Matriz Input-Output e comércio inter-regional da Região Centro (Portugal)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Matriz Input-Output e comércio inter-regional da Região Centro (Portugal)"

Transcrição

1 Matz Inut-Outut e oméo nte-egonal da Regão Cento (Potugal) 1. Intodução. A esente omunação oõe-se estma o oméo nte-egonal mas exatamente as exotações líqudas de motações aa um total de 49 odutos aa uma atula egão otuguesa: a Regão Cento. Com este obetvo foam utlzados dos métodos dstntos: o meo assenta na onstução de uma matz Inut-Outut aa a Regão Cento, oesondendo as exotações líqudas nte-egonas à dfeença ente eusos totas (ofeta) e alações totas(oua) dos 49 odutos; o segundo baseou-se num oedmento mas exedto, onhedo na lteatua elo método dos Quoente de Loalzação. É nosso obetvo dsut a efáa elatva de ada um destes métodos na estmação do oméo nte-egonal, atavés da análse dos esultados ooonados o ada um deles aa a Regão Cento. Com este oósto, na seção 2 faemos uma beve exosção da foma omo o oméo nte-egonal fo obtdo atavés de ada um dos métodos enunados anteomente. Paa sso, omeçaemos o exla a metodologa de onstução da matz Inut-Outut, atndo deos aa um segundo onto em que aesentaemos a alação do método Inut-Outut e do método dos Quoentes de Loalzação no ontexto de estmação do oméo nte-egonal. Na seção 3 oloaemos o enfoque na omaação ente os esultados obtdos elas duas metodologas, avalando assm a aadade elatva de ada uma delas aa estma as toas ente uma egão e as estantes egões do aís. Segudamente, na seção 4, faemos uma beve aatezação do oméo nte-egonal da Regão Cento, que assaá essenalmente ela dentfação dos amos em que a Regão denota mao esealzação odutva egonal e aqueles em que é mao o gau de deendêna fae ao esto do aís. Temnaemos om uma beve onlusão seção 5 onde ouaemos salenta os nas asetos efeentes à estmação do oméo nte-egonal na Regão Cento e taça algumas lnhas de futuos aefeçoamentos nesta áea. 2. Metodologa utlzada na estmação do oméo nte-egonal: o método Inut-Outut e o método dos Quoentes de Loalzação. Has e Lu (1998) sugeem que, no quado de uma matz de Inut-Outut, na ausêna de dados sobe o oméo nte-egonal, oloam-se tês altenatvas: gnoa a exstêna de oméo nte-egonal e onsdea aenas os fluxos de oméo ntenaonal; estma os fluxos de oméo nte-egonal o dfeença ente o total de alações na Regão e o total de eusos ou estma os fluxos de oméo nte-egonal atavés da abodagem o Quoentes de Loalzação. Sendo a mea altenatva demasado edutoa e mensável aa o tabalho em oneto ua eouação é, esamente, onhee melho as toas da 2

2 Regão om o esto do aís otámos o estma o oméo nte-egonal atavés dos dos outos métodos efedos elos autoes menonados, aa tona ossível uma avalação da efáa elatva de ada um deles Constução da matz de Inut-Outut. Antes de oede à exlação dos métodos utlzados aa o eenhmento das váas élulas da matz que se etende estma, e atavés da qual se obteve a estmação do oméo nte-egonal elo método Inut-Outut, tona-se onvenente aesenta a sua estutua que se basea no fomato do Quado de Entadas e Saídas das Contas Naonas otuguesas e eslaee que to de matz fo o nós estmada. O fomato da matz estmada ode esum-se atavés de um onunto de váas sub-matzes, aguadas da foma omo lusta a Fgua 1. Fgua 1 Estutua da Matz de Inut-Outut aa a Regão Cento. Matz de Consumos Intemédos Consumo das Famílas Consumo Coletvo FBCF Vaação de Exstênas Exotações Ex.Líqudas Inte-egonas Total Alações VAB PER Pdutos fatas e Vendas Resduas PP Imotações Imostos sobe Imotações Magens Comeas IVA Total de Reusos 3

3 Em lnha, é ossível obseva as dvesas alações dos odutos na Regão Cento, desde a oua nteméda à oua fnal, ntena e extena. Em oluna, deseve-se a fomação da ofeta dos odutos dsoníves na Regão Cento, que assa elos onsumos ntemédos, a que se soma o valo aesentado e os odutos motados. Revela-se gualmente motante lassfa o to de matz que fo o nós onstuída. À semelhança do Quado de Entadas e Saídas naonal, que onsttu a nal fonte de nfomação neste tabalho, a matz estmada aa a Regão Cento é: - uma matz de fluxos totas, o que sgnfa que todos os fluxos onsdeados no meo e segundo quadantes nluem a totaldade de odutos dsoníves na Regão, que seam odução egonal ou motações; - e uma matz valozada a eços de aqusção, sto é, onde todos os eusos e emegos dos odutos são avalados ao eço ao qual se vefam efetvamente as tansações. Na onstução da matz de Inut-Outut aa a Regão Cento o método geal utlzado fo o método ndeto. Ou sea, a obtenção dos dados egonas fo feta a at dos dados naonas, egonalzando de aodo om o eso da egão no aís da vaável mas ndada aa a élula que se etenda estma. uas azões esdam à oção elo método ndeto: - em meo luga, os métodos detos equeem a elaboação de nquétos (unto de entdades govenamentas, emesaas, ou dos onsumdoes) aa a obtenção de nfomação de nível egonal, que são bastante exgentes, que em temos de ustos, mãode-oba, ou de temo (West, 1990); testes efetuados o alguns autoes sugeem que, na mao ate dos asos, o aésmo de qualdade nos esultados da alação de métodos detos não é sufente aa que se ustfque o aésmo de ustos neessáo aa os mlementa (Pak et al., 1981); - em segundo luga, o elevado nível de desagegação que utlzámos na lassfação dos amos de atvdade eonóma aa a estmação de váas omonentes da matz nomeadamente, da matz de onsumos ntemédos emte obva alguns dos oblemas assoados ao método ndeto, omo emos exla na seção Aesa de o método que segumos se emnentemente ndeto, não é oeto afma que o tenha sdo exlusvamente, uma vez que alguma da nfomação onstante da matz estmada tem omo onto de atda valoes evamente onhedos aa a Regão Cento. É o aso do Valo Aesentado Buto, da Podução Efetva do Ramo e do Consumo Intemédo do Ramo, nfomação dsonblzada elas Contas Regonas do INE. 4

4 e seguda, emos exla de foma beve os assos segudos aa estma ada uma das omonentes da matz de Inut-Outut Matz de Consumos Intemédos A obtenção da matz egonal de onsumos ntemédos fo onseguda a at dos oefentes de onsumo ntemédo naonas, segundo-se assm um método semelhante ao adotado noutos tabalhos deste to, alados a outas egões de Potugal (CCRN/MPAT (1995); CIER/CCRA (2001)). Segundo este método, assume-se que exste gualdade ente os oefentes de onsumo ntemédo do aís e da Regão. Esta hótese ode aee demasado smlsta, á que nega a exstêna da dvesdade egonal nos oefentes, que ode esulta de dfeentes tenologas de odução, dfeenças na omosção dos odutos fnas dos amos dada a heteogenedade de sub-amos ontdos em ada amo de meo nível e dfeenças egonas nos eços dos nuts utlzados. Paa evta a smldade dessa hótese, enquanto nos tabalhos anteomente menonados os amos de atda foam os 49 amos da Nomenlatua das Contas Naonas (NCN) a meo nível, no esente tabalho, os amos foam desagegados a segundo nível da NCN (que onsste numa desagegação dos 49 amos em 291 sub-amos). esta foma, a segunda fonte de dvesdade de oefentes a omosção de sub-amos dfeenada o egões é tda em onsdeação, fazendo om que os oefentes de onsumo ntemédo egonas obtdos efltam a dfeente estutua odutva egonal. Esta desagegação dmnu, assm, as desvantagens do método ndeto. O meo asso efetuado fo, assm, o álulo dos oefentes de onsumo ntemédo naonas; desgnando esses oefentes o, eles odem defn-se atavés do segunte quoente: = n CI = 1 CI ( 1) em que eesenta o aís, o oduto a segundo nível NCN, o amo de atvdade e n o númeo de odutos. eesenta o valo do oduto onsumdo elo amo, o undade monetáa de valo do onsumo ntemédo do amo, ndando qual o eso elatvo daquele oduto no oesso de odução deste amo. 5

5 Obtdos estes oefentes aa o total do aís, o asso segunte onsstu em alá-los aos onsumos ntemédos totas do amo esetvo da Regão Cento, que são onhedos atavés de dados fonedos elas Contas Regonas. Com este álulo, fo ossível obte o onsumo ntemédo de ada amo da egão (tomando o índe aa desgna a Regão Cento), desagegado elos dvesos odutos a segundo nível da NCN: CI = n = 1 CI ( 2) em que CI taduz o valo que o amo da Regão Cento onsome em odutos, qualque que sea a sua ovenêna. Há ontudo um amo que onsttuu uma exeção à metodologa geal de obtenção dos onsumos ntemédos: é o amo da agultua e aça. Paa este amo, eoeu-se a uma matz de onsumos ntemédos agíolas estmada em CCRN/MPAT (1995) aa as 7 egões otuguesas e efeente a 1990 (om valoes obtdos o métodos detos) e atualzaam-se os valoes aa 1995, atavés da utlzação do método RAS. aqu esultou uma matz de onsumos agíolas egonas aa 1995, de onde etámos a oluna esetante à Regão Cento, sobeondo-a à oluna obtda ela metodologa geal Matz de Poua Fnal Consumo Pvado A estmatva do Consumo Pvado envolveu duas fases: a mea onsstu na obtenção do Consumo Pvado total aa a Regão Cento, uma vez que esta é uma vaável que as fontes estatístas não dsonblzam ao nível egonal; a segunda onsstu na desagegação do onsumo vado total da Regão elos váos odutos. Paa a ventlação do onsumo vado naonal o egões, eoemos a uma have de egonalzação baseada numa estutua de onsumo alulada a at da méda de 3 ndadoes: estutua da Poensão Méda ao Consumo o egões (alulada om base no nquéto ao onsumo ealzado elo INE o Inquéto aos Oçamentos Famlaes), a estutua do ode de oma egonal (alulada om base num estudo sobe o ode de oma onelho (EPCC, 1997)) e a estutua da ouança o egões (efletda elos uos de deóstos dos atulaes). 6

