Key-words: digital inclusion, digital alphabetizing, web technologies, interacting.

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1 A INCLUSÃO DIGITAL DE ADOLESCENTES EM UMA ORGANIZAÇÃO NÃO- GOVERNAMENTAL Valdelice Prudênci LIMA UEMS RESUMO: Este trabalh de cnclusã de curs cnsiste em um estud de cas que prcuru investigar cm é realizad à inclusã digital de adlescentes atendids em uma empresa nã gvernamental, denminada prjet Anj da Guarda. Nesta perspectiva a inclusã digital pde ser cnsiderada cm um prcess cadjuvante n desenvlviment e auxíli na prmçã da educaçã, inserçã scial e desenvlviment ds aprendizes. O trabalh prcuru apresentar a imprtância da inclusã digital, avanç das webtecnlgias e a imprtância d papel d prfessr diante dessa nva realidade, da mesma frma, prcuru analisar entre s educands, a necessidade d ensin-aprendizagem através d cmputadr e investigar a aquisiçã de cnheciments. É imprtante ressaltar que devid a númer elevad de educands participantes d prjet, trnaria inviável a pesquisa, cm a quantidade máxima de adlescentes, prtant este trabalh se restringiu a um númer reduzid de educands que pssuíam capacidade e cnsciência para realizaçã das entrevistas e questináris, btend as uma pesquisa mais precisa. Palavras-chave: inclusã digital, letrament digital, webtecnlgias, interatividade. ABSTRACT: This wrk f curse cnclusin cnsists f a case study that tried t investigate as it is accmplished t the adlescents' digital inclusin nt assisted in a cmpany gvernment, denminated Anj da Guarda s prject. In this perspective the digital inclusin can be cnsidered as a helping prcess in the develpment and aid in the prmtin f the educatin, scial insert and develpment f the apprentices. The wrk tried t present the imprtance f the digital inclusin, the prgress f the web technlgies and the imprtance f the teacher's paper due t that new reality, in the same way, it tried t analyze amng the student, the need f the teaching-learning thrugh the cmputer and t investigate the acquisitin f knwledge. It is imprtant t stand ut that due t the high number f participant students f the prject, it wuld turn unviable the research, with the maximum amunt f adlescents, therefre this wrk it restricted t the a reduced number f students that they pssessed capacity and cnscience fr accmplishment f the interviews and questinnaires, btaining like this a mre precise research. Key-wrds: digital inclusin, digital alphabetizing, web technlgies, interacting. Intrduçã A Internet é um ambiente de cmunicaçã e infrmaçã sem barreiras gegráficas. Sabems que, ns dias atuais, a rede mundial de cmputadres se ppularizu a

2 prprcinar acess a inúmeras pessas n mund inteir. A partir, pis, da respectiva inclusã digital, as pessas também têm privilegi da inclusã infrmacinal; iss acntece quand individu tem a habilidade e cndições de absrver infrmações recebidas através de mecanisms eletrônics. De acrd cm Manuel Castells (1999), a sciedade passa pr uma revluçã infrmacinal, cmparada às grandes mudanças históricas da sciedade. Em sua bra A Era da Infrmaçã, autr destaca a imprtância de uma inclusã digital que envlva questões ecnômicas, culturais e infrmacinais. Segund esse autr (p. 17), [...] a revluçã da tecnlgia da infrmaçã e a reestruturaçã d capitalism intrduziram uma nva frma de sciedade, a sciedade em rede. Essa sciedade é caracterizada pela glbalizaçã das atividades ecnômicas decisivas d pnt de vista estratégic; pr sua frma de rganizaçã em redes; pela flexibilidade e instabilidade d empreg e a individualizaçã da mã-de-bra. Pr uma cultura de virtualidade real cnstruída a partir de um sistema de mídia nipresente, interligad e altamente diversificad. E pela transfrmaçã das bases materiais da vida temp e espaç mediante a criaçã de um espaç de fluxs e de um temp intempral cm expressões das atividades e elites dminantes. Segund Carvalh (2003), bjetiv da inclusã digital é pssibilitar a igualdade de prtunidades na sciedade da infrmaçã. Essa idéia é frtemente enunciada pel Prgrama Sciedade da Infrmaçã, ScInf, crdenad pel Ministéri da Ciência e Tecnlgia d Brasil (TAKAHASHI, 2000). Dessa frma, inclusã digital significa gerar igualdade de prtunidades na sciedade da infrmaçã. A partir da cnstataçã de que acess as mderns meis de cmunicaçã, especialmente a Internet, gera para cidadã um diferencial n aprendizad e na capacidade de ascensã financeira e cm a percepçã de que muits brasileirs nã teriam cndições de adquirir equipaments e serviçs para gerar este acess, há cada vez mais recnheciment e empenh (gvernamental, scial, técnic, ecnômic) de se encntrar sluções para garantir tal acess. Cm ist pretende-se gerar um avanç na capacitaçã e na qualidade de vida de grande parte da ppulaçã, bem cm preparar país para as necessidades futuras de cresciment e desenvlviment (OFICINA DE INCLUSÃO DIGITAL, 2001). É interessante perceberms, através das psições acima citadas, que bjetiv da inclusã digital é melhrar as cndições de vida das pessas, u seja, resgatar s excluíds digitais da atual sciedade glbalizada, que é mvida pels prcesss de criaçã, prduçã e disseminaçã d cnheciment virtual. Cnsequentemente, inclusã digital remete à busca da

