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1 Boletim Manual de Procedimentos Federal IPI - Reparo por defeito de fabricação de produtos com garantia 1. INTRODUÇÃO Ao venderem seus produtos, os fabricantes concedem aos adquirentes a garantia de funcionamento por prazo determinado e, nessa garantia, assumem o compromisso de repará-los se, no prazo fixado, ocorrer defeito técnico que impeça o perfeito funcionamento da mercadoria. Neste trabalho, veremos os procedimentos que devem ser adotados quanto ao IPI no reparo, por defeito de fabricação, de produtos com garantia. contratual é complementar à legal e será conferida mediante termo escrito. O termo ou equivalente deve esclarecer de maneira adequada as condições gerais da garantia, como a forma, o prazo e o lugar em que pode ser exercitada. Como mencionado no item anterior, se as operações de reparo forem realizadas dentro do prazo de garantia estabelecido no referido termo, não estarão sujeitas à incidência do IPI. Conseqüentemente, se ocorrerem após o prazo estabelecido para a garantia, estarão sujeitas à incidência do IPI normalmente, pois deixam de ser gratuitas. (Lei n o 8.078/1990, art. 50) 2. OPERAÇÃO DE REPARO - NÃO- INCIDÊNCIA DO IPI Não se enquadra no conceito de industrialização, para efeito de cumprimento das obrigações relativas ao IPI, portanto não se sujeita à incidência desse imposto a operação de reparo de produtos por defeito de fabricação, inclusive mediante a substituição de peças e partes, quando a operação for executada gratuitamente, ainda que por concessionários ou representantes, em virtude de garantia dada pelo fabricante. Note-se que a não-inclusão no conceito de industrialização está condicionada a que a operação seja executada gratuitamente em virtude da garantia dada e dentro do prazo estipulado no respectivo contrato. (RIPI/2002, art. 5 o, XII) De acordo com o Código de Proteção e Defesa do Consumidor, a garantia contratual é complementar à legal e será conferida mediante termo escrito 3. SUSPENSÃO DO IPI NA SAÍDA DE PEÇAS E PARTES PARA APLICAÇÃO POR CONCESSIONÁRIOS OU REPRESENTANTES Poderão sair com suspensão do IPI as peças e partes destinadas ao reparo de produtos com defeito de fabricação quando a operação for efetuada gratuitamente, por concessionários ou representantes, em virtude de garantia dada pelo fabricante, desde que o reparo seja feito dentro do prazo de garantia concedido. O contribuinte deve observar que, após o vencimento do prazo de garantia concedido pelo fabricante, estarão sujeitas à incidência do IPI não só as peças e partes novas, mas também as renovadas. (RIPI/2002, art. 42, XIII; e Ato Declaratório Normativo CST n o 9/1983) 2.1 Termo de garantia contratual Apesar de a norma não estar contida na legislação do IPI, cabe ressaltar que, de acordo com o Código de Proteção e Defesa do Consumidor, a garantia 3.1 Estorno de crédito dos insumos usados nos reparos O contribuinte deverá anular, mediante estorno na escrita fiscal, o valor do crédito do IPI relativo a matériasprimas, produtos intermediários e material de embalagem Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Nov/ Fascículo 48 MG 1

2 Manual de Procedimentos empregados na industrialização dos produtos saídos do estabelecimento industrial para reparo de produtos em virtude de garantia dada pelo fabricante e dentro do referido prazo, com a suspensão do imposto. Note-se que, se houver mais de uma aquisição de insumos e não for possível determinar qual corresponde ao estorno, este deverá ser calculado com base no preço médio das aquisições. (RIPI/2002, art. 193, I, b e 1 o ) 4. SAÍDA DE PEÇAS E PARTES PARA CONCESSIONÁRIOS E REPRESENTANTES Na saída de peças e partes com destino a concessionários ou representantes para utilização no reparo de produtos em virtude de garantia dada pelo fabricante, o contribuinte deverá emitir nota fiscal, na qual fará constar, além dos requisitos normalmente exigidos, a expressão: Saído com Suspensão do IPI - Art. 42, XIII do RIPI/2002. (RIPI/2002, art. 341, III) 5. PROCEDIMENTOS NA REMESSA E NA ENTRADA DO PRODUTO A SER REPARADO Na entrada do produto a ser reparado, deverão ser adotados os procedimentos mencionados nos subitens a seguir. 5.1 Remessa efetuada por contribuinte O contribuinte do IPI que remeter produto a ser reparado deverá emitir nota fiscal para acompanhar o trânsito da mercadoria, a qual será lançada no livro Registro de Entradas pelo estabelecimento fabricante que tiver concedido a garantia, observado o procedimento descrito no item 2. (RIPI/2002, art. 323, I) 5.2 Remessa efetuada por não-contribuinte No caso de produto remetido para reparo por particulares ou pessoas jurídicas não obrigadas à emissão de documentos fiscais, o estabelecimento fabricante que tiver fornecido a garantia deverá emitir Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A (para documentar a entrada dos produtos no estabelecimento para reparo), e efetuar o seu lançamento no livro Registro de Entradas. Destaque-se que, se o estabelecimento fabricante assumir o encargo de transportar o produto, a referida nota fiscal servirá para acobertar o trânsito até o seu estabelecimento. (RIPI/2002, art. 359, I, e art. 360, I) 6. PROCEDIMENTOS FISCAIS NA SAÍDA DO PRODUTO REPARADO A saída do produto reparado do estabelecimento que tiver fornecido a garantia deverá ser acobertada por documento fiscal, sem lançamento do imposto, no qual deverá constar a indicação dos dados da nota fiscal emitida por ocasião do recebimento do produto para o reparo. Note-se que deverá ser estornado o crédito relativo às partes e às peças empregadas no reparo, conforme mencionado no subitem 3.1. (RIPI/2002, art. 333, IV e 1 o ) 6.1 Retorno do mesmo produto Ressalte-se que o produto saído do estabelecimento, a título de retorno de conserto, deve ser o mesmo remetido para conserto. No caso de retorno de outro produto, esta saída deverá ser normalmente tributada pelo IPI. Nesse sentido, se manifestou a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), por meio da Solução de Consulta a seguir transcrita: MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SOLUÇÃO DE CONSULTA N o 397 de 26 de Setembro de 2006 ASSUNTO: Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI EMENTA: CONSERTO. PRODUTOS USADOS. DEVOLU- ÇÃO. PRODUTO ORIGINAL. Só estão excluídas do campo de incidência do IPI as operações de conserto, restauração e recondicionamento de produtos usados, quando executadas por encomenda de terceiros não estabelecidos com o comércio de tais produtos. O produto consertado, restaurado ou recondicionado restituído ao encomendante deve ser o originalmente entregue por ele. Se o produto consertado, restaurado ou recondicionado devolvido não for o produto original entregue pelo encomendante, sua saída constituirá fato gerador do IPI, quando a operação nele executada for caracterizada como industrialização. 6.2 Escrituração fiscal do estorno do crédito O valor relativo às partes e às peças empregadas no reparo, devidamente apurado, deverá ser escriturado no livro Registro de Apuração do IPI, no item Estorno de Créditos, discriminando-se a sua origem. (RIPI/2002, art. 399) 7. CONSIDERAÇÕES QUANTO AO ICMS Quanto ao tratamento fiscal relativo ao ICMS nas operações de conserto de produtos em garantia, deverá ser observada as disposições previstas na legislação da Unidade da Federação onde se realizar a operação. 2 MG Manual de Procedimentos - Nov/ Fascículo 48 - Boletim IOB

