UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU

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1 UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU LOGÍSTICA DE MATERIAIS DE MANUTENÇÃO PREDIAL NA OI Por: Aline da Silva Rodrigues Orientador Prof. Jorge Tadeu Vieira Lourenço Rio de Janeiro 2010

2 1 UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU LOGÍSTICA DE MATERIAIS DE MANUTENÇÃO PREDIAL NA OI Apresentação de monografia à Universidade Candido Mendes como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em Logística Empresarial. Por: Aline da Silva Rodrigues

3 2 DEDICATÓRIA Aos meus pais Roberto Alves Rodrigues e Terezinha da Silva Rodrigues que serão sempre os meus mestres. Também a Eudóxio Medeiros de Araújo Neto, Carlos Henrique de Oliveira Bauly, Alexandre Rodrigues de Andrade, Adriana Deibre Tiller e Rogério de Oliveira Macieira integrantes da equipe responsável pelo projeto.

4 3 AGRADECIMENTOS Primeiramente a Deus. A todo o corpo docente do curso de Logística Empresarial do Instituto A Vez do Mestre que contribuíram individualmente na formação do conhecimento que permitiu a elaboração deste trabalho e aos colaboradores da Oi que se empenharam no desenvolvimento deste projeto.

5 4 RESUMO A Oi é uma empresa com atuação nacional e para a atividades de manutenção predial, foi designado um gestor em cada estado (filial). Uma das atribuições dos gestores das filiais é a especificação dos materiais utilizados na manutenção. Atualmente os materiais são fornecidos pela Oi. Em conseqüência do longo fluxo de aquisição que existe, da freqüente falta do material no momento da realização da atividade, da necessidade de alocar uma equipe própria dedicada exclusivamente à compra de materiais e das tendências de mercado identificadas neste estudo; foi tratada como principal alternativa a transferência da responsabilidade de aquisição para as empresas contratadas. Como a Oi não possui um histórico do consumo de materiais, identificou-se como melhor forma de transferência da responsabilidade pelo fornecimento de materiais a utilização da Lista de Preços Unitários. Assim, os itens serão fornecidos pelas empresas de manutenção predial, através de valores acordados anualmente. Pode ocorrer que alguns materiais possuam preços muito divergentes dos praticados no mercado. Por isso, haverá uma atualização dos preços da LPU a cada três meses. Sabendo-se que a LPU ainda exige uma participação intensa dos gestores, pretende-se, após o levantamento de consumo histórico, inserir o fornecimento de materiais no preço fixo mensal dos serviços.

6 5 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 6 CAPÍTULO I - Levantamento de Dados Históricos Dentro da Empresa 10 CAPÍTULO II - Levantamento das Práticas de Mercado 15 CAPÍTULO III - Vantagens e Desvantagens de Manter a Compra e Distribuição Sob Responsabilidade da Contratante 22 CAPÍTULO IV - Análise da Viabilidade de Transferir a Responsabilidade de Compra de Materiais para as Empresas Contratadas 25 CONCLUSÃO 30 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 34 ANEXOS 35

7 6 INTRODUÇÃO A Oi é uma empresa do ramo de telecomunicações que hoje atua em internet banda larga, telefonia fixa e móvel, tv por assinatura e rádio FM. Tendo em vista que a abrangência de suas atividades se estende por todo o Brasil, existe a necessidade de manter prédios operacionais, onde são instaladas as torres de transmissão e as centrais telefônicas, em toda a extensão territorial brasileira. Porém, existem ainda estruturas administrativas em cada estado que suportam as atividades desenvolvidas nos prédios operacionais. Os prédios administrativos geralmente estão localizados em capitais e cidades de grande importância econômica. Em cada estado (filial) existe um gestor que é responsável pela manutenção predial nos prédios que se encontram na área de sua responsabilidade. Uma das atribuições dos gestores das filiais é a especificação dos materiais. Tendo em vista que se tratam de 27 gestores, ocorre uma falta de padronização das especificações. Com isso, ao adentrar os prédios da empresa em diferentes estados, é encontrada uma variedade de materiais e acessórios. Por exemplo, as luminárias encontradas no estado do Pará são completamente diferentes das identificadas no estado São Paulo. Como a Oi é uma empresa que está num mercado extremamente competitivo, esta aparente falta de cuidado com a padronização dos seus ambientes pode ser considerada um ponto negativo para os clientes e/ou investidores. Desta forma foi necessário desenvolver um estudo a respeito da logística de aquisição dos materiais de manutenção predial. O levantamento de dados objetivou principalmente responder às seguintes perguntas: Qual a eficiência da cadeira de suprimentos na diretoria de Ptrimônio? A estrutura de custos está adequada? Os indicadores de nível de serviço estão próximo das melhores práticas? (FIGUEIREDO, 2006).

8 7 Após o levantamento dos dados hitóricos, partiu-se para análise das formas de execução. A princípio foi descartada a possibilidade de realizar uma única compra e distribuir os materiais nacionalmente, tendo em vista que esta alternativa iria onerar excessivamente o orçamento da empresa e necessitaria de uma equipe (própria ou terceira) inteiramente dedicada nesta logística de distribuição. Identificaram-se então três formas de aquisição, são elas: a utilização de cartões corporativos, pelos gestores das filiais, porém somente para aquisições inferiores a R$20.000,00; a utilização da LPU - Lista de Preços Unitários, onde os materiais seriam fornecidos pelas empresas de manutenção predial, através de valores acordados anualmente; e fornecimento pela Oi com contratos regionais junto às empresas fornecedoras de materiais. Optou-se inicialmente por adotar uma LPU, onde os itens seriam fornecidos por empresas diferentes, mas com um mesmo padrão nacional. Porém, mesmo com os cerca de 500 itens que constavam na lista, algumas necessidades foram identificadas após a elaboração desta, e assim, não foi possível contemplar todos os materiais necessários para a atividade e continuou-se a aplicação de itens diferenciados. Estudou-se então a adoção do cartão corporativo pelos gestores das filiais. Porém esta alternativa poderia atrasar a realização das atividades, já que o limite de R$20.000/mês não contemplaria todas as necessidades. Por outro lado, não se cogita a possibilidade de aumento do limite mensal, já que esta alternativa poderia expor o processo a fraudes. Um gestor poderia, por exemplo, optar por sempre realizar a compra de um mesmo fornecedor e se beneficiar desta fidelidade. Além disso, a utilização do cartão dificulta a comprovação de que está sendo praticada a melhor alternativa comercial.

