1) DISSECAÇÃO DA CAVIDADE TORÁCICA 1

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1 1) DISSECAÇÃO DA CAVIDADE TORÁCICA Identifique, inicialmente, o pulmão, o pericárdio, o coração, a pleura, o músculo diafragma, o esôfago, a traquéia, e o timo. Neste item também deverão ser identificados os lobos pulmonares dos pulmões direito e esquerdo; as pleuras costal, diafragmática, e pulmonar; o pericárdio fibroso; as lâminas parietal e visceral do pericárdio seroso; as câmaras cardíacas; a artéria troncopulmonar; as artérias pulmonares direita e esquerda; as veias pulmonares; e a divisão da traquéia em brônquios principais direito e esquerdo Retome a dissecação, no pescoço, do tronco vagossimpático (25). Verifique sua divisão, ao nível da entrada do tórax, em tronco simpático (13) e nervo vago (40). O tronco simpático é o mais delgado e dirige-se dorsocaudalmente. VIDE Prossiga a dissecação do nervo vago em sentido caudal. Verifique que ele emite o nervo laríngico recorrente (21) (origina-se do lado direito ao nível da artéria subclávia direita e no lado esquerdo ao nível do arco da artéria aorta). O nervo laríngico recorrente contorna essas artérias e dirige-se em sentido cranial para o pescoço. VIDE 1.4. Continue a dissecação do nervo vago e verifique sua bifurcação, ao longo do esôfago, em ramo dorsal (5) e ramo ventral (6). Os ramos dorsal e ventral de cada lado se unem com correspondente do lado oposto para formar os troncos vagais dorsal e ventral. VIDE 1.5. Disseque o tronco simpático. Identifique o gânglio cervical médio (19) (dilatação pequena situada ao nível da entrada do tórax). A partir deste gânglio, disseque a alça subclávia (24)(composta pelos ramos cranial e caudal). Os ramos cranial e caudal da alça subclávia, contornando a artéria subclávia, unem o gânglio cervical médio ao gânglio cervicotorácico (18) (dilatação situada medialmente ao extremo dorsal da primeira costela). VIDE 1.6. Prossiga a dissecação do tronco simpático ao longo da superfície ventral dos corpos vertebrais, note os gânglios paravertebrais (41)(pequenas dilatações ao longo do tronco simpático), os ramos interganglionares (42) (unem os gânglios paravertebrais) e os ramos comunicantes (43) (partem dos gânglios em sentido da vértebras para unirem aos nervos espinhais). VIDE 1.7. Disseque do lado esquerdo a artéria aorta e seus ramos. Inicialmente disseque a artéria troncobraquiocefálica (15), note que próximo a entrada do tórax ela emite a artéria subclávia esquerda (26) e, logo, em seguida, termina-se dividindo em artérias troncobicarotídico e subclávia direita. As artérias subclávias dirigem-se lateralmente e emitem as artérias troncocostocervical (12) (origina da borda dorsal e dirige-se dorsocranialmente passando medialmente à 1ª costela), cervical superficial (40) (origina-se da borda cranial e se dirige para os másculos braquicefálico e supra-espinhal) e torácica interna (30) (origina-se da borda caudal e se dirige ventrocaudalmente passando pela superfície dorsal do osso esterno) para se continuar como artéria axilar (44) (artéria que se destina aos membros torácicos). A artéria troncocostocervical dá origem aos seguintes ramos, no sentido caudocranial: artéria intercostal suprema (45)(dirige-se caudalmente acompanhando o tronco simpático), artéria escapular dorsal (5)(dirige-se dorsalmente para distribuir-se no músculo serrátil ventral), artéria cervical profunda (8) (origina-se um pouco adiante da artéria escapular dorsal e dirige-se dorsalmente para distribuir-se na face lateral do pescoço), e artéria vertebral (9)(continuação direta da artéria troncocostocervical após a emissão da artéria cervical profunda). A artéria troncobicarotídico após curto trajeto na face ventral da traquéia divide-se em artérias carótidas comuns direita e esquerda (13) (artérias já dissecadas no pescoço). Identifique agora a artéria aorta descendente - parte torácica (16) e suas ramificações. VIDE FIGURA Disseque do lado direito a veia cava cranial (9) e suas tributárias. Note que ao nível da entrada do tórax as veias jugulares externas direita e esquerda (22) se unem formando a veia troncobijugular. A veia troncobijugular é curta e logo se une com as veias subclávias direita (29) e esquerda para formar a veia cava cranial. VIDE 1.9. Identifique também do lado direito a veia cava caudal (10) Identifique a veia ázigos esquerda (19) (correm cranialmente ao longo do corpo das vértebras torácicas e à esquerda da artéria aorta e ao nível do 5º espaço intercostal, curva-se em sentido ventral para alcançar o pericárdio e perfurá-lo para se unir ao seio coronário. VIDE FIGURA 2 1 Texto baseado na obra: GODINHO, H.P.; CARDOSO, F.M.; NASCIMENTO, J.F. Anatomia dos ruminantes domésticos. Belo Horizonte. Universidade Federal de Minas Gerais Prof. MSc. Cristiano Rosa de Moura Página 1 de 5

