1º SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE O COMPLEXO INDUSTRIAL DA SAÚDE

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1 1º SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE O COMPLEXO INDUSTRIAL DA SAÚDE O DESENVOLVIMENTO DE FARMÁCOS, MEDICAMENTOS, VACINAS E HEMODERIVADOS NO BRASIL BNDES, RIO DE JANEIRO-RJ, 05/05/2003

2 HISTÓRICO ORIGEM: INAMPS => Dispensação de medicamentos em caráter excepcional 1989=> Estadualizado (S UDS) Talassemia major = Deferoxamina Transplantes de rim = Ciclosporina + Azatioprina + Prednisona Neoplasia ginecológica e Câncer de mama = Tamoxifeno Nanismo hipofisiário = Hormônio do crescimento 1995 Portaria SAS/MS 102 de => lista 22 medicamentos, incluindo: Alglucerase => Doença de Gaucher Análogo LH-RH Enzimas pancreáticas Interferon ` a ` Molgastrima Toxina botulínica 1996 Portaria SAS/MS 204, de => lista 47 medicamentos, incluindo: Clozapina Dornase alfa Lamotrigina Octreotida Risperidona Vigabatrina Regula a dispensação através do formulário SME Inclui os medicamentos na Tabela Descritiva de Procedimentos S IS-S US Cria código para Assistência Farmacêutica (Medicamentos de Dispensação Excepcional Prevê análise e autorização (início dos protocolos clínicos) Portaria S AS/MS 205, de Implanta APAC-TRS Lista medicamentos e quantitativos máximos

3 Portaria S AS/MS 17, de Interferon beta => esclerose múltipla Portaria S AS/MS 23, de Passa a aquisição e controle para o Gestor Estadual Autoriza a dispensação em Hospitais e Farmácias Portaria GM/MS 254, de Estabelece a obrigatoriedade da programação estadual anual Determina a obrigatoriedade da dispensação aos pacientes crônicos (ex. transplantados) Portaria S AS/MS 409, de Implanta a APAC Medicamentos (Autorização de Procedimentos de Alta Complexidade) SME (Solicitação de Medicamento Excepcional), documento que justifica a dispensação APAC I autoriza o fornecimento de medicamentos Vincula a autorização de medicamentos para as patologias Vincula o CID 10 à cobrança/faturamento Regulamenta a dispensação (sem duplicidade de atendimento) Portaria GM/MS 1481, de Estabelece financiamento de medicamentos excepcionais no extra-teto => FAEC (Fundo de Ações Estratégica e Compensação) Estabelece o encontro de contas trimestral Atualiza valores a serem repassados Portaria S AS/MS 286, de Primeira Consulta Pública

4 ... SECRETARIA DE CIENCIA TECNOLOGIA E INSUMOS ESTRATÉGICOS POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS Portaria nº 3.916/GM outubro de DIRETRIZES Para assegurar o acesso da população a medicamentos seguros, eficazes e de qualidade, ao menor custo possível, os gestores do SUS, nas três esferas de Governo, atuando em estreita parceria, deverão concentrar no sentido de que o conjunto das ações direcionadas para o alcance deste propósito estejam balizadas pelas diretrizes a seguir explicitadas. 3.1 Adoção de relação de medicame ntos essenciais 3.2 Regulamentação sanitária de medicamentos a) a obrigatoriedade da adoção da denominação genérica nos editais, propostas, contratos e notas fiscais bem como de exigências sobre requisitos de qualidade dos produtos; b) a obrigatoriedade da adoção da denominação genérica nas compras e licitações públicas de medicamentos realizadas pela Administração Pública; c) a adoção de exigências específicas para o aviamento de receita médica ou odontológica, relativas à sua forma e à identificação do paciente e do profissional que a prescreve; d) a apresentação da denominação genérica nas embalagens, rótulos, bulas, prospectos, textos e demais materiais de divulgação e informação médica....

