Você precisa. saber. Edição VI Ano III Julho de Experiências. coletivas

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1 Você precisa saber Edição VI Ano III Julho de 2013 Experiências coletivas 1

2 editorial Esta edição do boletim Você precisa saber traz muitas novidades, ideias e experiências interessantes para a garantia dos direitos de crianças e adolescentes. Toda criança tem direito à Educação Infantil e Ijaci tem se esforçado para garantila (p. 3). Já o abuso sexual contra crianças e adolescentes é uma recorrente violação dos direitos. É preciso identificar e denunciar tais práticas (p. 6). Duas interessantes experiências relacionadas ao esporte acontecem em Ijaci. A Escola de Esportes oferece atividades gratuitas para crianças e adolescentes no contraturno escolar. A equoterapia é uma inciativa que tem dado certo para o desenvolvimento de pessoas com deficiências (p. 7). O projeto Solidariedade e Cidadania continua com ações que incentivam o protagonismo juvenil (p. 4). E neste mês começou o curso de eletricista oferecido pelo Senai, com ampla participação de adolescentes e jovens (p. 8). Boa leitura! primeiras letras Reprodução do jornal Pequenos Escritores, dos alunos da Escola Municipal Maria Luiza da Paixão. A escola participa do projeto Jornal Escolar Primeiras Letras, coordenado pela ONG Comunicação e Cultura e integrante do programa Escola Ideal. expediente Este boletim faz parte do projeto CDC Comunica, realizado pelo Instituto Camargo Corrêa em parceria com a Oficina de Imagens. Instituto Camargo Corrêa Diretor Executivo: Francisco de Assis Azevedo Coordenadora de Comunicação: Clarissa Kowalski Contato: Comitê de Desenvolvimento Comunitário de Ijaci Associação dos Moradores da Nova Pedra Negra, Câmara Municipal de Ijaci, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Conselho de Educação, Conselho de Saúde, Conselho do Esporte, Conselho Tutelar, InterCement, Organização Mãe dos Frutos e Prefeitura Municipal de Ijaci Oficina de Imagens - Comunicação e Educação Diretor Institucional: Adriano Guerra Edição: Gabriella Hauber e Filipe Motta Site: Projeto Gráfico: Ronei Sampaio Diagramação: Gabriella Hauber Foto da capa: Projeto Solidariedade e Cidadania - Arquivo Consepi Impressão: Gráfica Formato Tiragem: 1200 exemplares 2

3 Foto: Arquivo CDC infância ideal Toda criança tem direito a uma Educação Infantil de qualidade No município de Ijaci, o projeto Aprender Brincando garante a 64 crianças o acesso à creche Por Guaracilda de Fátima Mendonça da Silva, Professora e Coordenadora da Brinquedoteca Dona Celina Projeto Aprender Brincando capacita profissionais para atuarem na Educação Infantil A creche e a pré-escola visam o desenvolvimento integral da criança, estabelecem vínculos, fortalecem a auto-estima e ampliam as possibilidades de relação e interação com o meio social. Além disso, estimulam o desenvolvimento motor e outras habilidades potenciais das crianças. Por isso, tem-se que a Educação Infantil é um direito que deve ser assegurado a meninas e meninos. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em seu artigo 4º, estabelece que é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação desses direitos. Em Ijaci, a prefeitura, em parceria com o Instituto Camargo Corrêa, através do projeto Aprender Brincando, instalou e vem mantendo uma creche que funciona em período integral. Atualmente, essa creche recebe 64 crianças, o que facilita a vida de mães que precisam trabalhar e que antes não tinham com quem deixar os filhos. Conforme orientação do Referencial Curricular para a Educação Infantil, de 1998, as discussões sobre o cuidar e o educar, sobre o papel do afeto na relação pedagógica e o desenvolvimento físico e cognitivo da criança têm constituído o pano de fundo das propostas para a Educação Infantil. Sendo assim, foram capacitados 60 professores da rede municipal para exercer a docência na Educação Infantil, organizar o espaço físico para receber as crianças, bem como selecionar o material didático e pedagógico. Na creche, as crianças recebem alimentação balanceada, acompanhamento especializado, educação de qualidade e aprendem a ter uma convivência saudável. Pensando no melhor para as crianças de Ijaci, a Secretaria Municipal de Educação está construindo uma nova creche, em parceria com o Ministério da Educação, com capacidade para atender cerca de 200 crianças. A inauguração está prevista para o segundo semestre de

