DESORDENS ALIMENTARES: PANORÂMA GERAL

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1 DESORDENS ALIMENTARES: PANORÂMA GERAL 1 de 5 O trato gastrintestinal (TGI) tem a função principal de absorver os nutrientes necessários ao organismo e eliminar os dejetos. O TGI é também uma parte fundamental do sistema imune e sua importância aumentou significativamente com as pesquisas nos últimos anos. Durante a vida de um individuo a mucosa intestinal interage com inúmeras substâncias da alimentação como, as proteínas alimentares e microorganismos (bactérias, fungos e vírus). O TGI normal tem a função de selecionar os nutrientes essenciais para manutenção da vida e simultaneamente eliminar proteínas da dieta com potencial de produzir alergia alimentar (AA). O sistema imune gastrintestinal é o limite entre a saúde e a doença, e participa ativamente da fisiopatologia da doença alérgica por meio do seu principal constituinte imune que é o tecido linfóide associado á mucosa. COMO O AMBIENTE INFLUE Muitos trabalhos científicos mostram evidências que o poder sócio-econômico influencia diretamente nos aparecimentos de doenças alérgicas. As crianças de famílias pobres têm mais infecções bacterianas do que as crianças de famílias ricas, porem as crianças de famílias ricas têm mais doenças alérgicas do que as crianças de famílias pobres. Outro aspecto importante são as diferenças observadas entre crianças residentes em fazenda e na cidade. As crianças que vivem no ambiente rural têm menos alergias do que aquelas que vivem na cidade e esta proteção se estendem até a vida adulta. TIPOS DE ALERGIA As reações adversas aos alimentos incluem um grupo de doenças semelhantes que compreendem reações anormais associadas à ingestão de alimentos.

2 Alergia alimentar (AA) é resultante de uma reação inapropriada do sistema imunológico do organismo à ingestão de alimentos que não causam efeitos adversos na maioria das pessoas. Estima-se que atinge 5% das crianças e 2% da população adulta. Intolerância alimentar metabólica (IAM) resulta da incapacidade do organismo de digerir adequadamente um componente de um alimento. A intolerância pode ocorrer por deficiência enzimática, redução da superfície de absorção do intestino e infecção. Intolerância alimentar emocional (IAE) relaciona-se a incapacidade do organismo de digerir um determinado alimento. É uma reação mais lenta do corpo levando vários dias para se manifestar e a pessoa não consegue perceber a relação de causa e efeito. Os sintomas deste tipo de intolerância variam muito tais como, artrite, distúrbios digestivos, infecções de repetição, dores de cabeça, doenças de pele, fadiga crônica, etc. ÓRGÃOS AFETADOS PELAS DESORDENS ALIMENTARES Descreverei as alergias e as intolerâncias alimentares mais freqüentes que afetam as pessoas. Abaixo um resumo para que você tenha uma idéia panorâmica e melhor se situe. Farei a diferenciação entre alergia e intolerância alimentar e na seqüência escreverei sobre a intolerância alimentar emocional. As reações provocadas pelo IgE (anticorpo da alergia) ocorrem entre 5 minutos e 2 horas, sendo a resposta mais freqüente. MECANISMO IMUNOLÓGICO IgE (Anticorpo da alergia) REAÇÕES PROVOCADAS POR ANTICORPOS IgE SISTEMA LINFÓIDE AFETADO DA: INTESTINAL PELE NASOFARINGE BRÔNQUICA ORGÃO-ALVO TRATO GASTRINTESTINAL PELE NASOFARINGE TRATO RESPIRATÓRIO DOENÇA Choque anafilático; Hipersensibilidade gastrintestinal imediata; Síndrome de alergia oral; Urticária; Angioedema; Rinite; Sinusite; Otite serosa; Broncoespasmo; Asma;

3 As Alergias Alimentares também podem ocorrer por meio de células especializadas, os linfócitos T e macrófagos. Abaixo um resumo para que você tenha uma idéia panorâmica e melhor se situe. As reações da hipersensibilidade tardia ocorrem após 8 horas da ingestão do alérgeno alimentar, é uma resposta menos freqüente. MECANISMO IMUNOLÓGICO CELULAR (não-ige) REAÇÕES PROVOCADAS POR CÉLULAS SISTEMA LINFÓIDE AFETADO DA: ORGÃO-ALVO DOENÇA Doença celíaca; Enteropatia ao leite de TRATO vaca; INTESTINAL GASTRINTESTINAL Enterocolite, proctocolite e proctite induzida pelas proteínas da dieta; Colite do leite materno; PELE PELE Dermatite herpetiforme TRATO RESPIRATÓRIO Síndrome de Heiner; BRÔNQUICA SISTEMA NERVOSO SISTEMA NERVOSO Distúrbios do comportamento; As Alergias Alimentares também podem ser mistas envolvendo células especializadas (linfócitos T e macrófagos) e anticorpos (IgE). Abaixo um resumo para que você tenha uma idéia panorâmica e melhor se situe. REAÇÕES MISTAS MECANISMO IMUNOLÓGICO MISTA (Celular e IgE) SISTEMA LINFÓIDE AFETADO DA: INTESTINAL ORGÃO-ALVO TRATO GASTRINTESTINAL DOENÇA Esofagite eosinofilica; Gastrenterite eosinofílica; Refluxo Gastresofágico; Dispepsia; Pseudo-obstrução; Constipação; PELE PELE Dermatite atópica TRATO RESPIRATÓRIO BRÔNQUICA Asma brônquica induzida pela Alérgica Alimentar DIFERENÇA ENTRE ALERGIA E INTOLERÂNCIA ALIMENTAR É importante diferenciar a alergia alimentar da intolerância, para melhor entendimento, vou usar o leite de vaca como referência. Quando focamos na alergia alimentar estamos referimos as proteínas do leite (caseína e β-lactoalbumina), e assim, numa pessoa sensível o sistema imune desenvolve anticorpos da alergia (IgE) anti-proteínas

