INTRODUÇÃO. BIBLIOGRAFIA: Curso, p (a actualizar em função das alterações resultantes da Lei 23/2010)

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1 INTRODUÇÃO A. Noção jurídica de família 1. Noção geral 2. As "fontes" de relações jurídicas familiares a) casamento (remissão) b) parentesco (especial relevo da filiação - remissão) c) afinidade d) adopção (remissão) 3. Conclusões da Família, Vol. I (4ª ed.), Coimbra, 2008, p , B. Relações "parafamiliares": a união de facto 1. Introdução: noção de união de facto e terminologia; história legislativa (Lei nº 135/99, de 28 de Agosto; Lei nº 7/2001, de 11 de Maio, recentemente alterada pela Lei nº 23/2010, de 30 de Agosto); a união de facto em face da Constituição 2. Constituição, prova e condições de eficácia da união de facto 3. Efeitos pessoais e patrimoniais 4. Efeitos resultantes da extinção da união de facto (por ruptura ou por morte): alimentos; casa de morada comum; indemnização em caso de lesão de que proveio a morte; regime de atribuição de pensões ou subsídios por morte; outros BIBLIOGRAFIA: Curso, p (a actualizar em função das alterações resultantes da Lei 23/2010) C. Princípios constitucionais do direito da família 1. Direito à celebração do casamento "garantia institucional" do casamento? 2. Direito a constituir família dúvidas interpretativas e entendimento adoptado 3. Equiparaçao do casamento civil ao casamento canónico subsistência todavia, ainda hoje, de um espaço de competência do direito canónico (o art. 1625º do Código Civil) 4. Admissibilidade do divórcio 5. Igualdade dos cônjuges 6. Atribuição aos pais do direito/dever de educação dos filhos 7. Inseparabilidade dos filhos em relação aos pais 8. Não discriminação dos filhos nascidos fora do casamento 9. Protecção da adopção 10. Protecção da família 11. Protecção da maternidade e da paternidade 12. Protecção da infância BIBLIOGRAFIA: Curso, cit., p DIREITO MATRIMONIAL A. Conceito e caracteres gerais do casamento 1. O conceito de casamento (art. 1577º do Código Civil); sentido e "finalidades" "essenciais" ao casamento 2. O casamento como acto por que se interessam o Estado e as religiões

2 a) os diversos "sistemas matrimoniais" (modos de articulação do Estado e das religiões na regulação do casamento): interesses em jogo (do Estado e dos nubentes); sistemas de casamento religioso obrigatório, de casamento civil obrigatório, de casamento civil facultativo e de casamento civil subsidiário b) evolução do direito português c) caracterização co sistema (português) actual: determinação das zonas de competência do direito civil e do direito canónico (ou dos "direitos" correspondentes a outras religiões); a questão da "constitucionalidade" do casamento católico 3. O casamento como contrato celebrado por duas pessoas, de sexo diferente ou do mesmo sexo (a Lei nº 9/2010, de 31 de Maio): evolução legislativa e problemas de constitucionalidade 4. O casamento como negócio pessoal e solene 5. Unidade ou "exclusividade" 6. Vocação de perpetuidade BIBLIOGRAFIA: Curso, cit., p , , , (a actualizar em função das alterações resultantes da Lei nº 9/2010) B. Requisitos de fundo do casamento civil 1. Requisitos relativos ao consentimento a) consentimento "pessoal": a procuração para casamento (regime e natureza jurídica) b) consentimento "puro e simples": inaponibilidade de condição ou termo c) consentimento "perfeito": relevo e consequências das divergências entre a vontade e a declaração d) consentimento "livre": relevo e consequências dos vícios da vontade BIBLIOGRAFIA: Curso, cit., p Requisitos relativos à capacidade a) generalidades: especificidades da regulação da capacidade para casar, em face do regime geral da capacidade negocial b) impedimentos dirimentes: incapacidade nupcial; demência, interdição e inabilitação por anomalia psíquica; vínculo matrimonial anterior não dissolvido; parentesco e afinidade na linha recta e parentesco no 2º grau da linha colateral; condenação por homicídio BIBLIOGRAFIA: Curso, cit., p c) impedimentos impedientes: falta de autorização dos pais ou tutor; prazo internupcial; parentesco no 3º grau da linha colateral;tutela, curatela e administração de bens; adopção restrita; pronúncia por homicídio BIBLIOGRAFIA: Curso, cit., p C. Requisitos de forma 1. A forma "comum" a) Processo preliminar de casamento b) Celebração do casamento c) Registo: modalidades; efeitos retroactividade e tutela de terceiros 2. Formas especiais

