Conversão da Tarifação das Chamadas Locais do STFC de Pulso para Minuto. (Versão revista e atualizada do tutorial original publicado em 04/11/2005).

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1 Conversão da Tarifação das Chamadas Locais do STFC de Pulso para Minuto Este tutorial apresenta os conceitos básicos envolvidos na mudança do critério de tarifação de chamadas locais do STFC de Pulso para Minuto, e os novos Planos de Minutos definidos pela Anatel para implementar essa mudança. (Versão revista e atualizada do tutorial original publicado em 04/11/2005). Eduardo Tude Engenheiro de Teleco (IME 78) e Mestre em Teleco (INPE 81) tendo atuado nas áreas de Redes Ópticas, Sistemas Celulares e Comunicações por Satélite. Ocupou várias posições de Direção em empresas de Teleco como VP de Operações da BMT, Diretor de Operações da Pegasus Telecom e Gerente de Planejamento Celular da Ericsson. Pioneiro no desenvolvimento de Satélites no Brasil (INPE), tem vasta experiência internacional, é detentor de uma patente na área e tem participado constantemente como palestrante em seminários. Assumiu em 2002 um novo desafio profissional como empreendedor e Presidente do Teleco. Huber Bernal Filho Engenheiro de Teleco (MAUÁ 79), tendo atuado nas áreas de Redes de Dados e Multisserviços, Sistemas Celulares e Sistemas de Supervisão e Controle. Ocupou posições de liderança na Pegasus Telecom (Gerente - Planejamento de Redes), na Compaq 1

2 (Consultor - Sistemas Antifraude) e na Atech (Coordenador - Projeto Sivam). Atuou também na área de Sistemas de Supervisão e Controle como coordenador de projetos em empresas líderes desse mercado. Tem vasta experiência internacional, tendo trabalhado em projetos de Teleco nos EUA e de Sistemas de Supervisão e Controle na Suécia. Atualmente dedica-se à Teleco e à prestação de serviços de consultoria em telecomunicações. Categorias: Regulamentação, Telefonia Fixa Nível: Introdutório Enfoque: Regulatório Duração: 15 minutos Publicado em: 30/04/2007 2

3 Pulso x Minuto: Tarifação de Chamadas Locais das Concessionárias Os contratos de concessão antigos do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), em estavam vigor até dezembro de 2005, estabeleciam que as chamadas locais deveriam ter como unidade de tarifação o Pulso e seriam tarifadas da seguinte forma: Tarifa Horário Sistema de Medição Custo da Chamada Telefônica Normal Segunda a Sexta (6-24 hrs) Sábados (6-14hrs) Karlsson Acrescido KA pulso: quando a chamada for completada. 1 pulso: entre 0 e 4 minutos (aleatório). 1 pulso: a cada 4 minutos excedentes. Segunda a Sexta (0-6 hrs) Reduzida Sábados (0-6 hrs/14-24 hrs) Medição Simples 1 pulso por chamada, independente do tempo de conversação. Domingos Os novos contratos de concessão, em vigor a partir de janeiro de 2006, estabelecem o minuto como base para a tarifação das chamadas locais fixo-fixo que passam a ser tarifadas da seguinte forma: por Tempo de Utilização, sendo a unidade de tarifação o décimo de minuto (seis segundos) e o tempo de tarifação mínima de 30 (trinta) segundos; por Chamada Atendida, onde a cobrança é feita a partir da aplicação de um valor por chamada atendida (VCA), independentemente de sua duração. O sistema de medição da duração das chamadas telefônicas através de pulsos é um sistema analógico desenvolvido na década de 1930 e apresenta as seguintes desvantagens: Duas chamadas de mesma duração podem ser tarifadas com valores diferentes devido à forma aleatória com que o pulso inicial (entre 0 e 4 minutos) é aplicado. Exemplo: 1 chamada de 2 minutos de duração pode ser tarifada em 1 pulso ou em 2 pulsos; O intervalo de tempo entre os pulsos (4 minutos) é muito longo, o que acaba penalizando o usuário que inicia a chamada sendo tarifado em 1 pulso. Com o novo critério a tarifação passa a ser feita a cada 6 segundos e o tempo de tarifação mínimo é de 30 segundos; Os sistemas de medição de pulso existentes registram apenas os pulsos consumidos, sem relacioná-los a outras informações referentes à chamada a que estão associados. Esta limitação acaba inviabilizando a apresentação de um detalhamento das chamadas locais na conta dos usuários. Esta questão tem sido objeto de vários processos na Justiça por parte de usuários que questionam os valores cobrados nas suas contas telefônicas. O desenvolvimento dos sistemas digitais permitiu que a tarifação dos serviços telefônicos passasse a ser feita com base no minuto. No Brasil apenas as chamadas locais das concessionárias estavam sendo tarifadas por pulsos. As chamadas de longa distância, de celular e as chamadas locais de operadoras espelho, como a GVT, são tarifadas tendo como base o minuto. Existe um consenso das vantagens da utilização do minuto como base de tarifação das chamadas locais, em 3

