Especial Vedação: o vidro precisa dessa barreira. Andiv. Dinheiro Conheça os segredos para ajudar na hora de financiar

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1 Ano 49 Edição 407 Novembro 2006 Dinheiro Conheça os segredos para ajudar na hora de financiar Vidro em obra Ponte americana tem material como atração cultural Especial Vedação: o vidro precisa dessa barreira Andiv

2 Sumário Jupiter Images 30 Direto da Andiv Associação aposta na divulgação de normas técnicas Foto: Jupiter Images 36 Financiamento Dinheiro há. Para empresários e seus clientes Jupiter Images Nossa capa Vedação para vidro: uma barreira e tanto Página 20 Veja nesta edição 46 Vidro em obra Divulgação 4 Aqui na redação Nova era Vidro é atração cultural em ponte americana 5 8 Editorial Crescimento sustentado Palavra do leitor Resposta para toda e qualquer dúvida 14 No mundo do vidro Beatriz Strawinsky deixa você por dentro do que há de novo no mercado Dario de Freitas 51 Evento Fesqua 2006 traz novidades até para setor vidreiro Falando em normas As do moveleiro estão passando por revisão Vidro em dia Participe dos principais eventos do setor Para o seu negócio Lider sim, estressado jamais! 63 Ache fácil Encontre os fornecedores de sua região 66 Índice de anunciantes edição 407 3

3 Aqui na redação Nova era C omo diz nosso presidente, Wilson Farhat, estamos na era dos relacionamentos. A partir desse ponto de vista, antes de participar da feira Glasstec, na Alemanha, estive em Roma fazendo parte da Missão Empresarial Itália-Brasil, organizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) e pela entidade italiana Confindustria. Dispensável descrever o quanto foi produtivo interagir com tantos empresários, atuantes em vários segmentos industriais. Fundamental, porém, é expressar e elogiar a visão de futuro dos organizadores do evento. Empresários brasileiros de todos os portes foram bemvindos. O trabalho de intercâmbio e contato entre as empresas dos dois países foi assumido pelas entidades sem nenhum custo aos participantes. Para completar, o Sebrae apoiou alguns empresários de pequenas empresas, oferecendo-lhes a hospedagem. A programação, de uma semana, incluía rodadas de negócios, seminários técnicos, visitas a distritos industriais e jantares para interação dos grupos. Infelizmente, só pude participar do início da missão, mas tive a satisfação de estar na Embaixada Brasileira em Roma, quando fomos recebidos pelo embaixador e os presidentes das entidades organizadoras. Na ocasião, estive com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, representando o setor vidreiro, além de fazer parte do grupo do Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Fiesp dentro da missão. Gostaria de agradecer a todos os envolvidos pela oportunidade. A viagem também rendeu muito assunto para a O Vidroplano. Além de algumas notas reproduzidas no site estamos preparando a edição especial de dezembro com muitas novidades da feira da Alemanha. Aguarde! Um grande abraço, Celina Araújo Editora Revista mensal da Associação Nacional de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (Andiv) Fundada pelo Sindicato do Comércio Atacadista de Vidro Plano, Cristais e Espelhos do Rio de Janeiro, em 1957 Registrada no INPI em ISSN Entidade Responsável Presidente Primeiro-vice-presidente Segundo-vice-presidente Terceiro-vice-presidente Diretores Diretores-tesoureiros Conselho Fiscal Conselho Fiscal Andiv Wilson Farhat Júnior Ibelson Ferreira de Sousa João Antônio Magdalena Aldo Machado Simões Alexandre Pestana Domingos Sávio de Aguiar Walter Luís Araújo Guarino Luiz Herculano Pinto José Carlos Labate Donato Titulares Émerson Arcênio Fernando do Valle João Alves Parreira Suplentes Celso de Almeida Magalhães Dario Farhat João Augusto Fujiwara Entidades Associadas Associação Brasiliense de Vidraçarias (Abravid) Presidente: Domingos Sávio de Aguiar Associação Catarinense das Empresas Vidreiras (Ascevi) Presidente: Samir Cardoso Associação dos Distribuidores Industriais e Revendedores de Vidros do Estado do Paraná (Adivipar) Presidente: Emerson Arcênio Associação Mineira do Comércio Atacadista, Varejista e dos Beneficiadores de Vidro (Amvid) Presidente: Alexandre Pestana Sindicato das Indústrias de Beneficiamento e Transformação de Vidros e Cristais do Estado de São Paulo (Sinbevidros) Presidente: Roberto Menedin Sindicato do Comércio Varejista de Material de Construção, Maquinismo, Ferragens, Tintas, Louças e Vidros da Grande São Paulo (Sincomavi) Presidente: Reinaldo Pedro Correia Sindicato do Comércio Atacadista de Vidros Planos, Cristais e Espelhos de São Paulo (Sincavesp) Presidente: Celso de Almeida Magalhães Sindicato do Comércio Atacadista de Vidros Planos, Cristais e Espelhos do Rio de Janeiro (Sincavidro) Presidente: Roberto Ferreira da Silva Sindicato das Indústrias de Vidros, Cristais, Espelhos, Cerâmica de Louça e Porcelana no Estado do Rio Grande do Sul (Sindividro-RS) Presidente: Gilberto Ribeiro Corpo Editorial Diretor Wilson Farhat Júnior Editora e Jornalista-responsável Celina Araújo MTb Reportagem e Redação Ana Julia Bongiovani Geisa Araújo Barbosa Mariana Alonso Colaboradora Beatriz Strawinsky Preparador de Texto Amorim Leite Projeto Gráfico Amanda Generozo Editoração Eletrônica Cristiane Martins Carratu Assistente de Arte Carolina Amorim Redação e Departamento Comercial Associação Nacional de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (Andiv) Rua Monte Alegre, 61, 11º andar, conj. 111, Perdizes , São Paulo, SP Tel: (11) , fax: Produção Gráfica Verbus Comunicação Rua Gama Lobo, 2.141, , Ipiranga, São Paulo, SP Tel. (11) o vidroplano novembro 2006

