A Importância da detecção de Streptococcus agalactiae (β-hemolítico do grupo B) em mulheres gestantes

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1 A Importância da detecção de Streptococcus agalactiae (β-hemolítico do grupo B) em mulheres gestantes ¹José do Nascimento Caldeira ²Francisco de Oliveira Vieira RESUMO O Estreptococo do grupo B,Streptococcus agalactiae é um coco gram positivo, beta hemolítico, e origina várias infecções neonatais que podem até progredir ao óbito. O risco de infecção está expressivamente aumentado em neonatos de gestantes colonizadas nas regiões da vagina e reto, acometendo de 10% a 30% das gestantes. Essas infecções apresentam um alto grau de morbidade e mortalidade. Como prevenção destas infecções neonatais, é recomendada a cultura de material vaginal e retal das gestantes, para que possa ser realizada a quimioprofilaxia adequada. O presente artigo tem como objetivo mostrar a necessidade de divulgação e estudo sobre infecção vaginal e anal causada por Streptococcus agalactiae, em mulheres grávidas e em neonatos. Foi criado um folder e o mesmo será divulgado em uma Escola Estadual em Belo Horizonte. Palavras-chave: Gravidez; quimioprofilaxia; saúde-pública; Streptococcus agalactiae, neonatos. ¹Docente do curso de Licenciatura Plena em Ciências Biológicas, Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix de Belo Horizonte. ²Professor do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix de Belo Horizonte.

2 1 INTRODUÇÃO O Stretococcus agalactiae é um beta hemolítico pertencente ao grupo B, esta presente nas membranas das mucosas de seres humanos e animais, colonizando principalmente o trato intestinal e genitourinário em humanos. É tido como causa importante de septicemia neonatal e de infecções em gestantes e em adultos imunocomprometidos. Os exames clínicos mais indicados para pesquisa de possíveis infectados são colhidos da vagina, cérvice uterina e região anal retal. Para pesquisa em recém nascidos, o material deve ser coletado logo após o nascimento, a partir do cordão umbilical, canal auditivo externo, garganta e reto. Em crianças que apresentam sintomas, devem ser coletados sangue, liquor e urina (TRABULSI & ALTERTHUM, 2005). Estudos experimentais demonstram que o Estreptococos do grupo B penetra e sobrevive no interior de células humanas, ajudando a bactéria a passar as barreiras do sistema imune. Há evidências que a mesma pode penetrar na cavidade amniótica através da placenta íntegra e causar infecções que no feto podem ser fulminantes. A septicemia se estabelece quando a bactéria é disseminada pela corrente circulatória, alcançando e proliferando em diferentes tecidos, como: as meninges, ossos e articulações. O diagnóstico da infecção neonatal por Estreptococos do grupo B pode ser realizado através do isolamento do agente infeccioso ou pela detecção do antígeno no sangue, urina, líquido céfalo raquidiano, secreção traqueal, secreção faríngea e aspirada gástrico (SCHUACHAT et al.,1999; TRABULSI & ALTERTHUM, 2005). A partir de 1970, o Streptococcus β-hemolítico do grupo B (EGB), foi conhecido como um importante patógeno humano, colonizando os tratos gastrointestinais e geniturinários. No recém-nascido a infecção caracteriza principalmente por sepse, pneumonia e meningite (COUTINHO et al., 2011). Em 1996, foi elaborado pelo Centers of Disease Control (CDC) e revisado em 2002, o guia para prevenção da infecção precoce no recém-nascido, recomendando a prescrição de quimioprofilaxia em duas situações: em todas as gestantes que forem colonizadas pelo EGB entre a 35ª e a 37ª semanas de gestação; nas gestantes que não fizerem o exame de colonização pelo EGB e que apresentarem algum dos fatores de risco para a contaminação da criança,

