PHMETRO: é um medidor de potencial hidrogeniônico que indica a acidez, neutralidade ou alcalinidade das amostras.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PHMETRO: é um medidor de potencial hidrogeniônico que indica a acidez, neutralidade ou alcalinidade das amostras."

Transcrição

1 ESTUFA PARA ESTERILIZAÇÃO E SECAGEM: Estufas de Esterilização e Secagem são empregadas para a eliminação de toda e qualquer manifestação microbiológica que pode haver nos instrumentos laboratoriais e secagem de amostras e reagentes. FORNO MUFLA: É um equipamento utilizado para realizar calcinação de substâncias, para análises químicas de substâncias complexas ou na quantificação de metais. Opera em faixas de temperaturas em torno de 1000⁰C a 1500⁰C

2 BALANÇA DE PRECISÃO:A balança de precisão é um dispositivo de elevada sensibilidade, utilizado para medir a massa de sólidos e líquidos não voláteis com alto grau de precisão. Este é um item indispensável em laboratórios de modo geral, uma vez que muitos procedimentos necessitam de amostras em quantidades exatas. PENETRÔMETRO MANUAL é um equipamento muito útil para o agrônomo/técnico agrícola e o produtor que desejam identificar a compactação e evitar perdas de produtividade na lavoura. Utilizando-o é possível saber quais áreas do campo, tanto no plantio direto quanto no plantio convencional, podem apresentar problemas ao crescimento das plantas. BALANÇA ANALÍTICA: A balança analítica é um equipamentode uso mais restrito. Essabalançaexige experiência e destreza do operador e possui altíssimo grau de precisão. É utilizada principalmente em determinação de massas em análises químicas, determinação de quantidade absoluta ou relativa de um ou mais constituintes de uma amostra. A balança analítica possui um dispositivo tipo capela com três portas para proteger de correntes de ar podem alterar o valor absoluto da pesagem

3 PHMETRO: é um medidor de potencial hidrogeniônico que indica a acidez, neutralidade ou alcalinidade das amostras. MESA AGITADORA ORBITAL:Promove agitação padrão, orbital e homogênea de Erlenmeyersou copos plásticos para extração de elementos contidos em amostras de solos. AGITADOR DE TUBOS: Permitem uma rápida e eficaz homogeneização de substâncias contidas em diversos tipos de recipientes, graças a seu movimento vibratório orbital. Seu desenho baixo garante uma elevada estabilidade do aparelho durante sua utilização.

4 PENETRÔMETRO DE BANCADA PARA SOLO: Utilizado em laboratórios para avaliação de solosem testes de dureza e compactação. MESA AGITADORA ORBITAL: Promove agitação padrão, orbital e homogênea de Erlenmeyers ou copos plásticos para extração de elementos contidos em amostras de solos. AGITADOR MAGNÉTICO COM AQUECIMENTO: é um aparelho de laboratório destinado a agitar líquidos ou soluções por longos períodos de tempo. Por baixo do prato superior encontra-se um motor de velocidade regulável ligado a um ímã em rotação que faz rodar uma pequena barra magnetizada, que é colocada no interior da solução a ser agitada.

5 DESSECADOR:Recipiente em vidro, usado na secagem de substâncias que tenham sido previamente aquecidas e precisam esfriar sem contato com a umidade atmosférica. BLOCO DIGESTOR:Utilizado para digerir os mais diversos tipos de amostras, tais como solo, plantas, alimentos, bebidas, entre outros; para posterior análise. ESTUFA COM CIRCULAÇÃO FORÇADA DE AR: Equipamento utilizado para secagem de produtos vegetais ou amostras de solo que necessitam de ação moderada de temperatura reduzindo os riscos de modificar princípios ativos durante secagem melhorando a eficiência através de processo com circulação e renovação de ar. Também utilizada com temperatura mais elevada para testes de dilatação de metais e outros.

6 MESA VIBRATÓRIA PARA GRANULOMETRIA: Equipamento eletromagnético utilizado para agitar peneiras redondas para análises granulométricas com 8" ou 5" ou 3" polegadas de diâmetro. Pode ser usado em avaliações de fertilizantes, agregados e outros procedimentos que necessitam de separação de grânulos com diferentes diâmetros. AGITADOR DISPERSOR DE SOLOS:Equipamento de bancada com copo munido de chicanas e umahélice, utilizado em análise física do solo, na dispersão de solos para posterior separação da argila, silte e areia.

7 MICRODESTILADOR PARA NITROGÊNIO: Digestão de amostras para análise de nitrogênio/proteína emsolos, plantas, alimentos, bebidas, efluentes, borrachas, etc; com neutralização dos gases. EQUIPAMENTO PARA TESTE DE PROCTOR: é um conjunto para retirada de corpos de prova de solos, indicado para determinação rápida da densidade em campo. BARRILETES: Equipamento utilizado como reservatório, é ideal para armazenagem de água destilada ou reagentes pois são inertes à contaminação química.

8 CAPELA DE EXAUSTÃO: é um equipamento de proteção coletiva, usadanos laboratórios que tenham algum tipo de trabalho com manipulações de produtos químicos, tóxicos, vapores agressivos, partículas ou líquidos em quantidades e concentrações perigosas, prejudiciais para a saúde. Toda a manipulação que possa ocasionar uma reação perigosa deve ser feita dentro de uma capela. A função da capela de exaustão é eliminar tais vapores utilizando exaustores projetados, preservando a saúde do operador. BURETAS: Instrumento laboratorial cilíndrico, de vidro, colocado na vertical com a ajuda de um suporte que contém uma escala graduada rigorosa, geralmente em cm³ (ml). Possui na extremidade inferior uma torneira de precisão para dispensa de volumes rigorosamente conhecidos em tarefas como a titulação de soluções.

9 AGITADOR DE PENEIRAS TIPO YODER: para realização do ensaio de estabilidade de agregados. Agitação: Fixa em 30 OPM (oscilação por minuto), verticais com 4 cm de amplitude. Proporciona o peneiramento imerso em água e possui capacidade para 4 jogos de peneiras. MESA DE TENSÃO: Utilizada em laboratórios para determinação de porosidade de solos.

