MEDIDAS BIOMÉTRICAS DE VARIEDADES DE CANA-DE-AÇÚCAR COM CULTIVOS INTERCALARES, SOB IRRIGAÇÃO NO NORTE DE MINAS GERAIS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MEDIDAS BIOMÉTRICAS DE VARIEDADES DE CANA-DE-AÇÚCAR COM CULTIVOS INTERCALARES, SOB IRRIGAÇÃO NO NORTE DE MINAS GERAIS"

Transcrição

1 MEDIDAS BIOMÉTRICAS DE VARIEDADES DE CANA-DE-AÇÚCAR COM CULTIVOS INTERCALARES, SOB IRRIGAÇÃO NO NORTE DE MINAS GERAIS Rodrigo Silv Diniz (1), Édio Luiz d Cost (2), Gerldo Antônio Resende Mcêdo (3), Heloís Mttn Sturnino (2), Nívio Pouel Gonçlves (2), An Mri A. Durte (4), Márci A. A. Guedes (4) (1) Bolsist PIBIC FAPEMIG/EPAMIG, (2) Pesquisdores EPAMIG Nov Porteirinh, (3) Pesquisdor EPAMIG Prudente de Moris, (4) Estudndes Agronomi UNIMONTES Introdução A cultur d cn-de-çúcr é um ds primeirs tividdes de importânci econômic no Brsil e ocup um posição de destque n economi ncionl (BARBOSA et l., 26). A produção rsileir de cn-deçúcr n sfr 26/27 está estimd em 471,17 milhões de tonelds, superior em 9,2% sfr nterior. Do totl produzido, 238,39 milhões de tonelds (5,6%) serão destinds à fricção de çúcr, 184,98 milhões (39,3%) à produção de álcool e o restnte, 47,8 milhões (1,1%), serão destinds à fricção de cchç, limentção niml, muds, fricção de rpdur, çúcr mscvo e outros fins (CONAB, 26). O consórcio com outrs culturs present-se como um o lterntiv pr potencilizção d produtividde d cn em sistems de produção rentáveis e sustentáveis. Entre s culturs possíveis de ser consorcids temos o feijão-cupi, crotlári e o gergelim, que, lém de oferecer rend extr, melhor s condições do solo. O ojetivo deste trlho foi verificr o comportmento de vrieddes de cn-de-çúcr n região Norte de Mins Geris e o efeito do uso de culturs interclres.

2 Mteril e Métodos O projeto está sendo conduzido n região Semi-Árid de Mins Geris, n Fzend Experimentl do Jí (FEJA) do Centro Tecnológico do Norte de Mins d EPAMIG, no município de Jí. O delinemento experimentl foi o de locos o cso, com dus repetições, seis vrieddes n prcel principl e qutro cultivos interclres n prcel secundári. O experimento foi instldo em dois mientes, so irrigção plen e irrigção suplementr (té o 7 o mês d cn-plnt). Form utilizds s seguintes vrieddes: locl RB , SP8 1842, SP8 1816, RB , RB e IAC Os cultivos interclres form: testemunh (cpin mnul n entrelinh), e plntios de feijão-cupi, gergelim e crotlári. As vrieddes de cn form implntds em prcels de 168 m 2 (7, x 24,m), constituíds de cinco linhs de 24, m de comprimento e s prcels secundáris com 6, m de comprimento (42 m² - 7, x 6,m). N prte extern, o longo ds prcels form plntds três linhs de cn com vriedde d região pr servir de orddur. O plntio foi feito em sulcos espçdos de 1,4 m entre si, com 25 3 cm de profundidde. A irrigção foi feit por spersão, onde foi dotdo um ftor de disponiilidde de águ no solo de.5, e evpotrnspirção potencil de referênci foi clculd com se n evporção do tnque clsse A, conforme BERNARDO (1989). Pr o cálculo d evpotrnspirção d cultur, foi dotdo os vlores de coeficientes d cultur propostos pel FAO (1979). As vlições form relizds os 6 e 9 dis pós o plntio d cn. Form relizds s seguintes vlições gronômics: emergênci os 6 dis, ltur d plnt (m), peso do colmo (kg/plnt) e peso de pont (kg/plnt). Resultdos e Discussão Houve diferenç n ltur ds plnts em função d vriedde estudd (Gráfico 1). A vriedde 2 (SP8 1816) presentou miores vlores de ltur do colmo, porém não diferiu d vriedde 3 (SP8 1842). Normlmente esss vrieddes são de porte mis lto em relção às demis. Dentre s vrieddes

3 estudds 4 (RB ) e 5 (RB ) form s que presentrm o menor desenvolvimento em termos de ltur de colmo. O uso de culturs interclres não influenciou ltur de colmo té os 9 dis pós o plntio. Comportmento semelhnte foi presentdo o se nlisr vriável peso de colmo. A vriedde 2 (SP8 1816) presentou miores vlores de peso do colmo, porém não diferiu d vriedde 3 (SP8 1842) (Gráfico 2). Possivelmente este resultdo tenh sido em rzão dos miores comprimentos de colmo presentdos por esss vrieddes, um vez que os vlores de diâmetro do colmo não form medidos ness etp. As vrieddes 2 (SP8 1816) e 3 (SP8 1842) presentrm os miores vlores pr peso de pont, porém não houve diferenç entre s médis ds vrieddes 2 e 4 (Gráfico 3). Oservou-se que s vrieddes 5 (RB ) e 6 (IAC86 248) form s que presentrm mior emergênci por metro liner. As demis não diferirm significtivmente ums ds outrs (Gráfico 4). No presente trlho oservrm-se vlores n fix de perfilhos + colmos por metro liner. Estes vlores são superiores os citdos por Cs Grnde, (1991), que consider 12 perfilhos por metro liner, em médi, como ons. Conclusões As vrieddes testds presentrm comportmento diferencido qunto às vriáveis ltur de colmo, peso de colmo e pont e emergênci de plântuls por metro liner. As vrieddes 1 e 2 presentrm mior desenvolvimento qunto à ltur e peso de colmo e pont e s vrieddes 5 e 6 presentrm mior número de emergênci. Referêncis BARBOSA, B.; SILVEIRA, L. Cn-de-çúcr: vrieddes, estelecimento e mnejo. In: SIMPÓSIO SOBRE MANEJO ESTRATÉGICO DA PASTAGEM, 3., 26, Viços, MG. Anis... Viços, MG: UFV, 26. p BERNARDO, S. Mnul de irrigção. 5.ed. Viços, MG: UFV, p.