9 8 Partiu-se então para aquisição dos materiais pela Oi através de contratos regionais com empresas fornecedoras de materiais elétricos, hidráulicos e de segurança. Cabe esclarecer melhor o fluxo de fornecimento de materiais pela Oi: primeiro a CONTRATADA identifica a necessidade de executar um determinado serviço de manutenção (preventiva ou corretiva); em seguida, a fornecedora faz o levantamento dos materiais necessários para conclusão do serviço; na sequência, o levantamento é encaminhado para aprovação dos gestores das filiais; quando ocorre a aprovação, o levantamento é encaminhado para a área de compras, que por sua vez tratará da aquisição dentro dos procedimentos da área, ou seja: solicitando propostas a no mínimo três empresas, negociando com a melhor colocada e aprovando o processo dentro das alçadas competentes. O fluxo apresentado é demasiadamente longo e, como estamos falando da área de manutenção predial, por vezes o serviço que foi levantado inicialmente sofre um acréscimo de escopo no decorrer deste prazo de aquisição. Em conseqüência do longo fluxo de aquisição, da freqüente falta do material no momento da realização da atividade e da necessidade de alocar uma equipe própria dedicada exclusivamente à compra de materiais; foi tratada como principal alternativa a transferência da responsabilidade de aquisição para as empresas contratadas. Neste estudo serão apresentados os dados históricos dentro da empresa (capïtulo I). No capítulo II constam as principais Práticas de Mercado identificadas neste estudo. Na sequência (capítulo III) são destacadas as principaos vantagens e desvantagens de manter a compra e distribuição sob responsabilidade da contratante. Finalmente, no capítulo IV, é possível

10 9 identificas a análise da viabilidade de transferir a responsabilidade de compra de materiais para as empresas contratadas.

11 10 CAPÍTULO I LEVANTAMENTO DE DADOS HISTÓRICOS DA EMPRESA Desde o princípio do estudo, houve um consenso de que a decisão a respeito da melhor estratégia deveria ser baseada principalmente a partir do estudo do ambiente interno, que por sua vez permitirá a indicação de alternativas (HITT, 2005). Houve uma dificuldade de levantamento dos dados históricos, tendo em vista que a empresa não possui um sistema de gestão para armazenamento de informações relevantes ao processo. Desta forma, foi necessário entrevistar os principais gestores envolvidos no processo, bem como com as atuais contratadas. Nas entrevistas com os gestores foi unânime a insatisfação com a extensão do fluxo atual para compra dos materiais, cuja responsabilidade está com a empresa CONTRATANTE. Todos relataram que frequentemente, quando a aquisição é finalizada, a necessidade já foi modificada e faz-se necessário complementar o escopo contratado através de compras utilizando o cartão corporativo ou através de um novo processo conduzido pela área de compras. Por exemplo, identificou-se a necessidade de reforma de um muro para garantir a integridade de uma central telefônica da empresa. Porém devido ao longo período para aquisição, onde o patrimônio permaneceu completamente exposto, ocorreu uma sequência de furtos ao imóvel, e quando finalmente o material para reforma do muro é adquirido, também é necessário realizar reformas na edificação por ele cercada. Diante da insatisfação constatada, questionamos aos gestores o que eles apresentariam como solução para o processo. Um deles sugeriu o

12 11 aumento do limite do cartão corporativo (hoje de R$20.000,00). Mas foi imediatamente questionado por nós como a Oi teria a garantia de que o material foi adquirido com um menor preço de mercado? Além disso, esta alternativa expõe o gestor, que poderia ser frequentemente auditado para garantia de que não estaria ocorrendo favorecimento de um determinado fornecedor. Houve ainda um grupo de gestores que sugeriu a inclusão dos materiais dentro do preço do serviço. Por exemplo, quando fosse contratada a pintura de uma edificação, no preço apresentado já deveriam constar todos os insumos (tinta, pincel, massa, lixa etc.) necessários à atividade. Porém, esbarrou-se em dois problemas. Como a Oi possui um contrato de manutenção predial e não uma contratação SPOT a cada surgimento de demanda, seria necessário um levantamento do histórico de aplicação dos materiais para que as empresas tivessem condição de elaborar orçamentos. Além disso, ainda existia a questão tributária, um serviço com fornecimento de materiais não poderia ser faturado somente em uma notas fiscais de serviços e como as prestadoras não possuíam licença para comercialização de produtos, não teriam como emitir notas de materiais. Um grupo reduzido de gestores afirmou apoiar a idéia de utilização da LPU. Este grupo, no entanto, reconheceu que a experiência da empresa com a adoção deste processo não foi positiva. O que significa que para retomá-lo deveriam ser adotadas uma série de modificações na metodologia anteriorme te praticada. Mais do que isso, haveria também a necessidade de uma argumentação seguramente fundamentada para convencer a alta diretoria da empresa. Como as informações levantadas nas filiais foram verificadas principalmente através da percepção dos gestores, sem dados que comprovassem o que estava sendo informado, direcionou-se para a pesquisa junto às empresas prestadoras de serviço.

13 12 Tendo em vista que os contratos são celebrados por geografia agrupamento de estados, a diversidade de fornecedores trouxe também uma variedade de formas de tratamento dos dados, o que dificultou o levantamento de informações comparáveis. Mas permaneceu a tendência de crítica ao modelo atual, que além de prejudicar o processo de manutenção, pode ainda interferir na imagem das empresas prestadoras de serviço. Imagine uma empresa que visitando os prédios da Oi identifica uma manutenção deficitária. Esta mesma empresa possui uma tendência a não convidar o prestador de serviço da Oi a participar de suas concorrências, por entender que é de grande responsabilidade dele a falha no processo. Após as entrevistas com os gestores e com as atuais prestadoras, constatou-se que o fluxo atual não é a melhor solução para o problema de falta de padronização. Porém, como ainda não foi possível obter dados que permitam iniciar o estudo, verificou-se que precisaríamos conversar também com uma importante parte do processo, a área de compras. Por meio de levantamentos das ordens de compra existentes no sistema ERP da empresa (SAP), foi extraída uma informação extremamente relevante para este estudo, que é o valor histórico das aquisições. Onde foi possível ainda agrupar os materiais por escopo de aplicação, conforme tabela abaixo: CATEGORIA CIVIL ELÉTRICO HIDRÁULICO SEGURANÇA Somatório anual de valores dos , , , ,00 pedidos de compra Somatório anual de itens comprados Tabela 1: Valor anual por segmento