4 Editorial Crescimento sustentado Dario de Freitas Depois da célebre frase, o interlocutor, normalmente, prosse- Qgue mencionando quantos quilos de vidro por habitante são utilizados em uem atua no segmento há certo tempo, muitas vezes deve ter ouvido falar em aumentar o consumo de vidro no Brasil. nosso País volume substancialmente menor do que o das nações desenvolvidas. Por outro lado, raras vezes ouvi comentários sobre o aumento sustentado do consumo de vidro no Brasil. Ao compararmos as construções brasileiras de luxo com as mais populares, percebemos grande diferença no padrão dos materiais utilizados. Os vidros, porém, não mudam muito o incolor de baixa espessura é o mais empregado. Acredito que isso ocorra pelo desconhecimento dos consumidores sobre a variedade e vantagens dos produtos disponíveis. O crescimento sustentado do mercado vidreiro vai ocorrer quando formarmos um círculo virtuoso: o consumidor conhece e exige vidros especiais, dispondo-se a pagar mais por isso e proporcionando maior rentabilidade aos negócios. Por sua vez, as empresas terão mais recursos para investimento em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, fazendo da inovação uma palavra de ordem. Wilson Farhat Júnior Presidente da Andiv Dentro desse propósito, a Andiv trabalha bastante para a disseminação da informação. Divulga constantemente as normas técnicas e as novidades oferecidas por nossa indústria e apóia as iniciativas de suas entidades afiliadas. Essas atividades irão se intensificar daqui para frente. Assim, tenho certeza de que, quando todos conhecerem melhor nosso produto, os tão falados vidros de valor agregado ou de alta performance terão maior espaço nas instalações de todo o Brasil. Fale com o presidente! Andiv Todas as quintas-feiras, das 16 às 18h Tel.: (11) edição 407 5

5 Palavra do leitor Vidro vira objeto de estudo O Vidroplano também é canal livre para que universitários tirem suas dúvidas sobre o material Fotos: divulgação Como responsável pelo setor produtivo da fábrica, tenho de simular a montagem da linha de produção com os fornecedores de matéria-prima, maquinário e pessoal qualificado. Porém, só tenho encontrado máquinas e técnicas para beneficiamento de vidro plano. Peço sugestões de links e fornecedores ou esquemas que possam ajudar a esclarecer tais dúvidas. Cláudio Nestor Belo Horizonte, MG Fábrica virtual Meu nome é Cláudio Nestor e sou estudante do curso de Design de Produtos, na Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). Meu grupo precisa criar uma empresa virtual que fabrique embalagens de vidro em série para serem vendidas em lojas. Pelo que venho estudando, o processo é bastante artesanal e estamos com dificuldades para criar uma linha de produção, pois desconhecemos detalhes do processo de fabricação e maquinário utilizado. As embalagens são produzidas em série e não são vendidas em lojas. Ninguém compra a embalagem, mas o produto embalado. Quem compra a embalagem são as empresas que produzem cerveja e maionese, por exemplo, e têm de vendê-las para o consumidor. Nestes links há informações sobre o processo e equipamentos: historico.jsp José Carlos Dallacqua Abividro Tel. (11) Pós-palestra Estive numa palestra em Curitiba e conheci a Associação dos Distribuidores Industriais e Revendedores de Vidro do Estado do Paraná (Adivipar). Gostaria de saber qual é o peso dos vidros comum, temperado e laminado. Meu objetivo é calcular o peso de uma 8 o vidroplano novembro 2006

