PRESCRIÇÃO DO EXERCÍCIO AERÓBICO NO CARDIOPATA

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1 PRESCRIÇÃO DO EXERCÍCIO AERÓBICO NO CARDIOPATA Doutor Paulo Ricardo Nazario Viecili INSTITUTO DE CARDIOLOGIA DE CRUZ ALTA

2 DECLARO NÃO HAVER CONFLITOS DE INTERESSE E NÃO POSSUO VÍNCULOS COM A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA OU SIMILARES

3 Objetivo da participação: Contribuir para facilitar o entendimento da prescrição do exercício aeróbico em cardiopatas.

4 BENEFÍCIOS: Isquemia miocárdica 1- Melhora da angina em repouso (I), 2- Atenuação da isquemia induzida pelo esforço (IIa), 3- Melhora da capacidade funcional (I), 4- Controle dos FR para doença cardiovascular (IIa) 5- Melhora da isquemia miocárdica; aumento do VS (A), 6- Atenuação da taquicardia durante o exercício (B), Moraes RS, et al. Diretriz de Reabilitação Cardíaca. Arq Bras Cardiol 2005; 84:

5 BENEFÍCIOS: Isquemia miocárdica 7- Melhora na resposta vasodilatadora dep. do endotélio (B) 8- Aumento de perfusão na microcirculação coronariana (B). 9- Atenuação da dep. do seg ST durante o exercício (IIa, B) 10- Melhora na perfusão miocárdica: cintilografia/ tálio (B) 11- Pode reduzir a progressão da placa aterosclerótica (IIa,B), 12- Pode regredir placa aterosclerótica (B). 13- Pode elevar os limiares isquêmicos (B). Moraes RS, et al. Diretriz de Reabilitação Cardíaca. Arq Bras Cardiol 2005; 84:

6 OUTROS BENEFÍCIOS Para cada 1 MET= 12 % na mortalidade; Para cada 1 MET= 0,061mg/dl PCR; Redução dos níves pressóricos em hipertensos; Redução da resistência e intolerância à insulina; Redução da Hb Glicada; Redução do LDL-col; Aumento do HDL-col; Redução de eventos cardíacos; Redução de internações hospitalares; Redução de reestenoses. K. Yancey et al. Arterioscler. Thromb. Vasc. Biol. 2003; 23; e42-e49 J. MYERS et al. N Engl J Med. 2002; 346:

7 EXERCÍCIO AERÓBICO Redução da mortalidade cardiovascular e da mortalidade global (A,I) 1 NNT anual 2 : PRC: B-Bloqueadores: 84 Anti-adesivoplaquetário: 306 Sinvastatina: 164 Há a necessidade de mais EVIDÊNCIAS? NÃO, NÃO HÁ 3 1-Arthur Leon et all. Circulation 2005;111; Tales de Carvalho et al: Arq. Br Cardio.2006; 86 Nº 1 3-Sidney C. Smith et al. Circulation 2006;113;

8 RECOMENDAÇÕES RCPM na coronariopatia: grau A- nível 1. RCPM na insuficiência cardíaca: grau A-nível 1. RCPM na pneumopatia crônica: graua-nível 1. RCPM na HAS: grau A-nível 1. RCPM na DAP,obesidade/síndrome metabólica, DM, risco elevado doença cardiovascular, pulmonar e metabólica: grau A-B- nível 2-3. Tales de Carvalho et al: Arq. Br Cardio.2006; 86 Nº 1 K. Yancey et al. Arterioscler. Thromb. Vasc. Biol. 2003;23;e42-e49

