Orientação Geral para a Promoção do Inter-relacionamento Efetivo entre os Participantes da Rede de Segurança Financeira i

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Orientação Geral para a Promoção do Inter-relacionamento Efetivo entre os Participantes da Rede de Segurança Financeira i"

Transcrição

1 12 de Janeiro de 2006 Orientação Geral para a Promoção do Inter-relacionamento Efetivo entre os Participantes da Rede de Segurança Financeira i Preparado pela Comissão de Pesquisa e Orientação Associação Internacional de Seguradores de Depósito A/C BANCO INTERNACIONAL DE LIQUIDAÇÕES CENTRALBAHNPLATZ 2, CH-4002 BASEL, SWITZERLAND TEL: FAX: TRADUZIDO DO INGLÊS POR: JFS BSB AGOSTO DE 2010 FGC

2 Í n d i c e I. RESUMO EXECUTIVO... 2 II. INTRODUÇÃO E INFORMAÇÃO BÁSICA... 3 III. COMPOSIÇÃO, MANDATOS E PODERES DAS REDES DE SEGURANÇA FINANCEIRA... 5 IV. COORDENAÇÃO ENTRE OS PARTICIPANTES DA REDE DE SEGURANÇA... 8 V. A IMPORTÂNCIA DO COMPARTILHAMENTO DE INFORMAÇÕES VI. CONCLUSÕES E ITENS-CHAVES DA ORIENTAÇÃO APÊNDICE: PAÍSES QUE RESPONDERAM AO QUESTIONÁRIO

3 I. Resumo Executivo Os principais objetivos de um sistema de seguro de depósito são os de contribuir para a estabilidade do sistema financeiro de um país e de proteger os depositantes menos sofisticados contra as perdas de seus depósitos no caso de falência bancária. Ao modelar os sistemas de seguro de depósito, as autoridades devem se ater ao relacionamento do segurador de depósito e a sua coordenação com os outros participantes da rede de segurança financeira. Há a necessidade de uma estreita coordenação em qualquer ambiente institucional e em qualquer situação de compartilhamento de informações. Todavia, quando mais de uma organização é responsável pelo suave funcionamento da rede de segurança financeira, pode-se dizer que: Boas Cercas Fazem Bons Vizinhos, desde que as funções atribuídas às diferentes organizações levantem questões relacionadas à atribuição de poderes e responsabilidades, compartilhamento de informações, e a coordenação de ações. Nesse sentido, há a necessidade de se estabelecer uma orientação para a promoção do inter-relacionamento efetivo. A finalidade deste documento é a de oferecer conselhos aos participantes da rede de segurança sobre como promover o inter-relacionamento que deverá contribuir para a estabilidade financeira. 2

4 II. Introdução e Informação Básica O sistema bancário de um dado país tem um papel importante no desempenho de toda a economia. Um sistema bancário estável suporta o sistema de pagamentos de um país, aumenta as suas taxas de poupança, de investimento e de crescimento econômico, e facilita a intermediação financeira. Todavia, não há garantia de que os bancos isoladamente deverão assumir o nível de exposição ao risco consistente com seus perfis de passivo de depósito. Isto brevemente explica porque a segurança e a solidez do setor financeiro é um objetivo crítico de qualquer governo. Daí a importância das redes de segurança financeira fortes e viáveis ser cada vez mais reconhecida na vasta maioria dos países. Um exame das questões de inter-relação entre os participantes da rede de segurança financeira serve para melhorar a efetividade desses mecanismos de apoio e consequentemente a proteção dos depositantes menos sofisticados. Em setembro de 2001, o Grupo de Trabalho do Fórum de Estabilidade Financeira, introduziu pela primeira vez uma orientação oficial sobre, inter alia, o inter-relacionamento entre os participantes da rede de segurança financeira em um Relatório intitulado Orientação para o Desenvolvimento de Sistemas de Seguro de Depósito Efetivos. Embora os itens da orientação incluídos no Relatório representem um avanço no fornecimento de informações sobre este assunto, reconhece-se que trabalhos adicionais sejam necessários para oferecer uma orientação mais detalhada e compreensiva. Em maio de 2002, a Associação Internacional de Seguradores de Depósito (IADI) foi criada com a missão de contribuir para o aumento da efetividade do seguro de depósito através da promoção de orientação e da cooperação internacional. Como parte de seu trabalho, a IADI desenvolve 3

5 pesquisa para oferecer orientação sobre questões de seguro de depósito. Assim, uma subcomissão sobre inter-relacionamento dos Participantes da Rede de Segurança (SNPs) da Comissão de Orientação e Pesquisa da IADI, foi formada para estender o trabalho de pesquisa nesta áreaii. Este documento foi escrito sob a perspectiva do segurador de depósito, mas ao fazê-lo, incluiu-se também o papel dos outros participantes com a finalidade de se modelar uma rede de segurança efetiva. Este documento se destina principalmente aos praticantes do seguro de depósito assim como outras partes interessadas. Este documento se valeu, em grande parte, da análise de um estudo baseado em um questionário para documentar as experiências dos membros da IADI, assim como de outros participantes da rede de segurança financeira. Um total de setenta e seis (76) questionários foi circulado entre os trinta e quatro (34) membros da IADI e quarenta e dois (42) não membros da IADI. Um total de 35 ou 46 por cento responderam ao questionário conforme consta do Anexo abaixo. Além disso, o documento se valeu da literatura relevante disponível sobre o assunto. Aproximadamente a metade dos seguradores de depósito que responderam o questionário, indicaram que eles se utilizavam de um sistema de caixa-pagador, enquanto que a maioria dos outros os descreveram como minimizadores de riscos com algum poder ou meios de reduzir sua exposição ao risco, com cinco (5) outros que dispunham também de poderes de supervisão. A maioria dos seguradores de depósito operam como agências do governo, mas alguns (p.ex. o Brasil, a Finlândia e a França) operam como entidades privadas. O caso da Eslovênia é interessante onde o 4

6 sistema de seguro de depósito consiste dos próprios bancos. Não há qualquer fundo especial formado mas apenas a obrigação legal pela qual os bancos garantem o pagamento dos depósitos. No Japão, além dos Participantes da Rede de Segurança (SNPs) (governo e bancos centrais), há uma participação do setor financeiro privado no valor acionário, no processo de decisão e no quadro de pessoal. Este documento discute: (1) a composição, os mandatos e os poderes das redes de segurança financeira; (2) a coordenação entre os participantes da rede de segurança; e (3) a importância do compartilhamento de informações. O documento se encerra oferecendo uma orientação com respeito às questões discutidas. III. Composição, Mandatos e Poderes das Redes de Segurança Financeira. Os esquemas institucionais podem variar de país para país mas em geral, do ponto de vista de uma perspectiva funcional, as redes de segurança financeira efetivas geralmente possuem os seguintes componentes: regulamentação e supervisão prudenciais, emprestador de última instância, segurador de depósito e um mecanismo de resolução claramente definido para os bancos em dificuldade. Em muitos países, um departamento do governo (geralmente o Ministério das Finanças ou o Tesouro Nacional), desempenha também um importante papel na rede de segurança financeira e é normalmente responsável pela formulação das políticas do setor financeiro. Em resumo, os componentes que constituem a rede de segurança financeira procuram promover um sistema bancário estável e eficiente durante épocas normais e administrar as eventualidades de uma crise financeira. Assim, a estrutura de regulamentação e supervisão 5