2 1.11. Identifique o linfonodo mediastinal caudal (5) (massa volumosa ovóide ou cilíndrica de tecido linfóide situada entre a artéria aorta e o esôfago, caudalmente ao coração). VIDE Identifique na face interna da parede do tórax, a pleura costal, e a artéria, veia e nervos intercostais que correm verticalmente ao longo da borda caudal da costela. Note ainda o músculo transverso do tórax (músculo que recobre a superfície dorsal do osso esterno) Identifique último o nervo frênico (8) nervo do plexo braquial que penetra no tórax o qual corre em sentido caudal entre os pulmões e coração e que se distribui no músculo diafragma. VIDE Vista lateral direita da cavidade torácica. Fonte: POPESKO (1997). Prof. MSc. Cristiano Rosa de Moura Página 2 de 5

3 45 44 FIGURA 2 Vista lateral esquerda da cavidade torácica. Fonte: POPESKO (1997). 2) DISSECAÇÃO DA CAVIDADE ABDOMINAL E PÉLVICA Identifique, inicialmente, o estômago, o fígado, os intestinos delgado e grosso, o pâncreas, o baço, os rins, os ureteres, as glândulas adrenais, o peritônio, a vesícula urinária e os órgãos genitais. Neste item deverão ser identificados as subdivisões do fígado, do pâncreas, do intestino delgado, do intestino grosso, da vesícula urinária, do útero e do pênis. Ainda também deverão ser identificados os peritônios visceral e parietal; os mesos (mesentério, mesoduodeno, mesocólon, mesorreto, mesométrio, mesoductodeferente, mesovário, e mesossalpinge); 2.2. Identifique a artéria aorta descendente abdominal (13). Disseque-a após a sua travessia pelo hiato aórtico, e verifique que logo após o hiato aórtico, a artéria aorta emite a artéria celíaca(6) e em seguida a artéria mesentérica cranial (7). Em alguns casos essas artérias se originam juntas compondo a artéria tronco celiacomesentérico. VIDE FIGURA Disseque a artéria celíaca e seus ramos, a artéria lienal (34) (ramo que dirige craniodorsalmente e que se destina ao baço, ao pâncreas e ao estômago), a artéria gástrica esquerda (35) (ramo que se dirige cranioventralmente e que se destina ao estômago), e a artéria hepática (5) (ramo que representa a continuação direta da artéria celíaca correndo em sentido cranial para direita e que destina ao fígado, duodeno, pâncreas e abomaso). VIDE FIGURA 3 1 Texto baseado na obra: GODINHO, H.P.; CARDOSO, F.M.; NASCIMENTO, J.F. Anatomia dos ruminantes domésticos. Belo Horizonte. Universidade Federal de Minas Gerais Prof. MSc. Cristiano Rosa de Moura Página 3 de 5