3 reflexã d mund e da educaçã tend pr bjetiv estímul a cnheciment renvad e à crítica d já existente, bem cm a diminuiçã das desigualdades sciais. Diante d expst, a minha intençã, neste trabalh, fi analisar esfrç da sciedade civil brasileira n prcess de inclusã u letrament digital, através das ações desenvlvidas pr uma rganizaçã nã-gvernamental Prjet Anj da Guarda vinculad à empresa AGRO-INDUSTRIAL SANTA HELENA, situada n munici de Nva Andradina MS. O que me despertu a atençã fi, principalmente, fat de, n interir d Brasil, serem raras as ações sciais de letrament digital desenvlvidas pr entidades particulares, vist que essa é ainda uma precupaçã tã-smente d setr gvernamental (especialmente d sistema esclar), ainda em estági muit precári. Dessa frma, s meus bjetivs de trabalh fram s seguintes: a) perceber cm s aprendizes estã reagind diante das nvas tecnlgias dispníveis n prjet para auxili da aprendizagem; c) Demnstrar a imprtância da inclusã digital n prcess cresciment tant educacinal cm scial; d) analisar de que maneira essas tecnlgias estã send aplicadas n referid prjet; e) investigar se s aprendizes estã apts às nvas tecnlgias d ensin-aprendizagem; Para desenvlver a presente pesquisa, busquei estruturar este trabalh em quatr capítuls, a saber: primeir capítul abrda advent da Internet, desde s primórdis as dias atuais as percebe-se que esta é um veícul de suma imprtância e tem grande cntribuiçã na aquisiçã de cnheciments e armazenaments de dads desde a antiguidade, mais precisamente a épca da Guerra Fria e as trna pssível a hmem cnhecer a história devida sua cntribuiçã. N primeir capítul irá tratar também d nv espaç de sciabilidade ciberespaç e a cibercultura, um ambiente de cmunicaçã interativ que surgiu de acrd cm a intercnexã mundial de cmputadres. Ainda n primeir capítul faç um breve históric sbre a nva sciedade d cnheciment e suas transfrmações, mencin ainda a necessidade d letrament digital e da imprtância da inclusã digital nas esclas as cm papel d prfessr diante das nvas tecnlgias da infrmaçã. N segund capítul irei tratar da metdlgia n qual expnh meu univers e tip de pesquisa, n terceir capítul desenvlv a análise de discussã d questinári e da entrevista, e apresent s resultads adquirids na estrutura de tabela.

