Obrigatoriedade. Autonomia do Crédito Tributário. Origem:

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1 Direito Tributário Crédito tributário:conceito e constituição. Lançamento: conceito e modalidades de lançamento. Hipóteses de alteração do lançamento. Sergio Karkache Crédito Tributário: Origem em obrigação principal. Autônomo frente a obrigação Vinculado e obrigatório Constitui-se (dentre outros) pelo lançamento. Lançamento: 1º) Constitui o crédito; 2º) Revê lançamentos anteriores; 3º) Aplica penalidades. 2 Conceito. O crédito tributário é o vínculo jurídico, de natureza obrigacional, por força do qual o Estado (sujeito ativo) pode exigir do particular, o contribuinte ou responsável (sujeito passivo), o pagamento do tributo ou da penalidade pecuniária (objeto da relação obrigacional). (Hugo de Brito Machado, Curso de Direito Tributário, 12ª edição, Malheiros, 1997, p. 119.). Origem: O crédito tributário decorre da obrigação principal e tem a mesma natureza desta. (CTN, art. 139). Autonomia do Crédito Tributário. As circunstâncias que modificam o crédito tributário, sua extensão ou seus efeitos, ou as garantias ou os privilégios a ele atribuídos, ou que excluem sua exigibilidade não afetam a obrigação tributária que lhe deu origem. (CTN, art. 140). Obrigatoriedade. O crédito tributário regularmente constituído somente se modifica ou extingue, ou tem sua exigibilidade suspensa ou excluída, nos casos previstos no CTN, fora dos quais não podem ser dispensadas, sob pena de responsabilidade funcional na forma da lei, a sua efetivação ou as respectivas garantias. (CTN, art. 141).

2 Lançamento. Compete privativamente à autoridade administrativa constituir o crédito tributário pelo lançamento, assim entendido o procedimento administrativo tendente a verificar a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente, determinar a matéria tributável, calcular o montante do tributo devido, identificar o sujeito passivo e, sendo caso, propor a aplicação da penalidade cabível. (CTN, art. 142). Lançamento. Lei Aplicável A autoridade considerará a legislação em vigor à data da ocorrência do fato gerador para todos os elementos que influírem na responsabilidade e no montante da obrigação, tais como: Alíquota Base de Cálculo Sujeito Passivo e Devedores solidários Taxa de Câmbio Benefícios fiscais e exonerações Outorga de maiores garantias e privilégios que obrigarem terceiros Tributos com fato gerador continuado (p. ex. IPTU, IPVA, ITR). Pode ser usada a lei posterior ao fato gerador para: Novos critérios de apuração Novos processos de fiscalização Ampliação dos Poderes de investigação das autoridades administrativas Ampliação das garantias e privilégios Lançamento. Alteração. O lançamento regularmente notificado ao sujeito passivo só pode ser alterado em virtude de (CTN, art. 145): 1. Impugnação do sujeito passivo; 2. Recurso de ofício; 3. Iniciativa de ofício da autoridade administrativa, nos casos previstos no CTN, art Lançamento. Mudança de critérios jurídicos. A modificação introduzida, de ofício ou em conseqüência de decisão administrativa ou judicial, nos critérios jurídicos adotados pela autoridade administrativa no exercício do lançamento somente pode ser efetivada, em relação a um mesmo sujeito passivo, quanto a fato gerador ocorrido posteriormente à sua introdução. (CTN, art. 146).

3 (PGE.MA.2003.FCC.70) NÃO se aplica ao lançamento a legislação que, posteriormente à ocorrência do fato gerador, tenha A) instituído novos critérios de apuração. B) instituído novos processos de fiscalização. C)) aumentado a alíquota do respectivo tributo. D) outorgado ao crédito tributário maiores garantias ou privilégios. E) ampliado os poderes de investigação das autoridades administrativas. Resposta: C Modalidades de Lançamento. São três as formas de lançamento: 1. por declaração (misto), 2. de ofício (ex officio ou direto) 3. e por homologação (autolançamento): Por declaração (ou Misto): O lançamento é efetuado com base na declaração do sujeito passivo ou de terceiro, quando um ou outro, na forma da legislação tributária, presta à autoridade administrativa informações sobre matéria de fato, indispensáveis à sua efetivação. (CTN, art. 147). Retificação da declaração pelo sujeito passivo. A retificação da declaração por iniciativa do próprio declarante, quando vise a reduzir ou a excluir tributo, só é admissível mediante comprovação do erro em que se funde, e antes de notificado o lançamento. (CTN, art. 147, 1º). Retificação pela Receita Federal. Os erros contidos na declaração e apuráveis pelo seu exame serão retificados de ofício pela autoridade administrativa a que competir a revisão daquela. (CTN, art. 147, 2º).