6 Paa a desagegação do Consumo Pvado egonal o odutos, eoemos à estutua evdenada elo nquéto menonado anteomente o IOF. Assm, a oluna do onsumo vado fo alulada, de aodo om a segunte fómula: CP =. CP n = 1 ( 3) Em que é o oduto onsumdo, a Regão Cento, as desesas (de aodo om a nfomação do IOF), n o númeo de odutos em onsdeação e, fnalmente, CP o onsumo vado da Regão Cento, detemnado atavés do oesso de egonalzação efedo anteomente. Consumo Coletvo e aodo om a metodologa das Contas Naonas, o Consumo Coletvo (CC) ode se defndo omo o valo dos sevços não meants estados ela Admnstação Públa, aós deduzdas eventuas eetas de vendas esduas e de agamentos aas agos elas famílas (omo o exemlo as taxas agas nos sevços úblos de saúde) (Fanso,1990). Assm, esta omonente da oua fnal ode se alulada o egões a at da odução dstbuída dos efedos sevços não meants, subtando a esse valo (que á exlu o valo das vendas esduas das Admnstações) o valo dos agamentos aas efetuados elas famílas, ou sea, o Consumo Pvado oesondente a esses odutos: CC = PP CP om = 46,...,49. ( 4) Nos estantes amos o Consumo Coletvo assume, o defnção, um valo nulo. Investmento A vaável Investmento deomõe-se em dos elementos: a Fomação Buta de Catal Fxo (FBCF) e a Vaação de Exstênas (VE). O na Regão Cento nvestmento onsste nas vendas de bens de nvestmento o emesas loalzadas na Regão Cento aa nvestmento na mesma egão sendo as vendas aa nvestmento noutas egões exotações nteegonas e as omas de bens de nvestmento a emesas doutas egões, destnadas a nvestmentos na Regão Cento, motações nte-egonas. 7

7 No que toa à estmação da vaação de exstênas, assumu-se que o seu valo a nível egonal é, em ada amo, uma ooção da que se vefa a nível naonal, tendo omo have de egonalzação o eso da egão no total das alações. A fómula de álulo é a segunte: X VE = VE em que = ( 5) X onde X eesenta o outut total do amo alulado omo a soma em lnha do total das alações. Esta é uma hótese smlfadoa, á que suõe que o nvestmento é ooonal à odução total do seu amo de ogem, e não, omo sea mas lógo, ooonal à odução do amo de destno. No entanto, omo os valoes de vaação de exstênas são muto dmnutos (sendo ate desses valoes onsttuída o stoks de odutos aabados, em que o seto de ogem onde om o de destno), e na ausêna de nfomação sobe qual o amo de destno dos bens de nvestmento, otou-se o aeta a have de ventlação alulada sob esta hótese. Esta fo também a foma de egonalzação utlzada aa estma a FBCF dos amos em que a odução de bens de nvestmento assume um aáte esdual. Nos amos que, vedadeamente, são a exessão do nvestmento egonal, nomeadamente, a onstução, o fabo de feamentas e máqunas, a eueação e eaação e os sevços estados às emesas, utlzaam-se métodos mas eseífos. A FBCF em onstução (Ramo 31) fo alulada ela dfeença ente o Total de Reusos e o Total de Alações aa o oduto do amo, atendendo ao fato de os fluxos de oméo que ntenaonas que nte-egonas seem nulos aa este amo. FBCF TR TA = TR ( CIP + CP + VE ) = ( 6) em que: TR Total de Reusos; TA Total de Alações. Os valoes de nvestmento em máqunas e feamentas foam obtdos onsdeando o eso da Regão Cento nas motações naonas dos mesmos odutos. Faz sentdo utlza esta have de egonalzação uma vez que, sendo gande ate dos nvestmentos ealzados nestes odutos feta sobe equamentos motados, a dstbução das motações naonas o egões não se afastaá muto da dstbução do nvestmento naonal nestes odutos o egões. 8

8 IM FBCF = FBCF, = 13,...,16 ( 7) IM Fnalmente, quanto aos nvestmentos em sevços de eaação e eueação, onsdeou-se que as vendas destes amos aa FBCF na Regão Cento são uma ooção da egstada a nível naonal, ventlada o um ndado que taduz o eso da egão no aís do valo da FBCF dos estantes amos. A azão da adoção desta hótese ende-se om o fato de que os nvestmentos assoados a estes sevços são, nomalmente, omlementos de outos nvestmentos efetuados elas emesas (o exemlo, quando uma emesa adque uma máquna e osteomente esa de se eaada, esta eaação só aontee oque anteomente exstu outo nvestmento). A exessão segunte lafa a foma omo fo efetuado este álulo: FBCF 32,42 32,42 = 32,42 FBCF FBCF FBCF 32,42 ( 8) Coméo Intenaonal As motações e exotações ntenaonas da Regão Cento foam auadas detamente a at das Estatístas do Coméo Exteno otuguesas. Na mossbldade de utlza essas Estatístas aa o álulo das exotações e motações ntenaonas nos sevços houve que faze uso de outos meansmos. No que se efee às motações ntenaonas, o método geal utlzado nos sevços onsstu em alula a ooção da Regão Cento nas motações de ada oduto atavés do eso do Consumo Intemédo (CI) egonal do oduto no CI naonal do mesmo oduto (este onsumo ntemédo é o somatóo em lnha dos onsumos ntemédos do oduto o ate de todos os amos ) (equação (10)). A esolha desta vaável omo have de egonalzação das motações de sevços teve a ve om o fato de o oméo ntenaonal ou nteegonal de sevços se essenalmente efetuado o emesas que os onsomem omo odutos ntemédos. No que eseta às exotações ntenaonas de sevços, o método geal segudo fo o de alula a ooção da Regão Cento segundo o eso da PER de aodo om a equação (11): 9

9 CI IMI = IMI em que = ( 9) CI PER EXI = EXI em que = ( 10) PER Matz de Fatoes Pmáos Vendas Resduas e Podutos Fatas Na matz naonal que sevu de base ao nosso álulo, os amos onsdeados são ufados aenas aalmente. Isto sgnfa que, o um lado, a odução seundáa das emesas não está lassfada onuntamente om a atvdade nal no amo destas, mas sm no seu óo amo; o outo lado, esta ufação dos amos não é total, exstndo algumas exeções que fazem om que não haa uma oesondêna b-unívoa ente odução do amo e odução do oduto (sugndo, assm, a dstnção ente Podução Efetva do Ramo (PER) e Podução stbuída do Poduto (PP)). As exeções efedas são as vendas esduas das Admnstações úblas e vadas - que onsstem na odução e venda a título esdual de sevços meants o ate de ogansmos úblos ou vados que estam sevços não meants - e os odutos fatas que sugem quando a téna de odução utlzada no oduto que onsttu o obeto de um detemnado amo onduz à obtenção de outo oduto, de uma foma fatal ou não ntenonal, sto é, sem que sea neessáo onsdea qualque alteação na téna de odução. O álulo destas duas omonentes ao nível egonal é neessáo aa tansfoma a odução efetva dos amos (PER) em odução dstbuída dos odutos (PP): PP PER + VR + PF = ( 11) Os valoes de vendas esduas e odutos fatas foam alulados o um método omum a ambos: em meo luga, alulámos os valoes a eta de ada amo onde foam oduzdos (aa seem tansfedos aa os amos a que etenam ela sua natueza óa); de seguda, detemnámos os valoes que ada amo hava de eebe desse total de odut os fatas e vendas esduas subtaído na mea fase. Paa alula os valoes subtaídos, assumu-se que, ao nível da egão, as vendas esduas / odutos fatas tnham o mesmo eso elatvo no total da odução efetva do amo do que o que tnham ao nível naonal. Isto mla admt que ada amo oduz vendas esduas / odutos fatas numa eta ooção do seu outut, dada o um oefente téno que é o mesmo na egão e no aís (equação (13)). 10

10 VR ( ) VR ( ) = * PER PER ( 12) Paa dstbu a soma dos valoes assm alulados elos dfeentes odutos, onsdeou-se que valo global de vendas esduas e odutos fatas onsste num eto mx de odutos que detemna a foma omo é afetado à odução dstbuída dos dfeentes odutos que é o mesmo na egão e no aís: VR n + ) = v VR = 1 ( ) ( ( 13) onde = n VR = 1 VR ( + ) v. ( + ) Ao efetua o álulo das VR/PF desta foma, o somatóo, aa o total dos amos, veo, neessaamente, gual a zeo. IVA, Magens Comeas e Imostos sobe Imotações O álulo destes tês elementos atu do essuosto que são valoes que ndem sobe os odutos adqudos elos dvesos tos de utlzadoes, valoes esses que são dados o uma ooção que é gual no aís e na Regão A estmação do oméo nte-egonal Método Inut-Outut Segundo o método de Inut-Outut a dfeença ente o total de eusos e o total de alações de um oduto obtdos na matz estmada, eesenta o montante das exotações líqudas da Regão aa o esto do aís (XLIR). ( CIP + CP + CC + FBCF + VE EXI ) XLIR = PP + IMI + MIM + MC + IVA + Quando XLIR > 0, o saldo obtdo onsttu o valo das exotações líqudas da egão; quando fo negatvo, oesonde ao valo das motações líqudas. 11