10 TENSIÔMETRO: equipamento que mede a tensão ("força") com que a água é retida pelo solo, a qual afeta diretamente a absorção de água pelas plantas. São disponíveis com manômetrometálico ou de mercúrio, ou tensímetros digitais de agulha. Os metálicos são de mais fácil instalação e manutenção e mais seguros do ponto de vista ambiental. As unidades de medida podem ser em kpa, cbar, mmhg e cmh2o. Este equipamento tem capacidade para leitura de tensão, geralmente entre 0-75 kpa, sendo recomendados para o manejo da irrigação. EQUIPAMENTO PARA SOCIALIZAÇÃO DE IDÉIAS: Sem descrição.

MINISTERIO DE AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO RURAL DIRECÇÃO GERAL DE ENGENHARIA E DESENVOLVIENTO RURAL LABORATÓRIO NACIONAL DOS SOLOS, ÁGUA E PLANTAS

MINISTERIO DE AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO RURAL DIRECÇÃO GERAL DE ENGENHARIA E DESENVOLVIENTO RURAL LABORATÓRIO NACIONAL DOS SOLOS, ÁGUA E PLANTAS REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU MINISTERIO DE AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO RURAL DIRECÇÃO GERAL DE ENGENHARIA E DESENVOLVIENTO RURAL LABORATÓRIO NACIONAL DOS SOLOS, ÁGUA E PLANTAS É sabido que agricultura sem

Leia mais

RELAÇÃO DE ITENS - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 00033/2014-000

RELAÇÃO DE ITENS - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 00033/2014-000 26267 - UNIVERSIDADE FED DA INTEGR LATINO-AMERICANA 58658 - UNIVERSIDADE FED. DA INTEGR. LATINO-AMERICANA RELAÇÃO DE ITENS - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 00033/20-000 - Itens da Licitação - APARELHO ENSAIOS FÍSICOS

Leia mais

Ensaios de Laboratório em Mecânica dos Solos Curva de Retenção de Água

Ensaios de Laboratório em Mecânica dos Solos Curva de Retenção de Água Ensaios de Laboratório em Mecânica dos Solos Curva de Retenção de Água Prof. Fernando A. M. Marinho 2010 Teor de Umidade nos Vazios (adensamento) Índice de Vazios 3 2.5 2 1.5 1 S = 100% e = wg s Tensão

Leia mais

Universidade Federal do Paraná Departamento de Zootecnia Centro de Pesquisa em Forragicultura (CPFOR)

Universidade Federal do Paraná Departamento de Zootecnia Centro de Pesquisa em Forragicultura (CPFOR) Universidade Federal do Paraná Departamento de Zootecnia Centro de Pesquisa em Forragicultura (CPFOR) Determinação da matéria seca em forno de micro-ondas doméstico Por Bleine Conceição Bach e Patrick

Leia mais

Descritivo de produto. Fornecedor. www.velp.com

Descritivo de produto. Fornecedor. www.velp.com Descritivo de produto Fornecedor www.velp.com Agitador Magnético c/ Aquecimento Modelo HSC Agitador magnético com placa de cerâmica, durável e fácil de limpar. DESCRIÇÃO O agitador magnético com aquecimento

Leia mais

Manejo de irrigação Parâmetros solo-planta-clima. FEAGRI/UNICAMP - Prof. Roberto Testezlaf

Manejo de irrigação Parâmetros solo-planta-clima. FEAGRI/UNICAMP - Prof. Roberto Testezlaf Manejo de irrigação Parâmetros solo-planta-clima Relações água e solo Fases do solo Sólida Líquida (Água/Solução) Ar Fase sólida Densidades do solo e de partícula Densidade de partícula (real) Relação

Leia mais

ESTRUTURA DO MICROSCÓPIO ÓPTICO

ESTRUTURA DO MICROSCÓPIO ÓPTICO ESTRUTURA DO MICROSCÓPIO ÓPTICO Lembre-se que o microscópio utilizado em nosso laboratório possui uma entrada especial para uma câmera de vídeo. Parte Mecânica: Base ou Pé: Placa de apoio do microscópio

Leia mais

Preparação e padronização de uma solução 0,10 mol/l de ácido clorídrico

Preparação e padronização de uma solução 0,10 mol/l de ácido clorídrico Universidade Estadual de Goiás UnUCET - Anápolis Química Industrial Química Experimental II Preparação e padronização de uma solução 0,10 mol/l de ácido clorídrico Alunos: Bruno Ramos; Wendel Thiago; Thales

Leia mais

14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA

14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA 14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA O calor gerado pela reação de combustão é muito usado industrialmente. Entre inúmeros empregos podemos citar três aplicações mais importantes e frequentes: = Geração

Leia mais

Laboratórios de Pesquisa da Biologia

Laboratórios de Pesquisa da Biologia Laboratórios de Pesquisa da Biologia 1 - Laboratório de Biologia e Ecologia Animal (B 1.01) Conta com um espaço físico de 12m x 12m (144m²) phmetro ou medidor de ph: é um aparelho usado para medição de

Leia mais

LABORATÓRIOS DA ÁREA DE QUÍMICA

LABORATÓRIOS DA ÁREA DE QUÍMICA LABORATÓRIOS DA ÁREA DE QUÍMICA Laboratórios de Química I, II, III, IV Localização: - Analítica - Bloco "M" 304 Área: 70,65 m² - Físico Química - Bloco M 303 Área: 95,48m² - Química Inorgânica - Bloco

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA E APARELHAGEM UTILIZADA EM LABORATÓRIO

NORMAS DE SEGURANÇA E APARELHAGEM UTILIZADA EM LABORATÓRIO NORMAS DE SEGURANÇA E APARELHAGEM UTILIZADA EM LABORATÓRIO Objetivo: Explicação das normas básicas de segurança no laboratório. Aula teórica com retroprojetor, transparências e demonstração de algumas

Leia mais

FATEC - FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO Departamento de Transportes e Obras de Terra CONTROLE DE COMPACTAÇÃO DE CAMPO

FATEC - FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO Departamento de Transportes e Obras de Terra CONTROLE DE COMPACTAÇÃO DE CAMPO CONTROLE DE COMPACTAÇÃO DE CAMPO 1- Introdução Vimos anteriormente que o solo escolhido para ser utilizado para uma dada finalidade como: camada de pavimento, corpo de aterro, base de reservatório, solo

