Bárbara Ximenes Braz

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Bárbara Ximenes Braz"

Transcrição

1 Bárbara Ximenes Braz

2 Identificação Sexo masculino 26 anos Universitário Americano

3 Queixa principal Dor abdominal há 1 semana.

4 HDA O paciente apresentou queixa de dor latejante, constante há uma semana, em quadrante direito inferior do abdome, que piorava após refeições e era acompanhada de vômito bilioso. Ele havia experimentado dores semelhantes, embora menos graves e auto-limitadas, durante os últimos 6 meses.

5 HDA Nega febre ou calafrios. Perda de 4,5kg nos últimos 6 meses. No mesmo período, foi tratado duas vezes com antibioticoterapia para ITUs, após relatar disúria e bolhas na urina. Não foi feita cultura de urina.

6 Qual das seguintes afirmações é verdadeira sobre ITUs, em geral, ou mais especificamente neste paciente? A. A incidência anual em homens mais jovens que 50 anos é de 100 por B. A cultura de urina foi desnecessária antes de iniciar antibióticos. C. O paciente deve receber antibióticos por 3 dias. D. Disuria é um sintoma incomum em homens com ITUs. E. Escherichia coli a foi a bactéria mais provável culpada por suas ITUs.

7 Qual das seguintes afirmações é verdadeira sobre ITUs, em geral, ou mais especificamente neste paciente? A. A incidência anual em homens mais jovens que 50 anos é de 100 por B. A cultura de urina foi desnecessária antes de iniciar antibióticos. C. O paciente deve receber antibióticos por 3 dias. D. Disuria é um sintoma incomum em homens com ITUs. E. Escherichia coli a foi a bactéria mais provável culpada por suas ITUs.

8 Hipóteses?

9 Exame Físico Paciente pálido e caquético. Linfonodos cervicais, axilares e inguinais não palpáveis. Abdome escafóide com flacidez em quadrante inferior direito, sem rigidez, tensão abdominal ou sensibilidade de rebote.

10 Exame Físico Palpação de massa no quadrante abdominal inferior direito. Sem flacidez no ângulo costovertebral. Ausculta: ruídos intestinais normais.

11 Mais hipóteses? Exames?

12 Exames Complementares Hemoglobina: 11.9 g/dl ( g/dl); Volume corpuscular médio: 78.3 fl ( fl); Contagem de leucócitos: /L ( /L) Com 85% de neutrófilos. Creatinina: 1.1 mg/dl ( mg/dl).

13 Exames Complementares Urinálise revelou: 21 a 30 glóbulos brancos/campo de alta potência, 3 a 10 glóbulos vermelhos/campo de alta potência, Sem cilindros urinários, Numerosas bactérias. A coleta limpa de jato médio de urina não revelou crescimento bacteriano.

14 A história pregressa de qual dos itens abaixo não aumentaria o risco de ITUs recorrentes nesse paciente? a. Diabetes mellitus b. Citoscopia c. Hiperplasia Prostática Benigna d. Fístula colovesical e. Tabagismo

15 A história pregressa de qual dos itens abaixo não aumentaria o risco de ITUs recorrentes nesse paciente? a. Diabetes mellitus b. Citoscopia c. Hiperplasia Prostática Benigna d. Fístula colovesical e. Tabagismo

16 Exames Complementares Tomografia computadorizada de abdome e pelve mostrou espessamento de ceco e íleo terminal com infiltrado inflamatório em gordura peritonial adjacente. Verificou-se comunicação fistulosa entre o íleo terminal e a cúpula da bexiga.

17 Exames Complementares Após obtenção da cultura do sangue, foi administrado levofloxacina e metronidazol para eliminação de patógenos intestinais que possivelmente causariam ITU através da fístula. OBS: Esse organismos incluem bactérias gram-negativas como E coli, Klebsiella e Proteus, e organismos anaeróbicos como Pseudomonas e Clostridium.

18 Qual das opções abaixo é a melhor opção para confirmar o diagnóstico? a. Citoscopia b. Colonoscopia c. Esofagogastroduodenoscopia d. Cápsula endoscópica e. Não são necessários mais exames, iniciar tratamento.

19 Qual das opções abaixo é a melhor opção para confirmar o diagnóstico? a. Citoscopia b. Colonoscopia c. Esofagogastroduodenoscopia d. Cápsula endoscópica e. Não são necessários mais exames, iniciar tratamento.

20 Exames Complementares Colonoscopia mostrou estenose na região da flexura hepática, associada a edema de mucosa, ulceração e nodularidade. Havia abertura de fístula na região. Biópsia revelou colite crônica ativa com pólipos inflamatórios. Citomegalovírus e manchas de Ziehl Neelsen negativos.

21 Evolução Devido à extensão da doença e à estenose do cólon, uma consulta cirúrgica foi agendada para o paciente. Foi reparada a fístula colovesical com resecção do íleo terminal, ceco e cólon ascendente com anastomose cólon ascendente-íleo. Após a cirurgia, houve resolução completa dos sintomas, e o paciente teve alta após uma semana. Foi iniciada terapia medicamentosa para manutenção da remissão da doença.

22 Diagnóstico?

23 Qual das opções abaixo é o diagnóstico mais provável para esse paciente? a. Apendicite aguda b. Linfoma c. Doença de Crohn d. Doença de Behçet e. Colite Ulcerativa

24 Qual das opções abaixo é o diagnóstico mais provável para esse paciente? a. Apendicite aguda b. Linfoma c. Doença de Crohn d. Doença de Behçet e. Colite Ulcerativa

25 Qual das afirmações abaixo sobre a doença desse paciente é verdadeira? a. Órgãos situados for a TGI nunca são afetados. b. Uma vez que o paciente se recupera, adquire imunidade para a doença por toda a vida. c. O paciente deve se abster do tabagismo, pois este aumenta o risco de agravamento da doença. d. O paciente deve utilizar AINES regularmente, pois estes protegem contra agravamento da doença. e. Esse tipo específico de doença intestinal inflamatória não aumenta o risco de câncer de cólon.