3 como por exemplo: descolamento de placenta maior ou igual a 18 horas, temperatura igual ou superior a 38 C durante o parto e/ou prematuridade. Indicase a quimioprofilaxia também nas gestantes que apresentarem bacteriúria por EGB durante a gravidez ou que já tiveram um filho com a doença precoce (BORGER et al., 2005). O diagnóstico da infecção de neonatos pelo EGB é importante, pois, a frequência de afetados neonatos é maior nos prematuros os que apresentam alto risco de infecção (BERALDO et al., 2004). A metodologia usada em laboratório para identificação do EGB no espécime vaginal/retal é importante para a detecção do maior número de mulheres colonizadas. No Brasil a prevalência de colonização materna relatada em diferentes regiões varia de 14,6% a 21,6%. As taxas para detectar o EGB aumentam com a esterilização de meio de cultura selecionado contendo antibióticos. O custo é maior, porém, a sensibilidade aumentada justifica a recomendação como estratégia mais eficaz na prevenção de doença neonatal (NOMURA et al., 2009). O EGB é causador de infecções também no organismo materno como: cistite, pielonefrite, comprometendo muitas vezes a continuidade sadia da gestação, podendo causar, aborto, morte fetal intrauterina, corioamnonionite e parto prematuro (BERALDO et al.,2004). Depois da implantação dos protocolos de prevenção das doenças do neonato, o uso de eritromicina e clindamicina tem aumentado principalmente em pacientes alérgicas a penicilina. Consequentemente as taxas de resistência aumentaram a esses antibióticos. A detecção de amostras resistentes aos antibióticos recomendados nos casos de alergia a penicilina devem servir de alerta a classe médica mostrando a importância de incluir, no exame pré-natal, a realização de cultura para pesquisa da colonização por EGB com avaliação da suscetibilidade aos antimicrobianos, para o tratamento adequado (BORGER et al., 2005). 1.1 Prevenção De acordo com os dados da Secretaria de Saúde de São Paulo, (2006) sobre prevenção: O método de rastreamento é baseado na cultura de secreção vaginal e retal, colhidas por SWAB, para EGB, entre a 35ª e a 37ª

4 semanas de gestação, para todas as gestantes. A coleta deve ser realizada obrigatoriamente entre a 35ª e a 37ª semanas de gestação ou a pedido médico A secretaria de saúde de São Paulo, (2006) ainda divulga que é dever da Maternidade na Assistência ao Parto a administração de antibióticos a fim de prevenir a infecção neonatal por EGB, o método de escolha é a antibioticoprofilaxia intraparto. A eficácia desta profilaxia, realizada no período intraparto, é estimada em torno de 25% a 30% dos casos, reduzindo em 10% a mortalidade. A colonização materna pode ser reduzida por este método, mas a chance de recidiva mostrou-se elevada. A única exceção para iniciar o tratamento durante a gestação é a infecção urinária por EGB. É indicado iniciar a antibioticoprofilaxia intraparto após o início do Trabalho de Parto ou no momento da ruptura de membranas, em todas as gestantes que tiverem cultura de secreção vaginal positiva para EGB(COUTINHO et al., 2011). A solução definitiva seria a liberação para uso médico de uma vacina eficaz contra o EGB, para ser administrada antes da gestação em adolescentes e mulheres na idade fértil. Enquanto isso não ocontece, os resultados da cultura não estiverem disponíveis, é recomendável que a administração de antibióticos como meio preventivo intraparto seja administrada quando estiverem presentes os principais fatores de risco para a infecção (COUTINHO et al., 2011). 1.2 Imunização O processo de imunização contra o EGB é uma alternativa prometedora. Uma pesquisa recente, não disponível comercialmente relata que a vacina induz anticorpos característicos, ou seja, específicos da cápsula polissacarídea do EGB e uma grande dificuldade no desenvolvimento da mesma se relaciona com a ligação das divergências entre as cepas do estreptococo. O benefício dessa vacina é funcionar como meio preventivo da forma adiantada e demorada da doença, eliminando a necessidade de triagem através de culturas com 35 a 37 semanas para EGB e a quimioprofilaxia. O intervalo de defesa da vacina ainda é desconhecido e um ou mais reforços podem ser necessários (GAGO, 2008).

5 1.3 Anti-sepsia do canal de parto Uma alternativa recomendada é a anti-sepsia do canal de parto com Gluconato de Clorexidina. A Clorexidina é um anti-séptico fortemente utilizado na atividade hospitalar, tem ação eficaz e excelente sobre microrganismos grampositivos, apresenta boa eficácia aos resíduos e é pouco tóxico. Vários trabalhos confrimam uso tópico de solução aquosa de Clorexidina a 0,2% vaginal durante o trabalho de parto para a prevenção de transmissão do EGB para o recém - nascido (BORGER et al., 2005). O tratamento com antimicrobianos para a diminuição da quantidade de gestantes colonizadas deve ser feita intra-parto. Estudos apontaram que o uso de antibióticos durante o pré-natal não preveniu a infecção neonatal e uma parte grande das gestantes tratadas se apresentava recolonizada na hora do parto, entretanto, não existe algum benefício em se tratar a gestante colonizada pelo EGB antes do parto. Assim sendo, sabe-se que o uso apropriado de antimicrobiano no intraparto e continuidade no pós-parto dependendo da situação. (BORGER et al, 2005). Este trabalho tem o objetivo mostrar a necessidade de divulgação e estudo da infecção vaginal anal causada por Streptococcus agalactiae, em mulheres grávidas e em neonatos. Através de um folder que será divulgado em uma escola Estadual de Belo Horizonte. 2 METODOLOGIA Foi realizada uma revisão bibliográfica, buscando artigos referentes ao tema. A estratégia de busca dos artigos usados são bases de dados na área da saúde, tendo como acesso a Biblioteca Virtual em saúde, neonatos. (BVS), MEDLINE (MEDICAL LITERATURA ANALYSIS AND RETRIEVAL SISTEM), Scielo (SCIENTIFIC ELECTRONIC LIBRARY ONLINE). O GOOGLE ACADÊMICO também foi utilizado neste trabalho como fonte de pesquisa. Os descritores para busca foram Streptococcus,agalalactiae,gravidez, saúde pública. Os métodos de exclusão foram artigos que não retratassem do tema. Será