5 POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS Portaria nº 3.916/GM outubro de Reorientação da assistência farmacêutica a) na descentralização da gestão; b) na promoção do uso racional dos medicamentos; c) na otimização e na eficácia do sistema de distribuição no setor público; d) no desenvolvimento de iniciativas que possibilitem a redução nos preços dos produtos, viabilizando, inclusive, o acesso da população aos produtos no âmbito do setor privado.... a definição de produtos a serem adquiridos e distribuídos deverá considerar três pressupostos de ordem epide miológica, - doenças que configuram problemas de saúde pública, que atingem ou põem em risco as coletividades, e cuja estratégia de controle concentra-se no tratamento de seus portadores; - doenças consideradas de caráter individual que, a despeito de atingir número reduzido de pessoas, requerem tratamento longo ou até permanente, com o uso de medicamentos de custos elevados; - doenças cujo tratamento envolve o uso de medicamentos não disponíveis no mercado.

6 POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS Portaria nº 3.916/GM outubro de Reorientação da assistência farmacêutica... a decisão deverá, ainda, observar critérios mais específicos, relativos a aspectos técnicos e administrativos, de que são exemplos: - o financiamento da aquisição e da distribuição dos produtos, sobretudo no tocante à disponibilidade de recursos financeiros; -o custo-benefício e o custo-efetividade da aquisição e distribuição dos produtos em relação ao conjunto das demandas e necessidades de saúde da população; - a repercussão do fornecimento e uso dos produtos sobre a prevalência ou incidência de doenças e agravos relacionados aos medicamentos fornecidos; - a necessidade de garantir apresentações de medicamentos, em formas farmacêuticas e dosagens adequadas, considerando a sua utilização por grupos populacionais específicos, como crianças e idosos. 3.4 Promoção do uso racional de medicamentos

7 POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS Portaria nº 3.916/GM outubro de Desenvolvimento científico e tecnológico A oferta de medicamentos está intrinsecamente relacionada com a pesquisa e o desenvolvimento, os quais, por sua vez, encerram aspectos relativos à estrutura e ao perfil industrial no Brasil, composto por três segmentos de produção: nacional público, nacional privado e de empresas de capital transnacional no setor este último predominante no País. Caberá ao Ministério da Saúde, por intermédio do órgão responsável pela implementação da Política de Ciência e Tecnologia, estimular uma maior articulação das instituições de pesquisas e das universidades com o setor produtivo, a partir do estabelecimento de prioridades. 3.6 Promoção da produção de medicame ntos Será também incentivada a produção de medicamentos destinados ao tratamento de patologias cujos resultados tenham impacto sobre a saúde pública ou que são adquiridos em sua quase totalidade pelo setor público. Nesse sentido, deverão ser identificados e implementados mecanismos que possibilitem a eliminação da dependência, ao Governo Federal, dos laboratórios oficiais, a modernização dos seus sistemas de produção e o alcance de níveis de eficiência e competitividade, particularmente no que concerne aos preços dos produtos.

8 POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS Portaria nº 3.916/GM outubro de Garantia da segurança, eficácia e qualidade dos medicame ntos O processo para garantir a qualidade, a segurança e a eficácia dos medicamentos fundamenta-se no cumprimento da regulamentação sanitária, destacando-se as atividades de inspeção e fiscalização, com as quais é feita a verificação regular e sistemática. Para o exercício dessas ações, a Secretaria de Vigilância Sanitária (ANVISA) implementará e consolidará roteiros de inspeções aplicáveis à área de medicamentos e farmoquímicos. Definirá, desenvolverá e implantará sistemas de informação para o setor, envolvendo os três níveis de gestão, estabelecendo procedimentos e instrumentos de avaliação. 3.8 Desenvolvimento e capacitação de recursos humanos

9 SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SÃO PAULO Gasto com Medicamentos de Alto Custo em Milhões 210,0 R$ 19,9 32,8 48,3 103,4 80,7 131,7 165,