4 substituição ao pulso. Em enquete realizada pelo Teleco 76% apontaram o minuto como a base a ser utilizada para a cobrança das chamadas locais na telefonia fixa. A mudança do critério de tarifação das concessionárias de telefonia local de pulso para minuto é um processo complexo e exigiu das concessionárias a implantação de novos sistemas para fazer a bilhetagem das chamadas. A tarefa mais complexa, no entanto, ficou a cargo da Anatel, que definiu os critérios para conversão dos valores das tarifas constantes dos planos básicos de serviço das concessionárias para a nova base em minutos, sem que houvesse ganho ou prejuízo para as concessionárias e usuários. A Anatel submeteu à consulta pública (nº 644) em Set/05 a norma para alteração da tarifação do Plano Básico do STFC na modalidade local prestado em regime público e em Dez/05 publicou regulamentação final através da Resolução 423: Norma para Alteração da Tarifação do Plano Básico do STFC na Modalidade Local - Regime Público Este tutorial apresenta na próxima seção o sistema de medição de Karlsson utilizado na tarifação por pulsos e detalha nas seções seguintes a proposta de conversão da Anatel, analisando os impactos que poderão ser observados pelos usuários. Apresenta também os Planos de Minutos obrigatórios definidos pela Anatel que as concessionárias devem oferecer aos seus usuários para que o processo de conversão possa ser executado. 4

5 Pulso x Minuto: Sistema de Medição de Karlsson O sistema de medição da duração da chamada baseado em pulsos, conhecido como método de Karlsson, foi criado no final da década de 1930 por S. A. Karlsson, engenheiro chefe da Empresa Telefônica de Helsinque (Finlândia). Este método utiliza um gerador de pulsos de período R que serve de base de medição de tempo e contadores de pulsos associados a cada linha telefônica. O gerador é instalado na central telefônica e é utilizado por todas as linhas. Quando um assinante completa uma chamada, o gerador de pulsos é conectado temporariamente ao contador de pulsos daquela linha, sendo desconectado quando terminar a chamada. O contador registra, de forma cumulativa, o número de pulsos que ocorreram durante a chamada como ilustrado na figura a seguir. Karlsson Puro A figura acima apresenta o chamado método de Karlsson Puro. O problema deste método é que ele não registra nenhum pulso para chamadas com duração menor X. Como o início da chamada não está sincronizado com o gerador de pulsos, X pode assumir qualquer valor entre 0 e R segundos. Por exemplo: Para pulsos com um período R = 240 segundos, uma chamada de 3 minutos pode não ser registrada pelo sistema. Para corrigir este problema adotou-se o método de Karlsson Acrescido (KA) onde um pulso inicial adicional é gerado no próprio circuito de conversação em decorrência do sinal de atendimento. O método utilizado pelas concessionárias de STFC no Brasil é o KA 240, Karlsson Acrescido com R = 240 segundos. Karlsson Acrescido (KA 240) 5

