4 ESCOAMENTOS COM SUPERFÍCIE LIVRE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "4 ESCOAMENTOS COM SUPERFÍCIE LIVRE"

Transcrição

1 4 ESCOAMENTOS COM SUPERFÍCIE LIVRE PROBLEMA 4.1 Trace as curvas representativas das funções geométricas S(h), B(h), P(h). R(h) e da capacidade de transporte de um canal de secção trapezoidal, revestido de betão liso e com taludes a 2/3 (V/H) e 5,00 m de largura de rasto. Obtenha as referidas curvas até à altura h = 3,00 m. RESOLUÇÃO 1

2 2

3 PROBLEMA 4.2 Calcule a altura do escoamento uniforme no canal do problema anterior, para um caudal de 25 m 3 s -1 e declives do fundo de 0,001 e 0,0002. RESOLUÇÃO 3

4 PROBLEMA 4.3 Calcule a altura do escoamento uniforme nas condições do Problema 4.1, supondo que o rasto do canal é de terra irregular com vegetação rasteira e que o caudal e o declive do canal são, respectivamente, 25 m 3 s -1 e 0,0002. RESOLUÇÃO PROBLEMA 4.4 Um canal de secção dupla apresenta as seguintes características: declive: 0,0012, largura do rasto do leito menor: 5,00 m, taludes a 2/3 (V/H), altura do leito menor: 2,00 m, largura do rasto do leito maior: 20,00 m, revestimento de asfalto rugoso. 4

5 Determine o caudal transportado em regime uniforme no leito menor e a altura do escoamento uniforme para o caudal de 250 m 3 s -1. RESOLUÇÃO 5

6 6

7 PROBLEMA 4.5 Calcule o caudal escoado em regime uniforme num canal de secção transversal circular, de betão, com 2,00 m de diâmetro e declive 0,001, para as seguintes alturas de água: 1,00 m; 1,60 m; 1,64 m; 1,88 m; 2,00 m. Considere K = 75 m 1/3 s -1 e utilize as seguintes funções (θ em rad): S 2 D θ senθ = 8 R D θ senθ = 4θ h θ = 2arcos 1 2 D RESOLUÇÃO 7

8 PROBLEMA 4.6 Determine, para o transporte do caudal de 25 m 3 s -1 no canal do Problema 4.1, as seguintes grandezas: a) altura crítica, b) velocidade crítica, c) energia específica crítica, d) declive crítico. Classifique os escoamentos uniformes obtidos no Problema 1.2. RESOLUÇÃO 8

9 9

10 PROBLEMA 4.7 Para uma secção rectangular de largura 3,00 m e coeficiente de Strickler K = 75 m 1/3 s -1 trace: a) a curva da energia específica em função da altura, para o caudal constante de 10 m 3 s -1 ; b) a curva do caudal em função da altura, para a energia específica constante de 4,00 m; c) as curvas das velocidades, caudais e energias específicas, em função da altura do escoamento em regime uniforme, para o declive de 0,04; d) a curva da quantidade de movimento total em função da altura, para o caudal de 10 m 3 s -1 ; e) as curvas H/Hc e M/Mc em função de h/hc, para o caudal de 10 m 3 s -1 ; f) as curvas M = M(H) para o caudal de 10 m 3 s -1. Analise a posição dos pontos a montante e a jusante de uma comporta ou de um ressalto. 10

11 RESOLUÇÃO 11

12 12

13 13

14 14

15 PROBLEMA 4.8 Considere o canal prismático representado na figura, em que os trechos 1 a 3 são suficientemente compridos para que neles se estabeleça praticamente o regime uniforme. Trace o andamento qualitativo da superfície livre da água, considerando as alterações que possam resultar de diversos comprimentos do trecho 4. Represente qualitativamente o escoamento nos diagramas H = H(h) e M = M (h). 15

16 RESOLUÇÃO 16

17 17

18 18

19 19

20 20

21 PROBLEMA 4.9 O canal AD, de secção transversal rectangular com 4,00 m de largura, de betão (K = 75 m 1/3 s -1 ), liga dois reservatórios, estando a superfície da água à cota 53,00 no de montante. As passagens entre o canal e os reservatórios fazem-se directamente, sem transições, estando a soleira da secção de entrada (A) à cota 50,00. Determine: a) o caudal que percorre o canal, sabendo que para esse caudal o declive do trecho AB é forte; b) o perfil qualitativo da superfície livre, para as condições indicadas na figura; discuta as alterações do referido perfil com as cotas da superfície da água no reservatório a jusante; c) o caudal que o canal AD transportaria se tivesse o declive constante de 0,0001, supondo não haver influência do nível da superfície livre da água no reservatório de jusante. Considere nas alíneas a) e b) os trechos AB e CD suficientemente compridos para que neles se estabeleça praticamente o regime uniforme. RESOLUÇÃO 21

22 22

23 PROBLEMA 4.10 O canal representado na figura transporta o caudal de 11,5 m 3 s -1 e contém a transição BC, na qual o canal estreita de 4,00 m para 2,00 m, ao longo de 10,00 m. Para esse caudal as alturas uniformes nos trechos AB e CD, com o mesmo declive, são, respectivamente, 0,55 m e 1,00 m. Determine: a) as alturas de água em B e C. para uma subida do fundo, entre essas secções, de 0,50 m; b) as alturas de água em B e C, para uma descida do fundo, entre aquelas secções, de 0,50 m. Trace qualitativamente o perfil da superfície livre para os casos das alíneas a) e b). Na resolução do problema despreze as perdas de carga na transição. RESOLUÇÃO 23

24 24

25 PROBLEMA 4.11 O canal AD, rectangular e de 5,00 m de largura, apresenta nos trechos AB e CD alturas de escoamento uniforme iguais a 2,50 m, quando transporta o caudal de 20 m 3 s -1. Entre B e C existe uma transição curta onde o canal sofre um rebaixamento. Desprezando as perdas de carga na transição, determine: a) as cotas da superfície da água em B e C, se o rebaixamento for de 1,80 m; b) as cotas da superfície da água em B e C, se o rebaixamento for de 0,80 m. PROBLEMA 4.12 O canal AC, de betão liso (K = 75 m 1/3 s -1 ) tem secção rectangular, de 3,00 m de largura, e transporta o caudal de 10 m 3 s -1. Na secção B o canal tem instalada uma comporta com um coeficiente de contracção de 0,60. 25