10 Conselho Nacional de Secretários de Saúde CONASS INFORMATIVO CONASS no. 04/2003 PRIMEIRA ASSEMBLÉIA GERAL DO CONASS Os Secretários de Saúde dos Estados e do Distrito Federal compareceram em peso à 1ª Assembléia Ordinária do CONASS, dia 19 de fevereiro, no San Marco Hotel, em Brasília. O Presidente do CONASS, Fernando Cupertino, coordenou a reunião, que legitimou o fórum como instrumento de reivindicações e busca de soluções para os problemas que afligem a gestão estadual do Sistema Único de Saúde (SUS). Desse encontro foi elaborado um documento a ser entregue ao Ministro da Saúde, constando os cinco principais pontos prioritários apontados pelos Secretários para compor a agenda de discussão com o Ministério da Saúde. Assistência Farmacêutica / Medicamentos De Dispensação em Caráter Excepcional e Limite Financeiro da Assistência de Média e Alta Complexidade dos Estados e Municípios encabeçam a lista de prioridades, seguidas dos temas Política de Investimento em Saúde, Regionalização da Assistência (NOAS ) e Organização da Atenção Básica. Ano VIII - 13/03/2003

11 EVOLUÇÃO HISTÓRICA DE GASTOS E PACIENTES GAS TOS EM R$ NUM. PACIENTES *

12 GASTOS COM MEDICAMENTOS DE DISPENSAÇÃO EXCEPCIONAL POR REGIÃO 1995-> R$ Sudeste Sul Nordeste Norte Centro-Oeste Brasil ANOS FONTE: SAS/ DEPARTAMENTO DE CONTROLE E AVALIAÇÃO DE SISTEMAS/MS

13 2500% EVOLUÇÃO PERCENTUAL DOS GASTOS COM MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS NO PERÍODO DE 1995-> % 1500% 1000% 500% 0% Sudeste Sul Nordeste Norte Centro- Oeste Brasil FONTE: SAS/ DEPARTAMENTO DE CONTROLE E AVALIAÇÃO DE SISTEMAS/MS

14 ARGUMENTO PARA ESCOLHA (PROJEÇÃO 2003) R$ R$ , R$ , NÚM. PRODUTOS 14

15 (*) PROJETADO MEDICAMENTOS CUJO VALOR DE REPASSE ULTRAPASSAM R$ ,00 GASTO PROJETADO - UNIÃO E ESTADOS PROCEDIMENTO ORDEM MEDICAMENTO/APRESENTAÇÃO VALOR R$ - MS VALOR R$ - ESTADOS 1 IMIGLUCERASE 200 UI - INJETÁVEL - POR FRASCO/AMPOLA , ,40 2 INTERFERON ALFA - PEGUILADO- POR TRATAMENTO MÊS , ,00 3 MICOFENOLATO MOFETIL 500 m g - POR COMPRIMIDO , ,80 4 OLANZAPINA 10 m g - POR COMPRIMIDO , ,76 5 INTERFERON BETA 1a UI (22 mcg) - INJETÁVEL - POR SERINGA PRÉ-PREENCHIDA , ,14 6 ERITROPOET.HUMANA RECOMBIN.4000 UI - INJETÁVEL - POR FRASCO/AMPOLA , ,64 7 CICLOSPORINA 100 m g - CÁPSULA , ,04 8 INTERFERON BETA 1b UI (0,3 m g) - INJETÁVEL - POR FRASCO/AMPOLA , ,00 9 SOMATOTROFINA RECOMBINANTE HUMANA 4 UI - INJETÁVEL - POR FRASCO/AMPOLA , ,36 10 TACROLIMUS 1m g - POR CÁPSULA , ,04 11 TACROLIMUS 5 mg - POR CÁPSULA , ,20 12 INTERFERON BETA 1a UI (44 m cg) - INJETAVEL - POR SERINGA PRÉ-PREENCHIDA , ,40 13 ACETATO DE LEUPROLIDA 3,75 mg - INJETÁVEL - POR FRASCO , ,56 14 DORNASE ALFA 2,5 m g - POR AMPOLA , ,00 TOTALIZAÇÃO , ,34

