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3 UM MUNDO DESTE TAMANHO PEDRO COTRIM

4 UM MUNDO DESTE TAMANHO Autor: Pedro Cotrim Editor: Centro Atlântico Colecção: Ciência Capa e paginação: António J. Pedro Imagem de capa: M57: The Ring Nebula, H. Bond et al., Hubble Heritage Team (STScI / AURA), NASA Imagem de contracapa: Sistema Solar, istockphoto.com / ewg3d Impressão e acabamento: Papelmunde SMG, Lda 1.ª edição: Junho de 2010 ISBN: Depósito Legal: /10 Centro Atlântico, Lda. Ap V. N. Famalicão, Portugal Tel RESERVADOS TODOS OS DIREITOS POR CENTRO ATLÂNTICO, LDA. Qualquer transmissão ou reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização expressa dos editores da obra. Apesar de terem sido tomadas todas as precauções, podem ter existido falhas humanas ou técnicas na edição deste livro. Por essas, ou por quaisquer outras falhas eventualmente existentes quer o Editor quer o Autor não assumem qualquer responsabilidade. Marcas registadas: todos os termos mencionados neste livro conhecidos como sendo marcas registadas de produtos e serviços foram apropriadamente capitalizados. A utilização de um termo neste livro não deve ser encarada como afectando a validade de alguma marca registada de produto ou serviço.

5 CONTEÚDO 01 PREFÁCIO 9 02 PRÓLOGO UMA DICOTOMIA ANCESTRAL A TERRA DOS NOSSOS ANTEPASSADOS 21 Gigantes da Grécia Antiga 24 Primeiras grandes evidências experimentais 29 Júlio Verne: escritor visionário e invulgarmente imaginativo MUITOS PONTINHOS BRILHANTES 40 A medida do brilho das estrelas e dos fenómenos astronómicos a magnitude 40 Constelações e agrupamentos de estrelas OS ARES E OS JARDINS DA NOSSA VIZINHANÇA MAIS PRÓXIMA 51 «Chuvas de estrelas» 66 A nossa Terra e a nossa Lua um equilíbrio perfeito 70 Cores e mais cores e ainda para além delas 76 A água quente sai da torneira vermelha, certo? 77 Um pequeno Sistema Solar 80 Urano o primeiro planeta moderno 88 Plutão um pequeno grande planeta! OUTRAS FORMAS DE VIDA E ALGUNS MITOS MAIS OU MENOS MODERNOS 95 O mito marciano tão grande como a Lua Cheia? 95 Um Marte de pôr tudo o que é cabelo em pé! 98 Little Green Men A GÉNESE DA VIDA 109 A génese dos elementos 112 Origem do Sistema Solar 116

6 8 Um mundo deste tamanho Os oceanos as incubadoras da vida na Terra 121 Planetas noutros sistemas solares A AVENTURA DO ESPAÇO, DA LUA E UMA CORRIDA DE LOUCOS 126 Conquista da Lua 128 Moon Hoax 133 O espaço para quem quiser lá ir em breve? 139 Telescópios MUITO PARA ALÉM DO SISTEMA SOLAR 153 A nossa galáxia 153 Para lá da nossa galáxia CRENÇAS E MITOS DO PASSADO, E OS ASTROS NA LITERATURA PORTUGUESA 161 Um Stonehenge português o Cromeleque dos Almendres 161 Signos: do destino, da personalidade, da fortuna e de que mais? 163 Um grande poema astronómico português 167 Fernando Pessoa e a Questão Astrológica e Esotérica CAOS E COLISÕES A BUSCA DE MUNDOS MAIS PEQUENOS E O DIA DO JUÍZO FINAL 175 À procura de fantasmas ou de coisas que nos podem transformar em fantasmas O maravilhoso catálogo de Charles Messier 177 Um impacto do outro mundo Tunguska 178 Os cometas visitas de longe, longe 181 Halley o homem e o cometa 183 Na cauda do cometa EPÍLOGO 199 Créditos das imagens 203 Agradecimentos 205

