CONHECIMENTO, CETICISMO E CIÊNCIA. Organizadores: Artur Bezzi Günther, Eduardo Antonielo de Avila e Maria Eugênia Zanchet Bordignon.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONHECIMENTO, CETICISMO E CIÊNCIA. Organizadores: Artur Bezzi Günther, Eduardo Antonielo de Avila e Maria Eugênia Zanchet Bordignon."

Transcrição

1 CONHECIMENTO, CETICISMO E CIÊNCIA Artur Bezzi Gunther Organizadores: Artur Bezzi Günther, Eduardo Antonielo de Avila e Maria Eugênia Zanchet Bordignon. 1. Duração: 02 horas e 15 minutos. 2. Recursos didáticos: quadro negro ou data show. 3. Justificativa: as noções de conhecimento e de ciência fazem parte do cotidiano dos alunos, enquanto conceitos centrais para a sociedade. Utilizamos esses conceitos de modo aparentemente inequívoco. Contudo, uma análise aprofundada revela o contrário. Nesse contexto, o ceticismo funciona como um contraponto que nos permite refletir sobre o conhecimento e a ciência. Assim, uma análise mais apurada se torna relevante para o esclarecimento dessas noções e, consequentemente, para a formação dos alunos. 4. Objetivos: primeiramente, busca-se a elucidação do que está envolvido nestes conceitos através de um trabalho baseado na argumentação que propicie o desenvolvimento da criticidade e autonomia do estudante. Em segundo lugar, procura-se articular a filosofia com outros conhecimentos e elementos sócioculturais. 5. Desenvolvimento da oficina: 5.1 Apresentar a noção de conhecimento como juízo verdadeiro justificado através dos seguintes tópicos: O que é um juízo? O que é opinião? O que é conhecimento? O que é uma justificação? 5.2 Introduzir alguns problemas com a justificação através do seguinte texto: Pode-se objetar que a discussão acerca do conhecimento e da justificação é uma perda de tempo e de energia, pois não há crença alguma suficientemente justificada para contar como conhecimento. A razão é que não se pode chamar conhecimento a qualquer proposição que pode ser objeto de dúvida. E não há proposições imunes à dúvida. Quem se vale dessa estratégia para atacar a possibilidade do conhecimento muitas vezes utiliza, como exemplo, a tradição cética. Para os céticos, estabelecer um

2 conhecimento requer descobrir alguma verdade que seja absoluta e universalmente conhecida. O fato de que por mais que fosse investigado um determinado assunto, por mais que evidencias fossem estabelecidas, sempre haveria o problema de estabelecer o que conta como fundamento último, que pretende ser absoluto e universal. Esse problema impossibilitaria o conhecimento. Os três principais argumentos apresentados pelos céticos são: Regressão ao infinito: qualquer que seja a tese e sua explicação imediata sempre haverá a possibilidade de que se pergunte também o porquê da explicação apresentada. Deste modo, para sabermos a verdade da tese A precisaríamos saber a verdade de B, mas para sabermos a verdade de B precisamos saber a de C e assim por diante. Dogmatismo: uma tentativa de sair do problema da regressão infinita é apresentar um fundamento ou princípio último que sustentaria toda a série de justificações. O problema é que para isso é preciso apresentar um princípio que possa ser causa de alguma coisa sem ser causado por nada, em outras palavras, deve ser algo que gere a si mesmo e que não deixe nenhuma dúvida, ou seja, deve ser auto-evidente. Mas há tal princípio imune a toda e qualquer dúvida? Circularidade: O argumento que critica a circularidade de uma justificação consiste em apresentar uma série composta por causas e efeitos que no decorrer da série um dos efeitos se torna causa de um elemento anterior a ela mesmo e da qual ela depende estritamente. Seria, por exemplo, como afirmar A em função de B, B em função de C, e assim por diante até que em um determinado momento da série de justificativas se chegasse à proposição que diz Z em função de A. Nesse caso, A, que depende da série, ou seja, é efeito da própria série, apresenta-se agora como causa da possibilidade da própria série. Independentemente da existência de outros argumentos que serviriam ou não para atacar esses três argumentos céticos, o importante é perceber que se dependesse do estabelecimento de um princípio que tivesse em si um caráter especial e último que só então permitisse o conhecimento, seria difícil salvar o que conhecemos por ciência, visto que para toda tese, ainda que apenas hipotética, antes mesmo de começarmos a fazer testes e buscar por provas que as confirmassem teríamos de dar conta do problema da justificação, que ataca diretamente o cerne de qualquer teoria.

3 5.3 Expor o que se entende por teorias científicas através da apresentação do seguinte texto, adaptado do livro Filosofia da Ciência de Rubem Alves 1. A ciência se inicia com problemas. Um problema significa que há algo errado ou não resolvido com os fatos. Seu objetivo é descobrir uma ordem invisível que transforme os fatos do problema em conhecimento científico. Uma teoria científica tem sempre a pretensão de oferecer uma receita universalmente válida, válida em todos os casos. Essa exigência de universalidade tem a ver com a exigência de ordem. Uma teoria científica oferece uma explicação acerca do mundo. Ela dá o porquê de percebermos aquilo que percebemos. Dá a razão das coisas acontecerem de um determinado modo e não de outro. Essa explicação permite a realização de previsões de como as coisas vão se comportar futuramente. Só podemos afirmar que uma declaração é verdadeira se soubermos que ela corresponde aos fatos. Assim, a afirmação está chovendo neste momento será verdadeira se, e somente se, estiver chovendo neste momento. Para dizer que ela é verdadeira, portanto, tenho de ter acesso direto aos fatos a que ela se refere. Só poderíamos dizer que uma teoria é verdadeira se tivéssemos acesso direto à realidade. O que não é o caso. A ciência não é um sistema de declarações certas e bem estabelecidas; nem tampouco um sistema que avança para um estado final. Nossa ciência não é conhecimento: ela nunca pode pretender haver atingido a verdade, nem mesmo um substituto para ela, como a probabilidade. A ciência não oferece cópias do real. Ela nos dá apenas teorias hipotéticas e provisórias de como a realidade é. A teoria que funciona é verdadeira. No fundo estamos brincando de faz-deconta. Fazemos de conta, para efeitos práticos, que uma teoria é verdadeira. Mas nunca há como dizer quando é que temos a verdade em nossas mãos. Quando é que você diz que uma dessas teorias é verdadeira? Quando ela funciona bem, isto é, quando resolve o problema. E quando é que ela começa a ser posta 1 ALVES, R. Filosofia da Ciência: introdução ao jogo e suas regras. 12ª Ed. Loyola: SP, 2007.