26 O troço BC é suficientemente comprido para que nele se estabeleça praticamente o regime uniforme. Determine: a) a altura de água em C; b) a distância de C a que se situa a secção do canal na qual a altura de água é de 1,80 m (despreze o efeito da curvatura das linhas decorrente próximo de C); c) a maior abertura da comporta compatível com a existência de um ressalto livre a jusante; d) a altura de água a montante da comporta pala uma abertura desta de 0,80 m. RESOLUÇÃO 26

27 27

28 28

29 PROBLEMA 4.13 O canal colector AB recebe uniformemente 10 m 3 s -1 ao longo do seu comprimento de 10,00 m. A secção transversal do canal é rectangular, de 4,00 m de largura. O caudal é transportado até F pelo canal BF, com a mesma secção rectangular. O declive do trecho BC, igual ao de AB, é tal que a altura uniforme do escoamento do referido caudal é de 1,50 m. Entre C e D o canal desce bruscamente 15,00 m. 29

30 Determine: a) as alturas do escoamento em B e A; b) a altura do escoamento em D, supondo nulas as perdas de carga entre C e D e livre o ressalto que se forma a jusante; c) a altura do escoamento a jusante do ressalto, supondo que o degrau EF provoca um grau de submersão igual a 1,3. Admita que no troço AB a perda de carga contínua é igual ao declive do fundo do canal. RESOLUÇÃO 30

31 31

32 32

Seção transversal (S): engloba toda a área de escavação para construção do canal.

Seção transversal (S): engloba toda a área de escavação para construção do canal. CONDUTOS LIVRES Definições Escoamento de condutos livres é caracterizado por apresentar uma superfície livre na qual reina a pressão atmosférica. Rios são os melhores exemplos deste tipo de conduto. Sua

Leia mais

Reformulação do Açude da Ponte da Bateira

Reformulação do Açude da Ponte da Bateira AdDP NEWTON Reformulação do Açude da Ponte da Bateira Abril de 2007 Símbolos Aqui REFORMULAÇÃO DO AÇUDE DA PONTE DA BATEIRA OBJECTIVOS DEFINIÇÃO DE UM NOVO PERFIL DO AÇUDE DA PONTE DA BATEIRA Permitir

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL. Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL. Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista 3 CONDUÇÃO DE ÁGUA 3.1 CONDUTOS LIVRES OU CANAIS Denominam-se condutos

Leia mais

Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS

Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS Elementos geométricos de uma estrada (Fonte: PONTES FILHO, 1998) GEOMETRIA DE VIAS 1. INTRODUÇÃO: A geometria de uma estrada é definida pelo traçado do

Leia mais

Capítulo 6 ELEMENTOS GEOMÉTRICOS DAS ESTRADAS DE RODAGEM

Capítulo 6 ELEMENTOS GEOMÉTRICOS DAS ESTRADAS DE RODAGEM Capítulo 6 ELEMENTOS GEOMÉTRICOS DAS ESTRADAS DE RODAGEM 6.1. INTRODUÇÃO A geometria de uma estrada é definida pelo traçado do seu eixo em planta e pelos perfis longitudinal e transversal. A Fig. 6.1 apresentada

Leia mais

Águas Pluviais: Introdução

Águas Pluviais: Introdução Águas Pluviais: Introdução Águas Pluviais: Introdução OBJETIVO GERAL Águas Pluviais: Objetivos de Projeto Recolher e conduzir as águas da chuva até um local adequado e permitido. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Leia mais

Início E. 2345+13,98. UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Prof. Glauber Carvalho Costa Estradas 1. 1 a QUESTÃO

Início E. 2345+13,98. UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Prof. Glauber Carvalho Costa Estradas 1. 1 a QUESTÃO 1 a QUESTÃO Supondo que você foi designado para desenvolver o projeto geométrico do Arco Metropolitano do Recife, que corresponderá a uma o obra rodoviária ligando a região norte do estado, próximo ao

Leia mais

Elementos de Engenharia Civil 2007/2008. Enunciados dos problemas *

Elementos de Engenharia Civil 2007/2008. Enunciados dos problemas * DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA SECÇÁO DE HIDRÁULICA E RECURSOS HÍDRICOS E AMBIENTAIS Elementos de Engenharia Civil 2007/2008 2 SEMESTRE Enunciados dos problemas * (módulo de Hidráulica)

Leia mais

Unidade III: Movimento Uniformemente Variado (M.U.V.)

Unidade III: Movimento Uniformemente Variado (M.U.V.) Colégio Santa Catarina Unidade III: Movimento Uniformemente Variado (M.U.V.) 17 Unidade III: Movimento Uniformemente Variado (M.U.V.) 3.1- Aceleração Escalar (a): Em movimentos nos quais as velocidades

Leia mais

12 - DESVIO DE CURSO D ÁGUA *MODULO 1 - IDENTIFICAÇÃO. *1. Requerente Pessoa Física. Distrito Caixa Postal UF CEP DDD Telefone Fax E-mail

12 - DESVIO DE CURSO D ÁGUA *MODULO 1 - IDENTIFICAÇÃO. *1. Requerente Pessoa Física. Distrito Caixa Postal UF CEP DDD Telefone Fax E-mail 1 12 - DESVIO DE CURSO D ÁGUA Definição: Alteração do percurso natural do corpo de água para fins diversos. O desvio em corpo d água pode ser parcial ou total. O desvio parcial consiste na preservação

Leia mais

HIDRÁULICA BÁSICA RESUMO

HIDRÁULICA BÁSICA RESUMO HIDRÁULICA BÁSICA RESUMO Antonio Marozzi Righetto 1. Hidráulica é o ramo da ciência que trata das condições físicas da água em condições de repouso e em movimento. 2. Um volume de água aprisionado em um

Leia mais

VERTEDORES - Introdução

VERTEDORES - Introdução VERTEDORES - Introdução Definição: Estrutura formada pela abertura de um orifício na parede de um reservatório, na qual a borda superior atinge a superfície livre do líquido. Haverá escoamento através