11 Método do Quoente de Loalzação Geneamente, o onhedo método dos Quoente de Loalzação onsdea que uma egão tende a se exotadoa de detemnado oduto se aesenta uma onentação na odução desse oduto mas que ooonal em elação ao adão de efeêna, o aís. Neste tabalho, a onentação da odução fo estmada utlzando uma vaável ndadoa da ofeta dsonível aa satsfaze a oua ntena, dada ela dfeença ente o total de eusos de um dado amo (motados do estangeo e oduzdos na egão) e as exotações aa o exteo do oduto assoado ao amo. Se eesentamos esta vaável o, o Quoente de Loalzação aa o amo vá dado o: QL = onde = 49 = 1 e. ( 14) = 49 = 1 As exotações líqudas da Regão Cento de foam, assm, aluladas atavés da equação: XLIR XLIR 1 = 1 QL = XLIR = XLIR = ( 15) Nesta equação tem-se que: - eesenta a ofeta total de eusos do oduto exstente na Regão aa satsfaze a oua ntena; eesenta a oua estmada de odutos na Regão, assumndo que, no total - da oua ntena, a eentagem de oduto é gual ao eso do oduto na oua ntena naonal ( ). Assm, a dfeença ente estas duas aelas oesonde ao exedente que a Regão ode exota aa o esto do aís. 12

12 3. Comaação ente os esultados obtdos elo método Inut-Outut e elo método dos Quoentes de Loalzação. Nenhum dos métodos anteomente aesentados aa estma o oméo nte-egonal é lve de nonvenentes. O método Inut-Outut é um método que alula as XLIR omo um esíduo, uo valo gaante a vefação do equlíbo ente Reusos e Alações, sendo, o sso, nluídos nesse valo os eos ometdos na estmação das estantes omonentes da matz. No entanto, é também motante efe que estes eos são tanto menoes quanto mao fo o gau de desagegação utlzado na egonalzação da matz, os mas óxmos seão os esultados da ealdade egonal. Po seu lado, o método dos Quoentes de Loalzação, sofe também de duas lmtações sgnfatvas. Em meo luga, a alação deste método obga a que a Regão, no seu todo, não exote nem mote do esto do aís. Este essuosto do Quoente de Loalzação faz om que os esultados venham envesados, na medda em que a soma das exotações líqudas aa todos os amos tem que se zeo 1. A mea gande dseâna ente os esultados dos dos métodos suge os no somatóo das exotações líqudas nte-egonas da Regão Cento, que é zeo segundo o Quoente de Loalzação e é negatvo segundo o método Inut-Outut. Assm, é natual que o método do Quoente de Loalzação aesente, em dfeentes amos, exedentes mas elevados do que os aesentados elo método Inut- Outut e, nlusvamente, aonte alguns amos exedentáos que, de aodo om o método Inut-Outut, são deftáos (sto oque no método Quoente de Loalzação o saldo global é nulo e não deftáo). É o que se ode obseva no Gáfo 1, onde se omaam as exotações líqudas obtdas o um e o outo método 2. Em segundo luga, omo fo efedo anteomente, as exotações líqudas são aqu aluladas omo a dfeença ente a ofeta do oduto e a oua, sendo esta estmada omo se a estutua de todas as suas omonentes (da oua nteméda e fnal) obedeesse à estutua da oua ntena ao nível naonal. Esta é uma hótese muto esttva, sobetudo no que toa à oua nteméda, que ode se nfluenada o uma esealzação odutva egonal dfeente da naonal. e fato, ode aontee que a Regão Cento aesente um elevado eso do oduto no total da ofeta destnada à oua ntena sueo ao eso do 1 Paa uma demonstação vea-se Sagento (2002), Algumas das dfeenças que se odem obseva no Gáfo 1 devem-se a essuostos assumdos na onstução da matz de Inut-Outut, que nfluenam detamente o valo do saldo omeal. Inluem - se nesta stuação os quato amos odutoes de sevços não meants (Ramos 46 a 49 do gáfo), o Ramo 41 Alugue de asas de habtação e o Ramo 31 Constução, em que o saldo nte-egonal segundo o método Inut-Outut é nulo, elo fato de, em ada um dos asos, te exstdo uma omonente da oua fnal que fo alulada o dfeença ente total de eusos e total de alações. 13

13 mesmo oduto na oua ntena naonal e anda assm, mote, em temos líqudos, do esto do aís. Paa tal, basta que a Regão sea esealzada numa dada odução que equea a utlzação ntensva do oduto omo onsumo ntemédo. É o que se assa, o exemlo, om a agultua e a slvultua, amos que se aesentam omo exotadoes aa o esto do aís elo método Quoente de Loalzação e omo motadoes elo método Inut- Outut. O aso da slvultua é atulamente nteessante, dado que ea de em teço da odução naonal destes odutos abe à Regão Cento (a Regão, é mutas vezes enaada omo uma das maoes manhas floestas da Euoa). Anda assm, ode aontee que a Regão mote estes odutos do esto do aís (elo menos o método Inut-Outut assm o sugee), dado que a oua nteméda aa as ndústas do ael, da madea e das otça suea o s só os eusos exstentes na Regão. 14

14 Gáfo 1 Comaação ente as Exotações Líqudas obtdas elo Quoente de Loalzação e ela Matz de Inut-Outut Exotações Líqudas - QL Exotações Líqudas - Matz Inut-Outut Fonte: Matz de Inut-Outut aa a Regão Cento (Sagento, 2002). 15

15 Onde: 1 - Agultua e aça 2 - Slvultua e exloação floestal 3 - Podutos da Pesa 4 - Extação e fabação de devados do avão 5 - Extação e efnação de etóleo 6 - Eletdade, gás e água 7 - Extação e tansfomação de mneas feosos e não feosos 8 - Extação e tansfomação de mneas não metálos 9 - Fabação de oelana, faança, gês e olaa bao 10 - Fabação de vdo e atgos de vdo 11 - Fabação de outos mateas onstução 12 - Fabação de odutos químos 13 - Fabação de odutos metálos 14 - Fabação de máqunas não elétas 15 - Fabação de máqunas, aaelhos, utensílos e outo mateal eléto 16 - Constução de mateal tansote 17 - Abate e Consevas de ane 18 - Latínos 19 - Consevas de Pexe e outos odutos da esa 20 - Óleos e goduas almentaes 21 - Fabação de odutos dos eeas e legumnosas 22 - Fabação de outos odutos almentaes 23 - Indústa das bebdas 24 - Indústa do tabao 25 - Indústas têxtes e do vestuáo 26 - Indústa de utumes e atgos ouo e seus substtutos em ele 27 - Indústa da madea e da otça 28 - Ind. do ael, ates gáfas e edção de ublações 29 - Fabação de atgos de boaha e de matéas lástas 30 - Outas ndústas tansfomadoas 31 - Constução 32 - Reueação e eaação 33 - Coméo o gosso e a etalho 34 - Restauantes e hotés 35 - Tansotes teestes e de navegação ntena 36 - Tansotes maítmos abotagem e aéeos 37 - Sevços anexos aos tansotes 38 - Comunações 39 - Sevços de banos e outas nsttuções fnaneas 40 - Sevços de seguos 41 - Alugue de asas de habtação 42 - Sevços estados nalmente às emesas 43 - Sevços meants de eduação e nvestgação 44 - Sevços meants de saúde e vetenáos 45 - Outos sevços meants 46 - Sevços não meants da Admnstação Públa 47 - Sevços não meants de eduação e nvestgação 48 - Sevços não meants de saúde e vetenáos 49 - Outos sevços não meants 16

16 4. Beve aatezação do oméo nte-egonal da Regão Cento. Poque ulgamos ode onlu se este o método mas adequado, esta seção basea-se nos esultados do método Inut-Outut. A mea onlusão eseta ao snal do saldo global da Regão om o esto do aís: omo á fo efedo anteomente, a Regão Cento é deftáa fae ao esto do aís. No entanto, omo ode se onstatado no Gáfo 2, os odutos etolífeos são os nas esonsáves elo défe que a Regão aesenta fae ao esto do aís. e fato, não exste na Regão Cento nenhuma efnaa, elo que a Regão é omletamente deendente do exteo nestes odutos. Adonalmente, é nteessante vefa que a Regão é exotadoa em temos líqudos aa os outos aíses do mundo, o que, em temos de saldo global, omensa aalmente as motações do esto do aís. Gáfo 2 Saldo global da Regão o dfeentes ategoas de fluxos de oméo Saldo Inteegonal Saldo Inteegonal sem a onsdeação dos odutos etolífeos Saldo Intenaonal Saldo global ado que a Regão Cento se evela uma egão deftáa fae ao esto do aís, é motante eslaee quas os odutos que mas ontbuem aa o défe. O Gáfo 3 aesenta os nas odutos motados em temos líqudos ela Regão Cento. 17