4 em dúvida? Se, depois de aplicar uma teoria repetidas vezes para a solução de problemas, os problemas permanecem sem solução, chega-se à conclusão de que a teoria não serve. Enquanto as ferramentas funcionam bem e os problemas são resolvidos, não as abandonamos. A validade do meu conhecimento acerca da vida cotidiana é simplesmente aceita, sem qualquer dúvida, até que apareça um problema que não pode ser resolvido segundo suas instruções. Na medida em que meu conhecimento funciona de forma satisfatória, geralmente suspendo todas as minhas dúvidas a seu respeito. A mesma coisa ocorre na ciência. Enquanto uma teoria funciona de forma adequada, os cientistas não têm por que questioná-la. Mas quando deixa de cumprir o prometido ou só cumpre parte de suas promessas, ela é abandonada e outra teoria mais eficaz é criada. 5.4 Entregar e orientar os alunos a realizarem a seguinte atividade: 5.5 Correção da atividade retomando os problemas da justificação e as noções de explicação e predição.

5 5.6 Avaliação das consequências práticas de cada uma das posturas. 6. Anexos Exercício aplicado em sala de aula pelos bolsistas PIBID - Filosofia em uma oficina realizada em maio de 2011.

6

ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS

ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS RESUMO Juliana Candido QUEROZ (Bolsista) 1 ; Natália SILVA (Bolsista) 2, Leila BRUNO (Supervisora) 3 ; Sinval Martins S. FILHO (Coordenador)

Leia mais

MODELO DE PROJETO DE PESQUISA

MODELO DE PROJETO DE PESQUISA MODELO DE PROJETO DE PESQUISA MODELO DE CAPA (NOME DO ALUNO SEM ABREVIAÇÕES E EM MAIÚSCULAS) INTRODUZIR O TÍTULO DO PROJETO DE PESUISA PROJETO DE PESQUISA: DIREITO FAFICH - GOIATUBA CURSO DE DIREITO GOIATUBA

Leia mais

O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES

O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES Marcos Aurélio Alves e Silva- UFPE/CAA Alcicleide Ramos da Silva- UFPE/CAA Jucélia Silva Santana- UFPE/CAA Edelweis José Tavares Barbosa- UFPE/CAA

Leia mais

Red Derechos Humanos y Educación Superior Taller 1 Metodología de la enseñanza de los DDHH en la Educación Superior (Lima, 16-17 de julio de 2012)

Red Derechos Humanos y Educación Superior Taller 1 Metodología de la enseñanza de los DDHH en la Educación Superior (Lima, 16-17 de julio de 2012) Red Derechos Humanos y Educación Superior Taller 1 Metodología de la enseñanza de los DDHH en la Educación Superior (Lima, 16-17 de julio de 2012) O Ensino de Direitos Humanos da Universidade Federal do

Leia mais

ICC Introdução para JavaScript

ICC Introdução para JavaScript ICC Introdução para JavaScript Arquitetura Genérica de um Computador Máquina de Von Neumann Diagrama conhecido como Máquina de Von Neumann (grande nome da informática) A finalidade de um computador é receber,

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE LEITURA

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE LEITURA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE LEITURA Nome: Nº 9º Data: / /2015 Professor(a): Nota: 3º bimestre A Introdução Neste bimestre, você aprendeu novos procedimentos de leitura e fez várias atividades

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SÃO PAULO GABINETE DO CONSELHEIRO EDUARDO BITTENCOURT CARVALHO

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SÃO PAULO GABINETE DO CONSELHEIRO EDUARDO BITTENCOURT CARVALHO PROCESSO: CONTRATANTE: FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE RESPONSÁVEIS PELA CONTRATANTE: ARY JAMES PISSINATTO, DIRETOR ADMINISTRATIVO-FINANCEIRO; MÁRCIA ESTEVES MONTEIRO, RESPONDENDO PELA

Leia mais

EDITAL Nº 03/2012 Programa de Bolsas de Desenvolvimento Acadêmico (PBDA 2012)

EDITAL Nº 03/2012 Programa de Bolsas de Desenvolvimento Acadêmico (PBDA 2012) UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA PRÓ-REITORIA DE ASSUNTOS ESTUDANTIS E COMUNITÁRIOS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO EDITAL Nº 03/2012 Programa de Bolsas de Desenvolvimento

Leia mais

Dados de Identificação: Título: Professor: Escola: Município/UF: PROJETO "SEU OLHAR" JUSTIFICATIVA

Dados de Identificação: Título: Professor: Escola: Município/UF: PROJETO SEU OLHAR JUSTIFICATIVA Dados de Identificação: Título: PROJETO "SEU OLHAR" Professor: Jorge Luiz Samaniego Sambrana Escola: Pedro Paulo de Medeiros Município/UF: Corumbá/MS Faixa etária atendida pela experiência: PROJETO "SEU

Leia mais

TÓPICOS DE UM PRÉ-PROJETO

TÓPICOS DE UM PRÉ-PROJETO Prof. Dr. Eduardo Braga 1 1 Introdução TÓPICOS DE UM PRÉ-PROJETO Iniciar a redação colocando alguns antecedentes do assunto/tema/problema escolhido. Expor as justificativas e razões para a escolha do tema

Leia mais

MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Grades 2014/1-2014/2 2015/1

MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Grades 2014/1-2014/2 2015/1 MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Grades 2014/1-2014/2 2015/1 INTRODUÇÃO As Atividades Complementares são consideradas componentes pedagógicos próprios ao processo de ensino aprendizagem,

Leia mais

Os quatro estágios do método fenomenológico em Ser e Tempo de Martin Heidegger, de acordo com Heidegger e o problema do conhecimento

Os quatro estágios do método fenomenológico em Ser e Tempo de Martin Heidegger, de acordo com Heidegger e o problema do conhecimento Os quatro estágios do método fenomenológico em Ser e Tempo de Martin Heidegger, de acordo com Heidegger e o problema do conhecimento de Charles Guignon Nosso objetivo, no texto que segue, é expor os quatro

Leia mais

Todas as informações fornecidas por você serão mantidas estritamente confidenciais (e seu anonimato é garantido, se assim você desejar).