3 Manual de Procedimentos 8. EXEMPLO A seguir exemplificamos a forma de emissão de notas fiscais, relativamente à entrada no estabelecimento industrial de produto remetido para conserto em garantia por pessoa física e o respectivo retorno do produto consertado ao remetente, considerando-se que na operação o estabelecimento tenha utilizado motor novo, adquirido de terceiros. 8.1 Nota fiscal (entrada) para conserto em garantia EMITENTE LOGOTIPO PPB Industrial Ltda. Rua Pataxó, 121 Rio Branco (XXXXX) Centro AC CEP NOTA FISCAL Nº SAÍDA X ENTRADA 1ª VIA NATUREZA DA OPERAÇÃO Entrada para conserto DESTINATÁRIO/REMETENTE CFOP INSC. ESTADUAL DO SUBSTITUTO TRIBUTÁRIO CNPJ / INSCRIÇÃO ESTADUAL DESTINATÁRIO/ REMETENTE DATA-LIMITE PARA EMISSÃO NOME/RAZÃO SOCIAL CNPJ/CPF DATA DA EMISSÃO Antonio Ribeiro Duarte ENDEREÇO Rua das Canoas, 582 BAIRRO/DISTRITO Centro / CEP DATA DA SAÍDA/ENTRADA MUNICÍPIO FONE/FAX UF INSCRIÇÃO ESTADUAL HORA DA SAÍDA Rio Branco FATURA (XXXXX) AC DADOS DO PRODUTO CÓDIGO PRODUTO DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS CLASSIFICAÇÃO FISCAL SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA UNIDADE QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO VALOR ALÍQUOTAS TOTAL ICMS IPI VALOR DO IPI - Lava-louça mod. A Un , , CÁLCULO DO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO DO ICMS VALOR DO ICMS BASE DE CÁLCULO ICMS SUBSTITUIÇÃO VALOR DO ICMS SUBSTITUIÇÃO VALOR TOTAL DOS PRODUTOS 1.000,00 VALOR DO FRETE VALOR DO SEGURO OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS VALOR TOTAL DO IPI VALOR TOTAL DA NOTA 1.000,00 TRANSPORTADOR/VOLUMES TRANSPORTADOS NOME/RAZÃO SOCIAL FRETE POR CONTA PLACA DO VEÍCULO UF CNPJ/CPF 1. EMITENTE Remetente 2. DESTINATÁRIO ENDEREÇO MUNICÍPIO UF INSCRIÇÃO ESTADUAL QUANTIDADE ESPÉCIE MARCA NÚMERO PESO BRUTO PESO LÍQUIDO DADOS ADICIONAIS Entrada de produto para conserto em garantia - Termo de Garantia nº RESERVADO AO FISCO N DE CONTROLE DO FORMULÁRIO DADOS DA AIDF E DO IMPRESSOR RECEBEMOS DE (RAZÃO SOCIAL DO EMITENTE) OS PRODUTOS CONSTANTES DA NOTA FISCAL INDICADA AO LADO NOTA FISCAL DATA DO RECEBIMENTO IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURA DO RECEBEDOR N Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Nov/ Fascículo 48 MG 3

4 Manual de Procedimentos 8.2 Nota fiscal de retorno de conserto em garantia 4 MG Manual de Procedimentos - Nov/ Fascículo 48 - Boletim IOB

5 Manual de Procedimentos Estadual ICMS - Operações com veículos automotores novos realizadas por meio de faturamento direto ao consumidor 1. INTRODUÇÃO As operações com veículos automotores novos são tributadas através da sistemática da substituição tributária do ICMS. Porém, algumas dessas operações possuem tratamento específico tendo em vista a sua destinação, como é o caso do faturamento direto a consumidor. Nesses casos, os veículos novos são vendidos para o consumidor final diretamente das montadoras ou das importadoras, apenas a sua entrega é que é realizada por meio de concessionária. Abordamos, neste procedimento, o tratamento fiscal diferenciado aplicável a essas operações, com base no Convênio ICMS n o 51/2000, incorporado ao RICMS-MG/2002, Anexo IX, arts. 395 a CONSIDERAÇÕES INICIAIS Inicialmente, cabe-nos esclarecer que o tratamento fiscal aplicado a essas operações não interfere nas disposições da substituição tributária de veículos novos, prevista no RICMS-MG/2002, Anexo XV, Partes 1, arts. 54 e 55, e 2, item 12, exceto se as normas forem conflitantes. Para aplicação dos procedimentos de faturamento direto a consumidor, devem ser observadas as condições de que: a) a entrega do veículo ao consumidor seja realizada pela concessionária envolvida na operação; b) a operação esteja sujeita ao regime da substituição tributária em relação a veículos novos. O imposto devido a título de substituição tributária do ICMS será devido para Minas Gerais nas operações em que o veículo for entregue ao consumidor por concessionária localizada no território mineiro, inclusive nas operações realizadas mediante contrato de arrendamento mercantil (leasing). Outro aspecto importante a ressaltar é a utilização da carga tributária interna do Estado remetente nas operações interestaduais, pois a operação é destinada a consumidor final, contribuinte ou não. Nas operações interestaduais, há uma divisão da arrecadação do imposto entre os Estados remetente e destinatário, conforme exemplo constante no item 7 adiante. (RICMS-MG/2002, Anexo IX, art. 395, na redação dada pelo Decreto n o /2008) 3. VEÍCULOS Os veículos automotores passíveis de serem negociados diretamente com a montadora ou importadora são os automotores novos constantes nos códigos , ou no Capítulo 87, todos da NBM/SH, exceto a posição 8713 da NBM/SH. (RICMS-MG/2002, Anexo IX, art. 395, caput, e TIPI - Decreto n o 4.542/2002) 4. OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS A montadora ou a importadora deverá emitir a nota fiscal de faturamento direto ao consumidor adquirente, com 2 vias adicionais, que, sem prejuízo da destinação prevista na legislação para as demais, serão entregues uma à concessionária e outra, ao consumidor. Nessa nota fiscal devem constar, além dos demais requisitos, no campo Informações Complementares, as seguintes indicações: a) a expressão Faturamento direto ao consumidor - Convênio ICMS n o 51/2000, de 15 de setembro de 2000 ; b) detalhadamente, as bases de cálculo relativas à operação do estabelecimento emitente e à operação sujeita ao regime de sujeição passiva por substituição, seguidas das parcelas do imposto decorrentes de cada uma delas; c) dados identificativos da concessionária (razão social, endereço, número de inscrição no Cadastro de Contribuintes do ICMS e número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica - CNPJ) que efetuará a entrega do veículo ao consumidor adquirente. Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Nov/ Fascículo 48 MG 5