Leia mais

6. Erosão. Início do transporte sólido por arrastamento

6. Erosão. Início do transporte sólido por arrastamento 6. Erosão. Início do transporte sólido por arrastamento 6.1. Introdução A erosão consiste na remoção do material do leito pelas forças de arrastamento que o escoamento provoca. O oposto designa-se por

Leia mais

>> EXERCÍCIOS SEMANA 8 (5/11 a 9/11)

>> EXERCÍCIOS SEMANA 8 (5/11 a 9/11) Considere a figura seguinte composta por quadrados rodados a 45º uns relativamente aos outros. Note os pontos de referência A e B. 1 A figura anterior será considerada como projecção de cubos ou de prismas

Leia mais

MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS

MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS S CALHA PARSHALL REV 0-2012 MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS 1- INTRODUÇÃO O medidor Parshall desenvolvido pelo engenheiro Ralph L. Parshall, na década de 1920, nos Estados Unidos, é uma melhoria realizada

Leia mais

Introdução a Drenagem Urbana Microdrenagem

Introdução a Drenagem Urbana Microdrenagem Universidade Regional do Cariri URCA Pró Reitoria de Ensino de Graduação Coordenação da Construção Civil Disciplina: Saneamento Básico Introdução a Drenagem Urbana Microdrenagem Renato de Oliveira Fernandes

Leia mais

HIDRODINÂMICA CONDUTOS SOB PRESSÃO

HIDRODINÂMICA CONDUTOS SOB PRESSÃO HIDRODINÂMICA CONDUTOS SOB PRESSÃO CONDUTOS SOB PRESSÃO Denominam-se condutos sob pressão ou condutos forçados, as canalizações onde o líquido escoa sob uma pressão diferente da atmosférica. As seções

Leia mais

*MODULO 1 - IDENTIFICAÇÃO. *1. Requerente Pessoa Física. Distrito Caixa Postal UF CEP DDD Telefone Fax E-mail. *2. Requerente Pessoa jurídica

*MODULO 1 - IDENTIFICAÇÃO. *1. Requerente Pessoa Física. Distrito Caixa Postal UF CEP DDD Telefone Fax E-mail. *2. Requerente Pessoa jurídica 15 - CANALIZAÇÃO E/OU RETIFICAÇÂO DE CURSO D ÁGUA 1 Definição: É toda obra ou serviço que tenha por objetivo dar forma geométrica definida para a seção transversal do curso d'água, ou trecho deste, com

Leia mais

TGRHI Escoamentos em Pressão

TGRHI Escoamentos em Pressão Engenharia Agronómica TGRHI Escoamentos em Pressão Henriqueta Rocha Pinto Bibliografia de Apoio LENCASTRE A (1996) Hidráulica Geral. Hidroprojecto, Lisboa OLIVEIRA, I. (1993) Técnicas de Regadio. Tomo

Leia mais

2 -HIDROMETRIA (Medição de Vazão)

2 -HIDROMETRIA (Medição de Vazão) 2.1 - INTRODUÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista 2 -HIDROMETRIA (Medição de Vazão) - Definição:

Leia mais

Manual de Operação e Instalação

Manual de Operação e Instalação Manual de Operação e Instalação Calha Parshall MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS Cód: 073AA-025-122M Setembro / 2004 S/A. Rua João Serrano, 250 Bairro do Limão São Paulo SP CEP 02551-060 Fone: (0xx11)

Leia mais

Unidade III: Movimento Uniformemente Variado (M.U.V.)

Unidade III: Movimento Uniformemente Variado (M.U.V.) Unidade III: Movimento Uniformemente Variado (M.U.V.) 3.1- Aceleração Escalar (a): Em movimentos nos quais as velocidades dos móveis variam com o decurso do tempo, introduz-se o conceito de uma grandeza

Leia mais

a) Em função da energia cinética:

a) Em função da energia cinética: AULA 04 PERDAS DE CARGA LOCALIZADAS 4.1. Perdas locais, Localizadas ou Acidentais Ocorrem sempre que houver uma mudança da velocidade de escoamento, em grandeza ou direção. Este fenômeno sempre ocorre

Leia mais

DESCARREGADORES DE CHEIAS EM CANAL DE ENCOSTA

DESCARREGADORES DE CHEIAS EM CANAL DE ENCOSTA INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA Secção de Hidráulica e Recursos Hídricos e Ambientais ESTRUTURAS HIDRÁULICAS DESCARREGADORES DE CHEIAS EM CANAL DE ENCOSTA DIMENSIONAMENTO

Leia mais

NORMA TÉCNICA MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE CPRH N 2.004

NORMA TÉCNICA MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE CPRH N 2.004 NORMA TÉCNICA MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE CPRH N 2.004 MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE 1 OBJETIVO Esta Norma fixa as condições exigíveis para a indicação

Leia mais

Curso de Manejo de águas pluviais Capitulo 56- Faixa de filtro gramada Engenheiro civil Plinio Tomaz pliniotomaz@uol.com.br 21/09/10.

Curso de Manejo de águas pluviais Capitulo 56- Faixa de filtro gramada Engenheiro civil Plinio Tomaz pliniotomaz@uol.com.br 21/09/10. Capítulo 56 Faixa de filtro gramada (filter strip) A água por capilaridade sobe até uns 2m em determinados solos. 56-1 Sumário Ordem Assunto Capítulo 56 - Faixa de filtro gramada (BMP) 56.1 Introdução

Leia mais

Capítulo 3 A Mecânica Clássica

Capítulo 3 A Mecânica Clássica Capítulo 3 A Mecânica Clássica AMecânica Clássica é formalmente descrita pelo físico, matemático e filósofo Isaac Newton no século XVII. Segundo ele, todos os eventos no universo são resultados de forças.

