A ENFERMAGEM ENTRE OS AVANÇOS TECNOLÓGICOS E A INTER-RELAÇÃO: REPRESENTAÇÕES DO PAPEL DO ENFERMEIRO

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1 Tecnologias versus interrelação: representações de enfermagem A ENFERMAGEM ENTRE OS AVANÇOS TECNOLÓGICOS E A INTER-RELAÇÃO: REPRESENTAÇÕES DO PAPEL DO ENFERMEIRO NURSING TECHNOLOGICAL ADVANCES AND INTERPERSONAL RELATIONS: NURSES SOCIAL REPRESENTATIONS OF THEIR ROLE LA ENFERMERÍA ENTRE LOS AVANCES TECNOLÓGICOS Y LA INTERRELACIÓN: REPRESENTACIONES DEL PAPEL DEL ENFERMERO Antonio Marcos Tosoli Gomes I Denize Cristina de Oliveira II RESUMO: Este estudo tem como objetivo analisar a representação de enfermeiros acerca da dimensão inter-relacional do cuidado de enfermagem como essencial em sua concretização como profissão. Como referencial teórico-metodológico, optou-se pela Teoria das Representações Sociais. Realizou-se entrevista em profundidade com 30 enfermeiros da rede básica de um município do Rio de Janeiro, em Para análise dos dados, utilizou-se o software Alceste 4.5. A temática esteve presente, de forma transversal, nas cinco classes analíticas construídas pelo software. Os dados demonstram que a representação social dos profissionais acerca de seu papel está relacionada à empatia e à inter-relação com a clientela e suas famílias, apesar da organização da assistência de enfermagem se concretizar, na maioria das vezes, ao redor da prescrição médica e das necessidades biomédicas dos usuários. Conclui-se que o equilíbrio entre a tecnologia e os aspectos relacionais são fundamentais na enfermagem e que a humanização na assistência necessita relacionar-se à cidadania. Palavras-chave: Enfermagem; representação social; Alceste; autonomia profissional. ABSTRACT: The purpose of this study was to analyze nurses representations of the interpersonal-relations dimension of nursing care as essential to defining the nursing profession. Its chosen theoretical and methodological frame of reference was Social Representations Theory. In-depth interviews were held with 30 nurses from the basic health system in one city in Rio de Janeiro State. The Alceste 4.5 software was used to analyze the data. The issue was present, transversely, in the five analytical classes constructed by the software. The data shows that the nurses social representation of their own role is related to their empathy and interrelations with the clientele and their families, despite the fact that nursing care is usually organized around medical prescription and users biomedical needs. It can be concluded that the balance between technology and relational aspects is fundamental to nursing and that the humanization of care needs to relate to citizenship. Keywords: Nursing; social representation; Alceste; professional autonomy. RESUMEN: Este estudio tiene como objetivo analizar la representación de enfermeros referente a la dimensión interrelacional del cuidado de enfermería como esencial para su concreción como profesión. Como referencial teóricometodológico, se optó por la Teoría de las Representaciones Sociales. Se realizó entrevista en profundidad con 30 enfermeros de la red básica de un municipio del Estado de Rio de Janeiro Brasil, em Para análisis de los datos, se utilizó el software Alceste 4.5. La temática estuvo presente, de forma transversal, en las cinco clases analíticas construidas por el software. Los datos demuestran que la representación social de los profesionales referente a su papel está relacionada a la empatía y a la interrelación con la clientela y sus familias, a pesar de la organización de la asistencia de enfermería concretizarse, en la mayor parte de las veces, alrededor de la prescripción médica y de las necesidades biomédicas de los usuarios. Se concluye que el equilibrio entre la tecnología y los aspectos relacionales son fundamentales en la enfermería y que la humanización en la asistencia necesita relacionarse a la ciudadania. Palabras Clave: Enfermería; representación social; Alceste; autonomía profesional. INRTRODUÇÃO A enfermagem apresenta-se, atualmente, com um desafio, qual seja, o de permitir que suas características essenciais permaneçam frente às mudanças