4 Altur (m) c d d Vrieddes Gráfico 1 - Altur do colmo ds vrieddes os 9 dis pós o plntio (DAP) Peso de colmo os 9 DAP c cd d Vrieddes Gráfico 2 - Peso de colmo os 9 dis pós plntio (DAP) ds vrieddes Peso de pont os 9 DAP Vrieddes Gráfico 3 - Peso de pont os 9 dis pós plntio (DAP) ds vrieddes

5 Emergênci os 6 DAP Vrieddes Gráfico 4 - Número de plnts que emergirm em um metro liner os 6 dis pós plntio (DAP) ds vrieddes

07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE

07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE 07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE SEMENTES NA QUALIDADE FISIOLOGICA DA SEMENTE E A EFICIENCIA NO CONTROLE DE PRAGAS INICIAIS NA CULTURA DA SOJA Objetivo Este trblho tem como objetivo vlir o efeito

Leia mais

COMPOSIÇÃO E OCORRÊNCIA DE PRAGAS EM SEIS VARIEDADES DE FEIJOEIRO COMUM E REFLEXOS NA PRODUTIVIDADE

COMPOSIÇÃO E OCORRÊNCIA DE PRAGAS EM SEIS VARIEDADES DE FEIJOEIRO COMUM E REFLEXOS NA PRODUTIVIDADE COMPOSIÇÃO E OCORRÊNCIA DE PRAGAS EM SEIS VARIEDADES DE FEIJOEIRO COMUM E REFLEXOS NA PRODUTIVIDADE Bruno Henrique Srdinh de Souz 1, Alcebídes Ribeiro Cmpos 2 1 Biólogo, emil: souzbhs@gmil.com, 2 Docente

Leia mais

Análise de Variância com Dois Factores

Análise de Variância com Dois Factores Análise de Vriânci com Dois Fctores Modelo sem intercção Eemplo Neste eemplo, o testrmos hipótese de s três lojs terem volumes médios de vends iguis, estmos testr se o fctor Loj tem influênci no volume

Leia mais

COPEL INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DA DEMANDA EM EDIFÍCIOS NTC 900600

COPEL INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DA DEMANDA EM EDIFÍCIOS NTC 900600 1 - INTRODUÇÃO Ests instruções têm por objetivo fornecer s orientções pr utilizção do critério pr cálculo d demnd de edifícios residenciis de uso coletivo O referido critério é plicável os órgãos d COPEL

Leia mais

Anais do Congresso de Pesquisa, Ensino e Extensão- CONPEEX (2010) 5864-5868

Anais do Congresso de Pesquisa, Ensino e Extensão- CONPEEX (2010) 5864-5868 Anis do Congresso de Pesquis, Ensino e Extensão- CONPEEX (2010) 5864-5868 RESPOSTA DE DIFERENTES GENÓTIPOS DE ARROZ (ORYZA SATIVA) AO ATAQUE DA BROCA-DO-COLMO (DIATRAEA SACCHARALIS) NASCIMENTO, Jcqueline

Leia mais

POLINÔMIOS. Definição: Um polinômio de grau n é uma função que pode ser escrita na forma. n em que cada a i é um número complexo (ou

POLINÔMIOS. Definição: Um polinômio de grau n é uma função que pode ser escrita na forma. n em que cada a i é um número complexo (ou POLINÔMIOS Definição: Um polinômio de gru n é um função que pode ser escrit n form P() n n i 0... n i em que cd i é um número compleo (ou i 0 rel) tl que n é um número nturl e n 0. Os números i são denomindos

Leia mais

LFS - Canaletas de PVC UFS - Caixas de Tomada para Piso

LFS - Canaletas de PVC UFS - Caixas de Tomada para Piso Ctálogo LFS - UFS LFS - Cnlets de PVC UFS - Cixs de Tomd pr Piso fique conectdo. pense oo. Linh LFS Cnlets de PVC Com lto pdrão estético, s cnlets OBO vlorizm o miente, lém de oferecerem possiilidde de

Leia mais

CPV O cursinho que mais aprova na GV

CPV O cursinho que mais aprova na GV O cursinho que mis prov n GV FGV Administrção 04/junho/006 MATEMÁTICA 0. Pulo comprou um utomóvel fle que pode ser bstecido com álcool ou com gsolin. O mnul d montdor inform que o consumo médio do veículo

Leia mais

Matemática D Extensivo V. 6

Matemática D Extensivo V. 6 Mtemátic D Extensivo V. 6 Exercícios 0) ) cm Por definição temos que digonl D vle: D = D = cm. b) 6 cm² A áre d lterl é dd pel som ds áres dos qutro ldos que compõe: =. ² =. ( cm)² = 6 cm² c) 96 cm² O

Leia mais

Conheça a sua fatura da água!

Conheça a sua fatura da água! Conheç su ftur d águ! Jneiro de 20 FATURA/RECIBO N.º: 27 VALOR 8,7 Euros Município de Reguengos de Monsrz Titulr / Locl Mord ou sítio de leitur/do contdor Loclidde d mord de leitur NIF: Áre NIPC 07 040

Leia mais

Uma roda gigante tem 10m de raio e possui 12 assentos, igualmente espaçados, e gira no sentido horário.

Uma roda gigante tem 10m de raio e possui 12 assentos, igualmente espaçados, e gira no sentido horário. Questão PROVA FINAL DE MATEMÁTICA - TURMAS DO O ANO DO ENSINO MÉDIO COLÉGIO ANCHIETA-BA - OUTUBRO DE. ELABORAÇÃO: PROFESSORES OCTAMAR MARQUES E ADRIANO CARIBÉ. PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA Um rod

Leia mais

RELAÇÕES DE PREÇO I NSUMO/PRODUTO NA CULTURA DO MILHO DO CENTRO-SUL DO BRASIL

RELAÇÕES DE PREÇO I NSUMO/PRODUTO NA CULTURA DO MILHO DO CENTRO-SUL DO BRASIL RELAÇÕES DE PREÇO I NSUMO/PRODUTO NA CULTURA DO MILHO DO CENTRO-SUL DO BRASIL Elizbeth Christin Swenson Pontes! João Crlos Grci 2 RESUMO - Teve-se por objetivo estudr o comportmento dos preços de insumos

Leia mais

A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE TELHADOS COM DIFERENTES TIPOS DE TELHAS

A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE TELHADOS COM DIFERENTES TIPOS DE TELHAS A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE TELADOS COM DIFERENTES TIOS DE TELAS Angéli Cervi, Rosne Bins, Til Deckert e edro A.. Borges 4. Resumo A modelgem mtemátic é um método de investigção que utiliz

Leia mais

1 As grandezas A, B e C são tais que A é diretamente proporcional a B e inversamente proporcional a C.

1 As grandezas A, B e C são tais que A é diretamente proporcional a B e inversamente proporcional a C. As grndezs A, B e C são tis que A é diretmente proporcionl B e inversmente proporcionl C. Qundo B = 00 e C = 4 tem-se A = 5. Qul será o vlor de A qundo tivermos B = 0 e C = 5? B AC Temos, pelo enuncido,

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE IRRIGAÇÃO PARA ECONOMIA DE ÁGUA EM VIDEIRA cv. SYRAH NO VALE DO SUBMÉDIO SÃO FRANCISCO

ESTRATÉGIAS DE IRRIGAÇÃO PARA ECONOMIA DE ÁGUA EM VIDEIRA cv. SYRAH NO VALE DO SUBMÉDIO SÃO FRANCISCO B 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA JULIANO ATHAYDE SILVA ESTRATÉGIAS DE IRRIGAÇÃO PARA ECONOMIA DE ÁGUA EM VIDEIRA cv. SYRAH NO VALE DO SUBMÉDIO