7 prudenciais destina-se a promover o desempenho de uma melhor estabilidade do sistema bancário ao mesmo tempo em que ela procura compensar as consequências negativas das falhas do mercado que possam surgir no setor financeiro. A regulamentação e supervisão prudenciais incluem, inter alia, a concessão de carta patente (p.ex., o licenciamento) que impõe o capital e a personalidade (justa e própria) e os requisitos de divulgação, as restrições sobre os tipos de ativos que os bancos podem manter e sobre as atividades nas quais eles podem operar. A regulamentação destina-se a reduzir a assunção de risco injustificada ou consumada e a supervisão destina-se a monitorar os bancos para verificar se eles estão cumprindo a regulamentação a fim de garantir a segurança e solidez do sistema bancário. Todavia, mesmo que possam ocorrer restrições na admissão e na regulamentação e supervisões prudenciais, os bancos, devido à sua própria natureza, podem falir e com certeza vão falir. As redes de segurança financeira portanto normalmente incluem medidas para tratar dessas circunstâncias. Neste sentido, o seguro de depósito atende às preocupações com equidade e a proteção ao consumidor, a função do emprestador de última instância destinada a coibir o spread da crise de liquidez e o mecanismo de resolução para tratar das instituições financeiras em dificuldade isto é, que estão experimentando insolvência. A situação desta última função é importante porque o momento de agir é crucial durante uma crise. Se, por exemplo, houver mais de uma instituição cuidando de diferentes fases da resolução, a coordenação entre elas assume importância. uma enorme Relativamente aos mandatos e poderes, com base nas conclusões do levantamento, todas as instituições de seguro de depósito os 6

8 descreveram como sendo uma parte integral das suas redes de segurança financeira em seus respectivos países. Em alguns casos, o banco central que opera a função de emprestador de última instância também tem a responsabilidade das funções de supervisão (p.ex., a Jamaica, a Bulgária, a Jordânia, a Lituânia, Portugal e Chipre) enquanto que em outros casos há uma separação das funções de supervisão (p.ex., o Canadá, os Estados Unidos, Taiwan e Coréia). Geralmente, os SNPs (Participantes da rede de Segurança) são órgãos estatutariamente independentes com seus poderes, mandatos e responsabilidades explicitamente definidos em legislação, e em alguns casos, sustentados por meio de Memorando de Entendimento (p.ex., a Jamaica, a Bulgária, e a Estônia) assim como por Acordos especiais para o compartilhamento de informações e coordenação (p.ex., o Canadá, a Hungria, Taiwan e a Coréia). A maioria dos seguradores de depósito não possui a autoridade para inspecionar diretamente os bancos-membros mas tem a autoridade de solicitar certas medidas ou informações do órgão supervisor. A Hungria tem autoridade limitada enquanto que a Jordânia pode desempenhar esta função em conjunto com o banco central. Nas Filipinas, o segurador de depósito pode minimizar os riscos do seguro através da condução de exames dos bancos. Todavia, isto requer uma aprovação prévia por parte da Diretoria Monetária do banco central, contanto que, nenhum exame poderá ser conduzido dentro de 12 meses a contar da data do último exame. No México, o supervisor é obrigado por lei a informar ao segurador de depósito sobre as condições de uma instituição onde haja a perspectiva de que uma intervenção pode se tornar necessária. Os seguradores de depósito que podem e que não podem ter acesso às inspeções de supervisão se encontram mais ou menos divididos em números iguais. 7

9 Alguns países, incluindo a Jordânia, Eslovênia e Trinad e Tobago foram de opinião de que há áreas onde os poderes e responsabilidades do segurador de depósito vis-à-vis os poderes e responsabilidades dos outros SNPs deveriam ser melhor definidos. Algumas das áreas sugeridas para melhoria incluem: concessão de mandatos mais claros apoiados por regimes contábeis mais severos para garantir que os participantes cumpram as suas responsabilidades; o fortalecimento dos dispositivos de governança empresarial e um maior compartilhamento de informações através de referências específicas constantes em leis quanto ao tipo de informações que devem ser compartilhadas e a data do recebimento dessas informações. IV. Coordenação entre os Participantes da Rede de Segurança A necessidade de uma coordenação e cooperação mais estreita entre os SNPs decorre da possibilidade de haver mandatos conflitantes que possam minar a efetividade da rede de segurança financeira. Portanto, embora os mecanismos de coordenação devam obviamente depender da situação institucional de cada país, como um primeiro passo, deve haver uma divisão clara e articulada de poderes e responsabilidades aceitas por todos os participantes a fim de impedir, sempre que possível, a duplicação e superposição das atividades. Em épocas normais, os acordos sobre os respectivos mandatos não têm o mesmo nível de importância como teriam por ocasião de uma crise bancária. De fato, quando ocorrer falhas, será muito difícil para os SNPs de cumprir suas respectivas responsabilidades sem um claro mandato ex-ante. A fim de reconciliar os mandatos potencialmente conflitantes, será necessário um alto grau de transparência quando se 8

10 estiver estabelecendo a estrutura da coordenação, a fim de facilitar o compartilhamento das informações e a efetiva comunicação. Os resultados do levantamento demonstraram que os mecanismos de coordenação variaram de país para país. Naqueles países onde o segurador de depósito é um minimizador de risco, não existe superposição significativa entre as funções do segurador de depósito e as funções dos outros SNPs porque os poderes das diversas agências são normalmente claramente definidos por lei. Onde as funções do banco central, da agência de supervisão e do segurador de deposito se encontram incluídas em uma mesma entidade (p.ex., a Holanda), não há possibilidade de conflito de interesse. A coordenação também se torna mais fácil quando uma única instituição tem mais de uma função, p.ex., o Quênia e Chipre. Quando existe a possibilidade de conflitos de interesse entre os SNPs, os seguintes métodos de coordenação são normalmente utilizados: a participação de outros SNPs na diretoria do sistema de seguro de depósito, o uso de Memorandos de Entendimento (MOUs), comissões especialmente instituídas, e acordos legais. Nas Filipinas, por exemplo, as funções e responsabilidades do segurador de depósito e do banco central na área de inspeção, monitoramento, medidas corretivas imediatas, e resolução de falência, são definidas em seus respectivos estatutos e/ou circulares, regras e regulamentos e Memorando de Acordo. As diretorias de ambas as entidades prescrevem diretrizes que são necessárias para garantir que não haja duplicação de função. Na Jamaica, uma comissão estatutária composta de representantes do banco central, do sistema de seguro de depósito, do ministério das finanças e do órgão e supervisão, foi estabelecida para facilitar o 9

11 compartilhamento de informações e para coordenar a política de regulamentação. No que diz respeito ao tamanho das diretorias das agências de depósito, o número varia de três (3) em Portugal, até quatorze (14) na Coréia. É interessante notar que em um país tão grande com os Estados Unidos, a FDIC tem uma diretoria composta de cinco membros. No caso e alguns seguradores de depósito (p.ex., o Canadá e a Jamaica) os membros da diretoria não se qualificam para serem diretores, funcionários ou empregados das instituições-membros. A representação na Diretoria da Empresa de Seguro de Depósito do Canadá (CDIC), juntamente com comissões especialmente designadas para estudar os assuntos de interesse mútuo e um Manual de Intervenção para instituições federais, desenvolvido em conjunto entre a CDIC e o Escritório do Superintendente das Instituições Financeiras (OSFI) funcionam de forma muito satisfatória neste país. V. A Importância do Compartilhamento de Informações O compartilhamento de informações é uma questão das áreas vitais no relacionamento do segurador de depósito e dos outros participantes da rede de segurança. Os tipos de informações que devem ser compartilhadas devem ser especificados por lei ou acordo formal ou informal. Dependendo do seu mandato institucional e de seus poderes, a necessidade de informações por parte do segurador de depósito pode variar de forma significativa. No caso de um simples sistema de caixapagador, o segurador de depósito deve ter a informação básica para calcular os prêmios do seguro e para reembolsar os depositantes de 10

