentos que devem ser observados na aplicação da alíquota de 4% nas operações interestaduais

Leia mais

ª Fase AECVEXE10_04

ª Fase AECVEXE10_04 AECVEXE10_04 20 pontos 15 pontos 15 pontos 10 pontos 20 pontos 20 pontos 15 pontos 15 pontos 10 pontos TOTAL 200 pontos Exame Nacional de Economia A 10.º/11.º Anos, 2007, 2.ª fase in www.gave.min-edu.pt

Leia mais

LISTA DE ANEXOS E PROTOCOLOS

LISTA DE ANEXOS E PROTOCOLOS LISTA DE ANEXOS E PROTOCOLOS Anexo I: Lista de produtos agrícolas e de produtos agrícolas transformados dos capítulos 25 a 97 do Sistema Harmonizado previstos nos artigos 7.º e 12.º Anexo II: Lista dos

Leia mais

ITCMD Aspectos Relacionados ao Terceiro Setor

ITCMD Aspectos Relacionados ao Terceiro Setor ITCMD Aspectos Relacionados ao Terceiro Setor Comissão de Direito do Terceiro Setor Danilo Brandani Tiisel Imposto sobre Transmissão "Causa Mortis" e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos ITCMD Conceito

Leia mais

DIRETIVA DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

DIRETIVA DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DIRETIVA DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA PRIORIDADES PARA PORTUGAL João Bernardo, DGEG Workshop QUERCUS: Eficiência Energética Desafios e Oportunidades para Portugal 6/março/2015 Principais normativos de orientação

Leia mais

QUADRO RESUMO DOS PRINCIPAIS IMPOSTOS CABO VERDIANOS. Imposto Base de incidência Taxa

QUADRO RESUMO DOS PRINCIPAIS IMPOSTOS CABO VERDIANOS. Imposto Base de incidência Taxa SISTEMA TRIBUTÁRIO QUADRO RESUMO DOS PRINCIPAIS IMPOSTOS CABO VERDIANOS Imposto Base de incidência Taxa Imposto único sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IUR- PS) Contribuições para segurança social

Leia mais

Dados do fabricante x despacho aduaneiro: redobre a sua atenção

Dados do fabricante x despacho aduaneiro: redobre a sua atenção Dados do fabricante x despacho aduaneiro: redobre a sua atenção O conceito de fabricante é do conhecimento de todos porque de fácil assimilação: fabricante é todo aquele que fabrica um produto. Porém,

Leia mais

PASSAPORTE PARA ANGOLA

PASSAPORTE PARA ANGOLA PASSAPORTE PARA ANGOLA Ana Pinelas Pinto 27 de Maio 2011 27 de Maio 2011 Imposto Predial Urbano Sisa Imposto de Consumo Imposto do Selo Imposto Predial Urbano Incidência objectiva Rendimentos dos prédios

Leia mais

Módulo 5 Fortalecimento de Vínculos Comerciais. Criação de vínculos comerciais verticais e horizontais. cadeia e estratégia.

Módulo 5 Fortalecimento de Vínculos Comerciais. Criação de vínculos comerciais verticais e horizontais. cadeia e estratégia. Módulo 5 Fortalecimento de Vínculos Comerciais Criação de vínculos comerciais verticais e horizontais Módulos Delimitação do projeto Análise da cadeia e estratégia Implementação Monitoria 0 Decisão sobre

Leia mais

PARTE C MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL (2) Diário da República, 2.ª série N.º de novembro de 2013

PARTE C MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL (2) Diário da República, 2.ª série N.º de novembro de 2013 33090-(2) Diário da República, 2.ª série N.º 217 8 de novembro de 2013 PARTE C MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL Gabinete do Secretário de Estado do Emprego Despacho n.º 14500-A/2013

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TÉCNICOS DE CONTABILIDADE

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TÉCNICOS DE CONTABILIDADE MAPA DAS OBRIGAÇÕES FISCAIS E PARAFISCAIS DE OUTUBRO 2016 Dia 10: IVA: Envio da declaração mensal referente ao mês de agosto 2016 e anexos. IRC/SEGURANÇA SOCIAL: Declaração de rendimentos pagos e de retenções,