6 porta que quero projetar para um armário. Existe algum elemento que possa unir madeira com o vidro? Marina Rodrigues Curitiba, PR O peso do vidro é 2,5 kg/m² por milímetro de espessura, ou seja, 1m² de vidro de 10 mm pesa 25 kg. Isso se aplica tanto a vidros comuns como a temperados ou laminados. A junção do vidro e madeira pode ser feita com silicone. Silvio Ricardo Bueno de Carvalho Coordenador de Normalização do ABNT/CB-37 e CSM 21 Andiv Tel. (11) Reciclados Sou de Mogi Mirim, interior de São Paulo. Curso o 3º ano de Administração de Empresas e estou fazendo meu trabalho de conclusão de curso sobre reciclagem de vidros. Encontrei matérias muito interessantes na revista O Vidroplano, porém, ainda tenho dúvidas com relação aos tipos de vidro que podem ser reciclados e onde se pode usar o material reciclado. Sheyla Macedo Mendes Mogi Mirim, SP A indústria de vidros planos, em geral, procura reutilizar os cacos para a produção de novos vidros. Aliás, grande volume de cacos provém, basicamente, do vidro plano, de embalagens e de vidros especiais este último em menor escala. Os vidros temperado e comum podem ser reciclados normalmente. Até mesmo o impresso, aquele com ranhuras sobre a superfície, pode ser reutilizado na indústria de vidro. Já o laminado, devido à sua camada intermediária, é mais difícil reciclar, pois é preciso fazer a separação do vidro e do polivinil butiral (PBV). Alguns artistas plásticos também fazem uso do vidro reciclado para executar suas peças. Stefan David Consultor de reciclagem da Abividro Tel. (11) Fornecedor Sou designer, confecciono luminárias e preciso de um fornecedor para furar vaso solitário de vidro com base de 30 mm de espessura. Já fiz várias tentativas, inclusive utilizando equipamento de jato d água, mas o índice de quebra do vaso é muito grande. O furo varia de 3 a 5 mm de diâmetro. Quem puder ajudar, favor contatar-me pelo Sérgio Charoux São Paulo, SP Tinta para espelho Gostaria de saber quem fabrica tintas para produção de espelhos. Carlos Eduardo de Santo Essas tintas possuem características distintas das demais disponíveis no mercado, pois são específicas para espelhação. Aliás, para cada processo há tintas próprias. Atualmente, os processos mais usados são o galvânico e o Copper-Free No galvânico, a proteção da prata é feita por um metal de sacrifício, podendo ser o cobre. Já pelo processo Cooper Free, usa-se uma camada inerte como proteção da prata. edição 407 9

7 A tinta indicada pelo fornecedor vai depender do tipo de espelho a ser fabricado. Por isso, é importante o contato preliminar com o fornecedor para o detalhamento do processo de espelhação. Os fornecedores nacionais de tintas mais conhecidos em São Paulo são: Indústria de Tintas e Vernizes Paumar, tel.(11) e Tecno Color Indústria de Dario de Freitas tintas e Vernizes, tel. (11) Já entre os importados posso destacar: Valspar (Alemanha, EUA), Fenzi (Itália, Bélgica), Hillen (EUA). Antenor Robles Gerente de Produção da Guardian do Brasil Falha nossa! Na edição 406 (outubro) da revista O Vidroplano, o e- mail de contato do consultor Carlos Pearson, entrevistado na matéria Aumento de demanda para o insulado, foi publicado errado. O correto é Participe! Este espaço está reservado para sua crítica, sugestão ou dúvida. Entre em contato conosco! Tel. (11) , fax

8 No mundo do vidro por Beatriz Strawinsky Só para laminadores Em defesa do consumidor: especialista do Procon, Ana Paula Satcheki, esclarece dúvidas dos empresários durante reunião na Andiv As novas tecnologias foram o mote da última reunião do Comitê Brasileiro das Indústrias Laminadoras de Vidros, realizada dia 19 de outubro na Andiv. Dando início ao encontro, Danilo Gatto, da Cytec, acompanhado por Carlos Claro, diretor da empresa no Brasil, explicou as técnicas envolvidas no processo de laminação com resina da marca Uvekol e pontuou diferenças entre a laminação com resina e o PVB. Representando a Dupont, Cynthia Perissinotto e José Carlos Alcon apresentaram os lançamentos da empresa e mostraram exemplos desses produtos aplicados em obras desafiadoras pelo Brasil e pelo mundo. Na seqüência, Ana Paula Satcheki, da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), explicou ao grupo os detalhes sobre os direitos do consumidor e a atuação do Procon de São Paulo e esclareceu dúvidas. Os números e dados que envolvem o trabalho da União Nacional da Construção foram divulgados por Carlos Roberto Petrini, coordenador-adjunto do Comitê da Ca- Fotos: Dario de Freitas deia Produtiva da Construção Civil (Comcic/UNC). Já as novas tecnologias aplicadas na fabricação dos produtos da Guardian foram mostradas por Antenor Robles, gerente de Produção da companhia. Fechando o encontro, Alexandre Rodrigues explicou o andamento do trabalho que vem sendo realizado para divulgar as normas de laminados junto ao Corpo de Bombeiros em todo o Brasil. Essa troca de experiências nos ajuda a formatar o conteúdo das reuniões, diz o vice-presidente da Andiv, Ibelson Ferreira de Sousa, coordenador do comitê. Mais informações: (11) Números: Carlos Roberto Petrini mostra aos laminadores dados sobre o trabalho da UNC 14 o vidroplano novembro 2006