4 N quart capítul abrdam-se as cnsiderações finais nde relat minhas experiências adquiridas n decrrer da pesquisa. Referência Teóric O Advent da Internet da WEB Segund Tanenbaum (2003, p.54) a Internet teve seus primórdis n final da década de 1950, n auge da Guerra Fria, através de um prjet experimental da Agência de Prjets de Pesquisa Avançada (ARPA) d Departament de Defesa ds EUA, nde nasceu a ARPAnet, para a viabilidade de uma rede glbal de cmputadres. Para autr (p. 28), a Internet é descrita pel cnceit de inter-rede, u seja, uma rede mundial respnsável pr interligar glbalmente tdas as rede e estações lcais de cmputadres. O bjetiv dessa rede primitiva era manter a interperabilidade d sistema diante de um ataque nuclear, u seja, cas s cmputadres u meis de cmunicaçã, em um determinad lcal, fssem atingids, s arquivs nã seriam perdids, pis estariam replicads em utrs cmputadres ligads à rede, fazend cm que a cmunicaçã permanecesse cnstante. Psterirmente, esse sistema de cmunicaçã fi estendid às atividades de pesquisas de td país, permitind que s cientistas cmpartilhassem infrmações e trabalhassem cperativamente, mediante um cntrat cm Departament de Defesa nrte-american. Cnseqüentemente, a Natinal Science Fundatin (NSF) percebeu a necessidade de se criar uma sucessra para a ARPANET, que seria aberta e dedicada a grup de pesquisas universitárias; nme dad a essa rede fi NSFNET. Mais tarde, percebeu-se interesse de grups cmerciais em ingressar nessa rede, levand-a à independência de financiament pr parte gvern american. Na década de 1990, utrs países criaram sua própria rede de pesquisas, que também despertaram interesse de grups cmerciais.

5 Segund, ainda, Tanenbaum (p.59) númer de usuáris da rede teve enrme aument depis que se criu um padrã de cmunicaçã (prtcl), chamad de Transmissin Cntrl Prtcl/Internet Prtcl - TCP/IP. Esse padrã pssibilitu uma frma cmum de cmunicaçã, garantind entendiment entre as diferentes redes, que nã acntecia anterirmente, pis cada rede pssuía sua própria arquitetura de cmunicaçã. Um nv paradigma fi estabelecid cm advent da Wrld Wide Web WWW u plesmente Web, atraind milhares de usuáris sem pretensões científicas u acadêmicas. Criada pel físic da Cnseil Eurpéen pur la Recherche Nucléaire - CERN, Tim Berners-Lee, a Web incrementu us da Internet sem alterar utrs recurss ferecids pela rede. Segund Tanenbaum (p.462), a Web teve inici em Hje, sabe-se que a explsã da Internet tem mdificad ctidian das pessas, trnand-se uma necessidade básica da sciedade pós-mderna, viabilizand a interaçã ecnômic-financeira, cultural, infrmacinal, de serviçs etc., indispensável a funcinament scial cm um td. A Internet tem, n mund cntemprâne, uma enrme acessibilidade, pis existem várias frmas de se cnectar a ela, pr exempl, s lcais de trabalh, a rede de telefnia celular, própri dmicíli, as esclas e até a estâncias sciais e de lazer, cm as LAN huses; inclusive. Essa cmunicaçã pde ser feita até em ambientes aberts cm auxili de um cmputadr prtátil cnectad às redes sem fis, serviçs cnhecids cm wireless. Dessa frma, a Web baseia-se em um cnjunt de padrões para armazenar, recuperar e manipular infrmaçã, usand uma ferramenta especial chamada de navegadr Web (u Web brwser). Tecnicamente funcinament desse sistema cnsiste em um lad cliente, u seja, usuári que faz requisiçã de uma pagina através de um endereç na Internet (denminad de Unifrm Resurce Lcatrs URL), e servidr que cntém a página cm as infrmações requeridas. O advent da Internet e da Web tem mdificad a vida d hmem mdern de maneira extrardinária: sua capacidade de cmunicaçã a redr d mund trnu infinitamente mais rápida e financeiramente mais barata, send, às vezes gratuita, favrecend, dessa frma, s indivídus que dela fazem us cntínu. As, navegar na Web trnu-se uma atividade fascinante: basta clicar sbre s links e descbrir um mund de infrmações nvas. Entretant, a pesquisa aleatória é puc eficaz, quand se está prcurand infrmações bem específicas. A sluçã é utilizar um mecanism de busca, u seja, uma ferramenta que lcaliza infrmações através de uma palavra-chave. O mecanism de busca mais usad na Internet atualmente é sistema (http://www.ggle.cm.br).

