Teoria Burocrática - Max Weber

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Teoria Burocrática - Max Weber"

Transcrição

1 Disciplina: Fundamentos da Administração Prof. Carlos William de Carvalho Marcos: Teoria Burocrática - Max Weber Max Weber publica uma bibliografia das organizações do início do Séc. XX, intitulada Burocracia, considerando o séc. XX o século das burocracias; O surgimento da burocracia coincidiu também com a evolução do capitalismo, onde algumas características se ressaltam: Economia monetária; Mercado de mão-de-obra (êxodo rural); Aparecimento do Estado Nação centralizado; Divulgação da ética protestante (acumulo de riquezas não é pecado). Surgimento das Burocracias 3 Necessidades das organizações: èordem e exatidão; èreivindicações dos trabalhadores de um tratamento justo e imparcial; èo modelo burocrático de organização surgiu como uma reação contra a crueldade da Revolução Industrial; èrapidamente esta forma de administração burocrática se alastrou pelas organizações humanas (indústrias, prestadoras de serviço, repartições públicas, órgãos governamentais organizações educacionais, militares, religiosas, filantrópicas). 1

2 Organização burocrática 4 -Monocrática (seus dirigentes possuem um poder muito grande e um elevado status social e econômico classe social poderosa) -Sustentada no direito da propriedade privada. Gerencialismo 5 -O filósof o James Bur nham pregou em seu liv ro The M anagerial Revolution (19 41) que nem o capit alismo, nem o soc ialis mo terão lo ng a duração, mais sim o ger encialism o (managerialism), e a nova c lasse dir igent e no mundo serão os administradores. -Rev oluç ão ger enc ial: um a soc iedade dir igida por gerentes, isto é, administradores profissionais. -No fundo ess e pensamento retratauma nova pr eoc u paç ão dentro da teoria administrativa: a visão de uma sociedade composta por organizações. -Max Weber foi o primeiro teór ico a estudar as organiz aç ões, sob um ponto de v ista estruturalista, preoc upando -se com a racionalidade, relação entre os meios e os rec ursos utilizados e os objetiv os a ser em alc ançados pelas organizações burocráticas. Abordagem Estruturalista 6 Teoria da Burocracia Ênfase na estrutura Abordagem Estruturalista Teoria Estruturalista Ênfase na estrutura, nas pessoas e no ambiente

3 Teoria Burocrática 7 Surgiu em 1940, em função dos seguintes aspectos: ua Teor ia Cláss ica e a Te oria das Re laç õe s Hum anas, ambas c ontradit órias, poss uíam uma v isão extrem ista e incompleta dos pro bl em as da organização, gerando a necessidade um enfoque mais amplo e completo. unec ess idade de um modelo de organiz ação racional capaz de int egr ar todas as var iáv eis participantes, bom com o o com portam ent o dos membros env olv idos, e aplicável tanto par a indústr ias com o par a as dem ais organizações; uas or ga niz aç ões tornaram-se mais c om plexas, nec ess itando de modelos mais bem definidos; udes cobert a dos trabalhos de Max Weber (soc iologia da bur ocr acia). Segundo esta teoria, um homem po d e ser pago par a ag ir e se comportar de certa maneir a preestabelecida, a qual lhe dev e ser ex plic ada com ex atidão, muit o minucios am ente e em hip ótes e al gu ma permitindo que suas em oç ões interfiram no seu desempenho. Origens da burocracia 8 Dife rent em ente de outras teo rias que surg em a partir do avanço da tecnologia de produ ção, mudança s nas relações de prop riedad e (acu mulo de capital burgu esia), a teoria buro crática surg e a partir de um no vo conjunto de no rmas so ciais e morais, às quais denominou ética protestante. Weber não considerou a bu rocracia como u m sist ema social, mas principalmente como umtipo de poder. Para isso estudou os tipos de sociedade e tipos de autoridade. Tipos de Sociedade 9 -Sociedade tradicional: características patriarcais e patrimonialistas (família, clã, sociedade medieval, etc.); -Sociedade carismática: onde predominam características místicas, arbitrária e personalísticas (grupos revolucionários partidos políticos, nações em revolução); -Sociedade legal, racional ou burocrática: onde pedrominam normas impessoais e racionalidade na escolha dos meios e dos fins (grandes empresas, estados modernos, exército). 3

4 Características da autoridade 10 -Para cada tipo de sociedade corresponde um tipo de autoridade; -Autoridade é: probabilidade de um comando ou ordem específica seja obedecido; -Autoridade significa poder institucionalizado e oficializado. -O poder é a possibilidade de imposição de arbítrio por parte de uma pessoa sobre conduta das outras; -A autoridade proporciona poder, contudo a recíproca nem sempreé verdadeira, pois te poder nem sempre significa ter autoridade. -A aceitação do poder é chamada de legitimidade, da mesma forma a autoridade é legítima quando ela é aceita; -A autoridade proporciona poder e o poder a dominação; -A dominação requer um aparato administrativo, principalmente quando exercida sobr e um grande número de pessoas e um vasto território, necessita de um ponto de ligação (pessoal administrativo) entre o governo e os governados. Tipos de autoridade 11 Autoridade tradicional: não é racional, pode ser trans mitido por herança e é extremamente conservador. Aparatoadministrativo: - Forma patrimonial: os funcionários que preservam a dominação tradicional são os servidores pessoais do senhor parentes, fav oritos, empregados, etc. e são geralmente dependentes economicamente dele. - Forma feudal: possui maior autonomia administrativa em relação ao gestor, em funç ão do juramento e comportamento de fidelidade. Autoridade Carismática: u m poder carismático,sem base racional é instável e facilmente adquire características revolucionárias não pode ser delegado, nem recebido em herança, como o tradic ional - a au toridade é baseada na devoção afetiva e pessoal e no arrebatamento emocional dos seguidores emrelação à sua pessoa. Aparatoadministrativo: Selecionado por critérios de devoção, autenticidade e confiança do líder, e não de qualificação profissional,portanto extremamente instável, pois se o l íder não confia mais em um elemento do seu aparato ele é troc ado imediatamente. Tipos de autoridade 1 Autoridade burocrática, racional: autoridade técnica, meritocrática e administrada o comando é feito a partir de regras e leis e o líder éescolhido, a obediência é mais às regras e leis do particularmente às pessoas. Aparato administrativo: Definido por regras impessoais e escritas, que delineiam a forma racional da hierarquia. 4