Leia mais

Capítulo 71 Bacia de dissipação em rampa conforme DAEE

Capítulo 71 Bacia de dissipação em rampa conforme DAEE Capítulo 71 Bacia de dissipação em rampa conforme DAEE 71-1 Capítulo 71- Bacia de dissipação em rampa conforme DAEE 71.1 Introdução Os canais em rampas (Smooth chute ou Spillways chute) apresentam a peculiaridade

Leia mais

Lista de Exercícios #3 Retirados do livro Mecânica dos Fluidos Frank M. White 4ª e 6ª Edições

Lista de Exercícios #3 Retirados do livro Mecânica dos Fluidos Frank M. White 4ª e 6ª Edições Lista de Exercícios #3 Retirados do livro Mecânica dos Fluidos Frank M. White 4ª e 6ª Edições 3.3 Para escoamento permanente com baixos números de Reynolds (laminar) através de um tubo longo, a distribuição

Leia mais

Capítulo 3 DIMENSIONAMENTO HIDRÁULICO

Capítulo 3 DIMENSIONAMENTO HIDRÁULICO Capítulo 3 DIMENSIONAMENTO HIDRÁULICO Dimensionamento hidráulico 3.1 CONSIDERAÇÕES PRÉVIAS A caracterização dos aspectos hidráulicos é fundamental no projecto de passagens inferiores rodoviárias para

Leia mais

A Equação 5.1 pode ser escrita também em termos de vazão Q:

A Equação 5.1 pode ser escrita também em termos de vazão Q: Cálculo da Perda de Carga 5-1 5 CÁLCULO DA PEDA DE CAGA 5.1 Perda de Carga Distribuída 5.1.1 Fórmula Universal Aplicando-se a análise dimensional ao problema do movimento de fluidos em tubulações de seção

Leia mais

Plano Inclinado Com Atrito

Plano Inclinado Com Atrito Plano Inclinado Com Atrito 1. (Fgv 2013) A figura representa dois alpinistas A e B, em que B, tendo atingido o cume da montanha, puxa A por uma corda, ajudando-o a terminar a escalada. O alpinista A pesa

Leia mais

Palavras-chave: descarregador lateral, coeficiente de vazão, instalação experimental.

Palavras-chave: descarregador lateral, coeficiente de vazão, instalação experimental. COEFICIENTE DE VAZÃO EM DESCARREGADORES LATERAIS. ESTUDO EXPERIMENTAL E ANÁLISE COMPARATIVA DE EXPRESSÕES DE CÁLCULO Isabel NICOLAU DA SILVA ; António NASCIMENTO PINHEIRO RESUMO A caracterização do escoamento

Leia mais

APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE AGILDE

APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE AGILDE APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE AGILDE Ribeira de Santa Natália Concelho de Celorico de Basto Acesso rodoviário Açude Canal e conduta forçada Câmara de carga Central hidroeléctrica O aproveitamento hidroeléctrico

Leia mais

DP-H13 DIRETRIZES DE PROJETO PARA COEFICIENTE DE RUGOSIDADE

DP-H13 DIRETRIZES DE PROJETO PARA COEFICIENTE DE RUGOSIDADE REFERÊNCIA ASSUNTO: DIRETRIZES DE PROJETO DE HIDRÁULICA E DRENAGEM DATA DP-H13 DIRETRIZES DE PROJETO PARA COEFICIENTE DE RUGOSIDADE -309- ÍNDICE PÁG. 1. OBJETIVO... 311 2. RUGOSIDADE EM OBRAS HIDRÁULICAS...

Leia mais

BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS NA RECUPERAÇÃO DE PEDREIRAS: GESTÃO DA ÁGUA E SISTEMAS DE DRENAGEM. Carla Rolo Antunes

BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS NA RECUPERAÇÃO DE PEDREIRAS: GESTÃO DA ÁGUA E SISTEMAS DE DRENAGEM. Carla Rolo Antunes BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS NA RECUPERAÇÃO DE PEDREIRAS: Carla Rolo Antunes Recuperação DL nº 270/2001, 6 out. 2001 (DL nº 340/2007, 12 out. 2007) normas para projeto, exploração, encerramento e desativação

Leia mais

FÍSICA - 3 o ANO MÓDULO 13 CINEMÁTICA VETORIAL E COMPOSIÇÃO DE MOVIMENTOS

FÍSICA - 3 o ANO MÓDULO 13 CINEMÁTICA VETORIAL E COMPOSIÇÃO DE MOVIMENTOS FÍSICA - 3 o ANO MÓDULO 13 CINEMÁTICA VETORIAL E COMPOSIÇÃO DE MOVIMENTOS Como pode cair no enem (UERJ) Pardal é a denominação popular do dispositivo óptico-eletrônico utilizado para fotografar veículos

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO E MEMORIAL DE CÁLCULO HIDROSSANITÁRO

MEMORIAL DESCRITIVO E MEMORIAL DE CÁLCULO HIDROSSANITÁRO MEMORIAL DESCRITIVO E MEMORIAL DE CÁLCULO HIDROSSANITÁRO CONSTRUÇÃO AC SÃO PAULO DE OLIVENÇA / AM TIRADENTES, S/Nº- CENTRO CEP 69.600-000 SÃO PAULO DE OLIVENÇA/AM GEREN/DR/AM MANAUS mal/smds MEMORIAL DESCRITIVO

Leia mais

Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS

Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS GEOMETRIA DE VIAS Elementos geométricos de uma estrada (Fonte: PONTES FILHO, 1998) 1. INTRODUÇÃO: Após traçados o perfil longitudinal e transversal, já

Leia mais

RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR 2013 DA UNICAMP-FASE 2. RESOLUÇÃO: PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA

RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR 2013 DA UNICAMP-FASE 2. RESOLUÇÃO: PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA RESOLUÇÃO D PROV DE MTEMÁTIC DO VESTIBULR 0 D UNICMP-FSE. PROF. MRI NTÔNI C. GOUVEI. Em de outubro de 0, Feli Baumgartner uebrou o recorde de velocidade em ueda livre. O salto foi monitorado oficialmente

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE INSTALAÇÕES PREDIAIS PARA ÁGUAS PLUVIAIS NBR 10844

DIMENSIONAMENTO DE INSTALAÇÕES PREDIAIS PARA ÁGUAS PLUVIAIS NBR 10844 ÁREA DE CONTRIBUIÇÃO DADOS PLUVIOMÉTRICOS Localidade: Praça XV Ângulo de inclinação da chuva: θ = 60,0 Tipo: Coberturas s/ extravazamento Período de Retorno: T = 25 anos Intensidade pluviométrica*: i =

Leia mais

1 Analise a figura a seguir, que representa o esquema de um circuito com a forma da letra U, disposto perpendicularmente à superfície da Terra.

