A ENFERMAGEM ENTRE OS AVANÇOS TECNOLÓGICOS E A INTER-RELAÇÃO: REPRESENTAÇÕES DO PAPEL DO ENFERMEIRO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A ENFERMAGEM ENTRE OS AVANÇOS TECNOLÓGICOS E A INTER-RELAÇÃO: REPRESENTAÇÕES DO PAPEL DO ENFERMEIRO"

Transcrição

1 Tecnologias versus interrelação: representações de enfermagem A ENFERMAGEM ENTRE OS AVANÇOS TECNOLÓGICOS E A INTER-RELAÇÃO: REPRESENTAÇÕES DO PAPEL DO ENFERMEIRO NURSING TECHNOLOGICAL ADVANCES AND INTERPERSONAL RELATIONS: NURSES SOCIAL REPRESENTATIONS OF THEIR ROLE LA ENFERMERÍA ENTRE LOS AVANCES TECNOLÓGICOS Y LA INTERRELACIÓN: REPRESENTACIONES DEL PAPEL DEL ENFERMERO Antonio Marcos Tosoli Gomes I Denize Cristina de Oliveira II RESUMO: Este estudo tem como objetivo analisar a representação de enfermeiros acerca da dimensão inter-relacional do cuidado de enfermagem como essencial em sua concretização como profissão. Como referencial teórico-metodológico, optou-se pela Teoria das Representações Sociais. Realizou-se entrevista em profundidade com 30 enfermeiros da rede básica de um município do Rio de Janeiro, em Para análise dos dados, utilizou-se o software Alceste 4.5. A temática esteve presente, de forma transversal, nas cinco classes analíticas construídas pelo software. Os dados demonstram que a representação social dos profissionais acerca de seu papel está relacionada à empatia e à inter-relação com a clientela e suas famílias, apesar da organização da assistência de enfermagem se concretizar, na maioria das vezes, ao redor da prescrição médica e das necessidades biomédicas dos usuários. Conclui-se que o equilíbrio entre a tecnologia e os aspectos relacionais são fundamentais na enfermagem e que a humanização na assistência necessita relacionar-se à cidadania. Palavras-chave: Enfermagem; representação social; Alceste; autonomia profissional. ABSTRACT: The purpose of this study was to analyze nurses representations of the interpersonal-relations dimension of nursing care as essential to defining the nursing profession. Its chosen theoretical and methodological frame of reference was Social Representations Theory. In-depth interviews were held with 30 nurses from the basic health system in one city in Rio de Janeiro State. The Alceste 4.5 software was used to analyze the data. The issue was present, transversely, in the five analytical classes constructed by the software. The data shows that the nurses social representation of their own role is related to their empathy and interrelations with the clientele and their families, despite the fact that nursing care is usually organized around medical prescription and users biomedical needs. It can be concluded that the balance between technology and relational aspects is fundamental to nursing and that the humanization of care needs to relate to citizenship. Keywords: Nursing; social representation; Alceste; professional autonomy. RESUMEN: Este estudio tiene como objetivo analizar la representación de enfermeros referente a la dimensión interrelacional del cuidado de enfermería como esencial para su concreción como profesión. Como referencial teóricometodológico, se optó por la Teoría de las Representaciones Sociales. Se realizó entrevista en profundidad con 30 enfermeros de la red básica de un municipio del Estado de Rio de Janeiro Brasil, em Para análisis de los datos, se utilizó el software Alceste 4.5. La temática estuvo presente, de forma transversal, en las cinco clases analíticas construidas por el software. Los datos demuestran que la representación social de los profesionales referente a su papel está relacionada a la empatía y a la interrelación con la clientela y sus familias, a pesar de la organización de la asistencia de enfermería concretizarse, en la mayor parte de las veces, alrededor de la prescripción médica y de las necesidades biomédicas de los usuarios. Se concluye que el equilibrio entre la tecnología y los aspectos relacionales son fundamentales en la enfermería y que la humanización en la asistencia necesita relacionarse a la ciudadania. Palabras Clave: Enfermería; representación social; Alceste; autonomía profesional. INRTRODUÇÃO A enfermagem apresenta-se, atualmente, com um desafio, qual seja, o de permitir que suas características essenciais permaneçam frente às mudanças tecnológicas experimentadas na área da saúde que ocorreram em um curto espaço de tempo. Essas mudanças têm apresentado o modelo biomédico como sendo aquele a ser adotado pelas instituições de saúde, por sua resolutividade, seu retorno imediato e, normalmente, sua economia em relação ao tempo. I Enfermeiro. Professor Adjunto do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgico e do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Doutor em Enfermagem pela Escola de Enfermagem Anna Nery/UFRJ. Pesquisador do Grupo de Pesquisa Saúde de Grupos Populacionais. II Professora Titular do Departamento de Fundamentos de Enfermagem e Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Doutora em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Pesquisadora do CNPq e Líder do Grupo de Pesquisa Saúde de Grupos Populacionais. p.156 Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2008 abr/jun; 16(2):

2 Gomes AMT, Oliviera DC Em paralelo à evolução tecnológica, a sociedade vem buscando um despertar das dimensões subjetivas, a exemplo da espiritualidade, como formas de maior integração do humano consigo mesmo e com as situações diversas que são obrigados a conviver. Ao mesmo tempo, a população brasileira tem adquirido informações que permitem um maior nível de exigências quanto ao atendimento de suas demandas de saúde, apesar deste fenômeno apresentar-se de modo parcial, com o conhecimento dos direitos adquiridos normalmente veiculados pela mídia (construção do universo consensual a partir do reificado). Nesse contexto, à medida que a tecnologia em saúde vai transformando a terapêutica em algo impessoal 1, o hospital tende a descaracterizar a pessoa que busca os seus serviços, transformando-o em um objeto de ações de diversos profissionais, com um linguajar que não possui nenhuma aderência ao cotidiano da maioria da população 2. Nesse sentido, buscou-se estudar como a dimensão inter-relacional do cuidado de enfermagem se traduz no âmbito da Representação Social que o enfermeiro possui de sua própria profissão. Portanto, definiu-se como objetivo deste estudo analisar, no conteúdo da representação social do papel do enfermeiro, a maneira como a dimensão inter-relacional se inscreve no cuidado de enfermagem, constituindo-se em um dos elementos essenciais para a concretização da profissão. REFERENCIAL TEÓRICO-METODOLÓGICO Definiu-se como referencial teórico-metodológico deste trabalho a Teoria das Representações Sociais 3, no contexto da Psicologia Social. Essas representações estão presentes na cultura, nos processos de comunicação e nas práticas sociais, sendo, portanto, difusos, multifacetados e em constante movimento e interação social 3. Assim, as representações sociais possuem como materiais fundamentais de estudo as opiniões verbalizadas, as atitudes e os julgamentos individuais e coletivos, fazendo parte de um olhar consensual sobre a realidade 3. Como sujeitos, foram destacados 30 enfermeiros inseridos na rede básica de atendimento à saúde de um município do interior do Estado do Rio de Janeiro, que desenvolviam a consulta de enfermagem no sistema local de saúde. Os critérios de inclusão estabelecidos foram: lotação profissional nos quadros de saúde pública do município e desempenho de atenção direta à população através da consulta de enfermagem. Os dados foram coletados através de entrevistas em profundidade, que duraram, em média, 60 minutos. A entrevista foi realizada com o auxílio de um roteiro estruturado a partir de entrevistas exploratórias anteriormente realizadas. Os sujeitos (S) foram identificados por letra e ordem numérica. Ex.: S1, S2, S3... A análise dos dados baseou-se na análise de conteúdo que pode ser definida como um conjunto de técnicas de análise de comunicação 4:31. No entanto, para o tratamento dos dados, foi utilizada a análise lexical mecanizada pelo software ALCESTE 5, que permite realizar análise de conteúdo por meio de técnicas quali-quantitativas de tratamento de dados textuais e se propõe a identificar a informação essencial presente em um texto. Foram obedecidas as orientações da Resolução nº 196/96, do Conselho Nacional de Saúde, tanto com a instituição que autorizou a realização da pesquisa quanto com os sujeitos que cederam as entrevistas após leitura e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. RESULTADOS E DISCUSSÃO Os resultados observados na análise ALCESTE das 30 entrevistas referidas revelaram a distribuição dos conteúdos em cinco classes empíricas, como pode ser observado na Figura 1. Essas classes indicam que a produção verbal dos sujeitos abarcou as seguintes temáticas: classe 1: conflitos no perfil profissional universidade e mercado de trabalho; classe 2: limites da prática profissional nos programas de saúde; classe 3: contornos e especificação do papel próprio do enfermeiro; classe 4: construção e organização do espaço profissional; e classe 5: auto e hetero imagem profissional. Os profissionais, como pode ser observado em outros autores 1,6,7, possuem uma cartografia mental que se estrutura na valorização do processo fisiopatológico e na intervenção farmacológica e micromolecular, ao mesmo tempo em que a herança teórica e prática da enfermagem consubstancia um saber/fazer que privilegia a atenção às diversas dimensões que compõem o ser humano. Destaca-se, então, que entre a hegemonia atual e a imagem/comportamento construída teórica e sociologicamente pela profissão, os enfermeiros apresentam um fazer que engloba os dois extremos, na dependência das situações que enfrentam no cotidiano. A construção histórica da enfermagem acerca de sua postura frente à clientela pode ser observada na fala a seguir: Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2008 abr/jun; 16(2): p.157

