Resolução nº define novas condições para dívidas agrícolas

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1 Resolução nº define novas condições para dívidas agrícolas O Governo Federal, através do Banco Central, divulgou no dia 28 de setembro de 2007 a Resolução nº 3.500, que trata das condições para negociação das dívidas agrícolas. O DESER apresenta nesse informativo uma síntese das principais medidas, alguns exemplos e algumas recomendações às organizações dos agricultores. A referida Resolução alterou as resoluções anteriores sobre as dívidas agrícolas com o objetivo de atender as demandas do setor e facilitar a execução das ações previstas sobre a renegociação das dívidas. O quadro a seguir apresenta as disposições tratadas em cada uma das 4 resoluções divulgadas recentemente. Quadro 1 Disposições das resoluções sobre dívidas do setor agrícola Resolução Data divulgação Disposição /08/2007 Concessão de prazo para pagamento de prestações de investimento com vencimento em 2007 e sobre a prorrogação de parcela com vencimento em 2007 dos créditos de custeio prorrogados referentes às safras 2003/04, 2004/05 e 2005/ /08/2007 Concessão de rebate e sobre a prorrogação das parcelas de investimento com vencimento em /08/2007 Concessão de rebate e sobre a permissão para prorrogação parcial de parcelas de financiamento ao amparo do PRONAF /09/2007 Altera as resoluções , e Fonte: Banco Central do Brasil. Considerando o conjunto das resoluções (3.495, 3.496, 3.497) após a divulgação da resolução nº 3.500, que alterou parte das anteriores, as condições para as dívidas agrícolas são as seguintes: a) Prazos Custeio - as parcelas de financiamento para Custeio das safras 2003/04, 2004/05 e 2005/06 vencidas e não pagas até 30 de outubro de 2007 poderão ser prorrogadas para até um ano após o vencimento da última prestação. Se o pagamento da última parcela estava previsto para ser efetuado em 2008, por exemplo, a parcela prorrogada deverá ser paga até No entanto, o agricultor receberá um rebate sobre o valor da parcela caso pague até 30 de outubro desse ano. Os agricultores que possuem parcelas vencidas ou a vencer até 30 de outubro deverão efetuar o pagamento ou solicitar prorrogação até o dia 30 de outubro de As parcelas do Pronaf custeio das safras 2003/04, 2004/05 e 2005/06 vincendas a partir de 31 de outubro de 2007 também poderão ser prorrogadas para até um ano após o vencimento da última prestação. Nesse caso, os agricultores deverão efetuar o pagamento ou solicitar prorrogação até a data do vencimento. 1

2 De acordo com o Banco Central, a prorrogação se aplica à até 100% (cem por cento) do valor devido, incluídos capital, encargos financeiros e acessórios, para até um ano após o vencimento da última prestação constante do atual cronograma de retorno dessas operações, mantidos os encargos financeiros pactuados para situação de normalidade. Investimento - a Resolução definiu novo prazo para pagamento dos créditos de investimento agropecuário que se encontravam sem inadimplência até 31 de dezembro de O novo prazo de pagamento das prestações vencidas e não pagas ou vincendas no período de 2 de janeiro de 2007 a 17 de dezembro de 2007 é o dia 17 de dezembro de 2007, apuradas e mantidas nas condições de normalidade para todos os efeitos, dispensados a critério do agente financeiro o exame caso a caso das operações e a formalização de aditivo ao instrumento de crédito. Ou seja, para o Investimento os agricultores também têm duas opções: pagamento com rebate ou prorrogação para até um ano após a última parcela. b) Rebates para pagamento das parcelas prorrogadas do Pronaf Custeio das safras 2003/04, 2004/05 e 2005/06 A Resolução nº definiu os percentuais de rebate para financiamentos ao amparo do Pronaf prorrogados em anos anteriores. Quadro 2 Percentual de rebate sobre as parcelas com vencimento em 2007 de financiamentos de custeio contratados através do Pronaf prorrogados em anos anteriores e exemplos de rebates sobre o valor a ser pago Safra Grupo PRONAF % Rebate Rebate sobre pagamento total de uma parcela de R$ 1.000, /04 A/C, C ou D 35% 350,00 175,00 E 20% 200,00 100, /05 A/C, C ou D 30% 300,00 150,00 E 20% 200,00 100, /06 A/C, C ou D 20% 200,00 100,00 E 15% 150,00 75,00 Fonte: Banco Central do Brasil. Elaboração: DESER Rebate sobre o pagamento de 50% de uma parcela de R$ 1.000,00 Se o beneficiário pagar no mínimo 50% (cinqüenta por cento) do valor da parcela, aplica-se sobre o valor pago o respectivo percentual de rebate (conforme tabela acima), concedendose prorrogação do saldo remanescente para até um ano após o vencimento da última prestação. Se houver pagamento até 31 de dezembro de 2007 de prestações vincendas a partir de 2008, aplica-se sobre o valor pago o respectivo percentual de rebate. 2

