OBSERVATÓRIO DO TRABALHO DE PORTO ALEGRE

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1 OBSERVATÓRIO DO TRABALHO DE PORTO ALEGRE Análise do Mercado de Trabalho Formal em Porto Alegre 2º Trimestre de 2012 Termo de Contrato Nº / Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego (SMTE) Secretaria Municipal de Produção, Indústria e Comércio (SMIC) Prefeitura de Porto Alegre, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e DIEESE AGOSTO DE 2012

2 EXPEDIENTE DA PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE TRABALHO E EMPREGO (SMTE) E SECRETARIA MUNICIPAL DE PRODUÇÃO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO (SMIC) Prefeito do Município de Porto Alegre Secretário Municipal do Trabalho e Emprego Prefeitura de Porto Alegre Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego (SMTE) Secretaria Municipal de Produção, Indústria e Comércio (SMIC) Rua Siqueira Campos, 1300 Porto Alegre - Rio Grande do Sul CEP Telefone: (51) / Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 2

3 EXPEDIENTE DO SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS - SEBRAE Presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/RS Vitor Augusto Koch Diretor-Superintendente Leo José Borges Hainzenreder Diretor de Administração e Finanças Marco Antônio Kappel Ribeiro Diretor Técnico Marcelo de Oliveira Ribas SEBRAE Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas Rua Sete de Setembro, 555 Centro Porto Alegre RS CEP Site: Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 3

4 EXPEDIENTE DO DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE ESTATÍSTICA E ESTUDOS SOCIOECONÔMICOS DIEESE Direção Técnica Clemente Ganz Lúcio Diretor Técnico Ademir Figueiredo Coordenador de Estudos e Desenvolvimento José Silvestre Prado de Oliveira Coordenador de Relações Sindicais Clemente Ganz Lúcio Coordenador de Pesquisas Nelson de Chueri Karam Coordenador de Educação Rosana de Freitas Coordenadora Administrativa e Financeira Coordenação Geral do Projeto Ademir Figueiredo Coordenador de Estudos e Desenvolvimento Angela Maria Schwengber Supervisora dos Observatórios do Trabalho Anelise Manganelli Técnica Responsável pelo Relatório Equipe Executora DIEESE DIEESE Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos Rua Aurora, 957 Centro São Paulo SP CEP Fone: (11) Fax: (11) Site: Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 4

5 ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 6 INTRODUÇÃO COMPORTAMENTO DO SALDO DE VAGAS 2º TRIMESTRE DE COMPOSIÇÃO POR ATIVIDADE ECONÕMICA E FAMÍLIAS OCUPACIONAIS DO SALDO DE VAGAS NO 2º TRIMESTRE DE CONCLUSÃO GLOSSÁRIO ANEXOS Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 5

6 APRESENTAÇÃO O presente documento configura-se no Relatório intitulado: Análise do Mercado de Trabalho Formal em Porto Alegre 2º Trimestre de 2012, produto previsto no plano de atividades do Observatório do Mercado de Trabalho de Porto Alegre, parceria entre o DIEESE, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e a Prefeitura de Porto Alegre, através da Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego (SMTE). Este relatório tem por objetivo analisar o comportamento do mercado de trabalho formal celetista no município de Porto Alegre durante os meses de abril a junho de Para o acompanhamento do movimento do mercado de trabalho formal foram utilizados os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho e Emprego MTE. O relatório se apresenta em duas partes além da apresentação, introdução e considerações finais. A primeira parte analisa o comportamento do saldo acumulado de vagas de abril a junho de 2012 no município de Porto Alegre, trazendo análises comparativas com outras capitais do país e da região Sul e municípios do estado do Rio Grande do Sul. Já a segunda parte traz uma análise do comportamento das admissões e dos desligamentos em relação às famílias ocupacionais em destaque no período, considerando questões como salário médio, tipos de admissão e desligamento, porte do estabelecimento e tempo de permanência no emprego e características dos trabalhadores como sexo, escolaridade e faixa etária. Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 6

7 INTRODUÇÃO Fazendo uso de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (CAGED/MTE) o presente relatório tem por objetivo analisar o saldo de vagas acumulado em Porto Alegre nos meses de abril a junho de 2012, comparativamente com os mesmos meses de anos anteriores e com os dados para demais recortes geográficos. Analisa ainda a participação por setores de atividade econômica, em comparação com o acumulado no mesmo período de 2011 para o munícipio. O segundo trimestre de 2012 caracterizou-se por uma desaceleração na geração de vagas, visto que no Brasil, em 2011, houve a criação de postos de trabalho e em 2012, postos, ou seja, uma redução de 64,4%. O estado do Rio Grande do Sul contribuiu para a desaceleração brasileira apresentando uma redução equivalente a 63,9% em comparação com o mesmo período do ano anterior, embora todas as regiões do Sul do Brasil tenham registrado um saldo inferior na comparação no trimestre de abril a junho de 2012 contra igual trimestre de 2011, a maior redução foi registrada no Rio Grande do Sul. Entre as capitais brasileiras, Porto Alegre ocupou a 8ª posição no ranking de geração de emprego e a 6ª posição entre as Regiões metropolitanas. Na análise do saldo de vagas dos municípios gaúchos, Porto Alegre ficou com a primeira colocação, sendo, portanto, no segundo trimestre de 2012 a região que mais contribui com o emprego no estado com a criação de vagas. Os segundos trimestres para Porto Alegre revelam geração de novos empregos, diante na análise da série histórica que inicia em 2002 verificou-se que a trajetória é positiva e o resultado encontrado para 2012 foi o 6º melhor da série. Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 7

