de Estudos de Impacte Ambiental de Projectos do EFMA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "de Estudos de Impacte Ambiental de Projectos do EFMA"

Transcrição

1 Guia Técnico T para a Elaboração de Estudos de Impacte Ambiental de Projectos do EFMA

2 Avaliação de Impacte Ambiental AIA da Globalidade do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva 1995 Estudo Integrado de Impacte Ambiental do Empreendimento de Alqueva Arranque das Barragens: Alqueva e Pedrógão Realização de AIA para os vários projectos à medida que os mesmos são definidos Desde 1999 já foram realizados mais de 20 EIA de projectos do EFMA: - Barragens - Infra-estruturas de adução da Rede Primária - Blocos de Rega/Aproveitamentos Hidroagrícolas - Emparcelamento Rural Proporciona experiência e conhecimento às partes envolvidas EDIA, Consultores, Comissões de Avaliação e Autoridade de AIA

3 AIA concluído Infra-estruturas pré-existentes

4 AIA a desenvolver AIA em curso (inc. RECAPE)

5 ESTRUTURA DO GUIA CAPÍTULOS principais: Tipologia de projecto (de acordo com Despacho 16226/2007) - Aproveitamentos Hidroagrícolas - Barragens - Infra-estruturas de adução da Rede Primária

6 ESTRUTURA DE CAPÍTULOS 1.Introdução 2.Objecto e Âmbito do EIA 3.Conteúdo e Estrutura do EIA 3.1 Definição do Projecto 3.2 Descrição do Projecto 3.3 Definição do Âmbito 3.4 Caracterização da Situação de Referência 3.5 Projecção da Situação de Referência 3.6 Identificação e Avaliação dos Impactes Ambientais 3.7 Medidas de Mitigação 3.8 Monitorização 3.9 Conclusões do EIA 3.10 Indicação das lacunas de conhecimento 3.11 Cartografia 3.12 Resumo Não Técnico 4.RECAPE 5.Equipa do Estudo

7 Artigo 6º do Despacho /2007, de 26 de Julho Este guia destina-se a orientar a EDIA, enquanto entidade promotora, na elaboração dos estudos de impacte ambiental, e as comissões de avaliação, na avaliação dos mesmos estudos. O guia explicitará os parâmetros de caracterização das diferentes acções do projecto, nas fases de construção, exploração e desactivação, de análise da situação de referência e de avaliação dos impactes ambientais, bem como as medidas-tipo de minimização e de compensação dos impactes e os programas de monitorização, com base numa análise de custo-eficácia, tendo em conta as tipologias dos diferentes projectos: barragens, obras de adução de água e perímetros de rega. Na prática, o público-alvo do guia serão os diversos Consultores responsáveis pela elaboração dos Estudos.

8 METODOLOGIA DE ELABORAÇÃO O Guia foi directamente elaborado pela equipa técnica da EDIA. A primeira versão de trabalho foi apresentada às restantes entidades citadas no Despacho, em sessão de trabalho seguida de visita ao terreno a diversas infra-estruturas do EFMA já concluídas e em construção. A versão draft foi então distribuída aos presentes. Os representantes designados pela APA, INAG, CCDR-Alentejo, IGESPAR e DGADR terem analisado individualmente e em conjunto o documento, foi promovida uma sessão de trabalho entre estes representantes e a EDIA para produção da Edição nº 1 do Guia, em Outubro de 2007.

9 METODOLOGIA DE ELABORAÇÃO No entanto, o ICNB (entidade citada no Despacho) não participou de nenhuma das iniciativas ocorridas, apesar de para isso ter sido convocado pela APA. O ICNB só viria então a participar neste processo a partir de Dezembro de 2007, tendo sido realizada nova reunião entre a EDIA e, agora, todas as restantes entidades, no início de Janeiro (após as Autoridades se terem reunido previamente). Destas novas sessões de trabalho resultaria a Edição nº 2 do Guia, datada de Fevereiro de 2008 e entretanto submetida à APA para aprovação formal, o que se aguarda.

10 PERSPECTIVAS DE APLICAÇÃO O Guia aguarda, então, aprovação formal pela APA. No entanto, a EDIA tem já vindo a entregar este documento a todos os Consultores que se encontram presentemente a elaborar EIA ou RECAPE para a Empresa, no sentido de que sejam por estes consideradas as indicações constantes do Guia. Igual procedimento será, naturalmente, seguido nos futuros trabalhos que a EDIA venha a adjudicar. O Guia prevê que, no prazo máximo de um ano após a sua aprovação, seja avaliada a necessidade de se proceder à sua revisão total ou parcial.

11 RECOMENDAÇÕES AOS INTERVENIENTES Espera-se que os Consultores procurem responder, com a máxima qualidade técnica e objectividade, a tudo o preconizado no Guia e, obviamente, que dêem o seu contributo activo e empenhado para que, em futuras Edições, o documento possa ser melhor e, portanto, mais útil. Das Autoridades espera-se que o Guia não seja encarado como uma qualquer lista de verificação, mas que possa permitir que os vários factores ambientais em equação no EFMA possam receber tratamento adequado, proporcional (justa medida) e comparável, igualmente numa permanente perspectiva de melhoria contínua.

12 A EDIA GOSTARIA DE AGRADECER A: Eng.ª Marina Barros, Eng.ª Rita candeias, Eng.ª Fernanda Almeida, Eng.ª Clara Sintrão, Eng. Augusto Serrano, Arqt.ª Cristina Martins, Eng.ª Helena Alves, Dr. João Marques, Dr. Samuel Melro, Eng. José Quintão Pereira, Eng. Manuel Frazão, Dra. Teresa Leonardo, Dra. Margarida Fernandes. Trabalhámos todos para ver a luz ao fundo do túnel! t

NOVOS CAMINHOS PARA A ÁGUA

NOVOS CAMINHOS PARA A ÁGUA Uso Eficiente da Água no Regadio O Caso do EFMA José Pedro Salema 6 de março de 2015 REDE PRIMÁRIA» TERCIÁRIA PLANEAMENTO» EXPLORAÇÃO Rio Guadiana Alqueva 2800 hm 3 /ano Blocos de Rega 63 500 ha 11 Perímetros

Leia mais

1. Apresentação. 2. Legislação de enquadramento. 3. Tramitação dos processos 4. Fluxograma. 5. Anexos NORMA DE PROCEDIMENTOS RM