Leia mais

MANEJO DO SOLO E DA IRRIGAÇÃO NA CULTURA DO FEIJOEIRO SOB PIVÔ CENTRAL

MANEJO DO SOLO E DA IRRIGAÇÃO NA CULTURA DO FEIJOEIRO SOB PIVÔ CENTRAL UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS CÂMPUS DE JABOTICABAL MANEJO DO SOLO E DA IRRIGAÇÃO NA CULTURA DO FEIJOEIRO SOB PIVÔ CENTRAL Adrino

Leia mais

64 5 y e log 2. 32 5 z, então x 1 y 1 z é igual a: c) 13 e) 64 3. , respectivamente. Admitindo-se que E 1 foi equivalente à milésima parte de E 2

64 5 y e log 2. 32 5 z, então x 1 y 1 z é igual a: c) 13 e) 64 3. , respectivamente. Admitindo-se que E 1 foi equivalente à milésima parte de E 2 Resolução ds tividdes complementres Mtemátic M Função Logrítmic p. (UFSM-RS) Sejm log, log 6 e log z, então z é igul : ) b) c) e) 6 d) log log 6 6 log z z z z (UFMT) A mgnitude de um terremoto é medid

Leia mais

Produção de alface e cenoura sob dois ciclos lunares

Produção de alface e cenoura sob dois ciclos lunares Produção de lfce e cenour so dois ciclos lunres Smuel Luiz de Souz; José M. Q. Luz; Denise G. Sntn; Monlis A. D. d Silv UFU-Instituto de Ciêncis Agráris, Cx. Postl 593, Cep. 38.400-783 Uerlândi MG, jmgno@umurm.ufu.r

Leia mais

Níveis de desfolha tolerados na cultura da soja sem a ocorrência de prejuízos à produtividade

Níveis de desfolha tolerados na cultura da soja sem a ocorrência de prejuízos à produtividade ISSN 2176-2864 79 Níveis de desfolh tolerdos n cultur d soj sem ocorrênci de prejuízos à produtividde Nível de ção e o MIP-Soj No mnejo dequdo d cultur d soj, Glycine mx (Merrill), é crucil doção de estrtégis

Leia mais

AGREGAÇÃO DE LATOSSOLO VERMELHO DISTRÓFICO TÍPICO RELACIONADA COM O MANEJO NA REGIÃO DOS CERRADOS NO ESTADO DE MINAS GERAIS (1)

AGREGAÇÃO DE LATOSSOLO VERMELHO DISTRÓFICO TÍPICO RELACIONADA COM O MANEJO NA REGIÃO DOS CERRADOS NO ESTADO DE MINAS GERAIS (1) AGREGAÇÃO DE LATOSSOLO VERMELHO DISTRÓFICO TÍPICO RELACIONADA AO MANEJO... 129 AGREGAÇÃO DE LATOSSOLO VERMELHO DISTRÓFICO TÍPICO RELACIONADA COM O MANEJO NA REGIÃO DOS CERRADOS NO ESTADO DE MINAS GERAIS

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO: 1.1. NOME: 1.3. CPF: 1.4. Endereço: 2.1-Razão Social: 2.2- Nome Fantasia:

1. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO: 1.1. NOME: 1.3. CPF: 1.4. Endereço: 2.1-Razão Social: 2.2- Nome Fantasia: Cdstro de Instlções e Sistems de Armzenmento de Derivdos de Petróleo e Outros Combustíveis 1. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO: 1.1. NOME: 1.2. Doc. Identidde: Órgão Expedidor: UF: 1.3.

Leia mais

4. APLICAÇÃO DA PROTEÇÃO DIFERENCIAL À PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA

4. APLICAÇÃO DA PROTEÇÃO DIFERENCIAL À PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA lever Pereir 4. PLÇÃO D PROTEÇÃO DFEREL À PROTEÇÃO DE TRSFORMDORES DE POTÊ 4.. Prinípio ásio s orrentes primáris e seundáris de um trfo de potêni gurdm entre si um relção onheid em ondições de operção

Leia mais

VENDAS MIX DE MARKETING AVON. Preço. Produto. Praça. Promoção. Mesmos Fornecedores. Definido pelo Mercado DIFERENCIAL. Grandes Redes de TV

VENDAS MIX DE MARKETING AVON. Preço. Produto. Praça. Promoção. Mesmos Fornecedores. Definido pelo Mercado DIFERENCIAL. Grandes Redes de TV 1 CO CO MP N S OR UM T ID M E OR N ES TO O ÇÃ R T EN I NC TR CO DÚS IN VENDS CO PR M O OD D UT ITIZ OS Ç O NT CI M E ÊN R R IR OR C NC CO ÃO MIX DE MRKETING VON Produto Promoção Preço Praça Mesmos Fornecedores

Leia mais

PRODUÇÃO DE MUDAS DE CAFÉ CONILON PROPAGADAS VEGETATIVAMENTE EM DIFERENTES NÍVEIS DE SOMBREAMENTO

PRODUÇÃO DE MUDAS DE CAFÉ CONILON PROPAGADAS VEGETATIVAMENTE EM DIFERENTES NÍVEIS DE SOMBREAMENTO Produção de muds de cfé Conilon propgds vegettivmente Volumen 25, Nº 3, Págins 85-9 IDESIA (Chile) Septiembre - Diciembre 27 PRODUÇÃO DE MUDAS DE CAFÉ CONILON PROPAGADAS VEGETATIVAMENTE EM DIFERENTES NÍVEIS

Leia mais

Relações em triângulos retângulos semelhantes

Relações em triângulos retângulos semelhantes Observe figur o ldo. Um escd com seis degrus está poid em num muro de m de ltur. distânci entre dois degrus vizinhos é 40 cm. Logo o comprimento d escd é 80 m. distânci d bse d escd () à bse do muro ()

Leia mais

UNESP - FEIS - DEFERS

UNESP - FEIS - DEFERS UNESP - FEIS - DEFERS DISCIPLINA: ARMAZENAMENTO E BENEFICIAMENTO DE GRÃOS Exercício Modelo sobre Secgem de Grãos Como técnico contrtdo pr ssessorr u propriedde produtor de milho pr grãos, efetur u nálise

Leia mais

PROVA DE MATEMÁTICA - TURMAS DO

PROVA DE MATEMÁTICA - TURMAS DO PROVA DE MATEMÁTICA - TURMAS DO o ANO DO ENSINO MÉDIO COLÉGIO ANCHIETA-BA - MARÇO DE 0. ELABORAÇÃO: PROFESSORES ADRIANO CARIBÉ E WALTER PORTO. PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA Questão 0. (UDESC SC)

Leia mais

CTM Primeira Lista de Exercícios

CTM Primeira Lista de Exercícios CTM Primeir List de Exercícios. Cite crcterístics típics de cd um ds 5 clsses de mteriis presentds no curso. Metis: resistentes, dúcteis, bons condutores térmicos/elétricos Cerâmics: resistentes, frágeis,

Leia mais

Módulo de Leis dos Senos e dos Cossenos. Leis dos Senos e dos Cossenos. 1 a série E.M.