3 c) Rebate para pagamento de parcelas do Pronaf Investimento Os beneficiários que optarem por quitar a parcela atual do Pronaf Investimento terão direito a um rebate sobre o valor da atual. Aplica-se um percentual de rebate de acordo com o percentual pago. Quem optar por pagar todo o valor, sem prorrogar a parcela atual, terá direito a um rebate de 18%. Quem optar pela prorrogação para até um ano após a última parcela perderá o direito ao rebate. Já ao Pronaf B se aplica um rebate de 10%. O quadro a seguir apresenta os percentuais de rebate para quem optar por pagar um percentual menor, além de uma simulação. Quadro 3 Percentuais de rebate e condições aplicados ao valor da parcela do Pronaf Investimento com vencimento em 2007 Percentual de Percentual de rebate sobre a parcela Rebate para parcela de R$ 1.000,00 pagamento em vencimento Pagamento total 18% R$ 180,00 Acima de 50% 18% sobre o valor pago. Concede-se prorrogação do saldo remanescente para até um ano após o vencimento da última parcela. Se pagar 70% (R$ 700,00), por exemplo, terá direito a um rebate de R$ 126,00. Ou seja, o beneficiário pagará R$ 574,00. O valor restante (R$ 300,00) será prorrogado para até De 15% a 50% Rebate de 5% sobre o valor total das parcelas de Concede-se prorrogação do saldo remanescente para até um ano após o vencimento da última parcela. Pagamento total parcela Pronaf B Fonte: Banco central do Brasil. Elaboração: DESER. Rebate de 10% R$ 100,00 um ano após a última parcela. Se pagar 40% (R$ 400,00), por exemplo, terá direito a um rebate de R$ 20,00. Ou seja, o beneficiário pagará R$ 380,00. O valor restante (R$ 600,00) será prorrogado para até um ano após a última parcela. d) Quem já quitou a parcela atual terá o rebate devido na próxima parcela Quem já quitou as parcelas do financiamento que estariam sujeitas ao rebate terá o valor devido reduzido na próxima parcela, conforme a simulação dos quadros anteriores. Quem quitou uma parcela de R$ referente à prorrogação de uma parcela da safra 2003/04, por exemplo, teria direito a um rebate de R$ 350. Esse valor será rebatido da próxima parcela caso o agricultor ainda não tenha quitado seu financiamento. Caso o valor da última parcela seja de R$ 250, por exemplo, o agricultor terá apenas sua parcela quitada e não receberá a diferença de R$ 100. Não está prevista a devolução do valor do rebate aos agricultores que já efetuaram o pagamento antes da divulgação da resolução. Considerações do DESER A Resolução 3.500/ 2007 teve como objetivos principais resolver problemas operacionais da parte do governo e dos bancos, em virtude da dificuldade de lançamento das novas regras e da falta de disponibilização de recursos para equalizar os valores devidos, 3

