TD AULÃO- HISTÓRIA- PROFESSOR FERNANDO COSTA- 25/04/2015

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1 TD AULÃO- HISTÓRIA- PROFESSOR FERNANDO COSTA- 25/04/ A produção de açúcar, desenvolvida no Nordeste brasileiro a partir do século XVI, a) priorizou o uso de mão-de-obra indígena, graças ao domínio da técnica de cultivo; b) promoveu a organização de uma sociedade aristocrática, patriarcal e escravista; c) foi financiada por capitais da Coroa e da burguesia lusitana; d) gerou uma economia monocultora e voltada para o mercado interno; e) realizou-se em latifúndios, favorecendo o povoamento do sertão. 2-Eram direitos dos donatários: a) fundar vilas, conceder sesmarias e cobrar impostos; b) a redízima, a vintena e a transferência da capitania para outro donatário; c) fundar vilas, a redízima e a transferência da capitania para outro donatário; d) a redízima, a cobrança de impostos e a venda da capitania para qualquer outro nobre; 3-Os movimentos nativistas mais embasados filosoficamente pelas idéias iluministas foram: a) Revolta Beckman e Guerra dos Mascates b) Inconfidência Mineira e Revolução dos Alfaiates c) Revolta Beckman e Inconfidência Mineira d) Revolta de Felipe dos Santos e Revolução dos Alfaiates 4- Os fatores que levaram ao desenvolvimento e à ampliação das atividades econômicas periféricas da colônia, tais como, a pecuária, o tabaco, as drogas do sertão e mesmo o pau-brasil, em detrimento da lavoura de cana-de-açúcar, após a expulsão dos holandeses, em 1654, foram: a) a criação de um mercado interno fomentado pelo descobrimento das minas de ouro no final do século XVI e sua ampliação para as cidades litorâneas da colônia. b) a inversão significativa da utilização da mão de obra escrava pela mão de obra livre na região das minas, criando, assim, um mercado consumidor expressivo. c) estagnação econômica do Centro-Oeste, em função do renascimento agrícola no Nordeste, ao longo do século XVII. d) o acompanhamento destas atividades, primeiro como complemento da atividade açucareira e, posteriormente, como núcleos abastecedores da atividade mineradora e seus desdobramentos

2 5- Confederação do Equador: Manifesto Revolucionário Brasileiros do Norte! Pedro de Alcântara, filho de D. João VI, rei de Portugal, a quem vós, após uma estúpida condescendência com os brasileiros do Sul, aclamastes vosso imperador, quer descaradamente escravizar-vos. Que desaforo atrevimento de um europeu no Brasil. Acaso pensara esse estrangeiro ingrato e sem costumes que tem algum direito à Coroa, por descender da casa de Bragança na Europa, de quem já fomos independentes de fato e de direito? Não há delírio igual (...). (BRANDÃO, Ulysses de Carvalho. A Confederação do Equador, Pernambuco: Publicações Oficiais, 1924) A causa da Confederação do Equador foi a: a) extinção do Poder Legislativo pela Constituição de 1824 e sua substituição pelo Poder Moderador; b) mudança do sistema eleitoral na Constituição de 1824, que vedava aos brasileiros o direito de se candidatar ao Parlamento, o que só era possível aos portugueses; c) atitude absolutista de D. Pedro I, ao dissolver a Constituinte de 1823 e outorgar uma Constituição que conferia amplos poderes ao imperador; d) liberação do sistema de mão de obra nas disposições constitucionais, por pressão do grupo português, que já não detinha o controle das grandes fazendas e da produção do açúcar; 6- Sobre o Período Regencial ( ), é incorreto afirmar que: a) foi um período de intensa agitação social, com a Cabanagem no Rio Grande do Sul e a guerra dos Farrapos no Rio de Janeiro; b) passou por três etapas: regência trina provisória, regência trina e regência una; c) foi criada a Guarda Nacional, formada por tropas controladas pelos grandes fazendeiros; d) através do Ato Adicional as províncias ganharam mais autonomia; 7- Antes de se tornar um importante produto para a economia mundial, o café enfrentou problemas de ordem cultural. Portanto, em relação a este aspecto, é correto dizer que: a) Inicialmente, o café era visto como um estimulante pecaminoso pela população europeia. O fato de essa bebida ter sido originada no continente africano contribuiu para a permanência desse paradigma até meados do século XVI.

