LEITURA E INCLUSÃO: DO QUE FALAMOS QUANDO FALAMOS SOBRE ISSO?

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1 Texto parcial da palestra apresentada durante o 7º Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias em novembro de 2014, publicado com autorização da autora. LEITURA E INCLUSÃO: DO QUE FALAMOS QUANDO FALAMOS SOBRE ISSO? Ana Carolina Carvalho 1 Começo o texto com uma breve memória pessoal. Era janeiro. O ano, Eu estava com quase seis anos e passaria férias inteiras em São Paulo, à espera do nascimento do meu irmão. Perto de casa havia uma biblioteca pública infantil, a Álvaro Guerra. Seu jardim e suas salas foram as minhas férias. Lembro-me de que sentia como se estivesse em casa. Muitas vezes, brincando apenas no jardim. Mas os livros estavam ali, bem perto. À mão. Outras vezes, tomando lanche, conversando num canto qualquer, mas os livros estavam ali, bem perto. À disposição. Há também a memória do frescor da sala ampla, cheia de estantes e da procura por algo para se ler. Lembro-me de que o efeito de estar num lugar onde se guardam e onde se valorizam os livros e a leitura, e a certeza da permanência de algo acessível a qualquer momento me faziam pensar: pode não ser hoje, mas sei que os livros estão aqui, perto de mim e eu posso lê-los. E inevitavelmente aconteceu: estar entre livros e entre outros leitores, para além da experiência que eu já tinha na escola e em casa com a leitura, me posicionou de um modo especial diante dos livros, numa relação mais íntima com eles. O contato constante com aquela biblioteca naquelas férias foi crucial e marcante. E seu efeito não foi efêmero. Penso que reforçou o lugar que construía para mim como leitora, como alguém que toma parte, que se reconhece numa cultura letrada. 1 Psicóloga, formadora no Instituto Avisa Lá, membro do Grupo ALLE Alfabetização, Leitura e Escrita da Faculdade de Educação da UNICAMP e do Instituto Emília.

2 Sentir-se parte de uma cultura letrada é saber-se leitor, saber que aquilo que foi escrito pode me dizer respeito, é também meu. Quando leio um texto literário, por exemplo, a sensação é que aquele texto foi escrito para mim. Naquele momento, é meu. E como dizia o escritor Bartolomeu Campos de Queirós, meu porque produzo um terceiro texto, tecido a partir das palavras do autor e das minhas palavras, aquelas que me habitam e que me fazem ser quem eu sou. Fazer parte dessa cultura letrada é sentir-se incluído dessa maneira. Dialogando intimamente com os textos e concebendo-os como parceiros possíveis na ampliação do conhecimento, na busca de sentido ou referências para a vida, na tentativa de se descolar do imediatismo do cotidiano, em busca de emoção ou de humor. Direito à literatura Em 1988, o crítico literário Antonio Candido escreve seu célebre texto O direito à literatura. Nele, defende que o direito à ficção e, portanto, à literatura, pode ser comparado aos direitos básicos do ser humano, como o de vestir-se e alimentar-se, como o direito à educação e à moradia. O contato com a literatura como arte garante a integridade do espírito, assim como a presença da liberdade individual, o direito de ter uma opinião, o direito ao lazer, à crença religiosa. Os direitos humanos são aqueles que não apenas asseguram a integridade física, mas também a espiritual. Ninguém vive sem o seu quinhão de devaneio, de sonho, de fantasia. Desde que o homem é homem, ele necessita das histórias para viver. A necessidade da ficção é universal e atemporal. Basta pensarmos em nosso cotidiano: quantos de nós consegue passar sem o pequeno devaneio diário, sem cantar uma música, sem a novela, sem sair nem um pouquinho que seja de si? Este é um aspecto que fala-nos da importância das bibliotecas. Do lugar que podem ocupar, entre as necessidades diárias de todos nós. As bibliotecas são, definitivamente, esta fonte ou esta possibilidade de acesso à ficção.