4 Protagonismo Adolescentes de Ijaci participam de projeto que incentiva o protagonismo juvenil Solidariedade e Cidadania estimula os estudantes a realizarem ações que preservam o ambiente escolar Por Neuzimar Pinheiro, presidente do Consepi De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil conta com 32 milhões de adolescentes e jovens. Segundo pesquisa realizada pela empresa de consultoria Kanitz & Associados, somente 7% deles realizam algum tipo de trabalho voluntário. Não é por falta de boa vontade. O Centro de Pesquisa Motivacional aponta que 67% dos jovens abririam mão de duas horas nos fins de semana para ajudar outras pessoas. Em Ijaci, muitos jovens reconhecem que suas propensões e as atividades que lhes dão prazer são úteis a alguém e se tornam protagonistas juvenis, passando a construir sua própria história. Por meio do projeto Solidariedade e Cidadania, uma parceria entre o Conselho Comunitário de Segurança Pública de Ijaci (Consepi) e a Escola Estadual Maurício Zákhia, adolescentes e jovens do município conseguiram mudar sua realidade, pois sabem que podem fazer a diferença. Algumas ações já realizadas na escola são: recolocar portas nos banheiros que estavam danificadas; cuidar da horta; produzir rifas; comprar materiais que faltavam para a Educação Física; e oficina de reciclagem, na qual produziram sabão ecológico com óleo usado. Também foram criados grupos de dança e teatro; e a Patrulha Patrimonial e a Brigada Ambiental, que fiscalizam e promovem o zelo pela escola e pelo ambiente. Com isso, os adolescentes se sentiram valorizados por serem úteis à comunidade e por fazerem um trabalho admirado pelos educadores. Protagonista é todo jovem que não apenas se envolve em algum projeto social, mas é o ator principal de uma iniciativa. Ele participa do planejamento, da execução e da avaliação do trabalho voluntário. O protagonismo juvenil é uma forma educação para a cidadania. Em vez de associar o adolescente aos comportamentos de risco (consumo de drogas, violência e sexo sem segurança), ele passa a ser encarado como agente capaz de fazer suas escolhas e assumir responsabilidades. Alunos da Escola Estadual Maurício Zákhia recebem os novos equipamentos esportivos para a Educação Física Foto: Arquivo Consepi 4

5 Esporte Esporte precisa considerar especificidades do densenvolvimento infantil e não o alto rendimento Em Ijaci, a Escola de Esportes oferece diversas modalidades esportivas a crianças, adolescentes e jovens Por Emerson Nonato Silva, professor de Educação Física e especialista em Educação Motora Infantil Foto: Emerson Nonato Meninas participam de aula de futsal na Escola de Esportes, em Ijaci Em Ijaci, foi criada, em novembro de 2012, a Escola de Esportes. O objetivo é atender estudantes de 8 a 17 anos no contraturno escolar. Nela há a preocupação com o rendimento escolar, o comportamento social e familiar. As atividades ocorrem de segunda a sábado nos espaços cedidos pela prefeitura em três bairros da cidade: Centro, Pedra Negra e Serra. As atividades são gratuitas e acontecem em diferentes modalidades: futebol de campo, capoeira, voleibol, futsal e fanfarra. Ao todo, são atendidas aproximadamente 250 crianças e adolescentes. Interesse da criança A escola, os clubes e as escolinhas são as instituições onde as crianças têm geralmente seus primeiros contatos com uma atividade esportiva formal e planejada. O processo de ensino, aprendizagem e treinamento esportivo visa à melhoria planejada, consciente e duradoura do nível de desempenho em qualquer atividade. O planejamento dos níveis de desempenho que uma criança pode alcançar em cada uma de suas fases é centro de preocupação de muitos métodos do esporte e da Educação Física. Preocupação esta que se dá pela quantidade de questionamentos que se fazem ao esporte de alto nível, em aspectos como a seleção de talentos. O que ocorre é que, em quase todas as instituições, não há uma estrutura e uma política de ação coerente com as necessidades e interesses da criança. Dentre vários problemas, comete-se muitos erros no processo de formação, especializa- -se no esporte muito cedo, exige-se altos níveis de rendimento em idades precoces. Para a condução de um processo de ensino, aprendizagem e treinamento com crianças e adolescentes, é preciso levar em conta as especificidades de desenvolvimento de cada um. É importante pensar as características dos processos de adaptação biológica em cada faixa etária, bem como métodos de ensino, aprendizagem e treinamento adequados à idade, apresentando às crianças atividades com alto conteúdo recreativo. 5