4 DE OFÍCIO (EX OFFICIO) OU DIRETO: O lançamento é efetuado e revisto de ofício pela autoridade administrativa nos seguintes casos (CTN, art. 149): 1. Quando a lei assim o determine; 2. Quando a declaração não seja prestada, por quem de direito, no prazo e na forma da legislação tributária; 3. Quando a pessoa legalmente obrigada, embora tenha prestado declaração, deixe de atender, no prazo e na forma da legislação tributária, a pedido de esclarecimento formulado pela autoridade administrativa, recuse-se a prestá-lo ou não o preste satisfatoriamente, a juízo daquela autoridade; 4. Quando se comprove falsidade, erro ou omissão quanto a qualquer elemento definido na legislação tributária como sendo de declaração obrigatória. 5. Quando se comprove omissão ou inexatidão, por parte da pessoa legalmente obrigada, no lançamento por homologação; 6. Quando se comprove ação ou omissão do sujeito passivo, ou de terceiro legalmente obrigado, que dê lugar à aplicação de penalidade pecuniária. 7. Quando se comprove que o sujeito passivo, ou terceiro em benefício daquele, agiu com dolo, fraude ou simulação. 8. Quando deva ser apreciado fato não conhecido ou não provado por ocasião do lançamento anterior. 9. Quando se comprove que, no lançamento anterior, ocorreu fraude ou falta funcional da autoridade que o efetuou, ou omissão, pela mesma autoridade, de ato ou formalidade essencial. Revisão do Lançamento. Prazo: A revisão do lançamento só pode ser iniciada enquanto não extinto o direito da Fazenda Pública.

5 *(AFRF 2003 ESAF) 21. Não se admite alteração do lançamento regularmente notificado ao sujeito passivo em virtude de: a) iniciativa de ofício da autoridade administrativa,quando se comprove que o sujeito passivo,ou terceiro em benefício daquele, agiu com dolo, fraude ou simulação. b) impugnação do sujeito passivo. c) recurso de ofício. d)iniciativa de ofício da autoridade administrativa, quando se comprove que, no lançamento anterior, ocorreu fraude ou falta funcional da autoridade que o efetuou, ou omissão, pela mesma autoridade, de ato ou formalidade especial. e)iniciativa de ofício da autoridade administrativa,quando reconhece a necessidade de apuração de fato não conhecido ou não provado por ocasião do lançamento anterior, no caso de estar extinto o direito da Fazenda Pública de revisar o lançamento. Lançamento. Arbitramento da Base de Cálculo: Quando o cálculo do tributo tenha por base, ou tem em consideração, o valor ou o preço de bens, direitos, serviços ou atos jurídicos, a autoridade lançadora, mediante processo regular, arbitrará aquele valor ou preço, sempre que sejam omissos ou não mereçam fé as declarações ou os esclarecimentos prestados, ou os documentos expedidos pelo sujeito passivo ou pelo terceiro legalmente obrigado, ressalvada, em caso de contestação, avaliação contraditória, administrativa ou judicial. (CTN, art. 148). Lançamento por Homologação (ou Autolançamento): O lançamento por homologação, que ocorre quanto aos tributos cuja legislação atribua ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa, opera-se pelo ato em que a referida autoridade, tomando conhecimento da atividade assim exercida pelo obrigado, expressamente a homologa. (CTN, art. 150). 1.O pagamento antecipado pelo obrigado extingue o crédito, sob condição resolutória da ulterior homologação ao lançamento. 2.Não influem sobre a obrigação tributária quaisquer atos anteriores à homologação, praticados pelo sujeito passivo ou por terceiro, visando à extinção total ou parcial do crédito. Serão, porém, considerados na apuração do saldo porventura devido e, sendo o caso, na imposição de penalidade, ou sua graduação.

6 3.Se a lei não fixar prazo a homologação, será ele de cinco anos, a contar da ocorrência do fato gerador; expirado esse prazo sem que a Fazenda Pública se tenha pronunciado, considera-se homologado o lançamento e definitivamente extinto o crédito, salvo se comprovada a ocorrência de dolo, fraude ou simulação. (CTN, art. 150, 4º). (AARF ESAF.47) Nos termos do Código Tributário Nacional, o lançamento é efetuado e revisto de ofício pela autoridade administrativa nos seguintes casos, exceto: a) quando a lei assim o determine. b) quando a declaração não seja prestada, por quem de direito, no prazo e na forma da legislação tributária. c) quando se suspeite que o sujeito passivo, ou terceiro em benefício daquele, agiu com dolo, fraude ou simulação. d) quando se comprove falsidade, erro ou omissão quanto a qualquer elemento definido na legislação tributária como sendo de declaração obrigatória. e) quando a pessoa legalmente obrigada, embora tenha prestado declaração, deixe de atender, no prazo e na forma da legislação tributária, a pedido de esclarecimento formulado pela autoridade administrativa, recusese a prestá-lo ou não o preste satisfatoriamente, a juízo daquela autoridade. RESPOSTA: C

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