Educomunicação e diálogo inter-religioso: uma relação possível?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Educomunicação e diálogo inter-religioso: uma relação possível?"

Transcrição

1 Educomunicação e diálogo inter-religioso: uma relação possível? Autoras: SOARES, Maria Antonia Vieira 1. PIGNATARI, R. Malena 2. Resumo: Partindo do pressuposto de que o diálogo, enquanto capacidade humana criativa de partilhar saberes, dons, experiências, sentimentos é um dos elementos fundamentais para a formação identitária humana e ponto de apoio para nutrir as ciências e estimular o surgimento de novos campos de estudos, este artigo, ao indagar, na verdade, também convoca de forma desafiadora a ser manifesta a trajetória conceitual capaz de antever o próprio título. De um lado, a educomunicação e sua maneira peculiar de ver a relação ensino-aprendizagem, de outro, o diálogo interreligioso tocando em questões polêmicas e movediças sobre a necessidade do valor do encontro entre as diferenças no século XXI. No centro, inúmeras dúvidas sobre como pensar a aplicabilidade do ensino religioso nas escolas, diante de suas próprias problemáticas conteudísticas. Palavras-chave: Educomunicação, pedagogia dialogal, diálogo inter-religioso, comunicação/educação. Sendo fundamento do diálogo, o amor é, também, diálogo. Se não amo o mundo, se não amo a vida, se não amo as pessoas, não me é possível o diálogo. Paulo Freire O propósito de todas as maiores tradições religiosas não é de construir grandes templos externos, mas é o de criar templos de bondade e compaixão internos em nossos corações. Dalai Lama Ao analisar alguns dos fundamentos do diálogo inter-religioso e igualmente ao avaliar algumas das diretrizes do pensamento de Paulo Freire sobre Educação, verifica-se intersecções típicas do que a própria etimologia do vocábulo diálogo 3 encoraja: a disponibilidade de se estar aberto para o enriquecimento da alteridade. Faz parte do diálogo a busca de uma unidade que preserve e salvaguarde a diferença e a liberdade. Conforme o teólogo Faustino Teixeira (2007), o diálogo é intercâmbio de dons, uma dinâmica relacional que envolve a semelhança e a diferença, constitui-se 1 Doutora em Sociologia, Professora do Departamento de Ciências Sociais e Humanas, FAAC /Unesp Bauru, SP. 2 Mestre em Comunicação pela FAAC/Unesp-Bauru, SP. 3 Com base na etimologia grega do vocábulo Diálogo, o termo Dia expressa uma dupla ideia: alude àquilo que separa e divide, e também, a uma ultrapassagem de limites. Logos cobre uma vasta gama de significados, mas indica em particular o dinamismo racional do ser humano, a capacidade humana de pensamento e raciocínio. Interessante ressaltar que o filósofo contemporâneo Hans Georg Gadamer ( ) relaciona a noção de logos como significado de linguagem. Só o ser humano dispõe de logos e pode tornar patente o não patente por meio de sua fala. É só entre os seres humanos que existe um pensar partilhado de conceitos comuns, tornando possível a convivência humana na forma da vida social. 1

2 como um processo rico de abertura, de escuta e de enriquecimentos mútuos. É neste contexto dialogal que a identidade vai ganhando fisionomia e sentido enquanto expressão de uma busca incessante, que é árdua e criativa. Para Paulo Freire, o diálogo constitui a essência do processo pedagógico. Quando Freire fala da necessidade da escuta, quando coloca o educador como um ser que aprende, não está retirando deste a importância social de suas tarefas e posição destacada, mas simplesmente assinalando que o papel do educador é dialogar expondo sua visão de mundo e estimulando o aluno a entrar nessa mesma dinâmica. A tarefa do educador não é apenas dissertar, mas problematizar a realidade concreta do educando e a sua própria realidade. Por isso, na pedagogia freireana os homens se educam entre si, mediados pelo mundo. É desconstruida a figura do educador como o que fala e a do aluno como aquele que apenas ouve. Essa perspectiva de prática educativa vê o indivíduo como educador e educando a um só tempo. A educação ocorre mutuamente entre os envolvidos no processo. O diferencial está exatamente em convocar o aluno a experenciar e se conscientizar que seus gestos, atitudes, seu sentir, sua maneira de falar e de se portar também educam, seja em sala de aula ou fora dela. Para que exista a prática dialogal é fundamental que seja construido um clima de confiança entre educador e educando. Os próprios educadores sabem que essa credibilidade não surge repentinamente, mas é fruto de um trabalhar contínuo. Outro ponto crucial, é a consciência de que mesmo o iletrado conhece muitas coisas e, por isso, é inútil um posicionamento do acadêmico fechado em si mesmo, intocado dentro de sua própria lógica verbal. Tal postura só serviria como um bloqueio para o homem iletrado. Um terceiro aspecto seria a percepção de que o aprender é inesgotável, tanto para o educador quanto para o aluno. O conhecimento é uma busca pessoal e também nasce da relação entre as pessoas, da busca conjunta pelo tema de pesquisa, do ato educativo de conhecer juntos. Por meio da provocação gerada pelo diálogo, o outro vai formulando suas próprias respostas. Observa-se, portanto, que a força da pedagogia dialogal reside na capacidade de gerar inúmeras considerações, idéias, entendimentos e discernimentos que no início do processo sequer os interlocutores tivessem planejado imaginar. E a conscientização produzida, ao criar situações para que o aluno reflita sobre as determinações de sua existência, de sua circunstância, resulta também em certa autonomia e domínio sobre suas condiçoes de vida. Tem, enfim, o poder de transformar 2