3 Tecnologias versus interrelação: representações de enfermagem Formação/absorção orção Profissional CLASSE 1: Conflitos no perfil profissional: universidade e mercado de trabalho 337 u.c.e. 15,03% CLASSE 4: Construção e organização do espaço profissional 507 u.c.e. 22,60% - Entrevistados: 1, 3, 5, 6, 9, 18 e 20 - Sexo: feminino - Idade: entre Tempo de formado: entre 9 a 15 - Tempo de PAISC: menos de 1 ano e acima de 10 Hospital Faculdade Prática Definição Enfermagem Mercado Professor Teoria Pós-graduação Ciência Profissão Residência Sair Característico Conceito Aluno Arte Entrevistados: 6, 10, 11, 14, 17, 20 e 29 - Idade: acima de 35 - Tempo de formado: acima de 9 - Tempo de PAISC: acima de 10 ABEn COREn Conquista Espaço Petrópolis Espaço Profissional Governo Enfermagem Classe Ocupar Município Poder público Fabíola Política Silmar Suzana Fátima Programas Miriam Figura 1: Classificação Hierárquica Descendente (Dendograma) AUTONOMIA PROFISSIONAL CLASSE 2: Limite da prática profissional nos programas de saúde 409 u.c.e. 18,24% - Entrevistados: 2, 4, 8, 15, 22 e 28 - Sexo: masculino - Idade: Tempo de formado: entre 6 e 10 - Pós-graduação: não possuem - Tempo de PAISC: entre 5 e 10 Rotina Liberdade Ação Poder Enfrentar Conhecimento Científico Programa Prescrever Receita de bolo Prescrição Agir Teoria de enfermagem Prática Profissional CLASSE 5: Auto e hetero imagem profissional 507 u.c.e. 22,60% - Entrevistados: 3, 12, 15, 16, 28 e 30 - Sexo: masculino - Idade: entre Tempo de formado: entre 9 a 15 - Tempo de PAISC: entre 5 e 10 Equipe de saúde População Depositar Auxiliar de enfermagem Enfermeiro Credibilidade Doutor Equipe de enfermagem Exclusiva Ações Médico Exclusivo Confundir Conjunto Grupo CLASSE 3: Contornos e especificação do papel próprio do enfermeiro 483 u.c.e. 21,53% - Entrevistados: 7, 13, 19, 25, 26 e 27 - Idade: entre Tempo de formado: entre 3 e 6 - Tempo de PAISC: entre 1 e 5 Palavra Freq. X 2 Criança Mãe PAISC Filho Pesar Alimentar Acompanhar Desenvolvi Mento Mulher Higiene Hipertensão Doente Gestante Dor Diabetes Verificar Pré-natal Baixo-peso Avaliação p.158 Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2008 abr/jun; 16(2):

4 Gomes AMT, Oliviera DC Eu acho que a enfermagem sempre foi uma profissão muito humana. O perigo da enfermagem em termos de humanizacão é a automacão, a tecnologia, porque dou aula também e vejo e questiono muito meus alunos quando eu pergunto como é no hospital, como é no estagio. (S6) O enfermeiro tem que saber unir o conhecimento científico e a humanização na hora certa. (S10) Além da tecnologia em si, os profissionais apontam o conhecimento científico como algo que deve ser aliado à humanização e ao próprio atendimento à clientela. Nesse sentido, a representação desse grupo de enfermeiros reforça que a humanização é algo característico e inerente à enfermagem, embora esse modo específico de concretizar-se como profissão sofra ameaças de transformação, como conseqüência da convivência com outras áreas do saber e com os desafios e valores da atualidade. Torna-se interessante destacar que os trechos discursivos apontam os extremos atitudinais e comportamentais que são adotados pelos enfermeiros e que permanecem em suas construções mentais sob a forma de representação. Como já apontado em outros estudos 8,9, esses profissionais, em função de inúmeros fatores, tendem a incluir o seu saber/fazer no âmbito do paradigma biomédico, o que valoriza, de per si, a intervenção eficaz com resultados imediatos, bem como a compreensão de funcionamento do humano como uma máquina que necessita de ajustes e suportes específicos, dependendo das situações. Nesse contexto de atuação profissional, cabem, às vezes de forma exclusiva, as explicações moleculares, fisiopatológicas e farmacológicas para a origem e a resolutividade das doenças, sem a atenção necessária para as construções simbólicas, as implicações afetivas e os impactos emocionais que o processo saúde-doença causa nos pacientes e em seus familiares 1,2,7. Os enfermeiros agem, então, completamente embasados segundo os atuais conhecimentos científicos, oferecendo resolutividade às demandas apresentadas pela clientela em seu âmbito de atuação, quer seja na área da saúde pública com a consulta de enfermagem, quer seja em setores especializados, como as unidades de terapias intensivas, unidades coronarianas, centros cirúrgicos e salas de urgências. A constante especialização dos profissionais associada ao reconhecimento social que o manejo da tecnologia e a detenção do conhecimento científico proporcionam está favorecendo o surgimento de um contingente de enfermeiros que vêem como seu objeto de trabalho o cuidar tecnológico e não mais a pessoa humana em sua complexidade 2. Nesse sentido, pode-se considerar que, apesar do contato físico/corporal realizado pelo enfermeiro, esses profissionais nem sempre conseguem tocar a alma das pessoas cuidadas e, assim, sentem dificuldades em ajudá-las a construir sentido em meio às situações desagregadoras da existência humana. Nesse contexto, torna-se importante também expor o processo de adoecimento pela linguagem técnico-científica, mas esta explicação tende a carecer de sentido humano e de sensibilidade profissional, de um modo geral presente na capacidade de empatia e compaixão, tão caras às figuras histórias da enfermagem e às suas teóricas ao longo dos 10. Expõe-se em detalhes, por exemplo, o processo e as causas de morte na tentativa de que a razão forneça sentido à situação, esquecendo-se que esta compreensão linear (tão presente nos atores institucionais) faz-se presente pelo distanciamento afetivo-emocional do ser que adoece ou falece, processo difícil de ser realizado por aqueles que conferem o significado de absurdo a essa situação de turbulência emocional do processo saúde-doença-morte 1. Centra-se a assistência de enfermagem no arsenal farmacológico, em detrimento do acúmulo de experiência de enfermeiros no âmbito das relações humanas, tão propícias à redução da hipertensão arterial, à melhora dos níveis de dor e à construção de um processo de morrer que seja compatível com a dignidade humana 1,7, entre outras coisas. Em função da medicalização do processo saúde-doença, chama-se, não sem muito sarcasmo e menosprezo, a capacidade de inter-relação da enfermagem de papoterapia, por sua suposta não cientificidade e por sua incapacidade de mensuração de resultados 8. Por vezes, a clientela e os seus familiares não procuram razões científicas para os acontecimentos; na maioria delas solicitam (de forma verbal ou não) a oportunidade de expressarem a crença em outros desfechos diferentes daqueles prenunciados pelos profissionais de saúde, sem terem que ouvir que necessitam se adaptar à realidade. Procuram, ainda, espaço para o humano entre as construções institucionais e o conhecimento especializado que rege o processo de viver, adoecer e morrer em seu interior; algo que conforte as estruturas psíquicas e emocionais abaladas, que, quase sempre, não se satisfazem com o esquadrinhamento da relação causa e efeito da ciência contemporânea 8, Um dos sujeitos resume as questões aqui apresentadas: O que caracteriza a enfermagem é a humanização. Eu acredito que é a profissão na qual o homem está mais perto do seu semelhante. Além de produzir Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2008 abr/jun; 16(2): p.159