12 forma tempestiva e eficiente quando for necessário. Essas informações se referem à base dos depósitos nos bancos, incluindo informações sobre os valores dos depósitos segurados pertencentes aos depositantes individuais. A natureza das informações necessárias ao segurador de depósito deverá variar de épocas normais para épocas de crise. Um segurador de depósito que minimiza seu risco, todavia, tem uma maior necessidade de informações em virtude de seu mandato mais amplo. Ele deve estar em condições de acessar as condições financeiras não apenas das intituições-membros individuais, através do acesso, por exemplo, aos seus extratos financeiros e outros relatórios, mas também o acesso a todo o setor bancário. Além disso, o minimizador de risco deve ser capaz de antecipar os problemas financeiros dos bancos individuais e tratá-los de forma efetiva quanto eles surgirem. Isto requer papéis bem-definidos, responsabilidades, compartilhamento de informações e atividades de coordenação com os outros participantes da rede de segurança financeira. Quando isto é alcançado, o resultado deverá ser um alto nível de efetividade e minimização de riscos para o segurador de depósito e para o sistema financeiro como um todo. Uma questão importante se refere ao acesso dos resultados das inspeções, in loco, que geram informações sobre as condições da instituição que não seriam obtidos de outra forma. A evidência empírica sugere que na maioria dos casos o órgão de supervisão é a principal e mais importante fonte dessas informações bancárias. Em virtude dos poderes e responsabilidades específicas, o órgão de supervisão é normalmente a única agência da rede de segurança capaz de acessar com precisão e garantir a qualidade das informações 11

13 fornecidas pelas instituições financeiras. Portanto, a coordenação estreita da coleta e compartilhamento das informações entre o órgão de supervisão e os outros SNPs se torna imperativo. A evidência existente sugere, todavia, que o acesso do segurador de depósito aos relatórios de inspeção ou aos dados críticos desses relatórios diferem bastante entre os países pesquisados. Em geral, dependendo do escopo de seus mandatos específicos, os seguradores de depósito podem ter a necessidade de uma suplementação de informações prestadas pelos supervisores com certas informações específicas obtidas diretamente dos bancos segurados. Por exemplo, pode-se incluir, para efeito de verificação, o nível dos depósitos mantidos para a cobrança dos prêmios e informações sobre produtos específicos e o custo de seus seguros. Todavia, é importante comparar a necessidade do segurador de depósito de obter informação suplementar contra a necessidade de se evitar impor um ônus desnecessário sobre o setor bancário. Para que as informações sejam úteis ao segurador de depósito, elas devem ser oportunas, precisas e relevantes, para facilitar um sistema efetivo de permanente avaliação das instituições individuais seguradas, assim como do setor bancário como um todo. Em muitos casos, o supervisor não é obrigado a atender aos pedidos de informação por parte do segurador de depósito dentro de um período específico de tempo. Os exemplos de exceção deste caso podem ser encontrados no Canadá, Bulgária, Colômbia, Coréia e Albânia. Existem alguns seguradores de depósito que não conseguem obter informações do órgão supervisor ou e outros SNPs (p.ex., Trinidad e Tobago). Certos tipos de informações sobre bancos individuais, tais como a classificação de risco do supervisor das instituições individuais e das 12

14 contas dos clientes, são normalmente consideradas confidenciais. Porquanto, as regras de confidência sobre informações trocadas entre os participantes da rede de segurança financeira devem ser sempre respeitadas. VI. Conclusões e Itens-chaves da Orientação Os itens de orientação abaixo resumem as principais conclusões e sugestões emanadas deste documento, para ajudar as autoridades e outras partes interessadas a enfrentar as questões críticas relacionadas com o inter-relacionamento entre os vários participantes da rede se segurança financeira. Estes itens representam um reflexo, e também se adaptam a uma larga gama de circunstâncias, situações e estruturas. 1. Composição, Mandatos e Poderes dos Participantes da Rede de Segurança Financeira O primeiro passo ao se abordar a questão do interrelacionamento dos SNPs é ter uma clara compreensão dos arranjos institucionais de um dado país. Isto deverá ajudar na identificação adequada da composição e do escopo da rede de segurança financeira e fornecer os critérios relativos aos conflitos potenciais. Uma vez identificados os diversos componentes da rede de segurança, o próximo passo é rever as suas respectivas funções, tanto em épocas normais como em épocas de crises financeiras. Nos casos onde uma única organização desempenha todas as funções da rede de segurança, a solução suave das tensões potenciais irá depender da clareza dos mandatos e da responsabilidade do regime adotado pelos departamentos 13

15 relevantes. Todavia, quando as funções são atribuídas a diferentes organizações, as questões relativas à alocação dos poderes e responsabilidades, à coordenação das ações entre as diferentes funções, e às questões relacionadas com o compartilhamento de informações, tornam-se mais complexas e necessitam de um tratamento claro e explícito. 2. Coordenação entre os Participantes da Rede de Segurança A necessidade de uma estreita coordenação e cooperação entre os SNPs deriva da possibilidade de haver mandatos conflitantes. Portanto, embora o mecanismo preciso da coordenação irá depender obviamente da situação institucional de cada país, como um primeiro passo, deverá haver uma clara e articulada divisão dos poderes e responsabilidades endossadas por todos os participantes, a fim de se prevenir, sempre que possível, a superposição improdutiva e a duplicação de atividades. Ao se estabelecer a estrutura de coordenação, deve se estabelecer um alto grau de transparência e concordância com respeito aos respectivos mandatos antes da ocorrência de uma crise bancária. Para se prevenir superposições significativas e improdutivas entre as funções do segurador de depósito e aquelas relativas aos demais SNPs, é recomendável que sejam explicitados claramente em lei os poderes relativos às diversas agências. À parte, e em adição a legislação, deve-se também levar em consideração a formalização das seguintes técnicas de coordenação e de compartilhamento de informações: a participação em diretorias de outros SNPs, o uso de Memorando 14

16 de Entendimento (MOU), e a designação e comissões especiais ou uma combinação destras técnicas. 3. A Importância do Compartilhamento de Informações A necessidade de informações relevantes por parte do segurador de depósito pode variar significativamente dependendo do seu mandato e poderes institucionais, porém, isto não remove em todos os casos a necessidade de uma estreita coordenação e compartilhamento de informações entre os participantes da rede de segurança. Todas as informações necessárias devem ser tempestivas, precisas e relevantes. No caso de um simples sistema de caixa-pagador, a agência de seguro de depósito deve contar com as informações básicas para indenizar os seus depositantes de uma maneira oportuna e eficiente sempre que for necessário fazê-lo. Um segurador de depósito minimizador de risco deverá, portanto, ter uma maior necessidade de informações em virtude de seu mandato mais amplo. Por exemplo, ele deve estar em uma posição capaz de avaliar a condição financeira não só das instituições financeiras individuais mas também de todo o setor financeiro. Além disto, o minimizador de risco deve ser capaz de antecipar os problemas financeiros dos bancos individuais e tratá-los de forma efetiva quando surgiram os problemas. Considerando que a autoridade de supervisão é normalmente a primeira e a mais importante fonte de informações bancárias, em virtude de seus poderes e responsabilidades, deve haver diretrizes claras para essa autoridade compartilhar das informações relevantes com os outros SNPs. Devem-se também 15

17 tomar as medidas cabíveis para garantir que a autoridade de supervisão seja obrigada a fornecer as informações necessárias dentro de um período específico de tempo. Os seguradores de depósito podem, de quando em vez, necessitar de informações complementares fornecidas pela autoridade de supervisão além de certas informações específicas obtidas diretamente dos bancos segurados por exemplo, o nível dos depósitos em conta para a cobrança dos prêmios e outras informações sobre produtos específicos e a necessidade de segurá-los. Dessa forma, os acordos necessários devem ser estabelecidos a fim de facilitar o acesso do segurador de depósito a estas informações complementares sem dificuldades. As regras de confidência das informações trocadas entre os participantes da rede de segurança devem também ser respeitadas durante todo o tempo. 16