Módulo de Leis dos Senos e dos Cossenos. Leis dos Senos e dos Cossenos. 1 a série E.M. Módulo de Leis dos Senos e dos Cossenos Leis dos Senos e dos Cossenos. 1 série E.M. Módulo de Leis dos Senos e dos Cossenos Leis dos Senos e dos Cossenos. 1 Eercícios Introdutórios Eercício 10. Três ilhs

Leia mais

1.8 Não será permitida a inscrição simultânea em mais de 2 (dois) componentes curriculares a serem lecionados no mesmo período.

1.8 Não será permitida a inscrição simultânea em mais de 2 (dois) componentes curriculares a serem lecionados no mesmo período. VISO PÚBLICO Nº 04/UNOESC-R/2015 O Reitor d Universidde do Oeste de Snt Ctrin Unoesc, Unoesc Virtul, entidde educcionl, crid pel Lei Municipl nº 545/68 e estruturd de direito privdo, sem fins lucrtivos,

Leia mais

ESTRUTURAS DE FUNDAÇÕES

ESTRUTURAS DE FUNDAÇÕES ECC 1008 ESTRUTURS DE CONCRETO ESTRUTURS DE FUNDÇÕES Prof. Gerson ocyr Sisniegs lv PPEL DS FUNDÇÕES Trnsmitir s ções d suerestrutur o terreno So o secto d Segurnç: Reseitr resistênci do solo Reseitr resistênci

Leia mais

Ar condicionado a absorção e Central modular de co-geração de energia

Ar condicionado a absorção e Central modular de co-geração de energia Ar condiciondo sorção e Centrl modulr de co-gerção de energi Opções Competitivs n Gestão Energétic Eng./Arq. Mrco Tulio Strling de Vsconcellos IX CONBRAVA 23 de Setemro de 2005 Tópicos d Apresentção Chillers

Leia mais

6.1 Recursos de Curto Prazo ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO. Capital de giro. Capital circulante. Recursos aplicados em ativos circulantes (ativos

6.1 Recursos de Curto Prazo ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO. Capital de giro. Capital circulante. Recursos aplicados em ativos circulantes (ativos ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 6.1 Recursos de curto przo 6.2 Administrção de disponibiliddes 6.3 Administrção de estoques 6.4 Administrção de conts 6.1 Recursos de Curto Przo Administrção Finnceir e

Leia mais

Educação Ambiental na Comunidade Escolar no Entorno do Parque Natural Municipal do Paragem*

Educação Ambiental na Comunidade Escolar no Entorno do Parque Natural Municipal do Paragem* Educção Ambientl n Comunid Escolr no Entorno do Prque Nturl Municipl do Prgem* 1 ALMEIDA, Grciel Gonçlves ; ARENDT, Krine Sles; LIRA, Elinlv Silv ; MACEDO, Gbriel Zcris; VIEIRA, An Pul. Plvrs-chve: Meio

Leia mais

ISSN 2176-2937 Outubro, 2013. Sistemas de preparo do solo: trinta anos de pesquisas na Embrapa Soja

ISSN 2176-2937 Outubro, 2013. Sistemas de preparo do solo: trinta anos de pesquisas na Embrapa Soja ISSN 2176-2937 Outubro, 2013 342 Sistems de prepro do solo: trint nos de pesquiss n Embrp Soj ISSN 2176-2937 Outubro, 2013 Empres Brsileir de Pesquis Agropecuári Embrp Soj Ministério d Agricultur, Pecuári

Leia mais

CONCENTRAÇÃO DE ÂNIONS NO PERFIL DE SOLO TRATADO SUCESSIVAMENTE COM LODO DE ESGOTO Nº 13410

CONCENTRAÇÃO DE ÂNIONS NO PERFIL DE SOLO TRATADO SUCESSIVAMENTE COM LODO DE ESGOTO Nº 13410 CONCENTRAÇÃO DE ÂNIONS NO PERFIL DE SOLO TRATADO SUCESSIVAMENTE COM LODO DE ESGOTO Victor Luis Ferez de Siqueir¹ ; Victor Snches Ribeirinho¹ c ; Guilherme Rued Cmrgo¹ c, Adrin Mrlene Moreno Pires¹ b ;

Leia mais

Rodrigo Santos de Melo Samuel Façanha Câmara Alexandre Gomes Galindo Emílio Capelo Júnior Carlos Artur Sobreira Rocha

Rodrigo Santos de Melo Samuel Façanha Câmara Alexandre Gomes Galindo Emílio Capelo Júnior Carlos Artur Sobreira Rocha Anis do XXXII Encontro Ncionl d Associção Ncionl de Pós-Grdução e Pesquis em Administrção- ANPAD Set. 008. http://www.npd.org.br/evento.php?co=trblho&cod_edico_subseco=391&cod_evento_edico=38&cod_edico_trblho=886

Leia mais

Algoritmos de Busca de Palavras em Texto

Algoritmos de Busca de Palavras em Texto Revisdo 08Nov12 A busc de pdrões dentro de um conjunto de informções tem um grnde plicção em computção. São muits s vrições deste problem, desde procurr determinds plvrs ou sentençs em um texto té procurr

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO CENTRO DE ENERGIA NUCLEAR NA AGRICULTURA ALINNE DA SILVA

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO CENTRO DE ENERGIA NUCLEAR NA AGRICULTURA ALINNE DA SILVA 1 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO CENTRO DE ENERGIA NUCLEAR NA AGRICULTURA ALINNE DA SILVA Vinhç concentrd de cn-de-çúcr: monitormento ds proprieddes químics do solo e minerlizção líquid de nitrogênio Pircic

Leia mais

Fertilidade do Solo, Adubação e Nutrição da Cultura da Soja

Fertilidade do Solo, Adubação e Nutrição da Cultura da Soja 0 Tecnologi e Produção: Soj e Milho 008/009 Fertilidde do Solo, Adubção e Nutrição d Cultur d Soj Dirceu Luiz Broch Sidnei Kuster Rnno.. Amostrgem do solo A recomendção de dubção e de clgem bseise principlmente

Leia mais

RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DA FASE 1 DO VESTIBULAR DA UFBA/UFRB-2007 POR PROFA. MARIA ANTÔNIA CONCEIÇÃO GOUVEIA

RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DA FASE 1 DO VESTIBULAR DA UFBA/UFRB-2007 POR PROFA. MARIA ANTÔNIA CONCEIÇÃO GOUVEIA RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DA FASE DO VESTIBULAR DA UFBA/UFRB-7 POR PROFA. MARIA ANTÔNIA CONCEIÇÃO GOUVEIA Questão Sore números reis, é correto firmr: () Se é o mior número de três lgrismos divisível