6 Manual de Procedimentos Para efeito de apuração das bases de cálculo citadas na letra b, no valor total do faturamento direto ao consumidor será incluído o valor correspondente ao respectivo frete. (RICMS-MG/2002, Anexo IX, arts. 396 e 397, parágrafo único) 4.1 Montadora ou importadora A montadora ou importadora deverá escriturar a nota fiscal descrita no item 4, a, no livro Registro de Saídas, com a utilização de todas as colunas relativas a operações com débito do imposto e com substituição tributária, apondo, na coluna Observações, a expressão Faturamento direto ao consumidor - Convênio ICMS n o 51/00, de 15 de setembro de 2000 Outra obrigação acessória relativa a montadora ou importadora é a remessa de listagem específica, contendo as informações sobre as operações realizadas sob a sistemática do faturamento direto a consumidor. (RICMS-MG/2002, Anexo IX, art. 396, II e III) 4.2 Concessionária A concessionária lançará no livro Registro de Entradas a nota fiscal de faturamento direto ao consumidor, à vista da via adicional que lhe pertence, conforme citado no item 4. Fica facultada à concessionária a escrituração da nota fiscal somente nas colunas Documento fiscal e Observações, sendo nesta última sempre indicada a expressão Entrega de veículo por faturamento direto ao consumidor - Convênio ICMS n o 51/00, de 15 de setembro de Fica também facultada à concessionária a emissão de nota fiscal para entrega do veículo ao adquirente (consumidor final). O transporte do veículo desde a montadora ou importadora até a concessionária será acobertado pela nota fiscal de faturamento direto ao consumidor ou pela cópia do respectivo Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe), dispensada a emissão de outra nota fiscal para acompanhar o veículo. (RICMS-MG/2002, Anexo IX, arts. 399, 400 e 401) 5. BASE DE CÁLCULO DO ICMS Para efetuar o cálculo do ICMS (base de cálculo) relativo à operação da montadora ou do importador que remeter o veículo à concessionária localizada em outra Unidade da Federação, o contribuinte deverá considerar a alíquota do IPI incidente na operação e, se for o caso, a redução prevista no Convênio ICMS n o 50/1999. (RICMS-MG/2002, Anexo IX, art. 397) 5.1 Saídas para as Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e para o Espírito Santo Nas saídas do Estado de Minas Gerais para as Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e para o Estado do Espírito Santo, a base de cálculo será obtida pela aplicação de um dos percentuais a seguir indicados sobre o valor do faturamento direto ao consumidor: a) com alíquota do IPI de 0%, 45,08%; b) com alíquota do IPI de 5%, 42,75%; c) com alíquota do IPI de 6%, 43,21%; d) com alíquota do IPI de 7%, 42,78%; e) com alíquota de IPI de 8%, 42,35%; f) com alíquota do IPI de 9%, 41,94%; g) com alíquota do IPI de 10%, 41,56%; h) com alíquota do IPI de 11%, 40,24%; i) com alíquota do IPI de 12%, 39,86%; j) com alíquota do IPI de 13%, 39,49%; l) com alíquota do IPI de 14%, 39,12%; m) com alíquota do IPI de 15%, 38,75%; n) com alíquota do IPI de 16%, 38,40%; o) com alíquota de IPI de 18%, 37,71%; p) com alíquota do IPI de 20%, 36,83%; q) com alíquota do IPI de 25%, 35,47%; r) com alíquota do IPI de 35%, 32,70%. (RICMS-MG/2002, Anexo IX, art. 397, I) 5.2 Saídas para as Regiões Sul e Sudeste, exceto para o Espírito Santo Nas saídas do Estado de Minas Gerais para as Regiões Sul e Sudeste, exceto para o Espírito Santo, a base de cálculo será obtida pela aplicação de um dos percentuais a seguir indicados sobre o valor do faturamento direto ao consumidor: a) com alíquota do IPI de 0% e isento, 81,67%; b) com alíquota do IPI de 5%, 77,25%; c) com alíquota do IPI de 6%, 78,01%; 6 MG Manual de Procedimentos - Nov/ Fascículo 48 - Boletim IOB