14 13 A partir dos dados informados pela área de compras, voltamos a procurar os gestores das filiais, onde buscou-se a informação de que, a partir do levantamento dos itens comprados, quais são eventuais e quais tratam de uso contínuo, onde obteve-se o resultado abaixo: CATEGORIA CIVIL ELÉTRICO HIDRÁULICO SEGURANÇA Somatório anual de itens comprados Uso eventual Uso contínuo Tabela 2: Quantidade de itens por segmento Destas informações verificamos ainda que as filiais com maior volume de compras são Rio de Janeiro e Minas Gerais. No caso do Rio de Janeiro, temos uma concentração maior por se tratar da matriz da empresa. Já em se tratando de Minas Gerais, o elevado volume pode ser justificado pela extensão geográfica do estado, que apesar de ser menor se comparado a outros estados da região Norte, possui uma maior infra-estrutura de telefonia. CATEGORIA CIVIL ELÉTRICO HIDRÁULICO SEGURANÇA Somatório anual de itens comprados RJ e MG Outros Tabela 3: Quantidade de itens por região Além dos dados verificados na empresa, também é importante ressaltar a representatividade do custo do material nas atividades de manutenção corretiva. Segundo Persike (2006), as principais causas de anomalias em edificações são:

15 14 a) Defeitos de projetos: 40% b) Defeitos de execução: 20% c) Defeitos de materiais: 20% d) Defeitos na utilização: 10% e) Outros defeitos: 5% Os dados expostos acima mostram que a preocupação com a utilização correta do material deve existir não somente por uma questão estética, mas principalmente para evitar que se ocorram patologias nas edificações. Já de posse de um levantamento da quantidade e dos valores dos materiais objetos deste estudo, pode-se então partir para a análise do que se está praticando no mercado atualmente e a partir dos dados verificados entender qual a melhor solução para o problema da empresa.

16 15 CAPÍTULO II LEVANTAMENTO DAS PRÁTICAS DE MERCADO Foram realizadas três pesquisas para levantamento das atuais práticas de mercado: entrevistas com os principais fornecedores, questionário encaminhado por a um grupo de fornecedores e questionário direcionado a empresas contratantes. 2.1 Entrevistas com fornecedores: As entrevistas foram realizadas com 14 empresas. O nome destas será preservado devido a confidencialidade acordada com as mesmas. A escolha dessas empresas foi baseada na indicação dos maiores conhecedores do assunto dentro da Oi, que afirmaram com segurança que dentro do grupo escolhido estavam representadas grande parte das maiores e melhores empresas que atuam no Brasil Como resultado das entrevistas verificamos que as práticas para fornecimento de materiais levantadas foram: a) Lista de materiais (LPU) com preços pré-fixados por região; b) Grandes contratos de fornecimento de materiais onde as solicitações são encaminhadas da empresa prestadora de serviços para a fornecedora de materiais, porém o faturamento ocorre diretamente para a empresa contratante, neste caso a Oi; c) Despesa reembolsável onde o prestador de serviço efetua a compra do material e apresenta a nota fiscal para a contratante que é

17 16 responsável pelo reembolso do valor da nota acrescido a uma taxa de administração; d) Serviços remunerados por preço fixo onde os materiais e insumos já estariam inclusos no preço fixo mensal do serviço de manutenção predial. Nota: dentro desta prática verificou-se ainda mais uma variação, onde pode-se estabelecer um limite de utilização dos materiais (exemplo: troca de 30 lâmpadas/mês), ultrapassado este limite, é utilizada lista de preços unitários para cada material utilizado. e) Verba pré-acordada: onde é definido um valor mensal, que as empresas possuem liberdade para realizar aquisições, porém é obrigatória a apresentação de orçamentos para comprovação de que a verba foi totalmente consumida. Esta alternativa é semelhante às despesas reembolsáveis, porém, há um limite de gasto mensal; f) Estoque consignado onde a Contratante fornece os materiais, porém para evitar atraso na execução dos serviços é estabelecido um estoque, que por sua vez é gerenciado pela Contratada que apresenta mensalmente relatórios sobre entrada e saída de itens. 2.2 Questionário com empresas CONTRATADAS: O questionário utilizado nesta pesquisa tratava não somente do assunto fornecimento de materiais e segue destacado no Anexo 1. O arquivo com as perguntas foi encaminhado a 155 empresas, sendo que foram obtidas respostas de 64 fornecedores, ou seja 41% do total encaminhado. O nome destes será preservado devido a cláusula de confidencialidade que foi encaminhada juntament à pesquisa:

18 17 As empresas que responderam o questionário são: Fornecedores reconhecidos pelo porte e pelos contratos que possuem, atuais fornecedores, ex-fornecedores ou sugeridos pelos gestores das filiais (Lista R1, R2 e R3). Questionamos como ocorre o faturamento de materiais nos principais contratos das empresas entrevistadas, onde obtivemos o seguinte cenário: Gráfico 1: Formas de faturamento de materiais Nota: Na categoria Diversos foram encontradas as seguintes respostas: incluso no preço fixo mensal, sob demanda com re-faturamento e preço unitário. A partir da análise das respostas obtidas, identificou-se que a grande maioria das empresas trabalha com remuneração através de LPU. Processo já experimentado sem grande sucesso pela Oi A pesquisa com as contratadas levou a uma conclusão de que é possível aplicar a LPU sem grandes transtornos como os enfrentados pela Oi. Já que a maioria do mercado age desta forma. Mas quais seriam as adaptações que precisariam ser elaboradas para que o processo flua de acordo com a necessidade?

19 Questionário com empresas CONTRATANTES O questionário utilizado nesta pesquisa tratava não somente do assunto fornecimento de materiais e segue destacado no Anexo 2. O estudo inicialmente estava limitado à pesquisa junto ao mercado fornecedor, porém, identificamos que as empresas CONTRATANTES também poderiam fornecer dados relevantes a esta pesquisa. O questionário foi encaminhado para as seguintes empresas: Tabela 4: Contratantes que receberam o questionário Cabe destacar também, dentro das empresas, quem foi a pessoa responsável pela resposta do questionário, que evidencia o comprometimento com a pesquisa, conforme segue:

20 19 Gráfico 2: Responsável pelo preenchimento do questionário Com relação ao questionamento a respeito da logística de fornecimento de materiais, foram obtidos os seguintes dados: N/I 15% Contratante 50% Contratada 24% Misto 12% Gráfico 3 Responsabilidade de fornecimento de materiais Onde se identificou uma preferência pela modalidade onde a empresa Contratante é responsável pela aquisição dos materiais necessários à execução dos serviços. A seguir destacamos as respostas que englobam o maior número de itens apontados pelas empresas:

21 20 Telesp Empresa (Telefônica) A O fornecimento de materiais de manutenção é de responsabilidade do fornecedor, na qual é remunerado através de LPU Empresa REDECARD B S/A EMPRESA DE MANUTENÇÃO FAZ COTAÇÃO E A REDECARD FAZ A COMPRA DIRETA Empresa Behr Brasil C Ltda As NF são faturadas diretas pela fornecedor considerando os materias como serviços. Empresa BDF NIVEA D LTDA Faturamento direto para NIVEA. Temos negociacao especifica com forecedores homologados Empresa Terceira realiza compra e contratante paga as NF para não Merck Empresa Sharp & E Dohme ocorrer bi-tributação WALL MART BRASIL NESSE CASO É CONTRATADO O SERVIÇO (MAT + M.O.) Electrolux Empresa do F Brasil Empresa Lojas Riachuelo G Grupo Pão de Açúcar Empresa H O reembolso é feito direto para o fornecedor, hoje temos a bitributação embutida no custo O fornecimento de materiais é da contratada, e seu repasse é atraves de uma NF mensal com BDI (neste caso não escapamos da bitributação) exceto para valores altos que optamos pelo faturamento direto. A compra de materiais é responsabilidade do Grupo Pão de Açúcar e é feita através de comercio eletrônico com entrega no ponto de consumo. Tabela 5: Principais respostas sobre o fornecimento de materiais É importante ressaltar que nenhuma das empresas que possuíam uma operação centralizada optou por trazer para si a responsabilidade pela aquisição. Portanto entende-se que esta metodologia é mais aplicável quando cada filial possui independência para adquirir os materiais necessários sem necessidade de uma padronização nacional. Notou-se uma discordância entre o resultado obtido na pesquisa com as contratadas e o verificado no questionário encaminhado às contratantes. Passamos então a analisar todas as edições publicadas no ano de 2009 da principal revista, de circulação nacional, que trata do assunto. Verificaram-se as diversas entrevistas de executivos de empresas prestadoras de serviço e contratantes. Na grande maioria, foi verificada uma tendência de transferência sob a responsabilidade da aquisição dos materiais para as contratadas.

22 21 CAPÍTULO III VANTAGENS E DESVANTAGENS DE MANTER A COMPRA E DISTRIBUIÇÃO SOB RESPONSABILIDADE DA CONTRATANTE Analisando o processo de manter na Oi a responsabilidade pela aquisição do material, a principal desvantagem encontrada é realmente o elevado tempo total do processo. Como já foi mostrado anteriormente, o fluxo é extremamente longo e não atende às necessidades de manutenção que podem passar de preventivas para emergenciais em dias. Mas além disso, tem-se ainda a desvantagem de não poder aplicar penalidades nas prestadoras pela falta de execução de um serviço. As empresas sabem da fragilidade do processo e utilizam deste artifício para atrasar alguns projetos que para elas não é interessante executar no momento. Como o atraso na execução é diretamente proporcional à quantidade de itens que deverão ser recuperados e grande parte da remuneração das contratadas está atrelada à parcela variável do contrato que são as manutenções corretivas muitas vezes é de grande vantagem o atraso Sabe-se ainda que a redução de tempo do ciclo, a médio prazo, pode ocasionar ainda uma redução no número de manutenções, o que pode levar a Oi a renegociar os seus contratos visando uma redução do preço fixo mensal, proporcionalmente à diminuição dos serviços executados. Além disso, tendo em vista que uma das maiores dificuldades da Oi é a existência de somente um gestor em cada estado, o fluxo de aquisição de material compromete demasiadamente o tempo de trabalho deste gestor comprometendo ainda a execução de outras atividades que agregam valor ao negócio da empresa como vistoria e fiscalização de obras. Desta forma, a terceirização desta atividade proporcionará um direcionamento dos recursos

23 22 para as metas e desafios propostos na área, em detrimento a um menor tempo gasto com atividades secundárias (GIOSA, 2003). Ainda existem outras barreiras que atrapalham o processo de aquisição dos materiais pela Oi. Por exemplo, a dificuldade de obter fornecedores de material de qualidade em algumas regiões do Brasil. Em alguns estados raramente os materiais especificados são encontrados e quando isto ocorre, o preço do item é incoerente com o valor do material. Isto faz com que a empresa necessite adquirir o produto especificado em uma região mais privilegiada e transportá-lo até o local de necessidade. Como alguns itens possuem uma maior freqüência de substituição. Foi necessário estabelecer estoques destes materiais. O que é uma grande dificuldade tanto pela ausência de espaço como pela falta de controle de entrada e saída de material. Já foram registradas uma séria de ocorrências por furto de material, que muitas vezes ocorre pelos próprios prestadores de serviço. Mesmo após o exposto acima, ainda é possível encontrar algumas vantagens em manter na Oi a responsabilidade de aquisição dos materiais. A tão almejada padronização é uma delas. Se existe somente um comprador, é pouco provável que existam especificações diferenciadas. Além disso, como se trata de um volume muito elevado, a nível nacional, é possível negociar preços melhores com os fornecedores e por que não contratos únicos de fornecimento nacional? Tentou-se partir para a utilização de fornecedores únicos, mas só foi encontrada empresa com capilaridade nacional no ramo de materiais elétricos. Assim, foi possível elaborar um portal de compras semelhante ao praticado pelas principais varejistas que atuam através da internet. O fluxo era bastante simplificado, foi disponibilizado num portal de compras todos os materiais

24 23 especificados na empresa. Quando o gestor identificava a necessidade, através da internet era possível acessar o portal e realizar a compra do item, que por sua vez tinha um prazo máximo de 3 dias para ser entregue no local especificado. A empresa emitiria notas fiscais mensais com o custo total do material adquirido no período. Infelizmente quando houve início das atividades o fluxo não funcionou exatamente como previsto. Fora o fato de que muitas vezes o prazo acordado não foi cumprido. Era grande o número de itens que chegavam com avaria ao seu destino final. E como existia uma nota que acompanhava o transporte do produto, quando um item era identificado como danificado, todo o lote precisava ser devolvido, o que implicou em um aumento significativo no tempo total do ciclo. Depois de inúmeras cotações, ficou claro para a empresa que não existe no Brasil um fornecedor com capacidade de atender as necessidades da Oi a nível nacional. Desta forma, depois de alguns meses de experiências negativas o contrato foi rescindido e novamente foram realizadas aquisições regionais. Ainda foi pensado na manutenção de um fornecedor nacional, mas com a responsabilidade de distribuição para Oi, inclusive com a criação de estoques regionais. Porém esta hipótese foi descartada já que exigiria um elevado investimento inicial, bem como a concentração de esforços em uma atividade que não possui relação com o principal negócio da empresa. Com isso, foi rejeitada pela diretoria da Oi qualquer possibilidade de continuar com o processo sob responsabilidade da empresa. Foi decidido que existe a necessidade de realizar a transferência de responsabilidade, porém é necessário um estudo para levantar qual a melhor forma de executar esta transferência.

