Fevereiro 2015 São Paulo, 23 de março de DÉFICIT COM A CHINA ALCANÇA US$ 3,6 BILHÕES NO PRIMEIRO BIMESTRE DE 2015.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Fevereiro 2015 São Paulo, 23 de março de DÉFICIT COM A CHINA ALCANÇA US$ 3,6 BILHÕES NO PRIMEIRO BIMESTRE DE 2015."

Transcrição

1 Fevereiro 2015 São Paulo, 23 de março de DÉFICIT COM A CHINA ALCANÇA US$ 3,6 BILHÕES NO PRIMEIRO BIMESTRE DE Em fevereiro, a balança comercial brasileira com a China registrou saldo negativo de US$ 1,2 bilhão, o que significou uma deterioração frente ao mesmo período do ano anterior, quando o déficit foi de US$ 130 milhões. Este foi o maior saldo negativo para os meses de fevereiro. A corrente de comércio entre os parceiros, que somou US$ 9,3 bilhões no primeiro bimestre de 2015, diminuiu US$ 2,7 bilhões na comparação com o mesmo período de De janeiro a fevereiro, o déficit de US$ 3,6 bilhões pode ser atribuído à queda de 42,7% nas exportações, as quais recuaram nos três grupos de produtos por fator agregado. A queda no preço de commodities agrícolas, associada às chuvas de início do ano que interromperam parte da colheita de soja, prejudicaram as vendas brasileiras para a China. O valor exportado deste produto recuou 83,5% nos dois primeiros meses do ano, além de uma redução de 79,1% nos embarques. Entre os produtos que contribuíram positivamente para as exportações do Brasil, destaca-se petróleo em bruto, com expressivo aumento nos embarques e valor exportado. Celulose, ferroligas, carne de frango e minérios de cobre também registraram alta no acumulado do ano. No primeiro bimestre de 2015, as importações provenientes da China também diminuíram, porém em menor intensidade do que as exportações (queda de 7,3%). Manufaturados, que representam 97,3% da pauta, registraram contração de 7,9%, enquanto as compras de produtos básicos aumentaram 23,5%.

2 Evolução da Balança Comercial Brasil-China (US$ bilhões) Exportação Importação Saldo Evolução da Balança Comercial de Manufaturados (US$ bilhões) Exportação Importação Saldo 0,2 0,2 2,7 2,6 3,0 3,3 3,4 2,6 3,6 2,8 3,0 4,6 2,8 4,5 5,0 4,8 2,6 4,1 3,2 3,7 3,4 2,0 3,5 1,9 2,1 2,7 1,3 3,7 1,5 2,8 2,7 1,8 1,6 1,9 2,1-1,0 0,6-0,5-1,2-0,6-1,5-1,3-2,4 fev/14 abr/14 jun/14 ago/14 out/14 dez/14 fev/15-2,8-2,6-2,8 - -2,4-3,0 - -3,2-3,3-3,0-2,4-3,5-2,6 fev/14 abr/14 jun/14 ago/14 out/14 dez/14 fev/15 Composição da Pauta Janeiro a Fevereiro de 2015 Básicos Semimanufaturados Manufaturados Exportações US$ 2,0 bi 70,2% US$ 0,7 bi 24,4% US$ 0,2 bi 5,3% Importações US$ 6,3 bi 97,3% US$ 0,2 bi 2,5% US$ 0,02 bi 0,2% Fonte: AliceWeb/MDIC 01

3 Pauta de Produtos Exportados (PPE) (US$ milhões) Participação¹ Variação Valor Volume Total 100% ,7% -14,6% Básicos 70,2% ,0% -14,7% Minérios de ferro e seus concentrados 33,5% 964, ,0% -15,8% Óleos brutos de petróleo 21,8% 628,5 256,2 145,3% 414,5% Soja, mesmo triturada 6,7% 193, ,5% -79,1% Carne de frango 2,8% 81,4 72,6 12,2% 22,1% Minérios de cobre e seus concentrados 1,9% 55,5 41,7 3% 43,8% Outros 3,3% 95,2 87,3 9,0% 2,2% Semimanufaturados 24,4% 703,3 763,9-7,9% -7,5% Celulose 10,4% 298,0 28 5,3% 17,4% Couros e peles depilados 3,8% 110,5 129,0-14,3% -26,6% Açúcar, em bruto 3,6% 104,9 172,8-39,3% -28,5% Ferroligas 3,6% 102,4 84,1 21,8% 9,6% Catodos de cobre 2,4% 70,2 56,1 25,2% 57,4% Outros 0,6% 17,3 38,9-55,6% -67,9% Manufaturados 5,3% 151,7 218,5-30,5% -36,8% Polímeros plásticos 1,0% 29,7 36,6-19,0% 8,1% Papel e cartão 0,6% 16,4 19,0-13,7% -14,8% Bombas e compressores 0,3% 8,5 12,8-34,0% -62,4% Aparelhos transmissores ou receptores, e componentes 0,2% 6,6 2,7 142,6% 173,7% Motores p/ veículos automóveis e suas partes 0,2% 5,9 11,0-46,4% -61,4% Motores, geradores e transformadores elétricos 0,2% 5,2 6,2-16,1% 6,4% Suco de laranja, congelado 0,2% 4,6 14,8-68,8% -67,9% Álcoolis aciclicos e seus derivados % 4,2 47,1% 201,8% Cobre, Fios, Chapas, etc % 3,6 0,3 ** 436,3% Fibras de vidro e suas obras % 3,5 ** ** Pedras preciosas ou semipreciosas, trabalhadas % 3,3 3,5-6,1% -10,3% Rolamentos e engrenagens, partes e peças % 2,8 10,2% -75,9% Óleos essenciais e seus subprodutos % 2,2 32,7% 11,6% Condensadores Elétricos % 2,4 1,2 102,3% 121,0% Partes e peças para veículos % 1,9 3,5-45,1% -58,4% Outros 1,7% 50,0 98,9-49,5% -57,6% (1) Participação sobre o total exportado no período de janeiro a fevereiro de A soma das participações é inferior a 100%, devido às Operações Especiais não incluídas aqui. Fonte: AliceWeb/MDIC ** Variação superior a 1000% 02