Todas as informações fornecidas por você serão mantidas estritamente confidenciais (e seu anonimato é garantido, se assim você desejar). ESCALA DE AVALIAÇÃO DO IMPACTO DO TRABALHO EM SERVIÇOS DE SAÚDE MENTAL IMPACTO-BR FORMA ABREVIADA Bandeira, M., Pitta, AMF e Mercier,C (000). Escalas Brasileiras de Avaliação da Satisfação (SATIS-BR) e

Leia mais

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior.

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior. Cotas Pra Quê? 1 Sarah Rocha MARTINS 2 Luan Barbosa OLIVEIRA 3 Camilla Alves Ribeiro PAES LEME 4 Instituto de Ensino Superior de Rio Verde, Rio Verde, Goiás RESUMO Este documentário foi planejado e desenvolvido

Leia mais

Slide 1. Slide 2. Slide 3. Verbo jurídico Metodologia da pesquisa. Conteúdo programático. Bibliografia básica. Prof. Me.

Slide 1. Slide 2. Slide 3. Verbo jurídico Metodologia da pesquisa. Conteúdo programático. Bibliografia básica. Prof. Me. Slide 1 Verbo jurídico Metodologia da pesquisa Prof. Me. Walter Corrêa Slide 2 Conteúdo programático noção de pesquisa científica; estrutura do projeto, escolha do tema, métodos de pesquisa, coleta de

Leia mais

Palavras-chaves: Ambiental, Ferramentas de Gestão, Indicadores Ambientais

Palavras-chaves: Ambiental, Ferramentas de Gestão, Indicadores Ambientais VALIDAÇÃO DAS FERRAMENTAS DE GESTÃO AMBIENTAL NA ESTRUTURAÇÃO DO MODELO NA FORMAÇÃO DE AGENTES AMBIENTAIS E APLICAÇÃO DE TÉCNICAS SUSTENTÁVEIS DE CONSUMO Davi Alves Fernandes (UFPE ) davifernandes01@gmail.com

Leia mais

RELACIONAMENTO ÉTICO ENTRE EMPRESAS DE PROJETO ESTRUTURAL E EMPRESAS QUE COMERCIALIZAM SOFTWARES

RELACIONAMENTO ÉTICO ENTRE EMPRESAS DE PROJETO ESTRUTURAL E EMPRESAS QUE COMERCIALIZAM SOFTWARES RELACIONAMENTO ÉTICO ENTRE EMPRESAS DE PROJETO ESTRUTURAL E EMPRESAS QUE COMERCIALIZAM SOFTWARES Há cerca de quatro meses, a ABECE - Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural, criou

Leia mais

Base Nacional Comum Curricular

Base Nacional Comum Curricular Área de Linguagens: Componente Curricular Língua portuguesa SEC/UEFS Para que se dá aulas de Português a falantes nativos do Português? Desenvolver a competência comunicativa dos usuários da língua (progressiva

Leia mais

Relato de uma proposta de ensino de Eletricidade para o ensino médio com uso de simuladores e sensores PASCO

Relato de uma proposta de ensino de Eletricidade para o ensino médio com uso de simuladores e sensores PASCO Relato de uma proposta de ensino de Eletricidade para o ensino médio com uso de simuladores e sensores PASCO Cristiane Marina de Carvalho Jéssica Regina Romão Cabral Estudantes do curso de Licenciatura

Leia mais

GESTÃO DE MÉTRICAS. Sistema de Gestão de Métricas

GESTÃO DE MÉTRICAS. Sistema de Gestão de Métricas GESTÃO DE MÉTRICAS 2010 Sistema de Gestão de Métricas SUMÁRIO Sumá rio Introduçá o 1 Processos de Nego cios 2 Instáláçá o 3 Operáçá o 4 Mánutençá o 29 Informáço es de contáto 41 INTRODUÇÃO Introduçá o

Leia mais

PLANO DE ENSINO. Período/ Fase: 6ª Semestre: 2º Ano: 2011

PLANO DE ENSINO. Período/ Fase: 6ª Semestre: 2º Ano: 2011 PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Matemática Professores: Eda Drehmer edadrehmer@uniarp.edu.br Período/ Fase: 6ª Semestre: 2º Ano: 2011

Leia mais

André da Silva Nogueira Profiling de aplicações Web : Estudo comparativo entre aplicações Java Web e aplicações RoR

André da Silva Nogueira Profiling de aplicações Web : Estudo comparativo entre aplicações Java Web e aplicações RoR ˲ ª» ¼ ¼» ¼± Ó ² ± Û ½± ¼» Û²¹»² André da Silva Nogueira Profiling de aplicações Web : Estudo comparativo entre aplicações Java Web e aplicações RoR Outubro de 2014 ˲ ª» ¼ ¼» ¼± Ó ² ± Û ½± ¼» Û²¹»²

Leia mais

A RELIGIÃO COMO PRODUTO DA CONSTRUÇÃO SOCIAL 1

A RELIGIÃO COMO PRODUTO DA CONSTRUÇÃO SOCIAL 1 Revista Inter-Legere A RELIGIÃO COMO PRODUTO DA CONSTRUÇÃO SOCIAL 1 The religion as a product of the social construction Elaine Cristina Alves da Costa Savalli 2 O objetivo destas reflexões traduz-se como

Leia mais

COMO ESCREVER UM ENSAIO FILOSÓFICO 1. Artur Polónio CENTRO PARA O ENSINO DA FILOSOFIA SOCIEDADE PORTUGUESA DE FILOSOFIA

COMO ESCREVER UM ENSAIO FILOSÓFICO 1. Artur Polónio CENTRO PARA O ENSINO DA FILOSOFIA SOCIEDADE PORTUGUESA DE FILOSOFIA 1 Artur Polónio Índice 1. O que é um ensaio filosófico? 2. O que se espera que um estudante mostre ao escrever um ensaio? 3. Como escolher o título do ensaio? 4. Como se prepara um ensaio? 5. Como se deve

Leia mais

EDITAL 01/2015 ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

EDITAL 01/2015 ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO EDITAL 01/2015 ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO A Assessoria de Comunicação do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais (IF Sudeste MG) Câmpus Rio Pomba, setor da Direção-Geral,

Leia mais

A Matemática e o desenvolvimento do raciocínio lógico

A Matemática e o desenvolvimento do raciocínio lógico A Matemática e o desenvolvimento do raciocínio lógico Aline dos Reis Matheus 1 Cláudia Cueva Candido 2 2º sem. 2013 Introdução O desenvolvimento do raciocínio lógico é usualmente associado ao estudo da