26 Qual das afirmações abaixo sobre a doença desse paciente é verdadeira? a. Órgãos situados for a TGI nunca são afetados. b. Uma vez que o paciente se recupera, adquire imunidade para a doença por toda a vida. c. O paciente deve se abster do tabagismo, pois este aumenta o risco de agravamento da doença. d. O paciente deve utilizar AINES regularmente, pois estes protegem contra agravamento da doença. e. Esse tipo específico de doença intestinal inflamatória não aumenta o risco de câncer de cólon.

27 Fonte

28 Obrigada!

DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL. Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13

DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL. Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13 DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13 Doença Inflamatória Intestinal Acometimento inflamatório crônico do TGI. Mulheres > homens. Pacientes jovens (± 20 anos). Doença

Leia mais

Residência Médica Seleção 2013 Prova de Cirurgia Geral Expectativa de Respostas. Caso Clínico 1

Residência Médica Seleção 2013 Prova de Cirurgia Geral Expectativa de Respostas. Caso Clínico 1 Caso Clínico 1 Paciente de 55 anos, sexo feminino, chega ao ambulatório de Cirurgia Geral com quadro de icterícia, colúria e acolia fecal. Segundo a paciente, já era portadora de colelitíase sintomática,

Leia mais

Avaliação Semanal Correcção

Avaliação Semanal Correcção Avaliação Semanal Correcção 1. Mulher de 32 anos, caucasiana. Antecedentes pessoais e familiares irrelevante. 11 Gesta, 11 Para, usa DIU. Recorreu ao S.U. por dor abdominal de início súbito, localizada

Leia mais

TUMORES DA VESÍCULA E VIAS BILIARES. Dr. Francisco R. de Carvalho Neto

TUMORES DA VESÍCULA E VIAS BILIARES. Dr. Francisco R. de Carvalho Neto TUMORES DA VESÍCULA E VIAS BILIARES Dr. Francisco R. de Carvalho Neto TUMORES BENIGNOS ( classificação de Christensen & Ishate A) TUMORES BENIGNOS VERDADEIROS 1) De origem epitelial adenoma papilar ( papiloma)

Leia mais

DIVERTÍCULO DIVERTÍCULO VERDADEIRO FALSO Composto por todas as camadas da parede intestinal Não possui uma das porções da parede intestinal DIVERTICULOSE OU DOENÇA DIVERTICULAR Termos empregados para

Leia mais

Componente Curricular: Patologia e Profilaxia Módulo I Profª Mônica I. Wingert Turma 101E TUMORES

Componente Curricular: Patologia e Profilaxia Módulo I Profª Mônica I. Wingert Turma 101E TUMORES TUMORES Tumores, também chamados de neoplasmas, ou neoplasias, são alterações celulares que provocam o aumento anormal dos tecidos corporais envolvidos. BENIGNO: são considerados benignos quando são bem

Leia mais

Infecções e inflamações do trato urinário, funçao sexual e reprodutiva Urologia Denny

Infecções e inflamações do trato urinário, funçao sexual e reprodutiva Urologia Denny DATA hora AULA PROGRAMADA Módulo PROFESSOR 25/10/2013 14:00-14:55 Abdome Agudo - inflamatório e obstrutivo Clínica Cirúrgica João Marcos 14:55-15:50 Abdome Agudo - perfurativo e vascular/hemorrágico Clínica

Leia mais

DOENÇAS DA PRÓSTATA. Prof. João Batista de Cerqueira Adjunto DSAU - UEFS

DOENÇAS DA PRÓSTATA. Prof. João Batista de Cerqueira Adjunto DSAU - UEFS DOENÇAS DA PRÓSTATA Prof. João Batista de Cerqueira Adjunto DSAU - UEFS O QUE É A PRÓSTATA? A próstata é uma glândula que tem o tamanho de uma noz, e se localiza abaixo da bexiga, envolvendo a uretra masculina.

Leia mais

PATOLOGIAS DA PRÓSTATA. Prostata

PATOLOGIAS DA PRÓSTATA. Prostata AULA PREPARADA POR: PATOLOGIAS DA PRÓSTATA Prostata A próstata é um órgão interno que só o homem possui; tem a forma de uma maçã muito pequena, e fica logo abaixo da bexiga. ANATOMIA Tem o tamanho aproximado

Leia mais

PROVA TEÓRICO-PRÁTICA

PROVA TEÓRICO-PRÁTICA PROVA TEÓRICO-PRÁTICA 1. Na atresia de esôfago pode ocorrer fistula traqueoesofágica. No esquema abaixo estão várias opções possíveis. A alternativa indica a forma mais freqüente é: Resposta B 2. Criança

Leia mais

DISCIPLINA DE RADIOLOGIA UFPR

DISCIPLINA DE RADIOLOGIA UFPR DISCIPLINA DE RADIOLOGIA UFPR MÓDULO ABDOME AULA 2 AVALIAÇÃO INTESTINAL POR TC E RM Prof. Mauricio Zapparoli Neste texto abordaremos protocolos de imagem dedicados para avaliação do intestino delgado através

Leia mais

Critérios rios Diagnósticos e Indicadores Infecção do Trato Urinário ITU Infecção Gastrointestinal IGI. Hospitais de Longa Permanência.