16 (*) PROJETADO M EDICAM ENTOS CUJO VALOR DE REPASSE ULTRAPASSAM R$ ,00 CUSTO ANO POR PACIENTE PROCEDIMENTO ORDEM MEDICAMENTO/APRESENTAÇÃO MS EM R$ ESTADO - R$ 1 IMIGLUCERASE 200 UI - INJETÁVEL - POR FRASCO/AM POLA , ,11 2 ERITROPOET.HUMANA RECOMBIN.4000 UI - INJETÁVEL - POR FRASCO/AM POLA , ,10 3 INTERFERON BETA 1a UI (44 m cg) - INJETAVEL - POR SERINGA PRÉ- PREENCHIDA , ,92 4 INTERFERON ALFA - PEGUILADO- POR T RATAM ENTO MÊS , ,76 5 INTERFERON BETA 1a UI (22 mcg) - INJETÁVEL - POR SERINGA PRÉ- PREENCHIDA , ,76 6 DORNASE ALFA 2,5 mg - POR AM POLA , ,27 7 TACROLIMUS 5 m g - POR CÁPSULA , ,50 8 M ICOFENOLATO MOFETIL 500 mg - POR COM PRIMIDO , ,54 9 INTERFERON BETA 1b UI ( 0,3 m g) - INJETÁVEL - POR FRASCO/AM POLA , ,05 10 TACROLIMUS 1mg - POR CÁPSULA 8.832, ,92 11 OLANZAPINA 10 mg - POR COM PRIMIDO 4.555, ,85 12 SOM ATOTROFINA RECOMBINANTE HUMANA 4 UI - INJETÁVEL - POR FRASCO/AM POLA 5.907, ,77 13 ACETATO DE LEUPROLIDA 3,75 m g - INJETÁVEL - POR FRASCO 4.336, ,87 14 CICLOSPORINA 100 m g - CÁPSUL A 3.180, ,98

17 (*) PROJETADO MEDICAMENTOS CUJO VALOR DE REPASSE ULTRAPASSAM R$ ,00 INDICAÇÃO DE PROTOCOLO E NÚMERO DE USUÁRIOS BRASIL PROCEDIMENTO ORDEM MEDICAMENTO/APRESENTAÇÃO DOENÇA NÚM. DE PACIENTES 2003* 1 IMIGLUCERASE 200 UI - INJETÁVEL - POR FRASCO/AMPOLA GAUCHER;KRABBE;FABRY INTERFERON ALFA - PEGUILADO- POR TRATAMENTO MÊS HEPATITE VIRAL CRÔNICA C MICOFENOLATO MOFETIL 500 mg - POR COMPRIMIDO TRANSPLANTES DE RIM,FIGADO E CORAÇÃO OLANZAPINA 10 mg - POR COMPRIMIDO ESQUIZOFRENIA, PSICOSES INTERFERON BETA 1a UI (22 mcg) - INJETÁVEL - POR SERINGA PRÉ-PREENCHIDA ESCLEROSE MÚLTIPLA ERITROPOET.HUMANA RECOMBIN.4000 UI - INJETÁVEL - POR FRASCO/AMPOLA RENAL CRÔNICA, TRANSPLANTES CICLOSPORINA 100 mg - CÁPSULA TRANSPLANTES, CROHN,ANEMIAS APLÁSTICAS INTERFERON BETA 1b UI (0,3 mg) - INJETÁVEL - POR FRASCO/AMPOLA ESCLEROSE MÚLTIPLA SOMATOTROFINA RECOMBINANTE HUMANA 4 UI - INJETÁVEL - POR FRASCO/AMPOLA HIPOPITUITARISMO, SINDROME DE TURNER TACROLIMUS 1mg - POR CÁPSULA TRANSPLANTES DE FIGADO E RIM TACROLIMUS 5 mg - POR CÁPSULA TRANSPLANTES DE FIGADO E RIM INTERFERON BETA 1a UI (44 mcg) - INJETAVEL - POR SERINGA PRÉ-PREENCHIDA ESCLEROSE MÚLTIPLA ACETATO DE LEUPROLIDA 3,75 mg - INJETÁVEL - POR FRASCO ENDOMETRIOSE E HIPERFUNÇÃO HIPOFISIÁRIA DORNASE ALFA 2,5 mg - POR AMPOLA FIBROSE CÍSTICA 284

18 MEDICAMENTOS DE DISPENSAÇÃO EXCEPCIONAL CORTE `HISTÓRICO DOS GASTOS DA UNIÃO` VALOR R$ PACIENTES / / / 05* 1998 / / / / / ** / 14 ANO / NUM. PRODUTOS

19 COMPARATIVO ENTRE O VALOR TOTAL DOS ITENS E DO CORTE PARA 14 ITENS VALOR R$ TOTAL DE ITENS VALOR R$ DE 14 ITENS DIFERENÇA * ANO