tecnológicas experimentadas na área da saúde que ocorreram em um curto espaço de tempo. Essas mudanças têm apresentado o modelo biomédico como sendo aquele a ser adotado pelas instituições de saúde, por sua resolutividade, seu retorno imediato e, normalmente, sua economia em relação ao tempo. I Enfermeiro. Professor Adjunto do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgico e do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Doutor em Enfermagem pela Escola de Enfermagem Anna Nery/UFRJ. Pesquisador do Grupo de Pesquisa Saúde de Grupos Populacionais. II Professora Titular do Departamento de Fundamentos de Enfermagem e Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Doutora em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Pesquisadora do CNPq e Líder do Grupo de Pesquisa Saúde de Grupos Populacionais. p.156 Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2008 abr/jun; 16(2):

2 Gomes AMT, Oliviera DC Em paralelo à evolução tecnológica, a sociedade vem buscando um despertar das dimensões subjetivas, a exemplo da espiritualidade, como formas de maior integração do humano consigo mesmo e com as situações diversas que são obrigados a conviver. Ao mesmo tempo, a população brasileira tem adquirido informações que permitem um maior nível de exigências quanto ao atendimento de suas demandas de saúde, apesar deste fenômeno apresentar-se de modo parcial, com o conhecimento dos direitos adquiridos normalmente veiculados pela mídia (construção do universo consensual a partir do reificado). Nesse contexto, à medida que a tecnologia em saúde vai transformando a terapêutica em algo impessoal 1, o hospital tende a descaracterizar a pessoa que busca os seus serviços, transformando-o em um objeto de ações de diversos profissionais, com um linguajar que não possui nenhuma aderência ao cotidiano da maioria da população 2. Nesse sentido, buscou-se estudar como a dimensão inter-relacional do cuidado de enfermagem se traduz no âmbito da Representação Social que o enfermeiro possui de sua própria profissão. Portanto, definiu-se como objetivo deste estudo analisar, no conteúdo da representação social do papel do enfermeiro, a maneira como a dimensão inter-relacional se inscreve no cuidado de enfermagem, constituindo-se em um dos elementos essenciais para a concretização da profissão. REFERENCIAL TEÓRICO-METODOLÓGICO Definiu-se como referencial teórico-metodológico deste trabalho a Teoria das Representações Sociais 3, no contexto da Psicologia Social. Essas representações estão presentes na cultura, nos processos de comunicação e nas práticas sociais, sendo, portanto, difusos, multifacetados e em constante movimento e interação social 3. Assim, as representações sociais possuem como materiais fundamentais de estudo as opiniões verbalizadas, as atitudes e os julgamentos individuais e coletivos, fazendo parte de um olhar consensual sobre a realidade 3. Como sujeitos, foram destacados 30 enfermeiros inseridos na rede básica de atendimento à saúde de um município do interior do Estado do Rio de Janeiro, que desenvolviam a consulta de enfermagem no sistema local de saúde. Os critérios de inclusão estabelecidos foram: lotação profissional nos quadros de saúde pública do município e desempenho de atenção direta à população através da consulta de enfermagem. Os dados foram coletados através de entrevistas em profundidade, que duraram, em média, 60 minutos. A entrevista foi realizada com o auxílio de um roteiro estruturado a partir de entrevistas exploratórias anteriormente realizadas. Os sujeitos (S) foram identificados por letra e ordem numérica. Ex.: S1, S2, S3... A análise dos dados baseou-se na análise de conteúdo que pode ser definida como um conjunto de técnicas de análise de comunicação 4:31. No entanto, para o tratamento dos dados, foi utilizada a análise lexical mecanizada pelo software ALCESTE 5, que permite realizar análise de conteúdo por meio de técnicas quali-quantitativas de tratamento de dados textuais e se propõe a identificar a informação essencial presente em um texto. Foram obedecidas as orientações da Resolução nº 196/96, do Conselho Nacional de Saúde, tanto com a instituição que