3 o indivíduo e de modificar sua relação com o mundo a partir de uma visão educacional crítica 4. Ao ter como uma de suas finalidades lançar luz sobre a realidade e toda sua complexidade socio-econômica, política e cultural, a pedagogia freireana impulsiona o vôo para que alunos se reconheçam como cidadãos capazes de intervir socialmente e superarem situações duras e massacrantes. Por isso, repisava a importância de uma educação libertadora pautada no triângulo: texto-contexto-pretexto. Quanto mais se conhece o contexto a partir do qual o texto é desenvolvido, tanto mais é possível retirar do texto motivações (pretexto) capazes de movimentar positivamente a vida. Muito embora Paulo Freire dissesse não ter um método específico para alfabetizar, há por parte de alguns estudiosos a identificação de procedimentos a serem percorridos por um educador que tem na pedagogia do autor pernambucano sua fonte de inspiração. Conhecer os alunos e fazer um levantamento do universo vocabular é um início promissor. De posse dos vocábulos, o segundo passo seria selecionar palavras levando em conta os fonemas que apresentam, o significado e a relevância de possíveis abordagens. A terceira etapa é criar situações onde a palavra esteja inserida; trata-se de contextualizar a palavra geradora trabalhada naquele instante. Frei Betto, num depoimento publicado em Pedagogia da Autonomia, de Freire, na contra capa, exemplifica muito bem os resultados desse método: Graças ao seu método de alfabetização, eles [os pobres] aprenderam que Ivo viu a uva e que a uva que Ivo viu e não comprou é cara porque o país não dispõe de política agrícola adequada e nem permite que todos tenham acesso à alimentação básica. E complementa: seus alunos foram emergindo da esfera da ingenuidade para a esfera da crítica: da passividade à militância; da dor à esperança; da resignação à utopia. Convencidos de que são capazes, eles foram progressivamente ocupando espaços na vida política brasileira Uma teoria crítica da educação coloca nas mãos dos educadores uma arma capaz de permitir-lhes o exercício de um poder real ainda que limitado, onde há uma valorização de conteúdos reais, vivos, atualizados, dinâmicos em detrimento de conteúdos formais, fixos e abstratos. Essa mudança conteudística aponta para uma pedagogia revolucionária, no sentido de conscientizar os alunos de mecanismos hegemônicos, questionando-os, como por meio do processo de assimilação da teoria e da construção do conhecimento, abrir espaço para as forças emergentes da sociedade, para as forças populares, para que a escola se insira no processo mais amplo de construção de uma nova sociedade (Saviani, 2006, p.57). Trata-se de defender a aplicação de uma pedagogia critica que, longe de entender a educação como determinante principal de transformações sociais, reconhece ser ela um elemento secundário e determinado. Compreende ainda que a educação relaciona-se dialeticamente com a sociedade. A visão de uma educação critica se assenta numa pedagogia ativa, centrada na iniciativa dos alunos, sem abrir mão da iniciativa do professor, prevê a importância da troca de conhecimentos. Compreende-se que Saviani (2006) não só endossa a relação dialógica da pedagogia freireana como mantém presente, ao propor seu próprio método pedagógico crítico, a vinculação entre educação e sociedade. Leva também em conta os interesses dos alunos, os ritmos de aprendizagem e o desenvolvimento psicológico, mas sem perder de vista a sistematização lógica dos conhecimentos, sua ordenação e gradação para os efeitos do processo de transmissão-assimilação dos conteúdos cognitivos. (Savianni, 2006, p.69 e70). 3

4 Assim, a educação não só centra-se no indivíduo, respeitando sua autonomia identitária e valorizando seu universo vocabular como forma de conectá-lo ao mundo, como a dialogicidade estabelecida se assenta na realidade, isto porque as palavras geradoras são retiradas do cotidiano que os educandos vivem, e não de um manual. O modo de alfabetização freireano permite ao indivíduo ainda que seja socialmente considerado ignorante e marginalizado por não saber ler conscientizar-se de seu fazer cultural e de seu saber empirista, de seu conhecimento popular. O que existe, dizia Freire, são pessoas que não têm consciência de que sabem. Sabem, porém, não sabem que sabem (Ceccon, 2006). Ao definir a educação como um processo no qual as pessoas vão se completando ao longo de suas vidas, o educador pernambucano traz a consciência da incompletude, e com ela, da humildade, da eticidade e reitera a importância de se estabelecer um processo de comunicação capaz de produzir seres ativos e críticos. Educomunicação Desde que o termo Educomunicação surgiu publicado pela primeira vez na revista Contato, em Brasília, em 1999, para designar um novo campo de intervenção social, veio com ele o desafio de aclarar os diferentes componentes do conceito 5. A revista Comunicação & Educação 6, em 2000, publicou o primeiro texto da série conceitual num artigo intitulado Educomunicação: um campo de mediações. Nele, Ismar Soares (2000), explica que a educomunicação não se trata apenas de uma nova disciplina a ser acrescentada nos curriculos escolares, ao contrário, inaugura um novo paradigma discursivo transverso, constituído por conceitos transdisciplinares. O novo campo, por sua natureza relacional, estrutura-se de um modo processual, midiático, transdisciplinar e interdiscursivo, sendo vivenciado na prática dos atores sociais, através de áreas concretas de intervenção social (Soares, 2000, p. 22). Assim sendo, o artigo elucida que é exatamente a abertura ao diálogo com os outros discursos, com as mais distintas vozes socioculturais que garante a sobrevivência do novo campo e de suas áreas de intervenção, permitindo ao mesmo tempo a 5 Muito embora esta pesquisa tenha demarcado um contexto histórico para discutir alguns pontos sobre os desdobramentos conceituais do termo educomunicação, está ciente que o percurso de alguns filósofos da Educação como o francês Célestin Freinet e o próprio Paulo Freire geraram contribuições precursoras sobre o fenômeno, como que antevendo as potencialidades relacionais teórico-práticas no encontro dos saberes. 6 Para efeito de contextualização, a primeira edição da revista datada de setembro/dezembro de 1994, ao trazer a problemática dos meios de comunicação e de sua capacidade de apresentarem um mundo editado, já oferecia reflexões em torno da importância da formação de um receptor crítico, permitindo-lhe o exercício da cidadania, respaldados por educadores que estimulassem a leitura crítica dos meios. 4

5 construção de sua especificidade. A alteridade, portanto, torna-se um dos elementos cruciais para que a educomunicação enriqueça-se em suas finalidades pedagógicas. Nesse empenho dialogal entre comunicação e educação, Paulo Freire é visto como um dos precursores da interrelação no cenário latino-americano. Em um de seus textos clássicos Extensão ou Comunicação? Freire coloca a comunicação como um componente do processo educativo, afastando a ótica puramente instrumental da tecnologia comunicativa e informativa. Sob esta perspectiva, a comunicação passa a ser vista como relação, como modo dialógico de interação do agir educomunicativo. Para Freire não é possível compreender o pensamento fora de sua dupla função: a cognoscitiva e a comunicativa. Não se trata, pois, de educar usando o instrumento da comunicação, mas de estar ciente de que a própria comunicação se converta no eixo vertebrador dos processos educativos: educar pela comunicação e não para a comunicação. Dentro desta perspectiva da comunicação educativa como relação e não como o objeto, os meios de comunicação são ressituados a partir de um projeto pedagógico mais amplo. Para construir o diálogo entre Comunicação/ Educação, Soares (2011) parte de dois fundamentos: o primeiro afirma que a educação só é possível enquanto ação comunicativa, uma vez que a comunicação é um fenômeno presente em todos os modos de formação do ser humano. O segundo assevera toda comunicação enquanto produção simbólica e intercâmbio/transmissão de sentidos, constituindo assim, uma ação educativa. Diferentes modelos de comunicação determinariam resultados educativos distintos. Defendemos a tese segundo a qual uma comunicação essencialmente dialógica e participativa, no espaço do ecossistema comunicativo escolar, mediada pela gestão compartilhada (professor/aluno/comunidade escolar) dos recursos e processos da informação, contribui essencialmente para a prática educativa, cuja especificidade é o aumento imediato do grau de motivação por parte dos estudantes e para o adequado relacionamento no convívio professor/aluno, maximizando as possibilidades de aprendizagem, de tomada de consciência e de mobilização para a ação. A essa precondição e a esse esforço multidisciplinar denominamos educomunicação (Soares, 2011, p.17). A educomunicação, portanto, não é sinônimo de Tecnologias da Educação ou de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), mas se apresenta como um espaço privilegiado de aprendizagem dialogal. Para o novo campo, o relevante não é a ferramenta tecnológica em si, mas o tipo de mediação que pode favorecer para a ampliação de diálogos sociais e educativos. 5