4 respectivamente. Criou condições também para estender alguns benefícios à agricultores que poderiam estar sujeitos aos benefícios, como o rebate aos agricultores que já efetuaram o pagamento da parcela. Nesse caso, esses agricultores terão direito ao rebate na próxima parcela. Um problema ainda não resolvido pelo conjunto de resoluções do Banco Central diz respeito aos agricultores que já quitaram as parcelas prorrogadas e também todo o financiamento. Nesse caso não se prevê uma devolução do valor do desconto que teriam direito, o que significa um prejuízo aos mesmos. Espera-se que o governo federal disponibilize recursos aos bancos para equalização dos rebates e que se resolvam as dificuldades operacionais dos bancos para operacionalizar os descontos devidos. Para garantir que os agricultores possam usufruir o benefício, o DESER recomenda aguardar que esses problemas sejam resolvidos, mas também pressionar o governo e as superintendências dos bancos para agilizar esse processo. No entanto, é necessário tomar cuidado com os prazos para que isto seja feito, que no caso dos financiamentos para custeio vencidos ou a vencer até o final do mês é até 30 de outubro. O DESER se coloca à disposição para tratar de possíveis dificuldades de entendimento das referidas resoluções (atualizadas pelo DESER, que se encontram em anexo), através do telefone (41) Curitiba, 08 de outubro de

5 ANEXOS RESOLUÇÕES 3.495, E (atualizadas pelo DESER com base na Resolução 3.500) RESOLUCAO Dispõe sobre concessão de prazo para pagamento de prestações de investimento com vencimento em 2007 e sobre prorrogação de parcela com vencimento em 2007 dos créditos de custeio prorrogados referentes às safras 2003/2004, 2004/2005 e 2005/2006. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL, em sessão realizada em 29 de agosto de 2007, com base no art. 1º da Lei nº 8.427, de 27 de maio de 1992, e tendo em vista as disposições dos arts. 4º, inciso VI, da referida Lei nº 4.595, de 1964, 4º e 14 da Lei nº 4.829, de 5 de novembro de 1965, e 5º da Lei nº , de 11 de fevereiro de 2001, R E S O L V E U: "Art. 1º As instituições financeiras ficam autorizadas a estabelecer para os créditos de investimento agropecuário abaixo referenciados, em situação de adimplência até 31 de dezembro de 2006, novo prazo para pagamento, com vencimento em 17 de dezembro de 2007, das prestações vencidas e não pagas ou vincendas no período de 2 de janeiro de 2007 a 17 de dezembro de 2007, apuradas e mantidas nas condições de normalidade para todos os efeitos, dispensados a critério do agente financeiro o exame caso a caso das operações e a formalização de aditivo ao instrumento de crédito: I - dos programas de investimento agropecuários lastreados com repasses do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Finame Agrícola Especial; II - previstos no MCR 6-2 (recursos obrigatórios) e MCR 6-4 (poupança rural), não equalizáveis pelo Tesouro Nacional; III - do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf); IV - do Programa de Geração de Emprego e Renda Rural (Proger Rural), inclusive os repassados pelo Tesouro Nacional; 5

6 V - ao amparo do FAT Integrar Rural. Art. 2º Ficam estabelecidas para as prestações com vencimento em 2007 de operações de custeio prorrogadas das safras 2003/2004, 2004/2005 e 2005/2006, inclusive as operações prorrogadas ao abrigo do Pronaf, que: I - para as prestações vencidas e não pagas ou vincendas até 30 de outubro de 2007: serão apuradas e mantidas nas condições de normalidade, para todos os efeitos, até 30 de outubro de 2007 e, nos termos do MCR 2-6-9, será permitida a concessão de prazo para pagamento de até 100% (cem por cento) do valor devido, incluídos capital, encargos financeiros e acessórios, para até um ano após o vencimento da última prestação constante do atual cronograma de retorno dessas operações, mantidos os encargos financeiros pactuados para situação de normalidade; II - para as prestações vincendas a partir de 31 de outubro de 2007: será permitida, desde que solicitada pelo mutuário até a data do respectivo vencimento, a concessão de prazo, nos termos do MCR 2-6-9, para pagamento de até 100% (cem por cento) do valor devido, incluídos capital, encargos financeiros e acessórios, para até um ano após o vencimento da última prestação constante do atual cronograma de retorno dessas operações, mantidos os encargos financeiros pactuados para situação de normalidade; III - quando da prorrogação nos termos dos incisos I e II, as operações contratadas com recursos equalizados pelo Tesouro Nacional, exceto as contratadas no âmbito do Pronaf, deverão ser reclassificadas para a fonte de recursos obrigatórios (MCR 6-2). Art. 3º As condições estabelecidas nesta resolução podem ser aplicadas aos financiamentos de crédito rural contratados ao amparo de recursos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), desde que não conflitem com deliberações específicas dos Conselhos Deliberativos desses fundos e adotados os procedimentos que se fizerem necessários com relação a essa fonte de recursos." Art. 4º Na formalização das renegociações de que trata esta resolução, devem ser observadas as disposições da Resolução nº 2.682, de 21 de dezembro de 1999, relativamente à classificação das operações. Art. 5º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação. Art. 6º Ficam revogadas as Resoluções nºs 3.460, de 14 de junho de 2007, e 3.479, de 31 de julho de Brasília, 30 de agosto de