Leia mais

CARTA-CIRCULAR 2.826 --------------------

CARTA-CIRCULAR 2.826 -------------------- CARTA-CIRCULAR 2.826 -------------------- Divulga relacao de operacoes e situacoes que podem configurar indicio de ocorrencia dos crimes previstos na Lei n. 9.613, de 03.03.98, e estabelece procedimentos

Leia mais

Psicologia e Políticas Públicas Ana Mercês Bahia Bock BH/ CRP04 28/05/2011

Psicologia e Políticas Públicas Ana Mercês Bahia Bock BH/ CRP04 28/05/2011 Psicologia e Políticas Públicas Ana Mercês Bahia Bock BH/ CRP04 28/05/2011 Temos encontrado com freqüência a Psicologia relacionada ao termo das Políticas Públicas. Isto é bastante positivo. Mas estes

Leia mais

WEB SITE COMO MEDIADOR DE LEITURA E LETRAMENTO

WEB SITE COMO MEDIADOR DE LEITURA E LETRAMENTO WEB SITE COMO MEDIADOR DE LEITURA E LETRAMENTO Juliana da Silva Cabral PIBID Universidade Estadual da Paraíba/ julianacabralletras2@gmail.com Janaína da Costa Barbosa PIBID Universidade Estadual da Paraíba/

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO COORDENADORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO COORDENADORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/2011 PPGLET Dispõe sobre os procedimentos relativos à apresentação de planos de trabalho, relatórios parciais e finais, assim como normas para o desenvolvimento do Estágio de

Leia mais

EDITAL PROGRAD/PIBID Nº 01/2015 SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA

EDITAL PROGRAD/PIBID Nº 01/2015 SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA EDITAL PROGRAD/PIBID Nº 01/2015 SELEÇÃO DE BOLSISTAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 1. APRESENTAÇÃO 1.1. A Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Federal do Acre - UFAC, no uso de suas atribuições, torna público

Leia mais

Indicar fontes de imagens. Aumentar muito o texto copiado leva a "sujeira" na imagem... Guilherme Gomes Rolim

Indicar fontes de imagens. Aumentar muito o texto copiado leva a sujeira na imagem... Guilherme Gomes Rolim Indicar fontes de imagens. Aumentar muito o texto copiado leva a "sujeira" na imagem... Postura muito didática, lembrando em vários pontos a discussão da aula anterior. Olhou mais para o professor do que

Leia mais

Programa e Metas Curriculares de Português do Ensino Secundário Oralidade

Programa e Metas Curriculares de Português do Ensino Secundário Oralidade Programa e Metas Curriculares de Português do Ensino Secundário Oralidade Helena C. Buescu, Luís C. Maia, Maria Graciete Silva, Maria Regina Rocha 10.º Ano: Oralidade Compreensão do Oral Objetivo Compreender

Leia mais

Mostrar os Objetos 10 Contar a história seguindo os slides (anexo1) 40

Mostrar os Objetos 10 Contar a história seguindo os slides (anexo1) 40 Aula 1: A história do banheiro Tema Mostrar ao aluno como era a vida das pessoas que não possuíam os recursos sanitários conhecidos hoje, a história de como surgiu à necessidade dos mesmos, sua origem

Leia mais

DECISÃO DA JUSTIÇA FEDERAL O TÍTULO DE DOUTOR DA UMSA DEVE SER RECONHECIDO NO BRASIL

DECISÃO DA JUSTIÇA FEDERAL O TÍTULO DE DOUTOR DA UMSA DEVE SER RECONHECIDO NO BRASIL DECISÃO DA JUSTIÇA FEDERAL O TÍTULO DE DOUTOR DA UMSA DEVE SER RECONHECIDO NO BRASIL Com data 26 de outubro de 2007, foi dada a sentença na Ação Ordinária (procedimento comum Nº 2007.70.00.018550 1/PR),

Leia mais

D E C I S Ã O. Vistos.

D E C I S Ã O. Vistos. D E C I S Ã O Vistos Trata-se de mandado de segurança impetrado pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos ECT pretendendo a concessão de liminar nas modalidades initio litis e inaudita altera pars

Leia mais

PROJETO MEIO AMBIENTE: CONSCIENTIZAR PARA PRESERVAR - RELATO DA EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA COM ALUNOS DO 3ºANO NA EEEF ANTENOR NAVARRO

PROJETO MEIO AMBIENTE: CONSCIENTIZAR PARA PRESERVAR - RELATO DA EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA COM ALUNOS DO 3ºANO NA EEEF ANTENOR NAVARRO PROJETO MEIO AMBIENTE: CONSCIENTIZAR PARA PRESERVAR - RELATO DA EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA COM ALUNOS DO 3ºANO NA EEEF ANTENOR NAVARRO OLIVEIRA, Khomar Tander s (Bolsista do PIBID) PAULINO, Jailson da Silva

Leia mais

PROCESSO Nº TST-CorPar-16901-96.2015.5.00.0000

PROCESSO Nº TST-CorPar-16901-96.2015.5.00.0000 Requerente: BANCO DO BRASIL S.A. Advogado : Dr. Ângelo César Lemos Requerido : MARCELO JOSÉ FERLIN D'AMBROSO - DESEMBARGADOR DO TRT DA 4ª REGIÃO. Terceiro : SINDICATO DOS BANCARIOS DE PORTO ALEGRE E REGIAO

Leia mais

Seminário de Pesquisa Prof. José Carlos Vinhais

Seminário de Pesquisa Prof. José Carlos Vinhais 1 MANUAL DE ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 1 PRINCIPIOS O Seminário de Pesquisa exigido pelo curso de Administração é um projeto de atividades centrado em áreas teórico práticas, e deverá

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Metodologia e Introdução à Pesquisa Prof. Ricardo Bicalho Redes de Computadores Ciência e Método Científico AULA 3 1 AGENDA PORQUE ESTUDAR METODOLOGIA ENSINO SUPERIOR E PESQUISA ELEMENTOS

Leia mais

Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC

Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC Sugerimos, para elaborar a monografia de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), que o aluno leia atentamente essas instruções. Fundamentalmente,

Leia mais

PVI PERFIL DE VALORES INDIVIDUAIS ANÁLISE DOS RESULTADOS

PVI PERFIL DE VALORES INDIVIDUAIS ANÁLISE DOS RESULTADOS PVI PERFIL DE VALORES INDIVIDUAIS ANÁLISE DOS RESULTADOS VISÃO GERAL DE HOJE Fornecer INFORMAÇÕES RELEVANTES PARA REFLEXÃO, para criar CLIMA APOIADOR, levando à CONSCIENTIZAÇÃO, pois a DECISÃO DE MUDAR

Leia mais

CURSO: SERVIÇO SOCIAL

CURSO: SERVIÇO SOCIAL CURSO: SERVIÇO SOCIAL CONHECIMENTOS BÁSICOS: LINGUA PORTUGUESA 1. De acordo com a gramática da Língua Portuguesa, a Concordância é o processo sintático em que certas palavras se combinam. Tal combinação

Leia mais

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER. Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação.

