Políticas e Diretrizes de Segurança da Informação Estadual

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1 GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO GERAL CONSELHO SUPERIOR DO SISTEMA ESTADUAL DE INFORMAÇÃO E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ANEXO I - RESOLUÇÃO Nº.003/2010 GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO Políticas e Diretrizes de Segurança da Informação Estadual

2 Políticas e Diretrizes de Segurança da Informação Estadual D e z e m b r o /2009

3 ARNALDO ALVES DE SOUZA NETO Presidente do Conselho e Secretário de Estado de Planejamento e Coordenação Geral ÉDER DE MORAES DIAS Membro do Conselho Secretário de Estado de Fazenda JOSÉ GONÇALVES BOTELHO DO PRADO Membro do Conselho Auditor Geral do Estado GERALDO APARECIDO DE VITTO JUNIOR Membro do Conselho Secretário de Estado de Administração LUIZ FERNANDO CALDART Membro do Conselho Diretor Presidente do CEPROMAT JOÃO VIRGILIO DO NASCIMENTO SOBRINHO Membro do Conselho Representante da PGE

4 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO DEFINIÇÕES REFERÊNCIAS OBJETIVOS DAS POLÍTICAS E DIRETRIZES PONTOS FUNDAMENTAIS BENEFÍCIOS: PRINCÍPIOS APLICAÇÃO POLÍTICAS E DIRETRIZES: Política de Segurança da Informação Diretrizes da Segurança da Informação Proteção da Informação Classificação da Informação Controle de acesso às informações Educação em Segurança da Informação Responsabilidade pela Segurança da Informação Gestão de Continuidade do Negócio Monitoramento e Controle ENTIDADES E COMPETÊNCIAS: DISPOSIÇÕES FINAIS EQUIPE DE ELABORAÇÃO DAS POLÍTICAS E DIRETRIZES... 20

5 1. Introdução A informação é um ativo que, como qualquer outro ativo importante, é essencial para os negócios de uma organização e, portanto, deve ser adequadamente protegida. Isto é fundamental, principalmente no ambiente dos negócios, cada vez mais interconectados, isto porque a informação está exposta a um crescente número e a uma grande variedade de ameaças e vulnerabilidades. Para a Administração Pública esse cenário não é diferente, então, a adoção de políticas e procedimentos que visem garantir a segurança da informação deve ser prioridade constante das organizações públicas, reduzindo-se os riscos a falhas, aos danos e aos prejuízos que possam comprometer a imagem e os objetivos da instituição. A informação pode existir e ser manuseada de diversas formas, ou seja, por meio de arquivos e mensagens eletrônicas, internet, bancos de dados, em meio impresso, verbalmente, em mídias de áudio e de vídeo etc. e para assegurar a sua proteção, a informação deve ser adequadamente gerenciada e protegida contra roubo, fraude, espionagem, sabotagem, perda não-intencional, acidentes naturais e outras ameaças. Em organizações públicas, a proteção da informação não é uma tarefa trivial. Em geral, o sucesso da Política de Segurança da Informação adotada por uma instituição depende da combinação de diversos elementos, dentre eles, a estrutura organizacional, as normas e os procedimentos relacionados à segurança da informação e à maneira pela qual são implantados e monitorados os sistemas tecnológicos utilizados, os mecanismos de controle desenvolvidos, e, de uma forma mais significativa, do comportamento e comprometimento dos seus dirigentes, agentes públicos e prestadores de serviço com questões relacionadas à segurança da informação. 5/20

6 Este trabalho foi elaborado com base no Estudo Preliminar de Segurança da Informação baseado na NBR ISO/IEC elaborado pelo Grupo Temático de Segurança da Informação em março/2005, que diagnosticou o nível de segurança de alguns órgãos do Poder Executivo, bem como registrou a necessidade de se definir as políticas e diretrizes de Segurança da Informação do Estado. 6/20

7 2. Definições Agente público: Toda e qualquer pessoa que exerce uma atribuição pública em sentido lato, seja estagiário, ocupante de função, cargo ou de emprego público. Ativo: Qualquer coisa que tenha valor para a organização. Ex.: equipamento, relatório impresso, sistema de informação. CEPROMAT: Centro de Processamento de Dados do Estado de Mato Grosso. CGITI: Câmara Gerencial de Informação e Tecnologia da Informação. COSINT: Conselho Superior do Sistema Estadual de Informação e Tecnologia da Informação. GT SI: Grupo Temático de Segurança da Informação, de caráter continuado, criado pela Resolução N. 004/2009, de 11 de fevereiro de 2009, do COSINT. Hardware: Parte física do computador, ou seja, é o conjunto de componentes eletrônicos, circuitos integrados e placas, que se comunicam através de barramentos. 7/20