25 24 CAPÍTULO IV ANÁLISE DA VIABILIDADE DE TRANSFERIR A RESPONSABILIDADE SOBRE A COMPRA DE MATERIAIS PARA AS EMPRESAS CONTRATADAS A atividade de compra é um dos essenciais segmentos da administração de material já que atrelada a esta responsabilidade existe também a função de suprir necessidades de materiais e serviços, bem como planejamento para que o suprimento ocorra no momento certo e na qualidade necessária (KUEHNE JÚNIOR, 2008). Seguindo o que mostrou a pesquisa com as empresas contratantes, entende-se que pode ser uma alternativa viável a transferência da responsabilidade pela aquisição do material para as empresas prestadoras de serviço, desta forma, haveria uma remuneração fixa mensal, independente da quantidade de materiais adquiridos. Porém este as principais desvantagens identificadas nesta forma de transferência dessa responsabilidade são: a) Uma tendência de que as empresas trabalhem com materiais por tempo superior à vida útil dos mesmos; b) Um aumento no custo unitário do material, já que além do custo de aquisição as empresas teriam tendência a repassar também o custo de estoque, da bi-tributação e da taxa de administração, que por sua vez deverá conter também os custos do processo de aquisição (exemplo: equipe de compras); c) A necessidade de um levantamento histórico da aplicação atual de cada material, para que as empresas tenham condições de elaborar proposta para inclusão no preço fixo mensal.

26 25 Baseada nas pesquisas junto às empresas prestadoras de serviço, detalhadas nos capítulos anteriores, entende-se que, no caso de transferência da responsabilidade de compra do material para as contratadas, a melhor forma de remuneração é a utilização da LPU. Desta forma, no momento da negociação do contrato, já é possível verificar se os preços propostos pelas empresas contratadas estão de acordo com o praticado no mercado. Além disso, se a empresa possuir um levantamento histórico do consumo de cada material contido na LPU será possível elaborar um orçamento anual muito próximo do real desembolso, já que os preços da LPU são irreajustáveis pelo período mínimo de um ano. A grande dificuldade de adotar a LPU como forma de remuneração é garantir que as empresas estão aplicando os materiais de acordo com as necessidades e não somente para consumir os itens de maneira a aumentar o valor de sua remuneração mensal. Para que se evite que isto aconteça, é ideal que sejam adotados itens de controle. Para o caso de utilização de LPU na Oi, definiu-se que o fornecimento de qualquer material é condicionado à apresentação, pela CONTRATADA, da autorização de fornecimento, que deverá ser fornecida pela CONTRATANTE. Desta forma temos o seguinte fluxo: Fornecedor elabora orçamento de materiais necessários à prestação do serviço Fornecedor encaminha orçamento para o gestor da filiai e solicita autorização para fornecimento Gestor autoriza o fornecimento Pagamento é liberado Fornecedor apresenta Nota Fiscal que comprova a compra Material é adquirido e aplicado Fluxograma 1: Fornecimento de material por LPU

27 26 Também é importante elaborar uma regra para inclusão de itens na LPU, já que é pouco provável que se consiga contemplar todos os materiais que possam vir a ser utilizados nos serviços. Neste caso, para a Oi foi elaborado o procedimento pelo qual devem ser apresentadas 3 (três) cotações obtidas com fornecedores de comprovada especialização técnica, que serão indicados ou previamente analisados e aprovados pela CONTRATANTE, praticando-se a proposta mais vantajosa, levando-se em consideração o menor preço. Ainda assim, não é dispensada a apresentação de documento fiscal que comprove a compra do material. Após o procedimento descrito acima, o item poderá, a critério da CONTRATANTE, fazer parte da LPU. Estabeleceu-se ainda que, a Oi pode, a seu critério, indicar, rejeitar, negociar ou obter diretamente as 3 (três) cotações junto aos fornecedores em questão. No decorrer do contrato pode-se identificar ainda que, como a LPU contempla uma quantidade muito grande de itens, é possível que no momento da cotação não se trate com a devida atenção todos eles. Isto pode ocorrer quando o analista de compras opta por negociar somente os itens mais importantes identificados na curva ABC. Desta forma, pode ocorrer que alguns materiais possuam preços muito divergentes dos praticados no mercado. Por isso, sugere-se uma atualização periódica dos preços da LPU. Assim, cada vez que um item é identificado como muito acima ou muito abaixo do preço de mercado, esta informação é guardada para que este item seja negociado no próximo ciclo de ajuste da LPU. No caso da Oi foram definidos ciclos de 3 meses. É importante ressaltar que a LPU é única nacionalmente somente em relação à especificação dos itens. O preço unitário deve variar de acordo com a realidade de cada mercado.

28 27 Com a transferência de responsabilidade de aquisição dos materiais para a contratada, neste caso através da utilização da LPU, pode-se determinar que a ausência de realização de manutenção preventiva e corretiva por falta de qualquer tipo de material sujeitará a contratada às penalidades previstas no contrato. Porém, podem ocorrer alguns casos, onde por ventura a Oi tenha negue a autorização para fornecimento por entender que a demanda pode ser adiada ou cancelada. Nestes casos, a responsabilidade pela não execução do serviço é da contratada. Para que este fluxo funcione perfeitamente e as partes interessadas consigam se respaldar e preservar seus direitos e deveres, é necessário que cada etapa do processo esteja rigorosamente documentada, para que, em caso de avaria ou dano pela falta de execução de determinado serviço, as responsabilidades sejam facilmente identificadas. Além disso, também é necessário definir que todos os materiais aplicados sejam pautados pela obediência aos projetos, às normas, ás boas práticas e técnicas executivas, tendo em vista a qualidade, durabilidade, segurança e estabilidade da obra em todos os seus aspectos. Cabe ressaltar ainda que o fluxo não é aplicável para manutenções emergenciais. Já que nestes casos, a necessidade é iminente e não pode aguardar as aprovações inerentes ao processo. Desta forma, os materiais necessários para efetiva prestação do serviço de Manutenção Emergencial devem ser cobrados com os mesmos valores constantes na LPU, sem necessidade da autorização de fornecimento. Em contrapartida, não existindo o item na Lista de Preços Unitários, caberá à contratada, após a execução do serviço, apresentar as Notas fiscais de aquisição.