5 Tipos de sociedade Tradicional Carismática Legal, racional ou burocrática Características Patriarcal e patrimonialista Conservadorismo Personalista, mística e arbitrária. Revolucionária Racionalidade dos meios e dos objetivos Resumo geral das autoridades Exemplos Clã, tribo, família, sociedade medieval Grupos revolucionários, partidos políticos, nações em revolução Estados modernos, grandes empresas, exércitos Tipos de autor idade Tradicional Carismática Legal, racional ou burocrática Características Legitim ação Não é racional. Poder herdado ou Tradição, hábitos, usos delegado. Baseada e costumes. no ^senhor^ Não é racional, nem herdada, nem delegável. Baseada no ^carisma^ Legal, racional, impessoal, formal Meritocrática Característica s pessoas (heroísmo, magia, poder mental) carismáticas do líder Justiça da lei. Promulgação e regulamentaç ão de normas legais previamente definidas Aparato adm inistr ativo Forma patrimonial e forma feudal.] 13 Inconstante e instável. Escolhido conforme lealdade e devoção ao líder e não por qualificações técnicas.] Burocracia Características da burocracia (Max Weber) Caráter legal das norma e regulamentos;. Caráter formal das comunicações; 3. Caráter racional e divisão do trabalho; 4. Impessoalidade nas relações; 5. Hierarquia de autoridade; 6. Rotinas e procedimentos estandardizados (padronizados); 7. Competência técnica e meritocracia; 8. Especialização da administração que é separada da propriedade; 9. Profissionalização dos participantes; 10. Completa previsibilidade do funcionamento. Características da burocracia 15 A burocracia é baseada em: 1. Caráter legas das normas. Caráter formal das comunicações 3. Divisão do trabalho 4. Impessoalidade no relacionamento 5. Hierarquização da autoridade 6. Rotinas e procedimentos 7. Competência técnica e mérito 8. Especialização da administração 9. Profissionalização 10. Previsibilidade do funcionamento Conseqüências previstas: Previsibilidade do comportament o humano. Padronização do Desempenho dos participantes. Objetivo: Máxima eficiência da organização. 5

6 Vantagens da burocracia Racionalidade em relação ao alcance dos objetivos da organização.. Precisão na definição do cargo e na operação,pelo conhecimento exato dos deveres. 3. Rapidez nas decisões,pois cada umconhece o que deve se feito e por quem e as ordens e papéis tramitam através de canais preestabelecidos. 4. Univocidade de interpretação garantida pela regulamentação específica e escrita. Por outr lado, a informação é discreta,pois é fornec ida apenas a quemdeve recebê-la. 5. Uniformidade de rotinas e procedimentos que fav orec e a padronização,redução de custos de erros,pois os procedimentos são definidos por escrito. 6. Continuidade da organização através da substituição do pessoal que é afastado.alémdisso os critérios de seleç ão e escolha do pessoal baseiam-se na capac idade e na competênci téc nic a. 7. Reduçãode atritos entre as pessoas,pois cada func ionário conhece aquilo que é exigido del e quais são os limites entre sua responsabilidades e as dos outros. Vantagens da burocracia Constância, pois os mesmos tipos de decisão devem ser tomados nas mesma circunstâncias. 9. Subordinação dos mais novos aos mais antigos, dentro de uma forma estrita d bom conhecimento, de modo que o superior possa tomar decisões que afetem nível mais baixo. 10. Confiabilidade, pois o negócio é conduzido de acordo com as regras conhecidas sendo que grande númer o de casos similares são metodicamente tratados dentro d mesmas maneira sistemática. As decisões são previsíveis e o processo decisório por ser despersonalizado no sentido de excluir sentimentos irracionais, como amor, raiva, preferenciais pessoas, elimina a discriminação pessoal. 11. Benefícios sob o prisma das pessoas na organização, pois a hierarquia formalizada, o trabalho é dividido entre as pessoas de maneira ordenad a, a pessoas são treinamentos para se tornarem especialistas no assunto. Racionalidade burocrática 18 No sentido weberiano racionalidade significa: adequação dos meios aos fins. Uma or ganizaç ão é mais r acional se os meios mais efic ie ntes são escolhidos para a implementação das metas. Quando cita-se a palavr a meta signific a as metas coletiv as da or ga niz aç ão e não as dos seus membros individuais. Tod av ia o fato de um a or ga niz aç ão ser racional nem sempre implica qu e os seus membr os ajam de for ma racional, e sim apr oximando de engrenagens de uma máquina qu e funcionam sem conhecer o signific ado e pr opósit o do seu comportamento. 6

7 Dilemas da burocracia Existem pressões externas para desencorajar o burocrata a seguir outras normas diferentes das da organização e;. Compromisso dos subordinados com as regras burocráticas tende a se enfraquecer gradativamente. Disfunções da burocracia 0 1. Internalização das regras e exagerado apego aos regulamentos;. Excesso de formalismo e de papelório; 3. Resistência a mudanças; 4. Despersonalizaç ão do relacionament o; 5. Categorização como base do processo decisorial; 6. Superconformidade às rotinas e procedimentos; 7. Exibição de sinais de autoridade; 8. Dificuldade no atendimento a clientes e conflitos com o público. Os graus de burocratização 1 Escassez de Burocratização Excesso de Burocratização Falta de especialização, bagunça, confusão Falta de autoridade Divisão do Trabalho Hierarquia Superespecializaç ão, responsabilidad e Autoridade, autocracia e imposição Liberdade excessiva Regras e Regulamentos Ordem e disciplina Ausência de documentos, Informalidade Formalização das Comunicações Excesso de papelório, formalismo Ênfase nas pessoas Impessoalidade Ênfase nos cargos Apadrinhament o Seleção e Promoção Pessoal do Excesso de exigências Desordem Eficiência Rigidez 7

8 Apreciação crítica 1. Excesso de racionalismo da burocracia;. Mecanicismo e as limitações da teoria da máquina; 3. Conservadorismo da burocracia; 4. Abordagem de sistema fechado; 5. Abordagem descritiva e explicativa; 6. Críticas multivariadas à burocracia (embora reconhecer a or ganização informal não a inclui no seu tipo ideal de burocracia, exageradas dimensões de autoridade conflito interno na organizaç ão é considerado algo indesejado, o conceito de objetivos apresenta diversas falhas); 7. Posição da teoria da burocracia dentro da teoria das organizações (considerado 3 pilar da teoria tradicional da organização) O modelo burocrático de Weber 3 SISTEMA SOCIAL RACIONAL Burocracia EXIGÊNCIA DE CONTROLE CONSEQÜÊNCIAS PREVISTAS: Previsibilidade do comportamento CONSEQÜÊNCIAS IMPREVISTAS: Disfunções da burocracia MAIOR EFICIÊNCIA INEFICIÊNCIA O modelo burocrático de Merton 4 Exigência de controle por parte da organização 1 Ênfase na previsibilidade do comportamento Justificativa da ação individual 3 Rigidez de 4 Sentimento de comportamento e defesa da ação defesa mútua na organização individual 6 Grau de dificuldade com os clientes 5 Conseqüências previstas (características) Conseqüências não-previstas (disfunções) 8