6 A Web é, prtant, as partes multimídia da Internet, pssibilitand a exibiçã de páginas de hipertexts, u seja, dcuments que pdem cnter utrs texts cm td tip de infrmaçã. Ela é um vast cnjunt de páginas inter-relacinadas, armazenadas sb frma de text, imagens, víde etc. O Ciberespaç e Cibercultura O filósf francês Pierre Lévy (1999, p. 11), admite seu timism quant a papel da Internet, embra recnheça que a mesma nã reslverá tds s prblemas culturais e sciais d planeta em um passe de mágica. De acrd cm Lévy, estams vivend a abertura de um nv espaç de cmunicaçã e cabe apenas a nós explrar as ptencialidades mais psitivas desse espaç ns plans ecnômic, plític, cultural e human. N inici da era d cmputadr pessal, este era apenas banc de dads; já n mund atual, cmputadr é uma máquina de sciabilidade, prprcinand surgiment de um espaç virtual de trabalh, de cmunicaçã e de cmpartilhament d saber, denminad pr Lévy de ciberespaç. Na verdade, term ciberespaç fi criad, em 1984, pr William Gibsn, em seu rmance de ficçã científica Neurmante. Nessa cncepçã, designava univers das redes digitais; a partir desse rmance, term fi imediatamente empregad pels estudiss e criadres de redes digitais. De acrd cm Levy (1999), ciberespaç é um mei de cmunicaçã abert pela intercnexã mundial ds cmputadres e das memórias ds cmputadres, que resultu de um mviment internacinal de jvens ávids para experimentar, cletivamente, frmas de cmunicaçã daquelas que as mídias clássicas prpõem. Para Lévy, ciberespaç é uma realidade diversa e plimórfica, na qual a tecnlgia d cmputadr media praticamente tda açã humana, td discurs e até pensament. Diante dessa afirmaçã, pdems perceber que, send ciberespaç um ambiente de cmunicaçã cletiva, através de linguagens e diálgs, mesm deve ser usad de maneira psitiva, para que s indivídus nã se percam nem se alienem diante de tanta trca de mensagens. O ciberespaç fez surgir, segund Lévy, a cibercultura, um cnjunt de técnicas materiais e intelectuais, de práticas, de atividades, de md de pensament e de valres que se desenvlvam dentr d ciberespaç universal sem ttalidade.

7 É interessante mencinar que a cibercultura dá frma a um nv tip de universal: universal sem ttalidade trata-se ainda de um universal, acmpanhad de tdas as ressnâncias pssíveis de serem encntradas cm a filsfia das luzes, uma vez que pssui uma relaçã prfunda cm a idéia de humanidade (p. 119). De acrd cm Lévy a cibercultura mantém a universalidade a mesm temp em que disslve a ttalidade, crrespnde a mment em que nssa espécie, pela glbalizaçã ecnômica, pel adensament das redes de cmunicaçã e de transprte, tende a frmar uma única cmunidade mundial, ainda que essa cmunidade seja - e quant! - desigual e cnflitante única em seu gêner n rein animal, a humanidade reúne tda sua espécie em uma única sciedade. Mas, a mesm temp, e paradxalmente, a unidade d sentid se quebra, talvez prque ela cmece realizar na prática, pel cntat e a interaçã efetiva, cnectadas a univers, as cmunidades virtuais cnstrem e disslvem cnstantemente suas micrttalidades dinâmicas, emergentes, imersas, derivand entre as crrentes turbilhnantes d n dilúvi (p.249). A Escla e a Nva Sciedade d Cnheciment Instituir mudanças na escla, adequand-a as exigências da sciedade d cnheciment, cnstitui hje um ds maires desafis educacinais (Hargreaves, 1995). A escla é um espaç de trabalh cmplex, que envlve inúmers utrs fatres, além d prfessr e ds seus aluns. A intrduçã de nvas idéias depende, fundamentalmente, das ações d prfessr e d aprendiz, prém, essas ações, para serem efetivas, devem ser acmpanhadas de uma mair autnmia para tmar decisões, desenvlver prpsta de trabalh em equipe e usar nvas tecnlgias da infrmaçã. A infrmática e a cnectividade em rede transfrmaram prfundamente tdas as atividades humanas, cnvertend-se em ferramentas de trabalh excepcinais em terrens s mais diverss. Iss afeta, principalmente, a área da educaçã, que precisa adequar-se cm urgência, a fim de acmpanhar a transfrmaçã que s demais segments da sciedade já alcançaram. O us da tecnlgia deverá assumir um dupl papel na escla primeir, deverá ser uma ferramenta para facilitar a cmunicaçã entre prfissinais dentr d ambiente esclar, prpiciand a presença virtual desse sistema de suprte dentr da escla.