6 A fim de superar visões reducionistas que contrapõem ou aliam educação e mídia, Soares (2011) propõe que a relação da educomunicação com a escola seja pensada em três âmbitos distintos. O primeiro, o da gestão escolar, convida a escola a identificar e, se necessário, a rever as práticas comunicativas que caracterizam e norteiam as relações entre a direção, os professores e os alunos no ambiente educativo. O segundo âmbito, o disciplinar, sugere que a comunicação, enquanto linguagem, processo, produto cultural e prática social se transforme em conteúdo disciplinar, isto é, em objeto específico no âmbito da área denominada Linguagens, Códigos e suas Tecnologias este é o foco disciplinar dos programas internacionalmente conhecidos como media education, media literacy, educacion em medios. O terceiro âmbito, o transdisciplinar, propõe que os educandos se apoderem das linguagens mediáticas ao fazer uso coletivo e solidário dos recursos da comunicação tanto para aprofundar seus conhecimentos quanto para desenhar estratégias de transformação das condições de vida à sua volta, mediante projetos educomunicativos legitimados por criatividade e coerência epistemológica. Enquanto professor, o educomunicador irá suprir a demanda criada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional quando, já nos meados da década de 1990, introduziu a comunicação, suas tecnologias e linguagens como conteúdo e como suporte metodológico no ensino médio brasileiro. Como consultor, poderá prestar serviços nos meios impressos, audiovisuais e digitais, assim como em projetos mantidos por organizações e empresas, voltados para a gestão da comunicação em espaços educativos ou em áreas de produção destinadas à educação. O educomunicador será preparado para aproximar seu perfil ao de um gestor de comunicação no espaço educativo. Um profissional que deve conhecer as teorias e práticas da educação, de um lado e, de outro, os modelos e procedimentos que envolvem o mundo da produção midiática e do uso das tecnologias de forma a exercer atividades de caráter transdisciplinar, tanto na docência quanto na coordenação de trabalhos de campo. Espera-se também que este profissional tenha a habilidade para negociar conflitos e criatividade para promover soluções que melhorem os processos educativos, sejam formais (escolares), não formais (desenvolvidos pelas organizações sociais) ou informais (implementados pelos meios de comunicação voltados para a educação e cultura). 6

7 Para o Núcleo de Comunicação e Educação (NCE) 7 da USP nenhuma educação pode ser realizada no mundo contemporâneo fora dos espaços das mediações culturais, nos quais os processos e meios de comunicação exercem papel fundamental. Nesse processo, as ações do educomunicador devem estar qualificadas como inclusivas (nenhum membro da comunidade pode sentir-se fora do processo); democráticas (reconhecendo fundamentalmente a igualdade radical entre as pessoas envolvidas); midiáticas (valorizando as mediações possibilitadas pelos recursos da informação); criativas (sintonizadas com toda forma de manifestação da cultura local). Pesquisas divulgadas pelo Núcleo de Educação e Comunicação da USP elucidam que a educomunicação se desenvolve através de áreas específicas de atividade, entre as quais, a educação para a recepção crítica dos meios de comunicação, a mediação tecnológica em espaços educativos, a expressão comunicativa através das artes e a gestão da comunicação em espaços educativos. Por isso, a preocupação do Núcleo em dialogar com educadores, tecnólogos e produtores dos meios de comunicação para, então, lançar projetos como Educom.rádio, Educom.TV, Todeolho.TV e Educom.mídia 8 que traduzem o desafio em torno de como ler a mídia, de aprender a ler os meios no contexto educacional. Em entrevista ao portal Aprendiz 9, publicada em 2 de março de 2011, Ismar Soares diz que desânimo, falta de motivação e rigidez curricular são alguns dos principais problemas do ensino médio. Quando o aluno percebe que pode dialogar com a escola por meio do teatro e da música, do vídeo, do rádio e do resgate da cultura local, ele começa a ter voz e vai ser motivando a estar na escola. Em 2007, na Prova Brasil o Inep detectou que das 40 melhores escolas, todas usavam processos com mídia, emblematizando a comunicação enquanto uma relação que se estabelece entre sujeitos sociais. A educomunicação, nessa perspectiva dialógica e participativa, não se vê simplesmente como uma ferramenta curricular, mas como paradigma educador. Enquanto o método tradicional posiciona rigidamente o professor como chefe, o método 7 Como resultado da implementação de uma série de projetos assessorados pelo Núcleo de Comunicação e Educação da USP (NCE) em âmbito federal, municipal e estadual, bem como intervenções na iniciativa privada, o Curso de Licenciatura em Educomunicação tornou-se realidade me fevereiro de 2011, sete anos depois da aprovação da Lei Educom, pela Câmara Municipal de São Paulo. A Lei estabeleceu as modalidades do emprego do conceito por parte de Secretarias da Cultura, Saúde, Esporte, Meio Ambiente e Educação. Com o Curso de Licenciatura, abriu-se espaço para uma nova categoria profissional: o educomunicador. Este novo profissional, segundo informações do NCE, estará habilitado para prática docente (professor de comunicação para o Ensino Médio) assim como para o exercício de consultorias junto aos órgãos governamentais, à mídia, ao sistema educacional (fundamental, médio e superior) e ao terceiro setor, em programas e projetos relacionados às diferentes interfaces entre comunicação, tecnologias de informação e educação

8 educomunicativo convida a uma situação horizontal de produção, experenciando uma prática educativa que favorece o exercício da dialogicidade verdadeira. Esta última trata-se de uma expressão utilizada por Paulo Freire e entendida como sendo a capacidade dos sujeitos envolvidos no processo de aprendizagem aprenderem e crescerem em meio ao reconhecimento das diferenças identitárias, frente ao repeito à autonomia do ser educando, mediante à conscientização ética do inacabamento do ser. A sede de diálogo no mundo religioso As reflexões apresentadas até aqui colocam o diálogo num patamar superior, atribuindo-lhe um status imprescindível para se pensar a educação e a comunicação em seus desafios no século XXI. Igualmente, a educomunicação, resultado desse encontro de áreas científicas, ao se nutrir da Pedagogia e das Ciências da Comunicação lança suas bases rumo a consolidação de um paradigma educador. E, para tanto, a partir de sua interface interdisciplinar, abre-se automaticamente aos demais discursos. Nesse cenário instigante e dotado de incertezas, o mundo religioso acena para aquilo que considera condição essencial a um futuro mais harmônico para a humanidade: o diálogo. As diversas tradições religiosas vêm sendo provocadas a perceber a importância vital de um relacionamento criativo e mútuo entre si mesmas, da mesma maneira que o mundo da educação, em sua complexidade, vê a necessidade de retomar questões consideradas básicas para o convívio humano mais harmonioso, como de estabelecer uma cultura de paz, de respeito e reconhecimento ao outro, àquele que é diferente de mim. Segundo o professor e teólogo Faustino Teixeira 10, cuja reflexão sobre a temática religiosa dialogal será usada de forma extensiva neste artigo, não há mais possibilidade de manutenção de posicionamentos teóricos e práticos que sustentem a perspectiva de hegemonia de uma dada tradição religiosa sobre as demais. Em tempo de pluralismo religioso há que se enfatizar a singularidade e o valor da diversidade como dado irrenunciável e irrevogável. 10 As reflexões do teólogo usadas neste artigo fizeram parte do módulo A busca da transcendência no século XXI, realizado no Espaço Cultural CPFL, com curadoria de Leonardo Boff e editado como série de televisão pela TV Cultura. A série foi exibida no programa Invenção do Contemporâneo durante o mês de abril de Além de Faustino Teixeira que falou sobre "O diálogo inter-religioso", o módulo contou com a contribuição de Maria Lina Boff que abordou o tema Uma perspectiva feminina", de Marcos Arruda que trabalhou o assunto "Transcendência e ecoglobalização" e o próprio Boff com Transcendência e humanidade. 8