9 O modelo burocrático de Selznick 5 Exigência de controle Delegação de autoridade 1 Grau de 8 treinamento em assuntos especializados Estabelecimento de sub-objetivos das sub-unidades 3 Internalização de 4 Sub-objetivos pelos participantes Conseqüências previstas Conseqüências não-previstas Teor das Decisões 5 Internalização dos 6 Operacionalidad e objetivos da organização pelos participantes dos objetivos da organização 7 O modelo burocrático de Gouldner 6 Exigência de controle 1 Adoção de diretivas gerais e impessoais Conhecimento 5 dos padrões mínimos aceitáveis Visibilidade das relações de poder 3 Nível de tensão interpessoal 4 Direção entre os 6 objetivos da organização e sua realização Rigor na supervisão 7 Resultados intencionais Resultados não-intencionais 9

6. Modelo Burocrático

6. Modelo Burocrático 6. Modelo Burocrático Conteúdo 1. Burocracia 2. Teoria da Burocracia 3. Tipos de Sociedade 4. Tipos de Autoridade 5. Características da Burocracia segundo Weber 6. Disfunções da Burocracia 7. Modelo Geral

Leia mais

Etimologia bureau (francês) + krátias (grego); governo dos técnicost

Etimologia bureau (francês) + krátias (grego); governo dos técnicost BUROCRACIA é a organização eficiente por excelência MAX WEBER Etimologia bureau (francês) + krátias (grego); governo dos técnicost (Robert K. Merton; Philip Selznick) 1864-1920 objectivos Descrever as

Leia mais

TGA TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO

TGA TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO FUPAC - FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS FACULDADE UNIPAC DE CIÊNCIAS JURÍDICAS, C. SOCIAS, LETRAS E SAÚDE DE UBERLÂNDIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINSTRAÇÃO TGA TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO Profº Cláudio

Leia mais

Origens da Teoria da Burocracia. Autor: Ader Fernando Alves de Pádua

Origens da Teoria da Burocracia. Autor: Ader Fernando Alves de Pádua Origens da Teoria da Burocracia Autor: Ader Fernando Alves de Pádua 1 INTRODUÇÃO A Burocracia é a necessidade que as organizações tem, para alcançar os objetivos estabelecidos, de maneira rápida e eficaz,

Leia mais

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 Estratégico III Seminário de Planejamento Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 G es tão Em pre sa rial O rie nta ção pa ra om erc ado Ino vaç ão et

Leia mais

AÇÃO SOCIAL. Exemplo de AÇÃO SOCIAL 25/3/2011 A MAX WEBER. Vida e Obra de Max Weber. Max Weber (Contexto) Maximillian Carl Emil Weber (1864-1920)

AÇÃO SOCIAL. Exemplo de AÇÃO SOCIAL 25/3/2011 A MAX WEBER. Vida e Obra de Max Weber. Max Weber (Contexto) Maximillian Carl Emil Weber (1864-1920) A MAX WEBER Vida e Obra de Maximillian Carl Emil Weber (1864-1920) Erfurt/Alemanha (Contexto) 1830: Alemanha - país mais atrasado da Europa Origem burguesa, origem protestante e religiosa, família de comerciantes

Leia mais

Est udo da veloc idade das reaç ões quím ic as e dos fat ores que nela influem. Prof. Mat eus Andrade

Est udo da veloc idade das reaç ões quím ic as e dos fat ores que nela influem. Prof. Mat eus Andrade Est udo da veloc idade das reaç ões quím ic as e dos fat ores que nela influem. CLASSIFICAÇÃO DAS REAÇÕES CINÉTICAS I - Quant o à veloc idade Rápidas: neut ralizaç ões em m eio aquoso, c om bust ões,...

Leia mais

Proposta de Revisão Metodológica

Proposta de Revisão Metodológica Proposta de Revisão Metodológica Gestão do Desempenho Dezembro de 20 DIDE/SVDC Propostas para 202 Nova sist em át ic a de pac t uaç ão e avaliaç ão de m et as set oriais e de equipe; Avaliaç ão de De s

Leia mais

1. A cessan do o S I G P R H

1. A cessan do o S I G P R H 1. A cessan do o S I G P R H A c esse o en de reç o w w w.si3.ufc.br e selec i o ne a o p ç ã o S I G P R H (Siste m a I n te g ra d o de P la ne ja m e n t o, G estã o e R e c u rs os H u m a n os). Se

Leia mais

Aula 8: Modelos clássicos da análise e compreensão da sociedade e das instituições sociais e políticas: A Sociologia de Max Weber (I).

Aula 8: Modelos clássicos da análise e compreensão da sociedade e das instituições sociais e políticas: A Sociologia de Max Weber (I). Aula 8: Modelos clássicos da análise e compreensão da sociedade e das instituições sociais e políticas: A Sociologia de Max Weber (I). CCJ0001 - Fundamentos das Ciências Sociais Profa. Ivana Schnitman

Leia mais

Unidade II FUNDAMENTOS DA. Prof. Me. Livaldo dos Santos

Unidade II FUNDAMENTOS DA. Prof. Me. Livaldo dos Santos Unidade II FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Me. Livaldo dos Santos Objetivos da unidade Abordar, caracterizar e apresentar os princípios das Teorias Teoria Científica (1903) Teoria Clássica (1916) Teoria

Leia mais

Max Weber. Sociologia Compreensiva

Max Weber. Sociologia Compreensiva Max Weber Sociologia Compreensiva Índice Max Weber: Vida e obra Uma teia de sentidos Desencantamento do mundo e racionalização Tipos puros 1. O conceito de ação social 1.1 Ação racional com relação a objetivos

Leia mais

DIREITO = símbolo da consciência coletiva = função de solidariedade. Émile Durkheim. DIREITO = instrumento de poder = superestrutura Função ideológica

DIREITO = símbolo da consciência coletiva = função de solidariedade. Émile Durkheim. DIREITO = instrumento de poder = superestrutura Função ideológica DIREITO = símbolo da consciência coletiva = função de solidariedade Émile Durkheim Fato social Consciência coletiva Solidariedade Simbólico direito Anomia norma/crime Karl Marx Potencial humano consciência

Leia mais

SOFT WA RE DE GEST Ã O

SOFT WA RE DE GEST Ã O SOFTWARE DE GESTÃO Ambiente Computacional VISÃO GERAL DESCRIÇÃO QTD. TOTAL LINKS 596 SISTEMAS 131 MÁQUINAS EM REDE 4560 USUÁRIOS 6525 TÉCNICOS 324 CENTRAL DE ATENDIMENTO 48 COLABORADORES QTD. ATENDIMENTOS

Leia mais

ORDEM DE SERVIÇO Nº 016/11.

