MARCAS DA AVALIAÇÃO ESCOLAR: FRUSTRAÇÕES E CONQUISTAS

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1 MARCAS DA AVALIAÇÃO ESCOLAR: FRUSTRAÇÕES E CONQUISTAS Deise de Lima 1 Orientadora - Fernanda Bertoldo 2 Resumo Este artigo tem por objetivo relatar os caminhos da pesquisa desenvolvida durante o curso de extensão: Escola e Pesquisa: um encontro possível. Trazendo como título: Marcas da avaliação escolar: frustrações e conquistas, e tendo como objetivo desvelar, a partir das lentes das alunas, como está sendo realizado a avaliação nas disciplinas do curso de Pedagogia da Universidade de Caxias do Sul. Verificar se esse processo condiz com os paradigmas apresentados no curso e que marcas está deixando na trajetória das estudantes e em sua atuação docente. Para aprofundar os conhecimentos e fundamentar teoricamente, utilizou-se os estudos de Nilda Stecanela e Vasco Moretto. Como metodologia utilizou-se a pesquisa de opinião. As entrevistas foram realizadas através da elaboração de um questionário, com 15 questões abertas e fechadas, o qual foi aplicado a 10% das acadêmicas, de oito disciplinas cursadas, por mim, no semestre 2009/2. Totalizando assim 30 questionários. Através da tabulação iniciou-se a análise das respostas. Com as opiniões das alunas entrevistadas, descobriu-se que as acadêmicas pensam que a forma como estão sem avaliadas não condizem com as teorias, referentes a avaliação, apresentadas no curso e que em sua atuação docente algumas avaliam da mesma forma que estão sendo avaliadas. Outras buscam seguir as orientações recebidas no curso e as teorias aprendidas, tentando transpor para sua atuação prática. Esta pesquisa nos leva a crer que muito se tem a discutir sobre avaliação escolar e que nem sempre a teoria é posta em prática. Palavras-chave: pesquisa avaliação escolar marcas Introdução Este artigo apresenta os caminhos percorridos e os resultados da pesquisa desenvolvida durante o curso de extensão: Escola e Pesquisa: um encontro possível, coordenado por Nilda Stecanela. Inicialmente pensei em trabalhar com algum tema relacionado a educação infantil, por possuir experiência e atuar nesta área. Mas como minha turma é de educação infantil III, com alunos na faixa etária de quatro anos, julguei ficava inviável realizar o projeto de pesquisa com eles. Ao solicitar auxilio da coordenadora do curso, que é também uma das minhas professoras do curso de pedagogia, sugeriu-me que abordasse o tema avaliação escolar, porém este tema é bem amplo, podendo ser explorado diferentes caminhos e concepções. 1 Acadêmica do curso de Pedagogia da Universidade de Caxias do Sul e participante do Curso de Extensão Escola e Pesquisa: um encontro possível. 2 Especialista em Educação a Distância (UCS). Licenciada em Pedagogia (UCS). Técnica em Educação a Distância (UCS). Formadora colaboradora no curso de extensão Escola e Pesquisa: um encontro possível. Tutora dos Curso de Licenciatura da Rede de Ensino a distância do Rio Grande do Sul.