Leia mais

Estudo do Solo. 1. Introdução. 2. O solo

Estudo do Solo. 1. Introdução. 2. O solo Estudo do Solo 1. Introdução O estudo e a caracterização dos parâmetros físicos e químicos do solo constituem uma metodologia de trabalho essencial na realização de levantamentos das comunidades vegetais,

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS MEDIÇÃO DE NÍVEL

INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS MEDIÇÃO DE NÍVEL INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS MEDIÇÃO DE NÍVEL Introdução A medição de nível.engloba, também, a medição do volume e do peso de líquidos e sólidos contidos em recipientes. Basicamente, a medição

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO TEOR DE NEGRO-DE-FUMO EM TUBOS DE PEAD PARA ABASTECIMENTO DE ÁGUA COMPARAÇÃO ENTRE DOIS MÉTODOS

DETERMINAÇÃO DO TEOR DE NEGRO-DE-FUMO EM TUBOS DE PEAD PARA ABASTECIMENTO DE ÁGUA COMPARAÇÃO ENTRE DOIS MÉTODOS PROMOÇÃO E REALIZAÇÃO REDE METROLÓGICA DO ESTADO DE SÃO PAULO - REMESP REDE DE SANEAMENTO E ABASTECIMENTO DE ÁGUA - RESAG 29 a 31 de outubro de 2014 Local: Associação Brasileira da Indústria de Máquinas

Leia mais

TEOR DE UMIDADE DOS GRÃOS

TEOR DE UMIDADE DOS GRÃOS Teor de Umidade dos Grãos TEOR DE UMIDADE DOS GRÃOS O teor de umidade dos grãos representa a quantidade de água por unidade de massa do grão úmido ou seco. Pode ser expresso pela relação entre a quantidade

Leia mais

Mecânica dos Fluidos PROF. BENFICA benfica@anhanguera.com www.marcosbenfica.com

Mecânica dos Fluidos PROF. BENFICA benfica@anhanguera.com www.marcosbenfica.com Mecânica dos Fluidos PROF. BENFICA benfica@anhanguera.com www.marcosbenfica.com LISTA 2 Hidrostática 1) Um adestrador quer saber o peso de um elefante. Utilizando uma prensa hidráulica, consegue equilibrar

Leia mais

Descritivo de produto. Fornecedor. www.biochrom.com

Descritivo de produto. Fornecedor. www.biochrom.com Descritivo de produto Fornecedor www.biochrom.com Lavadora de Microplacas Fluido 2 SILENCIOSA E EFICIENTE - Sistema livre de vácuo e pressurização com bombas silenciosas. - Sem necessidade de tempos de

Leia mais

ASPECTOS GERAIS CAPÍTULO 1

ASPECTOS GERAIS CAPÍTULO 1 CAPÍTULO 1 ASPECTOS GERAIS Adonai Gimenez Calbo & Washington L.C. Silva O sistema gasoso de controle de irrigação foi patenteado pela Embrapa e é usualmente denominado por sua marca registrada, Irrigas.

Leia mais

PLASTICIDADE DOS SOLOS

PLASTICIDADE DOS SOLOS INTRODUÇÃO Solos finos granulometria não é suficiente para caracterização; formados por partículas de grande área superficial (argilominerais) interação com a água propriedades plásticas f(tipo de argilomineral);

Leia mais

Anexo II Memorial Descritivo. Memorial Descritivo para instalação do SLAV-RJ

Anexo II Memorial Descritivo. Memorial Descritivo para instalação do SLAV-RJ Anexo II Memorial Descritivo MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Laboratório Nacional Agropecuário LANAGRO-MG Serviço Laboratorial Avançado SLAV-RJ Memorial Descritivo para instalação do

Leia mais

Parâmetros para o correto uso do gás canalizado

Parâmetros para o correto uso do gás canalizado Parâmetros para o correto uso do gás canalizado 2 Os parâmetros para utilização adequada do gás canalizado encontram-se no Decreto Estadual 23.317/97 que aprova o Regulamento de Instalações Prediais -

Leia mais

CONTROLADORES PONTUAIS DE IRRIGAÇÃO

CONTROLADORES PONTUAIS DE IRRIGAÇÃO CONTROLADORES PONTUAIS DE IRRIGAÇÃO Adonai Gimenez Calbo & Washington L.C. Silva CAPÍTULO 10 Controladores de irrigação Irrigas são dispositivos pneumáticos que usam ar comprimido para acionar a aplicação

Leia mais

Questão 3: É objetivo da elaboração de Procedimento Operacional Padrão :

Questão 3: É objetivo da elaboração de Procedimento Operacional Padrão : Questão 1: Na rotina do laboratório de análise de alimentos são manuseados diversos materiais que podem afetar a segurança no trabalho. Escolha a opção CORRETA relacionada a esse tema. a) Risco: é o perigo

Leia mais

Preparo de Amostras. Linha de produtos. ::: Clear Solutions in Sample Preparation

Preparo de Amostras. Linha de produtos. ::: Clear Solutions in Sample Preparation Preparo de Amostras Linha de produtos ::: Clear Solutions in Sample Preparation Multiwave PRO Soberano nos métodos de preparo de amostras 4 O sistema de reação assistido por micro-ondas Multiwave PRO oferece

Leia mais

o hectare Nesta edição, você vai descobrir o que é um biodigestor, como ele funciona e também O que é o biodigestor? 1 ha

o hectare Nesta edição, você vai descobrir o que é um biodigestor, como ele funciona e também O que é o biodigestor? 1 ha o hectare Publicação do Ecocentro IPEC Ano 1, nº 3 Pirenópolis GO Nesta edição, você vai descobrir o que é um biodigestor, como ele funciona e também vai conhecer um pouco mais sobre a suinocultura. Na

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE FÍSICO QUÍMICA 8.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE FÍSICO QUÍMICA 8.º ANO DE FÍSICO QUÍMICA 8.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO O aluno é capaz de: -Reconhecer a natureza corpuscular da matéria e a diversidade de materiais através das unidades estruturais das suas substâncias;