ORDEM DE SERVIÇO Nº 016/11. ORDEM DE SERVIÇO Nº 016/11. Porto Alegre, 6 de julho de 2011. AOS SENHORES SECRETÁRIOS MUNI- CIPAIS, PROCURADO R-GER AL DO MU- NICÍPIO, D IRETORES-GERAIS DE AU- TARQUIAS, COORDENADORES-GERAIS DE G ABIN

Leia mais

TEORIA ESTRUTURALISTA

TEORIA ESTRUTURALISTA TEORIA ESTRUTURALISTA 1. Origens 2. Idéias Centrais 3. Contribuições à Teoria Estruturalista 4. Críticas à Teoria Estruturalista 1. Origens Alguns autores identificaram a corrente, que foi denominada corrente

Leia mais

Pr of. Mat eus Andr ade

Pr of. Mat eus Andr ade OLUÇÕ são m ist uras hom ogêneas de duas ou m ais subst ânc ias. OLUÇÕ OLUÇÃO = OLUO + OLV m enor proporç ão em geral H 2 O x em plos: aç úc ar em água, ar, ligas m et álic as,... om o se form a um a soluç

Leia mais

P ro f. Ma te u s An d ra d e

P ro f. Ma te u s An d ra d e Um efeit o c oligat ivo é um a m odific aç ão em c ert as propriedades de um solvent e quando nele adic ionados um solut o não-volát il, a qual só depende do núm ero de part íc ulas (m oléc ulas ou íons)

Leia mais

SISTEMA MODULAR DE FOLHA DE PAGAMENTO

SISTEMA MODULAR DE FOLHA DE PAGAMENTO SISTEMA MODULAR DE FOLHA DE PAGAMENTO TERMO DE ABERTURA DO PROJETO... 5 P A R T I C I P A N T E S... 5 I D E N T I F I C A Ç Ã O D O P R O J E T O... 5 Nome e Sigla do Projeto... 5 Cliente e Representante...

Leia mais

O Estado moderno: da gestão patrimonialista à gestão democrática

O Estado moderno: da gestão patrimonialista à gestão democrática O Estado moderno: da gestão patrimonialista à gestão democrática Neusa Chaves Batista 1 1. Introdução O modelo de gestão para a escola pública requerido na atualidade encontra-se expresso no ordenamento

Leia mais

EVOLUÇÃO DA TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO

EVOLUÇÃO DA TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

Faculdade Arquidiocesana de Curvelo Departamento de Administração Curso de Pós-Graduação. O Treinamento e o Modelo Burocrático de Organização

Faculdade Arquidiocesana de Curvelo Departamento de Administração Curso de Pós-Graduação. O Treinamento e o Modelo Burocrático de Organização Faculdade Arquidiocesana de Curvelo Departamento de Administração Curso de Pós-Graduação O Treinamento e o Modelo Burocrático de Organização Afonso Ferrão Júnior Ana Helena Soares Fernandes José de Anchieta

Leia mais

Ciências Sociais. Objetivos. Max Weber, Alemanha 1864-1920. Visão de mundo e pressupostos metodológicos Max Weber. Prof.

Ciências Sociais. Objetivos. Max Weber, Alemanha 1864-1920. Visão de mundo e pressupostos metodológicos Max Weber. Prof. Ciências Sociais Prof. Paulo Barrera Visão de mundo e pressupostos metodológicos Max Weber Objetivos a) Discutir conceitos básicos da sociologia weberiana, tais como ação social, racionalização, tipos

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

MBA Gerenciamento de Projetos. CULTURA ORGANIZACIONAL Prof. Martius Vicente R. y Rodriguez martiusyrodriguez@gmail.com

MBA Gerenciamento de Projetos. CULTURA ORGANIZACIONAL Prof. Martius Vicente R. y Rodriguez martiusyrodriguez@gmail.com MBA Gerenciamento de Projetos Universidade Federal Fluminense Núcleo de Competitividade, Estratégia e Organização- LabCEO CULTURA ORGANIZACIONAL Prof. Martius Vicente R. y Rodriguez martiusyrodriguez@gmail.com

Leia mais

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e :

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 13 DE JULH DE 2015! Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : Caso vo cê nunca t e nh a pa

Leia mais

MAX WEBER. Prof. Cristhian Lima

MAX WEBER. Prof. Cristhian Lima MAX WEBER Prof. Cristhian Lima Duas Realidades 1 REPÚBLICA FRANCESA 2 DESENVOLVIMENTO CAPITALISTA 3 CIÊNCIAS NATURAIS 4 ÊNFASE NA UNIVERSALIDADE 5 CIÊNCIAS HUMANAS = CIÊNCIAS EXATAS Duas Realidades 1 FRAGMENTAÇÃO

Leia mais

Liderança, gestão de pessoas e do ambiente de trabalho

Liderança, gestão de pessoas e do ambiente de trabalho Glaucia Falcone Fonseca O que é um excelente lugar para se trabalhar? A fim de compreender o fenômeno dos excelentes locais de trabalho, devemos primeiro considerar o que as pessoas falam sobre a experiência

Leia mais

Unidade 3: A Teoria da Ação Social de Max Weber. Professor Igor Assaf Mendes Sociologia Geral - Psicologia

Unidade 3: A Teoria da Ação Social de Max Weber. Professor Igor Assaf Mendes Sociologia Geral - Psicologia Unidade 3: A Teoria da Ação Social de Max Weber Professor Igor Assaf Mendes Sociologia Geral - Psicologia A Teoria de Ação Social de Max Weber 1 Ação Social 2 Forma de dominação Legítimas 3 Desencantamento

Leia mais

Administração e Gerenciamento de Enfermagem

Administração e Gerenciamento de Enfermagem Administração e Gerenciamento de Enfermagem Questão 9 A Enfermagem utiliza o gerenciamento no seu processo de trabalho e vem, ao longo dos anos, buscando meios mais eficazes de adequar modelos administrativos

Leia mais

Mét odo do Valor At ual (VA) ou Valor Pr esent e Líquido (VPL)

Mét odo do Valor At ual (VA) ou Valor Pr esent e Líquido (VPL) Mét odo do Valor At ual () ou Valor r esent e Líquido (VL) O mét odo do Valor At ual () per mit e que conheçamos as nossas necessidades de caixa, ou ganhos de cer t o pr oj et o, em t er mos de dinheir

Leia mais

REVIS TA CONTATO LEITOR GALERIA COLUNAS EDIÇÕES ANTIGAS ASSINATURA. 30/7/2014 Salão de Gramado encerra nesta quinta-feira.