2 Pensando em minha trajetória como estudante e ao ouvir os relatos de vivências das colegas do curso de pedagogia, encontrei um foco para a problematização do projeto: a avaliação escolar está deixando marcas, marcas positivas e/ou negativas, gerando frustrações e/ou conquistas. Buscando, então, descobrir como as acadêmicas estão sendo avaliadas pelo professores do curso, se as propostas apresentadas no projeto do curso condizem com a prática, investigar, se as marcas existentes são de frustrações e/ou conquistas e como serão transpostas na sua prática docente. Após ter definido a problematização da pesquisa, busquei fundamentação teórica e aprofundei os conhecimentos sobre avaliação escolar, das diversas leituras que fiz, escolhi utilizar os estudos de Nilda Stecanela e de Vasco Moretto. A partir da definição dos objetivos as hipóteses surgiram e a partir delas criei o questionário, que possuía 15 questões abertas e fechadas. Para população e amostra pensou-se em 10% das acadêmicas das disciplinas cursadas por mim no semestre, o que totalizou 30 questionários. Após a realização das entrevistas foi possível fazer a tabulação dos dados e obter os resultados da pesquisa. A partir da analise dos mesmos pode-se ter uma visão de como esta sendo realizado as avaliações no curso de Pedagogia e a partir disso apontar caminhos visando aprimorar os processos, buscando uma reflexão a partir da prática docente. 1 Projeto de pesquisa: Descrevendo seus caminhos Inicialmente senti um pouco de dificuldade para escolha do tema, porém quando pensei no título, após algumas conversas com a orientadora e esboçando o projeto tudo ficou mais fácil. Ao definir como problematização: Descobrir como está sendo realizado a avaliação no curso de Pedagogia da Universidade de Caxias do Sul e verificar se esse processo é coerente com a proposta apresentada no curso e que marcas está deixando na trajetória das estudantes e em sua atuação docente, logo busquei fundamentação teórica sobre o assunto, tive facilidades neste momento, pois estava cursando a disciplina avaliação na educação e minha orientadora tem pesquisas com este tema. Após algumas leituras a fundamentação do projeto estava pronta. Com isto, construí o objetivo geral, sempre em consonância com o problema de

3 pesquisa e a partir dessa construção nasceram os objetivos específicos, que me auxiliaram a trazer hipóteses, sempre com o cuidado em manter uma relação com os objetivos e pensando no que realmente gostaria de descobrir. Para metodologia, utilizei a pesquisa de opinião, para realizar um estudo exploratório e levantar as representações dos entrevistados sobre o tema abordado. Sendo que, para a pesquisa de opinião, elaborei um questionário, com 15 perguntas abertas e fechadas sobre avaliação escolar, como entrevistadora fiz as perguntas e anotei as respostas, além de observar as reações das entrevistadas em cada uma das questões. Na entrevista abordei o tema avaliação escolar, para compreender fatos e encontrar respostas para as inquietações que surgiram durante a minha trajetória como estudante e frente aos diálogos realizados com as colegas de curso, sendo que a partir da opinião do outro, perceber o que os entrevistados acreditam e sabem sobre o assunto. As entrevistas foram realizadas com alunas universitárias do curso de pedagogia da Universidade de Caxias do sul. Sendo a amostra 10% das acadêmicas das disciplinas cursadas por mim neste semestre. Totalizando 30 acadêmicas entrevistadas: Ensino de Geografia (3 acadêmicas); Oralidade e Letramento (6 acadêmicas); Educação e ética (6 acadêmicas); Psicologia de grupos (3 acadêmicas); Aprendizagem e processos mentais (5 acadêmicas); Informática na educação (3 acadêmicas); Avaliação na educação (2 acadêmicas); Estágio II em pedagogia (2 acadêmicas). Foi nesta parte do projeto que senti mais dificuldade, pois estávamos no final de semestre e é neste período que se acumulam os trabalhos e provas das disciplinas, mas consegui realizar as entrevistas e sinceramente me surpreendi com algumas respostas encontradas, como por exemplo, que mesmo não acreditam nas teorias de avaliação apresentadas e/ou executadas no curso, algumas acadêmicas entrevistadas, enquanto docentes, avaliam da mesma forma que foram avaliadas. Após a realização das entrevistas, fiz a análise e tabulação das questões. Com o