3 b) O café não era bem aceito pela sociedade europeia pelo alto custo de seu consumo e pela falta de mão de obra na plantação dos cafezais no continente africano. c) Uma das hipóteses levantadas foi de que o café era visto como uma bebida ingerida somente pelos deuses gregos e que um ser humano comum não poderia consumi-lo. d) O preconceito contra a região em que o café foi originado contribuiu para que os europeus não ingerissem essa bebida. Porém, o principal bloqueio em relação a essa bebida no mercado europeu foi a resistência da mão de obra escrava para trabalhar nos cafezais na Europa. 8- "Os que trazem [o gado] são brancos, mulatos e pretos, e também índios, que com este trabalho procuram ter algum lucro. Guiam-se indo uns adiante cantando, para serem seguidos pelo gado, e outros vêm atrás das reses, tangendo-as, tendo o cuidado para que não saiam do caminho ou se amontoem". (ANTONIL, Cultura e opulência do Brasil, 1711.) O texto expressa uma atividade econômica característica a) do sertão nordestino, dando origem a trabalhadores diferenciados do resto da colônia. b) das regiões canavieiras onde se utilizava mão de obra disponível da entressafra do açúcar. c) de todo o território da América portuguesa, onde era fácil obter mão de obra indígena e negra. d) das regiões do nordeste, produtoras de charque, que empregavam mão de obra assalariada. 9- Para o conjunto da economia europeia, no século XVI, caracterizada pela produção em crescimento e pelo aumento das transações mercantis, ao lado de um novo crescimento de sua população, o efeito mais importante dos grandes descobrimentos foi a alta geral dos preços... O efeito a que o texto se refere foi provocado: a) pelo grande afluxo de metais preciosos. b) pela ampliação da área de produção agrícola. c) pela redução do consumo de produtos manufaturados. d) pela descoberta de novas rotas comerciais no Oriente.

4 10- Considerando a letra A para a França Antártica e a letra B para a França Equinocial, preencha os parênteses de acordo com as características específicas de cada uma dessas tentativas de colonização francesa no litoral do Brasil colonial. ( ) A maior parte dos colonizadores era formada por protestantes franceses que fugiam da perseguição dos católicos em sua terra natal. ( ) A área invadida se localizava no litoral maranhense, onde hoje se localiza a cidade de São Luís. ( ) A derrota para os portugueses fez com que os franceses se deslocassem para a região das Guianas, formando a Guiana Francesa. ( ) A aliança com os tamoios originou a Confederação dos Tamoios, uma união de tribos indígenas que lutavam contra a ocupação portuguesa no litoral do atual estado do Rio de Janeiro. ( ) A derrota dessa tentativa de colonização francesa levou os portugueses a constatarem que era necessário povoar a região para evitar novas investidas, o que originou a fundação da Vila de São Sebastião do Rio de Janeiro. Qual alternativa abaixo indica a sequência correta de preenchimento? a. A; A; A; B; B. b. B; A; B; A; B. c. A; B; A; B; A. d. A; B; B; A; A. 11-A unidade territorial brasileira foi posta à prova no Período Regencial com revoltas armadas, tais como: a. Balaiada, Revolução Praieira, Revolta da Cisplatina. b. Guerra dos Farrapos, Balaiada, Sabinada. c. Revolução Praieira, Confederação do Equador, Sabinada. d. Noite das Garrafadas, Balaiada, Revolta da Armada. e. Guerra dos Emboabas, Revolução Praieira, Balaiada. 12- Duas atividades econômicas destacaram-se durante o período colonial brasileiro: a açucareira e a mineração. Com relação a essas atividades econômicas, é correto afirmar que: a) na atividade açucareira, prevaleciam o latifúndio e a ruralização, a mineração favorecia a urbanização e a expansão do mercado interno. b) o trabalho escravo era predominante na atividade açucareira e o assalariado na

5 mineradora. c) o ouro do Brasil foi para a Holanda e os lucros do açúcar serviram para a acumulação de capitais ingleses. d) geraram movimentos nativistas como a Guerra dos Emboabas e a Revolução Farroupilha. 13- As razões que fizeram com que no Brasil colonial e mesmo durante o império a escravidão africana predominasse em lugar da escravidão dos povos indígenas podem ser atribuídas a (à): a. setores da Igreja e da Coroa que se opunham à escravização indígena; fugas, epidemias e legislação antiescravista indígena que a tornaram menos atraente e lucrativa. b. religião dos povos indígenas, que proibia o trabalho escravo. Preferiam morrer a ter que se se submeterem às agruras da escravidão que lhes era imposta nos engenhos de açúcar ou mesmo em outros trabalhos. c. reação dos povos indígenas, que, por serem bastante organizados e unidos, toda vez que se tentou capturá-los, eles encontravam alguma forma de escapar ao cerco dos portugueses. d. ausência de comunicação entre os portugueses e os povos indígenas e à dificuldade de acesso ao interior do continente, face ao pouco conhecimento que se tinha do território e das línguas indígenas.

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