18 APÊNDICE Países que Responderam ao Questionário Membros da IADI Não-Membros 1. Albânia 1. Chile 2. Brasil 2. Chipre 3. Bulgária 3. Estônia 4. Canadá (CDIC) 4. Finlândia 5. Autoridade dos Merc. Financeiros, Quebeque 5. Lituânia 6. Colômbia 6. Holanda 7. República Checa 7. Portugal 8. El Salvador 8. Slovênia 9. França 9. Espanha 10. Hungria 10. Reino Unido 11. Jamaica 12. Japão 13. Jordânia 14. Cazaquistão 15. Quênia 16. Coréia 17. México 18. Filipinas 19. Rússia 20. Suécia 21. Taiwan 22. Trinidad e Tobago 23. EUA 24. Venezuela 25. Vietnam i The initial approach was outlined in a presentation made by Winston Carr on 23 October 2003 at the Second Annual IADI Conference held in Seoul, Korea. Mr. Carr delivered a presentation based on this paper at the Fourth Annual IADI Conference on 29 September 2005 in Taipei ii This paper was prepared by a sub-group of the Research and Guidance Committee Chaired by Winston Carr (Jamaica Deposit Insurance Corporation). The sub-group was also composed of Andrei Pekhterev (Deposit Insurance Agency Russian Federation), Bakhyt Mazhenova (Kazakhstan Deposit Insurance Fund), Carlos Isoard (Instituto para la Proteccion al Ahorro Bancario Mexico), Charles Cornut (Fonds de Garantie des Dépôts France), Daniel Jánossy (National Deposit Insurance Fund of Hungary, David Walker (Canada Deposit Insurance Corporation), Dong-Il Kim ( Korea Deposit Insurance Corporation), Hajime Shinohara (Deposit Insurance Corporation of Japan), Ricardo Tan (Philippines Deposit Insurance Corporation), and Roumyana Markova (Bulgarian Deposit Insurance Fund). 17

Orientação Geral para Mandato Efetivo de Seguro de Depósito

Orientação Geral para Mandato Efetivo de Seguro de Depósito 01-09-2006 Orientação Geral para Mandato Efetivo de Seguro de Depósito Esboço de Consulta Preparado pelo subcomitê de Orientação Geral para Mandato de Seguro de depósito Efetivo Comitê de Pesquisa e Orientação

Leia mais

Sugestões do FGC para uma Orientação Internacional de Seguro Depósito

Sugestões do FGC para uma Orientação Internacional de Seguro Depósito Sugestões do FGC para uma Orientação Internacional de Seguro Depósito (Abril, 2002) Ana Carla Abraão Costa Economista Os sistemas de seguro depósito, a par dos problemas de perigo moral e seleção adversa

Leia mais

ORIENTAÇÃO GERAL PARA O DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE PRÊMIOS DIFERENCIADOS

ORIENTAÇÃO GERAL PARA O DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE PRÊMIOS DIFERENCIADOS ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DE SEGURADORES DE DEPÓSITO ORIENTAÇÃO GERAL PARA O DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE PRÊMIOS DIFERENCIADOS FEVEREIRO DE 2005 A/C BANCO INTERNACIONAL DE LIQUIDAÇÕES CENTRALBAHNPLATZ

Leia mais

A Estrutura do FGC Vis-à-vis o Documento Básico do Grupo de Estudos em Seguro Depósito

A Estrutura do FGC Vis-à-vis o Documento Básico do Grupo de Estudos em Seguro Depósito A Estrutura do FGC Vis-à-vis o Documento Básico do Grupo de Estudos em Seguro Depósito (Abril 2002) Ana Carla Abraão Costa Economista I Introdução O Grupo de Estudos de Seguro Depósito identificou algumas

Leia mais

Parceria para Governo Aberto Open Government Partnership (OGP)

Parceria para Governo Aberto Open Government Partnership (OGP) Parceria para Governo Aberto Open Government Partnership (OGP) 1ª Conferência Anual de Alto-Nível da Parceria para Governo Aberto - OGP Roberta Solis Ribeiro Assessoria Internacional - CGU Conselho da

Leia mais

*Os pontos de vista expressados aqui são meus e não necessariamente representam aqueles do FDIC.

*Os pontos de vista expressados aqui são meus e não necessariamente representam aqueles do FDIC. Orientação Geral para Mandatos de Seguro de Depósito Eficazes Considerações importantes no Projeto de um Mandato Eficaz Disponibilidade de Recursos para um Sistema Eficaz de Seguro de Depósitos: Financiamentos,

Leia mais

Comissão da Basiléia sobre Supervisão Bancária. Associação Internacional dos Seguradores de Depósitos

Comissão da Basiléia sobre Supervisão Bancária. Associação Internacional dos Seguradores de Depósitos Comissão da Basiléia sobre Supervisão Bancária Associação Internacional dos Seguradores de Depósitos Princípios Essenciais para Sistemas de Seguro de Depósito Efetivos Junho de 2009 Pedidos de cópias de

Leia mais

A Reforma no Seguro de Depósitos nos Estados Unidos

A Reforma no Seguro de Depósitos nos Estados Unidos Comentários de Martin J. Gruemberg, Vice Presidente, FDIC Quinta Conferência Anual da Associação Internacional de Seguradores de Depósito Rio de Janeiro, Brasil 16 de novembro de 2006 Boa tarde. Obrigado

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS RELATIVAS À CONSULTA PÚBLICA SOBRE A PROPOSTA DE REGULAMENTO-QUADRO DO BCE RELATIVO AO MECANISMO ÚNICO DE SUPERVISÃO

PERGUNTAS E RESPOSTAS RELATIVAS À CONSULTA PÚBLICA SOBRE A PROPOSTA DE REGULAMENTO-QUADRO DO BCE RELATIVO AO MECANISMO ÚNICO DE SUPERVISÃO PERGUNTAS E RESPOSTAS RELATIVAS À CONSULTA PÚBLICA SOBRE A PROPOSTA DE REGULAMENTO-QUADRO DO BCE RELATIVO AO MECANISMO ÚNICO DE SUPERVISÃO 1 QUANDO É QUE O BCE ASSUMIRÁ A SUPERVISÃO DOS BANCOS? O BCE assumirá

Leia mais

EXPERIÊNCIA BRASILEIRA COM SEGURO DE DEPÓSITOS. Celso Antunes da Costa 07/05/2013

EXPERIÊNCIA BRASILEIRA COM SEGURO DE DEPÓSITOS. Celso Antunes da Costa 07/05/2013 EXPERIÊNCIA BRASILEIRA COM SEGURO DE DEPÓSITOS Celso Antunes da Costa 07/05/2013 2013 Constituição e Marco Regulatório Constituição Federal de 1988 Artigo 192: criação de fundo ou seguro, com o objetivo

Leia mais

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS VI.1. Introdução A avaliação de riscos inclui um amplo espectro de disciplinas e perspectivas que vão desde as preocupações

Leia mais

DECRETO Nº 4.702, DE 21 DE MAIO DE 2003. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VIII, da Constituição,

DECRETO Nº 4.702, DE 21 DE MAIO DE 2003. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VIII, da Constituição, DECRETO Nº 4.702, DE 21 DE MAIO DE 2003. Promulga o Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América Relativo à Cooperação entre suas Autoridades de Defesa

Leia mais

Taxa de Empréstimo Estatísticas Financeiras Internacionais (FMI - IFS)

Taxa de Empréstimo Estatísticas Financeiras Internacionais (FMI - IFS) Taxa de Empréstimo Estatísticas Financeiras Internacionais (FMI - IFS) África do Sul: Taxa predominante cobrada pelos bancos de contas garantidas prime. Alemanha: Taxa sobre crédito de conta-corrente de

Leia mais

SUPERVISÃO COOPERATIVA Acompanhamento Indireto, acompanhamento dos planos, auditoria e comunicação

SUPERVISÃO COOPERATIVA Acompanhamento Indireto, acompanhamento dos planos, auditoria e comunicação SUPERVISÃO COOPERATIVA Acompanhamento Indireto, acompanhamento dos planos, auditoria e comunicação 1 Acompanhamento Indireto Tratamento das informações Análise intrínseca, evolutiva e comparativa Processos

Leia mais

Avaliação de Alternativas - Grupo de Estudos de Seguro Depósito - Subgrupo: Objetivos de Política Pública.