8 Em utrs mments, a infrmática pderá ser usada para suprtar a realizaçã de uma pedaggia que prprcine a frmaçã ds aluns, pssibilitand desenvlviment de habilidades que serã fundamentais na sciedade d cnheciment. Segund a visã de Paul Freire (1996), discutida n víde-teipe O Futur da Escla, esta deverá ser espaç n qual a infrmaçã, adquirida das mais diferentes frmas, ns mais diferentes meis e lcais, pderá ser cnvertida em cnheciment. Ns dias atuais, a sciedade glbal necessita d us da tecnlgia digital cm instrument educativ. As, nas instituições educacinais, cmputadr nã deve cncrrer cm a frma de aprendizagem tradicinal e cmplementá-la. Nã há dúvidas de que a Internet facilita a cnstruçã d cnheciment pel alun, mas individu necessita de certa habilidade e rientaçã d prfessr para absrver as infrmações que realmente tem imprtância na sua aprendizagem. Dessa frma, aprendiz deverá sempre adquirir a cmpetência para prcurar infrmações e aprimrar suas idéias e habilidades, a invés de ser apenas um recebedr passiv de infrmações, bem cm ter sempre em mente que é precis estar atualizad para sbreviver na nva sciedade d cnheciment. Também, a frmaçã d aprendiz na sciedade digital glbalizada nã diz a respeit smente à escla e as prfessres, mas é uma parceria cm s pais, que igualmente precisarã cnhecer que é aprender cm nvs meis de infrmações, para incentivar s filhs em casa. A escla é um espaç que além ds prfessres e aluns envlvem muits utrs fatres que cntribuem para funcinament da mesma, as nvas idéias para a escla dependem ds educadres e rganizaçã da escla. A Necessidade d Letrament e da Inclusã Digital Primeiramente, existe a necessidade de esclarecer term letrament, pis existem cntrvérsias de cnceits e mesm ainda é inexistente na mairia ds dicináris atuais. Letrament é um cnceit definid pr pesquisadres de áreas distintas d cnheciment, segund Kleiman (1995) e Sares (1998). Tradicinalmente, cnsidera-se letrad sujeit alfabetizad que é capaz de ler e escrever e também de utilizar esses cnheciments de frma fluente, sem dificuldade cm dmíni da escrita e leitura na vida funcinal. Analisand a estrutura lexical da palavra letrament, pdems perceber a existência d prefix letra que significa aquisiçã de cnheciments. Devid a esse fat a expressã

9 letrament digital tem significad de ser dmíni das tecnlgias digitais qual individu nã smente sabe apertar btões, mas também cmpreende seu significad e usa de frma crreta em praticas sciais. A inclusã digital englba letrament digital, pis é imprtante us cnsciente ds recurss tecnlógics, pr exempl, us de cmputadr deve ser realizad a fim de se aprveitar tds s benefícis que mesm pssa cntribuir. Inclusã digital é uma denminaçã dada a esfrç de fazer cm que a ppulaçã da sciedade atual pssa usufruir s recurss da tecnlgia da infrmaçã e as nvas frmas de cmunicaçã existentes as cm acess físic e us crrente a esses recurss. Para que haja aquisiçã de cnheciment através da inclusã digital é necessári que prfessr pssibilite a interaçã entre s aluns, essa interaçã é cmpartilhament de cnheciments adquirids nas aulas de infrmática. A presença das tecnlgias digitais em nssa cultura cntemprânea cria nvas pssibilidades de expressã e cmunicaçã. Cada vez mais elas estã fazend parte d nss ctidian e, as cm a tecnlgia da escrita, também devem ser adquiridas. (VALENTE, 2007). Através da afirmaçã de Valente (2007), pdems perceber a imprtância das nvas tecnlgias digitais n mund cntemprâne e quant está presente na vida ds indivídus de uma frma muit intensa. Santaella (2004) bservu que, s usuáris de hipermídia utilizam habilidades distintas daquele que lê um text impress, as quais sã diferentes daquelas empregadas quand recebem imagens, cm n cinema u na televisã. A tela de um cmputadr pssibilita a usuári navegar sem nenhuma restriçã, e quant mais individu vai adquirind pratica mais vai aprendend e descbrind muitas infrmações, a internet é um mei de aprender cisas variadas e diferentes, ela é uma verdadeira maquina d cnsumism que cada vez mais está tmand cnta da vida ds seres humans de uma frma transfrmadra, a quem sabe utilizá-la cm um bjetiv e a fim de bter cnheciments que enriqueçam a intelectualidade. Em plen sécul XXI há aqueles que nã sentem mtivaçã para acessar a Internet e utrs cmands que ela pde ns ferecer entã se trna mais cmplicad cm citad acima ela é um mei de cmunicaçã que está invadind a sciedade de frma geral quem nã estiver apt crre cert risc de exclusã d mercad de trabalh. Geralmente em tdas as empresas tem um cmputadr para facilitar a vida ds que ali trabalham alguns ans atrás era muit cmplicad mandar uma crrespndência u até