7 9 01 PREFÁCIO A ASTRONOMIA É FREQUENTEMENTE REFERIDA COMO SENDO A MAIS ANTIGA DE TODAS AS CIÊNCIAS. Para além da sua antiguidade certificada, é uma ciência que não conhece limites de espaço nem de conhecimento as disciplinas não são estanques, e a compreensão do céu fica facilitada se forem percebidas algumas noções da história e da cultura do homem. O céu foi utilizado por muitos povos da antiguidade como relógio, calendário e mapa, e a maioria colocou as moradas dos seus deuses no meio das alturas celestes. O autor tem, desde o início da presente obra, a preocupação de nos ir narrando alguns aspectos fundamentais da nossa história. A alternância do dia e da noite marcam em grande medida o ritmo da maioria das espécies animais e vegetais. Em «Uma dicotomia ancestral», o prólogo deste livro, são tecidas algumas considerações muito interessantes sobre esta condição primordial da nossa espécie. Os movimentos do Sol e da Lua e as suas relações com as estações do ano e com o ambiente em mutação foram observados pela primeira vez por algumas populações humanas após as últimas glaciações (entre e a.c.). O estabelecimento da agricultura e da pecuária, praticada de um modo regular e generalizado a partir de a.c., fez com que a observação

8 10 Um mundo deste tamanho dos astros se tornasse uma actividade fundamental, que veio a apresentar consequências que se mostraram indispensáveis para a viabilidade dos primeiros aglomerados humanos. Os primeiros registos de acontecimentos astronómicos datam de aproximadamente a.c. São bem conhecidos numerosos monumentos megalíticos com orientações astronómicas. O mais emblemático de todos é, sem dúvida, o monumento de Stonehenge (construído provavelmente entre e a.c.). Existem actualmente muitas evidências que demonstram que alguns destes monumentos foram utilizados como observatórios astronómicos. Em Portugal são conhecidos numerosos monumentos em pedra compostos de câmara e corredor cobertos por uma mamoa (Antas e Dólmenes) cuja abertura está orientada na direcção Este. O cromeleque mais conhecido é o dos Almendres, situado no distrito de Évora. O significado astronómico destes monumentos megalíticos portugueses está ainda em fase de estudo, com várias equipas multidisciplinares no terreno a tentarem perceber as motivações dos nossos antepassados. O livro Um Mundo Deste Tamanho começa por abordar muitos destes interessantes aspectos da arqueoastronomia e da história do conhecimento. Em alguns dos capítulos que se sucedem, o autor transporta-nos numa viagem através do nosso sistema solar e, de seguida, partimos muito para além, numa verdadeira jornada intergaláctica através do tempo. Aborda igualmente alguns temas controversos que têm sido muito discutidos na imprensa e na Internet. Muitos destes temas são abordados com um estilo idêntico ao livro pioneiro de Philip C. Plait intitulado Bad Astronomy, desmistificando ideias e clarificando com simplicidade alguns temas bastante obscuros. A origem do Sistema Solar e a génese da vida na Terra são igualmente alguns dos temas abordados na presente obra. Conhecem-se actualmente mais de 450 planetas extra-solares, alguns (muito poucos) apresentando características semelhantes às da Terra. O que se passa em tais mundos ainda permanece um mistério.

9 01. Prefácio 11 O livro de Pedro Cotrim, Um Mundo Deste Tamanho, constitui uma valiosa contribuição para o património dos estudos e ensaios portugueses sobre a história do conhecimento. A bibliografia portuguesa sobre divulgação científica está mais rica. PEDRO RÉ [Presidente da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores (APAA) e Professor Associado com Agregação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa]

10 12 02 PRÓLOGO UMA DICOTOMIA ANCESTRAL «It is said that there s no such thing as a freei lunch. However, theiuniverse is the ultimatei free lunch.» ALAN GUTH O DIA E A NOITE MARCAM O RITMO DA MAIOR PARTE DA VIDA NA TERRA. Os seres vivos e os seus ciclos biológicos são regulados, em maior ou menor grau, pelos períodos de luz e escuridão. Esta alternância constituiu, com toda a probabilidade, a primeira divisão do tempo para a maioria das espécies. Muitas vezes, a alvorada deve ter representado, literalmente, uma luz de esperança após uma noite de trevas e temores bem fundados. Mesmo nos dias de hoje, longe das cidades que acolheram uma parte significativa da espécie humana, os campos despertam ruidosamente. A orquestra das espécies, uma enorme babel animal, eleva-se com estrépito do solo e das árvores e dá diariamente as boas vindas à luz e ao calor. O Sol é recebido em júbilo e um novo dia tem início, com a bicharada a atirar-se com entusiasmo aos seus afazeres. A natureza, na sua sábia perícia, parece ter atribuído um actor principal ao dia e outro à noite: um corpo quente e vivo como luzeiro do dia, outro enigmático e furtivo para alumiar a noite. O corpo que domina completamente os céus durante o dia é o Sol. A sua luz condicionou a vida dos nossos antepassados de forma tal que apenas depois da Revolução Industrial se conseguiram contornar as dificuldades da vida à noite. Antes de a electricidade ter sido domesticada e plenamente desfrutada pelo Homem, era necessário aproveitar ao máximo a luz e o calor

11 02. Prólogo 13 Figura Fotomontagem da Terra, da Lua e do Sol mostrando o tamanho relativo de cada um destes corpos (a distância não está à escala).