4 Pauta de Produtos Importados (PPI) (US$ milhões) Participação¹ Variação Valor Volume Total 100% ,3% 9,1% Básicos 2,5% 159,6 129,2 23,5% 60,8% Filés de merluza congelados 0,6% 37,2 27,8 34,2% 17,4% Filés de peixes congelados, exceto merluza 0,3% 22,1 15,5 42,1% 21,4% Coques e semicoques de hulha, linhita ou turfa 0,3% 21,4 15,1 42,1% 102,1% Tripas de animais 0,2% 14,7 10,4 42,0% 30,9% Alhos comuns, frescos ou refrigerados % 7,1 1-3% -37,1% Outros 0,9% 57,0 50,4 13,2% 50,3% Semimanufaturados 0,2% 15,5 15,7-0,8% 4,6% Ferroligas % 3,7 1,3 187,9% 422,2% Manganês, em bruto 0,0% 2,4 3,5-32,3% -31,8% Sucos e extratos vegetais 0,0% 2,2 1,4 53,2% 59,4% Ligas de alumínio, em bruto 0,0% 2,1 4,4-53,3% -57,4% Borracha sintética e borracha artificial 0,0% 0,8 1,1-23,0% -9,9% Outros % 4,4 3,9 11,9% -1,5% Manufaturados 97,3% ,9% 5,9% Plataformas de exploração/perfuração, dragas, etc 6,5% 421,1 379,0 11,1% ** Circuitos impressos e partes p/ aparelhos de telefonia 4,7% 303,9 262,2 15,9% 7,5% Partes de aparelhos transmissores ou receptores 3,9% 249,4 360,2-30,8% -36,5% Motores, geradores e transformadores elétricos 3,0% 195,1 195,7-0,3% 19,8% Partes e acessórios p/ máquinas de process. de dados % 185,7 278,7-33,4% -36,6% Laminados planos de ferro ou aços 2,4% 154,5 119,2 29,7% 46,9% Circuitos integrados e microconjuntos eletrônicos 2,3% 146,1 186,6-21,7% 1,8% Aparelhos eletromec. ou térmicos, de uso doméstico 2,0% 128,7 121,0 6,4% 12,3% Tecidos e fibras têxteis, sintéticos ou artificiais 1,8% 116,5 123,6-5,8% -8,0% Bombas e compressores 1,7% ,1 5,6% 9,4% Aparelhos transmissores/receptores de telefonia celular 1,7% 11 85,7 28,5% 12,0% Máquinas automáticas para proc. de dados 1,6% 101,1 146,9-31,2% -19,7% Tecidos de malha 1,5% 99,8 101,3-1,6% 4,2% Compostos heterocíclicos, seus sais e sulfonamidas 1,4% 9 127,7-29,4% -% Aparelhos de ar condicionado 1,3% 85,3 78,6 8,6% 9,3% Outros 58,7% ,8% -2,8% (1) Participação sobre o total importado no periodo de janeiro a fevereiro de Fonte: AliceWeb/MDIC ** Variação superior a 1000% 03

5 Participação da China nas Importações Brasileiras de Manufaturados Pauta de Produtos Manufaturados US$ milhões Participação Plataformas de exploração/perfuração, dragas, etc 421,1 379,0 98,2% 100,0% Circuitos impressos e partes p/ aparelhos de telefonia 303,9 262,2 52,5% 53,2% Partes de aparelhos transmissores ou receptores 249,4 360,2 54,5% 43,9% Motores, geradores e transformadores elétricos 195,1 195,7 47,7% 41,7% Partes e acessórios p/ máquinas de process. de dados 185,7 278,7 51,7% 6% Laminados planos de ferro ou aços 154,5 119,2 45,8% 42,3% Circuitos integrados e microconjuntos eletrônicos 146,1 186,6 19,7% 23,6% Aparelhos eletromec. ou térmicos, de uso doméstico 128,7 121,0 87,3% 86,7% Tecidos e fibras têxteis, sintéticos ou artificiais 116,5 123,6 81,5% 80,0% Bombas e compressores ,1 35,1% 25,3% Aparelhos transmissores/receptores de telefonia celular 11 85,7 96,7% 84,2% Máquinas automáticas para proc. de dados 101,1 146,9 42,7% 43,6% Tecidos de malha 99,8 101,3 96,5% 95,5% Compostos heterocíclicos, seus sais e sulfonamidas 9 127,7 27,4% 30,8% Aparelhos de ar condicionado 85,3 78,6 71,6% 64,3% Preço Médio das Importações Brasileiras de Manufaturados de 2015 Pauta de Produtos Manufaturados US$/Kg Diferença (China-Mundo) Mundo¹ China US$/Kg % Plataformas de exploração/perfuração, dragas, etc 11,2 5,9-5,3-47,1% Circuitos impressos e partes p/ aparelhos de telefonia ,6-84,6-29,2% Partes de aparelhos transmissores ou receptores 28,8 19,9-8,9-30,8% Motores, geradores e transformadores elétricos 13,3 5,9-7,4-55,4% Partes e acessórios p/ máquinas de process. de dados 17 58,9-114,3-66,0% Laminados planos de ferro ou aços 1,0 0,7-0,3-29,3% Circuitos integrados e microconjuntos eletrônicos ,1-4% Aparelhos eletromec. ou térmicos, de uso doméstico 11,7 5,3-6,4-54,5% Tecidos e fibras têxteis, sintéticos ou artificiais 4,4 4,6 0,2 5,1% Bombas e compressores 19,9 4,6-15,2-76,6% Aparelhos transmissores/receptores de telefonia celular 88,1 258,8 170,7 193,6% Máquinas automáticas para proc. de dados 132,6 33,8-98,8-74,5% Tecidos de malha 6,8 4,4-2,4-35,1% Compostos heterocíclicos, seus sais e sulfonamidas 16,5 6,4-10,2-61,5% Aparelhos de ar condicionado 16,9 5,8-11,1-65,6% Fonte: AliceWeb/MDIC (1) Mundo exceto China ** Variação superior a 1000% 04