17 Gáfo 3 Pnas odutos motados em temos líqudos do esto do aís Ext ef etóleo 12 - Fab od químos 42 - Sev est n em 7 - Ext t mn fe e não fe 39 - Sev banos out nstt fn 6 - Elet gás água 32 - Reu eaação 15 - Fab máq, aa, utens e out mat elét 2 - Slv 26- Ind ot at ouo subst em ele Pode-se onstata que a Regão é atulamente deendente do esto do aís em bens que nomalmente se destnam a onsumo ntemédo. Paa além dos etolífeos, sugem também os odutos químos, e os sevços estados às emesas ente os mas sgnfatvos. É anda de salenta a esença de alguns odutos uo onsumo aa fns ntemédos está laamente assoado a alguns amos motantes na Regão. É o aso dos mneas feosos e não feosos, alados sobetudo na odução de moldes e mateal de tansote, e da slvultua, utlzada aa a ndústa do ael, da otça e da madea, omo fo anteomente efedo. Relatvamente às nas exotações aa o esto do aís (lustadas no Gáfo 4), é de destaa a esença fote dos têxtes, da ndústa do ael (ustfada ela esença na Regão de algumas undades odutvas de fabo e tansfomação de asta de ael), do vdo, dos lástos (odutos que onsttuem uma esée de luste ndustal numa das zonas ubanas da Regão), dos odutos metálos (onde se nluem os moldes), de ndústas almentaes lgadas à agultua (abate e onsevas de ane) e à esa (assoadas aos otos de esa na zona ostea da Regão), e dos mateas de onstução, uo eso elevado nas exotações egonas teá etamente a ve om o fato de exstem duas motantes menteas na Regão Cento, enquanto na egão vznha a Regão Note, bem mas oulosa não exste nenhuma. É notóa a eondeâna das ndústas tansfomadoas no onunto das nas exotações nte-egonas, sendo que, dos 10 amos aesentados no gáfo, 9 etenem à ndústa tansfomadoa. 18

18 Gáfo 4 Pnas exotações líqudas da Regão Cento aa o esto do aís Ind têxtes vest 28 - Ind ael, at gáf ed ub 17 - Abate Cons ane 19 - Cons Pexe e out od esa 11 - Fab out mat onst 13 - Fab od metál 35 - Tans te naveg nt 16 - Const mat tansote 29 - Fab at de bo mat lást 10 - Fab vdo e at vdo Aós onhedos os nas odutos exotados ela Regão Cento aa o esto do aís, é fundamental faze uma análse em temos elatvos, utlzando duas vetentes: no Gáfo 5 é ossível obseva qual o eso das exotações da Regão Cento na oua naonal desses odutos, ou sea, qual a motâna da Regão no abastemento do aís; no Gáfo 6 o temo de omaação é o outut total da Regão, ouando-se avala quas os odutos em que é mao o eso das exotações nte-egonas nesse outut. Assm, do Gáfo 5 odemos destaa as onsevas de exe e outos odutos tansfomados da esa, outos mateas de onstução, os vdos e as oelanas, aa efe aenas os mas motantes. Po exemlo, nas onsevas de exe e outos odutos tansfomados da esa, as exotações líqudas da Regão eesentam ea de 20% da oua total do aís o estes odutos. o Gáfo 6 é ossível onlu os odutos tansfomados da esa e os mateas de onstução desemenham novamente um ael de destaque. Peante estes esultados odemos afma que quase 60% do outut total da Regão em esado tansfomado é exotado em temos líqudos aa o esto do aís. 19

19 Gáfo 5 Peso das exotações líqudas egonas na oua total do aís. 25,00% 20,00% 15,00% 10,00% 5,00% 0,00% 19 - Cons 11 - Fab out Pexe e out mat onst od esa 10 - Fab vdo e at vdo 9 - Fab oel, faança, gês e ol bao 17 - Abate 35 - Tans Cons ane te naveg nt 28 - Ind ael, at gáf ed ub 18 - Latínos 29 - Fab at de bo mat lást 13 - Fab od metál Gáfo 6 Podutos om mao índe de exotação aa o esto do aís. 70,00% 60,00% 50,00% 40,00% 30,00% 20,00% 10,00% 0,00% 19 - Cons 11 - Fab out Pexe e out mat onst od esa 35 - Tans te naveg nt 17 - Abate Cons ane 10 - Fab vdo e at vdo 43 - Sev meant edu nvestg 18 - Latínos 45 - Out sev meant 29 - Fab at de bo mat lást 20

20 5. Conlusão Com este atgo ousemo-nos estuda os fluxos de oméo nte-egonal exstentes ente a Regão Cento e o esto do aís, utlzando a abodagem Inut-Outut e, de foma omlementa, o método dos Quoentes de Loalzação. A onstução da matz de Inut- Outut aa a Regão, ua metodologa se deseveu anda que de foma beve, onsttuu o meo asso aa a obtenção da estmatva do oméo nte-egonal elo método Inut- Outut. A análse dos esultados obtdos (o que nlu um onfonto om outos estudos ealzados em Potugal 3 ) emtu onlu que o método Inut-Outut, quando alado om um nível de desagegação elevado, evela-se mas efaz do que o método do Quoente de Loalzação. Uma azão é o fato de obeva efetvamente anda que o euso a estmatvas a ofeta e oua dos odutos na egão, enquanto o método do Quoente de Loalzação assume que a oua elos odutos fnal e nteméda ossu uma estutua dênta na Regão e no aís. Além dsso, o método do Quoente de Loalzação onduz obgatoamente a um saldo global nulo ente a Regão Cento e o esto do aís, o que envesa nevtavelmente os esultados. Em temos de síntese, odemos anda aonta as seguntes nas aateístas do oméo da Regão Cento om o esto do aís estmado elo método Inut-Outut: - a Regão Cento é uma Regão que deende em temos líqudos do esto do aís, mas o défe é de meno dmensão quando se etam os odutos etolífeos da análse; - os nas odutos motados do esto do aís são odutos que nomalmente se destnam a onsumo ntemédo, o que denota uma eta deendêna do sstema odutvo egonal fae ao esto do aís; - a Regão é exotadoa líquda em temos ntenaonas, o que omensa em ate o défe evdenado fae às estantes egões naonas; - as nas exotações da Regão Cento, que aa o esto do aís que aa o exteo, são ovenentes de amos da ndústa tansfomadoa, o que ova a eondeâna deste seto na Regão. 3 Vea-se, o exemlo, Ramos (2001). 21

Matriz Input-Output e comércio inter-regional da Região Centro (Portugal)

Matriz Input-Output e comércio inter-regional da Região Centro (Portugal) Matz Inut-Outut e oméo nte-egonal da Regão Cento (Potugal) Ana Lúa Mato Sagento - Esola Sueo de Tenologa e Gestão do Insttuto Polténo de Lea - E-mal: sagento@estg.lea.t Pedo Noguea Ramos - Fauldade de

Leia mais

Componente de Física

Componente de Física Disilina de Físia e Químia B 10º ano de esolaidade Comonente de Físia Comonente de Físia Unidade 1 Eneia no quotidiano 2. Tansfeindo eneia: máquinas e movimento A Lei da Consevação da Eneia diz-nos que

Leia mais

Breve Revisão de Cálculo Vetorial

Breve Revisão de Cálculo Vetorial Beve Revsão de Cálculo Vetoal 1 1. Opeações com vetoes Dados os vetoes A = A + A j + A k e B = B + B j + B k, dene-se: Poduto escala ente os vetoes A e B A B A B Daí, cos A AB cos A B B A A B B AB A B

Leia mais

Geradores elétricos. Antes de estudar o capítulo PARTE I

Geradores elétricos. Antes de estudar o capítulo PARTE I PART I ndade B 9 Capítulo Geadoes elétcos Seções: 91 Geado Foça eletomotz 92 Ccuto smples Le de Poullet 93 Assocação de geadoes 94 studo gáfco da potênca elétca lançada po um geado em um ccuto Antes de

Leia mais

Potencial Elétrico. Prof. Cláudio Graça 2012

Potencial Elétrico. Prof. Cláudio Graça 2012 Potencal Elétco Po. Cláudo Gaça Campo elétco e de potencal Campo e Potencal Elétcos E Potencal gavtaconal Potencal Elétco O potencal elétco é a quantdade de tabalho necessáo paa move uma caga untáa de

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE PILHAS EM PARALELO: ONDE E QUANDO A USAMOS? *

ASSOCIAÇÃO DE PILHAS EM PARALELO: ONDE E QUANDO A USAMOS? * ASSOCIAÇÃO DE PILHAS EM PARALELO: ONDE E QUANDO A USAMOS? * Comentáo sobe o atgo Assocação de plhas novas e usadas em paalelo: uma análse qualtatva paa o ensno médo, de Deyse Pedade Munhoz Lopes, Dante

Leia mais

PROJETO ASTER: ESTRATÉGIA PARA MANOBRAS DE RENDEZVOUS DA SONDA ESPACIAL BRASILEIRA COM O ASTERÓIDE 2001 SN263

PROJETO ASTER: ESTRATÉGIA PARA MANOBRAS DE RENDEZVOUS DA SONDA ESPACIAL BRASILEIRA COM O ASTERÓIDE 2001 SN263 839 PROJETO ASTER: ESTRATÉGIA PARA MANOBRAS DE RENDEZOUS DA SONDA ESPACIAL BRASILEIRA COM O ASTERÓIDE 2001 SN263 Abeuçon Atanáso Alves 1 ;AntonoDelson Conceção de Jesus 2 1. Bolssta voluntáo, Gaduando

Leia mais

Aula 4: O Potencial Elétrico

Aula 4: O Potencial Elétrico Aula 4: O Potencal létco Cuso de Físca Geal III F-38 º semeste, 4 F38 S4 Potencal elétco Como podemos elacona a noção de oça elétca com os concetos de enega e tabalho? Denndo a enega potencal elétca (Foça

Leia mais

CONCEITOS EM PLANEJAMENTO E OTIMIZAÇÃO DE REDES PARA MONITORAMENTO DE DEFORMAÇÕES

CONCEITOS EM PLANEJAMENTO E OTIMIZAÇÃO DE REDES PARA MONITORAMENTO DE DEFORMAÇÕES CONCEIOS EM PLANEJAMENO E OIMIZAÇÃO DE REDES PARA MONIORAMENO DE DEFORMAÇÕES Antono Smões Slva 1 Veônca Maa Costa Romão 1 Unvesdade Fedeal de Vçosa UFV -Depatamento de Engenhaa Cvl, asmoes@ufv.b Unvesdade

Leia mais

Abstract. 1. Introdução

Abstract. 1. Introdução IBP373-04 MODELO DE ELEVADORES DE UNIDADES DE CRAQUEAMENTO CATALÍTICO COM CINÉTICA DE SEIS CLASSES Fábo Baldessa 1, Ceza O. Rbeo Negão 2, Cláuda Palú 3 Copyght 2004, Insttuto Basleo de Petóleo e Gás -

Leia mais

MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DA CÂMARA DE DERIVATIVOS: SEGMENTO BM&F

MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO DE RISCO DA CÂMARA DE DERIVATIVOS: SEGMENTO BM&F MAUAL DE ADMIISRAÇÃO DE RISCO DA CÂMARA DE DERIVAIVOS: SEGMEO BM&F Maço 0 Págna ÍDICE. IRODUÇÃO... 4. CÁLCULO DE MARGEM DE GARAIA... 6.. MEOOGIAS DE CÁLCULO DE MARGEM DE GARAIA... 7.. PRICIPAIS COCEIOS

Leia mais

Tópico 2. Em cada caso, observe o sentido do campo magnético devido ao f io e determine o sentido da corrente que passa por ele.