autorizou a realização da pesquisa quanto com os sujeitos que cederam as entrevistas após leitura e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. RESULTADOS E DISCUSSÃO Os resultados observados na análise ALCESTE das 30 entrevistas referidas revelaram a distribuição dos conteúdos em cinco classes empíricas, como pode ser observado na Figura 1. Essas classes indicam que a produção verbal dos sujeitos abarcou as seguintes temáticas: classe 1: conflitos no perfil profissional universidade e mercado de trabalho; classe 2: limites da prática profissional nos programas de saúde; classe 3: contornos e especificação do papel próprio do enfermeiro; classe 4: construção e organização do espaço profissional; e classe 5: auto e hetero imagem profissional. Os profissionais, como pode ser observado em outros autores 1,6,7, possuem uma cartografia mental que se estrutura na valorização do processo fisiopatológico e na intervenção farmacológica e micromolecular, ao mesmo tempo em que a herança teórica e prática da enfermagem consubstancia um saber/fazer que privilegia a atenção às diversas dimensões que compõem o ser humano. Destaca-se, então, que entre a hegemonia atual e a imagem/comportamento construída teórica e sociologicamente pela profissão, os enfermeiros apresentam um fazer que engloba os dois extremos, na dependência das situações que enfrentam no cotidiano. A construção histórica da enfermagem acerca de sua postura frente à clientela pode ser observada na fala a seguir: Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2008 abr/jun; 16(2): p.157

3 Tecnologias versus interrelação: representações de enfermagem Formação/absorção orção Profissional CLASSE 1: Conflitos no perfil profissional: universidade e mercado de trabalho 337 u.c.e. 15,03% CLASSE 4: Construção e organização do espaço profissional 507 u.c.e. 22,60% - Entrevistados: 1, 3, 5, 6, 9, 18 e 20 - Sexo: feminino - Idade: entre Tempo de formado: entre 9 a 15 - Tempo de PAISC: menos de 1 ano e acima de 10 Hospital Faculdade Prática Definição Enfermagem Mercado Professor Teoria Pós-graduação Ciência Profissão Residência Sair Característico Conceito Aluno Arte Entrevistados: 6, 10, 11, 14, 17, 20 e 29 - Idade: acima de 35 - Tempo de formado: acima de 9 - Tempo de PAISC: acima de 10 ABEn COREn Conquista Espaço Petrópolis Espaço Profissional Governo Enfermagem Classe Ocupar Município Poder público Fabíola Política Silmar Suzana Fátima Programas Miriam Figura 1: Classificação Hierárquica Descendente (Dendograma) AUTONOMIA PROFISSIONAL CLASSE 2: Limite da prática profissional nos programas de saúde 409 u.c.e. 18,24% - Entrevistados: 2, 4, 8, 15, 22 e 28 - Sexo: masculino - Idade: Tempo de formado: entre 6 e 10 - Pós-graduação: não possuem - Tempo de PAISC: entre 5 e 10 Rotina Liberdade Ação Poder Enfrentar Conhecimento Científico Programa Prescrever Receita de bolo Prescrição Agir Teoria de enfermagem Prática Profissional CLASSE 5: Auto e hetero imagem profissional 507 u.c.e. 22,60% - Entrevistados: 3, 12, 15, 16, 28 e 30 - Sexo: masculino - Idade: entre Tempo de formado: entre 9 a 15 - Tempo de PAISC: entre 5 e 10 Equipe de saúde População Depositar Auxiliar de enfermagem Enfermeiro Credibilidade Doutor Equipe de enfermagem Exclusiva Ações Médico Exclusivo Confundir Conjunto Grupo CLASSE 3: Contornos e especificação do papel próprio do enfermeiro 483 u.c.e. 21,53% - Entrevistados: 7, 13, 19, 25, 26 e 27 - Idade: entre Tempo de formado: entre 3 e 6 - Tempo de PAISC: entre 1 e 5 Palavra Freq. X 2 Criança Mãe PAISC Filho Pesar Alimentar Acompanhar Desenvolvi Mento Mulher Higiene Hipertensão Doente Gestante Dor Diabetes Verificar Pré-natal Baixo-peso Avaliação p.158 Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2008 abr/jun; 16(2):