6 Desta forma é possível entender o que dizem os contratos de concessão quando estabelecem que a cobrança é feita pela aplicação de uma unidade de tarifação (pulso) por chamada estabelecida e de unidades adicionais a cada 240 segundos, sendo a primeira cobrança efetuada ao acaso em relação ao início da chamada. Exemplo Uma chamada local de 3 minutos pode custar 1 ou 2 pulsos, dependendo do momento em que ela se completou. 6

7 Pulso x Minuto: Metodologia de Conversão Plano Básico A Anatel publicou em Dez/05 a norma para alteração da tarifação do Plano Básico do STFC na modalidade local prestado em regime público: Norma para Alteração da Tarifação do Plano Básico do STFC na Modalidade Local - Regime Público Apresenta-se a seguir a metodologia de conversão proposta pela Anatel. A Anatel definiu como sub-conta a parcela da conta telefônica referente aos valores de assinatura e utilização do Plano Básico das concessionárias de serviço local do STFC. A sub-conta é composta de valores para os seguintes itens: Assinatura que inclui uma franquia de pulsos ou minutos; Chamadas realizadas no horário de tarifação normal; Chamadas realizadas no horário de tarifação reduzida. A Anatel adotou como princípio geral que o valor da soma das sub-contas do conjunto de assinantes de um determinado setor do Plano Geral de Outorgas (PGO) deve ser preservado. Ou seja, que a receita total com estes itens das concessionárias não deve se alterar com a mudança no critério de tarifação de pulso para minuto. Para atingir este objetivo propõe a seguinte metodologia a ser aplicada para cada um dos 33 setores do PGO e para cada classe de assinante (residencial, não residencial, tronco e classe N): A Anatel definirá o número de minutos que estarão incluídos na franquia da assinatura. Este número será o mesmo para todas as concessionárias e setores. A Anatel definiu este valor como sendo 200 minutos para classe residencial e 150 minutos nas classes não-residencial e tronco. No horário reduzido, onde se cobrava 1 pulso, passa a ser cobrado um valor fixo por chamada atendida. A Anatel definiu que este valor é equivalente ao cobrado por uma chamada de 2 minutos no horário normal. Este critério será o mesmo para todas as concessionárias e setores. Cada setor e classe de assinante seria representado por uma amostra estatisticamente válida de sub-contas, definida de acordo com critérios estabelecidos em apêndice da norma da Anatel. O período de amostragem deve ser de pelo menos 14 dias corridos. O valor do minuto para cada setor e classe de assinante seria aquele que apresentasse o mesmo valor que o obtido com a tarifação por pulso, considerando a soma das sub-contas da amostra. Baseado nestes valores a Anatel definiu os valores do minuto local para as concessionárias O fator de conversão ficou entre 1,5 e 1,6 minutos por pulso, o que equivale a dizer que o fator de conversão ficou cerca de 2/3 de pulso por minuto. As concessionárias deverão mudar a tarifação de pulso para minuto em todas as suas localidades até 31 de julho de 2007 (o prazo inicial de 31 de julho de 2006 foi adiado por um ano, através da Resolução 432 da Anatel, de Fev/06). Esta metodologia garante que as receita total das concessionárias com estas sub-contas bilhetadas por minutos será equivalente à aquela que seria obtida com a bilhetagem por pulso. Esta equivalência só seria abalada por uma mudança no perfil do tráfego dos assinantes que possa vir a ocorrer no futuro. 7