9 É no processo dialogal que os interlocutores vivem e celebram o reconhecimento da sua individualidade e liberdade, estando ao mesmo tempo disponíveis para o enriquecimento da alteridade. O ser humano é um nó de relações e não pode ser compreendido de forma destacada do outro com o qual se comunica. Nesse sentido, o diálogo é parte da dimensão integral de toda a vida humana. É na relação com tu que o sujeito constrói e aperfeiçoa sua identidade. Como pontua o filósofo Martín Buber ( ), o homem se torna eu na relação com tu. Trata-se de uma experiência humana basal, de passagem obrigatória no caminho da autorrealização, tanto do indivíduo quanto da comunidade na qual está inserido (Teixeira, 2007). Frente às inúmeras formas de conversação, como a que se expressa entre os saberes, o diálogo inter-religioso aparece como mais uma possibilidade e, conforme Teixeira (2007), pode ser compreendido como o conjunto das relações inter-religiosas positivas e construtivas com pessoas e comunidades de outras confissões religiosas para um mútuo conhecimento e o recíproco enriquecimento. A expressão mútuo conhecimento refere-se especificamente a arte de compreender, um exercício dificílimo, além de delicado. Para o filósofo Gadamer, compreender significa que eu posso pensar e ponderar o que o outro pensa. Por isso, essa arte da compreensão não é necessariamente estar de acordo com o quê ou quem se compreende, nem romper com as próprias convicções fundamentais, mas um exercício essencial de se recolher para deixar valer o outro. A expressão recíproco conhecimento diz respeito a entender o diálogo como intercâmbio de dons e, para tanto, é necessário a prontidão para se deixar transformar pelo encontro. Nesse sentido, a verdade não é posse de uma dada visão religiosa, mas trata-se de um mistério pelo qual nos devemos deixar possuir. Certos aspectos do mistério cristão foram por vezes mais eficazmente manifestados em outras comunidades cristãs que não propriamente naquela em que os interlocutores estão apoiados. Portanto, para compreender mais profundamente seu próprio mistério é primordial dialogar com outras comunidades, que são capazes de expressar de forma mais translucida a dinâmica do mistério que determinado indivíduo vive em sua própria tradição. O diálogo inter-religioso instaura uma comunicação entre fiéis de tradições religiosas diferentes, envolve partilha de vida, experiência e conhecimento. Essa comunicação propicia um clima de abertura, empatia, simpatia e acolhimento, removendo preconceitos, suscitando compreensão mútua, enriquecimento mútuo, comprometimento comum de partilha da experiência religiosa. 9

10 A comunicação entre fiéis ocorre com aqueles que estão enraizados na sua própria fé, não existe diálogo sem empenho numa determinada tradição. Para dialogar o indivíduo tem que estar envolvido, empenhado em sua tradição. Nesse sentido, alguém que não tem tradição não dialoga. Em âmbito existencial, partilhar diálogo é disponibilizar-se a entrar em conversação. E conversação profunda é extremamente difícil porque significa também fazer uma experiência de fronteira identitária. Cada interlocutor é convidado a arriscar sua autocompreensão diante do desafio que acompanha a alteridade. No processo de diálogo pode haver conversão, representada ou por uma mudança radical ou menos radical, onde àquilo que era estranho e diferente torna-se verdadeiramente possível. Nesse processo há o reconhecimento da dignidade do interlocutor e o reconhecimento a dignidade de suas doutrinas. Durante o diálogo, um dos interlocutores pode até não aceitar as doutrinas, mas deve respeitá-las. Uma das maiores dificuldades no diálogo inter-religioso, especificamente da relação estabelecida com a diferença expressa no discurso do outro, é a apropriação de outras possibilidades. Isso porque, conforme Teixeira (2007), as pessoas, no seu interior, não estão querendo outras possibilidades, pois significa insegurança, risco; querem mesmo é um caminhar tranquilo e seguro segundo a tradição de pertença. Mesmo sendo um desafio complexo, laborioso, o diálogo é imprescindível para as religiões. Para alguns teólogos, não será possível paz no mundo sem paz entre as religiões, bem como não será possível paz entre as religiões sem diálogo. E não será possível diálogo se não houver respeito à dignidade de tradições religiosas diferentes da do interlocutor. O teólogo indiano Raimundo Panikkar (Teixeira, 2007), salienta a relevância do intercâmbio dialogal como vital entre as religiões, uma vez que possibilita o encontro da religião consigo mesma. O diálogo com o diferente ajuda quem dialoga a perceber a sua própria tradição, a enxergar elementos que antes não se conseguia captar mesmo inserido na tradição. Outros atributos que o diálogo requer são a cortesia e a abertura de coração. Muitas vezes, a dureza de coração impede o indivíduo de dialogar. Pessoas de coração duro são incapazes de acolher a diferença, são as pessoas arrogantes que estão presas ao que Teixeira (2007) denomina como a hybris totalitária, isto é, a insolência. Tais pessoas são capazes apenas de celebrar a identidade como mônada (unidade) isolada, são surdas ao apelo da alteridade. Neste aspecto, para haver diálogo é necessário 10