REVIS TA CONTATO LEITOR GALERIA COLUNAS EDIÇÕES ANTIGAS ASSINATURA. 30/7/2014 Salão de Gramado encerra nesta quinta-feira. Q u a, 3 0 d e J u l h o d e 2 0 1 4 search... REVIS TA CONTATO LEITOR GALERIA COLUNAS EDIÇÕES Selecione a Edição ANTIGAS C l i q u e n o l i n k a b a i xo p a r a a c e s s a r a s e d i ç õ e s a n

Leia mais

EIXO 3 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Disciplina: D 3.2 Administração Pública Brasileira (24h) (Aula 1: Patrimonialismo e Formação do Estado Brasileiro)

EIXO 3 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Disciplina: D 3.2 Administração Pública Brasileira (24h) (Aula 1: Patrimonialismo e Formação do Estado Brasileiro) EIXO 3 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Disciplina: D 3.2 Administração Pública Brasileira (24h) (Aula 1: Patrimonialismo e Formação do Estado Brasileiro) Professor: Eduardo Granha Magalhães Gomes 2 a 4 de fevereiro

Leia mais

4. Seu Curso. 4.1 Informações Específicas sobre o Curso. 4.1.1 - Objetivos. 4.1.2 Objetivo geral. 4.1.3 - Objetivos específicos

4. Seu Curso. 4.1 Informações Específicas sobre o Curso. 4.1.1 - Objetivos. 4.1.2 Objetivo geral. 4.1.3 - Objetivos específicos 4. Seu Curso 4.1 Informações Específicas sobre o Curso 4.1.1 - Objetivos A gestão das organizações tem sido influenciada por modificações sociais e econômicas decorrentes da globalização do ambiente dos

Leia mais

Ministério Público Federal Procuradoria da República em Pernambuco

Ministério Público Federal Procuradoria da República em Pernambuco Inquérito Civil Público n. º 1.26.000.000359/2012-67 Promoção de Arquivamento nº 151-2014/MPF/PRPE/AT PROMO ÇÃO Trata-se de inquérito civil público instaurado nesta Procuradoria da República, a partir

Leia mais

ÉTICA GERAL E PROFISSIONAL MÓDULO 7

ÉTICA GERAL E PROFISSIONAL MÓDULO 7 ÉTICA GERAL E PROFISSIONAL MÓDULO 7 Índice 1. Ética empresarial...3 2 1. ÉTICA EMPRESARIAL É neste contexto, e com o objetivo de o mundo empresarial recuperar a confiança, que vai surgindo a ética Empresarial.

Leia mais

A Sociologia Compreensiva. De Max Weber

A Sociologia Compreensiva. De Max Weber A Sociologia Compreensiva De Max Weber Problematização O comportamento social é espontâneo, individual e descolado do passado? Max Weber Maximillian Carl Emil Weber Nasceu em 1864 na cidade de Erfurt (Alemanha),

Leia mais

CULTURA ORGANIZACIONAL

CULTURA ORGANIZACIONAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO - PDG SAÚDE CULTURA ORGANIZACIONAL UM ESTUDO DE CASO NA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA

Leia mais

Comunidade no Orkut: Administração Pública - concursos. Grupo no Yahoo: enviar e-mail para: professor_wagner_rabellosubscribe@yahoogrupos.com.

Comunidade no Orkut: Administração Pública - concursos. Grupo no Yahoo: enviar e-mail para: professor_wagner_rabellosubscribe@yahoogrupos.com. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA _ Prof. Wagner Rabello Jr. Currículo resumido: Wagner Leandro Rabello Junior é pós-graduado em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e bacharel em Biblioteconomia

Leia mais

Teorias da Administração

Teorias da Administração Teorias da Administração Cronologia das teorias da administração 1903 Administração Científica 1903 Teoria Geral da Administração 1909 Teoria da Burocracia 1916 Teoria Clássica da Administração 1932 Teoria

Leia mais

Código de Conduta Ética

Código de Conduta Ética CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA Código de 1. O CÓDIGO 1.1 PRINCÍPIOS ÉTICOS: 1.1.1. Os dirigentes e os empregados da Companhia de Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais PRODEMGE pautam suas ações no

Leia mais

Região Quantidade % Norte 339.270 19,39% Nordeste 1.039.640 59,41% Sudeste 179.511 10,26% Sul 113.678 6,50% Centro-Oeste 77.952 4,45% Total Brasil 1.750.051 100,00% Fundação João Pinheiro, 2007. BENEFICIÁRIOS:

Leia mais

White Paper. Mais produtividade e mobilidade com Exchange Server. O correio eletrônico é uma das ferramentas de

White Paper. Mais produtividade e mobilidade com Exchange Server. O correio eletrônico é uma das ferramentas de White Paper Mais produtividade e mobilidade com Exchange Server Entenda como usar melhor a plataforma de correio eletrônico da Microsoft para ganhar mais eficiência na comunicação da sua empresa O correio

Leia mais

Renata Serafim Bernardi Universidade Federal de São Carlos renataserafim00@gmail.com CNPq

Renata Serafim Bernardi Universidade Federal de São Carlos renataserafim00@gmail.com CNPq PROGRAMA ESCOLA DE GESTORES MEC/UFSCAR : UMA ANÁLISE DO PROVIMENTO DE CARGOS DE DIRETORES E AS PRÁTICAS PATRIMONIALISTAS NOS PÓLOS DE CAMPO LIMPO PAULISTA E OURINHOS Renata Serafim Bernardi Universidade

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO. Fundamentos da Administração

ADMINISTRAÇÃO. Fundamentos da Administração UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE GENÉTICA E BIOQUÍMICA CURSO DE GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA: BACHARELADO ADMINISTRAÇÃO Fundamentos da Fábio Júnio Ferreira Patos de Minas, 26 de novembro de

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM No u s o d a c o mp e t ê n c i a p r e v i s t a al í n e a v ) d o n. º 1 d o ar t i g o 64º d o De c r e t o -Le i n. º 1

Leia mais

Cadastro Territorial Multifinalitário no planejamento e gestão territorial urbana

Cadastro Territorial Multifinalitário no planejamento e gestão territorial urbana Mundo Geo Connect Seminário Geotecnologia na Gestão Municipal Sessão Desafios para as Prefeituras: o CTM como instrumento de política fiscal e urbana São Paulo, 16 de junho de 2011 Cadastro Territorial

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA. transparência integridade. seriedade. honestidade. cooperação. informação comunicação. ética

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA. transparência integridade. seriedade. honestidade. cooperação. informação comunicação. ética seriedade cooperação ética CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA transparência integridade honestidade informação comunicação Índice 1. Âmbito de aplicação 2. Princípios Fundamentais 3. Normas gerais de conduta 4.