Leia mais

ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS - END Ensaios realizados em materiais, acabados ou semi acabados, para verificar a existência ou não de descontinuidades ou defeitos, através de princípios físicos definidos, sem

Leia mais

O Secretário de Vigilância Sanitária d Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições legais e considerando:

O Secretário de Vigilância Sanitária d Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições legais e considerando: título: Portaria nº 27, de 18 de março de 1996 ementa não oficial: Aprova o regulamento técnico sobre embalagens e equipamentos de vidro e cerâmica em contato com alimentos, conforme Anexo da presente

Leia mais

Mecânica de Solos Prof. Fabio Tonin

Mecânica de Solos Prof. Fabio Tonin Compactação dos Solos Mecânica de Solos Prof. Fabio Tonin Compactação É o processo mecânico de aplicação de forças externas, destinadas a reduzir o volume dos vazios do solo, até atingir a massa específica

Leia mais

Laboratório rio de Polímeros e Materiais

Laboratório rio de Polímeros e Materiais Laboratório rio de Polímeros e Materiais 26 Novembro Novembro 2003 de Mecânica Panorâmica Geral Introdução Este laboratório, criado no ano lectivo de 1989/90, possui vários equipamentos de ensaio de materiais.

Leia mais

VIDRARIAS E UTENSÍLIOS DE LABORATÓRIO

VIDRARIAS E UTENSÍLIOS DE LABORATÓRIO Universidade Federal Fluminense Departamento de Biologia Celular e Molecular Disciplina de Iniciação à Pesquisa I Professoras responsáveis: Lídia Amorim e Patricia Burth. VIDRARIAS E UTENSÍLIOS DE LABORATÓRIO

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA GERADOR DE HIDROGÊNIO GASOSO PARA UTILIZAÇÃO COMO COMBUSTÍVEL ALTERNATIVO EM VEÍCULOS AUTOMOTORES

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA GERADOR DE HIDROGÊNIO GASOSO PARA UTILIZAÇÃO COMO COMBUSTÍVEL ALTERNATIVO EM VEÍCULOS AUTOMOTORES DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA GERADOR DE HIDROGÊNIO GASOSO PARA UTILIZAÇÃO COMO COMBUSTÍVEL ALTERNATIVO EM VEÍCULOS AUTOMOTORES Luis Thiago Panage Conelheiro 1, Arquimedes Luciano 2 RESUMO: Uma grande

Leia mais

MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA.

MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA. MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA. Notas: Aprovado pela Deliberação CECA nº 3.967, de 16 de janeiro de 2001

Leia mais

Matéria e Estados da Matéria

Matéria e Estados da Matéria Matéria e Estados da Matéria A matéria é o material físico do universo. Matéria é tudo que tem massa e ocupa certo lugar no espaço. Na antiguidade, o homem chegou a acreditar que toda matéria existente

Leia mais

AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Procedimentos e normas de segurança em laboratórios escolares parte 1

AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Procedimentos e normas de segurança em laboratórios escolares parte 1 AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Procedimentos e normas de segurança em laboratórios escolares parte 1 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL - 3º ANO DO ENSINO MÉDIO OBJETIVO Propor e explicar procedimentos padrão

Leia mais

Considerando-se as propriedades da matéria e a partir da analise das curvas de aquecimento I e II, é correto afirmar:

Considerando-se as propriedades da matéria e a partir da analise das curvas de aquecimento I e II, é correto afirmar: 2 EXERCÍCIOS Fala Gás Nobre, está na hora de reagir! Essa é uma lista complementar, os exercícios aqui contidos irão ajudá-lo a treinar um pouco mais e aprofundar nos temas. Ao contrário a lista L1, essa

Leia mais

PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO. Curso: 001836 - TECNOLOGIA EM PRODUCAO SUCROALCOOLEIRA Nivel: Superior

PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO. Curso: 001836 - TECNOLOGIA EM PRODUCAO SUCROALCOOLEIRA Nivel: Superior PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO Curso: 001836 - TECNOLOGIA EM PRODUCAO SUCROALCOOLEIRA Nivel: Superior Area Profissional: AGROPECUARIA Area de Atuacao: GESTAO AGRO-IND./AGROP.

Leia mais

Lista 1 de Exercícios Professor Pedro Maia

Lista 1 de Exercícios Professor Pedro Maia Lista 1 de Exercícios Professor Pedro Maia Questão 01 - (UEPG PR) As mudanças de estado físico, classificadas como fenômenos físicos, ocorrem com a variação de entalpia ( ). Sobre esses processos, assinale

Leia mais

RENOVAÇÃO DE PASTAGENS COM PLANTIO DIRETO

RENOVAÇÃO DE PASTAGENS COM PLANTIO DIRETO RENOVAÇÃO DE PASTAGENS COM PLANTIO DIRETO EXPERIÊNCIAS DA MONSANTO DO BRASIL MARCIO SCALÉA ABRIL 2007 Manejo Genética Alimentação Sanidade GENÉTICA M A N E J O ALIMENTAÇÃO S A N I D A D E FASE PRODUTIVA

Leia mais

Compactação dos Solos

Compactação dos Solos Compactação dos Solos Compactação dos Solos A compactação de um solo consiste basicamente em se reduzir seus vazios com o auxílio de processos mecânicos. Adensamento - expulsão da água Compactação - expulsão

Leia mais

ESCOPO DO LABORATORIO

ESCOPO DO LABORATORIO Haste Padrão parã Micrômetro Externo âté 500 mm Paquímetro Micrômetro Externo Relógio Apalpador Milesimal / Centesimal até 25 mm Paquímetro Medidor de Altura Bloco Padrão Calibrador Anel de Rosca Paralela

Leia mais

POROSIMETRIA AO MERCÚRIO

POROSIMETRIA AO MERCÚRIO 1 POROSIMETRIA AO MERCÚRIO 1 - INTRODUÇÃO A característica que determina a utilização em engenharia de muitos materiais é a sua porosidade. A forma, o tamanho e o volume de poros que um material apresenta