11 reconhecer que o pluralismo é um valor e não uma expressão do pecado humano ou incapacidade do humano de encontrar a verdadeira religião. Como valor, o pluralismo religioso pode ser considerado como destino histórico permitido pelo mistério maior. O pluralismo desestabiliza e questiona as autoevidências da ordem, do sentido, do valor; auto evidências que orientam as ações das pessoas. O pluralismo cria uma situação de incerteza permanente. Por outro lado, a mente humana abomina a incerteza. Tanto que, quando o relativismo relacional ao pluralismo começa a aumentar, consequentemente ocorre a sede pelo absoluto. São os grandes fundamentalismos que estão por todos os lados. O fundamentalismo é uma resistência ao pluralismo e, ao mesmo tempo, é expressão do temor ao pluralismo. Para Teixeira (2007), o século XXI começou com um crescimento espantoso do fundamentalismo, defendendo o valor das auto-evidências e questionando o lugar das diferenças. Contrário a essa tendência de esvaziamento do humano no sentido de negar a condição identitária plural e complexa própria dos sujeitos, cinco eixos do diálogo inter-religioso são explicitados: 1) Não há diálogo inter-religioso sem consciência da humildade a maior resistência ao diálogo provém de pessoas ou grupos animados pela autosuficiência e pela arrogância. O sentimento de superioridade constitui real obstáculo ao diálogo. A humildade, por sua vez, está ligada a dois polos: consciência da vulnerabilidade e consciência da contingência. Ambos destacam a ideia de que o diálogo começa quando se é capaz de reconhecer os próprios limites. 2) Abertura ao valor da alteridade na base do diálogo há a percepção do valor da diversidade e, este valor, traduz a riqueza da experiência humana. Nesse contexto, não é possível reduzir o mistério do outro ao domínio do particular e à lógica da assimilação. O outro humano é sempre um patrimônio de mistério que se revela a cada momento de seu percurso histórico. A experiência da alteridade é reconhecer que existe um espaço de silêncio mesmo nos mais íntimos amores 11 ; significa que nunca se toma posse do outro, pois apossar-se do outro significa privá-lo de sua singularidade. Essa é uma realidade vivida nas experiências dos místicos com Deus. São João da Cruz dizia: quanto mais alto se ousa, tanto menos se entende. Há uma barreira do mistério que ninguém consegue captar. 11 Lya Luft, Mar de dentro (2000). 11

Mídia, linguagem e educação

Mídia, linguagem e educação 21 3 22 Mídia, Linguagem e Conhecimento Segundo a UNESCO (1984) Das finalidades maiores da educação: Formar a criança capaz de refletir, criar e se expressar em todas as linguagens e usando todos os meios

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Paraná Programa de Pós-Graduação em Teologia Linha Teologia e Sociedade

Pontifícia Universidade Católica do Paraná Programa de Pós-Graduação em Teologia Linha Teologia e Sociedade Pontifícia Universidade Católica do Paraná Programa de Pós-Graduação em Teologia Linha Teologia e Sociedade PROJETO ESPAÇO SAGRADO: UMA PROPOSTA DE TURISMO EDUCACIONAL E UMA ESTRATÉGIA PARA CONHECER E

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA

A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA A escola católica será uma instituiçao com mística evangelizadora UMA ESCOLA A SERVIÇO DA PESSOA E ABERTA A TODOS UMA ESCOLA COM

Leia mais

Arte como conhecimento, patrimônio e identidade cultural

Arte como conhecimento, patrimônio e identidade cultural Arte como conhecimento, patrimônio e identidade cultural Rita de Cássia Demarchi Ao abraçar o campo de ensino e aprendizagem de arte é tomado como ponto de partida o princípio de que a arte é uma rica

Leia mais

A DIDÁTICA NUMA ABORDAGEM FREIREANA Maria da Conceição Bizerra 196

A DIDÁTICA NUMA ABORDAGEM FREIREANA Maria da Conceição Bizerra 196 A DIDÁTICA NUMA ABORDAGEM FREIREANA Maria da Conceição Bizerra 196 Introdução O presente estudo tem por objetivo refletir sobre o ensino da didática, inspirado no pensamento de Paulo Freire, no contexto

Leia mais

ESPIRITUALIDADE: Como um valor imprescindível para a educação

ESPIRITUALIDADE: Como um valor imprescindível para a educação ESPIRITUALIDADE: Como um valor imprescindível para a educação Janaina Guimarães 1 Paulo Sergio Machado 2 Resumo: Este trabalho tem por objetivo fazer uma reflexão acerca da espiritualidade do educador

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

O ensino religioso em face do Projeto Político Pedagógico Lurdes Fátima Polidoro Robson Stigar

O ensino religioso em face do Projeto Político Pedagógico Lurdes Fátima Polidoro Robson Stigar O ensino religioso em face do Projeto Político Pedagógico Lurdes Fátima Polidoro Robson Stigar Resumo: Este artigo objetiva analisar a relação do ensino religioso junto ao Projeto Político Pedagógico destacando

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

O RÁDIO NA ESCOLA Uma proposta Educomunicativa. Wagner Rosseto 1 Emerson Luis Monsani 2 Juliana Carla Bauerle Motta 3 RESUMO

O RÁDIO NA ESCOLA Uma proposta Educomunicativa. Wagner Rosseto 1 Emerson Luis Monsani 2 Juliana Carla Bauerle Motta 3 RESUMO O RÁDIO NA ESCOLA Uma proposta Educomunicativa Wagner Rosseto 1 Emerson Luis Monsani 2 Juliana Carla Bauerle Motta 3 RESUMO A aliança entre Educação e Comunicação constitui-se em uma das modernas alternativas

Leia mais

Telejornalismo e Educação para a Cidadania: uma experiência de Educomunicação

Telejornalismo e Educação para a Cidadania: uma experiência de Educomunicação Telejornalismo e Educação para a Cidadania: uma experiência de Educomunicação Educomunicação Comunicação-Educação Uma área emergente Pesquisa na linha do NCE/ECA/USP As pesquisas do NCE/ECA/USP buscam

Leia mais

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino fundamental Resumo O projeto de iniciação científica está vinculado à pesquisa Uso do jornal em sala de aula e compreensão

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA Sumaya Mattar Moraes Mestranda na Área de Linguagem e Educação da FEUSP Esta pesquisa coloca em pauta

Leia mais

1º SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE E N S I N O RELIGIOSO ITAJAÍ SC

1º SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE E N S I N O RELIGIOSO ITAJAÍ SC 1º SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE E N S I N O RELIGIOSO ITAJAÍ SC DIVERSIDADE CULTURAL RELIGIOSA NO COTIDIANO ESCOLAR: OS DESAFIOS PARA A CONSTITUIÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DO CURRÍCULO DO ENSINO FUNDAMENTAL. Profa.

Leia mais

AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO

AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O TRABALHO DO TUTOR COMO MEDIADOR DO CONHECIMENTO SOEK, Ana Maria (asoek@bol.com.br) Universidade Federal do Paraná (UFPR) - Brasil HARACEMIV,

Leia mais

PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ENSINO RELIGIOSO

PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ENSINO RELIGIOSO PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS DO ENSINO RELIGIOSO Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Religioso Resumo: Os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Religioso constituem-se num marco histórico

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

Todo processo de ensino-aprendizagem carece de um ponto de partida, algo que serve para desencadear a ação educativa. Os profissionais educadores

Todo processo de ensino-aprendizagem carece de um ponto de partida, algo que serve para desencadear a ação educativa. Os profissionais educadores Temas geradores Todo processo de ensino-aprendizagem carece de um ponto de partida, algo que serve para desencadear a ação educativa. Os profissionais educadores têm à sua disposição algumas estratégias

Leia mais

Reverência pela Vida: Atitude Transdisciplinar na Educação Ambiental

Reverência pela Vida: Atitude Transdisciplinar na Educação Ambiental Reverência pela Vida: Atitude Transdisciplinar na Educação Ambiental RESUMO Rosa Maria Viana (Universidade Salgado Oliveira/rosamviana@yahoo.com.br) Sandra de Fátima Oliveira (Universidade Federal de Goiá/sanfaoli@iesa.ufg.br)

Leia mais

Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez, 1992.

Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez, 1992. METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Aline Fabiane Barbieri Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez,

Leia mais

2. Os estudantes sujeitos do Ensino Médio e os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano na Área de Ciências Humanas

2. Os estudantes sujeitos do Ensino Médio e os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano na Área de Ciências Humanas 1. O Passado das ciências (Integração). O papel das Ciências Humanas? 2. Os estudantes sujeitos do Ensino Médio e os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano na Área de Ciências Humanas Contexto

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR ENSINO MÉDIO. Edenia Maria Ribeiro do Amaral UFRPE/PPGEC Assessoria da Área de Ciências da Natureza - BNCC

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR ENSINO MÉDIO. Edenia Maria Ribeiro do Amaral UFRPE/PPGEC Assessoria da Área de Ciências da Natureza - BNCC BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR ENSINO MÉDIO Edenia Maria Ribeiro do Amaral UFRPE/PPGEC Assessoria da Área de Ciências da Natureza - BNCC A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR É parte de um Sistema Nacional

Leia mais

EDUCAÇÃO MUDANÇAS O QUE ESTÁ REFLETINDO NA ESCOLA?

EDUCAÇÃO MUDANÇAS O QUE ESTÁ REFLETINDO NA ESCOLA? EDUCAÇÃO MUDANÇAS O QUE ESTÁ REFLETINDO NA ESCOLA? Elisane Scapin Cargnin 1 Simone Arenhardt 2 Márcia Lenir Gerhardt 3 Eliandra S. C. Pegoraro 4 Edileine S. Cargnin 5 Resumo: Diante das inúmeras modificações

Leia mais

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1 A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1 Rita Vieira de Figueiredo 2 Gosto de pensar na formação de professores (inspirada no poema de Guimarães) Rosa

Leia mais

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 I CICLO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES (1º e 2º semestres): FUNDAMENTOS DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO EMENTÁRIO: O I Ciclo do Curso de Pedagogia do UniRitter desenvolve os fundamentos

Leia mais

Educação e Direitos Humanos, Currículo e Estratégias Pedagógicas

Educação e Direitos Humanos, Currículo e Estratégias Pedagógicas Educação e Direitos Humanos, Currículo e Estratégias Pedagógicas Vera Maria Candau * * Pós-Doutora em Educação pela Universidad Complutense de Madrid. Docente da Pontifícia Universidade Católica do Rio

Leia mais

Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente

Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente CARVALHO, Ademar de Lima 1 RESSUMO O presente texto tem por objetivo apresentar uma reflexão sobre o Estágio

Leia mais

AS TRÊS DIMENSÕES DA INCLUSÃO

AS TRÊS DIMENSÕES DA INCLUSÃO r 02.qxp 5/6/2008 16:15 Page 1 293 SANTOS, MÔNICA PEREIRA; PAULINO, MARCOS MOREIRA (ORGS.). INCLUSÃO EM EDUCAÇÃO: CULTURAS, POLÍTICAS E PRÁTICAS. SÃO PAULO: CORTEZ, 2006. 168 P. JANETE NETTO BASSALOBRE*

Leia mais

O DIÁLOGO EM PAULO FREIRE: CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA EM CLASSES DE RECUPERAÇÃO INTENSIVA

O DIÁLOGO EM PAULO FREIRE: CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA EM CLASSES DE RECUPERAÇÃO INTENSIVA 1072 O DIÁLOGO EM PAULO FREIRE: CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA EM CLASSES DE RECUPERAÇÃO INTENSIVA Ana Cristina da Silva Ambrosio Programa de Pós Graduação em Educação (PPGE-UNESP/PP). E-mail:

Leia mais

SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE. Resumo

SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE. Resumo SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE Cleide Aparecida Carvalho Rodrigues 1 Resumo A proposta para a realização do SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE surgiu durante uma das atividades do Grupo de Estudos de Novas Tecnologias

Leia mais

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE Elaine Barbosa da Silva Xavier Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco - Mestranda Neuma Kelly Vitorino

Leia mais

NOSSO CURRÍCULO A EDUCAÇÃO QUE PRATICAMOS ÁREA DAS CIÊNCIAS HUMANAS. Adotamos uma pedagogia:

NOSSO CURRÍCULO A EDUCAÇÃO QUE PRATICAMOS ÁREA DAS CIÊNCIAS HUMANAS. Adotamos uma pedagogia: A EDUCAÇÃO QUE PRATICAMOS NOSSO CURRÍCULO Adotamos uma pedagogia: - que faz da escola uma instância efetiva de assimilação crítica, sistemática e integradora do saber e da cultura geral; - que trata os

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE Resumo ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NICOLITTO, Mayara Cristina UEPG maycris_nic@hotmail.com CAMPOS, Graziela Vaneza de UEPG

Leia mais

GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA E O OLHAR PARA OS ESPAÇOS ESCOLARES VARGAS, Simara 1 ROTHER, Janice 2 RAFFAELLI, Alexandra F. 3

GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA E O OLHAR PARA OS ESPAÇOS ESCOLARES VARGAS, Simara 1 ROTHER, Janice 2 RAFFAELLI, Alexandra F. 3 1 GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA E O OLHAR PARA OS ESPAÇOS ESCOLARES VARGAS, Simara 1 ROTHER, Janice 2 RAFFAELLI, Alexandra F. 3 Palavras-chave: Gestão democrática; espaços escolares; organizações. 1 INTRODUÇÃO

Leia mais

A EPISTEMOLOGIA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A EPISTEMOLOGIA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL A EPISTEMOLOGIA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Nilson Duarte Rocha 1 Lúcio Jorge Hammes 2 Resumo Este artigo apresenta a epistemológica para a efetivação de uma educação ambiental transformadora do sujeito-aluno

Leia mais

ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS

ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS Marcia Aparecida Alferes 1 Resumo O presente texto pretende refletir sobre a questão da alfabetização como conceito presente nas políticas educacionais que

Leia mais

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 Janete Maria Lins de Azevedo 2 Falar sobre o projeto pedagógico (PP) da escola, considerando a realidade educacional do Brasil de hoje, necessariamente

Leia mais

A DIVERSIDADE E CURRÍCULO: DESAFIOS PARA UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA

A DIVERSIDADE E CURRÍCULO: DESAFIOS PARA UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA A DIVERSIDADE E CURRÍCULO: DESAFIOS PARA UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA Josenilson Felizardo dos Santos 1 INTRODUÇÃO É possível compreender o papel da escola diante de todo o processo de ensino aprendizagem. E