Leia mais

ACLIMATAÇÃO E ADUBAÇÃO DE MUDAS MICROPROPAGADAS DO ABACAXIZEIRO GOLD NO SUL DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

ACLIMATAÇÃO E ADUBAÇÃO DE MUDAS MICROPROPAGADAS DO ABACAXIZEIRO GOLD NO SUL DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PRODUÇÃO VEGETAL ACLIMATAÇÃO E ADUBAÇÃO DE MUDAS MICROPROPAGADAS DO ABACAXIZEIRO GOLD NO SUL DO ESTADO DO

Leia mais

Lista de Exercícios 01 Algoritmos Sequência Simples

Lista de Exercícios 01 Algoritmos Sequência Simples Uiversidde Federl do Prá UFPR Setor de Ciêcis Exts / Deprtmeto de Iformátic DIf Discipli: Algoritmos e Estrutur de Ddos I CI055 Professor: Dvid Meotti (meottid@gmil.com) List de Exercícios 0 Algoritmos

Leia mais

a FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO

a FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO Cristin Antunes Mnuel Bispo Pul Guindeir FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO Escol Turm N.º Dt Grupo I Documento I É um serviço de tendimento telefónico de Trigem, Aconselhmento e Encminhmento, Assistênci

Leia mais

Acoplamento. Tipos de acoplamento. Acoplamento por dados. Acoplamento por imagem. Exemplo. É o grau de dependência entre dois módulos.

Acoplamento. Tipos de acoplamento. Acoplamento por dados. Acoplamento por imagem. Exemplo. É o grau de dependência entre dois módulos. Acoplmento É o gru de dependênci entre dois módulos. Objetivo: minimizr o coplmento grndes sistems devem ser segmentdos em módulos simples A qulidde do projeto será vlid pelo gru de modulrizção do sistem.

Leia mais

Álgebra Linear Tema # 3. Resolução de problema que conduzem a S.E.L. de infinita solução. Introdução aos problemas com infinitas soluções

Álgebra Linear Tema # 3. Resolução de problema que conduzem a S.E.L. de infinita solução. Introdução aos problemas com infinitas soluções Álgebr Liner Tem # 3. Resolução de problem que conduzem S.E.L. de infinit solução Assunto: Resolução de problems modeld trvés Sistem de Equções Lineres utilizndo comndo Solve no Derive. Introdução os problems

Leia mais

Avaliação da termorretificação sobre a colagem na madeira de Eucalyptus saligna e Pinus caribaea var. hondurensis

Avaliação da termorretificação sobre a colagem na madeira de Eucalyptus saligna e Pinus caribaea var. hondurensis SCIENTIA FORESTALIS n. 1, p. 1-13, jun. Avlição d termorretificção sore colgem n mdeir de Euclyptus slign e Pinus crie vr. hondurensis Vlution of the thermo-retificted wood in dhesive onding of Euclyptus

Leia mais

GELSON DOS SANTOS DIFANTE. DESEMPENHO DE NOVILHOS, COMPORTAMENTO INGESTIVO E CONSUMO VOLUNTÁRIO EM PASTAGEM DE Panicum maximum Jacq. cv.

GELSON DOS SANTOS DIFANTE. DESEMPENHO DE NOVILHOS, COMPORTAMENTO INGESTIVO E CONSUMO VOLUNTÁRIO EM PASTAGEM DE Panicum maximum Jacq. cv. GELSON DOS SANTOS DIFANTE DESEMPENHO DE NOVILHOS, COMPORTAMENTO INGESTIVO E CONSUMO VOLUNTÁRIO EM PASTAGEM DE Pnicum mximum Jcq. cv. TANZÂNIA Tese presentd à Universidde Federl de Viços como prte ds exigêncis

Leia mais

CONTABILIDADE ANALÍTICA

CONTABILIDADE ANALÍTICA CONTABILIDADE ANALÍTICA Cpítulo Cpítulo 1. COMPONENTES DO CUSTO DE PRODUÇÃO MATÉRIAS (bens dquiridos pr trnsformção): Prims: quels que são trnsformdos noutros produtos Subsidiáris: quels que poim trnsformção

Leia mais

Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas

Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas OBFEP 0 MANUAL OBFEP 0 Olimpíd Brsileir de Físic ds Escols Públics Provs. Fse dos Níveis A, B e C. esolução ds Questões Teórics e Experimentis. Esquem de Montgem do Kit Experimentl com Ilustrções. SBF

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE CURSO: ADMINISTRAÇÃO/CIÊNCIAS CONTÁBEI /LOGISTICA ASSUNTO: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE FUNÇÕES

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE CURSO: ADMINISTRAÇÃO/CIÊNCIAS CONTÁBEI /LOGISTICA ASSUNTO: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE FUNÇÕES FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE CURSO: ADMINISTRAÇÃO/CIÊNCIAS CONTÁBEI /LOGISTICA ASSUNTO: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE FUNÇÕES PROFESSOR: MARCOS AGUIAR MAT. BÁSICA I. FUNÇÕES. DEFINIÇÃO Ddos

Leia mais

Universidade Federal de Mato Grosso Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária Departamento de Fitotecnia e Fitossanidade

Universidade Federal de Mato Grosso Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária Departamento de Fitotecnia e Fitossanidade Universidde Federl de Mto Grosso Fculdde de Agronomi e Medicin Veterinári Deprtmento de Fitotecni e Fitossnidde RELATÓRIO PARCIAL DE ATIVIDADES 2010/01 Comportmento microbino em solos sob o sistem de lvour

Leia mais

Armazenamento de pupas de Cotesia flavipes (Hymenoptera: Braconidae) em baixas temperaturas

Armazenamento de pupas de Cotesia flavipes (Hymenoptera: Braconidae) em baixas temperaturas CENTRO UNIVERSITÁRIO MOURA LACERDA CURSO DE AGRONOMIA Armzenmento de pups de Cotesi flvipes (Hymenopter: Brconide) em ixs temperturs FILIPE AURÉLIO MORSOLETTO Rieirão Preto, SP 2014 CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

VESTIBULAR DA UNICAMP 2010 1 a e 2 a Fase Provas de Matemática RESOLUÇÃO: Professora Maria Antônia Gouveia.

VESTIBULAR DA UNICAMP 2010 1 a e 2 a Fase Provas de Matemática RESOLUÇÃO: Professora Maria Antônia Gouveia. VESTIBULAR DA UNICAMP e Fse Provs de Mtemátic Professor Mri Antôni Gouvei QUESTÕES DA FASE Segundo o IBGE, nos próximos nos, prticipção ds gerções mis velhs n populção do Brsil umentrá O gráfico o ldo

Leia mais

Vestibular UFRGS 2013 Resolução da Prova de Matemática

Vestibular UFRGS 2013 Resolução da Prova de Matemática Vestibulr UFRG 0 Resolução d Prov de Mtemátic 6. Alterntiv (C) 00 bilhões 00. ( 000 000 000) 00 000 000 000 0 7. Alterntiv (B) Qundo multiplicmos dois números com o lgrismo ds uniddes igul 4, o lgrismo

Leia mais

PROVA DE MATEMÁTICA DA UNESP VESTIBULAR 2012 1 a Fase RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia.