3 a) Casamentos urgentes b) Casamentos civis sob forma religiosa BIBLIOGRAFIA: Curso, cit., p , D. Invalidade do casamento. Casamento putativo 1. Generalidades: especialidades do regime da invalidade/inexistência do casamento em face do regime geral do negócio jurídico 2. Inexistência: casos, regime e efeitos 3. Anulabilidade: casos, regime e efeitos 4. O casamento putativo a) Noção e fundamento geral b) Pressupostos BIBLIOGRAFIA: Curso, cit., p E. Efeitos pessoais do casamento 1. Princípios fundamentais a) Igualdade dos cônjuges b) Direcção conjunta da família e correlativo dever de estabelecer "acordos" 2. Deveres pessoais dos cônjuges a) Ideias gerais: imperatividade, não taxatividade, e imposição a ambos os cônjuges; redução do seu interesse prático após a Lei nº 61/2008, de 31/10 b) Respeito c) Fidelidade d) Cooperação e) Coabitação f) Assistência aa) dever de alimentos (em particular, em caso de separação de facto); bb) dever de contribuir para os encargos da vida familiar: as alterações introduzidas no art. 1676º pela Lei nº 61/2008 (a "compensação" só exigível no momento da partilha pelo contributo "consideravelmente superior" ao devido, resultante de renúncia a interesses pessoais, e com "prejuízos patrimoniais importantes") 3. Nome (arts. 1677º a 1677º-C do Código Civil) BIBLIOGRAFIA: Curso, cit., p (a actualizar, no tocante ao art. 1676º do Código Civil, em função das alterações resultantes da Lei nº 61/2008); sugere-se ainda a leitura de RITA LOBO XAVIER, Recentes alterações ao regime jurídico do divórcio e das responsabilidades parentais, Coimbra, 2009, p e 2) F. Efeitos patrimoniais do casamento 1. Administração dos bens (próprios ou comuns) dos cônjuges a) Bens sujeitos a administração exclusiva (art. 1678º, nºs não administrador b) Bens sujeitos a administração comum (art. 1678º, nº 3) c) Poderes do cônjuge administrador e poderes do cônjuge BIBLIOGRAFIA: Curso, cit., p , Ilegitimidades conjugais a) Ilegitimidades relativas a móveis (art. 1682º, nºs 1 e 3) e a imóveis e ao estabelecimento comercial (arts. 1682º-A e 1682º-B) b) Forma e suprimento do consentimento conjugal (arts.

4 1684º e 1687º) BIBLIOGRAFIA: Curso, cit., p º, nº 1) 1694º, nº 2) 1696º) 3. Responsabilidade por dívidas a) Princípio geral (art. 1690º) b) Dívidas de responsabilidade comum (arts. 1691º e c) Bens que respondem pelas dívidas comuns (art. 1695º) d) Dívidas de responsabilidade exclusiva (arts. 1692º e e) Bens que respondem pelas dívidas exclusivas (art. f) Compensações eventualmente devidas (art. 1697º) BIBLIOGRAFIA: Curso, cit., p Termo das relações patrimoniais. Partilha a) Situações em que tem lugar a partilha (dos bens comuns) b) Modo de realização da partilha: prévia separação dos bens próprios (porque não vão ser partilhados); liquidação do património comum (relacionamento desses bens, compensações e pagamento de dívidas); partilha propriamente dita (a regra da realização da partilha segundo o regime de bens do casamento, e as excepções dos art. 1790º e 1719º) BIBLIOGRAFIA: Curso, cit., p , Contratos entre cônjuges: referência aos contratos de sociedade (art. 1714º, nº 2, do Código Civil, e art. 8º do Código das Sociedades Comerciais) e de compra e venda (art. 1714º, nº 2, do Código Civil) BIBLIOGRAFIA: Curso, cit., p , , Regimes de bens e convenções antenupciais a) Princípios de liberdade (art. 1698º, com as excepções dos arts. 1720º e 1699º, nº 2) e de imutabilidade (art. 1714º, nº 1) b) Forma e registo das convenções antenupciais (arts. 1710º e 1711º) c) O regime de comunhão de adquiridos: bens próprios (arts. 1722º, 1723º, 1726º, 1728º, nº 1, e 1733º) e bens comuns (arts. 1724º, 1725º e 1728º, nº 1; o caso particular dos frutos e rendimentos de bens próprios) d) Regime de comunhão geral e) Regime de separação BIBLIOGRAFIA: Curso, cit., p , , , , , , , G. Separação de pessoas e bens 1. Generalidades; sentido do instituto num sistema que admite o divórcio 2. Formas, causas e processo: remissão 3. Efeitos: o art. 1795º-A 4. Os dois desfechos normais: reconciliação ou conversão em divórcio BIBLIOGRAFIA: Curso, cit., p , (a actualizar em função das alterações ao regime do divórcio resultantes da Lei nº 61/2008); sugere-se também a leitura de RITA LOBO XAVIER, Recentes alterações, cit., p. 60