3 Há outro aspecto igualmente fundamental e que tem sido largamente explorado nos últimos anos. Numa sociedade letrada como a nossa, não é mais possível pensarmos numa inclusão verdadeira ou numa cidadania plena sem que se passe pelo domínio da palavra escrita. Como já afirmou a psicolinguista argentina Emília Ferreiro 2, a inserção da leitura e da escrita nas sociedades nem sempre foi a mesma. Há vários séculos, ler e escrever eram atividades reservadas a apenas algumas pessoas, que se preparavam para exercer determinados ofícios. Atualmente, leitura e escrita não são mais sinal de distinção ou de sabedoria, mas de cidadania. Leitura e cidadania Assim escreveu Emília Ferreiro: a democracia, esta forma de governo na qual todos apostamos, demanda, requer, exige indivíduos alfabetizados. O exercício pleno da democracia é incompatível com o analfabetismo dos cidadãos. A democracia plena é impossível sem níveis de alfabetização acima do mínimo conhecimento da ortografia e da assinatura do nome. Não é possível seguir apostando na democracia sem fazer esforços necessários para aumentar o número de leitores (leitores plenos e não apenas decifradores de textos). 3 Acompanhando esta demanda, a universalização do acesso à escola seria o caminho para a democratização da alfabetização plena. Não obstante, por inúmeros motivos, isto nem sempre se dá de fato sobretudo pela tecnização da leitura e da escrita, retiradas do contexto real em que circulam para serem ensinadas apenas como habilidades longe das práticas sociais. No entanto, mesmo quando a educação básica atinge seus objetivos e forma cidadãos plenamente alfabetizados, ainda vemos que as práticas de leitura, em especial a literária, não costumam sobreviver muito tempo após a saída da escola. A leitura, como parte da vida, como este direito inalienável de que nos 2 Pasado y presente de los verbos ler y escribir. Buenos Aires: Fondo de Cultura Economica, Idem. Páginas 17 e 18. Tradução livre feita do espanhol.

4 fala Antonio Candido, costuma ir rareando para muitos dos cidadãos alfabetizados. E então, nos perguntamos: o que será que acontece com esses leitores? Recentemente, tivemos a 3ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, com seus resultados publicados em A pesquisa já é conhecida de um grande público e busca revelar quais sãos as condições da leitura em nosso país. Apesar de precisarmos fazer ressalvas, como por exemplo, o fato da valorização disseminada da leitura influenciar, algumas respostas, a pesquisa nos oferece dados importantes, que nos dizem respeito: a frequência à leitura e às bibliotecas diminuem com o fim da vida escolar. Ou seja, a leitura ainda é vista como atividade ligada à escola e aos estudos. Com esses dados em mãos, podemos interrogar o sucesso da escola na formação de leitores permanentes. Mas também podemos questionar: o que é capaz de manter a leitura na vida do cidadão que sai da escola? Ou mesmo para aquele que está na escola, o que mais sustenta e instiga a leitura, além dos estudos? Nos últimos dois anos, tenho investigado práticas de leitura entre leitores adolescentes de uma escola pública municipal paulistana, na Vila Brasilândia, na zona norte de São Paulo. Numa das entrevistas que realizei com alunos do 7º ano, deu-se este diálogo: Pesquisadora: Alguém já foi em alguma biblioteca, além da Sala de Leitura da escola? Alunos: Não! Pesquisadora: Não? Aluno 1: Eu nem sei como é uma biblioteca por dentro. Pesquisadora: Nem sabe como é uma biblioteca por dentro? Aluno 2: Nem eu! Aluna 1: Eu vejo só nos filmes! Pesquisadora: Então, seria legal mesmo se vocês fizessem um passeio a uma biblioteca, né? Aluna 1: Só nos filmes, que eu vejo como é que é. Aluno 3: Eu não tenho noção, sabe, de como é que é.

5 Pesquisadora: Só nos filmes... Alunas: Nas Chiquititas... Pesquisadora: Nos filmes, nas novelas... Aluno 1: É que daí dá para ver, né, como que é a biblioteca, dá para ver as prateleiras de livro, mas eu não tenho noção como é que pode ser nós vendo mesmo, se nós ia achar legal, eu fico até arrepiado. Aluna 1: Eu imagino que em cada corredor tem um tema, sabe? Poesia, terror... Tem romance, tem tudo! O que podemos refletir a partir deste pequeno trecho de entrevista? Vale dizer que os alunos entrevistados frequentam semanalmente, por 45 minutos, uma Sala de Leitura, retiram livros com frequência quinzenal e são considerados leitores assíduos pela professora orientadora da sala de leitura. Em suma, seres humanos incluídos na cultura letrada. No entanto, as práticas em torno da leitura parecem ficar restritas à escola. Em outros momentos da entrevista, os alunos comentam, por exemplo, que não costumam conversar sobre suas leituras fora da escola, nem em casa, nem em outros círculos que possam frequentar. Além disso, mesmo entre esses alunos leitores, poucos possuem o hábito de buscar leituras fora do espaço escolar: apenas duas entre cerca de 30 alunos já haviam estado em uma livraria e uma aluna de outra turma havia ido a uma biblioteca em um centro de juventude. Literatura e outras artes O que isto nos revela? Fora da escola, morando em um bairro periférico, sem oportunidades de trocas com uma comunidade mais ampla de leitores, sem acesso a outros equipamentos de incentivo à leitura, ou mesmo sem acesso contínuo a outros bens culturais, que dialogam com a leitura como o museu, o cinema, o teatro, é muito difícil que a leitura, enquanto prática frequente e consistente, se mantenha, ainda que tenha sido iniciada na escola. Se pensarmos em nossas práticas leitoras, facilmente concluímos que elas não se sustentam sozinhas, mas numa rede de trocas: lemos críticas literárias nos jornais, conversamos sobre livros e outras leituras com amigos, assistimos a versões cinematográficas de romances ou biografias, vamos ao teatro ver