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER. Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação. Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER Referência: 23480.00079/201-91 Assunto: Restrição de acesso: Ementa: Órgão ou entidade recorrido (a): Recorrente: F. R. P. L. Recurso contra

Leia mais

SEGUNDA PROVA ESCRITA DISCURSIVA SENTENÇA CÍVEL

SEGUNDA PROVA ESCRITA DISCURSIVA SENTENÇA CÍVEL SEGUNDA PROVA ESCRITA DISCURSIVA SENTENÇA CÍVEL Nesta prova, faça o que se pede, usando os espaços para rascunho indicados no presente caderno. Em seguida, transcreva o texto para o CADERNO DE TEXTO DEFINITIVO

Leia mais

Nome: Nº: Ano/Série: 9º A e B. Trabalho Bimestral Bimestre: 2º Data:

Nome: Nº: Ano/Série: 9º A e B. Trabalho Bimestral Bimestre: 2º Data: Nome: Nº: Ano/Série: 9º A e B Disciplina: História Professora: Thiago Trabalho Bimestral Bimestre: 2º Data: A História é uma ciência que estuda a vida do homem através do tempo. Ela investiga o que os

Leia mais

A indevida contribuição de 10% sobre o FGTS

A indevida contribuição de 10% sobre o FGTS Informe Jurídico - nº I - 2014 A indevida contribuição de 10% sobre o FGTS De acordo com o artigo 1º da Lei Complementar nº 110, de 29 de junho de 2001, em caso de demissão de empregado sem justa causa,

Leia mais

[PÚBLICA] Manual Operacional. Sistema GEUI Gestão de Usuários da Internet. Produto: Consignado

[PÚBLICA] Manual Operacional. Sistema GEUI Gestão de Usuários da Internet. Produto: Consignado 1 [PÚBLICA] Manual Operacional Sistema GEUI Gestão de Usuários da Internet Produto: Consignado ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1. Objetivo do Manual... 3 1.2. Público Alvo... 3 1.3. Conteúdo do Manual... 3

Leia mais

COMO ELABORAR UM RESUMO

COMO ELABORAR UM RESUMO Pró-Reitoria de Pesquisa SEMINÁRIO TEMÁTICO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA COMO ELABORAR UM RESUMO Profa. Dra. Solange Mittmann Instituto de Letras 2013 DATAS IMPORTANTES 21 a 25 de outubro Inscrições: 6 de maio

Leia mais

Plínio Junqueira Smith

Plínio Junqueira Smith RAZÃO E UNIVERSALIDADE NA MORAL HUMEANA Plínio Junqueira Smith Universidade São Judas Tadeu psmith@usjt.br Em recente e bastante interessante artigo, 1 o prof. Adriano Naves de Brito defendeu a tese, segundo

Leia mais

Revisitando os Desafios da Web: Como Avaliar Alunos Online

Revisitando os Desafios da Web: Como Avaliar Alunos Online Revisitando os Desafios da Web: Como Avaliar Alunos Online Neide Santos neide@ime.uerj.br 2º Seminário de Pesquisa em EAD Experiências e reflexões sobre as relações entre o ensino presencial e a distância

Leia mais

TIPOS DE TEXTOS E ARGUMENTAÇÃO LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS prof. ALEMAR RENA alemarrena@gmail.com

TIPOS DE TEXTOS E ARGUMENTAÇÃO LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS prof. ALEMAR RENA alemarrena@gmail.com TIPOS DE TEXTOS E ARGUMENTAÇÃO LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS prof. ALEMAR RENA alemarrena@gmail.com TIPOS RELACIONADOS À FUNÇÃO REFERENCIAL: RESUMO RESUMO DESCRITIVO > Resume estrutura temática > Inclui

Leia mais

CAPÍTULO 10 Modelagem e resposta de sistemas discretos

CAPÍTULO 10 Modelagem e resposta de sistemas discretos CAPÍTULO 10 Modelagem e repota de itema dicreto 10.1 Introdução O itema dicreto podem er repreentado, do memo modo que o itema contínuo, no domínio do tempo atravé de uma tranformação, nete cao a tranformada

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

ATUAÇÃO DO MACROCAMPO PARTICIPAÇÃO ESTUDANTIL EM SOCIOLOGIA NO SEVERINO CABRAL

ATUAÇÃO DO MACROCAMPO PARTICIPAÇÃO ESTUDANTIL EM SOCIOLOGIA NO SEVERINO CABRAL ATUAÇÃO DO MACROCAMPO PARTICIPAÇÃO ESTUDANTIL EM SOCIOLOGIA NO SEVERINO CABRAL PRISCYLLA K. O. SILVA (UFCG), JOSÉ WILTON DE FREITAS RAMOS (UFCG), SILMARA S. ALVES (UFCG), SUZIANE S. ALBUQUERQUE (UFCG).

Leia mais

1. A comunicação é atividade institucional e deve ser regida pelo princípio da

1. A comunicação é atividade institucional e deve ser regida pelo princípio da 1 SUGESTÕES PARA UMA POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO COMITÊ DE POLÍTICAS DE COMUNICAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO (CPCOM), REUNIÃO DE 30 DE MARÇO DE 2011 Redesenhado a partir da Constituição

Leia mais

O ENSINO DE FÍSICA NA VISÃO DOS ALUNOS DE UMA TURMA DE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA PARÁ.

