TÍTULO: SÍNDROME CORONÁRIA AGUDA: O QUE O ENFERMEIRO PRECISA SABER CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM

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1 TÍTULO: SÍNDROME CORONÁRIA AGUDA: O QUE O ENFERMEIRO PRECISA SABER CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA DE CAMPINAS AUTOR(ES): RENAN FELIPE FULANETO ORIENTADOR(ES): MARCUS ANTONIO DA SILVA LEME

2 Projeto Iniciação Cientifica Síndrome coronária aguda: O que o enfermeiro precisa saber Aluno: Renan Felipe Fulaneto¹ Orientador: Marcus Antonio Da Silva Leme² ¹ Aluno da graduação em enfermagem: Faculda Anhanguera Campinas-SP, unida 3 ² Professor coornador do curso enfermagem: Faculda Anhanguera Campinas-SP, unida 3

3 Resumo A síndrome coronariana aguda po ser senvolvida por angina instável e infarto agudo do miocárdio com ou sem supra ST e com inversão da on T, a conduta enfermagem será feita sobre à Implementação e Sistematização da Assistência Enfermagem. Objetiva-se, analisar criteriosamente os diagnósticos relacionados diretamente e indiretamente à Síndrome Coronariana Aguda, dispostos no Livro NANDA 2012 a 2014, enquadrado e limitando assim uma linha cuidado/tratamento realizados pela equipe enfermagem aos pacientes que estão acometidos por tal patologia. Utilizou-se método revisão bibliográfica on busca para obtenção do material foram realizadas buscas na BIREME [onlinle] e os levantamentos dos Diagnósticos Enfermagem no livro NANDA Foi então possível obter embasamentos cientifico teórico/prático, a fim ofertar assistência enfermagem a pacientes acometido por tais patologias. Pontua-se por fim que as condições socioeconômica, cultural e ambiental, trás consigo a vulnerabilida para as patologia,, on os pacientes que seguem um estilo vida sfavorável, pondo assim ser favoráveis ao acometimento pela patologia. Sendo assim, enfermagem tem suas atribuições reconhecidas na assistência à saú tanto quanto nas patologias cardiológicas ou âmbito geralista, objetivando qualida assistencial aos pacientes. Palavras-chaves: Síndrome coronariana aguda. Enfermagem. Diagnóstico enfermagem. Introdução Nos anos 2008 a 2012 a região que mais se stacou com os números internações para fins tratamento do tratamento da Síndrome Coronariana Aguda (SCA) foi à região suste do Brasil com um total 166,340, sendo que com caráter urgência internou-se 157,482, tendo também talvez por consequência um maior número óbitos 3.610, a media permanecia sses pacientes institucionalizados foram 5,7 on comparando com a região Sul po-se observar que a mesma te um menor número dias 4,6 e a norte com maior número 7,0 faz-se a ressalva que a região suste fica

4 em segundo lugar ao referimos ao valor médio gasto com 856,92 (MINISTÉRIO DA SAÚDE DATASUS, 2013). A fisiopatologia consiste em ocorrência uma oclusão total ou parcial uma artéria coronária, pondo ocorrer IAM com supra e snivelamento do segmento ST, IAM sem supra e snivelamento do segmento ST e angina instável geralmente resultante uma obstrução/estreitamento leve, morada e grave (PERIOTTO/SALLES/ALBUQUERQUE, 2008). Todas as suas classificações apresentam alterações ECG, com presença ou não inversão da onda T, e elevação enzimáticas nos exames bioquímicos (PIEGAS, et al, 2013). Para levantarmos o diagnóstico médico sugestivo SCA foi senvolvido uma regra cisão clinicamente simples, são quatro itens a serem avaliados: dor torácica, irradiação da dor, náuseas e/ou sudorese, história doença arterial coronariana. (BLASCO/ LEVITES/ MONACO, 2012). Caracterizada por uma sproporção abrupta entre a quantida necessária e a manda oxigênio ao miocárdio (PERIOTTO/SALLES/ALBUQUERQUE, 2008). Esta geralmente associa-se à ruptura placa aterosclerótica coronária ocasionando um estreitamento da artéria coronária vido a um trombo não oclusivo e também a risco aumentado morte cardíaca. São condições clínicas muito semelhantes e penndo da intensida da isquemia pom provocar lesão miocárdica e a presença marcadores lesão na corrente sanguínea. Contudo, a apresentação clínica pacientes portadores sta síndrome frequentemente se sobre põem com a daqueles que não apresentam doença aguda coronária (GANEM, 2012). Objetivo geral Analisar criteriosamente os diagnósticos relacionados diretamente e indiretamente à Síndrome Coronariana Aguda, dispostos no Livro NANDA 2012 a 2014, enquadrado e limitando assim uma linha cuidado/tratamento realizados pela equipe enfermagem aos pacientes que estão acometidos por tal patologia. Tornando possível então, que os enfermeiros que atuam na assistência direta, tenham embasamento científico ao traçar os diagnósticos enfermagem e elaborar planos cuidados aquado e específico para cada cliente.