5 H. Divórcio 1. Generalidades a) A "questão do divórcio" b) Modalidades de divórcio: divórcio por mútuo consentimento e divórcio sem consentimento de um dos cônjuges 2. Divórcio por mútuo consentimento a) Noção e espírito b) Pressupostos a recente evolução legislativa aa) supressão da exigência de uma duração mínima do casamento (desde a Lei nº 47/98) bb) supressão (operada pela Lei nº 61/2008) do condicionamento do divórcio à existência e homologação dos acordos "complementares" relativos a alimentos ao ex-cônjuge, regulação de responsabilidades parentais e destino da casa de morada de família remessa para o tribunal no caso de os acordos não serem homologados pelo conservador (art. 1778º) e "fixação judicial" das consequências do divórcio (art. 1778º-A, nº 3) c) Processo aa) Processo administrativo: requerimento; necessidade de apresentação inicial dos acordos complementares; possibilidade (já estabelecida, em grande medida, no art. 272º do Código de Registo Civil, na redacção dada pelo Decreto-Lei nº 324/2007) de elaboração dos acordos complementares pelo próprio conservador ou pelos oficiais do registo; eliminação da tentativa inicial de conciliação, mas informação inicial sobre a existência e objectivos de serviços de mediação familiar; conferência (única) e apreciação e eventual alteração dos acordos complementares; envio ao Ministério Público havendo acordo sobre o exercício de responsabilidades parentais; homologação dos acordos e decretamento do divórcio; não homologação dos acordos e remessa do processo ao tribunal bb) Processo judicial: casos em que tem lugar (o de remessa para o tribunal no caso de os acordos não serem homologados pelo conservador (art. 1778º); o de inexistência desses acordos complementares (1778º-A); e o de opção pelo divórcio por mútuo consentimento tomada no âmbito de um processo de divórcio litigioso (art. 1779º, nº 2)); requerimento; eliminação da tentativa inicial de conciliação, mas informação inicial sobre a existência e objectivos de serviços de mediação familiar; conferência (única); promoção e apreciação dos acordos complementares, se os houver; decisão de divórcio e simultânea fixação das consequências nas matérias relativas a tais acordos BIBLIOGRAFIA: Curso, cit., p , (a actualizar em função das alterações ao regime do divórcio resultantes da Lei nº 61/2008); sugere-se também a leitura de RITA LOBO XAVIER, Recentes alterações, cit., p Divórcio sem consentimento de um dos cônjuges a) Noção b) Concepções de divórcio ("litigioso" ou "sem consentimento de um dos cônjuges"): "divórcio-sanção", "divórcio-remédio"e "divórcio-constatação de ruptura" tendências de evolução do nosso sistema c) Causas de divórcio sem consentimento de um dos cônjuges I - a marca fundamental da "Reforma de 2008": supressão das causas subjectivas e correlativo desaparecimento da culpa (quer como causa do divórcio, quer como critério de determinação dos seus efeitos)