8 Política Estadual de Segurança da Informação: É uma declaração formal do compromisso da Administração Pública do Poder Executivo Estadual com a proteção das informações de sua propriedade e/ou sob sua custódia, devendo ser cumprida por todos os Agentes Públicos e prestadores de serviços. Proporcionalidade: O nível, a complexidade e os custos dos processos de segurança devem ser apropriados e proporcionais ao valor e à necessidade de confiança nas informações considerando a severidade, a probabilidade e a extensão de um dano potencial ou atual. Recurso de Informação: Qualquer dispositivo de hardware ou software de apoio à informação. SEITI: Sistema Estadual de Informação e Tecnologia da Informação. Software: Parte lógica, ou seja, o conjunto de instruções e dados processado pelos circuitos eletrônicos do hardware. Toda interação dos usuários de computadores modernos é realizada através do software, que é a camada, colocada sobre o hardware, que transforma o computador em algo útil para o ser humano. Também pode ser denominado de programa de computador. Usuário: Aquele que utiliza de forma autorizada recursos de informação da Administração Pública Estadual. 8/20

9 3. Referências Política de Segurança, Política de Uso Aceitável e Termos, Definições e Conceitos da INFOVIA-MT. (Resolução 001/2002-COSINT) Norma ABNT NBR ISO/IEC 27001: Norma ABNT NBR ISO/IEC 17799: Políticas e Diretrizes do SEITI (COSINT). Políticas e Diretrizes do Sistema Estadual de Informação (Resolução 001/2005-COSINT) 9/20

10 4. Objetivos das políticas e diretrizes O objetivo da Política de Segurança da Informação do Poder Executivo do Estado de Mato Grosso é formalizar o direcionamento estratégico acerca da segurança da informação. Como objetivos específicos: a) Implantar a gestão da segurança da informação nas unidades administrativas do Poder Executivo Estadual; b) Adotar pelas unidades administrativas uma abordagem sistemática e coerente ao planejamento, operação e controle das atividades de segurança da informação; c) Adotar controles de segurança requeridos nas entidades públicas de forma a assegurar a interoperabilidade e o intercâmbio de informações na Administração Pública do Poder Executivo Estadual; d) Estabelecer um referencial de segurança de informação para os sistemas de informação a fim de nortear as aquisições, desenvolvimentos e suas respectivas evoluções. e) Realizar a gestão ativa das ameaças, vulnerabilidades, incidentes e riscos proporcionando suporte à prestação de serviços da Administração Pública e suas operações; f) Garantir conformidade, padronização e normatização das atividades de gestão de segurança da informação nas diversas unidades da Administração Pública do Poder Executivo Estadual. 10/20

11 5. Pontos fundamentais Devem ser destacados os pontos fundamentais que norteiam as Políticas e Diretrizes de Segurança da Informação do Poder Executivo do Estado de Mato Grosso: a) Preservar a confidencialidade, a integridade, a disponibilidade, a autenticidade e o não repúdio das informações da Administração Pública Estadual. b) Criar, manter e aperfeiçoar conhecimentos de segurança da informação no corpo técnico das entidades públicas do Poder Executivo Estadual; c) Aumentar o nível de conscientização dos agentes públicos e prestadores de serviço das entidades da Administração Pública sobre a importância da adoção de políticas e normas de Segurança da Informação; d) Assegurar a aderência às políticas e diretrizes do SEI Sistema Estadual de Informação; e) Assegurar a proporcionalidade nas implementações de solução de segurança da informação; 11/20

12 6. Benefícios: o seguinte: Como benefícios da implementação dessas políticas e diretrizes, espera-se a) Posicionamento estratégico dos aspectos relacionadas à segurança da informação; b) Estabelecimento de critérios sistêmicos relacionados ao tema; c) Garantia da interoperabilidade de forma segura e padronizada entre os sistemas de informação; d) Possibilidade de adoção de soluções de segurança integradas no âmbito do Poder Executivo da Administração Pública estadual; e) Aumento do nível de segurança das entidades da Administração Pública do Poder Executivo Estadual; f) Disseminação da cultura de Segurança da Informação e das suas normas no âmbito da Administração Pública do Poder Executivo Estadual; g) Padronização de procedimentos de Segurança da Informação entre as entidades governamentais no âmbito do Poder Executivo Estadual; h) Aumento do nível de conformidade às normatizações de Segurança da Informação pelas entidades da Administração no âmbito do Poder Executivo Estadual; i) Aumento do nível de conscientização em Segurança da Informação por parte dos Agentes Públicos e prestadores de serviço do Poder Executivo Estadual. 12/20