9 Abrindo portas para o novo Fotos: divulgação Não bastasse a venda de belos e coloridos objetos de vidro para as lojas, o ateliê Studium Ki diversificou o perfil de seus consumidores. Agora, atende também aos arquitetos. Com o projeto em mãos, a designer responsável pela empresa, Thaís Ferraz de Barros Pimentel, executa os desejos dos seus novos clientes. Começamos esse trabalho recentemente e o resultado está sendo muito positivo, conta a designer. Tudo funciona em parceria. Os arquitetos mostram seus projetos às designers do Studium Ki e estas estudam uma maneira viável para agradar tanto o arquiteto quanto o cliente final. Fornecemos nossas peças de acordo com o que foi pedido, mas também fazemos sugestões, comenta Thaís Ferraz. Segundo ela, o ateliê sempre procura inovar a beleza de suas peças a fim de melhor satisfazer o cliente. Para complementar e dar mais charme aos projetos dos arquitetos, as designers do Studium Ki estão trabalhando com duas novas técnicas: metalização e relevo sobreposto. A primeira intensi- Metalização: centros de mesa ganham um toque de modernidade com a nova técnica fica o volume da peça, valorizando a forma e a cor. Já a segunda técnica, a de relevo, é caracterizada por criar tridimensionalidade no objeto. Este processo é utilizado nas cristalerias. A diferença é que não usam o vidro plano, ressalta. Mais informações: (11) Dario de Freitas Novas regras O Sindicato do Comércio Atacadista de Vidros Planos, Cristais e Espelhos no Estado de São Paulo (Sincavesp), presidido por Celso Magalhães, e o Sindicato dos Trabalhadores da categoria acabam de assinar a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Reajuste salarial e banco de horas foram os pontos máximos discutidos durante a reunião entre os dois sindicatos. Os acordos do encontro abrangem as empresas atacadistas de vidros da cidade de São Paulo. Retroativo, o reajuste salarial acordado, de 4%, valerá de 1º de setembro deste ano até 31 de agosto do ano que vem. De acordo com o assessor do Sincavesp, Carlos Roberto Romeu, apesar de o acordo ser restrito à São Paulo, a orientação é que as empresas do interior do Estado tomem as decisões como referência. Mais informações: Sincavesp (11) Celso Magalhães: busca por melhores condições para a categoria edição

10 Fotos: divulgação Cobertura hidrofóbica (autolimpante) no Brasil Pouca aderência de gotas d água facilita a limpeza Antes e depois: camada protetora na superfície do vidro torna-o hidrofóbico e oleofóbico Depois de conquistar vários países da Europa e a América do Norte, uma nova e moderna tecnologia chega ao Brasil. A americana Diamon Fusion International (DFI), líder mundial em proteção de superfícies, está selecionando empresas para licenciar um novo processo para fabricação de vidros autolimpantes no País. A novidade é baseada em nanotecnologia e acrescenta uma camada protetora na superfície do vidro, tornando-o hidrofóbico e oleofóbico (repelente a água e gorduras, respectivamente). Segundo a empresa, o Diamon Fusion também aumenta a resistência a pequenos arranhões, intensifica o brilho do vidro em até 20% e reduz o número de bactérias e contaminantes ambientais, dificultando a formação das famosas manchas de água. Com isso, o esforço e o tempo de limpeza são reduzidos em até 80%. Nos vidros automotivos, a camada protetora atua também como item de segurança, pois a pouca aderência das gotas d água nos vidros aumenta consideravelmente a visibilidade do motorista. Ao contrário dos produtos disponíveis no mercado, a aplicação da camada protetora é feita após o processamento do vidro ainda na indústria, a partir de uma união química covalente de pontes de hidrogênio, dez vezes mais resistente do que as tradicionais. 16 o vidroplano novembro 2006