Tópico 2. Em cada caso, observe o sentido do campo magnético devido ao f io e determine o sentido da corrente que passa por ele. Tópco ogem do campo magnétco Tópco Um campo magnétco é geado: a) po eletzação: o polo note magnétco é postvo e o polo sul magnétco é negatvo. b) po cagas elétcas em epouso. c) po cagas elétcas necessaamente

Leia mais

O transistor de junção bipolar (BJT) NPN Base. PNP Base. Departamento de Engenharia Electrotécnica (DEE)

O transistor de junção bipolar (BJT) NPN Base. PNP Base. Departamento de Engenharia Electrotécnica (DEE) Depatamento de ngenhaa lectotécnca (D) O tanssto de junção bpola (J) pola dos tpos de cagas, electões e buacos, enoldos nos fluxos de coente Junção duas junções pn. Junção base/emsso e junção base/colecto

Leia mais

Sandra Stephan de Souza Telles

Sandra Stephan de Souza Telles Sanda Stephan de Souza Telles esdente udente 4 UIVERSIDADE ESTADUAL AULISTA Fauldade de Cênas e Tenologa Câmpus de esdente udente Sanda Stephan de Souza Telles Dssetação apesentada ao ogama de ós-gaduação

Leia mais

F G. m 2. Figura 32- Lei da gravitação Universal de Newton e Lei de Coulomb.

F G. m 2. Figura 32- Lei da gravitação Universal de Newton e Lei de Coulomb. apítul 3-Ptencal eletc PÍTULO 3 POTEIL ELÉTRIO Intduçã Sabems ue é pssível ntduz cncet de enega ptencal gavtacnal pue a fça gavtacnal é cnsevatva Le de Gavtaçã Unvesal de ewtn e a Le de ulmb sã mut paecdas

Leia mais

MODELAÇÃO ESTOCÁSTICA DE ESCOAMENTOS EM AQUÍFEROS. SIMULAÇÕES DE MONTE-CARLO CONDICIONADAS

MODELAÇÃO ESTOCÁSTICA DE ESCOAMENTOS EM AQUÍFEROS. SIMULAÇÕES DE MONTE-CARLO CONDICIONADAS MODELAÇÃO ESTOCÁSTICA DE ESCOAMENTOS EM AQUÍFEROS. SIMULAÇÕES DE MONTE-CARLO CONDICIONADAS Manuel M. PACHECO FIGUEIREDO (1), Luís RIBEIRO (2) e José M. P. FERREIRA LEMOS (3) RESUMO Na sequênca do desenvolvmento

Leia mais

x p - O Valor do total das actividades consideradas, na região padrão p.

x p - O Valor do total das actividades consideradas, na região padrão p. Conceitos e Metodologias Medidas de Especialização Regional As medidas de análise egional, tadicionalmente utilizadas na análise dos tecidos podutivos egionais e em análises económicas sectoiais à escala

Leia mais

A estrutura do PAEG Ângelo Costa Gurgel, Matheus Wemerson G. Pereira e Erly Cardoso Teixeira Dezembro 2010 PAEG Technical Paper No.

A estrutura do PAEG Ângelo Costa Gurgel, Matheus Wemerson G. Pereira e Erly Cardoso Teixeira Dezembro 2010 PAEG Technical Paper No. A estutua do PAEG Ângelo Costa Gugel, Matheus Wemeson G. Peea e Ely Cadoso Texea Dezembo 2010 PAEG Techncal Pape No. 1 A estutua do PAEG Ângelo Costa Gugel; Matheus Wemeson G. Peea e Ely Cadoso Texea PAEG

Leia mais

CAPÍTULO 2 DINÂMICA DA PARTÍCULA: FORÇA E ACELERAÇÃO

CAPÍTULO 2 DINÂMICA DA PARTÍCULA: FORÇA E ACELERAÇÃO 13 CAPÍTULO 2 DINÂMICA DA PATÍCULA: OÇA E ACELEAÇÃO Nese capíulo seá aalsada a le de Newo a sua foma dfeecal, aplcada ao movmeo de paículas. Nesa foma a foça esulae das foças aplcadas uma paícula esá elacoada

Leia mais

Aula-09 Campos Magnéticos Produzidos por Correntes. Curso de Física Geral F-328 2 o semestre, 2013

Aula-09 Campos Magnéticos Produzidos por Correntes. Curso de Física Geral F-328 2 o semestre, 2013 Aula-9 ampos Magnétcos Poduzdos po oentes uso de Físca Geal F-38 o semeste, 13 Le de Bot - Savat Assm como o campo elétco de poduzdo po cagas é: 1 dq 1 dq db de ˆ, 3 ε ε de manea análoga, o campo magnétco

Leia mais

Notas de Aula de Física

Notas de Aula de Física Vesão pelmna 4 de setembo de Notas de Aula de Físca. OTAÇÃO... AS VAÁVES DA OTAÇÃO... Posção angula... Deslocamento angula... Velocdade angula... 3 Aceleação angula... 3 OTAÇÃO COM ACELEAÇÃO ANGULA CONSTANTE...

Leia mais

Capítulo 3-1. A 2ª Lei da Termodinâmica

Capítulo 3-1. A 2ª Lei da Termodinâmica Capítulo 3-1. A 2ª Le da ermodnâma Baseado no lvro: Atkns Pysal Cemstry Egt Edton Peter Atkns Julo de Paula 29-04-2007 Mara da Coneção Pava 1 A segunda le da termodnâma é baseada na experêna umana. odos

Leia mais

Amperímetros e voltímetros

Amperímetros e voltímetros Apesentaemos, neste tópco, os galvanômetos, ou seja, apaelhos ou dspostvos capazes de detecta ou med a coente elétca. Apesentamos, também, um método paa a medda da esstênca elétca. Meddoes de coente Ampeímetos

Leia mais

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma.

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma. UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA AV. FERNANDO FERRARI, 514 - GOIABEIRAS 29075-910 VITÓRIA - ES PROF. ANDERSON COSER GAUDIO FONE: 4009.7820 FAX: 4009.2823

Leia mais

Cálculo do Conceito ENADE

Cálculo do Conceito ENADE Insttuto aconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera IEP Mnstéro da Educação ME álculo do onceto EADE Para descrever o cálculo do onceto Enade, prmeramente é mportante defnr a undade de observação

Leia mais

Mecânica Clássica (Licenciaturas em Física Ed., Química Ed.) Folha de problemas 4 Movimentos de corpos sob acção de forças centrais

Mecânica Clássica (Licenciaturas em Física Ed., Química Ed.) Folha de problemas 4 Movimentos de corpos sob acção de forças centrais Mecânica Clássica (icenciatuas em Física Ed., Química Ed.) Folha de oblemas 4 Movimentos de coos sob acção de foças centais 1 - Uma atícula de massa m move-se ao longo do eixo dos xx, sujeita à acção de

Leia mais

O USO DA ANÁLISE POR ENVELOPAMENTO DE DADOS (DEA) PARA REALIZAÇÃO DE BENCHMARKING

O USO DA ANÁLISE POR ENVELOPAMENTO DE DADOS (DEA) PARA REALIZAÇÃO DE BENCHMARKING O USO DA ANÁLISE POR ENVELOPAMENTO DE DADOS (DEA) PARA REALIZAÇÃO DE BENCHMARKING EM EMPRESAS DE MINERAÇÃO BASEADO NOS CRITÉRIOS DOS PRÊMIO NACIONAIS DE QUALIDADE Jacquelne Rutkowsk Gustavo Pexoto Slva

Leia mais

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS Depto de Físca/UFMG Laboratóro de Fundamentos de Físca NOTA II TABELAS E GRÁFICOS II.1 - TABELAS A manera mas adequada na apresentação de uma sére de meddas de um certo epermento é através de tabelas.