10 mesm uma carta cmercial crrend ris de esta ser extraviada, ns dias atuais pdems fazer iss de uma frma tã rápida e precisa trnand trabalh bem mais agradável sem muitas cmplicações. Segund (Valente, 2004), [...] recnheciment de que as tecnlgias digitais exigem nvas habilidades - e, prtant, a necessidade de trabalhar s diferentes letraments - lança nvs desafis educacinais n sentid de que aluns e educadres devem ter uma mair familiaridade cm s nvs recurss digitais: prcessadr de text, internet, , bate-pap, lista de discussã, hipertext, blg, videblg e Secnd Life. Iss significa que prcess de ensin aprendizagem deve incrprar cada vez mais us das tecnlgias digitais para que s aluns e s educadres pssam manipular e aprender a ler, escrever e expressar-se usand essas nvas mdalidades e meis de cmunicaçã, prcurand atingir nível de letrament frte. O Cmputadr na Escla: cm utilizar a internet na educaçã A Internet é uma mídia que está expldind na sciedade de uma frma muit rápida, nela as pessas pdem ser que quiser e interagir cm pessas de utrs paises de maneira ultânea, a Internet também está se destaca na educaçã abrind nvs caminhs para pesquisas e cntribuind para aquisiçã de cnheciment ds aluns. Existem meis de cmunicaçã em que usuári é apenas espectadr passiv, a televisã é um excelente exempl, e send passiv ele pde sfrer alienaçã, u seja, uve e vê uma versã de fats que pdem ter sid manipulads para cnvencer públic em massa e quand alguém cnsegue um espaç para relatar a realidade sfre pel prcess de censura. Iss acntece mais sutilmente hje d que ans atrás, mas ainda acntece. Iss acntece prque apenas grandes empresas cnseguem espaç na televisã cm aval plític. Fazend da televisã um jg de interesses. A Internet tira usuári d annimat se esse fr seu desej, pis a usuária pde criar sua pagina, divulgar suas idéias sem a permissã de um amig plític, tend apenas que ter um lcal dispnível para armazenament, servidr, e um endereç fix e acessível na Internet, endereç desse site. As idéias pdem ser divulgadas individualmente u cmpartilhadas em grup. Hje nã existe mais distância gegráfica e ecnômica, cultural, idelógica e tecnlógica. Pessas de diferentes classes sciais se cmunicam e