4 e estes são os responsáveis pelo desencadeamento das crises alérgicas. Na intolerância alimentar o açúcar (lactose) do leite que não é absorvido pelos intestinos pela falta da enzima lactase. A lactose não sendo desdobrada em glicose e galactose não é absorvida pelo trato digestivo. A presença de lactose no tubo digestivo atrai água e em presença das bactérias intestinais fermentam e a conseqüência é diarréia e vômitos. A diarréia e vômitos estão presentes tanto na intolerância como na alergia. QUADRO CLÍNICO O quadro clínico da Alergia Alimentar (AA) e da Intolerância Alimentar metabólica (IAM) são muito parecidos, pois ocorrem diarréia, vômitos e náuseas, dores abdominais e dificuldade de aumentar o peso corpóreo. O que diferencia um do outro é que na AA podem ocorrer manifestações como, urticária, angioedema (inchaço de lábios, pálpebras, pênis e outras partes do corpo), chiado no peito e nos casos graves choque anafilático. Estas manifestações estão ausentes na IAM. Quando uma criança apresenta diarréia, vômitos e dificuldade de aumentar o peso procure seu médico para fazer o diagnóstico, e assim, melhor conduzir o caso. Lembrando que o médico deve levar em conta os aspectos nutricionais para o desenvolvimento físico e mental da criança. DIAGNÓSTICO A história clínica é o guia para esclarecimento das desordens alimentares. 1) O RAST é um exame in vitro feito em laboratório. Colhe-se sangue do paciente para pesquisar a presença de anticorpos IgE (anticorpos da alergia) específicos para o alimento suspeito de provocar a reação alérgica. 2) O teste cutâneo (Prick test) é um teste in vivo feito na superfície da pele do cliente usando os alérgenos dos alimentos suspeitos. Leitura feita minutos após, sendo considerada reação positiva (pápula de 3 mm ou maior) no local do teste. Devido aos diversos tipos de pele, a leitura é feita comparando o controle positivo (histamina) com o controle negativo (solução fisiológica).

5 As reações cruzadas ocorrem entre diferentes alimentos, mesmo os testes cutâneos demonstrando a sensibilização alérgica (IgE), mas sem correlação com as manifestações clínicas. Os testes alérgicos geralmente apontam os alimentos suspeitos de causar alergia naquele paciente. Quando houver correlação direta da ingestão do alimento e o surgimento das manifestações clínicas, ai sim, o teste positivo pode ser considerado como diagnóstico da alergia. Quando a relação entre a ingestão e as manifestações clinicas não são evidentes é necessário confirmar por meio do teste de provocação oral. Este teste deve ser feito em ambiente hospitalar dependo da gravidade das reações provocadas pelo alimento e por médico treinado neste tipo de procedimento. TRATAMENTO A conduta básica do tratamento da AA e IAM é a exclusão do alimento provocador da desordem alimentar. Se o alimento for importante na dieta alimentar da pessoa, deve-se substituir por outro alimento de igual valor nutricional. A principal orientação aos responsáveis é habituar-se a ler rótulos para identificar alimentos que possam desencadear as manifestações desagradáveis e familiarizar com os nomes técnicos e científicos dos rótulos. Exemplo: quando uma criança alérgica ao leite de vaca quer comer uma bolacha salgada, muitas vezes os responsáveis nem imaginam que pode conter leite. Quando no rótulo está escrito: caseína e soro entre os ingredientes. Neste caso os responsáveis devem saber que a caseína e o soro são derivados do leite de vaca. Alguns pacientes podem sofrer reações graves porque o produto mudou a formulação, incluindo ingrediente ao qual a pessoa é alérgica. Este fato mostra a importância de ler os rótulos com freqüência e a necessidade de educar os responsáveis e ser for o caso a pessoa alérgica. Outro fator importante os amigos e familiares devem estar preparados para emergências, principalmente o choque anafilático. SOCORRO As reações alérgicas alimentares apresentam sintomas mais relacionados ao aparelho digestivo, algumas pessoas podem

6 apresentar reações graves que necessitam de tratamento imediato. Nestes casos se recomenda que tenha a mão anti-histamínicos e/ou injeções de adrenalina 1/1000 para ser utilizado em casos de problemas respiratórios e outra reações alérgicas graves, tais como o choque anafilático. AS DÚVIDAS E PERGUNTAS DEVERÃO SER LEVADAS AO SEU ALERGISTA PARA ESCLARECIMENTO. IMPORTANTE As informações disponíveis no site possui caráter informativo e educativo. No caso de consulta procurar seu médico de confiança para diagnóstico e tratamento. Dr. Luiz Carlos Bertoni Alergista - Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI) Membro - World Allergy Organization (WAO) CRM-PR 5779

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