6 EQUIPE TÉCNICA Federação das Indústrias do Estado de São Paulo FIESP Presidente: Paulo Skaf Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior DEREX Diretor Titular: Thomaz Zanotto Gerente: Magaly M. Menezes Área de Negociações Internacionais e Estudos de Comércio Exterior Coordenador: José Luiz Pimenta Jr. Equipe: Fernando Marques, Juliana Pucci, Laura Gonçalves Bilbao, Vinícius Santos, Clarice Tambelli, Bernardo Hernandez, Bruno Freire. Endereço: Av. Paulista, 1313, 4º andar São Paulo/SP Telefone: (11) / 4615 Fax: (11)

A IMPORTÂNCIA DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO NAS RELAÇÕES COMERCIAIS ENTRE BRASIL E CHINA

A IMPORTÂNCIA DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO NAS RELAÇÕES COMERCIAIS ENTRE BRASIL E CHINA A IMPORTÂNCIA DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO NAS RELAÇÕES COMERCIAIS ENTRE BRASIL E CHINA HENRIQUE DA SILVEIRA SARDINHA PINTO FILHO; JÚNIA RODRIGUES DE ALENCAR; EMBRAPA BRASÍLIA - DF - BRASIL henrique38@hotmail.com

Leia mais

INFORMATIVO DO DEREX JANEIRO DE 2015

INFORMATIVO DO DEREX JANEIRO DE 2015 INFORMATIVO DO DEREX JANEIRO DE 2015 SUMÁRIO Sumário CONHEÇA O DEREX 1 PLEITOS DA INDÚSTRIA 1 Acompanhamento legislativo de matérias da indústria...1 Propostas para alavancar as exportações...1 ANÁLISE

Leia mais

Dados gerais referentes às empresas do setor industrial, por grupo de atividades - 2005

Dados gerais referentes às empresas do setor industrial, por grupo de atividades - 2005 Total... 147 358 6 443 364 1 255 903 923 1 233 256 750 157 359 927 105 804 733 1 192 717 909 681 401 937 511 315 972 C Indústrias extrativas... 3 019 126 018 38 315 470 32 463 760 4 145 236 2 657 977 35

Leia mais

Março de 2012. Destaques dos Investimentos Brasileiros no Exterior. Destaques dos Investimentos Estrangeiros Diretos no Brasil

Março de 2012. Destaques dos Investimentos Brasileiros no Exterior. Destaques dos Investimentos Estrangeiros Diretos no Brasil Março de 2012 Destaques dos Investimentos Brasileiros no Exterior Retorno do Investimento Brasileiro Direto Líquido se acentua no ano: Os dados apurados no mês de março, de US$ 5,0 bilhões, acentuaram

Leia mais

Governo do Estado de Minas Gerais Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico Exportaminas

Governo do Estado de Minas Gerais Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico Exportaminas NOTA TÉCNICA MERCOSUL* - Agronegócio, Eletrônica e TIC e Biotecnologia 2010-2014 * Mercado Comum do Sul, composto pela República Federativa do Brasil, República da Argentina, República do Paraguai, República

Leia mais

Exportações no período acumulado de janeiro até abril de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul. 2015 com abril de 2014.

Exportações no período acumulado de janeiro até abril de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul. 2015 com abril de 2014. Este relatório tem por objetivo apresentar os principais números referentes ao comércio internacional do agronegócio do Rio Grande do Sul no mês de abril de 2015. Total das exportações do Rio Grande do

Leia mais

Em termos nominais, as exportações aumentaram 8,2% e as importações aumentaram 7,4%

Em termos nominais, as exportações aumentaram 8,2% e as importações aumentaram 7,4% Estatísticas do Comércio Internacional Abril 215 9 de junho de 215 Em termos nominais, as exportações aumentaram 8,2% e as importações aumentaram 7,4% As exportações de bens aumentaram 8,2% e as importações

Leia mais

SURINAME Comércio Exterior

SURINAME Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC SURINAME Comércio Exterior Novembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N. Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 07 Julho 2015 Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais Ministério

Leia mais

25 de abril de 2015/ nº 012

25 de abril de 2015/ nº 012 Participação adm. e dems. total 25 de abril de 2015/ nº 012 Cenário industrial: Em março deste ano, a produção da indústria de transformação em Mato Grosso apresentou crescimento de 6,1% em relação ao

Leia mais

2014: Um ano de vitórias para o agronegócio

2014: Um ano de vitórias para o agronegócio Edição 08 - Janeiro de 2015 2014: Um ano de vitórias para o agronegócio Esta edição do Boletim do Agronegócio Internacional dedica atenção especial à análise do comércio exterior do setor em 2014. A agricultura

Leia mais

REINO UNIDO Comércio Exterior

REINO UNIDO Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC REINO UNIDO Comércio Exterior Setembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

RÚSSIA Comércio Exterior

RÚSSIA Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC RÚSSIA Comércio Exterior Dezembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Raio-X dos Investimentos

Raio-X dos Investimentos Destaques dos Investimentos Brasileiros no Exterior: Investimento líquido brasileiro no exterior foi negativo: No mês de abril de 2010 os investidores brasileiros internalizaram US$ 365 milhões. Entretanto,

Leia mais

Exportações no período acumulado de janeiro até março de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul.

Exportações no período acumulado de janeiro até março de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul. Este relatório tem por objetivo apresentar os principais números referentes ao comércio internacional do agronegócio do Rio Grande do Sul no mês de março de 2015. Total das exportações do Rio Grande do

Leia mais

Nome do Condomínio. Demonstrativo Financeiro

Nome do Condomínio. Demonstrativo Financeiro Mês: Janeiro 1.5 - Mês: Fevereiro 1.5 - Mês: Março 1.5 - Mês: Abril 1.5 - Mês: Maio 1.5 - Mês: Junho 1.5 - Mês: Julho 1.5 - Mês: Agosto 1.5 - Mês: Setembro 1.5 - Mês: Outubro 1.5 - Mês: Novembro 1.5 -

Leia mais

Defesa Comercial na Argentina: sumário das investigações em curso e medidas em vigor na Argentina contra produtos brasileiros [págs.