5 Tecnologias versus interrelação: representações de enfermagem saúde, meios e recursos necessários para que o outro ser humano atinja esses níveis, o enfermeiro também se dá em carinho, em simplicidade, em assistência e em amor. (S17) A representação exposta no depoimento anterior acerca da enfermagem e sua concretização prática possui três questões importantes: a humanização que a caracteriza, a construção de tecnologias para que a clientela atinja níveis adequados de saúde indicando determinado grau de autonomia destes na construção mental dos profissionais e, por fim, a presença de dimensões humanas e afetivas, imprescindíveis para a implementação de um cuidado de enfermagem que inclua o aspecto relacional sem desprezar o uso de tecnologias outras. Em uma concepção ideal, essas três dimensões do saber/fazer da enfermagem parece ser a essência da profissão, através da qual novos sentidos poderiam ser fornecidos às ações desenvolvidas pelos profissionais nos diversos cenários profissionais 8, Outro enfermeiro aprofunda a questão: É muito importante que o enfermeiro se posicione, que coloque outras coisas antes, como o amor às pessoas. Se o enfermeiro tem amor pelas pessoas, [...] elas vão entender que o seu papel próprio é diferente, que você é um enfermeiro diferente e elas vão ver a diferença entre o auxiliar de enfermagem e o enfermeiro. (S28) Torna-se interessante destacar que, nesta produção verbal, a especificidade do saber/fazer da enfermagem se configura nas dimensões relacionais e afetivas do profissional, questão também pontuada por outros autores 1,2,7. O mero fazer dos profissionais de enfermagem, mesmo que habilidoso e competetente tecnicamente, não fornece, no campo representacional apresentado, a especificidade do enfermeiro, podendo também ser desenvolvido pelos demais membros dessa equipe. Os sujeitos continuam aprofundando a questão: Muitas vezes o que elas precisam é de ouvir alguma coisa além do que se aprende na faculdade. Eu falo de Deus para as pessoas, falo das dificuldades quando se enfrenta a morte e que as dificuldades vêm para aperfeiçoar nossa vida. (S28) A enfermagem é o cuidar de pessoas que aprendemos na faculdade, é mostrar outros caminhos com o nosso conhecimento para que as pessoas possam resolver os problemas delas. A enfermagem dá os caminhos do cuidado. (S2) Torna-se interessante que a cartografia mental do grupo atribua à enfermagem, também, o cuidado ligado à espiritualidade e ao crescimento interior. As vivências de doenças e do processo de morrer são situações propícias à reflexão acerca das opções feitas ao longo da vida e de constituição de novos sentidos, uma vez que todas as construções feitas até então são colocadas em questionamento frente à finitude da vida ou à possibilidade de sofrimentos físicos e emocionais 2. Apesar da importância e da beleza dos dados apresentados, sabe-se que a prática cotidiana da enfermagem não se apresenta de forma tão sensível, às vezes estruturando-se meramente ao redor e em função da prescrição médica 8. Em outras situações, procura-se escutar o que o paciente e os familiares dizem, mas as preocupações rotineiras transformam o profissional em um ser de corpo presente, mas alheio, de fato, às angústias experimentadas por aqueles atores sociais em suas vivências institucionais. A compreensão de que somente a inter-relação ou a tecnologia são, separadamente, suficientes para dar conta do complexo saúde-doença necessita ser superado pelo equilíbrio entre ambos 1,7. Podese considerar, assim, que o aspecto relacional da assistência de enfermagem possa redimensionar o tecnológico, mantendo todo o aparato necessário ao enfrentamento das patologias e agressões orgânicas, ao mesmo tempo em que se recupera a tradição da profissão no que concerne à abordagem e compreensão do ser humano e seu organismo 8, CONCLUSÕES A temática da essencialidade da profissão e de sua forma de relação com a sociedade apresenta-se como sendo complexa e inserida no âmago de problemáticas fundamentais para o reconhecimento da enfermagem, especialmente no mundo contemporâneo da rapidez e do resultado imediato. Dessa maneira, uma enfermagem que consiga reunir habilidades manuais para a manutenção da vida e a diminuição de agravos orgânicos, bem como o desenvolvimento de competências relacionais, conseguirá se aproximar, de uma maneira melhor, de ambas as dimensões aprofundadas neste artigo. Ressalta-se que a humanização buscada pela enfermagem não pode se pautar, unicamente, por sentimentos que transformam a clientela em alvo de mera afetividade pessoal; essa humanização precisa estar diretamente relacionada à construção de uma cidadania em que cada usuário do sistema de saúde tenha o seu direito de atendimento garantido, bem como as suas necessidades básicas respeitadas e supridas. A enfermagem, por estar presente nos momentos relacionados ao processo saúde-doença, enfrenta de forma contínua o desespero, a dor e o sofri- p.160 Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2008 abr/jun; 16(2):