7 Manual de Procedimentos d) com alíquota do IPI de 7%, 77,19%; e) com alíquota de IPI de 8%, 76,39%; f) com alíquota do IPI de 9%, 75,60%; g) com alíquota do IPI de 10%, 74,83%; h) com alíquota do IPI de 11%, 72,47%; i) com alíquota do IPI de 12%, 71,75%; j) com alíquota do IPI de 13%, 71,04%; l) com alíquota do IPI de 14%, 70,34%; m) com alíquota do IPI de 15%, 69,66%; n) com alíquota do IPI de 16%, 68,99%; o) com alíquota de IPI de 18%, 67,69%; p) com alíquota do IPI de 20%, 66,42%; q) com alíquota do IPI de 25%, 63,49%; r) com alíquota do IPI de 35%, 58,33%. (RICMS-MG/2002, Anexo IX, art. 397, II) 5.3 Mercadoria recebida de montadora ou importador de outra Unidade da Federação Nas operações em que a montadora ou importadora localizada em outra Unidade da Federação remeter veículo à concessionária localizada em Minas Gerais, a base de cálculo do imposto sujeito à substituição tributária será o valor da operação de faturamento direto ao consumidor, acrescido do valor correspondente ao frete. Nesse caso, o ICMS retido por substituição tributária será obtido mediante a aplicação da alíquota fixada para a operação sobre a base de cálculo (com o frete incluído), deduzindo-se o valor do imposto destacado pela montadora ou importadora, conforme previsto no Convênio ICMS n o 51/2000, Cláusula segunda. (RICMS-MG/2002, Anexo IX, art. 398) 6. CONVALIDAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS REALIZADOS ATÉ O Estado de Minas Gerais, através da publicação do Decreto n o /2008, convalidou as operações com veículos automotores novos realizadas por meio de faturamento direto ao consumidor, alcançadas por arrendamento mercantil, realizadas até Assim, convalida os pagamentos do imposto devido por substituição tributária realizados em favor da Unidade da Federação respectiva à localização da arrendadora e dispensa a exigência desses créditos tributários, estejam eles constituídos ou não, relativos ao não-recolhimento do imposto devido por substituição tributária, nos casos em que o veículo tenha sido entregue ao arrendatário por concessionária localizada em Minas Gerais e o imposto, recolhido para a Unidade da Federação de domicílio da arrendadora. Essa convalidação não autoriza restituição de importância já recolhida e aplica-se, também, nas hipóteses em que a arrendadora esteja localizada em outra Unidade da Federação e a montadora e a concessionária que efetuou a entrega do veículo estejam situadas em território mineiro. (Decreto n o /2008, art. 2 o ) 7. EXEMPLO DE CÁLCULO DO ICMS E DO IPI DENTRO E FORA DO ESTADO 7.1 Operação realizada dentro do Estado de Minas Gerais Exemplificamos a seguir o cálculo do ICMS e do IPI nas operações realizadas dentro do Estado de Minas Gerais. Valor do veículo R$ ,00 Alíquota do IPI ( EX 01) 13% Base de cálculo do IPI (redução de 9%) R$ ,00 Valor do IPI R$ 2.366,00 Alíquota do ICMS em Minas Gerais 12% ICMS da operação (R$ %) R$ 2.683,92 Valor da nota fiscal de venda Valor do veículo R$ ,00 IPI R$ 2.366,00 Total da nota fiscal R$ ,00 Nota Para cálculo do IPI na venda direta a consumidor final, deve ser observada a Lei n o /2002, art. 2 o, que possibilita a redução da base de cálculo do IPI referente ao ganho do concessionário, limitada a 9%. 7.2 Operação realizada fora do Estado de Minas Gerais Numa operação interestadual para o Ceará, por exemplo, teremos: Montadora ICMS Minas Gerais equivalente a 39,49% Operação Tributada Consumidor final ICMS para o Ceará equivalente a 60,51% Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Nov/ Fascículo 48 MG 7

8 Manual de Procedimentos Valor do veículo R$ ,00 Alíquota do IPI ( EX 01) 13% Base de cálculo do IPI (redução de 9%) R$18.200,00 Valor do IPI R$ 2.366,00 Alíquota do ICMS em Minas Gerais 12% ICMS da operação (R$ %) R$ 2.683,92 Valor da nota fiscal de venda Valor do veículo R$ ,00 IPI R$ 2.366,00 Total da nota fiscal R$ ,00 Cálculo Base de cálculo do ICMS próprio (R$ ,49%) R$ 8.832,33 ICMS devido para Minas Gerais (R$ 8.832,33 X 12%) R$ 1.059,87 Base de cálculo do ICMS para o Ceará (R$ ,51%) R$ ,66 ICMS devido para o Ceará (R$ ,66 X 12%) R$ 1.624,03 Valor da nota fiscal de venda do substituto Valor do veículo R$ ,00 IPI R$ 2.366,00 Total da nota fiscal R$ ,00 IOB Setorial FEDERAL Setor industrial - IPI - Retorno de industrialização - Utilização da classificação fiscal (NCM) do produto final A legislação do IPI permite a remessa de insumos (matérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem) para industrialização por encomenda com a suspensão do lançamento do imposto, condicionando-a a que os produtos, depois de industrializados, sejam enviados pelo estabelecimento industrializador ao encomendante. Haverá a tributação, pelo IPI, no retorno de industrialização por encomenda, calculado sobre os seguintes valores (base de cálculo): a) valor cobrado (mão-de-obra + materiais aplicados no processo pelo industrializador, desde que esses sejam de sua fabricação ou importação), quando os produtos forem destinados: a.1) ao comércio; ou a.2) ao emprego, como insumo em nova industrialização que dê origem a saída de produto tributado; e b) valor total (mão-de-obra cobrada + materiais aplicados no processo pelo industrializador + insumos, exceto se usados, recebidos do encomendante), caso os produtos industrializados não se destinem: b.1) ao comércio; b.2) ao emprego, como matérias-primas ou produtos intermediários, em nova industrialização; ou b.3) ao emprego no acondicionamento de produtos tributados. Esclarecemos que, sobre o valor da base de cálculo anteriormente descrita, deverá ser aplicada a alíquota prevista na Tabela de Incidência do IPI, aprovada pelo Decreto n o 6.006/2006, considerando-se a classificação fiscal (NCM) do produto industrializado que está retornando ao estabelecimento encomendante, e não a dos insumos remetidos para industrialização. Nesse sentido, manifestou-se a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), por meio de diversas Soluções de Consulta, entre as quais as reproduzidas a seguir: MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SOLUÇÃO DE CONSULTA N o 184 de 09 de Julho de 2008 ASSUNTO: Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI EMENTA: O estabelecimento industrial, quando do retorno dos produtos industrializados por encomenda, deverá emitir uma única nota fiscal, que deverá reportar-se à classificação fiscal do produto final, resultante da industrialização realizada, além dos demais procedimentos exigidos no RIPI/2002 para a 8 MG Manual de Procedimentos - Nov/ Fascículo 48 - Boletim IOB