11 Acontece O holandês Joris van Wijk deixa a diretoria da VNU Business Media do Brasil após doze anos à frente da empresa responsável pela organização da feira Glass South America. As operações da VNU tanto no Brasil como na América Latina foram assumidas pela executiva Lígia Amorim. João Magdalena, ao lado do representante da DFI na América Latina, Jorge Rico: produção de vidro autolimpante no Brasil Política de mercado João Antônio Magdalena, responsável pelo desenvolvimento do produto no Brasil, explica que serão definidas duas vertentes de trabalho para o segmento vidreiro: a primeira, para transformadores de vidros temperados, laminados e espelhos, com foco nos mercados da construção civil, móveis e decoração; e outra para o vidro automotivo, a ser divulgada em A idéia é licenciar empresas estrategicamente em todos os Estados do Brasil, levando-se em conta o potencial de mercado de cada região. O objetivo é que a empresa licenciada obtenha um bom retorno do investimento feito, já que oferecerá com exclusividade um produto de alto desempenho e acessível aos seus clientes, comenta Magdalena. Mais informações: (51) e (19) E xperiente no gerenciamento de feiras, Lígia atuou, inclusive, como diretora-geral da subsidiária brasileira da Messe Frankfurt GMbh. Pessoas do segmento que estiveram com Lígia notaram muita energia nova trazida por ela neste desafio. E esta colunista, que aplaude de pé as mulheres no comando, tem certeza de que ela terá o maior sucesso na VNU! N otei as jornalistas de O Vidroplano bem felizes outro dia. Tudo porque a reportagem sobre o curso de fusão e colagem ultravioleta do Senai, publicada na edição de outubro, já deu frutos. A diretoria da Ascevi ficou tão empolgada ao ler a matéria, que já contatou o Senai em São Paulo para desenvolver o mesmo curso no Senai São José, em Santa Catarina. Mais uma iniciativa que ganha os parabéns e o incentivo de nossa torcida! edição

12 Especial Vedação para vidro: uma barreira e tanto Materiais de qualidade são imprescindíveis para impedir entrada de água, poeira e vento Fotos: divulgação Ddireito se a vedação não é lá essas e nada adianta um vidro com toda a tecnologia a que se tem coisas. Aliás, está aí um dos itens campeões em reclamação do consumidor final. A antiga massa de vidraceiro, hoje bem menos utilizada, agora concorre com materiais como borrachas, silicones, fitas vedadoras e espumas para barrar a entrada de água e poeira e impedir a trepidação dos vidros causada pelo vento para dentro do ambiente. A dica dos especialistas é incluir a vedação e os materiais usados nela na lista de prioridades ao construir um imóvel ou reformálo. Caso contrário, o consumidor terá de desembolsar um bom dinheiro para recuperar o que poderia ser evitado com uma vedação de qualidade a preço acessível. Silicone da Sika foi usado para vedar fachada de prédio em Munique, na Alemanha Normas a serem seguidas A vedação ideal é a que faz com que o caixilho aja como filtro entre o ambiente externo e interno. Independente do tipo de ve- o vidroplano novembro

13 Centenas de perfis: borracha de EPDM se ajusta a diversos tipos de vidro e linha de alumínio Fonte: Seal Technology dação, a regra básica é a limpeza absoluta da área de contato onde o vedante será aplicado. Embora não exista uma norma nacional específica para vedação de vidro, os profissionais do ramo tomam como referência a NBR Principais fontes de reclamações em prédios 1º Hidráulico 2º Portas e janelas 3º Estruturais 4º Acabamento 5º Elétricos 6º Características do apto 7º Qualidade dos materiais 8º Garagem 9º Acústico 10º Outros Fonte: Seal Technology 7199 Projeto, execução e aplicações de vidros na construção civil, que aborda alguns tópicos de vedação como a utilização de massa e gaxetas (perfis de borracha) para vidros encaixilhados, como afirma o consultor de esquadria e vi- Problemas em portas e janelas Vedação: 10% Portas que não fecham: 5% Janelas que não fecham: 4% Maçanetas com defeito: 2% Má qualidade do material: 1% Barulho (Vento forte): 1% dro Mário Newton de Carvalho Leme: Apesar de a norma citar a utilização de massa, atualmente, a vedação de vidros em esquadrias é executada com gaxetas. Borracha Por ser um material resistente ao ozônio e, com isso, impedir que, com o tempo, rache ou encolha na esquadria, a borracha de EPDM (monômero etileno propileno dieno) tem em sua formulação cerca de vinte elementos, entre eles o petróleo. Conforme descrito na NBR Esquadrias de alumínio Guarnição elastomérica em EPDM para vedação Especificação, toda borracha vedante deve ser de EPDM. Centenas de perfis (modelos) de borracha são fabricados para edição