Leia mais

Cursos de Gestão Tecnológica Disciplina: Teoria das Organizações

Cursos de Gestão Tecnológica Disciplina: Teoria das Organizações Função Organização Aspectos Administrativos Objetivos Dividir o trabalho Designar as atividades e especialização Administração Desempenho Organizacional Planejar Agrupar as Organizar atividades em órgãos

Leia mais

Fabiano Leoni. William Corbo

Fabiano Leoni. William Corbo Fabiano Leoni William Corbo O CURSO Este é um curso pensado especialmente para líderes inquietos e cheios de vontade de mergulhar fundo em PESSOAS. O curso Cultura & Encantamento pretende fornecer importantes

Leia mais

10 motivos para investir e se apaixonar

10 motivos para investir e se apaixonar 10 motivos para investir e se apaixonar CONHEçA UM POUCO MAIS SObRE A CIDADE que NãO PARA DE CRESCER E que TEM TUDO PARA fazer O MESMO PELA SUA EMPRESA. o Brasil está se firmando como um gigante do desenvolvimento

Leia mais

LIDERANÇA DA NOVA ERA

LIDERANÇA DA NOVA ERA LIDERANÇA DA NOVA ERA Liderança da Nova Era Liderança é a realização de metas por meio da direção de colaboradores. A liderança ocorre quando há lideres que induzem seguidores a realizar certos objetivos

Leia mais

O Trabalhador do Conhecimento na Sociedade do Conhecimento

O Trabalhador do Conhecimento na Sociedade do Conhecimento O Trabalhador do Conhecimento na Sociedade do Conhecimento Letícia Baggio (UTFPR) leticia@uniao.edu.br Isaura Alberton de Lima, Dra (UTFPR) alberton@utfpr.edu.br Maria Salete Waltrick, Ms (UNIAO) salete@uniao.edu.br

Leia mais

FACULDADE DE CUIABÁ. Curso. Disciplina. Professor. rubemboff@yahoo.com.br. Aulas: 4 e 5/5/2007

FACULDADE DE CUIABÁ. Curso. Disciplina. Professor. rubemboff@yahoo.com.br. Aulas: 4 e 5/5/2007 FACULDADE DE CUIABÁ Curso GESTÃO PÚBLICA Disciplina GESTÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Professor Dr. RUBEM JOSÉ BOFF, Ph.D. rubemboff@yahoo.com.br Aulas: 4 e 5/5/2007 Dr. Rubem José Boff, Ph.D. Cuiabá-MT,

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA BELSUL ÍNDICE

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA BELSUL ÍNDICE 1 2 CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA BELSUL ÍNDICE Introdução... 05 1 Código de Conduta... 06 2 Ambiente de Trabalho... 08 3 Responsabilidades... 09 3.1 Responsabilidades dos Diretores... 09 3.2 Responsabilidades

Leia mais

Agricultores de Campos e SJB se unem e realizam compras coletivas

Agricultores de Campos e SJB se unem e realizam compras coletivas Boa tarde! Quinta, 26 de janeiro de 2012 - Fale conosco, clique aqui BUSCA OK Arquivo HOME CIDADES ESPORTE URURAU RURAL SAÚDE ESTADO/RJ BRASIL/MUNDO DIVERSÃO COLUNAS BANCO DE IMAGEM MAIS NOT ÍCIAS CIDADES

Leia mais

CREDITO SUPLEMENTAR PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00

CREDITO SUPLEMENTAR PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 UNIDADE : 25101 - MINISTERIO DA FAZENDA 0681 GESTAO DA PARTICIPACAO EM ORGANISMOS INTERNACIONAIS 5 9. 11 5 04 212 0681 0368 CONTRIBUICAO AO GRUPO DE ACAO FINANCEIRA CON- 59. 115 TRA A LAVAGEM DE DINHEIRO

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE GRUPOS EMPRESARIAIS FAMILIARES

GESTÃO ESTRATÉGICA DE GRUPOS EMPRESARIAIS FAMILIARES GESTÃO ESTRATÉGICA DE GRUPOS EMPRESARIAIS FAMILIARES Por: Luis Todo Bom Professor Associado Convidado do ISCTE Membro do Conselho Geral do IPCG Comunicação apresentada na Conferência sobre Corporate Governance

Leia mais

A FORMAÇÃO CONTRADITÓRIA DAS CLASSES DOMINANTES

A FORMAÇÃO CONTRADITÓRIA DAS CLASSES DOMINANTES A FORMAÇÃO CONTRADITÓRIA DAS CLASSES DOMINANTES Luiz Carlos Bresser-Pereira Senhor, nº 24, março de 1980 Estou passando pelos corredores e ouço: Quando as empresas brasileiras forem dirigidas por administradores

Leia mais

Max WEBER. Apresentando Max Weber. Principais contribuições: 1864-1920 TEMPOS MODERNOS OS CAMINHOS DA RACIONALIDADE

Max WEBER. Apresentando Max Weber. Principais contribuições: 1864-1920 TEMPOS MODERNOS OS CAMINHOS DA RACIONALIDADE Max WEBER 1864-1920 TEMPOS MODERNOS Apresentando Max Weber Principais contribuições: OS CAMINHOS DA RACIONALIDADE O PROTESTANTISMO E O ESPÍRITO DO CAPITALISMO O MUNDO DESENCANTADO Apresentando Max Weber

Leia mais

L I D E R A N Ç A (Autoria não conhecida)

L I D E R A N Ç A (Autoria não conhecida) L I D E R A N Ç A (Autoria não conhecida) Liderança é inata? Abordagem Genética - Antigamente acreditava-se que o indivíduo nascia com características, aptidões e valores próprios de um líder. Na moderna

Leia mais

Introdução à Sociologia Clássica 1

Introdução à Sociologia Clássica 1 Introdução à Sociologia Clássica 1 Eleandro Moi 2 A sociologia constitui um projeto intelectual tenso e contraditório. Para alguns ela representa uma poderosa arma a serviço dos interesses dominantes,

Leia mais

- HORÁRIO DE AULAS 2015/1 -

- HORÁRIO DE AULAS 2015/1 - MATUTINO - DE AULAS 2015/1 - MATUTINO SALA 401 Às 10:10 1º (grade 15/1) Inst. Jud. Ética Camilo Inst. Jud. Ética Camilo Inst. Jud. Ética - Camilo Economia Kellen Economia Kellen Economia - Kellen Interp.

Leia mais

I I HAVE BEEN IMPRESSED WITH THE URGENCY OF DOING. KNOWING IS NOT ENOUGH; WE MUST APPLY. BEING WILLING IS NOT ENOUGH; WE MUST DO.

I I HAVE BEEN IMPRESSED WITH THE URGENCY OF DOING. KNOWING IS NOT ENOUGH; WE MUST APPLY. BEING WILLING IS NOT ENOUGH; WE MUST DO. I I HAVE BEEN IMPRESSED WITH THE URGENCY OF DOING. KNOWING IS NOT ENOUGH; WE MUST APPLY. BEING WILLING IS NOT ENOUGH; WE MUST DO. Leonardo da Vinci PLANO ORIGENS DA TEORIA CLÁSSICA QUEM FOI TAYLOR? LIVRO

Leia mais

Família nuclear casal e filhos solteiros.