Leia mais

GRUPO TCHÊ QUÍMICA MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO

GRUPO TCHÊ QUÍMICA MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO GRUPO TCHÊ QUÍMICA MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO Porto Alegre RS www.tchequimica.com Versão 3.0 Prezados usuários: O Grupo Tchê Química tem grande interesse em saber qual a sua opinião a respeito

Leia mais

4 MÉTODO ANALÍTICO EMPREGADO NA DETERMINAÇÃO DE MERCÚRIO TOTAL

4 MÉTODO ANALÍTICO EMPREGADO NA DETERMINAÇÃO DE MERCÚRIO TOTAL 39 4 MÉTODO ANALÍTICO EMPREGADO NA DETERMINAÇÃO DE MERCÚRIO TOTAL 4.1 O Processo de absorção atômica A absorção de energia por átomos livres, gasosos, no estado fundamental, é a base da espectrometria

Leia mais

Curso Calibração, Ajuste, Verificação e Certificação de Instrumentos de Medição

Curso Calibração, Ajuste, Verificação e Certificação de Instrumentos de Medição Curso Calibração, Ajuste, Verificação e Certificação de Instrumentos de Medição Instrutor Gilberto Carlos Fidélis Eng. Mecânico com Especialização em Metrologia pelo NIST - Estados Unidos e NAMAS/UKAS

Leia mais

VARIABILIDADE ESPACIAL DE ATRIBUTOS FÍSICOS EM SOLOS SOB PLANTIO DIRETO. Bolsista PBIC/UEG, graduando do Curso de Engenharia Agrícola, UnU Cet - UEG.

VARIABILIDADE ESPACIAL DE ATRIBUTOS FÍSICOS EM SOLOS SOB PLANTIO DIRETO. Bolsista PBIC/UEG, graduando do Curso de Engenharia Agrícola, UnU Cet - UEG. VARIABILIDADE ESPACIAL DE ATRIBUTOS FÍSICOS EM SOLOS SOB PLANTIO DIRETO Ródney Ferreira Couto 1 ; Cássio Rodrigues Moreira 1 ; Elton Fialho dos Reis 2 1 Bolsista PBIC/UEG, graduando do Curso de Engenharia

Leia mais

Capítulo 5 Água subterrânea. Introdução a Hidrologia de Florestas

Capítulo 5 Água subterrânea. Introdução a Hidrologia de Florestas Hidrologia de Florestas Setembro 2004 João Vianei Soares 1 Capítulo 5 Água subterrânea Introdução a Hidrologia de Florestas A. Introdução. Água que entra no regolito divide-se em umidade do solo na zona

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DO SOLO TABELA DE PREÇOS

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DO SOLO TABELA DE PREÇOS TABELA DE PREÇOS 1. SOLO 1.1.a Química para fins de avaliação da fertilidade do solo (Estado de São Paulo) SQ1.1 ph CaCl 2 0,01 mol L -1, P, K, Ca, Mg, H+Al e os cálculos SB, CTC, V %... 20,00/am. SQ2.1

Leia mais

Cromatografia Gasosa. Principles of Instrumental Analysis Skoog, West, Holler, Nieman. Thomson Learning; ISBN: 0030020786. Departamento de Química

Cromatografia Gasosa. Principles of Instrumental Analysis Skoog, West, Holler, Nieman. Thomson Learning; ISBN: 0030020786. Departamento de Química Capítulo X-5 Cromatografia Gasosa Principles of Instrumental Analysis Skoog, West, Holler, Nieman Thomson Learning; ISBN: 0030020786 1 Na cromatografia de fase gasosa (GC) a amostra é volatizada e injectada

Leia mais

DESDE 1979 TRABALHANDO COM RECICLAGEM EM BENEFICIO DO PLANETA

DESDE 1979 TRABALHANDO COM RECICLAGEM EM BENEFICIO DO PLANETA 1 UM PROCESSO INEDITO QUE TRANSFORMA O LIXO EM PRODUTO LUCRATIVO, ELIMINANDO ATERROS SANITARIOS ou LIXÕES. 2 NESTE PROCESSO, RECICLA-SE TODO O LIXO, INCLUSIVE TODO O MATERIAL ORGANICO, NÃO RESTANDO ABSOLUTAMENTE

Leia mais

III-267 EMPREGO DE AREIA DE FUNDIÇÃO LIGADA QUIMICAMENTE EM ARGAMASSAS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL

III-267 EMPREGO DE AREIA DE FUNDIÇÃO LIGADA QUIMICAMENTE EM ARGAMASSAS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL III-267 EMPREGO DE AREIA DE FUNDIÇÃO LIGADA QUIMICAMENTE EM ARGAMASSAS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL Keilla Boehler Ferreira (1) Engenheira Agrícola pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Especialista

Leia mais

RESÍDUOS SÓLIDOS CLASSIFICAÇÃO - ABNT NBR 10004

RESÍDUOS SÓLIDOS CLASSIFICAÇÃO - ABNT NBR 10004 RESÍDUOS SÓLIDOS CLASSIFICAÇÃO - ABNT NBR 10004 A classificação de resíduos sólidos envolve a identificação do processo ou atividade que lhes deu origem, de seus constituintes e características, e a comparação

Leia mais

SCH Sociedade de Comércio de Soldadura Helvética, Lda

SCH Sociedade de Comércio de Soldadura Helvética, Lda INOXCLEAN O processo rápido para a limpeza de cordões de soldadura A soldadura de materiais metálicos conta com um dos mais frequentes métodos utilizados para união. O gás inerte é usado na tecnologia

Leia mais

Reconhecimento para Qualificação para Laboratórios de Calibração e Ensaios

Reconhecimento para Qualificação para Laboratórios de Calibração e Ensaios K & L Laboratórios de Metrologia Unidade: Rua Sergipe, 113 Sala B Bairro: Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - PR Escopo de Qualificação: Dimensional, Força, Torque e Dureza, Massa, Acústica, Eletricidade,

Leia mais

Broad Base. Best Solutions. PANOX Fibras PAN oxidadas

Broad Base. Best Solutions. PANOX Fibras PAN oxidadas Broad Base. Best Solutions. CARBON FIBERS and COMPOSITE MATERIALS PANOX Fibras PAN oxidadas 2 Fibras de carbono e materiais compósitos fabricados pelo SGL Group. Q Amplo portfólio de produtos Q Cadeia