7 Alexandre Antonio Tombini Presidente, substituto RESOLUCAO Dispõe sobre concessão de rebate e sobre prorrogação das parcelas de investimento com vencimento em O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL, em sessão realizada em 29 de agosto de 2007, com base no art. 1º da Lei nº 8.427, de 27 de maio de 1992, e tendo em vista as disposições dos arts. 4º, inciso VI, da referida Lei nº 4.595, de 1964, 4º e 14 da Lei nº 4.829, de 5 de novembro de 1965, 5º da Lei nº , de 11 de fevereiro de 2001, e 6º do Decreto nº 6.201, de 28 de agosto de 2007, R E S O L V E U: Art. 1º As instituições financeiras, na forma do Decreto nº 6.201, de 28 de agosto de 2007, estão autorizadas, para os créditos de investimento agropecuário que estejam com as parcelas vencidas até 31 de dezembro de 2006 em situação de adimplência, a: I - conceder rebate de 10% (dez por cento) sobre as parcelas com vencimento em 2007 de financiamentos de investimento rural contratados com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no âmbito do Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota), do Programa de Desenvolvimento Cooperativo para a Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop) e da Finame Agrícola Especial, que forem liquidadas até a data do respectivo vencimento, considerada a dilação de prazo autorizada pelo Conselho Monetário Nacional, desde que o financiamento, cumulativamente tenha sido contratado: a) até 30 de junho de 2006, ou em data posterior com os encargos estabelecidos para a safra 2005/2006; 7

8 b) com taxas de juros superiores a 8,75% a.a. (oito inteiros e setenta e cinco centésimos por cento ao ano); II - para as operações que se enquadrem nas condições estabelecidas no inciso I, cujos mutuários tenham sua renda principal originária da produção de algodão, arroz, milho, soja, sorgo ou trigo: a) conceder rebate de 15% (quinze por cento), em substituição ao previsto no inciso I, sobre o valor das referidas parcelas, desde que sejam pagos pelo mutuário, até a data dos respectivos vencimentos, considerada a dilação de prazo autorizada pelo Conselho Monetário Nacional, pelo menos 15% (quinze por cento) do valor das parcelas; b) prorrogar, para até um ano após o vencimento da última prestação pactuada, até 70% (setenta por cento) do valor das parcelas com vencimento em 2007; III - para os financiamentos concedidos no âmbito do Programa de Modernização da Agricultura e Conservação dos Recursos Naturais (Moderagro), Programa de Incentivo à Irrigação e à Armazenagem (Moderinfra), Programa de Desenvolvimento da Fruticultura (Prodefruta), Programa de Desenvolvimento do Agronegócio (Prodeagro), Programa de Plantio Comercial e Recuperação de Florestas (Propflora), Programa de Geração de Emprego e Renda Rural (Proger Rural) e Moderfrota, este último em operações contratadas com juros de 8,75% a.a. (oito inteiros e setenta e cinco centésimos por cento ao ano), cujos mutuários tenham sua renda principal originária da produção de algodão, arroz, milho, soja, sorgo ou trigo: a) conceder rebate de 5% (cinco por cento) no valor das prestações com vencimento em 2007, desde que sejam pagos pelo mutuário, até a data dos respectivos vencimentos, considerada a dilação de prazo autorizada pelo Conselho Monetário Nacional, pelo menos 15% (quinze por cento) do valor das parcelas; b) prorrogar, para até um ano após o vencimento da última prestação, até 80% (oitenta por cento) do valor das parcelas com vencimento em Parágrafo único. Na hipótese de prorrogação das parcelas acima dos limites estabelecidos, os mutuários não terão direito aos rebates definidos neste artigo. 8