Defesa Comercial na Argentina: sumário das investigações em curso e medidas em vigor na Argentina contra produtos brasileiros [págs. Novembro 2013 Panorama Econômico da Argentina: Entre janeiro e outubro de 2013, o saldo comercial argentino apresentou queda de 27% em relação ao mesmo período de 2012. Diante da contínua redução das reservas

Leia mais

Diretoria de Pesquisas COIND. Índice de Preços ao Produtor

Diretoria de Pesquisas COIND. Índice de Preços ao Produtor Diretoria de Pesquisas COIND Índice de Preços ao Produtor Índice de Preços ao Produtor Indústrias de Transformação Resultados Agosto 2012 Principais Indicadores Indústrias de Transformação JUN JUL AGO

Leia mais

BRASIL Comércio Exterior

BRASIL Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC BRASIL Comércio Exterior Novembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

CONCENTRAÇÃO DA PAUTA COMERCIAL DO BRASIL COM AS ECONOMIAS DA CHINA E DO JAPÃO 1

CONCENTRAÇÃO DA PAUTA COMERCIAL DO BRASIL COM AS ECONOMIAS DA CHINA E DO JAPÃO 1 CONCENTRAÇÃO DA PAUTA COMERCIAL DO BRASIL COM AS ECONOMIAS DA CHINA E DO JAPÃO 1 Silvio Miyazaki 2 1 - INTRODUÇÃO 1 2 A busca de mercados externos alternativos aos tradicionais - Estados Unidos, Europa

Leia mais

BOVINOCULTURA DE CORTE

BOVINOCULTURA DE CORTE ISS 36-9 BOVINOCULTURA DE CORTE Os preços médios da arroba do boi e da vaca, em Mato Grosso do Sul, no mês de fevereiro, foram de R$8,8 e R$,99, respectivamente. Em relação ao mês anterior, houve um avanço

Leia mais

Comércio Exterior Cearense Fevereiro de 2014

Comércio Exterior Cearense Fevereiro de 2014 Enfoque Econômico é uma publicação do IPECE que tem por objetivo fornecer informações de forma imediata sobre políticas econômicas, estudos e pesquisas de interesse da população cearense. Por esse instrumento

Leia mais

Região Zona da Mata. Regional Agosto 2013

Região Zona da Mata. Regional Agosto 2013 O mapa mostra a divisão do estado de Minas Gerais para fins de planejamento. A região de planejamento Zona da Mata engloba a Fiemg Regional Zona da Mata. Região Zona da Mata GLOSSÁRIO Setores que fazem

Leia mais

Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais.

Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais. Maio/2014 OBJETIVO Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais. Permitir ainda, uma análise comparativa da evolução

Leia mais

Agronegócio Internacional

Agronegócio Internacional Boletim do Agronegócio Internacional Agronegócio Internacional Recordistas de vendas no valor total exportado pelo Brasil jan-jul 2014/2013 Edição 03 - Agosto de 2014 O agronegócio representou 44% das

Leia mais

Em termos nominais, as exportações aumentaram 2,1% e as importações diminuíram 3,5%

Em termos nominais, as exportações aumentaram 2,1% e as importações diminuíram 3,5% Estatísticas do Comércio Internacional Fevereiro 2015 09 de abril de 2015 Em termos nominais, as exportações aumentaram 2,1% e as importações diminuíram 3,5% As exportações de bens aumentaram 2,1% e as

Leia mais

ARGENTINA Comércio Exterior

ARGENTINA Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC ARGENTINA Comércio Exterior Agosto de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

JURANDI MACHADO - DIRETOR. Cenário Carnes 2014/2015

JURANDI MACHADO - DIRETOR. Cenário Carnes 2014/2015 JURANDI MACHADO - DIRETOR Cenário Carnes 2014/2015 Oferta e Demanda de Carne Suína CARNE SUÍNA 2014 (a)* no Mundo (Mil toneladas) 2015 (b)* Var % (b/a) PRODUÇÃO 110.606 111.845 1,12 CONSUMO 109.882 111.174

Leia mais

Relação Econômica Bilateral Japão e Brasil

Relação Econômica Bilateral Japão e Brasil Relação Econômica Bilateral e Ⅰ.Comércio Exterior e Os principais parceiros de intercâmbio comercial brasileiro são os, a e a. A presença do não é significativa comparando a esses países. As exportações

Leia mais

Defesa Comercial na Argentina: sumário das investigações em curso e medidas em vigor na Argentina contra produtos brasileiros [págs.

Defesa Comercial na Argentina: sumário das investigações em curso e medidas em vigor na Argentina contra produtos brasileiros [págs. Setembro 2013 Panorama Econômico da Argentina: entre janeiro e julho, o saldo comercial argentino apresentou queda de 27,8% em relação ao mesmo período de 2012. Diante da redução das reservas internacionais,

Leia mais

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - FIESP

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - FIESP FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - FIESP CONSELHO SUPERIOR DE COMÉRCIO EXTERIOR DA FIESP - COSCEX PALESTRA AS DIFICULDADES DO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO NA ARGENTINA, VENEZUELA, EUA E

Leia mais

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+ CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA

Leia mais

PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior

PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior Outubro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

O indicador de sentimento económico melhorou em Novembro, quer na União Europeia (+2.0 pontos), quer na Área Euro (+1.4 pontos).

O indicador de sentimento económico melhorou em Novembro, quer na União Europeia (+2.0 pontos), quer na Área Euro (+1.4 pontos). Nov-02 Nov-03 Nov-04 Nov-05 Nov-06 Nov-07 Nov-08 Nov-09 Nov-10 Nov-12 Análise de Conjuntura Dezembro 2012 Indicador de Sentimento Económico O indicador de sentimento económico melhorou em Novembro, quer

Leia mais

Desempenho recente da Indústria: os sinais de retomada são robustos? O que esperar para o fechamento do ano?