9 FASES Fase 1 - Paciente internado: por descompensação clínica de natureza cardiovascular, pulmonar e metabólica. Fase 2 Primeira etapa extra-hospitalar. Iniciar imediatamente após a alta e/ou alguns dias após um evento. Duração prevista: três a seis meses, ou mais tempo. Fase 3 Após ou não a fase 2: Duração prevista: seis a 24 meses. Fase 4 É um programa de longo prazo de duração muito variável Reabilitação não supervisionada - Tendo em vista a escassez de centros estruturados de reabilitação entre nós, o que gera grande demanda reprimida de pacientes Tales de Carvalho et al: DIRETRIZ DE REABILITAÇÃO CARDIOPULMONAR E METABÓLICA: ASPECTOS PRÁTICOS E RESPONSABILIDADES. Arquivos Brasileiros de Cardiologia - Volume 86, Nº 1, 2006 )

10 PROGRAMA AVALIAÇÃO MÉDICA/AVAL. FUNCIONAL AVALIAÇÃO ENFERMAGEM AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA AVALIAÇÃO POR ED. FÍSICOS AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DISCUSSÃO INTERDISCIPLINAR FORMULAÇÃO DOS PROBLEMAS E OBJETIVOS PRESCRIÇÃO FINAL ACOMPANHAMENTO

11 AVALIAÇÃO FUNCIONAL Depende das condições do centro avaliador e das condições do indivíduo: 1. Teste ergométrico com análise de gases: limiar anaeróbico entre outros marcadores 2. Teste ergométrico sem analise dos gases com aquisiçao da FC ou VO2 de pico; 3. Teste de caminhada de 6 minutos.

12 TE: segurança ou muito zelo? Série de 2896 pacientes, 64 ± 10 anos, sabidamente cardiopatas, submetido a TE: 86 % foi interrompido por fadiga; 14%: foi interrompido por natureza cardiovascular: infra > 2 mm; angina (5%); arritmias; hipertensão ou hipotensão Circulation 2006;113; ;

13 PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIO ABORDAGEM pode ser INDIVIDUALIZADA, com abrangência interdisciplinar: TIPO DE EXERCÍCIO; INTENSIDADE; DURAÇÃO; FREQÜÊNCIA.

14 RECOMENDAÇÕES TERAPÊUTICAS TIPO DE EXERCÍCIO: caminhadas INTENSIDADE: % VO2 max % FC max. 3 a 6 METs DURAÇÃO: 30 a 60 minutos FREQUÊNCIA: 3 7 vezes/semana não ficar + 2 dias sem Mirian E Nelson. Circulation. 2007;116:

15 Prescrição: FC ou VO 2 Amudsen: IT+ VO 2 rep: MET HRmax = 220 Age Tanaka = 208 (0,7 x Age) Jones = 220 (0,65 x Age) Karvonen = %T x (FCmáx FCr) + FCr

16 PRESCRIÇÃO: FC X VO 2 Comportamento da FC durante treino de exercício com intensidade obtida através do VO 2 indireto em 101 indivíduos, com 61,5 ± 9 anos, durante 18 meses de observação: Comparação com a FC de diferentes equações de FC. 120 FC de Acordo com Diferentes Equações Observada Measured HR máx Tanaka Jones Karvonen Pequenas variações dentro dos limites fisiológicos: Cirulation: 2008, maio, 17

17 DETERMINAÇÃO DA INTENSIDADE DO TREINAMENTO VO 2 : % : BOM SENSO

18 Mas e dai doutor? Tomando como base: 3 a 6 METs. Sabendo que 1 MET = 1 KM/h 1 Então: deve-se fazer 3 a 6 km/h. Tomando como base 6 km E tempo de 30 a 60 min. Então deve-se fazer de 3 a 6 km. Exemplos do três: 30 minutos percorrendo 3 km, 3 vezes por semana 1-Leite F. Fisiologia do Exerc

19 RELAÇÃO MET/tempo/dist/Kcal Minutos Metros Kcal 3 METs METs

20 CONCLUINDO COMO EU ORIENTO: 1- Inicie caminhando confortavelmente por 30 minutos: 2- Conte quantas quadras foram caminhadas 3-Então procure ir aumentando até fazer 30 quadras, ou 3 km em 30 minutos. Repita a dose três vezes por semana, em dias alternados, pra sempre. OBRIGADO

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