Leia mais

IV SEMEAD TÍTULO SINTÉTICO REPRESENTATIVO DE UM FUNDO DE INVESTIMENTOS. José Roberto Securato 1 RESUMO

IV SEMEAD TÍTULO SINTÉTICO REPRESENTATIVO DE UM FUNDO DE INVESTIMENTOS. José Roberto Securato 1 RESUMO IV SEMEAD TÍTULO SINTÉTIO EPESENTATIVO DE UM FUNDO DE INVESTIMENTOS José obeto Secuato ESUMO O atigo tata da possibilidade de obtemos um título sintético que seja uma mímica em temos de isco e etono de

Leia mais

Resoluções dos exercícios propostos

Resoluções dos exercícios propostos da físca ndade Capítulo 9 Geadoes elétcos esoluções dos execícos popostos 1 P.19 Dados: 4 ; 1 Ω; 0 a) 0 4 1 4 b) Pot g Pot g 4 4 Pot g 96 W Pot º Pot º 0 4 Pot º 80 W Pot d Pot g Pot º Pot d 96 80 Pot

Leia mais

ANEXO II METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X

ANEXO II METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X ANEXO II Nota Técnca nº 256/2009-SRE/ANEEL Brasíla, 29 de julho de 2009 METODOLOGIA E ÁLULO DO FATOR X ANEXO II Nota Técnca n o 256/2009 SRE/ANEEL Em 29 de julho de 2009. Processo nº 48500.004295/2006-48

Leia mais

Integração de Monte Carlo

Integração de Monte Carlo Integação e Monte Calo Ilumnação e FotoRealsmo uís Paulo Peoto os Santos htt://www..umnho.t/uce-cg/ne.h Cometêncas GERAIS : Relacona os váos métoos e lumnação global com o moelo geal sustentao ela equação

Leia mais

A questão das cotas: otimização empresarial respeitando a capacidade de suporte ambiental

A questão das cotas: otimização empresarial respeitando a capacidade de suporte ambiental A questão das cotas: otmzação empesaal espetando a capacdade de supote ambental Mesa: a Teoa econômca e meo ambente: mco e macoeconoma, métodos de valoação. Autoes: Eto Maques de Souza Flho Lcencado em

Leia mais

MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação. Aula 05. Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano

MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação. Aula 05. Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação Aula 5 Pof. D. Maco Antonio Leonel Caetano Guia de Estudo paa Aula 5 Poduto Vetoial - Intepetação do poduto vetoial Compaação com as funções

Leia mais

Aluno(a): Professor: Chiquinho

Aluno(a): Professor: Chiquinho Aluo(a): Pofesso: Chquho Estatístca Básca É a cêca que tem po objetvo oeta a coleta, o esumo, a apesetação, a aálse e a tepetação de dados. População e amosta - População é um cojuto de sees com uma dada

Leia mais

4. Potencial Elétrico (baseado no Halliday, 4a edição)

4. Potencial Elétrico (baseado no Halliday, 4a edição) 4. Potencal létco 4. Potencal létco (baseado no Hallday, 4a edção) Gavtação, letostátca e nega Potencal Mutos poblemas podem se tatados atavés de semelhanças. x.: a Le de Coulomb e a Le da Gavtação de

Leia mais

MONOVIAS COM PERFIS ESTRUTURAIS GERDAU. Pedro Fereguetti Atendimento Técnico da Gerdau PERFIS ESTRUTURAIS GERDAU ARTIGO TÉCNICO 1.

MONOVIAS COM PERFIS ESTRUTURAIS GERDAU. Pedro Fereguetti Atendimento Técnico da Gerdau PERFIS ESTRUTURAIS GERDAU ARTIGO TÉCNICO 1. ERFIS ESTRUTURAIS GERDAU 1. INTRODUÇÃO Amlamente utilizado na indústia, monovia é deinida como o caminho de olamento dos sistemas de içamento de cagas utilizando talhas manuais ou eléticas (igua 1 e ).

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Dados da Empesa Razão Social: Infotec Cusos Pofissionalizantes Ltda. Nome Fantasia: CEBRAC Cento Basileio de Cusos Data de fundação:

Leia mais

Densidade de Fluxo Elétrico. Prof Daniel Silveira

Densidade de Fluxo Elétrico. Prof Daniel Silveira ensidade de Fluxo Elético Pof aniel ilveia Intodução Objetivo Intoduzi o conceito de fluxo Relaciona estes conceitos com o de campo elético Intoduzi os conceitos de fluxo elético e densidade de fluxo elético

Leia mais

Análise Econômica da Aplicação de Motores de Alto Rendimento

Análise Econômica da Aplicação de Motores de Alto Rendimento Análse Econômca da Aplcação de Motores de Alto Rendmento 1. Introdução Nesta apostla são abordados os prncpas aspectos relaconados com a análse econômca da aplcação de motores de alto rendmento. Incalmente

Leia mais

PROVA DE MATEMÁTICA DA UFMG VESTIBULAR 2011 2 a Fase. RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia.

PROVA DE MATEMÁTICA DA UFMG VESTIBULAR 2011 2 a Fase. RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia. PROVA DE MATEMÁTICA DA UFMG VESTIBULAR 0 a Fase Profa Mara Antôna Gouvea PROVA A QUESTÃO 0 Consdere as retas r, s e t de equações, resectvamente, y x, y x e x 7 y TRACE, no lano cartesano abaxo, os gráfcos

Leia mais

Mét odo do Valor At ual (VA) ou Valor Pr esent e Líquido (VPL)

Mét odo do Valor At ual (VA) ou Valor Pr esent e Líquido (VPL) Mét odo do Valor At ual () ou Valor r esent e Líquido (VL) O mét odo do Valor At ual () per mit e que conheçamos as nossas necessidades de caixa, ou ganhos de cer t o pr oj et o, em t er mos de dinheir

Leia mais

Credenciada e Autorizada pelo MEC, Portaria n. o. 644 de 28 de março de 2001 Publicado no D.O.U. em 02/04/2001

Credenciada e Autorizada pelo MEC, Portaria n. o. 644 de 28 de março de 2001 Publicado no D.O.U. em 02/04/2001 Ceecaa e Autozaa pelo MEC, Potaa. o. 644 e 8 e maço e 00 Publcao o D.O.U. em 0/04/00 ESTATÍSTICA Pelo Poesso Gealo Pacheco A Estatístca é uma pate a Matemátca Aplcaa que oece métoos paa coleta, ogazação,

Leia mais

2 Técnicas convencionais usadas na modelagem de sistemas não lineares

2 Técnicas convencionais usadas na modelagem de sistemas não lineares Ténas onvenonas usadas na modelagem de sstemas não lneares Ténas onvenonas usadas na modelagem de sstemas não lneares.1. Revsão Bblográfa Os modelos lneares desemenharam um mortante ael no desenvolvmento

Leia mais

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para Objetvos da aula Essa aula objetva fornecer algumas ferramentas descrtvas útes para escolha de uma forma funconal adequada. Por exemplo, qual sera a forma funconal adequada para estudar a relação entre

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO E DESIGUALDADE ESPACIAIS DO CONSUMO RESIDENCIAL DE ELETRICIDADE: UMA ANÁLISE DO PERÍODO 1989-2005 COM MEDIDAS DE INFORMAÇÃO

DISTRIBUIÇÃO E DESIGUALDADE ESPACIAIS DO CONSUMO RESIDENCIAL DE ELETRICIDADE: UMA ANÁLISE DO PERÍODO 1989-2005 COM MEDIDAS DE INFORMAÇÃO FACULDADE DE ECONOMIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA APLICADA DISTRIBUIÇÃO E DESIGUALDADE ESPACIAIS DO CONSUMO RESIDENCIAL DE ELETRICIDADE: UMA ANÁLISE DO PERÍODO 1989-2005 COM MEDIDAS DE INFORMAÇÃO

Leia mais

TEORIA DA GRAVITAÇÃO UNIVERSAL

TEORIA DA GRAVITAÇÃO UNIVERSAL Aula 0 EORIA DA GRAVIAÇÃO UNIVERSAL MEA Mosta aos alunos a teoia da gavitação de Newton, peda de toque da Mecânica newtoniana, elemento fundamental da pimeia gande síntese da Física. OBJEIVOS Abi a pespectiva,

Leia mais

ELETRÔNICA II. Engenharia Elétrica Campus Pelotas. Revisão Modelo CA dos transistores BJT e MOSFET

ELETRÔNICA II. Engenharia Elétrica Campus Pelotas. Revisão Modelo CA dos transistores BJT e MOSFET ELETRÔNICA II Engenaia Elética Campus Pelotas Revisão Modelo CA dos tansistoes BJT e MOSFET Pof. Mácio Bende Macado, Adaptado do mateial desenvolvido pelos pofessoes Eduado Costa da Motta e Andeson da

Leia mais

Instituto Tecnológico de Aeronáutica. Prof. Carlos Henrique Q. Forster Sala 121 IEC. ramal 5981

Instituto Tecnológico de Aeronáutica. Prof. Carlos Henrique Q. Forster Sala 121 IEC. ramal 5981 CC Vsã Cputacnal Câeas Insttut ecnlógc de Aenáutca P. Cals Henque Q. Fste Sala IEC aal 598 ópcs da aula Mdels de câeas Aqusçã de agens Paâets da câea Recupeaçã da atz de pjeçã Calbaçã de sa Lv paa acpanha

Leia mais

PARTE IV COORDENADAS POLARES

PARTE IV COORDENADAS POLARES PARTE IV CRDENADAS PLARES Existem váios sistemas de coodenadas planas e espaciais que, dependendo da áea de aplicação, podem ajuda a simplifica e esolve impotantes poblemas geométicos ou físicos. Nesta

Leia mais

* Economista do Instituto Federal do Sertão Pernambucano na Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional PRODI.