9 Art. 2º Para as operações de investimento rural lastreadas com recursos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro-Oeste (FCO), cujos mutuários estejam com as parcelas vencidas até 31 de dezembro de 2006 em situação de adimplência e tenham sua renda principal originária da produção de algodão, arroz, milho, soja, sorgo ou trigo, fica autorizado prorrogar, para até um ano após o vencimento da última prestação, até 80% (oitenta por cento) do valor das parcelas com vencimento em 2007, desde que sejam pagos pelo mutuário, até a data dos respectivos vencimentos, considerada a dilação de prazo autorizada pelo Conselho Monetário Nacional, pelo menos 20% (vinte por cento) do valor das parcelas. 1º O disposto no caput não se aplica aos financiamentos concedidos a beneficiários do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). 2º Os agentes financeiros devem adotar os procedimentos que se fizerem necessários com relação a essa fonte de recursos. 3º Condições eventualmente estabelecidas pelos Conselhos Deliberativos do FNO, do FNE ou do FCO prevalecem sobre aquelas a que se refere o caput deste artigo." "Art. 3º Para os mutuários dos financiamentos de que trata o art. 1º que quitaram as parcelas com vencimento em 2007 antes da data da entrada em vigor desta resolução, desde que as operações ainda apresentem saldo devedor, o respectivo rebate será calculado sobre o valor nominal das parcelas liquidadas e concedido mediante redução no saldo devedor da operação na data de 17 de dezembro de Parágrafo único. O rebate limita-se ao valor do saldo devedor da operação. Art. 4º Com base em análise caso a caso e desde que o mutuário comprove incapacidade de pagamento dos percentuais mínimos exigidos nos termos dos arts. 1º e 2º, os agentes financeiros podem prorrogar até 100% (cem por cento) das parcelas com vencimento em 2007, respeitado, em cada programa existente no agente financeiro, o limite: I - de 30% (trinta por cento) do somatório das prestações com vencimento em 2007, das operações de mutuários da Região Centro- Oeste; II - de 10% (dez por cento) do somatório das prestações com vencimento em 2007, das operações de mutuários das demais regiões; III - estabelecido nos incisos I e II, conforme o caso, 9

10 para as operações ao amparo de recursos do FNO, FNE e FCO. Parágrafo único. Condições eventualmente estabelecidas pelos Conselhos Deliberativos do FNO, do FNE ou do FCO prevalecem sobre aquelas a que se refere o caput deste artigo." (NR); Art. 5º As operações de investimento lastreadas com recursos da exigibilidade sobre os depósitos à vista (MCR 6-2) e da poupança rural (MCR 6-4) podem ser contempladas com as prorrogações previstas no art 1º, incisos II e III, alínea "b", a critério da instituição financeira, afastada qualquer possibilidade de equalização de encargos financeiros pelo Tesouro Nacional. Art. 6º Os mutuários que prorrogarem, parcial ou totalmente, as parcelas com vencimento em 2007 dos financiamentos de que tratam esta resolução somente poderão habilitar-se a novos créditos de investimento com recursos do crédito rural após liquidarem integralmente, até a data dos respectivos vencimentos, as parcelas vincendas em 2008, excetuados os casos de suinocultores e suas cooperativas do Estado de Santa Catarina afetados pela incidência de febre aftosa. Art. 7º Os custos resultantes da concessão dos rebates e da prorrogação da obrigação remanescente, de que tratam os arts. 1º a 4º, serão assumidos: I - pelo BNDES, nas operações ao amparo da linha de crédito da Finame Agrícola Especial; II - pelo FNO, FNE ou FCO, nas operações lastreadas por seus recursos e cada um respondendo pelos ônus relativos à sua carteira; III - pelo Tesouro Nacional, nos demais casos, limitados à dotação orçamentária e disponibilidade financeira destinadas à finalidade e observado o disposto na Lei nº 8.427, de 27 de maio de 1992, que rege a concessão de subvenção econômica nas operações de crédito rural. Art. 8º Nas prorrogações de que trata esta resolução, devem ser observadas as disposições da Resolução nº 2.682, de 21 de dezembro de 1999, relativamente à classificação das operações. Art. 9º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 30 de agosto de