1 Analise a figura a seguir, que representa o esquema de um circuito com a forma da letra U, disposto perpendicularmente à superfície da Terra. FÍSIC 1 nalise a figura a seguir, que representa o esquema de um circuito com a forma da letra U, disposto perpendicularmente à superfície da Terra. Esse circuito é composto por condutores ideais (sem

Leia mais

Física Aplicada PROF.: MIRANDA. 2ª Lista de Exercícios DINÂMICA. Física

Física Aplicada PROF.: MIRANDA. 2ª Lista de Exercícios DINÂMICA. Física PROF.: MIRANDA 2ª Lista de Exercícios DINÂMICA Física Aplicada Física 01. Uma mola possui constante elástica de 500 N/m. Ao aplicarmos sobre esta uma força de 125 Newtons, qual será a deformação da mola?

Leia mais

Caderno de Respostas

Caderno de Respostas Caderno de Respostas DESENHO TÉCNICO BÁSICO Prof. Dr.Roberto Alcarria do Nascimento Ms. Luís Renato do Nascimento CAPÍTULO 1: ELEMENTOS BÁSICOS DO DESENHO TÉCNICO 1. A figura ilustra um cubo ao lado de

Leia mais

DINÂMICA DE MÁQUINAS

DINÂMICA DE MÁQUINAS DINÂMICA DE MÁQUINAS CAPITULO 2 Momentos de inércia de componentes de máquinas com diferentes geometrias 1. O corpo composto mostrado na figura consiste em uma barra esbelta de 3 kg e uma placa fina de

Leia mais

Medição de vazão. Capítulo

Medição de vazão. Capítulo Capítulo 5 Medição de vazão V azão é o volume de água que passa por uma determinada seção de um rio dividido por um intervalo de tempo. Assim, se o volume é dado em litros, e o tempo é medido em segundos,

Leia mais

Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios

Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios Página 1 de 9 Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios Capitulos 01 - Requisitos 02 - Etaqpas 03 - Traçado 04 - Trafego e Clssificação 05 - Geometria 06 - Caracteristicas Técnicas 07 - Distancia

Leia mais

PROJECTO DA REDE DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS

PROJECTO DA REDE DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS PROJECTO DA REDE DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS CONSTRUÇÃO DE ARRUAMENTO DESDE A ROTUNDA DANMARIE - LÉS - LYS À AV. ENGº CASTRO CALDAS - A2 ARCOS DE VALDEVEZ ÍNDICE 1) Planta de Localização 2) Termo de

Leia mais

CÁLCULO VECTORIAL. 2. Um campo vectorial é definido pela seguinte expressão

CÁLCULO VECTORIAL. 2. Um campo vectorial é definido pela seguinte expressão CÁLCULO VECTORIAL 1. Dados três pontos, A=(2,-3,1), B=(-4,-2,6) e C=(1,5,-3) determine: a) O vector que se estende de A até C. b) O vector unitário dirigido de B para A. c) A distância entre B e C. 2.

Leia mais

ENGENHARIA CIVIL. Questão nº 1. Padrão de Resposta Esperado: a) Solução ideal

ENGENHARIA CIVIL. Questão nº 1. Padrão de Resposta Esperado: a) Solução ideal Questão nº 1 a) Solução ideal Aceita-se que a armadura longitudinal seja colocada pelo lado de fora das armaduras. Caso o graduando apresente o detalhe das armaduras, a resposta será: Solução para as hipóteses

Leia mais

Quadro 4.3 - Relação de chuvas de diferentes durações. Valor Médio Obtido pelo DNOS. 5 min / 30 min 0,34 1 h / 24 h 0,42

Quadro 4.3 - Relação de chuvas de diferentes durações. Valor Médio Obtido pelo DNOS. 5 min / 30 min 0,34 1 h / 24 h 0,42 Determinação da Intensidade de Chuva Para obtenção das intensidades de chuvas de curta duração, em função de diversos tempos de recorrência, aplicaram-se procedimentos a seguir descritos: Primeiramente

Leia mais

U H E S Ã O S A LVA D O R

U H E S Ã O S A LVA D O R SÃO SALVADOR Estudo de impacto ambiental U H E S Ã O S A LVA D O R Anexos Volume IV Anexo A A-1 Anexo A. Capítulo I Caracterização do empreendimento Anexo A A-2 A1. Fases de Desvio do rio Tocantins para

Leia mais

Reforço de Potência Aproveitamento Hidroeléctrico de Vila Nova/Venda Nova. (Venda Nova II) Relatório de Visita de Estudo.

Reforço de Potência Aproveitamento Hidroeléctrico de Vila Nova/Venda Nova. (Venda Nova II) Relatório de Visita de Estudo. ISEL INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E AUTOMAÇÃO Reforço de Potência Aproveitamento Hidroeléctrico de Vila Nova/Venda Nova (Venda Nova II) Relatório

Leia mais

Rui Lança. Cristina Martins João Mendes. 1 - Introdução. + h 1. z 1. 2.g. α. U 2. E - perda de energia (m.c.a.). 2. Descrição do Hec-Ras

Rui Lança. Cristina Martins João Mendes. 1 - Introdução. + h 1. z 1. 2.g. α. U 2. E - perda de energia (m.c.a.). 2. Descrição do Hec-Ras Rui Lança Docente EST/UALG Cristina Martins João Mendes Alunos EST/UALG Área de Eng. Civil EST/UAlg Metodologia para o estudo hidráulico e sedimentológico em pontes. Aplicação à Ribeira de Oeiras, entre

Leia mais

UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim

UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUAS PLUVIAIS 2 INTRODUÇÃO A água da chuva é um dos elementos

Leia mais

UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Prof. Glauber Carvalho Costa Estradas 1

UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Prof. Glauber Carvalho Costa Estradas 1 1 a QUESTÃO Supondo que você é o engenheiro responsável pela elaboração do projeto geométrico do Arco Metropolitano do Recife, projeto que irá conectar o pólo de desenvolvimento industrial do litoral norte

Leia mais

Forçados. Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes, DEC-UFPel E-mail: hugo.guedes@ufpel.edu.br Website: wp.ufpel.edu.br/hugoguedes/