6 textos encenados. Frequentamos livrarias e bibliotecas. É tudo isso que vai sustentando e alimentando a nossa leitura e a vontade de ir além e seguir lendo. Em que lugar estes cenários reais e ideais colocam a biblioteca pública? Qual seria o seu papel nessa história? O papel das bibliotecas Em seu livro O direito de ler e de escrever, a bibliotecária e editora colombiana Silvia Castrillon aponta para o papel das bibliotecas como instrumento de democratização nas mãos de bibliotecários que devem contribuir na luta contra a miséria e contra tudo o que restrinja a liberdade de pensamento e a liberdade de eleger entre opções que possibilitem uma vida digna, ou seja, contra todas as violações dos princípios universais de justiça e liberdade. Eu diria que sim, as bibliotecas têm esse caráter de inclusão do cidadão na cultura letrada, mas também possuem o importante papel de mantê-lo ali, de alimentar aquilo que começou a ser construído na escola. Neste sentido, a biblioteca é o espaço de permanência da leitura. O papel dos bibliotecários é, sim, o de manter os indivíduos numa rede de troca entre outros leitores, num meio em que se converse sobre livros, seja realizando clubes de leitura, seja assistindo filmes e lendo os livros que os originaram, seja conversando com autores, editores, jornalistas, promovendo palestras, incentivando idas a teatros, cinemas, exposições, fazendo parcerias com escolas. Numa sociedade tão desigual como a nossa, é evidente que a escola por mais democrática que seja, e sabemos que nem sempre o é, e mesmo ocupando um papel crucial na formação dos leitores não vai conseguir vencer sozinha a diferença que é dada pelas condições reais de vida fora dela. A cultura e os equipamentos culturais, em que a biblioteca se encaixa e talvez seja um dos mais importantes são instrumentos fundamentais para a tão almejada democratização. E é preciso que governos e sociedade se aliem nessa tarefa, já que não temos dúvidas de que a leitura e a literatura são bens incompressíveis, ou seja, bens essenciais, segundo Antonio Candido, e

7 capazes de possibilitar respiros e reflexões mais críticas em relação à existência de cada um. Leitores e leituras o comum e o singular De certa forma, o aspecto subjetivo do contato íntimo com a leitura e de direito individual pode nos dar a falsa sensação de que este contato depende apenas de uma escolha pessoal. É evidente que se pensarmos na palavra direito, precisamos considerar os dois lados da moeda: o direito que é dado, que é garantia, e o direito de se fazer o que bem entender com aquilo que nos é dado. O professor e pesquisador Edmir Perrotti costuma dizer que a leitura é assunto de foro íntimo de cada leitor. E ele têm razão, claro, desde que o acesso à leitura e à literatura esteja garantido a todos. Aí sim cada um poderá escolher o que vai ler, se vai ler e o quanto vai ler. Mas estas precisam ser decisões reais feitas quando todos têm escolhas. Penso que agora chegamos em outro ponto relativo à inclusão que pode ser feita pelas bibliotecas. Quando falamos em formação de leitores, quais leitores vêm à nossa mente? Há um leitor ideal que desejamos formar? Há uma única experiência de leitura que almejamos? Além de ser um lugar em que é possível oferecer a permanência da leitura, as bibliotecas também são os espaços da diversidade textual e literária. Há algum tempo, os programas de formação de leitores tanto nas escolas quanto fora delas têm considerado que não se formam leitores genéricos, mas leitores encarnados, que sabem ler textos específicos, pelo simples motivo de que não lemos todos os textos da mesma maneira. E leitores encarnados, ou de carne e osso, porque leem tanto ancorados em práticas coletivas, quanto buscando caminhos e inaugurando gestos pessoais. Esta diversidade saudável e necessária da biblioteca pública que também deve se espelhar em seu acervo considerando hoje, mais do que nunca, tanto os diferentes suportes o livro, o eletrônico quanto os diversos tipos de textos é o que permite o elemento surpresa para o leitor que flana em seus corredores encontrar uma leitura que não procurava. O historiador do livro Roger Chartier