20 COMPARATIVO DO NÚMERO TOTAL DE UNIDADES COM O DOS 14 ITENS UNIDADES UNIDADES UNIDADES DE 14 ITENS DIFERENÇA * ANO

21 NÚMERO TOTAL DE PACIENTES E O DOS 14 ITENS PACIENTES P ACIENTES P ACIENTES DE 14 ITENS DIFERENÇA * ANO

22 MEDICAMENTOS DE DISPENSAÇÃO EXCEPCIONAL CORTE `HISTÓRICO DOS GASTOS DA UNIÃO` VALOR R$ UNIDADES / / / 05* 1998 / / / / / ** / ANO / NUM. PRODUTOS 14

23 MEDICAMENTOS DE DISPENSAÇÃO EXCEPCIONAL CORTE `HISTÓRICO DOS GASTOS DA UNIÃO` ,00 ESCALA LOG , ,00 100,00 10,00 CM UNIDADE R$ CM P ACIENTE R$ 1, ANO

24 EPIDEMIOLOGIA DE DOENÇAS QUE UTILI ZAM MEDICAMENTOS DE DISPENSAÇÃO EXCEPCIONAL ALZHEIMER A prevalência estimada é de cerca de 1 a 6% da população até 65 anos; a prevalência aumenta consideravelmente com a idade, chegando até a 50% das pessoas que atingem os 85 anos de vida. A prevalência da demência em geral e da doença de Alzheimer em particular aumentou com a idade (1,3 % dos 65 aos 69 anos, 3,4% dos 70 aos 74 anos, 6,7% dos 75 aos 79 anos, 17,0% dos 80 aos 84 anos e 37,8% a partir dos 85 anos). A prevalência aos 65 anos é de 5% e sobe para 20% aos 80 anos mas, isto não significa que pessoas com menos de 65 anos não tenham a doença. A prevalência aos 65 anos é de 5% e sobe para 20% aos 80 anos mas, isto não significa que pessoas com menos de 65 anos não tenham a doença. INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA No Brasil estima-se que haja atualmente cerca de pacientes em tratamento para insuficiência renal crônica terminal (IRCT). A prevalência de 40 pacientes por 100 mil habitantes é atualmente adotada como parâmetro de avaliação do indicador1.

25 HEPATITE B e Distribuição, Morbidade, Mortalidade e Letalidade: na população geral, esse vírus acomete prefencialmente indivíduos na faixa etária de 20 a 40 anos.. No Brasil, a literatura médica refere a Região Sul como área de baixa endemicidade. As regiões Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste são de intermediária endemicidade. A região da Amazônia Legal (média de 8% de prevalência de HBsAg), o estado do Espírito Santo e a região oeste do estado de Santa Catarina são considerados de alta endemicidade). De modo geral, a taxa de letalidade dos pacientes hospitalizados é de 0,8% a 2%, podendo aumentar nos indivíduos com mais de 40 anos de idade e ser maior nos casos associados ao vírus da hepatite D. No Brasil, a taxa de mortalidade é de 0,6 por habitantes. Número de casos confirmados de hepatite B. Brasil e grandes regiões 1993 a é ú â ó e Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste PARKINSON ê ê ê ê ã é

26 ã ê çã ê ê çã ô çã í D DE CROHN PCDT ê ê í ê ç D DE GAUCHER 304 casos no Brasil