4 Gomes AMT, Oliviera DC Eu acho que a enfermagem sempre foi uma profissão muito humana. O perigo da enfermagem em termos de humanizacão é a automacão, a tecnologia, porque dou aula também e vejo e questiono muito meus alunos quando eu pergunto como é no hospital, como é no estagio. (S6) O enfermeiro tem que saber unir o conhecimento científico e a humanização na hora certa. (S10) Além da tecnologia em si, os profissionais apontam o conhecimento científico como algo que deve ser aliado à humanização e ao próprio atendimento à clientela. Nesse sentido, a representação desse grupo de enfermeiros reforça que a humanização é algo característico e inerente à enfermagem, embora esse modo específico de concretizar-se como profissão sofra ameaças de transformação, como conseqüência da convivência com outras áreas do saber e com os desafios e valores da atualidade. Torna-se interessante destacar que os trechos discursivos apontam os extremos atitudinais e comportamentais que são adotados pelos enfermeiros e que permanecem em suas construções mentais sob a forma de representação. Como já apontado em outros estudos 8,9, esses profissionais, em função de inúmeros fatores, tendem a incluir o seu saber/fazer no âmbito do paradigma biomédico, o que valoriza, de per si, a intervenção eficaz com resultados imediatos, bem como a compreensão de funcionamento do humano como uma máquina que necessita de ajustes e suportes específicos, dependendo das situações. Nesse contexto de atuação profissional, cabem, às vezes de forma exclusiva, as explicações moleculares, fisiopatológicas e farmacológicas para a origem e a resolutividade das doenças, sem a atenção necessária para as construções simbólicas, as implicações afetivas e os impactos emocionais que o processo saúde-doença causa nos pacientes e em seus familiares 1,2,7. Os enfermeiros agem, então, completamente embasados segundo os atuais conhecimentos científicos, oferecendo resolutividade às demandas apresentadas pela clientela em seu âmbito de atuação, quer seja na área da saúde pública com a consulta de enfermagem, quer seja em setores especializados, como as unidades de terapias intensivas, unidades coronarianas, centros cirúrgicos e salas de urgências. A constante especialização dos profissionais associada ao reconhecimento social que o manejo da tecnologia e a detenção do conhecimento científico proporcionam está favorecendo o surgimento de um contingente de enfermeiros que vêem como seu objeto de trabalho o cuidar tecnológico e não mais a pessoa humana em sua complexidade 2. Nesse sentido, pode-se considerar que, apesar do contato físico/corporal realizado pelo enfermeiro, esses profissionais nem sempre conseguem tocar a alma das pessoas cuidadas e, assim, sentem dificuldades em ajudá-las a construir sentido em meio às situações desagregadoras da existência humana. Nesse contexto, torna-se importante também expor o processo de adoecimento pela linguagem técnico-científica, mas esta explicação tende a carecer de sentido humano e de sensibilidade profissional, de um modo geral presente na capacidade de empatia e compaixão, tão caras às figuras histórias da enfermagem e às suas teóricas ao longo dos 10. Expõe-se em detalhes, por exemplo, o processo e as causas de morte na tentativa de que a razão forneça sentido à situação, esquecendo-se que esta compreensão linear (tão presente nos atores institucionais) faz-se presente pelo distanciamento afetivo-emocional do ser que adoece ou falece, processo difícil de ser realizado por aqueles que conferem o significado de absurdo a essa situação de turbulência emocional do processo saúde-doença-morte 1. Centra-se a assistência de enfermagem no arsenal farmacológico, em detrimento do acúmulo de experiência de enfermeiros no âmbito das relações humanas, tão propícias à redução da hipertensão arterial, à melhora dos níveis de dor e à construção de um processo de morrer que seja compatível com a dignidade humana 1,7, entre outras coisas. Em função da medicalização do processo saúde-doença, chama-se, não sem muito sarcasmo e menosprezo, a capacidade de inter-relação da enfermagem de papoterapia, por sua suposta não cientificidade e por sua incapacidade de mensuração de resultados 8. Por vezes, a clientela e os seus familiares não procuram razões científicas para os acontecimentos; na maioria delas solicitam (de forma verbal ou não) a oportunidade de expressarem a crença em outros desfechos diferentes daqueles prenunciados pelos profissionais de saúde, sem terem que ouvir que necessitam se adaptar à realidade. Procuram, ainda, espaço para o humano entre as construções institucionais e o conhecimento especializado que rege o processo de viver, adoecer e morrer em seu interior; algo que conforte as estruturas psíquicas e emocionais abaladas, que, quase sempre, não se satisfazem com o esquadrinhamento da relação causa e efeito da ciência contemporânea 8, Um dos sujeitos resume as questões aqui apresentadas: O que caracteriza a enfermagem é a humanização. Eu acredito que é a profissão na qual o homem está mais perto do seu semelhante. Além de produzir Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2008 abr/jun; 16(2): p.159