Avaliação de Alternativas - Grupo de Estudos de Seguro Depósito - Subgrupo: Objetivos de Política Pública. Avaliação de Alternativas - Grupo de Estudos de Seguro Depósito - Subgrupo: Objetivos de Política Pública. (abril, 2002) Ana Carla Abraão Costa Economista, História recente da economia brasileira A economia

Leia mais

REGIMES ESPECIAIS PARA RESOLUÇÃO DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS NO BRASIL: PREMISSAS DO MODELO VIGENTE E NECESSIDADE DE REESTRUTURAÇÃO

REGIMES ESPECIAIS PARA RESOLUÇÃO DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS NO BRASIL: PREMISSAS DO MODELO VIGENTE E NECESSIDADE DE REESTRUTURAÇÃO REGIMES ESPECIAIS PARA RESOLUÇÃO DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS NO BRASIL: PREMISSAS DO MODELO VIGENTE E NECESSIDADE DE REESTRUTURAÇÃO Seminário Internacional sobre Regimes de Resolução no Sistema Financeiro

Leia mais

IPC Concursos CEF 2014. Questões I SFN, CMN, BCB e CVM Material com as questões incorretas justificadas.

IPC Concursos CEF 2014. Questões I SFN, CMN, BCB e CVM Material com as questões incorretas justificadas. BRB 2011 Cespe Questões I SFN, CMN, BCB e CVM Material com as questões incorretas justificadas. A respeito da estrutura do Sistema Financeiro Nacional (SFN),julgue os itens a seguir. 1. Ao Conselho Monetário

Leia mais

DIRETRIZES PARA PUBLICIDADE E DIVULGAÇÃO DE MATERIAL TÉCNICO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO VERSÃO: 26/08/2011

DIRETRIZES PARA PUBLICIDADE E DIVULGAÇÃO DE MATERIAL TÉCNICO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO VERSÃO: 26/08/2011 DIRETRIZES PARA PUBLICIDADE E DIVULGAÇÃO DE MATERIAL TÉCNICO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO VERSÃO: 26/08/2011 05425-070 SP Brasil 20031-170 RJ Brasil CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DOS FUNDOS DE

Leia mais

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE:

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE: 1 - INTRODUÇÃO Neste trabalho iremos enfocar a função do controle na administração. Trataremos do controle como a quarta função administrativa, a qual depende do planejamento, da Organização e da Direção

Leia mais

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI Tratado de Lisboa A Europa rumo ao século XXI O Tratado de Lisboa Índice 1. Contextualização 1.1. Porquê um novo Tratado? 1.2. Como surgiu o Tratado de Lisboa? 2. O que mudará com o Tratado de Lisboa?

Leia mais

Comunicado Oficial Reunião de Ministros e Diretores São Paulo Brasil 8-9 de novembro de 2008

Comunicado Oficial Reunião de Ministros e Diretores São Paulo Brasil 8-9 de novembro de 2008 Comunicado Oficial Reunião de Ministros e Diretores São Paulo Brasil 8-9 de novembro de 2008 1. Nós, os Ministros da Fazenda e Diretores dos Bancos Centrais do G-20, realizamos nossa décima reunião anual

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

São Paulo, 09 de agosto de 2013.

São Paulo, 09 de agosto de 2013. São Paulo, 09 de agosto de 2013. Discurso do Presidente Alexandre Tombini no VIII Seminário Anual sobre Riscos, Estabilidade Financeira e Economia Bancária. Senhoras e senhores: É com grande satisfação

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG Belo Horizonte 01 de Julho de 2008 1 SUMÁRIO 1. Introdução...02

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Banco Cooperativo Sicredi S.A. Versão: Julho/2015 Página 1 de 1 1 INTRODUÇÃO O Sicredi é um sistema de crédito cooperativo que valoriza a

Leia mais

Regulação do Sistema Financeiro Nacional

Regulação do Sistema Financeiro Nacional Regulação do Sistema Financeiro Nacional Sergio Odilon dos Anjos Chefe do Departamento de Normas do Sistema Financeiro Brasília 18 de julho de 2011 1 Regulação do Sistema Financeiro Banco Central do Brasil

Leia mais

O Sistema Financeiro Nacional

O Sistema Financeiro Nacional O Sistema Financeiro Nacional 1 O Sistema Financeiro Nacional Foi constituído com base nas leis: 4595 de 31-12-64 Estrutura o Sistema Financeiro Nacional 4728 de 14-7- 65 Lei do Mercado de Capitais O Sistema

Leia mais

ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014

ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014 ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014 I. FINALIDADE A finalidade do Comitê de Auditoria da AGCO Corporation (a Empresa ) é auxiliar o Conselho Diretor (o Conselho )

Leia mais

O Processo de Convergências às Normas Internacionais de Contabilidade: Histórico e Perspectivas

O Processo de Convergências às Normas Internacionais de Contabilidade: Histórico e Perspectivas O Processo de Convergências às Normas Internacionais de Contabilidade: Histórico e Perspectivas Humberto Carlos Zendersky Departamento de Normas do Sistema Financeiro Denor Maceió, 24 de novembro de 2011

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DE COMPRA

CONDIÇÕES GERAIS DE COMPRA CONDIÇÕES GERAIS DE COMPRA I. Aplicabilidade Estas Condições Gerais serão aplicáveis a todas as compras efetuadas pela Nefab e suas afiliadas (COMPRADOR) junto aos seus fornecedores (VENDEDOR). Desvios

Leia mais

ED 2180/14. 15 maio 2014 Original: espanhol. Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café

ED 2180/14. 15 maio 2014 Original: espanhol. Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café ED 2180/14 15 maio 2014 Original: espanhol P Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café 1. O Diretor Executivo apresenta seus cumprimentos e, em nome da Colômbia, encaminha aos Membros

Leia mais

RIO 2016 POLÍTICA DE COMPLIANCE

RIO 2016 POLÍTICA DE COMPLIANCE COMITÊ ORGANIZADOR DOS JOGOS OLÍMPICOS RIO 206 RIO 206 POLÍTICA DE 25/02/205 / 2 Sumário. OBJETIVO... 2 2. DEFINIÇÕES... 2 3. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 5 4. DIRETRIZES... 7 4. Programa Geral de...

Leia mais

Uma Rede de apoio à competitividade das empresas. 30 de abril de 2014, ISCTE-IUL, Lisboa

Uma Rede de apoio à competitividade das empresas. 30 de abril de 2014, ISCTE-IUL, Lisboa Uma Rede de apoio à competitividade das empresas 30 de abril de 2014, ISCTE-IUL, Lisboa Quem somos Quem somos? Onde estamos? Criada pela Comissão Europeia no âmbito do Programa Quadro para a Competitividade

Leia mais

PROPOSTAS PARA APRIMORAMENTO DA PROTEÇÃO DOS CONSUMIDORES DE PRODUTOS E SERVIÇOS FINANCEIROS

PROPOSTAS PARA APRIMORAMENTO DA PROTEÇÃO DOS CONSUMIDORES DE PRODUTOS E SERVIÇOS FINANCEIROS PROPOSTAS PARA APRIMORAMENTO DA PROTEÇÃO DOS CONSUMIDORES DE PRODUTOS E SERVIÇOS FINANCEIROS O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor Idec, organização sem fins lucrativos e independente de empresas,

Leia mais

INFORMAÇÕES FUNDAMENTAIS AO INVESTIDOR PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

INFORMAÇÕES FUNDAMENTAIS AO INVESTIDOR PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO EMPRESA DE SEGUROS Barclays Investimento Fundo Autónomo: Rendimento Nome: CNP Barclays Vida y Pensiones, Compañia de Seguros, S.A. - Agência Geral em Portugal; Endereço da Sede Social: Plaza de Cólon,

Leia mais

Geografia Econômica Mundial. Organização da Aula. Aula 4. Blocos Econômicos. Contextualização. Instrumentalização. Tipologias de blocos econômicos

Geografia Econômica Mundial. Organização da Aula. Aula 4. Blocos Econômicos. Contextualização. Instrumentalização. Tipologias de blocos econômicos Geografia Econômica Mundial Aula 4 Prof. Me. Diogo Labiak Neves Organização da Aula Tipologias de blocos econômicos Exemplos de blocos econômicos Algumas características básicas Blocos Econômicos Contextualização