Leia mais

Técnicas de Medidas e Tratamento de Dados Experimentais

Técnicas de Medidas e Tratamento de Dados Experimentais IQ-UFG Curso Experimental de Química Geral e Inorgânica Técnicas de Medidas e Tratamento de Dados Experimentais Prof. Dr. Anselmo Introdução A interpretação e análise dos resultados são feitas a partir

Leia mais

José Hernandes Marangoni Simone Aparecida de Oliveira

José Hernandes Marangoni Simone Aparecida de Oliveira UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO CÂMPUS DE ILHA SOLTEIRA FEIS José Hernandes Marangoni Simone Aparecida de Oliveira Assistente de Suporte Acadêmico II É uma descrição detalhada

Leia mais

IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 1066

IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 1066 Página 1066 CONSUMO HÍDRICO DE PLANTAS DE MAMONA EM DIFERENTES NÍVEIS DE UMIDADE NO SOLO E SUA RELAÇÃO COM A RADIAÇÃO SOLAR Marília Alves Brito Pinto 1 ; Gabriel Franke Brixner 2, Carlos Reisser Júnior

Leia mais

Um carro está andando ao longo de uma estrada reta e plana. Sua posição em função do tempo está representada neste gráfico:

Um carro está andando ao longo de uma estrada reta e plana. Sua posição em função do tempo está representada neste gráfico: PROVA DE FÍSICA QUESTÃO 0 Um carro está andando ao longo de uma estrada reta e plana. Sua posição em função do tempo está representada neste gráfico: Sejam v P, v Q e v R os módulos das velocidades do

Leia mais

Atividade Complementar Plano de Estudo

Atividade Complementar Plano de Estudo 1. (Uerj 2014) Um sistema é constituído por uma pequena esfera metálica e pela água contida em um reservatório. Na tabela, estão apresentados dados das partes do sistema, antes de a esfera ser inteiramente

Leia mais

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Sistemas de Controle de Poluição do Ar

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Sistemas de Controle de Poluição do Ar Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Avenida Nascimento de Castro, 2127 Lagoa Nova

Leia mais

RESÍDUOS PERIGOSOS. Autor: Nicolau Bello Email:- nicobelo@hotmail.com 1

RESÍDUOS PERIGOSOS. Autor: Nicolau Bello Email:- nicobelo@hotmail.com 1 RESÍDUOS PERIGOSOS Email:- nicobelo@hotmail.com 1 Autor:- Nicobelo@hotmail.com Resíduos Perigosos Resíduos Industriais Normas Ambientais Como Identificar Resíduos Perigosos? Tratamento de Resíduos Perigosos.

Leia mais

USO DE SUBPRODUTOS PARA GERAÇÃO DE CALOR E ENERGIA. Lisandra C. Kaminski

USO DE SUBPRODUTOS PARA GERAÇÃO DE CALOR E ENERGIA. Lisandra C. Kaminski USO DE SUBPRODUTOS PARA GERAÇÃO DE CALOR E ENERGIA Lisandra C. Kaminski Casca de café Estudo realizado em 2008, pelo agrônomo Luiz Vicente Gentil, da UnB. Pode ser uma excelente opção como substituição

Leia mais

Caracterização física de um Nitossolo Vermelho do Extremo Oeste Catarinense sob diferentes sistemas de uso 1

Caracterização física de um Nitossolo Vermelho do Extremo Oeste Catarinense sob diferentes sistemas de uso 1 CLAUDIA KLEIN, MARCIO LUIS VIEIRA, VILSON ANTONIO KLEIN Caracterização física de um Nitossolo Vermelho do Extremo Oeste Catarinense sob diferentes sistemas de uso 1 Claudia Klein 2, Marcio Luis Vieira

Leia mais

Escola Secundária com 3.º ciclo Jorge Peixinho

Escola Secundária com 3.º ciclo Jorge Peixinho Escola Secundária com 3.º ciclo Jorge Peixinho Ciências Físico-Químicas: CEF-EM(N2) PROFESSORA: Daniela Oliveira MÓDULO 1 SEGURANÇA EM LABORATÓRIOS DE QUÍMICA Escola Secundária com 3.º ciclo Jorge Peixinho

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.152, de 21/10/1966 São Luís - Maranhão.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.152, de 21/10/1966 São Luís - Maranhão. PRÓ-EQUIPAMENTOS 2013 INFORMAÇÕES Subprojeto Situação Localização 1. PPGCA Centrífuga refrigerada (para tubos de 1,5 a 50 ml) Incubadora de CO2 (150 litros) Extrator de Lipídio (modelo com 06 provas) Destilador

Leia mais

Questão 3: Três capacitores são associados em paralelo. Sabendo-se que suas capacitâncias são 50μF,100μF e 200μF, o resultado da associação é:

Questão 3: Três capacitores são associados em paralelo. Sabendo-se que suas capacitâncias são 50μF,100μF e 200μF, o resultado da associação é: Questão 1: A tensão E no circuito abaixo vale: a) 0,5 V b) 1,0 V c) 2,0 V d) 5,0 V e) 10,0 V Questão 2: A resistência equivalente entre os pontos A e B na associação abaixo é de: a) 5 Ohms b) 10 Ohms c)

Leia mais

RECUPERAÇÃO TÉRMICA DE AREIA DESCARTADA DE FUNDIÇÃO (ADF)

RECUPERAÇÃO TÉRMICA DE AREIA DESCARTADA DE FUNDIÇÃO (ADF) RECUPERAÇÃO TÉRMICA DE AREIA DESCARTADA DE FUNDIÇÃO (ADF) Luís Renato de Souza Resumo Este documento tem como principal objetivo apresentar e detalhar aos leitores uma solução para o reaproveitamento da

Leia mais

Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa C. alternativa D. alternativa C

Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa C. alternativa D. alternativa C Questão 46 função da velocidade em relação ao tempo de um ponto material em trajetória retilínea, no SI, é v = 5,0 2,0t. Por meio dela pode-se afirmar que, no instante t = 4,0 s, a velocidade desse ponto

Leia mais

Motor Diesel Vantagens na utilização do Biodiesel Vantagens do Eco Óleo Dúvidas mais freqüentes Óleos Vegetais Biodiesel Características do Biodiesel

Motor Diesel Vantagens na utilização do Biodiesel Vantagens do Eco Óleo Dúvidas mais freqüentes Óleos Vegetais Biodiesel Características do Biodiesel Motor Diesel p02 Vantagens na utilização do Biodiesel p04 Vantagens do Eco Óleo p05 Dúvidas mais freqüentes p08 Óleos Vegetais Biodiesel p11 Características do Biodiesel p13 Meio Ambiente: Responsabilidade

Leia mais

A resposta correta deve ser a letra B.