Desempenho recente da Indústria: os sinais de retomada são robustos? O que esperar para o fechamento do ano? Desempenho recente da Indústria: os sinais de retomada são robustos? O que esperar para o fechamento do ano? SUMÁRIO EXECUTIVO O estudo está dividido em duas partes: 1. A primeira faz uma análise mais

Leia mais

Inovações organizacionais e de marketing

Inovações organizacionais e de marketing e de marketing Pesquisa de Inovação 2011 Tabela 1.1.22 -, total e as que não implementaram produto ou processo e sem projetos, com indicação das inovações e gás - Brasil - período 2009-2011 (continua)

Leia mais

ANO 3 NÚMERO 14 Março de 2013 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO

ANO 3 NÚMERO 14 Março de 2013 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO ANO 3 NÚMERO 14 Março de 2013 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO 1 - CONSIDERAÇÕES INICIAIS Dados consolidados de 2012 indicam que as condições de oferta de bens e serviços no país

Leia mais

Gráfico 01 - Evolução do comércio exterior da Dinamarca - 2008-2010. 2008 2009 2010 Anos

Gráfico 01 - Evolução do comércio exterior da Dinamarca - 2008-2010. 2008 2009 2010 Anos Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC Secretaria de Comércio Exterior SECEX Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior DEPLA Coordenação Geral de

Leia mais

Exportações Importações Posição e Quota da Suíça no Comércio Mundial de Bens - 2014 22ª 1,3% 26ª 1,1% Fonte: WTO - World Trade Organization

Exportações Importações Posição e Quota da Suíça no Comércio Mundial de Bens - 2014 22ª 1,3% 26ª 1,1% Fonte: WTO - World Trade Organization Informação Geral sobre a Suíça Área (km 2 ): 41 285 Vice-Presidente Federal: Johann Schneider-Amman População (milhões hab.): 8,11 (estimativa 2014) Risco de crédito: (*) Capital: Berna Risco do país:

Leia mais

MERCOSUL. Principais produtos exportados por MG para o

MERCOSUL. Principais produtos exportados por MG para o MERCOSUL Nome oficial: Mercado Comum do Sul Estados membros: Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela Idiomas oficiais: Espanhol e Português Estados associados: Chile, Colômbia, Equador,

Leia mais

NORDESTE: DESEMPENHO DO COMÉRCIO EXTERIOR EM 2009

NORDESTE: DESEMPENHO DO COMÉRCIO EXTERIOR EM 2009 O nosso negócio é o desenvolvimento ESCRITÓRIO TÉCNICO DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO NORDESTE-ETENE INFORME SETORIAL INDÚSTRIA E SERVIÇOS NORDESTE: DESEMPENHO DO COMÉRCIO EXTERIOR EM 2009 Ano IV No 2 O nosso

Leia mais

Mudança do cenário internacional e reflexos para o setor externo brasileiro

Mudança do cenário internacional e reflexos para o setor externo brasileiro Mudança do cenário internacional e reflexos para o setor externo brasileiro Irailton Silva Santana Júnior 1 Vinícius de Araújo Mendes 1 Introdução O presente relatório concentra a análise da economia brasileira

Leia mais

Relação de (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) cujos contribuintes estão obrigados à Escrituração A partir desta competência, os contribuintes que iniciarem atividades ou que mudarem a atividade

Leia mais

Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro

Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia e Comércio / Integração Regional Jéssica Naime 09 de setembro de 2005 Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia

Leia mais

Reestruturação operacional reduz os custos e as despesas operacionais, proporcionando Ebitda de R$ 2,4 milhões.

Reestruturação operacional reduz os custos e as despesas operacionais, proporcionando Ebitda de R$ 2,4 milhões. Última Cotação em 30/09/2013 FBMC4 - R$ 43,90 por ação Total de Ações: 726.514 FBMC3: 265.160 FBMC4: 461.354 Valor de Mercado (30/09/2013): R$ 31.893,9 milhões US$ 14.431,7 milhões São Bernardo do Campo,

Leia mais

ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES Janeiro a Dezembro / 2007

ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES Janeiro a Dezembro / 2007 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES / 2007 1- Balança Comercial Mato Grosso continua tendo superávit na Balança Comercial registrando em 2007 um expressivo saldo de US$ 4,38 bilhões valor que representa

Leia mais

Haiti - Síntese País e Relacionamento Bilateral

Haiti - Síntese País e Relacionamento Bilateral Informação Geral sobre o Haiti Área (km 2 ): 27 750 Primeiro-Ministro: Laurent Lamothe População (milhões hab.): 10,3 () Risco de crédito : 7 (1 = risco menor; 7 = risco maior) Capital: Port-au-Prince

Leia mais

Extrato de Unidade. Período de 01/01/1901 até 22/06/2015 2542 COND.JULHO/2007(50%) 162,00 4073 FUNDO DE RESERVA 18,00 2542 COND.

Extrato de Unidade. Período de 01/01/1901 até 22/06/2015 2542 COND.JULHO/2007(50%) 162,00 4073 FUNDO DE RESERVA 18,00 2542 COND. 13975867 20/07/2007 033508 13991044 02/08/2007 034027 13998459 02/09/2007 034534 14014148 20/09/2007 034969 14031362 08/10/2007 035487 14049982 02/11/2007 036071 14065498 02/12/2007 036420 14083661 02/01/2008

Leia mais

Em Janeiro de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou +0.9 pontos na UE e +0.5 pontos na Área Euro 1.

Em Janeiro de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou +0.9 pontos na UE e +0.5 pontos na Área Euro 1. Jan-04 Jan-05 Jan-06 Jan-07 Jan-08 Jan-09 Jan-10 Jan-11 Jan-12 Análise de Conjuntura Fevereiro 2014 Indicador de Sentimento Económico Em Janeiro de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou +0.9

Leia mais

7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov.

7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov. 4 SETOR EXTERNO As contas externas tiveram mais um ano de relativa tranquilidade em 2012. O déficit em conta corrente ficou em 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB), mostrando pequeno aumento em relação

Leia mais

Investidores realizam lucros em maio

Investidores realizam lucros em maio Ações stocks Investidores realizam lucros em maio No mês de maio, foi negativo o resultado dos investimentos em bolsa. O índice Bovespa fechou o mês aos 52.760 pontos, uma queda de 6,2%. Foi o pior desempenho

Leia mais

FORUM DO IMPACTO DA CRISE NA MICRO, PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA

FORUM DO IMPACTO DA CRISE NA MICRO, PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA FORUM DO IMPACTO DA CRISE NA MICRO, PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA LINHAS DE FINANCIAMENTO E ACESSO AO CRÉDITO PARA MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SÃO PAULO 13 / 4 / 09 ACESSO AO CRÉDITO PARA AS MICROS E

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE RECURSOS HUMANOS. Observatório de Recursos Humanos em Saúde SETEMBRO / 2015

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE RECURSOS HUMANOS. Observatório de Recursos Humanos em Saúde SETEMBRO / 2015 1 SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE RECURSOS HUMANOS Indicadores de Recursos Humanos- SES/SP Observatório de Recursos Humanos em Saúde SETEMBRO / 2015 Equipe Técnica: Adriana R. L. Carro -