Critérios rios Diagnósticos e Indicadores Infecção do Trato Urinário ITU Infecção Gastrointestinal IGI. Hospitais de Longa Permanência. Critérios rios Diagnósticos e Indicadores Infecção do Trato Urinário ITU Infecção Gastrointestinal IGI Hospitais de Longa Permanência ncia 2011 Premissas 1.Todos os sintomas devem ser novos ou com piora

Leia mais

DIARREIA: AVALIAÇÃO E TRATAMENTO NORMAS DE ORIENTAÇÃO CLÍNICA

DIARREIA: AVALIAÇÃO E TRATAMENTO NORMAS DE ORIENTAÇÃO CLÍNICA DIARREIA: AVALIAÇÃO E TRATAMENTO NORMAS DE ORIENTAÇÃO CLÍNICA A diarreia é definida por um aumento na frequência das dejecções ou diminuição da consistência das fezes e por uma massa fecal>200g/dia. Pode

Leia mais

Como escolher um método de imagem? - Dor abdominal. Aula Prá:ca Abdome 1

Como escolher um método de imagem? - Dor abdominal. Aula Prá:ca Abdome 1 Como escolher um método de imagem? - Dor abdominal Aula Prá:ca Abdome 1 Obje:vos Entender como decidir se exames de imagem são necessários e qual o método mais apropriado para avaliação de pacientes com

Leia mais

Caso Clínico. Luana Silva Bessa Guimarães

Caso Clínico. Luana Silva Bessa Guimarães Caso Clínico Luana Silva Bessa Guimarães Identificação Id: sexo masculino, 31 anos, natural e procedente de Fortaleza, pardo, católico, auxiliar de produção. Cansaço e inchaço nas pernas" Queixa Principal

Leia mais

DOR ABDOMINAL. Intensidade Localização Freqüência Irradiação Duração e tipo Sinais e sintomas associados Fatores de exacerbação ou de Melhora

DOR ABDOMINAL. Intensidade Localização Freqüência Irradiação Duração e tipo Sinais e sintomas associados Fatores de exacerbação ou de Melhora DOR ABDOMINAL Intensidade Localização Freqüência Irradiação Duração e tipo Sinais e sintomas associados Fatores de exacerbação ou de Melhora DOR ABDOMINAL Diagnóstico: História Clinica Exame Físico Avaliação

Leia mais

FUNÇÃO RENAL ACADÊMICO JOSÉ DE OLIVEIRA RODRIGUES

FUNÇÃO RENAL ACADÊMICO JOSÉ DE OLIVEIRA RODRIGUES ACADÊMICO JOSÉ DE OLIVEIRA RODRIGUES A função renal é formada por um conjunto de órgãos que filtram o sangue, produzem e excretam a urina. É constituída por um par de rins, um par de ureteres, pela bexiga

Leia mais

TC de pelve deixa um pouco a desejar. Permite ver líquido livre e massas. US e RM são superiores para estruturas anexiais da pelve.

TC de pelve deixa um pouco a desejar. Permite ver líquido livre e massas. US e RM são superiores para estruturas anexiais da pelve. 24 de Outubro de 2006. Professor Amphilophio. Tomografia computadorizada do abdome e da pelve TC de pelve deixa um pouco a desejar. Permite ver líquido livre e massas. US e RM são superiores para estruturas

Leia mais

14º Imagem da Semana: Cintilografia para pesquisa de mucosa gástrica ectópica

14º Imagem da Semana: Cintilografia para pesquisa de mucosa gástrica ectópica 14º Imagem da Semana: Cintilografia para pesquisa de mucosa gástrica ectópica Enunciado Paciente de 13 anos, sexo masculino, foi levado ao PA-HCUFMG queixando melena. Peso e estatura adequados para a idade

Leia mais

DOENÇAS DA PRÓSTATA. P/ Edison Flávio Martins

DOENÇAS DA PRÓSTATA. P/ Edison Flávio Martins DOENÇAS DA PRÓSTATA P/ Edison Flávio Martins PRÓSTATA NORMAL Peso: 15 a 20 gr Localização: Abaixo da bexiga Atravessada pela uretra Função: Reprodutiva DOENÇAS DA PRÓSTATA Infecção: Prostatite aguda e

Leia mais

IMOSEC (cloridrato de loperamida) comprimidos. 2 mg

IMOSEC (cloridrato de loperamida) comprimidos. 2 mg IMOSEC (cloridrato de loperamida) Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. comprimidos 2 mg IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Imosec cloridrato de loperamida comprimidos APRESENTAÇÕES Comprimidos de 2 mg em embalagem

Leia mais

Diabetes e Insuficiência Renal Crônica

Diabetes e Insuficiência Renal Crônica Diabetes e Insuficiência Renal Crônica O que é a diabetes? A diabetes mellitus, normalmente conhecida por diabetes (e em alguns países por sugar açúcar) é uma condição que ocorre quando o corpo não fabrica

Leia mais

Oclusão do tubo digestivo

Oclusão do tubo digestivo ABDOME AGUDO O diagnóstico sindrômico de abdome agudo (AA) é caracterizado pela presença de dor abdominal intensa e aguda (horas até 4 dias). O número de causas é enorme e ainda assim, a maioria dos casos

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

b) indique os exames necessários para confirmar o diagnóstico e avaliar o grau de comprometimento da doença. (8,0 pontos)

b) indique os exames necessários para confirmar o diagnóstico e avaliar o grau de comprometimento da doença. (8,0 pontos) 01 Um homem de 30 anos de idade, que morou em área rural endêmica de doença de Chagas até os 20 anos de idade, procurou banco de sangue para fazer doação de sangue e foi rejeitado por apresentar sorologia

Leia mais

Caso Clínico. Andrea Canelas

Caso Clínico. Andrea Canelas Caso Clínico Andrea Canelas 28-06 06-2006 Identificação Sexo: Idade: 79 anos Raça: a: Caucasiana Naturalidade: Coimbra História da doença a actual Seguida na consulta de Gastro desde Novembro de 2005:

Leia mais

M.C.N, Feminina 60 anos Parda Casada Cearense, residente em Caucaia Doméstica

M.C.N, Feminina 60 anos Parda Casada Cearense, residente em Caucaia Doméstica Paulo Marcelo M.C.N, Feminina 60 anos Parda Casada Cearense, residente em Caucaia Doméstica Dor abdominal Paciente procurou, há 3 anos, assistência médica em razão de dor abdominal leve, localizada no

Leia mais

EXAME NACIONAL DE REVALIDAÇÃO D E D I P L O M A S M É D I C O S EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR ESTRANGEIRAS.