8 1. COMPORTAMENTO DO SALDO DE VAGAS 2º TRIMESTRE DE 2012 Em Porto Alegre, o saldo de vagas acumulado no período de abril a junho de 2012 foi o sétimo maior da série iniciada em Com postos de trabalho gerados no acumulado do período, os anos de 2002, 2003, 2006 e 2009 apresentaram resultados piores para o município, com 1.297, 1078, e novas vagas criadas, respectivamente. O mesmo trimestre do ano anterior (2011) apresentou a criação de vagas a mais do que as registradas em 2012 no mesmo período (Gráfico 01). GRÁFICO 01 Evolução do saldo de empregos formais para o acumulado de abril a junho Porto Alegre, 2002 a 2012 Elaboração: DIEESE. Diante da análise do saldo de empregos na Região Sul do Brasil, no segundo trimestre de 2012, foi registrada novas vagas, e em 2011 no mesmo período foram geradas vagas, uma desaceleração na geração de emprego de -33,7%. Nota-se que essa queda no ritmo de criação de vagas teve importante participação do Rio Grande do Sul, estado que apresentou maior retração na comparação com o ano anterior, igual a -63,9%, enquanto as demais: Paraná e Santa Catarina registram retrações menores, iguais a -14,9% e -33,6, respectivamente (Gráfico 02). Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 8

9 GRÁFICO 02 Evolução do saldo de empregos formais Estados da Região Sul, acumulado de abril a junho de 2011 e Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul 2º Trimestre º Trimestre 2012 Elaboração: DIEESE. Na análise do saldo de vagas do segundo trimestre de 2012, considerando outros recortes geográficos, verifica-se que no Brasil, em 2011, houve a criação de postos de trabalho e, em 2012, postos, ou seja, uma redução de 64,4%. Quase todos os estados brasileiros apresentaram uma desaceleração na geração de vagas no período, exceto o estado do Pará que, em 2011, havia gerado vagas e, em 2012, gerou Roraima e Alagoas nos segundos trimestres demonstram eliminação de postos de trabalho. No entanto, na comparação com o mesmo período de 2011 tiveram uma pequena melhora, ou seja, apesar da contínua redução de postos de trabalho, a redução foi menor (Tabela 01). O Rio Grande do Sul gerou novas vagas no segundo trimestre de 2012, ocupando a 12º posição entre os estados brasileiros, isso significa uma piora em relação a 2011 quando ocupava a 7ª posição no ranking. Esse fato indica que outros estados apresentaram melhor desempenho diante do contexto de redução de vagas no trimestre no país, como é o caso de Goiás, Mato Grosso, Pernambuco, Pará e Mato Grosso do Sul. Na análise do saldo das capitais brasileiras, Porto Alegre foi a 8ª capital que mais gerou vagas (3.644) no segundo trimestre de 2012, apenas três capitais apresentaram eliminação de postos de trabalho no período são elas: Boa Vista (RR), Porto Velho (RO) e Vitória (ES) (Anexo 01). Entre as Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 9

10 regiões metropolitanas, Porto Alegre que registrou a criação de vagas foi a 6ª região com maior geração de emprego ficando atrás de São Paulo (39.675), Rio de Janeiro (26.296), Belo Horizonte (14.527), Recife (10.493) e Curitiba (8.535) (Anexo 02). TABELA 01 Ranking do Saldo de vagas Estados brasileiros, segundo trimestre de 2011 e 2012 Ranking (2011) Ranking (2012) Estados º 1º São Paulo º 2º Minas Gerais º 3º Rio de Janeiro º 4º Paraná º 5º Goiás º 6º Mato Grosso º 7º Pernambuco º 8º Para º 9º Bahia º 10º Mato Grosso do Sul º 11º Santa Catarina º 12º Rio Grande do Sul º 13º Espírito Santo º 14º Ceará º 15º Paraíba º 16º Distrito Federal º 17º Maranhão º 18º Piaui º 19º Acre º 20º Tocantins º 21º Rondônia º 22º Amazonas º 23º Amapa º 24º Rio Grande do Norte º 25º Roraima º 26º Sergipe º 27º Alagoas Brasil Elaboração: DIEESE. Entre os municípios gaúchos, Porto Alegre foi o que mais gerou postos de trabalho, com no segundo trimestre de 2012, seguida de Venâncio Aires (1.417), Canoas (1.275) e Santa Cruz do Sul (1.260). Os municípios do Rio Grande do Sul que tiveram saldo positivo geraram vagas, o que supera o saldo registrado para o estado (10.006), isso decorre de municípios que contribuíram negativamente para o saldo do estado totalizando a eliminação de vagas. Os municípios que se destacam pela extinção de postos são: Vacaria com postos, seguido por Triunfo (-864) e Santa Vitória do Palmar (-572) (Tabela 02). Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 10

11 TABELA 02 Ranking dos dez maiores saldos de empregos formais - positivos e negativos Municípios do Rio Grande do Sul, segundo trimestre de 2012 Ranking Municípios gaúchos Saldo Acumulado 1º Porto Alegre º Venancio Aires º Canoas º Santa Cruz do Sul º Rio Grande º Santa Maria 910 7º Alvorada 899 8º Lajeado 478 9º Bento Goncalves º Passo Fundo 387 Subtotal º Vacaria º Triunfo º Santa Vitoria do Palmar º Panambi º Osorio º Uruguaiana º Igrejinha º Mostardas º Bom Jesus º Dom Pedrito -305 Subtotal Demais municípios Total do estado Elaboração: DIEESE. saldos negativos Saldos positivos Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 11