12 14 Um mundo deste tamanho providenciados pelo astro brilhante. As actividades tinham a duração da luminosidade do dia, e as tarefas e os rituais eram criteriosamente adaptados à luz natural. O anoitecer marcava o final da maioria do bulício, e as aldeias e cidades mergulhavam no silêncio até à alvorada. Os céus foram sempre muito distantes, muito grandes e muito dominadores. Apesar da sua imensidão aparente, tudo o que vemos no céu parece muito mais pequeno que a nossa firme e sólida Terra. O chão que pisamos parece estar aqui desde sempre e sentimo-lo estender-se muito para além do sítio onde nos encontramos. O Sol parece andar à volta do nosso planeta, as estrelas umas luzinhas distantes, mas pequenas, e a Lua um corpo caprichoso e brincalhão que, de um modo quase misterioso, muda de aspecto e local todas as noites. Contudo, nas noites escuras e sem luar, a escuridão ganha adjectivos fortes e grandiosos. As estrelas despontam e ganham protagonismo absoluto, e, à medida que a noite avança, o céu roda como um pano gigante que revela novos detalhes maravilhosos em cada instante que passa. E esse céu estrelado é sereno. Sereno, silencioso e profundamente enigmático, parecendo encerrar mistérios inacessíveis e segredos impenetráveis. A maioria de nós, citadinos, esqueceu o firmamento. A imagem de uma noite escura, com o céu salpicado de estrelas e nebulosas, passou a fazer parte das nossas memórias mais recônditas. Basta andarmos, numa noite límpida sem luar, por um local menos povoado e menos sujeito à poluição luminosa para, ao olharmos para cima, ficarmos assombrados com o desenho esmagador do firmamento. Talvez acreditemos estar a viajar por entre as estrelas! Bem, na realidade, é mesmo isso que o Sistema Solar, com a Terra a reboque, vai fazendo desde a sua criação. Só que a nossa velha, firme e boa Terra nos faz esquecer, muitas vezes, a nossa viagem quase eterna pelo cosmos. Parece tão segura e fiável Esse esquecido e escurecido céu do campo, nas noites sem luar, com a quantidade desvairada de pontinhos e névoas difusas que tomam conta do nosso sentido dominante assim que deixamos tombar a cabeça para trás é, realmente, uma coisa do outro mundo

13 02. Prólogo 15 E vivemos em pleno século XXI, numa altura em que a civilização humana vive a todo o vapor numa época tecnológica! As luzes chegaram com força e brilho a quase toda a Terra, permitindo ver mais e com maior nitidez o que nos rodeia no nosso planeta, mas esconderam o céu dos nossos olhos perscrutadores e curiosos Contudo, se insistirmos nas nossas observações, verificamos que existe alguma arrumação na abóbada celeste. Existem leis e muita ordem e previsibilidade no firmamento. É algo que pode ser extremamente confortante: reparar que, ano após ano, as estrelas ocupam o lugar que lhes é devido e esperado. Nestes nossos dias acelerados, é bom sentir que há coisas que não mudam nunca (ou mudam muito pouco). As estações sucedem-se uma após outra numa sequência harmónica perfeita e, em cada recomeço, há sinais celestiais muito particulares que não mudam nunca. Aos nossos antepassados, não podia passar despercebido o deslumbrante espectáculo que, assim que o Sol se punha, se passava a desenrolar por cima das suas cabeças. E, realmente, verificamos que tal não aconteceu. Basta observarmos com atenção o legado de muitos dos que viveram antes de nós. A disposição dos menires, das enormes pedras do Stonehenge, das pirâmides e de muitos outros monumentos mostram bem que o acaso não entrou nos planos da sua concepção. Mapas precisos e cartografia muito rigorosa, efectuados e desenhados muito antes de o Homem conseguir ver a Terra a uma distância suficiente para a poder desenhar com precisão, provam que muitos cálculos só foram possíveis porque, para além de medições extremamente apuradas efectuadas durante viagens marítimas e através da aplicação de métodos geodésicos rigorosos, tinham sido feitos a observar o céu com o máximo rigor e a contar as estrelas com todo o cuidado. A história da contemplação do céu acompanha toda a existência da nossa espécie. Nunca saberemos quem colocou pela primeira vez questões sobre o firmamento, mas a tentativa de compreensão foi sempre enorme, quase tão grande como o que a razão procurava atingir. O céu e o Homem: uma dualidade inseparável. Talvez uma inscrição genética tenha ditado que o sonho de voar tenha sido sempre uma parte sagrada do património da fantasia humana e da sua ousadia.