1. Apresentação. 2. Legislação de enquadramento. 3. Tramitação dos processos 4. Fluxograma. 5. Anexos NORMA DE PROCEDIMENTOS RM NORMA DE PROCEDIMENTOS Janeiro de 2005 RM 1E / AM Tramitação do Relatório de Monitorização 1. Apresentação 2. Legislação de enquadramento 3. Tramitação dos processos 4. Fluxograma 5. Anexos 1/10 2/10 RM

Leia mais

EDITAL SUB-SISTEMA ALQUEVA APROVEITAMENTO HIDROAGRÍCOLA DE VALE DO GAIO

EDITAL SUB-SISTEMA ALQUEVA APROVEITAMENTO HIDROAGRÍCOLA DE VALE DO GAIO EDITAL SUB-SISTEMA ALQUEVA APROVEITAMENTO HIDROAGRÍCOLA DE VALE DO GAIO O presente edital reúne um conjunto de informação considerada mais substantiva relativa à época de rega de 2016 sendo que qualquer

Leia mais

EDITAL SUB-SISTEMA ALQUEVA APROVEITAMENTO HIDROAGRÍCOLA DE CINCO REIS E TRINDADE

EDITAL SUB-SISTEMA ALQUEVA APROVEITAMENTO HIDROAGRÍCOLA DE CINCO REIS E TRINDADE EDITAL SUB-SISTEMA ALQUEVA APROVEITAMENTO HIDROAGRÍCOLA DE CINCO REIS E TRINDADE O presente edital reúne um conjunto de informação considerada mais substantiva relativa à época de rega de 2016 sendo que

Leia mais

Responsabilidade Ambiental Obrigações do operador no âmbito do Regime RA. Vera Lopes, 27 de Junho, Alfragide

Responsabilidade Ambiental Obrigações do operador no âmbito do Regime RA. Vera Lopes, 27 de Junho, Alfragide Responsabilidade Ambiental Obrigações do operador no âmbito do Regime RA Vera Lopes, 27 de Junho, Alfragide Índice Decreto-Lei n.º 147/2008, de 29 de Julho Obrigações do operador Formulário de reporte

Leia mais

EÓLICA DOS CANDEEIROS PARQUES EÓLICOS, LDA. PARQUE EÓLICO DA SERRA DOS CANDEEIROS/ALCOBAÇA RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJECTO DE EXECUÇÃO

EÓLICA DOS CANDEEIROS PARQUES EÓLICOS, LDA. PARQUE EÓLICO DA SERRA DOS CANDEEIROS/ALCOBAÇA RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJECTO DE EXECUÇÃO EÓLICA DOS CANDEEIROS PARQUES EÓLICOS, LDA. RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJECTO DE EXECUÇÃO T362.1.4 DEZEMBRO, 2004 T36214-SUMARIOEXECUTIVO-R0.DOC EÓLICA DOS CANDEEIROS PARQUES EÓLICOS, LDA.

Leia mais

GESTÃO DOS APROVEITAMENTOS HIDROAGRÍCOLAS DE ALQUEVA

GESTÃO DOS APROVEITAMENTOS HIDROAGRÍCOLAS DE ALQUEVA GESTÃO DOS APROVEITAMENTOS HIDROAGRÍCOLAS DE ALQUEVA José G. F. B. NUNCIO Eng.º Agrónomo, FENAREG, Rua 5 de Outubro n.º 14, 2100-127 Coruche, +351.243610355, geral@fenareg.pt Carina M. B. ARRANJA, Eng.ª

Leia mais

ÍNDICE ÍNDICE DE FIGURAS

ÍNDICE ÍNDICE DE FIGURAS CENTRAL TERMOELÉCTRICA DE SINES ATERRO CONTROLADO DE CINZAS DE FUEL-ÓLEO E OUTROS RESÍDUOS CARACTERÍSTICOS DA PRODUÇÃO TERMOELÉCTRICA RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJECTO DE EXECUÇÃO VOLUME

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DE PROJECTOS DE DRENAGEM DOS BLOCOS DE REGA DO EMPREENDIMENTO DE FINS MÚLTIPLOS DE ALQUEVA

ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DE PROJECTOS DE DRENAGEM DOS BLOCOS DE REGA DO EMPREENDIMENTO DE FINS MÚLTIPLOS DE ALQUEVA MINISTÉRIO DAS CIDADES, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E AMBIENTE INSTITUTO DA ÁGUA, I.P. Departamento de Ordenamento e Regulação do Domínio Hídrico Departamento das Administrações das Utilizações ORIENTAÇÕES

Leia mais

SESSÃO DE ABERTURA 13 de Outubro. Jorge Vazquez

SESSÃO DE ABERTURA 13 de Outubro. Jorge Vazquez SESSÃO DE ABERTURA 13 de Outubro Jorge Vazquez Tópicos Do regadio em Portugal Da situação dos Aproveitamentos Hidroagrícolas e da Engenharia Do papel da Engenharia Das Jornadas Técnicas da APRH Do regadio

Leia mais

Quantidade e Qualidade da Água em Alqueva

Quantidade e Qualidade da Água em Alqueva Quantidade e Qualidade da Água em Alqueva Quantidade Qualidade Gestão da Água Alentejo Temperatura e Precipitação mm 120 30 ⁰ C 100 25 80 20 60 15 40 10 20 5 0 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out

Leia mais

Engenharia Civil - 5º ano / 10º semestre Engenharia do Território - 4º ano / 8 º semestre. Conceitos base Ciclo de decisão e papel da AIA

Engenharia Civil - 5º ano / 10º semestre Engenharia do Território - 4º ano / 8 º semestre. Conceitos base Ciclo de decisão e papel da AIA Engenharia Civil - 5º ano / 10º semestre Engenharia do Território - 4º ano / 8 º semestre Conceitos base Ciclo de decisão e papel da AIA IMPACTES AMBIENTAIS 2 ª aula Prof. Doutora Maria do Rosário Partidário

Leia mais

O Regadio por Região. Beira Litoral e Beira Interior

O Regadio por Região. Beira Litoral e Beira Interior O Regadio por Região Beira Litoral e Beira Interior O Regadio por Região Ribatejo e Oeste O Regadio por Região Alentejo O Regadio por Região Algarve Grandes Regadios Alqueva - Empreendimento de Fins Múltiplos

Leia mais

Avaliação de Impacte Ambiental:

Avaliação de Impacte Ambiental: Avaliação de Impacte Ambiental: O Património Arqueológico no Alentejo Central Volume II Maria Gertrudes Azinheira Branco Tese apresentada à Universidade de Évora para obtenção do Grau de Doutor em Arqueologia