EXAME NACIONAL DE REVALIDAÇÃO D E D I P L O M A S M É D I C O S EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR ESTRANGEIRAS. D E D I P L O M A S M É D I C O S EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR ESTRANGEIRAS Prova Discursiva LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 1. Verifique se, além deste caderno, você recebeu

Leia mais

PROTOCOLOS RAIO-X CONTRASTADOS

PROTOCOLOS RAIO-X CONTRASTADOS Pg. Página 1 de 14 ÍNDICE PROTOCOLO DE ENEMA OPACO... 2 PROTOCOLO DE ESOFAGOGRAMA... 4 PROTOCOLO DE ESTUDO DE ESÔFAGO-ESTÔMAGO E DUODENO (EED)... 5 PROTOCOLO DE ESTUDO DE ESÔFAGO-ESTÔMAGO PÓS GASTROPLASTIA...

Leia mais

TUMORES NA CRIANÇA COM MANIFESTAÇÕES ATÍPICAS

TUMORES NA CRIANÇA COM MANIFESTAÇÕES ATÍPICAS TUMORES NA CRIANÇA COM MANIFESTAÇÕES ATÍPICAS RESUMO Os autores apresentam uma série de casos de tumores na criança em que apresentaram uma manifestação atípica tais como, crescimento volumoso, porém sem

Leia mais

Hemoglobina / Glóbulos Vermelhos são as células responsáveis por carregar o oxigênio para todos os tecidos.

Hemoglobina / Glóbulos Vermelhos são as células responsáveis por carregar o oxigênio para todos os tecidos. Doenças Hematológicas Hematologia é o ramo da medicina que estuda o sangue, seus distúrbios e doenças, dentre elas anemias, linfomas e leucemias. Estuda os linfonodos (gânglios) e sistema linfático; a

Leia mais

Isaac de Melo Xavier Junior Fernando Jose Goncalves Cardoso

Isaac de Melo Xavier Junior Fernando Jose Goncalves Cardoso 535C5710 «$E9T"J0 03.362451.01.41:15 Setor Técnico Urinalise Emissão 03/10/2008 SUMARIO DE URINA Coleta: 03/10/2008 ASPECTOS FÍSICO-QUÍMICOS Valores de referência Cor Amarelo claro Amarelo claro - amarelo

Leia mais

Boletim Informativo 6-2007

Boletim Informativo 6-2007 PEETT IMAGEEM I DIAGNÓSSTTI ICOSS VEETTEERRI INÁRRI IOSS TTOI ICCOLLOGI IAA Conforme muitos pedidos de médicos veterinários e também por solicitação de muitos proprietários, podemos contar agora com um

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO EMBRIOLOGIA E ANATOMIA DO SISTEMA DIGESTÓRIO

ESTUDO DIRIGIDO EMBRIOLOGIA E ANATOMIA DO SISTEMA DIGESTÓRIO DISCIPLINA: SISTEMA GASTROINTESTINAL Área do conhecimento: Anatomia Professora: Jákina Guimarães Vieira ESTUDO DIRIGIDO EMBRIOLOGIA E ANATOMIA DO SISTEMA DIGESTÓRIO 1. Qual (is) o (s) folheto (s) embrionário

Leia mais

Caso Clínico. Lucas de Araujo Aquino

Caso Clínico. Lucas de Araujo Aquino Caso Clínico Lucas de Araujo Aquino Identificação - A.M.P. - 17 anos - Sexo masculino - Branco - Estudante secundário Queixa Principal - Alergia no rosto há 10 dias, que não fica boa História da Doença

Leia mais

COD PROTOCOLOS DE GASTROENTEROLOGIA

COD PROTOCOLOS DE GASTROENTEROLOGIA X COD PROTOCOLOS DE GASTROENTEROLOGIA ( ) 18.01 Abdome Agudo Diagnóstico (algoritmo) ( ) 18.02 Abdome Agudo Inflamatório Diagnóstico e Tratamento ( ) 18.03 Abdome Agudo na Criança ( ) 18.04 Abdome Agudo

Leia mais

Imagem da Semana: Radiografia e tomografia computadorizada (TC)

Imagem da Semana: Radiografia e tomografia computadorizada (TC) Imagem da Semana: Radiografia e tomografia computadorizada (TC) Figura 1: Radiografia de abdome em incidência anteroposterior, em ortostatismo (à esquerda) e decúbito dorsal (à direita) Figura 2: Tomografia

Leia mais

L E P T O S P I R O S E

L E P T O S P I R O S E L E P T O S P I R O S E Elaborado por: Francisco Pinheiro Moura Médico Veterinário E-mail: bergson.moura@saude.ce.gov.br bergson.moura@live.com Definição Leptospirose é uma doença infecciosa que causa

Leia mais

Protocolo abdome. Profº Cláudio Souza

Protocolo abdome. Profº Cláudio Souza Protocolo abdome Profº Cláudio Souza Abdome Quando falamos em abdome dentro da tomografia computadorizada por uma questão de radioproteção e também financeira o exame é dividido em, abdome superior e inferior

Leia mais

Litíase urinária- Identificação dos grupos de risco e tratamento. Humberto Lopes UFJF II Encontro de Urologia do Sudeste - BH

Litíase urinária- Identificação dos grupos de risco e tratamento. Humberto Lopes UFJF II Encontro de Urologia do Sudeste - BH - Identificação dos grupos de risco e tratamento Humberto Lopes UFJF II Encontro de Urologia do Sudeste - BH 11% homens X 5,6% mulheres Brancos X negros Oxalato de cálcio 80% Recorrência 40% 5 anos, 75%