6 Violência Sexual O abuso sexual contra crianças e adolescentes é um problema que precisa ser enfrentado Saber como identificar e denunciar os casos de abuso sexual é importante para combater essa violação de direitos Por Leandro do Nascimento, da Associação Comunitária Serra, e Alessandra Aparecida, do Poder Público Foto: Amaralina Marques Grupo participa de mobilização do 18 de maio (Dia Nacional de Combate à Violência Sexual), em Ijaci É difícil para a maioria das pessoas imaginar um adulto tendo prazer sexual com uma criança, mas a realidade que nos cerca mostra como isso é real, doloroso e deixa marcas na vida dos envolvidos. Dados do Disque Denúncia Nacional (Disque 100) mostram que, de janeiro a novembro de 2012, o serviço recebeu 166 mil denúncias. Mas o problema é ainda maior - nem todos os casos são notificados ou denunciados. Perguntas e respostas sobre o assunto podem ajudar a esclarecer algumas questões: Qual a definição de abuso sexual infantil? Podemos caracterizar o abuso como tocar a boca, genitais, bumbum, seios ou outras partes íntimas de uma criança ou adolescente com o objetivo de satisfação dos desejos sexuais; forçar ou encorajar a criança a tocar um adulto de modo a satisfazer o desejo sexual; fazer ou tentar fazer a criança se envolver em ato sexual; forçar ou encorajar a criança a se envolver em atividades sexuais com outras crianças ou adultos; expor a criança a ato sexual ou exibições com o propósito de estimulação ou gratificação sexual. Como a criança demonstra que sofreu abuso? Os principais sinais são: mudanças no comportamento, como perda de apetite, pesadelos, medo de dormir e afastamento das atividades cotidianas; afastamento dos amigos; dificuldade de concentração na escola; pânico de ser deixada em algum lugar ou com alguém; comportamento agressivo ou perturbador; irritação genital ou sangramento, inchaço, dor, coceira, cortes ou arranhões na área genital, vaginal ou anal. Qual deve ser a postura dos pais? Conforte a criança. Explique que não foi culpa dela. Deixe a criança saber que você sente pelo que aconteceu. Fale a ela que você vai fazer de tudo para que isso não aconteça novamente. Leve a criança a um psicólogo. Se você conhece algum caso de abuso ou exploração sexual, denuncie no Conselho Tutelar, pelo número (35) , ou ligue para o Disque ligação gratuita e que preserva o anonimato do denunciante. 6

7 Saúde Terapia com cavalos é uma alternativa para pessoas com deficiência Experiência de Centro de Equoterapia em Lavras tem apresentado bons resultados com crianças e adolescentes Por Tereza Carvalho, da Apae de Ijaci O Centro de Equoterapia de Lavras, fundado em março de 2007, é uma associação civil, assistencial, de caráter privado, sem fins lucrativos e de natureza filantrópica, visando o atendimento equoterápico a pessoas com deficiências do município de Lavras e cidades vizinhas. O centro está instalado nas dependências da Universidade Federal de Lavras (UFLA), a partir de Acordo de Mútua Cooperação firmado entre ambas as partes. Dentre as diversas ações realizadas pelo Centro de Equoterapia, destaca-se o fato de ter, atualmente, um número de 40 praticantes com deficiências em atividades contínuas, atendendo desde filhos de servidores da UFLA até pessoas da comunidade local e de cidades vizinhas, como Ribeirão Vermelho, Perdões, Ijaci e Nepomuceno. Além das práticas terapêuticas, o Centro realiza atividades de pesquisa e de extensão, por meio de estágios, além de atividades assistenciais, recebendo acadêmicos carentes através da concessão de bolsas. A parceria com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Ijaci teve início em fevereiro de 2011, atendendo dez praticantes da Apae. Podemos definir equoterapia, de acordo com a Associação Nacional de Equoterapia (Ande-Brasil), como sendo um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência. O princípio terapêutico se dá a partir do andar do cavalo, que imprime movimentos tridimensionais, ou seja, em três eixos distintos: para cima e para baixo, para um lado e para outro e para frente e para trás. Pretende-se com esse movimento desenvolver o controle postural e o equilíbrio do praticante e aperfeiçoar o assento sobre o cavalo. Tudo isso pelo estímulo do controle motor global. A equoterapia possui técnicas que estimulam o desenvolvimento do equilíbrio e do controle postural Foto: Arquivo Apae 7

8 Consciência Negra registroacontece Curso de eletricista em Ijaci Por Maria do Socorro Felix, coordenadora de cultura Foto: Arquivo CDC Adolescentes, jovens e adultos participam do curso de eletricista Começou no dia 6 de julho, em Ijaci, o curso profissionalizante de eletricista, oferecido pelo Senai, em parceria com a Unilavras. O Curso terá duração de um ano e meio e está com 35 alunos matriculados, a maioria adolescentes e jovens. Há também adultos com mais de 40 anos e mulheres, que apesar do preconceito, estão firmes na decisão de fazer um curso de uma profissão em que a maioria dos profissionais é do sexo masculino. fique ligado HPV A vacina contra o papilomavírus (HPV) será oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de 10 e 11 anos no início do ano letivo de De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina estará disponível em cerca de 5 mil postos, entre escolas públicas e particulares (em forma de campanha) e unidades de saúde, de maneira permanente. Segundo dados do Ministério da Saúde, são registrados, em média, 685,4 mil casos de HPV e 4,8 mil mortes por ano. O vírus está relacionado a diversos tipos de câncer, mas principalmente ao de colo do útero (em 95% dos casos) e ao aparecimento de verrugas genitais. realização: parceria: Prefeitura de Ijaci Organização Mãe dos Frutos ALECI Amopen 8

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