12 2. COMPOSIÇÃO POR ATIVIDADE ECONÕMICA E FAMÍLIAS OCUPACIONAIS DO SALDO DE VAGAS NO 2º TRIMESTRE DE 2012 Em Porto Alegre, o setor de Serviços foi o que mais contribuiu para o saldo do 2º trimestre nos dois anos analisados. Entre abril e junho de 2012, o setor foi responsável pela geração de postos de trabalho formais, e em 2011 gerou postos. Neste setor, a maior parte dos subsetores teve saldo positivo no trimestre, com destaque para Serviços de alojamento, alimentação, reparo e manutenção, com saldo de postos, no segundo trimestre de Comércio e administração de imóveis, valores mobiliários e serviços técnicos, foi o único subsetor, dentro dos Serviços, que apresentou saldo negativo entre abril e junho de 2012 (-209 postos), enquanto no mesmo período do ano anterior havia gerado novas vagas. Os demais subsetores nos Serviços apresentaram pequena queda na geração de emprego, exceto os Serviços médicos, odontológicos e veterinários que mesmo diante do contexto de retração, elevou em relação a 2011 o saldo de empregos com a criação de 576 novas vagas (Tabela 03). No segundo trimestre de 2012, o Comércio apresentou saldo positivo de 693 vagas, apesar da queda registrada no subsetor do Comércio atacadista, com -110 vagas. Em 2011, este subsetor, no segundo trimestre, havia gerado o saldo positivo de 350 postos. A Indústria de transformação apresentou redução significativa em seu saldo no segundo trimestre de 2012 em relação ao mesmo período de 2011, de para -72 postos de trabalho. No segundo trimestre de 2012, dentre os subsetores destacaram-se pela redução do saldo, em comparação com o segundo trimestre de 2011, a Indústria do material elétrico e de comunicações, com -63 vagas, contra 439 vagas, e a Indústria do papel, papelão, editorial e gráfica também com forte retração, de 22 postos de trabalho para -148 postos. A Indústria química de produtos farmacêuticos, veterinários, perfumaria e a Indústria da borracha, fumo, couros, peles, similares são os subsetores que contribuíram positivamente para a Indústria de transformação no período, com registro de 178 postos e 128, respectivamente. Salienta-se que a Indústria química de produtos farmacêuticos, veterinários, perfumaria foi o único subsetor da Indústria que superou a geração de emprego em relação ao mesmo período do ano anterior, gerando 69 postos a mais. A Construção civil, por sua vez, havia gerado no segundo trimestre de empregos formais. No segundo trimestre de 2012 esse saldo reduziu-se a 513 postos (Tabela 03). Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 12

13 TABELA 03 Saldo de empregos formais por setor e subsetor de atividade econômica Porto Alegre, acumulado de abril a junho de 2011 e 2012 Setor/Subsetor de atividade econômica Extrativa mineral 18-4 Extrativa mineral 18-4 Indústria de transformação Indústria de produtos minerais não metálicos Indústria metalúrgica Indústria mecânica Indústria do material elétrico e de comunicações Indústria do material de transporte Indústria da madeira e do mobiliário 29-6 Indústria do papel, papelão, editorial e gráfica Ind. da borracha, fumo, couros, peles, similares, ind. diversas Ind. química de produtos farmacêuticos, vet. Perfumaria Indústria têxtil do vestuário e artefatos de tecidos Indústria de calçados 2 0 Indústria de produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico Serviços Indust. de Utilidade Pública Serviços industriais de utilidade pública Construção Civil Construção civil Comércio Comércio varejista Comércio atacadista Serviços Instituições de crédito, seguros e capitalização Com. e adm. de imóveis, valores mobiliários, serv. Técnico Transportes e comunicações Serv. de alojamento, alimentação, reparação, manutenção Serviços médicos, odontológicos e veterinários Ensino Administração Pública Administração pública direta e autárquica Agropecuária, extr. vegetal, caça e pesca 46 0 Agricultura, silvicultura, criação de animais, extrativismo vegetal 46 0 TOTAL Elaboração: DIEESE. No que diz respeito às características do trabalhador, no segundo trimestre de 2012 o saldo de vagas foi ocupado predominantemente por mulheres, postos de trabalho contra dos homens, o que perfaz uma relação de 71,4% de mulheres. No mesmo período de 2011, entretanto, a maioria havia sido de homens, com postos ou 53,0% do total, contra postos de trabalho ocupados por mulheres (Tabela 04). Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 13

14 A maioria dos postos de trabalho gerados nos períodos analisados foi para trabalhadores com o ensino médio completo, responsáveis por 51,6% das vagas criadas entre abril e junho de No mesmo período de 2011, esta faixa de escolaridade respondeu por 48,9% do saldo positivo. Em seguida aparecem os trabalhadores com ensino superior, que foram, igualmente, a segunda categoria com maior participação no saldo para o trimestre analisado nos dois anos e 2012, tendo atingido sua maior participação neste segundo trimestre de 2012, com 17,2% dos postos de trabalho. Por outro lado, verifica-se redução na geração de emprego para aqueles que possuem ensino fundamental completo, visto que em 2011 foram registrados novas vagas e em 2012 observa-se a extinção de 159 vagas. TABELA 04 Saldo de empregos celetistas por características do trabalhador valor absoluto e participação¹ (%) Porto Alegre, acumulado de abril a junho, 2011 e 2012 Características do Trabalhador Participação Participação (%) 2011 (%) 2012 Masculino ,0 28,6 Feminino ,0 71,4 Total ,0 100,0 Grau de Instrução Analfabeto Até 5ª Incompleto ,2 0,2 5ª Completo Fundamental ,2 6ª a 9ª Fundamental ,9 7,1 Fundamental Completo ,0 - Médio Incompleto ,9 15,3 Médio Completo ,9 51,6 Superior Incompleto ,9 7,4 Superior Completo ,1 17,2 Total ,0 100, Faixa Etária Até ,5 26,3 18 a ,6 66,2 25 a ,9 7,4 30 a ,6-40 a ,4-50 a ou mais Total ,0 100,0 Elaboração: DIEESE. (1) Nota: Embora seja possível matematicamente fazer a relação de participação entre saldo positivo e negativo, por se tratarem de resultados de natureza completamente distintas, optou-se por não se realizar esse tipo de relação. Nos segundos trimestres de 2011 e 2012, o maior saldo de trabalhadores por faixa etária era concentrada nas idades entre 18 e 24 anos, seguidas pelos trabalhadores até 17 anos. Em 2012, estas Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 14