PROVA DE MATEMÁTICA DA UNESP VESTIBULAR 2012 1 a Fase RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia. PROVA DE MATEMÁTICA DA UNESP VESTIBULAR 01 1 Fse Prof. Mri Antôni Gouvei. QUESTÃO 83. Em 010, o Instituto Brsileiro de Geogrfi e Esttístic (IBGE) relizou o último censo populcionl brsileiro, que mostrou

Leia mais

Cartilha Explicativa. Segurança para quem você ama.

Cartilha Explicativa. Segurança para quem você ama. Crtilh Explictiv Segurnç pr quem você m. Bem-vindo, novo prticipnte! É com stisfção que recebemos su desão o Fmíli Previdênci, plno desenhdo pr oferecer um complementção de posentdori num modelo moderno

Leia mais

ANÁLISE DE RISCO E RETORNO DE BENCHMARKINGS DE TIMENTOS FINANCEIROS NO MERCADO BRASILEIRO NO PERÍODO 1986-2004

ANÁLISE DE RISCO E RETORNO DE BENCHMARKINGS DE TIMENTOS FINANCEIROS NO MERCADO BRASILEIRO NO PERÍODO 1986-2004 recebido em 09/2005 - provdo em 10/2005 ANÁLISE DE RISCO E RETORNO DE BENCHMARKINGS DE INVESTIME TIMENTOS FINANCEIROS NO MERCADO BRASILEIRO NO PERÍODO 1986-2004 Tbjr PIMENTA Júnior Universidde de São Pulo

Leia mais

Evidências de Insider Trading em Eventos de Descoberta de Petróleo e Reservas de Gás no Brasil RESUMO

Evidências de Insider Trading em Eventos de Descoberta de Petróleo e Reservas de Gás no Brasil RESUMO Evidêncis de Insider Trding em Eventos de Descobert de Petróleo e Reservs de Gás no Brsil Autori: Cmil Arújo Mchdo RESUMO O trblho procurou responder se há possíveis evidêncis de insider trding em eventos

Leia mais

dados de rotina com filtro, 2011

dados de rotina com filtro, 2011 ddos de rotin com filtro, 2011 ddos de rotin com filtro, 2011, vist d instlção / foto ricrdo bsbum performnce d curdori curdori dniel mttos (rj) pço ds rtes (SP) detlhe: crimbos imgem do folder / fotos

Leia mais

Autor: Carlos Otávio Schocair Mendes

Autor: Carlos Otávio Schocair Mendes Plno de Implntção do no Centro Federl de Educção Tecnológic Celso Suckow d Fonsec CEFET- RJ 1 Autor: Crlos Otávio Schocir Mendes O objetivo desse trblho é fornecer subsídios pr implntção no no CEFET- RJ.

Leia mais

B R : A B qualquer subconjunto do produto

B R : A B qualquer subconjunto do produto CADERNO DE MATEMÁTICA NOVO ENEM (IV) Conhecimentos lgébricos: gráficos e funções; funções lgébrics do.º e do.º grus, polinomiis, rcionis, eponenciis e logrítmics; equções e inequções ; relções no ciclo

Leia mais

A técnica de controle proposta fundamenta-se

A técnica de controle proposta fundamenta-se rtigo Metodologi pr o controle de qulidde dos estquementos tipo hélice contínu rotin SCCAP A técnic de controle propost fundment-se no utocontrole d execução dos elementos de fundção prtir d medição utomtizd

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO - UEMA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PPG COODERNAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO - CPG EDITAL Nº17/2014 PPG/CPG/UEMA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO - UEMA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PPG COODERNAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO - CPG EDITAL Nº17/2014 PPG/CPG/UEMA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO - UEMA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PPG COODERNAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO - CPG EDITAL Nº17/2014 PPG/CPG/UEMA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

Leia mais

VARIABILIDADE DA CONDUTÂNCIA ESTOMÁTICA EM ECOSSISTEMA DE MANGUEZAL AMAZÔNICO E SUAS RELAÇÕES COM VARIÁVEIS METEOROLÓGICAS.

VARIABILIDADE DA CONDUTÂNCIA ESTOMÁTICA EM ECOSSISTEMA DE MANGUEZAL AMAZÔNICO E SUAS RELAÇÕES COM VARIÁVEIS METEOROLÓGICAS. VARIABILIDADE DA CONDUTÂNCIA ESTOMÁTICA EM ECOSSISTEMA DE MANGUEZAL AMAZÔNICO E SUAS RELAÇÕES COM VARIÁVEIS METEOROLÓGICAS. Hernni José Brzão Rodrigues 1 ; João Btist Mirnd Ribeiro 2 ; José Dnilo Souz

Leia mais

Educação integral/educação integrada e(m) tempo integral: concepções e práticas na educação brasileira

Educação integral/educação integrada e(m) tempo integral: concepções e práticas na educação brasileira Educção integrl/educção integrd e(m) tempo integrl: concepções e prátics n educção brsileir Mpemento ds experiêncis de jornd escolr mplid no Brsil UFPR UNB UNIRIO UFRJ UERJ UFMG ULBRA Educção integrl/educção

Leia mais

DINÂMICA DE AMÔNIO E NITRATO NO SOLO EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS SOB CULTIVO DE DENDEZEIRO NA AMAZÔNIA ORIENTAL

DINÂMICA DE AMÔNIO E NITRATO NO SOLO EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS SOB CULTIVO DE DENDEZEIRO NA AMAZÔNIA ORIENTAL DINÂMICA DE AMÔNIO E NITRATO NO SOLO EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS SOB CULTIVO DE DENDEZEIRO NA AMAZÔNIA ORIENTAL Izbel Penh de Oliveir Sntos 1, Steel Silv Vsconcelos 2, Osvldo Ryohei Kto 2, Crlos José Cpel

Leia mais

Idosos com e sem plano de saúde e características socioepidemiológicas associadas

Idosos com e sem plano de saúde e características socioepidemiológicas associadas Rev Súde Púlic 2012;46(6):1030-8 Artigos Originis Elizeth S. C. Hernndes I Mri Lúci Lerão II Yed A. O. Durte III Jir L. Ferreir Sntos IV Idosos com e sem plno de súde e crcterístics socioepidemiológics

Leia mais

O Presidente da Federação Mineira de Basketball, no uso de suas atribuições estatutárias, RESOLVE:

O Presidente da Federação Mineira de Basketball, no uso de suas atribuições estatutárias, RESOLVE: NOTA OFICIAL Nº 079.2014 O Presidente d Federção Mineir de Bsketbll, no uso de sus tribuições esttutáris, RESOLVE: DA COORDENAÇÃO TÉCNICA 1. Convocr Seleção Mineir Sub 17, Nipe Msculino, pr disput d X

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PROCESSO SELETIVO DE PROVAS E TÍTULOS PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PROFESSOR DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EDITAL N 004/2012 UNEMAT A, no uso de sus tribuições legis e em cumprimento ds norms prevists no rtigo