4 resultado da pesquisa em mãos foi fácil criar o artigo e se preparar para a divulgação dos resultados no IX Seminário Escola e Pesquisa: um encontro Possível e, assim dar continuidade a pesquisa na disciplina Pesquisa em educação. 2 Avaliação escolar: fundamentação teórica Quando falamos em educação, quase que instantaneamente, lembramos de avaliação. Processo este que durante muito tempo reduziu o ensino-aprendizado a aprovação ou reprovação, agora penso nas marcas que ela vem deixando na trajetória, enquanto acadêmicas, e na transposição que, essas vem fazendo em suas práticas em sala de aula, como docentes. A autora Stecanela diz que, Falar em avaliação é adentrar num tema polêmico gerador de mal-estar tanto entre os alunos, como entre os professores e os pais. Nossas vivências frente à avaliação quer como avaliadores, quer como avaliados, vez ou outra nos colocou diante de situações embaraçosas, de ansiedade, sentimento de frustração e injustiça. Por mais que tenhamos uma postura inovadora em nossas práticas, ainda assim, mudar nosso jeito de avaliar exige uma profunda sintonia e coerência entre o nosso discurso e a nossa prática. (2006, p.6) Atualmente, para alguns educadores, avaliar ganhou um novo significado, pois passou a valorizar o desenvolvimento diário do aluno e não um momento único, além de perceber e valorizar que cada indivíduo é diferente do outro. Para avaliar deveriam ser definidos objetivos claros de onde se quer chegar, que se estabeleçam os critérios, para em seguida, escolherem-se os instrumentos, inclusive aqueles referentes à coleta de dados, comparados e postos em cheque com o contexto e a forma em que foram produzidos. Segundo Stecanela, (2006) Avalia-se para conhecer e não para excluir. Avalia-se, não para classificar e selecionar, mas para emancipar. Para avaliar utilizamos diferentes instrumentos, e estes, conforme Stecanela (2006), merecem nossa atenção, estando o professor preparado para elaborá-los adequadamente, sendo que estes ajudariam o professor e o aluno, para descobrir como esta ocorrendo à efetivação da aprendizagem. 2 Dados da pesquisa: analise e reflexão

5 Segundo Moretto, a prova é um instrumento de avaliação muito utilizado para avaliar a aprendizagem dos alunos e geralmente estes colocam todas as suas energias em busca do sucesso, de uma boa nota e alguns professores pensam-na como a hora do acerto de contas. Com as entrevistas realizadas, percebe-se que alguns professores escolheram a prova como o melhor instrumento de avaliação, mas as acadêmicas entrevistadas preferem trabalhos individuais, visando assim a avaliação como mais um momento de aprendizagem e reflexão. Nos pressupostos da perspectiva construtivista sócio-interacionista do ensino, a avaliação é vista de outra forma e Moretto afirma que,... não é acabando com a prova escrita ou oral que melhoraremos o processo de avaliação da aprendizagem, mas ressignificando o instrumento e elaborando-o dentro de uma nova perspectiva pedagógica (2008, p. 9), assim teremos este instrumento de avaliação como aliado e não como um monstro que aterroriza os educandos. Quanto a divulgação dos resultados obtidos nas avaliações, considera-se mais um momento significativo, pois mostra o que o aluno realmente aprende e o que o professor considerou. As acadêmicas relatam que está se utilizando cada vez mais o ambiente virtual para se divulgar os resultados das avaliações, mostrando um grande elo da tecnologia e educação. Para realizar as entrevistas, sempre iniciava fazendo uma breve apresentação. A primeira pergunta era o nome, sendo opcional, somente 40% das entrevistadas quiseram revelar seus nomes. A segunda pergunta era relativa a faixa etária. A terceira pergunta era quanto ao semestre que estavam cursando do curso, sendo que temos 20% no quarto semestre, 40% no quinto semestre e também 40% no sexto semestre (gráfico 1), o que nos mostra que estão da metade para o fim do curso, e portanto cursaram muitas disciplinas tendo uma visão mais geral dos procedimentos de ensino e avaliações feitas. Gráfico 1 P3. Qual semestre você está cursando? 4º Semestre 5º Semestre 6º Semestre 40% 20% 40%