6 Gomes AMT, Oliviera DC mento de diversas pessoas que estão sob o seu cuidado, e lidar com isso, com a rigidez e a lógica científica, pode se configurar como uma atitude insensível que não abarca a complexidade humana. Dedicatória Este artigo é dedicado a Luiz Roque Tosoli, familiar e amigo do autor, que enfrentou a morte em 23/02/2007 em um contexto pessoal, institucional e sanitário que causou indignação (justa, diga-se de passagem) naqueles que acompanharam tal processo. É, também, uma pequena homenagem a este homem que soube ser grande, essencial e amoroso e, assim, conseguiu chegar à outra margem com a dignidade dos iluminados e a humildade dos que se sabem simplesmente hum diante do Mistério que a tudo recria, diariamente. REFERÊNCIAS 1. May R. O relacionamento empático: uma das bases da cura. In: Carlson R, Shield B, organizadores. Curar, curar-se. São Paulo: Editora Cultrix; p Mussi FC. Confortamos? Lidamos com o humano sem conhecer o que de humano temos dentro de nós. Rev Esc Enf USP. 1999; 33: Moscovici S. A representação social da psicanálise. Rio de Janeiro: Zahar Editores; Bardin L. Análise de conteúdo. Lisboa (Po): Edições 70; Reinert M. Alceste, une méthodologie d analyse des dones textuales et une applicatin: Aurelia de G. de Nerval. Bulletin de Méthodologie Sociologique. 1990; 26: Leopardi MT. Entre a moral e a técnica: ambigüidades do cuidado de enfermagem. Florianópolis (SC): EdUFSC; Silva AL. Cuidado como momento de encontro e troca. In: Anais do 50º Congresso Brasileiro de Enfermagem; 1998 out 15-19; Salvador; Brasil. Salvador (BA): Associação Brasileira de Enfermagem; p Gomes AMT. A autonomia profissional da enfermagem em saúde pública: um estudo de representações sociais [dissertação de mestrado]. Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Almeida MCP, Rocha JSY. O saber de enfermagem e sua dimensão prática. São Paulo: Cortez; Marriner-tomey A. Introducción al análisis de las teorías de enfermería. In: Marriner-tomey A, organizadora. Modelos y teorías en enfermería. Madri (Es): Mosby/Doyma Libros; p Gomes AMT, Oliveira DC. A auto e a hetero imagem profissional do enfermeiro em saúde pública: um estudo de representações sociais. Rev Latino-am Enfermagem. 2005; 13: Gomes AMT, Oliveira DC. Formação profissional e mercado de trabalho: um olhar a partir das representações sociais de enfermeiros. Rev enferm UERJ. 2004; 12: Gomes AMT, Oliveira DC. A estrutura representacional de enfermeiros acerca da enfermagem: novos momentos e antigos desafios. Rev enferm UERJ. 2007; 15: Recebido em: Aprovado em: Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2008 abr/jun; 16(2): p.161

A AUTO E HETEROIMAGEM PROFISSIONAL DO ENFERMEIRO EM SAÚDE PÚBLICA: UM ESTUDO DE REPRESENTAÇÕES SOCIAIS

A AUTO E HETEROIMAGEM PROFISSIONAL DO ENFERMEIRO EM SAÚDE PÚBLICA: UM ESTUDO DE REPRESENTAÇÕES SOCIAIS Rev Latino-am Enfermagem 2005 novembro-dezembro; 13(6):1011-8 Artigo Original 1011 A AUTO E HETEROIMAGEM PROFISSIONAL DO ENFERMEIRO EM SAÚDE PÚBLICA: UM ESTUDO DE REPRESENTAÇÕES SOCIAIS Antonio Marcos

Leia mais

10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM A PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM A RESPEITO DA PRESENÇA DO IRMÃO DO BEBÊ DE RISCO NA UTI NEONATAL

10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM A PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM A RESPEITO DA PRESENÇA DO IRMÃO DO BEBÊ DE RISCO NA UTI NEONATAL 10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM A PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM A RESPEITO DA PRESENÇA DO IRMÃO DO BEBÊ DE RISCO NA UTI NEONATAL Larissa Camila Dianin 3 Paolla Furlan Roveri 2 Darci

Leia mais

A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1

A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 ROSSATO, Karine 2 ; GIRARDON-PERLINI, Nara Marilene Oliveira 3, MISTURA, Claudelí 4, CHEROBINI, Márcia

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NA ATENÇÃO AO CÂNCER: DESAFIOS PARA OS TÉCNICOS DE ENFERMAGEM ESPECIALIZAÇÃO DO TÉCNICO

Leia mais

MUDANÇA DE PARADIGMA E DESAFIOS EM SALA DE AULA: SUPERANDO A FRAGMENTAÇÃO E A SIMPLIFICAÇÃO DO PENSAMENTO NAS CIÊNCIAS DA SAÚDE.

MUDANÇA DE PARADIGMA E DESAFIOS EM SALA DE AULA: SUPERANDO A FRAGMENTAÇÃO E A SIMPLIFICAÇÃO DO PENSAMENTO NAS CIÊNCIAS DA SAÚDE. MUDANÇA DE PARADIGMA E DESAFIOS EM SALA DE AULA: SUPERANDO A FRAGMENTAÇÃO E A SIMPLIFICAÇÃO DO PENSAMENTO NAS CIÊNCIAS DA SAÚDE. Resumo Felipe Saraiva Nunes de Pinho Faculdades Inta O trabalho busca compartilhar

Leia mais

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL.

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. ÁREA TEMÁTICA: Enfermagem O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. CARVALHO, Sancherleny Bezerra de. Acadêmica do 6º período

Leia mais

AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1

AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1 AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1 DALCIN, Camila Biazus 2 ; GUERRA, Leonardo Rigo 3 ; VOGEL, Gustavo Micheli 4 ; BACKES, Dirce

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PSICOLOGIA Ementário/abordagem temática/bibliografia básica (3) e complementar (5) Morfofisiologia e Comportamento Humano Ementa: Estudo anátomo funcional

Leia mais

CUIDADOS PALIATIVOS DIRECIONADOS A PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

CUIDADOS PALIATIVOS DIRECIONADOS A PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA CUIDADOS PALIATIVOS DIRECIONADOS A PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Júlio César Coelho do Nascimento (Enfermeiro Pós-graduando em Oncologia Clínica- Centro de Especialização em Enfermagem

Leia mais

O Enfermeiro na Prevenção do Uso/Abuso de Drogas: uma perspectiva para o Programa Saúde da Família

O Enfermeiro na Prevenção do Uso/Abuso de Drogas: uma perspectiva para o Programa Saúde da Família O Enfermeiro na Prevenção do Uso/Abuso de Drogas: uma perspectiva para o Programa Saúde da Família Autoras: Margarida Maria Rocha Bernardes Elaine Cristina Valadares Gertrudes Teixeira Lopes Grupo de Estudos

Leia mais

10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM

10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM 10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM PROJETO INTERINSTITUCIONAL SAÚDE, EDUCAÇÃO E CIDADANIA: APOIO PSICOSSOCIAL AS FAMÍLIAS POR MEIO DA PARTICIPAÇÃO DE PAIS EM GRUPOS DE REFLEXÃO Daniela Cristina Grégio

Leia mais

A enfermagem no Sistema Único de Saúde (SUS): repensando os princípios e conceitos de sustentação da atenção à saúde no Brasil

A enfermagem no Sistema Único de Saúde (SUS): repensando os princípios e conceitos de sustentação da atenção à saúde no Brasil A enfermagem no Sistema Único de Saúde (SUS): repensando os princípios e conceitos de sustentação da atenção à saúde no Brasil Antonio Marcos Tosoli Gomes Denize Cristina de Oliveira Celso Pereira de Sá

Leia mais

Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva

Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva Nara Elizia Souza de OLIVEIRA 1 ; Lizete Malagoni de A. C. OLIVEIRA 2 ; Roselma LUCCHESE

Leia mais

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS CRIZÓSTOMO, Cilene Delgado MILANEZ, Maria Rosa de Morais SOUSA, Rejane Lúcia Rodrigues Veloso ALBUQUERQUE, Judith

Leia mais

Serviço de Psicologia do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba:

Serviço de Psicologia do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba: Serviço de Psicologia do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba: Tem por objetivo prestar atendimento aos pacientes internados ou de forma ambulatorial no Hospital, bem como aos seus familiares,

Leia mais

A singularidade do ser humano oferece à enfermagem um cenário rico de diversidade nas ações do cuidado (Oliveira et al, 2000)

A singularidade do ser humano oferece à enfermagem um cenário rico de diversidade nas ações do cuidado (Oliveira et al, 2000) Faculdade de Enfermagem - Departamento de Enfermagem Básica Disciplina: Administração em Enfermagem I Docente: Bernadete Marinho Bara De Martin Gama Assunto: As dimensões do Cuidar e as Competências da