13 7. Princípios As Políticas e Diretrizes da Segurança da Informação terão os princípios norteadores seguintes: a) Democracia a segurança dos sistemas de informações deve ser compatível com os valores essenciais das sociedades democráticas; b) Cultura: Todos os participantes devem incorporar a segurança como um elemento essencial para sua organização; c) Confidencialidade: somente pessoas devidamente autorizadas devem ter acesso à informação. d) Integridade: somente alterações, supressões e adições autorizadas devem ser realizadas nas informações. e) Disponibilidade: a informação deve estar disponível para as pessoas autorizadas sempre que necessário ou demandado. f) Autenticidade: garantia de que uma informação, produto ou documento é do autor a quem se atribui; g) Não repúdio: é a garantia de segurança que impede uma entidade participante numa dada operação de negar essa participação. 13/20

14 8. Aplicação A Política de Segurança da Informação do Poder Executivo de Mato Grosso se aplica a toda e qualquer pessoa que exerce uma atribuição pública em sentido lato, seja estagiário, ocupante de função, cargo ou de emprego público e aos prestadores de serviço. 9. Políticas e diretrizes: 9.1. Política de Segurança da Informação É política norteadora aos órgãos do Poder Executivo Estadual. a) Proteger as informações de sua propriedade e/ou sob sua custódia, independentemente de sua mídia e durante todo o seu ciclo de vida; 9.2. Diretrizes da Segurança da Informação São diretrizes do Poder Executivo Estadual Segurança da Informação : com base na política de 14/20

15 Proteção da Informação a) As informações geradas, adquiridas, armazenadas, processadas, transmitidas e descartadas pelas unidades administrativas devem ter mecanismos de proteção adequados, de forma a proteger sua confidencialidade, integridade, disponibilidade, autenticidade e legalidade. b) A área de Gestão de Segurança da Informação deve realizar, de forma sistemática, a avaliação dos riscos relacionados à segurança de suas informações; Classificação da Informação a) As unidades administrativas devem classificar suas informações com a finalidade de dar o tratamento adequado Controle de acesso às informações a) Toda informação manuseada pelas entidades da Administração Pública deve ter seu acesso controlado de acordo com a sua classificação, visando garantir, assim, o direito individual e coletivo das pessoas físicas ou jurídicas, a inviolabilidade de sua intimidade e o sigilo de suas informações, nos termos previstos em Lei Educação em Segurança da Informação a) Os usuários devem ser instruídos para a correta utilização das informações e dos recursos computacionais disponibilizados pelo órgão; Responsabilidade pela Segurança da Informação a) O usuário é responsável pelo uso adequado das informações a que tenha acesso. b) O usuário deve adotar um comportamento seguro e consistente com o objetivo de proteção das informações a que tem acesso. 15/20

16 c) O usuário deve notificar à área responsável pela segurança da informação em casos de suspeita ou violação das regras ou em caso de falhas de Segurança da Informação Gestão de Continuidade do Negócio a) Os órgãos são responsáveis por elaborar e manter um plano de continuidade de negócios, de acordo com a sua necessidade, de forma a reduzir os impactos decorrentes da interrupção de serviços causada por desastres ou falhas de segurança Monitoramento e Controle a) Todo sistema de informação da Administração Pública Estadual, bem como seus ativos são de sua propriedade, devendo ser utilizados exclusivamente para os interesses desta. b) Todos os Agentes Públicos e prestadores de serviço devem ter ciência de que suas ações no uso de suas atribuições podem ser monitoradas, e que os registros assim obtidos poderão ser utilizados para detecção de violações da Política e das Normas de Segurança da Informação e, conforme o caso, servir como evidência em processos administrativos e/ou legais. 16/20