4 2.4. Disseque, no mesentério, a artéria mesentérica cranial e seus ramos, as artérias jejunais (ramos que se destinam ao jejuno e ao íleo) e a artéria ileocólica (ramo mais grosso que se origina da porção inicial da artéria mesentérica e que se dirige para a porção espiral do cólon ascendente, ceco e íleo) 2.5. Identifique as artérias renais direita (14) e esquerda (17) (originam-se caudalmente à artéria mesentérica cranial e se destinam ao hilo do rim correspondente), as artéria lombares (originam-se em série da artéria aorta e destinamse região lombar), as artérias testiculares direita e esquerda (no macho originam-se da artéria aorta próximo ao seu término na entrada da cavidade pélvica e dirigem-se ao canal inguinal), as artérias ováricas direita e esquerda (20)(na fêmea homólogas às artérias testiculares) a artéria mesentérica caudal (23) (pequena artéria que origina-se da superfície ventral da artéria aorta próximo ao seu término. Disseque a artéria mesentérica caudal até sua bifurcação em artéria sigmóidea (ramo destinado ao cólon sigmóide) e artéria retal cranial (ramo destinado ao reto). VIDE FIGURA Prossiga a dissecação da artéria aorta descendente abdominal até a sua terminação. Identifique as artérias ilíacas externas direita e esquerda (25)(ramos de origem mais cranial originados da artéria aorta em nível de L5), as artérias circunflexas profunda do ílio direita e esquerda (21) (ramos que originam-se das artérias ilíacas externas), as artérias ilíacas internas direita e esquerda (26) (ramos que originam-se caudalmente às artérias ilíacas externas) e a artéria sacral mediana (31) (artéria impar que representa a continuação direta da artéria aorta e que dirige-se para a cauda). VIDE FIGURA Disseque a artéria ilíaca externa até ao nível em que ela origina a artéria femoral profunda (38), sendo que a partir daí ela continua-se com nome de artéria femoral (37). A artéria femoral já foi estudada durante o estudo do membro pélvico. A artéria femoral profunda origina-se da artéria ilíaca externa ao nível da raiz do membro pélvico e dirige-se caudalmente. Após curto trajeto a artéria femoral profunda emite a artéria tronco pudendoepigástrico. A artéria tronco pudendoepigástrico após curto trajeto divide-se em artéria epigástrica caudal (ramo que se dirige cranialmente até alcançar os músculos da parede do abdome) e artéria pudenda externa (ramo que dirige caudalmente). Depois da emergência da artéria tronco pudendoepigástrico, a artéria femoral profunda distribui-se na musculatura caudal do membro pélvico. VIDE FIGURA Disseque agora a artéria ilíaca interna em seu percurso sobre a face interna do osso ílio e do ligamento sacrotuberal até o seu término onde ela divide-se em artéria glútea caudal (ramo que atravessa o forame isquiático menor orifício situado entre o ligamento sacrotuberal e a incisura isquiática menor) e a artéria pudenda interna (ramo mais calibroso que representa continuação direta da artéria ilíaca interna). Durante o seu trajeto, a artéria ilíaca interna emite vários ramos para as vísceras pélvicas e parede da pelve, dentre esses ramos destacamos: artéria umbilical (24)(primeiro ramo da artéria ilíaca interna que após emitir a artéria uterina na fêmea e artéria do ducto deferente no macho ela encontra-se obliterada constituindo o ligamento redondo da vesícula urinária); a artéria iliolombar (primeiro ramo da artéria ilíaca interna que se dirige para a parede da pelve); a artéria glútea cranial (ramo que atravessa o forame isquiático menor orifício situado entre o ligamento sacrotuberal e a incisura isquiática maior) e a artéria vaginal (fêmea) ou prostática (macho) (ramo que origina-se ventralmente da artéria ilíaca interna próximo ao seu término). A artéria vaginal distribui-se para o útero, vesícula urinária, uretra, vagina, reto e períneo. A artéria prostática distribui-se para a vesícula urinária (artéria vesical caudal), uretra pélvica e glândulas genitais acessórias. VIDE FIGURA Identifique correndo à direita da artéria aorta descendente abdominal, a veia cava caudal (7). Note que a veia cava caudal originou-se da fusão das veias ilíacas comuns (36)(veias originadas pela fusão das veias ilíacas internas direita e esquerda (26) e externas direita e esquerda (25). As veias ilíacas internas e externas são homólogas e homônimas às artérias ilíacas interna e externa. VIDE FIGURA Identifique a veia porta. Note que a mesma penetra na face visceral do fígado. Verifique que a veia porta é resultante da fusão das veias mesentérica cranial (proveniente do intestino) e lienal (procedente do baço). Prof. MSc. Cristiano Rosa de Moura Página 4 de 5

5 FIGURA 3 Vista ventral da cavidade abdominal. Fonte: POPESKO (1997). Prof. MSc. Cristiano Rosa de Moura Página 5 de 5

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