Leia mais

APRAZAMENTO DE MEDICAÇÃO ATIVIDADE PARA O ENFERMEIRO RESUMO

APRAZAMENTO DE MEDICAÇÃO ATIVIDADE PARA O ENFERMEIRO RESUMO APRAZAMENTO DE MEDICAÇÃO ATIVIDADE PARA O ENFERMEIRO FREIRE, Ana Maria de Sousa Silva OLIVEIRA, Thiciana Souza de RESUMO Objetivou-se, com este estudo, conhecer a opinião dos enfermeiros sobre a atividade

Leia mais

TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR

TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 TERAPIA DA ALEGRIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGÁ-PR Jaqueline de Carvalho Gasparotto 1 ; Jeferson Dias Costa 1, João Ricardo Vissoci

Leia mais

Política Nacional de Saúde do Homem

Política Nacional de Saúde do Homem Política Nacional de Saúde do Homem O Ministério da Saúde lançou a Política Nacional de Saúde do Homem. O objetivo é facilitar e ampliar o acesso da população masculina aos serviços de saúde. A iniciativa

Leia mais

METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO

METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO ATENDIMENTO DE ENFERMAGEM A SAÚDE DO HOMEM NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA Ingrid Mikaela Moreira de Oliveira Enfermeira Mestranda em Bioprospecção Molecular da Universidade Regional do Cariri-URCA ingrid_lattes@hotmail.com

Leia mais

O PROCESSO TERAPÊUTICO EM UM CAPSad: A VISÃO DOS TRABALHADORES

O PROCESSO TERAPÊUTICO EM UM CAPSad: A VISÃO DOS TRABALHADORES 122 O PROCESSO TERAPÊUTICO EM UM CAPSad: A VISÃO DOS TRABALHADORES Carlise Cadore Carmem Lúcia Colomé Beck Universidade Federal de Santa Maria Resumo Os movimentos da Reforma Sanitária e da Reforma Psiquiátrica

Leia mais

Política de humanização no estado de São Paulo

Política de humanização no estado de São Paulo Artigo Política de humanização no estado de São Paulo Por Eliana Ribas A autora é psicanalista e doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atua como coordenadora

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA REGULAR: UM ESTUDO SOBRE A VISAO DE PROFESSORES SOBRE A INCLUSÃO

Leia mais

A EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE E A EDUCAÇÃO POPULAR: UMA REVISÃO DA LITERATURA

A EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE E A EDUCAÇÃO POPULAR: UMA REVISÃO DA LITERATURA A EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE E A EDUCAÇÃO POPULAR: UMA REVISÃO DA LITERATURA Érica Fernanda Nascimento de Souza 1 Renilda Rosa Dias 2 RESUMO O estudo objetivou evidenciar a importância da Educação Popular

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA

RELATO DE EXPERIÊNCIA RELATO DE EXPERIÊNCIA Estágio docência realizado num hospital universitário do estado do rio de janeiro relato de experiência Teaching internship held in a university hospital in the state of rio de janeiro

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às CURSO: ENFERMAGEM Missão Formar para atuar em Enfermeiros qualificados todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema Único de Saúde e do sistema

Leia mais

Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP

Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP Centro de História e Filosofia das Ciências da Saúde Valdir Reginato Espiritualidade

Leia mais

A ESTRUTURA REPRESENTACIONAL DE ENFERMEIROS ACERCA DA ENFERMAGEM:

A ESTRUTURA REPRESENTACIONAL DE ENFERMEIROS ACERCA DA ENFERMAGEM: Estrutura representacional da enfermagem para enfermeiros A ESTRUTURA REPRESENTACIONAL DE ENFERMEIROS ACERCA DA ENFERMAGEM: NOVOS MOMENTOS E ANTIGOS DESAFIOS REPRESENTATIONAL STRUCTURE ON NURSING BY NURSES:

Leia mais

O BICHO. Anair Holanda Cavalcante

O BICHO. Anair Holanda Cavalcante O BICHO VI ONTEM um bicho Na imundície do pátio Catando comida entre os detritos. Quando achava alguma coisa, Não examinava nem cheirava: Engolia com voracidade. O bicho não era um cão, Não era um gato,

Leia mais

TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER

TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO

Leia mais

HUMANIZAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA NAS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS E SERVIÇOS EM UTI. Profª.Msc. Suely Amorim de Araújo

HUMANIZAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA NAS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS E SERVIÇOS EM UTI. Profª.Msc. Suely Amorim de Araújo HUMANIZAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA NAS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS E SERVIÇOS EM UTI Profª.Msc. Suely Amorim de Araújo HUMANIZAÇÃO NA ÁREA FÍSICA Segurança e conforto; Privacidade e garantia de controle

Leia mais

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB.

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. Antonio José Barbosa Neto (ajbneto_@hotmail.com) 1 Ceciliana Araújo Leite (cecidemais@hotmail.com)

Leia mais

RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO

RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO O transplante cardíaco é uma forma de tratamento para os pacientes com insuficiência cardíaca

Leia mais

FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO

FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO A IMPORTÂNCIA DO VOLUNTARIADO NO PROCESSO DO HUMANIZAR FERNANDO BASTOS fernandobastosmoura@yahoo.com.br HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E PROFISSIONAIS DE SAÚDE DIAGNÓSTICO

Leia mais

PSICOLOGIA DO TRABALHO E PSICANÁLISE: UMA POSSIBILIDADE DE COMPREENSÃO DO SOFRIMENTO PSÍQUICO

PSICOLOGIA DO TRABALHO E PSICANÁLISE: UMA POSSIBILIDADE DE COMPREENSÃO DO SOFRIMENTO PSÍQUICO 1 PSICOLOGIA DO TRABALHO E PSICANÁLISE: UMA POSSIBILIDADE DE COMPREENSÃO DO SOFRIMENTO PSÍQUICO Daniele Almeida Duarte Mariana Devito Castro Francisco Hashimoto Resumo: É fato que o indivíduo, quando é

Leia mais

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 TEMÁTICA: EDUCAÇÃO, QUESTÃO DE GÊNERO E DIVERSIDADE EDUCAÇÃO

Leia mais

O TRATAMENTO BIO-PSICO-SÓCIO-ESPIRITUAL

O TRATAMENTO BIO-PSICO-SÓCIO-ESPIRITUAL O TRATAMENTO BIO-PSICO-SÓCIO-ESPIRITUAL Roberto Lúcio Vieira de Souza Ciência e religião... são amigas, não adversárias, na busca comum por conhecimento. John Polkinghorne Físico e Teólogo Se estás doente,

Leia mais

ESTUDO SOBRE A APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA NA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UMA ANÁLISE DA PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES

ESTUDO SOBRE A APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA NA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UMA ANÁLISE DA PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES ESTUDO SOBRE A APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA NA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UMA ANÁLISE DA PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES Nara Dias Brito 1 ; Daniel Mill 2 Grupo 2.1. Docência na educação a distância: Formação

Leia mais

A CONSULTA DE ENFERMAGEM NO CONTEXTO DA COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL - A PERCEPÇÃO DO CLIENTE*

A CONSULTA DE ENFERMAGEM NO CONTEXTO DA COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL - A PERCEPÇÃO DO CLIENTE* Rev. latino-am. enfermagem - Ribeirão Preto - v. 6 - n. 1 - p. 27-31 - janeiro 1998 27 A CONSULTA DE ENFERMAGEM NO CONTEXTO DA COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL - A PERCEPÇÃO DO CLIENTE* Maria da Graça da Silva**

Leia mais

BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS: UM DESAFIO PARA A ENFERMAGEM.

BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS: UM DESAFIO PARA A ENFERMAGEM. BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS: UM DESAFIO PARA A ENFERMAGEM. RESUMO Karyn Albrecht SIQUEIRA, 1. Aline MASSAROLI, 2. Ana Paula LICHESKI, 2. Maria Denise Mesadri GIORGI, 3. Introdução: Com os diversos avanços

Leia mais

III CONGRESSO BRASILEIRO DE RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E I ENCONTRO LATINO-AMERICANO SOBRE FAMILIA E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL

III CONGRESSO BRASILEIRO DE RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E I ENCONTRO LATINO-AMERICANO SOBRE FAMILIA E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL III CONGRESSO BRASILEIRO DE RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E I ENCONTRO LATINO-AMERICANO SOBRE FAMILIA E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL De 19 a 22 de Julho de 2013 1) Tipo e título da atividade proposta: a)

Leia mais

TÍTULO: PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E ACADÊMICO DE DISCENTES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE PARTICULAR

TÍTULO: PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E ACADÊMICO DE DISCENTES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE PARTICULAR TÍTULO: PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E ACADÊMICO DE DISCENTES DE ENFERMAGEM DE UMA UNIVERSIDADE PARTICULAR CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

A POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO E AS IMPLICAÇÕES DE UM

A POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO E AS IMPLICAÇÕES DE UM A POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO E AS IMPLICAÇÕES DE UM NASCIMENTO PREMATURO Francisca Daniela de Morais Roberto moraisfrancisca@bol.com.br Regina Célia Pinheiro da Silva Orientadora UNITAU regcps@yahoo.com.br

Leia mais

Competências e Habilidades Específicas:

Competências e Habilidades Específicas: DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Enfermeiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Profissional qualificado

Leia mais

XI Encontro de Iniciação à Docência

XI Encontro de Iniciação à Docência 6CCSDEMCAMT03-P ESTUDO DAS DROGAS: IMPORTÂNCIA PARA OS DISCENTES DE ENFERMAGEM NO CENÁRIO DE PRÁTICA Lucilla Vieira Carneiro (2), Patrícia Serpa de Souza Batista (3), Jacira dos Santos Oliveira (4) Centro

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

silêncio impresso pela família. Os sentimentos são proibidos por serem muito doloridos e causarem muito incômodo. O medo e a vergonha dominam.

silêncio impresso pela família. Os sentimentos são proibidos por serem muito doloridos e causarem muito incômodo. O medo e a vergonha dominam. Introdução O objetivo deste trabalho é compreender a possível especificidade das famílias nas quais um ou mais de seus membros apresentam comportamento adictivo a drogas. Para isto analisaremos que tipos

Leia mais

ÉTICA NO ATENDIMENTO PROFISSIONAL: RELATO DE VIVÊNCIA NO PROGRAMA PRÁTICAS INTEGRADAS EM SAÚDE COLETIVA (PISC)

ÉTICA NO ATENDIMENTO PROFISSIONAL: RELATO DE VIVÊNCIA NO PROGRAMA PRÁTICAS INTEGRADAS EM SAÚDE COLETIVA (PISC) ÉTICA NO ATENDIMENTO PROFISSIONAL: RELATO DE VIVÊNCIA NO PROGRAMA PRÁTICAS INTEGRADAS EM SAÚDE COLETIVA (PISC) Solange Pinheiro Moura 1, Denise Maia Leão 2, Bruna Cristiane Furtado Gomes 3, Ana Paula Castro

Leia mais

PERFIL DO ESTUDANTE DE ENFERMAGEM DO UNISALESIANO - LINS.

PERFIL DO ESTUDANTE DE ENFERMAGEM DO UNISALESIANO - LINS. PERFIL DO ESTUDANTE DE ENFERMAGEM DO UNISALESIANO - LINS. Jéssica Aparecida Gregório Ferreira (Acadêmica do Curso de Enfermagem), Lais Daniele Lourenço da Silva (Acadêmica do Curso de Enfermagem), Silvio

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS NECESSIDADES DO IDOSO ACAMADO NA COMUNIDADE

AVALIAÇÃO DAS NECESSIDADES DO IDOSO ACAMADO NA COMUNIDADE AVALIAÇÃO DAS NECESSIDADES DO IDOSO ACAMADO NA COMUNIDADE Cristina Katya Torres Teixeira Mendes 1, Maria Adelaide Silva Paredes Moreira 2, Luípa Michele Silva 3, Antonia Oliveira Silva 4 INTRODUÇÃO O envelhecimento

Leia mais

A concepção dos enfermeiros no processo gerencial em Unidade Básica de Saúde

A concepção dos enfermeiros no processo gerencial em Unidade Básica de Saúde A concepção dos enfermeiros no processo gerencial em Unidade Básica de Saúde NURSE S CONCEPT IN THE MANAGERIAL CONCEPTION OF A BASIC HEALTH UNIT LA CONCEPCIÓN DE LOS ENFERMEROS EN EL PROCESO GERENCIAL

Leia mais

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 2 Ívis

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA:

SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: CRENÇAS DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE ACERCA DO CUIDADO DA PESSOA EM SOFRIMENTO MENTAL. Programa de Pós-Graduação em Psicologia Faculdade de Filosofia Ciências

Leia mais

CUIDADOR DE CRIANÇA EM SOFRIMENTO PSÍQUICO: CUIDADOS FUNDAMENTADO NA CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL PARA A PRÁTICA DE ENFERMAGEM

CUIDADOR DE CRIANÇA EM SOFRIMENTO PSÍQUICO: CUIDADOS FUNDAMENTADO NA CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL PARA A PRÁTICA DE ENFERMAGEM CUIDADOR DE CRIANÇA EM SOFRIMENTO PSÍQUICO: CUIDADOS FUNDAMENTADO NA CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL PARA A PRÁTICA DE ENFERMAGEM Kamylla Paulla Saldanha Rabelo 1 Ana Ruth Macêdo Monteiro 2 Maria Célia de

Leia mais

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE.

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. Joelma Carvalho Vilar(UFS) 1 Cleverton dos Santos(UFS) 2 Érica Santos de Jesus(UFS) 3 Vera Lúcia Mendes de Farias(UFS)

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR Prof. Dr. Jones Alberto de Almeida Divisão de saúde ocupacional Barcas SA/ CCR ponte A necessidade de prover soluções para demandas de desenvolvimento, treinamento

Leia mais

EMERGÊNCIAS E DESASTRES CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA

EMERGÊNCIAS E DESASTRES CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA V ENCONTRO BRASILEIRO DE PSICOLOGIA APLICADA À AVIAÇÃO 12 A 14 SALVADOR -BA EMERGÊNCIAS E DESASTRES CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA MARIA DA CONCEIÇÃO PEREIRA "Nadie puede librar a los hombres del dolor, pero

Leia mais

Fazendo a diferença nos Serviços de Saúde: Visão do Técnico Especialista

Fazendo a diferença nos Serviços de Saúde: Visão do Técnico Especialista Fazendo a diferença nos Serviços de Saúde: Visão do Técnico Especialista Tec. de Enfermagem Claudia Sterque claudiasterque@yahoo.com.br 11 de novembro de 2010 VISÃO DO TÉCNICO ESPECIALISTA Quando comecei

Leia mais

CUIDADOS PALIATIVOS:HISTÓRICO.