O ENSINO DE FÍSICA NA VISÃO DOS ALUNOS DE UMA TURMA DE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA PARÁ. O ENSINO DE FÍSICA NA VISÃO DOS ALUNOS DE UMA TURMA DE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA PARÁ. Alessandra da Costa Marques; Najara Siva; Lúcia Maria Assunção

Leia mais

A FORMAÇÃO DO ALUNO DE BIBLIOTECONOMIA DA UFC NO PROJETO NOVO VESTIBULAR

A FORMAÇÃO DO ALUNO DE BIBLIOTECONOMIA DA UFC NO PROJETO NOVO VESTIBULAR XIV Encontro Regional dos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação - Região Sul - Florianópolis - 28 de abril a 01 de maio de 2012 A FORMAÇÃO DO ALUNO DE

Leia mais

UNIVERSIDADE JÁ GASTA MAIS DO QUE O MEC QUER DAR

UNIVERSIDADE JÁ GASTA MAIS DO QUE O MEC QUER DAR UNIVERSIDADE JÁ GASTA MAIS DO QUE O MEC QUER DAR Nas contas do ex-reitor da USP, anteprojeto da reforma não atende ao acordo com os reitores REFORMA UNIVERSITÁRIA Gabriel Manzano Filho O aumento de recursos

Leia mais

DATA: VALOR: 20 PONTOS NOME COMPLETO:

DATA: VALOR: 20 PONTOS NOME COMPLETO: DISCIPLINA: FILOSOFIA PROFESSOR: ENRIQUE MARCATTO DATA: VALOR: 20 PONTOS NOTA: NOME COMPLETO: ASSUNTO: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 2ªEM TURMA: Nº: I N S T R U Ç Õ E S 1. Esta prova contém 05 questões

Leia mais

Disseminadores de Educação Fiscal. Regulamento do Curso. Escola de Administração Fazendária ESAF

Disseminadores de Educação Fiscal. Regulamento do Curso. Escola de Administração Fazendária ESAF Disseminadores de Educação Fiscal Regulamento do Curso Escola de Administração Fazendária ESAF REGULAMENTO CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS DO CURSO Art. 1º A Escola de Administração Fazendária ESAF

Leia mais

BRUNO PENA & ADVOGADOS ASSOCIADOS S/S

BRUNO PENA & ADVOGADOS ASSOCIADOS S/S PARECER Interessado: Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Goiás - SINPOL. SERVIDOR PÚBLICO. INGRESSO EM 2004. APOSENTADORIA. PARIDADE. INTEGRALIDADE DE PROVENTOS. RELATÓRIO Trata-se de consulta feita

Leia mais

Ciência dos Dados. bruno.domingues@intel.com. Preparado por Intel Corporation Bruno Domingues Principal Architect. segunda-feira, 5 de agosto de 13

Ciência dos Dados. bruno.domingues@intel.com. Preparado por Intel Corporation Bruno Domingues Principal Architect. segunda-feira, 5 de agosto de 13 Ciência dos Dados Preparado por Intel Corporation Bruno Domingues Principal Architect bruno.domingues@intel.com Homem na Lua Software Data: 1969 64kb, 2kb, RAM, Fortran Tem que funcionar! Apolo XI Velocidade:

Leia mais

A cópia, transmissão, plágio, armazenamento em sistema de recuperação sem autorização por escrito é proibida. Página 01/24

A cópia, transmissão, plágio, armazenamento em sistema de recuperação sem autorização por escrito é proibida. Página 01/24 Nota: Coloque DVR no plano horizontal; Selecione a posição de instalação adequada para proporcionar uma boa ventilação e evitar o superaquecimento do dispositivo. Não coloque material líquido sobre ele

Leia mais

1. Documento: 20026-2015-3

1. Documento: 20026-2015-3 1. Documento: 20026-2015-3 1.1. Dados do Protocolo Número: 20026/2015 Situação: Ativo Tipo Documento: Comunicação Interna - CI Assunto: Planejamento estratégico - Metas Unidade Protocoladora: SES - Secretaria

Leia mais

SOBRE OBSTÁCULOS E ERROS: A CONTRIBUIÇÃO DE BACHELARD PARA PENSAR O PAPEL DO PROFESSOR NO PROCESSO PEDAGÓGICO

SOBRE OBSTÁCULOS E ERROS: A CONTRIBUIÇÃO DE BACHELARD PARA PENSAR O PAPEL DO PROFESSOR NO PROCESSO PEDAGÓGICO SOBRE OBSTÁCULOS E ERROS: A CONTRIBUIÇÃO DE BACHELARD PARA PENSAR O PAPEL DO PROFESSOR NO PROCESSO PEDAGÓGICO Aurélia Lopes Gomes [1] Paula Rosane Vieira Guimarães 1 RESUMO: Este trabalho visa oferecer

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Educação Musical; Formação de Professores; Oficina de Violão; Educação básica.

PALAVRAS-CHAVE: Educação Musical; Formação de Professores; Oficina de Violão; Educação básica. INICIAÇÃO À DOCÊNCIA EM MÚSICA: RESULTADOS DO PIBID EM DUAS ESCOLAS PÚBLICAS DE GOIÂNIA/GO Luna Borges MELO luna.borges.melo@gmail.com Larissa dos Santos MARTINS Escola de Música e Artes Cênicas - UFG

Leia mais

PROGRAMA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

PROGRAMA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL A preparação de um projeto de tese: indagações preliminares 1. Que conhecimento se tem sobre o estado da questão? 1.1. O que quero saber? Tema Problema geral da

Leia mais

Por uma Ética da Arquitetura e do Urbanismo

Por uma Ética da Arquitetura e do Urbanismo À medida que a mente compreende as coisas como necessárias, ela tem um maior poder sobre os seus afetos, ou seja, deles padece menos. Benedictus de Spinoza in Ética Por uma Ética da Arquitetura e do Urbanismo

Leia mais

PIBID-FÍSICA. Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência. Relatório Semestral. Jéssica Regina Romão Cabral. Bolsista

PIBID-FÍSICA. Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência. Relatório Semestral. Jéssica Regina Romão Cabral. Bolsista PIBID-FÍSICA Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência Relatório Semestral Jéssica Regina Romão Cabral Bolsista Prof(a). Angela Maria Braga de Castro Professor Supervisor da Escola Thalita

Leia mais

HISTÓRIA: UMA CIÊNCIA EM CONSTRUÇÃO

HISTÓRIA: UMA CIÊNCIA EM CONSTRUÇÃO HISTÓRIA: UMA CIÊNCIA EM CONSTRUÇÃO Elias da Silva Maia Doutorando HCTE esmaia@ig.com.br UMA VISÃO DE CIÊNCIA Podemos considerar e definir ciência como as atividades, as instituições e os métodos ligados

Leia mais

FACULDADE DE IBAITI FEATI

FACULDADE DE IBAITI FEATI FACULDADE DE IBAITI FEATI Rua Tertuliano de Moura Bueno conj. Paineiras CAMPUS FEATI Ibaiti PR FONE / FAX: (43) 3546-1263 Endereço da web: www.feati.com.br REGULAMENTO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO IBAITI

Leia mais

1) A tecnologia de núcleo duplo é aplicada na (A) fabricação de um processador com dois núcleos de processamento e o respectivo chipset.