Família nuclear casal e filhos solteiros. Família Uma família é um conjunto de pessoas ligadas por parentesco de sangue, por casamento ou algum outro tipo de relacionamento acordado ou adoção, e que compartilha a responsabilidade básica de reprodução

Leia mais

Visão Macro Modelo de Suporte

Visão Macro Modelo de Suporte Modelo de Suporte Visão Macro Modelo de Suporte Abertura de chamados Os usuários podem abrir chamados por: Telefone fixo para recebimento E-mail Módulo WEB de Chamados No processo de abertura de um chamado

Leia mais

Gerência e Segurança d e R ed es W irel es s Claudia Pereira c lp ereir@ c is c o. c o m 1 Aplicaçõ e s I n t e r at iv as X Aplicaçõ e s T r an s acio n ais 1950s-1990s C a r t a s e me mo r a n d o s

Leia mais

BOSCH REXROTH LTDA. The Drive and Control Company

BOSCH REXROTH LTDA. The Drive and Control Company BOSCH REXROTH LTDA The Drive and Control Company ANÁLISE DE ECONOMIA DE ENERGIA EM MÁQUINAS INJETORAS DE PLÁSTICO APLICANDO-SE SERVOACIONAMENTO E BOMBA HIDRÁULICA DE ENGRENAMENTO INTERNO Autor LEONARDO

Leia mais

COMO LIDAR COM O DEPENDENTE QUÍMICO E SUA FAMÍLIA

COMO LIDAR COM O DEPENDENTE QUÍMICO E SUA FAMÍLIA COMO LIDAR COM O DEPENDENTE QUÍMICO E SUA FAMÍLIA Msc Rosa Graciela de Campos Lopes A dependência de drogas pode ser considerada como uma doença que, como qualquer outra, pode ser tratada e controlada,

Leia mais

O competitivo mercado de trabalho hoje

O competitivo mercado de trabalho hoje MBA MAUÁ AULA INAUGURAL TURMA 16 O competitivo mercado de trabalho hoje Prof. Helton Haddad Silva São Paulo, 04/08/2003 Conteúdo da Aula Inaugural - O mercado hoje; - O papel do administrador; - O MBA

Leia mais

X V I I E x p o s i ç ã o d a s A t i v i d a d e s E c o n ó m i c a s, A m b i e n t e, T u r i s m o e I n o v a ç ã o

X V I I E x p o s i ç ã o d a s A t i v i d a d e s E c o n ó m i c a s, A m b i e n t e, T u r i s m o e I n o v a ç ã o - Regulamento - A XVII Exposição das Atividades Económicas, Ambiente, Turismo e Inovação, inserida no programa da Feira das Colheitas 2013, irá decorrer em Arouca entre os dias 26 e 29 de setembro. 1.

Leia mais

45 Questões Quizz Int. Administração 1sem 2009

45 Questões Quizz Int. Administração 1sem 2009 45 Questões Quizz Int. Administração 1sem 2009 Questão 1 Entende-se por organização o conjunto de... a) técnicas que favorecem o processo de produção, cabendo a seus dirigentes encontrar métodos de trabalho

Leia mais

GESTAO DE PESSOAS. Por um momento, vêmo-nos como fantoches. De prio drama. Ao. alto e divisando o mecanismo que nos moveu.. Este (Berger,, 1989)

GESTAO DE PESSOAS. Por um momento, vêmo-nos como fantoches. De prio drama. Ao. alto e divisando o mecanismo que nos moveu.. Este (Berger,, 1989) GESTAO DE PESSOAS Por um momento, vêmo-nos como fantoches. De repente, porém, percebemos uma diferença entre o teatro dos bonecos e nosso próprio prio drama. Ao contrário rio dos bonecos, temos a possibilidade

Leia mais

Controladoria Geral da União - Regional Santa Catarina

Controladoria Geral da União - Regional Santa Catarina PLANEJAMENTO DE AUDITORIA INTERNA PRÁTICA E OPERACIONALIZAÇÃO MARÇO/2013 SCI Sistema de Controle Interno Legislação Básica Conceitos e Princípios de CI Planejamento e Execução Técnicas de Controle Comunicação

Leia mais

www.concursovirtual.com.br

www.concursovirtual.com.br Questões de Administração Pública Brasileira I ESAF - 2012 - CGU - Analista de Finanças e Controle 1. O foco das atividades de monitoramento e avaliação na Administração Pública é a) garantir a legalidade

Leia mais

White Paper. Flexibilidade e economia na era IP

White Paper. Flexibilidade e economia na era IP White Paper Flexibilidade e economia na era IP Saiba como utilizar as tecnologias mais modernas de comunicação de voz pela internet para conseguir mais economia e rapidez em telefonia para sua empresa

Leia mais

O curso que iniciaremos hoje será todo focado em provas anteriores da Fundação Carlos Chagas FCC. Será um curso de teoria e exercícios.

O curso que iniciaremos hoje será todo focado em provas anteriores da Fundação Carlos Chagas FCC. Será um curso de teoria e exercícios. O curso que iniciaremos hoje será todo focado em provas anteriores da Fundação Carlos Chagas FCC. Será um curso de teoria e exercícios. Estarei não só resolvendo as questões desta banca famosa, mas dando

Leia mais

1 A tomada de d ecisão... 1.1 Introdução... 1.2 Exemplos históricos... 1.3 Decisões políticas... 1.4 E strutura do livro... Referências...

1 A tomada de d ecisão... 1.1 Introdução... 1.2 Exemplos históricos... 1.3 Decisões políticas... 1.4 E strutura do livro... Referências... X V CONTEÚDO 1 A tomada de d ecisão... 1.1 Introdução... 1.2 Exemplos históricos... 1.3 Decisões políticas... 1.4 E strutura do livro... Referências... 2 D ecisões com qualidade... 2.1 Fatores para a qualidade

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM. TEORIAS DE ADMINISTRAÇÃO Prof. Cassimiro Nogueira Junior

UNIVERSIDADE PAULISTA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM. TEORIAS DE ADMINISTRAÇÃO Prof. Cassimiro Nogueira Junior UNIVERSIDADE PAULISTA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM TEORIAS DE ADMINISTRAÇÃO Prof. Cassimiro Nogueira Junior CONCEITOS Administração é o processo de conjugar recursos humanos e materiais de forma a atingir fins

Leia mais

SOCIOLOGIA. Max Weber.

SOCIOLOGIA. Max Weber. SOCIOLOGIA. Max Weber. 1 - Assinale a opção que contenha as categorias básicas da sociologia de Max Weber: a) função social, tipo ideal, mais-valia b) expropriação, compreensão, fato patológico c) ação

Leia mais

a. Adota-se método estruturalista; b. Admite-se a existência de uma dialética histórica materialista. c. Estabelecem-se graus de comportamento

a. Adota-se método estruturalista; b. Admite-se a existência de uma dialética histórica materialista. c. Estabelecem-se graus de comportamento O POLÍTICO Conceito de política e político. a. Conceituação clássica: Conservadora - Sociologia estática; - Baseada em Aristóteles que dizia terem uns nascidos para senhores e outros escravos; - Contrária

Leia mais

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br PREZADO (A) SENHOR (A) Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR. Prof. Bento

ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR. Prof. Bento ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR Prof. Bento QUESTÕES Doc. # 1 Revisão Indique se é Verdadeira ou Falsa a seguinte afirmação UMA TEORIA É UMA EXPLICAÇÃO LÓGICA OU ABSTRACTA DE UM PROBLEMA OU CONJUNTO DE