Forçados. Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes, DEC-UFPel E-mail: hugo.guedes@ufpel.edu.br Website: wp.ufpel.edu.br/hugoguedes/ Escoamento em Condutos Forçados Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes, DEC-UFPel E-mail: hugo.guedes@ufpel.edu.br Website: wp.ufpel.edu.br/hugoguedes/ CONCEITO São aqueles nos quais o fluido escoa com uma

Leia mais

FOLHAS DE PROBLEMAS. Termodinâmica e teoria cinética. Física dos Estados da Matéria 2002/03

FOLHAS DE PROBLEMAS. Termodinâmica e teoria cinética. Física dos Estados da Matéria 2002/03 FOLHAS DE PROBLEMAS Termodinâmica e teoria cinética Física dos Estados da Matéria 00/03 Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto ª FOLHA

Leia mais

VENTOSAS. UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA HIDRÁULICA APLICADA AD 0195 Prof.: Raimundo Nonato Távora Costa

VENTOSAS. UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA HIDRÁULICA APLICADA AD 0195 Prof.: Raimundo Nonato Távora Costa NIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA HIDRÁLICA APLICADA AD 0195 Prof.: Raimundo Nonato Távora Costa VENTOSAS 01. INTRODÇÃO: As ventosas são aparelhos automáticos destinados

Leia mais

TECNOLOGIA DA DEFORMAÇÃO PLÁSTICA. VOL II APLICAÇÕES INDUSTRIAIS (Enunciados de Exercícios Complementares)

TECNOLOGIA DA DEFORMAÇÃO PLÁSTICA. VOL II APLICAÇÕES INDUSTRIAIS (Enunciados de Exercícios Complementares) TECNOLOGIA DA DEFORMAÇÃO PLÁSTICA VOL II APLICAÇÕES INDUSTRIAIS (Enunciados de Exercícios Complementares) Nota Introdutória Este documento é um anexo ao livro Tecnologia Mecânica Tecnologia da Deformação

Leia mais

6 BOMBAS HIDRÁULICAS PROBLEMA 6.1

6 BOMBAS HIDRÁULICAS PROBLEMA 6.1 6 BOMBAS HIDRÁULICAS PROBLEMA 6.1 Uma bomba cujo diagrama em colina é o da figura anexa foi projectada para, com o rendimento máximo de 0,90, elevar o caudal de 10,00 m 3 s -1 à altura total de 100,00

Leia mais

Resistência. dos Materiais II

Resistência. dos Materiais II Resistência Prof. MSc Eng Halley Dias dos Materiais II Material elaborado pelo Prof. MSc Eng Halley Dias Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Aplicado ao Curso Técnico de

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO DE MEDIÇÃO DE VAZÃO DE ESGOTO OU EFLUENTES EM REGIME CONTINUO

DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO DE MEDIÇÃO DE VAZÃO DE ESGOTO OU EFLUENTES EM REGIME CONTINUO 1 DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO DE MEDIÇÃO DE VAZÃO DE ESGOTO OU EFLUENTES EM REGIME CONTINUO O objetivo desse artigo é mostrar, divulgar e confirmar, o desenvolvimento das três fórmulas de autoria do Eng.

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA UMA FERRAMENTA DE APOIO À SIMULAÇÃO E GESTÃO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA UMA FERRAMENTA DE APOIO À SIMULAÇÃO E GESTÃO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA UMA FERRAMENTA DE APOIO À SIMULAÇÃO E GESTÃO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Monteiro, António ESTG Av. Dr. Francisco Sá Carneiro 6301-559 Guarda Portugal amonteiro@ipg.pt

Leia mais

Figura 2.1. Esquema de uma bacia hidrográfica.

Figura 2.1. Esquema de uma bacia hidrográfica. Capítulo 2 Bacia hidrográfica Rita Cabral Guimarães ICAAM - Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas, Escola de Ciência e Tecnologia Universidade de Évora 1. Conceitos gerais A bacia

Leia mais

TURMA DE ENGENHARIA - FÍSICA

TURMA DE ENGENHARIA - FÍSICA Prof Cazuza 1 (Uff 2012) O ciclo de Stirling é um ciclo termodinâmico reversível utilizado em algumas máquinas térmicas Considere o ciclo de Stirling para 1 mol de um gás ideal monoatônico ilustrado no

Leia mais

EXERCÍCIOS DE APOIO ÀS AULAS PRÁTICAS DE TOPOGRAFIA ENGENHARIA CIVIL

EXERCÍCIOS DE APOIO ÀS AULAS PRÁTICAS DE TOPOGRAFIA ENGENHARIA CIVIL EXERCÍCIOS DE APOIO ÀS AULAS PRÁTICAS DE TOPOGRAFIA ENGENHARIA CIVIL INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA DOCENTES (2009/2010) 2009/2010 Ana Paula Falcão Flôr Ricardo

Leia mais

Terceira Lista de Exercícios

Terceira Lista de Exercícios Universidade Católica de Petrópolis Disciplina: Resitência dos Materiais I Prof.: Paulo César Ferreira Terceira Lista de Exercícios 1. Calcular o diâmetro de uma barra de aço sujeita a ação de uma carga

Leia mais

XII SIMPÓSIO DE RECURSOS HIDRÍCOS DO NORDESTE

XII SIMPÓSIO DE RECURSOS HIDRÍCOS DO NORDESTE XII SIMPÓSIO DE RECURSOS HIDRÍCOS DO NORDESTE ESTUDO DO COMPORTAMENTO DA LINHA D ÁGUA EM UMA SEÇÃO DE TRANSIÇÃO DE UM CANAL COM MOVIMENTO GRADUALMENTE VARIADO, EM FUNÇÃO DA DECLIVIDADE DOS TALUDES. Rejane

Leia mais

PERDA DE CARGA EM SISTEMAS DE VENTILAÇÃO

PERDA DE CARGA EM SISTEMAS DE VENTILAÇÃO PERDA DE CARGA EM SISTEMAS DE VENTILAÇÃO Tal como nos sistemas de bombeamento de água, nos dutos de ventilação industrial carateriza-se o escoamento em função do número de Reynols. A queda de pressão em

Leia mais

FUVEST 2008 1 a Fase Matemática RESOLUÇÃO: Professora Maria Antônia Gouveia.