6 A quarta pergunta revelou que nenhuma das entrevistadas reprovou nas disciplinas. Na quinta pergunta: Como você se sente quando é avaliado? (gráfico 2), obteve as respostas: 60% preparadas, 20% preocupadas e 20% angustiadas. Então na sétima pergunta foi questionado como se sentem quando o professor anuncia uma prova (gráfico 3). Das entrevistadas, 80% sentem-se preocupadas e 20% preparadas, mostrando que quando anunciado a prova ficam preocupadas, mas no momento da avaliação estão preparadas. Gráfico 2 Gráfico 3 P5. Como você se sente é avaliado? Preparado Preocupado Angustiado 20% P7. Quando o professor anuncia que irá fazer prova, você se sente: Preocupado 20% Preparado 20% 60% 80% Fazendo a analise dessas respostas, questiona-se como está sendo vista este momento de avaliação para as acadêmicas, será que é um acerto de contas ou um momento privilegiado como traz Moretto em seu livro. Segundo o autor, a prova é um instrumento de avaliação que mostra o que o aluno aprendeu, não importando como isso aconteceu. Assim, os alunos recebem um troféu3, os resultados. Quanto a estes resultados, perguntou-se na sexta questão: Quanto aos trabalhos acadêmicos. Como são passados os resultados? e como resposta, 80% em notas e observações e somente 20% com nota. Quanto a divulgação, questionado na oitava questão: Como os professores fazem a divulgação dos resultados obtidos em trabalhos e provas?, algumas responderam que depende do professor, alguns colocam no ambiente virtual outros simplesmente as entregam. 3 O autor Vasco Moretto usa essa metáfora como o aluno mostra a prova quando vai bem para os pais

7 A nona questão foi sobre a realização da auto-avaliação (gráfico 4), sendo que a maioria têm facilidades, sendo estas por ter escrita fácil, recapitular os assuntos estudados, avaliando a própria postura e analisando o que fez. Gráfico 4 P9. Ao fazer auto-avaliação você encontra: Facilidades Dificuldades 20% 80% Na décima questão questionou-se quanto ao melhor instrumento de avaliação, sendo que a maioria das entrevistadas respondeu que prefere trabalhos individuais, obtendo assim mais um momento para reflexão e aprendizagem. Quando questionada, na décima primeira questão, se elas acreditam que a forma como estão sendo avaliadas condiz com as teorias apresentadas no curso, 100% ou seja, todas responderam que não, temos o gráfico 5: P11. Você acredita que a forma como está sendo avaliado (a), condiz com as teorias apresentadas no curso? Não 100% Quando questionado porque isso ocorre, diversas respostas e explicações apareceram, para a (E1), depende muito da disciplina, não existe no curso um padrão de avaliação, para a (E14) nem todos tem clareza em sua metodologia de avaliação e para a (E25) as teorias falam de uma avaliação diferenciado para cada aluno e isso não

8 acontece nas avaliações, pois todos fazem o mesmo tipo de avaliação, elas são iguais para todos, com essas colocações percebe-se que nem tudo que está na teoria acontece na prática, como por exemplo, alguns professores ensinam na teoria que a avaliação deve ser processual e continua e na prática realizam somente uma prova. Quanto a atuarem como docentes, décima segunda pergunta, somente 60% atua, como nos mostra o gráfico 6: P12. Você atua como docente? Sim Não 40% 60% Para as entrevistadas que atuam como docentes, questionou-se se avaliam da mesma forma que foram avaliadas enquanto acadêmicas e tivemos o seguinte resultado, gráfico 7: P13. Você acredita que avalia, na sua prática docente, da mesma forma que foi avaliada enquanto acadêmica? Não Sim 50% 50% Percebe-se que estão bem divididas para a (E4), que respondeu sim, avalia como foi avaliada, porque: não são dados subsídios para fazermos avaliações diferentes, tudo fica somente na fala, ninguém diz como podemos avaliar de forma diferente. Mas apesar disso tendo avaliar meus alunos como um ser e não apenas com um número, levando em conta sua realidade, seu momento de vida e seus conhecimentos diante disso. (E4)