11 trcam idéias e infrmações a lngas distâncias, essas pessas nem necessitam utilizar mesm idima, pis existem ferramentas n-line excelentes para realizar essa cmunicaçã através de tradutres. Para a Internet a frma de acess é irrelevante, pis cmputadr super-ptentes e cmputadres vulgarmente denminads carrças se cmunicarã da mesma frma. Uma crrida fi iniciada, a crrida para existir n virtual e se trnar visível. Universidades e esclas para nã serem cnsideradas ultrapassadas utilizam ciberespaç para alcar páginas Web, algumas utilizam paginas padrã que cntém dads básics cm endereç físic, atividades administrativas e pedagógicas, utras vã além e abusam das ferramentas mdernas de paginas atraentes cm interatividade, atendiment n-line e prcessament de serviçs que antes só eram pssíveis cas usuári cmparecesse pessalmente àquela instituiçã. Segund Mran (1994, p.01), atendiment nã presencial se expandiu para as salas de aula da educaçã cntinuada, agind cm um cmplement, um refrç até que se percebeu que pderia se trnar cmplet, cm aulas ttalmente livres de presença beneficiand interessad em rganizar suas hras de estud. Iss nã ns deve causar estranheza, pis é a nva tendência d hmem mdern, que se sente na brigaçã de se capacitar, se aperfeiçar e nã pssuir temp dispnível para iss, a internet e seus serviçs acabam cm essa situaçã paradxal, hje só nã se capacita quem realmente nã está dispst. Váris tips de aplicações educacinais pdem ser encntrads na internet, cm aplicaçã de divulgaçã nde apenas se mstra que se faz de mais significativ através de hmepages ; aplicaçã de pesquisa, que pdem ser realizadas individualmente u em grup; aplicaçã de atividades de api a ensin, pel qual pdems cnseguir texts, sns, imagens que sã utilizadas cm element adicinal em cnjunt cm livrs e revistas; e a aplicaçã de cmunicaçã que crre bilateralmente entre aluns, prfessres e prfessres e aluns estand u nã fisicamente próxims. Passams de uma fase de carência para uma fase de superabundância, a vasta quantidade de infrmaçã é alg atrativ na Internet, s estudantes pdem navegar e descbrir nvs endereçs as cm divulgar suas descbertas tmand cuidad para nã se perder entre tantas cnexões e tend dificuldade em distinguir que realmente é verdade e significativ. A Internet permite juntar a escrita, a fala e imagem a um cust muit barat e faz iss cm agilidade e flexibilidade e alta interaçã até puc temp impssíveis. Mran (1994,

12 p02) diz em seu artig que as grandes universidades educacinais da América d Nrte, Canadá e Eurpa investem alt em curss que utilizam recurss da internet, mas que também existem instituições educacinais brasileiras seguind exempl de paises desenvlvids. A Escla d Futur que pde ser acessada pel seu endereç na Web, que é um grup de pesquisas da Universidade de Sã Paul e iniciu n Brasil us da Internet n ensin médi e n ensin fundamental. Ela desenvlve prjets de ensin nas áreas de ciências e humanidades desde O prjet de Plantas Carnívras é um ds prjets implantads pr essa instituiçã, esse prjet visa à cmparaçã de infrmaçã entre as esclas das evluções dessas plantas, em 1996 já cntavam cm 23 esclas participantes. Devid à alta quantidade de infrmaçã dispnível na Internet e na impssibilidade de se cnhecer tds s endereçs, um serviç é essencial, trata-se d serviç de busca que é dispnibilizad pr diverss sites. Esses sites pssuem um banc de infrmações sbre as atividades de muits sites, que facilita a pesquisa para usuári que nã necessita cnhecer cmpletamente nme d site, basta infrma seu ram de atividade e alg que caracteriza, cm iss é pssível encntrar sites ilares que pdem cnter ainda mais infrmaçã. Infelizmente esses sites nã sã mágics e pdem retrnar endereçs de sites indesejads, mas iss se deve a um fat lingüístic, pis uma determinada palavra u sentença pde ter inúmers sentids. A se prcurar um site e ter cm retrn um utr que nã era desejad pde acntecer dispersã pr parte d estudante. Esse prblema é cntrnad pel prcess de refinament que utiliza filtragem dispnível na mairia ds serviçs de busca. Técnicas de pesquisa devem fazer parte d cnheciment básic d estudante para que pssa ser encntrad realmente que interessa. Navegar na internet é cm prcurar uma agulha n palheir, mas nã um palheir qualquer e um que pssua uma palha diversificada, cm cres e tamanhs variads, alg capaz de chamar mais atençã que às vezes ns esquecems d bjetiv alg, a agulha. Quand dig palha me refir as inúmers sites publicitáris existentes cm cnteúd apelativ e chei de banalidades. Mran (1994, p02) cmprvu que sua experiência, cm prfessr utilizand recurss da Internet e incentivand seu us pels estudantes, fi satisfatória pis causu interesse extrem pels estudantes que aumentaram suas cnexões lingüísticas, u seja existe uma interaçã cm váris texts e imagens, frmas narrativas e clquiais e texts ppulares; gegráficas prque existe deslcament de espaç cultural e físic; e inter-pessal prque a