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA IMPRESSÃO e PRODUÇÃO DE MATERIAL INSTITUCIONAL

TERMO DE REFERÊNCIA IMPRESSÃO e PRODUÇÃO DE MATERIAL INSTITUCIONAL PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DA CASA CIVIL CDURP COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO URBANO DA REGIÃO DO PORTO DO RIO DE JANEIRO TERMO DE REFERÊNCIA IMPRESSÃO e PRODUÇÃO DE MATERIAL

Leia mais

PROJETO DE CONSTRUÇÃO DE FOSSA BIODISGESTORA

PROJETO DE CONSTRUÇÃO DE FOSSA BIODISGESTORA PROJETO DE CONSTRUÇÃO DE FOSSA BIODISGESTORA Acdêmicos: Adenilton Sntos Moreir 123 RESUMO Este rtigo present um projeto de foss biodigestor, que será executdo pelo utor do mesmo, su principl finlidde é

Leia mais

SPERMOVA (2011) 1(1): 14-25 ESTRATEGIAS DEL USO EFICIENTE DE SEMEN SEXADO EN BOVINOS

SPERMOVA (2011) 1(1): 14-25 ESTRATEGIAS DEL USO EFICIENTE DE SEMEN SEXADO EN BOVINOS Spermov SPERMOVA (11) 1(1): 14-25 ESTRATEGIAS DEL USO EFICIENTE DE SEMEN SEXADO EN BOVINOS P.S. Bruselli, M.F. Sá Filho, J.N.S. Sles, G.A. Crepldi, A.H. Souz, C.M. Mrtins, R. V. Sl, K.A.L. Neves Deprtmento

Leia mais

Evolução da Teoria do Investimento e Análise Empírica para o Brasil

Evolução da Teoria do Investimento e Análise Empírica para o Brasil Evolução d Teori do Investimento e Análise Empíric pr o Brsil Jon Durte Ouro Alves* Vivine Luporini** Resumo O presente estudo identific os determinntes do investimento privdo no Brsil pr o período compreendido

Leia mais

CARVÃO PIROGÊNICO COMO CONDICIONANTE PARA SUBSTRATO DE MUDAS DE

CARVÃO PIROGÊNICO COMO CONDICIONANTE PARA SUBSTRATO DE MUDAS DE Ciênci Florestl, Snt Mri, v. 21, n. 4, p. 811-821, out.-dez., 2011 ISSN 0103-9954 CARVÃO PIROGÊNICO COMO CONDICIONANTE PARA SUBSTRATO DE MUDAS DE Tchigli vulgris L.G. Silv & H.C. Lim 811 CHARCOAL AS AMENDMENT

Leia mais

COBERTURAS. Ficha Técnica 01. Nomenclatura. Tipos

COBERTURAS. Ficha Técnica 01. Nomenclatura. Tipos Fich Técnic 01 COBERTURAS Nomencltur 1 Pendente 2 Cumeeir 3 Rincão 4 Tcniç 5 Lró 6 Bordo lterl de empen 7 Alpendre 8 Beir 8b Beirdo 9 Empen 10 Linh de máxim pendente Tipos Telhdo de um águ Telhdo de qutro

Leia mais

ALICATES. Furo do rebite calibrado permite perfeito. sua vida útil. com alicates padrões.

ALICATES. Furo do rebite calibrado permite perfeito. sua vida útil. com alicates padrões. AICAES Mior Vid Útil do Corte Design do corte perfeiçodo e trtdo termicmente pr mior vid útil do licte. Cbo Ergonômico Cbo ntidesliznte fbricdo em duplo mteril pr mior conforto. Mior Durbilidde Fbricdo

Leia mais

AVALIAÇÃO DE FITOTOXICIDADE DE HERBICIDAS AO CEDRO AUSTRALIANO

AVALIAÇÃO DE FITOTOXICIDADE DE HERBICIDAS AO CEDRO AUSTRALIANO Bmuí/MG - 2008 AVALIAÇÃO DE FITOTOXICIDADE DE HERBICIDAS AO CEDRO AUSTRALIANO Josimr Rodrigues OLIVEIRA (1)*; Neimr de Freits DUARTE (2); Plínio de Oliveir FASSIO (3) (1) Grdundo em Agronomi e olsist do

Leia mais

Capítulo 1 Introdução à Física

Capítulo 1 Introdução à Física Vetor Pré Vestiulr Comunitário Físic 1 Cpítulo 1 Introdução à Físic Antes de começrem com os conceitos práticos d Físic, é imprescindível pr os lunos de Pré-Vestiulr estrem certificdos de que dominm os

Leia mais

Revestimentos com alto desempenho para indústria de petróleo e gás. Desempenho excepcional, excelente serviço ao cliente

Revestimentos com alto desempenho para indústria de petróleo e gás. Desempenho excepcional, excelente serviço ao cliente Petróleo e Gás Revestimentos com lto desempenho pr indústri de petróleo e gás Desempenho excepcionl, excelente serviço o cliente Representndo Revestimentos de polietileno Revestimentos de polipropileno

Leia mais

Exame Nacional de 2006 1. a chamada

Exame Nacional de 2006 1. a chamada 1. Muitos os estuntes que usm mochils trnsportm irimente peso mis pr su ie. 1.1. Pr evitr lesões n colun verterl, o peso e um mochil e o o mteril que se trnsport entro el não evem ultrpssr 10% o peso o

Leia mais

PROVA DE MATEMÁTICA DA FUVEST VESTIBULAR 2010 1 a Fase. RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia.

PROVA DE MATEMÁTICA DA FUVEST VESTIBULAR 2010 1 a Fase. RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia. PROVA DE MATEMÁTICA DA FUVET VETIBULAR 00 Fse Prof. Mri Antôni Gouvei. Q-7 Um utomóvel, modelo flex, consome litros de gsolin pr percorrer 7km. Qundo se opt pelo uso do álcool, o utomóvel consome 7 litros

Leia mais

Fernanda da Costa Diniz Nogueira Belo Horizonte, junho de 2007.

Fernanda da Costa Diniz Nogueira Belo Horizonte, junho de 2007. Un i ve r si d d e F e de r l d e M in s G e r i s Institu to de C iê nc i s E t s Dep r t me n t o d e M t e m á t ic E n sin o M éd io e Un iver sit ár io: d ifer ent es bor d gen s n con st r ução d

Leia mais

Estudo do processo de extração de papaína a partir do látex do fruto de mamão (Carica papaya L.) cv. Maradol

Estudo do processo de extração de papaína a partir do látex do fruto de mamão (Carica papaya L.) cv. Maradol Estudo do processo de extrção de ppín prtir do látex do fruto de mmão (Cric ppy L.) cv. Mrdol Study of the extrction process of ppin from the ltex of the fruit of ppy (Cric ppy L.) cv. Mrdol Mrgrit M.