Leia mais

SEMINÁRIO EXPORTAR, EXPORTAR, EXPORTAR. Viana do Castelo, 11de Fevereiro

SEMINÁRIO EXPORTAR, EXPORTAR, EXPORTAR. Viana do Castelo, 11de Fevereiro SEMINÁRIO EXPORTAR, EXPORTAR, EXPORTAR Viana do Castelo, 11de Fevereiro www.cosec.pt COSEC Companhia de Seguro de Créditos, S.A. 2014 Índice Sobre a COSEC Seguro de Créditos Soluções à medida em resumo

Leia mais

Gerenciamento do Risco Operacional. Gerenciamento do Risco Operacional

Gerenciamento do Risco Operacional. Gerenciamento do Risco Operacional Gerenciamento do Risco Operacional Controle do documento Data Autor Versão Outubro/2010 Compliance 001 Dezembro/2011 Compliance 002 Dezembro/2012 Compliance 003 Agosto/2014 Compliance 004 Revisão do documento

Leia mais

Senhor Secretário de Estado, Senhores Embaixadores, Senhores Governadores, Minhas Senhoras e meus Senhores,

Senhor Secretário de Estado, Senhores Embaixadores, Senhores Governadores, Minhas Senhoras e meus Senhores, Intervenção do Governador do Banco de Portugal, Carlos da Silva Costa, no XXV Encontro de Lisboa sobre Governação das instituições de crédito e estabilidade financeira 1 Senhor Secretário de Estado, Senhores

Leia mais

DIRETRIZES PARA PUBLICIDADE E DIVULGAÇÃO DE MATERIAL TÉCNICO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO VERSÃO: 26/08/2011

DIRETRIZES PARA PUBLICIDADE E DIVULGAÇÃO DE MATERIAL TÉCNICO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO VERSÃO: 26/08/2011 DIRETRIZES PARA PUBLICIDADE E DIVULGAÇÃO DE MATERIAL TÉCNICO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO VERSÃO: 26/08/2011 05425-070 SP Brasil 20031-170 RJ Brasil CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DOS FUNDOS DE

Leia mais

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA 1 1. APRESENTAÇÃO Esta política estabelece os princípios e práticas de Governança Cooperativa adotadas pelas cooperativas do Sistema Cecred, abordando os aspectos de

Leia mais

HBL15 Trabalhar na Irlanda do Norte: Subsídio de Alojamento Um folhetim informativo do Executivo de Alojamento para Trabalhadores Migrantes

HBL15 Trabalhar na Irlanda do Norte: Subsídio de Alojamento Um folhetim informativo do Executivo de Alojamento para Trabalhadores Migrantes HBL15 Trabalhar na Irlanda do Norte: Subsídio de Alojamento Um folhetim informativo do Executivo de Alojamento para Trabalhadores Migrantes Este folheto explica as regras que se aplicam ao Benefício de

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.220/09 Aprova a NBC TA 510 Trabalhos Iniciais Saldos Iniciais. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO o processo de

Leia mais

Comitê de Sistemas de Liquidação e de Pagamentos

Comitê de Sistemas de Liquidação e de Pagamentos Comitê de Sistemas de Liquidação e de Pagamentos A vigilância dos bancos centrais sobre sistemas de liquidação e de pagamentos Maio de 2005 BANK FOR INTERNATIONAL SETTLEMENTS CPSS Relatório sobre vigilância

Leia mais

Focus on Mozambique. Antonio Pinto de Abreu Bank of Mozambique

Focus on Mozambique. Antonio Pinto de Abreu Bank of Mozambique Focus on Mozambique Antonio Pinto de Abreu Bank of Mozambique CORPORATE GOVERNANCE NA GESTÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS Enfrentando a Crise Financeira Internacional: O Papel da Boa Governação Corporativa

Leia mais

INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (IPI) ORIENTAÇÕES PARA AS POLÍTICAS

INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (IPI) ORIENTAÇÕES PARA AS POLÍTICAS INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (IPI) ORIENTAÇÕES PARA AS POLÍTICAS Introdução O presente documento pretende apresentar uma visão geral das principais conclusões e recomendações do estudo da European Agency

Leia mais

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES JANEIRO 2013 ÍNDICE DE CONTEÚDOS Introdução...1 Antes das Três Linhas: Supervisão do Gerenciamento

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO FUNDÃO Publicação II SÉRIE N.º 98 20 de Maio de 2010 Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão Preâmbulo A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (D.O 01 revisão 05, de 22 de março de 2011) 2 SUMÁRIO PARTE I INTRODUÇÃO

Leia mais

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO)

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) Objeto, princípios e campo de aplicação 35.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece princípios e requisitos para gestão da segurança

Leia mais

Banco Interamericano de Desenvolvimento CICLO DE PROJETOS. Representação no Brasil Setor Fiduciário

Banco Interamericano de Desenvolvimento CICLO DE PROJETOS. Representação no Brasil Setor Fiduciário Banco Interamericano de Desenvolvimento CICLO DE PROJETOS Representação no Brasil Setor Fiduciário Ciclo de projetos Cada projeto financiado pelo BID passa por uma série de etapas principalmente as de

Leia mais

ECB-PUBLIC PARECER DO BANCO CENTRAL EUROPEU. de 24 de março de 2015. sobre o regime do mediador de crédito (CON/2015/12)

ECB-PUBLIC PARECER DO BANCO CENTRAL EUROPEU. de 24 de março de 2015. sobre o regime do mediador de crédito (CON/2015/12) PT ECB-PUBLIC PARECER DO BANCO CENTRAL EUROPEU de 24 de março de 2015 sobre o regime do mediador de crédito (CON/2015/12) Introdução e base jurídica Em 14 de janeiro de 2015 o Banco Central Europeu (BCE)

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 4ª CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO SUB-GRUPO DE TRABALHO DE TRATADOS INTERNACIONAIS

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 4ª CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO SUB-GRUPO DE TRABALHO DE TRATADOS INTERNACIONAIS FORMULÁRIO DESCRITIVO DA NORMA INTERNACIONAL Norma Internacional: Convenção para a Salvaguarda do patrimônio Cultural Imaterial Assunto: Proteção do Patrimônio Cultural Imaterial Decreto: 5208 Entrada

Leia mais

ANEXO 10 TDR AUDITORES

ANEXO 10 TDR AUDITORES ANEXO 10 TDR AUDITORES PROJETO DE SUSTENTABILIDADE HÍDRICA DE PERNAMBUCO PSHPE (N. DO EMPRÉSTIMO) TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA PARA AUDITORIA DO XX ANO DO PROJETO DE

Leia mais

Análise de Risco de Bancos. Palestra Ocepar

Análise de Risco de Bancos. Palestra Ocepar Análise de Risco de Bancos Palestra Ocepar Abril/2009 Programação Análise recente do setor bancário Concentração Bancária Spread Bancário Crise Internacional Modelo de Análise de Bancos Perspectivas 2

Leia mais

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES. Lei 4.595/64 FINANCEIRAS COLETA INTERMEDIAÇÃO APLICAÇÃO CUSTÓDIA

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES. Lei 4.595/64 FINANCEIRAS COLETA INTERMEDIAÇÃO APLICAÇÃO CUSTÓDIA SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES Lei 4.595/64 FINANCEIRAS COLETA INTERMEDIAÇÃO APLICAÇÃO CUSTÓDIA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA JUROS PAGOS PELOS TOMADORES - REMUNERAÇÃO PAGA AOS POUPADORES SPREAD

Leia mais

A República Federativa do Brasil. A República Argentina (doravante denominadas as Partes ),

A República Federativa do Brasil. A República Argentina (doravante denominadas as Partes ), ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A REPÚBLICA ARGENTINA RELATIVO À COOPERAÇÃO ENTRE SUAS AUTORIDADES DE DEFESA DA CONCORRÊNCIA NA APLICAÇÃO DE SUAS LEIS DE CONCORRÊNCIA A República