13 cmunicaçã crre cm indivídus próxims fisicamente as cm distantes de idades variadas. A Internet na educaçã é um grande desafi, para prfessres que estã acstumads cm a transmissã de cnheciment através d ensin da sala de aula presencial, u seja, aquele prfessr transmissr d saber, que usa mesm material td an. A inclusã digital na educaçã é um grande pass rum a uma sciedade da infrmaçã, alun para de ser apenas um recebedr, mas, um individu interativ capaz de cmpartilhar seus cnheciments e prfessr um auxiliadr na busca de infrmações. De acrd cm Marc Silva, Acstumad a mdel da transmissã de cnheciments prnts, prfessr se sente puc a vntade n ambiente n-line interativ, nde s aprendizes pdem ser c-autres da cmunicaçã e da aprendizagem. Diante desta infrmaçã pdems analisar que a Internet na educaçã é de grande valia, pis, permite que aprendiz seja que quiser e também um pesquisadr ativ.. Ns dias atuais a entrega de infrmações ainda dmina a educaçã, u seja, prfessr despeja cnheciments prnts para alun. É impressinante! Cm em plen sécul XXI, a escla ainda cntinua falar-ditar d mestre, é uma repetiçã de tud. Paul Freire mair educadr brasileir criticu intensamente esse mdel educacinal. Ele dizia: a educaçã autêntica nã se faz de A para B u de A sbre B, mas de A cm B, prém, nã é fácil sair desse paradigma da transmissã para a interatividade própria d digital, da internet, a nã ser vilentand a natureza cmunicacinal da nva mídia, repetind que faz na sala presencial, u seja, n ambiente nline prfessr terá que mdificar suas idéias adaptand-se a nv mei tecnlógic.

14 O Papel d Prfessr na Nva Educaçã Digital De acrd cm Garcia (1995), é precis pensar nv papel d prfessr de md ampl, nã só em relaçã a seu desempenh perante a classe, mas em relaçã a currícul e a cntext da escla. Os prfessres têm que ter a capacidade de perceber quand é necessári us de atividades tradicinais e quand fr necessári us d cmputadr n ensin. Esse prfessr pderia fazer us de lusas e giz para aprendizad teóric e us d cmputadr para demnstrações praticas através de uladres. Existe a necessidade da capacitaçã d prfessr de perar s sftwares, pis mesm que este dmine a disciplina é necessári entender cm s sftwares realizam prcessament e a frma cm s dads sã rganizads e exibids na tela d cmputadr. O prfessr deixará de ser entregadr de infrmações a alun, ele deverá incentivar alun a buscar infrmações e refletir sbre as infrmações que mesm já havia adquirid, aprendiz precisará aprender a ser critic. É imprtante ressaltar que educadr desenvlva mecanisms n aprendiz para que mesm seja capaz de analisa cnteúd que encntru e se adapte a nv mei de ensin aprendizagem. As cm a maquina de escrever fi substituída pel cmputadr, prfessr também será substituíd pel mesm cmputadr, mas nã tds e aquele plóri prfessr transmissr de cnteúds prgramads, seguidr e mer leitr de cartilhas, enfim, aquele parad n temp, que despreza alternativas diferenciadas de transmissã de cnheciment, cm as atividades práticas, a reflexã e racicíni. A frma tradicinal de ensin pde ser cnsiderada autritária e abslutista, cnteúd plesmente é repassad e alguns prfessres seguem veemente uma cartilha adtada pela instituiçã em que trabalham. Errs pdem ser passads despercebids se a aula fr realizada sem atençã pr seu instrutr e sem interesse pels estudantes. Iss tem um preç muit alt psterirmente na vida desse estudante que se enfrentará um mercad de trabalh cmpetitiv que dá lugar a seres pensantes, interessads em descbrir errs e aperfeiçar que já se cnsidera bm. A educaçã atual deve ser dinâmica, usar e abusar ds recurss da infrmática avançada. Atualmente sftwares educativs abundam prateleiras de ljas e sites da Internet, esses sftwares devem ter papel de auxili, pis cm sã previamente prgramads, estã despreparads para atuar sbre dúvidas imprevistas, um alun pde imaginar uma situaçã

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