14 Sinal vermelho: borracha de EPDM não pode rachar ou encolher depois de aplicada Borracha de silicone: além das inúmeras cores, produto pode ser aplicado com silicone acético otimizando a vedação Você sabia......que as fitas vedadoras foram, originalmente, criadas com o intuito de vedar urnas funerárias? Só posteriormente foram utilizadas para vedação de esquadrias. cada tipo de vidro, espessura e linha de alumínio. O processo de fabricação é computadorizado e muito preciso, pois a borracha deve atender perfeitamente sua função e não deixar folgas no vidro na hora de instalar. Há duas maneiras de aplicá-la no perfil, explica Gilmar Frimaio, diretor da Seal Technology, fabricante do produto: apertando ponto a ponto com o polegar e por meio de encaixe deslizante, método que exige a lubrificação da borracha e perfil com água e detergente líquido. É importante que se tenham 15 cm a mais de borracha de cada lado da janela, para, no caso de estiramento na colocação, haver material para compensar. Os cuidados com a limpeza da caixilharia são fundamentais. Nunca se devem usar produtos ácidos, solventes, vaselina, tiner ou lubrificantes sintéticos para que não se comprometa o resultado final e danifique a borracha, afirma Rosana Ozanich de Oliveira, coordenadora de Vendas da também fabricante Trebor. O ideal é que sejam empregadas água com detergente, glicerina pura ou diluída em álcool ou emulsão de silicone. O fator limitador quanto a cores a borracha de EPDM só pode ser preta serve de garantia, pois, para colorir teria de se aplicar carga mineral (gesso, areia, carvão, talco), o que não atenderia a norma. Outra opção são as borrachas de silicone. Produzido com carvão e quartzo, o material torna-se a solução para acabar com a limitação da cor. Além do mais, sua vedação pode ser complementada com silicone acético. Trata-se de um produto voltado para uso em projetos de alto padrão. O custo é três a quatro vezes maior, embora tenha altíssima eficiência, revela Frimaio. Silicone Borrachas à parte, o silicone vem ganhando espaço, pois, além de barrar água, poeira e vento, o material possui propriedades em sua formulação capazes de proporcionar a colagem do vidro. O fato de algumas matérias-primas como areia, quartzo e silício serem as mesmas para a fabricação do silicone e do vidro, fazem com que a compatibilidade entre eles seja perfeita, afirma Fabrice Barriac, consultor da GE, fabricante de silicone. Com produtos específicos para diversos tipos de projetos e apli- 22 o vidroplano novembro 2006

15 cações, os fabricantes possuem uma gama vasta de silicones fornecidos em cartuchos, baldes ou tambores. Tanto os de cura neutra como os de cura acética podem ser usados no vidro, explica Marco Antônio T. M. Souza, da Dow Corning, outra fabricante. Porém, os de cura neutra, cerca de 30% mais caros, podem ser aplicados até em alvenaria, enquanto o acético, só no alumínio e vidro encaixilhado. Segundo Regiane Bombarda, gerente de Vendas da GE, é preciso um perfeito preenchimento da cavidade (área) em que o silicone entra em contato com os substratos (vidro, alumímio). Quanto maior a área de contato, maior a possibilidade de reação química que favorece a adesão. O trabalho do silicone O silicone é capaz de realizar a colagem elástica do vidro, acompanhando a dilatação do material em que é aplicado, explica Patrícia Ajeje, gerente de Mercado da Rhodia. E permite que trabalhem entre si, distribuindo tensões, complementa Adriano Demambro, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Sika. Essa característica faz do produto a opção ideal para um projeto em que o vidro estrutural foi especificado. É a substituição de uma fixação mecânica (vidro encaixilhado) por uma fixação química, explica Barriac. Mas, segundo Wagner Lopes da Silva, gerente comercial da Mercotrade, distribuidora da marca Quilosa, é importante salientar que a cura do silicone é de fora para dentro e o tempo de formação de pele, ou secagem, varia de acordo com o produto e especificação. Em geral, silicones para vidros, à temperatura ambiente, atingem sua cura completa em 48 horas. Por sua versatilidade, o silicone consegue trabalhar bem em conjunto com outros vedantes. Algumas fachadas, como a pele de vidro, utilizam uma vedação mista com o emprego da gaxeta de EPDM na parte interna e a vedação com silicone na parte externa, o que possibilita uma vedação perfeita nos cantos, explica Mário Newton. É preciso atenção na hora de instalar, pois o silicone e o EPDM são materiais incompatíveis e não podem ter contato algum entre si. Uma das maiores tecnologias em silicone atualmente está voltada principalmente à compatibilidade do produto com diferentes tipos de substratos. Acabamos de lançar um produto que veda e cola todo tipo de vidro e pode, inclusive, ser aplicado em PVC, um dos substratos mais complicados de adesão, revela Dalton Panighel, diretor-comercial da Alpatechno. É ideal para grandes estruturas, pois agrega força de pega sem perder a elasticidade. Fita vedadora Outra opção é a fita vedadora (escova). Ela é facilmente encontrada vedando os vidros de uma janela, seja ela pivotante, basculante, maxim-ar ou deslizante. Hidrorrepelência: a fita (ou escova, como é chamada) recebe um tratamento com silicone no momento da produção para evitar efeito esponja Q-lon: além de ser fabricado em várias cores, vedante vai bem em esquadrias de alumínio, madeira e PVC edição