5 Tecnologias versus interrelação: representações de enfermagem saúde, meios e recursos necessários para que o outro ser humano atinja esses níveis, o enfermeiro também se dá em carinho, em simplicidade, em assistência e em amor. (S17) A representação exposta no depoimento anterior acerca da enfermagem e sua concretização prática possui três questões importantes: a humanização que a caracteriza, a construção de tecnologias para que a clientela atinja níveis adequados de saúde indicando determinado grau de autonomia destes na construção mental dos profissionais e, por fim, a presença de dimensões humanas e afetivas, imprescindíveis para a implementação de um cuidado de enfermagem que inclua o aspecto relacional sem desprezar o uso de tecnologias outras. Em uma concepção ideal, essas três dimensões do saber/fazer da enfermagem parece ser a essência da profissão, através da qual novos sentidos poderiam ser fornecidos às ações desenvolvidas pelos profissionais nos diversos cenários profissionais 8, Outro enfermeiro aprofunda a questão: É muito importante que o enfermeiro se posicione, que coloque outras coisas antes, como o amor às pessoas. Se o enfermeiro tem amor pelas pessoas, [...] elas vão entender que o seu papel próprio é diferente, que você é um enfermeiro diferente e elas vão ver a diferença entre o auxiliar de enfermagem e o enfermeiro. (S28) Torna-se interessante destacar que, nesta produção verbal, a especificidade do saber/fazer da enfermagem se configura nas dimensões relacionais e afetivas do profissional, questão também pontuada por outros autores 1,2,7. O mero fazer dos profissionais de enfermagem, mesmo que habilidoso e competetente tecnicamente, não fornece, no campo representacional apresentado, a especificidade do enfermeiro, podendo também ser desenvolvido pelos demais membros dessa equipe. Os sujeitos continuam aprofundando a questão: Muitas vezes o que elas precisam é de ouvir alguma coisa além do que se aprende na faculdade. Eu falo de Deus para as pessoas, falo das dificuldades quando se enfrenta a morte e que as dificuldades vêm para aperfeiçoar nossa vida. (S28) A enfermagem é o cuidar de pessoas que aprendemos na faculdade, é mostrar outros caminhos com o nosso conhecimento para que as pessoas possam resolver os problemas delas. A enfermagem dá os caminhos do cuidado. (S2) Torna-se interessante que a cartografia mental do grupo atribua à enfermagem, também, o cuidado ligado à espiritualidade e ao crescimento interior. As vivências de doenças e do processo de morrer são situações propícias à reflexão acerca das opções feitas ao longo da vida e de constituição de novos sentidos, uma vez que todas as construções feitas até então são colocadas em questionamento frente à finitude da vida ou à possibilidade de sofrimentos físicos e emocionais 2. Apesar da importância e da beleza dos dados apresentados, sabe-se que a prática cotidiana da enfermagem não se apresenta de forma tão sensível, às vezes estruturando-se meramente ao redor e em função da prescrição médica 8. Em outras situações, procura-se escutar o que o paciente e os familiares dizem, mas as preocupações rotineiras transformam o profissional em um ser de corpo presente, mas alheio, de fato, às angústias experimentadas por aqueles atores sociais em suas vivências institucionais. A compreensão de que somente a inter-relação ou a tecnologia são, separadamente, suficientes para dar conta do complexo saúde-doença necessita ser superado pelo equilíbrio entre ambos 1,7. Podese considerar, assim, que o aspecto relacional da assistência