Leia mais

Calendário das Obrigações Fiscais e Parafiscais para o mês de MAIO DE 2015

Calendário das Obrigações Fiscais e Parafiscais para o mês de MAIO DE 2015 Calendário das Obrigações Fiscais e Parafiscais para o mês de MAIO DE 2015 OBRIGAÇÕES RELATIVAS AO IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES (IRS) E IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLETIVAS

Leia mais

Boletim Informativo do CEPA Edição de Dezembro de 2004 Número 7 Publicação da Direcção de Serviços de Economia de Macau

Boletim Informativo do CEPA Edição de Dezembro de 2004 Número 7 Publicação da Direcção de Serviços de Economia de Macau Boletim Informativo do CEPA Edição de Dezembro de 2004 Número 7 Publicação da Direcção de Serviços de Economia de Macau Índice: 1. Assinatura do Suplemento ao CEPA com maior liberalização 2. Conferência

Leia mais

Capitulo 7. Barreiras não tarifárias. Barreiras Não Tarifárias

Capitulo 7. Barreiras não tarifárias. Barreiras Não Tarifárias Capitulo 7 Barreiras Não Tarifárias Barreiras não tarifárias Quotas de importação; Restrições Voluntárias á Exportação (VER); Subsídios á exportação; Outros instrumentos de politica comercial Créditos

Leia mais

Despacho Aduaneiro de Importação. Decisão

Despacho Aduaneiro de Importação. Decisão 1 Despacho Aduaneiro de Importação Declaração de Importação (DI) NCM Habilitação SISCOMEX Tratamento Administrativo Importação Dispensada de Licenciamento Deferido Licença de Importação (LI) Licenciamento

Leia mais

Eco new farmers. Módulo 8 - Certificação, regras e procedimentos. Sessão 2 Procedimentos ao nível da exploração

Eco new farmers. Módulo 8 - Certificação, regras e procedimentos. Sessão 2 Procedimentos ao nível da exploração Eco new farmers Módulo 8 - Certificação, regras e procedimentos Sessão 2 Procedimentos ao nível da exploração Módulo 8 - Certificação, regras e procedimentos Sessão 2 - Procedimentos ao nível da exploração

Leia mais

INCENTIVO FISCAL AO ABATE DE VEÍCULOS EM FIM DE VIDA. Condições de acesso ao incentivo 2016/2017

INCENTIVO FISCAL AO ABATE DE VEÍCULOS EM FIM DE VIDA. Condições de acesso ao incentivo 2016/2017 INCENTIVO FISCAL AO ABATE DE VEÍCULOS EM FIM DE VIDA Condições de acesso ao incentivo 2016/2017 A Lei nº 82-D/2014, de 31 de dezembro (Lei da Fiscalidade Verde ), alterada pela Lei n.º 7-A/2016 de 30 de

Leia mais

Formulário para Pré-Análise de Petição -SALVAGUARDA TRANSITÓRIA-

Formulário para Pré-Análise de Petição -SALVAGUARDA TRANSITÓRIA- Formulário para Pré-Análise de Petição -SALVAGUARDA TRANSITÓRIA- ESTE É UM FORMULÁRIO PARA AUXILIAR OS INTERESSADOS NA ELABORAÇÃO DE PETIÇÃO OBJETIVANDO A ABERTURA DE INVESTIGAÇÃO DE SALVAGUARDA TRANSITÓRIA.

Leia mais

15,50 15, por fogo ou unidade de ocupação. 10,50 10, prazo - por cada mês ou fracção

15,50 15, por fogo ou unidade de ocupação. 10,50 10, prazo - por cada mês ou fracção izaç ARTIGO 41º Quadro I Alvará de licença ou autorização de loteamento e de obras de urbanização 1. Emissão do alvará de licença ou de autorização 1.1 Acresce, ao montante referido no número anterior:

Leia mais

Balanço dos Compromissos Políticos do Governo de Moçambique. Nova Aliança para a Segurança Alimentar e Nutricional Maputo, 10 e 11 de Abril de 2013

Balanço dos Compromissos Políticos do Governo de Moçambique. Nova Aliança para a Segurança Alimentar e Nutricional Maputo, 10 e 11 de Abril de 2013 Balanço dos Compromissos Políticos do Governo de Moçambique Nova Aliança para a Segurança Alimentar e Nutricional Maputo, 10 e 11 de Abril de 2013 1 1 ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO ÉTICO DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL ELOTECH - CPQ