11 Alexandre Antonio Tombini Presidente, substituto RESOLUCAO Dispõe sobre concessão de rebate de que trata o Decreto nº 6.200, de 2007, e sobre permissão para prorrogação parcial de parcelas de financiamento ao amparo do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL, em sessão realizada em 29 de agosto de 2007, tendo em vista as disposições dos arts. 4º, inciso VI, da referida lei, 4º e 14 da Lei nº 4.829, de 5 de novembro de 1965, 5º da Lei nº , de 12 de fevereiro de 2001, 1º da Lei nº 8.427, de 27 de maio de 1992, e 6º do Decreto nº 6.200, de 28 de agosto de 2007, R E S O L V E U: Art. 1º Fica autorizada a concessão de rebate sobre as parcelas com vencimento em 2007 de financiamentos de custeio agropecuário prorrogados das safras 2003/2004, 2004/2005 e 2005/2006, contratados direta ou indiretamente por bancos oficiais federais e bancos cooperativos, ao amparo do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com recursos orçamentários repassados ou equalizados pelo Tesouro Nacional ou dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro-Oeste (FCO), ou ainda com recursos controlados do crédito rural provenientes dos depósitos à vista (MCR 6-2) ou da poupança rural (MCR 6-4), desde que os mutuários estejam com as parcelas vencidas até 31 de dezembro de 2006 em situação de adimplência e quitem as suas obrigações até a data do respectivo vencimento, considerada a dilação de prazo autorizada pelo Conselho Monetário Nacional, observados os seguintes percentuais para cada safra e grupo:

12 Rebate sobre as Safra Pronaf - Grupo parcelas com vencimento em A/C, C ou D 35% 2003/ E 20% A/C, C ou D 30% 2004/ E 20% A/C, C ou D 20% 2005/ E 15% º Na hipótese de pagamento de no mínimo 50% (cinqüenta por cento) das obrigações de que trata o caput, aplica-se sobre o valor pago o respectivo percentual de rebate, concedendo-se prorrogação do saldo remanescente para até um ano após o vencimento da última prestação. 2º Ocorrendo pagamento, até 31 de dezembro de 2007, de prestações vincendas a partir de 2008, aplica-se sobre o valor pago o respectivo percentual de rebate. Art. 2 Fica autorizada a concessão de rebate sobre as parcelas com vencimento em 2007 de financiamentos de investimento rural contratados ao amparo do Pronaf, com recursos repassados ou equalizados pelo Tesouro Nacional, ou dos FNO, FNE e FCO, desde que os mutuários estejam com as parcelas vencidas até 31 de dezembro de 2006 em situação de adimplência e quitem as suas obrigações até a data do respectivo vencimento, considerada a dilação de prazo autorizada pelo Conselho Monetário Nacional, da seguinte forma: I - Grupo B: rebate de 10% (dez por cento); II - demais grupos e linhas de crédito de investimento do Pronaf: rebate de 18% (dezoito por cento). Parágrafo único. Na hipótese de pagamento parcial, até a data dos respectivos vencimentos, considerada a dilação de prazo autorizada pelo Conselho Monetário Nacional, com amortização: I - superior a 50% (cinqüenta por cento) das obrigações: aplica-se sobre o valor pago o respectivo percentual de rebate que 12