A resposta correta deve ser a letra B. ITA - 1999 1- (ITA-99) Assinale a opção CORRETA em relação à comparação das temperaturas de ebulição dos seguintes pares de substâncias: a) Éter dimetílico > etanol; Propanona > ácido etanóico; Naftaleno

Leia mais

CINZA. É o resíduo inorgânico que permanece após a queima da matéria orgânica, que é transformada em CO 2, H 2 O e NO 2.

CINZA. É o resíduo inorgânico que permanece após a queima da matéria orgânica, que é transformada em CO 2, H 2 O e NO 2. CINZA É o resíduo inorgânico que permanece após a queima da matéria orgânica, que é transformada em CO 2, H 2 O e NO 2. A cinza é constituída principalmente de: Grandes quantidades: K, Na, Ca e Mg; Pequenas

Leia mais

DZ-1314.R-0 - DIRETRIZ PARA LICENCIAMENTO DE PROCESSOS DE DESTRUIÇÃO TÉRMICA DE RESÍDUOS

DZ-1314.R-0 - DIRETRIZ PARA LICENCIAMENTO DE PROCESSOS DE DESTRUIÇÃO TÉRMICA DE RESÍDUOS DZ-1314.R-0 - DIRETRIZ PARA LICENCIAMENTO DE PROCESSOS DE DESTRUIÇÃO TÉRMICA DE RESÍDUOS Notas: Aprovada pela Deliberação CECA nº 2 968, de 14 de setembro de 1993 Publicada no DOERJ de 05 de outubro de

Leia mais

Disciplinas. Dinâmica de Potássio no solo e sua utilização nas culturas

Disciplinas. Dinâmica de Potássio no solo e sua utilização nas culturas Disciplinas Solos nos domínios morfoclimáticos do cerrado Ementa: Solos em ambientes de Cerrado. Sistema Brasileiro de Classificação do Solo. Caracterização morfológica das principais classes de solo inseridas

Leia mais

2. Resíduos sólidos: definição e características

2. Resíduos sólidos: definição e características 2. Resíduos sólidos: definição e características Definição e tipologia Lixo é, basicamente, todo e qualquer resíduo sólido proveniente das atividades humanas ou gerado pela natureza em aglomerações urbanas,

Leia mais

Amostragem e Preparação de Amostras para Análises Ambientais.

Amostragem e Preparação de Amostras para Análises Ambientais. Amostragem e Preparação de Amostras para Análises Ambientais. Palestrantes: Eng a. Quím.. Marina Gracinda Modesto Msc. Quím.. Ind. Stefan Klaus Lins e Silva Programa Objetivos da Amostragem Levantamento

Leia mais

Pára-raios Programa de Fornecimento

Pára-raios Programa de Fornecimento Pára-raios Programa de Fornecimento Power Transmission and Distribution 1 Pára-raios Siemens Sempre a Melhor Solução Oferecemos uma ampla linha de pára-raios adequados para cada aplicação econômicos e

Leia mais

Lista 04. F.02 Espelhos Planos e Esféricos

Lista 04. F.02 Espelhos Planos e Esféricos F.02 Espelhos Planos e Esféricos 2º Série do Ensino Médio Turma: Turno: Vespertino Lista 03 Lista 04 Questão 01) Obedecendo às condições de Gauss, um espelho esférico fornece, de um objeto retilíneo de

Leia mais

Aspectos Tecnológicos das Fontes de Energia Renováveis (Biomassa)

Aspectos Tecnológicos das Fontes de Energia Renováveis (Biomassa) Aspectos Tecnológicos das Fontes de Energia Renováveis (Biomassa) Aymoré de Castro Alvim Filho Eng. Eletricista, Dr. Especialista em Regulação, SRG/ANEEL 10/02/2009 Cartagena de Indias, Colombia Caracterização

Leia mais

Química para vestibular Equipamentos e vidrarias de laboratório SIMBOLOS DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO

Química para vestibular Equipamentos e vidrarias de laboratório SIMBOLOS DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO SIMBOLOS DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO Os símbolos de risco são pictogramas representadas em forma quadrada, impressos em preto e fundo laranja-amarelo, utilizados em rótulos ou informações de produtos químicos.

Leia mais

Atividade prática - Estudando a água Parte 15

Atividade prática - Estudando a água Parte 15 Atividade prática - Estudando a água Parte 15 9º ano do Ensino Fundamental e 1º ano do Ensino Médio Objetivo Diversos experimentos, usando principalmente água e materiais de fácil obtenção, são possíveis

Leia mais

COPROCESSAMENTO SOLUÇÃO SEGURA E DEFINITIVA PARA A DESTINAÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS

COPROCESSAMENTO SOLUÇÃO SEGURA E DEFINITIVA PARA A DESTINAÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS COPROCESSAMENTO SOLUÇÃO SEGURA E DEFINITIVA PARA A DESTINAÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS COPROCESSAMENTO: PROCESSO DE RECICLAGEM Processo de valorização de resíduos, que consiste no reaproveitamento/reciclagem

Leia mais

Análise de especificação de chuveiro elétrico

Análise de especificação de chuveiro elétrico MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA Análise de especificação de chuveiro elétrico RELATÓRIO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO

Leia mais

PROVA DE NÍVEL MÉDIO. 1. Quanto à preparação de amostras de solos, analise os processos a seguir.

PROVA DE NÍVEL MÉDIO. 1. Quanto à preparação de amostras de solos, analise os processos a seguir. PROVA DE NÍVEL MÉDIO CARGO: Assistente Técnico Júnior II TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES 1. Quanto à preparação de amostras de solos, analise os processos a seguir. I - Com secagem prévia até a umidade higroscópica.