15 faixas foram responsáveis por, respectivamente, e postos de trabalho, perfazendo uma participação total de 92,5% do saldo positivo. Igualmente, nos dois trimestres analisados, as faixas etárias entre 50 e 64 anos e 65 anos ou mais tiveram desligamentos superiores às contratações (Tabela 04). Em Porto Alegre, o saldo de postos de trabalho verificado entre abril e junho de 2012 foi resultado da combinação entre as famílias ocupacionais que obtiveram saldo positivo, ou seja, mais admissões que desligamentos, que registraram uma geração líquida de postos de trabalho, e as famílias ocupacionais que desligaram mais do que admitiram, com um saldo negativo de postos de trabalho. As dez famílias ocupacionais com maior saldo positivo no período somaram vagas, o que representou 44,1% das vagas geradas. Por outro lado, as dez famílias ocupacionais com os maiores saldos negativos registraram redução de postos de trabalho, ou 47,1% do total de postos de trabalho eliminados no 2º trimestre (Tabela 05). TABELA 05 Participação das famílias ocupacionais com maior saldo positivo e negativo Porto Alegre, abril a junho de 2012 Ranking Família Ocupacional (dez maiores saldos) Participação Saldo Saldos Positivos (%) 1º Trabalhadores nos Servicos de Manutencao de Edificacoes 396 6,1 2º Vendedores e Demonstradores em Lojas ou Mercados 381 5,9 3º Tecnicos e Auxiliares de Enfermagem 372 5,8 4º Garcons, Barmen, Copeiros e Sommeliers 358 5,6 5º Ajudantes de Obras Civis 299 4,6 6º Escriturarios de Servicos Bancarios 250 3,9 7º Alimentadores de Linhas de Producao 221 3,4 8º Caixas e Bilheteiros (Exceto Caixa de Banco) 205 3,2 9º Trabalhadores de Embalagem e de Etiquetagem 182 2,8 10º Trabalhadores Operacionais de Conservacao de Vias Permanentes (Exceto Trilhos) 177 2,7 Subtototal das 10 famílias (saldo positivo) ,1 Demais ,9 Total saldo positivo ,0 Saldo Participação Saldos Negativos (%) 1º Escriturarios em Geral, Agentes, Assistentes e Auxiliares Administrativos ,6 2º Vigilantes e Guardas de Seguranca ,2 3º Supervisores de Servicos Administrativos (Exceto Contabilidade, Financas e Controle) ,0 4º Gerentes de Operacoes Comerciais e de Reparacao ,6 5º Supervisores de Trabalhadores de Atendimento ao Publico ,6 6º Escriturarios de Apoio À Producao -86 3,1 7º Supervisores de Vendas e de Prestacao de Servicos -60 2,1 8º Gerentes Administrativos, Financeiros e de Riscos -56 2,0 9º Cobradores e Afins -54 1,9 10º Encanadores e Instaladores de Tubulacoes -53 1,9 Subtototal das 10 famílias (saldo negativo) ,1 Demais ,9 Total saldo negativo ,0 Saldo Elaboração: DIEESE. Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 15

16 Entre as famílias ocupacionais com maior saldo positivo, destacam-se os Trabalhadores nos Serviços de Manutenção de Edificações, com 396 postos de trabalho gerados no segundo trimestre de 2012, ou 6,1% do saldo positivo obtido pelo município no período, seguida dos Vendedores e Demonstradores em Lojas ou Mercados e os Técnicos e Auxiliares de Enfermagem, com saldo de 381 e 372 vagas, respectivamente. Em relação aos maiores saldos negativos, figurou em primeiro lugar a família ocupacional dos Escriturários em Geral, Agentes, Assistentes e Auxiliares Administrativos, com -438 postos de trabalho, ou 15,6% do saldo negativo, e os Vigilantes e Guardas de Segurança, com -230 postos, representando 8,2% do saldo negativo. Do saldo igual a postos de trabalho formal no segundo trimestre de 2012, postos (94,5%) foram gerados em estabelecimentos com até 4 vínculos empregatícios formais. Em seguida, figuram os postos gerados nos estabelecimentos com entre 100 a 249 vínculos empregatícios (440 postos), ou 12,1% do total. Destaca-se que os estabelecimentos entre 5 e 9, entre 50 e 99 e os grandes estabelecimentos com mais de 500 vínculos apresentaram redução no número de vagas (Tabela 06). TABELA 06 Saldo de empregos celetistas por família ocupacional selecionada¹, segundo tamanho do estabelecimento Porto Alegre, abril a junho de 2012 Família Ocupacional ATÉ 4 DE 5 DE 10 DE 20 DE 50 DE 100 DE 250 DE OU A 9 A 19 A 49 A 99 A 249 A 499 A 999 MAIS Total Tecnicos e Auxiliares de Enfermagem Escriturarios de Servicos Bancarios Caixas e Bilheteiros (Exceto Caixa de Banco) Garcons, Barmen, Copeiros e Sommeliers Trabalhadores nos Servicos de Manutencao de Edificacoes Vendedores e Demonstradores em Lojas ou Mercados Ajudantes de Obras Civis Trabalhadores de Embalagem e de Etiquetagem Alimentadores de Linhas de Producao Trabalhadores Operacionais de Conservacao de Vias Permanentes Subtototal das 10 famílias Demais Famílias ocupacionais Total Elaboração: DIEESE. Nota: (1) Famílias ocupacionais com maior saldo de empregos no período Entre as famílias ocupacionais com maior saldo positivo, prevalecem também as posições geradas pelos pequenos estabelecimentos que possuem até 4 vínculos, com postos de trabalho neste porte, em relação a um total de postos gerados pelo total das 10 famílias com maior saldo, perfazendo 43,1%. Entre as famílias ocupacionais responsáveis pelos maiores saldos, chama a atenção a elevada participação dos estabelecimentos que possuem até 4 vínculos, entre os trabalhadores da família ocupacional dos Vendedores e Demonstradores em Lojas ou Mercados, que geraram 395 postos, superando o total de vagas geradas no mês para essa ocupação (381 postos). Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 16