8 É possível obter a preservação dos valores totais de receitas das concessionárias e dos gastos do conjunto dos usuários, mas não é possível garantir a equivalência de valores para os usuários individualmente devido ao caráter aleatório da tarifação por pulso e dos diferentes perfis dos usuários. A obrigação de se determinar um valor de minuto para cada setor do PGO e classe de assinante estabelecida pela Anatel é importante para reduzir estas variações individuais. Plano Alternativo Considerando a oportunidade e conveniência de diversificação da oferta de planos para o STFC, e as contribuições recebidas nas audiências públicas realizadas em 2006, a Anatel publicou em Dez/06 a norma que definiu o Plano Alternativo de Serviço de Oferta Obrigatória (PASOO): Plano Alternativo de Serviço de Oferta Obrigatória - Local 001 Para o plano alternativo a Anatel propõe a seguinte metodologia a ser aplicada para cada um dos 33 setores do PGO e para cada classe de assinante (residencial, não residencial, tronco e classe N): A Anatel definirá o número de minutos que estarão incluídos na franquia da assinatura. Este número será o mesmo para todas as concessionárias e setores. A Anatel definiu este valor como sendo 400 minutos para classe residencial e 360 minutos nas classes não-residencial e tronco. No horário reduzido, onde se cobrava 1 pulso, passa a ser cobrado um valor fixo por chamada atendida. A Anatel definiu que este valor é equivalente ao cobrado por uma chamada de 4 minutos no horário normal. Este critério será o mesmo para todas as concessionárias e setores. Anatel definiu os valores do minuto local para as concessionárias usando um fator de conversão de cerca de 4 minutos por pulso, o que equivale a dizer que o fator de conversão ficou cerca de 1/4 de pulso por minuto. As concessionárias deverão mudar a tarifação de pulso para minuto em todas as suas localidades até 31 de julho de Esta metodologia procura atender principalmente os usuários que fazem chamadas de longa duração (maiores que 3 minutos, em média) ou que fazem acesso a Internet discada duarte o horário de tarifa normal. A obrigação de se determinar um valor de minuto para cada setor do PGO e classe de assinante estabelecida pela Anatel é importante para reduzir estas variações individuais. 8

9 Pulso X Minuto: Planos de Minutos O prazo para a implantação dos Planos de Minutos definidos pela Anatel iniciou em 1º de março de 2007 e deve se estender até 31 de julho de As concessionárias do STFC tiveram de definir uma lista de localidades cuja implantação dos novos planos estará terminada até a data fixada pela Anatel. Nas localidades não incluídas, a partir de 1º de março de 2007 os usuários passaram a pagar apenas a assinatura básica, não tendo nenhum custo adicional para as chamadas locais fixo-fixo, independente de sua duração. Entretanto, a partir de 1º de agosto de 2007 pode ser iniciada a implantação dos planos de minutos nessas localidades, desde que as concessionárias divulguem essa intenção com 30 dias de antecedência. A relação de localidades incluídas ou não na implantação dos planos de minutos encontra-se disponível no Teleco na página Pulso para minuto. Características dos Planos de Minutos Os Planos de Minutos obrigatórios definidos pela Anatel são: Plano Básico - PB (minutos): destina-se a usuários que efetuam ligações de menor duração (até 3 minutos, em média), cujo valor de minuto equivale a 2/3 do valor do pulso, e que nessas condições equivale ao antigo plano básico por pulso; Plano Alternativo - PASOO (minutos): destina-se a usuários que efetuam ligações de maior duração (maiores que 3 minutos em média), cujo valor de minuto equivale a 1/4 do valor do pulso, e que nessa condições torna-se mais vantajoso para ligações de longa duração ou para o acesso a Internet discada no horário de tarifa normal. Além desses planos, as concessionárias podem definir outros planos de minutos, que serão oferecidos aos usuários como alternativa a esses planos obrigatórios. De forma resumida, a tabela a seguir apresenta uma comparação das características dos planos de minutos obrigatórios e do antigo plano de pulsos. 9