9 Já para a (E1), que respondeu não, porque: existe um acompanhamento da aprendizagem tentando diagnosticar as dificuldades para depois serem trabalhadas de outra forma. Devemos rever as teorias apresentadas e a forma que avalia-se, tanto enquanto acadêmicas como docentes, pois não existem receitas prontas e nem todos os alunos são iguais ou possuem a mesma realidade. Somente 40% das entrevistas resolveram fazer algum comentário sobre o assunto, sendo que gostariam que ocorressem mudanças no âmbito das avaliações e que depende muito de quem avalia. Quanto a responder ao questionário, acharam inusitado, objetiva, interessante, bom para dar opinião sobre a realidade que atuam, e acreditam estar colaborando para a avaliação na instituição melhorar. Com os resultados obtidos percebe-se claramente que repensar a avaliação escolar no curso de pedagogia é necessário, como está sendo passado as teorias e como estão sendo colocadas em prática. Considerações finais Esta pesquisa nos leva a crer que muito se tem a discutir sobre avaliação escolar e que nem sempre a teoria é posta em prática, ou mesmo posta em prática não é reconhecida pelas acadêmicas. Este artigo não aborda todas as questões referentes à avaliação escolar no ensino superior, mas possibilitou um olhar mais reflexivo sobre como as acadêmicas do curso de Pedagogia da Universidade de Caxias do Sul, estão sendo avaliadas e como estão avaliando enquanto docentes. Segundo a opinião das entrevistadas, a forma que estão sendo avaliadas não condiz com as teorias apresentadas no curso. Ou, ainda, elas não a reconhecem. Constatou-se ainda que enquanto docentes algumas colocam em prática o que foi aprendido outras simplesmente avaliam da mesma forma que foram avaliadas, mesmo havendo diferenças na avaliação de uma disciplina para outra. Como acadêmica do curso, percebo que isso realmente ocorre, cada professor avalia da forma que acredita ser a melhor, não existindo um padrão. Nem todos seguem o projeto do curso, que traz uma avaliação focada no processo de aprendizagem. Verificou-se também no resultado da pesquisa que as acadêmicas esperam que haja

10 uma melhora significativa tanto na forma como são avaliadas como em sua prática como docentes. Contudo, este trabalho de pesquisa pode contribuir para qualificar o curso, na medida em que propõe as alunas, professores e departamento de educação refletir sobre avaliação escolar. Todos devem focar o olhar para este tema que vem deixando marcas nas acadêmicas, algumas conquistas e frustrações. Tendo em mãos estes resultados, pretende-se fazer a divulgação e posteriormente, através de outra pesquisa, investigar o grupo de docentes da instituição sobre o que acreditam ser a melhor forma de avaliar e como realmente avaliam. Se estão dispostos a por as teorias em prática. Unindo, então, docentes e discentes em prol da melhora da avaliação e prática docente. Por fim, participar do curso de extensão e vivenciar a prática pedagógica da pesquisa de opinião, possibilitou que um novo olhar para pesquisa. Proporcionando suporte necessário para interpretar e entender um pouco mais sobre a avaliação escolar. Pensando a pesquisa como uma forma de aproximação da prática e teoria, espero dar continuidade a pesquisa e ter como hábito ser questionadora. Referências MONTENEGRO, Fábio; RIBEIRO, Vera Masagão. Nossa escola pesquisa sua opinião: manual do professor. São Paulo: Global, MORETTO, Vasco Pedro. Prova: um momento privilegiado de estudo, não um acerto de contas. 8 ed. Rio de Janeiro: Lamparina, STECANELA, Nilda. Avaliação Escolar: criando as condições para a elaboração e a expressão da síntese do conhecimento. In: STECANELA, Nilda; MORÉ, Marisa Mathilde; ERBS, Rita Tatiana. Fundamentos da Práxis Pedagógica v.2: Pedagogia. Caxias do Sul : EDUCS, (p )

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