Leia mais

FORMAÇÃO AGRICULTURA, AMBIENTE E INOVAÇÃO

FORMAÇÃO AGRICULTURA, AMBIENTE E INOVAÇÃO FORMAÇÃO AGRICULTURA, AMBIENTE E INOVAÇÃO PROJECTO RURAL VALUE Desenvolvimento sustentável de sistemas agrícolas extensivos ameaçados Programa Castro Verde Sustentável Centro de Educação Ambiental do Vale

Leia mais

Regulamento do Trabalho de Fim de Curso da Licenciatura

Regulamento do Trabalho de Fim de Curso da Licenciatura Regulamento do Trabalho de Fim de Curso da Licenciatura Versão aprovada em Conselho de Direcção 8 Junho de 2015 Documento Regulamento do Trabalho de Fim de Curso da Licenciatura Data 08/06/2015 Conselho

Leia mais

Responsabilidade Ambiental Contexto comunitário e nacional Actuação da autoridade competente nacional

Responsabilidade Ambiental Contexto comunitário e nacional Actuação da autoridade competente nacional Responsabilidade Ambiental Contexto comunitário e nacional Actuação da autoridade competente nacional Paula Simão, 30 de Maio 2011 Índice Decreto-Lei n.º 147/2008, de 29 de Julho Estratégia da APA para

Leia mais

ANEXO II ORDENS DE TRABALHO DAS REUNIÕES DO GRUPO DE GESTÃO DA CPEE

ANEXO II ORDENS DE TRABALHO DAS REUNIÕES DO GRUPO DE GESTÃO DA CPEE ANEXO II ORDENS DE TRABALHO DAS REUNIÕES DO GRUPO DE GESTÃO DA CPEE Durante o ano de 2009, nas 25 (vinte e cinco) reuniões de Grupo de Gestão da CPEE os assuntos abordados e as matérias alvo de deliberação

Leia mais

Aprova o Regulamento interno de funcionamento da Comissão de Gestão de Albufeiras

Aprova o Regulamento interno de funcionamento da Comissão de Gestão de Albufeiras Despacho Conjunto 660/99. DR 184/99 SÉRIE II de 1999-08-09 Ministérios da Administração Interna, da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas e do Ambiente Aprova o Regulamento interno de funcionamento

Leia mais

Definição de Âmbito do Estudo de Impacte Ambiental (PDA)

Definição de Âmbito do Estudo de Impacte Ambiental (PDA) NORMA DE PROCEDIMENTOS Julho de 2008 03 / AM Tramitação dos processos de Definição de Âmbito do Estudo de Impacte Ambiental (PDA) 1. Apresentação 2. Legislação de enquadramento 3. Tramitação dos processos

Leia mais

Decreto Executivo n.º 87/12, de 24 de Fevereiro

Decreto Executivo n.º 87/12, de 24 de Fevereiro Decreto Executivo n.º 87/12, de 24 de Fevereiro Página 1 de 10 Havendo necessidade de se regulamentar as Consultas Públicas dos projectos sujeitos à Avaliação de Impactes Ambientais, a que se refere o

Leia mais

Avaliação Ambiental Estratégica: Âmbito e Alcance

Avaliação Ambiental Estratégica: Âmbito e Alcance Revisão do PDM de Vila Real de Santo António Avaliação Ambiental Estratégica: Âmbito e Alcance Pedro Bettencourt 1 1 Geólogo, Director-Geral NEMUS, Gestão e Requalificação Ambiental Vila Real de Santo

Leia mais

Verificação do Relatório de Conformidade do Projecto de Execução com a DIA (RECAPE)

Verificação do Relatório de Conformidade do Projecto de Execução com a DIA (RECAPE) NORMA DE PROCEDIMENTOS Julho de 2008 06 / AM Tramitação dos processos de Verificação do Relatório de Conformidade do Projecto de Execução com a DIA (RECAPE) 1. Apresentação 2. Legislação de enquadramento

Leia mais

RECOMENDAÇÕES NA ÁREA DA GEOTECNIA

RECOMENDAÇÕES NA ÁREA DA GEOTECNIA RECOMENDAÇÕES NA ÁREA DA GEOTECNIA ESPECIALIZAÇÃO DE GEOTECNIA ESPECIALIZAÇÃO DE GEOTECNIA RECOMENDAÇÕES NA ÁREA DA GEOTECNIA JANEIRO 2004 AGRADECIMENTOS O projecto de elaboração de Propostas de Recomendações

Leia mais

Contributo para as cláusulas técnicas para a reabilitação das linhas de água dos blocos de rega do EFMA

Contributo para as cláusulas técnicas para a reabilitação das linhas de água dos blocos de rega do EFMA Contributo para as cláusulas técnicas para a reabilitação das linhas de água dos blocos de rega do EFMA Maria de São José PINELA, Maria Manuela TAVARES, Manuel FRAZÃO Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento

Leia mais

Aproveitamento Hidroagrícola do Roxo (existente)

Aproveitamento Hidroagrícola do Roxo (existente) ESTUDOS DO BLOCO DE REGA ROXO S A D O E R E F O R Ç O D E A BA S T E C I M E N TO A M O RG AV É L (EFMA) João Afonso Engº Civil CENOR, Lisboa Luís Santafé Engº Agrónomo CINGRAL, Saragoza Projecto de Execução

Leia mais

ACTA DA 41.ª REUNIÃO SECTORIAL NO ÂMBITO DA REVISÃO DO PDM DE VILA NOVA DE GAIA (13 DE JUNHO DE 2007)

ACTA DA 41.ª REUNIÃO SECTORIAL NO ÂMBITO DA REVISÃO DO PDM DE VILA NOVA DE GAIA (13 DE JUNHO DE 2007) ACTA DA 41.ª REUNIÃO SECTORIAL NO ÂMBITO DA REVISÃO DO PDM DE VILA NOVA DE GAIA (13 DE JUNHO DE 2007) A 41.ª Reunião Sectorial do PDM de Vila Nova de Gaia, em que participaram representantes da CCDR-N,

Leia mais

Escola Superior de Educação Almeida Garrett

Escola Superior de Educação Almeida Garrett Escola Superior de Educação Almeida Garrett Regulamento Interno do Gabinete de Formação Contínua Preâmbulo O Gabinete de Formação Contínua (adiante designado por GFC) da Escola Superior de Educação Almeida

Leia mais

São Tomé e Príncipe e o Setor da Água

São Tomé e Príncipe e o Setor da Água São Tomé e Príncipe e o Setor da Água Pontes e Parcerias nos Países de Língua Portuguesa Porto, 18 de Outubro de 2016 Manuel Madeira Agenda 1 A CONSULGAL 2 Experiência em São Tomé 3 Experiência nos Países