10 Plano Básico Pulso Plano Básico Minuto Plano Alternativo PASOO Assinatura mesmo valor mesmo valor mesmo valor Valor do pulso (sem impostos) Valor do minuto (sem impostos) Franquia incluída na assinatura residencial Franquia incluída na assinatura não residencial Tarifação no início da chamada equivalente a Modo de tarifação Tempo mínimo a partir do qual a chamada é tarifada R$ 0,10 - média cerca de 2/3 do valor cerca de 1/4 do valor do do pulso (R$ 0,07 - pulso (R$ 0,025 - média) média) 100 pulsos 200 minutos 400 minutos 90 pulsos 150 minutos 360 minutos 1 pulso 0,5 minutos 4 minutos 2º pulso aleatório tempo adicional de seguido de pulsos utilização, após 0,5 tempo total de utilização regulares a cada 4 min., tarifado a cada 6 tarifado a cada 6 seg. minutos seg. não tem 3 segundos não tem Custo da chamada no horário 1 pulso 2 minutos 4 minutos de tarifa reduzida* * Segunda a Sexta (0-6 hrs); Sábados (0-6 hrs e hrs) e Domingos/Feriados Segundo a Anatel, a conversão do Plano Básico de Pulsos para o Planos Básico de Minutos ou para PASOO, conforme seja a escolha do usuário, ocorrerá sem nenhuma cobrança por parte das concessionárias. Caso o usuário decida alterar no futuro o plano selecionado para o outro plano obrigatório, ou seja, Básico para PASOO, ou PASOO para Básico, essa alteração também deverá ser feita pela concessionária sem nenhuma cobrança adicional. Apresentam-se a seguir alguns exemplo de chamadas e os respectivos custos, considerando os planos descritos. Exemplos Considere os seguintes valores, com impostos (Telefonica): Pulso residencial: R$ 0,147; Minuto, no Plano Básico: R$ 0,096; Minuto, no PASOO: R$ 0,037. Exemplo 1: chamada de 1 minuto e 20 segundos PB Pulso PB Minuto PASOO Critério Valor Critério Valor Critério Valor 10

11 Valor base pulso R$ 0,147 minuto R$ 0,096 minuto R$ 0,037 Tarifa inicial 1 pulso R$ 0,147 0,5 min. R$ 0,048 4 min. R$ 0,148 Tarifa por utilização Total Como se pode observar: min.: 0 pulso R$ 0,000 máx.: 1 pulso R$ 0,147 min. R$ 0,147 máx. R$ 0,294 1m20s - 0,5m R$ 0,086 1m20s R$ 0,052 R$ 0,134 R$ 0,200 O Plano Básico Minuto é o que apresenta o menor valor para a chamada. O Plano Básico Pulso, como considera a ocorrência do segundo pulso aleatório, pode apresentar um valor superior ao PASOO, no pior caso. O Plano Básico Minuto é mais econômico que o PASOO, neste caso. Exemplo 2: chamada de 3 minutos e 50 segundos PB Pulso PB Minuto PASOO Critério Valor Critério Valor Critério Valor Valor base pulso R$ 0,147 minuto R$ 0,096 minuto R$ 0,037 Tarifa inicial 1 pulso R$ 0,147 0,5 min. R$ 0,048 4 min. R$ 0,148 Tarifa por utilização Total Como se pode observar: Conclusão min.: 0 pulso R$ 0,000 máx.: 1 pulso R$ 0,147 min. R$ 0,147 máx. R$ 0,294 3m50s - 0,5m R$ 0,326 3m50s R$ 0,144 R$ 0,374 R$ 0,292 Plano Básico Pulso, como pode não considerar a ocorrência do segundo pulso aleatório, é o que apresenta o menor valor para a chamada. O valor da chamada para o PASOO pode ser considerando equivalente ao Plano Básico Pulso, se for considerada a ocorrência do segundo pulso aleatório, no pior caso. O PASOO é mais econômico que o Plano Básico Minuto, neste caso. A figura a seguir ilustra o que pagará um usuário por uma chamada, em função do tempo de conversação, considerando os Planos de Minutos e o Plano Básico Pulso. No caso de cobrança por pulso o valor varia de forma aleatória conforme os valores da curvas Pulso min. e Pulso Max. 11