17 Quando observadas as famílias ocupacionais pelo total de admissões, e não pelo saldo positivo, verifica-se que as 10 famílias com maior número de admissões somam 49,9% do total de admissões ocorridas em Porto Alegre entre abril e junho de Vendedores e Demonstradores em Lojas ou Mercados, Escriturários em Geral, Agentes, Assistentes e Auxiliares Administrativos e Trabalhadores nos Serviços de Manutenção de Edificações foram às famílias ocupacionais que mais admitiram no período (Anexo 03). Analisando, então, as formas de admissão destes trabalhadores, verifica-se que predominaram as admissões por Reemprego, com 90,5% do total de admissões ocorridas no segundo trimestre de As admissões por Primeiro emprego somaram 8,8% do total. Entre as famílias que mais admitiram, o Primeiro emprego respondeu por 9,8% das admissões. Este percentual foi ainda mais elevado nas famílias dos Garçons, Barmen, Copeiros e Sommeliers, onde 18,5% das admissões foram por este tipo, Operadores de Telemarketing, com 16,1% e Escriturários em Geral, Agentes, Assistentes e Auxiliares Administrativos, com 13,1% (Tabela 07). TABELA 07 Distribuição das admissões por família ocupacional selecionada¹ segundo tipo Porto Alegre, abril a junho de 2012 Família Ocupacional Admissão por Primeiro Emprego Admissão por Reemprego Outros Vendedores e Demonstradores em Lojas ou Mercados 7,7 91,8 0,6 100,0 Escriturarios em Geral, Agentes, Assistentes e Auxiliares Administrativos 13,1 85,3 1,6 100,0 Trabalhadores nos Servicos de Manutencao de Edificacoes 5,9 93,9 0,3 100,0 Garcons, Barmen, Copeiros e Sommeliers 18,5 81,3 0,2 100,0 Ajudantes de Obras Civis 6,8 93,1 0,1 100,0 Caixas e Bilheteiros (Exceto Caixa de Banco) 9,7 90,3 0,0 100,0 Porteiros, Guardas e Vigias 6,9 92,9 0,2 100,0 Operadores de Telemarketing 16,1 83,7 0,2 100,0 Trabalhadores nos Servicos de Manutencao e Conservacao de Edificios e Logradouros 5,7 93,7 0,6 100,0 Recepcionistas 7,7 92,1 0,2 100,0 Subtotal das 10 das famílias 9,8 89,7 0,5 100,0 Demais famílias 7,8 91,4 0,9 100,0 Total 8,8 90,5 0,7 100,0 Elaboração: DIEESE Nota: (1) Famílias ocupacionais com maior número de admissões no período. Total Por outro lado, observando as famílias ocupacionais que responderam pelo maior número de desligamentos, ao invés das famílias com maior saldo negativo, verifica-se que estas são basicamente as mesmas famílias que mais admitiram, apenas invertendo algumas posições no ranking. As dez maiores famílias ocupacionais pelo total de desligamentos somaram 50,6% dos desligamentos ocorridos em Porto Alegre no segundo trimestre de As três famílias que mais Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 17

18 admitiram foram exatamente as que mais desligaram no período: Vendedores e Demonstradores em Lojas ou Mercados, Escriturários em Geral, Agentes, Assistentes e Auxiliares Administrativos e Trabalhadores nos Serviços de Manutenção de Edificações (Tabela 08). Acerca dos tipos de desligamento, no período analisado prevaleceram, em Porto Alegre, os desligamentos sem justa causa por iniciativa do empregador, com 43,6% e os desligamentos a pedido do empregado, com 34,2% dos desligamentos entre abril e junho de Os desligamentos por término de contrato responderam por um total de 18,5%. Entre as dez famílias ocupacionais com maior número de desligamentos, a distribuição dos desligamentos segundo as categorias é mais igualitária comparada às admissões. Verifica-se que 40,4% dos desligados nestas famílias foram por iniciativa do empregador, 35,2% a pedido do empregado, e 21,6% por término de contrato. Contudo, chama atenção, entre aqueles trabalhadores alocados na ocupação de Vigilantes e Guardas de Segurança que 61,8% dos desligamentos ocorrem por iniciativa do empregador, entre os Operadores de Telemarketing, 51,8% dos trabalhadores desligados, no período em análise pediram demissão e os Ajudantes de Obras Civis 25,1% dos desligamentos ocorrem por Término de contrato. TABELA 08 Distribuição dos desligamentos por família ocupacional selecionada¹ segundo tipo Porto Alegre, abril a junho de 2012 Família Ocupacional Desligamento por Demissão sem Justa Causa Desligamento a Total 43,6 34,2 18,5 1,3 2,4 100,0 Elaboração: DIEESE Notas: (1) Famílias ocupacionais com maior número de desligamentos no período. (2) Outros - Incluem os desligamentos ocorridos por morte, aposentadoria, e desligamento com justa causa. Pedido Desligamento por Término de Contrato Término Contrato Trabalho Prazo Determinado Vendedores e Demonstradores em Lojas ou Mercados 39,3 35,5 22,3 1,1 1,8 100,0 Escriturarios em Geral, Agentes, Assis. e Aux. Administrativos 50,4 29,3 17,1 1,5 1,7 100,0 Trabalhadores nos Servicos de Manutencao de Edificacoes 37,0 35,5 24,2 0,8 2,4 100,0 Garcons, Barmen, Copeiros e Sommeliers 32,8 37,5 22,1 1,5 6,1 100,0 Ajudantes de Obras Civis 43,6 26,8 25,1 1,2 3,4 100,0 Caixas e Bilheteiros (Exceto Caixa de Banco) 28,4 47,8 19,7 0,8 3,4 100,0 Porteiros, Guardas e Vigias 41,4 38,3 16,9 0,4 2,9 100,0 Trab. nos Serv. de Manutencao e Conserv. de Edificios e Logradouros 39,2 33,1 21,7 3,0 3,0 100,0 Operadores de Telemarketing 27,0 51,8 16,9 1,0 3,3 100,0 Vigilantes e Guardas de Seguranca 61,8 22,5 13,5 0,2 2,1 100,0 Subtotal das 10 das famílias 40,4 35,2 20,5 1,2 2,7 100,0 Demais famílias 47,0 33,1 16,4 1,5 2,1 100,0 Outros Total Em Porto Alegre, 66,3% dos trabalhadores desligados no segundo trimestre de 2012 não chegaram a completar um ano no último vínculo empregatício, sendo que 47,6% dos trabalhadores permanecem até seis meses, e 26,2%, não completa os três meses (Tabela 09). Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 18