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

INTRODUÇÃO FISIOPATOLOGIA 01/05/2015 CÂNCER DE COLÓN E RETO

INTRODUÇÃO FISIOPATOLOGIA 01/05/2015 CÂNCER DE COLÓN E RETO INTRODUÇÃO UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPINA GRANDE FACULDADE DE CAMPINA GRANDE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Oncologia Prof. Flávia CÂNCER DE COLÓN E RETO Edvânia Farias Josefa Juciélia Veruska Bezerra

Leia mais

Intestino Delgado. Bárbara Andrade Silva Allyson Cândido de Abreu

Intestino Delgado. Bárbara Andrade Silva Allyson Cândido de Abreu Intestino Delgado Bárbara Andrade Silva Allyson Cândido de Abreu Irrigação do Intestino Delgado Duodeno Artérias duodenais Origem Irrigação Duodeno proximal Duodeno distal Anastomose Jejuno e íleo

Leia mais

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes.

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pâncreas Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pancreatite aguda Pancreatite crônica Cistos pancreáticos Câncer de Pancrêas Pancreatite aguda O pâncreas é um órgão com duas funções básicas:

Leia mais

Infecção Urinária e Gestação

Infecção Urinária e Gestação I ENCONTRO DA REDE MÃE PARANAENSE Infecção Urinária e Gestação Marcos Takimura UFPR/UniPositivo/HT-SESA Modificações Fisiológicas do Aparelho Urinário na Gestação Compressão mecânica do útero gravídico

Leia mais

O Câncer de Próstata. O que é a Próstata

O Câncer de Próstata. O que é a Próstata O Câncer de Próstata O câncer de próstata é o segundo tumor mais comum no sexo masculino, acometendo um em cada seis homens. Se descoberto no início, as chances de cura são de 95%. O que é a Próstata A

Leia mais

Prof.: José Rubens de Andrade

Prof.: José Rubens de Andrade Prof.: José Rubens de Andrade 2º Semestre/2012 Divertículo verdadeiro (congênito) X Pseudodivertículos Pseudodivertículos: Formações saculares provenientes da herniação da mucosa e submucosa através da

Leia mais

Linfomas. Claudia witzel

Linfomas. Claudia witzel Linfomas Claudia witzel Pode ser definido como um grupo de diversas doenças neoplásicas : Do sistema linfático Sistema linfóide Que tem origem da proliferação de linfócitos B ou T em qualquer um de seus

Leia mais

Intestino Grosso. Intestino Grosso. Doença diverticular. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes.

Intestino Grosso. Intestino Grosso. Doença diverticular. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Intestino Grosso Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Intestino Grosso Doença diverticular Câncer de cólon Retocolite ulcerativa Síndrome do intestino irritável Apendicite Reto / Ânus

Leia mais

CASOS CLÍNICOS DIGIMAX. Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Raphael Salgado Pedroso

CASOS CLÍNICOS DIGIMAX. Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Raphael Salgado Pedroso CASOS CLÍNICOS DIGIMAX Radiologia e Diagnóstico por Imagem Raphael Salgado Pedroso Nome: L. B.; Idade: 65 anos; Sexo: Masculino; CASO 1 Queixa: Dor aguda, que se inicia no tórax e se irradia na direção

Leia mais

Dor abdominal: entenda as causas, tipos de dor e tratamentos

Dor abdominal: entenda as causas, tipos de dor e tratamentos Dor abdominal: entenda as causas, tipos de dor e tratamentos Conheça as doenças mais comumente relacionadas ao sintoma e como identificar Quando falamos em dor abdominal, muitos podem pensar que ela se

Leia mais

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Infecção do sítio cirúrgico. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Infecção do sítio cirúrgico. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA PROTOCOLO MÉDICO Assunto: Infecção do sítio cirúrgico Especialidade: Infectologia Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA Data de Realização: 29/04/2009 Data de Revisão: Data da Última Atualização:

Leia mais

Introdução. Metabolismo dos pigmentos biliares: Hemoglobina Biliverdina Bilirrubina Indireta (BI) ou nãoconjugada

Introdução. Metabolismo dos pigmentos biliares: Hemoglobina Biliverdina Bilirrubina Indireta (BI) ou nãoconjugada Introdução Metabolismo dos pigmentos biliares: Hemoglobina Biliverdina Bilirrubina Indireta (BI) ou nãoconjugada BI + Albumina Hepatócitos Bilirrubina Direta (BD) ou conjugada Canalículos biliares Duodeno

Leia mais

DO PACIENTE RENAL Tratamento conservador

DO PACIENTE RENAL Tratamento conservador aminidicionário DO PACIENTE RENAL Tratamento conservador Ao paciente e seus familiares, este pequeno dicionário tem a intenção de ajudar no entendimento da doença que passou a fazer parte das suas vidas.

Leia mais

Como abordar um paciente nefropata

Como abordar um paciente nefropata Como abordar um paciente nefropata Filtra o plasma Reduz o volume do filtrado Altera sua composição!! Secreção / Reabsorção Mantem a homeostase corporal Sódio, potássio e ácidos Clearence da água livre

Leia mais

ANEXO 2: Exemplos de questões e percentual de erro dos participantes

ANEXO 2: Exemplos de questões e percentual de erro dos participantes ANEXO 2: Exemplos de questões e percentual de erro dos participantes Situação/problema Criança com desidratação e diarreia Um menino com 6 anos de idade e com peso de 18 kg, desenvolve quadro de desidratação

Leia mais

14/4/2015. Quando as bactérias entram nos rins ou na bexiga urinária, se multiplicam na urina e causam ITU. As ITU inferiores incluem:

14/4/2015. Quando as bactérias entram nos rins ou na bexiga urinária, se multiplicam na urina e causam ITU. As ITU inferiores incluem: UNESC FACULDADES ENFERMAGEM NEFROLOGIA PROFª FLÁVIA NUNES A infecção do trato urinário (ITU) é a infecção ou colonização do trato urinário (rins, ureteres, bexiga e uretra) por microorganismos. A infecção

Leia mais

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Infecção do Trato Urinário. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio C Cotrim Neto-Médico Residente e Equipe Gipea

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Infecção do Trato Urinário. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio C Cotrim Neto-Médico Residente e Equipe Gipea PROTOCOLO MÉDICO Assunto: Infecção do Trato Urinário Especialidade: Infectologia Autor: Cláudio C Cotrim Neto-Médico Residente e Equipe Gipea Data de Realização: 23/03/2009 Data de Revisão: Data da Última

Leia mais

OFICINA INTEGRADA DE DOENÇAS IMUNOPREVINÍVEIS

OFICINA INTEGRADA DE DOENÇAS IMUNOPREVINÍVEIS OFICINA INTEGRADA DE DOENÇAS IMUNOPREVINÍVEIS OFICINA INTEGRADA DE DOENÇAS IMUNOPREVINÍVEIS DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DAS MENINGITES- ESTUDO DO LCR TÓPICOS A SEREM ABORDADOS : FASE PRÉ ANALÍTICA PROCESSAMENTO

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

mulher Prof. Ricardo Muniz Ribeiro Professor Livre-Docente da Disciplina de Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP

mulher Prof. Ricardo Muniz Ribeiro Professor Livre-Docente da Disciplina de Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP Infecção urinária ria na mulher Prof. Ricardo Muniz Ribeiro Professor Livre-Docente da Disciplina de Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP Epidemiologia Queixa freqüente ente em atendimentos de ginecologia

Leia mais

Abordagem do Paciente Renal F J Werneck

Abordagem do Paciente Renal F J Werneck Síndromes Nefrológicas Síndrome infecciosa: Infecciosa Nefrítica Nefrótica Urêmica Hipertensiva Calculosa - infecção do trato urinário alta: pielonefrite - Infecção do trato urinário baixa: cistite, uretrite

Leia mais

NUPLAM ISONIAZIDA + RIFAMPICINA

NUPLAM ISONIAZIDA + RIFAMPICINA NUPLAM ISONIAZIDA + RIFAMPICINA ISONIAZIDA + RIFAMPICINA D.C.B. 05126.01-0 FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES NUPLAM ISONIAZIDA + RIFAMPICINA é apresentado em: Cápsulas duras, para ADMINISTRAÇÃO ORAL,

Leia mais

DO PACIENTE RENAL Terapia de substituição renal

DO PACIENTE RENAL Terapia de substituição renal aminidicionário DO PACIENTE RENAL Terapia de substituição renal Ao paciente e seus familiares, este pequeno dicionário tem a intenção de ajudar no entendimento da doença que passou a fazer parte das suas

Leia mais

_, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à)

_, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à) TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável _, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE PATOLOGIA PROCESSOS PATOLÓGICOS GERAIS-PPG COLITE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE PATOLOGIA PROCESSOS PATOLÓGICOS GERAIS-PPG COLITE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE PATOLOGIA PROCESSOS PATOLÓGICOS GERAIS-PPG COLITE Nutrição 2010.2 COLITES O que são? São doenças inflamatórias comumente restritas

Leia mais

INFECÇÃO URINÁRIA. Denise Marques Mota FAMED 2011

INFECÇÃO URINÁRIA. Denise Marques Mota FAMED 2011 INFECÇÃO URINÁRIA Denise Marques Mota FAMED 2011 Conceito Multiplicação bacteriana em qualquer segmento do aparelho urinário Importância Segunda infecção bacteriana mais comum em crianças ( otite média

Leia mais

Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda.

Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda. IDENTIFICAÇÃO DO Loxonin loxoprofeno sódico MEDICAMENTO APRESENTAÇÕES LOXONIN é comercializado em caixas com 8, 15 ou 30 comprimidos de 60 mg. USO ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada comprimido de LOXONIN

Leia mais

ALTERAÇÕES RENAIS. Texto extraído do Editorial do Endocrinologia&Diabetes clínica e experimental vol. 7 número 3, julho/2007.

ALTERAÇÕES RENAIS. Texto extraído do Editorial do Endocrinologia&Diabetes clínica e experimental vol. 7 número 3, julho/2007. ALTERAÇÕES RENAIS E.D. teve seu diabetes diagnosticado em 1985, nessa época tinha 45 anos e não deu muita importância para os cuidados que seu médico lhe havia recomendado, sua pressão nesta época era

Leia mais

Mal formações do trato urinário. Luciana Cabral Matulevic

Mal formações do trato urinário. Luciana Cabral Matulevic Mal formações do trato urinário Luciana Cabral Matulevic Refluxo Vésico-Ureteral Fluxo anormal de urina da bexiga para o trato urinário superior Achado isolado ou associado a outras malformações Causas

Leia mais

Programa Multicêntrico de qualificação em Atenção Domiciliar a Distância

Programa Multicêntrico de qualificação em Atenção Domiciliar a Distância 1 Programa Multicêntrico de qualificação em Atenção Domiciliar a Distância 2 GUILHERME EMANUEL BRUNING MAURO BINZ KALIL SATI JABER MAHMUD UNIDADE 8 AVALIAÇÃO E MANEJO DOMICILIAR DA DOR ABDOMINAL São Luís

Leia mais

URO-ONCOLOGIA( CÂNCER UROLÓGICO) A.Câncer de Pênis. Fernando da Rocha Camara

URO-ONCOLOGIA( CÂNCER UROLÓGICO) A.Câncer de Pênis. Fernando da Rocha Camara URO-ONCOLOGIA( CÂNCER UROLÓGICO) A.Câncer de Pênis O pênis, no ser humano é motivo de orgulho, e às vezes motivo de vergonha. Quando a pessoa imagina que o mesmo seja pequeno, chega a evitar contatos sexuais