29 28 Na Oi, com o objetivo de resguardar ainda mais o processo, estabeleceu-se ainda que para todas as operações onde seja necessária a troca de materiais, a contratada é obrigada a apresentar o material substituído, para auditoria da Oi, bem como a apresentação de relatório fotográfico demonstrando à situação anterior e posterior à substituição das peças. Desta forma, confirma-se que não foi substituído material em perfeitas condições de funcionamento.

30 29 CONCLUSÃO Baseada na atual realidade da empresa, que pretende continuar mantendo somente um gestor em cada filial, bem como nos resultados obtidos no estudo, verificou-se que é recomendada a transferência da responsabilidade de compra, distribuição e administração do estoque de materiais de manutenção para as empresas prestadoras de serviço. Como a empresa possui vários contratos regionais com diferentes datas de encerramento, a primeira ação objetivou postergar todos os contratos de maneira a permitir uma coincidência de término, no dia 09/05/2010. Em seguida foi lançada no mercado uma concorrência para prestação de serviços de manutenção predial em todos os prédios da Oi. Seria extremamente positivo para a Oi se somente uma empresa for a vitoriosa do processo, haveria uma diminuição do trabalho relativo à gestão de diversos contratos. Contudo, tratase de uma decisão que será tomada com base em critérios comerciais, ou seja, os melhores preços serão os prestadores de serviço. Na especificação técnica que foi ao mercado no dia 10/12/2009, foi definido que o fornecimento de materiais se dará através da utilização da LPU. Já que a Oi não possui um levantamento do histórico de consumo de cada item, e portanto, existe um impedimento em realizar uma cotação de serviço já incluindo os insumos no preço fixo mensal. Porém, tendo em vista que, conforme apresentado no Fluxograma 1 (capítulo 2), a LPU ainda exige uma participação intensa dos gestores, entende-se como evolução deste processo a possibilidade de levantamento do histórico e, numa etapa seguinte, inserir o fornecimento de materiais no preço fixo mensal dos serviços. Para que o referido levantamento ocorra de fato. Foi inserida na Especificação Técnica a obrigação das empresas informarem mensalmente, à

31 30 Oi, o histórico de aplicação dos materiais. Pretende-se realizar um levantamento num período de 9 meses. Onde os dados obtidos nos 3 primeiros meses serão descartados, já que se trata de um período de implementação do contrato. A partir do 10º período mensal, devem-se inserir os materiais no custo fixo mensal: Figura 1: Cronograma de implementação do novo fluxo de fornecimento de materiais Porém é importante ressaltar que a intenção de inserir os materiais no preço fixo mensal não foi informada às empresas participantes do processo de cotação. Esta atitude foi tomada pela diretoria de Strategic Sourcing, que entendeu que se empresas possuíssem esta informação, poderia haver um consumo excessivo de alguns itens, com a intenção de gerar um acréscimo na curva de histórico de consumo e conseqüente aumento da parcela fixa a partir do décimo mês de contrato. Os três meses iniciais serão descartados da análise não somente por se tratar de período de implantação, mas também para executar ajustes na LPU.

32 31 Isto ocorre porque a Oi já havia experimentado esta estratégia e não houve sucesso em conseqüência da dificuldade de mapear todos os itens que deveriam constar na lista e de alguns preços serem extremamente diferenciados dos praticados no mercado. Com isso, logo após o período definido como 1ª onda, suprimentos retomará a negociação com as empresas, de maneira a ajustar os preços e incluir itens que se façam necessários. É importante ressaltar ainda que foi ampliada a quantidade de itens constantes na LPU. Onde foram previstos mais de 1000 itens ver anexo 3, diferente a lista anterior que possuía aproximadamente 500 itens. A cotação se encontra atualmente em fase de análise técnica e consolidação das cotações (ver cronograma abaixo), onde já pudemos identificar uma tendência de concorrência maior entre duas empresas que possuem capacitação técnica suficiente para atuar nacionalmente. Figura 2: Cronograma do projeto

33 32 É importante ressaltar que este estudo não é exaustivo já que, se houver cumprimento rigoroso do cronograma, a partir de 10/05/2010 a Oi já deve estar com novos contratos de manutenção predial, onde o fornecimento de materiais de dará por LPU. Porém a inclusão no preço fixo mensal deve ocorrer somente em 2011, assim cabe aos responsáveis por este projeto um acompanhamento intenso para verificar se o fluxo está funcionando conforme esperado, bem como realizar os ajustes que se façam necessários.

34 33 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS GIOSA, Lívio Antonio. Terceirização: uma abordagem estratégica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, HITT, Michael A. & HOSKISSON, Robert. Administração Estratégica. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, FIGUEIREDO, Kleber Fossati & FLEURY, Paulo Fernando. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. São Paulo: Atlas, KUEHNE JÚNIOR, Maurício. Logística de materiais: uma abordagem quantitativa. Curitiba: FAE Business School, LAROSA, Marco Antonio & AYRES, Fernando Arduini. Como Produzir uma Monografia. Rio de Janeiro: Wak, Oi. Disponível em: Acesso em: 01/02/2010. PERSIKE, Ivo Hamilton. Proposta de Soluções Alternativas na Resolução de Problemas que Surgem na Manutenção da Edificação Predial. Florianópolis: UFSC, PLÁCIDO, Alexandre. Na Velocidade do Crescimento. Revista Infra Facility Property, vol. n.112, p.46-48, POSSI, Marcus & CASTELO, Antônio. Gerenciamento de Projetos. Rio de Janeiro: Brasport, 2005