19 Somaram 70,4% o percentual de trabalhadores desligados com menos de um ano completo no último vínculo nas dez famílias ocupacionais com maior participação no número de desligamentos. Destaca-se a elevada participação dos desligados com menos de três meses completos, que responderam por 29,1% dos desligamentos. Entre as famílias ocupacionais que mais desligaram, a únicas que apresentaram uma participação dos desligamentos em período inferior a 3 meses, abaixo da participação total dos desligamentos com esse tempo de permanência foram as dos Escriturários em Geral, Agentes, Assistentes e Auxiliares Administrativos, que apresentaram 12,6%, e dos Vigilantes e Guardas de Segurança, com 17,9%. Destaca-se ainda que 40,4% dos Ajudantes de Obras Civis e 41,4% dos Operadores de Telemarketing registram desligamentos antes dos 3 meses no emprego. Família Ocupacional TABELA 09 Distribuição dos desligamentos por família ocupacional selecionada¹ segundo tempo de permanência no vínculo Porto Alegre, abril a junho de 2012 Total 26,2 21,4 18,7 15,6 7,0 5,8 3,5 1,8 100,0 Elaboração: DIEESE Nota: (1) Famílias ocupacionais com maior número de desligamentos no período. 1,0 a 2,9 3,0 a 5,9 6,0 a 11,9 12,0 a 23,9 24,0 a 35,9 36,0 a 59,9 60,0 a 119,9 120,0 ou Mais Vendedores e Demonstradores em Lojas ou Mercados 31,5 22,8 17,8 14,4 5,9 4,7 2,2 0,6 100,0 Escriturários em Geral, Agentes, Assistentes e Auxiliares Administrativos 12,6 13,8 24,4 22,5 11,5 8,5 4,4 2,2 100,0 Trabalhadores nos Serviços de Manutenção de Edificações 32,5 25,9 16,4 12,2 5,3 4,8 2,0 0,8 100,0 Garçons, Barmen, Copeiros e Sommeliers 36,2 26,5 16,2 11,5 4,5 3,0 1,6 0,5 100,0 Ajudantes de Obras Civis 40,4 29,0 19,4 7,6 1,9 1,0 0,4 0,2 100,0 Caixas e Bilheteiros (Exceto Caixa de Banco) 33,9 25,9 17,3 13,1 5,1 2,9 1,5 0,3 100,0 Porteiros, Guardas e Vigias 27,8 22,2 19,0 14,7 6,6 4,6 3,6 1,4 100,0 Trabalhadores nos Serv. de Man. e Conser. de Edifícios e Logradouros 31,5 24,0 16,4 14,3 5,2 4,7 3,2 0,7 100,0 Operadores de Telemarketing 41,4 24,9 15,3 10,9 3,5 2,2 1,8 0,1 100,0 Vigilantes e Guardas de Segurança 17,9 15,6 22,7 20,7 8,1 7,1 5,7 2,1 100,0 Subtotal das 10 das famílias 29,1 22,4 18,9 14,9 6,4 4,8 2,6 1,0 100,0 Demais famílias 25,2 21,1 18,6 15,9 7,2 6,1 3,8 2,1 100,0 Total No que tange à remuneração, verifica-se que os trabalhadores desligados possuem remuneração média superior à dos trabalhadores admitidos. No segundo trimestre de 2012, o salário médio dos desligados foi de R$ e o dos admitidos R$ 973, ou seja, em média, o trabalhador admitido neste período recebia uma remuneração que correspondia a 92,0% da remuneração média do trabalhador desligado. Na comparação com os segundos trimestres de 2010 e 2011, houve um pequeno aumento neste hiato, tendo registrado 93,0%. Isso significa que a trajetória de crescimento das remunerações médias de admissão e desligamento teve o mesmo ritmo (Gráfico 03). A análise do salário médio entre as famílias ocupacionais com maiores saldos positivos, ou seja, aquelas ocupações que mais geraram empregos em Porto Alegre no período, mostra que os 1 Valores de Julho de Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 19

