AULA PRÁTICA 02 TECIDOS EPITELIAIS: EPITÉLIOS DE REVESTIMENTO

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1 AULA PRÁTICA 02 TECIDOS EPITELIAIS: EPITÉLIOS DE REVESTIMENTO A característica morfológica básica do tecido epitelial é a proximidade entre as células, indicando a ausência de substância intercelular (exceto por uma camada muito fina de glicoproteínas). Outras características são ausência de vasossanguíneos e linfáticos, presença de estruturas de coesão celular; associação com o tecido conectivo e variação no número de camadas celulares. O tecido epitelial de revestimento apresenta como funções: revestir superfícies cavitárias ou cobrir superfícies externas, proteger contra o atrito e a desidratação e promover excreção e absorção seletiva. EPITÉLIOS SIMPLES LÂMINA Nº 33 - LÍNGUA - TRICRÔMICO DE GOMORI Com a objetiva de 10X procure focalizar inicialmente no tecido conectivo situado logo abaixo do epitélio da língua, uma região onde você encontrará diferentes tipos de vasos sanguíneos. Observe o epitélio que reveste a luz destes vasos. Este epitélio é formado por uma única camada de células achatadas, pavimentosas. Apenas os núcleos destas células são bem visíveis (o citoplasma destas células aparece como uma linha escura). Os núcleos são alongados, distanciados uns dos outros e fazem saliência na luz dos vasos. LÂMINA Nº 67- TIREÓIDE - HE As unidades funcionais da glândula tireoide são os folículos tireoidianos. Esses folículos apresentam forma esférica ou irregular e são delimitados por um epitélio simples cilíndrico a cúbico, dependendo do estado funcional da tireoide. A luz do folículo está repleta de uma glicoproteína denominada tireoglobulina ou colóide tireoidiano combinado com iodo, formando um complexo hormonal sob forma inativa (pré-hormônio).

2 Em glândulas que estão em secreção ativa, os folículos tendem a ser pequenos e com pouco colóide armazenado na luz dos mesmos e as células são cilíndricas, refletindo a ativa síntese e secreção hormonal. Inversamente, as glândulas que estão com menor atividade secretam menos e, portanto apresentam grande quantidade de colóide armazenado na luz dos folículos (folículos maiores) e o epitélio é simples cúbico. Esta grande quantidade de colóide provoca a distensão das paredes do folículo causando o achatamento das células foliculares. Identifique um folículo tireoideano. LÂMINA Nº 44 - JEJUNO-ÍLEO - HE (corte transv.) O intestino delgado (do qual o jejuno e o íleo fazem parte) apresenta caracteristicamente várias projeções da parede em direção à luz chamadas de vilosidades intestinais. Com o aumento médio (10X), focalize a superfície de uma vilosidade e estude o seu epitélio. 1. O seu epitélio é formado por uma única camada de células cilíndricas. Aqui não aparecem as papilas conectivas. 2. Existem dois tipos celulares bem distintos: um deles menos numeroso, apresentando o citoplasma apical muito claro (não corado; cromófobo) que são as células caliciformes comuns nos intestinos delgado e grosso, cujo produto de secreção (muco) lubrifica o bolo alimentar.o outro tipo celular, mais numeroso, é constituído por células cilíndricas altas, com núcleos alongados (acompanhando a forma da célula) e de posição basal, denominado célula absortiva intestinal ou enterócito. 3. Com aumento médio (10X), procure um campo favorável (que não tenha problema de incidência de corte tangencial) e observe que a superfície livre (superfície apical) destas células cilíndricas apresenta uma fina faixa de cor mais intensa. Esta película foi denominada pela histologia clássica de cutícula, borda em escova ou borda estriada e que ao MET mostra-se constituída