5 Materiais e métodos Para a obtenção do objetivo proposto neste estudo, foi selecionado como método pesquisa, revisão bibliográfica, realizado na Faculda Anhanguera Campinas - unida III, on foram levantados dados através bibliografias disponíveis no acervo, sendo utilizados livros e artigos. A busca foi realizada [online] através do site busca Bireme (Biblioteca Virtual em Saú). Os critérios inclusão foram que abordassem a temática referida acima do ano Janeiro 2008 ate zembro 2012, sendo assim, atingiram o titulo Síndrome Coronariana Aguda diretamente ou indiretamente. Foram utilizadas como palavras-chave para a busca das publicações Síndrome Coronariana aguda consiradas como scritores no DeCS (Descritores em Ciências da Saú). Desenvolvimento Após as analises crítica da fisiopatologia, foram levantados diagnósticos enfermagem, os quais tem por finalida auxiliarem no atendimento a assistência com o cliente/paciente, sendo classificados em duas tabelas com embasamento no livro da NANDA Na tabela (1), classificam-se os Diagnósticos Enfermagem sugestivos ao tratamento (SCA) em: Diagnósticos Enfermagem, Definidos, Caracterizados e Relacionados à patologia forma direta ou indiretamente. Os números que se apresentam anteriormente aos diagnósticos, são apresentados conforme o livro NANDA 2012 a 2014 dispondo assim uma catalogação própria. Diagnostico Definido por: Caracterizado Relacionado à: enfermagem. por: (00030) Troca Excesso ou déficit Dispnéia, hipoxia, Desequilíbrio na gases prejudicada. na oxigenação e/ou inquietação; relação ventilação- na eliminação Respiração perfusão. dióxido carbono anormal;

6 na membrana Taquicardia; alveolacapilar. (00032) Padrões Inspiração e/ou Dispneia; Ansieda; respiratórios expiração que não ortopneia; Dor; ineficaz. proporciona taquipneia; ventilação aquada. (000146) Vago incomodo Afobado; Medo Ansieda. sentimento Apreensivo; consequências sconforto ou Angustiado; especifica; temor, Irritabilida; acompanhado por resposta automica (a fonte é frequente não específica ou sconhecida par o individuo); sentimento apreensão causada pela antecipação perigo. É um sinal alerta que chama a atenção para um perigo iminente e permite ao individuo tomar medidas para lidar com a ameaça (00147) Ansieda Sensação Relatos medo à Incerteza quanto à relacionada à sagradável e vaga dor relacionada ao existência um morte. sconforto ou morrer; por maior; receio gerado por Relatos Incerteza quanto ao

7 percepções uma ameaça real ou imaginária à própria existência. pensamentos negativos relacionados à morte e ao morrer; proagnóstico; (00132) Dor aguda. Experiência sensorial e emocional sagradável que surge lesão tissular real ou potencial ou scrita em termos tal lesão (Associação Internacional para o Estudo da Dor); início súbito ou lento, intensida leve a intensa, com termino antecipado ou previsível e duração menos seis meses. (00134) Náusea. Um fenômeno subjetivo uma sensação sagradável, na parte trás da garganta e no estomago, que po ou não resultar em Comportamento expressivo (p. ex., agitação, gemido, choro, vigilância, irritabilida, suspiro); Expressão fácil (p. ex., olhos sem brilho, aparência abatida movimento fixo ou disperso, careta); Relato verbal dor; Relatos náuseas; Sensação vonta vomitar; Agentes lesivos (p. ex., biológicos, químicos, físicos, psicológicos) Dor;

8 vomito. Fonte: (NANA ) Na tabela (2), os diagnósticos enfermagem sugestivos à pacientes risco iminente óbito, classificando-os em: Diagnósticos Risco, Definidos e Fatores Risco. Diagnostico Risco: Definido por: Fatores risco (00200) Risco perfusão Risco redução na Hipertensão; tissular cardíaca diminuída. circulação cardíaca Hipovolemia; (coronária) que po Hipoxemia; comprometer a saú. Hipoxia; (00205) Risco choque. Risco fluxo sanguíneo inaquado aos tecidos do corpo, capaz levar a Hipotensão; Hipovolemia; Hipoxemia; disfunção celular, com Hipoxia; risco à vida. (00206) Risco Risco redução do Conhecimento ficiente; sangramento volume sangue capaz Efeitos secundários comprometer a saú. relacionados ao tratamento (p. ex., cirurgia, medicamentos, administração rivados sangue com ficiência plaquetas, quimioterapia); Fonte: (NANA ) Resultados Ao analisarmos e interpretarmos as tabelas (1) e (2) nota-se que há um direcionamento da assistência enfermagem através da implantação da Sistematização da Assistência Enfermagem (SAE), tornando a assistência especifica para as