Leia mais

O ESTADO E DOMINAÇÃO NOS PRESSUPOSTOS DE MARX, WEBER E DURKHEIM

O ESTADO E DOMINAÇÃO NOS PRESSUPOSTOS DE MARX, WEBER E DURKHEIM O ESTADO E DOMINAÇÃO NOS PRESSUPOSTOS DE MARX, WEBER E DURKHEIM Silvia Jurema Leone Quaresma* 1. Estado e dominação nos pressupostos de Marx Karl Heinrich Marx (1818-1883) nasceu em Treves, capital da

Leia mais

PJE - T UT O RIAL PAR A O FI CIAIS D E J U ST IÇA M a r ç o/2013

PJE - T UT O RIAL PAR A O FI CIAIS D E J U ST IÇA M a r ç o/2013 PJE - T UT O RIAL PAR A O FI CIAIS D E J U ST IÇA M a r ç o/2013 O s i st em a d e p rocess o j u di c i a l e le t rô n ico P J E e s tá em im pl antação e m to d o o B ra s i l e at é o f i n a l d e

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Matemática I 1º PERÍODO Matrizes e sistemas lineares. Funções: lineares, afins quadráticas,

Leia mais

Cálculo de necessidades de materiais MRP

Cálculo de necessidades de materiais MRP Cálculo de necessidades de materiais MRP 77 MRP Conceitos, definições e Variáveis Plano Mestre de Produção MPS Estrutura do Produto EP Estoques Planejamento das necessidades de materiais MRP Emissão de

Leia mais

DISCUSSÕES E ESTRATÉGIAS PARA VENDER A EMPRESA FAMILIAR

DISCUSSÕES E ESTRATÉGIAS PARA VENDER A EMPRESA FAMILIAR DISCUSSÕES E ESTRATÉGIAS PARA VENDER A EMPRESA FAMILIAR 1 EMPRESAS FAMILIARES 2 EMPRESAS FAMILIARES Representam os esforços e lutas de uma ou mais gerações de uma família. Ajudam a formar a identidade

Leia mais

Evolução do Pensamento

Evolução do Pensamento Unidade I Evolução do Pensamento Administrativo Prof. José Benedito Regina Conteúdo da disciplina EPA Parte 1 - Conceitos gerais da administração Parte 2 - Evolução histórica: Abordagens administrativas

Leia mais

A ÉTICA PROTESTANTE E O ESPÍRITO DO CAPITALISMO

A ÉTICA PROTESTANTE E O ESPÍRITO DO CAPITALISMO A ÉTICA PROTESTANTE E O ESPÍRITO DO CAPITALISMO Daniele Bloot de Moura Necker Fryder Geórgia Costa Pizzatto Michele Dal Cortivo Vivian de Souza Silva Co-autora: Prof. Arilda Arboleya arildaa@hotmail.com

Leia mais

A SUPERIORIDADE DO MÉTODO DO FLUXO DE CAIXA DESCONTADO NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS

A SUPERIORIDADE DO MÉTODO DO FLUXO DE CAIXA DESCONTADO NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS A SUPERIORIDADE DO MÉTODO DO FLUXO DE CAIXA DESCONTADO NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Prof. Alexandre Assaf Neto O artigo está direcionado essencialmente aos aspectos técnicos e metodológicos do

Leia mais

Encontro GT2 Interface Ensino Superior / Mercado de Trabalho Instituto Piaget / Almada 08 outubro 2014. Jorge F.S. Gomes (ISEG/ULisboa)

Encontro GT2 Interface Ensino Superior / Mercado de Trabalho Instituto Piaget / Almada 08 outubro 2014. Jorge F.S. Gomes (ISEG/ULisboa) Encontro GT2 Interface Ensino Superior / Mercado de Trabalho Instituto Piaget / Almada 08 outubro 2014 Jorge F.S. Gomes (ISEG/ULisboa) 1. Ventos da mudança 2. Impactos da mudança 3. E como reagem as instituições

Leia mais

Entenda o seguro de vida

Entenda o seguro de vida HOME PERGUNTAS FREQUENTES MAPA DO SITE Q uinta, 17 de Maio de 2012 HOME INDIVÍDUO EMPRESA MERCADO GLOSSÁRIO FALE CONOSCO VIDA O que é? Tipos de coberturas Comprando uma apólice e poupando dinheiro Vigência

Leia mais

Modelos teóricos de Administração Pública. Conceito de Administração Pública. Modelo patrimonialista. Gustavo Justino de Oliveira*

Modelos teóricos de Administração Pública. Conceito de Administração Pública. Modelo patrimonialista. Gustavo Justino de Oliveira* Modelos teóricos de Administração Pública Conceito de Administração Pública Gustavo Justino de Oliveira* A Administração Pública, em sentido estrito, pode ser analisada sob dois aspectos: objetivo (ou

Leia mais

Sociologia Organizacional. Contextualização. Aula 4. Organização da Aula. Profa. Me. Anna Klamas

Sociologia Organizacional. Contextualização. Aula 4. Organização da Aula. Profa. Me. Anna Klamas Sociologia Organizacional Aula 4 Contextualização Profa. Me. Anna Klamas Organização da Aula A Sociologia de Max Weber e o tema da racionalidade A disciplina de sociologia deve contribuir com a percepção

Leia mais

Uma Nova Geração de Ferramentas para Gestão de Processos de Software

Uma Nova Geração de Ferramentas para Gestão de Processos de Software Uma Nova Geração de Ferramentas para Gestão de Processos de Software Coordenação Profa Carla Alessandra Lima Reis Prof Rodrigo Quites Reis http://www.processode Roteiro Introdução Elementos Motivadores

Leia mais

Processo administrativo. Auto: Ader Fernando Alves de Pádua

Processo administrativo. Auto: Ader Fernando Alves de Pádua Processo administrativo Auto: Ader Fernando Alves de Pádua 1. INTRODUÇÃO Este artigo apresentara os quatro tipos de fundamentos do processo administrativo tais como Planejamento, Organização, Direção e

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA Diretrizes e Normas para Integridade e Transparência

CÓDIGO DE CONDUTA Diretrizes e Normas para Integridade e Transparência CÓDIGO DE CONDUTA Diretrizes e Normas para Integridade e Transparência ÍNDICE Carta do Presidente 3 1. Introdução 4 2. Aplicação do Código de Conduta 5 3. Aplicação do Código de Conduta 6 4. Comunicação

Leia mais

Poder e Dominação Segundo Max Weber. Dominação Legal, Dominação Tradicional, Dominação Carismática. Dominação Legal. Dominação Tradicional

Poder e Dominação Segundo Max Weber. Dominação Legal, Dominação Tradicional, Dominação Carismática. Dominação Legal. Dominação Tradicional Poder e Dominação Segundo Max Weber Poder significa toda oportunidade de impor sua própria vontade, no interior de uma relação social, até mesmo contra resistências, pouco importando em que repouse tal

Leia mais