35 34 ANEXO 1 QUESTIONÁRIO EMPRESAS CONTRATADAS

36 35

37 36

38 37

39 38

40 39

41 40 ANEXO 2 QUESTIONÁRIO EMPRESAS CONTRATANTES

42 41

43 42 ANEXO 3 LISTA DE PREÇOS UNITÁRIOS CIVIL Codigo Oi Especificação ( Material) Valor CV-M-01 Adesivo de Contato - Cascola - ALBA ( 3.6 litros) Galão CV-M-02 Água Raz - 3,6 litros Galão CV-M-03 Água Raz Litro CV-M-04 Arame farpado, rolo com 500 m CV-M-05 Arame farpado, rolo com 250 m CV-M-06 Arame galvanizado nº 16 BWG kg CV-M-07 Arame galvanizado nº18 BWG kg CV-M-08 Arame recozido nº 16 BWG kg CV-M-09 Arame recozido nº 18 BWG kg CV-M-10 CV-M-11 Cuba tipo oval de embutir Deca L37 com coluna suspensa para deficiente físico Cuba tipo oval de embutir Deca L51 CS para deficiente físico CV-M-12 Lavatório de louça branco com pedestal CV-M-13 Lavatório de louça em cores com pedestal CV-M-14 Lavatório de louça em cores sem pedestal CV-M-15 Areia lavada m³ CV-M-16 Argamassa cimenticola saco 25kg CV-M-17 Assento Sanitário Universal - Branco - Cipla CV-M-18 Azulejo 15x15cm branco Extra CV-M-19 Brita nº 0 m³ CV-M-20 Brita nº 1 m³ CV-M-21 Brita nº 2 m³ CV-M-22 Cadeado Papaiz 35mm CV-M-23 Cadeado Papaiz 40mm CV-M-24 Fita para junção de gesso acartonado rolo CV-M-25 Forro armstrong georgian lay-in 625x1.250 CV-M-26 Cal - pacote de 5kg Saco CV-M-27 Gesso em placa de 60 x 60 cm branca CV-M-28 Cimento branco kg CV-M-29 Cimento CP II 25 Kg Saco CV-M-30 Cimento CP II E 32 ( 25Kg ) Saco CV-M-31 Cimento Portland CPII 32, 50 KG Saco CV-M-32 Bloco de concreto de vedação 0,09 x 0,19 x 0,39 m CV-M-33 CISAL kg CV-M-34 Corrente Galvanizada 3/4" Metro CV-M-35 Cumeeira articulada residencial de 15 º (graus)

44 43 CV-M-36 Cumeeira brasilt telha ONDINA CV-M-37 Dispenser para papel higiênico - linha white ( ) - Marca = Ideal paper CV-M-38 Dispenser para papel toalha - linha white ( ) - Marca = Ideal paper CV-M-39 Dispenser para sabonete gel - linha white ( ) - Marca = Ideal paper CV-M-40 Dobradiças mola ( 3 1/2" x 3") - PAGÉ CV-M-41 Dobradiças ref.: 485 CRA ( 3 1/2" x 3") - LA FONTE CV-M-42 Fechadura cilindro tetra Papaiz 2 voltas CV-M-43 Fechadura Lafonte Grande cód CV-M-44 Fechadura Lafonte Pequena cód CV-M-45 Fita adesiva preto/amarelo de segurança 100mm (5 m x 5 mm) CV-M-46 Fita anti derrapante para pisos - cor preta Metro CV-M-47 Fita anti derrapante para pisos - incolor Metro CV-M-48 Faixa adesiva em vinil diversas cores 7cmm largura Metro CV-M-49 Fita zebrada Metro CV-M-50 Gesso em pó Kg CV-M-51 Igoflex branco, proteção raio solar - SIKA ( 3,6 litros ) galão CV-M-52 Igoflex preto, impermeabilizante flexível para lajes - SIKA ( 18 litros ) Lata CV-M-53 Igolflex branco 18 L Lata CV-M-54 CV-M-55 Impermeabilizante líquido - Marca Recubriplast ( 18 litros ) Impermeablilzante de calhas e lajes VEDAPREN, Fabricante VEDACIT Latão 18L CV-M-56 Junta plática de dilatação de 2 cm x 200 cm Lata Lata CV-M-57 Manta asfáltica aluminizada 3 mm ( 10 m x 1 m ) Rolo CV-M-58 Maçaneta completa - Classic Alumínio - LA FONTE - ref.: cromo acetinado CV-M-59 Massa corrida - base acrílica - Suvinil ou similar ( 18 litros) Lata CV-M-60 CV-M-61 CV-M-62 Massa corrida - base acrílica Suvinil ou similar ( 3,6 litros) Massa corrida - base PVA Suvinil ou similar ( 18 litros ) Massa corrida - base PVA Suvinil ou similar ( 3,6 litros ) Galão Lata Galão CV-M-63 Massa plástica 400g Lata CV-M-64 Mola 4,5 para porta de enrolar CV-M-65 Mola áerea nº 2 CV-M-66 Mola áerea nº 3 CV-M-67 Mola áerea nº 4 CV-M-68 Mola aérea nº 5 CV-M-69 Mola coimbra 453 CV-M-70 Mola de piso BTS - 75 CV-M-71 Mola aérea para portas Dorma MA-197 CV-M-72 Paviflex Fademac 30 x 30 cm, cor cinza, caixa com 6.30 Caixa

45 44 CV-M-73 Paviflex Fademac 30 x 30 cm, cor bege, caixa com 6.30 Caixa CV-M-74 Porta cadeado 6" CV-M-75 Bianco ( 18 Kg) Galão CV-M-76 Ralo hemisférico em ferro (tipo "abacaxi") m - FERRARO CV-M-77 Ralo hemisférico em ferro (tipo "abacaxi") - 75 m - FERRARO CV-M-78 Reboquit guatizolit saco de 25 kg Saco CV-M-79 Redutor THINNER 2002 (lata = 5 litros) Lata CV-M-80 Removedor de tintas - Pintof (lata = 5 litros) Lata CV-M-81 Super galvit ( 3, 6 litros ) Galão CV-M-82 Saboneteira de vidro giratória - Marca = Globo CV-M-83 Selador acrílico balde de 18 L - Suvinil ou similar Lata CV-M-84 Sika Adesivo elastico SikaBond-T1 CV-M-85 Sika Adesivo Epóxi de alta aderência Sikadur 32 CV-M-86 Sika TOP 107 cx 18kg CV-M-87 Sika-2 1 L CV-M-88 Sikaflex - 1A plus 310ML CV-M-89 Tijolinho maciço CV-M-90 Tijolo furado 20x20 CV-M-91 Tinta - Esmalte acetinado F003 - Sistema Selfcolor - Suvinil - 3,6 litros Galão CV-M-92 Fundo anticorrossivo Zarcão - 3,6 litros Galão CV-M-93 Tinta base Acrílica para piso diversas cores - 18 litros Lata CV-M-94 CV-M-95 CV-M-96 Tinta base acrilica semi-brilho - cor branca ( 3,6 litros ) Tinta base acrilica semi-brilho - cores preparadas ( 3,6 litros) Tinta base acrilica semi-brilho - cores preparadas ( 18 litros) Galão Galão Lata CV-M-97 Tinta Acrílica semi brilho diversas cores - 18 litros Lata CV-M-98 Tinta Acrílica Fosca - Branco Gelo - SUVINIL ( 3,6 litros ) Galão CV-M-99 Tinta base Acrílica Fosca - Branco Neve - SUVINIL ( 3,6 litros ) Tinta Acrílica Fosca - Grafite Escuro - SUVINIL ( 3,6 CV-M-100 litros) CV-M-101 Tinta Acrílica Fosca - Sist. Self Color SUVINIL ( 3,6 litros ) Galão Galão Galão CV-M-102 CV-M-103 CV-M-104 CV-M-105 CV-M-106 Tinta Acrílica Fosca - Sist. Self Color F003 - SUVINIL ( 18 litros ) Tinta Acrílica Fosca - Sist. Self Color F003 - SUVINIL (3,6 litros ) Tinta Acrílica Fosca - Sist. Self Color F085 - SUVINIL ( 3, 6 litros ) Tinta Acrílica Fosca - Sist. Self Color F085 - SUVINIL ( 18 litros) Tinta Acrílica semi brilho do sistema self color da Suvinil na cor J007 (3,6 litros ) Lata Galão Galão Lata Galão