3 por milhares de microvilosidades (compare com o esquema ultraestrutural de seu livro texto ou Atlas de Eletromicrografias). 4. O epitélio intestinal por conter leucócitos agranulares (linfócitos) que estão de passagem para a luz do órgão. LÂMINA Nº 59 - TRAQUÉIA - HE Observe a lâmina a olho nu. Ela apresenta um corte transversal da traqueia; portanto, se observa uma parede e uma cavidade (luz). Com a objetiva panorâmica, identifique uma fina faixa basófila que reveste a luz deste órgão. Com os aumentos 10X e 40X comprove que se trata de um revestimento epitelial, pois há grande proximidade entre as células a julgar pela sua grande concentração de núcleos. Semelhante ao epitélio intestinal, o epitélio da traqueia, também contém células caliciformes, cujo produto de secreção é continuamente liberado para a luz, umedecendo assim a superfície interna do órgão. Subjacente ao tecido epitelial de revestimento encontra-se o tecido conectivo acidófilo. Este epitélio apresenta duas novidades em relação aos outros epitélios vistos até agora. Note que a superfície apical do mesmo apresenta um aspecto estriado, de modo, a lembrar das cerdas de uma escova: são os cílios, que existem no sistema respiratório (fossas nasais, laringe, traqueia e brônquios). A outra novidade se refere à estratificação. Note que os núcleos mais basais são em sua maioria, esféricos, e os mais apicais são alongados, dispondo-se perpendicularmente ao conectivo subjacente. Isto sugere que o epitélio deve ser estratificado. Perceba, porém, que os núcleos não vão se achatando em direção à luz e que a região mais superficial do epitélio não contém núcleos. Trata-se de um epitélio pseudoestratificado, típico das vias aéreas. Todas as células tocam na lâmina basal, mas, nem todas atingem a luz do órgão; com isto as células apresentam formas variadas, os núcleos tendem a ocupar diferentes posições nas células, simulando uma estratificação.

4 EPITÉLIOS ESTRATIFICADOS LÂMINA Nº 39 - ESÔFAGO - HE Observe a olho nu, que a lâmina contém um corte transversal de esôfago que apresenta uma parede e uma luz (cavidade). A luz do órgão é delimitada por uma fina camada basófila - o epitélio de revestimento a ser examinado. Estude esta camada ao microscópio com a objetiva de menor aumento e verifique: 1. A superfície de contato com o tecido conectivo subjacente é irregular; o conectivo acidófilo se projeta para o interior do epitélio originando as papilas. 2. O epitélio é formado por várias camadas celulares. Observe com a objetiva 10X, que a porção basal do epitélio voltada para o tecido conectivo apresenta-se mais basófila. 3. Com a objetiva 40X note que, da base para o ápice da camada epitelial (da base para a luz do órgão) as células exibem uma variação em sua forma, a julgar pela forma do núcleo. Em contato com o conectivo, os núcleos são alongados, perpendiculares à superfície tratando-se, pois, de células cilíndricas ou prismáticas. Indo em direção à luz, observe que as células são cúbicas, tendo em vista que os núcleos em sua maioria são arredondados. Finalmente, nas camadas mais superficiais, em contato com a luz, as células são pavimentosas ou planas, pois, os núcleos são achatados, dispostos paralelamente à superfície. Perceba que embora os limites da célula não sejam geralmente visíveis ao microscópio de luz, pode se ter uma ideia bastante aproximada da forma das células epiteliais. 4. Em contato com a luz, procure identificar as células que parecem estar se desprendendo da superfície epitelial. É o processo de descamação, característico dos epitélios de revestimento. Esta constante perda de células é compensada por mitoses que ocorrem nas células mais basais.