Leia mais

A TERCEIRA GERAÇÃO DA EAD E SUA INFLUÊNCIA NA DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR BRASILEIRO

A TERCEIRA GERAÇÃO DA EAD E SUA INFLUÊNCIA NA DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR BRASILEIRO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 624 A TERCEIRA GERAÇÃO DA EAD E SUA INFLUÊNCIA NA DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR BRASILEIRO Fabiane Carniel 1,

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL 2014

PLANEJAMENTO ANUAL 2014 PLANEJAMENTO ANUAL 2014 Disciplina: ENSINO RELIGIOSO Período: Anual Professor: MARIA LÚCIA DA SILVA Série e segmento: 6º ANO 1º TRIMESTRE 2º TRIMESTRE 3º TRIMESTRE * Trabalhar a formação cidadã do aluno

Leia mais

Maristela Aparecida Fagherazzi UDESC Ana Maria Ribeiro Universidade de Santiago de Compostela/Espanha

Maristela Aparecida Fagherazzi UDESC Ana Maria Ribeiro Universidade de Santiago de Compostela/Espanha TRAJETÓRIA DA PRODUÇÃO E APLICAÇÃO DO MATERIAL IMPRESSO E AUDIOVISUAL DE DIDÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE PEDAGOGIA À DISTÂNCIA DA UDESC Maristela Aparecida Fagherazzi UDESC Ana Maria Ribeiro

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

PLANEJAMENTO DEMOCRÁTICO COM CRIANÇAS 0 A 3 ANOS

PLANEJAMENTO DEMOCRÁTICO COM CRIANÇAS 0 A 3 ANOS IX Encontro Internacional do Fórum Paulo Freire Tema Geral: Caminhos de emancipação para além da crise: Resgatando temas geradores do pensamento educativo e social de Paulo Freire Eixo 2 - Educação - O

Leia mais

RESUMO. Palavras-chave fenomenologia; método; mística

RESUMO. Palavras-chave fenomenologia; método; mística RESUMO FENOMENOLOGIA E MÍSTICA Uma abordagem metodológica Elton Moreira Quadros Professor substituto na Univ. Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Faculdade Juvência Terra (FJT) Instituto de Filosofia

Leia mais

Palavras-chave: Mediação Cultural; Autonomia; Diversidade.

Palavras-chave: Mediação Cultural; Autonomia; Diversidade. Um olhar sobre a diversidade dos educativos da Fundaj 1 Maria Clara Martins Rocha Unesco / MG Maria José Gonçalves Fundaj / PE RESUMO Os programas educativos nos diferentes equipamentos culturais da Fundação

Leia mais

Resumo. 1 - Introdução

Resumo. 1 - Introdução Este artigo, disponível em http://www.nied.unicamp.br/oea/, refere-se ao curso de construção de páginas para a Internet desenvolvida para professores, realizado por pesquisadores da PUCSP em 2000, junto

Leia mais

Vivência da Paz e Valores Humanos: Ação Transdisciplinar como Caminho

Vivência da Paz e Valores Humanos: Ação Transdisciplinar como Caminho Vivência da Paz e Valores Humanos: Ação Transdisciplinar como Caminho RESUMO Rosa Maria Viana (Universidade Salgado Oliveira/rosamviana@yahoo.com.br) Cirlena Procópio (Universidade Salgado Oliveira/cprocopio@brturbo.com.br)

Leia mais

DIVERSIDADE HISTÓRICA, CULTURAL E LINGUÍSTICA NA EDUCAÇÃO

DIVERSIDADE HISTÓRICA, CULTURAL E LINGUÍSTICA NA EDUCAÇÃO 1 DIVERSIDADE HISTÓRICA, CULTURAL E LINGUÍSTICA NA EDUCAÇÃO INTRODUCÃO Patrícia Edí Ramos Escola Estadual Maria Eduarda Pereira Soldera São José dos Quatro Marcos Este trabalho tem por objetivo uma pesquisa

Leia mais

Mestrandos do Curso de Pós-graduação em Educação: Currículo da PUC/SP - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Mestrandos do Curso de Pós-graduação em Educação: Currículo da PUC/SP - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Esta publicação, disponível em http://www.nied.unicamp.br/oea, foi apresentada no Congresso "Um olhar sobre Paulo Freire", Évora-Portugal (19-23/09/2000). Este artigo enfoca uma ação de formação de professores,

Leia mais

PEDAGOGIA DO ESPORTE: A IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DA SITUAÇÃO PROBLEMA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS JOGOS ESPORTIVOS COLETIVOS

PEDAGOGIA DO ESPORTE: A IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DA SITUAÇÃO PROBLEMA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS JOGOS ESPORTIVOS COLETIVOS PEDAGOGIA DO ESPORTE: A IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DA SITUAÇÃO PROBLEMA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS JOGOS ESPORTIVOS COLETIVOS Prof. Ms.Camila Corrêa Moura Prof. Ms. Larissa Rafaela Galatti

Leia mais

POR DENTRO DA TOCA AJUDE-NOS A AJUDAR 1. Danny Jessé Falkembach Nascimento 2 Ariane Carla Pereira 3

POR DENTRO DA TOCA AJUDE-NOS A AJUDAR 1. Danny Jessé Falkembach Nascimento 2 Ariane Carla Pereira 3 POR DENTRO DA TOCA AJUDE-NOS A AJUDAR 1 Danny Jessé Falkembach Nascimento 2 Ariane Carla Pereira 3 RESUMO O que é ser jornalista e qual é a função social deste profissional? As respostas podem ser variadas,

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

DINÂMICA DE FUNCIONAMENTO: Horário matutino: de 5º ao 9 º ano do Ensino Fundamental.

DINÂMICA DE FUNCIONAMENTO: Horário matutino: de 5º ao 9 º ano do Ensino Fundamental. NÍVEIS E MODALIDADES DE ENSINO: EDUCAÇÃO INFANTIL: Maternal III: 3-4 anos 1º Período: 4-5 anos 2º Período: 5-6 anos ENSINO FUNDAMENTAL: Novatos: 1º ano matrícula com 6 anos completos (até 31 de março)

Leia mais

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA Núbia Vieira TEIXEIRA; Solange Martins Oliveira MAGALHÃES Mestrado - Programa de Pós - Graduação em Educação - FE/UFG vitenubia@yahoo.com.br;solufg@hotmail.com

Leia mais

O talento é seu. A gente só aperfeiçoa. Conheça: est.edu.br

O talento é seu. A gente só aperfeiçoa. Conheça: est.edu.br O talento é seu. A gente só aperfeiçoa. EXTENSÃO Conheça: est.edu.br PROGRAMA DE EXTENSÃO A Faculdades EST é vinculada à Rede Sinodal de Educação, identificada com a Igreja Evangélica de Confissão Luterana

Leia mais

ENSINANDO DIREITOS HUMANOS NA EJA: LIMITES E DESAFIOS DE UMA EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA

ENSINANDO DIREITOS HUMANOS NA EJA: LIMITES E DESAFIOS DE UMA EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA ENSINANDO DIREITOS HUMANOS NA EJA: LIMITES E DESAFIOS DE UMA EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA Maria Elizete Guimarães Carvalho 1 Resumo Discute as experiências vivenciadas no Projeto de Extensão Educando Jovens