9 Manual de Procedimentos emissão de notas fiscais. O lançamento do IPI na operação de retorno será calculado pela aplicação da alíquota que corresponder ao produto final, além da menção aos dados dos documentos fiscais que acompanharam os insumos remetidos pelo encomendante e aplicados na industrialização efetuada. MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SOLUÇÃO DE CONSULTA N o 242 de 12 de Julho de 2007 ASSUNTO: Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI EMENTA: (...) No retorno de produtos industrializados por encomenda, será emitida pelo estabelecimento industrial uma única nota fiscal, que deverá reportar-se à classificação fiscal do produto acabado, resultante da industrialização realizada, além dos demais procedimentos exigidos no RIPI/2002 para a emissão de notas fiscais. Se couber o lançamento de IPI na operação de retorno, este será calculado pela aplicação da alíquota que corresponder ao produto final, além da menção aos dados dos documentos fiscais que acompanharam os insumos remetidos pelo encomendante e aplicados na industrialização efetuada. MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SOLUÇÃO DE CONSULTA N o 2 de 06 de Janeiro de 2004 ASSUNTO: Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI EMENTA: INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA. NO- TAS FISCAIS. No retorno de produtos industrializados por encomenda a partir de matérias-primas, produtos intermediários, material de embalagem, moldes, matrizes ou modelos previamente remetidos pelo respectivo encomendante deverá ser emitida pelo executor da encomenda uma única nota fiscal, na qual será indicado o preço total cobrado pela operação realizada, que incluirá: o valor da mão-de-obra aplicada no produto industrializado, o valor dos insumos de propriedade do industrializador (executor da encomenda) aplicados no produto e o valor das demais despesas por ele cobradas do encomendante, conforme legalmente previsto. Essas notas fiscais deverão sempre reportar-se à classificação fiscal do produto saído, resultante da industrialização realizada e, se couber o lançamento de IPI na operação de retorno, será ele calculado pela aplicação da alíquota que corresponder a esse produto. Além dos elementos antes discriminados a nota fiscal emitida quando do retorno dos produtos fabricados por encomenda deverá também mencionar os dados dos documentos fiscais que acompanharam os respectivos insumos recebidos pelo executor da encomenda e aplicados na industrialização efetuada. (RIPI/2002, arts. 42, VI; 130; 131, II; 132) IOB Perguntas e Respostas IPI - Sonegação 1) O que se entende por sonegação? R.: Entende-se por sonegação toda ação ou omissão dolosa tendente a impedir ou retardar, total ou parcialmente, o conhecimento por parte da autoridade fazendária: a) da ocorrência do fato gerador da obrigação tributária principal, sua natureza ou circunstâncias materiais; b) das condições pessoais do contribuinte, suscetíveis de afetar a obrigação tributária principal ou o crédito tributário correspondente. (RIPI/2002, art. 480) IPI - Aplicação do selo de controle nos produtos 2) Em qual momento será feita a aplicação do selo de controle nos produtos? R.: A aplicação do selo de controle nos produtos será feita: a) pelo industrial, antes da saída do produto do estabelecimento industrial; ou b) pelo importador ou licitante, antes da saída do produto da repartição que o desembaraçar ou licitar. (RIPI/2002, art. 243) IPI - Destinação de mercadorias nacionais declaradas perdidas 3) Qual destino se dá às mercadorias nacionais declaradas perdidas em decisão administrativa final, e que não devam ser destruídas? R.: As mercadorias nacionais declaradas perdidas em decisão administrativa final, e que não devam ser destruídas, poderão ser incorporadas ao patrimônio da Fazenda Nacional, ou alienadas, inclusive por meio de doação às instituições de educação ou de assistência social. (RIPI/2002, art. 460) Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Nov/ Fascículo 48 MG 9

10 Manual de Procedimentos IPI - Mercadorias e objetos apreendidos - Depositário falido 4) Qual destino dado às mercadorias e aos objetos apreendidos, que estiverem depositados em poder de negociante que vier a falir? R.: As mercadorias e os objetos apreendidos, que estiverem depositados em poder de negociante que vier a falir, não serão arrecadados na massa, mas removidos para local que for indicado pelo chefe da repartição fiscal competente. (RIPI/2002, art. 463) IPI - Circunstâncias agravantes 5) O que são circunstâncias agravantes? R.: São circunstâncias agravantes: a) a reincidência específica; b) o fato de o imposto, não destacado, ou destacado em valor inferior ao devido, referir-se a produto cuja tributação e classificação fiscal já tenham sido objeto de solução em consulta formulada pelo infrator; c) a inobservância de instruções dos AFRF sobre a obrigação violada, anotadas nos livros e documentos fiscais do sujeito passivo; d) qualquer circunstância, não definida como qualificativa (sonegação, fraude e conluio), que demonstre artifício doloso na prática da infração; e e) qualquer circunstância que importe em agravar as conseqüências da infração ou em retardar o seu conhecimento pela autoridade fazendária. (RIPI/2002, art. 476) ICMS/MG - Denúncia espontânea - Conceito 6) Qual o conceito de denúncia espontânea? R.: Denúncia espontânea é o ato pelo qual o contribuinte comunica ao Fisco a ocorrência de irregularidade relacionada com a obrigação acessória. (RPTA-MG/2008, art. 207) ICMS/MG - Alíquota - Documento fiscal - Devolução de mercadoria para outro Estado 7) Qual alíquota deve constar no documento fiscal que acobertar devolução de mercadoria para outro Estado? R.: Na devolução, total ou parcial, de mercadoria ou bem recebidos, inclusive em transferência, de outra Unidade da Federação, a alíquota aplicável será a mesma adotada no documento que acobertou o recebimento. (RICMS-MG/2002, Parte Geral, art. 42, 10) ICMS/MG - Livro fiscal escriturado - Limite de folhas para encadernação 8) Qual o limite de folhas para encadernação de livro fiscal escriturado por sistema de processamento eletrônico de dados? R.: Quando o contribuinte utiliza o sistema de processamento eletrônico de dados para escrituração fiscal, os formulários referentes a cada livro fiscal serão encadernados, por exercício de apuração, em grupos de até 500 (quinhentas) folhas. (RICMS-MG/2002, Anexo VII, art. 32, 1 a ) 10 MG Manual de Procedimentos - Nov/ Fascículo 48 - Boletim IOB