5 LÂMINA Nº 91 - PELE GROSSA (PELE DE DEDO) - HE À olho nu tente identificar a superfície do corte que é coberta por uma faixa arroxeada. Ao microscópio, com o menor aumento (4X), localize esta faixa e observe que: 1. O epitélio de revestimento é formado por várias camadas celulares justapostas, sem limites nítidos. 2. O epitélio de revestimento repousa sobre o tecido conectivo acidófilo. 3. As células da primeira camada deste epitélio (logo acima do tecido conectivo) apresentam núcleos alongados, com o seu maior eixo perpendicular à superfície; cada núcleo corresponde a uma célula e estão muito próximos uns dos outros; este fato e a quantidade de citoplasma acima e abaixo deles, permite afirmar que as células da primeira camada são cilíndricas ainda que os limites celulares não estejam nítidos. 4. Nas camadas seguintes, os núcleos são arredondados e mais afastados uns dos outros, o que traduz uma modificação na forma das células (poliédricas); depois elas vão se tornando achatadas. 5. Na última camada de células que ainda apresentam núcleos as células já são pavimentosas e contêm grânulos basófilos no citoplasma (grânulos de queratohialina). 6. Acima desta camada de células pavimentosas, com grânulos basófilos, não há mais núcleos. Há uma faixa larga de células mortas, totalmente queratinizadas, achatadas umas contra as outras (camada de queratina) e acidófila (corada em róseo pela eosina, acidófila). As células queratinizadas descamam continuamente da superfície; novas células estão continuamente surgindo nas camadas mais profundas do epitélio, especialmente, na camada de células prismáticas (camada germinativa).

6 LÂMINA Nº 72 - BEXIGA URINÁRIA - HE Com a objetiva panorâmica (4X) localize o epitélio de revestimento, o qual se apresenta como uma faixa basófila, delimitando a luz do órgão. Abaixo deste epitélio há uma extensa faixa de tecido conectivo acidófilo. Com as objetivas 10X e 40X observe que este epitélio apresenta várias camadas celulares, mas, difere bastante dos epitélios estratificados vistos até agora. Note que as células mais superficiais não se achatam, a julgar pela forma dos núcleos, e que ao contrário são maiores que as de posição basal, com morfologia variada, sendo chamadas de células em guarda-chuva. As células superficiais podem ser globosas, ovaladas ou piriformes e algumas são realmente achatadas. Algumas podem ser binucleadas. Algumas figuras de mitoses podem ser observadas. Percorra o epitélio em toda a sua extensão com a objetiva de 10X e note que a altura do mesmo não é regular, havendo regiões onde ele se apresenta mais alto ou mais baixo. Isto pode ser devido a um problema de corte (cortes tangenciais dão uma falsa idéia sobre a altura do epitélio) ou não, ou seja, o número de camadas celulares realmente varia. Este epitélio é classicamente descrito como estratificado e sua denominação é EPITÉLIO DE TRANSIÇÃO, visto que o número de camadas celulares varia segundo o órgão esteja cheio (paredes distendidas e epitélio baixo) ou vazio (paredes pregueadas e epitélio alto). CONCEITO DE MEMBRANA MUCOSA Em todas as lâminas estudadas, você deve ter notado que o epitélio de revestimento seja ele de que tipo for, é sempre acompanhado por tecido conectivo. O tecido conectivo denominado propriamente dito contém vasos sanguíneos e linfáticos e abundante substância intercelular (MEC) é responsável pela nutrição do epitélio, o qual não contém vasos. Esta associação entre o epitélio e o conectivo é extremamente frequente sendo encontrada na pele, no revestimento interno dos órgãos ocos, dos ductos excretores, nas paredes do celoma e nos anexos embrionários. Quando

7 esta estrutura bilaminar reveste a luz de um órgão e está em contato direto ou indireto com o meio exterior, dizemos que se trata de uma mucosa. Assim, falamos em mucosa nasal porque as cavidades nasais estão em contato imediato com o exterior através das narinas, da mesma maneira, a laringe e a traqueia também apresentam uma mucosa, pois estão em comunicação com o exterior, através das fossas nasais. Compreende-se assim que todo o tubo digestório, as vias aéreas, genitais e urinárias são revestidas por mucosa. O mesmo não acontece, por exemplo, com o sistema circulatório (coração e vasos) que embora revestido internamente por um epitélio denominado endotélio que se apóia em tecido conectivo, não apresenta uma mucosa porque o aparelho circulatório não possui qualquer comunicação com o exterior.

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