Leia mais

Infecções do Trato Urinário

Infecções do Trato Urinário Infecções do Trato Urinário Anatomia e Fisiologia do Trato Urinário Órgãos secretores: Rins (2) Órgãos excretores: Ureteres (2) Bexiga Uretra Fonte: http://www.auladeanatomia.com Microbiota Normal da Uretra

Leia mais

Documentário Despertar Para a Vida. Adriana CALAZANS Felipe KREUSCH Ketlin PEREIRA Universidade do Sul de Santa Catarina, Palhoça, SC

Documentário Despertar Para a Vida. Adriana CALAZANS Felipe KREUSCH Ketlin PEREIRA Universidade do Sul de Santa Catarina, Palhoça, SC Documentário Despertar Para a Vida Adriana CALAZANS Felipe KREUSCH Ketlin PEREIRA Universidade do Sul de Santa Catarina, Palhoça, SC RESUMO A leucemia atinge grande parte da população mundial. Em 2008

Leia mais

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO HOSPITAL REGIONAL DO LITORAL TÉCNICO EM ENFERMAGEM

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO HOSPITAL REGIONAL DO LITORAL TÉCNICO EM ENFERMAGEM PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO HOSPITAL REGIONAL DO LITORAL TÉCNICO EM ENFERMAGEM 1. Relacione a segunda coluna de acordo com a primeira: (1) eritrócitos ( ) formam um exército contra os microorganismos

Leia mais

CPMG- SGT NADER ALVES DOS SANTOS CÂNCER DE PRÓSTATA PROF.WEBER

CPMG- SGT NADER ALVES DOS SANTOS CÂNCER DE PRÓSTATA PROF.WEBER CPMG- SGT NADER ALVES DOS SANTOS CÂNCER DE PRÓSTATA PROF.WEBER Próstata Sobre o Câncer Sintomas Diagnóstico e exame Tratamento Recomendações O QUE É A PRÓSTATA? A próstata é uma glândula que tem o tamanho

Leia mais

FÍGADO. Veia cava inferior. Lobo direito. Lobo esquerdo. Ligamento (separa o lobo direito do esquerdo) Vesícula biliar

FÍGADO. Veia cava inferior. Lobo direito. Lobo esquerdo. Ligamento (separa o lobo direito do esquerdo) Vesícula biliar FÍGADO É o maior órgão interno È a maior glândula É a mais volumosa de todas as vísceras, pesa cerca de 1,5 kg no homem adulto, e na mulher adulta entre 1,2 e 1,4 kg Possui a coloração arroxeada, superfície

Leia mais

PROVA DE MEDICINA. Em relação à Diabetes Mellitus, assinale a opção INCORRETA:

PROVA DE MEDICINA. Em relação à Diabetes Mellitus, assinale a opção INCORRETA: 18 PROVA DE MEDICINA QUESTÃO 41 Em relação à Diabetes Mellitus, assinale a opção INCORRETA: a) Os pacientes portadores de Diabetes Mellitus tipo I apresentam pouca ou nenhuma capacidade de secreção de

Leia mais

Arquivo criado por RH VIDA. Entendendo ser importante, solicitamos e conseguimos autorização para sua divulgação.

Arquivo criado por RH VIDA. Entendendo ser importante, solicitamos e conseguimos autorização para sua divulgação. Arquivo criado por RH VIDA. Entendendo ser importante, solicitamos e conseguimos autorização para sua divulgação. Academia Snooker Clube Sorocaba - SP Paulo Dirceu Dias www.snookerclube.com.br paulodias@pdias.com.br

Leia mais

Forma farmacêutica e apresentação: Comprimido revestido. Display contendo 25 blísteres com 6 comprimidos revestidos.

Forma farmacêutica e apresentação: Comprimido revestido. Display contendo 25 blísteres com 6 comprimidos revestidos. LACTO-PURGA bisacodil 5mg Forma farmacêutica e apresentação: Comprimido revestido. Display contendo 25 blísteres com 6 comprimidos revestidos. USO ADULTO E PEDIÁTRICO (crianças acima de 4 anos) USO ORAL

Leia mais

Hepatites Virais 27/07/2011

Hepatites Virais 27/07/2011 SOCIEDADE DIVINA PROVIDÊNCIA Hospital Nossa Senhora da Conceição Educação Semana Continuada de Luta Contra em CCIH as Hepatites Virais 27/07/2011 Enfº Rodrigo Cascaes Theodoro Enfº CCIH Rodrigo Cascaes

Leia mais

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DDA. Patrícia A.F. De Almeida Outubro - 2013

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DDA. Patrícia A.F. De Almeida Outubro - 2013 VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DDA Patrícia A.F. De Almeida Outubro - 2013 INTRODUÇÃO DDA Síndrome causada por vários agentes etiológicos (bactérias, vírus e parasitos) 03 ou mais episódios com fezes líquidas

Leia mais

Reunião de casos clínicos

Reunião de casos clínicos Reunião de casos clínicos RM Dr Ênio Tadashi Setogutti Dr Gustavo Jardim Dalle Grave Março 2013 CASO CLINICO - 1 Paciente sexo feminino, 52 anos, HIV +, com dor intensa em região lombar, dificuldade para

Leia mais

MabThera. rituximab. O que é o MabThera? Para que é utilizado o MabThera? Resumo do EPAR destinado ao público

MabThera. rituximab. O que é o MabThera? Para que é utilizado o MabThera? Resumo do EPAR destinado ao público EMA/614203/2010 EMEA/H/C/000165 Resumo do EPAR destinado ao público rituximab Este é um resumo do Relatório Público Europeu de Avaliação (EPAR) relativo ao. O seu objetivo é explicar o modo como o Comité