Leia mais

CRITÉRIOS PARA A FASE DE CONFORMIDADE EM AIA

CRITÉRIOS PARA A FASE DE CONFORMIDADE EM AIA CRITÉRIOS PARA A FASE DE CONFORMIDADE EM AIA O presente documento tem como objectivo servir de apoio à análise da conformidade dos Estudo de Impacte Ambiental (EIA) a realizar pelas Comissões de Avaliação,

Leia mais

ACTA N.º

ACTA N.º --------------------------------------------------ACTA N.º 2 ---------------------------------------------------- -----Aos vinte e sete dias do mês de Janeiro do ano de dois mil e dez, pelas dezasseis

Leia mais

COMPLEMENTO ÀS ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DE PROJECTOS DE DRENAGEM DOS BLOCOS DE REGA DO EMPREENDIMENTO DE FINS MÚLTIPLOS DE ALQUEVA (EFMA)

COMPLEMENTO ÀS ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DE PROJECTOS DE DRENAGEM DOS BLOCOS DE REGA DO EMPREENDIMENTO DE FINS MÚLTIPLOS DE ALQUEVA (EFMA) COMPLEMENTO ÀS ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DE PROJECTOS DE DRENAGEM DOS BLOCOS DE REGA DO EMPREENDIMENTO DE FINS MÚLTIPLOS DE ALQUEVA (EFMA). ACTUALIZAÇÃO Maria de São José PINELA Eng.ª Agrónoma, Direcção

Leia mais

Sistema Electroprodutor do Tâmega. Vila Pouca de Aguiar, 10 de Novembro de 2014

Sistema Electroprodutor do Tâmega. Vila Pouca de Aguiar, 10 de Novembro de 2014 Sistema Electroprodutor do Tâmega Vila Pouca de Aguiar, 10 de Novembro de 2014 Sistema Eletroprodutor do Tâmega Índice 1. O projeto 2. A obra e as intervenções em Vila Pouca de Aguiar 3. A Avaliação Ambiental

Leia mais

Relatório de Progresso do Projecto SGQIPS 2011

Relatório de Progresso do Projecto SGQIPS 2011 ESAS ESES ESDRM ESGTS ESSS SERVIÇOS ACÇÃO SOCIAL PRESIDÊNCIA SERVIÇOS CENTRAIS BIBLIOTECA IPS FORM UIIPS DO SISTEMA DE GARANTIA INTERNA DA QUALIDADE À QUALIDADE TOTAL NO IPS FEVEREIRO 2011 Gabinete Avaliação

Leia mais

Estudos iniciais. Definição do âmbito. Estudo de Impacte Ambiental Normas Técnicas

Estudos iniciais. Definição do âmbito. Estudo de Impacte Ambiental Normas Técnicas Licenciatura em Engenharia Território 4º ano / 8º semestre Estudos iniciais. Definição do âmbito. Estudo de Impacte Ambiental Normas Técnicas IMPACTES AMBIENTAIS 6 ª aula Prof. Doutora Maria do Rosário

Leia mais

ACTA DA SEGUNDA REUNIÃO DA COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INICIATIVA COMUNITÁRIA URBAN DOIS LISBOA (VALE DE ALCÂNTARA)

ACTA DA SEGUNDA REUNIÃO DA COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INICIATIVA COMUNITÁRIA URBAN DOIS LISBOA (VALE DE ALCÂNTARA) ACTA DA SEGUNDA REUNIÃO DA COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INICIATIVA COMUNITÁRIA URBAN DOIS LISBOA (VALE DE ALCÂNTARA) Aos catorze dias do mês de Novembro de dois mil e dois, pelas onze horas

Leia mais

Adélia Matos. Cumprimentos, JMP. Boa tarde, Segue ficheiro editável Word.docx. Melhores Cumprimentos. Cumprimentos, JMP.

Adélia Matos. Cumprimentos, JMP. Boa tarde, Segue ficheiro editável Word.docx. Melhores Cumprimentos. Cumprimentos, JMP. Adélia Matos De: João Palma Enviado: segunda-feira, 24 de Março de 2014 17:13 Para: Adélia Matos; Nuno Serrano; Rita Sousa; Sara Dias Cc: Vitor Silva; Luís Cecílio; Mário Rios Assunto: FW: PPERUCS - Risco

Leia mais

Governança da Água: da teoria à prática o caso das Águas Subterrâneas. André Matoso Diretor Regional Administração da Região Hidrográfica do Alentejo

Governança da Água: da teoria à prática o caso das Águas Subterrâneas. André Matoso Diretor Regional Administração da Região Hidrográfica do Alentejo Governança da Água: da teoria à prática o caso das Águas Subterrâneas André Matoso Diretor Regional Administração da Região Hidrográfica do Alentejo 17/04/2015 PLANEAMENTO, MONITORIZAÇÃO E GESTÃO DE ÁGUAS

Leia mais

2. Legislação de enquadramento Tramitação da vistoria para a construção, ampliação ou 3. remodelação de Cemitérios 4.

2. Legislação de enquadramento Tramitação da vistoria para a construção, ampliação ou 3. remodelação de Cemitérios 4. NORMA DE PROCEDIMENTOS Junho de 2005 CEM 10 / AL Tramitação da vistoria para a Construção, ampliação ou remodelação de Cemitérios 1. Apresentação 2. Legislação de enquadramento Tramitação da vistoria para

Leia mais

EDITAL Nº 39/X-2º/

EDITAL Nº 39/X-2º/ /X-2º/2010-11 (Sobre o Plano de Pormenor das Praias de Transição (PP5)) EU, JOSÉ MANUEL MAIA NUNES DE ALMEIDA, PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DO CONCELHO DE ALMADA Torno público que na Reunião da Sessão

Leia mais

Apresentação dos Documentos de Referência para Entidades Acreditadas (EA) no Domínio do Ambiente

Apresentação dos Documentos de Referência para Entidades Acreditadas (EA) no Domínio do Ambiente Apresentação dos Documentos de Referência para Entidades Acreditadas (EA) no Domínio do Ambiente EA.G.02.01.00 - Guia Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) Cecília Simões APA, 22 de janeiro de 2013 GUIA

Leia mais

CENTRAL TERMOELÉCTRICA DO RIBATEJO RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJECTO DE EXECUÇÃO

CENTRAL TERMOELÉCTRICA DO RIBATEJO RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJECTO DE EXECUÇÃO 1. INTRODUÇÃO A TER Termoeléctrica do Ribatejo, S.A., detida a 100% pela EDP Electricidade de Portugal, S.A., pretende licenciar a Central Termoeléctrica do Ribatejo (CRJ), constituída por 3 grupos de

Leia mais

IMPACTES NA EXPLORAÇÃO DOS APROVEITAMENTOS HIDROAGRÍCOLAS RESULTANTES DAS SOLUÇÕES ADOPTADAS NA FASE DE CONCEPÇÃO/CONSTRUÇÃO.