20 trabalhadores destas famílias possuem média salarial (em 2012 igual a R$ 850) inferior à média das demais famílias ocupacionais (R$ 1.013), representando recebimento de 84% em média. GRÁFICO 03 Salário médio real de admissão e de desligamento e a relação salário de admissão e desligamento Porto Alegre, abril a junho de 2010 a 2012 Elaboração: DIEESE Nota: Em R$ de julho/2012 Observa-se que o menor salário registrado é daqueles Trabalhadores de Embalagem e de Etiquetagem igual a R$ 635 e os que apresentam o maior valor foram os Escriturários de Serviços Bancários, embora esse último tenha apresentado variação negativa no reajuste de 2010/2011 e nenhum aumento real no período de 2011/2012, o que demonstra a estagnação salarial dos movimentados na ocupação (Tabela 09). Foi possível notar que as variações percentuais positivas, ou seja, aumentos reais médios concedidos nos salários no último período (2011/2012) superam em quase todas as ocupações os reajustes no período anterior (2010/2011), exceto para os Vendedores e Demonstradores em Lojas ou Mercados. E na comparação ressalta-se o fato de em 2012 não haver nenhuma redução salarial média o que pode ocorrer quando há a substituição de um trabalhador que percebia salário maior ao desligado, e quando esse fato é recorrente, as reduções salariais são identificadas na média. Os percentuais de variação também chamam atenção em 2011/2012 e esse fato deve estar associado ao fenômeno do piso regional 2 existente no estado do Rio Grande do Sul, que de acordo estudo 3 2 O piso regional do estado do Rio Grande do Sul está previsto na lei: Nº , de 27 de março de 2012, é composto por faixas. O reajuste concedido a partir de 01 de março de 2012 reajustou os salários em 14,75%, e a menor faixa equivale a R$ 700,00. Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 20

21 realizado pelo DIEESE (2012) aponta que 98,6% das unidades de negociação dos setores da indústria, comércio, serviços e rural obtiveram na remuneração mínima das categorias em 2011 um reajuste superior à variação apontada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), além de indicar que os percentuais concedidos nos reajustes acima de 4% foram de 40,3%, quase o dobro do índice de 2010, de 20,9% e considere-se que em 2012 o reajuste do piso regional do estado foi igual a 14,75%. TABELA 09 Salário médio real e variação percentual nas famílias com maior saldo positivo (2012) Porto Alegre, abril a junho de 2010, 2011 e 2012 Ranking do Saldo Família Ocupacional (dez maiores saldos) Var (%) 2010/2011 Var (%) 2011/2012 9º Trabalhadores de Embalagem e de Etiquetagem ,5 12,5 10º Trabalhadores Oper. de Conser. de Vias Permanentes (Exceto Trilhos) ,8 10,7 4º Garcons, Barmen, Copeiros e Sommeliers ,7 7,7 1º Trabalhadores nos Servicos de Manutencao de Edificacoes ,1 6,5 8º Caixas e Bilheteiros (Exceto Caixa de Banco) ,9 5,8 7º Alimentadores de Linhas de Producao ,7 5,7 5º Ajudantes de Obras Civis ,9 6,4 2º Vendedores e Demonstradores em Lojas ou Mercados ,3 3,9 3º Tecnicos e Auxiliares de Enfermagem ,0 8,2 6º Escriturarios de Servicos Bancarios ,8 0,0 Subtototal das 10 famílias (saldo positivo) ,8 6,1 Demais Famílias ,8 3,8 Percentual do rendimento médio das dez famíllias em relação às demais 83,5% 82,1% 84,0% (1) Valores de julho de Elaboração: DIEESE. Observatório do Trabalho de Porto Alegre. 3 Disponível em: Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 21

22 CONCLUSÃO O relatório mostrou que o município que conta com importante participação do setor de Serviços, no 2ª trimestre de 2012 ratifica a importância do setor no emprego da região, sendo o que mais gerou empregos (2.666 vagas); entre os subsetores, a maior parte deles registrou saldo positivo com destaque para os Serviços de alojamento, alimentação, reparo e manutenção, com saldo de postos, que representou mais da metade das oportunidades geradas pelo setor. O comércio também contribuiu para os resultados positivos de Porto Alegre, com a criação de 693 empregos e impulsionado exclusivamente pelo subsetor de comércio varejista, já que o comércio atacadista extinguiu 110 vagas. Os setores de Indústria de transformação, Extrativa mineral, SIUP e Administração Pública apresentaram saldo negativo de vagas. Foi possível identificar nesse estudo que 71,4% dos empregos criados no 2º trimestre de 2012 foram ocupados por mulheres. 51,6% das vagas oportunizadas foram preenchidas por indivíduos que possuem ensino médio (em 2011 esse percentual era de 48,9%) e 17,2% por trabalhadores com ensino superior completo (em 2011 foram registrados 12,1%); é possível concluir que há um aumento no nível escolar dos trabalhadores no município, visto que, na análise de ocupação das novas vagas em 2012, há maior concentração entre níveis escolares mais elevados em comparação com o mesmo período do ano anterior. E na análise por faixa etária, verificou-se que predominantemente essas vagas foram ocupadas por jovens entre 17 e 24 anos; adicionalmente notou-se que o maior número de vagas extintas era ocupado por trabalhadores com 50 anos ou mais. No âmbito das ocupações, conclui-se que as dez famílias ocupacionais com maior saldo positivo no período, somaram novas vagas, o que representou 44,1% das vagas geradas. E por outro lado, as dez famílias ocupacionais com os maiores saldos negativos registraram redução de postos de trabalho, ou 47,1% do total de postos de trabalho eliminados no 2º trimestre. Destacaram-se positivamente os Trabalhadores nos Serviços de Manutenção de Edificações, com 396 postos de trabalho gerados no segundo trimestre de 2012, ou 6,1% do saldo positivo obtido pelo município no período, seguido dos Vendedores e Demonstradores em Lojas ou Mercados e os Técnicos e Auxiliares de Enfermagem, com saldo de 381 e 372 vagas respectivamente. Das novas vagas geradas em Porto Alegre, no período 94,5% foram oferecidas por empresas pequenas que possuem até 4 vínculos empregatícios. As admissões registradas foram predominantemente por reemprego, embora três ocupações demostraram maior contribuição nas Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 22