11 Informativo Eletrônico IOB IOB Atualiza FEDERAL ICMS - Ratificação de Convênios Síntese Este ato declara ratificados os Convênios ICMS n o s 126 a 129/2008. Ato Declaratório Confaz n o 14, de DOU 1 de Ratifica os Convênios n o s ICMS 126/2008 a 129/2008. O Secretário Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso X, do art. 5 o, e pelo parágrafo único do art. 37 do Regimento desse Conselho, declara ratificados os Convênios ICMS a seguir identificados, celebrados na 129 a reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, realizada no dia 22 de outubro de 2008, e publicados no Diário Oficial da União de 24 de outubro de 2008: Convênio ICMS n o 126/ Altera o Convênio ICMS n o 34/1992, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder isenção do ICMS nas saídas de veículos. Convênio ICMS n o 127/ Dispõe sobre a adesão do Estado do Rio Grande do Norte ao Convênio ICMS n o 28/2004, que autoriza os Estados que menciona a conceder isenção do ICMS nas operações internas com energia elétrica produzida no estado. Convênio ICMS n o 128/ Autoriza o Distrito Federal a prorrogar o prazo para cumprimento de obrigação acessória de que trata o inciso I do 8 o da cláusula primeira do Convênio ICMS n o 03/2007, na forma que dispõe. Convênio ICMS n o 129/ Altera o Anexo do Convênio ICMS n o 95/1998, que concede isenção do ICMS nas importações de produtos imunobiológicos, medicamentos e inseticidas, destinados à vacinação e combate à dengue, malária e febre amarela, realizadas pelo Ministério da Saúde. MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA IPI - Apuração mensal - Alteração do prazo de vencimento para os fatos geradores ocorridos desde 1 o Por meio da Medida Provisória n o 447/2008, foi alterada a redação da alínea c do inciso I e acrescentado o 4 o ao art. 52 da Lei n o 8.383/1991, fixando a data de vencimento do IPI incidente sobre os demais produtos (exceto os classificados no código da TIPI), em relação aos fatos geradores ocorridos desde 1 o , para até o 25 o dia do mês subseqüente ao de ocorrência dos fatos geradores. Caso o dia de vencimento não seja dia útil, a data de vencimento deverá ser antecipada para o 1 o dia útil anterior. Nota da Redação Para os fatos geradores ocorridos até , o IPI deve ser recolhido até o último dia útil da quinzena subseqüente ao de ocorrência dos fatos geradores (Lei n o 8.383/1991, art. 52, I, c, na redação dada pela Lei n o /2008). ESTADUAL Interesse geral - Alteração no regulamento da cobrança pelo uso dos recursos hídricos de domínio do Estado Síntese Este ato normativo altera o Decreto n o /2005, que regulamenta a cobrança pelo uso de recursos hídricos de domínio do Estado de Minas Gerais, em relação às condições de cobrança, Informativo - Nov/ N o 48 MG 1

12 aos mecanismos para a definição dos valores de cobrança, à metodologia de cálculo, à aplicação dos recursos oriundos de sua cobrança, ao processo de implantação, às competências do agente econômico-financeiro, dentre outras. Além disso, revoga o art. 6 o do Decreto n o /2005. Decreto n o , de DOE MG de Clique aqui e veja a íntegra do referido ato legal no Site do Cliente IOB. Interesse geral - Alteração nas normas do Fórum Permanente Mineiro das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte Síntese Este ato normativo altera o Decreto n o /2008, que institui o Fórum Permanente Mineiro das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Fopemimpe), para autorizar a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) a habilitar, para credenciamento, até 11 entidades de apoio e de representação como integrantes do fórum. Além disso, estabelece que o regimento interno definirá a forma de participação dos fóruns municipais e de membros convidados nas suas reuniões e o ingresso ou a saída de seus membros. Decreto n o , de DOE MG de Clique aqui e veja a íntegra do referido ato legal no Site do Cliente IOB. ICMS - Alterações no Regulamento referentes a isenção, suspensão, código de situação tributária, consignação mercantil, demonstração e mostruário e substituição tributária Síntese Este ato normativo altera o RICMS-MG/2002, incorporando as disposições dos Convênios ICMS n o s 62, 64, 74, 80, 81, 82, 84 e 85/2008 nos Protocolos ICMS n o s 61, 63, 72, 74, 80, 81, 82, 84 e 85/2008 e nos Ajustes Sinief n o s 8 e 9/2008, relativamente a: a) isenção: ajuste na redação dos itens 147 (efeitos retroativos a 1 o ), 148 e 157 e inclusão do item 170 na Parte 1 do Anexo I do RICMS-MG/2002 e nas Partes 5, 15 e 23 (efeitos a partir de ), com efeitos retroativos a ; b) suspensão do imposto previsto nos itens 7 (efeitos a partir de ) e 15 do Anexo III do RICMS-MG/2002, que dispõem sobre as operações de demonstração e importação de materiais, sob o Regime Aduaneiro Especial de Depósito Afiançado (DAF), para manutenção e reparo de aeronave pertencente a empresa autorizada a operar no transporte comercial internacional (efeitos retroativos a 1 o ); c) ajuste no título da Tabela A, que compõe o Código de Situação Tributária do produto, incluindo-se Serviços, constante na Parte 3 do Anexo V do RICMS-MG/2002; d) ajuste na redação do art. 255 da Parte 1 do Anexo IX do RICMS-MG/2002, que dispõe sobre a emissão da nota fiscal de devolução simbólica a ser emitida nas operações de venda da mercadoria recebida em operação de consignação mercantil, com efeitos a partir de ; e) inclusão dos arts. 452 a 457 no Anexo IX do RICMS- MG/2002, que dispõem sobre as operações com mercadorias destinadas a demonstração e mostruário, com efeitos a partir de ; f) substituição tributária prevista no RICMS-MG/2002, Anexo XV, cujos efeitos vigorarão a partir de 1 o : f.1) com sorvetes, previsto no item 10 do Anexo 2, inclusão do Amazonas e Roraima; f.2) com peças, componentes e acessórios de produtos autopropulsados, ajuste na redação do item 14.34; f.3) ração tipo pet para animais domésticos prevista no item 16 do Anexo 2, inclusão da Bahia; g) isenção na importação de equipamento simulador de vôo, sem similar produzido no país e destinado à empresa Trip Linhas Aéreas S/A; h) revoga o item do Anexo I, que dispõe sobre medicamentos à base de malato de sunitinibe, com efeitos retroativos a 1 o Decreto n o , de DOE MG de Altera o Regulamento do ICMS (RICMS), aprovado pelo Decreto n o , de 13 de dezembro de 2002, e dá outras providências. O VICE-GOVERNADOR, no exercício do cargo de GOVERNA- DOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de atribuição que lhe confere o inciso VII do art. 90, da Constituição do Estado, e tendo em vista o disposto nos Convênios ICMS n o s 62/2008, 64/2008, 74/2008, 80/2008, 81/2008, 82/2008, 84/2008 e 85/2008, nos Protocolos ICMS n o s 61/2008, 63/2008, 72/2008 e nos Ajustes SINIEF n o s 08/2008 e 09/2008, Decreta: Art. 1 o Os Anexos abaixo relacionados do Regulamento do ICMS (RICMS), aprovado pelo Decreto n o , de 13 de dezembro de 2002, passam a vigorar com as seguintes alterações: I - na Parte 1 do Anexo I: 2 MG Informativo - Nov/ N o 48