IMPACTES NA EXPLORAÇÃO DOS APROVEITAMENTOS HIDROAGRÍCOLAS RESULTANTES DAS SOLUÇÕES ADOPTADAS NA FASE DE CONCEPÇÃO/CONSTRUÇÃO. IMPACTES NA EXPLORAÇÃO DOS APROVEITAMENTOS HIDROAGRÍCOLAS RESULTANTES DAS SOLUÇÕES ADOPTADAS NA FASE DE CONCEPÇÃO/CONSTRUÇÃO Carlos Chibeles A s s o c i a ç ã o d e B e n e fpowerpoint i c i á r i o s

Leia mais

Clube da Proteção Civil

Clube da Proteção Civil Agrupamento de Escolas das Taipas Clube da Proteção Civil 1. Estrutura organizacional Coordenadora: Paula Ribeiro da Silva Grupo de Recrutamento: 620 Departamento: Expressões Composição do grupo de trabalho:

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE PAMPILHOSA DA SERRA ACTA Nº 12

CÂMARA MUNICIPAL DE PAMPILHOSA DA SERRA ACTA Nº 12 DE PAMPILHOSA DA SERRA ACTA Nº 12 DA REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA NO DIA 03/06/1998 (Contém 5 folhas) Estiveram presentes os seguintes membros: Presidente: Hermano Manuel Gonçalves Nunes de Almeida (PSD)

Leia mais

PARECER DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO BARRAGEM DO PENEDRÃO

PARECER DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO BARRAGEM DO PENEDRÃO PARECER DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO BARRAGEM DO PENEDRÃO COMISSÃO DE AVALIAÇÃO Agência Portuguesa do Ambiente Instituto da Água Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico Comissão de

Leia mais

Enquadramento do Projecto no Regime Jurídico de AIA

Enquadramento do Projecto no Regime Jurídico de AIA NORMA DE PROCEDIMENTOS Julho de 2008 01 / AM Tramitação dos processos de Enquadramento do Projecto no Regime Jurídico de AIA 1. Apresentação 2. Legislação de enquadramento 3. Tramitação dos processos 4.

Leia mais

Plano de Promoção de Desempenho Ambiental da EDP Distribuição ( ) Ponto de situação

Plano de Promoção de Desempenho Ambiental da EDP Distribuição ( ) Ponto de situação Plano de Promoção de Desempenho Ambiental da EDP Distribuição (2009-2011) Ponto de situação 14 de Julho de 2009 Seminário ERSE Enquadramento 1. O PPDA 2009-2011 da EDP D é composto por 8 Medidas (100%

Leia mais

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE CASTELO DE VIDE

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE CASTELO DE VIDE CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE CASTELO DE VIDE ACTA N.º 3/2009 Reunião do Conselho Local de Acção Social de Castelo de Vide realizada no dia vinte e nove de Junho de dois mil e nove. - - - - Aos vinte

Leia mais

PROGRAMA BIP/ZIP LISBOA 2016 PARCERIAS LOCAIS

PROGRAMA BIP/ZIP LISBOA 2016 PARCERIAS LOCAIS PERGUNTAS FREQUENTES Versão 28/06/2016 Com este Documento pretende-se divulgar as respostas às perguntas mais frequentes sobre o Programa BIP/ZIP Lisboa 2016 Parcerias Locais. Trata-se de um documento

Leia mais

Projecto EXPLORAÇÃO SUINÍCOLA - QUINTA DO GIÃO. Projecto de Execução

Projecto EXPLORAÇÃO SUINÍCOLA - QUINTA DO GIÃO. Projecto de Execução DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL Projecto EXPLORAÇÃO SUINÍCOLA - QUINTA DO GIÃO Projecto de Execução 1. Tendo por base o Parecer Final da Comissão de Avaliação (CA), as Conclusões da Consulta Pública e

Leia mais

Boas vindas O que é o projecto AWARE-P? Objectivo e programa do Seminário e do Curso Materiais para apoio ao curso

Boas vindas O que é o projecto AWARE-P? Objectivo e programa do Seminário e do Curso Materiais para apoio ao curso AWARE-P SEMINÁRIOS E CURSOS DE FORMAÇÃO Gestão Patrimonial de Infra-estruturas de Serviços de Águas 2011 Lisboa, Faro, Évora, Coimbra, Porto Módulo 0 Apresentação Estrutura do módulo Boas vindas O que

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I Disposições Comuns SECÇÃO I Disposições gerais Artigo 1º Objecto O presente regulamento procede

Leia mais

OPTIMIZAÇÃO DE SISTEMAS PRIMÁRIOS DE ADUÇÃO EM APROVEITAMENTOS HIDROAGRÍCOLAS. CASO PRÁTICO DO SUBSISTEMA PEDRÓGÃO. RESUMO

OPTIMIZAÇÃO DE SISTEMAS PRIMÁRIOS DE ADUÇÃO EM APROVEITAMENTOS HIDROAGRÍCOLAS. CASO PRÁTICO DO SUBSISTEMA PEDRÓGÃO. RESUMO OPTIMIZAÇÃO DE SISTEMAS PRIMÁRIOS DE ADUÇÃO EM APROVEITAMENTOS HIDROAGRÍCOLAS. CASO PRÁTICO DO SUBSISTEMA PEDRÓGÃO. Manuel VALADAS Eng.º Agrónomo, MSc, COBA S.A., Av. 5 de Outubro, 323 1649-011 Lisboa,

Leia mais

PARQUE EÓLICO DO DOURO SUL, S.A. PARQUE EÓLICO DO DOURO SUL E LINHA ELÉCTRICA A 400 KV DE INTERLIGAÇÃO DO PARQUE EÓLICO À SUBESTAÇÃO DE ARMAMAR

PARQUE EÓLICO DO DOURO SUL, S.A. PARQUE EÓLICO DO DOURO SUL E LINHA ELÉCTRICA A 400 KV DE INTERLIGAÇÃO DO PARQUE EÓLICO À SUBESTAÇÃO DE ARMAMAR PARQUE EÓLICO DO DOURO SUL, S.A. PARQUE EÓLICO DO DOURO SUL E LINHA ELÉCTRICA A 400 KV DE INTERLIGAÇÃO DO PARQUE EÓLICO À SUBESTAÇÃO DE ARMAMAR RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJECTO DE EXECUÇÃO