9 patologias que são nominadas (SCA). Mediante interpretação dos resultados apresentados, tornou-se possível afirmar que o conhecimento científico produzido acerca da síndrome coronariana aguda no Brasil, ainda faz-se, por necessário ser explorado e divulgado por enfermeiros, sendo que o matriciamento stes pom ser uma das melhores sugestão para expandir o conhecimento, tornando assim uma assistência mais finida e direciona aos clientes/pacientes acometidos por tais patologias (SCA). Os dados do Ministério da saú- Sistema informação Hospitalares do SUS (SIH/SUS0) volta a sua atenção para os seus números diferenciados em alguns tópicos como: Média permanência da região norte chegam a 7 dias e da região sul 4,6 e os seus valores médio internação na região sul 982,92 e na região norte 677,49, há necessida voltar os olhares mais críticos e investigativos para região norte on gastasse menos financeiramente mais tem suas medias permanências aumentas. A região suste permanece com uma numeração sugestiva nos tópicos citados acima com media permanência 5,7 e valor médio por internação 856,29. O numero óbitos na região suste também é um dado enfático, on pacientes, ou seja, 48,3% um total foram da região suste on comparado às regiões sul apenas 18% e norte com 2,8% dos pacientes são acometidos fatalmente. Ressalva-se que não só a região suste mais também a região norte contem dados que necessitam mais estudos aprofundados para se ter noção do tamanho da abrangência do acometimento pela patologia SCA. Consirações Finais Pontua-se por fim, que as condições socioeconômica, cultural e ambiental, trazem consigo fatores que predisponentes à patologia, sendo assim, os pacientes segue um estilo vida sfavorável às condições citadas a acima e com isso pom estar mais suscetíveis ao acometimento pela patologia. Em síntese, acordo com o agrupamento dos dados obtidos e mediante análise crítica dos mesmos, observa-se que existe gran interesse para uma melhor atuação em relação ao tratamento e assistência enfermagem com diagnósticos próprios baseados no cuidar.

10 A Enfermagem tem então suas atribuições reconhecidas na assistência à saú, para patologias cardiológicas ou âmbito geralista a outras patologias. Portanto, na aplicabilida da assistência sistematizada pom ser classificados em cinco itens o senvolvimento e evolução do cuidado: anamnese e exame físico, diagnostico enfermagem, planejamento da assistência, implementação e evolução do paciente. Os itens citados têm por objetivo ofertar a assistência enfermagem uma forma digna e humanizada ao individuo comum todo. Referências 1. LASCO; Pablo Gonzáles, LEVITES; Marcelo Rozenfeld, MONACO; Cauê. Regra cisão clínica po ser útil no diagnóstico síndrome coronariana aguda na atenção primária. Diagn Tratamento, BRASIL. Ministério da Saú. Datasus: informações saú. Disponível em: <www.datasus.gov.br/tabnet/tabnet.htm>. Acesso em: 9 set, Diagnóstico enfermagem da NANDA: finições e classificação [NANDA internacional]; tradução: Regina Machado Garcez; revisão técnica: Alba Lucia Bottura Leite Barros... [et al.]. Porto Alegre: Artmed, GANEM; Fernando. Síndrome Coronária Aguda: Angina Instável/Infarto sem Suprasnivelamento ST. Protocolo Institucional- Hospital Sírio- Libanês, PERIOTTO; Ana Catarina M, SALLES; Daniela M., ALBUQUERQUE; Denilson C.. Síndrome coronariana aguda sem elevação do segmento ST- angina instável e infarto agudo sem suprasnível ST. Revista do Hospital Universitário Pedro Ernesto, UERJ PIEGAS; Leopoldo Soares et al. Comportamento da síndrome coronariana aguda. Resultados um registro brasileiro. Arq Bras Cardiol, SAE: Sistematização da assistencia enfermagem: guia pratico. Tannure; Meire Chucre, Pinheiro; Ana Maria 2. Ed. [Reimpr.] Rio Janeiro: Guanabara koogan, 2011.

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