13 couber segundo o inciso I ou II do caput, concedendo-se prorrogação do saldo remanescente para até um ano após o vencimento da última prestação; II - de 15% (quinze por cento) e até 50% (cinqüenta por cento) das obrigações: será concedido rebate de 5% (cinco por cento) sobre o valor total das parcelas de 2007, em substituição ao rebate estabelecido no caput, permitida a prorrogação do saldo remanescente para até um ano após o vencimento da última prestação. Art. 3º Os rebates previstos nesta resolução são cumulativos aos possíveis bônus de adimplência contratualmente assegurados. Art. 4º Para os mutuários de financiamentos de que tratam os arts. 1º e 2º que quitaram as parcelas com vencimento em 2007 antes da data da entrada em vigor desta resolução, desde que as operações ainda apresentem saldo devedor, o respectivo rebate será calculado sobre o valor nominal das parcelas liquidadas e concedido mediante redução no saldo devedor da operação na data de 17 de dezembro de Parágrafo único. O rebate de que trata este artigo está limitado ao valor do saldo devedor da operação. Art. 5º Para a prorrogação de financiamentos na forma desta resolução cujas operações sejam lastreadas com recursos financeiros e o risco operacional imputado ao Tesouro Nacional, será necessária a formalização de aditivo ao contrato originalmente firmado pelo mutuário. Art. 6º Os agentes financeiros responsáveis pelas operações contempladas com os rebates previstos nesta resolução, cujos ônus sejam de responsabilidade do Tesouro Nacional, devem fornecer à Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda, por meio magnético, no ato da solicitação do pagamento àquela secretaria, relação individualizada dos beneficiários dos rebates, classificados por grupo do Pronaf ou linha de crédito de investimento em que não haja especificação do grupo na operação, contendo o valor de cada operação, a data da concessão do benefício e o valor do rebate concedido. Art. 7º Fica autorizada, para as operações de custeio da safra 2006/2007 contratadas ao amparo do Pronaf: I - a prorrogação, para vencimento em 2008, de até 30% (trinta por cento) do saldo devedor mediante solicitação, exclusivamente para os mutuários de operações de custeio prorrogadas das safras 2003/2004, 2004/2005 ou 2005/2006 com saldo devedor em 13

14 2007, e somente após quitarem, neste ano, os saldos devedores dessas operações, aí incluídas as parcelas com vencimento nos próximos anos; II - que as prestações de 2007 vencidas e não pagas até a data da entrada em vigor desta resolução, ou vincendas até 28 de setembro de 2007, sejam apuradas e mantidas nas condições de normalidade, para todos os efeitos, até aquela data, inclusive quanto aos encargos financeiros e demais bônus pactuados para situação de normalidade. Art. 8º Os custos resultantes da concessão dos rebates e das prorrogações das obrigações remanescentes, de que trata esta resolução, serão assumidos: I - pelo FNO, FNE ou FCO, nas operações lastreadas por seus recursos e cada um respondendo pelos ônus relativos à sua carteira; II - pelo Tesouro Nacional, nos demais casos, limitados à dotação orçamentária e disponibilidade financeira destinadas à finalidade e observado o disposto na Lei nº 8.427, de 27 de maio de Art. 9º Nas prorrogações de que trata esta resolução, devem ser observadas as disposições da Resolução nº 2.682, de 21 de dezembro de 1999, relativamente à classificação das operações. Art. 10. Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 30 de agosto de Alexandre Antonio Tombini Presidente, substituto BACEN - Resolução nº 3.500/2007 1/10/2007 RESOLUÇÃO BACEN Nº 3.500, DE 28 DE SETEMBRO DE 2007 DOU Altera as Resoluções nºs 3.495, e 3.497, todas de O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL, em sessão realizada em 27 de setembro de 2007, tendo em vista as disposições dos arts. 4º, inciso VI, da referida lei, 4º e 14 da Lei nº 14