23 oportunidades de primeiro emprego são elas: Garçons, Barmen, Copeiros e Sommeliers, onde 18,5% das admissões foram por este motivo, Operadores de Telemarketing, com 16,1% e Escriturários em Geral, Agentes, Assistentes e Auxiliares Administrativos, com 13,1% - enquanto em média a participação dessa modalidade de admissão foi de 8,8%. A maior parte dos trabalhadores desligados no 2º trimestre de 2012 foi por iniciativa do empregador sem justa causa (43,6%), contudo entre as dez famílias com maior número de desligamentos observou-se que em média 35,2% dos trabalhadores pediram demissão, destaca-se que entre os Operadores de Telemarketing 51,8% pediu demissão. Na análise do tempo de emprego desses trabalhadores desligados, chamou atenção que nas dez famílias ocupacionais com maior participação no número de desligamentos 70,4% dos desligados não tinha completado ano no último vínculo e 51,5% não completou 6 meses. No quesito remuneração verificou-se que mantem-se, como já identificado em outros estudos realizados por esse observatório, a existência do hiato existente entre os salários de admissão e demissão. Ademais, verificou-se que as ocupações que mais geraram vagas possuem salários (R$ 850) inferiores às demais ocupações (R$ 1.013) existentes no mercado de trabalho de Porto Alegre. Por outro lado, algumas ocupações demonstraram reajustes positivos não comumente encontrados, hipótese pela qual se assinalou a influencia positiva do piso regional do estado do Rio Grande do Sul sobre os baixos salários da capital gaúcha. Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 23

24 GLOSSÁRIO Atividade econômica: Conjunto de unidades de produção caracterizado pelo produto produzido, classificado conforme sua produção principal. O IBGE possui, dentre outras, uma classificação de nove setores de atividade econômica: extrativa mineral; indústria de transformação; serviços industriais de utilidade pública; construção civil; comércio; serviços; administração pública; agropecuária, extrativa vegetal, caça e pesca; e outros. CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados): É um registro administrativo do Ministério do Trabalho e Emprego, de periodicidade mensal e que contém as declarações de estabelecimentos com movimentação (admissões ou desligamentos) prestada até o dia 7 do mês subsequente à movimentação. CBO (Classificação Brasileira de Ocupações): é o documento que reconhece, nomeia e codifica os títulos e descreve as características das ocupações do mercado de trabalho brasileiro. Foi instituída pela portaria ministerial nº. 397, de 9 de outubro de 2002, e tem por finalidade a identificação das ocupações no mercado de trabalho, para fins classificatórios junto aos registros administrativos e domiciliares. CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas): É um instrumento padrão de classificação para identificação das unidades produtivas do Brasil, sob o enfoque das atividades econômicas existentes. É desenvolvida sob a coordenação do IBGE, de forma compatível com a International Standard Industrial Classification ISIC, terceira revisão aprovada pela Comissão de Estatística das Nações Unidas em 1989 e recomendada como instrumento de harmonização das informações econômicas em âmbito internacional. Família ocupacional: cada família ocupacional constitui um conjunto de ocupações similares correspondente a um domínio de trabalho mais amplo que aquele da ocupação. INPC: Índice Nacional de Preços ao Consumidor é medido pelo IBGE em 11 capitais brasileiras. Consideram-se apenas famílias com renda entre 1 e 8 salários mínimos. Saldo do emprego: resultado da diferença entre admissões e desligamentos nos estabelecimentos declarantes do CAGED. Indica o emprego efetivamente criado no período. Variação percentual do estoque de emprego (%): Indica o aumento ou a diminuição do estoque do emprego em decorrência da criação/perda de empregos no período. É calculado através da fórmula: saldo da movimentação do mês/ano estoque inicial do mesmo mês de referência x 100. Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 24

25 ANEXOS

26 ANEXO 01 Ranking do Saldo de empregos formais Capitais brasileiras, segundo trimestre de 2012 Ranking Capital Saldo Acumulado 1º São Paulo - SP º Rio de Janeiro - RJ º Belo Horizonte - MG º Curitiba - PR º Goiânia - GO º Fortaleza - CE º Brasília - DF º Porto Alegre - RS º Belém - PA º Campo Grande - MS º Cuiabá - MT º Recife - PE º João Pessoa - PB º Rio Branco - AC º Aracaju - SE º Salvador - BA º Natal - RN º Palmas - TO º Manaus - AM º Terezina - PI º São Luiz - MA º Florianópolis - SC º Macapá - AP 53 24º Maceió - AL 17 25º Boa Vista - RR º Porto Velho - RO º Vitória - ES -823 Demais regiões Total Elaboração: DIEESE. ANEXO 02 Ranking do Saldo de empregos formais Regiões Metropolitanas, segundo trimestre de 2012 Ranking. Elaboração: DIEESE. Região Metropolitana Total 1º São Paulo º Rio de Janeiro º Belo Horizonte º Recife º Curitiba º Porto Alegre º Fortaleza º Belém º Salvador Demais regiões Total Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 26

27 ANEXO 03 Ranking das famílias Ocupacionais com maior número de admissões Porto Alegre, segundo trimestre de 2012 Família Ocupacional Admitidos Desligados Vendedores e Demonstradores em Lojas ou Mercados Escriturarios em Geral, Agentes, Assistentes e Auxiliares Administrativos Trabalhadores nos Servicos de Manutencao de Edificacoes Garcons, Barmen, Copeiros e Sommeliers Ajudantes de Obras Civis Caixas e Bilheteiros (Exceto Caixa de Banco) Porteiros, Guardas e Vigias Operadores de Telemarketing Trabalhadores nos Servicos de Manutencao e Conservacao de Edificios e Logradouros Recepcionistas Subtotal das 10 famílias que mais admitiram Demais famílias TOTAL Participação das 10 famílias sobre o total (%) 49,9 50,4. Elaboração: DIEESE. Termo de Contrato Nº / Prefeitura do Município de Porto Alegre 27

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