TERMO DE COMPROMISSO ÉTICO DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL ELOTECH - CPQ TERMO DE COMPROMISSO ÉTICO DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL ELOTECH - CPQ INTRODUÇÃO 1. As presentes regras que integram o programa de Certificação Profissional Elotech, instituído pela Diretoria

Leia mais

ENVIO DE MATERIAL BIOLÓGICO NÃO CONSIGNADO PARA O EXTERIOR

ENVIO DE MATERIAL BIOLÓGICO NÃO CONSIGNADO PARA O EXTERIOR ENVIO DE MATERIAL BIOLÓGICO NÃO CONSIGNADO PARA O EXTERIOR Material Biológico Consignado: organismos ou partes desses registrados em uma coleção biológica científica. Material Biológico: organismos ou

Leia mais

3. Terceiro Simpósio sobre o Desenvolvimento Regional da Indústria de Medicina Chinesa (2008)

3. Terceiro Simpósio sobre o Desenvolvimento Regional da Indústria de Medicina Chinesa (2008) Boletim Informativo do CEPA Edição de Dezembro de 2008 Número 27 Publicação da Direcção dos Serviços de Economia de Macau Índice: 1. Conferência Conjunta de Cooperação Guangdong-Macau 2008 realizada em

Leia mais

AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA PARA ATIVIDADE DE INVESTIMENTO (ARI) PERGUNTAS MAIS FREQUENTES

AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA PARA ATIVIDADE DE INVESTIMENTO (ARI) PERGUNTAS MAIS FREQUENTES AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA PARA ATIVIDADE DE INVESTIMENTO (ARI) PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 1. O que é o regime especial de Autorização de Residência para Atividade de Investimento (ARI)? O regime de ARI

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CLÁUDIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CLÁUDIA LEI Nº 559/2015 DATA: 12 DE FEVEREIRO DE 2015 INSTITUI A COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇOS SOBRE ATIVIDADES DE LICENCIAMENTO E FISCALIZAÇÃO AMBIENTAL NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE CLÁUDIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

Prefeitura do Município de Lages Secretaria Municipal da Fazenda Diretoria de Fiscalização

Prefeitura do Município de Lages Secretaria Municipal da Fazenda Diretoria de Fiscalização INSTRUÇÃO NORMATIVA 007/2014 DISPÕE SOBRE O MANUAL DE PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS DA DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO DA SECRETARIA DA FAZENDA DO MUNICÍPIO DE LAGES Considerando a necessidade de promover agilidade

Leia mais

Curso de Ciências Contábeis Disciplina: Contabilidade Tributária I 3ª Fase Professora: Lyss Paula de Oliveira

Curso de Ciências Contábeis Disciplina: Contabilidade Tributária I 3ª Fase Professora: Lyss Paula de Oliveira Curso de Ciências Contábeis Disciplina: Contabilidade Tributária I 3ª Fase Professora: Lyss Paula de Oliveira 1 Assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as afirmativa falsa: (F) O ISS é um tributo

Leia mais

Higiene dos Géneros Alimentícios

Higiene dos Géneros Alimentícios Higiene dos Géneros Alimentícios RASTREABILIDADE, HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR DGFCQA DGV Direcção-Geral de Veterinária Fiscalização e Controlo da Qualidade Alimentar Ana Paula Bico Setembro de 2006 Segurança

Leia mais

Acordos e Tratados Internacionais

Acordos e Tratados Internacionais Acordos e Tratados Internacionais CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTES: KEEDI, Samir. ABC do Comércio Exterior. São Paulo: Aduaneiras, 2007. www.desenvolvimento.gov.br www.aladi.org

Leia mais

SUCATA E LINGOTES E TARUGOS DE METAIS NÃO-FERROSOS

SUCATA E LINGOTES E TARUGOS DE METAIS NÃO-FERROSOS SUCATA E LINGOTES E TARUGOS DE METAIS NÃO-FERROSOS atualizado em 29/03/2016 ÍNDICE 1. CONCEITOS INICIAIS...4 1.1. Sucata...4 1.2. Diferimento...4 2. SISTEMA DE TRIBUTAÇÃO...4 3. NA AQUISIÇÃO DA SUCATA