Leia mais

PROGRAMA DE MONITORIZAÇÃO COMPLEXO LÚDICO-COMERCIAL DESIGNER VILLAGE RELATÓRIO. Janeiro, Fevereiro e Março de 2011

PROGRAMA DE MONITORIZAÇÃO COMPLEXO LÚDICO-COMERCIAL DESIGNER VILLAGE RELATÓRIO. Janeiro, Fevereiro e Março de 2011 RELATÓRIO Janeiro, Fevereiro e Março de 2011 PROGRAMA DE MONITORIZAÇÃO COMPLEXO LÚDICO-COMERCIAL DESIGNER VILLAGE 1. INTRODUÇÃO De forma a confirmar e avaliar os parâmetros definidos no Estudo de lmpacte

Leia mais

Reunião com os Coordenadores dos Grupos de Trabalho Temáticos INSPIRE

Reunião com os Coordenadores dos Grupos de Trabalho Temáticos INSPIRE Reunião com os Coordenadores dos Grupos de Trabalho Temáticos INSPIRE 28 de Janeiro de 2016 DGT Reunião dos Coordenadores dos Grupos de Trabalho Temáticos INSPIRE Agenda 1. Responsabilidades do Grupo de

Leia mais

REGULAMENTO. A Sanofi e o Jornal de Negócios lançam a 4ª edição do Prémio Saúde Sustentável.

REGULAMENTO. A Sanofi e o Jornal de Negócios lançam a 4ª edição do Prémio Saúde Sustentável. REGULAMENTO 0. Preâmbulo A Sanofi e o Jornal de Negócios lançam a 4ª edição do Prémio Saúde Sustentável. O Prémio conta com a parceria da Accenture, responsável pelo desenvolvimento da metodologia de avaliação.

Leia mais

PROGRAMA INTEGRADO DE FORMAÇÃO AVANÇADA EM TURISMO (2º E 3º CICLOS)

PROGRAMA INTEGRADO DE FORMAÇÃO AVANÇADA EM TURISMO (2º E 3º CICLOS) PROGRAMA INTEGRADO DE FORMAÇÃO AVANÇADA EM TURISMO (2º E 3º CICLOS) MESTRADO EM GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES TURÍSTICAS (2º CICLO) MESTRADO EM DESENVOLVIMENTO E GESTÃO DOS DESTINOS TURÍSTICOS (2º CICLO) DOUTORAMENTO

Leia mais

NORMA DE PROCEDIMENTOS N.ºN.º/MÊS/08

NORMA DE PROCEDIMENTOS N.ºN.º/MÊS/08 NORMA DE PROCEDIMENTOS N.ºN.º/MÊS/08 AM/09 FEVEREIRO/2009 TRAMITAÇÃO DOS PROCESSOS DE PARECER SOBRE A EMISSÃO DE COMPOSTOS ORGÂNICOS VOLÁTEIS (COV) ÍNDICE: 1. APRESENTAÇÃO 2. LEGISLAÇÃO DE ENQUADRAMENTO

Leia mais

TCC Trabalho de Conclusão de Curso Engenharia Civil Coordenação: Profa. Tatiana Jucá

TCC Trabalho de Conclusão de Curso Engenharia Civil Coordenação: Profa. Tatiana Jucá TCC Trabalho de Conclusão de Curso Engenharia Civil 2016-1 Coordenação: Profa. Tatiana Jucá 2/54 Pauta de hoje Apresentação da equipe de coordenação de TCC Datas importantes e documentação válida para

Leia mais

O Desafio da Promoção da Saúde no Município de Lisboa EP-PLHDS Maria Teresa Craveiro

O Desafio da Promoção da Saúde no Município de Lisboa EP-PLHDS Maria Teresa Craveiro O Desafio da Promoção da Saúde no Município de Lisboa EP-PLHDS Maria Teresa Craveiro EP-PLHDS - Equipa de Projecto do Programa Local de Habitação e Direitos Sociais Ana Cosme Ana Lúcia Antunes Ana Sofia

Leia mais

AGENDA 21 LOCAL DE MOGADOURO

AGENDA 21 LOCAL DE MOGADOURO AGENDA 21 LOCAL DE MOGADOURO Resultados da primeira reunião do Fórum Participativo Realizada no dia 2 de Junho de 2006 4 de Agosto de 2006 Versão para o Grupo Coordenador Equipa Técnica Na realização do

Leia mais

ha Área a Irrigar por Alqueva ha

ha Área a Irrigar por Alqueva ha 1 Alentejo Habitantes/Km2 19,8 Desemprego 8,7 % Índice de Envelhecimento 172,9% PIB/Habitante 74,5% Portugal 112,4 7,4% 102,3% 100 % Habitantes 1981 579 340 1991 549 362 2001 535 507 Em 20 anos o Alentejo

Leia mais

ANEXO TÉCNICO SISTEMA DE APOIO À MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (SAMA 2020) AVISO Nº 02/SAMA 2020/2017

ANEXO TÉCNICO SISTEMA DE APOIO À MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (SAMA 2020) AVISO Nº 02/SAMA 2020/2017 ANEXO TÉCNICO SISTEMA DE APOIO À MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (SAMA 2020) AVISO Nº 02/SAMA 2020/2017 OPERAÇÕES DE CAPACITAÇÃO (PI 11.1) DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Página 1 de 8 Na

Leia mais

Actividades a desenvolver no âmbito das comemorações do 28 de Abril 2011

Actividades a desenvolver no âmbito das comemorações do 28 de Abril 2011 Actividades a desenvolver no âmbito das comemorações do 28 de Abril 2011 UNIDADE LOCAL DE VISEU MARÇO 2011 ÍNDICE I. INTRODUÇÃO II. ESTRUTURA DO PROJECTO 1. Caracterização do objecto 2. Definição de objectivos

Leia mais

Apoio Financeiro das Unidades TER no período: 1988/93

Apoio Financeiro das Unidades TER no período: 1988/93 Apoio Financeiro das Unidades TER no período: 1988/93 1. Introdução 2. Projectos entrados no fundo de turismo. 3. Projectos seleccionados 4. Apoio financeiro 5. Conclusões Dra. Maria Helena de Carvalho

Leia mais

Quadro 1 Indicadores de Realização Física. Quadro 5 Execução por Domínios de Intervenção. Quadro 7 Projectos Aprovados Não Concluídos ou Suspensos