16 Eficiência: silicone veda e cola vidros em fachadas estruturais Combinação perfeita: matériasprimas em comum na composição do vidro e silicone Constituída de base rígida de polipropileno e fios semiflexíveis, perpendicular a essa base, o produto é um componente utilizado para vedação de vidros em esquadrias de alumínio, ferro, PVC e madeira. Para isso, é preciso que tenha densidade de fios de, no mínimo, 3P que, é o número de camadas de fios que compõem, conforme exige a norma americana AAMA-701/2000 Architectual Aluminiun Manufactures Association USA, explica Elizabeth Ramagnoli, gerente de Negócios da Schlegel no Brasil, fabricante suíça. Ainda não temos uma norma nacional e, por isso, a tomamos como referência, completa. Também importante, segundo Elizabeth, é sua característica hidrorrepelente. A fita recebe tratamento com silicone no momento da produção para não absorver a água e evitar o efeito esponja, conta. Em função da base rígida e do baixo coeficiente de atrito, a fita desliza facilmente no perfil com encaixe, tipo (T Slot), conta Gilmar Frimaio, diretor da Seal Technology, outro fabricante. Recomendamos uma vedação dupla, na folha móvel e na parte fixa do caixilho, e contínua (para não haver infiltração) devido às diferenças de pressão exercidas no perfil, sugere Frimaio. O produto também pode ser instalado em perfis ou superfícies que não possuem encaixe, como o vidro temperado ou estrutural. Nesse caso, o ideal é usar a fita com propriedade auto-adesiva. Novidade em vedação Lançado no mercado nacional com exclusividade pela Schlegel, o Q-lon, um vedante muito aplicado na Europa e Estados Unidos, chega para revolucionar o sistema de vedação no Brasil, segundo a gerente da empresa. Produzido com foam, espécie de espuma altamente resiliente (propriedade que faz o material voltar à forma original após compressão), o Q-lon recebe tratamento contra raios ultravioleta e tem garantia permanente. Trata-se de um sistema de vedação nobre para vidro encaixilhado em projetos de alto padrão, como no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, após a reforma das esquadrias, frisa Elizabeth. Instalado ao perfil de forma semelhante à fita vedadora, o Q- lon, além de ser fabricado em várias cores, vai bem em esquadrias de alumínio, madeira e PVC. Essa vedação pode ser feita com espumas fabricadas por meio 24 o vidroplano novembro 2006

17 de dois processos distintos um com PVC e outro com polietileno. Ideal para ser aplicada na vedação do vidro em caixilharia, a espuma produzida com PVC é autoadesiva e deve ser colada no perfil, fazendo um trabalho conjunto com a borracha de EPDM. De um lado, coloca-se a borracha, e do outro, a espuma que serve de apoio e vedante ao mesmo tempo, salienta Alfredo Luiz Zanarde, sócio-proprietário da Stamp Spumas. Dessa maneira, o PVC é comprimido, evitando, inclusive, a trepidação do vidro. Já a espuma de polietileno, material bastante leve, também possui adesivo para aplicação e pode ser utilizada no sistema de vidro estrutural. Nesse caso, ela funciona como limitador do silicone, reduzindo sua quantidade e, conseqüentemente, promovendo certa economia, destaca. Massa de vidraceiro Um dos mais antigos recursos para vedar vidros, a massa pastosa de cor amarelada resiste ao tempo e continua sendo usada na hora de instalar o material em janelas e portas, principalmente. Embora sua formulação e preparo tenham sofrido alterações, a massa de vidraceiro é produzida, atualmente, por meio de uma combinação de gesso tipo crê e óleos vegetais. Não se usa mais óleo de linhaça, como muitos ainda pensam, conta Victor Sadzevicius Júnior, sócio da Jovina, fabricante da massa. Quanto a durabilidade do ve- Materiais Compare as vantagens entre os produtos BORRACHA DE EPDM SILICONE FITA VEDADORA ESPUMA MASSA DE VIDRACEIRO Vantagens Há centenas de perfis diferentes para cada vidro, espessura e linha de alumínio; O vidro pode ser substituído a qualquer hora sem que seja inutilizado; Instalação rápida, fácil, limpa e segura; Resistente a intempéries, em especial ozônio; Fixa e veda, ao mesmo tempo, o vidro no perfil de alumínio Veda e cola o vidro no caixilho, deixando a instalação ainda mais estruturada; Ótima resistência a raios ultravioleta; Variedade de produtos para atender tipos diferentes de projetos; Algumas fórmulas possuem fungicida, evitando o aparecimento de fungos e escurecimento da junta; É resistente à imersão em ambientes com alto teor de salinidade Pode ser incolor, preto, bronze, branco, cinza Estanquidade a água, ar e pó; Fácil aplicação em função do baixo coeficiente de atrito; Redução acústica de sete decibéis; Impede trepidações no caixilho; Economia de energia com ar-condicionado; Resistência às intempéries como chuva ácida, maresia, ozônio e raios ultravioleta; Cores compatíveis com a anodização e pintura eletrostática; Dependendo do material de fabricação (PVC ou polietileno), pode ser aplicada com silicone ou com a borracha e em vidro encaixilhado ou não; É um limitador do silicone, reduzindo a quantidade a ser usada; Garante a vedação e impede a trepidação dos vidros causada por ventos; Serve de apoio ao vidro Fácil aplicação; Pode ser usada para fixar qualquer tipo de vidro à estrutura; Preço bastante acessível R$ 0,80 o quilo, aproximadamente; Bom acabamento; Não exala odor, nem irrita a pele; Rendimento; Durabilidade edição