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16 18 Um mundo deste tamanho Figura (pág. anterior) A Nebulosa Cabeça de Cavalo está situada na constelação de Orion, e é o número 434 do Index Catalogue. Está a cerca de 1500 anos-luz de distância. Deve o seu nome de baptismo à estranha e evocativa silhueta central. É uma relação ancestral, com múltiplos episódios apaixonantes e cenários sempre envolventes e em constante mutação. A história desta relação do Homem contempla, naturalmente, todos os assuntos que se possam imaginar: as circunstâncias que o fizeram temer o céu, que o obrigaram a tentar compreender o que era, as crenças inevitáveis que lhe surgiram e a percepção de um facto extremamente importante: a compreensão dos fenómenos celestes podia ser vital para a sua sobrevivência. Houve estrelas que, em muitas civilizações, indicaram o tempo para semear e o tempo para colher, as melhores alturas para caçar e para fazer provisões para o Inverno ou para os meses de seca. Nas zonas áridas, foi necessário compreender com exactidão a época das cheias fertilizantes para poder proceder ao cultivo atempado dos solos. De igual modo, existiram estrelas, conjunções e alinhamentos para os ritos litúrgicos, para os rituais fúnebres, para as celebrações, jejuns e muitas outras situações. Muitos textos da antiguidade relatam fenómenos do firmamento, e a curiosidade e as capacidades de observação parecem ter sido sempre atributos muito importantes para o conhecimento. E o conhecimento, decorrente da nossa enorme curiosidade e da contínua evolução do engenho, pode estar na base do sucesso e da sobrevivência da nossa espécie. A vida na Terra nasceu nos oceanos. Antes de sermos homens, fomos peixes e anfíbios, seres aquáticos e aquosos, com brânquias, escamas e barbatanas, a lutar pela vida todos os dias da nossa existência. Graças à evolução, a uma grande dose de sorte e talvez ao destino, somos hoje a espécie mais afortunada do planeta: temos acesso ao conhecimento, a maior aventura da humanidade desde que o homem conquistou a vida na terra firme. O nosso cérebro é a maior dádiva da evolução. Os melhores alimentos que lhe podemos dar são a curiosidade, a paixão, a vontade de aprender e a humildade de saber que nunca iremos saber tudo. Apesar de todos os nossos grandes antecessores e de toda a história incrível que a humanidade já escreveu, ainda temos muito para aprender. A aventura ainda agora começou

17 02. Prólogo 19 Figura Uma fotografia com alguns minutos de exposição do céu do hemisfério sul. Os traços deixados pelas estrelas são devidos à rotação terrestre durante o período de exposição da película. São ainda bem visíveis as duas Nuvens de Magalhães, pequenas galáxias satélites da Via Láctea.

18 20 Um mundo deste tamanho OS CÉUS DE UMA GRANDE CIDADE MODERNA Numa noite de 1994, a cidade de Los Angeles, a segunda maior dos Estados Unidos, com cerca de 17 milhões de habitantes na sua gigantesca aglomeração urbana, sofreu uma falha no abastecimento de energia. Pouco depois de a escuridão se ter instalado, os serviços de protecção civil do sul da Califórnia começaram a receber telefonemas intrigantes. As pessoas ligavam para perguntar o que eram as luzes estranhas que viam nos céus. No início, as autoridades não souberam o que responder, pois verificaram a não existência de qualquer actividade de índole aérea sobre a grande cidade. Contudo, o número de telefonemas não parou de aumentar e, de repente, fez-se luz no entendimento: essas pessoas estavam, pela primeira vez, a observar o espectáculo de uma noite estrelada. Serenados os ânimos, os habitantes da grande cidade puderam deleitar-se com as luzes que tanto os tinham apoquentado momentos antes: era apenas a fabulosa noite estrelada, afastada para sempre dos seus olhos pelas luzes do progresso.

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