Quadro 1 Indicadores de Realização Física. Quadro 5 Execução por Domínios de Intervenção. Quadro 7 Projectos Aprovados Não Concluídos ou Suspensos A N E X O S Quadro 1 Indicadores de Realização Física Quadro 2 Compromisso Financeiro Quadro 3 Execução Quadro 4 Anulações Automáticas N+2 Quadro 5 Execução por Domínios de Quadro 6 Listagem de Projectos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ - UFOPA INSTITUTO DE ENGENHARIAS E GEOCIÊNCIAS CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ - UFOPA INSTITUTO DE ENGENHARIAS E GEOCIÊNCIAS CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ - UFOPA INSTITUTO DE ENGENHARIAS E GEOCIÊNCIAS CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO RESOLUÇÃO COLEGIADO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 01 / 2014 - DE 10

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO EFICÁCIA DA AJUDA

PLANO DE ACÇÃO EFICÁCIA DA AJUDA PLANO DE ACÇÃO EFICÁCIA DA AJUDA (DE PARIS A ACRA) SUMÁRIO SUMÁRIO DO PLANO DE ACÇÃO Serve o presente Sumário para destacar as principais acções a empreender pela Cooperação Portuguesa até 2011 (IV Fórum

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSULTOR

REGULAMENTO DO CONSULTOR De forma a assegurar o bom funcionamento das atividades de consultoria, o GIAGI Consultores em Gestão Industrial Lda. define um conjunto de regras para serem adotadas pelos consultores e seguidamente apresentadas,

Leia mais

Decreto n.º 40/1991 Acordo de Cooperação no Domínio da Indústria e Energia entre a República Portuguesa e a República de Cabo Verde

Decreto n.º 40/1991 Acordo de Cooperação no Domínio da Indústria e Energia entre a República Portuguesa e a República de Cabo Verde Decreto n.º 40/1991 Acordo de Cooperação no Domínio da Indústria e Energia entre a República Portuguesa e a República de Cabo Verde Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º da Constituição, o Governo

Leia mais

2ª Reunião do CO-SNIG Monitorização e Elaboração de Relatórios

2ª Reunião do CO-SNIG Monitorização e Elaboração de Relatórios 2ª Reunião do CO-SNIG Monitorização e Elaboração de Relatórios 5 de Maio de 2010, 10:00 horas Instituto Geográfico Português Tópicos Metodologia de trabalho Apresentação e discussão dos resultados de monitorização

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO

INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS ARTº. 1 (NATUREZA, OBJECTIVOS E ORGANIZAÇÃO) 1. O Departamento de Engenharia

Leia mais

Arranque das Comemorações 9 de Abril de 2006

Arranque das Comemorações 9 de Abril de 2006 Arranque das Comemorações 9 de Abril de 2006 SESSÃO SOLENE Discurso do Presidente da Direcção Excelentíssimas Senhoras e Senhores: 1. Em primeiro lugar, em nome dos Corpos Sociais, do Corpo Activo e do

Leia mais

C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E

C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E Fundada em 1962, a COBA é hoje a maior empresa portuguesa de Consultores de Engenharia 250 colaboradores. 400 colaboradores ao serviço do

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO DA REDE SOCIAL DE LISBOA ANO DE 2010 PRORROGAÇÃO PARA Aprovado em sede de CLAS a 04 de Julho de 2011

PLANO DE ACÇÃO DA REDE SOCIAL DE LISBOA ANO DE 2010 PRORROGAÇÃO PARA Aprovado em sede de CLAS a 04 de Julho de 2011 PLANO DE ACÇÃO DA REDE SOCIAL DE LISBOA ANO DE 2010 PRORROGAÇÃO PARA 2011 Aprovado em sede de CLAS a 04 de Julho de 2011 PLANO DE ACÇÃO PARA 2010 PRORROGAÇÃO PARA 2011 OBJECTIVO ESTRATÉGICO OBJECTIVO ESPECÍFICO

Leia mais

Sector dos Resíduos é estratégico para o crescimento verde elevado potencial de contribuir para uma economia circular:

Sector dos Resíduos é estratégico para o crescimento verde elevado potencial de contribuir para uma economia circular: Sector dos Resíduos é estratégico para o crescimento verde elevado potencial de contribuir para uma economia circular: -Minimização da utilização de matérias-primas virgens -Diminuição da produção de resíduos

Leia mais

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC DOS CURSOS DE GEOGRAFIA LICENCIATURA E BACHARELADO

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC DOS CURSOS DE GEOGRAFIA LICENCIATURA E BACHARELADO REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC DOS CURSOS DE GEOGRAFIA LICENCIATURA E BACHARELADO Resolução nº 003/2006 da Pró-Reitoria de Graduação Em atendimento ao Regulamento Geral dos Trabalhos

Leia mais

Estrutura Local de Apoio Costa Sudoeste (ELA_CSW) Apoio Zonal. Outras Áreas Estepárias (OAE) Regulamento Interno

Estrutura Local de Apoio Costa Sudoeste (ELA_CSW) Apoio Zonal. Outras Áreas Estepárias (OAE) Regulamento Interno Regulamento Interno Estrutura Local de Apoio Costa Sudoeste ELA_CSW Estrutura Local de Apoio Costa Sudoeste (ELA_CSW) Apoio Zonal Outras Áreas Estepárias (OAE) Regulamento Interno Considerando: O disposto

Leia mais

Regulamento do Estágio e Projecto Final de Curso

Regulamento do Estágio e Projecto Final de Curso Regulamento do Estágio e Projecto Final de Curso 1. Introdução O presente regulamento refere-se ao Estágio e Projecto Individual, previsto nos planos curriculares dos cursos de licenciatura da Escola Superior

Leia mais

REGISTO DE ALTERAÇÕES

REGISTO DE ALTERAÇÕES Versão Nº REGISTO DE ALTERAÇÕES Data de elaboração Data de divulgação 1 2012.06.14 2012.07.10 Elaborado por Ana Jorge; Ana Fazenda; Helena Mira; Manuel Quintãos; Marlene Gonçalves; Nuno Crespo; Rita Fernandes;

Leia mais

PROJECTOS DE I&DT EMPRESAS INDIVIDUAIS

PROJECTOS DE I&DT EMPRESAS INDIVIDUAIS AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Nº 32 / SI / 2009 SISTEMA DE INCENTIVOS À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO (SI I&DT) PROJECTOS DE I&DT EMPRESAS INDIVIDUAIS Nos termos do Regulamento do