* Economista do Instituto Federal do Sertão Pernambucano na Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional PRODI. O desempenho setoral dos muncípos que compõem o Sertão Pernambucano: uma análse regonal sob a ótca energétca. Carlos Fabano da Slva * Introdução Entre a publcação de Methods of Regonal Analyss de Walter

Leia mais

3 Conceitos Fundamentais

3 Conceitos Fundamentais 3 Coneitos Fundamentais Neste aítulo são aresentados oneitos fundamentais ara o entendimento e estudo do omressor axial, assim omo sua modelagem termodinâmia 3 Máquinas de Fluxo As máquinas de fluxo odem

Leia mais

Teoria dos Números e suas aplicações

Teoria dos Números e suas aplicações Teora dos Números e suas aplações Lus Armando dos Santos Júnor e Antôno arlos Noguera Unversdade Federal de Uberlânda Abrl- 009 :Orentando Programa de Eduação tutoral do urso de Matemáta. E-mal: anarexmg@ahoo.om.br

Leia mais

! Superlntenrlencia Reg.onaJ do Ma:toGro$So. Qualificação e Reinserção Profissional dos Resgatados do Trabalho Escravo elou em AÇÃO INTEGRADA

! Superlntenrlencia Reg.onaJ do Ma:toGro$So. Qualificação e Reinserção Profissional dos Resgatados do Trabalho Escravo elou em AÇÃO INTEGRADA ",, 1," ;,,," 1, C?5lMnstérO Públco do "':'1"') Trabalho PRT 23,! Superlntenrlenca RegonaJ do Ma:toGro$So!! (', ' \_ \ '1 j t t' 1 PROJETO: Qualfcação e Renserção Profssonal dos Resgatados do Trabalho

Leia mais

REGRESSÃO LOGÍSTICA. Seja Y uma variável aleatória dummy definida como:

REGRESSÃO LOGÍSTICA. Seja Y uma variável aleatória dummy definida como: REGRESSÃO LOGÍSTCA. ntrodução Defnmos varáves categórcas como aquelas varáves que podem ser mensurados usando apenas um número lmtado de valores ou categoras. Esta defnção dstngue varáves categórcas de

Leia mais

Gestão e Teoria da Decisão

Gestão e Teoria da Decisão Gestão e eoa da Decsão Logístca e Lcencatua em Engenhaa vl Lcencatua em Engenhaa do etóo 005/006 Agenda 005/006. O papel dos stocks. lassfcação dos odelos de. omposção do custo assocados aos stocks 4.

Leia mais

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação Mnstéro da Educação Insttuto Naconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera Cálculo do Conceto Prelmnar de Cursos de Graduação Nota Técnca Nesta nota técnca são descrtos os procedmentos utlzados

Leia mais

Análise de Componentes Principais

Análise de Componentes Principais PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA CPGA-CS Aálse Multvd Alcd s Cêcs Agás Aálse de Comoetes Pcs Clos Albeto Alves Vell Seoédc - RJ //008 Coteúdo Itodução... Mt de ddos X... 4 Mt de covâc S... 4 Pdoção com méd eo

Leia mais

O uso de integradores numéricos no estudo de encontros próximos

O uso de integradores numéricos no estudo de encontros próximos Revsta TECCE volue núeo - setebo de 009 ISS 1984-0993 O uso de ntegadoes nuécos no estudo de encontos póxos Éca Cstna oguea 1 1 Obsevatóo aconal MCT - eca.noguea@on.b Resuo. O estudo da dnâca do Sstea

Leia mais

A Base Termodinâmica da Pressão Osmótica

A Base Termodinâmica da Pressão Osmótica 59087 Bofísca II FFCLRP P Pof. Atôo Roque Aula 7 A Base emodâmca da Pessão Osmótca Elemetos de emodâmca As les báscas da temodâmca dzem espeto à covesão de eega de uma foma em outa e à tasfeêca de eega

Leia mais

GEOMETRIA ESPACIAL. a) Encher a leiteira até a metade, pois ela tem um volume 20 vezes maior que o volume do copo.

GEOMETRIA ESPACIAL. a) Encher a leiteira até a metade, pois ela tem um volume 20 vezes maior que o volume do copo. GEOMETRIA ESPACIAL ) Uma metalúgica ecebeu uma encomenda paa fabica, em gande quantidade, uma peça com o fomato de um pisma eto com base tiangula, cujas dimensões da base são 6cm, 8cm e 0cm e cuja altua

Leia mais

ÁREA DE COBERTURA EM AMBIENTE DE PROPAGAÇÃO MODELADO COM A DISTRIBUIÇÃO κ µ

ÁREA DE COBERTURA EM AMBIENTE DE PROPAGAÇÃO MODELADO COM A DISTRIBUIÇÃO κ µ ÁREA DE COBERTURA EM AMBIENTE DE PROPAGAÇÃO MODELADO COM A DISTRIBUIÇÃO κµ κµ JAMIL RIBEIRO ANTÔNIO Dssetação apesetada ao Isttuto Nacoal de Telecomucações INATEL como pate dos equstos paa obteção do Título

Leia mais

Controle de Erros Adaptativo para Redes de Sensores sem Fio usando Valor de Informação de Mensagens Baseado em Entropia

Controle de Erros Adaptativo para Redes de Sensores sem Fio usando Valor de Informação de Mensagens Baseado em Entropia Contole de Eos Adaptatvo paa Redes de Sensoes sem Fo usando Valo de Inomação de Mensagens Baseado em Entopa João H. Klenschmdt e Walte C. Boell Resumo Este atgo popõe estatégas de contole de eos adaptatvo

Leia mais

RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA UNICAMP-FASE 2. 2014 RESOLUÇÃO: PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA

RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA UNICAMP-FASE 2. 2014 RESOLUÇÃO: PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA RESOLUÇÃO D PROV DE MTEMÁTIC UNICMP-FSE. PROF. MRI NTÔNI C. GOUVEI. é, sem úv, o lmento refero e mutos ulsts. Estm-se que o onsumo áro no Brsl sej e, mlhão e s, seno o Esto e São Pulo resonsável or % esse

Leia mais

Termodinâmica 1 - FMT 159 Noturno, segundo semestre de 2009

Termodinâmica 1 - FMT 159 Noturno, segundo semestre de 2009 Temodinâmica - FMT 59 Notuno segundo semeste de 2009 Execícios em classe: máquinas témicas 30/0/2009 Há divesos tipos de motoes témicos que funcionam tanfeindo calo ente esevatóios témicos e ealizando

Leia mais

O PLANEJAMENTO DO PROCESSO PRODUTIVO DE UMA INDÚSTRIA DE PANIFICAÇÃO POR MODELOS MATEMÁTICOS

O PLANEJAMENTO DO PROCESSO PRODUTIVO DE UMA INDÚSTRIA DE PANIFICAÇÃO POR MODELOS MATEMÁTICOS Assocação Baslea de Engenhaa de Podução - ABEPRO Unvesdade Fedeal de Santa Catana - UFSC www.poducaoonlne.og.b O PLANEJAMENTO DO PROCESSO PRODUTIVO DE UMA INDÚSTRIA DE PANIFICAÇÃO POR MODELOS MATEMÁTICOS

Leia mais

Covariância e Correlação Linear

Covariância e Correlação Linear TLF 00/ Cap. X Covarânca e correlação lnear Capítulo X Covarânca e Correlação Lnear 0.. Valor médo da grandeza (,) 0 0.. Covarânca na propagação de erros 03 0.3. Coecente de correlação lnear 05 Departamento

Leia mais

75$%$/+2(327(1&,$/ (/(75267È7,&2

75$%$/+2(327(1&,$/ (/(75267È7,&2 3 75$%$/+(37(&,$/ (/(7567È7,& Ao final deste capítulo você deveá se capa de: ½ Obte a epessão paa o tabalho ealiado Calcula o tabalho que é ealiado ao se movimenta uma caga elética em um campo elético

Leia mais

Aplicação da Lei Gauss: Algumas distribuições simétricas de cargas

Aplicação da Lei Gauss: Algumas distribuições simétricas de cargas Aplicação da ei Gauss: Algumas distibuições siméticas de cagas Como utiliza a lei de Gauss paa detemina D s, se a distibuição de cagas fo conhecida? s Ds. d A solução é fácil se conseguimos obte uma supefície

Leia mais

Relatório Interno. Método de Calibração de Câmaras Proposto por Zhang

Relatório Interno. Método de Calibração de Câmaras Proposto por Zhang LABORATÓRIO DE ÓPTICA E MECÂNICA EXPERIMENTAL Relatóio Inteno Método de Calibação de Câmaas Poposto po Zhang Maia Cândida F. S. P. Coelho João Manuel R. S. Tavaes Setembo de 23 Resumo O pesente elatóio

Leia mais

Escola Secundária com 3º Ciclo do E. B. de Pinhal Novo Física e Química A 10ºAno MEDIÇÃO EM QUÍMICA

Escola Secundária com 3º Ciclo do E. B. de Pinhal Novo Física e Química A 10ºAno MEDIÇÃO EM QUÍMICA Escola Secundáia com 3º Ciclo do E. B. de Pinhal Novo Física e Química A 10ºAno MEDIÇÃO EM QUÍMICA Medi - é compaa uma gandeza com outa da mesma espécie, que se toma paa unidade. Medição de uma gandeza

Leia mais

F-328-2 º Semestre de 2013 Coordenador. José Antonio Roversi IFGW-DEQ-Sala 216 roversi@ifi.unicamp.br

F-328-2 º Semestre de 2013 Coordenador. José Antonio Roversi IFGW-DEQ-Sala 216 roversi@ifi.unicamp.br F-38 - º Semeste de 013 Coodenado. José Antonio Rovesi IFGW-DEQ-Sala 16 ovesi@ifi.unicamp.b 1- Ementa: Caga Elética Lei de Coulomb Campo Elético Lei de Gauss Potencial Elético Capacitoes e Dieléticos Coente

Leia mais

Unidade 13 Noções de Matemática Financeira. Taxas equivalentes Descontos simples e compostos Desconto racional ou real Desconto comercial ou bancário

Unidade 13 Noções de Matemática Financeira. Taxas equivalentes Descontos simples e compostos Desconto racional ou real Desconto comercial ou bancário Unidade 13 Noções de atemática Financeia Taxas equivalentes Descontos simples e compostos Desconto acional ou eal Desconto comecial ou bancáio Intodução A atemática Financeia teve seu início exatamente

Leia mais

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado)

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado) 5 Aplcação Neste capítulo será apresentada a parte empírca do estudo no qual serão avalados os prncpas regressores, um Modelo de Índce de Dfusão com o resultado dos melhores regressores (aqu chamado de

Leia mais

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos Despacho Econômco de Sstemas Termoelétrcos e Hdrotérmcos Apresentação Introdução Despacho econômco de sstemas termoelétrcos Despacho econômco de sstemas hdrotérmcos Despacho do sstema braslero Conclusões

Leia mais

IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1

IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1 IMPACTO DAS EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS SOBRE O EMPREGO NO BRASIL EM 2011 1 Rcardo Kuresk 2 Glson Martns 3 Rossana Lott Rodrgues 4 1 - INTRODUÇÃO 1 2 3 4 O nteresse analítco pelo agronegóco exportador

Leia mais

1-BREVE HISTÓRIA SOBRE A PROGRAMAÇÃO LINEAR... 1 2- INTRODUÇÃO MATEMÁTICA...