12 Neste exemplo, como se pode observar pela figura, os usuários que fazem chamadas de curta duração, menos de 1,5 minutos, estarão gastando menos com Plano Básico Minuto, e os que fazem chamadas mais longas, acima de 3 minutos, estarão gastando menos com o PASOO. No balanço geral, em média não devem haver grandes diferenças nas contas dos usuários. Entretanto, tudo vai depender do perfil de uso de cada usuário, ou seja, para um perfil de usuário que sempre faz chamadas de curta duração o plano mais adequado é o Básico Minutos, e para o perfil de usuário que sempre faz chamadas de longa duração o plano mais adequado é o PASOO. Caso o usuário não tenha uma noção clara de qual é o seu perfil, a estratégia mais adequada seria escolher o Plano Básico Minuto, solicitar a conta detalhada de ligações locais para a concessionária e analisar suas chamadas durante 2 ou 3 meses. Se realmente o seu perfil é de chamadas de curta duração, basta continuar com o plano escolhido. Caso contrário, se o seu perfil for de chamadas de longa duração, basta solicitar a alteração do plano para a sua concessionária, para diminuir o valor da sua conta. 12

13 Pulso x Minuto: Considerações Finais Este tutorial apresentou a metodologia proposta pela Anatel para determinar os valores do minuto nos Planos Básicos de serviço das concessionárias locais de STFC de modo que a conversão do sistema de tarifação de pulso para minuto garanta a preservação dos valores obtidos de receita e pagos pelos conjunto dos usuários sem que haja ganhos ou perdas para nenhuma das partes neste processo. Também foram apresentadas comparações entre os planos Básico Pulso, Básico Minuto e PASOO, de forma a esclarecer as diversas particularidades e os perfis de usuários correspondentes para cada plano. Ficou claro, no entanto, que do ponto de vista individual podem ocorrer variações nos valores pagos regularmente por clientes individuais, dependendo do seu perfil de consumo. A mudança do sistema de tarifação representa um avanço para o setor de telecomunicações que pode, desta forma, oferecer um serviço de melhor qualidade utilizando sistemas modernos de bilhetagem. Realizar a conversão com eficiência será muito importante para preservar a imagem do setor junto a sociedade. O aparecimento de grandes discrepâncias nas contas de consumidores individuais, mesmo que em quantidade não significativa, poderá gerar um clima de desconfiança e implicar em questionamentos judiciais. É fundamental, portanto, a união de esforços junto a Anatel no aperfeiçoamento da metodologia proposta de modo a reduzir ao mínimo as variações de conta que podem aparecer em consumidores com perfis de consumo muito diferentes da média. Uma identificação antecipada destes casos, nos período inicial de levantamento de dados, poderia ajudar a evitar transtornos futuros. Referências Audiência Pública de 18/10/2005 Norma para Alteração da Tarifação do Plano Básico do STFC na Modalidade Local - Regime Público Plano Alternativo de Serviço de Oferta Obrigatória - Local 001 Sistema de Tarifação Edoardo Boechat Sistema de Tarifação - Módulo II Edoardo Boechat, Katia Cirlene P. de Brito e Alan Torres Luiz Teleco Pulso x Minuto 13

14 Pulso x Minuto: Teste seu Entendimento 1. Qual das operadoras abaixo utilizava a tarifação por pulso até 2007? Operadoras de celular. Operadoras de longa distância. Concessionárias de telefonia local. Todas operadoras de telefonia local. 2. Qual era o sistema de tarifação utilizado no horário normal pelas concessionárias de telefonia local até 2007? Karlsson Puro. Karlsson Modificado. Karlsson Acrescido (KA 240). Por minuto. 3. A metodologia proposta pela Anatel para determinar o valor do minuto no novo sistema de tarifação tem como princípio geral: Garantir a preservação dos valores obtidos de receita e pagos pelos conjunto dos usuários sem que haja ganhos ou perdas por nenhuma destas partes neste processo. Garantir que as concessionárias não tenham custos adicionais com a implantação do novo sistema. Privilegiar os usuários de baixa renda. Garantir que cada usuário individual pague exatamente o mesmo valor independente da metodologia utilizada. 14

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