6 desenvolvido um folder informativo sobre o Streptococcus β-hemolítico do grupo B (EGB), o mesmo será destinado aos alunos e funcionários da Escola Estadual do Bairro Rosaneves em Ribeirão das Neves. O folder terá informações, como prevenção, tratamento e consequências. 3 CONCLUSÃO O presente artigo abordou assuntos de extrema importância em se tratando de saúde. Na abordagem inicial ao mostrar que o estreptococo do grupo B,Streptococcus agalactiae é um coco gram positivo, beta hemolítico, e um potencial agente causador de infecções neonatais que podem até evoluir para óbito.relatouse a necessidade de prevenção, divulgação e estudos na área, pois, de 10% a 30% das mulheres são acometidas da infecção provocada pelo EGB. A necessidade de assistência adequada prioritária para a diminuição de mortalidade de neonatos, assim como a identificação adequada dos fatores de risco. A pesquisa realizada obteve como resultado a criação do folder informativo, com o folder criado espera-se que alunos, funcionários e familiares sejam conduzidos e informados da forma mais adequada, e possam passar as informações adiante. REFERÊNCIAS BERALDO, Cláudio; BRITO, Angela Sara Jamusse de; SARIDAKIS, Halha Ostrensky and MATSUO, Tiemi.Prevalência da colonização vaginal e anorretal por estreptococo do grupo B em gestantes do terceiro trimestre.. Londrina: RGBO, BORGER, Irina Lermontov; D'OLIVEIRA, Rachel Elise Cerqueira; CASTRO, Angela Christina Dias de and MONDINO, Silvia Susana Bona de.streptococcus agalactiae em gestantes: prevalência de colonização e avaliação da suscetibilidade aos antimicrobianos. Rio de Janeiro: Rev. Bras. Ginecol. Obstet Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Gestação de alto risco: manual técnico / Ministério da

7 Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Brasília : Editora do Ministério da Saúde, Coutinho T, Coutinho CM, Zimmermmann JB, Marcato RM, Coutinho LM. Prevenção da doença perinatal pelo estreptococo do grupo B: atualização baseada em algoritmos. Minas Gerais: FEMINA, GAGO, Leandro Souza de Oliveira. streptococcus agalactiae como causa de infecções em mulheres grávidas. Rio de Janeiro,2008. GOMES, Claudia Messias; BITTAR, Roberto Eduardo; ZUGAIB, Marcelo Rastreamento e profilaxia da infecção neonatal pelo Estreptococo do grupo B. São Paulo. FEMINA, outubro NOMURA, Marcelo Luís, PASSINI, Júnior R, OLIVEIRA UM, Calil R. Colonização materna e neonatal por Estreptococo do grupo B em situações em situações de ruptura pré-termo de membrana e no trabalho de parto prematuro. São Paulo: Rev. Bras. Ginecol. Obstet PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, Secretaria Municipal da Saúde. Áreas Técnicas da Saúde da Mulher e da Criança e Assistência Laboratorial 2006 Schuchat A, Whitney C, Zangwill K. Prevention of perinatal group B streptococcal disease: a public health perspective. Proceedings of the American Psychiatric Association Annual Meeting; 1999 May 15-20; Washington, DC, USA. Washington, DC: American Psychiatric Association; TRABULSI LR, ALTERTHUM F. (ORG.). Microbiologia. 5a. ed. São Paulo: Atheneu, WEISMAN LE, STOLL BJ, CRUESS DF, HALL RT, MERENSTEIN GB, HEMMING VG. Early onset group B streptococcal sepsis: a current assessment. J Pediatr

8 APÊNDICE Parte externa do folder Parte interna do folder

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