Leia mais

Abcd. BUSCOFEM Ibuprofeno. APRESENTAÇÕES Cápsulas de 400 mg: embalagens com 10 e 50 cápsulas. USO ORAL USO ADULTO ACIMA DE 12 ANOS

Abcd. BUSCOFEM Ibuprofeno. APRESENTAÇÕES Cápsulas de 400 mg: embalagens com 10 e 50 cápsulas. USO ORAL USO ADULTO ACIMA DE 12 ANOS BUSCOFEM Ibuprofeno APRESENTAÇÕES Cápsulas de 400 mg: embalagens com 10 e 50 cápsulas. USO ORAL USO ADULTO ACIMA DE 12 ANOS COMPOSIÇÃO Cada cápsula contém 400 mg de ibuprofeno. Excipientes: macrogol, hidróxido

Leia mais

RADIOGRAFIA ABDOMINAL. Profª Drª Naida Cristina Borges

RADIOGRAFIA ABDOMINAL. Profª Drª Naida Cristina Borges RADIOGRAFIA ABDOMINAL Profª Drª Naida Cristina Borges Produção de Radiografias Diagnósticas Preparo adequado jejum/enema Pausa da inspiração evita o agrupamento das vísceras Indicações para a Radiologia

Leia mais

T3 - TRIIODOTIRONINA Coleta: 18/11/2005 06:28. T3 LIVRE Coleta: 18/11/2005 06:28. T4 - TETRAIODOTIRONINA Coleta: 18/11/2005 06:28

T3 - TRIIODOTIRONINA Coleta: 18/11/2005 06:28. T3 LIVRE Coleta: 18/11/2005 06:28. T4 - TETRAIODOTIRONINA Coleta: 18/11/2005 06:28 AUTENTICIDADE: 755339 Set.Tecnico Imunoensaio T3 - TRIIODOTIRONINA Coleta: 18/11/2005 06:28 Resultado 108.6 ng/dl Referencial: Criancas ate 5 anos 105.0 a 269.0 ng/dl 5 a 10 anos 94.0 a 241.0 ng/dl Maiores

Leia mais

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE Trombocitopenia Imune Primária (PTI)

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE Trombocitopenia Imune Primária (PTI) O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE Trombocitopenia Imune Primária (PTI) Manuais da ABRALE Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia Coordenação Executiva Merula A. Steagall Comitê Médico Científico ABRALE Bianca

Leia mais

TÉCNICA CIRÚRGICA VETERINÁRIA

TÉCNICA CIRÚRGICA VETERINÁRIA TÉCNICA CIRÚRGICA VETERINÁRIA CUIDADOS PRÉ, TRANS E PÓS-OPERATÓRIOS Prof. Deocles Teixeira deo_greco@hotmail.com Introdução AVALIAÇÃO e DIAGNÓSTICO CLÍNICO- CIRÚRGICO CONHECER a ETIOFISIOPATOLOGIA ESQUEMATIZAR

Leia mais

FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETA FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETIVA

FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETA FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETIVA FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETA FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETIVA Graduação 1 FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETIVA UNIDADE 4 ALIMENTAÇÃO ENTERAL Nesta unidade você irá estudar as

Leia mais

FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II. Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho

FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II. Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho NUTRIÇÃO ENTERAL INDICAÇÕES: Disfagia grave por obstrução ou disfunção da orofaringe ou do esôfago, como megaesôfago chagásico,

Leia mais

LEIA ATENTAMENTE ESTA BULA ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO. I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Keroxime cefuroxima sódica

LEIA ATENTAMENTE ESTA BULA ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO. I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Keroxime cefuroxima sódica 2 LEIA ATENTAMENTE ESTA BULA ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Keroxime cefuroxima sódica APRESENTAÇÃO Keroxime (cefuroxima) 750 mg: frasco-ampola contendo 750 mg de cefuroxima

Leia mais

Imagens A) Desnutrido crônico: abdome globoso, rarefação de pêlos, perda de massa muscular, estado mental alterado.

Imagens A) Desnutrido crônico: abdome globoso, rarefação de pêlos, perda de massa muscular, estado mental alterado. 18 de Março de 2008. Professor Fábio. Conceito de desnutrição Conseqüências de estados patológicos que resulta do consumo inadequado de um ou mais nutrientes essenciais e que se manifesta ou se diagnostica

Leia mais

INTEGRANDO CONCEITOS À PRÁTICA DIÁRIA NA CONDUTA AO PACIENTE COM DENGUE

INTEGRANDO CONCEITOS À PRÁTICA DIÁRIA NA CONDUTA AO PACIENTE COM DENGUE REVISTA AMF EDIÇÃO 23 PAG. 15-16-17 casos clínicos INTEGRANDO CONCEITOS À PRÁTICA DIÁRIA NA CONDUTA AO PACIENTE COM DENGUE Sônia Maris Oliveira Zagne* / Maria das Graças Muniz** RESUMO Este relato busca

Leia mais

Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas Medicamentos Excepcionais

Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas Medicamentos Excepcionais Termo de Consentimento Informado Sulfasalazina, Mesalazina, Azatioprina, 6-Mercaptopurina, Metotrexate, Ciclosporina Eu,...(nome do(a) paciente), abaixo identificado(a) e firmado(a), declaro ter sido informado(a)

Leia mais

Após a leitura deste texto não deixe de ler também nossas outras postagens sobre exames laboratoriais:

Após a leitura deste texto não deixe de ler também nossas outras postagens sobre exames laboratoriais: Aula Prática Profa. Dra. Fernanda Ayala O exame de urina é usado como método diagnóstico complementar desde o século II. Trata-se de um exame indolor e de simples coleta, o que o torna muito menos penoso

Leia mais