Leia mais

TEXTURA E COMPORTAMENTO MECÂNICO DE AÇOS IF ESTABILIZADOS AO Ti E Nb-Ti

TEXTURA E COMPORTAMENTO MECÂNICO DE AÇOS IF ESTABILIZADOS AO Ti E Nb-Ti http://dx.doi.org/10.4322/tmm.2012.044 TEXTURA E COMPORTAMENTO MECÂNICO DE AÇOS IF ESTABILIZADOS AO Ti E N-Ti Fio Moreir d Silv Dis 1 Fino Augusto Vllim Fonsec 2 Christien Guisrd Huegen 3 Jefferson Fricio

Leia mais

Característica de Regulação do Gerador de Corrente Contínua com Excitação em Derivação

Característica de Regulação do Gerador de Corrente Contínua com Excitação em Derivação Experiênci I Crcterístic de egulção do Gerdor de Corrente Contínu com Excitção em Derivção 1. Introdução Neste ensio máquin de corrente contínu ANEL trblhrá como gerdor utoexcitdo, não sendo mis necessári

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7011 ELETRICIDADE BÁSICA TURMA: 141A

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7011 ELETRICIDADE BÁSICA TURMA: 141A UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7011 ELETRICIDADE BÁSICA TURMA: 141A EQUIVALENTES DE THÉVENIN E NORTON E MÉTODOS DIRETO E INDIRETO DE MEDIR UMA RESISTÊNCIA

Leia mais

Ilha Solteira, 17 de janeiro de 2013. OFICIO OSISA 05/2013

Ilha Solteira, 17 de janeiro de 2013. OFICIO OSISA 05/2013 Nossos prceiros Pel trnsprênci e qulidde d plicção dos recursos públicos Ilh Solteir, 17 de jneiro de 2013. OFICIO OSISA 05/2013 Ao Exmo. Sr. Alberto dos Sntos Júnior Presidente d Câmr Municipl de Ilh

Leia mais

FUNC ~ OES REAIS DE VARI AVEL REAL

FUNC ~ OES REAIS DE VARI AVEL REAL FUNC ~ OES REAIS DE VARI AVEL REAL Clculo Integrl AMI ESTSetubl-DMAT 15 de Dezembro de 2012 AMI (ESTSetubl-DMAT) LIC ~AO 18 15 de Dezembro de 2012 1 / 14 Integrl de Riemnn Denic~o: Sej [, b] um intervlo

Leia mais

DECRETO Nº 27631. de 22 de abril de 2010.

DECRETO Nº 27631. de 22 de abril de 2010. DECRETO Nº 27631 de 22 de bril de 2010. Regulment Períci Médic e Ocupcionl dos servidores municipis d Prefeitur de Gurulhos. SEBASTIÃO DE ALMEIDA, PREFEITO DA CIDADE DE GUARULHOS, no uso de sus tribuições

Leia mais

Ligia Ma r i a Piassi, 1 Ca r i n e Da h l Co r c i n i, 2 An d r e a Pa n z a r d i, 3 RESUMO

Ligia Ma r i a Piassi, 1 Ca r i n e Da h l Co r c i n i, 2 An d r e a Pa n z a r d i, 3 RESUMO Efeito de crioprotetores impermeáveis sore viilidde in vitro de espermtozoides... 1161 EFEITO DE CRIOPROTETORES IMPERMEÁVEIS SOBRE A VIABILIDADE IN VITRO DE ESPERMATOZOIDES CONGELADOS DE CAMUNDONGOS (Mus

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Presidente d Repúblic Luiz Inácio Lul d Silv Ministro do Plnejmento, Orçmento e Gestão Pulo Bernrdo Silv INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Presidente Edurdo Pereir Nunes Diretor-Executivo

Leia mais

FUNÇÃO EXPONENCIAL. a 1 para todo a não nulo. a. a. a a. a 1. Chamamos de Função Exponencial a função definida por: f( x) 3 x. f( x) 1 1. 1 f 2.

FUNÇÃO EXPONENCIAL. a 1 para todo a não nulo. a. a. a a. a 1. Chamamos de Função Exponencial a função definida por: f( x) 3 x. f( x) 1 1. 1 f 2. 49 FUNÇÃO EXPONENCIAL Professor Lur. Potêcis e sus proprieddes Cosidere os úmeros ( 0, ), mr, N e, y, br Defiição: vezes por......, ( ), ou sej, potêci é igul o úmero multiplicdo Proprieddes 0 pr todo

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO LOGÍSTICO DA CADEIA BRASILEIRA DE SUPRIMENTOS DE REFRIGERANTES

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO LOGÍSTICO DA CADEIA BRASILEIRA DE SUPRIMENTOS DE REFRIGERANTES AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO LOGÍSTICO DA CADEIA BRASILEIRA DE SUPRIMENTOS DE REFRIGERANTES Smuel Vieir Conceição Ronn Torres Quintão Deprtmento de Engenhri de Produção, Universidde Federl de Mins Geris, Avenid

Leia mais

FÍSICA. d B. (km) = 3,0. 10 5. 64,8. 10 3. = 194,4. 10 2 km

FÍSICA. d B. (km) = 3,0. 10 5. 64,8. 10 3. = 194,4. 10 2 km FÍSICA 1 O Sistem GPS (Globl Positioning System) permite loclizr um receptor especil, em qulquer lugr d Terr, por meio de sinis emitidos por stélites. Num situção prticulr, dois stélites, A e B, estão

Leia mais

PEST MANAGEMENT. Embrapa Soja, CP 231, 86001-970 Londrina, PR, Brasil. Edited by André L Lourenção IAC. Neotropical Entomology 39(6):996-1001 (2010)

PEST MANAGEMENT. Embrapa Soja, CP 231, 86001-970 Londrina, PR, Brasil. Edited by André L Lourenção IAC. Neotropical Entomology 39(6):996-1001 (2010) 996 Novemer - Decemer 2010 PEST MANAGEMENT Oviposição, Desenvolvimento e Reprodução de Spodopter frugiperd (J.E. Smith) (Lepidopter: Noctuide) em Diferentes Hospedeiros de Importânci Econômic EDUARDO M

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS MARIANE SANCES FERREIRA. AVALIAÇÃO DE EMPRESAS SEGURADORAS Um estudo de caso da SulAmérica S.A.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS MARIANE SANCES FERREIRA. AVALIAÇÃO DE EMPRESAS SEGURADORAS Um estudo de caso da SulAmérica S.A. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS MARIANE SANCES FERREIRA AVALIAÇÃO DE EMPRESAS SEGURADORAS Um estudo de cso d SulAméric S.A. Vrginh/MG 2014 MARIANE SANCES FERREIRA AVALIAÇÃO DE EMPRESAS SEGURADORAS Um estudo

Leia mais

LICITAÇÕES Abril / 2013

LICITAÇÕES Abril / 2013 LICITAÇÕES Abril / 2013 Nº d At () Objeto (b) Dt de Publicção (c) Nº do Processo (d) Vigênci (e) Item Registrdo (f) Unidde (g) Vlor Unitário (h) Quntidde (i) Vlor Totl do Item (k) Empres / Nome (l) CNPJ/CPF

Leia mais