Leia mais

Organica é uma marca registrada da Divisão de Energia do Keter Group

Organica é uma marca registrada da Divisão de Energia do Keter Group Organica é uma marca registrada da Divisão de Energia do Keter Group Todo dia é Dia da Terra. 04 05 Sem energia não há vida... mas, o crescente uso da energia atual representa a maior ameaça à vida. Na

Leia mais

ESTUDO DAS PROPRIEDADES FÍSICAS DA FIBRA DE CURAUÁ

ESTUDO DAS PROPRIEDADES FÍSICAS DA FIBRA DE CURAUÁ ESTUDO DAS PROPRIEDADES FÍSICAS DA FIBRA DE CURAUÁ Carolina Coelho da Rosa carolinarosa@ufpa.br Debora Dias Costa Moreira deborinhadias@hotmail.com Géssica Katalyne Bilcati ge_katalyne87@hotmail.com UFPA,

Leia mais

RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO. ANÁLISE DA VIABILIDADE DA SUA APLICAÇÃO EM MISTURAS BETUMINOSAS

RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO. ANÁLISE DA VIABILIDADE DA SUA APLICAÇÃO EM MISTURAS BETUMINOSAS RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO. ANÁLISE DA VIABILIDADE DA SUA APLICAÇÃO EM MISTURAS BETUMINOSAS Ana Duarte Conceição 1, Rosa Luzia 2 e Dinis Gardete 2 1 Escola Superior de Tecnologia do Instituto Politécnico

Leia mais

Data: / / 2014. LISTA DE FÍSICA I

Data: / / 2014. LISTA DE FÍSICA I Ensino Médio Unidade São Judas Tadeu Professor (a): Aluno (a): Série: 3ª Pedro Paulo S. Arrais Data: / / 2014. LISTA DE FÍSICA I Questão 01 - (ENEM/2011) Partículas suspensas em um fluido apresentam contínua

Leia mais

Processos de medição das grandezas elétricas e térmicas em prédios comerciais e públicos

Processos de medição das grandezas elétricas e térmicas em prédios comerciais e públicos Processos de medição das grandezas elétricas e térmicas em prédios comerciais e públicos 1.0 Apresentação Este Relatório Preliminar apresenta uma sugestão de processos de medição dos resultados da aplicação

Leia mais

ANTISAGTEST Norma ASTM Aparelho determina a tendência de escorrimento vertical de tinta com aplicação de 10 faixas com espessura de 75 a 300 micros.

ANTISAGTEST Norma ASTM Aparelho determina a tendência de escorrimento vertical de tinta com aplicação de 10 faixas com espessura de 75 a 300 micros. ANTISAGTEST Aparelho determina a tendência de escorrimento vertical de tinta com aplicação de 10 faixas com espessura de 75 a 300 micros. APARELHO TIPO PENTE Medidor de camada úmida escalas de medição:

Leia mais

ANEXO IV PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO DE MOTOCICLOS E ASSELMELHADOS DO CICLO OTTO NO PROGRAMA I/M-SP

ANEXO IV PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO DE MOTOCICLOS E ASSELMELHADOS DO CICLO OTTO NO PROGRAMA I/M-SP ANEXO IV PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO DE MOTOCICLOS E ASSELMELHADOS DO CICLO OTTO NO PROGRAMA I/M-SP 1. Previamente à inspeção, o veículo depois de recepcionado no Centro de Inspeção, deve ser direcionado

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 A L 0 H mola apoio sem atrito B A figura acima mostra um sistema composto por uma parede vertical

Leia mais

Contribuição ao Estudo da Pelotização de Minério de Manganês

Contribuição ao Estudo da Pelotização de Minério de Manganês Contribuição ao Estudo da Pelotização de Minério de Manganês Fernando Freitas Lins x João Battista Bruno 1. Introdução A pelotização é um dos processos de aglomeração de finos mais atraente devido principalmente

Leia mais

LABORATÓRIO: FISIOLOGIA HUMANAI

LABORATÓRIO: FISIOLOGIA HUMANAI NOTA: PRÁTICA N O : NOME: GRUPO: CURSO: MEDICINA TURMA: PERÍODO: 1º DATA: / / Antes de iniciar a aula prática, confira sua bancada observando se há pichações ou falta de materiais necessários à atividade.

Leia mais

http://comprasnet.gov.br/acesso.asp?url=/livre/pregao/ata0.asp 1/180

http://comprasnet.gov.br/acesso.asp?url=/livre/pregao/ata0.asp 1/180 158516.262014.174875.4952.10545634435.805 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Santa Catarina Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Ata de Realização do Pregão

Leia mais

Emergência com Pragas em Arquivos e Bibliotecas

Emergência com Pragas em Arquivos e Bibliotecas Emergência com Pragas em Arquivos e Bibliotecas Universidade de Brasília Faculdade d de Economia, Administração, Contabilidade bld d e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação

Leia mais

DNIT. Solos Compactação utilizando amostras não trabalhadas Método de Ensaio. Resumo. 8 Resultados... 4

DNIT. Solos Compactação utilizando amostras não trabalhadas Método de Ensaio. Resumo. 8 Resultados... 4 DNIT Janeiro/2013 NORMA DNIT 164/2013-ME Solos Compactação utilizando amostras não trabalhadas Método de Ensaio MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE IN- FRAESTRUTURA DE TRANSPORTES DIRETORIA

Leia mais

DUTOS E CHAMINÉS DE FONTES ESTACIONÁRIAS DETERMINAÇÃO DE ENXOFRE REDUZIDO TOTAL (ERT) Método de ensaio

DUTOS E CHAMINÉS DE FONTES ESTACIONÁRIAS DETERMINAÇÃO DE ENXOFRE REDUZIDO TOTAL (ERT) Método de ensaio CETESB DUTOS E CHAMINÉS DE FONTES ESTACIONÁRIAS DETERMINAÇÃO DE ENXOFRE REDUZIDO TOTAL (ERT) Método de ensaio L9.227 MAR/93 SUMÁRIO 1 Objetivo...1 2 Documentos complementares...1 3 Definições...1 4 Aparelhagem...2

Leia mais