Leia mais

ORDEM DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS REGULAMENTO DE ACREDITAÇÃO DE DIRETOR CLÍNICO

ORDEM DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS REGULAMENTO DE ACREDITAÇÃO DE DIRETOR CLÍNICO ORDEM DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS REGULAMENTO DE ACREDITAÇÃO DE DIRETOR CLÍNICO Ao abrigo do artigo 15.º, n.º 1, do Decreto-Lei n.º 184/2009, de 11 de agosto, e no uso da competência que lhe é conferida pela

Leia mais

AGÊNCIA CENTRAL CORREIOS ARARAQUARA EXPORTA FÁCIL

AGÊNCIA CENTRAL CORREIOS ARARAQUARA EXPORTA FÁCIL AGÊNCIA CENTRAL CORREIOS ARARAQUARA EXPORTA FÁCIL Inove com os Correios 5561 municípios 45 Milhões de domicílios visitados por dia 47 mil empresas clientes 120 mil empregados 56 mil carteiros 24 mil atendentes

Leia mais

O Governo da República Socialista Federativa da Iugoslávia,

O Governo da República Socialista Federativa da Iugoslávia, aprofundar ACORDO DE COMÉRCIO E PAGAMENTOS ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDE- RATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA SOCIALISTA FEDERATIVA DA IUGOSLÁVIA e O Governo da República Federativa do Brasil

Leia mais

CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA À INICIATIVA COMPETIR XXI

CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA À INICIATIVA COMPETIR XXI CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA À INICIATIVA COMPETIR XXI 30-03-2016 Iniciativa Competir XXI CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA Na sequência da qualificação da Sotecnisol, S.A. como Empresa

Leia mais

Estrutura Geral do Projeto. Propostas e iniciativas internacionais

Estrutura Geral do Projeto. Propostas e iniciativas internacionais Usos Inovadores do Gás Natural (GN) Promoção da eficiência energética em Arranjos Produtivos Locais (APLs) Temas Estrutura Geral do Projeto As investigações em Viena As investigações em Viena Propostas

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia L 77/25

Jornal Oficial da União Europeia L 77/25 23.3.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 77/25 REGULAMENTO (UE) N. o 284/2011 DA COMISSÃO de 22 de Março de 2011 que fixa as condições específicas e os procedimentos pormenorizados para a importação

Leia mais

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÃO BÁSICA PARA SOLICITAÇÃO DE MODIFICAÇÕES DA NOMENCLATURA COMUM DO MERCOSUL - NCM E/OU DA TARIFA EXTERNA COMUM - TEC

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÃO BÁSICA PARA SOLICITAÇÃO DE MODIFICAÇÕES DA NOMENCLATURA COMUM DO MERCOSUL - NCM E/OU DA TARIFA EXTERNA COMUM - TEC FORMULÁRIO DE INFORMAÇÃO BÁSICA PARA SOLICITAÇÃO DE MODIFICAÇÕES DA NOMENCLATURA COMUM DO MERCOSUL - NCM E/OU DA TARIFA EXTERNA COMUM - TEC OBS: Em caso de bens finais, de informática, de telecomunicações

Leia mais

INFLUÊNCIAS NA GESTÃO DE REDES

INFLUÊNCIAS NA GESTÃO DE REDES INFLUÊNCIAS NA GESTÃO DE REDES Vera M. L. Ponçano Rede de Saneamento e Abastecimento de Água Aracaju, 10 dezembro 2015 REDES: TECNOLÓGICAS TEMÁTICAS - PÚBLICAS FATORES DE INFLUÊNCIA: PESSOAL, SOCIAL, TECNOLÓGICO,

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia L 242/13

Jornal Oficial da União Europeia L 242/13 7.9.2012 Jornal Oficial da União Europeia L 242/13 REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) N. o 792/2012 DA COMISSÃO de 23 de agosto de 2012 que estabelece regras para a conceção das licenças, certificados e outros