1) A tecnologia de núcleo duplo é aplicada na (A) fabricação de um processador com dois núcleos de processamento e o respectivo chipset. Olá a todos, Hoje estou aqui para sugerir recursos contra algumas questões da prova de Informática aplicada neste último domingo (16/09) para diversos cargos de nível superior e um cargo de nível médio

Leia mais

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1 DA OUVIDORIA-GERAL DA UNIÃO DA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO, DE 05 DE NOVEMBRO DE 2014. O Ouvidor-Geral da União, no uso de

Leia mais

GICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO

GICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO Campus Curitiba NAPNE UTFPR Núcleo de Atendimento à Pessoas com Necessidades Específicas DOCUMENTOS INTERNACIONAIS

Leia mais

ANÁLISE DOS TEXTOS PRODUZIDOS POR UMA TURMA DO 3ºANO DO ENSINO MÉDIO À LUZ DOS CRITÉRIOS DO ENEM

ANÁLISE DOS TEXTOS PRODUZIDOS POR UMA TURMA DO 3ºANO DO ENSINO MÉDIO À LUZ DOS CRITÉRIOS DO ENEM ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ANÁLISE DOS TEXTOS PRODUZIDOS POR UMA TURMA DO 3ºANO DO ENSINO

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 16/10/2009, Seção 1, Pág. 16. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 16/10/2009, Seção 1, Pág. 16. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 16/10/2009, Seção 1, Pág. 16. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: André Martins Santana UF: MG ASSUNTO: Solicita

Leia mais

Como Elaborar um Projeto de Pesquisa

Como Elaborar um Projeto de Pesquisa Como Elaborar um Projeto de Pesquisa Dionísio Carmo-Neto PhD em Economia, USA dioneto@terra.com.br Set/01 Da idéia ao projeto e ao ensaio Assunto: é a área em que o projeto se insere; Tema: é a direção,

Leia mais

Mesa Redonda: PNE pra Valer!

Mesa Redonda: PNE pra Valer! Mesa Redonda: PNE pra Valer! Construindo o futuro ou reeditando o passado? Um esboço comparativo entre a Lei 10.172/2001 e o PL 8035/2010 Idevaldo da Silva Bodião Faculdade de Educação da UFC Comitê Ceará

Leia mais

RESULTADOS DE APRENDIZAGEM EM DIDÁTICA NO CURSO DE PEDAGOGIA: UMA ANÁLISE INTRODUTÓRIA

RESULTADOS DE APRENDIZAGEM EM DIDÁTICA NO CURSO DE PEDAGOGIA: UMA ANÁLISE INTRODUTÓRIA RESULTADOS DE APRENDIZAGEM EM DIDÁTICA NO CURSO DE PEDAGOGIA: UMA ANÁLISE INTRODUTÓRIA RESUMO Joana Paulin Romanowski PUCPR 1 O objetivo da investigação é examinar os resultados de aprendizagem dos alunos

Leia mais

JOGOS E BRINCADEIRAS EM UM PROJETO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA: UMA EXPERIÊNCIA SOB A ÓTICA DO CURRÍCULO CULTURAL

JOGOS E BRINCADEIRAS EM UM PROJETO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA: UMA EXPERIÊNCIA SOB A ÓTICA DO CURRÍCULO CULTURAL JOGOS E BRINCADEIRAS EM UM PROJETO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA: UMA EXPERIÊNCIA SOB A ÓTICA DO CURRÍCULO CULTURAL ANDRÉIA MAGALHÃES DE BRITO PEDRO ALVES CASTRO GLAUREA NÁDIA BORGES DE OLIVEIRA UNIVERSIDADE

Leia mais

COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA

COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA PROJETO DE LEI N o 41, DE 2015 Altera a Lei nº 9.074, de 7 de julho de 1995, para estabelecer uma indenização mínima de vinte por cento do valor da terra nua no caso da instituição

Leia mais

Índice. O que são Opções Binárias?... 3. Como operar em EmpireOption... Ativos Disponíveis... Definições que precisa saber Conclusão

Índice. O que são Opções Binárias?... 3. Como operar em EmpireOption... Ativos Disponíveis... Definições que precisa saber Conclusão Índice O que são Opções Binárias?... 3 Definições que precisa saber Conclusão Como operar em EmpireOption... 7 Opções Binárias One Touch Options Builder Ferramentas de EmpireOption Ativos Disponíveis...

Leia mais

Aplicação Cliente. Consumo Indevido do Ambiente de Autorização

Aplicação Cliente. Consumo Indevido do Ambiente de Autorização Projeto Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais Aplicação Cliente Consumo Indevido do Ambiente de Autorização Março 2014 Pág. 1 / 9 Prazos de entrada em vigência das orientações e possíveis ações restritivas:

Leia mais

ANÁLISE DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS

ANÁLISE DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS Curso de Avaliações Prof. Carlos Aurélio Nadal cnadal@ufpr.br 1 AULA 04 ANÁLISE DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS 2 Dificuldades das avaliações imobiliárias características especiais dos imóveis, que

Leia mais

FANTÁSTICO E JORNAL NACIONAL DENUNCIAM ESQUEMA QUE TRANSFORMA SAÚDE EM BALCÃO DE NEGÓCIOS

FANTÁSTICO E JORNAL NACIONAL DENUNCIAM ESQUEMA QUE TRANSFORMA SAÚDE EM BALCÃO DE NEGÓCIOS FANTÁSTICO E JORNAL NACIONAL DENUNCIAM ESQUEMA QUE TRANSFORMA SAÚDE EM BALCÃO DE NEGÓCIOS A reportagem veiculada no programa Fantástico, da Rede Globo, no domingo (04/01), trouxe à tona um drama que assola

Leia mais

CONCORRÊNCIA PRESENCIAL 01/2013 ANEXO II MINUTA DO INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONTRATO COMPROMISSO DE VENDA E COMPRA DE IMÓVEL