CUIDADOS PALIATIVOS:HISTÓRICO. CUIDADOS PALIATIVOS:HISTÓRICO. PINOTTI, Elaine Cristina 1 GAZZOLA, Ms.Rangel Antonio 2 RESUMO O objetivo deste estudo é apresentar como os cuidados paliativos podem promover o bem estar e a qualidade de

Leia mais

CONSIDERAÇÕE SOBRE A RENOVAÇÃO DO PLANEJAMENTO ATRAVÉS DA MUDANÇA DO LIVRO DIDÁTICO

CONSIDERAÇÕE SOBRE A RENOVAÇÃO DO PLANEJAMENTO ATRAVÉS DA MUDANÇA DO LIVRO DIDÁTICO CONSIDERAÇÕE SOBRE A RENOVAÇÃO DO PLANEJAMENTO ATRAVÉS DA MUDANÇA DO LIVRO DIDÁTICO Elizabeth Christina Rodrigues Bittencourt, EE Rui Bloem e EE Alberto Levy. exrbittencourt@yahoo.com.br Introdução Nos

Leia mais

COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM

COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM Faz aquilo em que acreditas e acredita naquilo que fazes. Tudo o resto é perda de energia e de tempo. Nisargadatta Atualmente um dos desafios mais importantes que se

Leia mais

A GESTÃO DA SAÚDE E A ENFERMAGEM: A FORMAÇÃO E A ATUAÇÃO PROFISSIONAL NO CONTEXTO DE UM COLEGIADO DE GESTÃO REGIONAL Sueli Terezinha Goi Barrios

A GESTÃO DA SAÚDE E A ENFERMAGEM: A FORMAÇÃO E A ATUAÇÃO PROFISSIONAL NO CONTEXTO DE UM COLEGIADO DE GESTÃO REGIONAL Sueli Terezinha Goi Barrios A GESTÃO DA SAÚDE E A ENFERMAGEM: A FORMAÇÃO E A ATUAÇÃO PROFISSIONAL NO CONTEXTO DE UM COLEGIADO DE GESTÃO REGIONAL Sueli Terezinha Goi Barrios Alcindo Antônio Ferla Adelina Giacomelli Prochnow Ana Cristina

Leia mais

ANÁLISE QUALITATIVA DE DADOS

ANÁLISE QUALITATIVA DE DADOS ANÁLISE QUALITATIVA DE DADOS Gabriela Rodrigues A expressão é correntemente utilizada nas Ciências Sociais, particularmente entre a Antropologia e a Sociologia, e refere-se a um conjunto de técnicas de

Leia mais

A RELAÇÃO HOMEM-TRABALHO DE PORTADORES DE HIV, DOENTES OU NÃO DE AIDS

A RELAÇÃO HOMEM-TRABALHO DE PORTADORES DE HIV, DOENTES OU NÃO DE AIDS A RELAÇÃO HOMEM-TRABALHO DE PORTADORES DE HIV, DOENTES OU NÃO DE AIDS Mariana Tironi de Camargo Mariana Gonçales Gerzeli Francisco Hashimoto Resumo: A presente pesquisa tem por objetivo compreender como

Leia mais

GESTÃO HOSPITALAR NA BUSCA DE MUDANÇAS: INFLUÊNCIA DE UM ESTÁGIO EM PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL PARA GESTORES DE UM HOSPITAL

GESTÃO HOSPITALAR NA BUSCA DE MUDANÇAS: INFLUÊNCIA DE UM ESTÁGIO EM PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL PARA GESTORES DE UM HOSPITAL 1 GESTÃO HOSPITALAR NA BUSCA DE MUDANÇAS: INFLUÊNCIA DE UM ESTÁGIO EM PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL PARA GESTORES DE UM HOSPITAL Edelvais Keller 1; Dorli Terezinha de Mello Rosa 2; Jovani Antonio Se 1 cchi

Leia mais

ANSIEDADE E ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

ANSIEDADE E ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ANSIEDADE E ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Ana Caroline Fonseca Landim 1 Daniel do Nascimento Tavares 1 Fernanda Machado Pinheiro 1 Resumo: A ansiedade configura um sentimento que

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: A VISÃO DOS PROFESSORES E PROFESSORAS DE CIENCIAS E BIOLOGIA ACERCA DA FORMAÇÃO NECESSÁRIA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: A VISÃO DOS PROFESSORES E PROFESSORAS DE CIENCIAS E BIOLOGIA ACERCA DA FORMAÇÃO NECESSÁRIA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: A VISÃO DOS PROFESSORES E PROFESSORAS DE CIENCIAS E BIOLOGIA ACERCA DA FORMAÇÃO NECESSÁRIA FERREIRA, Adriana Ribeiro & ROSSO, Ademir José INTRODUÇÃO O meio ambiente (MA) é

Leia mais

ESTRESSE OCUPACIONAL DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

ESTRESSE OCUPACIONAL DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ESTRESSE OCUPACIONAL DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Cristiane Luchtenberg 1 ; Rosangela Costa 1 ; Willian Augusto

Leia mais

AULA: TERAPIA DE GRUPO PSICÓLOGA SIMONE HUMEL

AULA: TERAPIA DE GRUPO PSICÓLOGA SIMONE HUMEL Surgimento da Psicoterapia de Grupo: Joseph H. Pratt foi o fundador da Psicoterapia de Grupo, que em 1905 pela primeira vez foi empregada com pacientes tuberculosos, no Massachussetts General Hospital

Leia mais

Maria Angela Alves do Nascimento 2 Marluce Maria Araújo Assis 3

Maria Angela Alves do Nascimento 2 Marluce Maria Araújo Assis 3 Universidade Estadual de Feira de Santana Departamento de saúde Núcleo de Pesquisa Integrada em Saúde Coletiva - NUPISC NUPISC NÚCLEO DE PESQUISA INTEGRADA EM SAÚDE COLETIVA PRÁTICAS DO PROGRAMA SAÚDE

Leia mais

MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO EM SAÚDE: um relato de experiência

MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO EM SAÚDE: um relato de experiência UFMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS III JORNADA INTERNACIONAL DE POLÍCAS PÚBLICAS QUESTÃO SOCIAL E DESENVOLVIMENTO NO SÉCULO XXI 1 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

Leia mais

UTILIZAÇÃO DA LIDERANÇA COMO INSTRUMENTO GERENCIAL NO PROCESSO DE TRABALHO DO ENFERMEIRO

UTILIZAÇÃO DA LIDERANÇA COMO INSTRUMENTO GERENCIAL NO PROCESSO DE TRABALHO DO ENFERMEIRO UTILIZAÇÃO DA LIDERANÇA COMO INSTRUMENTO GERENCIAL NO PROCESSO DE TRABALHO DO ENFERMEIRO ISABELA FERNANDA LARIOS FRACAROLLI ANAIR LAZZARI NICOLA Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Cascavel, Paraná,

Leia mais

DELINEANDO AS PRODUÇÕES NA ÁREA DA ENFERMAGEM SOBRE OS TEMAS: SAÚDE DO TRABALHADOR, MEIO AMBIENTE E SUAS RELAÇÕES COM A CONCEPÇÃO DE RISCO 1

DELINEANDO AS PRODUÇÕES NA ÁREA DA ENFERMAGEM SOBRE OS TEMAS: SAÚDE DO TRABALHADOR, MEIO AMBIENTE E SUAS RELAÇÕES COM A CONCEPÇÃO DE RISCO 1 DELINEANDO AS PRODUÇÕES NA ÁREA DA ENFERMAGEM SOBRE OS TEMAS: SAÚDE DO TRABALHADOR, MEIO AMBIENTE E SUAS RELAÇÕES COM A CONCEPÇÃO DE RISCO 1 DIAZ, Paola da Silva 2 ; CAMPONOGARA, Silviamar 3 RESUMO Tendo-se

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

Reflexões sobre Impasses e Possibilidades da Psicanálise no Hospital Público

Reflexões sobre Impasses e Possibilidades da Psicanálise no Hospital Público Reflexões sobre Impasses e Possibilidades da Psicanálise no Hospital Público Ludmila Stalleikem Sebba 1 e Ademir Pacelli Ferreira 2 Resumo A partir do referencial da psicanálise procura-se apontar elementos

Leia mais

SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL

SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ATUAÇÃO NO BENEFÍCIO POR INCAPACIDADE Profª Drª: Jussara Maria Rosa Mendes Professora do Curso de Serviço