FUVEST 2008 1 a Fase Matemática RESOLUÇÃO: Professora Maria Antônia Gouveia. FUVEST 008 a Fase Matemática Professora Maria Antônia Gouveia..0. Sabendo que os anos bissextos são os múltiplos de 4 e que o primeiro dia de 007 foi segunda-feira, o próximo ano a começar também em uma

Leia mais

Lista de exercícios sobre barras submetidas a força normal

Lista de exercícios sobre barras submetidas a força normal RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I Lista de exercícios sobre barras submetidas a força normal 1) O cabo e a barra formam a estrutura ABC (ver a figura), que suporta uma carga vertical P= 12 kn. O cabo tem a área

Leia mais

7. ÓRGÃOS ESPECIAIS EM SISTEMAS DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS

7. ÓRGÃOS ESPECIAIS EM SISTEMAS DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS 7. ÓRGÃOS ESPECIAIS EM SISTEMAS DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS 7.1. Considerações de âmbito geral Podem ser considerados órgãos comuns dos sistemas de drenagem de águas residuais, os colectores e respectivos

Leia mais

CAPÍTULO 3. BACIA HIDROGRÁFICA

CAPÍTULO 3. BACIA HIDROGRÁFICA CAPÍTULO 3. BACIA HIDROGRÁFICA 3.1. Introdução O Ciclo Hidrológico, como descrito anteriormente, tem um aspecto geral e pode ser visto como um sistema hidrológico fechado, já que a quantidade de água disponível

Leia mais

Trabalho e potência. 1º caso: a força F não é paralela a d. 2º caso: a força F é paralela a d. 3º caso: a força F é perpendicular a d

Trabalho e potência. 1º caso: a força F não é paralela a d. 2º caso: a força F é paralela a d. 3º caso: a força F é perpendicular a d Trabalho e potência Trabalho mecânico Realizar trabalho, em Física, implica a transferência de energia de um sistema para outro e, para que isso ocorra, são necessários uma força e um deslocamento adequados.

Leia mais

Válvula da ilustração: MONOVAR DN2000 (80 )

Válvula da ilustração: MONOVAR DN2000 (80 ) SAPAG MONOVAR é a válvula de dissipação de energia. Características Design extremamente simples (patenteado) Características de cavitação excelentes Regulação de caudal ou de pressão muito precisos Controlo

Leia mais

Resumo de Física 2C13 Professor Thiago Alvarenga Ramos

Resumo de Física 2C13 Professor Thiago Alvarenga Ramos Resumo de Física 2C13 Professor Thiago Alvarenga Ramos ENERGIA Grandeza escalar que existe na natureza em diversas formas: mecânica, térmica, elétrica, nuclear, etc. Não pode ser criada nem destruída;

Leia mais

QUADRILÁTEROS. Um quadrilátero é um polígono de quatro lados. Pode ser dito que é porção do plano limitada por uma poligonal fechada,

QUADRILÁTEROS. Um quadrilátero é um polígono de quatro lados. Pode ser dito que é porção do plano limitada por uma poligonal fechada, QUADRILÁTEROS Um quadrilátero é um polígono de quatro lados. Pode ser dito que é porção do plano limitada por uma poligonal fechada, A B C Lados: AB BC CD AD Vértices: A B C D Diagonais: AC BD D Algumas

Leia mais

Questão 1. Questão 3. Questão 2. alternativa B. alternativa C. alternativa D. Os trabalhadores A e B, trabalhando separadamente,

Questão 1. Questão 3. Questão 2. alternativa B. alternativa C. alternativa D. Os trabalhadores A e B, trabalhando separadamente, Questão Os trabalhadores A e B, trabalhando separadamente, levam cada um 9 e 0 horas, respectivamente, para construir um mesmo muro de tijolos Trabalhando juntos no serviço, sabe-se que eles assentam 0

Leia mais

Questão 46. Questão 47. Questão 48. alternativa E. alternativa C

Questão 46. Questão 47. Questão 48. alternativa E. alternativa C Questão 46 O movimento de uma partícula é caracterizado por ter vetor velocidade e vetor aceleração não nulo de mesma direção. Nessas condições, podemos afirmar que esse movimento é a) uniforme. b) uniformemente

Leia mais

DISCIPLINA: AMB30106 Sistema de Água II. Prof. Robson Alves de Oliveira robson.oliveira@unir.br

DISCIPLINA: AMB30106 Sistema de Água II. Prof. Robson Alves de Oliveira robson.oliveira@unir.br DISCIPLINA: AMB30106 Sistema de Água II Prof. Robson Alves de Oliveira robson.oliveira@unir.br Ji-Paraná - 2014 2 INTRODUÇÃO Na saída do floculador espera-se: que toda a matéria em suspensão esteja aglutinada,

Leia mais

ISF 211: PROJETO DE TERRAPLENAGEM

ISF 211: PROJETO DE TERRAPLENAGEM ISF 211: PROJETO DE TERRAPLENAGEM 1. OBJETIVO Definir e especificar os serviços constantes do Projeto de Terraplenagem nos Projetos de Engenharia Ferroviária, Projeto Básico e Projeto Executivo. 2. FASES

Leia mais

Possibilitar ao candidato condições para que ele possa fazer uma breve revisão dos conteúdos no ensino fundamental.

Possibilitar ao candidato condições para que ele possa fazer uma breve revisão dos conteúdos no ensino fundamental. INTRODUÇÃO Esse trabalho abordará alguns conceitos importantes sobre a Matemática no Ensino Fundamental. Além desse material, indicamos que você leia livros, acesse sites relacionados à Matemática para

Leia mais

FÍSICA. Questões de 01 a 04

FÍSICA. Questões de 01 a 04 GRUPO 1 TIPO A FÍS. 1 FÍSICA Questões de 01 a 04 01. Considere uma partícula presa a uma mola ideal de constante elástica k = 420 N / m e mergulhada em um reservatório térmico, isolado termicamente, com

Leia mais

Perspectiva isométrica de modelos com elementos paralelos e oblíquos

Perspectiva isométrica de modelos com elementos paralelos e oblíquos Perspectiva isométrica de modelos com elementos paralelos e oblíquos Introdução Na aula anterior você aprendeu o traçado da perspectiva isométrica de um modelo simples: o prisma retangular. No entanto,