6 II - separação de facto III - alteração das faculdades mentais IV - ausência V - quaisquer (outros) factos demonstrativos da "ruptura definitiva do casamento" d) Processo: informação sobre a existência e objectivos de serviços de mediação familiar, tentativa de conciliação (ou de acordo no sentido do divórcio por mútuo consentimento), eventuais acordos complementares, sentença não condicionada a uma prévia decisão nas matérias relativas a tais acordos BIBLIOGRAFIA: Curso, cit., p , , (a actualizar em função das alterações ao regime do divórcio resultantes da Lei nº 61/2008); sugere-se ainda a leitura de RITA LOBO XAVIER, Recentes alterações, cit., p Efeitos a) Generalidades: princípio geral (equiparação à dissolução por morte); data de produção dos efeitos do divórcio (art. 1789º); eliminação do critério da culpa pela Reforma de 2008 b) Termo da comunhão (ou da situação de "património colectivo"); partilha (art. 1790º) c) Destino da casa de morada de família (arts. 1793º e 1105º) d) Perda de direitos sucessórios e) Perda de benefícios (art. 1791º) f) Alimentos g) Obrigação de indemnizar (art. 1792º) BIBLIOGRAFIA: Curso, cit., p , , (a actualizar em função das alterações ao regime do divórcio resultantes da Lei nº 61/2008), e RITA LOBO XAVIER, Recentes alterações, cit., p DIREITO DA FILIAÇÃO A. Estabelecimento da filiação 1. Noções preliminares a) O "período legal de concepção" (art. 1798º): as duas presunções aí contidas e a possibilidade do seu afastamento (art. 1800º) b) "Sistemas de filiação" e "sistemas de reconhecimento": ideia geral e tendências do nosso direito da filiação da Família, Vol. II (Direito da Filiação), Tomo I (Estabelecimento da filiação. Adopção), Coimbra, 2006, p Estabelecimento da maternidade a) Menção ou indicação da identidade da mãe na declaração de nascimento b) Declaração de maternidade (ou indicação da identidade da mãe), posterior à declaração de nascimento, sendo o registo omisso quanto à identidade da mãe; possibilidade de impugnação no caso de não ser verdadeira c) Referência à averiguação oficiosa da maternidade d) Reconhecimento judicial da maternidade

7 aa) legitimidade activa: o caso normal: acção a pedido do filho; alusão ao caso particular da acção a pedido da pretensa mãe (art. 1824º) bb) prova da maternidade (art. 1816º) cc) prazos para a propositura da acção (art. 1817º, em especial o nº 1 o (anterior) prazo de 2 anos após a maioridade ou emancipação do filho, prazo declarado inconstitucional em 2006, e o actual prazo de 10 anos após a maioridade ou emancipação da Família, Vol. II (Direito da Filiação), Tomo I, cit., p , 66-69, e (a actualizar em função das alterações introduzidas pela Lei nº 14/2009, de 1 de Abril) 3. Estabelecimento da paternidade a) Presunção de paternidade do marido da mãe (presunção "pater is est...") aa) Noção, fundamento e âmbito (filhos nascidos ou concebidos na constância do casamento) bb) Referência à existência de casos de cessação da presunção (arts. 1828º, 1829º e 1832º) cc) Impugnação da paternidade presumida: legitimidade activa b) Perfilhação aa) Noção bb) Formas possíveis (art. 1853º) dd) Impugnação da perfilhação (que não corresponda à verdade) e anulação da perfilhação (por erro, coacção moral e incapacidade) arts. 1859º-1861º da Família, Vol. II (Direito da Filiação), Tomo I, cit., p , 97-98, , (a actualizar em função das alterações introduzidas pela Lei nº 14/2009, de 1 de Abril), 149, , , e c) Referência à averiguação oficiosa da paternidade d) Reconhecimento judicial da paternidade aa) Prova da paternidade I - Prova ("directa") resultante de métodos científicolaboratoriais e prova ("indirecta") resultante de uma "coabitação causal" (relações sexuais entre a mãe e o pretenso pai, e exclusividade dessas relações) II - As presunções estabelecidas no nº 1 do art. 1871º (posse de estado; carta ou escrito do pai; união de facto ou concubinato duradouro; "sedução"; e "relações sexuais entre a mãe e o pretenso pai" dúvidas em torno desta última presunção, acrescentada pela Lei nº 21/98, de 12 de Maio) bb) Legitimidade activa: o filho ou, na sequência de averiguação oficiosa, o Ministério Público cc) Prazos: remissão para o regime da investigação da maternidade da Família, Vol. II (Direito da Filiação), Tomo I, cit., p , 203, , , , e (a actualizar em função das alterações introduzidas pela Lei nº 14/2009, de 1 de Abril) B. Efeitos da filiação 1. Princípios gerais