Leia mais

A QUALIDADE DAS MASSAS DE ÁGUA NOS APROVEITAMENTOS HIDROAGRÍCOLAS DO SUL DE PORTUGAL O CASO DO EFMA

A QUALIDADE DAS MASSAS DE ÁGUA NOS APROVEITAMENTOS HIDROAGRÍCOLAS DO SUL DE PORTUGAL O CASO DO EFMA A QUALIDADE DAS MASSAS DE ÁGUA NOS APROVEITAMENTOS HIDROAGRÍCOLAS DO SUL DE PORTUGAL O CASO DO EFMA Manuela Ruivo Martinho Murteira Ana Ilhéu Departamento de Ambiente e Ordenamento do Território MONITORIZAÇÃO

Leia mais

Artigo 1º Do Objecto

Artigo 1º Do Objecto ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE PAULA FRASSINETTI Normas Regulamentares das Unidades Curriculares que integram a Profissional (IPP) da Licenciatura em Educação Básica Preâmbulo As alterações legislativas

Leia mais

REGISTO DE ALTERAÇÕES

REGISTO DE ALTERAÇÕES Versão Nº REGISTO DE ALTERAÇÕES Data de elaboração Data de divulgação 1 2008.07.23 2008.08.01 2 2012.02.15 2012.06.01 Elaborado por António Gomes, Celeste Mendes, Carlos Falcão, Ganda Cêncio, Herculana

Leia mais

EESTÁGIO PROFISSIONAL

EESTÁGIO PROFISSIONAL CAPÍTULO I Artigo 1.º Regime aplicável 1. O presente regulamento refere-se aos procedimentos de regulação do Estágio do 1.º ano do ramo de Design, da licenciatura do Curso de Arte e Design da Escola Superior

Leia mais

Normas Internas de Gestão das Avaliações Externas

Normas Internas de Gestão das Avaliações Externas Normas Internas de Gestão das Avaliações Externas Maio de 2006 Índice 1 Enquadramento Institucional da Avaliação... 2 2 Gestão da Avaliação... 3 2.1 Introdução... 3 2.2 O Processo de Gestão de Avaliações...

Leia mais

Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos. Núcleo Regional do Sul. Ciclo de Debates

Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos. Núcleo Regional do Sul. Ciclo de Debates Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos Núcleo Regional do Sul Ciclo de Debates (Relatório Síntese do 1º Debate) 2014/2015 N.º de Participantes: Estiveram presentes 65 participantes, incluindo membros

Leia mais

Trabalho apresentado para obtenção do Título de Especialista (Desp. N.º 8590/2010 de 20 de Maio)

Trabalho apresentado para obtenção do Título de Especialista (Desp. N.º 8590/2010 de 20 de Maio) Trabalho apresentado para obtenção do Título de Especialista (Desp. N.º 8590/2010 de 20 de Maio) IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO DE QUALIDADE E AMBIENTE DE ACORDO COM OS REFERENCIAIS NORMATIVOS

Leia mais

RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 1190

RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 1190 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 1190 Cria o Programa de Monitoria da UFG, fixa os objetivos e estabelece as estruturas de funcionamento da Monitoria na UFG, e

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE A L B U F E I R A

CÂMARA MUNICIPAL DE A L B U F E I R A CÂMARA MUNICIPAL DE A L B U F E I R A REGULAMENTO DO PROCESSO DE FISCALIZAÇÃO DE OBRAS PARTICULARES 0 Preâmbulo O Decreto Lei nº 445/91, de 20 de Novembro, prevê, no seu artigo 24º, a criação em cada Município,

Leia mais

Critérios de Mérito. Critério Sub critério Descrição e regras de avaliação Pontuação CRITÉRIOS QUALITATIVOS

Critérios de Mérito. Critério Sub critério Descrição e regras de avaliação Pontuação CRITÉRIOS QUALITATIVOS Critérios de Selecção A fim de assegurar um nível mínimo de qualidade das candidaturas, os candidatos seleccionados têm de pontuar pelo menos 30 pontos nos critérios qualitativos, sob pena de exclusão.

Leia mais

AUDITORIAS DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

AUDITORIAS DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PS 04 3 Gestão Diretor Administrativo 17/04/2017 1 1. OBJETIVO Sistematizar o processo de planejamento, realização e análise das Auditorias Internas do Sistema de Gestão da Qualidade. 2. APLICAÇÃO Todos

Leia mais

Deliberação n.º 690/2013, de 7 de fevereiro (DR, 2.ª série, n.º 44, de 4 de março de 2013)

Deliberação n.º 690/2013, de 7 de fevereiro (DR, 2.ª série, n.º 44, de 4 de março de 2013) (DR, 2.ª série, n.º 44, de 4 de março de 2013) Aprova o Regulamento de Funcionamento da Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica Pelo Despacho n.º 2061-C/2013, de 1 de fevereiro de 2013, do Secretário

Leia mais

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO. Curso de Teologia. Associação Educacional Batista Pioneira

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO. Curso de Teologia. Associação Educacional Batista Pioneira REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Curso de Teologia Associação Educacional Batista Pioneira 2011 CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E FINS Art. 1º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma disciplina

Leia mais

CAPÍTULO I. Artigo 1º Definição do Conselho de Parceiros

CAPÍTULO I. Artigo 1º Definição do Conselho de Parceiros CAPÍTULO I Artigo 1º Definição do Conselho de Parceiros 1. O Conselho de Parceiros é um órgão de participação, representação e dinamização das diferentes entidades que constituem o Conselho, sendo também,

Leia mais

Instalações eléctricas estabelecidas em condomínios fechados

Instalações eléctricas estabelecidas em condomínios fechados Instalações eléctricas estabelecidas em condomínios fechados Despacho do Director Geral de Geologia e Energia, de 13 de Maio de 2005 Enquadramento Legal Decreto Lei n.º 177/2001, de 4 de Junho republica

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DE DESPORTO

CONSELHO SUPERIOR DE DESPORTO CONSELHO SUPERIOR DE DESPORTO Estabelece a natureza, a composição, as competências e o funcionamento do Conselho Superior de Desporto Decreto-Lei n.º 52/97 de 4 de Março (Alterado pelo Decreto-Lei n.º

Leia mais

XIX Congresso Nacional da Ordem dos Engenheiros. Os Desafios de Alqueva. A Sociedade, Território e Ambiente

XIX Congresso Nacional da Ordem dos Engenheiros. Os Desafios de Alqueva. A Sociedade, Território e Ambiente XIX Congresso Nacional da Ordem dos Engenheiros A Sociedade, Território e Ambiente Os Desafios de Alqueva O caso do Aproveitamento Hidroagrícola do Roxo António Manuel Parreira ( ABROXO) Carlos Manuel

Leia mais