Leia mais

LISTA de RECUPERAÇÃO MATEMÁTICA

LISTA de RECUPERAÇÃO MATEMÁTICA LISTA de RECUPERAÇÃO Professor: ARGENTINO Recuperação: O ANO DATA: 0 / 06 / 015 MATEMÁTICA 1. A figura representa duas raias de uma pista de atletismo plana. Fábio (F) e André (A) vão apostar uma corrida

Leia mais

CAPÍTULO XII DRENAGEM DAS CONSTRUÇÕES ENTERRADAS

CAPÍTULO XII DRENAGEM DAS CONSTRUÇÕES ENTERRADAS CAPÍTULO XII DRENAGEM DAS CONSTRUÇÕES ENTERRADAS 12.1 INTRODUÇÃO A água no solo proveniente da precipitação sob a forma de chuva, neve, nevoeiro, orvalho e durante todo o seu ciclo é o pior inimigo nas

Leia mais

Ventilação e evacuação dos produtos da combustão dos locais com aparelhos a gás Parte 1: Edifícios de habitação. Ventilação natural

Ventilação e evacuação dos produtos da combustão dos locais com aparelhos a gás Parte 1: Edifícios de habitação. Ventilação natural Norma Portuguesa Ventilação e evacuação dos produtos da combustão dos locais com aparelhos a gás Parte 1: Edifícios de habitação. Ventilação natural Ventilation et évacuation des produits de combustion

Leia mais

PROJETO GEOMÉTRICO ELEMENTOS DA SEÇÃO TRANVERSAL

PROJETO GEOMÉTRICO ELEMENTOS DA SEÇÃO TRANVERSAL 1 Largura das faixas de rolamento 2 - Larguras dos acostamentos (Bermas) 3 -Conformação e declividades (caimentos) da pista e dos acostamentos 4 - Canteiro central (Mediano) 5 -Taludes 6 -Faixa de domínio

Leia mais

Dupla Projeção Ortogonal / Método de Monge

Dupla Projeção Ortogonal / Método de Monge Provas Especialmente Adequadas Destinadas a Avaliar a Capacidade Para a Frequência do Ensino Superior dos Maiores de 23 Anos 2015 Prova de Desenho e Geometria Descritiva - Módulo de Geometria Descritiva

Leia mais

GREGOR MENDEL PROF WILSON

GREGOR MENDEL PROF WILSON 1. (Mackenzie 01) Um avião, após deslocar-se 10 km para nordeste (NE), desloca-se 160 km para sudeste (SE). Sendo um quarto de hora, o tempo total dessa viagem, o módulo da velocidade vetorial média do

Leia mais

Perda de carga linear em condutos forçados

Perda de carga linear em condutos forçados Universidade Regional do Cariri URCA Pró Reitoria de Ensino de Graduação Coordenação da Construção Civil Disciplina: Hidráulica Aplicada Perda de carga linear em condutos forçados Renato de Oliveira Fernandes

Leia mais

MÓDULO 29. Trigonometria I. Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias MATEMÁTICA. Fórmulas do arco duplo: 1) sen (2a) = 2) cos (2a) =

MÓDULO 29. Trigonometria I. Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias MATEMÁTICA. Fórmulas do arco duplo: 1) sen (2a) = 2) cos (2a) = Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias MATEMÁTICA MÓDULO 9 Trigonometria I Resumo das principais fórmulas da trigonometria Arcos Notáveis: Fórmulas do arco duplo: ) sen (a) = ) cos (a) = 3)

Leia mais

FICHA DESCRITIVA DE ESTAÇÃO FLUVIOMÉTRICA

FICHA DESCRITIVA DE ESTAÇÃO FLUVIOMÉTRICA FICHA DESCRITIVA DE ESTAÇÃO FLUVIOMÉTRICA Prefeitura Porto Acre Fluviométrica 13610000 Curso d água Bacia Hidrográfica Área de Drenagem REFERÊNCIA CARTOGRÁFICA Carta Folha Escala Ano Latitude Longitude

Leia mais

Fuvest 2005 2ª fase FÍSICA

Fuvest 2005 2ª fase FÍSICA Fuvest 2005 2ª fase FÍSICA 1. Procedimento de segurança, em auto-estradas, recomenda que o motorista mantenha uma distância de 2 segundos do carro que está à sua frente, para que, se necessário, tenha

Leia mais

CAPÍTULO 08 SEMÁFOROS PARTE II

CAPÍTULO 08 SEMÁFOROS PARTE II CAPÍTULO 08 SEMÁFOROS PARTE II DIMENSIONAMENTO DE SEMÁFOROS ISOLADOS O bom desempenho do tráfego, em termos de fluidez e segurança, está diretamente relacionado com a regulagem dos semáforos existentes

Leia mais

A Ciência da Mecânica. Olá, estamos de volta com mais uma coluna sobre Ciência. Mês passado fiz a seguinte pergunta: Como um avião se sustenta no ar?

A Ciência da Mecânica. Olá, estamos de volta com mais uma coluna sobre Ciência. Mês passado fiz a seguinte pergunta: Como um avião se sustenta no ar? A Ciência da Mecânica Washington Braga, Professor Associado 13/ Ano II Departamento de Engenharia Mecânica - PUC - Rio Título: Avião Voa? Olá, estamos de volta com mais uma coluna sobre Ciência. Mês passado

Leia mais

INSTALAÇÃO DE UM NOVO SISTEMA DE DRENAGEM PLUVIAL NO VIADUTO DO LOUREIRO

INSTALAÇÃO DE UM NOVO SISTEMA DE DRENAGEM PLUVIAL NO VIADUTO DO LOUREIRO INSTALAÇÃO DE UM NOVO SISTEMA DE DRENAGEM PLUVIAL NO VIADUTO DO LOUREIRO Manuel Lorena 1 1 COBA, Consultores de Engenharia e Ambiente, Serviço de Vias de Comunicação, Núcleo Rodoviário Av. 5 de Outubro

Leia mais

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE COMPONENTES DE MECÂNICA

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE COMPONENTES DE MECÂNICA ETE Cel. Fernando Febeliano da Costa REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE COMPONENTES DE MECÂNICA 1 o Ciclo de Técnico Mecânica Apostila baseada nas anotações de Professores e do TC 2000 Técnico Distribuição gratuita

Leia mais