de enfermagem possa redimensionar o tecnológico, mantendo todo o aparato necessário ao enfrentamento das patologias e agressões orgânicas, ao mesmo tempo em que se recupera a tradição da profissão no que concerne à abordagem e compreensão do ser humano e seu organismo 8, CONCLUSÕES A temática da essencialidade da profissão e de sua forma de relação com a sociedade apresenta-se como sendo complexa e inserida no âmago de problemáticas fundamentais para o reconhecimento da enfermagem, especialmente no mundo contemporâneo da rapidez e do resultado imediato. Dessa maneira, uma enfermagem que consiga reunir habilidades manuais para a manutenção da vida e a diminuição de agravos orgânicos, bem como o desenvolvimento de competências relacionais, conseguirá se aproximar, de uma maneira melhor, de ambas as dimensões aprofundadas neste artigo. Ressalta-se que a humanização buscada pela enfermagem não pode se pautar, unicamente, por sentimentos que transformam a clientela em alvo de mera afetividade pessoal; essa humanização precisa estar diretamente relacionada à construção de uma cidadania em que cada usuário do sistema de saúde tenha o seu direito de atendimento garantido, bem como as suas necessidades básicas respeitadas e supridas. A enfermagem, por estar presente nos momentos relacionados ao processo saúde-doença, enfrenta de forma contínua o desespero, a dor e o sofri- p.160 Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2008 abr/jun; 16(2):

6 Gomes AMT, Oliviera DC mento de diversas pessoas que estão sob o seu cuidado, e lidar com isso, com a rigidez e a lógica científica, pode se configurar como uma atitude insensível que não abarca a complexidade humana. Dedicatória Este artigo é dedicado a Luiz Roque Tosoli, familiar e amigo do autor, que enfrentou a morte em 23/02/2007 em um contexto pessoal, institucional e sanitário que causou indignação (justa, diga-se de passagem) naqueles que acompanharam tal processo. É, também, uma pequena homenagem a este homem que soube ser grande, essencial e amoroso e, assim, conseguiu chegar à outra margem com a dignidade dos iluminados e a humildade dos que se sabem simplesmente hum diante do Mistério que a tudo recria, diariamente. REFERÊNCIAS 1. May R. O relacionamento empático: uma das bases da cura. In: Carlson R, Shield B, organizadores. Curar, curar-se. São Paulo: Editora Cultrix; p Mussi FC. Confortamos? Lidamos com o humano sem conhecer o que de humano temos dentro de nós. Rev Esc Enf USP. 1999; 33: Moscovici S. A representação social da psicanálise. Rio de Janeiro: Zahar Editores; Bardin L. Análise de conteúdo. Lisboa (Po): Edições 70; Reinert M. Alceste, une méthodologie d analyse des dones textuales et une applicatin: Aurelia de G. de Nerval. Bulletin de Méthodologie Sociologique. 1990; 26: Leopardi MT. Entre a moral e a técnica: ambigüidades do cuidado de enfermagem. Florianópolis (SC): EdUFSC; Silva AL. Cuidado como momento de encontro e troca. In: Anais do 50º Congresso Brasileiro de Enfermagem; 1998 out 15-19; Salvador; Brasil. Salvador (BA): Associação Brasileira de Enfermagem; p Gomes AMT. A autonomia profissional da enfermagem em saúde pública: um estudo de representações sociais [dissertação de mestrado]. Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Almeida MCP, Rocha JSY. O saber de enfermagem e sua dimensão prática. São Paulo: Cortez; Marriner-tomey A. Introducción al análisis de las teorías de enfermería. In: Marriner-tomey A, organizadora. Modelos y teorías en enfermería. Madri (Es): Mosby/Doyma Libros; p Gomes AMT, Oliveira DC. A auto e a hetero imagem profissional do enfermeiro em saúde pública: um estudo de representações sociais. Rev Latino-am Enfermagem. 2005; 13: Gomes AMT, Oliveira DC. Formação profissional e mercado de trabalho: um olhar a partir das representações sociais de enfermeiros. Rev enferm UERJ. 2004; 12: Gomes AMT, Oliveira DC. A estrutura representacional de enfermeiros acerca da enfermagem: novos momentos e antigos desafios. Rev enferm UERJ. 2007; 15: Recebido em: Aprovado em: Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2008 abr/jun; 16(2): p.161

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