Leia mais

Leite de Cabra Departamento de Ciências Econômicas UFSJ. Orientador.: Prof. Ívis Bento de Lima

Leite de Cabra Departamento de Ciências Econômicas UFSJ. Orientador.: Prof. Ívis Bento de Lima Leite de Cabra Departamento de Ciências Econômicas UFSJ Orientador.: Prof. Ívis Bento de Lima Leite de Cabra Uma função social no Município de Coronel Xavier Chaves Aluno: Alexandre Rodrigues Loures A

Leia mais

Programa de Treinamentos 2014

Programa de Treinamentos 2014 Programa de Treinamentos 2014 Introdução A Bosch Rexroth tem compromisso com a qualidade de seus treinamentos. Baseado nesse compromisso, a Divisão Service - Didática da Bosch Rexroth desenvolveu uma série

Leia mais

Bélgica - Síntese País

Bélgica - Síntese País Informação Geral sobre a Bélgica Área (km 2 ): 30 528 Primeiro-Ministro: Charles Michel População (milhões hab.): 11,1 (estimativa 2014) Risco de crédito: (*) Capital: Bruxelas Risco do país: A2 (AAA =

Leia mais

Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR

Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS NO AGRONEGÓCIO EM 1. RESULTADO

Leia mais

PORTUGAL: RELACIONAMENTO ECONÓMICO COM A AUSTRÁLIA

PORTUGAL: RELACIONAMENTO ECONÓMICO COM A AUSTRÁLIA BALANÇA COMERCIAL 2005 2006 2007 2008 Exportações 82.213 65.434 62.538 53.583 44.990-13,8 39.853 62.848 57,7 Importações 23.679 28.230 38.501 16.980 14.662-3,5 14.187 11.454-19,3 Saldo 58.534 37.204 24.037

Leia mais

Em maio de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou quer na União Europeia (+0.2 pontos) quer na Área Euro (+0.7 pontos).

Em maio de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou quer na União Europeia (+0.2 pontos) quer na Área Euro (+0.7 pontos). Mai-04 Mai-05 Mai-06 Mai-07 Mai-08 Mai-09 Mai-10 Mai-11 Mai-12 Análise de Conjuntura Junho 2014 Indicador de Sentimento Económico Em maio de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou quer na União

Leia mais

SECRETARIA DE AGRICULTURA, IRRIGAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICA DO AGRONEGÓCIO Salvador, Maio de 2011 NOTA TÉCNICA:

SECRETARIA DE AGRICULTURA, IRRIGAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICA DO AGRONEGÓCIO Salvador, Maio de 2011 NOTA TÉCNICA: SECRETARIA DE AGRICULTURA, IRRIGAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICA DO AGRONEGÓCIO Salvador, Maio de 2011 NOTA TÉCNICA: INFORMAÇÕES SOBRE A CORÉIA DO SUL Com a rápida recuperação da crise

Leia mais

Relações Econômico-Financeiras com o Exterior

Relações Econômico-Financeiras com o Exterior V Relações Econômico-Financeiras com o Exterior Política de comércio exterior A ação do governo no âmbito da política de comércio exterior e industrial em foi orientada pela continuidade do Plano Brasil

Leia mais

Extrato de Fundos de Investimento

Extrato de Fundos de Investimento São Paulo, 04 de Maio de 2015 Prezado(a) FUNDO DE PENSAO MULTIPATR OAB 01/04/2015 a 30/04/2015 Panorama Mensal Abril 2015 No cenário internacional, o mês de abril foi marcado por surpresas negativas em

Leia mais

RADIOGRAFIA DO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO: PASSADO, PRESENTE E FUTURO

RADIOGRAFIA DO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO: PASSADO, PRESENTE E FUTURO RADIOGRAFIA DO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO: PASSADO, PRESENTE E FUTURO Rio de Janeiro, 15 de janeiro de 2012 Av. General Justo, 335 4º andar Cep 20021-130 Rio de Janeiro Brasil Tel.: (21) 2544-0048 -

Leia mais

MONITOR ECONÔMICO Março 2015

MONITOR ECONÔMICO Março 2015 MONITOR ECONÔMICO Março 2015 Índice 2 Cenário Internacional... 03 Economia Mundial... 04 Cenário Brasil e Minas Gerais... 05 Introdução... 06 Produção Industrial... 07 Varejo... 10 Faturamento... 11 Emprego...

Leia mais

03/10/2014. Roteiro da Apresentação FINANCEIRIZAÇÃO DO MERCADO ANÁLISE TÉCNICA E DE CICLOS OFERTA E DEMANDA

03/10/2014. Roteiro da Apresentação FINANCEIRIZAÇÃO DO MERCADO ANÁLISE TÉCNICA E DE CICLOS OFERTA E DEMANDA OS MERCADOS DE SOJA, MILHO E TRIGO EM 2015 FERNANDO MURARO JR. Engenheiro agrônomo e analista de mercado da AgRural Commodities Agrícolas OCEPAR Curitiba (PR), 02/out/14 www.agrural.com.br A INFORMAÇÃO

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Crise Mundo Os EUA e a Europa passam por um forte processo de desaceleração economica com indicios de recessão e deflação um claro sinal de que a crise chegou

Leia mais

A CR C IS I E S E MU M N U DI D A I L D O D S ALIM I E M N E TO T S: S O qu q e o B r B asi s l p o p de d f a f ze z r?