17 10. Entidades e competências: 1. Conselho Superior do Sistema Estadual de Informação e Tecnologia da Informação COSINT possui as seguintes atribuições: 1.1. Deliberar sobre as políticas e diretrizes de Segurança da Informação e normatizá-las no âmbito do Poder Executivo Estadual Aprovar e avaliar o Plano Estadual de Segurança da Informação; 2. Câmara Gerencial de Informação e Tecnologia da Informação CGITI possui as seguintes atribuições: 2.1. Direcionar e acompanhar as ações do grupo temático de Segurança da Informação; 2.2. Assessorar o COSINT nos assuntos relacionados à Segurança da Informação; 2.3. Validar, acompanhar e avaliar em sua instância o Plano Estadual de Segurança da Informação Propor normas, políticas e diretrizes relacionadas ao tema. 3. Grupo Temático de Segurança da Informação órgão consultivo que possui as seguintes atribuições: 3.1. Elaborar, acompanhar e avaliar em sua instância o Plano Estadual de Segurança da Informação; 3.2. Acompanhar a maturidade das Unidades Setoriais na execução dos processos de Segurança da Informação; 3.3. Elaborar relatórios gerenciais da Gestão Estadual de Segurança da Informação; 3.4. Elaborar e emitir parecer técnico acerca de assuntos relacionados ao tema no âmbito do Poder Executivo Estadual. 4. Órgão Gestor do SEITI órgão responsável por Gerenciar a Segurança da informação do Poder Executivo Estadual 17/20

18 4.1. Consolidar e coordenar a elaboração, acompanhamento e avaliação do Plano Estadual de Segurança da Informação Coordenar o Grupo Temático de Segurança da Informação; 4.3. Promover em nível de Estado o conhecimento de Segurança da Informação e de suas normativas Elaborar e emitir parecer técnico acerca de assuntos relacionados ao tema no âmbito do Poder Executivo Estadual. 5. Unidades Setoriais de Segurança da Informação: Tem por atribuições: 5.1. Gerenciar e promover a Segurança da Informação Setorial Promover em nível setorial o conhecimento de Segurança da Informação e de suas normativas Acompanhar a maturidade das unidades setoriais na execução dos processos de Segurança da Informação; 5.4. Prestar informações a respeito do tema para o Órgão Central; 5.5. Elaborar e emitir parecer técnico acerca de assuntos relacionados ao tema no âmbito de sua unidade administrativa. 6. Órgãos e demais entidades da Administração Pública: Responsável por executar as políticas, diretrizes e normatizações de segurança da informação. 7. Agentes públicos e prestadores de serviços: Responsáveis por seguir, no que lhes compete, as políticas, diretrizes e normatizações de segurança da informação. 18/20

19 11. Disposições finais Casos omissos a este documento devem ser tratados pelo COSINT. O não cumprimento da Política de Segurança da Informação do Poder Executivo do Estado de Mato Grosso acarretará ao Agente Público ou Prestador de Serviço as penalidades cabíveis, previstas no âmbito administrativo, cível e criminal. 19/20

20 12. Equipe de elaboração das políticas e diretrizes -Representantes do Nucleo Justiça e Segurança Pública: Titular: Edinei Nissola Suplente: Teresinha Fátima Jordão Silva Eduardo Busanello -Representantes do Nucleo Fazendário: Titular: Ricardo de Lucca Crudo Suplentes: Adriano César Passarelli Flávio Vicentini -Representantes do Nucleo Administração: Titular: Wesley de Souza Oliveira Suplente: Sandra Maria da Silva e Silva -Representantes do Nucleo Cultura, Ciência, Lazer e Turismo: Titular: Deodato Fernandes da Silva Suplente: Alípio Luiz de Souza Silva -Representantes do Nucleo Ambiental: Titular: Jadiael Siqueira Diniz Suplente: Hortêncio Paro Júnior -Representantes do Nucleo Agropecuário: Titular: Valquíria Gomes Suplente: Silbene Bueno -Representante do Nucleo Governadoria: Titular: Vanderlei do Carmo Meneguini -Representantes do Nucleo Saude: Titular: José Carlos de Barros Junior Suplente: Gabriel Mendes Piloni -Representantes do Nucleo Planejamento, Tecnologia e Jurídico: Titular: Araken Lotufo Ferraz de Oliveira Suplente: Paulo Fernando de Oliveira Marcel Kuniochi -Representantes do Nucleo Educação: Titular: João Carlos Medeiros Suplente: Joel Paes de Arruda -Representantes do Cepromat: Titular: Leonice Tereza Vanni Rangel Suplente: Jeronimo Cunha Bezerra Valdemir Ferreira Almeida 20/20

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