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO AO SERVIÇO SOCIAL EMENTA: A ação profissional do Serviço Social na atualidade, o espaço sócioocupacional e o reconhecimento dos elementos

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA FISIOTERAPIA PARA A PROMOÇÃO DE SAÚDE DO CUIDADOR INFORMAL

CONTRIBUIÇÕES DA FISIOTERAPIA PARA A PROMOÇÃO DE SAÚDE DO CUIDADOR INFORMAL RELATO DE EXPERIÊNCIA CONTRIBUIÇÕES DA FISIOTERAPIA PARA A PROMOÇÃO DE SAÚDE DO CUIDADOR INFORMAL Contributions of physiotherapy for the promotion of health of the informal caregiver Lidiane Cristina Custódio

Leia mais

Implantação de sistemas da qualidade em instituições hospitalares: implicações para a enfermagem

Implantação de sistemas da qualidade em instituições hospitalares: implicações para a enfermagem 434 Relato de Experiência Implantação de sistemas da qualidade em instituições hospitalares: implicações para a enfermagem Implantation of quality system in hospitals:implications for the nursing Implantación

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO NA SAÚDE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO NA SAÚDE UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO NA SAÚDE MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE CAPACITAÇÃO EM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM URGÊNCIA E

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: Enfermagem em Atenção à Saúde Mental Código: ENF- 210 Pré-requisito: ENF

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

PRODUÇÃO CIENTÍFICA BRASILEIRA SOBRE HUMANIZAÇÃO NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE 2004 A 2009

PRODUÇÃO CIENTÍFICA BRASILEIRA SOBRE HUMANIZAÇÃO NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE 2004 A 2009 PRODUÇÃO CIENTÍFICA BRASILEIRA SOBRE HUMANIZAÇÃO NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE 2004 A 2009 RIBEIRO, Karina Angélica Alvarenga¹ LEITE, Mércia Aleide² RESUMO A humanização na assistência em saúde tornou-se

Leia mais

ANEXO I AÇÃO EDUCATIVA: CURSO CUIDANDO DO CUIDADOR

ANEXO I AÇÃO EDUCATIVA: CURSO CUIDANDO DO CUIDADOR ANEXO I AÇÃO EDUCATIVA: CURSO CUIDANDO DO CUIDADOR SUMÁRIO 1. identificação da atividade 02 2. Caracterização da atividade 02 3. Resumo das ações 04 4. Justificativa 04 5. Objetivos 05 6. Metodologia 05

Leia mais

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA O CURRÍCULO DA FAMEMA (2012) Os currículos dos Cursos de Enfermagem e Medicina da Faculdade de Medicina de Marília (Famema) estão em permanente transformação por entendermos que esse processo permite uma

Leia mais

POSSIBILIDADES DO INSTRUMENTO DE ENTREVISTA EM SERVIÇO SOCIAL

POSSIBILIDADES DO INSTRUMENTO DE ENTREVISTA EM SERVIÇO SOCIAL POSSIBILIDADES DO INSTRUMENTO DE ENTREVISTA EM SERVIÇO SOCIAL Edriane Cristhina Catarin Peretti 1 RESUMO: A proposta de pesquisa refere-se à compreensão do instrumento de entrevista situado nos processos

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: maternidade, representação social da mulher, paradigma biológico. 1. Introdução

PALAVRAS-CHAVE: maternidade, representação social da mulher, paradigma biológico. 1. Introdução O SER MULHER, MÃE E TRABALHADORA: a maternidade sob a ótica da mulher atual Márcia Marrocos Aristides Barbiero Orientadora: Katia Fernanda Alves Moreira RESUMO: Esta pesquisa teve como objetivo estudar

Leia mais

DOENÇA RENAL CRÔNICA E SUBJETIVIDADE: IMPLICAÇÕES CLÍNICAS DA DIFERENÇA ENTRE SER E TER UMA DOENÇA

DOENÇA RENAL CRÔNICA E SUBJETIVIDADE: IMPLICAÇÕES CLÍNICAS DA DIFERENÇA ENTRE SER E TER UMA DOENÇA DOENÇA RENAL CRÔNICA E SUBJETIVIDADE: IMPLICAÇÕES CLÍNICAS DA DIFERENÇA ENTRE SER E TER UMA DOENÇA Priscila Rodrigues da Silva * Prof. Ms. Clovis E. Zanetti ** RESUMO: A doença renal crônica é considerada

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

SERVIÇO DE ESCUTA PSICOLÓGICA: UMA ESCUTA PROFUNDA DE CARÁTER EMERGENCIAL

SERVIÇO DE ESCUTA PSICOLÓGICA: UMA ESCUTA PROFUNDA DE CARÁTER EMERGENCIAL SERVIÇO DE ESCUTA PSICOLÓGICA: UMA ESCUTA PROFUNDA DE CARÁTER EMERGENCIAL MORAIS 1, Alexsandra Dias LIMA 2, Aline Cristine da Silva GOMES 3, Inalígia Figueiredo FRANCA 4, Juliana Monteiro da OLIVEIRA 5,

Leia mais

Prof. Dr. Samuel do Carmo Lima Coordenador do Laboratório de Geografia Médica e Vigilância em Saúde Universidade Federal de Uberlândia - Brasil

Prof. Dr. Samuel do Carmo Lima Coordenador do Laboratório de Geografia Médica e Vigilância em Saúde Universidade Federal de Uberlândia - Brasil DIAGNÓSTICO DA SAÚDE AMBIENTAL PARA A CONSTRUÇÃO DE TERRITÓRIOS SAUDÁVEIS COM ESTRATÉGIAS DE PROMOÇÃO DA SAÚDE NO BAIRRO LAGOINHA, UBERLÂNDIA - BRASIL Prof. Dr. Samuel do Carmo Lima Coordenador do Laboratório

Leia mais

TERAPIA COMUNITÁRIA E O CAPS PROMOVENDO A REINSERÇÃO SOCIAL

TERAPIA COMUNITÁRIA E O CAPS PROMOVENDO A REINSERÇÃO SOCIAL TERAPIA COMUNITÁRIA E O CAPS PROMOVENDO A REINSERÇÃO SOCIAL Maria Ferreira de Oliveira Filha 1 Renata Cavalcanti Cordeiro 2 Camilla de Sena Guerra 3 Marina Nascimento de Moraes 4 Mayra Helen Menezes Araruna

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE Resumo ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NICOLITTO, Mayara Cristina UEPG maycris_nic@hotmail.com CAMPOS, Graziela Vaneza de UEPG

Leia mais

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: RELATO DE EXPERIÊNCIA

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: RELATO DE EXPERIÊNCIA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: RELATO DE EXPERIÊNCIA Flávia Gomes Silva (1); Ádylla Maria Alves de Carvalho (2); Cleanne Rayssa Paulino Vasconcelos (3); Dandara Medeiros

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO Biologia Geral, Citologia e Genética Estudo da célula, seus componentes e relação com as funções

Leia mais

Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012.

Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012. Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012. Layz Dantas de Alencar 1 - layzalencar@gmail.com Rosimery

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Especial EDUCAÇÃO INCLUSIVA A FAMÍLIA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Especial EDUCAÇÃO INCLUSIVA A FAMÍLIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Especial EDUCAÇÃO INCLUSIVA A FAMÍLIA Brasília - 2004 Série: EDUCAÇÃO INCLUSIVA 1. A Fundamentação Filosófica 2. O Município 3 A Escola 4 A Família FICHA TÉCNICA

Leia mais

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 I CICLO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES (1º e 2º semestres): FUNDAMENTOS DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO EMENTÁRIO: O I Ciclo do Curso de Pedagogia do UniRitter desenvolve os fundamentos

Leia mais