46 45 CV-M-107 CV-M-108 CV-M-109 CV-M-110 Tinta acrílica semi brilho do sistema self color da Suvinil na cor M007 (18 litros) Tinta acrílica Suvinil Semi brilho do sistema self color na cor F003 ( 18 litros ) Tinta acrílica Suvinil Semi brilho do sistema self color na cor J160 ( 18 litros ) Tinta Esmalte Sintético - Branco - Alto Brilho - 3,6 litros Lata Lata Lata Galão CV-M-111 Tinta esmalte sintético - diversas cores - auto brilho - 3,6 litros Tinta esmalte sintético acetinado - cor branca - 3,6 CV-M-112 litros Galão Galão CV-M-113 Tinta esmalte sintético acetinado - cores - 3,6 litros Galão CV-M-114 Tinta esmalte Poliuretano para pisos/demarcação - 18 litros Lata CV-M-115 Tinta base PVA - Branco Neve - SUVINIL ou similar ( 3,6 litros) CV-M-116 Tinta base PVA - Branco Neve - SUVINIL ou similar ( 18 litros ) galão Lata CV-M-117 CV-M-118 CV-M-119 Tinta basee PVA Látex - Branco Gelo - SUVINIL ou similar ( 3, 6 litros ) Tinta basee PVA Látex - Branco Gelo - SUVINIL ou similar ( 18 litros ) Tinta base PVA - Diversas cores - SUVINIL ou similar ( 3,6 litros ) galão Lata galão CV-M-120 Tinta base PVA - Diversas cores - SUVINIL ou similar (18 litros) Lata CV-M-121 Tinta base PVA - cores preparadas ( 3,6 litros) galão CV-M-122 CV-M-123 Tinta Suvinil, sistema self Color ref. H 161, acrílica semi-brilho (18Litros) Tinta Suvinil, sistema self Color ref. Aqua Pantone 320 C, acrílíca semi - brilho / 18 litros Lata Lata CV-M-124 Tinta Suvinil, sistema self Color ref. Aqua Pantone 320 C, Esmalte sintético / 3,6 litros galão CV-M-125 Trinco livre/ocupado - Marca = Haga CV-M-126 Tubo de borracha de silicone 300g CV-M-127 Verniz Poliuretânico Acetinado - Marítmo Coralmar - CORAL ou similar (3,6 litros) CV-M-128 Verniz Poliuretânico Brilhante - Marítmo Coralmar - CORAL ou similar ( 3,6 litros) galão galão CV-M-129 Verniz Poliuretânico Fosco - Marítmo Coralmar - CORAL ou similar ( 3,6 litros) galão CV-M-130 Corante em pó Xadrez Vermelho 500gm CV-M-131 Madeirit - chapa de 10 mm CV-M-132 Madeirit - chapa de 15 mm CV-M-133 Madeirit - chapa de 18 mm CV-M-134 Madeirit - chapa de 20 mm CV-M-135 Madeirit - chapa de 6 mm CV-M-136 Spray branco fosco CV-M-137 Spray metálico prata real 706 cód CV-M-138 Spray preto fosco

47 46 CV-M-139 Spray verniz colorgin CV-M-140 Suporte para forno microondas CV-M-141 Espessura 6 cm - para tráfego médio - Intertravado de concreto - Blokret CV-M-142 CV-M-143 CV-M-144 Mini 4,5 - para calçadas -Intertravado de concreto - Blokret Verde - para jardins e taludes - Intertravado de concreto - Blokret CONCREFIT CARIJÓ TEXTURIZADO - DIMENSÕES 79 x 79 x 3 cm CV-M-145 Ladrilho hidráulico de cimento para calçadas - espessura 2 cm CV-M-146 Paralelepípedo sobre colchão de areia CV-M-147 Piso emborrachado tipo moeda - 4 mm CV-M-148 Piso Vinílico com flash ou sem flash TP 2mm CV-M-149 Batente de Porta padrão peroba CV-M-150 Batente de Porta para pintura CV-M-151 Porta de madeira semi-oca, 1 folha, para pintura completa (com guarnições e ferragens) 0.60x2.10 m CV-M-152 CV-M-153 CV-M-154 CV-M-155 CV-M-156 CV-M-157 Porta de madeira semi-oca, 1 folha, para pintura completa (com guarnições e ferragens) 0.70x2.10 m Porta de madeira semi-oca, 1 folha, para pintura completa (com guarnições e ferragens) 0.80x2.10 m Porta de madeira semi-oca, 1 folha, para pintura completa (com guarnições e ferragens) 0.90x2.10 m Porta de madeira semi-oca, 1 folha, para pintura completa (com guarnições e ferragens) 0.60x2.10 m Porta de madeira semi-oca, 1 folha, para pintura completa (com guarnições e ferragens) 0.70x2.10 m Porta de madeira semi-oca, 1 folha, para pintura completa (com guarnições e ferragens) 0.80x2.10 m CV-M-158 Porta de madeira semi-oca, 1 folha, para pintura completa (com guarnições e ferragens) 0.90x2.10 m CV-M-159 Rufos Corte 15 cm Metro CV-M-160 Rufos Corte 20 cm Metro CV-M-161 Telha colonial CV-M-162 Telha francesa CV-M-163 Telha paulista CV-M-164 Telha cumeeira ceramica CV-M-165 Telha fibrocimento ondulada 6mm - 1,22 m CV-M-166 Telha fibrocimento ondulada 6mm - 1,83 m CV-M-167 Telha fibrocimento ondulada 6mm - 2,44m CV-M-168 Telha fibrocimento ondulada 6mm - 3,66 m CV-M-169 Telha fibrocimento ondulada 8mm - 1,22 m CV-M-170 Telha fibrocimento ondulada 8mm - 1,83 m CV-M-171 Telha fibrocimento ondulada 8mm - 2,44m CV-M-172 Telha fibrocimento ondulada 8mm - 3,66 m CV-M-173 Telha fibrocimento Canalete 49

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