Leia mais

A P R E S E N T A Ç Ã O MARÇO 09

A P R E S E N T A Ç Ã O MARÇO 09 A P R E S E N T A Ç Ã O MARÇO 09 Sumário : 1 Entidade Reguladora do Sector Eléctrico em Angola 2 Missão do IRSE 3 Reflexos da Entidade Reguladora no Sector 4 Desafios do Regulador 5 Indicadores 6 Legislação

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 547, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2014

INSTRUÇÃO CVM Nº 547, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2014 Altera dispositivos da Instrução CVM nº 358, de 3 de janeiro de 2002, e da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM torna público que o Colegiado,

Leia mais

Capacitação da Indústria. Nacional e Perspectivas de. Ampliação do Fornecimento. Local de Bens e Serviços para o. Setor de Óleo e Gás

Capacitação da Indústria. Nacional e Perspectivas de. Ampliação do Fornecimento. Local de Bens e Serviços para o. Setor de Óleo e Gás Capacitação da Indústria Nacional e Perspectivas de Ampliação do Fornecimento Local de Bens e Serviços para o Setor de Óleo e Gás 1 Agentes Governamentais Indústria Nacional Operadoras de P&G Missão Maximizar

Leia mais

FAIRTRADE: Manual de certificação e licenciamento

FAIRTRADE: Manual de certificação e licenciamento FAIRTRADE: Manual de certificação e licenciamento Fairtrade International (FLO) é uma organização sem fins lucrativos. O comércio justo é uma abordagem alternativa ao comércio convencional baseado em uma

Leia mais

Câmara Municipal da Lourinhã

Câmara Municipal da Lourinhã Câmara Municipal da Lourinhã Tarifas de Abastecimento de Água, de Saneamento e De Resíduos Sólidos Urbanos Capítulo I Tarifa Social O Município da Lourinhã propõe um novo tarifário de cariz social. As

Leia mais

China: Oportunidades e Desafios. O Caso EMBRAER. Henrique Rzezinski Vice-Presidente Sênior de Relações Externas

China: Oportunidades e Desafios. O Caso EMBRAER. Henrique Rzezinski Vice-Presidente Sênior de Relações Externas China: Oportunidades e Desafios O Caso EMBRAER Henrique Rzezinski Vice-Presidente Sênior de Relações Externas Evento: Desafios Emergentes: A Ascenção econômica de China e índia e seus efeitos para o Brasil

Leia mais

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior da República Federativa do Brasil

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior da República Federativa do Brasil PROTOCOLO DE INTENÇÕES ENTRE O MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMERCIO EXTERIOR DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DA REPÚBLICA ITALIANA O Ministério

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE (Do Sr. Homero Pereira) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI Nº, DE (Do Sr. Homero Pereira) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI Nº, DE 2007 (Do Sr. Homero Pereira) Cria o Programa de Redistribuição de Alimentos Excedentes, e dá outras providências O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica criado o Programa de Redistribuição

Leia mais

RARU 13 ANEXO II Metodologia e Pressupostos

RARU 13 ANEXO II Metodologia e Pressupostos O Decreto-Lei nº 178/2006, de 5 de setembro, com a nova redação do Decreto-Lei n.º 73/2011, de 17 de junho, veio criar um Sistema Integrado de Registo Eletrónico de Resíduos (SIRER), suportado pelo Sistema

Leia mais

EDITAL DE MATRÍCULA ANO LETIVO DE 2017

EDITAL DE MATRÍCULA ANO LETIVO DE 2017 EDITAL DE MATRÍCULA ANO LETIVO DE 2017 A SOCIEDADE COOPERATIVA DE TRABALHO SÓSTENES PEREIRA DE SCTSPB, mantenedora do - PA, neste ato representada, na forma de seu Estatuto Social e na conformidade do

Leia mais

澳門特別行政區 REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU 澳門特別行政區第 3/2016 號法律修改第 7/2003 號法律 對外貿易法. Lei n.

澳門特別行政區 REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU 澳門特別行政區第 3/2016 號法律修改第 7/2003 號法律 對外貿易法. Lei n. 564 27 2016 7 4 澳門特別行政區 REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU 澳門特別行政區第 3/2016 號法律修改第 7/2003 號法律 對外貿易法 REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU Lei n.º 3/2016 Alteração à Lei n.º 7/2003 Lei do Comércio

Leia mais