18 Existem no mercado silicones específicos para vedar vidros em piscinas dante, Ricardo Brentel, sócio-gerente da Brentel, empresa que comercializa óleos vegetais para a produção da massa, defende: há prédios em que ela foi aplicada há mais de sessenta anos e continua em bom estado. Vedação do insulado Está aí um vidro duplamente vedado. Primeiro, porque possui vedação hermética da câmara de ar entre as duas chapas e depois, porque o material, para ser instalado, deve ser vedado novamente. Nosso sistema tem um perfil separador flexível, o Swiggle Seal/ DuraSeal, provido de um núcleo de alumínio corrugado revestido por uma massa homogênea contendo substâncias capazes de inibir a entrada de umidade para o interior da câmara, conta Ricardo S. Aragon, gerente-técnico-comercial da Crismach, fabricante de máquinas para produção de vidro. Em aplicações especiais do insulado em cortina de vidro e vidro estrutural, deve-se usar obrigatoriamente o perfil Swiggle DS. Nele, é possível a aplicação do selante secundário que vai vedar a câmara, como o silicone estrutural, por exemplo, afirma. Segundo Aragon, nessas aplicações especiais, antes de especificar o tipo e espessura do selante secundário, é importante avaliar os dados físicos da obra, como altura do prédio, estudo dos ventos, altitude, etc.

19 Para aquários e piscinas Em áreas úmidas, a vedação exige ainda mais cuidado e atenção. É importante que haja um projeto e seus respectivos cálculos para determinar os materiais a serem utilizados na instalação, a espessura do vidro, etc., recomenda Luiz Herculano Pinto, diretor da IV Centenário. Tudo porque, quando o vidro é aplicado em visores de piscinas e aquários, a vedação é muito mais exigida pela pressão que a água exerce, admite o arquiteto Felipe Aceto, gerente de Projetos da Avec. A vedação deve ser feita com silicones apropriados. Esse material oferece uma excelente aderência ao vidro, proporcionando elas- ticidade aos movimentos, conta o técnico de especificação de produtos da Pilkington, Marcos Antônio Veras de Almeida. Independente da aplicação, os fabricantes Fale com eles! Alpatechno Tel. (11) Avec Tel. (11) Brentel Tel. (11) Crismach Tel. (11) Dow Corning Tel. (11) GE Silicones Tel. (11) IV Centenário Tel. (11) Jovina Tel. (11) Marcos A. Veras - Pilkington Tel. (11) Mário Newton de Carvalho Leme Tel. (11) Quilosa Tel. (51) Rhodia Tel. (11) alertam: as construtoras responsáveis pela estrutura devem contatálos para que se faça o cálculo correto do projeto ideal com a vedação mais indicada. Schlegel Tel. (11) Seal Technology Tel. (11) Sika Tel. (11) Trebor Tel. (11)

20 Direto da Andiv Andiv divulga normas até fora do setor Alunos de cursos técnicos da construção civil aprendem mais sobre o vidro Andiv incentiva a divulgação de informações sobre normas técnicas fora do setor vidreiro Jupiter Images Associação Nacional de Distribuidores e Processadores de Vi- A dros Planos (Andiv) vem apostando na divulgação das normas técnicas não só aos profissionais do setor vidreiro, mas a segmentos ligados ao ramo de vidro. A proposta é fazer com que as normas publicadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) sejam conhecidas e, a partir daí, acabem por tornar-se referência aos profissionais e estudantes de outros setores. No final do mês de outubro, Silvio Ricardo Bueno de Carvalho, coordenador de Normalização do Comitê Brasileiro de Vidros Planos (ABNT/CB-37), que tem sede na Andiv, apresentou palestra sobre o assunto em pelo menos dois encontros de cursos técnicos da construção civil. O primeiro foi no Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo (Cefet), durante o 4º Encontro Anual da Construção Civil. No dia seguinte, foi a vez de o coordenador falar sobre as normas para os alunos do curso técnico de Construção Civil da Escola Senai 30 o vidroplano novembro 2006

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