Leia mais

WORKSHOP INCLUSÃO E FORMAÇÃO FINANCEIRA PAPEL DO BANCO DE CABO VERDE NA PROMOÇÃO DA INCLUSÃO FINANCEIRA

WORKSHOP INCLUSÃO E FORMAÇÃO FINANCEIRA PAPEL DO BANCO DE CABO VERDE NA PROMOÇÃO DA INCLUSÃO FINANCEIRA WORKSHOP INCLUSÃO E FORMAÇÃO FINANCEIRA PAPEL DO BANCO DE CABO VERDE NA PROMOÇÃO DA INCLUSÃO FINANCEIRA Banco de Portugal, 11 de Julho de 2013 Solange Lisboa Ramos Gabinete de Apoio ao Consumidor do Banco

Leia mais

Sumário executivo. From: Aplicação da avaliação ambiental estratégica Guia de boas práticas na cooperação para o desenvolvimento

Sumário executivo. From: Aplicação da avaliação ambiental estratégica Guia de boas práticas na cooperação para o desenvolvimento From: Aplicação da avaliação ambiental estratégica Guia de boas práticas na cooperação para o desenvolvimento Access the complete publication at: http://dx.doi.org/10.1787/9789264175877-pt Sumário executivo

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA BANCÁRIA ESTATUTOS DO SISTEMA NACIONAL DE ÉTICA BANCÁRIA

CÓDIGO DE ÉTICA BANCÁRIA ESTATUTOS DO SISTEMA NACIONAL DE ÉTICA BANCÁRIA 22 de janeiro de 1986 CÓDIGO DE ÉTICA BANCÁRIA ESTATUTOS DO SISTEMA NACIONAL DE ÉTICA BANCÁRIA O Código de Ética Bancária e os Estatutos do Sistema Nacional de Ética Bancária foram elaborados por uma Comissão

Leia mais

CARTA DE SERVIÇOS ao cidadão

CARTA DE SERVIÇOS ao cidadão CARTA DE SERVIÇOS ao cidadão 1. A Carta de Serviços ao Cidadão A Carta de Serviços ao Cidadão da Previc foi elaborada com o objetivo de informar o cidadão dos serviços prestados pela autarquia, da forma

Leia mais

Riscos nas aplicações financeiras e os Fundos de Investimentos

Riscos nas aplicações financeiras e os Fundos de Investimentos Riscos nas aplicações financeiras e os Fundos de Investimentos A premissa básica em investimentos afirma que não há retorno sem risco. A busca por um ganho em rentabilidade é sempre acompanhada por uma

Leia mais

DIRECTIVA 2009/14/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

DIRECTIVA 2009/14/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO 13.3.2009 Jornal Oficial da União Europeia L 68/3 DIRECTIVAS DIRECTIVA 2009/14/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 11 de Março de 2009 que altera a Directiva 94/19/CE relativa aos sistemas de garantia

Leia mais

Os Princípios de Prevenção aos Crimes de Lavagem de Dinheiro para Bancos Correspondentes

Os Princípios de Prevenção aos Crimes de Lavagem de Dinheiro para Bancos Correspondentes Os Princípios de Prevenção aos Crimes de Lavagem de Dinheiro para Bancos Correspondentes 1 Introdução O Grupo de Instituições Financeiras Wolfsberg 1 ¹ considera que estes princípios constituem uma orientação

Leia mais

Q: Preciso contratar um numero de empregados para solicitar o visto E2? R: Não, o Visto E2 não requer um numero de empregados como o Visto Eb5.

Q: Preciso contratar um numero de empregados para solicitar o visto E2? R: Não, o Visto E2 não requer um numero de empregados como o Visto Eb5. RE: Visto E1 O E2 Visto E1 O E2 Q :Preciso contratar um advogado para solicitar o Visto E2? R: Sim, o visto E2 requer o conhecimento especializado da legislacao migratória e a experiência de um advogado

Leia mais

Ranking Mundial de Juros Reais SET/14

Ranking Mundial de Juros Reais SET/14 Ranking Mundial de Juros Reais SET/14 O Ranking Mundial de Juros Reais é um comparativo entre as taxas praticadas em 40 países do mundo e os classifica conforme as taxas de juros nominais determinadas

Leia mais

COMISSÃO DOS ASSUNTOS ECONÓMICOS E MONETÁRIOS

COMISSÃO DOS ASSUNTOS ECONÓMICOS E MONETÁRIOS PARLAMENTO EUROPEU COMISSÃO DOS ASSUNTOS ECONÓMICOS E MONETÁRIOS Comunicação aos Membros nº 26/2002 Objecto: Audição de 10 de Julho: Depois da Enron: supervisão financeira na Europa Temas sugeridos para

Leia mais

PRINCÍPIO DE ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA

PRINCÍPIO DE ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

Desejando progredir mais no caminho que identificaram para permitir que alcancem uma solução mutuamente acordada para o contencioso, Seção I

Desejando progredir mais no caminho que identificaram para permitir que alcancem uma solução mutuamente acordada para o contencioso, Seção I MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA E O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL SOBRE UM FUNDO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E FORTALECIMENTO DA CAPACITAÇÃO RELATIVO AO CONTENCIOSO

Leia mais

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:

Leia mais

III RELATÓRIO DO DIRETOR DO CENTRO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS DE DEFESA À REUNIÃO DO CONSELHO DIRETIVO DO CEED

III RELATÓRIO DO DIRETOR DO CENTRO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS DE DEFESA À REUNIÃO DO CONSELHO DIRETIVO DO CEED III RELATÓRIO DO DIRETOR DO CENTRO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS DE DEFESA À REUNIÃO DO CONSELHO DIRETIVO DO CEED VIII REUNIÃO DA INSTÂNCIA EXECUTIVA DO CONSELHO DE DEFESA SUL-AMERICANO Lima, 17 de maio, 2013

Leia mais

Serviços de auditoria interna Uma abordagem moderna baseada em modelagem de risco para instituições financeiras

Serviços de auditoria interna Uma abordagem moderna baseada em modelagem de risco para instituições financeiras Serviços de auditoria interna Uma abordagem moderna baseada em modelagem de risco para instituições financeiras Malcolm McLelland, Ph.D. Nilson de Lima Barboza, MBA Valdir Jorge Mompean, MS, MBA 16 October

Leia mais

Modelo de caso de negócios para um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI) com base nas normas da série ISO 27000 / IEC (ISO27k)

Modelo de caso de negócios para um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI) com base nas normas da série ISO 27000 / IEC (ISO27k) Modelo de caso de negócios para um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI) com base nas normas da série ISO 27000 / IEC (ISO27k) por Gary Hinson - Versão 2, 2012 Resumo executivo Benefícios

Leia mais

Sistema de Informações de Crédito do Banco Central SCR

Sistema de Informações de Crédito do Banco Central SCR Departamento de Supervisão Indireta e Gestão da Informação Desig Diretoria de Fiscalização Sistema de Informações de Crédito do Banco Central SCR Visão Geral O que é o SCR Experiência em outros países

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 998, DE 21 DE MAIO DE 2004

RESOLUÇÃO Nº 998, DE 21 DE MAIO DE 2004 CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE RESOLUÇÃO Nº 998, DE 21 DE MAIO DE 2004 Aprova a NBC T 19.2 - Tributos sobre Lucros. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

Es t i m a t i v a s

Es t i m a t i v a s Brasileiros no Mundo Es t i m a t i v a s Ministério das Relações Exteriores - MRE Subsecretaria Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior - SGEB Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior

Leia mais

ANEXO 1 INSTRUÇÕES ÀS FIRMAS PARA EXECUÇÃO DA REVISÃO EXTERNA PELOS PARES. Introdução.27. Independência e Conflito de Interesses.