13 a) após cumpridas as condições para admissão dos materiais no Regime Aduaneiro Especial de Depósito Afiançado (DAF) e sendo os mesmos utilizados no fim precípuo do regime; Saída, em operação interna ou interestadual, de produto farmacêutico e de fralda geriátrica, promovida pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) com destino a farmácia que faça parte do Programa Farmácia Popular do Brasil, instituído pelo Decreto Federal n o 5.090, de 20 de maio de A isenção prevista neste item aplica-se também à saída, em operação interna, promovida pela farmácia que faça parte do Programa, de produto farmacêutico ou de fralda geriátrica recebidos da FIOCRUZ com destino a pessoa física, consumidora final. A farmácia integrante do Programa Farmácia Popular do Brasil que comercializar exclusivamente os produtos de que trata este item fica dispensada do cumprimento das obrigações acessórias, exceto: a) ser inscrita no cadastro de contribuintes do ICMS; b) ser usuária do equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF); c) apresentar, anualmente a Guia de Informação e Apuração do ICMS (GIA-ICMS); d) arquivar, em ordem cronológica, pelo prazo decadencial previsto na legislação, os documentos fiscais de compras, por estabelecimento fornecedor, e de vendas; e) escriturar o livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. b) a importação dos medicamentos, reagentes químicos, kits laboratoriais e equipamentos, bem como suas partes e peças, seja contemplada com: b.1 - isenção, alíquota zero ou não sejam tributados pelos Impostos de Importação e sobre Produtos Industrializados; ou b.2 - isenção, alíquota zero ou não sejam tributados pelos Impostos de Importação ou sobre Produtos Industrializados, na hipótese de as mercadorias constarem da lista da Tarifa Externa Comum (TEC Saída, em operação interestadual, de insumos, matérias-primas, componentes, veículos, máquinas, equipamentos, aparelhos, instrumentos, suas respectivas partes, peças e acessórios destinados à construção do Centro de Lançamento de Alcântara e do Sítio de Lançamento Espacial do Cyclone-4, inclusive à infra-estrutura necessária ao seu funcionamento. A isenção de que trata este item aplica-se às operações com as mercadorias destinadas à sede da entidade Alcântara Cyclone Space (ACS), inscrita no CNPJ sob o n o / , em Brasília (DF), e à construção do Centro de Lançamento de Alcântara e do próprio Sítio de Lançamento Espacial do Cyclone-4, em Alcântara (MA), todas realizadas no âmbito do Tratado Binacional Brasil-Ucrânia, com o objetivo de: a) viabilizar as ações contidas no Tratado de Cooperação de Longo Prazo na Utilização do Veículo de Lançamentos Cyclone-4, no Centro de Lançamento de Alcântara, firmado entre a República Federativa do Brasil e a Ucrânia, em 21 de outubro de 2003; b) aparelhar a sede da ACS em Brasília; e c) construir as edificações ou obras necessárias à ACS, visando ao cumprimento do Tratado; A isenção prevista neste item também se aplica às operações e prestações que contemplem: a) as saídas de mercadorias ou bens, inclusive de energia elétrica, decorrentes de aquisições destinadas à ACS, inclusive material de uso e consumo e ativo permanente; b) as prestações de serviço de transporte das mercadorias ou bens beneficiados com a isenção destinados à ACS; c) as prestações de serviços de comunicação contratadas pela ACS; d) as aquisições para as edificações ou obras previstas no Tratado Binacional, realizadas indiretamente por meio de contratos específicos de empreitada. A isenção somente se aplica às operações e prestações que estiverem isentas ou desoneradas do pagamento dos impostos da União. Nas saídas de mercadorias, bens ou serviços destinados à ACS, o contribuinte deverá indicar na nota fiscal: a) que a operação é isenta do ICMS nos termos do Convênio ICMS 84/08; b) o valor correspondente ao imposto não recolhido, que deverá ser deduzido do preço das respectivas mercadorias, bens ou serviços. Fica dispensado o estorno do crédito na saída de mercadoria ou na prestação de serviço beneficiadas com a isenção prevista neste item. Indeterminada Indeterminada (NR) II - Parte 5 do Anexo I: (s)-5-cloro-alfa-(ciclopropiletinil)-2-[((4-metoxifenil)-metil)amino]-alfa-(trifluormetil)benzenometanol Efavirenz (NR) Informativo - Nov/ N o 48 MG 3

14 III - Parte 15 do Anexo I: ITEM FÁRMACOS NBM/SH MEDICAMENTOS NBM/SH 1 Acetato de Ciproterona Acetato de Ciproterona 50 mg - (por comprimido) Acetato de Desmopressina Acetato de Desmopressina 0,1 mg/ml - aplic. nasal (por frasco 2,5 ml) Acetato de Fludrocortisona Fludrocortisona 0,1 mg - por comprimido Acetato de Glatiramer Acetato de Glatiramer - 20 mg - por frasco/ampola para injeção subcutânea + diluente + seringa/agulha. 5 Acetato de Goserelina Goserelina: 3,60 mg - injetável - (por frasco ampola); 10,80 mg - injetável - (por seringa pronta para administração) Acetato de Lanreotida Acetato de Lanreotida 30 mg - por frasco/ampola Acetato de Leuprolida Acetato de Leuprolida: 3,75 mg - injetável - (por frasco); 11,25 mg - injetável - seringa preenchida. 8 Acitretina Acitretina: 10 mg - (por cápsula); 25 mg - (por cápsula) / Alendronado Monossódico Bifosfonato 10 mg - (por comprimido) Alfacalcidol Alfacalcidol: 0,25 mcg (comprimidos); 1,0 mcg - (comprimidos). 11 Atorvastatina Cálcica Atorvastatina: 10 mg - por comprimido; 20 mg - por comprimido Azatioprina Azatioprina 50 mg - (comprimidos) Bromidrato de Fenoterol Bromidrato de Fenoterol: 0,2 mg - dose - aerosol 200 doses - 15 ml - c/ adaptador; 2 mg/ml - aerosol - 10 ml + bocal. 14 Budesonida Budesonida: 32 mcg - suspensão nasal doses; 50 mcg - suspensão nasal doses; 64 mcg - suspensão nasal doses; 100 mcg - suspensão nasal doses; 0,050 mg - aerosol nasal - com 10 ml; 0,050 mg - aerosol bucal - com 5 ml doses; 0,200 mg - aerosol bucal - com 5 ml doses; 100 mcg - pó inalante doses; 200 mcg - pó inalante doses; 200 mcg - cápsula - pó inalante - 60 cápsulas, com inalador; 200 mcg - cápsula - pó inalante - 60 cápsulas, sem inalador Cabergolina Cabergolina 0,5 mg - (por comprimido) Calcitonina Sintética de Salmão Calcitonina Sintética de Salmão: 200 UI - spray nasal - (por frasco); 100 UI - spray nasal - (por frasco); 50 UI - injetável - (por ampola); 100 UI - injetável - (por ampola). 17 Calcitriol Calcitriol: 0,25 mcg - (por cápsula); 1,0 g - injetável - (por ampola). 18 Ciclosporina Ciclosporina: 100 mg - Solução oral 100 mg/ml - (por frasco com 50 ml); 25 mg - (por cápsula); 50 mg - (por cápsula); 100 mg - (por cápsula); 10 mg - (por cápsula). 19 Cloridrato de Biperideno Cloridrato de Biperideno: 4 mg - por comprimido; 2 mg - por comprimido MG Informativo - Nov/ N o 48