15 4.829, de 5 de novembro de 1965, 5º da Lei nº , de 12 de fevereiro de 2001, 1º da Lei nº 8.427, de 27 de maio de 1992, e 6º dos Decretos nºs e 6.201, ambos de 28 de agosto de 2007, resolveu: Art. 1º As Resoluções nºs 3.495, e 3.497, todas de 30 de agosto de 2007, passam a vigorar com a seguinte redação: I - arts. 1º, 2º e 3º da Resolução nº 3.495, de 2007: "Art. 1º As instituições financeiras ficam autorizadas a estabelecer para os créditos de investimento agropecuário abaixo referenciados, em situação de adimplência até 31 de dezembro de 2006, novo prazo para pagamento, com vencimento em 17 de dezembro de 2007, das prestações vencidas e não pagas ou vincendas no período de 2 de janeiro de 2007 a 17 de dezembro de 2007, apuradas e mantidas nas condições de normalidade para todos os efeitos, dispensados a critério do agente financeiro o exame caso a caso das operações e a formalização de aditivo ao instrumento de crédito:..." (NR) "Art. 2º Ficam estabelecidas para as prestações com vencimento em 2007 de operações de custeio prorrogadas das safras 2003/2004, 2004/2005 e 2005/2006, inclusive as operações prorrogadas ao abrigo do Pronaf, que: I - para as prestações vencidas e não pagas ou vincendas até 30 de outubro de 2007: serão apuradas e mantidas nas condições de normalidade, para todos os efeitos, até 30 de outubro de 2007 e, nos termos do MCR 2-6-9, será permitida a concessão de prazo para pagamento de até 100% (cem por cento) do valor devido, incluídos capital, encargos financeiros e acessórios, para até um ano após o vencimento da última prestação constante do atual cronograma de retorno dessas operações, mantidos os encargos financeiros pactuados para situação de normalidade; II - para as prestações vincendas a partir de 31 de outubro de 2007: será permitida, desde que solicitada pelo mutuário até a data do respectivo vencimento, a concessão de prazo, nos termos do MCR 2-6-9, para pagamento de até 100% (cem por cento) do valor devido, incluídos capital, encargos financeiros e acessórios, para até um ano após o vencimento da última prestação constante do atual cronograma de retorno dessas operações, mantidos os encargos financeiros pactuados para situação de normalidade;..." (NR) "Art. 3º As condições estabelecidas nesta resolução podem ser aplicadas aos financiamentos de crédito rural contratados ao amparo de recursos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), desde que não conflitem com deliberações específicas dos Conselhos Deliberativos desses fundos e adotados os procedimentos que se fizerem necessários com relação a essa fonte de recursos." (NR); II - arts. 2º, 3º e 4º da Resolução nº 3.496, de 2007: "Art. 2º... 3º Condições eventualmente estabelecidas pelos Conselhos Deliberativos do FNO, do FNE ou do FCO prevalecem sobre aquelas a que se refere o caput deste artigo." (NR) "Art. 3º Para os mutuários dos financiamentos de que trata o art. 1º que quitaram as parcelas com vencimento em 2007 antes da data da entrada em vigor desta resolução, desde que as operações ainda apresentem saldo devedor, o respectivo rebate será calculado sobre o valor nominal das parcelas liquidadas e concedido mediante redução no saldo devedor da operação na data de 17 de dezembro de " (NR) "Art. 4º... Parágrafo único. Condições eventualmente estabelecidas pelos Conselhos Deliberativos do FNO, do FNE ou do FCO prevalecem sobre aquelas a que se refere o caput deste artigo." (NR); III - art. 4º da Resolução nº 3.497, de 2007: "Art. 4º Para os mutuários de financiamentos de que tratam os arts. 1º e 2º que quitaram as parcelas com vencimento em 2007 antes da data da entrada em vigor desta resolução, desde que as operações ainda apresentem saldo devedor, o respectivo rebate será calculado sobre o valor nominal das parcelas liquidadas e concedido mediante redução no saldo devedor da operação na data de 17 de dezembro de " (NR). Art. 2º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação. HENRIQUE DE CAMPOS MEIRELLES - Presidente 15

CARTA-CIRCULAR CONJUNTA SUP/AOI - 22/2008 SUP/AF - 26/2008. Rio de Janeiro, 23 de junho de 2008. Ref.: Resolução BACEN n o 3.523, de 20.12.

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