A CR C IS I E S E MU M N U DI D A I L D O D S ALIM I E M N E TO T S: S O qu q e o B r B asi s l p o p de d f a f ze z r? A CRISE MUNDIAL DOS ALIMENTOS: O que o Brasil pode fazer? Geraldo Barros USA: Inflation, Interest Rates, GDP Int rates Infl 12 14 16 18 6% 8% 1% GDP -4-2 2 4 6 8 1 198 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Maio 2012

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Maio 2012 Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Maio 2012 As exportações em maio apresentaram aumento de +39,13% em relação a abril, continuando a superar a marca de US$ 1 bilhão, agora pela décima-sexta vez

Leia mais

Boletim Regional Florianópolis

Boletim Regional Florianópolis Boletim Regional Florianópolis Carlos Hamilton Araújo Novembro de 2014 Índice I. Introdução II. Inferências Nacionais III. Região Sul IV. Santa Catarina V. Mercado de Crédito 2 I. Introdução 3 Missão do

Leia mais

O MERCADO DE TRIGO. O balanço mundial de trigo, ao longo das safras analisadas, é visualizado na

O MERCADO DE TRIGO. O balanço mundial de trigo, ao longo das safras analisadas, é visualizado na O MERCADO DE TRIGO 1. INTRODUÇÃO O Brasil é o maior importador mundial de trigo e a sua dependência se torna acentuada à medida que os estoques públicos e privados se reduzem. A safra 2007/08 apresenta-se

Leia mais

Economia Brasileira: Perspectivas para os próximos 10 anos

Economia Brasileira: Perspectivas para os próximos 10 anos Economia Brasileira: Perspectivas para os próximos 10 anos Conjuntura Economia Americana Crescimento e Mercado de trabalho PIB EUA (%) 11 Desemprego EUA 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 0,0 1,6 3,9 2,8 2,8 3,2 1,4

Leia mais

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 5

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 5 SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal fevereiro 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 5 Comércio internacional...

Leia mais

Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos na União Europeia e diminuiu, 0.5 pontos, na Área Euro.

Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos na União Europeia e diminuiu, 0.5 pontos, na Área Euro. Abr-04 Abr-05 Abr-06 Abr-07 Abr-08 Abr-09 Abr-10 Abr-11 Abr-12 Análise de Conjuntura Maio 2014 Indicador de Sentimento Económico Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos

Leia mais

INFORME CONJUNTURAL. Comportamento do Emprego - Ano de 2014 - Brasil. Subseção Dieese Força Sindical. Elaboração: 23/01/15

INFORME CONJUNTURAL. Comportamento do Emprego - Ano de 2014 - Brasil. Subseção Dieese Força Sindical. Elaboração: 23/01/15 INFORME CONJUNTURAL Comportamento do Emprego - Ano de 2014 - Brasil Subseção Dieese Força Sindical Elaboração: 23/01/15 Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged),

Leia mais

RECALL SMITHS LISTA DOS PRODUTOS ENVOLVIDOS, IMPORTADOS AO BRASIL PELA CIRÚRGICA FERNANDES, COM INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS VENDIDOS E EM ESTOQUE

RECALL SMITHS LISTA DOS PRODUTOS ENVOLVIDOS, IMPORTADOS AO BRASIL PELA CIRÚRGICA FERNANDES, COM INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS VENDIDOS E EM ESTOQUE DOCUMENTO 2 LISTA DOS PRODUTOS ENVOLVIDOS, IMPORTADOS AO BRASIL PELA CIRÚRGICA FERNANDES, COM INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS VENDIDOS E EM ESTOQUE 100.105.025 644425 10 10 fev/05 fev/10 9660 10/10/2005 13/10/2005

Leia mais

Luciano Coutinho Presidente

Luciano Coutinho Presidente BNDES e investimentos em São Paulo Assembléia Legislativa SP São Paulo, 26 de outubro de 2011 Luciano Coutinho Presidente A economia de São Paulo 2 SP: Participação das atividades econômicas no valor adicionado

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU MODALIDADE A DISTÂNCIA CRONOGRAMA ACADÊMICO 2011 MBA EM ADMINISTRAÇÃO E MARKETING TURMAS 2011

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU MODALIDADE A DISTÂNCIA CRONOGRAMA ACADÊMICO 2011 MBA EM ADMINISTRAÇÃO E MARKETING TURMAS 2011 2 3 4 5 6 7 8 9 0 2 3 4 5 6 7 8 9 20 22 Aula Data Evento 7/0 a 22/0 Período para solicitação de provas de 2ª chamada 23 24 25 26 27 28 29 26/jan Entrada de novos alunos + AVA (OFERTA JANEIRO 20) 30 3 3/0

Leia mais

Austrália - Síntese País

Austrália - Síntese País Informação Geral sobre a Austrália Área (km 2 ): 7 682 400 Primeiro-Ministro: Tony Abbott População (milhões hab.): 23,6 (estimativa 2014) Risco de crédito: (*) Capital: Camberra Risco do país: BBB (AAA

Leia mais

DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO. Fevereiro de 2013

DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO. Fevereiro de 2013 DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO Fevereiro de 2013 DAS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS SOBRE A FOLHA DE PAGTO - Contribuição dos Empregados (art. 20, Lei 8.212/91); - Contribuição Patronal (art. 22, I e III, Lei

Leia mais

Diretoria de Pesquisas COIND. Índice de Preços ao Produtor

Diretoria de Pesquisas COIND. Índice de Preços ao Produtor Diretoria de Pesquisas COIND Índice de Preços ao Produtor Índice de Preços ao Produtor Indústrias de Transformação Resultados Outubro 2012 Principais Indicadores Indústrias de Transformação AGO SET OUT

Leia mais

A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE FUNDIÇÃO. Associação Brasileira de Fundição ABIFA Devanir Brichesi Presidente São Paulo Brasil outubro/2011 1

A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE FUNDIÇÃO. Associação Brasileira de Fundição ABIFA Devanir Brichesi Presidente São Paulo Brasil outubro/2011 1 A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA DE FUNDIÇÃO Associação Brasileira de Fundição ABIFA Devanir Brichesi Presidente São Paulo Brasil outubro/2011 1 Associação Brasileira de Fundição VISÃO Incentivar o crescimento

Leia mais

Commodities Agrícolas - Market Share por Porto

Commodities Agrícolas - Market Share por Porto 1 Destaques 2009 OvolumedaALLnoBrasilcresceu5,8%em2009para35.631bilhõesdeTKU,apesardo difícil cenário de mercado, com forte queda na produção industrial e redução de 12% na produção de produtos agrícolas

Leia mais

Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 17 a 20 de outubro, 2011 203 ARTIGOS COMPLETOS... 204

Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 17 a 20 de outubro, 2011 203 ARTIGOS COMPLETOS... 204 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 17 a 20 de outubro, 2011 203 ARTIGOS COMPLETOS... 204 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 17 a 20 de outubro, 2011

Leia mais

Comércio Externo de Bens (10 9 USD) 8,0 15,0 2009a 2010a 2011a 2012a 2013a 2014b 6,0 10,0