15 ITEM FÁRMACOS NBM/SH MEDICAMENTOS NBM/SH 20 Cloridrato de Ciprofloxacina Cloridrato de Ciprofloxacina: 250 mg - por comprimido; 500 mg - por comprimido. 21 Cloridrato de Donepezil Donepezil: 5 mg - por comprimido; 10 mg - por comprimido. 22 Cloridrato de Metadona Cloridrato de Metadona: 5 mg - por comprimido; 10 mg - por comprimido; 10 mg/ml - injetável - por ampola com 1 ml Cloridrato de Raloxifeno Cloridrato de Raloxifeno 60 mg - (por comprimido) Cloridrato de Selegilina Selegilina: 10 mg - por comprimido; 5 mg - por comprimido. 25 Cloridrato de Sevelamer Cloridrato de Sevelamer: 800 mg - por comprimido; 400 mg - por comprimido Cloridrato de Triexifenidila Triexifenidila 5 mg - por comprimido Cloridrato de Ziprasidona Ziprasidona: 80 mg - por comprimido; 40 mg - por comprimido Cloroquina Cloroquina 150 mg - por comprimido Clozapina Clozapina: 100 mg - (por comprimido) 25 mg - (por comprimido) Danazol Danazol 100 mg - (por cápsula) Deferoxamina Deferoxamina 500 mg - injetável - (por frasco) Dicloridrato de Pramipexol Pramipexol: 1 mg - por comprimido; 0,125 mg - por comprimido; 0,25 mg - por comprimido 33 Dipropionato de Beclometasona Dipropionato de Beclometasona: 400 mcg - pó inalante - com dispositivo inalador doses; 50 mcg - lata/frasco - nasal doses; 50 mcg - lata/frasco - oral (aerosol) doses; 250 mcg - spray doses; 100 mcg - pó inalante - com dispositivo inalador doses; 200 mcg - pó inalante - com dispositivo inalador doses Dornase alfa Dornase alfa 2,5 mg - (por ampola) Entacapone Entacapone 200 mg - por comprimido Eritropoetina Humana Recombinante Eritropoetina Humana Recombinante: U - por injetável - (por frasco/ampola); U - Injetável - (por frasco/ampola); U - injetável - (por frasco/ampola); U - injetável - (por frasco/ampola); U - injetável - (por frasco/ampola); Filgrastima Filgrastima 300 mcg - injetável - (por frasco) Flutamida Flutamida 250 mg - por comprimido Fosfato de Codeína Fosfato de Codeína: 30 mg/ml - por ampola com 2 ml.; 30 mg - por comprimido; 60 mg - por comprimido; 30 mg/ml - solução oral - por frasco com 120 ml Informativo - Nov/ N o 48 MG 5

16 ITEM FÁRMACOS NBM/SH MEDICAMENTOS NBM/SH 40 Fumarato de Formoterol Fumarato de Formoterol: 6 mcg - pó inalante - 60 doses; 12 mcg - pó inalante - 60 doses; 12 mcg - aerosol - 5 ml - 50 doses; 12 mcg - cápsula - com 30 cápsulas pó inalante, com inalador; 12 mcg - cápsula - com 60 cápsulas pó inalante, com inalador; 12 mcg - cápsula - com 30 cápsulas pó inalante, sem inalador; 12 mcg - cápsula - com 60 cápsulas pó inalante, sem inalador. 41 Fumarato de Formoterol + Budesonida Fumarato de Quetiapina Fumarato de Quetiapina: 200 mg - por comprimido; 25 mg - por comprimido; 100 mg - por comprimido. 43 Gabapentina Gabapentina: 300 mg - por comprimido 400 mg - por comprimido 44 Hidróxido de Ferro Endovenoso Fumarato de Formoterol: 6 mcg + Budesonida 200 mcg - pó inalatorio - 60 doses; 6 mcg + Budesonida 100 mcg - pó inalatorio - 60 doses Hidróxido de Ferro Endovenoso - injetável - (por frasco) Hidroxiuréia Hidroxiuréia 500 mg - por cápsula Imiglucerase Imiglucerase 200 U.I. - injetável - (por frasco/ampola) Imunoglobulina da Hepatite B Imunoglobulina da Hepatite B: 1000 mg - injetável - por frasco; 100 mg - injetável - por frasco; 200 mg - injetável - por frasco; 500 mg - injetável - por frasco Imunoglobulina Humana Imunoglobulina Humana Intravenosa: mg- injetável - (por frasco); 2,5 g - injetável - (por frasco); 5,0 g - injetável - (por frasco); 1,0 g - injetável - (por frasco); 3,0 g - Injetável - (por frasco); 6,0 g - Injetável - (por frasco); 49 Infliximab Infliximab 10 mg - injetável - por ampola de 1 ml Interferon Beta 1 a Interferon Beta 1a: UI - injetável - (por frasco/ampola); UI (22 mcg) - Injetável - (por seringa pré-preenchida); UI (44 mcg) - Injetável - (por seringa pré-preenchida); UI (30 mcg) - Frasco/ampola para injeção intramuscular + diluente + mais seringa/agulha por frasco/ampola. Betainterferona 1a UI (30 mcg)- injetável - seringa preenchida 51 Interferon Beta 1b Interferon Beta 1b UI - Injetável - (por frasco/ampola) Isotretinoína Isotretinoína: 20 mg - uso oral - por cápsula; 10 mg - uso oral - por cápsula Lamotrigina Lamotrigina 100 mg - (por comprimido) Leflunomide Leflunomide: 100 mg - por comprimido; 20 mg - por comprimido Lenograstima Lenograstima - 33,6 mui - injetável - (por frasco) Levodopa + Carbidopa Levodopa + Cloridrato de Benserazida Levodopa: 200 mg + Carbidopa 50 mg - Liberação lenta ou dispersível - por cápsula ou comprimido; 250 mg + Carbidopa 25 mg - por comprimido. Levodopa 200 mg + Benserazida 50 mg - por comprimido; 100 mg + Benserazida 25 mg - Liberação Lenta ou dispersível - por cápsula ou comprimido MG Informativo - Nov/ N o 48

ANEXO XII do Regulamento do ICMS (ART. 5 o, X do RICMS - Convênio ICMS 87/02)

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