ANEXO 1 INSTRUÇÕES ÀS FIRMAS PARA EXECUÇÃO DA REVISÃO EXTERNA PELOS PARES. Introdução.27. Independência e Conflito de Interesses. ANEXO 1 INSTRUÇÕES ÀS FIRMAS PARA EXECUÇÃO DA REVISÃO EXTERNA PELOS PARES ÍNDICE Seção Parágrafo II Instrução às Equipes Revisoras Introdução.27 Independência e Conflito de Interesses.29 Organização da

Leia mais

Fusões e cisões transfronteiras

Fusões e cisões transfronteiras Fusões e cisões transfronteiras Fusões e cisões transfronteiras Consulta organizada pela Comissão Europeia (DG MARKT) INTRODUÇÃO Observações preliminares O presente questionário tem por objetivo recolher

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

Instituto Nacional de Estatística divulgou A Península Ibérica em Números - 2007

Instituto Nacional de Estatística divulgou A Península Ibérica em Números - 2007 'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 21/12 Economia 20/12 Demografia Instituto Nacional de Estatística divulgou A Península Ibérica em Números - 2007 http://www.ine.pt/portal/page/portal/portal_ine/publicacoes?publicacoespub_boui=10584451&publicacoesm

Leia mais

Decreto-Lei n.º 228/2000 de 23 de Setembro

Decreto-Lei n.º 228/2000 de 23 de Setembro Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República. Decreto-Lei n.º 228/2000 de 23 de Setembro (com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 211-A/2008, de 3 de Novembro) A supervisão

Leia mais

Os requisitos de patenteabilidade, previstos na Lei de Propriedade Industrial 9.279/96, são:

Os requisitos de patenteabilidade, previstos na Lei de Propriedade Industrial 9.279/96, são: Quais os requisitos de patenteabilidade? Os requisitos de patenteabilidade, previstos na Lei de Propriedade Industrial 9.279/96, são: (1) Novidade - a matéria objeto da pesquisa precisa ser nova, ou melhor,

Leia mais

NORMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL FIRMENICH

NORMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL FIRMENICH NORMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL FIRMENICH Norma de Responsabilidade Social Firmenich Atualizado em Março de 2013 Página 1 de 10 INTRODUÇÃO Como parte do nosso compromisso contínuo com um negócio ético

Leia mais

Preçário dos Cartões Telefónicos PT

Preçário dos Cartões Telefónicos PT Preçário dos Cartões Telefónicos PT Cartão Telefónico PT 5 e (Continente)... 2 Cartão Telefónico PT 5 e (Região Autónoma dos Açores)... 6 Cartão Telefónico PT 5 e (Região Autónoma da Madeira)... 10 Cartão

Leia mais

A Participação do Conselho Superior da Magistratura em Organizações Internacionais

A Participação do Conselho Superior da Magistratura em Organizações Internacionais A Participação do Conselho Superior da Magistratura em Organizações Internacionais O Conselho Superior da Magistratura é membro de duas organizações internacionais que promovem a cooperação e concertação

Leia mais

Análise jurídica para a ratificação da Convenção 102 da OIT

Análise jurídica para a ratificação da Convenção 102 da OIT Análise jurídica para a ratificação da Convenção 102 da OIT A análise do quadro jurídico para a ratificação da Convenção 102 da OIT por Cabo Verde, inscreve-se no quadro geral da cooperação técnica prestada

Leia mais

Avenida Presidente Wilson, 231 11 andar 20030-905 Rio de Janeiro- RJ ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL

Avenida Presidente Wilson, 231 11 andar 20030-905 Rio de Janeiro- RJ ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL MARÇO, 2015 ÍNDICE OBJETIVO 3 ESCOPO 3 DEFINIÇÕES Risco Inerente 4 DEFINIÇÕES Risco Operacional 4 DEFINIÇÕES Evento de Risco Operacional 4 FUNÇÕES E RESPONSABILIDADES

Leia mais

Código Europeu de Conduta para Mediadores

Código Europeu de Conduta para Mediadores Código Europeu de Conduta para Mediadores Durante o ano de 2002 a Comissão Europeia, a convite do Conselho de Ministros da Justiça e dos Assuntos Internos, apresentou um Livro Verde sobre os modos alternativos

Leia mais

Unidade III. Operadores. Demais instituições financeiras. Outros intermediários financeiros e administradores de recursos de terceiros

Unidade III. Operadores. Demais instituições financeiras. Outros intermediários financeiros e administradores de recursos de terceiros MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS Unidade III 6 O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL O sistema financeiro nacional é o conjunto de instituições e instrumentos financeiros que possibilita a transferência de recursos

Leia mais

Guia do Estudante Erasmus - Período de Estudos

Guia do Estudante Erasmus - Período de Estudos ESTE ANO VOU CONHECER NOVAS PESSOAS ESTE ANO VOU ALARGAR CONHECIMENTOS ESTE ANO VOU FALAR OUTRA LÍNGUA ESTE ANO VOU ADQUIRIR NOVAS COMPETÊNCIAS ESTE ANO VOU VIAJAR ESTE ANO VOU SER ERASMUS Guia do Estudante

Leia mais

Gerenciando a Crise. 10 º Congresso Internacional de Gestão Porto Alegre, 20 de julho de 2009

Gerenciando a Crise. 10 º Congresso Internacional de Gestão Porto Alegre, 20 de julho de 2009 Gerenciando a Crise 10 º Congresso Internacional de Gestão Porto Alegre, 20 de julho de 2009 Apresentação de Martin Forst & Hanna Kleider Divisão de Gestão e Desempenho do Setor Público Diretoria de Governança

Leia mais

ISRAEL SECURITIES AUTHORITY SECURITIES COMMISSION OF BRAZIL

ISRAEL SECURITIES AUTHORITY SECURITIES COMMISSION OF BRAZIL ISRAEL SECURITIES AUTHORITY SECURITIES COMMISSION OF BRAZIL MEMORANDO DE ENTENDIMENTOS PARA CONSULTA, COOPERAÇÃO E TROCA DE INFORMAÇÕES ENTRE A COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS E AS AUTORIDADES ESTATUTÁRIAS

Leia mais

NÚMERO: 003/2010 DATA: 29/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS:

NÚMERO: 003/2010 DATA: 29/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS: NÚMERO: 003/2010 DATA: 29/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS: Acesso a cuidados de saúde programados na União Europeia, Espaço Económico Europeu e Suiça. Procedimentos para a emissão do Documento

Leia mais

Observação dos programas de educação pelos pais, e pessoas designadas pelos mesmos, com o Propósito de Avaliação

Observação dos programas de educação pelos pais, e pessoas designadas pelos mesmos, com o Propósito de Avaliação Educação Especial Informe de Assistência Técnica SPED 2009-2: Observação dos programas de educação pelos pais, e pessoas designadas pelos mesmos, com o Propósito de Avaliação Para: Superintendentes, diretores,

Leia mais

Ranking Mundial de Juros Reais Jan/14

Ranking Mundial de Juros Reais Jan/14 Ranking Mundial de Juros Reais Jan/14 O Ranking Mundial de Juros Reais é um comparativo entre as taxas praticadas em 40 países do mundo e os classifica conforme as taxas de juros nominais determinadas

Leia mais

DECLARAÇÃO DE POSICIONAMENTO DO IIA: O PAPEL DA AUDITORIA INTERNA

DECLARAÇÃO DE POSICIONAMENTO DO IIA: O PAPEL DA AUDITORIA INTERNA Permissão obtida junto ao proprietário dos direitos autorais, The Institute of Internal Auditors, 247 Maitland Avenue, Altamonte Springs, Florida 32701-4201, USA, para publicar esta tradução, a qual reflete

Leia mais

RESULTADOS DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO DO PROJETO PILOTO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NAS ESCOLAS*

RESULTADOS DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO DO PROJETO PILOTO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NAS ESCOLAS* RESULTADOS DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO DO PROJETO PILOTO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NAS ESCOLAS* * Release elaborado pela BM&FBOVESPA baseado nos dados informados pelo Banco Mundial para o 2º Workshop de Divulgação

Leia mais

CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DELIBERAÇÃO Nº 70

CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DELIBERAÇÃO Nº 70 CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DELIBERAÇÃO Nº 70 O Conselho de Regulação e Melhores Práticas de Fundos de Investimento, no exercício das atribuições a ele conferidas

Leia mais

PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES INTEGRANTES DO PCCTAE

PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES INTEGRANTES DO PCCTAE PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES INTEGRANTES DO PCCTAE Ministério da Educação Novembro de 2013 1 SUMÁRIO 1. Apresentação 1.1 Introdução 1.2 Base Legal 1.3 Justificativa 2.

Leia mais