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE Marcia Aparecida Alferes 1 Resumo O presente texto pretende refletir sobre a definição dos conceitos de alfabetização e letramento,

Leia mais

A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ

A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ Selma Andrade de Paula Bedaque 1 - UFRN RESUMO Este artigo relata o desenvolvimento do trabalho de formação de educadores

Leia mais

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar Ulisses F. Araújo * * Professor Doutor da Universidade de São Paulo. Escola de Artes, Ciências e Humanidades. 1 Um dos objetivos

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura

Leia mais

Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária

Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária Paulo Gabriel Soledade Nacif, Murilo Silva de Camargo Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Marta Quintanilha Gomes Valéria de Fraga Roman O planejamento do professor visto como uma carta de intenções é um instrumento articulado internamente e externamente

Leia mais

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS Cordeiro, Juliana SEMED/Pinhais, vínculo efetivo, Pinhais, Paraná, Brasil juliana.cordeiro@pinhais.pr.gov.br

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DA SOCIOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO CRÍTICO

A CONTRIBUIÇÃO DA SOCIOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO CRÍTICO 1 A CONTRIBUIÇÃO DA SOCIOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO CRÍTICO Sandra Maria Mattar RESUMO Esta pesquisa tem por objetivo analisar a contribuição da Sociologia na formação do pedagogo, considerando-se as

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL Viviane Cardoso¹ Resumo: O objetivo desse artigo é refletir como os ideais da pedagogia freireana tem contribuído para as práticas

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO LINHA DE PESQUISA TEORIA E PRÁTICA PEDAGÓGICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PROJETO IDENTIDADE E A PRÁTICA PEDAGÓGICA

Leia mais

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE.

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. Joelma Carvalho Vilar(UFS) 1 Cleverton dos Santos(UFS) 2 Érica Santos de Jesus(UFS) 3 Vera Lúcia Mendes de Farias(UFS)

Leia mais

TRABALHO EM EQUIPE: Uma Prática que precisa tornar uma Práxis no Interior da Escola RESUMO

TRABALHO EM EQUIPE: Uma Prática que precisa tornar uma Práxis no Interior da Escola RESUMO TRABALHO EM EQUIPE: Uma Prática que precisa tornar uma Práxis no Interior da Escola MORIS, Aline dos Santos 1 aline_morys@hotmail.com Rocha, Marlizane Atanazio 2 SOUZA, Sueli de Oliveira 3 Suelisouza-roo@hotmail.com

Leia mais

INTEGRAÇÃO DOS PARADIGMAS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO COM OS PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI 1 E ABORDAGENS DA ANÁLISE TRANSACIONAL.

INTEGRAÇÃO DOS PARADIGMAS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO COM OS PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI 1 E ABORDAGENS DA ANÁLISE TRANSACIONAL. 1 INTEGRAÇÃO DOS PARADIGMAS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO COM OS PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI 1 E ABORDAGENS DA ANÁLISE TRANSACIONAL Paradigmas da educação Competências Paradigmas contemporâneos

Leia mais

Juventude e Relações Humanas

Juventude e Relações Humanas SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA UNIDADE: DATA: / / 03 III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE EDUCAÇÃO RELIGIOSA.º ANO/EM PROFESSOR(A): VALOR: 0,0 MÉDIA: 6,0 RESULTADO:

Leia mais

Por uma Cultura da Paz Vera Maria Candau

Por uma Cultura da Paz Vera Maria Candau Por uma Cultura da Paz Vera Maria Candau Não é fácil situar-nos diante da questão da paz na atual situação do mundo e do nosso país. Corremos o risco ou de negar a realidade ou de não reconhecer o sentido

Leia mais

Educação a distância: os ambientes virtuais e algumas possibilidades pedagógicas

Educação a distância: os ambientes virtuais e algumas possibilidades pedagógicas Educação a distância: os ambientes virtuais e algumas possibilidades pedagógicas Maria Elisabette Brisola Brito Prado 1 Nos últimos anos, a educação a distância via telemática ganhou uma nova dimensão,

Leia mais

A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes. Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI

A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes. Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI Maria Antonia Alves Lima Graduanda em Pedagogia /UFPI Bárbara Maria Macedo

Leia mais

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais)

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) UFPR SETOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) 1º ANO

Leia mais

CURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA DAS DISCIPLINAS

CURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA DAS DISCIPLINAS CURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA DAS DISCIPLINAS PRODUÇÃO E RECEPÇÃO DE TEXTOS Lingüística Textual : Recepção e Produção de Textos Visão Sistemática e Particular. Gêneros e Estruturas

Leia mais

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 TEMÁTICA: EDUCAÇÃO, QUESTÃO DE GÊNERO E DIVERSIDADE EDUCAÇÃO

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL Jair Bevenute Gardas Isabel Corrêa da Mota Silva RESUMO A presente pesquisa objetiva um conhecimento amplo sobre a temática interdisciplinaridade, idealizando

Leia mais

Carta da Responsabilidades Humanas Novos desafios: novas dimensões da responsabilidade

Carta da Responsabilidades Humanas Novos desafios: novas dimensões da responsabilidade Version 13 11 2007 Carta da Responsabilidades Humanas Novos desafios: novas dimensões da responsabilidade A inegável evolução das relações internacionais pode ser atribuída principalmente ao reconhecimento

Leia mais

Gestão escolar: revendo conceitos

Gestão escolar: revendo conceitos Gestão escolar: revendo conceitos Myrtes Alonso É um equívoco pensar que o desempenho da escola se expressa apenas nos resultados da aprendizagem obtidos nas disciplinas e que é fruto exclusivo do trabalho

Leia mais

A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Adriano Ribeiro¹ adrianopercicotti@pop.com.br Resumo: A gestão democrática do Projeto Político-Pedagógico na escola

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias EDUCAÇÃO FÍSICA COMO LINGUAGEM: ÍNTIMA RELAÇÃO BIOLÓGICO- SOCIAL

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias EDUCAÇÃO FÍSICA COMO LINGUAGEM: ÍNTIMA RELAÇÃO BIOLÓGICO- SOCIAL 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias EDUCAÇÃO FÍSICA COMO LINGUAGEM: ÍNTIMA RELAÇÃO BIOLÓGICO- SOCIAL Pâmella Gomes de Brito pamellagomezz@gmail.com Goiânia, Goiás

Leia mais

A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA

A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA Carlos Silva 1 Objetivo: Favorecer o desenvolvimento de ações pedagógicas em saúde a partir da inserção das questões de saúde no Projeto Político

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 93/ 2011 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Jornalismo, Bacharelado,

Leia mais

Gláucia Cristina Negreiros Coordenação do Curso de Pedagogia

Gláucia Cristina Negreiros Coordenação do Curso de Pedagogia Faculdades Integradas Mato - Grossenses de Ciências Sociais e Humanas Missão: Formar cidadãos, através da educação, para atuar de forma transformadora, ética e crítica, no contexto profissional e social

Leia mais