27 Portarias - Consultas Públicas e Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas - Programa de Alto Custo Patologia Consulta Pública Publicação do Protocolo 1) Esquizofrenia e transtornos esquizofreniforme refratários Port. SAS nº 286, eport SAS 846, Port. SAS nº 347, ) Osteoporose Port. SAS nº 286, Port. SAS 470, ) Doença de Gaucher Port. SAS nº 286, Port. SAS 449, ) Transplantes Renais ( Port. SAS 221, revogada ) * Atualização ( ) Port. SAS nº 286, Port SAS 1.018, ) Esclerose Múltipla Port. SAS nº 347, Port. SAS - 97, ) Hepatite B em candidatos a transplante hepático (Lamivudina associada a HBIG) Port. SAS nº 347, Port. SAS - 469, ) Fibrose Cística (só Enzimas Pancreáticas) Port. SAS nº 347, Port. SAS 263, ) Acromegalia Port. SAS nº 347, Port. SAS - 471, ) Acne C.P. SAS nº 01, Port. SAS - 389, ) Anemia em IRC e tratamento de reposição e manutenção de Estoques de Fe. C.P. SAS nº 02, Port SAS 437, ) Doença de Alzheimer C.P.SAS nº 01, Port SAS 843, ) Glaucoma C.P.SAS nº 02, ) Tratamento da Neutropenia c/ estimuladores de colônias das células progenitores da medula óc.p.sas nº 04, Port SAS 862, ) Hipotireoidismo congênito C.P.SAS nº 5, Port SAS 848, ) Doença Falciforme C.P.SAS nº 6, Port SAS 872, ) Fenilcetonúria C.P.SAS nº 7, Port SAS 847, ) Doença de Crohn C.P. GM nº 1, Port SAS 858, ) Retocolite ulcerativa C.P. GM nº 1, Port SAS 861, ) Artrite Reumatóide C.P. GM nº 1, Port SAS 865, ) Doença de Wilson C.P. GM nº 1, Port SAS 844, ) Esclerose Lateral Amiotrófica C.P. GM nº 1, Port SAS 913, ) Hepatite Viral Crônica B C.P. GM nº 1, Port SAS 860, ) Hepatite Viral Crônica C C.P. GM nº 1, Port SAS 863, ) Epilepsia Refratária C.P. GM nº 1, Port SAS 864, ) Hiperfosfatemia na IRC C.P. GM nº 1, Port SAS 845, ) Uso de Opiáceos no Alívio da Dor Crônica C.P. GM nº 1, Port SAS 859, ) Hiperplasia Adrenal Congênita C.P. GM nº 1, Port SAS 849, ) Doença de Parkinson C.P. SAS nº 10, Port SAS 1.016, ) Distonias e Espasticidade Focal Disfuncional - Espasticidade Focal Disfuncional C.P. SAS nº 11, Port SAS 1.013, ) Distonias e Espasticidade Focal Disfuncional - Distonias C.P. SAS nº 11, Port SAS 1.014, ) Asma Grave C.P. SAS nº 12, Port SAS 1.012, ) Tratamento da Hiperlipidemia em pacientes de alto risco de desenvolver eventos cardiovasculares C.P. SAS nº 13, Port SAS 1.015, Portaria SAS nº de 23/ 07/ Atualiza a Tabela SIA / SUS Portaria SAS nº 92 de 22/11/ Inclui e altera a Portaria SAS de 23/07/2002

28 CONSULTORIA CONTRATADA CONTROLE DE PROTOCOLOS CONSULTA PÚBLICA E PUBLICAÇÃO Doença Medicamento Doença pelo HIV Imunoglobulina Humana Anem ia Auto-Im une Imunoglobulina Humana Púrpura Trombocitopê nica idiopática Síndrome de Guillain - Barré Imunoglobulina Humana Miastenia Gravis Imunoglobulina Humana Excesso de Estrógeno Outr a Disfunção Ovar iana Outras Hipe rfunções da Análogos de GnRH (Leuprolida, Naf arelina, Triptorelina, goserelina), Ciproterona Hipó fise Hipe rtricose Le iom ioma de Úter o Goserelina Hiperprolactinemia Bromocriptina Aplasia Pura da Série Ve rmelha adquirida Ciclosporina, Azatioprina Outras Anemias Aplásicas Inflamação Coriorretiniana Ciclosporina, Azatioprina Es tado de Mal As mático Ciclosporina, Azatioprina He patite Cr ônica não Ciclosporina, Azatioprina classificada em outra Parte...