CONCORRÊNCIA PRESENCIAL 01/2013 ANEXO II MINUTA DO INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONTRATO COMPROMISSO DE VENDA E COMPRA DE IMÓVEL CONCORRÊNCIA PRESENCIAL 01/2013 ANEXO II MINUTA DO INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONTRATO COMPROMISSO DE VENDA E COMPRA DE IMÓVEL Pelo presente instrumento particular e na melhor forma de direito, os signatários

Leia mais

PROCESSO ADMINISTRATIVO (NUP) Nº 64592.000304/2011-06 PREGÃO ELETRÔNICO N 016/2011

PROCESSO ADMINISTRATIVO (NUP) Nº 64592.000304/2011-06 PREGÃO ELETRÔNICO N 016/2011 MINISTERIO DA DEFESA EXERCITO BRASILEIRO HOSPITAL DE GUARNIÇÃO DE NATAL (H Mil Natal/1941) PROCESSO ADMINISTRATIVO (NUP) Nº 64592.000304/2011-06 PREGÃO ELETRÔNICO N 016/2011 Senhor Ordenador de Despesas,

Leia mais

SOFTWARE PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO COMERCIAL BASEADO NAS NORMAS ISO/IEC 9126 E NBR ISO/IEC 12119

SOFTWARE PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO COMERCIAL BASEADO NAS NORMAS ISO/IEC 9126 E NBR ISO/IEC 12119 SOFTWARE PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO COMERCIAL BASEADO NAS NORMAS ISO/IEC 9126 E NBR ISO/IEC 12119 Acadêmico: Marco Antonio dos Santos Orientador: Carlos Eduardo N. Bizzotto Ago/04

Leia mais

FACULDADE PAULUS DE TECNOLOGIA E COMUNICAÇÃO. Curso de filosofia Bacharelado e Licenciatura. Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso 2015/1

FACULDADE PAULUS DE TECNOLOGIA E COMUNICAÇÃO. Curso de filosofia Bacharelado e Licenciatura. Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso 2015/1 FACULDADE PAULUS DE TECNOLOGIA E COMUNICAÇÃO Curso de filosofia Bacharelado e Licenciatura Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso 2015/1 1 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO DO REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO

Leia mais

A PUBLICIDADE E PROPAGANDA: face á moral, á ética e ao direito

A PUBLICIDADE E PROPAGANDA: face á moral, á ética e ao direito A PUBLICIDADE E PROPAGANDA: face á moral, á ética e ao direito Fabiana Ferraz Dias 1 Marcela Juliana.A. de Oliveira Marink Martins de Souza Vagliano Ralphe Vinicius Pereira dos Santos Resumo: Diante do

Leia mais

Solicitação de Propostas

Solicitação de Propostas Solicitação de Propostas Teologia Cristã: Realidades Africanas e Esperança Africana Anúncio de Concessão O Instituto Nagel, com o generoso apoio da Fundação John Templeton, convida os pesquisadores interessados

Leia mais

Portal de Fornecedores Não-Revenda

Portal de Fornecedores Não-Revenda Portal de Fornecedores Não-Revenda Auto-Registro e Gestão de Usuários Consulte neste manual como realizar seu Auto-Registro e a manutenção (criação, alteração, exclusão) de usuários para acesso ao Portal

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS OURO PRETO PIBID FÍSICA- IFMG SELEÇAO PIBID- FÍSICA IFMG

Leia mais

Petição inicial de ação ordinária

Petição inicial de ação ordinária Capítulo I Petição inicial de ação ordinária SUMÀRIO: 1. Considerações gerais 2. Elementos da ação: 2.1. Partes; 2.2. Causa de pedir; 2.3. Pedido (terceiro elemento da ação) 3. Requisitos da petição inicial

Leia mais

4. O que fazer quando tiver dúvidas sobre o número de registro do medicamento? O Farmacêutico Responsável Técnico deve realizar as seguintes ações:

4. O que fazer quando tiver dúvidas sobre o número de registro do medicamento? O Farmacêutico Responsável Técnico deve realizar as seguintes ações: 1 de 6 Site: http://www.solucaosistemas.com.br Gerado pela Solução Sistemas - Fonte: Anvisa Acesse o Portal do Perguntas Freqüentes atualizado em 19/04/2013 Funcionalidades do SNGPC 1. Como fazer o inventário

Leia mais

APLICAÇÃO E IMPLICAÇÕES DE PRÁTICAS ARGUMENTATIVAS PARA O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA

APLICAÇÃO E IMPLICAÇÕES DE PRÁTICAS ARGUMENTATIVAS PARA O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA 2 APLICAÇÃO E IMPLICAÇÕES DE PRÁTICAS ARGUMENTATIVAS PARA O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA Magadã Lira Doutoranda do PPGEDU-UFPE Este trabalho é fruto de uma pesquisa que buscou entender como as

Leia mais

A Feira do Empreendedor 2014em São Paulo faz parte de um circuito de feiras que será realizado em vários estados da federação.

A Feira do Empreendedor 2014em São Paulo faz parte de um circuito de feiras que será realizado em vários estados da federação. 1 A Feira do Empreendedor é um evento de sucesso promovido pelo SEBRAE-SP, com o objetivo de oferecer informação, conhecimento e oportunidade para empresários e futuros empreendedores. A Feira do Empreendedor

Leia mais

OS SABERES DOCENTES OU SABERES DOS PROFESSORES 1. RESUMO: O texto discute e importância dos saberes docentes necessários para a

OS SABERES DOCENTES OU SABERES DOS PROFESSORES 1. RESUMO: O texto discute e importância dos saberes docentes necessários para a OS SABERES DOCENTES OU SABERES DOS PROFESSORES 1 Emmanuel Ribeiro Cunha 2 RESUMO: O texto discute e importância dos saberes docentes necessários para a prática pedagógica dos professores. Toma como referência

Leia mais

ESTUDO SOBRE O DESENVOLVIMENTO DA COMPETÊNCIA MORAL EM PSICÓLOGOS DE DOIS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOLOGIA DO TRÂNSITO

ESTUDO SOBRE O DESENVOLVIMENTO DA COMPETÊNCIA MORAL EM PSICÓLOGOS DE DOIS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOLOGIA DO TRÂNSITO ESTUDO SOBRE O DESENVOLVIMENTO DA COMPETÊNCIA MORAL EM PSICÓLOGOS DE DOIS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOLOGIA DO TRÂNSITO Thaísa Angélica Déo da Silva 1 Universidade Estadual Paulista, Marília/SP /

Leia mais