8 a) Deveres (recíprocos) de "respeito", "auxílio" e "assistência" (art. 1874º); especiais direcção (deveres dos pais para com os filhos, e não o inverso), conteúdo (as responsabilidades parentais ) e intensidade (deveres mais acentuados) desses deveres no caso de o filho ser menor b) Nome do filho (art. 1875º) 2. Responsabilidades parentais a) Noções fundamentais aa) Evolução terminológica: do "poder paternal" às "responsabilidades parentais" bb) Irrenunciabilidade e intransmissibilidade (art. 1882º) cc) Duração (arts. 1877º, 1879º e 1880º) dd) Modo de exercício (na relação pais/filho): primado do "interesse do filho" (art. 1878º, nº 1); dever de obediência (art. 1878º, nº 2), mas (progressiva) consideração da opinião e autonomia do filho (arts. 1878º, nº 2, e 1885º, nº 2, entre outros) ee) Finalidades: protecção do menor e promoção da sua autonomia pessoal; carácter evolutivo da medida da presença de tais finalidades, entre as quais haverá uma relação de "proporcionalidade inversa" (quanto maior é a necessidade de proteccção, menor é o peso da promoção da autonomia pessoal, e inversamente) b) Conteúdo aa) Educação: a regra geral (art. 1885º); duração (arts. 1879º e 1880º); alusão à educação religiosa (art. 1886º) bb) Guarda do filho e fixação da sua residência (art. 1887º) cc) Sustento, segurança e saúde (arts. 1878º- 1880º) dd) Representação: princípio geral os pais como representantes legais dos filhos incapazes; actos que os pais só podem realizar com autorização do Ministério Público (arts. 1889º-1892º) ee) Administração: princípio geral os pais como administradores desse património alheio que é o património dos filhos; poderes dos pais em relação aos rendimentos dos bens dos filhos (art. 1896º); regime especial desta administração de património alheio (o padrão da diligência própria (art. 1897º); dispensa de prestação de caução (art. 1898º) e de prestação de contas (art. 1899º)) c) Exercício aa) na constância do casamento (arts. 1901º e 1902º) bb) em caso de divórcio, separação (de facto ou de direito) ou invalidade: os sistemas instituídos pela Reforma de 77 (exercício exclusivamente pelo progenitor a quem o filho foi confiado), pela Lei nº 89/95, de 31 de Agosto (manutenção da regra do exercício exclusivo, mas possibilidade de os progenitores acordarem no exercício conjunto, como se fossem casados), e pela Lei nº 61/2008 ((i) exercício "em comum" em relação às questões "de particular importância"; (ii) em relação aos "actos da vida corrente", exercício por qualquer dos progenitores, consoante seja um ou o outro aquele com quem o filho se encontre nesse momento; (iii) referência, todavia, às "orientações educativas mais relevantes", definidas exclusivamente pelo progenitor com quem o filho habitualmente reside) (art. 1906º) cc) havendo ou tendo havido união de facto (art. 1911º) dd) não havendo nem tendo havido casamento ou união de facto (art. 1912º) d) Inibição e limitações

9 aa) inibição de pleno direito (art. 1913º) e inibição judicial (art. 1915º) bb) limitações em matéria pessoal (arts. 1918º e 1919º) e em matéria patrimonial (art. 1920º) BIBLIOGRAFIA: Quanto a esta matéria (a relativa aos efeitos da filiação) não indicamos qualquer texto ou bibliografia fundamental: os alunos apenas devem conhecer, de forma completa e rigorosa, as disposições do Código Civil estudadas; e sugere-se ainda, a título complementar e quanto ao novo regime estabelecido nos arts. 1906º, 1911º e 1912º, a leitura de RITA LOBO XAVIER, Recentes alterações, cit., p

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