29 ... Diabetes insípido Hipopar atireoidis m o: CID 89.2, E55, Pancr eatite Crônica induzida por álcool Doenças de Paget Ictiose Lamelar Psoríases Lúpus Erite matoso Disseminado (sistêmico) De rm atopoliom iosite Esclerose Sistêmica Es pondilite Ancilos ante Entesopatias:CID. M46.0, M46.1, M46.8 M46.9, M47, M48.8, M48.9 Hipopituitaris mo SECRETARIA DE CIENCIA TECNOLOGIA E INSUMOS ESTRATÉGICOS Desmopressina Calcitriol, A lf acalcidol Bis fosf onados Acitretina Ciclosporina, Azatioprina, Acitretina Ciclosporina, Azatioprina Imunoglobina Humana Penicilamina Sulfasalazina Sulfasalazina Somatotrofina Recombinante Humana Síndrome de Turner Somatotrofina Recombinante Humana Fibr os e Cís tica Dornase alfa, antibióticos inalatórios. Síndrome Nefrótica Ciclosporina Azatioprina Insuficiência Renal Crônica Osteodistrofia Renal Endome triose Hemossiderose Enzimas Pancreáticas Ciclosporina, Azatioprina Ciclosporina Azatioprina, Deferoxamina Calcitriol, A lf acalcidol Danazol, acetato de medrox iprogesterona, Analogos de GnRH (Leuprolida, Naf arelina Triptorelina, Goserelina) Deferoxamina, deferiprona

30 PROGRAMA DE M EDICAMENTOS DE DISPENSAÇÃO EXCEPCIONAL PRODUTOS EM AVALIAÇÃO ECONÔM ICA PRÉ-REGISTRO NOME COM ERCIAL FÁRMACO INDICAÇÃO TERAPÊUTICA CUSTO 1 TRATAMENTO MÊS 1 CAMPATH ALEMTUZUMAB LEUCEMIA LINFOCITICA CRÔNICA R$ ,00 2 IRESSA GEFITINIBE CÂNCER PULMONAR R$ ,00 3 VALCYTE VALGANCICLOVIR RENITE POR CITOMEGALOVIRUS R$ ,00 4 ABILIFY ARIPIPRAZOL ESQUIZOFRENIA R$ 626,00 5 FASLODEX FULVESTRANTO CÂNCER DE MAMA R$ 2.633,00... Fonte: ANVISA 02/2003

31 ESTRATÉGIAS PARA GARANTIA DO ACESSO A MEDICAMENTOS DE DISPENSAÇÃO EXCEPCIONAL CARACTERIZAÇÃO DA A.F.COMO PARTE INTEGRANTE DA P.N.S. E NÃO COMO SIMPLES ATENDIMENTO DA DEMANDA DE MEDICA- MENTOS PELOS SERVIÇOS ORGANIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DO SUS CLAREZA NAS PACTUAÇÕES ESTABELECIDAS ENTRE GESTORES DISPENSAÇÃO OBEDECENDO PROTOCOLOS CLÍNICOS PROMOÇÃO DE CAMPANHAS PARA O USO E A PRESCRIÇÃO RACIO- NAL DE MEDICAMENTOS MONITORAÇÃO DA PUBLICIDADE E PROPAGANDA DE MEDICA- MENTOS INCLUSÃO DOS M.D.E NO REGISTRO NACIONAL DE PREÇOS ESTABELECER, COMO CRITÉRIO DE REGISTRO DE MEDICAMENTOS, A AVALIAÇÃO CUSTO/EFETIVIDADE DO FÁRMACO

32 ESTRATÉGIAS PARA GARANTIA DO ACESSO A MEDICAMENTOS DE DISPENSAÇÃO EXCEPCIONAL FORMALIZAR INTERFACES COM O PODER JUDICIÁRIO VISANDO A DISPONIBILIZAÇÃO PERMANENTE E ABALIZADA DE SUBSÍDIOS À ANÁLISE DAS DEMANDAS REFERENTES AOS MEDICAMENTOS FOMENTAR O DESENVOLVIMENTO DA QUÍMICA FINA E A PRODUÇÃO DE MEDICAMENTOS NO PARQUE PRODUTOR NACIONAL ESTABELECER ACORDOS INTERNACIONAIS VISANDO A PRODUÇÃO NACIONAL DE FAMÁCOS DEFINIR E PACTUAR AÇÕES INTERSETORIAIS EFETIVAS, QUE VISEM A INTERNALIZAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DE INOVAÇÕES TECNOLOGIAS, QUE ATENDAM ÀS NECESSIDADES DE PRODUTOS E SERVIÇOS PROMOVER AÇÕES GOVERNAMENTAIS VISANDO RESGUARDAR O INTERESSE NACIONAL FRENTE À LEGISLAÇÃO PATENTÁRIA

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