1-BREVE HISTÓRIA SOBRE A PROGRAMAÇÃO LINEAR... 1 2- INTRODUÇÃO MATEMÁTICA... Índe -BREVE HISTÓRIA SOBRE A PROGRAMAÇÃO LIEAR - ITRODUÇÃO MATEMÁTICA 5 - otações e onvenções 5 - Programação lnear em redes 7 - Eemplos de modelos em programação lnear 5 - Produção - dstrbução da polímeros

Leia mais

SINTONIA DE CONTROLADORES P.I.D. João Lourenço Realizado em Janeiro de 96 e revisto em Janeiro de 97

SINTONIA DE CONTROLADORES P.I.D. João Lourenço Realizado em Janeiro de 96 e revisto em Janeiro de 97 SINTONIA DE CONTROLADORES P.I.D. João Lourenço Realzado em Janero de 96 e revsto em Janero de 97 O resente texto retende, ncalmente, dar a conhecer quas as característcas rncas das váras acções de controlo,

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CCSA - Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Curso de Economia

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CCSA - Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Curso de Economia CCSA - Centro de Cêncas Socas e Aplcadas Curso de Economa ECONOMIA REGIONAL E URBANA Prof. ladmr Fernandes Macel LISTA DE ESTUDO. Explque a lógca da teora da base econômca. A déa que sustenta a teora da

Leia mais

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA UNIERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA MATRIZ DE LINHA DE TRANSMISSÃO TRIDIMENSIONAL SCN-TD E FD CONTRIBUIÇÃO AO DESENOLIMENTO DE FERRAMENTAS COMPUTACIONAIS

Leia mais

MICROECONOMIA II. 1) Equilíbrio Geral e Bem-Estar. A Caixa de Edgeworth. David Henriques. 1.1) Economia de troca pura; equilíbrio Walrasiano.

MICROECONOMIA II. 1) Equilíbrio Geral e Bem-Estar. A Caixa de Edgeworth. David Henriques. 1.1) Economia de troca pura; equilíbrio Walrasiano. Davd Henqe EN Eqlío Geal e e-eta MIOEONOMI II Eonoa de toa a; eqlío Walaano Eqlío Geal: anala-e oo a ondçõe de oa e oeta nteage e dveo eado aa detena o eço de dveo en aa de Edgeoth - aa de Edgeoth ode

Leia mais

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado

PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoria Franqueado PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE RESPONSABILIDADE SOCIAL 2011 Categoia Fanqueado Dados da Empesa Razão Social: Cultua Anglo Ameicana de Petolina LTDA Nome Fantasia: Yázigi Petolina Data de fundação 03 de janeio

Leia mais

Análise de Correlação e medidas de associação

Análise de Correlação e medidas de associação Análise de Coelação e medidas de associação Pof. Paulo Ricado B. Guimaães 1. Intodução Muitas vezes pecisamos avalia o gau de elacionamento ente duas ou mais vaiáveis. É possível descobi com pecisão, o

Leia mais

Regressão e Correlação Linear

Regressão e Correlação Linear Probabldade e Estatístca I Antono Roque Aula 5 Regressão e Correlação Lnear Até o momento, vmos técncas estatístcas em que se estuda uma varável de cada vez, estabelecendo-se sua dstrbução de freqüêncas,

Leia mais

Capítulo 12. Gravitação. Recursos com copyright incluídos nesta apresentação:

Capítulo 12. Gravitação. Recursos com copyright incluídos nesta apresentação: Capítulo Gavitação ecusos com copyight incluídos nesta apesentação: Intodução A lei da gavitação univesal é um exemplo de que as mesmas leis natuais se aplicam em qualque ponto do univeso. Fim da dicotomia

Leia mais

AS COMPONENTES SIMÉTRICAS INSTANTÂNEAS E A MÁQUINA SIMÉTRICA

AS COMPONENTES SIMÉTRICAS INSTANTÂNEAS E A MÁQUINA SIMÉTRICA CAPÍTULO 5 A COMPONENTE IMÉTICA INTANTÂNEA E A MÁQUINA IMÉTICA 5. INTODUÇÃO O emprego das componentes smétrcas nstantâneas permte a obtenção de modelos mas smples que aqueles obtdos com a transformação

Leia mais

A Disposição a Pagar pelo Uso da Água na Bacia Hidrográfica do Rio Pardinho

A Disposição a Pagar pelo Uso da Água na Bacia Hidrográfica do Rio Pardinho A Disposição a Paga pelo Uso da Água na Bacia Hidogáfica do Rio Padinho Auto: Augusto Mussi Alvim (CPF: 564402430-04). Douto em Economia, Pofesso Adunto do Depatamento de Ciências Econômicas, PUCRS. Av.

Leia mais

SEGUNDA LEI DE NEWTON PARA FORÇA GRAVITACIONAL, PESO E NORMAL

SEGUNDA LEI DE NEWTON PARA FORÇA GRAVITACIONAL, PESO E NORMAL SEUNDA LEI DE NEWON PARA FORÇA RAVIACIONAL, PESO E NORMAL Um copo de ssa m em queda live na ea está submetido a u aceleação de módulo g. Se despezamos os efeitos do a, a única foça que age sobe o copo

Leia mais

1 Princípios da entropia e da energia

1 Princípios da entropia e da energia 1 Prncípos da entropa e da energa Das dscussões anterores vmos como o conceto de entropa fo dervado do conceto de temperatura. E esta últma uma conseqüênca da le zero da termodnâmca. Dentro da nossa descrção

Leia mais

Structural changes in employment in the economy: 1996 and 2002 compared

Structural changes in employment in the economy: 1996 and 2002 compared MPRA Munich Pesonal RePEc Achive Stuctual changes in employment in the economy: 1996 and 22 compaed Ichihaa, Silvio Massau; Guilhoto, Joaquim J.M. and Amoim, Mácio Guea 27 Online at http://mpa.ub.uni-muenchen.de/31514/

Leia mais

Sistemas Robóticos. Sumário. Introdução. Introdução. Navegação. Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar?

Sistemas Robóticos. Sumário. Introdução. Introdução. Navegação. Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar? Sumáro Sstemas Robótcos Navegação Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar? Carlos Carreto Curso de Engenhara Informátca Ano lectvo 2003/2004 Escola Superor de Tecnologa e Gestão da Guarda

Leia mais

Otimização de Custos de Transporte e Tributários em um Problema de Distribuição Nacional de Gás

Otimização de Custos de Transporte e Tributários em um Problema de Distribuição Nacional de Gás A pesqusa Operaconal e os Recursos Renováves 4 a 7 de novembro de 2003, Natal-RN Otmzação de ustos de Transporte e Trbutáros em um Problema de Dstrbução Naconal de Gás Fernanda Hamacher 1, Fernanda Menezes

Leia mais

Modelos estatísticos para previsão de partidas de futebol

Modelos estatísticos para previsão de partidas de futebol Modelos estatístcos para prevsão de partdas de futebol Dan Gamerman Insttuto de Matemátca, UFRJ dan@m.ufrj.br X Semana da Matemátca e II Semana da Estatístca da UFOP Ouro Preto, MG 03/11/2010 Algumas perguntas

Leia mais

PLANEJAMENTO DE OPERAÇÕES DE LAVRA EM MINAS A CÉU ABERTO COM ALOCAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE CARGA E DE TRANSPORTE

PLANEJAMENTO DE OPERAÇÕES DE LAVRA EM MINAS A CÉU ABERTO COM ALOCAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE CARGA E DE TRANSPORTE PLANEJAMENTO DE OPERAÇÕES DE LAVRA EM MINAS A CÉU ABERTO COM ALOCAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE CARGA E DE TRANSPORTE Mônca do Amaal Unesdade Fedeal de São Calos Rodoa Washngton Luís, km 235, Monjolnho, São Calos

Leia mais

Determinantes da Desigualdade de Renda em Áreas Rurais do Nordeste.

Determinantes da Desigualdade de Renda em Áreas Rurais do Nordeste. Determnantes da Desgualdade de Renda em Áreas Ruras do Nordeste. Autores FLÁVIO ATALIBA BARRETO DÉBORA GASPAR JAIR ANDRADE ARAÚJO Ensao Sobre Pobreza Nº 18 Março de 2009 CAEN - UFC Determnantes da Desgualdade

Leia mais

MAPEAMENTO DA VARIABILIDADE ESPACIAL

MAPEAMENTO DA VARIABILIDADE ESPACIAL IT 90 Prncípos em Agrcultura de Precsão IT Departamento de Engenhara ÁREA DE MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA MAPEAMENTO DA VARIABILIDADE ESPACIAL Carlos Alberto Alves Varella Para o mapeamento da varabldade espacal

Leia mais

Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA

Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA Análse de Regressão Profa Alcone Mranda dos Santos Departamento de Saúde Públca UFMA Introdução Uma das preocupações estatístcas ao analsar dados, é a de crar modelos que explctem estruturas do fenômeno

Leia mais

Equações Básicas na Forma Integral - I. Prof. M. Sc. Lúcio P. Patrocínio

Equações Básicas na Forma Integral - I. Prof. M. Sc. Lúcio P. Patrocínio Fenômenos de Tanspote Equações Básicas na Foma Integal - I Pof. M. Sc. Lúcio P. Patocínio Objetivos Entende a utilidade do teoema de Tanspote de Reynolds. Aplica a equação de consevação da massa paa balancea

Leia mais