Comércio Externo de Bens (10 9 USD) 8,0 15,0 2009a 2010a 2011a 2012a 2013a 2014b 6,0 10,0 Informação Geral sobre a Palestina População (milhões hab.): 4,5 (estimativa 2014) Unidade monetária: Shequel de Israel (ILS) e Língua oficial: Árabe Dinar Jordano (JOD) Chefe de Estado: Mahmoud Abbas

Leia mais

INDÚSTRIA DE ALIMENTAÇÃO ANIMAL

INDÚSTRIA DE ALIMENTAÇÃO ANIMAL INDÚSTRIA DE ALIMENTAÇÃO ANIMAL Em 2011: Registrou incremento de 5,2% Em 2011, o setor cresceu 5,2%, movimentou R$ 40 bilhões em insumos e produziu 64,5 milhões de toneladas de ração e 2,35milhões de suplementos

Leia mais

Série 108 Relatório de Acompanhamento do CRI 31-jan-15

Série 108 Relatório de Acompanhamento do CRI 31-jan-15 31-jan-15 a - Saldo atual dos CRI Seniors (37.502.102,11) c - Saldo devedor total da carteira, encargos e valores a processar 37.502.133,30 f - Excedente / (Falta) 1.034,16 28-fev-15 a - Saldo atual dos

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos HIGIENE PESSOAL ABRIL DE 2014

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos HIGIENE PESSOAL ABRIL DE 2014 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos HIGIENE PESSOAL ABRIL DE 2014 PRODUTOS HIGIENE PESSOAL 61% Sabonetes Higiene Oral Desodorantes Talcos Higiene Capilar Produtos para Barbear Fraldas

Leia mais

Notas sobre a divulgação do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) JUNHO/2010

Notas sobre a divulgação do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) JUNHO/2010 Notas sobre a divulgação do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) JUNHO/2010 Dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego para junho de 2010 confirmam a recuperação do emprego

Leia mais

Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana

Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana Milho: preços elevados mesmo com super-safra norte-americana Super-safra norte-americana Em seu boletim de oferta e demanda mundial de setembro o Usda reestimou para cima suas projeções para a safra 2007/08.

Leia mais

Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014

Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014 1 Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014 Brasil: Fundamentos Macroeconômicos (1) Reservas International

Leia mais

As mudanças que o Investment grade pode trazer para o setor agropecuário

As mudanças que o Investment grade pode trazer para o setor agropecuário As mudanças que o Investment grade pode trazer para o setor agropecuário JOSÉ VICENTE FERRAZ JULIANA MORETTI ANGELO 20 de Junho 2008 Investment Grade Investimentos Estrangeiros Diretos no Brasil (milhões

Leia mais

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 4

EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 4 SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal janeiro 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio internacional...

Leia mais

ESPANHA DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS

ESPANHA DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS ESPANHA

Leia mais

CARRO ELETRO HIDRÁULICO PARA RETIRADA DE CONJUNTOS DE CHOQUE E TRAÇÃO. Área de atuação: Manutenção Pesada de Vagões Ferroviários

CARRO ELETRO HIDRÁULICO PARA RETIRADA DE CONJUNTOS DE CHOQUE E TRAÇÃO. Área de atuação: Manutenção Pesada de Vagões Ferroviários CARRO ELETRO HIDRÁULICO PARA RETIRADA DE CONJUNTOS DE CHOQUE E TRAÇÃO Área de atuação: Manutenção Pesada de Vagões Ferroviários Vitória, 30 de setembro de 2011 SUMÁRIO RESUMO...3 OBJETIVOS...4 INTRODUÇÃO...5

Leia mais

Conselho Abit e Sinditêxtil SP Premiére Vision São Paulo. São Paulo, 21 de janeiro de 2014

Conselho Abit e Sinditêxtil SP Premiére Vision São Paulo. São Paulo, 21 de janeiro de 2014 Conselho Abit e Sinditêxtil SP Premiére Vision São Paulo São Paulo, 21 de janeiro de 2014 ECONOMIA PRODUÇÃO, VAREJO E IMPORTAÇÕES NO BRASIL EVOLUÇÃO NA QUANTIDADE EM COMPARAÇÃO AO PERÍODO ANTERIOR 39,3

Leia mais

Balanço de Pagamentos

Balanço de Pagamentos Balanço de Pagamentos Agosto/2015 22 de setembro de 2015 Resumo dos Resultados Em agosto de 2015, o déficit em Transações Correntes foi de US$ 2,5 bilhões, resultado superior ao observado em agosto de

Leia mais

Região Sudeste. Gráfico 4.1 Índice de Atividade Econômica do Banco Central Brasil e Região Sudeste Dados dessazonalizados 2002 = 100 150

Região Sudeste. Gráfico 4.1 Índice de Atividade Econômica do Banco Central Brasil e Região Sudeste Dados dessazonalizados 2002 = 100 150 Região Sudeste 4 Gráfico 4.1 Índice de Atividade Econômica do Banco Central Brasil e Região Sudeste Dados dessazonalizados 2002 = 100 150 145 140 135 Nov 2012 Fev Mai Nov Fev Mai Nov Fev Mai IBC-Br IBCR-SE

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 008 PIB avança e cresce 6% Avanço do PIB no segundo trimestre foi o maior desde 00 A economia brasileira cresceu mais que o esperado no segundo trimestre, impulsionada

Leia mais

Conjuntura. Resultados do Setor de Celulose e Papel Pulp and Paper Sector Results 1.000 toneladas / 1,000 tons. Celulose / Pulp.

Conjuntura. Resultados do Setor de Celulose e Papel Pulp and Paper Sector Results 1.000 toneladas / 1,000 tons. Celulose / Pulp. Monthly publication of the Brazilian Pulp and Paper Association (Bracelpa) February 2014 Resultados do Setor de Celulose e Papel Pulp and Paper Sector Results toneladas / 1,000 tons Celulose / Pulp Jan-Dez

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Universidade Federal do Rio de Janeiro Universidade Federal do Rio de Janeiro Sistema Brasileiro de Cap-and-Trade no Setor Industrial: Vantagens, Desafios, Reflexos na Competitividade Internacional e Barreiras à Implementação Roberto Schaeffer

Leia mais