8 fala do leitor que não procura necessariamente um livro, mas é encontrado por ele. Para Chartier, este é o leitor, por excelência da biblioteca pública. O leitor que vive a sua liberdade de escolha em relação ao que, como e quando vai ler. Se a biblioteca é o espaço da diversidade, esta sua propriedade se dá em muitos níveis. Diferentemente da escola, há também uma diversidade enorme de caminhos feitos pelos leitores, de objetivos em relação à leitura e de buscas muito distintas pelo espaço que a biblioteca oferece. Outro dia, assistindo a um programa sobre a Biblioteca Parque de Manguinhos, no Rio de Janeiro, lembro-me de ter visto uma das bibliotecárias contando que, durante certo tempo, um morador do bairro, em uma situação clara de muita vulnerabilidade social, ia à biblioteca para dormir. Quase todas as manhãs, ele entrava e se deitava em um dos sofás. Aos poucos, a bibliotecária foi chegando e oferecendo outras possibilidades de estar ali, de conversa em conversa, descobriu um pouco sobre a vida dele, quem era, pelo que poderia se interessar, daí, passou a sugerir leituras e outras atividades realizadas na biblioteca, mudando o padrão de participação dele. Mediação do bibliotecário O papel do bibliotecário é, sobretudo, o de mediação, no sentido da inserção do cidadão na cultura letrada aquilo que a biblioteca oferece de fato. No entanto, sabemos que, por ser um espaço público, nem sempre aquele que chega é um leitor. Muitas vezes, a entrada na biblioteca se dá pela procura de um espaço diverso da rua, como o caso do morador de Manguinhos. Mas também devemos considerar que houve um movimento de saída de determinada situação e de entrada naquele equipamento. Isto não acontece à toa. A bibliotecária francesa Geneviève Patte ressalta em muitos de seus textos a importância da biblioteca como espaço social, um lugar de convivência e de pertencimento. Em seu livro Qué los hace ler así? los niños, la lectura y las bibliotecas, ela afirma:

9 A leitura provoca, convoca uma vida em comum, particularmente rica e original. Quando um sujeito se inscreve (na biblioteca) assina um formulário de compromisso. Sabe que se tornará membro da biblioteca e que participará da vida que acontece ali. Não é um simples usuário. Nós levamos muito a sério o objetivo de favorecer no leitor um sentimento de pertencimento: ele não vem apenas pegar livros emprestados, mas participar, trocar, compartilhar e fazer parte de uma comunidade. 4 A própria linguagem nos coloca sempre em contato com um outro. A linguagem nos une, ainda que a experiência da leitura possa ser extremamente íntima e solitária, nunca estamos completamente a sós, já que ao lermos, navegamos nesse mar de histórias, expressão utilizada entre povos da Índia para denominar o conjunto de narrativas ancestrais. A leitura, tal e qual a biblioteca, é mais um espaço comum. Assim também assegura o editor e crítico literário espanhol Constantino Bértolo, em entrevista para a Revista Emília: 5 Ler é um ato individual que, através da linguagem, não somente nos coloca em contato com nossa condição de ser individual e social, como também nos faz parte deste nós que reside para além da simples animalidade nossa constituição como pessoas. Esse é o paradoxo que quis apontar no livro: que a leitura silenciosa nos afasta, mas, inevitavelmente, a linguagem nos reúne, nos torna comunidade, precisamente porque é propriedade privada e propriedade coletiva, bem comum. Não sabemos se todos aqueles que buscam a biblioteca vêm também em busca da experiência que a leitura pode oferecer, mas podemos supor que venham em busca de algum tipo de pertencimento. A biblioteca é o espaço público de convivência muitas vezes mais acessível a uma comunidade. E se 4 Tradução livre do espanhol. 5 Entrevista disponível em:

10 nem todos são leitores, todos nós somos feitos de histórias e fomos feitos a partir de histórias. Voltar a elas, reencontrá-las ou encontrar novas tramas pode também significar encontrar novos lugares e novos olhares para o mundo e para si. E cabe aos bibliotecários chamar seu público, ampliando não só o número daqueles que frequentam este espaço, mas qualificando as formas de se estar ali, recebendo e acolhendo quem chega, ajudando-o a habitar um lugar o seu lugar entre as palavras e outros leitores. Referências bibliográficas CANDIDO, Antonio. Vários Escritos. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, CASTRILLON, Silvia. O direito de ler e de escrever. São Paulo: Pulo do Gato, CHARTIER, Roger. A aventura do livro - do leitor ao navegador: conversações com Jean Lebrun/Roger Chartier. Tradução Reginaldo Carmello Corrêa de Moraes. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo: Editora Unesp, FERREIRO, Emilia. Pasado y presente de los verbos ler y escribir. Buenos Aires: Fondo de Cultura Economica, PATTE, Geneviève. Qué los hace ler así? Los ninõs, la lectura y las bibliotecas. Buenos Aires: Fondo de Cultura Economica, PRADES, Dolores. Entrevista com Constantino Bértolo. Revista Emília. Disponível em: <www.revistaemilia.com.br/mostra.php?id=428>.

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